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Psicologia Forense: Pesquisa, Prática Clínica e Aplicações.

20 de agosto de 202628min
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Capítulo 3: Testemunho pericial e o papel de um perito

Links Importantes:

Capítulo 3 do Livro completo.

https://docs.google.com/document/d/1C8PNuUff2L2EXFBzm7SM5WhmqPcDmIdb2RmVDa--ueQ/edit?usp=drive_link

Resumo do capítulo 3 capítulo.

https://docs.google.com/document/d/1tvZHEJDzkcgPsWWrV1YfP95Ya78iUShXYBgzvGo-C48/edit?usp=drive_link

Livro completo.

https://drive.google.com/file/d/133DRn2iXQ3AmOn1eV1RFJhy9LWQ2IGFB/view?usp=drive_link

O áudio cobrirá os seguintes pilares fundamentais do capítulo:

História e Evolução: Desde os primeiros casos no século XIX até a decisão histórica de Jenkins vs. Estados Unidos (1962), que permitiu aos psicólogos testemunharem sobre doenças mentais.

Admissibilidade do Testemunho: A transição do Padrão Frye (aceitação geral na comunidade científica) para a Trilogia Daubert, onde o juiz atua como um "guardião" da validade científica, considerando a testabilidade, revisão por pares e taxas de erro.

Desafios no Tribunal: Como o sistema adversarial e o exame cruzado tentam questionar a credibilidade do perito, além do impacto das instruções judiciais e o "efeito mercenário" (percepção de que o perito é pago para dizer o que o advogado quer).

Ética e Competência: A importância de atuar dentro do âmbito da prática, garantir o consentimento esclarecido (mesmo em avaliações ordenadas pela corte), manter a objetividade financeira (evitando honorários de contingência) e evitar relações múltiplas que comprometam a imparcialidade.

Controvérsias: A discussão crítica sobre o testemunho de opinião final (quando o perito responde diretamente à questão legal, como "culpado ou inocente") e o uso de evidências de síndrome (como a da mulher espancada), que muitas vezes carecem de base empírica sólida e podem ser usadas como perfil criminal

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