Episódios de Paracatu Rural - Jornal do agronegócio

Paracatu Rural - 29-06-26 Completo - T12 Ep 25 - Boa Vista FM

30 de junho de 20261h1min
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● Por que o preço do café disparou mesmo com safracheia? - Haroldo Bonfá responde

● Mercado do Feijão: Safra do Araguaia começa compreços 60% maiores que 2025 - acompanhe o comentário de Marcelo Lüders

● Safrinha de Milho: Clima seco acelera colheita,mas falta de chuva preocupa em áreas de MG e GO - Joãozinho Grafista traz osdetalhes

● Algodão Brasileiro: Brasil fornece mais dametade das importações chinesas em 2026 - acompanhe com Lício Pena

Apresentação Francys de Oliveira

Participantes neste episódio6
F

Francys de Oliveira

Host
A

Anete Fernandes

ConvidadoInstituto Nacional de Meteorologia
H

Haroldo Bonfá

ConvidadoEconomista
J

Joãozinho Grafista

ConvidadoAgente autônomo de investimentos
L

Lício Pena

ConvidadoDiretor executivo da Associação Mineira dos Produtores de Algodão
M

Marcelo Lüders

ConvidadoPresidente do Instituto Brasileiro do Feijão
Assuntos8
  • Espumante Moscatel brasileiroFornecimento para importações chinesas · Lício Pena · Pressão macroeconômica e força do dólar · Demanda aquecida da China · Riscos climáticos na Índia · Competitividade do algodão brasileiro · Colheita da safra 25/26 · Cotações em Minas Gerais
  • Razões para queda no consumo de feijãoSafra irrigada do Vale do Araguaia · Marcelo Lüders · Preços e qualidade do feijão extra · Redução de impostos em Goiás · Disparidade na área plantada · Venda imediata vs. armazenamento · Consumo e migração para feijão preto · Exportações para Venezuela
  • Preços do caféSafra cheia · Haroldo Bonfá · Cotações em Nova York e Londres · Colheita de Arábica e Conilon · Impacto do feriado americano · Previsão da taxa de dólar
  • Classificador de MilhoClima seco e aceleração da colheita · Preocupação com falta de chuva · Joãozinho Grafista · Recuo nas cotações · Relatório de área plantada dos EUA · Condições climáticas favoráveis · Bolsa de Chicago
  • Previsão do TempoAnete Fernandes · Instituto Nacional de Meteorologia · Temperaturas no noroeste e Paracatu · Redução da nebulosidade
  • Setor AgropecuárioIRIGANOR · Segurança alimentar e desenvolvimento regional · Pivôs Lindsay · Pivot em Paracatu · Projeto Mundo Entre Ribeiros · Sustentabilidade e gestão de bacia hidrográfica
  • Inovação na AgriculturaIniciativa SEBRAE Minas e SENAI · Apoio a pequenos e médios negócios · Produtividade, tecnologia e competitividade
  • Queda nas vendas de máquinas agrícolasFiltro Óleo · Condições de uso e serviços · Cocari · Manutenção preventiva de máquinas
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?Voz A

Paracatu Rural.

?Voz B

Aô, bom dia! Com a graça do nosso bom Deus, está começando o seu Jornal do Agronegócio Paracatu Rural pela Boa Vista FM. Bom dia, homem, mulher, criança e adolescente do campo e da cidade. Para quem tá trabalhando, descansando, passeando, viajando, bom dia! Bom dia também aos moradores das cidades vizinhas a Paracatu. Para você que nos acompanha pela internet, para quem tá tirando leite, cuidando dos animais, tá na máquina agrícola, na estrada, na rodovia, em casa, no carro, no trabalho, comerciante, servidor público, autônomo, profissional liberal, dona de casa e aposentado. Hoje é segunda-feira, 29 de junho de 2026, Dia do Pescador.

?Voz C

Bom dia!

FDFrancys de Oliveira

Destaques do dia.

?Voz C

Por que o preço do café disparou mesmo com a safra cheia?

?Voz B

Haroldo Bonfá responde. Mercado do Feijão: safra do Araguaia começa com preços 60% maiores que em 2025. Comentário de Marcelo Líderes. Safrinha de milho: clima seco acelera a colheita, mas falta de chuva preocupa em áreas de Minas e Goiás. Joãozinho Grafista traz os detalhes. E o algodão brasileiro? Brasil fornece mais da metade das importações chinesas neste ano. Acompanhe com Lício Pena. Cotações agropecuárias e previsão do tempo também tem.

FDFrancys de Oliveira

Cotações.

?Voz B

Vamos conferir as cotações agropecuárias com fechamento na sexta-feira, dia 26. Dólar: R$5,16,9. Soja, saca de 60 kg, no Porto Paranaguá: 133,87. Arroba do algodão em São Paulo, 134,79. Milho, 60 kg em São Paulo, 63,45. Tonelada do trigo no Paraná, 1.366,65. Arroz em casca, 50 kg no Rio Grande do Sul, 59,91. Feijão noroeste de Minas: Carioca, 9,10, 391,54. Carioca, 8,8,354,50. Na metade sul do Paraná, feijão preto tipo 1, R$207,15.

Açúcar 50 kg em São Paulo, R$92,31. Café tipo 6, São Paulo, 60 kg, arábica, R$1.517,04. Robusta, R$1.049,14. Suíno vivo quilo em Minas, R$5,87. Frango congelado quilo em São Paulo, R$7,29. Ovos granja vermelho extra, 30 dúzias, Ceasa Belo Horizonte, R$180. Nelore 8 a 12 meses, Mato Grosso do Sul, R$3.390,78. @doboigordo em São Paulo, 33865. E o valor base de referência do leite entregue em junho a ser pago em julho, de acordo com o Conselhete Minas, R$2,59,1.

Do início da terra até o fim do mundo, o agro tá em tudo, o adubo da vaca nós Chuva ou céu aberto?

FDFrancys de Oliveira

Saiba como anda o clima.

?Voz E

Olá, Francis, ouvintes e espectadores do Paracatu Rural. Anete Fernandes, do Instituto Nacional de Meteorologia, trazendo a previsão do tempo para esta segunda-feira, dia 29 de junho de 2026. Segunda-feira começa com sol entre muitas nuvens, mas a tendência é de redução da nebulosidade no decorrer do dia. Portanto, será um dia de céu parcialmente nublado a claro, com temperaturas variando no noroeste entre 12 e 31 graus e em Paracatu entre 17 e 27 graus.

A abertura, né, a redução da nebulosidade, a diminuição da nebulosidade ao amanhecer, favorece aí para um ligeiro declínio nas temperaturas mínimas, voltando, né, aquele friozinho logo ao amanhecer. Mais informações sobre a previsão do tempo no site do IMET, portal.imet.gov.br.

FDFrancys de Oliveira

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz.

?Voz C

No noroeste mineiro, muita gente já sabe: para colher bons resultados, não basta só trabalho duro, é preciso também contar com as parcerias certas. E quando o assunto é parceria, a Progresso Sementes está junto com você em Minas Gerais, oferecendo atendimento personalizado e uma linha completa de cultivares NeoGen e Dom Mário que garantem altas produtividades no campo. Quer saber mais? Acesse o Instagram @progresso.sementes ou fale com um de nossos representantes comerciais. Progresso Sementes.

?Voz F

Semear.

?Voz C

Cultivar. Progredir. O futuro da indústria e do agro já começou e ele passa pela inovação. O Indústria Agro, iniciativa do SEBRAE Minas e do SENAI, ajuda pequenos e médios negócios a crescer com mais produtividade, tecnologia e competitividade. Com soluções em inovação, automação e eficiência produtiva, o programa apoia empresários empresários que querem modernizar a produção, reduzir custos e aumentar resultados. Saiba mais pelo telefone 38 3679-8300. 3679-8300.

A IRIGANOR trabalha para fortalecer quem produz. Defendemos o impacto positivo e sustentável da agricultura irrigada, essencial para segurança alimentar, com responsabilidade, representatividade e compromisso com o desenvolvimento regional. Atuamos na defesa dos interesses do produtor rural, promovendo diálogo, informação e segurança para o crescimento do setor. Irriganor, união, força e presença para o campo continuar avançando. Venha ser nosso associado. Informações: 389-9859-8776.

?Voz B

Produtor rural, você já conhece o valor da irrigação?

?Voz C

Dê o próximo passo, ganhe mais eficiência com pivôs Lindsay. Menos manutenção, mais precisão, maior uniformidade de aplicação e controle inteligente na palma da mão. Conte com a Pivot e evolua sua produção com a Lindsay. Pivot, em Paracatu, 0800 300 0600. 0800 300 0600. Pivot e Lindsay, quem produz mais escolhe o melhor. Atenção, produtor rural associado Cooper Vap, para o plantão veterinário. Caso você necessite de atendimento técnico nas áreas de tanques e ordenhas, entre em contato com o nosso canal de negócios.

O plantonista de serviço fará o direcionamento e prestará as orientações necessárias. Canal de negócios Cooper VAP: 38998703713. 998703713. Cooper VAP. Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu. A Filtro Óleo quer sempre o sucesso do produtor rural, por isso lembra que suas máquinas e implementos agrícolas, caminhões, picapes, precisam estar constantemente em perfeitas condições de uso na hora que você mais precisa. Filtros e materiais para higienização e lubrificantes para todas as máquinas e implementos agrícolas e veículos de transporte de cargas e passageiros.

?Voz B

Conte também com a equipe capacitada da Filtro Óleo para realizar estes serviços.

?Voz C

O jovem empresário Ricardo e sua equipe aguardam você, produtor rural. Filtro Óleo WhatsApp 999-303311. 999-303311. Atenção, ouvinte do Paracatu Rural, a Madeireira Andrade tem nova promoção pra você. Tábua de pinus 3x30 somente R$38. Isso mesmo, tábua de pinus 3x30 somente R$38. E ainda, chuveiros Lorenzetti com 40% de desconto. Madeireira Andrade, atrás da antiga prefeitura. Madeireira Andrade, desde 1978 atendendo você com carinho.

FDFrancys de Oliveira

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira. Café com Prosa, com Haroldo Bonfá.

?Voz B

Em meio a um inverno de temperaturas rigorosas que desafiam o campo, o mercado cafeiro finaliza o mês de junho em um cenário de alta volatilidade e grandes oportunidades para o produtor rural brasileiro. Com as cotações em Nova York e em Londres atingindo patamares expressivos, o setor acompanha de perto o ritmo da colheita enquanto as atenções se voltam para as novas projeções do dólar e os impactos do feriado norte-americano no fluxo das exportações.

O economista Haroldo Bonfá, da Faros Consultoria, traz agora os detalhes sobre o clima, o fechamento dos mercados e as perspectivas econômicas que devem ditar o ritmo para o café nos próximos dias.

HBHaroldo Bonfá

Olá, amigos do café! Começamos mais uma semana de inverno com cara de inverno. Frentes frias, noites muito frias. No Brasil chegou a quase -10 graus centígrados, imaginem. E isso é o Brasil, com muita diversidade, com muitas oportunidades, e para o café não é diferente. Imaginem, Nova York bateu no setembro 26, $2,86, $2,86 por libra peso no setembro 26. Foi a semana passada, sim, uma boa oportunidade. Terminou menos, com 2,73, né?

Mesmo assim, um número muito forte para essa época do ano, muito forte. Lembrando que teremos aí uma boa safra a ser colhida, e com tudo isso, mesmo assim, dando aí bastante oportunidade para o pessoal do café. Por falar em oportunidade, a colheita anda boa. Atrasou um pouco por causa das chuvas, principalmente no sul de Minas, um pouco no Cerrado que está um pouco mais atrasado, mas continua firme. Já se fala aí que foram colhidas aproximadamente acima de 30% do Arábica, já o Conilon bem adiantado.

Nós estamos falando aí mais de 60% de café já colhido. Por falar em Conilon, Londres também andou muito bem. No setembro 26, fechou aí acima de $3.600 por tonelada, um número muito interessante. Lembrando que também o Conilon tá colhendo aí uma safra boa ou muito boa, se fala aí em 23 a 24 milhões de sacas. Mesmo assim é muito importante para todo o fluxo econômico. Não podemos esquecer que na sexta-feira haverá antecipação do feriado do 4 de julho Dia da Independência Americana, que cai no sábado, será celebrado na sexta-feira, dia 3.

Mercados fechados. E com isso o Brasil vai trabalhar aí sozinho, juntamente com Londres. Por falar em trabalhar, o Itaú saiu com uma previsão da taxa de dólar para dezembro de 26. Na realidade é uma revisão da taxa deles. Essa informação saiu na sexta-feira, Dia 25 de junho. Lembrando que ano passado estavam falando aí em 5,15 e agora estão falando em 5,30 para dezembro 26. O mercado tá muito volátil para o dólar, ainda bem, dando aí oportunidade.

Fechou a semana passada aí a 5,16. Com isso, todos os negócios, todas as exportações ficam aí baseadas nessas volatilidades, dando aí novamente oportunidade para o pessoal da exportação. As frentes frias continuam normal nessa época do ano. Provavelmente o que está sendo estimado é que as chuvas devem diminuir só mais para julho, no meio de julho podem voltar e dando aí um ritmo maior para colheita que é tão importante não só para o aspecto de colher, como também de propiciar aí qualidade, né?

O sol é super importante para quem faz essa seca no terreiro a céu aberto. Tenham todos aí uma excelente semana.

?Voz F

Sucesso!

HBHaroldo Bonfá

O café que te acorda para trabalhar duro, agro tá em tudo.

FDFrancys de Oliveira

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz.

?Voz C

O Sindicato dos Produtores Rurais de Paracatu apoia quem faz a diferença na agricultura e pecuária, oferecendo soluções completas para nossos associados. Disponibilizamos serviços como emissão de notas fiscais, declaração de Imposto de Renda e cursos de capacitação em parceria com o Sistema Faeng Senar. Além disso, oferecemos descontos exclusivos em estabelecimentos como Farmácia Minas Master, Clínica Odontológica RL, UNA e Terras Gerais.

Entre em contato pelo 38 988 22 2206. Juntos fortalecemos o agronegócio da nossa região. O futuro da indústria e do agro já começou e ele passa pela inovação. O Indústria Agro, iniciativa do SEBRAE Minas e do SENAI, ajuda pequenos e médios negócios a crescer com mais produtividade, tecnologia e competitividade. Com soluções em inovação, automação e eficiência produtiva, o programa apoia empresários que querem modernizar a produção, reduzir custos e aumentar resultados.

Saiba mais pelo telefone 3836-798-300. 3679-8300. Amigo produtor, Agro Peças tem tudo para o campo e para o seu negócio. Na Agro Peças você encontra o maior estoque de peças para irrigação, tratores, plantadeiras e colheitadeiras. Oferecemos também equipamentos de segurança, máquinas elétricas e suprimentos completos para sua serralheria, borracharia e oficina. Na Peças, você produtor rural e empreendedor encontram qualidade, variedade e atendimento de confiança.

Seja no campo ou na cidade, a solução está na Agro Peças. WhatsApp: 389-9987-6336. A irrigação possui papel fundamental nas produções de todo mundo, na medida em que garante a disponibilidade de água como item essencial para as necessidades e desenvolvimento de diferentes culturas. No Projeto Mundo Entre Ribeiros, a sustentabilidade é um de seus pilares principais. Os sistemas de irrigação favorecem a implantação de uma agricultura irrigada sustentável, com eficiência de uso de água, energia e outros insumos.

Conheça o Entre Ribeiros, modelo em irrigação sustentável e gestão compartilhada de bacia hidrográfica. AAPER, Associação de Apoio aos Produtores do Projeto Entre Ribeiros. 3671 3082.

?Voz I

Junho chegou com o arraiá de ofertas Cocari. É oportunidade de toda a linha de máquinas e implementos agrícolas, botinas, pneus, lubrificantes, ferramentas elétricas e insumos agrícolas, com condições especiais em todas as unidades Cocairi. Produtor, corra, fale com nossa equipe e aproveite as melhores ofertas do mês. Cocairi, cooperação que impulsiona.

?Voz J

Eu sou Mary, cooperada do Cicobi Crédito Copa. Quero te contar porque eu escolhi fazer faço parte desta cooperativa. Aqui o atendimento é humanizado, é diferente. Eu me sinto cuidada, como se estivesse numa conversa de amigo para amigo. É onde eu encontro confiança, parcerias reais e soluções financeiras que realmente fazem a diferença no meu dia a dia. Secob Credicopa, mais que um banco, a nossa cooperativa de crédito.

FDFrancys de Oliveira

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio. Com Francis de Oliveira. Comodities Agrícolas com Joãozinho Grafista.

?Voz B

Com o avanço da colheita da segunda safra do milho, o mercado fecha a semana apresentando recuo nas cotações em importantes praças brasileiras, com destaque para queda registrada no Triângulo Mineiro. Enquanto o dólar alto evita baixas mais expressivas, os produtores mantêm cautela nas negociações, de olho no clima e no relatório estratégico de área plantada que será divulgado pelos Estados Unidos. O agente autônomo de investimentos João Santaella Neto, o Joãozinho Grafista, detalha os preços, os dados de monitoramento da Conab e as perspectivas para o cereal com a chegada do mês de julho.

?Voz F

Olá, Francis! Olá, ouvintes, internautas! Aqui quem fala é João Santana Neto, conhecido há 26 anos como Joãozinho Grafista, desde março de 2020 representando a corretora Terra Investimentos aqui no Cerrado Mineiro. E vamos lá falar como foi essa terceira semana aí no mercado do milho, mercado físico, futuro, o que é que a gente pode esperar aí para última semana. Na verdade, essa foi praticamente a última semana, Dia 30 já é na segunda-feira e aí já vamos começar mês de julho.

Mas o comentário mensal, né, do como tá o milho, vou estar passando para vocês no próximo programa, tá? Mas vamos lá, vamos tabular então o mercado físico, o que que a gente pode esperar do mercado futuro. E no mercado físico, os preços recuaram no Brasil com avanço da colheita da segunda safra. O mercado de milho então apresentou um cenário de preços mais baixos ao longo da semana, de acordo com a consultoria Safras e Mercado.

O avanço da colheita da segunda safra já traz reflexo nas cotações, embora ainda bem incipiente, o que mantém os consumidores bastante tímidos em novas aquisições do cereal. Os produtores estão avançando na fixação da oferta do cereal, muito embora mantendo pedidas elevadas nos preços em meio a especulações com o clima frio registrado em áreas do sul e Centro-Oeste nesta semana que passou. A próxima alta do dólar, a própria alta do dólar frente ao real durante a semana ajudou a evitar quedas mais expressivas nas cotações do cereal.

No cenário internacional, a boa evolução das lavouras nos Estados Unidos trouxe um cenário de pressão nas cotações lá na Bolsa de Chicago. Já já vou estar comentando sobre o gráfico. A expectativa fica agora com relatório da área plantada nos Estados Unidos, que será divulgado no próximo dia 30, ou seja, nesta segunda-feira, e que poderá trazer alguma volatilidade no mercado no curto prazo. Então lá, preços do milho. Milho em Cascavel, Paraná, foi cotado a R$58, inalterado ante a semana retrasada.

Campinas, CIFI, a cotação ficou em R$64,50 frente a R$65 registrados na semana retrasada.. Na Mogiana Paulista, a saca do cereal seguiu em R$60, inalterado. No estado do Mato Grosso, em Rondonópolis, a saca foi cotada R$51, sem alterações em relação à semana retrasada. No estado do Rio Grande do Sul, em Erechim, o preço ficou em R$68, sem mudanças. Aqui em Minas Gerais, a nossa capital Berlândia, a do triângulo, né, O preço na venda ficou em R$59, queda de 1,67% frente a R$60 praticados no final da semana retrasada.

Então foi aonde caiu mais aí, tá, aqui na região nossa, nosso triângulo mineiro, em Minas, Vazio, Uberlândia. E no estado de Goiás, Rio Verde, a saca foi cotada a R$56. Sem mudanças à frente a semana retrasada. A Conab soltou um comentário na sexta-feira falando sobre as condições climáticas que seguiram, apesar de vermos chuvas nas regiões cafeeiras, mesmo assim as condições climáticas seguiram favoráveis no desenvolvimento das lavouras de trigo e do milho safrinha, segunda safra, na maior parte das regiões produtoras do Brasil.

Segundo o 6º Boletim de Monitoramento Agrícola divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento, a CONAB, levantamento referente ao período de 1 a 21 de junho aponta crescimento do índice de vegetação do trigo em todas as regiões monitoradas em comparação com a safra passada. De acordo com a CONAB, a boa disponibilidade de umidade do solo, temperaturas mais baixas, especialmente na região sul, favoreceu o desenvolvimento da cultura.

Para o milho da segunda safrinha, né, a Conab informa que o índice de vegetação evoluiu em nível semelhante ao da safra anterior na maior parte das áreas acompanhadas, com 60,7% das lavouras em maturação. O clima favoreceu o desenvolvimento da cultura, principalmente no estado do Mato Grosso, onde o tempo seco acelerou a maturação e a colheita das primeiras áreas com produtividade acima das estimativas iniciais. No estado de Goiás, aqui no nosso estado, Minas Gerais, porém, a escassez de chuvas entre abril e maio prejudicou parte das lavouras durante o período reprodutivo.

O boletim também destaca que o regime de chuvas contribuiu para recuperação da umidade do solo no sul, beneficiando o trigo e o milho da segunda safrinha, segunda safra. Por outro lado, o excesso de precipitações prejudicou parte das áreas de feijão segunda safra em Santa Catarina e no Paraná.

?Voz B

A bolsa de Chicago passa os últimos dias de junho em um movimento de ajuste para o milho após testar as mínimas dos últimos 9 meses e esboçar uma reação técnica importante. Enquanto o mercado aguarda com ansiedade o novo relatório de área plantada do USDA para o dia 30, O cenário climático nos Estados Unidos e a revisão para cima da safra brasileira adicionam novos elementos à volatilidade das cotações. Joãozinho Grafista faz um balanço das projeções e indica um pivô, um possível pivô de alta, se as resistências-chave forem rompidas.

?Voz F

Vamos lá para a Bolsa de Chicago e vamos lá, sexta-feira então, a Bolsa de Mercadorias de Chicago Fechou pregão do milho com baixa nos preços. O mercado foi pressionado por um movimento de realização diante dos ganhos da quinta-feira e pelo recuo nas cotações do petróleo lá da Bolsa de Nova York também. Além disso, expectativa de aumento dos estoques trimestrais na posição 1º de junho complementou o quadro negativo. A queda só não foi mais acentuada por causa da fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes.

Esse dólar, sempre falo aqui para vocês, é o índice de dólar, tá conhecido como DXY, tá? Joia! O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, então o USDA, vai divulgar na terça-feira, dia 30, segunda-feira, dia 30, não, é terça-feira, dia 30, às 13 horas, seu relatório de área plantada. E a expectativa do mercado é de que ela possa ocupar 94 ,937 milhões de acres na safra 26/27. O volume fica abaixo de 95,338 milhões de acres estimados em março.

A área deve ficar aquém dos 98,788 milhões de acres cultivados na temporada 25/26. Ou seja, a notícia ela é, e não deixa de ser, altíssima, na minha opinião, para o mercado. Foco aí sobre clima. De acordo com o portal Bar Chart, plataforma commodity view, milho. Os próximos 7 dias, o serviço de meteorologia lá dos Estados Unidos, o NOAA, mostra grande parte de vários estados produtores de milho e áreas do norte do Cinturão do Milho Oriental com chuvas muito limitadas, tá.

Totais de 1 para 2 polegadas são vistos em grande parte lá do Cinturão. Perspectiva de 8 a 14 dias mostra temperaturas mais quentes do que o normal lá nos Estados Unidos. Eu acho que eles estão no verão, começando o verão. Os dados de vendas de exportação do USDA mostraram 84.667 milhões de toneladas de milho vendidas em 25/26, no dia 18 de junho. 100% da projeção das exportações do USDA está à frente do ritmo dos últimos anos, tá?

Então Estados Unidos tá chuchando milho aí no mercado. Ah, antes de falar do gráfico, né, tava vendo aqui A Agro Consult, é uma empresa brasileira, elevou a estimativa de milho brasileiro safra 25/26 em 3,6 MMT para 144,1 MMT. A segunda safra aumentou 3,7 MMT para 115,8 MMT. Bom, para terminar então, vamos falar do milho. Gostei dos gráficos, subiu bem na quinta-feira, né, o milho lá Chicago, alta de 2%, tava precisando porque a gente já tava testando a mínima.

Testamos a mínima dos últimos 9 meses, olha só, nesta, na quinta-feira, dia 25 de junho. Então foi uma alta importante, recuperou o que tinha caído dos últimos 3 dias, tá com cara de fazer o que a gente chama de pivô de alta, ou seja, uma onda 3 de alta, principalmente se romper a média móvel de 20 dias ali na casa dos 428. Então a gente já pode começar já trabalhar com a resistência em 450, 460, 470 e quem sabe até 490 por bushel.

Lógico que não pode perder o suporte ali, né, na mínima da quinta-feira que foi nos 412, que aí levaria pelo menos para os 400 por bushel. Vai milho, vai bushel, vai o SJ, vai clima, vai commodities.

?Voz A

Obrigado, homem do campo.—

FDFrancys de Oliveira

Para Catu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz.

?Voz C

Falta energia na fazenda e tá difícil aumentar a produção? A GenVolt Geradores e Serviços, agora em Para Catu, tem a solução. Somos especialistas em energia para agronegócio com locação, venda e assistência técnica em geradores diesel de qualquer marca. Temos também soluções com energia solar e integração com a rede da SEMIG. Somos autorizados DEIF em Minas, com suporte técnico de ponta. Genvolt, energia que move o campo. Fale com a gente: 319-9720-9331.

?Voz I

Começa agora o Minuto Cocari. A Cocari orienta: antes da colheita do milho, a manutenção preventiva das máquinas é essencial para evitar paradas, reduzir custos e minimizar perdas de grãos. Regulagens e revisão de componentes garantem mais eficiência, segurança e produtividade no campo. Evite prejuízos na hora mais decisiva da lavoura. Saiba mais em cocari.com.br/informativococari.

?Voz J

Eu sou Maryê, cooperada do Cicobi Credicopa. Quero te contar porque eu escolhi fazer parte desta cooperativa. Aqui o atendimento é humanizado, é diferente. Eu me sinto cuidada, como se estivesse numa conversa de amigo pra amigo. É onde eu encontro confiança, parcerias reais e soluções financeiras que realmente fazem a diferença no meu dia a dia. Fabcred Copa, mais que um banco, a nossa cooperativa de crédito.

?Voz C

O futuro da indústria e do agro já começou e ele passa pela inovação. O Indústria Agro, iniciativa do SEBRAE Minas e do SENAI, ajuda pequenos e médios negócios a crescer com mais produtividade, tecnologia e competitividade. Com soluções em inovação, automação e eficiência produtiva, o programa apoia empresários empresários que querem modernizar a produção, reduzir custos e aumentar resultados. Saiba mais pelo telefone 3836798300. 3679-8300.

LPLício Pena

É água na cidade, ela traz prosperidade.

?Voz B

É água, pé vá para minha casa, a nossa casa seja sempre assim abençoada.

LPLício Pena

É água, pé vá para minha casa, a nossa casa seja sempre assim abençoada.

?Voz C

Gente, eu vou falar agora com o Tider da Magic Mais. Que tem um recado importante para você que é empresário, gestor ou dono de empresa.

HBHaroldo Bonfá

Isso mesmo, Francis! Se a sua empresa precisa de medicina do trabalho, a MedicMais resolve tudo em um só lugar.

?Voz C

E o que vocês oferecem, Tider?

HBHaroldo Bonfá

Nós temos ASUS, exames ocupacionais, PCMSO e outros tantos serviços. Tudo por agendamento, sem filas, com atendimento médico de segunda a sexta.

?Voz C

MedicMais, saúde de qualidade mais acessível Rural e ao seu alcance. Telefone 38 3408-0405.

FDFrancys de Oliveira

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira. Viva o feijão com Marcelo Líderes.

?Voz B

O mercado do feijão inicia uma fase decisiva com a chegada das primeiras colheitas da safra irrigada no Vale do Araguaia, trazendo lotes de altíssima qualidade que já definem novos patamares de preços. Com sacas negociadas na casa dos R$380, o setor observa atentamente o impacto da redução de impostos em Goiás e a disparidade na área plantada entre grandes e pequenos produtores rurais. Enquanto a oferta de feijão extra ganha fôlego, o produtor se vê diante do desafio de decidir entre a venda imediata ou o armazenamento em câmaras frias para garantir melhores margens no último trimestre deste ano.

O presidente do Instituto Brasileiro do Feijão , Marcelo Leaders faz um balanço sobre o avanço da colheita, o comportamento das variedades e as perspectivas para o fechamento deste ano.

MLMarcelo Lüders

Trazendo para vocês o que de mais importante aconteceu durante a semana passada no mercado de feijão. E nós observamos um fato muito importante, que foram as primeiras lavouras do Vale do Araguaia. Por que que essas lavouras do Vale do Araguaia, do lado ali de Goiás, né, Santa Fé, Britânia, aquela região, são importantes? Porque são os primeiros lotes que saem da nova safra irrigada. Então o mercado vinha, como nós vinhamos reportando, vinha tendo pouca oferta de feijão extra, de feijão nota 9 ou melhor.

Agora saem alguns lotes, né, de feijão maré, que é o plantado ali, feijão com nota 9,5, 10, né, de grão, mais de 90 de peneira 12, né. Eu vi um lote essa semana que foi colhido de 22 mil sacos e um outro de 20 mil sacos. Ambos com mais de 90% de peneiradores. Então um feijão excelente, aquele feijão que chega na prateleira, o consumidor pega mesmo que esteja R$10, R$11, R$12 o quilo, vai ter comprador para esse feijão. Qual é o possível— ou desculpe, qual é o preço que foi negociado esse feijão?

R$380. Com uma outra novidade também, o imposto em em Goiás baixou 2,3%, 2,4% sobre o valor da nota fiscal. Isso coloca o feijão da região no páreo, sem ter subterfúgios, né, que levem a zerar esse ICMS, mas coloca no páreo para abastecer o mercado nacional. Há uma discrepância nas informações que nós temos recebido daquela região. Inclusive, se você estiver na região do Vale da Araguaia, entre em contato conosco, porque nós temos percebido que os grandes produtores aumentaram a área, mas os menores, produtores menores, não plantaram.

Então, será que uma coisa equivale a outra? Há boas indicações que sim, mas também há um argumento muito forte, por exemplo, do Dr. Menezes, que está na região lá, trabalha na região, é pesquisador, desenvolveu o feijão dama, o feijão maré, e adaptado especialmente para aquela região, maré. E ele tem uma percepção de que a redução foi muito forte. Há alguns corretores já também comentando que a redução foi forte. Então vamos ter que observar qual é o comportamento do mercado nos próximos dias e avaliando qual é realmente o volume que vai ser colhido na região.

Independente de qual volume seja, o que vai determinar se os preços ali vão baixar ou não é o próprio produtor. Nós entendemos que sim, o preço vai vir ali desses R$380, vai vir à medida que for sendo colhido, vai chegar aí talvez na casa dos R$300. Possivelmente entre R$280 e R$300, os produtores da região sabedores da área plantada ali e do período que nós vamos ter lá na frente, no final do ano, talvez apostem nisso e coloquem o feijão em câmaras frias.

A câmara fria vai propiciar que eles tenham ganhos interessantes, mas os ganhos são realmente compatíveis com a quanto feijão vai chegar durante esse período de julho e agosto, que normalmente os preços diminuem. Entre junho e julho nós temos aí cerca de 50 a 60% anualmente é colhido nesse período. Então há uma concentração muito grande de oferta de feijões daquela região. E já na sequência, durante o mês de julho, a gente vai ter mais lavouras sendo colhidas no noroeste de Minas, mais lavouras na área do DF, em torno do DF.

Começam a aparecer algumas lavouras irrigadas em outros estados, mas ainda muito é pinçado, né? Um feijão mais adiante, o feijão do Mato Grosso. Mais adiante ainda, né, a diminuição também na Bahia, mas também a Bahia. E depois, mais perto do final do ano, o feijão do estado de São Paulo. De qualquer forma, ainda que nós tenhamos um volume menor total de feijão carioca esse ano da terceira safra, ele não vai ser percebido agora, ele vai ser percebido mais à frente, lá por novembro, dezembro, quando os preços tendem a começar a reagir.

E já está muito claro de que nós não vamos ter aí os preços que nós tivemos no ano passado no feijão. Se a gente observar o preço do mês de junho, julho, e compararmos com o preço agora do mês de junho, a gente observa aí uma diferença de cerca de 60%, %. O feijão esse ano está começando o período de negociação do Vale do Araguaia com 60% a mais do que o ano passado. Então, para o consumidor, vai existir algumas opções de feijão preto, que ainda vai continuar durante algum tempo aí, pelo menos julho, talvez parte de agosto, ele fique aí com valores próximos ou a pouco abaixo ainda do feijão feijão carioca, mas o feijão preto é uma opção.

Outro feijão que é uma opção, mas os consumidores, mesmo mais barato, quem não tá acostumado dificilmente experimenta, é o feijão rajado e o feijão vermelho, que têm indicativos menores. Feijão rajado, por exemplo, R$300, nós observamos alguns negócios sendo efetuados agora. Só que feijão rajado tem uma outra característica: ele pode ser exportado rajado, não na base de R$300, por enquanto é só o mercado interno, mas ele também é um feijão que dificilmente é armazenado pelos produtores para negociação mais à frente, é um pequeno volume.

E fica a dica: tem muito pouco feijão rajado, feijão vermelho do grande, do dark red, também não é tanto feijão. Então todos os feijões de maneira geral apontam para um final de ano, um último trimestre do ano, com valores superiores, né. As geadas que o pessoal tem perguntado aqui no Sul dessa última semana não afetam a qualquer condição de lavoura aqui no Sul, porquanto nós temos aí tudo colhido, né. Não é uma época que exista lavouras, não é nem recomendado que tenha feijão plantado nessa época, porque dificilmente pode se contar com esse feijão.

?Voz B

O aumento nos preços do feijão extra já reflete diretamente nas gôndolas dos supermercados, com uma queda notável no consumo e uma leve migração para variedades como feijão preto. Enquanto o mercado busca um ponto de equilíbrio entre a oferta limitada e o poder de compra do consumidor, o setor observa como o o teto de preços deve ditar o ritmo das negociações nas próximas semanas. Marcelo Líderes, presidente do IBRAF, dá detalhes de um relatório exclusivo do varejo paulista e projeta o que esperar da demanda interna daqui para frente.

MLMarcelo Lüders

Recebemos um relatório do interior do estado de São Paulo de uma rede de supermercados que tem 15 lojas, exemplifica muito provavelmente boa parte do nível socioeconômico da região do estado de São Paulo, e eles observaram uma redução no consumo de feijão extra, logicamente porque tá mais caro, e redução em todos os feijões. Só o feijão preto que aumentou um pouco, mas lá a base é muito pequena, muito pouco feijão preto que é vendido.

Então mesmo que dobre, ainda vai ser pouca coisa. Então há um recuo no consumo, sim, pelo menos nas compras nos supermercados. Há um recuo porque o preço é um impeditivo, ele tem que subir até o limite da oferta, né? A oferta está aí, vai nivelando a demanda com a oferta, e à medida que for tendo mais oferta, ele vai começar a baixar depois. Agora, acredito que essas informações são as mais importantes. Friso sobre a Venezuela, Visitei a Venezuela uma semana antes do terremoto.

Estivemos lá com o Ministério das Relações Exteriores, com o Apex, Ministério da Agricultura, verificando quais são as demandas que o país pode ter, uma vez que a Venezuela já chegou a importar em alguns anos 150 mil toneladas de feijão. Foi um importante importador do Brasil nos últimos 2 anos. E o que a gente verificou é que para que nós possamos incrementar as exportações para aquele país, nós temos que esperar o retorno do setor bancário a uma certa normalidade, né, que a ditadura lá acabou por colocar o país numa condição que foi colocado fora do sistema SWIFT.

Ou seja, não há transferências de divisas, né, de dólares para fora do país através do sistema SWIFT. Mas pelas conversas que nós acompanhamos, pelas informações que nós tivemos inclusive com diretores de bancos como do BNC, que é um banco importante de lá, o retorno ao sistema SWIFT deve acontecer até o final desse ano. Agora, com o terremoto, que é uma catástrofe terrível, né, para um país que vinha economicamente bastante abalado.

A própria população vinha de muito tempo sem nenhuma esperança e agora estava se dividindo entre otimistas e muito otimistas. Mas uma destruição do tamanho que parte da Venezuela sofreu, e a parte mais habitada, sem dúvida nenhuma vai cobrar um preço bastante alto desse desenvolvimento A não ser que os países cumpram o que disseram agora durante a catástrofe, que injetem dinheiro. A Venezuela é um país que tem muita viabilidade, ela vai ser importadora de feijão durante alguns anos, mas ela pode vir a ser superavitária.

Ela já é exportadora de feijão Mungo Verde e sem dúvida nenhuma, se houver uma possibilidade deles retornarem a uma normalidade econômica, eles têm riquezas suficientes para sustentar a economia e vir a ser até mesmo um exportador. Lamentável, não tem outro termo, né? As vidas humanas são impagáveis e a parte da economia da Venezuela vai ser afetada, sem dúvida nenhuma, e muito, pelas perdas que aconteceram naquele país. E até a disposição, né, de outros países investirem na Venezuela com compra de fazendas, abrindo empresas, né?

Há um recuo É, sem dúvida nenhuma, ainda que os cientistas possam vir dizer que outra tragédia como essa pode levar, como levou essa, para acontecer cerca de 100 anos. Vamos observar, trazer as informações para você, ok? Uma boa semana, bons negócios, e isso mesmo, viva o feijão do Brasil! De olho no Clube Premier, que traz informações profissionais e estratégicas para você que é profissional do setor de feijão.

?Voz A

Obrigado ao homem do campo pela carne, o arroz e o feijão, os legumes, verduras e frutas e as ervas do nosso sertão.

FDFrancys de Oliveira

Paracatu Rural, na sua Rádio Boa Vista FM, 96,5 MHz.

?Voz C

No noroeste mineiro, muita gente já sabe: para colher bons resultados não basta só trabalho duro, É preciso também contar com as parcerias certas. E quando o assunto é parceria, a Progresso Sementes está junto com você em Minas Gerais, oferecendo atendimento personalizado e uma linha completa de cultivares Nelgen e Dom Mário que garantem altas produtividades no campo. Quer saber mais? Acesse o Instagram @progresso.sementes ou fale com um de nossos representantes comerciais.

Progresso Sementes. Semear Plantar, cultivar, progredir. A Filtro Óleo quer sempre o sucesso do produtor rural, por isso lembra que suas máquinas e implementos agrícolas, caminhões, picapes, precisam estar constantemente em perfeitas condições de uso na hora que você mais precisa. Filtros e materiais para higienização e lubrificantes para todas as máquinas e implementos agrícolas e veículos de transporte de cargas e passageiros.

?Voz B

Conte também com a equipe capacitada da da Filtro Óleo para realizar estes serviços.

?Voz C

O jovem empresário Ricardo e sua equipe aguardam você, produtor rural. Filtro Óleo, WhatsApp 999303311. 999303311. Quando você, produtor rural, precisar transportar sua produção, conte com a equipe da Cooper Transnorte, uma cooperativa de transporte com seguro de carga, documento de transporte CTE, conforme A legislação exige transporte de cargas com qualidade e segurança, visando a satisfação de todos os clientes. Na Cooper Transnor você encontra caminhões caçamba, bitrem, bicaçamba, rodocaçamba e rodotrem, com capacidade diária para carregar até 4.000 toneladas. Fale com a Cooper Transnor, 38997560204, Instagram @coopertransnor.

?Voz L

Talvez você nunca tenha ordenhado uma vaca, mas já tomou leite no café da manhã? Já saboreou um queijo feito na sua região? Já conheceu alguém que vive do campo? Por trás de cada litro de leite existem famílias, sonhos, empregos e cidades inteiras que prosperam. Dia Municipal do Leite, 27 de junho. Valorizar o leite é valorizar quem produz. Uma iniciativa FECOAGRO Leite Minas e SEMIU.

?Voz C

Atenção, ouvinte do Paracatu Rural. A Madeireira Andrade tem nova promoção pra você. Tábua de pinus 3x30 somente R$38. Isso mesmo, tábua de pinus 3x30 somente R$38. E ainda, chuveiros Lorenzetti com 40% de desconto. Madeireira Andrade, atrás da antiga prefeitura. Madeireira Andrade, desde 1978 atendendo você com carinho.

?Voz J

Eu sou Mary e cooperada do Cicobi Credicopa. Quero te contar porque eu escolhi fazer parte desta cooperativa. Aqui o atendimento é humanizado, é diferente. Eu me sinto cuidada, como se estivesse numa conversa de ami pra ami. É onde eu encontro confiança, parcerias reais e soluções financeiras que realmente fazem a diferença no meu dia a dia. Secob Credicopa, mais que um banco, a nossa cooperativa de crédito.

FDFrancys de Oliveira

Você está ouvindo Paracatu Rural, jornal do agronegócio, com Francis de Oliveira. Mercado do algodão com Lício Pena.

?Voz B

O mercado internacional O mercado do algodão enfrenta pressão de um cenário macroeconômico desafiador, marcado pela força do dólar e pela volatilidade do petróleo. Enquanto a Bolsa de Nova York reflete a melhora nas condições da safra nos Estados Unidos, a demanda aquecida da China e os riscos climáticos na Índia surgem como importantes suportes para os preços da pluma. Lício Pena, diretor executivo Executivo da Associação Mineira dos Produtores de Algodão, AMIPA, detalha os principais fundamentos que movimentam o setor entre os dias 22 e 26 de junho, analisando desde a competitividade do algodão brasileiro no mercado asiático até os impactos da política monetária global.

LPLício Pena

Olá, aqui quem fala é Elício Pena, Executivo da Associação Mineira dos Produtores de Algodão, a AMIPA. Olá, vamos falar sobre os destaques da semana de 22 a 26 de junho do mundo do algodão. São informações geradas pelo Serviço de Inteligência de Mercado da Abrapa, informações no âmbito do ProAlminas, Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão. Apesar da leve alta registrada na quinta-feira passada, o mercado de algodão em Nova York voltou a operar sob pressão.

O movimento parece refletir mais o ambiente macroeconômico do que uma deterioração específica. A queda do petróleo melhora a competitividade relativa do poliéster, enquanto o dólar forte reduz a competitividade das exportações americanas e mantém pressão sobre o conjunto das commodities. E outro detalhe: o mercado segue atento aos dados de inflação dos Estados Unidos, Estados Unidos e as expectativas para a política monetária do Federal Reserve.

Ao mesmo tempo, câmbio, demanda de exportação, clima nas regiões produtoras e desdobramentos geopolíticos continuam sendo os principais fatores de influência sobre os preços do algodão. Esses são os destaques da semana. Algodão bolsa de Nova York, o contrato dezembro 26, fechou na quinta, dia 25 de junho, cotado a 76,97 cento de dólar por libra peso, uma queda de 3,4%. O contrato dezembro 27 fechou em 74,76 cento de dólar por libra peso, uma queda de 1,4%.

O basis médio do algodão brasileiro posto leste da Ásia ficou em 786 $26 para embarque julho-agosto de 2026, isto para um algodão 31/3 padrão 36. Vamos comentar um pouco as notícias autistas para cotação do algodão, começando pelo aumento da demanda. A queda de Nova York para faixa de 75 a 77 cento de dólar por libra-peso voltou a estimular compras pontuais das fiações., principalmente na Ásia. Esse nível foi apontado como uma zona em que a demanda física aparece com mais força.

Outro fator de alta vem da demanda da Índia por algodão importado. A Índia segue como principal suporte fundamental, com consumo robusto e fiações operando em ritmo elevado. A Kotlook elevou a estimativa de consumo indiano para o ciclo 25/26 para aproximadamente 5,7 milhões de toneladas, reforçando a necessidade de importações nos próximos meses. Ainda na Índia, o clima por lá também é um fator que influencia nos preços do algodão.

A monção indiana está atrasada, com chuvas cerca de 40 a 42% abaixo da média, India, aumentando o risco climático em estados importantes como Gujarat e Maharashtra. Esse fator pode limitar produtividade, atrasar o plantio e reduzir a produção de algodão local. Mais um fator de alta é o preço do petróleo. O preço do petróleo pode estar próximo de uma espécie de zona de suporte, com algumas consultorias destacando suporte relevante, no preço do Brent setembro 26, entre US$69 a US$71 o barril.

Se o petróleo estabilizar, parte da pressão negativa sobre o algodão via poliéster pode diminuir. E por fim, para encerrar o ciclo de notícias autistas para a cotação do algodão, a demanda chinesa é um componente que afeta o mercado e causa uma percepção pressão de aquecimento do fluxo de algodão importado. Como exemplo disso, as importações chinesas de algodão no acumulado da temporada até maio ficaram 31% acima do mesmo período do ano anterior, com o Brasil fornecendo mais da metade desse volume de algodão.

Agora vamos comentar as notícias com viés baixista para cotação do algodão, começando pelo principal fator negativo, que é macro. Ou seja, dólar forte, petróleo em queda e desalavancagem de fundos continuam pressionando commodities. Para o algodão, isso pesa diretamente em Nova York, mesmo sem uma deterioração nova e específica dos fundamentos da pluma. O petróleo mais barato melhora a competitividade relativa do poliéster aumentou o algodão.

Esse é um risco importante porque reduz o suporte indireto que o algodão recebeu quando a energia e petróleo estavam mais firmes. O dólar atingiu máxima de 13 meses, apertando condições financeiras globais e pressionando commodities. A moeda mais forte também reduz a competitividade das exportações americanas de algodão. E por fim, a melhora de umidade no oeste do Texas aumenta a probabilidade de uma safra maior nos Estados Unidos do que o estimado pelo USDA em junho.

Analistas já veem a chance de produção igual ou superior a 14 milhões de fardos, cerca de 3,5 milhões de toneladas, contra as 2,9 milhões de toneladas previstos anteriormente. A condição da safra dos Estados Unidos não mostra grande preocupação produtiva no momento, com índices de formação de maçãs próximos da média de 5 anos. Isso reforça a leitura de que não há, por enquanto, risco de quebra de safra nos Estados Unidos.

?Voz B

O Brasil consolida sua posição de protagonista no mercado global do algodão ampliando a liderança nas importações chinesas, registrando um salto de quase 58% na média diária de exportações neste mês de junho. Enquanto a colheita da safra 25/26 ganha ritmo em estados como Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso, o setor se reuniu para projetar os desafios da competitividade e inovação na cadeia produtiva. Lício Pena, da Amipa, faz um avanço sobre o avanço das máquinas no campo e as cotações atualizadas da pluma em solo mineiro.

LPLício Pena

Agora vamos ao giro de notícias pelos países importantes para o mundo do algodão, começando pela China. Os preços do algodão na bolsa de Zhengzhou recuaram na última semana, revertendo a trajetória de alta observada anteriormente. No ano comercial, as importações chinesas de algodão somaram 1 milhão 380 mil toneladas, acima das 1,5 milhão de toneladas registradas no mesmo período anterior. O Brasil ampliou sua liderança, respondendo por 52% do total importado, acima dos 45% do ano anterior, enquanto a participação dos Estados Unidos caiu de 18% para 8%.

Na Índia, os preços do algodão no mercado doméstico indiano voltaram a subir após a queda observada no início do mês. As cotações na Índia avançaram para cerca de 85,80 US$ por libra-peso. No Paquistão, o mercado doméstico de algodão segue pressionado, com um ritmo mais lento de negócios devido aos feriados religiosos e a continuidade da tendência de baixa nos preços. As cotações da nova safra voltaram a recuar, refletindo a oferta mais abundante e a demanda em fraquecido no mercado interno.

Nos Estados Unidos, as vendas líquidas de exportação de algodão Upland permaneceram firmes na semana encerrada em 18 de junho, com compromissos de 83.900 mil fardos. Os principais destinos foram Vietnã, Índia, Bangladesh, China e Coreia do Sul, reforçando a demanda internacional pelo pela pluma norte-americana. Agora, notícias do Brasil. Exportações. As exportações brasileiras de algodão somaram 146.800 toneladas nas 3 primeiras semanas de junho 26.

A média diária de embarque foi 57,9% maior que no mesmo mês de 2025. E a colheita da safra 25/26 iniciou nos estados da Bahia,, com 1% da área colhida, Goiás com 2%, Maranhão 10%, Minas Gerais 5%, Mato Grosso do Sul 2%, Mato Grosso com 0,5% da área colhida, Piauí 1%, Paraná e São Paulo acima de 60%. E ocorreu entre os dias 25 e 28 de junho em Mangaratiba, no Rio de de janeiro, o 23º Aneia Cotton Dinner, um dos principais eventos do calendário global do algodão.

A programação reuniu especialistas para debater as perspectivas da safra brasileira, os avanços em sustentabilidade, inovação e desempenho das fibras naturais, além dos desafios e oportunidades para competitividade da cadeia algodoeira no mercado internacional. Durante o evento foram aferidos os números da safra brasileira 25/26, com 1.996.000 hectares plantados, sendo Mato Grosso, Bahia, Piauí e Minas Gerais como os principais estados líderes produtores de algodão.

E já que falamos de Minas Gerais, a semana Ficou com algodão precificado em R$144,42 a rouba de pluma. Isso para um algodão tipo 41/4, posto indústria, incluso ágil, proalminas. Bem, meus amigos e amigas, por hoje é só. Aquele forte abraço de fibra e até a próxima semana, se assim Deus permitir.

?Voz A

Obrigado ao homem do campo pela A madeira da construção, pelo couro e fios das roupas que agasalham a nossa nação.

?Voz B

Seu Jornal do Agronegócio Paracatu Rural vai ficando por aqui. Voltamos amanhã, 7:45 da manhã, depois do Brasil seja do José Fernandes na sua Boa Vista FM, 96,5 MHz no seu rádio, pela internet Alexa, Rádios Net, vários outros aplicativos. Direção Geral de Humberto Neiva, Mesa de Som Sandro Mundim, Redação e Edição Rafael Mendonça, Apresentação Francis de Oliveira, Realização Agência Locutores Online. Bom dia, muito obrigado pela sua atenção, obrigado parceiros do Paracatu Rural, uma excelente semana a A todos, Deus abençoe, até amanhã, tchau tchau!

?Voz A

Acordo de manhã para prozear, no mundo do campo as notícias escutar. Vem com a gente em toda região, com o seu programa Paracatu Rural. Tem notícias, informação e o mais importante, sua participação. Programa Paracatu Rural, programa Paracatu Rural.

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