Feijão vai disparar? Arroz reage e a menor área de Trigo da história acende o alerta
No mercado do trigo, as atenções se voltam para o Leste Europeu e a Rússia, onde problemas na produção mantêm as cotações firmes em Chicago, com patamares acima dos seis dólares por bushel. No Brasil, o plantio está praticamente concluído, com lavouras apresentando bom desenvolvimento e sem prejuízos por geadas até o momento. Contudo, o dado que mais chama a atenção nesta safra é a redução da área plantada, que deve ficar abaixo dos 2 milhões de hectares. Enquanto o produtor nacional monitora os preços no Sul do país, Vlamir Brandalizze comenta que o mercado aguarda a movimentação do varejo neste início de mês para definir o ritmo das novas negociações.O mercado do arroz apresenta sinais de reação neste início de agosto, com um movimento mais comprador, especialmente na fronteira oeste gaúcha. Enquanto o produtor recua na oferta à espera de melhores preços e as exportações brasileiras ganham fôlego, o setor monitora com atenção o cenário internacional. A redução da área plantada no Rio Grande do Sul já é dada como certa, mas o surgimento de novas tensões no Oriente Médio acende um alerta. Vlamir Brandalizze destaca que a alta do petróleo e a instabilidade logística podem pressionar os custos de fertilizantes e fretes, trazendo novos desafios para o planejamento da próxima safra.No mercado do feijão, o movimento de queda nos preços parece ter estancado, dando lugar a sinais de estabilidade e pequenas reações em praças específicas. Com o encerramento da colheita da segunda safra, a oferta de feijão novo torna-se mais limitada, concentrando as atenções na movimentação do varejo neste início de mês. Enquanto o feijão nobre sustenta cotações firmes, o mercado se prepara para um agosto que historicamente apresenta maior pressão na demanda. Vlamir Brandalizze explica que esse é um período de vazio sanitário e pouca oferta, o que pode abrir espaço para ajustes positivos nos preços ao produtor.
Vlamir Brandalizze
- Desenvolvimento do TrigoProdução Leste Europeu · Cotações em Chicago · Redução de área plantada no Brasil · Vlamir Brandalizze
- Mercado de arrozSinais de reação e movimento comprador · Redução da área plantada no Rio Grande do Sul · Tensões no Oriente Médio · Alta do petróleo e instabilidade logística · Vlamir Brandalizze
- Mercado de Feijão CariocaEstancamento da queda de preços · Encerramento da colheita da segunda safra · Oferta limitada de feijão novo · Agosto: alta demanda e vazio sanitário · Vlamir Brandalizze
Aô, bom, boa noite! Com a graça do nosso bom Deus, está começando o seu Jornal do Agronegócio para Catu Rural. Alerta no feijão: agosto promete ser mês de alta na demanda e oferta limitada. Mercado do arroz: por que os preços começaram a reagir agora? Trigo: redução diária no Brasil pode pressionar a oferta interna. Hoje é 10 de julho de 2026. Sejam bem-vindos. Mercado Agrícola. No mercado do trigo, as atenções se voltam para o leste europeu e para a Rússia, onde problemas na produção mantêm as cotações firmes em Chicago, com patamares acima dos US$6 por bushel.
Aqui no Brasil, o plantio está praticamente concluído, com lavouras apresentando bom desenvolvimento e sem prejuízos por geadas até esse momento. Contudo, o dado que mais chama atenção nesta safra é a redução da área plantada, que deve ficar abaixo de 2 milhões de hectares. Enquanto o produtor nacional monitora os preços no sul do Brasil, o consultor Vlami Brandalizzi comenta que o mercado aguarda a movimentação do varejo neste início de mês para definir o ritmo das novas negociações.
E vamos de trigo. O mercado do trigo segue de olho com os problemas lá na Europa, né, leste europeu, Rússia. Mercado do trigo firme lá em Chicago, todas as posições acima de $6 desde o spot. E os níveis aí desde 2027 acima de $6,50, estão de olho, $6,70, $6,80, mercado firme do trigo lá fora. E aqui dentro, trigo já praticamente plantado, nível brasileiro, uma outra lavoura atrasada de último momento sendo plantada no Rio Grande do Sul, mas os trigos em geral evoluindo, não tá tendo problema de seca, geadas não causar problemas, as geadas vistas nos últimos dias.
Trigo sem grandes novidades. A grande novidade é que tudo aponta que o plantio ficou perto de 2 milhões de hectares ou menos frente a 2 milhões e meio do ano passado. Então é uma queda importante na área do trigo. Mercado do trigo também segue sem grandes novidades, entre R$1.300 e R$1.320 aí no mercado gaúcho, R$1.360, R$1.380 no paranaense. Produtor recebendo de R$69 a R$71 no trigo, sem grandes novidades aí do sul do Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul e Paraná, os grandes produtores do trigo nacional.
Então sem grandes novidades, muito esperando vender agora farinha e derivados aí ao varejo, né, esse começo de mês, para ter as reposições para se posicionar novamente em compras do nosso amigo trigo aí nos próximos dias. Esse é o quadro do amigo trigo.
O consultor Vlami Brandalize comenta o mercado do feijão daqui a pouco. Antes vamos trazer aqui as informações do mercado do arroz, que apresenta sinais de reação neste início de agosto com o movimento mais comprador, especialmente na fronteira oeste gaúcha. Enquanto o produtor recua na oferta à espera de melhores preços e as exportações brasileiras ganham fôlego, o setor monitora com atenção o cenário internacional. A redução da área plantada no maior estado produtor, Rio Grande do Sul, já é dada como certa, mas o surgimento de novas tensões no Oriente Médio acende o alerta para o setor.
O consultor Vlamir Brandalize destaca que a alta do petróleo e a instabilidade logística podem pressionar os custos de fertilizantes e fretes, trazendo novos desafios para o planejamento da próxima safra de arroz.
E vamos num outro parceiro aí do alimento básico brasileiro chamado arroz. Arroz continua com produtor tendo indefinições de quanto vai reduzir a área. A redução da área de arroz no Brasil é dada como certa por todos os produtores que a gente conversa, principalmente no Rio Grande do Sul, e com isso Fica a dúvida do tamanho da redução. O que que vamos andando no mês de julho? E o mercado mostrou leve melhora ali na fronteira oeste gaúcha, uma média de R$1 melhor nas posições.
Hoje o mercado é mais comprador do que vendedor, os produtores acabaram recuando aí a pressão de oferta, justamente esperando que a partir de agosto tenha melhoras. Mercado já nacional aí de arroz com melhora de R$1, R$1,50, R$2 melhor do que era nas últimas semanas, mas não é uma corrida altíssima. Mas teve leve melhora em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, todos os estados com leve melhora, esperando girar melhor no varejo. Ainda varejo tem grandes promoções milagrosas, mas o pacote na maioria das marcas de R$14,98 a R$18, marcas comerciais, marcas nobres de R$22 a R$30 nas gôndolas, promoções R$22 a R$25 das nobres, e esperando girar aí nesse próximo dia, girar mais para as reposições.
Aparentemente o arroz começou a dar uma pequena melhorada aí no ritmo dos dos níveis, justamente porque tem mais compradores do que vendedores, principalmente no mercado gaúcho nesse momento. E com isso abre espaço aí para pequenos ajustes, né, vamos dizer assim. Exportação de arroz segue, né, há comentários de que provavelmente na próxima semana o acumulado do ano na base do arroz em casca já esteja perto de 1 milhão e 200 mil toneladas embarcadas na exportação, sinalizando um quadro de exportação crescente.
E mercado podendo ser um pouco mais comprador aí nas próximas semanas para o nosso amigo arroz. Produtor ainda em ritmo lento de compra de insumos, muito insumo do arroz ainda não girou, esperando girar aí nos próximos dias que os produtores apontam, estão esperando. A grande questão é que voltou a guerra no Irã, isso é sinal de que pode ter pressão de custos, pressão de custo aí na ureia principalmente, de de alta devido ao petróleo novamente forçado para cima, fertilizantes também, fretes marítimos também.
Tudo isso impacta no custo do nosso amigo arroz aí no quadro atual aí da guerra voltando ali no Irã frente aos americanos.
No mercado do feijão, o movimento de queda nos preços parece ter estancado, dando lugares a sinais de estabilidade e pequenas reações em praças específicas. Com o encerramento da colheita da segunda safra, a oferta de feijão novo torna-se mais limitada, concentrando as atenções na movimentação do varejo nesse início de mês. Enquanto o feijão nobre sustenta cotações firmes, o mercado se prepara para o mês de agosto, que historicamente apresenta maior pressão na demanda.
Vlamir Brandalize, da Brandalize Consulting, explica que esse é um período de vazio sanitário e pouca oferta, o que pode abrir espaço para ajustes positivos nos preços a você, produtor rural.
E vamos do amigo do arroz chamado feijão. Feijão aparentemente parou de cair, já começa a dar algum sinalzinho de melhora em alguns locais. Feijão Nobre da linha do 9 sustentado com cotações firmes, comprador devendo voltar aí na próxima semana para as reposições. E os níveis aí do feijão Nobre variando de R$390 a R$415 a saca nesse momento, umas praças com Pequena melhora, R$3, R$4, R$5 para cima, outras estáveis. Mercado do feijão carioca comercial, R$8, R$8,50 também mostrando pequenos ajustes positivos de níveis aí de variação, não significativa, mas de R$1, R$2, R$3 melhor do que estava nas semanas anteriores.
Feijão variando aí perto dos R$3,30 de base do carioca R$8,50. A R$350 a maioria das posições, algumas praças um nível menor, e ainda tendo boa oferta aí do feijão carioca, esse mais chuvado, geado aí, feijão tipo 7, feijão mais usado aí nas cestas básicas ou nas grandes promoções do varejo aí de feijão barato, né? Então esse feijão aí, indicativos bem abaixo aí, mais de R$100 abaixo do que tá o feijão 8,5, né? Na linha do Carioca.
Esperando girar também nesses próximos dias um pouco aí para dar movimento de reposição lá no varejo. Feijão preto, esse também segue sem grandes novidades, uma calmaria no mercado no momento, variando de R$190 a R$210 a saca, com giro calmo aí nesse momento também no feijão preto. Esperando aí ver o que tem de vendas no varejo nesse começo de julho aí, com o salário de junho que chegou. Para as reposições que devem começar a andar na próxima semana, para depois virem aí os empacotadores voltando a comprar aí para formar posições já para atender julho cheio e começo de agosto.
Normalmente agosto é um bom mês de demanda, daí geralmente é aquela pressão positiva no mês de agosto no feijão. E depois de agosto, setembro, são aqueles períodos de vazio de oferta, né, porque vamos ter somente o feijão irrigado que vem lá na metade de setembro em diante. E por enquanto ofertas muito limitadas de feijão novo, né, colheitas praticamente encerrando da segunda safra.
O que esperar dos preços do café após a maior alta da história? Joãozinho Grafista comenta daqui a pouco aqui no seu canal YouTube Paracatu Rural. Por isso, inscreva-se e marque o sininho para receber as notificações quando publicarmos novos vídeos. Seja membro do canal, assista primeiro o conteúdo e assim você contribui com o nosso trabalho. Muito obrigado pela sua atenção, Deus te abençoe, tchau tchau! Quando viajamos, costumamos encher a mala com muitas coisas, pensando que talvez possamos precisar delas.
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