Episódios de Paracatu Rural - Jornal do agronegócio

Paracatu Rural - 03-07-26 Completo - T12 Ep 29 - Boa Vista FM

03 de julho de 20261h
0:00 / 1:00:05

● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze!

● Soja em Alta: Por que Chicago reagiu e o queesperar?

● Milho: Por que a colheita lenta no Brasil podemexer com o preço?

● Sorgo: Brasil caminha para Safra Recorde de 8milhões de toneladas

● Feijão em Pausa: O que esperar dos preços após aqueda no campo?

● O Dilema do Produtor de Arroz: Falta de apoio ecustos elevados

● Setor arrozeiro condiciona acesso ao Plano Safraa dívida e juros menores

● Trigo em Alta: Por que o pão pode ficar maiscaro com a crise em Chicago?

● Olho na China: O futuro do preço do boi dependeda renovação de cotas?

● Chuvas atípicas e disparada no café; como seráem julho? - Joãozinho Grafista responde

Apresentação Francys de Oliveira

Participantes neste episódio12
F

Francys de Oliveira

Host
A

Ana Carolina Gomes

ConvidadoAnalista de agronegócio
D

Denis Dias Nunes

ConvidadoPresidente da Federa-Arroz
G

Gil Barabá

ConvidadoAnalista de mercado
J

João Santaella Neto

ConvidadoAgente autônomo de investimentos
J

Joãozinho Grafista

ConvidadoAgente autônomo de investimentos
J

Jonas Ferrarrezzo

ConvidadoAgrônomo
L

Lisandro Gemiak

ConvidadoMeteorologista
N

Nestor Tipa Júnior

Convidado
T

Tider

Convidado
T

Tomás Araújo

ConvidadoCorretor
V

Vlamir Brandalizze

ConvidadoAnalista de mercado
Assuntos8
  • Cotações de sojaChicago reagiu · Safra americana de soja · Exportações brasileiras · Vlamir Brandalize
  • Mercado de arrozFalta de apoio governamental · Custos elevados de produção · Plano Safra 2026/2027 · Federa-Arroz · Nestor Tipa Júnior
  • Impacto da chuva na colheita de caféVolume de chuva atípico em junho · Atraso na colheita de café arábica · Qualidade dos grãos afetada · Joãozinho Grafista · João Santaella Neto
  • Desenvolvimento do TrigoProblemas produtivos na Rússia · Redução drástica na área plantada no Brasil · Dependência do mercado externo · Vlamir Brandalize
  • Ciclo agrícola do milho safrinhaSafra americana de milho · Quebra na oferta na Europa · Colheita da safrinha brasileira · Vlamir Brandalize
  • Preço de mercado e ChinaRenovação de cotas de exportação · Recordes históricos de exportação de proteínas · Vlamir Brandalize
  • Safra Recorde SojaCalor extremo nos EUA · Alta tecnologia no Brasil · Vlamir Brandalize
  • Lei RouanetQueda nos preços no campo · Espera por demanda do varejo · Vlamir Brandalize
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?Voz A

26, sigla sigla, Boa Vista FM.

?Voz B

Acordo de manhã para prozear no mundo do campo, as notícias escutar. Vem com a gente em toda região com seu programa Paracatu Rural. Tem notícias, informação e o mais importante, sua participação. Programa Paracatu Rural, programa Paracatu Rural.

?Voz C

Aô, bom dia! Com a graça do nosso bom Deus, está começando o seu Jornal do Agronegócio Paracatu Rural. Bom dia, homem, mulher, criança e adolescente do campo e da cidade. Para quem tá trabalhando, descansando, passeando, viajando, bom dia! Bom dia também aos moradores das cidades vizinhas a Paracatu, Pra você que nos acompanha pela internet, tá tirando leite, cuidando dos animais, tá cuidando aí do seu quintal. Bom dia pra quem tá no carro, no trabalho, comerciante, servidor público, autônomo, profissional liberal, dona de casa e aposentado. Hoje é sexta-feira, 3 de julho de 2026. Bom dia! Fala, mundinho, bom dia!

?Voz A

Destaques do dia.

?Voz C

Hoje tem análise de mercado. Vlamir Brandalize fala da soja que está em alta. Por que Chicago reagiu? Milho: Por que a colheita lenta no Brasil pode mexer com preço? Sorgo: Brasil caminha para safra recorde. Feijão em pausa: O que esperar dos preços após a queda no campo? Dilema do produtor de arroz: falta de apoio e custos elevados. Setor arrozeiro condiciona acesso ao Plano Safra, dívida e juros menores. Trigo em alta: Olho na China, o futuro do preço do boi.

Depende da renovação de cotas? Chuvas atípicas e a disparada no café. Como será o mês de julho? Joãozinho Grafista responde. Tem também cotações e previsão do tempo.

?Voz A

Cotações.

?Voz C

Com fechamento ontem, 2 de julho, dólar R$5,20.08. Soja, saca de 60 kg, Porto Paranaguá, R$135,08. @doalgodao em São Paulo, R$136,99. Milho 60 kg em São Paulo, R$64,13. Tonelada do trigo no Paraná, R$1.364,29. Arroz em casca 50 kg no Rio Grande do Sul, R$60,31. Noroeste de Minas, feijão carioca 9/10, R$391,83. Carioca 8/8,5, R$357,86. Feijão preto tipo 1, R$207,40 na metade sul do Paraná. Açúcar 50 kg em São Paulo, R$92,23. Café tipo 6 São Paulo, 60 kg arábica, R$1.656,79.

Robusta, R$1.089,06. Suíno vivo quilo em Minas, R$5,89. Frango congelado quilo em São Paulo, R$7,20. Ovos granja vermelho extra, 30 dúzias, Seasa Belo Horizonte, R$180. Nelore 8 a 12 meses, Mato Grosso do Sul, R$3.391,88. Arroba do Boi Gordo em São Paulo, R$332,75. Valor base de referência do leite entregue em junho a ser pago em julho, de acordo com o Conselhete Minas, R$2,59,1.

?Voz A

Chuva ou céu aberto? Saiba como anda o clima.

?Voz E

Olá, Francis, e ouvintes do Paracatu Rural. Nesta sexta-feira seguimos aí ao longo, com o mesmo tempo dos últimos dias, não há grandes mudanças. Seguimos com atuação numa região de alta pressão atmosférica que inibe a formação de nuvens. Então a previsão para Paracatu, toda a região noroeste do estado, é de céu bem claro, né, algumas nuvens esparsas podendo ocorrer durante o dia, mais poucas nuvens, não há previsão de chuvas e uma grande amplitude térmica, né.

Então a previsão para Paracatu e toda a região é de céu claro, parcialmente nublado, temperaturas variando dos 15 aos 29 graus, né, uma grande amplitude térmica e umidade relativa do ar em aproximadamente 30% nas horas mais quentes do dia. Cabe redobrar os cuidados com a hidratação e com protetor solar para quem for fazer atividades ao ar livre. Não há muita perspectiva de mudança, então a tendência Prever que ao longo do final de semana a gente tem aí tempo estável, com temperaturas estáveis também, sem grandes mudanças.

Para o Paracatu Rural, Lisandro Gemiak, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia. Maiores informações sobre tempo e clima em portal.imet.gov.br.

?Voz A

Você está ouvindo Paracatu Rural, Jornal do Agronegócio, com Francis de Oliveira.

?Voz D

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O Indústria Agro, iniciativa do SEBRAE Minas e do SENAI, ajuda pequenos e médios empresas e os negócios a crescer com mais produtividade, tecnologia e competitividade. Com soluções em inovação, automação e eficiência produtiva, o programa apoia empresários que querem modernizar a produção, reduzir custos e aumentar resultados. Saiba mais pelo telefone 38 3679-8300. 3679-8300. A IRIGANOR trabalha para fortalecer quem produz. Defendemos o impacto positivo e sustentável da agricultura irrigada, essencial para a segurança alimentar, com responsabilidade, representatividade e compromisso com o desenvolvimento regional.

Atuamos na defesa dos interesses do produtor rural, promovendo diálogo, informação e segurança para o crescimento do setor. Irriganor. União, força e presença para o campo continuar avançando. Venha ser nosso associado. Informações: 389-9859-8776. Gente, eu vou falar agora com o Tider da MedicMais, que tem um recado importante para você que é empresário, gestor ou dono de empresa.

?Voz F

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?Voz D

E o que vocês oferecem, Tider?

?Voz F

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?Voz D

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?Voz G

Olha a banana, R$1,95 o quilo. Olha a maçã, maçã da Branca de Neve. Olha a laranja, minha gente, docinha como mel. Ô gente, olha as frutinhas, tá tudo fresquinho e vai acabar. É só hoje, gente. Ô Dona Maria, chega aqui na banca. Haja gogó para vender esse negócio!

?Voz A

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?Voz C

Mercado Agrícola O mercado internacional de commodities inicia o período sob o impacto da calmaria no Oriente Médio, que mantém o petróleo operando abaixo dos US$70 e pressiona o setor energético. Enquanto isso, o foco do agronegócio se volta para a safra americana de soja, que apresenta um desenvolvimento acelerado e condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos. No cenário nacional, Vlamir Brandalize, da Brandalize Consulting, comenta que o Brasil mantém um ritmo forte de exportações apesar dos gargalos logísticos pontuais, enfrentando o desafio de negociar um volume excedente de 53 milhões de toneladas que ainda restam nas mãos dos produtores.

?Voz H

Começamos o comentário de hoje com a situação do mercado internacional. Lá no Irã continua a calmaria e isso tá trazendo pressão sobre o petróleo. Petróleo abaixo de $60, abaixo de $70, trabalhando ele na faixa $67, 78. Calmaria no Ouro Negro. E agora temos aí a condição da safra americana, sabe, americana de soja já praticamente com todas as lavouras germinadas, né. Nesse final de semana vai estar 100% germinado. Florescimento nesse final de semana com 25%, a média é 20% por momento.

O estado de Illinois tá com 22% de lavouras em florescimento, a média em Illinois é 16%, tá adiantada a safra. E as lavouras já formando vagem estão em 8%, sendo que a média é 5% por período. E a safra americana tem 65% de boas, excelentes. Semana passada tinha 66%, o ano passado tinha 66%. Então a safra tá muito parecida, porque acima de 60% de boas e excelentes, a safra é considerada normal. Então ela tá evoluindo dentro da normalidade, a safra da soja.

E o mercado de olho agora no mercado brasileiro, né? Mercado brasileiro segue embarcando na exportação. Tivemos alguns momentos aí aí do Porto de Santos, que teve que parar aí a movimentação, parar o trânsito de navios em Santos aí nessa semana, justamente por causa de excesso de muito nevoeiro, né? Nevoeiro extremo ali acabou segurando movimentação de navios, mas não atrapalhou grande coisa, mas isso perde algumas horas de trabalho.

Com relação à situação da safra, estamos com um pouco mais de 70,5% da safra negociada. O ano passado era pouco mais de 71,5% e a média pouco mais de 72%. Nesse momento temos praticamente 53 milhões de toneladas de soja que o produtor tem na mão ainda para negociar, que não vendeu. O ano passado tinha 48,6 milhões de toneladas de soja. Nesse momento, então, temos aí quase 5 milhões de toneladas de soja a mais que o ano passado.

É muita soja disponível na mão do produtor. Estamos andando numa semana importante, uma semana de muitos negócios. Na semana provavelmente vai fechar com mais de 2 milhões de toneladas de soja negociadas. Isso de safra atual e também de safra nova. Então a safra nova também evoluindo, hoje tá com praticamente 22,5% da safra nova negociada. O ano passado tinha 26,5% e a média é 27,5%. Então tá com atraso a negociação da safra nova.

?Voz J

Produtor correu para fazer barter essa semana porque soja reagiu em Chicago, ela vem evoluindo, as cotações deu uma melhorada em função do quadro internacional efetivo, né? Grande parte puxada aí pela situação da Europa, principalmente aí do trigo puxou bastante. Problemas da safra do trigo da Europa em geral, da Rússia, o verão extremo, extremo calor ali na União Europeia, grandes perdas na safra da União Europeia, perdas da safra da Alemanha, perdas na safra da França, e automaticamente é indicativos que devem ter mais importações de grãos.

Isso trouxe uma virada no jogo no mercado de Chicago, ajudando todo mundo, né, com menos trigo no mercado global É mais farelo de soja, paração, que acaba ajudando o grão. Então o grão saiu lá pertinho de $11, o bucho até chegou a furar para baixo de $11 nos últimos dias. E agora tentando consolidar aí o $11,30 no julho de suporte, e o novembro tentando se agarrar nos $11,50. E as posições de 2027 com níveis acima de $11,50 lá em Chicago.

Então esse é o quadro do mercado lá de Chicago. E aqui no Brasil seguimos embarcando a todo vapor, né? A SESEC ainda não divulgou, não tem os números finais aí do mês de julho, de junho, aliás, mas as apostas são de que tenha embarcado mais de 15 milhões de toneladas. Então soja segue forte e produtor está numa semana de negócios. A semana passada também foi de bons negócios. A maioria dos negócios estão atrelados à corrida dos insumos.

?Voz C

O mercado global do milho opera em um cenário de dualidade técnica e climática. Enquanto nos Estados Unidos a safra evolui em ritmo acelerado, na Europa. E a quebra na oferta, ela está elevando a necessidade de importações e oferece suporte aos preços na Bolsa de Chicago. Já aqui no Brasil, o setor vive a expectativa da safrinha, que projeta uma colheita robusta de 110 milhões de toneladas, mas enfrenta um início de trabalhos lento no campo.

O Vlamir Brandalize explica que o excesso de umidade e as instabilidades climáticas no sul e no centro-oeste do Brasil devem deslocar o pico das exportações brasileiras para segunda quinzena do mês de julho.

?Voz J

E vamos de milho, mercado do milho também nos Estados Unidos vai evoluindo dentro da normalidade. O milho americano tá com nesse momento com 14% de florescimento, sendo que a média é do milho é 9, tá adiantado. Milho foi plantado rápido. Milho americano tem 67% da lavoura excelente. O ano passado ele tava um pouco melhor, tinha cerca de 70 e 2 e 3%, então ano passado era um pouco melhor o milho, mas todo milho acima de 60% de boa, excelente, também é uma safra boa ou normal.

Então segue evoluindo dentro da normalidade. E o milho também pegou carona, né, toda essa crise do milho ali da União Europeia. E agora o milho tentando segurar o suporte acima de 4,20, ele chegou até rondar os 4 dólares nos últimos dias e agora ele tá segurando aí acima de 4,20 de suporte no julho. E as posições de 2027, todas acima de 4,50. E o julho 27 tentando se agarrar já mais para cima dos 4,70, buscando os 4,80, e é objetivo aí do milho em função dessa menor oferta de safra e a maior necessidade de importação de milho ali pela União Europeia.

E aqui no Brasil os embarques de milho devem ganhar forças agora nas próximas semanas, com os primeiros embarques efetivos da safrinha brasileira. Safrinha tá com a colheita atrasada, lenta, lenta em todas as regiões, lenta no Mato Grosso, lenta no Paraná. Agora o Paraná viu o sol voltar, né, porque ficou uma semana e pouco aí praticamente com tempo com chuvas, nublado, alta umidade no grão. E agora nos próximos dias é provável que poderá ter aí a volta da colheita, mas há indicativos que voltem a entrar chuvas ainda nesses próximos dias e deve atrapalhar a vida do produtor para colher o milho.

Então a gente vai ver o milho em colheita efetiva da safrinha em ritmo forte, provavelmente depois da primeira dezena, lá pro dia 15 de julho em diante, nós vamos ver colheita a todo vapor a nível de Brasil. Por enquanto, colheita segue lenta do milho, mas a notícia é que é uma safra cheia, as condições foram boas, as geadas pegaram poucas lavouras do Paraná nas últimas semanas e segue agora com novos números perto de 110 milhões de toneladas dessa safrinha. Que está em colheita.

?Voz C

O mercado do sorgo apresenta cenários contrastantes entre os dois maiores produtores das Américas. Enquanto nos Estados Unidos o calor extremo no Kansas e no Texas derruba a qualidade das lavouras, aqui no Brasil o setor caminha para um ano histórico, impulsionado pelo uso de alta tecnologia e sementes de ponta, o produtor rural brasileiro inicia a colheita em Minas Gerais, Goiás e Bahia. O consultor Vlamir Brandalize destaca que a expectativa é de consolidar uma safra recorde, atingindo a marca de 8 milhões de toneladas.

?Voz J

Plantio do sorgo americano em 90% nesse momento, a média é 90%. Plantio no Kansas em 85%, a média 85%. O Texas já com 99% plantado, que é o segundo maior produtor. E a safra não vai muito bem, safra de Sorgo americano com 51% de boa excelente, o ano passado era 61%, ou seja, sorgo também sofrendo ali nos Estados Unidos. Sorgo tá naquele, naquela zona de alto calor ali que é na região do Kansas e do Texas, que tá extremamente quente.

Então situação não é boa para os produtores de sorgo dessa região dos Estados Unidos. Aqui no Brasil, sorgo também colheita já ali no estado de Goiás, Minas Gerais, colheitas também começando a aparecer, ganhar ritmo ali na Bahia. E vai indicando que vem uma grande safra, né? As lavouras são boas, produtores apostaram em boas tecnologias, boas sementes, e aparentemente vem uma safra cheia de sorgo, recorde de produção de sorgo no Brasil, indicativos de 7,5 a 8 milhões de toneladas é as projeções, saídos de provavelmente o número final da área foi de 2,2 milhões de hectares de sorgo.

?Voz B

Obrigado ao homem do campo, tem um mente, o café O pão, Deus abençoe os braços que fazem o suado cultivo do chão.

?Voz A

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira.

?Voz D

O Sindicato dos Produtores Rurais de Paracatu apoia quem faz a diferença na agricultura e pecuária, oferecendo soluções aos nossos associados. Serviços de emissão de notas fiscais, declaração de imposto de renda, RH, e cursos de capacitação em parceria com o sistema FAENG SENAR. Além disso, descontos exclusivos em estabelecimentos como Farmácia Minas Master, Clínica Odontológica RL, UNA Terras Gerais e Instituto ONE. Entre em contato: 3898822-2206.

Juntos fortalecemos o agronegócio da região. O futuro da O futuro da indústria e do agro já começou e ele passa pela inovação. O Indústria Agro, iniciativa do SEBRAE Minas e do SENAI, ajuda pequenos e médios negócios a crescer com mais produtividade, tecnologia e competitividade. Com soluções em inovação, automação e eficiência produtiva, o programa apoia empresários que querem modernizar a produção, reduzir custos e aumentar resultados.

Saiba mais pele telefone 38 3679-8300. 3679-8300. Amigo produtor, Agro Peças tem tudo para o campo e para o seu negócio. Na Agro Peças você encontra o maior estoque de peças para irrigação, tratores, plantadeiras e colheitadeiras. Oferecemos também equipamentos de segurança, máquinas elétricas e suprimentos completos para sua serralheria, borracharia e oficina. Na Agropeças, você produtor rural e empreendedor encontram qualidade, variedade e atendimento de confiança.

Seja no campo ou na cidade, a solução está na Agropeças. WhatsApp: 389-9987-6336. A irrigação possui papel fundamental nas produções de todo mundo, na medida em que garante a disponibilidade de água como item essencial para as necessidades e desenvolvimento de diferentes culturas. No Projeto UNDO Entre Ribeiros, a sustentabilidade é um de seus pilares principais. Os sistemas de irrigação favorecem a implantação de uma agricultura irrigada sustentável, com eficiência de uso de água, energia e outros insumos.

Conheça o Entre Ribeiros, modelo em irrigação sustentável e gestão compartilhada de bacia hidrográfica. AAPER, Associação de Apoio aos Produtores do Projeto Entre Ribeiros, 3671 3082.

?Voz L

Julho é o mês do cooperativismo, tempo de celebrar um modelo que gera desenvolvimento, cria oportunidades e transforma vidas. Onde existe cooperação, existe crescimento compartilhado, mais qualidade de vida e um futuro melhor para todos. A Cocari tem orgulho de fazer parte dessa história de união, trabalho e prosperidade.

?Voz M

A feira está chegando! De 21 a 24 de julho, o Parque de Exposições de Patos de Minas recebe a Feira de Negócios e Tecnologia do Cerrado Mineiro em sua 4ª edição. A FENAMINAS traz uma estrutura 100% indoor, mais conforto, cerca de 150 expositores e expectativa de mais de 30 mil visitantes. Serão 4 dias de inovação, networking, palestras, rodadas de negócios, exposição de máquinas, feirão de veículos e a tradicional queima do alho.

Com expectativa de movimentar R$1 bilhão em negócios, a FENAMINAS espera Feito por você.

?Voz A

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz. Crédito Rural.

?Voz C

O Plano Safra 2026/27 pode não chegar à parte dos produtores de arroz se não houver renegociação de dívidas e redução no custo de crédito. A Federa-Arroz defende o custeio abaixo de 10% ao ano e seguro rural próximo de R$4 bilhões. Mas para entidade o endividamento pode impedir novas contratações, mesmo que o volume anunciado fique aí na casa dos R$600 bilhões. Nestor Tipa Júnior tem mais informações direto da agência AgroEfective.

?Voz I

O Plano Safra 2026/2027 pode não alcançar parte dos produtores de arroz se não vier acompanhado de medidas para renegociação de dívidas e redução do custo de crédito. A avaliação é da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul, a Federa-Arroz, que aponta a necessidade de repactuação de dívidas agrícolas como essencial ao setor, assim como a subvenção ao custeio agrícola e o seguro rural também como fatores para definir o acesso ao financiamento da próxima safra.

O presidente da Federa-Arroz, Denis Dias Nunes, afirma que o alto endividamento do setor o valor pode impedir a contratação de novas linhas por produtores que dependem do custeio para seguir na atividade. O dirigente cita a PL 5122/2023 como uma iniciativa importante, desde que efetivamente chegue a tempo no produtor rural. O projeto autoriza a criação de uma linha especial de financiamento para produtores rurais afetados por eventos climáticos.

Para a Federa A proposta precisa avançar antes da operacionalização do Plano Safra, já que a existência de recursos não garante acesso para agricultores com restrições financeiras. A entidade também defende que a subvenção ao custeio agrícola da agricultura empresarial resulte em taxas de juros inferiores a 10% ao ano. Segundo o dirigente, o custo do dinheiro será determinante para capacidade de pagamento, e uma safra marcada por preços mais apertados preços para o arroz.

O presidente da Federa-Arroz avalia que os juros de dois dígitos podem comprometer a viabilidade econômica da atividade no próximo ciclo.

?Voz N

Também é importante que esta subvenção do custeio agrícola para agricultura empresarial seja abaixo de um dígito, porque senão também inviabiliza a cultura com os preços que nós estamos trabalhando, principalmente no arroz. E também vai depender de como que esse crédito o dinheiro vai ser distribuído pelos bancos.

?Voz I

A forma de liberação dos recursos é outro ponto acompanhado pela Federação. Dias Nunes lembra que o Plano Safra autoriza as instituições financeiras a operar o crédito, mas os bancos precisam buscar fontes como as Letras de Crédito do Agronegócio, LCA, poupança rural e outras linhas previstas para financiar os custeios. A liberação pelas instituições financeiras deve influenciar o acesso efetivo às anunciadas. A Federa-Rosa espera que o anúncio fique próximo ao pedido das confederações ligadas à agricultura, em torno de R$ 600 bilhões.

A entidade também aponta a necessidade de recomposição do seguro rural. Para Dias Nunes, o orçamento precisa se aproximar de R$ 4 bilhões depois de um ciclo anterior em que os recursos disponíveis ficaram abaixo da demanda das cadeias produtivas. Notícias da Agência Agroefectiv, Nestor Tipa Júnior.

?Voz A

Mercado Agrícola.

?Voz C

E por falar em arroz, o mercado brasileiro do arroz inicia o mês de julho em ritmo de espera, após perder o fôlego das altas registradas no início do mês de junho, com o setor varejista aguardando o impacto do recebimento dos salários na do consumo, o produtor rural enfrenta um cenário de incertezas e desânimo, especialmente no Rio Grande do Sul, onde já se projeta uma redução superior a 100 mil hectares de área plantada para a próxima safra.

Enquanto as exportações buscam dar fluidez ao estoque nacional, ultrapassando 1 milhão de toneladas no ano, Vlamir Brandalize comenta que o setor produtivo clama por maior apoio governamental via para garantir a sustentabilidade.

?Voz J

E vamos de arroz. Mercado de arroz também ainda patinando. Ele deu aquela arrancada no começo de junho, depois ele perdeu o fôlego no final do mês. Algumas praças que tinha melhorado 2, 3 reais recuaram 1, 2. Mercado acabou, chegou agora na virada do mês de junho, agora começo de julho, tá mais calmo, esperando demanda, esperando consumidor, esperando varejo. Mercado segue sem grandes novidades. O mercado aí segue com o arroz ali da fronteira oeste, o arroz comercial na faixa 58, 59, 60 com prazo, e não consegue avançar.

Produtor esperando que venha mais apoio do governo via PEPRO para dar condição de mais exportações. Exportação segue aí com um ritmo forte, né, de embarques. Provavelmente já tá perto de 1 milhão e 100 mil toneladas exportadas na base do arroz em casca de janeiro até agora, e esperando mais volume de exportação para dar fluidez no mercado internacional. No varejo, os mercados aí, agora as promoções da semana. É arroz promocional, os níveis mais baixos que tem nas praças aí, de R$12,98 o pacote de 5 kg.

A maioria das marcas é de R$13,98, R$14,98 a R$17,98 nas marcas comerciais. Marcas nobres de arroz estão girando na faixa de R$22,23 nas promoções, e as nobres de gôndola normal de R$28 a R$32. R$ 10.000 é o valor dos 5 kg de arroz na gôndola, esperando o consumidor que vem nesses próximos dias agora com o recebimento do salário do mês de junho, esperando demanda. Lembrando que o mês de julho normalmente é mês de férias, e aí a demanda do arroz efetivamente ela não cresce, ela é um pouco inferior a agosto, principalmente que é o mês de boa demanda.

Esse é o quadro, amigo arroz, que segue com indicativos aí do produtor desanimado, principalmente do Rio Grande do Sul. Na semana os comentários foi de que a área plantada cai 100 mil hectares, alguns fala que cai Mas situação nada favorável para o produtor no momento, e o produtor não consegue olhar para frente, né, que nós vamos ter uma safra menor, vamos ter aí uma condição de oferta menor, estoques de passagem provavelmente vão ser menores, e automaticamente com menor oferta da própria safra do Mercosul, mercado vai ficar mais firme no ano que vem.

Mas até o ano que vem o produtor não consegue enxergar. Então é isso que dá indicativos que vamos ter queda de área vai ver como teve a queda de ar do trigo agora, que já também já tá plantado no Brasil. O arroz deve seguir a mesma linha. Esse é o quadro do amigo Arroz aí, que mostra estabilidade também no Tocantins, estabilidade no Mato Grosso, estados centrais estáveis, e todo mundo esperando pela demanda efetiva no varejo.

?Voz C

E o mercado global do trigo atravessa um momento de forte pressão autista, com na Bolsa de Chicago, testando o patamar dos $6 por bushel. Esse movimento é impulsionado por graves problemas produtivos nas principais potências exportadoras. Enquanto nos Estados Unidos, a safra de inverno apresenta qualidade muito inferior ao do ano passado, na Rússia, o excesso de chuvas ameaça a colheita, provocando a germinação precoce dos grãos.

No Brasil, o cenário é de cautela, com uma redução drástica na área plantada, que pode ficar abaixo de 1,8 milhão de hectares. O consultor Vlamir Brandalize comenta que o país se prepara para uma dependência ainda maior do mercado externo, projetando a necessidade de importar cerca de 7 milhões de toneladas.

?Voz J

E o nosso amigo trigo, trigo também numa situação mais elevada, mais favorável de preços lá em Chicago. Mercado agora todo ele agarrado já nos $6 o bushel, praticamente batendo a porta dos $6, o próprio julho. E as posições mais longas aí acima de $6,50 lá no meio de 2027 em diante. Então os trigo também pegando carona na situação. Problemas na safra do trigo dos Estados Unidos, né? O trigo americano não vem bem.

?Voz H

A safra de trigo em colheita, o trigo de inverno com 48, 50% colhido, a média histórica é menos de 40%.

?Voz J

O trigo morreu mais cedo e a qualidade das lavouras do trigo de inverno, que é uma safra importante americana, com 26% de lavoura boa excelente. O ano passado era 48%. Então, safra de trigo não está bem ali nos Estados Unidos. E a safra de trigo também não vem bem agora lá, lá na Rússia. Além de que ele teve problemas de germinação, atraso, inverno longo, agora muitas regiões da Rússia estão com excesso de chuvas em cima das lavouras de trigo prontas.

E aí perde trigo porque começa a brotar o trigo no, na espiga. Então situação também não é boa lá dos produtores russos lá do Leste Europeu. Com relação ao mercado brasileiro, trigo segue na calmaria. O mercado gaúcho na faixa de R$1.310, R$1.320 a tonelada. Mercado paranaense vai de R$1.350 a R$1.380 sem alterações importantes. Mercado de produtor Balcão variando de R$69 a R$71 a saca, também sem grandes novidades. Então esse é o mercado do nosso amigo trigo, que no Brasil a safra foi plantada com queda muito grande.

Os apontamentos chegam que não deve ter chegado a 2 milhões de hectares frente a 2 milhões e meio plantados no ano passado. Tem alguns ligados ao setor apontando que talvez não tenha chegado nem a 1 milhão e 800 mil hectares nesse ano frente aos 2 milhões e meio de hectares plantados na safra passada. É, o Brasil vai ter que importar umas 7 milhões estourar de trigo no ano que vem e vai pegar um trigo mais caro no mercado internacional.

?Voz C

Pois é, e aí o pãozinho, macarrão, tudo vai ficar mais caro. Que que é isso, né? Pois é, vamos falar de feijão. O mercado brasileiro desse grão abre o mês de julho sob o signo da calmaria, com produtores e compradores aguardando uma reação na demanda do varejo para reposição de estoques, enquanto Enquanto feijão carioca nobre estabiliza suas cotações na casa dos R$400, distante dos picos de R$500 registrados anteriormente, feijão preto enfrenta um cenário de pressão, operando cerca de R$100 abaixo dos seus melhores momentos.

No campo, a colheita entra na reta final no Paraná, superando instabilidades climáticas recentes. O consultor Vlamir Brandalize ressalta, no entanto, que o ritmo de negócios permanece a espera de novos direcionamentos do consumo doméstico.

?Voz J

E o amigo do arroz, o feijão, feijão, ele tá trabalhando um final, um começo de meio de julho na calmaria, né? O feijão nobre não tá aparecendo ofertas, segue na calmaria. Feijão nobre vai dos R$380 a saca, a faixa de R$410, R$420. Lembrando que ele chegou a bater R$500, senão o nobre, 9 acima, né? Mas agora ele na média aí perto de R$400. O feijão Carioca Comercial na linha 8, 8,5, ele também tá na calmaria, né, uma semana de calmaria esperando demanda de varejo para as reposições.

Provavelmente reposição na semana que vem em diante. Feijão Carioca Comercial na linha 8, 8,5 indicado aí com níveis aí de R$310 a R$360, R$320, R$330 média dos comentários, com poucos negócios também esse momento. Feijão preto, feijão preto já indicando aí que a maioria das lavouras estariam colhidas. Nesses últimos dias tivemos chuvas, algumas lavouras secaram no campo aí no Paraná e teve perdas, né? Mas no geral, agora terminando as colheitas, mais uma semana, duas no máximo, termina as colheitas de feijão.

Com relação a feijão preto, segue na faixa aí dos R$190 os níveis menores de feijão preto, a R$210, R$215 no máximo, também sem grande reação, né? Feijão preto chegou a negociar R$300 e agora tá praticamente R$100 abaixo. Esse é o quadro do amigo Feijão, Feijão Preto na Calmaria, né, também com esperando demanda.

?Voz G

O leite que seu filho toma, a cerveja que o boteco vende, a carne que tá no seu prato sai aqui do pasto, cês compra da gente, só quem vive entende.

?Voz A

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio. Negócio com Francis de Oliveira.

?Voz D

Falta energia na fazenda e tá difícil aumentar a produção? A Genvolt Geradores e Serviços, agora em Paracatu, tem a solução. Somos especialistas em energia para agronegócio, com locação, venda e assistência técnica em geradores diesel de qualquer marca. Temos também soluções com energia solar e integração com a rede da SEMIG. Somos usados da EFE em Minas com suporte técnico de ponta. Genvolt, energia que move o campo. Fale com a gente: 319-9720-9331.

O futuro da indústria e do agro já começou e ele passa pela inovação. O Indústria Agro, iniciativa do SEBRAE Minas e do SENAI, ajuda pequenos e médios negócios a crescer com mais produtividade, tecnologia e competitividade. Qualidade. Com soluções em inovação, automação e eficiência produtiva, o programa apoia empresários que querem modernizar a produção, reduzir custos e aumentar resultados. Saiba mais pelo telefone 38 3679-8300. 3679-8300.

A Irriganor trabalha para fortalecer quem produz. Defendemos o impacto positivo e sustentável da agricultura irrigada, essencial para segurança alimentar, Responsabilidade, representatividade e compromisso com o desenvolvimento regional. Atuamos na defesa dos interesses do produtor rural, promovendo diálogo, informação e segurança para o crescimento do setor. IRIGANOR, união, força e presença para o campo continuar avançando. Venha ser nosso associado. Informações: 389-9859-8776.

?Voz L

Começa agora o Minuto Cocari. 4 de julho é o Dia Internacional do Cooperativismo, com o tema Cooperativas por um Mundo Pacífico. A data reforça o papel das cooperativas na promoção da inclusão, do desenvolvimento e da união entre as pessoas. A Cocari celebra esse compromisso fortalecendo comunidades por meio da cooperação. Saiba mais em cocari.com.br. Www.sicobi.com.br/informativococari.

?Voz O

O Sicobi é muito mais do que um banco. Para mim, é o local de confiança e de parcerias que fazem a diferença no meu dia a dia. Aqui eu encontro as melhores soluções financeiras, sempre com aquele atendimento humanizado que faz toda a diferença. Tudo fica ainda mais fácil com o aplicativo Sicobi no celular. Resolvo tudo rapidinho, sem complicações. Se cobre, Credicopa. Mais que um banco, a nossa cooperativa de crédito.

?Voz A

Para Catu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz. Análise de mercado do café com Joãozinho Grafista.

?Voz C

O mercado do café vive dias de extrema volatilidade, registrando uma valorização surpreendente de quase 15% no fechamento do mês de junho. Este movimento de alta que levou o café padrão bolsa ao patamar de R$1.900 no Cerrado Mineiro foi impulsionado por um fator climático momento crítico. Chuvas inesperadas que atingiram o grão em pleno terreiro. Agora o setor entra nesse mês de julho testando resistências importantes, monitorando se os preços sustentam o rally ou se haverá uma realização de lucros, conforme detalha o agente autônomo de investimentos João Santaella Neto. Olá, Francis!

JGJoãozinho Grafista

Olá, ouvintes, internautas! Aqui quem fala é João Santaella Neto, conhecido 26 anos como Joãozinho Grafista. E bora lá falar do nosso mercado do café. E como já dizia Luciano Huck, loucura, loucura, loucura.

?Voz J

Por quê?

JGJoãozinho Grafista

Porque tivemos desde final de dezembro, desde dezembro, mercado realizando lucro. Lógico que teve um pequeno repique no mês de março, depois abril, maio, queda forte. E surpreendentemente, nesse mês de julho, nesse mês de junho que passou, uma alta expressiva aí de 14,59%. Contrato mais líquido, setembro, fez a mínima de 238,85 5, fechou o mês com uma máxima de 302,75 e começou o mês de julho nesta semana agora que passou, primeiros dias aí de julho, com uma forte, forte, forte alta que faz, e na minha opinião exagerada, tá?

Apesar que a gente vem acompanhando aí os fundamentos, tivemos chuvas ao longo do mês de junho, Essas chuvas fez com que pegou os produtores, digamos assim, surpresa, porque o café estava sendo colhido, café estava no terreirão, no terreirão café foi molhado. Também com as chuvas, queda de cafés no chão, ou seja, problema de bebida, problema de qualidade. E aí o que o fundo de investimento tem que fazer? Sair comprando até a sogra, como eu brinco aí nas redes sociais.

E não deu outra, mercado tinha uma resistência, fazia tempo que não rompia. Lógico, agora virou suporte, e era na casa dos 280 até ameaçou semana passada ficar acima. Por exemplo, na quarta-feira, dia 24 de junho, a máxima foi de 284, mas aí naquele dia fechou bem abaixo. E aí começamos a semana na mínima de 279 no dia 29. E aí dia 30 de junho, como comentei, a máxima do mês, 302,75, no mês de junho, com uma alta de 1.865 pontos, ou quase 7% de alta.

Fazia muito tempo não vi uma alta tão expressiva. Na terça-feira, na quarta-feira. Bom, agora vai realizar, porque, né, quando sempre sobe, tinha um topo de um canal de alta ali, nem deu bola, continuou subindo mais um pouco. Começamos o mês de julho com mais 1345 pontos de alta, com 4,5%, testando a máxima de 316,40. Eu tenho uma resistência aqui de Fibonacci na casa dos 315. A gente chama de 61,8% de Fibonacci na teoria. Lógico, se o preço não consegue permanecer acima, teoria é de uma realização, que é o que acabou acontecendo na quinta-feira, véspera de feriado de 4 de julho.

O feriado seria no sábado, dia 4 foi antecipado para nesta sexta-feira. Dia 3. Então hoje o mercado vai ficar igual a nossa presidente Dilma Rousseff, não subiu porque também não caiu, também não caiu porque não subiu. Mas enfim, é uma queda até normal para uma realização de lucros, e como geralmente ocorre nas sextas-feiras, mas acabou realizando bem. O mercado caiu 2% e fechando a 301,20. Tem uma média móvel aí de 200 dias exatamente nos 300 para pode ser perdida.

Vamos ver se isso vai acontecer no início da semana que vem. Também no Fibonacci, abaixo dos 315 tem o suporte nos 295. E esse sim, esse perder, na minha opinião, nós vamos retornar para 255, 265, 265, 260. Ou seja, aí devolveria praticamente o que subiu aí nos últimos dias, tá bom? Então esse é o meu Lógico, se romper os 315, próximo alvo do Fibonacci só na casa dos 340. Só que a queda de quinta-feira, dia 2 de julho, confirma, na minha opinião de 26 anos de mercado, finalmente uma indicação de mercado saindo de sobrevenda para venda.

Então não acredito que vá buscar os 340. Então, na minha opinião, tá mais para voltar para os R$2,95, R$2,80, R$2,60, R$2,50. Lógico, se buscar esse suporte físico, cair aí praticamente R$200. E no caso do físico que eu tô dizendo, tivemos então com essa alta dos últimos dias, mercado recuperou bem. Preço de Arábica, Cerrado Mineiro, bebida peneira dura 20 ticata, R$1.760. Café finíssimo, R$1.800. Famosa peneira 17/18, padrão bolsa, R$1.900.

Então olha o que que o mercado subiu, né? E pensar que nós começamos o mês com esse café de duro, né, café 20 ticata. Começamos o mês dia Para ter uma ideia, né, dia 10 de junho esse mesmo café estava R$1.500, R$1.400, um café mais fraco. Então quer dizer, a gente viu o mercado saindo aí de começando o mês a R$1.500 e terminando o mês próximo de R$1.800.

?Voz C

O mercado do café arábica busca um ponto de equilíbrio após um mês de junho marcado por chuvas atípicas que atingiram volumes de até 55 mm nas principais regiões produtoras. Esse cenário climático provocou um atraso significativo na colheita e gerou incertezas sobre a qualidade dos grãos que ficaram no terreiro. Enquanto consultorias como Safras e Mercado e entidades como FAENG divergem sobre o ritmo atual dos trabalhos, o produtor adota uma postura ainda reticente, retirando ofertas do seu mercado físico.

No entanto, com a previsão do tempo seco e temperaturas elevadas até meados de julho, a aceleração das máquinas no campo contrasta com a recente disparada dos preços em Nova York. Joãozinho Grafista analisa esses fatores a partir de agora.

JGJoãozinho Grafista

E como tem no áudio da semana passada, média de chuva dos últimos 25 anos no Brasil tinha tido de 25%. Só no mês deste mês de junho de 2026 tivemos uma média de 55, 30 a 55 mm nas regiões cafeeiras. Então foi um volume de chuva atípico e acabou influenciando então o mercado cafeeiro, principalmente os produtores do grão arábica. De acordo com analista de agronegócio do sistema FAE-SENAR, da Ana Carolina Gomes. As precipitações então provocaram principalmente um atraso na colheita.

No ano passado, nessa mesma época, pelo menos 50% da produção já havia sido colhida, e neste ano está uma média de 30%. Até a consultoria Safras e Mercado nesta quinta-feira, dia 2 de Julia andou também comentando sobre isso, que a colheita acelerou no Brasil, acelera no Brasil. Já ela discorda um pouco, já deu uma acelerada agora nesses dias, né, durante essa semana que passou, avançou de forma consistente depois que passou essas chuvas, e principalmente no final de semana passado.

Então por isso que eu acho que a alta de terça-feira, a alta de quarta-feira foi exagerada, porque a colheita está andando, clima mais seco, elevando as temperaturas. Eu, por exemplo, faz 3 dias que tô com ar-condicionado ligado durante a tarde aqui em Patrocínio, céu azul. E aí, segundo o analista de mercado da Safra de Mercados, Gil Barabá, esse ritmo mais acelerado ainda não se refletiu na disponibilidade física devido o tempo necessário para secagem do beneficiamento do café.

Lógico, por causa das chuvas. Levantamento semanal das safras e mercado indica que até o dia 1º de julho, ou seja, ontem, na quarta-feira, 52% da safra 26/27 já havia sido colhida. O número representa um avanço de 8 pontos percentuais em relação à semana anterior, com destaque para evolução dos alhos no Arábica. Apesar do bom desempenho, a colheita continua atrasada em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a Safis Mercado, até números um pouco diferente aí da FAENG, mas no ano passado a Safis Mercado estava indicando em 60% o mesmo período.

Delay aí de 10%. Já a colheita do café canephro, Conilon Robusta, já tá no ritmo mais compassado. No geral, a colheita já avançou 72% da produção, mas também tá atrasada em relação ao período do ano passado, estava em 77%. Mas se você pegar a média dos últimos 5 anos, tá, tá na média a colheita do Conilon. Então a colheita do arábica ganhou um ritmo maior, beneficiado pelo tempo mais seco, principalmente a partir do fim de semana.

Passou, as condições permitiram maior utilização de máquinas nas lavouras e também facilitaram o avanço da colheita manual, tá? Então, por isso eu repito, na minha, minha opinião, a alta do mercado foi exagerada. Mercado não precisava ter subido o que subiu, né? Tudo bem, vai acionando na análise gráfica aqui que a gente fala, que vai acionando stop. Então o Fundo de Investimentos, ele falou: bom, a partir daqui, se acima daqui eu vou comprar o que tiver na minha frente.

Foi quem fez, comprou nos 280, comprou nos 295, nos 300, levou o mercado para 315, 16, né, que não era testado desde fevereiro desse ano, quando o mercado deu aquela queda queda forte, saindo de 330 para 270 no mês de fevereiro. A máxima ali no mês de fevereiro foi na casa dos 335. Então, teoricamente, também é uma resistência forte. Bom, para complementar também ainda sobre a alta dos últimos dias, né, várias fontes do setor confirmaram que as ofertas de café de alta qualidade do mercado interno Brazil foram retiradas, com os produtores optando por reter a oferta, disse o corretor da Stonex, Tomás Araújo.

Os produtores já não estavam vendendo muito mesmo antes das chuvas e agora estão ainda mais reticentes, disse Jonas Ferrarrezzo, agrônomo especializado em café e assessorias de fazendas no Brasil. Ele disse que grande parte do café caiu no chão após as chuvas. Produtores terão que decidir como lidar com isso nos próximos dias, quando o tempo seco deve retornar na maioria das regiões, tá? E por falar em tempo seco, por falar em tempo seco, de acordo com o boletim atualizado da Climatempo, no início dessa semana que começará a partir do dia 6 de julho, uma nova frente fria vai avançar pelo sul do Brasil, mas Mas mais uma vez, deve concentrar chuvas mais persistentes e volumosas sobre o interior da região.

Alguns eventos pontuais de chuva podem se espalhar pelo interior de São Paulo, mas na maior parte das áreas produtoras de café, a primeira quinzena de julho será marcada pelo predomínio do tempo seco e temperaturas mais elevadas. Então, ou seja, até o dia 15 de julho, nada, nada de chuvas, tá? E temperaturas normais. Aí é lógico, tem, pode cair ao longo das madrugadas, mas pelo que eu vi, em torno de 10 graus no máximo aí, tá?

Não sei que a frente fria mude aí de, muda a força, tá bom? Vai café, vai café no chão, vai café chuvado, vai tempo seco, vai colheita acima de 50%, vai café Vai, comode-se, vai, Brasil!

?Voz B

Obrigado ao homem do campo, o estudante e o professor, a quem fecunda o solo cansado, recuperando o antigo valor.

?Voz A

Você está ouvindo Paracatu Rural, Jornal do Agronegócio, com Francis de Oliveira.

?Voz D

No noroeste mineiro, muita gente já sabe: para colher bons resultados não basta só trabalho duro, é preciso também contar com as parcerias certas. E quando o assunto é parceria, a Progresso Sementes está junto com você em Minas Gerais, oferecendo atendimento personalizado e uma linha completa de cultivares NeoGen e Dom Mário que garantem altas produtividades no campo. Quer saber mais? Acesse o Instagram @progresso.sementes ou fale com um de nossos representantes comerciais.

Progresso Sementes: semear, cultivar, progredir. A Filtro Óleo quer sempre o sucesso do produtor rural, por isso lembra que suas máquinas e implementos agrícolas, caminhões, picapes, precisam estar constantemente em perfeitas condições de uso na hora que você mais precisa. Filtros e materiais para higienização e lubrificação lubrificantes para todas as máquinas e implementos agrícolas e veículos de transporte de cargas e passageiros.

Conte também com a equipe capacitada da Filtro Óleo para realizar este serviço. O jovem empresário Ricardo e sua equipe aguardam você, produtor rural. Filtro Óleo, WhatsApp 999303311. 999303311. Quando você, produtor rural, precisar transportar sua produção, conte com a equipe da Cooper Transnor, uma cooperativa de transporte com seguro de carga, documento de transporte, CTE, conforme a legislação exige. Transporte de cargas com qualidade e segurança, visando a satisfação de todos os clientes.

Na Cooper Transnor você encontra caminhões caçamba, bitrem, bicaçamba, rodocaçamba e rodotrem, com capacidade diária para carregar até 4.000 toneladas. Fale com a Cooper Transnor, 389975602 3204. Instagram: @copetransnorte. Atenção, ouvinte do Paracatu Rural, a Madeireira Andrade tem nova promoção para você. Tábua de pinus 3x30 somente R$38. Isso mesmo, tábua de pinus 3x30 somente R$38. E ainda chuveiros Lorenzetti com 40% de desconto.

Madeireira Andrade, atrás da antiga prefeitura. Madeireira Andrade, desde 1978, atendendo você com carinho.

?Voz Q

Talvez você nunca tenha ordenhado uma vaca, mas já tomou leite no café da manhã? Já saboreou um queijo feito na sua região? Já conheceu alguém que vive do campo? Por trás de cada litro de leite existem famílias, sonhos, empregos e cidades inteiras que prosperam. Dia Municipal do Leite. 27 de junho. Valorizar o leite é valorizar quem produz. Uma iniciativa FECOAGRO Leite Minas.

?Voz K

A contagem regressiva começou. Vem aí a Fena Minas 2026, a maior vitrine de negócios e tecnologia do Cerrado Mineiro. Para aproveitar, baixe o aplicativo oficial da Fena Minas. É fácil, entre no Google Play ou na App Store, procure por Fena Minas e faça o download. Com ele você acessa a programação completa, Consulta os catálogos de expositores e encontra tudo com facilidade pelo mapa interativo do evento. Fê na Minas, de 21 a 24 de julho, de 12 às 20 horas, no Parque de Exposições de Patos de Minas. Fê na Minas 2026, feira de negócios e tecnologia do Cerrado Mineiro.

?Voz A

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz. Mercado Pecuário.

?Voz C

O setor de proteínas animais do Brasil encerra o primeiro semestre com números que apontam para recordes históricos de exportação em todos os segmentos. Enquanto o mercado físico do boi gordo em São Paulo mantém uma postura de cautela, operando na casa dos R$335, à espera de definições sobre as cotas chinesas, os dados preliminares da SESEC indicam um desempenho sem precedentes. As projeções apontam para embarques recordes de carne bovina, suína e de frango, com esta última protegendo, ou melhor, podendo atingir 430 mil toneladas apenas em junho.

Isso mesmo, frango, 430 mil toneladas num mês. Vlamir Brandalisi destaca que os dados consolidam a posição do Brasil como fornecedor estratégico tráfico global em um ano de movimentação logística intensa.

?Voz J

E o mercado da carne, mercado da carne, olha o boi aí na Calmaria, no Mercado Paulista na base 335, na Calmaria também esperando definições, né? Como é que vão ser as definições agora no mês de julho em diante com relação à cota de exportação da China? Será que vai renovar, vai aumentar? É que vem pela frente, porque os números dos embarques, provavelmente que a SESEC vai divulgar vão apresentar aí perto de 250 mil toneladas embarcadas em junho.

É recorde histórico no acumulado e provavelmente recorde histórico no junho também. E mercado mais calmo aí nesse momento, frigoríficos esperando para se posicionar também para ver essa questão da exportação. Grande cliente, grande comprador é a China, né? Mercado do frango, mercado do frango também esperando os números finais com relação às exportações, mas as apostas são que o mês de junho tenha sido um mês aí que tenha recorde histórico de embarque para junho.

Junho. Todo mundo apostando de 420, 430 mil toneladas no mês de junho. Vamos ver os fechamentos finais. O acumulado também é um acumulado recorde, perto de entre 2 milhões e 670, 2 milhões e 700 mil toneladas, a indicação do acumulado de janeiro até junho. Ainda não tem os dados confirmados da SESEC, mas é recorde histórico no acumulado. E a mesma coisa é com suíno, né? Suíno também carregando o recorde embarcado no acumulado, apostando aí que já anda ali pertinho de 680 mil toneladas embarcadas de janeiro até junho, frente a caso das 620 mil toneladas que tinha embarcado no ano passado, mesmo período.

Segue de olho nas exportações de suíno também crescendo, provavelmente com uns bons números aí que deve fechar aí quando a SESEC divulgar.

?Voz C

Acabou, mas a gente volta de manhã aqui na Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz. Também pela internet aí você pode ouvir a Boa Vista no Rádios Net, Alexa e vários outros aplicativos. 7:45 da manhã, amanhã, depois do Brasil Sertanejo do José Fernandes, tô de volta. Direção geral de Humberto Neiva, mesa de som Sandro Mundim, redação e edição Rafael Mendonça, apresentação Francisco de Oliveira, realização Agência Locutores Online. Bom dia, Obrigado pela sua atenção, obrigado parceiros do Paracatu Rural. Deus te abençoe, tchau tchau!

?Voz B

Informação e o mais importante, sua participação. Programa Paracatu Rural, programa Paracatu Rural.

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