166. O que o livro interpreta, sem elevar a fundamento?
25 de setembro de 20261min
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A obra interpreta a manifestação como modo situado de existência de uma mesma realidade consciente. Distingue unidade do fundamento e unidade de acesso a experiências, sem afirmar que conhece plenamente a relação entre ambas. Também adota criação como dependência das existências em relação ao princípio criador, deixando em aberto um começo temporal e a identidade ou distinção entre criador e consciência fundamental. Entre as leituras dessa questão aberta, prefere a da identidade (questão 65), sem adotá-la como fundamento. — Texto completo, comentário e navegação em https://unismo.net/q/166/