#265 - Chifre AO VIVO com PLATÉIA!
A instalação de um simples sistema de segurança na oficina virou um pay-per-view da sacanagem!🔥 Uma senhora rica sai fazendo caridade a estranhos 🤲😳, funcionários criam códigos secretos pra conversar na frente das clientes sem elas entenderem, e se isso acabasse bem não viraria história no #MomentoMárcioCanuto onde o microfone é do povo! 🗣️ Sobe o som e desce o play!
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🔊Novo Podcast: CONHEÇA O LEGISLADOR:
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🎙️Edição: Silas Ravani | Comercial: contato@klausaires.com
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- Historias de WorkplaceFuncionário dormindo pelado no banheiro · Códigos secretos entre vendedores para comentar sobre clientes · Traição flagrada por câmera de segurança em reunião · Assédio de cliente rica oferecendo dinheiro · Dia de trabalho repleto de desgraças acumuladas
- Acúmulo de Desgraças em um Único DiaDengue e bronquite · Término de relacionamento por mensagem · Invasão de conta bancária · Diarreia e problemas digestivos · Problemas com cliente e sistema de suspensão de carro · Queda de bicicleta · Peças erradas encomendadas · Vendedor de sindicato persistente · Aniversário arruinado
- Caridade e FilantropiaSenhora oferecendo mil reais a desconhecido · Voto religioso · Transação sem expectativas de contrapartida · Ajuda a alguém fazendo curso superior
- Segurança no TrabalhoInstalação de câmeras de segurança · Senha padrão não alterada · Exposição pública de situações privadas · Consequências de falta de segurança de dados
- Códigos e Linguagem CorporativaCódigo 10-43 para 'mulher bonita' · Sistemas de comunicação entre vendedores · Discussão ética sobre objetificação de clientes
- Séries de TV e StreamingSérie experimental de 5 episódios · Histórias de 5 a 10 minutos · Temática eleitoral e satirização política
- Louro José substituição de personagemMorte do boneco original · Substituição por novo boneco · Mudança de voz · Traição ao público e votação anterior
Olha, meu marido tem dois empregos.
É verdade, Caião. É verdade. Mas sabe o que também é motivo de festa, Caião? São as promoções do nosso fiel patrocinador Abasicamente, que está aí com descontaços no outlet na data desta gravação, até 70% off em diversas peças e vários cupons que eles divulgam no site, que você pode usar o cupom que está lá no site com o cupom 2Empregos1. Você vai somar o desconto da Abasicamente com o frete grátis do 2Empregos1.
dois empregos e vai ter aí dois benefícios para dar aquela renovada do guarda-roupa com roupa básica de qualidade, hein, Caião? Boa, é, bicho, porque, bom, hoje na data da gravação, por exemplo, estava tendo promoção em camiseta modal, né? Então estava tendo até 40%, bicho. Pois é. E aí você conseguiria juntar esses 40% com o nosso cupom dois empregos e você ainda pegaria o frete grátis, quer dizer, sairia no precinho suculento, né, Carlos? Então fica a dica aí para os nossos
A gente tá gravando com uma certa antecedência, então talvez as promoções já tenham trocado. Mas dá uma olhada lá, porque tá sempre sendo renovado aí o quadro de promoções e você pode encontrar uma para o produto que você deseja. Exato. Essa modal é aquela que a gente sempre fala, não amassa, não desbota, não pega cheiro, né? As propriedades mágicas, tá cheio de roupa, com diversas propriedades. Veja a promoção do dia. Você tá ouvindo aí, às vezes a gente tá gravando aqui antes e não sabe.
e tem o cupom aqui na descrição. Vai lá, aproveita. Se você não for aproveitar hoje, pelo menos simula o carrinho. Você já vai ficando de olho. Vale a pena. Boa! E, é claro, hoje temos aquele quadro que é dominante aqui no programa, que a galera adora. O nosso querido momento, Márcio Canuto. Mas antes de chamar a vinheta, eu quero dar um recado de mim mesmo, que é um jabá próprio que eu estou trazendo aí para a galera, que é a série Legislador, Cairoa.
cavar uma prisão pra mim aí no ano de 2026. Mas eu decidi dar uma avacalhada com o ano eleitoral, fazer uma seriezinha de comédia. É uma coisa experimental. Eu tô fazendo pela primeira vez uma série de historinhas em áudio. Pra quem conhece aí, sei lá, o Dr. Pimpolho, alguma coisa dessa natureza, historinhas de 5 a 10 minutos. Eu estou fazendo uma série curta, experimental, são só 5 episódios de até 10 minutos, chamada Legislador, a qual se passa em Brasília. E vou colocar um teaser
30 segundos, que é melhor o teaser do que eu ficar aqui explicando. Você encontrou uma audiosérie de comédia criada só pra sacanear os políticos. Ah, não. Tem que ter uma lei. Nesse ano sua mãe já achou a zona. Ih, travou. É, travou o chefe. Eleitoral. É só abrir o aplicativo e clicar aqui pra ver no mapa. Novo aplicativo do eleitor. Eu não confiava em careca, mas agora ele é o meu candidato. Nesse ano eleitoral, coloque seu fone e procure legislador no seu player de podcast favorito. Ouviu isso?
Eles amam a democracia. Aí, é isso. É isso. Bom, eu já ouvi vários episódios, porque tem alguns não publicados. Quer dizer, se bem que na data dessa gravação aqui, na data da publicação deste episódio, quase todos os episódios já vão ter sido publicados, eu imagino, né? Quatro dos cinco episódios já estarão no ar. Exatamente. Eu já ouvi os episódios com antecedência. Minha filha Patrícia já ouviu também. Como é, falou. Falou que é bom.
o meu joinha de aprovação. Vão lá e ouçam. Eu vou deixar o link aí, mas é só você procurar no mesmo player de áudio que você está ouvindo Dois Empregos. Isso. Você procura legislador, vai aparecer fácil aí para você. Aí dê essa chance aí, quem sabe você acabe gostando, né? E agradeço se vocês puderem deixar o feedback de vocês nos comentários, porque realmente é a primeira vez que eu faço uma audiosérie com historinhas assim, né? Está sensacional, galera. É isso, Caião. Agora sim, solta a vinheta, Silão.
Dois empregos orgulhosamente apresenta... Aumento Márcio Cano! Boa! A primeira história aqui, Caião, é do Adriano, é claro. E ele diz, fala Ana Maria e Louro José e também o Silão. Olha, eu mato e morro para ser o Louro José, viu? É, cara. Eu sou fã do Louro José também, viu? É uma pena que substituíram ele por um Louro José, imitação, né? Eu não gostei disso.
é o mesmo boneco com uma voz diferente, o que é pior ainda. Eu acho que não podiam ter feito isso quando a pessoa viola o cemitério. Uma exumação do corpo. Exumado o cadáver do José para colocar outro papagaio ali, entendeu? Tinha que ou ter feito com outro boneco ou não ter. Me incomoda muito o mesmo boneco com outra voz. Sim, foi uma esculhambação do começo ao fim porque eles fizeram uma eleição para escolher o nome do boneco.
que ganhou, se não me engano, foi o Lourito. Nossa! E eles falaram, não, quer saber? Não vai ser isso, vai ser Louro Mané. Nossa, traíram o público duas vezes. É, nem sei se estão chamando Louro de Louro Mané ou se já voltaram a chamar de Louro José, como se nada tivesse acontecido. Mas, enfim, é... Que absurdo. É lambança atrás de lambança. Eu sou contra esse papagaio zumbi. O que mostra, Klaus, o que mostra que é o Louro José que comandava aquela bagaça, entendeu?
Foi ele morrer e o negócio acabou. Exato. Pra mim, o Mais Você sempre foi um programa comandado por um papagaio
que cuida de uma idosa. Exato, exato. Mas vamos lá, né? Ele fala aqui também, o Silão, melhor editor do Brasil. Vocês estão bonzinhos? Bom. Aqui é o Adriano. Sim, aquele mesmo da história do vestiário. Quem ouviu o episódio 255 sabe o trauma. Ah, tô ligado. Da lanterna, né? Acho que é. Hoje eu volto pra provar que banheiros e manutenção são uma combinação perigosa. A história aconteceu em 2018.
de cargo e era eletricista. Trabalhava lado a lado com a galera da pintura e hidráulica pra dar um apoio pro Django. Um belo dia, o meu encarregado deu a missão. Adriano, cola lá no prédio X com seu auxiliar. Vocês precisam desligar uns equipamentos pra ele trabalhar. Chegamos lá e nada do Django. Rodamos o prédio e só encontramos Caldinho, o auxiliar dele, com cara de quem tinha visto fantasma. Cadê o Django, Claudinho? Rapaz, tô procurando o homem faz uma hora e ele sumiu no mundo. É que é Caldinho mesmo.
né? Claudinho, não. Eu falei Claudinho? Pareceu. Caldinho, Caldinho. Caldinho, Caldinho. Aí ele diz, bateu aquela preocupação. O Django já era um senhor de 60 anos. O trabalho era pesado. Pensamos logo no pior. Infartou em algum canto. Avisamos o encarregado e montamos uma força tarefa pra busca e salvamento. Era gente correndo pra copa, pro restaurante, pros depósitos. O Caldinho ficou com a missão ingrata de revistar os banheiros. Passou pelo primeiro, segundo,
do terceiro andar e nada. Quando chegou no quarto andar, um setor administrativo todo pomposo, onde só o pessoal do escritório circulava, ele sentiu um cheiro de morte, uma draca que pairava no ar. Ele seguiu o rastro do perfume de urubu até o banheiro. Entrou e viu uma das cabines trancada. Django, é você? Silêncio total. Desesperado, achando que ia encontrar um cadáver, o Caldinho teve a ideia mais brilhante e invasiva da história da manutenção.
celular. Ligou a câmera. Meu Deus. E passou por cima da porta pra filmar o que tava lá dentro. Meu Deus. Quer dizer, quem tava lá foi filmado, né? Sendo o Jungle ou não. Exato, exato. Tudo porque ele bateu na porta, perguntou é você e não viu a resposta. Mas poderia não ser ele. Sim. E pior, né? Poderia ser o mudinho, né? Que por acaso estava ali. Alguém simplesmente constrangido, né? Constrangido. Com a satisfação de tá cagando, né, cara? Exato. Normal.
o Stop e olhou o vídeo, o que ele viu não foi uma tragédia, sim uma obra de arte do surrealismo. Django estava completamente nu só com a bota de segurança. Famoso pelado de galocha, Caio. Como assim, cara? Um dos estilos estéticos mais polêmicos, né? O pelado de galocha. Ele tinha feito uma trouxa com as próprias roupas pra usar de travesseiro e estava dormindo no sono dos justos.
encostado na parede do box. Meu amigo. Quer dizer, o cara tirou as roupas, fez uma trouxa de roupas pra servir como travesseiro, sentou no trono e apoiou a cabeça ali no box, né? Exato. Sentou no trono e dormiu como um rei. O vídeo caiu no grupo da manutenção mais rápido que diarreia em banheiro público. Nossa, rapaz. Você vê, né, Klaus? Não basta ele enfiar uma câmera
o box do banheiro. Então não dá suficiente. Ele falou, não dá um pouco. Não, o cara pensa assim, né? Pô, precisava de um travesseiro, cara. O que que eu faço? Ah, já sei. Vou pegar minhas roupas aqui, vou enrolar, vou ficar pelado porque não tem outra roupa e tal. Ele deve ter pensado, ele vai falar, pô, mas será? Mas aí deve ter vindo na cabeça dele assim, não, mas o banheiro vai estar trancado aqui, ninguém vai me ver aqui pelado, entendeu?
Mal contava ele com o nosso querido auxiliar aqui, né? Ele não falou o nome dele. Ah, não, foi o Caldinho. É o Caldinho mesmo. É o Caldinho.
Caldinho mesmo, que foi lá e filmou o cara pelado, velho. Ainda jogou no grupo da galera. Jogou no zap, meu amigo. A galera ganhou o pay-per-view de Django ali. Às vezes antes do cara acordar já tava todo mundo comentando, né? Então, mas e o cheiro de merda que tava? Será que ele cagou e dormiu? Eu acho que sim, cara. Eu acho que ele fez o combo da cagada remunerada com o cochilo com o sono do justo ali, cara. Caralho, velho. Foi isso.
crime. Enquanto a gente passava mal de rir, o Django acordou. Saiu do box como se nada tivesse acontecido e disse, ah, eu tô bem, ele tava só descansando. Não teve jeito. Daquele dia em diante, o nome e os apelidos dele foram esquecidos. Ele foi batizado pelos mais próximos da equipe com o apelido de Caga Pelado. Já nós, os mais novos, chamávamos ele de Sonic da Manutenção, porque assim como o Sonic fica pelado de tênis, ele tava pelado de bota. Maravilhoso. É um ótimo apelido.
Obrigado. Vocês têm razão. O Sonic da manutenção. Pô, maravilhoso. Muito bom. Desde já agradeço por terem lido minha história anterior e espero que logo vocês lêem essa história, que escrevo durante o meu trabalho no último dia trabalhado de 2025. Gosto muito do programa e acompanho vocês a cada episódio novo. Pô, cara, o Sonic... Que engraçado, né, cara? O cara levou na boa. Eu acho que essa galera já está tão acostumada com a esculhambação, Kai.
É. Que beleza ele ter virado o Sonic e a foto dele pelado no trono ter circulado.
toda. Só mais uma terça-feira, né? Tem uma certa galera, Klaus, que já é criada nesse ambiente e sabe que faz parte. Inclusive, ele não deve nem ter abandonado a prática, viu, Klaus? Ele deve dormir pelado com frequência, viu? Com frequência. Inclusive, dá pra perceber que não foi a primeira vez. É, o cara tem uma certa experiência, porque eu mesmo jamais pensaria nisso, cara. Não. Tirar minha roupa, fazer uma trouxa de roupa. Mas isso aí é fruto da
experiência, Caio. A primeira vez ele deve ter ficado de roupa, acordou com dor no pescoço, falando, não, eu preciso repensar isso, porque ele foi aprimorando o esquema dele. Certeza, cara, certeza. Então você vê que é um cara que... Essa ideia não vem de uma vez só. É, ele não se abala com nada, não. Esse cara aí, você pode colocar ele pra bater o pênalti do Hexa, que ele não vai sentir pressão, meu amigo. Tranquilamente. Não, tem gente que é assim, cara.
Você lembra um colega nosso de faculdade? Deixa eu até contar aqui no programa, que bateu o carro,
Chegou na faculdade tranquilo, com um sorriso no rosto. Putz, cara, você bateu o cara. Não, tá tudo certo. Tudo bem. Tudo na paz. E agora, cara, vai ficar caro pra arrumar? Não, pra que arrumar? Depois acaba batendo de novo. E era assim, cara. Tem gente que é assim. É maravilhoso. Inclusive, esse cara que eu tô comentando, eu não lembro o nome dele. Foi lá no primeiro ano, essa história, deve fazer o quê? Uns 13 anos mais. Mas eu lembro que ele jogava pôquer.
Coisa que combina com a frieza que ele tinha, né? É verdade, é verdade. Ele ganhava vida jogando pôquer.
Pôquer, né? Não era isso. Pois é, pois é. É um talento, né? Ele levou, canalizou. Às vezes o Sonic precisava investir nessa área aí. Não, eu acho que ele já investiu. Ah, sim, você tá dizendo ganhar dinheiro com o Pôquer. É, não, pode ser. É, ir pro Pôquer. Realmente. É, porque as características que ele tem que investir em si mesmo, ele já tem, né, cara? Porque o jogador de Pôquer, ele tem que brigar por isso, né? Pra ser essa pessoa que não sente nada, né, cara?
Que não sente nada. Sai do banheiro os colegas em desespero, achando que tinha morrido. Todo mundo sentiu fedor.
cagada dele. Todo mundo viu ele pelado. Ele falou, não, tava só descansando. E bola pra frente. Vai jogar poker, cara. Você vai ficar milionário. Fica a nossa dica aí pro Sonic da manutenção. Boa. Maravilhoso. Bora pra próxima, Klaus. Vamos lá. A próxima é do ouvinte anônimo, que diz o seguinte. Fala Klaus Grande, Monstro do Caio Ness e Sila Cabra. Nossa. Meu Deus. Apelidos de vídeo cacetada, né? Verdade.
meio desse e contaram uma história de quando eu trabalhava em um supermercado. Ambiente esse que me ensinou a ser muito mais feliz profissionalmente. Afinal, se alguma coisa no trabalho estiver ruim, eu logo penso, podia ser pior. Eu poderia ainda estar trabalhando no mercado. Acontece, cara. Às vezes tem algum serviço. Eu acho que todo mundo tem isso, né, cara? Um serviço na vida que é aquele que você olha pra trás toda vez que você tá no seu serviço atual e fala, é, podia ser pior, podia estar
lá. Sim. Então, é a função disso na sua vida, né? Faz parte. Exato. Em um fatídico dia, estávamos com pouco movimento, a loja estava relativamente vazia e eu trabalhava despreocupadamente abastecendo o corredor de macarrão quando fui abordado por uma senhora. Uma senhora loira, de óculos, daquelas cujo tempo foi claramente gentil e ainda mantém uma vida ativa e flexibilidade nas juntas. Ela se aproxima e começa a puxar assunto.
Pergunta meu nome, idade, há quanto tempo trabalhava ali. Nesse ponto, eu já estava com a minha guarda levantada. Pra quem não sabe, quando um cliente de supermercado puxa assunto com um funcionário dessa forma, geralmente é porque ele é maluco. É verdade. E naquele bairro, haviam diversos malucos. Eventualmente, chegamos no assunto de faculdade. Mencionei que eu cursava design gráfico e ela ficou bem interessada. Disse que o filho dela estava voltando pra cidade em breve
Mas eles não tinham muita noção de como funcionava ou qual ele faria. E por isso ela estava me perguntando. Cara, que papo torto, né, Cláudio? Esquisito, cara. Você puxar um papo assim... Eu não sei. Eu sou um cara meio fechado com estranho, assim, tá ligado? É, eu também sou, cara. Eu não fico perguntando nada pra ninguém, assim, no meio da rua, tá ligado? Sei lá, velho. E o processo decisório da carreira desse jovem é preocupante, hein, cara?
Pois é. Eu não sei que faculdade fazer, mas a minha mãe foi no mercado e perguntou.
não tô falando pro funcionário qual que ele fez. Eu vou seguir isso aqui. É, tá bom, né? Que loucura, cara. Tá certo que assim, às vezes o pessoal fala uma coisa dessa só pra dar corda no papo, né? Às vezes não é bem isso e tal, mas enfim, papo furado, né, cara? Papo furado. Mas ele fala aqui, ó, a minha guarda baixou. Perguntou qual faculdade era, o tempo de curso, o valor da mensalidade. Eventualmente, ela me perguntou, baseado no tempo restante de curso que eu ainda tinha, quanto eu ainda estava devendo para a escola.
Mas essa senhora é agiota ou ela que tá querendo a minha informação? Que isso, cara. Muita pergunta, cara. Não é muita pergunta, bicho. Umas perguntas específicas, né, cara? Onde isso vai parar, né? Eu fiz uma rápida conta de cabeça, como estava pra terminar aquele ano. Prontamente respondi. Mil reais. E essa, meus amigos, foi a caixa de Pandora. Ela encarou o fundo dos meus olhos com um sorriso maroto e perguntou.
mil reais? Ih, rapaz, dependendo do sorriso, isso aí é pirâmide. Ou pode ser que sejam serviços a domicílio, Caio. É, é. É, uma coisa boa dificilmente, né? Dificilmente. Não sei, será que ela vai dar uma de Luciano Huck aqui também, cara? Falar, ó, Jacques, você quer ganhar mil reais? Então equilibra esse macarrão que você tá colocando aí no nariz e atravessa o mercado com ele no nariz e eu te dou mil reais. Dificilmente é isso.
né, cara? Não é. Isso aqui tá com um cara de ser senhoras que ajudam, sabe? Ah... Senhoras que ajudam. Ah lá, pode ser. Senhoras que gostam de um garoto que possa pagar uma faculdade, dar um Playstation. Isso. Mas que não é pra chamar de neto. Não é. Aí ele fala aqui, no momento, eu entendi. Ela era uma sessentona aposentada, cheia da grana e queria um sugar baby pra se divertir. Ah lá. É senhoras que ajudam, rapaz. É.
E escolheu o rapaz com carinha de novinho do mercado. Mas eu não poderia aceitar, visto que eu estava namorando. E ela também não me apetecia muito. Ele avaliou ali prós e contras. Por mil reais. Não, não, não. Quem sabe em outras circunstâncias. Aí ele fala, eu dei um riso meio sem graça ainda processando a oferta. Como assim? Aí ela, você quer esses mil reais, rapaz? Ah, eu quero, né?
É, tem isso também, né? Tão em público. Tem isso, né? O cara tava trabalhando, né? Nossa, bicho. Caralho, cara.
no teclado 1, 0, 0, 0. Ela parou com o dedo em cima da tecla confirmar e perguntou novamente olhando pra mim, você quer esse dinheiro ou não? A senhora Silvio Santos, né? Você quer dinheiro? Foi lá e mostrou, né? Prefere mil reais ou uma foto com racha negra? Aí ele fala, um apertar de botão e eu teria mil reais em espécie nas minhas mãos. Ela estava balançando a recompensa na minha frente.
Fiquei genuinamente impressionado com as táticas de persuasão dessa senhora. Mas mesmo assim eu respondi. Olha moça, é que eu namoro, né? Ué, e qual o problema disso? Não tem nada a ver. Não tem nada a ver. Meu Deus, mais uma vez eu não soube o que responder. É uma prestação de serviço. São profissionais aqui. Não quero saber da sua vida pessoal. Ele fala, pela minha cabeça milhões de perguntas surgiam. Como assim?
Não tem nada a ver. Na cabeça dela, isso era apenas uma transação de negócios. Era uma transação. Não sei se de negócio. Da mesma forma que um ator faz uma cena de sexo e não está traindo. Olha onde vai a cabeça do cara, velho. Por que ela faria negócios em plena luz do dia, em público e ainda me pagaria adiantado? Essa senhora tinha mesmo um filho? Por que eu acabei nessa situação? Então, todas as minhas dúvidas foram sanadas. Vendo a dúvida no meu rosto, ela disse.
Acordei. Eu fiz um voto com Deus. Jurei que iria fazer um ato de caridade para a primeira pessoa que me tocasse no coração. E eu escolhi você. Por isso eu estou te oferecendo esse dinheiro. Caraca, bicho. Não é possível. Olha só a maldade nas nossas cabeças e na dele também. Porque a pessoa simplesmente acordou disposta a pagar uma promessa religiosa e fazer o bem ao próximo. Doar mil reais, cara.
eu vou no mercado, não acontece isso. A última vez que uma senhora desconhecida me abordou no mercado, foi pra me dar lição de moral ecológica sobre saquinho plástico. Eu fiquei com raiva, rapaz. Eu pensei, o que que esta velha maconheira quer interferindo nos meus saquinhos plásticos? Não, ainda me justifiquei, né? Meio trouxa. Não, é que eu tô levando as minhas frutas pra pesa. Não, mas você pode levar solta que a moça pesa no cacho. Nossa, mas que raiva, cara. Que raiva, cara.
Pra me dar mil reais não aparece. Não aparece. Mas não aparece uma senhora nem pra trazer um bolo aqui, viu? Se não fosse minha santa mamãe, eu não ganhava um bolo na minha vida de uma senhora. É, pois é, cara. Até aquelas degustações que tem nos corredores do mercado. Às vezes você ainda tem que avaliar. Pô, será que eu troco aquele pedacinho de queijo que tá no palito ali por ouvir esta pessoa fazendo a propaganda do quanto o queijo é bom, do quanto o preço tá bom e tal?
A gente já avalia. Às vezes acaba nem pegando, né, cara? O queijo que tá de graça.
Imagine receber mil reais assim, cara, por nada. Que loucura isso, bicho. Pois é, cara. Se é que é isso mesmo, né, Claus? Vamos terminar a história aqui também. Mas assim... Vamos terminar, vamos terminar. As possibilidades que tinha, essa é uma que não se cogita quando você dá uma história dessa, né, cara? Você pensa em tudo. Menos que a pessoa, de fato, tava querendo dar o dinheiro, cara. Que loucura. Ele fala aqui, ó...
Usaria esse dinheiro apenas pra pagar a minha faculdade. No fim, ainda me disse. Meu filho vai voltar pra cidade em janeiro e eu gostaria que você o conhecesse. Não vá sair do mercado até lá, hein? Estranho isso, né? Isso é estranho. Enfim, nos despedimos, ela foi embora e eu fiquei com mil reais no bolso, me perguntando se aquilo tinha sido um delírio febril. É, cara. Ele achou que encontrou uma experiência mística, né, cara? Recentemente, você falou do seu último encontro com o velho,
mercado, Cláudio, esses tempos eu fui fazer risoto aqui em casa e fui fazer o caldo de legumes. Ao invés de comprar o caldo pronto, eu fui fazer o caldo de legumes. Minha esposa que faz, na verdade. Eu só fui fazer as compras. Que maravilha. Aí, no caldo de legumes, geralmente se vai salsão. Só que é um negócio meio caro, chato de encontrar e tal. Enfim, eu tava ali no hortifruti tentando encontrar o salsão e encostou uma velha do meu lado e perguntou o seguinte, cara. Ela falou assim, você tá procurando salsão? Eu falei,
Caralho, velho. Meu Deus. Como isso pode acontecer, cara? Eu falei, tô? Ela, é, pois é, eu vi que você tava andando pra lá e pra cá, e o salsão tá difícil de achar mesmo, não sei o quê. E eu já tive essa impressão de estar vivendo uma experiência mística, né, cara? Porque como a pessoa consegue descobrir que eu estava procurando o salsão? É a mãe de nada do hortifruti, né, cara? Impressionante. É a mãe de nada do hortifruti, cara.
Caramba. É que já é melhor do que a velha que você encontrou aí, que te deu lição de moral. Não, melhor não, muito pior.
Antes fosse uma senhora pra dar mil reais. Eu tô com muita inveja aqui do nosso ouvinte, rapaz. Pois é. Achar dinheiro fácil, assim, nunca achei, viu? Não, isso aqui... Talvez seja a primeira história feliz dos dois empregos. É? Pois é. Ele fala, ó, conclusão da história. A conta que eu fiz estava errada. Eu devia mais do que apenas mil reais. Me arrependi amargamente. Que isso, cara? Arrependendo que você saiu de casa só pra trabalhar e ganhou mil reais. Tá bom demais. Livre. Em espécie. Tá ótimo.
Tendo que se arrepender. Pô, dá a mão, o cara quer o pé mesmo. Você diz que se arrependesse, você fizesse o que eu provavelmente faria, que era não querer papo com a pessoa que eu não conheço. Exatamente. Porque aí você ia ter perdido os mil reais. É, exato. Aí ele fala, ainda fiquei com um DP em várias matérias por não ter assistido às aulas e não me formei naquele ano, então acabei tendo que pagar ainda mais. Mantive minha promessa, usei o dinheiro única e exclusivamente para pagar as mensalidades. Tive que pagar na lotérica, como faziam os maias e os aztecas.
espécie né cara no fim acabei saindo do mercado antes do filho dela voltar pra cidade às vezes me pergunto como seria o mundo se eu o tivesse conhecido será que nos tornaríamos melhores amigos será que minha amizade com uma família rica me garantiria dinheiro e presentes caros nunca saberemos já a senhora raramente eu vejo ela pela cidade fazendo compras tomando uma breja espero que ela tenha tudo de bom com a ajuda dela eu me formei e hoje sou o designer safado que trabalha no ar condicionado tomando um cafezinho
e escutando Dois Empregos. Adoro o podcast de vocês e desejo todo o sucesso do mundo. Rumo aos Dois Empregos todo dia. Ô, rapaz. Meu Deus do céu. Que maravilha, que maravilha. Faça o seguinte, você ouvinte, e doe mil reais para o Dois Empregos hoje. É isso aí, doisempregos.com.br. E aí, quem sabe, teremos Dois Empregos todo dia. Aliás, eu preciso passar o chapéu aqui mesmo, viu? Porque a audiência com o tempo vai notar
Nós tivemos uma certa redução no volume de propagandas. Talvez o pessoal não perceba, porque tem os anúncios dinâmicos, a gente não tem muito controle sobre como eles entram, né? Mas, no geral, precisamos de recursos, viu? Já vou aproveitar essa chance aqui. Vai passar o chapéu pra gente manter o programa semanal. A ajuda de vocês é essencial com o valor do seu coração. Mandar se for mil reais, eu fico muito mais feliz aí. É, porque tá quase não dando, né, Carlos?
A situação é essa. Tá quase não dando mais, então... É, a galera deve pensar que a gente inventa isso, que a gente fala, olha, galera,
perigoso a gente não fazer o semanal. Mas é que sempre que vai bater na trave, acontece um milagre. Aí a gente continua mantendo o semanal. Mas é complicado, galera. Custa. Seja você o milagre e ajude o desprezo. É isso aí. Bom, vamos lá então, Caio, pra próxima. Aliás, um abraço pra você, cara. Fico feliz aí. Espero que esteja tudo dando certo. Desejo pouco retrabalho na sua vida e muito mais senhoras gentis, tá? Boa, boa. Vamos que vamos. A próxima história aqui, Caio, é do
no mais um dos nossos Adrianos de nosso Brasil. Ele diz, bom dia, Júlio e Cocoricó. Meu nome é Adriano. Eu sou da terra do basquete. Um abraço aos grandes fregueses do time de Bauru. Não, pera lá. Se você é da terra do basquete, você é de Bauru, meu amigo. Só pode ser. Basquete de Bauru é famoso, hein? Pois é. Pior que eu não sou tão ligado assim em basquete, cara. E eu não sei a qual cidade esse senhor está se referindo, tá ligado? É, não sei também. Eu não sei qual é a cidade do basquete.
sem ser bauru. E aí ele diz aqui,
se o produto realmente estava no estoque e os produtos tinham códigos. Até que um dia um vendedor liga e eu atendo e ele pergunta sobre o produto 1043. Eu olhei no sistema e não existia esse produto. Então perguntei para o grande Wagner. Wagner era o estoquista lá há muitos anos. Baixinho, careca, com orelha cabeluda. Parecia um hobbit careca. O baixinho, careca, com orelha cabeluda é um personagem muito clássico do folclore brasileiro, né, cara? Ah, é. Geralmente era aquele... Na época a gente era criança,
cara, era aquele tio da banca de jornal. Isso. Que vendia cigarro sorto, ficha de orelhão, essa figura aí. Que aliás, acabou, né, cara? A banca de jornal. Acabou, cara. Acabou. Acabou. Os tios da banca de jornal eram muito gente fina, era um pilar da sociedade. O que será que eles fazem hoje em dia? Pois é. Tem uma banca de jornal aqui perto da minha casa, mas não é mais banca de jornal. É meio que uma floricultura de praça misturada com banca, misturada com mini mercearia, tá ligado? Foi agregando outras funções, né? É, tem que fazer alguma coisa, né, cara?
sobreviver. É. Ele fala, era muito gente boa. E ele me explicou que 1043 era o código pra mulher bonita. Olha só, rapaz. 1043, mulher bonita. Eles usavam internamente pra falar que estava indo um mulherão retirar produto ou passar pela loja. Cara, olha o nível disso, velho. Os caras tinham uma, tipo, segurança de shopping, né? Eles tinham... É, um código, né, cara? Uma linguagem própria. Uma linguagem secreta. É. Com o tempo passando,
trocando de setor até ficar como um PC ou do vendedor. Eu atendi os clientes e os vendedores que de fato finalizavam as vendas. E dava muito certo, até que um dia entra na loja uma menina linda, devia ter uns 25 anos, roupa de academia, cabelo loiro. Eu atendi normalmente e ela escolheu o secador que queria e foi finalizar a venda com um Gilmar, que quando viu ela, ficou de queixo caído. Logo pegou o telefone e ligou no estoque falando, Wagner, preciso que confirme um 1043, mas tem que confirmar
10,43 mesmo. Muito 10,43. Ficou até meio que na cara. Caralho, velho. Rapaz, o cara já tava babando ali, né? Pô, bicho. Tem que ver se é 10,43. O cara tava, né? Partiu pro... Não conseguiu disfarçar, mas tem que ver se é 10,43 de frente, se é 10,43 de costa. Gilmar finalizou a venda e pediu pra ela retirar no estoque depois de pagar e assim ela fez. Até que vem pela loja um anão de orelha peluda bufando de raiva. Wagner veio tropeçando em tudo, derrubando bicicleta,
Até chegar no Gilmar e começar a gritar. Você é louco? Que falta de respeito, seu vagabundo? Você tinha que ter mais consideração? Você me liga pra falar uma atrocidade dessa? Cadê o respeito com a minha filha? Ih, rapaz. É a filha do baixinho, rapaz. Caraca, bicho. Não, ele ligou pra ele, né? Imagina a vergonha, cara. Qual a chance, bicho? Imagina a vergonha. Eu lembro na época da faculdade, porque, né, molecada e tal, sempre tem esse negócio de comentar, nossa, olha que gostosa, não sei o quê.
porco meu, fala, é minha irmã. Tem esse impulso de, é minha irmã, só pra ver a pessoa derreter, porque a pessoa derrete, cara. A alma vai embora do corpo. Aí fala, não, brincadeira, já leva aquele alívio, né? Pois é, cara. Pois é, mas você vê. Os caras foram criando essa cultura, né, bicho? E não pensam que pode ser a sua irmã, pode ser a sua filha, pode ser a sua mãe, tá ligado? Então... Exato, exato. Tem que se ter cuidado. Tome cuidado, tome cuidado. Acontece que Wagner era bem recluso fora da empresa.
festa ou com fraternização, então o pessoal não sabia como era a família dele. E outro, esse tipo de figura você pensa que a família dele é toda igual a ele, né? Isso, exatamente. A esposa dele é baixinho de orelha peluda de saia, que a filha dele é baixinho de orelha peluda. E as redes sociais ele só postava coisa do outro trabalho dele. Então ninguém sabia que a 1043 que entrou era a filha dele. Mas por fim o pau quebrou. Gilmar correu pela loja e o Wagner atrás, até os seguranças apartarem. O gerente foi tranquilo, advertiu os dois,
mas nenhuma outra consequência, né? Nenhuma outra providência foi tomada. É, cara, mas tem que ver que o cara que fala de tudo e a mulher que entra dessa forma, ele está assumindo risco, né? Ele ajudou a fomentar a cultura que um dia ia ali atingir a sua filha, a sua esposa. Exatamente. Porque essas pessoas não entram lá de crachá, né? Exato, né? Algo me diz que o código 1043 foi deletado depois dessa história, viu? É, eu também acho. Fica um clima meio bosta, né?
de uso. A próxima vez que essa menina for lá, todo mundo vai ficar mudo, né? Todo mundo vai ficar constrangido até pra atender ela. Obrigado por lerem minha história. Desculpa qualquer coisa e mandei um abraço pro Gustavo, muito triste, que me apresentou o podcast. Gustavo, muito triste? Tá bom, um abraço pra você, Gustavo. Um abraço aí pro Gustavo, né? Um abraço pro Gustavo e pra toda a família muito triste, né? Obrigado e Silas, um beijo na bundinha.
A próxima é do Gui do Caminhão. Ele diz o seguinte. Fala Pedro e Bino. Me chamem de Gui, mas podem me chamar de Capitão Divórcio. Para contextualizar, o meu superior, vamos chamá-lo de Tufão, trabalha na oficina e a ex-esposa dele no setor fiscal. E a esposa dele, ele fala que tinha um caso com o borracheiro. Ih, rapaz. Ok. Já começou muito bem a história.
três linhas. Primeiro parágrafo já deu a letra aqui. Teremos adultério, hein, Claus? Ou tivemos, né? Eu cuido da parte administrativa e também do TI do setor. Tanto que instalei as câmeras da nossa sala. Aquelas chinesas que fiz com as coxas. Assisti um vídeo qualquer no YouTube e nem mudei a senha padrão. Detalhe importante. E o Tufão pediu pra somente ele ter o acesso das câmeras. Estava ocorrendo uma reunião com nossos clientes e todos os funcionários. Eles vieram
Estava ajudando a procurar as câmeras do pátio. Tufão estava do lado e quis mostrar serviço.
50 funcionários no auditório, 30 clientes olhando o telão. Primeiro, uma cena do pátio. Chega a ser poético, a chuva caindo. Então, Tufão clicou na câmera da oficina falando com orgulho. Essa é a sala da minha oficina. Imagina a surpresa a qual, ao ver na câmera, a esposa do Tufão dando um beijo grego no borracheiro. Nossa! Caralho, velho.
Cara, olha, eu vou falar para você. A gente não tem como fazer uma checagem de tudo que a gente recebe, mas eu torço muito para que isso aqui seja verdade. Olha que cena maravilhosa que se constrói aqui. Eu achei que ia ser uma história do cara abrir o celular dele e flagrar a esposa. Cara, nem o roteirista do The Office ia pensar nisso. Ele juntou 50 pessoas entre as 30 clientes, botou um telão, meteu essa cena no telão, cara. Foi de cinema. Foi o Super Bowl.
brasileiro isso aqui. Caraca, cara. E nós estamos falando aqui de um beijo grego, né? Um beijo grego na borracharia. Olha quantos elementos a gente tem aqui. Não tem um diretor de arte que pudesse de propósito fazer melhor do que isso, Caio. É, cara. Se esse borracheiro não sair dessa situação com o apelido de Aristóteles, tá tudo errado. É o Sócrates da borracharia. Cara, o cara descobria a traição no telão, bicho.
cena de American Pie, tá ligado? Coisa assim que você não pensa de acontecer na vida real, cara. É loucura. É loucura. É porque, assim, eu imagino que ele deve ter tirado rapidamente, né? A cena da tela, né? Mas, cara, falar pra você, um segundo é o suficiente, né, cara? Um segundo. Essa cena, cara, na cabeça de cada um dos 50 presentes ali, passou como uma eternidade. O cara, sabe, é uma surpresa muito grande. Você não tá esperando ver essa cena, né? Não. Pelo amor de Deus, cara. Pelo amor de Deus.
Caraca, cara. E o clima? Não tem como terminar a reunião, bicho. Não, acabou, acabou. Caraca. Bom, ele fala aqui, ó. Todos ficaram assistindo a cena por longos cinco segundos. Cara, cinco segundos é muito, hein? Cinco segundos é muito pra você ver uma cena dessa. Mas o cara deve ter ficado sem reação, bicho. É. Ele olhou e deve ter pensado, não, não, eu vi errado. Como é que é? O que tá acontecendo aqui? Tá pegando algum canal? Entrou algum vírus? O que que é?
pra sacar que era a mulher dele também, né, cara? Pode ser. Que loucura, velho. Pode ser. Ele fala aquela cena horrível, o borracheiro sujo recebendo um beijo íntimo. Nossa, cara. Tufão não sabendo o que fazer, puxou os cabos do projetor. Os diretores tentaram distrair a situação antecipando o café. Minutos depois, Tufão e sua esposa saem de carro da empresa, ambos recebendo férias forçadas. O borracheiro, na cara de pau,
Foi tomar um café e soltou. Rapaz, eu me senti um ator famoso. Olha que canalha, cara. O cara ficou orgulhoso, bicho. Que loucura, velho. O borracheiro foi demitido e nunca mais soubemos dele. Ele estava orgulhoso de ter pego a mulher do chefe. Se ele contasse, ele não podia contar a vantagem, porque ele ia perder o rolê. Ela ia ficar brava com ele. Mas como aconteceu alheio a ele, no fim ele ficou feliz. É, mas perdeu o emprego, né?
Perdeu empregos. Cara, pra ele tá levando beijo grego na frente das câmeras, eu não sei se ele tinha muito apreço por esse emprego, desde o começo. É, ele botou na balança, ele colocou ali. Possível que o cara não fazia ideia que tinha instalado câmera ali, cara. É. No lugar que ele tá todo dia. É uma coisa que você fica sabendo, tá ligado? É, é. O cara esteve disposto a levar uma lambida no rabo, né, cara? Tem isso. Pois é. Enfim, Tufão mandou uma mensagem dias depois. O Tufão é o corno, né? Mandou a mensagem. É o corno.
Me divorciei por culpa das suas câmeras. Ah, pronto. Ah, pronto. Ah, cara, é aí que eu falo. Isso daqui é o cara que é corno de vocação, né, cara? É, é. Agora a culpa é da câmera. É da câmera, é isso. O cara tira as câmeras e fica com a esposa. É inacreditável. Ele fala, dei risada e fui demitido. Com todos os direitos. Cara, mas por quê? Pra mim ele não tem culpa nenhuma, cara. Mas não tem, mas ficou um clima, né, Klaus?
tudo acabou, cara. Não tem, realmente não tem mais como seguir esse mesmo pessoal aí. Eu acho que foi sendo demitido um por um, viu, Cláudio? É. Não dá. Eu acho o pessoal quis trocar o quadro, né? Pra acabar o problema. Vamos renovar, vamos renovar. É isso. Caraca, cara. Ele fala, até hoje me lembro dessa cena e morro de rir. Amo o podcast e abraço para o editor mais delícia desse Brasil. Vai, Silão! Abraço, galera. Outro dia mando uma história sobre fezes, chuveiro e processo trabalhista.
Eita! Olha só, hein, cara. Já é a segunda história hoje onde uma câmera flagra alguma coisa que não deveria. Ou que deveria, né? Verdade, cara. Realmente. Que coisa absurda. Mande sim, cara. Mande outras aí. Serão bem-vindas. A próxima história aqui é do José Garcia. Ele diz, o dia de trabalho mais miserável do mundo. Peraí, o cara pra mandar esse título aí, Clóus, por dois empregos, eu espero ver aqui,
é um dia realmente miserável. Porque... A gente já leu sobre dias muito miseráveis. Muito miseráveis. O frango, que é um clássico aqui, pro cara ter chegado no ponto de perder a cabeça e sair no suco com o frango, ele tava tendo um dia miserável. Era fedor, era bicada no rabo, era salubridade, roupa quente, sapato de tamanho menor, tudo de errado. Tava acontecendo com o cara no mesmo dia. Pois é. Nós acabamos de ler uma história de um cara que viu a sua esposa lamber no rabo de um senhor. Junto com ele,
pessoas também viram, né, cara? Então, assim... É. Vamos lá, né? Ô, José, eu agradeço aí você ter mandado o título, mas nós seremos os juízes. É. Se foi mesmo o mais miserável ou não. É isso. Vamos ver. Olá, Klaus e Caio. É esse lão tudo firme igual prego na areia? Aqui estou eu novamente mandando mais uma história. Me viciei nesse podcast recentemente e a cada três episódios mais ou menos eu lembro de algo. Então, perdão, incômodo.
Incômodo nenhum, meu amigo. Escreva quantas vezes você quiser. Como o título sugere, esse dia é a combinação suprema das coisas
Coisas merdas que podem dar no dia de um trabalhador e tudo de uma vez. Pra começar, com os dois pés no rabo, eu tava virado por causa de uma dengue e bronquite. Acordo e vejo que minha mãe não acordou ainda. Já faço café pra todos e enquanto isso vou comer uma maçã. A maçã tava podre por dentro. É que o dia dele já começou a zoar antes do trabalho, né, cara? É, o primeiro ato do dia é comer uma maçã podre, né, cara? Nossa, cara, e é incrível.
como que uma besteira... Às vezes você pode ter um dia legal, mas como uma besteira bem no começo do dia, tipo você virar um café inteiro na sua roupa depois de tomar banho e tal. É uma besteira assim, já dá aquela estragada no seu humor pro resto do dia, né, cara? Você já enxerga o dia diferente. Estraga mesmo. Até aí tudo bem. Aí o café vazou tudo e fui pra oficina sem café depois de ouvir um monte por ter sujado o fogão. Regra da boa ação, é, porque o cara tava doente e foi fazer o café, né? Ele explodiu o café e comeu uma maçã satânica
Cheguei lá, abri meu celular pra dar mensagem à minha amada e ela terminou comigo por mensagem, de forma fria e sem dar motivo. Me abandonou. Pô, cara, isso aqui eu acho uma sacanagem inacreditável, velho. É, aí começou a ficar ruim mesmo o dia do cara, né? Uma pessoa que termina relacionamento por mensagem, cara, se for sério, vai lá, olha no olho, dá essa moral, vai ser o último esforço que você vai ter que fazer, pelo menos faz bonitinho.
Isso, concordo. Meu pai e patrão, quando ficaram sabendo, choraram de rir de mim.
cara me zoando o dia todo. Tá, né? É, você tá me convencendo, viu? Você tá me convencendo. Fui no banheiro porque me atacou na diarreia. É, porque dengue, bronquite, maçã podre e instabilidade emocional. Eu acho que se não desse diarreia, você tinha que ir no médico. Isso. Você tinha que se preocupar mais do que tendo a diarreia, porque aqui já é esperado nesses outros campeonatos. No meio da literal situação de merda, eu vi que meu banco estava sendo invadido. Tentaram rapelar
a minha conta enquanto eu cagava. Nossa, cara. Caralho, velho. Troquei a senha no banheiro mesmo. E saí de lá, chegou o cliente mais gente boa e mais miserável da oficina. Miserável por causa do Fiesta Zetec Rocan maldito lascado, que ele andou rápido demais na lombada e o amortecedor caiu. Todo o sistema de suspensão foi pra casa do baralho. Chegou a varar o capô. E quando aquela misera saiu do guincho, eu quase
chorando, coloquei no elevador pra começar a manutenção e fui buscar a caralhada de peças do outro lado da cidade. Irmão, com esse dia que você tá tendo, se eu fosse você, a última coisa que eu faria era entrar embaixo de um carro. Eu acho que aqui já dava pra você ter pedido, entendeu? Atestado, né? Ou achado outra coisa pra fazer e falar, amigo, o Fiesta só vou conseguir olhar semana que vem. Sabe o que é, Klaus? Às vezes o cara tá num dia tão merda que ele tem a ideia errada de pensar assim, ah, não dá pra piorar.
Já bateu a cota, é. Meu amigo, sempre dá pra piorar. Entendam isso, sempre dá pra piorar. Não é pior que eu tô falando dele aqui, mas eu tendo a pensar assim também. Aconteceu três merda no mesmo dia, eu penso, pelo menos agora eu já gastei. Não, cagada. Estatisticamente, eu estou blindado, hoje eu só vou, vai dar certo o resto. Só é cagada. Aí ele fala, fui de bike, a bike perdeu o freio, eu caí no chão, ralei tudo que tinha direito, peguei as peças, voltei pra oficina e vi que estavam erradas. Nossa, cara.
pra casa, ainda me chega um véio querendo me oferecer sindicato e fiquei 30 minutos negando até ele ir embora. Detalho, era meu aniversário. Ah não, véio! Puta merda! José, José. Cara, é um dia maldito, hein? Cara, todas essas coisas aqui são chatas, mas todas essas coisas aqui no mesmo dia, realmente... Não, e no seu aniversário, cara? É de Torá. Eu não sei nem o que falar, cara. Foi um aniversário bem merda, realmente, que você teve, cara. Que situação, viu? Maravilhoso, cara. É muito bom esses
Como, né, cara? Vai juntando. E você fez a coisa certa, cara. Teve um dia miserável no trabalho. Pelo menos mandou pro dois empregos, cara. Virou história. Tá aqui. Os ouvintes vão rir da sua desgraça. E é isso, cara. É isso. É isso aí. Um dia após o outro. Espero que possa ter desopilado um pouco aí, viu, José? Pelo menos você ouviu essa história aqui na nossa voz. Eu acho que foi a condição emocional dele, cara. Porque de manhã as coisas deram erradas.
Isso tava alheio a ele. Tudo bem. Mas o que deu de errado daí pra frente foi a condição emocional do cara, entendeu? É.
Se ele tá bom da cabeça, não tem término, não começou brigando com a mãe de manhã e tudo, ele ia conferir as peças antes de pegar o trajeto todo. Pô, mas tentaram invadir a conta bancária dele, pô. É, o da conta não. O da conta é muito azar mesmo, né, cara? Porque é uma coisa nada a ver, né? É muito improvável isso acontecer do nada, assim, né? Que fase, cara. Que fase. Maravilhoso. Mas já aconteceu comigo também, cara. Esse escombo de coisa errada no mesmo dia de eu passar mal e ir pro hospital no que eu passei mal,
Aí era feriado, não dava pedir outro celular na internet, chegar rápido, eu tive que pagar mais caro pra comprar em shopping. E aí você começa uma coisa, puxa outra, você já sai do seu cromograma habitual e vira essa fusarca, né? É, bicho, é respirar fundo e seguir, velho, porque não tem muito o que fazer, não. É esperar o dia acabar. É esperar o dia acabar, é isso aí. Ah, o melhor que você faz num dia desses é não esperar nada de bom, que você não se frustra.
Isso. Você já vai e fala, hoje este dia já está perdido. Ah, mas pelo menos eu vou chegar em casa e abrir uma cerveja. Nem conte com isso. Você vai chegar em casa e vai dormir, meu amigo.
Vai explodir se você planejar isso daí. É, só encara e vai. É isso. Que faz. Obrigado pela sua história, José. E é isso, pessoal. Quem quiser mandar histórias, doisempregos.com.br. Pode ficar anônimo se quiser. Pode pôr que seu nome é Adriano, como todo mundo faz. Fique à vontade. E também você pode apoiar financeiramente o programa. A gente já chorou, já passou o chapéu hoje. Então agora resta agradecer àqueles que já apoiaram, né, Caio? Exatamente. Aqueles que fazem o Dois Empregos estar aqui semanalmente,
nos seus ouvidos. Perfeitamente. E, aliás, quem apoia aí a partir de 10 reais, já participa de Grupo Secreto Sorteio de Brindes. E nos planos mais altos, a gente agradece por nome aqui. É o caso do José. Ô, será que é o mesmo José? É o mesmo José, cara. Ele tá no grupo. Eu não tava lembrando. Rapaz, olha ele, bicho. Olha ele aí. José Garcia. Aí, rapaz. Que esculhão. Não, um agradecimento muito mais especial a você agora pra ver se rebate essa
Urucubaca que você tá. Não, foi embora já, já era. Beijo na boca por áudio pra você aqui, tá? Meu, do Caio e do Silas. Isso, todos nós. Leandro Nunes, o Lucas Peron, Thiago Clissoi, Caio César, Gabriel Rico e Benhur Brião. Ele que também tava com o Urucubaca de apoiar o programa por anos e nunca ganhar sorteio. Esses tempos aí atrás ele ganhou uns dois. E beleza, hein? Já levou as canequinhas pra casa. Saiu a zica. É isso. E lá no plano, você é louco?
Temos pessoas, pessoa nova aqui, né? O Pedro Henrique Schneider. Seja bem-vindo aos Loucos. Além dele, temos João Marcos Moreira Vieira, André Esquenor, Anderson Alves, o Jota Ancalcman Gonçalves e a Débora Lancaster. Boa! É isso aí. Um abraço pra todos vocês. Voltamos semana que vem. Valeu e tchau! Falou!