Episódios de Paracatu Rural - Jornal do agronegócio

Paracatu Rural - 09-07-26 - T12 Ep 34 - Boa Vista FM - Completo

09 de julho de 20261h
0:00 / 1:00:08

● FPA negocia projeto sobre dívidas rurais com oGoverno Federal

● O que o Plano Safra 26/27 muda para quem está nocampo?

● Proibição de leite em pó reconstituído volta aser proposta; preço mínimo em discussão

● Sul tem previsão de geada e outras regiões terãobaixa umidade do ar

● Agropecuaristas defendem mudança no cálculo deimposto sobre propriedade rural

● IPVA será pago pelo peso do veículo?

● Minas cria cinturão antigreening para protegercitricultura

● Demanda por biocombustíveis no exterior podeampliar faturamento dos produtores brasileiros

Apresentação Francys de Oliveira

(38)991810123

Participantes neste episódio12
F

Francys de Oliveira

Host
D

Daniel Amorim

ConvidadoConsultor
F

Flávio Mingnoti

ConvidadoDiretor de biorrefino
L

Lana Dias

Reporter
L

Lisandro Jemak

ConvidadoMeteorologista
M

Mariana Marotta

ConvidadoAnalista de agronegócio
O

Osmar Gonçalves

ConvidadoPresidente do Sindicato Rural
O

Osni Zago

ConvidadoPresidente do Núcleo de SPR
P

Paula Bittar

Reporter
P

Pedro Lupion

ConvidadoDeputado
R

Rafael Mendonça

Reporter
S

Sara Kines

Reporter
Assuntos7
  • Demanda por etanol e biodieselCombustível Sustentável de Aviação (SAF) · Biodiesel · Etanol · Transição energética · Biorrefinarias
  • Dívidas Rurais e Governo FederalFrente Parlamentar da Agropecuária (FPA) · Projeto de Lei 5.122/2023 · Medida Provisória · Critérios de enquadramento · Juros e prazos de renegociação
  • Cinturão Anti-Greening em Minas GeraisCitricultura · Doença Greening · Sistema FAENG-Senar · Psilídeo (vetor da doença) · Planta murta (hospedeira)
  • Perspectivas eleições 2026Volume de recursos · Redução da taxa de juros · Seguro rural · Fundo garantidor · Renegociação de dívidas
  • Agricultura e propriedade ruralSegurança jurídica para produtores · Área aproveitável · Terra invadida · Valor de mercado vs. valor da terra nua
  • Reação de Eduardo LeiteProjeto de Lei 913/2026 · Custo médio de produção · Embrapa
  • Previsão do TempoGeada na região Sul · Baixa umidade do ar · Inmet
Transcrição98 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Acorda de manhã para prozear no mundo do campo, as notícias escutar. Vem com a gente em toda a região com o seu programa Paracatu Rural. Tem notícias, informação e o mais importante, sua participação. Programa Paracatu Rural, programa Paracatu Rural.

?Voz B

Aô, bom dia!

?Voz C

Com a graça do nosso bom Deus, está começando o seu Jornal do Agronegócio Paracatu Rural. Bom dia, homem, mulher, criança e adolescente do campo e da cidade, para quem tá trabalhando, descansando, passeando, viajando. Bom dia, bom dia também aos moradores das cidades vizinhas a Paracatu, para você que nos acompanha pela internet, para quem tá tirando leite, cuidando dos animais, tá limpando o quintal, tá na máquina agrícola, na estrada, na rodovia, em casa ou no trabalho, comerciante, servidor público, autônomo, profissional liberal, dona de casa e aposentado.

Hoje é quinta-feira, dia 9 de julho de 2026. Bom dia para você! Fala aí, Sandro Mundim, bom dia! Destaques do dia: Frente Parlamentar da Agropecuária negocia projetos sobre dívidas rurais com o governo Federal.

?Voz B

O que o Plano Safra 26/27 muda para quem está no campo?

?Voz C

Proibição de leite em pó reconstituído volta a ser proposta. Preço mínimo em discussão. Sul tem previsão de geada e outras regiões terão baixa umidade do ar. Agropecuaristas defendem mudança no cálculo do Imposto sobre Propriedade Rural. E o IPVA será pago pelo peso do veículo? Minas Gerais cria cinturão anti-greening para proteger citricultura. Demanda por biocombustíveis no exterior pode ampliar faturamento dos produtores brasileiros. Também tem previsão do tempo.

?Voz D

O leite que seu filho toma, a cerveja que o boteco vende, a carne que tá no seu prato sai aqui do pasto. Vocês compram da gente, só quem vive entende.

?Voz C

Chuva ou céu aberto?

FDFrancys de Oliveira

Saiba como anda o clima.

LJLisandro Jemak

Olá, Francis e ouvintes do Paracatu Rural. Nessa quinta-feira seguimos com a atuação dessa crista atmosférica, né, uma região de alta pressão que inibe a formação de nuvens, deixando o céu predominantemente claro. Não há previsão de mudanças significativas para os próximos dias. Então a previsão para Paracatu e toda a região noroeste do estado de Minas Gerais é de céu claro, parcialmente nublado, com névoa seca. Lembrando que esse parcialmente nublado é algumas poucas nuvens esparsas que podem surgir durante o dia.

Então, mais para claro do que para parcialmente nublado. A temperatura em Paracatu variando dos 15 aos 30 graus e a umidade relativa do ar na casa dos 30%. Então é bom redobrar os cuidados com a hidratação e também com a proteção solar por conta dos baixos índices de umidade e também da forte radiação ao longo de todo o dia. Para o Paracatu Rural, Lisandro Jemak, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia. Mais informações sobre sobre tempo e clima em portal.inmet.gov.br.

FDFrancys de Oliveira

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira.

?Voz B

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Saiba mais pelo telefone 38 3679-8300. 3679-8300. Produtor rural, você já conhece o valor da irrigação, Dê o próximo passo, ganhe mais eficiência com pivôs Lindsay. Menos manutenção, mais precisão, maior uniformidade de aplicação e controle inteligente na palma da mão. Conte com a pivô e evolua sua produção com a Lindsay. Pivô em Paracatu, 0800-300-0600, 0800-300-0600. Pivô e Lindsay, quem produz mais Escolhe o melhor, gente! Eu vou falar agora com o Tider da Medic Mais, que tem um recado importante para você que é empresário, gestor ou dono de empresa.

?Voz J

Isso mesmo, Francis! Se a sua empresa precisa de medicina do trabalho, a Medic Mais resolve tudo em um só lugar.

?Voz B

E o que vocês oferecem, Tider?

?Voz J

Nós temos ASOS, exames ocupacionais, PCMSO e outros tantos serviços, tudo por agendamento. Sem filas, com atendimento médico de segunda a sexta.

?Voz B

Médic Mais, saúde de qualidade mais acessível e ao seu alcance. Telefone 3834080405.

?Voz K

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?Voz B

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FDFrancys de Oliveira

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96, Política e agronegócio.

?Voz C

Membros da Frente Parlamentar da Agropecuária, FPA, se reuniram com a equipe econômica do governo federal para ouvir as propostas relacionadas ao endividamento rural. O encontro terminou sem acordo, mas a bancada sinalizou que não pretende abrir mão dos pilares do projeto de lei 5.122/2023. A reunião ocorreu em meio à reta final da tramitação do projeto. O texto tem origem na Câmara dos Deputados, onde foi aprovado no ano passado.

Em junho, passou pelo Senado Federal e retornou à Câmara por ter sofrido alterações. Agora, os deputados precisam decidir se aprovam ou não as mudanças feitas pelos senadores. Não há margem para novas modificações. De acordo com o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, do Progressistas de Paraná, o governo apresentou a ideia de uma medida provisória como alternativa ao projeto de lei. Segundo Pedro Lupion, há concordância em boa parte das sugestões, já que elas atendem a pontos da proposta legislativa.

No entanto, questões consideradas cruciais ainda precisam ser discutidas, como o montante das operações, os critérios de enquadramento dos produtores e as condições de juros e prazos.

PLPedro Lupion

Nos foi oferecida uma proposta de uma ideia de medida provisória que atenda boa parte do texto do 5122 aprovado no Senado, com vários pontos que ainda discordamos, que discutiremos hoje à tarde, dentre eles a questão do montante das operações, o enquadramento dos produtores, a questão dos juros dessa linha de renegociação dessas dívidas, como também outras questões que de prazo também, como também a gente não chegou a conclusões, não chegamos a acordos.

Apresentamos ao ministro e ao líder do governo as nossas preocupações quanto a essa alteração estrutural nesse, nessa renegociação. Lembrando que não há qualquer tipo de acordo sobre o fim do 5122 ou aprovação de uma medida provisória. O que houve hoje foi uma proposta do governo de apresentação de uma medida provisória após a nossa concordância, e é isso que nós vamos trabalhar agora para ver onde nós conseguimos chegar nesse texto, para ver o limite de enquadramento, para ver os critérios de enquadramento, para ver a questão dos juros, para ver a questão de quanto vai custar essa equalização, e também a possibilidade de atender o maior número possível de produtores.

?Voz C

A proposição aprovada no Senado garante limite de crédito de R$10 milhões por beneficiário e de até R$50 milhões para cooperativas, enquadramento por comprovação de perda de no mínimo 30% da renda bruta em pelo menos duas ou mais safras entre 2019 e 2025. Juros variando entre 3,5% e 7,5% conforme o porte do produtor rural e prazos de até 13 anos, sendo no mínimo 2 anos de carência. Já a proposta apresentada pelo Ministério da Fazenda nesta terça-feira traz pontos diferentes: teto de até R$8 milhões por beneficiário, produtores afetados por intempéries climáticas seriam os beneficiados, não levando em consideração produtores que tiveram perda de renda.

Juros que variam de 6% a 12% e prazo de pagamento de até 8 anos, sendo 2 de carência, com o pagamento dos juros nesse período. O deputado Pedro Lupion esclarece que apesar da medida provisória ser uma possibilidade, a FPA não irá abrir mão do projeto de lei aprovado no Senado.

PLPedro Lupion

Nós não aceitamos o do projeto do Senado. Nós não acordamos com o fim do projeto do Senado. Aliás, o projeto é da Câmara, foi aprovado agora no Senado, o 5122. Inclusive, os autores estão aqui. Nós continuamos trabalhando nele, continuamos usando o texto aprovado no Senado como base de qualquer tipo de negociação, e nós vamos manter, nós vamos manter, nós vamos manter a nossa articulação no sentido do texto do 5122. O que nos foi apresentado hoje foi uma série de alternativas ao 5122 através de uma medida provisória que passa a vigir imediatamente da sua publicação para que o governo nos desse uma solução para esses produtores.

O que nós temos que entender é que hoje nós estamos num embate político. É um embate político da compreensão do governo de que não tem condições de aprovar na Câmara o texto, aceitar aprovação na Câmara do texto do 5122, e nós não aceitamos que o texto do 5122 não valha. Então Nós vamos tentar chegar ao meio termo disso, se for com medida provisória, se for com projeto de lei, ou se a gente conseguir chegar a algum outro tipo de acordo.

O grande problema é que o 5122 já foi aprovado na Câmara, já foi aprovado no Senado, e hoje nós não temos como alterá-lo na Câmara, né? É simplesmente aprovar o texto do Senado ou o texto da Câmara. Então eles estão nos propondo uma alternativa para que em alguns pontos haja algum tipo de arrefecimento, vamos dizer assim, do impacto. Agora nós continuamos apresentando os nossos números, continuamos apresentando e contestando os dados que foram apresentados sobre impacto, insistindo na questão do período dessa dívida, dos prazos de carência, como também os limites de enquadramento e os critérios de enquadramento.

?Voz C

Outro ponto de discordância entre a proposta do governo e o projeto de lei em tramitação na Câmara é em relação à abrangência. O Ministério da Fazenda propõe a renegociação de dívidas apenas para produtores afetados por desastres climáticos, enquanto a Frente Parlamentar da Agropecuária defende outros tipos de causas de endividamento entre os contemplados.

PLPedro Lupion

Nós entendemos que quem teve perdas climáticas precisa de fato ter o auxílio, falando especificamente do pessoal do Rio Grande do Sul, que é super emergencial, que a gente precisa solucionar. Mas o cerne, o cerne do texto aprovado no Senado foi justamente o enquadramento daqueles que tiveram perda de renda devido aos problemas do endividamento rural. Então nós vamos insistir com isso, foi o final da nossa reunião justamente esse assunto e nós não vamos abrir absolutamente mão disso.

?Voz C

Quanto ao uso dos fundos constitucionais, Pedro Lupion afirmou que a utilização desses recursos não foi contestada pelo governo federal. Sobre a criação de um fundo garantidor, há indicativo positivo para que a medida também tenha apoio do Executivo?

PLPedro Lupion

Não, não chegou a contestar isso, não chegou a contestar. Nós falamos da questão da composição do fundo garantidor, que tem um custo para o governo. Falamos a questão de impacto primário sobre a equalização dos juros, mas inclusive o governo concorda com a necessidade da composição desse fundo garantidor. Para diminuir o tamanho do impacto. E em momento algum houve questionamento sobre os fundos constitucionais. Fundos constitucionais, esses fundos soberanos, a questão dos depósitos bancários, a negociação através de CPRs das dívidas de fornecedores, trocar CPR por CPR, ou seja, uma CPR que tem, que tá falha, que tá vencida, que tá endividada, poder trocar por uma outra operação através do crédito produtor.

Então isso tudo na cédula a gente vai tentar buscar um entendimento com a nossa equipe hoje para buscar.

?Voz C

O deputado Pedro Lupion, presidente da FPA, ainda conclui afirmando que, caso não haja acordo com o governo federal, os parlamentares da bancada ruralista seguirão com a pressão para aprovação do projeto de lei.

PLPedro Lupion

Eu acho que a tentativa do presidente Hugo Motta dessa negociação hoje, isso foi articulado por ele, foi justamente para que a gente tentasse chegar a um acordo. Se não houver acordo, aí nós temos os instrumentos de pressão.

FDFrancys de Oliveira

Crédito Rural.

?Voz C

Embora o Plano Plano Safra tenha sido anunciado, temas fundamentais para o agro seguem sem definição, como o seguro rural, o fundo garantidor e a renegociação de dívidas. Sem essas respostas, o acesso ao crédito e o planejamento da atividade rural permanecem cercados de incertezas. A analista de agronegócio Mariana Marotta explica os principais pontos do novo plano e o que eles significam para o produtor rural.

?Voz D

O governo federal lançou o Plano Safra 2026/2027, mas a pergunta que muitos produtores estão fazendo é: o que realmente muda e quais os impactos para quem produz? O Plano Safra Empresarial 26/27 foi anunciado com volume de R$525 milhões, cerca de R$9 milhões a mais do que o plano passado. À primeira vista, esse aumento parece bastante positivo, mas é importante entender o que que está por trás desses números. O valor anunciado não representa apenas os recursos do crédito rural tradicional.

O montante total passou a incluir programas como Eco Invest Brasil e o Move Agricultura. Por isso, o número anunciado é maior do que o volume efetivamente disponível nas linhas tradicionais de crédito rural. Entre os principais avanços está a redução da taxa de juros, que vai variar de 0,5% a 1,5% para empresarial e também para o PRONAF. Essa diminui os custos de financiamento e pode facilitar o acesso ao crédito para o produtor rural.

Por outro lado, alguns dos temas mais estratégicos não foram anunciados, como seguro rural, fundo garantidor e principalmente as medidas de renegociação de dívidas. Esses instrumentos são fundamentais para dar mais segurança ao produtor rural diante dos riscos climáticos, das oscilações de mercado e dos desafios desafios enfrentados no campo. Em resumo, o Plano Safra 26 e 27 representa avanços importantes, especialmente na redução da taxa de juros, mas ainda permanece distante das necessidades de financiamento que o setor precisa.

Por isso, é fundamental acompanhar como os recursos serão operacionalizados, qual será a disponibilidade de crédito para investimento e de que forma os mecanismos de gestão de risco serão fortalecidos ao longo Obrigado ao homem do campo, é no leite o café e o pão.

?Voz A

Deus abençoe os braços que fazem o suado cultivo do chão.

FDFrancys de Oliveira

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira.

?Voz B

Quando você, produtor rural, precisar transportar sua produção, conte com a equipe da Cooper Transnorte, uma cooperativa de transporte com seguro de carga, documento de transporte CTE, conforme a legislação exige. Transporte de cargas com qualidade e segurança visando a satisfação de todos os clientes. Na Cooper Transnorte você encontra caminhões caçamba, bitrem, bicaçamba, rodocaçamba e rodotrem com capacidade diária para carregar até 4.000 toneladas.

Fale com a Cooper Transnorte, 38 997 56 02 04. Instagram: @coopertransnorte. Amigo produtor, Agro Peças tem tudo para o campo e para o seu negócio. Na Agro Peças você encontra o maior estoque de peças para irrigação, tratores, plantadeiras e colheitadeiras. Oferecemos também equipamentos de segurança, máquinas elétricas e suprimentos completos para sua serralheria, borracharia e oficina. Na Agro Peças, você produtor rural e empreendedor encontram qualidade, variedade e atendimento de confiança.

Seja no campo ou na cidade, a solução está na Agro Peças. WhatsApp 389-9987-6336. A irrigação possui papel fundamental nas produções de todo o mundo, na medida em que garante a disponibilidade de água como item essencial para as capacidades e desenvolvimento de diferentes culturas. No Projeto 1 do Entre Ribeiros, a sustentabilidade é um de seus pilares principais. Os sistemas de irrigação favorecem a implantação de uma agricultura irrigada sustentável, com eficiência de uso de água, energia e outros insumos.

Conheça o Entre Ribeiros, modelo em irrigação sustentável e gestão compartilhada de bacia hidrográfica. A APER, Associação de Apoio aos Produtores do Projeto Entre Ribeiros, 3671-3082.

?Voz M

Julho é o mês do cooperativismo, tempo de celebrar um modelo que gera desenvolvimento, cria oportunidades e transforma vidas. Onde existe cooperação, existe crescimento compartilhado, mais qualidade de vida e um futuro melhor para todos. A Cocairi tem orgulho de fazer parte dessa história de união, trabalho e prosperidade.

?Voz N

A Fena Minas está chegando de 21 a 24 de julho. O Parque de Exposições de Patos de Minas recebe a Feira de Negócios e Tecnologia do Cerrado Mineiro em sua 4ª edição. A Fena Minas traz uma estrutura 100% indoor, mais conforto, cerca de 150 expositores e expectativa de mais de 30 mil visitantes. Serão 4 dias de inovação, networking, palestras, rodadas de negócios, exposição de máquinas, feirão de veículos e a tradicional queima do alho, com expectativa de movimentar R$1 bilhão em negócios A Fenaminas espera por você.

?Voz B

A Filtro Óleo quer sempre o sucesso do produtor rural, por isso lembra que suas máquinas e implementos agrícolas, caminhões, picapes, precisam estar constantemente em perfeitas condições de uso na hora que você mais precisa. Filtros e materiais para higienização e lubrificantes para todas as máquinas e implementos agrícolas e veículos de transporte de cargas e passageiros. Conte também com a equipe capacitada da Filtro Óleo para realizar este serviços.

O jovem empresário Ricardo e sua equipe aguardam você, produtor rural. Filtro Óleo, WhatsApp 999303311.

?Voz C

999303311.

FDFrancys de Oliveira

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz. Notícias do Leite.

?Voz C

A Comissão de Agropecuária e Agroindústria da LMG, Assembleia Legislativa de Minas Gerais, aprovou um novo parecer ao Projeto de Lei PL 2160/24, que restabelece a proibição da reconstituição de leite em pó importado para comercialização como leite fluido no estado mineiro. Com a decisão, a proposta segue para votação definitiva em segundo turno no plenário. O texto aprovado pela comissão modifica a redação que havia sido aprovada em primeiro turno pelos deputados estaduais.

Na ocasião, o plenário autorizou apenas o Poder Executivo poder adotar medidas restritivas à prática. Agora, o parecer do relator, deputado Raul Belém, retoma a proposta original apresentada pela deputada Maria Clara Marra, estabelecendo a proibição da reconstituição de leite em pó importado para venda como leite fluido em Minas Gerais. Segundo o relator, a medida busca proteger os produtores rurais mineiros diante da concorrência do produto importado.

?Voz N

Nós estamos vivendo uma condição de importação desenfreada há algum tempo e comprovadamente, né, com a prática de dumping, né, por alguns países que têm colocado esse leite no mercado brasileiro abaixo do custo de produção.

?Voz C

O novo substitutivo, entretanto, prevê uma exceção para a situação de desabastecimento de leite fluido, quando poderá assim ser autorizada de forma excepcional a reconstituição do leite em pó para garantir o abastecimento da população. A proposta mantém ainda a exclusão dos produtos destinados diretamente ao consumidor final, para uso doméstico, desde que comercializados de acordo com as normas de rotulagem da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Caso a proibição seja descumprida, o projeto prevê multa de 18.100 ufengs, equivalente hoje a cerca de R$104 mil, além da suspensão do alvará de funcionamento. Se for aprovado em segundo turno pelo plenário da LMG, o projeto seguirá para sanção ou veto do governador de Minas Gerais. Já em Brasília, na Câmara dos Deputados, a discussão é em torno de um preço mínimo para o leite pago ao produtor rural. Rafael Mendonça tem as informações.

?Voz O

O Projeto de Lei 913/2026 fixa em R$2,50 por litro o preço mínimo inicial do leite pago ao produtor rural. A proposta também estabelece critérios técnicos para definir esse valor e garantir maior estabilidade à cadeia produtiva. O texto, em análise na Câmara dos Deputados, determina que o custo médio de produção por litro será a principal referência para a política de garantia de preços do Ministério da Agricultura e Pecuária.

A pasta deve consultar, com pelo menos 30 dias de antecedência, órgãos técnicos e entidades representativas do setor. A regra será incluída no Decreto-Lei 7.966, que trata da política de garantia do preço mínimo dos produtos agropecuários. Segundo dados do Centro de Inteligência do Leite, da Embrapa, O preço líquido pago médio ao produtor foi de R$2,51 por litro em 2025. Nos últimos 10 anos, o valor médio real variou entre R$2,20 em 2017 e R$2,76 em 2022.

O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas Comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Direto da redação, Rafael Mendonça.

FDFrancys de Oliveira

O clima e a agricultura.

?Voz C

Uma frente fria avança pelo Brasil e provoca queda nas temperaturas, com previsão de geada em toda a região sul do país, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, ou Inmet. Além do frio intenso, o órgão alerta para baixos índices de umidade do ar em áreas do Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Noroeste de Minas Gerais. A previsão também indica chuvas no litoral do Nordeste, no norte da região Norte e, de forma isolada, em partes do Sul e Sudeste brasileiro, enquanto uma nova massa de ar frio deve reforçar o declínio das temperaturas nos próximos dias. Sara Kines tem mais detalhes direto da Rádio Nacional.

SKSara Kines

Frente fria avança no país e tem previsão de geada para toda a região sul, o aviso emitido pelo IMET, o Instituto Nacional de Meteorologia. Também destaca a baixa umidade do ar no Centro-Oeste e interior do Nordeste. O tempo segue firme na maior parte do país, mas deve chover no norte da região norte, no litoral do Nordeste e também, de forma isolada, no sudeste e leste da região sul. Aliás, no sul, a geada avança sobre quase toda a região, com temperaturas mínimas de 0 grau nas serras gaúcha e catarinense.

A frente fria derruba as temperaturas também no sul de Mato Grosso do Sul e os termômetros ficam entre 6 e 10 graus no começo desta quarta-feira. No Centro-Oeste, a baixa umidade relativa do ar, entre 20 e 30%, se estende pelo Centro-Norte de Mato Grosso e em partes de Goiás. Umidade baixa também na região Norte, com temperaturas mínimas de 18 graus e máximas de 36 graus. A secura do ar também deve ser sentida no Nordeste, Umidade entre 20% e 30% no Maranhão, Piauí, sul do Ceará, oeste de Pernambuco e oeste da Bahia.

Temperaturas máximas podem chegar a 36 graus. No Sudeste, baixa umidade no noroeste de Minas Gerais e deve chover na faixa leste de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. No estado de São Paulo, os baixos os índices de umidade relativa do ar continuam no interior e as temperaturas seguem em queda. A partir de sábado, a chegada de uma massa de ar frio vai manter a sensação de frio mais intenso em todo o estado. Da Rádio Nacional em São Paulo, Sara Kine.

?Voz D

O leite que seu filho toma, a cerveja que o boteco vende, a carne que tá no seu prato, Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira.

?Voz B

A Irriga Norte trabalha para fortalecer quem produz. Defendemos o impacto positivo e sustentável da agricultura irrigada, essencial para a segurança alimentar Com responsabilidade, representatividade e compromisso com o desenvolvimento regional. Atuamos na defesa dos interesses do produtor rural, promovendo diálogo, informação e segurança para o crescimento do setor. Irriga Norte, união, força e presença para o campo continuar avançando. Venha ser nosso associado. Informações: 389-9859-8776.

?Voz M

Julho é o mês do cooperativismo, tempo de celebrar um modelo que gera desenvolvimento, cria oportunidades e transforma vidas. Onde existe cooperação, existe crescimento compartilhado, mais qualidade de vida e um futuro melhor para todos. A Cocairi tem orgulho de fazer parte dessa história de união, trabalho e prosperidade.

?Voz Q

O Cicobi é muito mais do que um banco. Para mim, é um local de confiança e de parcerias que fazem a diferença no meu dia a dia. Aqui eu encontro as melhores soluções financeiras, sempre com aquele atendimento humanizado que faz toda a diferença. Tudo fica ainda mais fácil com o aplicativo Cicobi no celular. Resolvo tudo rapidinho, sem complicações. Cicobi Credicopa, mais que um Nubank, a nossa cooperativa de crédito.

?Voz J

Na Coopervap eu me sinto forte, a Coopervap me dá suporte, seja no campo ou na cidade, ela traz prosperidade.

?Voz B

O futuro da indústria e do agro já começou e ele passa pela inovação. O Indústria Agro, iniciativa do Sebrae Minas e do SENAI, ajuda pequenos e médios negócios a crescer com mais produtividade tecnologia e competitividade. Com soluções em inovação, automação e eficiência produtiva, o programa apoia empresários que querem modernizar a produção, reduzir custos e aumentar resultados. Saiba mais pelo telefone 38 3679-8300. 3679-8300.

FDFrancys de Oliveira

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM. 96,5 MHz. Notícias do Senado.

?Voz C

Em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos, representantes do setor agropecuário defenderam que uma mudança no cálculo do Imposto sobre Propriedade Territorial Rural, o famoso ITR, pode trazer mais segurança jurídica para os produtores rurais. A proposta que prevê essa medida é de autoria do senador Jaime Campos, do União do Mato Grosso, e conta com a relatoria do senador Jaime Bagatori, do PL de Rondônia. Na Comissão de Assuntos Econômicos, Lana Dias tem as informações direto da Rádio Senado.

?Voz S

O Senado discute um projeto que muda a forma de cobrança do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural. O texto do senador Jaime Campos, do União de Mato Grosso, prevê a aplicação do valor a partir da área aproveitável e a não incidência do tributo sobre a terra que tenha sido invadida. Em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos, representantes do setor agropecuário destacaram que a proposta pode dar mais segurança jurídica para os produtores rurais.

O ITR é administrado pela União, mas municípios podem assumir essa competência por meio de convênios. O senador Jaime Bagatoli, do PL de Rondônia, relator da matéria, disse que muitas prefeituras confundem o cálculo ao utilizar como base o valor de mercado do imóvel e não o valor da terra nua, que desconsidera benfeitorias e áreas de preservação.

?Voz M

O problema todo que se encontrou aí em muitos municípios no Brasil, pelo Brasil afora, que eles estão fazendo avaliação sobre o patrimônio sobre a terra, sobre o valor de venda dessa propriedade. Esse que é o grande fator que tá onerando um custo altíssimo em muitos municípios.

?Voz S

Mas na avaliação da analista legislativa e de jurisprudências da Confederação Nacional de Municípios, Cláudia Roveri, a fórmula considerada na lei atual e no projeto corresponde à avaliação de mercado.

?Voz M

Inclusive, que estão sendo sugeridos no projeto são fatores de avaliação de mercado. Não existe outro referencial, inclusive do ponto de vista de justiça fiscal, para se chegar a um valor justo de mercado, um valor justo para o imóvel que não seja no mercado.

?Voz S

O assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Érico Melo Goulart, relatou dificuldades na fiscalização do valor do imposto aplicado. Segundo ele, a falta de transparência sobre a metodologia usada prejudica a contestação pelo proprietário.

?Voz R

O produtor, quando ele vai fazer alguma contestação dos valores, que em muitos casos eles são exorbitantes, a gente não consegue ter um retorno das prefeituras, não consegue inclusive contrapor porque não tem acesso ao material que fundamentou aqueles valores.

?Voz S

O projeto ainda estabelece que o valor arrecadado com o imposto será aplicado preferencialmente em melhorias no meio rural, como construções e reformas de estradas. A proposta segue em análise na Comissão de Assuntos Econômicos. Sob supervisão de Alexandre Campos, da Rádio Senado, Lana Dias.

FDFrancys de Oliveira

Notícias da Câmara dos Deputados.

?Voz C

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de uma proposta de emenda à Constituição que altera a forma de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, o famoso IPVA. A medida prevê que o tributo passe a ser calculado com base no peso do veículo, em substituição ao atual critério do valor de mercado, além de limitar a cobrança a 1% do preço de venda do automóvel e permitir que os estados concedam descontos para veículos menos poluentes. Paula Bittar tem as informações direto da Rádio Câmara.

PBPaula Bittar

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou uma proposta que altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, do IPVA para considerar apenas o peso do veículo e não mais o valor de mercado. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a proposta autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes.

Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo, calculado pela tabela FIPE, com alíquotas que variam entre 1% e 4%. O relator na CCJ, deputado Rodrigo de Castro, do União de Minas Gerais, apresentou parecer favorável à proposta, mas com uma mudança que retirou do texto o item que estabelecia um limite na despesa total anual do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas e da Câmara Legislativa do Distrito Federal, assim como dos Tribunais de Contas.

Segundo Castro, esse item estabelecia parâmetros financeiros incompatíveis com a manutenção da autonomia administrativa e financeira dos entes federados. Mas o texto mantém um limite para gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público de 0,1% da receita corrente líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Com relação à mudança na arrecadação dos entes a partir de novas regras para o IPVA, o relator disse que a comissão que ainda vai analisar a proposta deverá se debruçar sobre o tema para avaliar os efeitos fiscais, federativos e orçamentários, inclusive quanto à eventual redução de receita a repercussão sobre a autonomia financeira dos estados e a necessidade de regras de transição capazes de preservar a continuidade dos serviços públicos.

Logo no início da reunião da CCJ, o presidente da comissão, deputado Leô Lomanto Júnior, do União da Bahia, disse que o debate é sobre a modernização do sistema tributário brasileiro.

?Voz U

É legítimo reconhecer que para milhões de brasileiros o veículo deixou de ser um bem de luxo há muito tempo. Para inúmeras famílias representa instrumento de trabalho, fonte de renda, meio de transporte indispensável e condição para o exercício de atividades econômicas. Em um cenário de elevada carga tributária, é natural que o Parlamento seja chamado a discutir se determinados modelos de tributação continuam atendendo aos princípios da razoabilidade, da justiça fiscal e da capacidade contributiva.

PBPaula Bittar

Já o deputado Hélder Salomão, do PT do Espírito Santo, disse que a comissão especial deverá encontrar uma solução para a redução na arrecadação. E ele também acredita que a mudança poderá gerar uma distorção.

FDFrancys de Oliveira

O cara que tem um caminhão velho, pesado, vai pagar um imposto maior do que o cara que tem uma Ferrari construída com fibra de carbono, levíssima.

?Voz B

Então não podemos promover aqui uma distorção. E privilegiar os ricaços, aqueles que vão poder comprar uma Ferrari, uma BMW.

PBPaula Bittar

O autor da proposta, deputado Kim Kataguiri, do Missão de São Paulo, por outro lado, afirmou que não falta de onde cortar para garantir a redução na carga tributária.

?Voz O

Nós temos para apresentar na comissão especial mais de R$200 bilhões em diferentes compensações que podem ser colocadas. Privilégio para cortar seja tributário, seja de supersalário, seja de desonerações setoriais, não falta no nosso país.

PBPaula Bittar

A proposta que altera a base de cálculo do IPVA para considerar apenas o peso do veículo e não mais o valor de mercado ainda precisa ser analisada por uma comissão especial que deverá ser criada para esse fim e depois segue para apreciação do plenário, onde precisará ser votada em dois turnos. Da Rádio Câmara de Brasília, Paula Bittar.

FDFrancys de Oliveira

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira.

?Voz B

No noroeste mineiro, muita gente já sabe, para colher bons resultados não basta só trabalho duro, é preciso também contar com as parcerias certas. E quando o assunto é parceria, a Progresso Sementes está junto com você em Minas Gerais, oferecendo atendimento personalizado e uma linha completa de cultivares NeoGem e Dom Mário, que garantem altas produtividades no campo. Quer saber mais? Acesse o Instagram @progresso.sementes ou fale com um de nossos representantes comerciais.

Progresso Sementes: semear, cultivar, progredir. O Sindicato dos Produtores Rurais de Paracatu apoia quem faz a diferença na agricultura e pecuária, oferecendo soluções aos nossos associados. Serviços de emissão de notas fiscais, declaração de Imposto de Renda, RH, e cursos de capacitação em parceria com o sistema FAENG Senar. Além disso, descontos exclusivos em estabelecimentos como Farmácia Minas Master, Clínica Odontológica RL, UNA Terras Gerais e Instituto ONE.

Entre em contato: 38988222206. Juntos fortalecemos o agronegócio da região. Falta energia na fazenda e Tá difícil aumentar a produção? A Genvolt Geradores e Serviços, agora em Paracatu, tem a solução. Somos especialistas em energia para agronegócio, com locação, venda e assistência técnica em geradores diesel de qualquer marca. Temos também soluções com energia solar e integração com a rede da SEMIG. Somos autorizados DEIF em Minas, com suporte técnico de ponta. Genvolt, energia que move o campo.

?Voz K

Campo.

?Voz B

Fale com a gente, 319-9720-9331. Atenção, ouvinte do Paracatu Rural, a Madeireira Andrade tem nova promoção para você. Tábua de pinus 3x30 somente R$38. Isso mesmo, tábua de pinus 3x30 somente R$38. E ainda chuveiros Lorenzetti com 40% de desconto. Madeireira Andrade, atrás da antiga prefeitura. Madeireira Andrade, desde 1978 atendendo você com carinho.

?Voz K

A contagem regressiva começou. Vem aí a Fena Minas 2026, a maior vitrine de negócios e tecnologia do Cerrado Mineiro. Para aproveitar, baixe o aplicativo oficial da Fena Minas. É fácil, entre no Google Play ou na App Store, procure por Fena Minas e faça o download. Com ele você acessa a programação completa, consulta os catálogos de expositores e encontra tudo com facilidade pelo mapa interativo do evento. FENAMinas, de 21 a 24 de julho, de 12 às 20 horas, no Parque de Exposições de Patos de Minas. FENAMinas 2026, feira de negócios e tecnologia do Cerrado mineiro.

?Voz B

No noroeste mineiro, muita gente já sabe: para colher bons resultados não basta só trabalho duro, é preciso também contar com as parcerias certas. E quando o assunto é parceria, a Progresso Sementes está junto junto com você em Minas Gerais, oferecendo atendimento personalizado e uma linha completa de cultivares NeoGem e Dom Mário que garantem altas produtividades no campo. Quer saber mais? Acesse o Instagram @progresso.sementes ou fale com um de nossos representantes comerciais. Progresso Sementes, semear, cultivar, progredir.

FDFrancys de Oliveira

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz.

?Voz R

Minuto Hortifruti.

?Voz C

Minas Gerais está estruturando uma estratégia inédita para proteger a citricultura do estado. Produtores do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas lançaram o projeto Cinturão Anti-Greening. Greening, uma iniciativa do Sistema FAENG-Senar e dos sindicatos rurais de cada uma dessas regiões para conter o avanço da doença considerada a mais devastadora da citricultura. O Daniel Amorim, que é consultor da FAENG, fala sobre a mensagem que o Cerrado Mineiro passa aos investidores sobre a produção segura de cítricos na região.

?Voz G

Nós estamos criando uma região que será protegida do greening. Então, uma ação com vários municípios de Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas Gerais, que está unida criando várias ações locais para passar uma mensagem aos investidores de que aquilo que aconteceu nos Estados Unidos, aconteceu em outras regiões do Brasil, não vai acontecer aqui no Cerrado Mineiro. Aqui nós estamos construindo um ecossistema em que nós teremos a proteção para que o mosquito psilídeo, que é o transmissor dessa doença, não tenha espaço para voar e propagar essa doença por aqui.

Então nós estamos criando ações com a participação de sindicatos, agências de desenvolvimento, municípios, enfim, todo o ambiente propício de negócios para que a citricultura que está chegando nessa região permaneça aqui e não tenha motivos para mudar. As nossas ações são principalmente envolvendo a relação institucional entre os sindicatos, os municípios, as agências de desenvolvimento, os consórcios. Por quê? Porque nós estamos criando uma orquestração, né, em que nós teremos o combate à planta hospedeira desse mosquito, que é a murta.

Nós temos também a participação de outras entidades, como é o IMA, combatendo aí já as plantas que estão contaminadas. E com isso nós queremos passar a mensagem de que esse ecossistema que será certamente o ecossistema mais seguro da citricultura nacional.

?Voz C

Osni Zago é presidente do Núcleo de SPR do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba e conta como surgiu essa ideia.

OZOsni Zago

Esse projeto, ele nasceu lá no município de Araxá e Sacramento em função da vinda da citricultura para o Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, começando lá por Araxá e Sacramento. E aqui que é esse cinturão, nós criamos uma lei lá que protege os laranjais, já que a laranja é uma cultura de ciclo longo, para 30 anos, e nós não podemos deixar que uma cultura dessa que venha agregar valor para os produtores já nascer contaminada. Então, esse projeto, a ideia é que cada município crie uma legislação que iniba esse psilídeo que adentre aqui dentro dos municípios que compõem o Triângulo Mineiro-Ouro Fanaíba para infetar esses novos laranjais que estão chegando.

E agora, uma vez feito o lançamento aqui na FEMEC, nós vamos estar, o núcleo vai estar passando, a secretaria do núcleo vai estar passando o modelo da lei lei, né, para cada prefeito da região fazer lá a implantação da lei no seu município, e também para os presidentes, para que os presidentes do sindicato, para que eles possam trabalhar junto ao Legislativo conscientizando a importância da aprovação dessa lei para proteção dos citros nos seus municípios.

?Voz C

Osmar Gonçalves, presidente do Sindicato Rural de Araxá, explica que o objetivo é preservar a citricultura de casos que aconteceram em outros lugares do mundo e pede pela expansão em mais municípios.

OGOsmar Gonçalves

Essa lei visa a proibição do plantio, propagação, comercialização de uma planta chamada murta. Essa planta é um hospedeiro do psirídeo, e o psirídeo é um inseto vetor do green, que transmite a bactéria para os pomares de citricultura, que tem causado grande prejuízo nos Estados Unidos, São Paulo, e agora citricultura chegando com força em Minas Gerais. Nós estamos tomando essa medida para que não ocorra o que já aconteceu. Então essa lei só traz benefício para o setor agrícola, para o setor do agronegócio, e vão fazer com que Minas Gerais cresça e não aconteça o mesmo que aconteceu em outros estados, em outros países, que erradicou os laranjais e outras, outros citros nessas regiões.

Então, tô aqui pra falar pra vocês que é de extrema importância aprovar essa legislação. Nós fomos pioneiros, nós aprovamos primeiro município a achar. Nós temos uma cópia da lei e é simples, é um custo baixo pra que o Poder Legislativo consiga colocar essa lei valendo dentro do município de vocês.

?Voz C

A ação pretende proteger uma área superior a 150 mil quilômetros quadrados, incluindo todo o Triângulo, principal polo produtor do estado, responsável por cerca de 50% da produção citrícola mineira em 2024. O objetivo é reduzir o risco de disseminação do greening, preservar pomares e garantir a continuidade de investimento e empregos no setor.

FDFrancys de Oliveira

Agroenergia.

?Voz C

A demanda global por biocombustíveis pode crescer entre 2,5 e 4 vezes até 2050, dependendo das políticas públicas elétricas adotadas pelos países. A projeção consta em um estudo conjunto da Bain Company divulgado em dezembro de 2025. Mesmo com o avanço da eletrificação, cerca de 44% das emissões do setor de transportes permanecem em segmentos onde soluções elétricas não são viáveis, o que abre espaço para combustíveis como biodiesel, diesel renovável, etanol, biometano e principalmente o combustível sustentável de aviação, o SAF.

O Brasil aparece em posição estratégica nesse cenário. O país tem o potencial para ampliar a produção de biocombustíveis avançados e atender tanto ao mercado interno quanto à demanda internacional. O jornalista Estevão Damásio, da CNA, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, conversa com Flávio Mingnoti. Ele é diretor de biorrefino da refinaria rio-grandense, que destaca os passos que devem ser seguidos para que o Brasil se torne um fornecedor mundial de biocombustíveis.

?Voz J

É interessante ver o Flávio, porque nós já acompanhamos nascimento ou renascimento de vários segmentos industriais em nível nacional. Mas o que nós estamos, pelo que o senhor tá relatando, prestes a acompanhar é um nascimento com N maiúsculo de um novo segmento com tremendo potencial, hein?

?Voz R

A demanda pelo biocombustível no exterior, ela é enorme. Então assim, ela é muito grande. Você teria potencial para construir diversas biorrefinarias O que a gente precisa fazer, o que eu costumo dizer, a gente tem que dar o primeiro passo, né? Então a gente precisa ter, a gente precisa ter aí as aprovações dos primeiros projetos, o decreto do pró-Bio QAV sendo publicado o mais breve possível, ter a segurança jurídica necessária para que os investidores, não só o projeto da Rio Grande do Norte, mas que outros projetos sejam colocados no Brasil para que a gente tenha uma indústria de biorrefino robusta, né, para poder brigar no mercado internacional.

Porque eu diria o seguinte: as biorrefinarias brasileiras, elas não serão competidoras, elas na verdade trabalharão juntas para atender o mercado internacional. Então a competição é uma competição lá fora, né. Então eu costumo dizer que é briga de Champions League e pensando em Brasileirão. Então a gente tem que estar, tem que ter aqui uma bioeconomia robusta, né? Eu falo com todo mundo do setor assim, não há competição com biodiesel, não há competição com etanol, não há competição com as cadeias que já estão aí colocadas.

Há uma sinergia enorme, mas energia muito grande, como bem coloquei assim, Essas culturas de inverno, se você consegue desenvolvê-la e ter a parte regulatória atendida no mercado internacional, que essa matéria-prima for aceita nos mercados destinos, e isso é um trabalho que a indústria, o governo brasileiro precisará fazer de forma integral e ato contínuo durante muito, durante, usando a diplomacia durante toda a vida desse, dessa indústria, o Brasil será sem dúvida nenhuma um dos principais produtores desse biocombustível no mundo, junto com Estados Unidos, com China.

Agora precisamos fazer a nossa lição de casa, né, para que a gente não perca mais uma oportunidade.

?Voz J

Com a sua experiência, as metas climáticas práticas é que estão impulsionando essa demanda pelo SAF, pelo biobunker, ou a demanda comercial já está consolidada?

?Voz R

Excelente pergunta. Vamos tentar respondê-la de forma bem completa. Quando a gente fala na transição energética, não existe uma bala de prata. Então você tem várias rotas de descarbonização. O setor aéreo, quando você pensa no setor aéreo, você tem duas formas de descarbonizar. E aí estamos falando de SOF, né? Uma delas é continuar melhorando a tecnologia das aeronaves, então ter cada vez mais aeronaves eficientes com economia de combustíveis.

E outra, e outra rota é a rota do combustível efetivamente. E aí hoje, pensando no setor aéreo, o SAF é o único, é o único caminho que a indústria hoje aeroespacial aí entende que faz sentido para os próximos anos. E aí você tem várias rotas tecnológicas para produzir o SAF. Você tem uma rota para produzir a partir dos óleos vegetais, que é a rota do nosso projeto, tem a rota do etanol, tem outra rota que trabalha com outros tipos de biomassa, até a rota do combustível sintético.

Então, então Então assim, existe uma camada assim de descarbonização que ela é importante para que você, para você andar com a indústria. Existem mandatos na Europa, por exemplo, você tem, é um mercado que funciona através de mandatos. Então existem mandatos crescentes que já existem hoje, começaram ano passado de 2%, como eu falei, em relação ao total do jet consumido nas aeronaves europeias, subindo para 6% em 2030 e crescendo até 2050, você deve ter 70% aí desses combustíveis das aeronaves sendo SAF.

Então acho que tem uma visão aí de mandato importante. Nos Estados Unidos você tem uma outra lógica, uma lógica de descarbonização, que você também tem um outro jeito de descarbonizar. E na Ásia também, em Ásia e resto do mundo também, seguindo mais uma lógica de mandato parecido com a Europa. Então tem sim uma lógica aí de descarbonização, mas por outro lado você tem esses projetos, são projetos de alto capital intensivo e eles precisam, né, precisam que tenha atratividade econômica.

?Voz J

Investimento, né? Tem que convencer os investidores.

?Voz R

Isso. Portanto, assim, Então assim, este é um negócio caro, o combustível ele é mais caro do que o equivalente fóssil, porque ele tem essa variável do alto valor de investimento e você tem lá o custo de matéria-prima que é alto, né? Então 80% do custo de produção de uma refinaria tá baseada na matéria-prima. Então esse setor para ele funcionar e para que ele tenha pujança, ele tem um ganho, ele tem um, obviamente tem que ter um retorno econômico.

E esse retorno econômico ele vai estar obviamente aí amarrado aos mandatos e aos contratos que você identifica no mercado. E para que você tenha um projeto maduro e uma refinaria robusta, né? Então eu diria que o que transforma esses projetos de forma muito robusta, assim, o SAF, você, mundo, essa questão da descarbonização, acho que assim, a gente não tem como voltar atrás. Então acho que esse é um caminho que não tem volta. E quando você pensa no setor aéreo, o SAF tecnicamente é o único caminho possível.

Portanto, a gente pode acreditar que esse é um negócio robusto bastante maduro e que ao longo do tempo ele tende a ser cada vez mais, ter uma estrutura de custos mais adequada, e a questão aí da competitividade industrial melhora ao longo do tempo.

?Voz J

Agora, Flávio, combustível para aviões, acredito para navio também, deve ser caro para caramba, né? O senhor acha que com o passar do tempo, além da característica de poluir menos, que a sociedade global obviamente agradece, mas vai se tornar um combustível mais à frente para as empresas aéreas, para as companhias marítimas? E ele afeta, esse tipo de combustível afeta o motor do avião, do navio, em termos de rendimento ou não?

?Voz R

Não, assim, os combustíveis, o diesel renovável em especial e o SAF, são combustíveis que nós chamamos de drop-in. O que isso quer dizer? Que Eles são idênticos ao equivalente fóssil. Você pode colocar ele dentro do veículo, né, ou no caso do HVO, dentro do caminhão ou dentro de um motor de ciclo diesel, que você consegue funcionar. É diferente do biodiesel, né, biodiesel não advém do biodiesel. E no caso do SAF, da mesma forma, Por uma questão de segurança, uma questão técnica, você hoje pode misturar até 50% do SAF nas aeronaves, né?

Mas as aeronaves, elas vão subir, elas vão trabalhar com uma mistura bem menor do que essa. Mas você não precisa fazer nenhuma adaptação nos motores. Essa é uma das vantagens deste processo. E sobre a questão do custo, eu não tenho dúvidas que ao longo do tempo você começa começa a ter uma estrutura de custos que tende a ficar mais competitiva, né? Então nos próximos, essa indústria com mais, com a escala maior, com esses projetos já pagos ao longo do tempo, você tende a ter aí um mercado mais maduro e portanto consiga ter aí um preço de produto muito mais próximo ao equivalente fósforo.

Então acho que tem muita inovação para vir pela frente também. Então acho que a diferença dessa transição energética para a do passado é que de fato essa daqui, ela tem, como você pegou do carvão para o fósforo, você tinha uma abundância, ela era muito mais barata, então você escalou muito rápido. Aqui você tem um caminho até chegar lá, é um pouco mais longo, mas ele deve chegar.

?Voz C

E rapaz, acabou, mas a gente volta amanhã. É 7:45 da manhã, depois do seu Brasil Sertanejo do José Fernandes aqui na Boa Vista FM. É 96,5 MHz no seu rádio, pela internet Alexa, Rádios Net e vários outros aplicativos. Boa Vista, líder no Noroeste Mineiro no Rádios Net. Direção-Geral de Humberto Neiva, mesa de som Sandro Mundim, redação e edição Rafael Mendonça, apresentação Francis de Oliveira, realização Agência Locutores Online.

Bom dia, obrigado pela sua atenção, obrigado parceiros do Paracatu Rural, Deus te abençoe, tchau tchau!

?Voz A

Acorda de manhã para prozear no mundo do campo, as notícias escutar. Vem com a gente em toda a região com o seu programa Paracatu Rural. Tem notícias, informação e o mais importante, sua participação. Programa Paracatu Rural, programa Paracatu Rural.

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