Episódios de Dois Empregos

#266 - Aniversário do CAPETINHA!

09 de março de 202643min
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Um freela de churrasqueiro numa simples festa infantil revela um inferno comandado pelo pequeno Enzo que reina sem qualquer supervisão enquanto os adultos chapam o melão 😶‍🌫️! A Escaminosflau lida com um funcionário turista, enquanto Adriana aguenta humilhações do chefe😡... é o #MomentoMárcioCanuto! Sobe o som e dá o play! 🔊🔥
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🎙️Edição: Silas Ravani | Comercial: contato@klausaires.com

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Assuntos11
  • Saúde MentalChefe gritador e humilhador · Desempenho de surto como protesto · Internação hospitalar de 12 meses · Conversa com planilhas e metas · Cabeçada na mesa com sangramento · Afastamento INSS prolongado · Impunidade do funcionário após surto
  • Churrasqueiro em Festa Infantil CaóticaCriança mimada e sem supervisão (Enzo) · Piscina durante festa infantil · Adultos alcoolizados e chapados · Avental pegando fogo na churrasqueira · Churrasqueiro não sabe nadar · Desodorante e avental caindo na piscina · Saída de emergência fingindo cachorro com infarto
  • Exposição Acidental de Imagem Pornográfica em Ambiente de TrabalhoPolítica medieval de proibição de celular na gráfica · Computador Linux visível para todos · Cliente enviando foto de conteúdo adulto por engano · Reação de colegas femininas · Desaparecimento do cliente · Lenda urbana dentro da gráfica
  • Historias de WorkplaceFuncionário turista que não trabalha e posta em baladas · Funcionário que envia foto de avó morto como comprovante · Compartilhamento de informações médicas desnecessárias · Atestados e afastamentos trabalhistas · Gestão de recursos humanos em empresa de vendas
  • #MomentoMárcioCanuto - Quadro de Histórias CômicasHistórias enviadas por ouvintes · Anedotas de trabalho · Humilhações no trabalho · Comportamentos absurdos de colegas e chefes
  • Publicação e Conteúdo DigitalFuncionário postando baladas enquanto está sem dinheiro · Influenciadores postando conteúdo de academia · Obsessão com documentar vida nas redes sociais · Pessoas que não conseguem se divertir sem postar
  • Musculação e TreinoInício na academia com dores · Pessoas filmando vídeos no espelho · Risco de ser figurante em vídeo de outro · Discrição ao treinar perto de quem está gravando
  • Incentivo ao Envio de Histórias de OuvintesHistórias exclusivas de trabalho · Plataforma para compartilhar perrengues · Histórias que nunca foram contadas no programa · Participação de ouvintes no conteúdo
  • Novo Podcast - 'Conheca o Legislador'Histórias de comédia sobre Brasília · Episódios curtos de 5 a 10 minutos · Personagem Doutor Ping Pólio
  • Financiamento de mídia independenteDiferentes planos de contribuição · Sorteios de brindes para apoiadores · Mínimo de R$10 para participar de sorteios · Livros e outros prêmios
  • Patrocínio Basicamente - Roupas TecnológicasPromoção de 40% off no outlet · Cupom de desconto frete grátis · Diversidade de produtos além de camisetas · Ajuda aos podcasters ao usar cupom
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Olha, meu marido tem dois empregos.

Falei o Márcio Calouto, cadê? Então tá aqui, galera. Tá aqui o Márcio Calouto. Mas é importante deixar vocês com saudade um pouquinho às vezes também. Também, também. Então é isso, Caio. Mas antes, aquele rápido recado da basicamente onde estamos tendo novidades no Outlet. Estou falando de roupa tecnológica, de qualidade no precinho. E a gente tem novidades no Outlet. E também tem a promoção do dia, onde cada dia tá rolando ali 40% off.

uma determinada seleção de peças, certo, Caião? Exatamente. Então, 40% off é um desconto bem gostosinho, né, Claus? Muito bom. E você ainda pode colocar o nosso cupom 2Empregos e ganhar frete grátis neste carrinho, meu amigo. E tem mais, hein, Claus? Uma coisa que o pessoal não se liga muito é que se você comprar usando o nosso cupom, você nos ajuda. Então, além de tudo, além de você receber

produto na sua casa, você também ajuda o seu podcaster favorito. Boa, é isso aí. Então, galera, esses 40% off, eles estão com o cupom lá da loja, que é a oferta 40. Você pode usar dois cupons ao mesmo tempo, um de desconto e um de frete. Então, você põe o cupom 2Empregos, por extenso, tá aí na descrição, põe em cima. Ah, Klaus, eu ouvindo aqui episódios antigos, vi que vocês têm um cupom de desconto, mas lá no site eles estão com o melhor lá na home. Então, usa esse que você acha melhor, junto com o cupom

empregos por extenso segundo. Desconto e o frete grátis. Perfeito. E ajuda a gente e todo mundo sai feliz, entendeu? Todo mundo sorri. É isso aí. Maravilhoso. Então vai lá basicamente.com, confira as opções, são muito diversas. Não é só camiseta tecnológica, não. Diversas opções. Confira, se molha um carrinho, vê o que você acha, aplica os cupons, que eu tenho certeza que tem negócio pra você ali. Boa! E, Caião, quero também dar mais uma lembradinha na galera, a coisa de 5 segundos aqui, que o meu outro podcast,

esse experimento que eu tô fazendo com historinhas de comédia, zoando aí, sacaneando com Brasília, com o ano eleitoral. Se chama Legislador. Está no ar também, no mesmo player que você ouve aqui, o Dois Empregos. Procure Legislador e dê uma chance aí pra essa maluquice que eu acabei criando. E a audiência diz que está muito bom. Está muito bom, eu confirmo. E pros fãs aí de Doutor Pimpolho, é bem essa vibe, cara. E eu sou um fã de Doutor Pimpolho, então eu adorei. É um Doutor Pimpolho deputado, né?

Exato, exatamente. Tipo isso, tipo isso. Vai lá, galera. Já está quase tudo no ar. São episódios de 5 a 10 minutos. Facinho de consumir. Boa. Então vamos lá, Caio. Sem mais delongas. Solta a vinheta aí, Silão. Dois empregos. Orgulhosamente apresenta... Momento Márcio Cano. Boa. Klaus, antes de você começar a primeira história aqui, eu queria incentivar a galera. Envia histórias, meus amigos. Envia histórias.

Aquela história, tá ligado aquela história que aconteceu no seu trabalho, que você conta pra galera, a galera racha o bico? É essa que a gente quer aqui. Vai lá, conta direitinho, capricha legal, entra lá no 2empregos.com.br e mande a sua história pra você também fazer parte aqui do 2empregos, porque o 2empregos não é nada sem as histórias dos ouvintes, né, Cláudio? É, e se não aconteceu nada com você que você acha interessante de contar, eu tenho certeza que você tem um amigo...

Com certeza. Que tá ali no bar contando, ou quando você tá ali jogando o seu Dota no Discord ali.

Battlefield, seja lá o que você joga. Tem ali sempre um amigo contando um perrengue do trabalho. Aí você diz pra esse amigo, você é um egoísta, cara. Ele vai falar, por quê? Porque você tem que dividir essa história com o povo. É isso. Através do 2empregos.com.br. Incentiva o amigo a mandar a desgraça pra nós. Principalmente, se você conhece uma história que você fala, ó, dessa daqui eu nunca vi no 2empregos. Isso aqui é novidade.

Aí é essa que a gente quer, entendeu? E a galera pede aqui nos comentários, pô, por que não teve ainda de PM?

Mas tinha que ter mais história de PM. O churrasqueiro, estamos esperando até hoje. Pois é. Advogado. Eu sei que é o AB enche o saco, mas manda anônimo. Dá uma mudada aí no nome da galera. É isso. Bora, bora. A primeira história aqui, Caião, ela é do Passos. Ele diz... Até eu entendi. Hoje eles contaram uma história que me faz rir bastante toda vez que lembro e conto para os demais colegas. Eu trabalhava no setor de RH,

um tanto quanto questionável e com filiais em sua maioria na região de Santa Catarina. Vendedora de veículos questionável, eu ia falar talvez quem é de Santa Catarina saiba, mas não sabe, porque tem muita, toda cidade tem uma vendedora de veículos questionável, tá ligado? Com certeza. E a galera toda sabe, né? Sabe, sabe. Lá pra mim se tornou ponto de encontro da galera maluca que trabalhou lá, pois todas as histórias que chegavam pra mim,

surgiam lá. E essa não pode ser diferente. Trabalhando como RH, você resolve todo tipo de BO que te passam. E alguns funcionários esquecem que você nada mais é que sou um colega deles, não um amigo ou parente. Então, de vez em quando, na hora de receber atestados, a pessoa que estava entregando fazia questão de contar o problema médico que tinha. Então, mesmo sem fazer questão, eu descobria que a pessoa estava gripada ou com algo pior.

Gripada é tranquilo, né, cara? É. Dura a pessoa começar a contar. Começa a se explicar, né?

É, começar a contar detalhes da consulta que ela fez com o doutor Rosquinha. Aí que é complicado. Então ela chega, nossa, rapaz, eu tô com uma gripe, cara. Mas ontem, acho que eu tirei um quilo de catarro verde de dentro de mim. Ninguém quer saber, né? Ninguém quer saber. Você tá ali almoçando e o cara contando isso aí. Já me ocorreu, de certo dia, chegando em casa, receber um áudio de 52 segundos de um funcionário, seguido de um atestado de seis dias.

E quando parei pra ouvir o áudio, pois achei que seria algo extremamente sério ou grave,

que ele estava com hemorroidas e dificuldade de sentar. Ah lá, é o que eu falei. Foi no Dr. Rosquinha e teve ali um diagnóstico, evite ficar sentado, né? É, é. Esse é bom, porque realmente, realmente, é bom não, né? É terrível, né? Mas realmente não dá pra trabalhar se você trabalha sentado, né? Aí tem que comprar aquela almofadinha, que é um U, né, Caião? Isso. Aquela almofadinha triste, né, cara? Que divulga pra todo mundo o problema que você tem.

Contar parte de outro Adriano, que era conhecido como turista de empresa, ia quando queria e nunca dava satisfação de onde estava. Vivia devendo pra agiota, mas no dia do adiantamento salarial, postava fotos em baladas ao lado de mulheres da noite e dizia no dia seguinte que estava sem dinheiro e o dinheiro foi pouco. Dinheiro na mão e vendaval na mão do malandro desse aqui ainda. Os caras não fazem nem o básico, né, cara? Que é ir pra farra e não postar, né, cara?

farra, né? Isso aí é... Que, aliás, que geração horrorosa, hein, Cláudio? Fica uma crítica aqui. Pô, vocês não conseguem se divertir sem postar, meu amigo. Pô, é brincadeira o negócio. Tem gente, Cláudio, que eu acho que não conseguiria ir na academia se fosse proibido de postar que tá na academia. Exato. Tem gente que não conseguiria ir no bar tomar um drink se fosse proibido postar tomar um drink. As pessoas não conseguem mais, tá ligado?

É incrível isso, cara. De tanto a galera que assistiu o especial de Natal nosso falar que eu tava esmilinguido, eu fui lá,

a minha academia. Faz pouco mais de uma semana que eu comecei, né? Então eu tô na fase de dor mortal, onde você não tá acostumado com nada e tudo, você acorda no outro dia destruído. Mas eu já tô com aquela encanação de, tipo, ter que ficar olhando por onde eu ando, porque eu sempre tô passando na frente de alguém que tá fazendo um videozinho no espelho, um negócio assim. Opa, nego leva tripé, cara. A galera tá levando tripé. Ah, é? Opa. Ah, eu não vi isso ainda. Vai aparecer, vai aparecer. Já vi vários.

com tripé na academia. E eu tenho medo de ser figurante, ainda mais que eu estou no começo, fazendo tudo meio errado. É, então... Não, teve uma vez, Cláudio, já que a gente entrou nesse assunto aqui, já foi para os caralhos mesmo, eu estava ali fazendo o meu desenvolvimento, um exercício de ombro ali, sentado, e na minha frente parou uma mulher, botou para filmar, e me pegava de fundo a filmagem, e ela começou a fazer alongamentos, ficava de quatro, levantava a perna,

Pita que pariu, velho. Mano, eu mirei para cima e fiquei olhando para cima, porque se eu desse uma olhada ali, eu ia estar sendo gravado, tá ligado? Você ia ser o taradão do... Eu ia ser o taradão da academia, tá ligado? Então, eu fiz questão, assim, de não olhar nem por um segundo para aquela direção para não ser confundido com assédio, tá ligado? É complicado essa situação. E você não sabe também se a pessoa que está gravando o conteúdo está com malícia de depois ficar fazendo close. Ah, quantas vezes me olhar aqui, não sei o que é. Pois é.

É perigoso, é perigoso. A galera que acessa o meu Instagram, claustrofobiaTV, que é o nome de um canal falecido que eu tinha muitos anos atrás, deve achar que eu sou muito rico se não olhar a data das fotos, porque só tem coisa da hora. Mas por que só tem coisa da hora? Porque eu posto três vezes por ano quando eu faço alguma coisa da hora, senão não posto. Então só tem isso. Se eu fui num parque da hora, se eu tô turistando, topei alguém famoso, eu posto lá, senão meio que eu não posto nada, tá ligado? É, eu menos ainda. Eu não sou um bom influencer, não.

Ah, somos terríveis. Vamos lá, parâmetro pra ninguém. Aí eu até me perdi aqui. É, foi pro caralho, né? O cara tava se postando, devendo pra mim o mundo, tá? Ele fala, certos dias estávamos eu e minha colega conversando sobre a vida quando chega a mensagem dos gerentes na loja que o Adriano, turista, trabalhava. Ele perguntou se eu tinha notícias dele, pois havia sumido ontem e não dava nenhum sinal de vida. Respondi que não. Iria mandar mensagem perguntando o que havia ocorrido também.

Certo. Foi quando o turista me manda a seguinte mensagem.

seguida de uma foto que baixei após ler a mensagem.

Era o que eu esperava. O Adriano, em vez de mandar a foto do atestado, mandou a foto do avô dele na cama falecido. Ah, não. Nossa, bicho. Meteu o tio Paulo aí, velho. Não dá. Meteu o tio Paulo. Caraca, cara. Pra quê? Pra quê? Eu já fui claro pra minha família inteira, pra minha namorada o seguinte. Você já tava reclamando, né? No contexto de reclamar da geração que posta tudo. Nada de foto minha morta. Vai lá no caixão, despede, faz o que você tem que fazer.

foto, ah, nossa, olha, tá tão em paz, parece que tá dormindo, sei lá o quê. Não, foto é vivo. Esse é um desenho que fica registrado aqui para todo o Brasil. Esse é um desenho que eu tenho. Morri, não tem mais foto. Acabou, enterra. Acabou, acabou. Respeitem os mortos, porra. Não dá, não dá. Que isso, cara? Quero ser lembrado vivo. Não quero ser lembrado no cachorro. Ai, que bonitinho, tá tão em paz. Não tô em paz. Eu estarei furioso porque você tá tirando a foto. Exatamente.

Pelo amor de Deus. Estarei olhando e eu vou voltar para te assombrar. Pelo amor de Deus. Se eu souber que eu estou em redes sociais morto ou que eu estou no celular do cara do RH, eu vou voltar e o bicho vai pegar, cara. Eu volto mesmo, eu volto, vou bater porta, abrir armário, derrubar copo, fazer essas coisas todas que o fantasma gosta de fazer. Isso. Tadito, hein? Aí ele diz, fiquei sem reação nenhuma na hora que mandei para o Adriano, que acreditava na história dele. Só precisava me mandar a foto do atestado,

Prontamente me respondeu, desculpe, achei que você não acreditaria. Olha, se você tivesse mandado o atestado de óbito, ele ia acreditar. Exato. E hoje em dia com o IA, então, é mais fácil você acreditar no atestado de óbito do que você acreditar na foto do morto. É verdade. Até porque o morto pode ser qualquer morto também, né, cara? É, pode ser. E conhecem teu avô? Não conhecem. No Google Imagens lá, pega uma foto do enterro do Getúlio Vargas. É, mas é isso aí, Claus, é o reflexo do cara sem noção que posta,

sair com as primas, é um dia antes de reclamar que não tem dinheiro, entendeu? Você já vê que o cara é sem noção aí. É isso, é isso. Já quando você se comeu com um cliente de design, cara, não isso, né? Não envolvia morto, mas da pessoa falar, ah, não, desculpa, eu não te paguei, não sei o que, eu não resolvi porque tava sem internet, tava postando os pezinhos pra cima no aeroporto, tá ligado? Tava sem internet, mas pra postar a foto de mala, a foto de viagem, tava toda semana inteira, tava uma joia. É isso, é isso. Eu e minha colega ficamos horrorizados com aquilo,

mandamos um comunicado interno informando que em casos de afastamento só era necessário atestado ou comprovante e nada a mais. Poucos meses depois, o turista foi demitido e hoje, felizmente, estou em outra empresa. Amo muito o podcast de vocês. Um beijo, um abraço para vocês. Espero que o Dois Empregos dure muitos anos. Muito obrigado, cara. Muito obrigado. Maravilha, maravilha. Um beijo para você e para o morto. E não precisa também mandar com a história a foto do morto. Está tudo certo? Não, não, não. Eu sempre peço para mandar referências, links.

O que for, mas morto não precisa. É, vamos evitar, né? Foto de cadáver, né? Quanto menos, eu acho que é melhor. Próxima, então, hein, Klaus? Que a próxima foi do Gabriel Kirlian. Ele que já apareceu outras vezes aqui, eu lembro do nome, hein? Ele diz... Elas não quis ir pra academia comigo, hein? Fica a denúncia. É verdade. Ah, rapaz, ele não precisa.

do Pinóquio e os presentinhos do chefe, hoje venho contar a história mais louca da minha vida em serviço. Seguimos com o relato. Trabalhava ainda na mesma empresa do chefe perigoso, só que além de gostar de dar calcinhas para as funcionárias, puta, eu lembro dessa, cara. O nosso querido resto de aborto gostava de gritar, falar mal pelas costas e culpar as pessoas, humilhar da pior forma possível. Esse era o chinês que deu a calcinha pra estagiário,

Um negócio assim, não foi? Isso, mas por que chinês? É porque eu acho que eu lembro de ter feito ele chinês pra capa do programa, mas também às vezes eu invento coisa pra pôr na capa, então... É, não lembro, não lembro. Não tem mais certeza. Não sei. Ou veio da China, foi viajar pra China, acho que é isso. É, porque eu acho que ele foi pra China. É, era um cara que foi pra China, mas também não tenho certeza se era chinês. É, acho que é isso. Era esse mesmo, né? Enfim.

e chamá-la de Adriana. Estávamos precisando pagar algumas contas. Aturamos os surtos e humilhações por dois anos. Acreditem, foram muitas humilhações. Certo dia, a Adriana chegou um pouco atrasada no serviço. O mal encarnado resolveu esculachar e a chamou na sala dele. Ela subiu e em pouco tempo começou a gritaria e o tremor. Aí ele fala que coloca o efeito sonoro do Hadouken e Shoryuken.

Acho que é assim que fala. Eu não quero! Em questão de 15 minutos, o pandemônio estava formado. Parecia o carnaval de Salvador. Era gente gritando e som de cadeira voando. Caraca, bicho! Adriana desce chorando e falando em alguma língua que até hoje não sei o que ela falava. Acredito que ela estava amaldiçoando ou amaldiçoado. É, tem gente que resolve falar enquanto chora, a gente realmente não entende nada. É, tava igual a Chiquinha, né?

Aí ele fala, ela voltou a falar a nossa língua novamente e assim disse algo que até hoje eu não acredito ter escutado. Deixa essa obra do engano vir. Ele vai ver o que nunca viu na vida. Vixe, prometeu. Só que ela não me avisou que eu também veria algo que nunca mais sairia de minha memória. Quando o senhor de todo mal chegou na sala gritando pra ela novamente, ela então iniciou a performance histórica.

sobre planilhas que falavam com ela, e-mails que piscavam e metas que a perseguiam em sonhos. Nossa, cara. O trabalho fez tão mal pra ela que ela ficou com o filtro desencapado, cara. Ela já tava ouvindo vozes dos e-mails e planilhas, cara. Exatamente, cara. Ela tá conversando com metas. Que isso? Caraca, cara. Foi diagnosticada ali mesmo, informalmente, como vítima de burnout corporativo. É o burnoutinho, seu amiguinho.

Chegou ele, chegou. Adriana, então, tacou a cabeça na mesa com tanta força e começou a gritar. Nossa, velho. O sangue escorreu pelo seu rosto e todos ficamos em choque. Não, isso daí já não é burnout, é burnout plus. É burnout premium. Que isso, cara. Caraca, cara. Isso aqui foi... Ela teve um surto psicótico aí. É surto psicótico bravo, né? Até a cabeça na mesa, velho. É, ou é surto ou é possível.

Sessão demoníaca. Nesse caso aqui, como ele tá falando que o chefe é o capeta, pode ser qualquer um dos dois mesmo, né? Pode ser qualquer um. Ah, ele até fala aqui, ó. Até mesmo o sete pele travou na hora. Só me veio à mente aquele meme. Eita porra menor. Vai a gente ligar pra emergência e super preocupado, pois ninguém nunca passou por isso. Todavia, a Samu chegou e direcionou para o hospital mais próximo. Eu, como amigo e vizinho, fui acompanhando

ela. Fizeram os primeiros socorros, ressonância e etc. Caralho, até ressonância, velho. Logo após, passamos pelo psicólogo e a Adriana ainda se encontrava em choque, chorando, gesticulando e falando várias coisas. O médico decidiu internar pra que possa acompanhar a situação. Já no quarto, sem saber o que fazer, perguntei, Adriana, consegue falar comigo? E ela me responde em bolton, lógico, tá achando que eu tô doida? Eu avisei a você que eu ia dar um

Eu só olhei para ela e falei, então tudo isso foi encenação? E ela falou, sim. Pareceu de verdade? Cara, a pessoa está disposta, Claus, a encenar um surto psicótico, cara. Caraca, cara. Não, mas não foi só uma encenação, porque não foi uma cabeçada técnica. Pois é. Teve sangue aí, cara. Caralho, bicho. Cara, a frieza dela, ela meteu o louco mesmo, hein, cara. Por isso que ela falou que ele ia ver uma coisa que ninguém nunca viu.

pronta. Eu acho que ela já tava ensaiando o dia que ela ia perder a boa e planejando isso de meses antes. Ah, com certeza. Isso não é uma coisa que você decide de uma hora pra outra, cara. A hora que esse vagabundo encher meu saco de novo, eu vou dar um espetáculo homérico, tá ligado? Isso não é de improviso, Cláudio, porque eu acho que se fosse de improviso, em algum momento que ela visse que o negócio ficou sério, ela ia arregar, tá ligado?

Porque, pô, ligaram pro Samu, o Samu foi buscar, aí depois levaram, ela fez uma série de exames, depois ela foi internada, cara, ela não

Saiu do hospital, tá ligado? Ela ficou internada no hospital, cara. Então, assim, a coisa degringolou completamente. Então, eu acho que realmente ela planejou cada detalhe, bicho. Caramba. O que é de uma frieza assustadora, né? É, porque tá falando que ela tava em choque, que ela estava chorando. Você sabe quando uma pessoa tá fingindo choro, cara? Uma coisa é uma lágrima. Outra coisa é a pessoa que já tá com o olho vermelho ali, já tá afetada, arranhenta, entendeu? Você sabe o que é um choro de um surto, assim? Eu acho que não é burnout, não.

Não, é psicopatia mesmo que ela tem, tá ligado? Mano, o que será que essa pessoa passou pra pensar que essa é a solução, tá ligado? Que isso, bicho? Loucura. Quando você vê essa cena do seu trabalho, você tem que tomar cuidado. Você não vai ser o próximo, tá ligado? Porque a sanidade das pessoas tá derretendo. Pois é, pois é. Aí ele fala aqui, eu a xinguei muito, mas depois fiquei alegre. Melhor uma mentira do que ser um burnout de verdade. É, pode ser.

com a psiquiatria e ficou 12 meses afastada pelo INSS. Nossa! Meu Deus! Eu estou em dúvida ainda se ela é gênia ou é louca, entendeu? Pois é, cara. Pois é. Ou ela foi muito frio em calculista ou realmente tem um componente de loucura aí que... É, aí a gente já não sabe se ela era louca ou se ela ficou louca, né? É, porque ela alega que ela fingiu de louca. Sim. Mas eu estou em dúvida se ela era, ficou, fingiu ou talvez um pouco dos três, viu, cara? Pois é.

Exatamente, cara. Acho que ela talvez exagerou, mas isso já estava dentro dela. Só deu vazão aos sentimentos ali, né, cara? Coisa que ela já tinha, sei lá. Acho que ela temperou ali com a cabeçada. Não, a cabeçada vai ser a cereja do bolo. Eu dou a cabeçada com a cereja mesmo. Caraca, cara. Ele fala, porém, isso já faz três anos. A empresa não demite ela e também não pega no pé. Ela faz o que dá para fazer e ninguém diz mais nada. Ela tem o salvo conduto,

do surto, cara. Todo mundo tem medo dela surter. Não sou eu que vou falar alguma coisa pra ela. Ela vai bater a cabeça na mesa. É, é. Ela fez de si mesma uma refém, né? Uma situação de refém. A última vez que desagradaram ela, ela saiu com a cabeça cortada de Samu, né? Então eu aqui não vou desagradar aqui, né? Deixa quieto. Aí ele fala, eu como testemunho da situação que ela passava, acredito que se ela não tomasse essa atitude, ela teria tido uma crise. Que eu não sei o que ela poderia fazer com a própria vida.

Rapaz. Tinha alguma coisa, tinha mesmo. É, o negócio é sério mesmo, né, cara? O negócio é sério. Uma dica, não deixe que nada e nem ninguém destrua a sua saúde mental. É isso aí. Um abraço e vai desculpando a história grande. Essa merece capa, ele já falou. Vamos ver, vamos ver, vamos ver. Caraca, cara, tô chocado, tô chocado. Realmente, eu não sei se esses 12 meses de NSS valem a sequela não, cara. O guarda dizem, né, eu não sou psicóloga,

Enfim, eles dizem que o burnout é que nem fumar. Você parar é bom, mas não é que depois que você parou, você vai voltar a ficar tudo como era antes, não. Você vai ficar sequelado. É, verdade. É desejo melhoras aí para a nossa amiga testa rachada. Boa, melhoras, melhoras. Pô, Caio, a próxima aqui é do ET de Varginha. Oh, que honra, hein? Ele diz...

Aconteceu comigo. Eu sou designer e trabalhei por muito tempo em gráficas, onde tem muitas histórias boas pra contar. Essa história aconteceu no longínquo ano de 2016. É pra gente que já passou faz tempo dos 30, Caio. 2016 parece que foi aí ano passado, né? Caio, 2016, pô, não, já faz... Faz 10 anos, Caio. Já faz 10 anos, né? Que louco. 2016 já faz 10 anos, Caio. A gente já era formado, Caio. Tem gente que nasceu nessa época que hoje já...

compra Bitcoin. Eu trabalhava numa gráfica que funcionava mais ou menos como um drive-thru do sofrimento criativo. Drive-thru... Olha quanta coisa tem embutida nessa expressão aqui. Drive-thru do sofrimento criativo. Maravilhoso. E o pior é que não vem com batata, né, cara? Que é um clássico do drive-thru, né? Exato. O cliente chegava, tocava uma campainha, tipo o jogo do milhão, e o designer sorteado ia buscar a criatura, levar pra salinha, sentar lado a lado, num clima

íntimo demais pra quem só queria fazer um adesivo. O método era simples e aterrador. O cliente apontava o dedo na tela, dizia exatamente como queria o material em tempo real, como se fosse diretor de cinema, só que sem talento. Pô, cara, os caras faziam o negócio on-demand ali na frente do cara. Esse é o pesadelo de todo designer mesmo. Porque qualquer um que passa pela porta é seu chefe. O cara entra, não tem briefing, não dá pra você conversar, amaciar o cliente.

Conversar, ó, seria melhor talvez ir por esse outro caminho. Não dá, você tá sob pressão.

de tempo e o cara, ele é cliente porque ele passou pela porta e tocou uma campainha. Sim, o dono certamente não faz esse tipo de atendimento, né, cara? Porque se ele fizer, não dura, né? Quem inventa isso não passou por isso. É, é. Certo dia aparece um guri de uns vinte e poucos anos querendo fazer um adesivo. Tudo normal. Eu, profissional e otimista, pergunto. Tem alguma imagem de referência? E ele responde. Tenho no celular.

Aqui que entra o detalhe importante. Essa gráfica tinha uma política escravocrata a nível medieval.

Ninguém podia ter celular, nem no bolso, nem desligado, nem pensar nele. O telefone ficava trancado num armário até o fim do expediente, como se fosse um artefato proibido. Que é como eu desejaria que fosse na academia, viu, cara? Seria ótimo, né? O cliente também não tinha internet móvel, porque, claro, não tinha. Então, sobrava o plano C, cabo USB. Por questões de vírus, paranoia e talvez medo do apocalipse,

visível pra absolutamente todo mundo. Boa, isso é importante. Eu pergunto se posso conectar o celular dele ali. Cara, não é parar, não é não. É, não é não. Se todo mundo vai pôr um pendrive num computador público, a única forma dele ser seguro é Linux, porque os vírus são feitos geralmente 99% pra rodar em Windows. E eu já vi computador que todo mundo põe pendrive, né? O famoso Xerox de faculdade, como vivemos muitos anos. Sim, é um esgoto, né?

Sem brincadeira, boa parte dos estudantes tinha um pendrive só pro Xerox da faculdade e outro que usava na vida, porque era inconcebível.

você usar o mesmo pendrive que circulava ali em outros computadores seus, sei lá, na medida do possível, você tinha que tentar se blindar daquela parada. Sim, sim. Você pegava cinco vírus diferentes. Eu pergunto se posso conectar o celular dele ali. Ele diz sim, confiante. Confiança é essa que duraria exatos dois cliques. Conecto o telefone, aparece a lista de imagens e pergunto qual o arquivo. Ele aponta meio inseguro. Acho que é esse. E aí, meus amigos, eu abro a imagem e na tela surge algo,

que jamais deveria ter saído do ambiente privado de ninguém. Meu Deus. O sujeito ao meu lado, aproximadamente 1,60 de altura, 45 quilos molhado e usando moletom, aparecia segurando, digamos, um atributo corporal completamente desproporcional ao resto da obra. Meu Deus. Pela descrição aqui, Claus, eu tô achando que foi o Silas, viu, nessa história. Será que o Silas foi na gráfica? Tá tudo batendo aqui, viu, cara? O Silas tem essa fama.

Tem essa fama aí de ser o homem qual vale a regra do L, né? O nosso ouvinte ET de Varginha depois informa pra gente se essa história se passou em Taubaté, viu? O Selas é conhecido por ter inventado aquele passo do Michael Jackson, né? Que o cara fica inclinado. Cai com o peso pra frente, só 45 graus. Aí ele fala isso, que o cara tava ali de corpo inteiro, né? Segurando aquela manjuga.

gírias, né? Que você usa para o órgão pênis e as gírias variam de acordo com o calibre, Caio. Ah, com certeza. Eu acho que nesse caso aqui tem que ser aquelas gírias mais, por exemplo, saromba, giromba, jeba, né? Benga também é uma gíria, né? É que você fala benga, não vai ser de baixo calibre, né? É que você fala bilau, bilau é uma coisa comum. Sim, pode ser qualquer uma. Quando você fala benga, saromba, já é, já você pode imaginar uma coisa mais de alto calibre. Não, tem uma imponência,

Tem uma imponência. Tem uma imponência, exato. Aí ele fala...

em estado de colapso emocional imediato. Ô, Silas, você nunca contou pra gente essa história, hein, cara? Pô, sacanagem. Será que foi ele que mandou essa história se passando pelo dono da... Mandou anônimo? Da gráfica? Pode ser, hein, cara? Eu entrei num estado de riso incontrolável. As meninas ficaram paralisadas, como se tivessem visto um demônio bíblico recém-invocado. Sem dizer uma palavra, o guri arrancou o cabo USB e pediu desculpa

pediu desculpa com os olhos. Caraca. E disse que ia mandar a imagem correta por e-mail quando chegasse em casa. Spoiler. Nunca mandou. Nunca voltou. Nunca mais foi visto. Eu acho que a atitude... Depois que você já fez essa cagada, acho que a atitude mais correta é essa mesmo. Você desaparece, o problema está resolvido. Com certeza. O que não aconteceu, né? Ah, com certeza. Nunca mais precisa conversar com ninguém que está ali e pronto. E bora para a próxima. É isso. Mas ele cometeu um erro amador.

cara, de pôr a galeria dele à disposição, sendo que ele sabia que ele tinha isso no celular. Pois é. Muito me admira, viu, Cláudio? Muito me admira. Pincou com a sorte, né, cara? Eu não sei também. Às vezes é um baixinho exibido, viu, Cláudio? Às vezes ele... Você acha que ele queria só entrar lá e... Não, mas não... É, não sei, cara. Não tinha como saber que o cara não tinha celular pra receber a... É, não tinha, né? A imagem dele.

Sei lá. Caraca, cara. Essa história virou lenda urbana dentro da gráfica. Eu fui demitido depois por outros motivos.

infelizmente não relacionados ao episódio. Mas aquela imagem, aquela imagem ficou gravada na minha mente como uma inscrição em pedra daquelas que resistem ao tempo, guerras e à terapia. Eu tenho certeza que se pra você foi assim, imagine pras meninas, cara, que talvez nunca nem tinham visto antes. Talvez. E agora tem isso como uma primeira referência, né? Exatamente, exatamente. Talvez tenha estragado a vida completa delas, né, cara? Porque aí é a hora que elas encontram

o varão delas, de verdade, e o varão não for bem um varão, né? Se elas não estavam fingindo, né? Porque tem as críticas que dão uma fingida, mas se elas não estavam fingindo, geralmente o saião, o cabelo preso e tal, denota ali um desejo por casar virgem e tal, esse tipo de coisa. Sim, sim. E ali elas perderam a virgindade dos olhos, né? Exatamente. E é aquilo que a gente falou, acho que no episódio passado até, né, cara? Basta um segundo da exibição da imagem. Basta um segundo. É isso aí. Que fase, cara.

Que fase, cara. Maravilhoso, maravilhoso. O nosso Silas da Gráfica, hein? Silas da Gráfica. O Silas fica puto com esse episódio. Eu já estou curioso para ouvir editado. O que ele vai pôr aqui de música, de reação? Se ele vai entrar para xingar nós. Você é vagabundo, cara! Vamos para a próxima, né, Caião? Bora para a próxima, então, Klaus. A próxima, olha só, hein? É do Heisenberg do Churrasco.

aí, Klaus. Acho que chegou, hein? Diz o seguinte, ó. Salve, salve, Walter e White. Como vocês pediram histórias de churrasqueiros, olha lá. Aê! Me prontifiquei... Chegou, hein? Chegou. Me prontifiquei a contar o que aconteceu no último... O que aconteceu comigo no último fim de semana. E antes que eu esqueça, aceita uma linguiça defumada, Silão? Hoje não tá fácil pro Silão. Daqui a pouco ele vai bater com a cabeça na mesa, né?

Cuidado, cuidado. O Silas apareceu de testa rachada, né? Tá louco. Aproveita que acabou de sair da churrasqueira. Ele diz...

Os 200 conto que eu gasto todo mês de pacote de skin no Valorant... É Valorant que fala, Valorant, sei lá. Tem que sair de algum lugar. Pô, o cara gasta 200 conto por mês em skin, velho. Caralho, é muito isso, Klaus? Porque eu não compro essas porra, velho. Olha, cara, pra mim qualquer centavo gasto em skin já é muito. É, na minha cabeça também. Dos poucos jogos que eu jogo que tinha isso, geralmente eu só fico com aquelas que o jogo me dá de graça em algum momento. Eu não tenho essa...

vontade, não, de me preocupar com a estética do meu personagem. Tem pessoas que perdem dinheiro com isso, que no meu entendimento é perder, mas tem pessoas que ganham dinheiro com isso, né, cara? Valoriza ali e tal, e depois vende a conta, né, do jogo. Caralho! Existe um mercado paralelo dessa parada do cara vender uma conta muito equipada ou com um level alto das coisas e tal, então não sei dizer. Não, uma doideira. O único jogo que eu jogo que tem essa questão de skin aí e tal é o Fall Guys, viu, Claus? Mas eu acabo usando sempre a skin de cavalo.

Cavalo, cara. A única coisa que eu faço é trocar o short ali. Uma hora eu coloco uma saia, outra hora um short, entendeu? E eu sigo sendo um cavalo no Fall Guys. O jogo que tem skin é o Overwatch aí, que eu jogo de vez em quando. Mas eu não sou um player dedicado. Eu sou um cara que... O jogo é uma desculpa para eu entrar no Discord e falar merda com meus amigos ali. Depois das nove da noite. Perfeitamente. Mas voltemos aqui que ainda não chegou o churrasco, hein? Vamos lá. Ele diz...

as skins, ainda dava pra comprar um hambúrguer artesanal maravilhoso que tem aqui na cidade. Ele me passou o endereço e apertamos as mãos. E é nessa hora que o Klaus fala, mal sabia ele, Caião. Pois é. Pensei que era mamão com açúcar, melzinho na chupeta. Afinal, é só assar as carnes. Eu faço isso de graça pra minha família há anos. É bem assim. Chegando lá, todo pimposo com aventalzinho de tio

churrasco e minhas facas artesanais, comecei os trabalhos. A churrasqueira fica perto da piscina. Guarde essa informação. Piscina essa, bem bonita. A casa em si era maravilhosa. Tava tudo correndo bem. Até que chegou a encarnação do Satã em forma de criança. O aniversariante. Eita! Que vamos chamar de Enzo Gael. O nome da época.

Eu já vi que ele era super mimado, não aceitava não como resposta e era arteiro ao ponto de eu acreditar que esse porrinha tinha uma usina nuclear enfiada na bunda. Judiando do coitado do Homem-Aranha, os adultos foram ficando cada vez mais bêbados, cheirados e maconhados. É disso que eu tava falando quando eu pedi pra vocês mandarem histórias de churrasco.

Crianças, cara. Que isso? Você tá na churrasqueira pra sua família, o máximo que você vai ter de perrengue é que não tem acordo entre aquela tia que gosta do bife muito queimado, na forma de chinelo e que pra ela sentar cru, e aquele pessoal mais novo que queima sangrando. Isso. Ou a galera discutindo política na sua orelha. É o máximo que vai acontecer. Mas dificilmente no churrasquinho ali da família vai ter a galera bêbada, maconhada e cheirada e tal e tal. É, mistura isso com a criançada,

Então, assim, tá tudo errado, né, cara? Esse tipo de churrasco, geralmente... Apesar que, cara, isso aqui era uma festa de criança, né, cara? Pois é. Esse tipo de churrasco, geralmente, não é organizado por uma família. Mas esse foi, né, cara? Esse foi, cara. Esse foi. Esse foi. Caraca, bicho. Bom, ele até fala aqui, ó. Ao ver tamanha irresponsabilidade, eu pensei... Isso é uma festa infantil ou é a porra do Woodstock? Meu Deus, velho.

Por aí você já vê porque a criança é desse jeito, né, cara? A criança imita tudo o que vê.

dar cocaína pra elas. Se você costuma tá cheirando por aí, a criança vai ficar sequelada também. Tenha certeza, tenha certeza. Ele fala, e aí que chegamos na parte que todo mundo que tá ouvindo esse episódio quer ver. A hora que esse churrasqueiro tagarela toma no rabo. Pois aqui está. Eu estava evitando que as crianças se matassem afogadas na piscina, olhando a carne, recebendo palpite de drogado sobre o ponto da minha carne e para fechar tudo com uma

Grande chave em formato fálico na minha bunda. O aniversariante pegou o meu avental e colocou no fogo. Tá pegando fogo, bicho! Nossa! Esse capeta já tava treinando pra queimar os outros. E nisso, eu pulei na piscina. Ah, cara, ele botou o avental com ele vestindo o avental, então. Não é que o avental tava pendurado e ele jogou na churrasqueira. É, puxou do joelho dele ali e enfiou a beirada na churrasqueira.

Que loucura, velho. Nisso eu pulei na piscina, mas aí é que tá. Eu não sei nadar. Puta vida, velho. Nossa, cara. Mas será que a piscina não dava pé, velho? Cara. E ninguém podia me ajudar, porque tava todo mundo louco. Todo mundo usando droga com criança e uma piscina que não dá pé. Olha que fórmula de desastre mesmo que era esse churrasco. Um avental pegando fogo. É churrasco que vira notícia do UOL, né, cara? Do Té.

do G1. É. Caraca, cara. Depois termina com todo mundo chorando do lado de fora, falando que não sabe o que aconteceu. Hora que vi já tava assim. E a criança triste, porque infelizmente ficou lá dentro meu desodorante e meu isqueiro, né? Aí ele fala, ninguém podia me ajudar porque tava todo mundo louco. Por um milagre de Deus, eu saí daquela piscina. Disse que meu cachorro teve um infarto e saí correndo daquele lugar direto

Caraca, cara. Caralho, velho. Conclusão, jamais aceite trabalho extra. Essa foi a conclusão dele. Não complemente sua renda, jamais. Faz uma coisa só. Eu tiraria outra lição disso. A lição, pra mim, é não compre skin de jogo. Você pode acabar pegando fogo por aí. É, ele até fala, ó. Se não fosse a ganância, eu poderia não ter queimaduras de segundo grau no corpo. Caralho, a coisa foi séria, velho. Caraca, cara.

Segundo grau, bicho. É, o negócio foi sério, Klaus. Caraca, cara. O negócio foi sério. Maravilhoso. Caraca. Depois que ele foi embora, essa galera continuou comendo carne crua, espetinho com plástico. Nem perceberam, nem perceberam que ele foi embora. Não importava mais, é. E tudo com aquele saborzinho de avental, né, cara? Ficou ali na churrasqueira. Pois é. Valeu, cara. Um abraço. Obrigado pela sua história. É, quando a gente pediu história de churrasqueiro, eu não esperava que aparecia uma festa infantil

tô em queimadura de segundo grau, cara. Eu esperava outras coisas, mas tá bom, tá bom. Excelente história. Coitado. Então é isso, pessoal. Essas são as histórias de hoje. Pra mandar é 2empregos.com.br. Pra nos ajudar financeiramente, também é nesse mesmo endereço, tá? Você... Doa o que o seu coração mandar por quanto tempo você quiser, mas a partir de 10 reais você participa de todos os sorteios de brindes que a gente faz. Esse mês mesmo ainda tem pra sair uma caneca e um livro, viu, Caião? Opa! É, pois é.

É, tava conversando lá com a Valesca, nós faremos um outro sorteio. Maravilha, hein? Mais. Coisa linda. Então, ó, bom momento pra entrar no grupo, hein? Bom momento, bom momento. Mas é isso. Então vamos agradecer, Caio, eles que já apoiaram aqui o Dois Empregos com seu rico dinheirinho. Começando pela galera do Plano Patrão, que é o José Garcia Neto, Leandro Nunes, Lucas Peron, Thiago Gliçoy, Caio César, Gabriel Rico e Benhur Brião. Boa, e lá no Plano Você é Louco que contribuem aí.

sugerida, ou seja, nos ajudam ainda mais. Temos eles, Pedro Henrique Schneider, João Marcos Vieira, André Esquimor, Anderson Alves, Jotan Kalkman Gonçalves e a Débora Lancaster, sempre ela. Boa, boa. João Marcos, você tá devendo um bar do Adriano aqui pra nós, hein? Oh, tem que vir. Vamos trazer as novidades da aviação aí pra galera. É isso, pessoal. Então, e até semana que vem. Valeu, abraço.

E tchau! Falou!