Talvez falar da Vi seja também falar de mim. Porque existem pessoas que testemunham capítulos da nossa vida que ninguém mais viu. Pessoas que conhecem versões nossas que ficaram pelo caminho e que, ainda assim, continuam aqui. Hoje, falamos sobre família, cuidado, acolhimento. Sobre a coragem de se descobrir e a importância de não precisar atravessar esse caminho sozinho.
Porque, no fim, talvez amar alguém seja isso: oferecer um porto seguro enquanto essa pessoa aprende a navegar até encontrar o próprio horizonte.