Episódios de Dois Empregos

#274 - LINKEDINZANDO o Soca-Frango!

01 de maio de 202625min
0:00 / 25:48

Episódio extra no ar! Criaram um Tradutor de Linkedin ou “corporativês” pra você transformar qualquer frase num textão de Linkedin! 🚀🚀🚀 O que acontece se passarmos algumas histórias clássicas (e baixarias🔥) do Dois Empregos pra essa linguagem toda formal, motivacional e cheia de “lições de vida”? Será que convence? 🤔 Pra descobrir é só subir o som 🔊 e descer o play  🔊🔥

🔄TRADUTOR "LinkedIn Speak" da Kagi:
translate.kagi.com/?from=en&to=LinkedIn+speak 

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🎙️Edição: Klaus Aires | Comercial: contato@klausaires.com

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Participantes neste episódio2
C

Caio

Co-host
K

Klaus Aires

Co-host
Assuntos7
  • Seleção de traduçõesLinguagem corporativa · Histórias do Dois Empregos
  • História de Ciro o GrandeResiliência e superação · Trabalho na granja
  • História da Doutora ChaninhaEmpatia e estratégia · Vendas B2B
  • Nojo e supressão sexualNetworking · Oportunidades de negócio
  • Cagado e DesmaiadoIntolerância à lactose · Experiência de motorista de aplicativo
  • Fé e EspiritualidadeDesafios pessoais · Transição de carreira
  • Guerra Contra as BaratasGestão de crises · Soluções inovadoras
Transcrição71 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Surpresa! Eu voltei! Não preciso trabalhar, meu marido tem dois em três!

Olá, empregados e desempregados da nossa grande nação brasileira. Começa mais um programa Dois Empregos. O de hoje você não estava esperando, em uma sexta-feira. Eu sou o Klaus Aires e estou aqui, como sempre, com meu amigo Caio. É isso aí, feliz dia do trabalho, Klaus. Feliz dia do trabalho. Feliz dia do trabalho.

1º de maio, hein, Caio? É, cara, 1º de maio, esse dia tão importante para o trabalhador, que é o quê? O dia que o trabalhador não trabalha. Alguns, né? Alguns. Pois é, e como a galera ouve no trabalho, será que alguém está ouvindo a gente agora?

Com certeza, cara. Com certeza. Muita gente acaba trabalhando no dia do trabalho. Então, se você está ouvindo, comente aí já desse engajamento pra gente, porque esse é o nosso presente pra você de dia do trabalho, episódiozinho extra na timeline. E hoje, Caião, nós vamos fazer um episódio diferente. Diferente.

Muita gente marcou a gente aí no Twitter, no Instagram, falando do tal tradutor que transforma qualquer texto num post de LinkedIn. E aí eu achei o máximo essa ideia, cara, porque essa linguagem de LinkedIn é uma mistura de storytelling forçada ali com uma autoajuda, uma positividade exagerada, né?

que a gente só encontra lá. É, tem aquilo do cara tirar uma lição de cada fator, de cada acontecimento cotidiano, né? Os caras conseguem tirar grandes lições, a gente já falou muito disso aqui. Exato. Nós falamos no episódio 103, Pérolas do LinkedIn, e no 209, que foi a parte 2, só trazendo textos bizarros desse tipo de literatura aí. Exatamente.

Não, fora os momentos em que a gente falou disso, porque surgiu o assunto dentro de alguma outra história ou algo do tipo. Então, enfim, o ouvinte é ciente do que estamos dizendo. Se você não sabe, se arrisca entrar aí no LinkedIn e ver o que a galera escreve. Meu Deus, meu Deus. Bom, é o...

corporativeza. Vale reforçar aqui, Klaus, vale reforçar, não é uma crítica ao LinkedIn, cara, é uma crítica ao jeito que a galera usa este site, meu querido, é o jeito que a galera utiliza. Exato. O pessoal fez esse idioma aí no CAGE, é um tradutor com IA, né, que tenta trazer uma tradução mais natural de uma língua pra outra normal, igual o que tem no Google, mas eles incluíram.

o LinkedIn Speak ali entre os idiomas, fez sucesso, saiu nos jornais e nós vamos usar com algumas histórias clássicas aqui do programa para ver o que sai. Excelente.

A primeira aqui a gente trouxe, é claro, o Socafrango. Pra quem não ouviu, clássico ali, episódio 96. É sobre um cara que foi trabalhar na granja, não sabia direito a função, chegou lá, era um negócio insalubre, uma roupa pesada, calor e o ataque constante de um galo agressivo, né? Que vinha na canela, vinha na bunda, né? Em todos os lugares.

E aí, é claro, ele perdeu a paciência e por que será que ele saiu conhecido como Socafrango, hein, cara? Exatamente, meteu uma bica no galo, né? E depois disso foi um caos, né? No galinheiro. Pois é. Foi demitido, mas virou herói, Cláudio. Saiu da função pra entrar na eternidade, né? Exato. Bom, vamos jogar essa história aqui no tradutor e ver o que que sai.

Resiliência e superação. O que o campo me ensinou sobre o mercado de trabalho. Maravilhoso. Recentemente encarei o desafio de atuar em uma operação de alta performance e rotatividade. Sem medo do desconhecido, mergulhei de cabeça em um ambiente de extrema pressão.

lidando com condições adversas e metas constantes sob calor intenso. No dia a dia, gerenciei conflitos diretos com stakeholders agressivos. Um stakeholder agressivo. Chamar o galo de stakeholder é muito bom.

É a cara, né? A cara do LinkedIn. E mantive o foco na entrega de resultados. A coleta de KPIs que costumamos chamar de ovos. Focado, pois enfrentava ataques constantes. Houve um momento de ruptura? Sim. Lidar com o clima organizacional tóxico exige inteligência emocional. Mas às vezes é preciso agir com firmeza para redefinir limites.

Minha passagem por lá foi breve, mas o impacto foi real. Foi melhor. Saí com o reconhecimento dos meus pares e uma marca pessoal inesquecível. Cara, tudo que tá aqui é verdade. Até então... Cara, é tudo verdade. O aprendizado, nem todo ambiente é pra você, mas em todo lugar você pode deixar o seu legado.

E você, qual galo teve que enfrentar hoje? Puta maravilhoso, cara. Isso aí pra terminar, né, cara? Pra terminar o testão, cara. Sempre tem aquela perguntinha. Qual desafio você está passando? É pra galera interagir, né? É isso, cara. Maravilhoso, cara. Eu gostei de ver o galo sendo chamado de stakeholder. Stakeholder.

Eu gostei de ver o ovo sendo chamado de KPI. Pois é. E achei sensacional a bicuda que ele deu no galo ser chamado de momento de ruptura. Pois é. E de fato, a gente não ia reler tudo aqui, mas de fato a história fala que ele saiu aplaudido pelos colegas que também odiavam aquele galo e conhecido como Socafrango.

fala sobre isso, que ele deixou um legado e uma marca pessoal. Olha que maravilhoso. Pois é. E mal sabia ele que o legado estava apenas começando, porque depois que veio a história para o Dois Empregos, o legado só aumentou. O Galo é nosso mascote aqui praticamente. Exatamente. É isso, maravilhoso. Podemos pôr outra aqui, Cláudio? Manda ver, canhão.

Então a gente selecionou a história da mãozinha de bueiro lá do episódio 247, que inclusive leva o mesmo título. Essa é aquela história? Era a delegacia? Era a delegacia, né? Isso. Que a estagiária de psicologia resolve atender uma mendiga, que estava lá totalmente suja, entrou chorando lá e tal.

E aí ela foi tentar acolher a mulher e tal, lá com todo aquele idealismo de novata, né? Decidiu abraçar a mulher. E aí a mendiga explicou pra ela que não tinha onde tomar banho e tal. E pra provar que ela tava ali bastante suja, né? Digamos assim.

Ela resolveu passar secreções íntimas. Meu Deus. Na própria estagiária, né? Passou ali nos braços. Que história amaldiçoada, né? Aliás, quem mandou a história não foi a estagiária, foi o policial que presenciou a cena. Presenciou, é, exatamente. E que, inclusive, depois, ela ficou com o apelido de Doutora Chaninha. Exatamente.

Exato, exato. Vamos ver como que o LinkedIn traduz essa história aqui para nós, Klaus. O que a história da doutora Chaninha me ensinou sobre vendas B2B e qualificação de leads? Perfeito. Rapaz. Já começou maravilhoso. Teremos uma lição aqui, hein? Teremos uma lição. Teremos. Vamos aprendendo, hein? A gente não está nem cobrando por esse episódio, hein? Vamos aprendendo aí. É, lições grátis.

Eu era policial em uma delegacia. Um dia, uma mulher, em situação de rua, em condições de extrema falta de higiene, entrou chorando. Uma estagiária de psicologia, movida pela empatia, decidiu acolhê-la com um abraço. A mulher, por sua vez, decidiu explorar novas conexões a partir do toque humano.

Com uma abordagem de interação sensorial imersiva. Porra, maravilhoso. Perfeito. Aprendemos que empatia sem estratégia é prejuízo.

No B2B, querer ajudar todo mundo sem critério drena a sua energia. Nem todo choro é um problema que sua solução deve resolver. A estagiária não avaliou o cenário antes de selar o contrato com um abraço.

Quem abraça qualquer lead que entra no funil vai se sujar. Se você não souber quem deve ou não abraçar, sua empresa vai acabar com um apelido que você não quer.

Deus, cara, ele tira a lição até no fim. Se vê, cara, que maravilhoso. Isso aqui, Caio, nós temos que usar essa ferramenta e começar a vender a nossa palestra, cara. Que é um material fantástico. Tem gente cobrando... O que nós estamos fazendo de graça aqui, tem muita gente cobrando 2 mil reais para fazer. É verdade, cara.

Papai, posso ser seu sócio? Eu falo, pode escolher a empresa e já fazer o plano de pagamento. Você não é feio, você só come açúcar. Não fala o que eu falei. Sabe por quê? Termina de forma abrupta o namoro, só pra conhecer a pessoa. E não, e faltou aqui, ele termina com três hashtags, que é maravilhoso também, né? Hashtag prospecção, hashtag qualificação e hashtag vendas.

Que fantástico Você achava, Klaus, que não era possível Tirar uma lição pro seu negócio A partir de uma mendiga Passando secreções em uma Psicóloga, mas vimos que é possível Sempre, no LinkedIn tudo é possível É um mundo mágico Vamos pra próxima aqui então, Caio? Bora, bora

Nós separamos aqui também aquela Recrutado Durante o Sexo, que também foi capa de programa. Ó, episódio 152, Klaus, quem quiser ir lá conferir. Opa, boa. Mas basicamente a história era que a amiga que ele não via faz tempo procurou ele, ele ficou empolgado, né?

achou que tinha chance de rolar alguma coisa a mais. Foi lá, de fato rolou um algo a mais, só que durante o ato a menina quis recrutar ele para vender Herbalife. Se eu não me engano, essa história o cara também chama ela de gostosa, alguma coisa assim, ela fala, é, eu estou assim porque eu estou tomando Herbalife. Ah, é verdade, tinha isso mesmo, tinha isso mesmo. Aí a gente jogou aqui no tradutor e ficou...

Todo lugar é uma oportunidade de networking. Aos 18 anos, vivi uma experiência que reforçou a importância da leitura de contexto e consistência na prospecção. Encontrei uma conhecida que hoje empreende com a Herbalife. O que começou como uma conexão interpessoal em um ambiente informal, rapidamente evoluiu para uma abordagem comercial. Durante uma troca de valor em contexto de integração estratégica bilateral... Meu Deus!

Já pensou em adotar essa expressão, Caio? Chamar sua esposa para uma integração estratégica bilateral? Vou ter uma coisa aqui, vou ver se dá certo, Cláudio. Depois me conta. Recebi feedbacks positivos sobre minha performance, o que gerou uma abertura inesperada para um pitch. Na sequência, veio o convite para compor o ecossistema como parceiro de negócio.

Apesar da assertividade na prospecção, optei por não avançar, pois no mundo dos negócios, timing é tudo. Maravilhoso. Mesmo com a conexão e o pitch excelentes, sem leitura de contexto, você pode acabar perdendo um livro. Maravilhoso. Hashtag networking, hashtag recrutamento, hashtag conexões profundas e hashtag prospecção. Maravilhoso.

Você vê, o LinkedIn foi para o lado de que a conexão e o pitch foram excelentes. Sim. Porém, o timing não foi bom. Exato. Então, ele optou por não avançar. Maravilhoso. Exato. Essa história, cara, eu lembro dela ter sido uma história curta, não foi uma história com muito desenvolvimento e tal.

Mas é sensacional, né, cara? A pessoa querer te recrutar, né, cara? Maravilhoso. Mas às vezes, depois de dois ou três pitches, caiu, acaba que o onboarding sai. É verdade.

Podemos ir pra próxima? Nada a ver. Cara, outra que nós separamos aqui, então, é a história do episódio 187, Cagado e Desmaiado. Que é a história do motorista de aplicativo, que era intolerante à lactose, tomou café, comeu chocolate, tava durante a pandemia ali, num turno meio fraco.

aceitou uma corrida longa, passou mal no trajeto, ficou sem papel ou troca de roupa, mas se sujou e continuou a viagem. Perto do destino ele teve uma nova crise, desmaiou e acordou na casa da passageira.

E depois foi embora. Pois é, cara. Era uma senhora, né? A senhora teve que trocar as calças. Cara, eu confesso que não lembrava dos detalhes, bicho. Essa história foi absurda, sensacional, cara. Mas vamos ver o que a gente aprende, Cainão. Vamos lá. Vamos jogar aqui e vamos traduzir.

Resiliência e foco no cliente. O que a pandemia me ensinou sobre superar limites. Esse parece alguma coisa que eu já vi mesmo. No auge da pandemia, como motorista de aplicativo, aprendi que o sucesso exige sacrifícios que nem sempre aparecem no feed.

Mesmo sendo intolerante à lactose, a rotina intensa me levou a escolhas rápidas. Café e chocolate para manter o ritmo em um turno desafiador. Aceitei uma corrida de longa distância, focado no resultado. Mas meu corpo sinalizou o limite. Sem recursos imediatos, enfrentei a falta de estrutura interna.

É um perigo. É o carro dele, não tinha banheiro. Ou será que é a estrutura intestinal? Do seu próprio corpo. É verdade. Problema, falta de estrutura interna. Mas o compromisso com o destino final falou mais alto. Continuei. Persisti. Perto do objetivo, o esgotamento físico foi total.

Acordar na casa de uma passageira após um apagão foi o ponto de virada em minha vida. Saí de lá com uma desculpa educada, mas com um aprendizado que nenhuma faculdade ensina. É verdade isso aqui. É verdade. O autoconhecimento é o pilar da performance. Olha que coisa maravilhosa. Maravilhoso. Eu me emocionei. Maravilhoso.

Hashtag resiliência, hashtag mindset, hashtag customer experience. Putz, maravilhoso, cara. Hashtag liderança, hashtag superação e hashtag empreendedorismo. Cara, tem que dar os parabéns para a pessoa que programou isso aqui. Porque se eu pedir para o GPT fazer isso, ele não faz com essa qualidade, não. Não faz, né?

Tá muito parecido, cara. É, tem muito os mesmos termos, né, cara? Sim. Então, esse aqui, pô, essa lição final dele aqui é muito LinkedIn, né, cara? Primeiro, é um aprendizado que nenhuma faculdade ensina. E aí conclui, o autoconhecimento é o pilar da performance. Pô, isso aqui é maravilhoso, cara. Realmente, nenhuma faculdade vai te ensinar o que você aprende se cagando indo pra Santos. Isso eu posso garantir.

É uma realidade. Mas vamos lá, né, Caião? Vamos para a próxima aqui, que é a do nosso jovem religioso, Caião. Perdi a fé junto com as calças.

É 260 isso. É sobre o cara que estava trabalhando num evento evangélico, também foi acometido ali de uma dor de barriga, e ele tentou voltar para a escola, jovem, né? Tentou voltar para a escola segurando e confiando em Deus, né? Que Deus ia livrar ele daquela situação de calafrio que ele estava, mas ele acabou se cagando na rua e aí virou ateu depois.

perdeu completamente a fé. Um decepcionado que escreveu pra gente aqui que perdeu a fé. Vamos ver o que ele poderia ensinar pra gente lá no LinkedIn. Novos começos. Como um desafio mudou minha visão de mundo.

recentemente vivi uma situação limite durante um evento, estava focado na entrega, mas meu corpo sinalizou uma urgência fisiológica severa, bonito precisava de um bio break para retornar meu foco total, maravilhoso, o ambiente tornava isso inviável, tentei manter um mindset positivo acreditando que tudo se resolveria infelizmente aconteceu o temido overflow da minha capacidade de gestão para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse para que o mundo acreditasse

Cara, overflow da minha capacidade de gestão pra se referir a cagar na calça, excelente, velho. Excelente, cara. Isso me faz pensar também no contrário, hein, Caio? Se a gente pega os textos do LinkedIn e depois joga aqui pra ele traduzir pra linguagem normal. Podemos fazer. A gente testa já, já.

Bom, ele fala, naquele instante de vulnerabilidade total, questionei todos os meus pilares e crenças. Foi um ponto de ruptura que me levou a uma transição profunda de mindset, abandonando antigas convicções para abraçar uma postura mais cética e pragmática. Hoje vejo que nem sempre a fé no processo substitui a necessidade de infraestrutura básica. Olha que lição, cara. Maravilhoso, cara.

Hoje eu olho pra trás e vejo que aquele incidente foi o catalisador para a minha nova jornada intelectual. Cara, é totalmente possível que isso acontecesse de verdade no LinkedIn, cara. Que as pessoas tirassem grandes lições de uma diarreia, cara.

Hashtag resiliência, hashtag transição de carreira, hashtag crescimento pessoal. É, aqui, Klaus, nesse texto linkedinzado, ficou bem claro que o cara cagou, né? Porque ele falou ali, meu corpo sinalizou uma urgência fisiológica severa e tal. É verdade.

Poderia até ter escondido mais isso daí, né, cara? Que é o que provavelmente seria feito no LinkedIn real. A pessoa fala, ah, o meu corpo pediu algo, sabe? Alguma coisa assim. Ia mascarar ainda mais, né? Mas é totalmente provável que isso acontecesse, cara. Completamente. Alguém tirar uma lição disso. Inclusive, quando eu ler um texto de uma pessoa usando esses termos, eu vou ficar pensando agora comigo. Será que a pessoa se cagou? Vou ver com outros olhos.

Bom, vamos para mais uma? Vamos lá, vamos lá. Então, nós pegamos aqui a história do Guerra Contra as Baratas, que é lá do episódio 250, que foi um funcionário da empresa que mandou para a gente falando de uma infestação de baratas. É verdade. E aí o dono decidiu resolver jogando gasolina no bueiro e jogando fogo.

Apesar da galera falar pra ele, meu amigo, não faça isso, né? Não é uma boa ideia jogar gasolina e depois botar fogo no bueiro. Não é boa ideia nem jogar um fósforo no bueiro, porque tem metano no esgoto, né? Pois é. Muito menos com gasolina. É, não deu outra, teve uma explosão absurda.

Assustou todo mundo, as baratas foram, dá pra dizer que foram exterminadas, o dono foi chamuscado, mas ninguém se feriu. Isso é importante que seja dito. E depois de tudo isso ele ainda comemorou achando que tinha resolvido o problema da melhor forma. Então vamos ver o que o LinkedIn diria dessa história.

Mindset empreendedor, transformando crise em oportunidade. E emoji de foguete, é claro. Recentemente, fomos confrontados com um desafio operacional inesperado, uma infestação de baratas. Enquanto muitos veriam apenas um problema, eu vi uma chance de mostrar agilidade e disrupção.

E um emoji de lâmpada em seguida. Nessas horas é preciso pensar fora da caixa para garantir a integridade de nosso ecossistema. O resultado? Uma explosão de aprendizado que revolucionou a estrutura da empresa.

Sim, o impacto foi intenso e o susto foi grande. Em contextos como esse, sempre há reclamações, mas tenho certeza de que o problema foi mitigado com uma abordagem de alto impacto. O caos é apenas o degrau para a próxima solução inovadora. Isso aqui é perfeito, cara.

É perfeito. E termina com o emoji de foguinho, cara. Isso aqui, essa frase final, cara. O caos é apenas o degrau para a próxima solução inovadora. Pois é. Puta que pariu, velho.

Eu vou deixar o link do tradutor na descrição. Façam comentários linkedinzados no episódio de hoje, por favor, tá? Quem tiver tempo e paciência aí, faça isso. Seria lindo, hein? Né? Seria lindo ver essa parede de comentários aí, Klaus, utilizando. E, aliás, se você consegue fazer isso da sua cabeça, melhor ainda. É verdade. Não precisa nem utilizar o link. Mas, Caião, eu peguei um texto aqui que eu achei de verdade no meu LinkedIn. Eu troquei uns nomes aqui, né? Para não expor ninguém.

E aí eu quero testar o contrário, jogar lá pra gente pegar de LinkedIn para português. Vamos ver o que acontece, ó. O texto original é esse aqui. Certo. Nesta semana, a Adriana sugeriu criarmos um mural com a foto de todos os funcionários de destaque. De início, resisti. Eram mais de 100 pessoas e a execução não era tão simples. Mas preferi ser positivo. Foram 10 reuniões e contratamos a gráfica e fizemos um lançamento incrível. Parabéns especial para a Adriana, Adriana, Lauro, Jorge e Socorro.

Esse era o post, tinha a fotinha lá do mural, com a rostinha da galera Pô, maravilhoso, hein? Esse tá em LinkedIn, agora vamos pra português Adriana inventou de fazer um mural com foto de funcionário do mês Achei uma ideia de merda, porque ia dar um trabalho do cacete

Pra lidar com mais de 100 pessoas. Mas tive que fingir que era proativo. Perdi tempo e 10 reuniões inúteis. Gastei dinheiro com gráfico e fiz um evento pra inglês D. Parabéns pra Adriana, Adriana, Lauro, Jorge e Socorro, que agora tem a cara pendurada na parede em vez de um aumento. Olha que sensacional, cara. Isso é maravilhoso, bicho.

Dá vontade de pegar tudo que aparece no meu LinkedIn e jogar. Cara, pô, bicho. Putz, a gente poderia fazer um episódio disso, mas aí é complicado porque a gente já está usando o texto de outras pessoas, né, cara? Vou pegar lá no pérolas do LinkedIn, né? Sei lá.

Mas é que só o chato dessa ferramenta, Caio, é que eles fazem de... Quando você joga o texto em português para virar LinkedIn, sai em inglês. Aí eu tive ainda que traduzir. Sim. Mas quando você joga em LinkedIn, tem a opção de sair em português. Ah, maravilhoso. Aí é isso. Mas é isso, eu gostei. Eu gostei. Então, excelente. Tem a cara pendurada em vez de homem. Na hora de ser... E parece muito que é isso mesmo. Foram 10 reuniões para fazer um mural, meu amigo.

É de torar, né, Caio? Absurdo, cara, é absurdo. Pô, muito bom, cara, muito bom.

Mas é isso, é isso. Essas foram as traduções, não é nem para dizer que histórias, né? Foram nossas traduções de hoje em corporativez de grandes momentos do Dois Empregos. Boa, boa. Esse é um episódio menor mesmo, galera. Foi só para a gente comemorar o dia do trabalho, né, Claus? Sim. Trazendo aí um episódio extra para você. Exato.

diferente, né? Uma coisa diferente. É isso, galera. Esse a gente encerra em chuto mesmo. Segunda-feira, episódio normal aí, com tudo. Agradecimentos, histórias, março canuto, tudo mais. Mas, por enquanto, um feliz dia do trabalho a todos vocês e um excelente fim de semana. Que dê pra descansar. Que bom que caiu na sexta, né? E tomara que todos descansem legal aí. Boa. Bom feriado, bom fim de semana e até segunda-feira. Até. Falou! Falou!

Tô falando de coração, não é pra te zoar não. Você não é feio não. Deus não fez ninguém feio não. É porque você come açúcar demais. Tá inflamadinho.

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