Episódios de Paracatu Rural - Jornal do agronegócio

Paracatu Rural - 08-07-26 Completo - T12 Ep 33 - Boa Vista FM

08 de julho de 20261h1min
0:00 / 1:01:07

● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze!

● O "cavalinho encilhado" do mercado:Aproveite a alta da soja

● Milho em Alta: O "janelão" deexportação que se abriu

● Qualidade do sorgo americano cai para 50%

● Trigo: O alerta global que pode disparar ospreços!

● Indústria do Arroz de volta ao mercado: O quemuda no preço

● Oportunidade no Feijão? Área de plantio podecrescer frente ao milho e soja

● Gado de Corte: Moacir Naves responde por que ospreços da reposição dispararam neste início de seca

● E mais! Preços internacionais do leitedespencam; produtores brasileiros devem ficar em alerta

● Setores de café e arroz do Brasil pedem isençãoem audiência dos EUA

Apresentação Francys de Oliveira

(38)991810123

Participantes neste episódio7
F

Francys de Oliveira

Host
A

Andressa Silva

ConvidadoDiretora executiva da AB Arroz
G

Gabriel

ReporterTerapeuta
M

Marcos

ConvidadoEx-jogador de futebol
M

Moacir Naves

ComentaristaLeiloeiro
R

Rafael Mendonça

Reporter
V

Vlamir Brandalizze

ComentaristaAnalista de mercado
Assuntos10
  • Tarifas Americanas BrasilProposta de tarifa adicional de 25% · Defesa de isenção para café e arroz · Impactos para consumidores e empresas americanas · Argumentos do setor de café · Argumentos do setor de arroz · Investigação comercial sobre práticas anticompetitivas
  • Mercado de Carne de Cavalo e Jumento no BrasilDesempenho avassalador na exportação · Recordes históricos de exportação · Fluxo de exportações · Impacto financeiro para o mercado nacional · Demanda crescente de carne bovina na China
  • Oferta global de milhoAlta do milho · Janela de exportação · Colheita de milho no Brasil · Demanda por ração e etanol · Safra de milho nos EUA
  • Indicadores economicos do gadoOferta restrita e preços em alta · Valorização da reposição · Estratégia do pecuarista segurando preços · Pressão de frigoríficos
  • Mercado Internacional de SojaAlta da soja · Exportação de soja · Comercialização da safra de soja · Safra 26/27 de soja · Barter para insumos
  • Desenvolvimento do TrigoPiora na safra dos EUA · Incertezas na Rússia e Europa · Queda na área plantada no Brasil · Necessidade de importação de trigo · Baixa liquidez no mercado brasileiro
  • Custos de produção de leiteForte queda em leilão internacional (GDT) · Pressão sobre o mercado mundial de lácteos · Oferta elevada e demanda internacional fraca · Impacto no mercado brasileiro · Preços de leite em pó, queijo e manteiga
  • Razões para queda no consumo de feijãoFase de transição com fim de colheitas · Redução da oferta de grãos de alta qualidade · Valorização para produtores com produto nobre · Vazio de oferta de feijão preto · Aumento da área plantada na próxima safra
  • Mercado de arrozRetomada da demanda industrial · Arroz de alta qualidade · Arroz brasileiro competitivo · Preços no Rio Grande do Sul
  • Mercado de SucupiraBrasil segundo maior produtor mundial · Queda na qualidade da safra americana · Déficit internacional de sorgo
Transcrição125 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Boa Vista FM.

?Voz B

Acorda de manhã para prozear no mundo do campo, as notícias escutar. Vem com a gente em toda a região com o seu programa Paracatu Rural. Tem notícias, informação e o mais importante, sua participação. Programa Paracatu Rural. Programa Paracatu Rural.

?Voz C

Ah, bom dia! Com a graça do nosso bom Deus, está começando o seu jornal do agronegócio, é o Paracatu Rural. Bom dia, homem, mulher, criança e adolescente do campo e da cidade! Para quem tá trabalhando, descansando, passeando, viajando, bom dia! Bom dia também aos moradores das cidades vizinhas a Paracatu, para você que nos acompanha pela internet, para quem tá tirando leite, cuidando dos animais, tá na máquina agrícola, na estrada, na rodovia, em casa, no carro, no trabalho, comerciante, servidor público, autônomo, profissional liberal, dona de casa e aposentado.

Um abraço aí para Fabiana Domingos, para todos aí no Sotero. Fabiana é da Delícias da Fabiana, ô! Requeijão gostoso, viu, CBesta? Bom dia para vocês tudo! É hoje, hoje é que dia? Quarta-feira. Hoje é dia 8 de julho de 2026. Bom dia, Sandro Mundim!

?Voz A

Destaques do dia.

?Voz C

E hoje tem análise de mercado. Vlamir Brandalizzi fala de mercado agrícola e também pecuário. O cavalinho ensilhado do mercado aproveita alta da soja. Milho também está em alta. O janelão de exportação se abriu. Qualidade do sorgo americano cai para 50%. Trigo: alerta global pode disparar os preços. Indústria do arroz de volta ao mercado. Oportunidade no feijão: área de plantio pode crescer frente ao milho e a soja. Gado de corte: Moacir Naves traz aqui as informações sobre os preços da reposição que dispararam nesse início de seca.

E mais: preços internacionais do leite despencam, produtores brasileiros devem ficar em alerta. Setores do café, do arroz do Brasil pedem isenção em audiência nos Estados Unidos. Também tem cotações e previsão do tempo.

?Voz A

Cotações.

?Voz C

Vamos então conferir as cotações agropecuárias com fechamento ontem, dia 7. Dólar, R$5,15,98. Soja, saca de 60 kg no Porto Paranaguá, R$139,71. Arroba do algodão em São Paulo, R$136,45. Milho, 60 kg em São Paulo, R$64,31. Tonelada do trigo no Paraná, R$1.364,03. Arroz em casca, 50 kg, Rio Grande do Sul, R$61,59. Feijão, noroeste de Minas, Carioca 9/10, R$396,84. Carioca 8/8,5, R$356. Na metade sul do Paraná, feijão preto tipo 1, R$207,97.

Açúcar, 50 kg em São Paulo, R$93,87. Café tipo 6, São Paulo, 60 kg arábica, R$1.737,76. Robusta, R$1.100,67. Suíno vivo, quilo em Minas, R$5,88. Frango congelado, quilo em São Paulo, R$7,18. Ovos Granja Vermelho Extra, 30 dúzias no Serasa Belo Horizonte, R$180. Nelore 8 a 12 meses, Mato Grosso do Sul, R$3.392,80. Arroba do Boi Gordo em São Paulo, R$326,60. E o valor base de referência do leite entregue em junho a ser pago em julho, de acordo com o Conselheite Minas, R$2,61,96.

?Voz D

A carne que tá no seu prato sai aqui do pasto, vocês compra da gente, só quem vive entende.

?Voz A

Chuva ou céu aberto? Saiba como anda o clima.

?Voz 1

Olá, ouvintes do Paracatu Rural! Nessa quarta-feira ocorre a passagem de uma frente fria pelo litoral da região Sudeste. Essa frente fria, ela passa rapidamente e provoca um pequeno aumento de nebulosidade, mas nas regiões sul e na zona da Mata Mineira. Nas demais regiões permanece a crista, né, a região de alta pressão, que deixa o tempo bem estável, sem chance de chuvas e com pouca nebulosidade. Então a previsão para Paracatu e toda a região noroeste de Minas Gerais é de céu claro a parcialmente nublado, a temperatura em Paracatu variando dos 15 aos 30 graus, e a umidade relativa do ar nas horas mais quentes do dia ainda aproximadamente 30%.

Então já requer dobrar os cuidados com a hidratação e também com o uso de protetor solar por conta dessa forte radiação, da pouca nebulosidade. Para o Paracatu Rural, Lisandro Jemeac, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia. Maiores informações sobre tempo e clima em portal.imet.gov.br.

?Voz A

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira.

FDFrancys de Oliveira

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?Voz 2

Isso mesmo, Francis! Se a sua empresa precisa de medicina do trabalho, a Medic Mais resolve tudo em um só lugar.

FDFrancys de Oliveira

E o que vocês oferecem, Tider?

?Voz 2

Nós temos ASOS, exames ocupacionais, PCMSO e outros tantos serviços, tudo por agendamento, sem filas, com atendimento médico de segunda a sexta.

FDFrancys de Oliveira

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?Voz H

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FDFrancys de Oliveira

A irrigação possui papel fundamental nas produções de todo o mundo, na medida em que garante a disponibilidade de água como item essencial para as necessidades e desenvolvimento de diferentes culturas. No Projeto Um do Entre Ribeiros, a sustentabilidade é um de seus pilares principais. Os sistemas de irrigação favorecem a implantação de uma agricultura irrigada sustentável, com eficiência de uso de água, energia e outros insumos.

Conheça o Entre Ribeiros, modelo em irrigação sustentável e gestão compartilhada de bacia hidrográfica. A APER, Associação de Apoio aos Produtores do Projeto Entre Ribeiros. 3671-3082.

?Voz A

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz. Mercado Agrícola.

?Voz C

O mercado internacional de commodities agrícolas apresenta sinais de recuperação neste início de julho, impulsionado pela estabilização do setor energético e pelo retorno do foco aos fundamentos climáticos. Em Chicago, as cotações dos grãos refletem a preocupação com as condições térmicas extremas nos Estados Unidos, onde o pico de florescimento da safra de soja coincide com previsões de forte calor elevando o risco de perda de qualidade das lavouras.

No cenário nacional, o setor observa um fluxo acelerado de exportações e a reabertura de janelas para fechamentos estratégicos. Vlami Brandalize, da Brandalize Consulting, destaca a possibilidade de relações de troca buscando fertilizantes como possibilidade.

?Voz J

E começamos o comentário de hoje com o mercado internacional. Aparentemente uma calmaria ali no Golfo, né, principalmente lá no Irã. Estados Unidos ainda batendo forte em cima do Irã. Irã naquele funeral ali do líder maior, automaticamente o mercado de calmaria do petróleo perto dos $70 aí trabalhando. Com isso, o mercado das agrícolas começando a dar sinais de melhora, né? Um pouco mais atrativo na semana o mercado das agrícolas.

Com isso, o mercado agora voltando aos fundamentos, fundamento climático. Fundamento climático que trouxe apelo positivo aí nesse começo de julho e forte alta nos grãos aí do Chicago. Então o mercado olhando o clima, olhando a seca extrema na Europa, a China voltou a comprar semana passada, embarques para China foram os maiores nas últimas semanas.

?Voz K

Então o ambiente um pouco melhorado aí no mercado de Chicago. E com relação a, temos os dados do USDA aí da semana, né, soja americana com 34% das áreas em florescimento, semana passada era 19%, 29, ano passado era 30%, e a média 28%. Segue adiantado, né? A safra foi plantada mais cedo, tá entrando o período de pico de necessidade de clima adequado, né? Se tiver extremo de calor, como tem previsão para a próxima semana, de 36 a 40 graus, vamos ter abortamento de flores.

Então tá entrando o pico do florescimento. O estado de Illinois, o maior produtor, 33% de florescimento, a média ali é 29%. Em Iowa, 37% de florescimento, a média 31%. E a formação de vagem chegando a 9% dessa semana, frente a 4% da semana passada, 7% do ano passado e 6% da média. Também adiantado pela lógica do plantio mais cedo, né? Illinois com 8% das lavouras em formação inicial de vagem, a média é 3%. Em Iowa, 3%, a média é 5%.

Qualidade das lavouras em leve queda, saindo, começando a perder qualidade, né? O calor. Nesse momento tem 64% de lavouras boas, excelentes. A semana passada era 65% e o ano passado era 66%. Safra americana de começando a perder qualidade e agora o clima vai ganhando forças, né?

?Voz J

O mercado conseguindo alavancar as posições de 2027 novamente na faixa dos $12 em diante. Abriu janela para novos fechamentos, quem faz posição de garantia futura aí baseado em Chicago, as posições voltaram a bons interesses. É o cavalinho ensilhado do momento. Historicamente, esse arranque de cotações aconteceria aí na semana do feriadão da Independência Americana, que foi a semana passada. Esse ano ele tá vindo uma semana depois.

?Voz K

Mas tá vindo e tá aí abrindo oportunidade.

?Voz J

Mercado brasileiro de porto melhorou, mercado de balcão melhorando, níveis do produtor melhorando, e bar ter alternativa é importante para o produtor aí fazer os seus fechamentos.

?Voz K

E como estamos com a comercialização da safra, safra da soja, né, no momento 71% negociado, o ano passado era 71,5%, média 72%, leve atraso, não significativo. Com relação ao volume de soja disponível para ser negociado, ainda tem 52,2 milhões de toneladas de soja na mão do produtor. O ano passado tinha 48,8, ou seja, temos uma safra da Argentina na mão do produtor ainda a ser negociada e ele tá aproveitando aí para tentar valorizar esse grão e fazer negócios.

Esse é o quadro da safra atual. Safra nova, 26/27, tem 23% negociado, avançou a negociação, principalmente via barter. O ano passado era 26,5 e a média é 27,5. Ainda tem atraso grande com relação à comercialização de insumos para nova safra. Provavelmente a semana vai ser de bons volumes de negócio, produtor correndo atrás dos fechamentos, principalmente na linha do Barter, que se torna atrativo aí para financiamento, porque os recursos oficiais aí tá meio complicado para o produtor conseguir ter acesso.

Com relação aos embarques aí, importante, né, soja sendo o principal produto de internalização de de dólares aí, com mais de 852 milhões de dólares em 3 dias úteis do mês de julho no complexo soja. Soja grão com mais de 1,5 milhão de toneladas embarcadas em 3 dias. O acumulado do ano da soja é 71,1 milhões de toneladas do grão, frente a 68 do ano passado. Farelo, 13,8 milhões de toneladas exportadas embarcadas, frente a 12,3. Complexo soja, 86,2 milhões de toneladas embarcadas de janeiro até agora, frente a 81,1 do ano passado.

Nos dados da CSECS. Então o embarque segue acelerado. Soja nesse começo de mês de julho trouxe R$4,4 bilhões em divisa. Então é a soja bombando na exportação.

?Voz C

Já já a gente vai falar do mercado do sorgo. Antes tem mercado do milho, que entra em uma fase decisiva com a atenção voltada para o cinturão produtor dos Estados Unidos, onde o calor extremo ameaça reduzir a safra americana em mais de 20 milhões de toneladas. Enquanto Chicago reage a essa possível quebra, no Brasil, o setor observa uma colheita em ritmo lento devido à alta umidade e gargalos logísticos no Mato Grosso. Apesar dos desafios internos, o consultor Vlami Brandalisi destaca que o cenário internacional se abre com um janelão com oportunidades de exportação brasileira. Impulsionado pela demanda recorde para ração e etanol.

?Voz K

E vamos de milho.

?Voz J

Mercado do milho também de olho lá no mercado internacional. Com relação ao milho, também teve um arranque importante na semana, cotações alavancando agora o julho aí, que já vai terminar o mês, com base de suporte acima de R$4,30. E as posições lá de julho 27 voltando a trabalhar na faixa de R$4,80 aí de base de suporte. Mercado de olho aí tentando Níveis maiores se o clima confirmar realmente o calor extremo lá nos Estados Unidos na próxima semana.

?Voz K

No momento aí, segundo o USDA, 16% do milho em florescimento. A semana passada era 9%, o ano passado era 17%, e a média é 14%. O maior produtor de milho americano é Iowa, com 8% de florescimento. A média é 10%. Illinois, 17%, e a média 19%. Formando espigas está em 3%, sendo que o ano passado era 3%, e a média é 2%. Safra foi plantada um pouco mais cedo no geral, então tá evoluindo dentro das expectativas. Vamos ver agora como é que vai ser as próximas semanas com relação ao clima.

Com relação à qualidade na semana, o USDA mostrou aí que tem 67% de lavoura boa, excelente. A semana passada era 67% e o ano passado era 74%.

?Voz J

Tá com qualidade inferior ao ano passado e plantou 1,5 milhão de hectares a menos.

?Voz K

Então vamos ver aí como é que vai desenrolar o clima nas próximas 4 semanas, que começa a definir a safra. Tudo indica que vem uma queda de mais de 20 milhões de toneladas na produção americana do milho.

?Voz J

Isso deve ajudar os mercados, principalmente em ano que tá quebrando muito a safra de milho lá da França, grande produtor europeu.

?Voz K

E automaticamente os europeus vão ter que importar mais milho, abre janelão aí para milho. E no Brasil começamos a ganhar exportação, né? 3 dias úteis do mês de julho, 120,3 mil toneladas embarcadas. O acumulado de janeiro até agora, 8,1 milhões de toneladas. O ano passado, 6,6. Esse é o quadro do milho na exportação.

?Voz J

Mercado interno do milho, de olho na colheita, né?

?Voz K

Colheita deve começar a ganhar ritmo. Tá atrasada a colheita do milho a nível de Brasil devido aí a alta umidade do grão, tá demorando para perder umidade. No Mato Grosso, a dificuldade de conseguir caminhão para puxar o grão das lavouras para os armazéns, e o ritmo da colheita é um dos mais lentos aí dos últimos 10 anos.

?Voz J

E muito milho ainda vai chegar.

?Voz K

Então, mercado interno esperando pelo milho. Melhora nos portos aí com essa reação Chicago, Os portos variando de R$63 a R$65, posições de agosto em diante.

?Voz J

Melhorou os níveis nos portos, mas ainda não tem corrida de vendas.

?Voz K

Produtor esperando mais pelo milho nesse momento. Então esse é o quadro do amigo milho, que vai batendo o recorde de demanda interna no setor da ração e de etanol. Com certeza ambos aí com recorde nesse ano também puxando a demanda.

?Voz C

O Brasil consolida sua posição como protagonista pista no mercado global de sorgo, assumindo o posto de segundo maior produtor mundial nesta safra. Enquanto a colheita avança em solo brasileiro com boas produtividades, o cenário nos Estados Unidos acende o sinal de alerta. Com uma redução significativa na área plantada e a qualidade das lavouras caindo para apenas 50% de classificação boa a excelente, a oferta americana deve sofrer uma quebra importante.

Vlami Brandalize comenta como esse déficit internacional pode favorecer o sorgo brasileiro e quais as perspectivas para o fechamento dessa temporada.

?Voz K

E o parceiro do milho, não podemos esquecer. Agora o Brasil se tornando um player importante no sorgo. Brasil provavelmente é o segundo produtor mundial já nessa safra, com o sorgo brasileiro em colheita também, boas produtividades. O sorgo veio bem, mas vamos olhar o principal produtor exportador mundial, que os Estados Unidos. O plantio do sorgo americano em 97%, a média ali é 96%, O Kansas, o maior produtor de sorgo nos Estados Unidos, com 94% plantado lá, a média é 94%.

Texas, que é o segundo produtor, com 100% plantado, local normalmente é 96% a média, formando o cacho do sorgo nos Estados Unidos em 25%, sendo que a média histórica é 22%. Qualidade do sorgo não é boa porque ele tá com 50% de boa excelente. A semana passada era 52%, o ano passado era 67%. O normal seria acima de 60%. Então safra de sorgo, além de ter queda de área, ele tá com qualidade é ruim. Então sorgo, provavelmente, que teve 11,1 milhões de toneladas produzidas no ano passado nos Estados Unidos, esse ano pelo ritmo que tá indo deve colher menos de 9, porque sai de 2,4 milhões de hectares colhidos o ano passado para 2,1, talvez até menos.

E automaticamente menos sorgo exportável aí nos Estados Unidos nessa nova temporada. Então esse é o quadro Amigo Sorgo.

?Voz M

Obrigado ao Homem do Campo. Pelo leite, o café e o pão, Deus abençoe os braços que fazem o suado cultivo do chão.

?Voz A

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira.

?Voz N

Na Coperva eu me sinto forte. Me dá suporte, seja no campo ou na cidade, ela traz prosperidade. É a Copervap, a minha casa, a nossa casa, seja sempre assim abençoada.

FDFrancys de Oliveira

Amigo produtor, Agro Peças tem tudo para o campo e para o seu negócio. Na Agro Peças você encontra o maior estoque de peças para irrigação, tratores, plantadeiras e colheitadeiras. Oferecemos também equipamentos de segurança, máquinas elétricas e suprimentos completos para sua serralheria, borracharia e oficina. Na Agro Peças você, produtor rural e empreendedor, encontram qualidade, variedade e atendimento de confiança. Seja no campo ou na cidade, a solução está na Agropeças.

WhatsApp 389-9987-6336. A irrigação possui papel fundamental nas produções de todo o mundo, na medida em que garante a disponibilidade de água como item essencial para as necessidades e desenvolvimento de diferentes culturas. No Projeto Um do Entre Ribeiros, a sustentabilidade é um de seus pilares principais. Os sistemas de irrigação favorecem a implantação de uma agricultura irrigada sustentável com eficiência de uso de água, energia e outros insumos.

Conheça o Entre Ribeiros, modelo em irrigação sustentável e gestão compartilhada de bacia hidrográfica. AAPER, Associação de Apoio aos Produtores do Projeto Entre Ribeiros.

?Voz O

3671-3082. Julho é o mês do cooperativismo, tempo de celebrar um modelo que gera desenvolvimento, cria oportunidades e transforma vidas. Onde existe cooperação, existe crescimento compartilhado, mais qualidade de vida e um futuro melhor para todos. A Cocari tem orgulho de fazer parte dessa história de união, trabalho e prosperidade.

?Voz P

A FENAMINAS está chegando de 21 a 24 de julho. O Parque de Exposições de Patos de Minas recebe a Feira de Negócios e Tecnologia do Cerrado Mineiro em sua 4ª edição. A FENAMINAS traz uma estrutura 100% indoor, mais conforto, cerca de 150 expositores e expectativa de mais de 30 mil visitantes. Serão 4 dias de inovação, networking, palestras, rodadas de negócios, exposição de máquinas, feirão de veículos e a tradicional queima do alho.

Com expectativa de movimentar R$1 bilhão em negócios, a Fenaminas espera por você.

?Voz D

Bom dia, agora no seu dia a dia tem café sem milho com sabores especial que te enche de energia. Afinal, você quer um café cheiroso, gostoso, de primeira qualidade. Café Semil, porque você merece. Bom dia com Semil.

?Voz A

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96, 103,5 MHz. Mercado Agrícola.

?Voz C

O mercado global do trigo acende um sinal de alerta com a confirmação de uma das piores safras dos Estados Unidos nos últimos 20 anos e incertezas crescentes sobre a produção na Rússia e na Europa. Enquanto Chicago reage a esse cenário de escassez, o Brasil enfrenta um desafio interno Com uma queda de até 35% na área plantada, o país precisará importar mais de 7 milhões de toneladas de trigo para suprir a demanda dos moinhos. Vlami Brandalizzi detalha porque o mercado está travado no Brasil e o que o produtor rural deve esperar dessa combinação de quebras históricas e baixa liquidez.

?Voz K

E vamos de trigo, né?

?Voz J

Mercado do trigo lá no mercado americano de Chicago também pegando carona, né? Trigo na Europa com problema, trigo na Rússia também tem problemas. Os russos estão escondendo o leite, mas há um indicativo que a safra não é boa, né? O inverno foi muito longo, trigo perdeu potencial, e agora mostra uma safra provavelmente menor, menor potencial exportável. Mercado do sorgo, do trigo aí conseguindo suporte no julho acima de 6, e os níveis de 2027 tentando trabalhar aí na faixa dos níveis de 6,50 em diante.

?Voz K

Mercado do trigo também teve uma melhora na semana.

?Voz J

E aqui no Brasil, trigo plantado aí foi uma safra menor, ainda tem dúvida sobre o tamanho, né?

?Voz K

Produtores apontam de 20 a 35% de queda na área. E agora vamos ver os números finais.

?Voz J

Provavelmente vão ser uma safra pequena de trigo em função da queda forte na área.

?Voz K

Provavelmente vão ficar aí perto de 6 milhões de toneladas frente a quase 8 do último ano, em função de queda forte de área. E vamos ter que importar mais de 7 milhões de toneladas para atender a demanda. Então vamos ter que importar trigo nesta nova temporada 26/27. É isso que tá mostrando, né? Então esse é o quadro, porque lá no mercado internacional o trigo tende a se valorizar, né? A safra de trigo americana aí é o principal safra, trigo de inverno com 59% colhido.

A média histórica 51%, o trigo morreu mais cedo, por isso que tá colhendo mais cedo. É, com relação à qualidade da lavoura, uma das piores em 20 anos, com apenas 26% lavoura boa excelente. O ano passado tinha 48%, já não era uma safra boa de trigo americano. Então o quadro americano do trigo não é nada bom. É isso que mostra aí a condição da safra dos Estados Unidos, com lastro para a questão principal aí, que é o trigo exportável deve ter volumes menores maiores nessa temporada.

E no Brasil começou julho com 92.600 toneladas importadas em 3 dias úteis. O ano passado foram 616.200 no mês de julho. E o acumulado de janeiro até agora é 3,4 milhões de toneladas, e o ano passado era 3,3. Segue importando forte aí também o trigo para atender a demanda interna, que segundo o setor industrial do trigo vão ter um aumento de demanda de trigo nesse ano aí.

?Voz J

É o que apontam os moinhos. É isso aí, esse é o quadro do trigo, que agora espera que a safra evolua aí no mercado Os negócios com o trigo no mercado brasileiro seguem lentos aí. Os produtores apontando que tá com pouca liquidez, moinhos apontam que compram da mão para boca, né? Então não tem muita mudança nas cotações. Mercado gaúcho aí de R$1.320, ao redor disso, R$1.330. Paranaense, R$1.360, R$1.370. As cotações não têm mudado muito nos balcões, R$69 a R$71 os indicativos do trigo. Sem grandes novidades no amigo trigo.

?Voz C

O mercado do arroz no Rio Grande do Sul inicia o mês de julho com uma movimentação estratégica. Após semanas de cautela, as indústrias voltam às compras buscando lotes de alta qualidade. Com foco no arroz de padrão superior na fronteira oeste do estado e cotações diferenciadas na região litorânea, o setor produtivo gaúcho começa a ver uma nova dinâmica de preços. O consultor Vlami Brandalizzi avalia essa retomada da demanda industrial e como o arroz brasileiro se mantém competitivo, sendo considerado um dos mais acessíveis do planeta pela qualidade que entrega ao consumidor final.

?Voz K

E vamos de mercado de arroz, mercado de arroz aí no Rio Grande do Sul.

?Voz J

Aparentemente as indústrias agora nesse começo de julho começando a voltar a comprar, estavam meio paradas aí nas últimas 2, 3 semanas.

?Voz K

Mercado gaúcho do arroz ali mostrando a região da fronteira Oeste. Agora a indústria voltando e querendo arroz com R$60 de inteiro ou mais e pagando R$60 ali na fronteira oeste. O arroz comercial R$58 inteiro na faixa de R$59 ali, indicando nominalmente. Arroz para parbo com indicativos de R$55 a R$56 ali na fronteira oeste.

?Voz J

E nas demais regiões de R$3 a R$6 melhor pagando para o arroz em casca na faixa litorânea.

?Voz K

Mercado e varejo aí com arroz começando as promoções básicas mínimas aí de R$12,98.

?Voz J

A maioria dos estados começa com R$13,98 a R$17,98 arroz comercial.

?Voz K

E arroz nobre nas gôndolas promocionais vão de R$22,98 a R$25,26. E as marcas nobres de gôndola normal de R$27 a R$32 pelo pacote de 5 kg. Continua sendo o arroz mais barato do planeta aqui no varejo brasileiro pela qualidade que o arroz chega ao consumidor. Mercado da Ásia aí, um pouco de calmaria ali no mercado da Tailândia em função que teve valorização do dólar frente à moeda local, né?

?Voz J

Né, ao bar.

?Voz K

Isso deu um acomodado no mercado do arroz, que segue aí com boa demanda em semana de calmaria, vamos dizer assim, no mercado asiático, que agora espera que vamos ter mais demanda e mercado com produção menor que o consumo do arroz mundial. É a própria USDA que aponta isso também.

?Voz J

Então esse é o quadro Amigo Arroz.

?Voz C

E o amigo do arroz, o feijão, o mercado do feijão entra em uma fase de transição importante com o encerramento das colheitas no campo e a redução da oferta de grãos de alta qualidade. Com feijão carioca nota 9 superando a casa dos R$400 a saca e o varejo voltando às compras para reposição de estoques, o cenário é de valorização para os produtores que ainda detêm produto nobre. Consultor Vlamir Brandalizzi avalia o iminente vazio de oferta do feijão preto e como as cotações atuais mais atrativas que as do milho e da soja podem impulsionar o aumento da área plantada na próxima safra.

?Voz K

E vamos no mercado feijão.

?Voz J

Feijão já dando sinais aí que as colheitas estão fechando, não vai sobrando muito feijão nos campos. E feijão nobre, isso tentando cotações, né? Feijão nobre acima de R$400 a saca, feijão na linha do nota 9 em diante, pouca oferta, mercado devendo voltar às compras nesses próximos dias, né, para reposição do varejo. Feijão comercial nota 8, 8,5, na faixa aí começando na base de R$290, R$330, R$340, alguns comentários de R$350. O feijão carioca comercial 8,5.

?Voz K

E feijão 7, 7,5, indicativos aí de R$210 a R$220. Esse caiu bastante cotação porque teve uma oferta maior desse produto em função de geadas, em função de chuvas, feijão de menor qualidade, principalmente feijão que vai muito para cesta básica, feijão mais industrial, dê valor menor aí ao produtor.

?Voz J

Voltando a ter um pouco de demanda também, devendo voltar um pouco de demanda no próximo dia. Feijão preto aparentemente trabalhando a estabilidade, com leve viés de alta se a gente olhar, porque terminando as colheitas agora vamos ter um vazio de oferta de feijão preto principalmente, que volta a ter oferta mais no fim do ano.

?Voz A

Ano.

?Voz J

E dependendo do clima, principalmente, né, pelos plantios aqui de Santa Catarina, Paraná, que vai depender se o inverno for duro ou não, porque pode ter geadas e atrapalhar a vida do produtor para plantar aí já no final de agosto, setembro, que normalmente começam os plantios. Por enquanto, o mercado de feijão variando R$190 a R$210 a saca, sem grandes novidades nas cotações, esperando demanda, né, esperando o consumidor aí para levar mais feijão para casa, né.

Então esse é o quadro do amigo feijão, que ainda tem dúvidas sobre o tamanho da nova safra que vem pela frente. Produtor segue na dúvida. Tudo indica que a primeira safra de feijão deve ter um crescimento de área em função das cotações, que estão boas, né? As cotações estão boas frente a milho e soja, que mostram cotações aí mais apertadas também.

?Voz A

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira.

FDFrancys de Oliveira

Atenção, produtor rural associado Cooper VAP, para o plantão veterinário. Caso você necessite de atendimento técnico nas áreas de tanques e ordenhas, entre em contato com o nosso canal de negócios. O plantonista de serviço fará o direcionamento e prestará as orientações necessárias. Canal de Negócios Coopervap, 389-9870-3713, 99870-3713. Coopervap, Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu. A Irriga Norte trabalha para fortalecer quem produz.

Defendemos o impacto positivo e sustentável da agricultura irrigada, essencial para a segurança alimentar, com responsabilidade, representatividade e compromisso com o desenvolvimento regional. Atuamos na defesa dos interesses do produtor rural, promovendo diálogo, informação e segurança para o crescimento do setor. Irriga Norte, união, força e presença para o campo continuar avançando. Venha ser nosso associado. Informações: 38998598776.

?Voz O

Julho é o mês do cooperativismo, tempo de celebrar um modelo que gera desenvolvimento, cria oportunidades e transforma vidas. Onde existe cooperação, existe crescimento compartilhado, mais qualidade de vida e um futuro melhor para todos. A Cocairi tem orgulho de fazer parte dessa história de união, trabalho e prosperidade.

?Voz Q

Você é muito mais do que banco para mim é um local de confiança e de parcerias que fazem a diferença no meu dia a dia. Aqui eu encontro as melhores soluções financeiras, sempre com aquele atendimento humanizado que faz toda a diferença. Tudo fica ainda mais fácil com o aplicativo Sicoob no celular. Resolvo tudo rapidinho, sem complicações. Sicoob Credicopa, mais que um banco, a nossa cooperativa cooperativa de crédito.

FDFrancys de Oliveira

O futuro da indústria e do agro já começou e ele passa pela inovação. O Indústria Agro, iniciativa do Sebrae Minas e do SENAI, ajuda pequenos e médios negócios a crescer com mais produtividade, tecnologia e competitividade. Com soluções em inovação, automação e eficiência produtiva, o programa apoia empresários que querem modernizar a produção, reduzir custos e aumentar resultados. Saiba mais pelo telefone 38 3679-8300. 3679-8300.

?Voz N

Na Coperva, eu me sinto forte. A Coperva me dá suporte, seja no campo ou na cidade. Ela traz prosperidade. É a Copervap, a minha casa, a nossa casa seja sempre assim abençoada. É a Copervap.

?Voz A

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz. Mercado Pecuário.

?Voz C

O mês de julho começa com um desempenho avassalador para proteína animal brasileira no mercado externo, com o setor de carnes batendo a marca de 500 milhões de dólares em divisas em apenas 3 dias. O Brasil consolida recordes históricos não apenas no boi, mas também nos segmentos de frango e suínos. Embarques diários superando as expectativas o acumulado do ano já projeta um 2026 de marcas inéditas. O consultor Vlami Brandalize faz um balanço completo sobre o fluxo de exportações e o impacto desse volume financeiro para o produtor e para o mercado nacional.

?Voz K

E vamos de frangos. Mercado de frango também forte na exportação, tá com 75,3 mil toneladas embarcadas em 3 dias de julho.

?Voz J

O mês de julho todo, ano passado, 375, 40,5 mil toneladas.

?Voz K

Ou seja, no ritmo que estamos indo, vamos para mais de 450 mil toneladas e recorde histórico para julho. Tudo indicando que caminha para esse rumo também o frango. O acumulado do ano do frango é 2.792 mil toneladas, janeiro até agora, recorde histórico, como é recorde histórico do boi, né? O acumulado do ano passado, 2.495 mil toneladas. Segue forte o frango também, trouxe um bom volume de recurso em 3 mês, 152,2 milhões de dólares em divisas, mais de 50 milhões por dia.

E vamos de suíno. Suíno também começou o mês bem, 20,6 milhões de toneladas embarcadas, 20,6 mil toneladas embarcadas nesse começo de julho.

?Voz J

Julho todo ano passado foram 112,8.

?Voz K

O acumulado do ano do suíno, 705,1 mil toneladas. O ano passado, 660 mil. Segue um recorde histórico no suíno também na exportação. Suíno nesses 3 dias úteis trouxe 52,6 milhões de dólares em divisas. Setor da carne aí praticamente já batendo a porta dos 500 milhões de dólares. Setor da carne, 2,6 bilhões de reais em divisas. Setor da soja, setor do milho e setor da carne trouxe 7,2 bilhões de reais em divisas em 3 dias úteis. Isso dá uma bagatela simples aí, 2,4 bilhões por dia.

?Voz J

Esse é o agro aí que a turma joga pedra, né, e a gente tem que carregar nas costas.

?Voz K

Esse aí é o amigo produtor, é o setor agrícola que mais cria empregos, que mais traz divisas, e é o melhor setor do mundo, é o agro brasileiro, meus amigos.

?Voz J

E agora é bombando a exportação.

?Voz K

Esse é o quadro aí que estamos vendo nesse momento, né?

?Voz C

Pois é, a pecuária vive um momento histórico no comércio exterior. Embarques que já somam quase 100 milhões de dólares em divisas por dia apenas nesse início de julho. Enquanto o mercado interno trabalha com uma arroba acomodada, a força das exportações de carne bovina e de frango atinge níveis sem precedentes. Sem alternativas viáveis na Austrália e nos Estados Unidos, o consultor Vlami Brandalize comenta o motivo de a China manter o apetite pela proteína brasileira e como o setor caminha para fechar o ano com recordes absolutos de volume e de faturamento.

?Voz J

Mercado boi segue bombando na exportação ainda. Mercado mais acomodado, R$320, R$325, R$326 indicativo nominal, até R$330 no boi no mercado paulista, né, arroba, com leve viés de baixa aí no momento em função da dúvida com relação ao final da cota de exportação de carne bovina para China. A grande questão é que não tem da onde eles comprarem.

?Voz M

Carne.

?Voz K

E aonde eles forem buscar carne bovina, eles vão pegar valores maiores. Carne bovina americana, que também não tem oferta da carne sobrando, é valor maior que a brasileira. Australiana é maior que a brasileira.

?Voz J

Ou seja, não tem muita alternativa, tem que esticar e aumentar a cota para continuar comprando carne brasileira mais barata.

?Voz K

Provavelmente é isso que eles vão fazer para atender a demanda crescente de carne que tá acontecendo na bovina. A CCEX divulgou aí os primeiros 3 dias úteis do mês de julho, com a carne bovina embarcando 45,2 mil toneladas. Embarque forte, né, na faixa de 15 mil toneladas diárias, dia útil. O ano de julho de 2025 teve um total do mês de 276,9 mil toneladas, um volume médio muito abaixo do que tá embarcando no momento. E o acumulado de janeiro até agora na carne bovina tá com 1.540.004 toneladas embarcadas.

O ano passado tinha 1.350.000. Nesses primeiros 3 dias úteis, o boi já trouxe aí quase 290 milhões de dólares em divisas.

?Voz J

É quase 100 milhões de dólares por dia na carne bovina.

?Voz C

O mercado de reposição de gado de corte entra em julho com oferta restrita e preços em alta. Com o fim da temporada de apartação e o início da seca, o bezerro Nelore já atinge a casa dos R$16 o quilo vivo nos leilões do Sudeste e Centro-Oeste brasileiro. O leiloeiro Moacir Naves comenta a valorização da reposição, a escassez de garrotes no mercado e como a estratégia do pecuarista está segurando os preços da rouba frente à pressão de frigoríficos.

MNMoacir Naves

Olá, amigo pecuarista, muito bom dia! Sejam bem-vindos a mais um relato semanal aqui no Diário para Catador Rural. Estamos aqui para trazer um pouco mais da informação, como anda a nossa pecuária de gado de corte, noroeste, norte de Minas Gerais, a região sul do estado do Goiás, oeste da Bahia, aí andando nesse mundão todo aqui fazendo os leilões de gado de corte e trazendo para você as informações, como anda nosso mercado brasileiro.

Bom, vamos direto ao assunto já essa semana. Essa semana nós tivemos aí a oportunidade de fazer vários leilões e a tendência do mercado diminuiu um pouco mais as ofertas, porque o grosso da reposição já foi vendido, essa mercadoria já foi colocada para fora. A gente entra no momento agora de início de seca, onde começa a ter umas novas estratégias de engorda dos animais dentro da fazenda, e a reposição fica um pouco mais difícil.

E quem tem animais ainda de qualidade tá ainda tendo uma oportunidade muito boa que eu vi agora nesses últimos dias dos leilões, onde um aumento um pouco maior no preço do bezerro Nelore, um preço da bezerra Nelore também um pouco mais salgado. Então o mercado começou a ter alguns valores aí que realmente foi impressionante durante esses últimos dias. Nessa última semana nós fizemos uma análise geral aqui dos leilões E o bezerro Nelore aí na categoria de 5 arrobas e meia, 5 arrobas, 5 arrobas e meia, esse mercado ficou um pouco mais salgado do que era antes, né?

Ficava aí na casa dos seus R$14,50, bezerro extra na casa de R$15. E agora esses dias uma bezerrada não tão extra, o mercado já começou a bater aí a casa dos seus R$16 o quilo vivo. Então os machos já começou a ter uma reposição um pouco maior e aumento de preço. Essa essa procura vem porque diminuiu a oferta e a escassez é um pouco maior, é uma procura um pouco mais aguçada e realmente faz com que esses preços elevam um pouco mais.

Mas me surpreendeu bastante também durante essa semana foi o preço da bezerrinha Nelore. Bezerrinha Nelore, nós nos últimos dias aí, nos últimos leilões que nós fizemos da quinta-feira passada para cá nós tivemos bezerra aí que foi vendido a mais de R$13 o quilo vivo, bezerra extra, Nelore boa, novinha, 5 arrobas. Então o mercado realmente tem colocado uns preços um pouco mais salgado, principalmente para esse gado novo de apartação.

Basicamente, no final de um momento de apartação, eleva-se os preços, com com certeza um pouco mais de procura. Isso também dá um alerta que a gente tá diminuindo a quantidade de animais ofertados no mercado interno do nosso Brasil. Bom, passa-se as categorias entre bezerro de 7 arrobas a 8 arrobas. Esse mercado volta para trás na casa dos seus R$12,50, alguma coisa R$12,80. A novilha também ela passa aí dos seus R$10, também na casa de 7 arrobas para frente, 7, 8 arrobas para frente, ela passa dos seus R$10 caminhando aí até chegar a R$11,50 para mercadoria extra.

Eu tive uma oportunidade nesses últimos dias agora de leiloar alguns gados diferenciados, uma vacada magra, que eu achei um mercado muito interessante, que foi um mercado aí na casa dos seus R$9 R$9 o quilo vivo, R$8,80, R$9 o quilo vivo, baseando aí na casa dos seus R$265 até R$270 numa vacada magra. Foi uma oportunidade muito boa para o comprador que estava no momento atento aos leilões e teve a oportunidade de comprar com preço acessível uma vacada dessa, desse naipe.

Mas uma oferta que tá sumida e muita das vezes já tenha muita procura durante esses últimos dias foi a do garrote 12 arrobas. Muita procura, porém muito pouca oferta na nossa mão, principalmente nos nossos leilões. Mercado agora começa a diminuir, enxugar um pouco mais a quantidade de animais ofertado nos leilões. Basicamente a gente vê isso mostrando no dia a dia e o mercado com certeza começa a ter uma valorização. Para benizar os nossos produtores rurais que têm ofertado para os frigoríficos a quantidade necessária, regrando um pouco mais, fazendo com que se alonga mais o preço do boi gordo.

E automaticamente o preço do boi gordo atingindo esses valores, continuando com os valores que ele tem, o mercado não despenca. Mas com certeza existe uma pressão muito forte da parte Grosso, frigorífico, falando a respeito de cota China e tudo mais, que vai parar esse negócio todo. Mas nós temos um segundo mercado, que é o mercado dos Estados Unidos, vários outros mercados no mundo inteiro, e nós podemos colocar essa carne que tá sendo ofertada.

Até mesmo produtor rural agora faz aquela balanceada para não ofertar tanto assim no mercado e o mercado ficar um pouco mais com muita oferta aberta e tendo aí que cair um pouco mais o preço do mercado do boi gordo. Afeta toda nossa cadeia de reposição. E eu acredito que o mercado tá firme, forte, para a gente tá fazendo bons negócios agora para frente. Acompanhe nossos leilões de gado de corte todos os dias, basicamente durante a semana, a partir das 19 horas, 18 horas, através do canal MCN no YouTube.

Você acompanha e faz bons negócios conosco. Gente, um forte abraço essa semana, vamos ficando por aqui, a gente se encontra semana que vem. Tchau, tchau!

?Voz A

Mercado do leite.

?Voz C

A forte queda registrada no leilão de número 407 da Global Dairy Trade, a GDT, principal referência internacional para os preços de lácteos reforça o cenário de pressão sobre o mercado mundial e acende um alerta para os produtores e as indústrias do setor. O recuo nas cotações dos principais derivados do leite reflete a combinação entre oferta elevada e demanda internacional mais fraca, ampliando as expectativas de manutenção dos preços em níveis mais baixos nos próximos meses.

Meses, influenciando também as perspectivas para o mercado brasileiro. O levantamento foi feito pelo portal MilkPoint. Rafael Mendonça tem os detalhes direto da redação.

RMRafael Mendonça

O leilão 407 da Global Dairy Trade registrou queda de 4,9% no GDT Price Index, com preço médio de US$3.793 por tonelada. O resultado foi marcado por reajustes mais acentuados em diversas categorias, e reforça um ambiente internacional mais pressionado para os preços dos lácteos no curto prazo. Nos leites em pó, o movimento foi de reajuste. O leite em pó integral recuou 4,4%, sendo negociado a US$3.425 por tonelada, enquanto o leite em pó desnatado apresentou queda ainda mais intensa, de 7%, atingindo US$3.135 por tonelada.

O comportamento reforça a perda de sustentação do segmento em meio ao avanço sazonal da oferta no mercado internacional. Entre queijos e manteiga, o movimento foi distinto. A mussarela avançou 3,8%. Já o cheddar registrou queda acentuada de 12,3%, a maior retração entre os produtos negociados. A manteiga foi negociada a US$5.336 dólares por tonelada, com recuo de 5%, enquanto a gordura nidra do leite caiu 3,9%. O volume negociado totalizou 26.316 toneladas, aumento de 103% em relação ao leilão anterior.

O avanço está relacionado à entrada sazonal da safra de leite da Nova Zelândia, que amplia a disponibilidade de produtos no mercado internacional. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o volume também apresentou alta de 2,4%. O aumento expressivo da oferta, combinado à queda do índice dos preços de importantes categorias, indica que o mercado passa a absorver uma maior disponibilidade de produtos, com compradores mantendo uma postura mais cautelosa nas negociações.

Na Nova Zelândia, o mercado futuro do leite em pó integral segue indicando o ajuste nas expectativas para os próximos meses. Os contratos apresentam maior estabilidade, porém em patamares inferiores aos observados anteriormente, refletindo a expectativa de maior oferta com o avanço da safra na Nova Zelândia e na Austrália. Esse cenário tende a limitar movimentos mais consistentes de recuperação no curto prazo, uma vez que a maior disponibilidade de leite e derivados amplia a pressão sobre as cotações.

Ainda assim, a evolução da demanda internacional será determinante para definir a intensidade desse movimento ao longo dos próximos leilões. O resultado do GDT-407 reforça um ambiente internacional mais pressionado para os preços dos lácteos, especialmente nos leites em pó. Esse movimento tende a reduzir a sustentação externa para o mercado brasileiro e pode ampliar a competitividade dos produtos importados. No Brasil, o leite em pó integral já vem acompanhando parcialmente o comportamento internacional, com reajustes negativos na última semana.

Apesar dessa influência, a formação dos preços no mercado doméstico segue condicionada a fatores internos, como demanda, estoques, disponibilidade de matéria-prima e dinâmica de negociação entre indústria e varejo. O câmbio permanece como uma variável importante na transmissão desse cenário. Caso o real se valorize, a queda dos preços internacionais mais pode favorecer ainda mais a entrada de produtos importados, reforçando a pressão sobre as cotações domésticas.

Desta forma, o mercado brasileiro deve permanecer atento à evolução na safra da Oceania e aos próximos resultados do GDT, além do comportamento das importações. Direto da redação, Rafael Mendonça.

?Voz M

Obrigado ao homem do campo. O estudante e o professor, a quem fecunda o solo cansado, recuperando o antigo valor.

?Voz A

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira.

?Voz H

A contagem regressiva começou. Vem aí a Feira Minas 2026! A maior vitrine de negócios e tecnologia do Cerrado Mineiro. Para aproveitar, baixe o aplicativo oficial da FENAMINAS. É fácil, entre no Google Play ou na App Store, procure por FENAMINAS e faça o download. Com ele você acessa a programação completa, consulta os catálogos de expositores e encontra tudo com facilidade pelo mapa interativo do evento. FENAMINAS, de 21 a 24 de julho, de 12 às 20 horas, no Parque de Exposições de Patos de Minas. FENAMINAS 2026, Feira de Negócios e Tecnologia do Cerrado Mineiro.

FDFrancys de Oliveira

No Noroeste Mineiro, muita gente já sabe: para colher bons resultados não basta só trabalho duro, é preciso também contar com as parcerias certas. E quando o assunto é parceria, a Progresso Sementes está junto com você em Minas Gerais, oferecendo atendimento personalizado e uma linha completa de cultivares NeoGem e Dom Mário que garantem altas produtividades no campo. Quer saber mais? Acesse o Instagram @progresso.sementes ou fale com um de nossos representantes comerciais.

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Entre em contato: 38988222206. Juntos fortalecemos o agronegócio da região. Falta energia na fazenda e tá difícil aumentar a produção? A Genvolt Geradores e Serviços, agora em Paracatu, tem a solução. Somos especialistas em energia para agronegócio, com locação, venda e assistência técnica em geradores diesel de qualquer marca. Temos também soluções com energia solar e integração com a rede da SEMIG. Somos autorizados DEIF em Minas, com suporte técnico de ponta.

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?Voz A

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz. Agronegócio Internacional.

?Voz C

Os setores brasileiros de café e arroz intensificaram a mobilização para evitar que seus produtos sejam atingidos pela proposta dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional 25% sobre as importações do Brasil. Durante a audiência pública promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos, o STR, representantes das cadeias produtivas defenderam a inclusão dos dois produtos na lista de exceções, argumentando que a medida elevaria custos para consumidores e empresas norte-americanas, além de comprometer o comércio entre os dois países. Países. Gabriel Brum tem as informações direto da Rádio Nacional.

GGabriel

Setores de café e arroz brasileiros defenderam isenção no primeiro dia de audiência pública sobre tarifas dos Estados Unidos sobre produtos do Brasil. Os debates acontecem em Washington, capital norte-americana. Nessa segunda-feira, falaram representantes dos setores próximos ao agronegócio e alimentação. O diretor-geral do CCAFÉ, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, Marcos faz parte da delegação que participa das audiências e destacou que o perfil dos debates foi mais técnico e aprofundado.

MMarcos

O entendimento dos impactos para a indústria americana, o entendimento dos impactos na inflação, no consumidor norte-americano, isso permeou todos os debates, desde aqueles produtos que receberam críticas por concorrer aos produtos norte-americanos e principalmente aqueles que não têm suas concorrências, pelo contrário, tanto partes, tanto dos Estados Unidos quanto as brasileiras, defendendo a lógica das exportações sem tarifas.

GGabriel

O setor de café defendeu a isenção para cafés verdes e torrado moído, que representam 90% do que o Brasil exporta para os Estados Unidos, segundo Marcos. E o café solúvel também entrou na discussão.

MMarcos

Os Estados Unidos não tem uma indústria suficiente para os cafés solúveis e utiliza isso para outros processos industriais. Então foi muito um processo, uma discussão muito rica, muito importante. Mesmo aquelas cadeias que têm sim rivalidade com o Brasil, os oficiais também fizeram perguntas críticas. Então mostra que há um entendimento maior da importância da agregação de valor, da estabilidade de preço e dessa atuação junta dos setores privados do Brasil e dos Estados Unidos.

GGabriel

A diretora executiva da AB Arroz, Andressa Silva, disse que a audiência foi um espaço para esclarecer que o produto brasileiro atende a comunidade latina nos Estados Unidos e precisa ficar sem as tarifas.

ASAndressa Silva

Respondendo a pergunta que nos foi feita pelo comitê, o arroz produzido nos Estados Unidos não substitui naturalmente o arroz brasileiro, em função da preferência e do perfil dos consumidores atendidos. Então, diante das informações que nós apresentamos, a AB Arroz espera que o comitê realize uma avaliação cuidadosa no sentido de manter as exportações brasileiras de arroz sem a incidência de tarifa adicional.

GGabriel

O site do escritório do representante comercial dos Estados Unidos recebeu comentários públicos sobre esse processo. Grupos como Coca-Cola e Tesla defendem que os produtos que têm interesse não sejam taxados, por impactos na produção e nos preços. Já pecuaristas norte-americanos defendem a tarifa sobre a carne brasileira. O debate trata da investigação comercial que propõe uma taxação de 37,5% sobre produtos brasileiros. Ela é dividida em duas: uma de 25% por supostas práticas anticompetitivas, em que um dos alvos é o Pix, e a outra de 12,5% porque o Brasil supostamente não fiscalizaria a importação de produtos feitos com trabalho forçado.

A decisão final está marcada para sair no dia 15 de julho. Da Rádio Nacional em Brasília, Gabriel.

?Voz C

E a redação do Paracatu Rural pesquisou aqui sobre qual foi o representante do governo federal que participou dessa audiência pública. Infelizmente, nenhum representante do governo brasileiro foi a esta reunião importantíssima, não só para o agro brasileiro, mas para toda a economia do país.

?Voz D

O leite que seu filho toma, a cerveja que o boteco vende, a carne que tá no seu prato sai aqui do pasto. Vocês compram da gente, só quem vive entende.

?Voz C

É, rapaz, acabou, mas a gente volta amanhã, combinado? Ó, 7:45 da manhã aqui na Boa Vista FM. FM, depois do Brasil Sertanejo do nosso amigo José Fernandes, 96,5 MHz no seu rádio. Pela internet, Alexa, Rádios Net, vários outros aplicativos. Direção geral de Humberto Neiva, mesa de som Sandro Mundim, redação e edição Rafael Mendonça, apresentação Francisco de Oliveira, realização Agência Locutores Online. Bom dia, muito obrigado pela sua atenção. Obrigado, parceiros do Paracatu Rural. Deus te abençoe, tchau tchau!

?Voz B

Acorda de manhã para prozear no mundo do campo, as notícias escutar. Vem com a gente em toda a região com o seu programa Paracatu Rural. Tem notícias, informação e o mais importante, sua participação. Programa para Catu Rural, programa para Catu Rural.

FDFrancys de Oliveira

96,5.

?Voz D

Você sintoniza e fica.

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Paracatu Rural - 08-07-26 Completo - T12 Ep 33 - Boa Vista FM | Castnews Index — Castnews Index