Programa O Campo em Notícia - 12 de Setembro de 2026
Apresentação: Rejane Costa
Apoio: Sindag, Senar
- Apil entrega agenda a candidatos e apresenta medidas para manter cadeia do leite no Estado
- Arco aponta cenário econômico como fator para queda nas vendas de ovinos na Expointer
- Granja Ferraboli celebra a vaca Suprema do circuito Exceleite
- Oficina na Expointer ensina consumidor a reconhecer azeite extravirgem de qualidade
- Pecanicultores lançam produtos e apresentam diversidade da noz-pecã durante a Expointer
- Carne Hereford amplia ações na Expointer e lança selo para cortes com maior marmoreio
- Mostra de Escolas Técnicas Agrícolas divulga relação de cinco projetos para feiras científicas
- Genética bubalina gaúcha chega ao Amapá a partir de negócio na Expointer
E mais: Previsão do tempo, cotações agropecuárias e agenda do setor
Entrevista: Vittorio e Monica Rossi, sócios da Primo Rossi
- Resultados financeiros da 40ª Expo Inter e projeções para a safra de verão 2026/2027Expo Inter·safra de verão 2026/2027·milho·soja·arroz·Emater
- Consórcio ganha espaço como alternativa de planejamento para investimentos no agronegócioconsórcio·investimentos no agro·Primo Rossi·crédito
- Previsão de virada para o frio no Rio Grande do Sul após ciclone extratropicalRio Grande do Sul·ciclone extratropical·geada
- Vendas de ovinos recuam na Expo Inter devido ao cenário econômico, mas há otimismo para feiras de verãoovinos·Expo Inter·Associação Brasileira de Criadores de Ovinos·Edmundo Gressler
- APU Leite entrega agenda com propostas para manter a cadeia do leite no estado aos candidatosAPU Leite·cadeia do leite·Expo Inter·Fernando Zimmermann
- Genética bubalina gaúcha chega ao Amapá após negócio fechado na Expo Intergenética bubalina·Amapá·Expo Inter·Fazenda Panorama de Camaquã·Delfino Beck Barbosa
- Oficina na Expo Inter ensina consumidor a reconhecer azeite extravirgem de qualidadeazeite extravirgem·Expo Inter·Instituto Brasileiro de Olivicultura·Xânia Chagas
- Pecanicultores lançam produtos inovadores e diversidade da noz-pecã na Expo Internoz-pecã·Expo Inter·Instituto Brasileiro de Pecanicultura·Estância da Pecã
- Projetos de escolas técnicas agrícolas são selecionados para feiras científicas após a Meta na Expo Interescolas técnicas agrícolas·Expo Inter·Mostra de Ensino Técnico Agrícola·Carlos Fontoura
- Granja Ferraboli celebra a vaca Suprema do circuito Exceleite e outros prêmios na Expo InterGranja Ferraboli·Circuito Exceleite·Expo Inter·Drimar Baronesa Incredible 1042·Pitoca
- Carne Hereford amplia ações na Expo Inter e lança selo para cortes com maior marmoreioCarne Hereford·Expo Inter·selo Hereford Grande Reserva·Clube da Carne Hereford·Felipe Zambuja
Estamos começando o programa O Campo em Notícia. Olá, eu sou Rejane Costa e O Campo em Notícia começa agora. A gente reúne os principais assuntos da semana com informações sobre produção, mercado, pecuária, agricultura e as decisões que repercutem no campo. Uma produção da Agroefectiv em parceria com a radiosul.net, com apoio de Sindag, o Sindicato Nacional da Aviação Agrícola, e Senar, conhecimento que movimenta o agro. Vamos às manchetes.
Manchetes.
A Pio entrega agenda, candidatos e apresenta medidas para manter cadeia do leite no estado. Arco aponta cenário econômico como fator para queda nas vendas de ovinos na Expo Inter. Granja Ferraboli celebra a vaca suprema do circuito Ece Leite. Oficina na Expo Inter ensina consumidor a reconhecer azeite extra virgem de qualidade. Picanicultores lançam produtos e apresentam diversidade da nossa pecã durante a Expo Inter. Carne Hereford amplia ações na Expo Inter e lança selo para cortes com maior marmoreio.
Moço de escolas técnicas agrícolas divulga relação de 5 projetos para feiras científicas. Genética bubalina gaúcha chega ao Amapá a partir de negócio na Expo Inter. E a edição ainda tem informação para ajudar a organizar os próximos dias. Tem previsão do tempo, cotações agropecuárias e agenda do setor. O Campo e Notícias chega até você graças à força de uma rede que pulsa junto com o agro. Estão conosco as rádios Pitangueira de Taqui, Sorriso de São Martinho, Difusora de Arroio Grande, Missioneira de São Luís Gonzaga, Planetário de Espumoso, RCC de Santana do Livramento, Cotricel de São Sepé, Rosário de Serafina Correia.
Obrigada a cada emissora que nos ajuda a levar a voz do campo cada vez mais longe.
Previsão do tempo.
O Rio Grande do Sul terá uma virada para o frio neste fim de semana depois da passagem do ciclone extratropical. A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia. No sábado ainda pode chover de forma isolada, mas o tempo começa a firmar e uma massa de ar frio derruba as temperaturas. Na serra, as mínimas podem ficar entre 4 e 6 graus, com risco de geada entre domingo e quarta-feira. Na campanha e na metade sul, os termômetros podem marcar entre 3 e 5 graus.
Na região metropolitana, as mínimas ficam entre 11 e 13 graus, com tempo seco a partir de domingo. Norte e noroeste também terão predomínio de sol depois da chuva de sábado. Oeste e Missões passam praticamente todo o período com tempo firme. A partir de quinta-feira, o frio perde força e as temperaturas sobem, com máximas entre 22 e 23 graus. Em várias regiões.
Notícias agrícolas.
A 40ª Nunes Poitner encerrou neste domingo com R$6,185 bilhões em negócios e mais de 909 mil visitantes. O setor de máquinas e implementos agrícolas respondeu por R$5 bilhões e R$461 milhões, enquanto a agricultura familiar movimentou mais de R$14 milhões. A feira também registrou quase R$22 milhões em vendas de animais. A 50ª Expo Inter já tem data marcada, de 28 de agosto a 5 de setembro de 2027. A safra de verão 2026/2027 deve alcançar 35 milhões e 600 mil toneladas, alta de 8,6%, segundo a Emater em divulgação na Expo Inter.
O milho pode crescer 7,2% e chegar a 6 milhões e 900 mil toneladas, enquanto a soja tem produção estimada em 21 milhões e 100 mil toneladas. Já o arroz deve recuar 5,5%. A Emater alerta que endividamento, custo do seguro e excesso de chuva com El Niño podem dificultar o plantio e aumentar os riscos da safra. Como saber se um azeite extra virgem é realmente de qualidade? Uma oficina da Expo Inter colocou o consumidor para provar e entender as diferenças entre cultivares, terroirs e perfis sensoriais dos azeites gaúchos. Quem acompanhou essa experiência foi Nestor Tipajúnior.
Reconhecer um azeite extra virgem de qualidade exige atenção a características que vão além do sabor. Uma oficina realizada na casa do Instituto Brasileiro de Olivicultura, o Ibro Oliva, no Parque de Exposições AciBrasil, em Esteio, durante a Expo Inter, apresentou ao público os principais atributos sensoriais do produto e as diferenças encontradas entre azeites produzidos em regiões distintas do Rio Grande do Sul. A degustação guiada foi conduzida pela sommelier de azeites Xânia Chagas e integrou as ações do Hidrolíva e do Empório do Azeite na feira.
Durante a atividade, os participantes conheceram diferentes cultivares de oliveiras, identificaram aromas e sabores e aprenderam quais características devem estar presentes em um azeite extra virgem. Segundo Xânia, uma mesma cultivar pode apresentar características diferentes conforme a região onde é produzida, o que permite identificar distintos terroirs dentro do Rio Grande do Sul.
De cada região a gente tem notas sensoriais diferentes. Então um picual que é plantado na campanha vai ser diferente de um picual da serra ou, né, ou da Costa Doce. O que que a gente tem que buscar num azeite de qualidade? O extra virgem, ele precisa ter 3 características fundamentais: frutado, porque a azeitona ela é uma fruta, então a gente tem que buscar essa fruta fresca, o amargor e a picância.
Outro aspecto abordado na oficina foi a busca de equilíbrio e complexidade. A complexidade está relacionada à quantidade de notas sensoriais que podem ser identificadas, enquanto o equilíbrio depende da relação entre frutado, amargor e picância, sem que uma característica se sobreponha excessivamente às demais. Da Agência Growth Active, Nestlé, tipo Júnior.
Obrigada, Nestor. O endividamento rural voltou ao centro do debate durante a Expo Inter, em encontro promovido pela Farsul com produtores, entidades e parlamentares. Segundo a federação, as dívidas estressadas dos produtores gaúchos somam R$55 bilhões, mas apenas 11,7% estariam enquadradas na medida provisória que trata da renegociação. Entre as principais cobranças seguranças estão ampliar o alcance das operações e rever regras que deixaram aos bancos a decisão sobre quais dívidas podem ser renegociadas.
E aprenda a operar tratores, colheitadeiras, pulverizadores, plantadeiras, drones agrícolas e sistemas de irrigação com tecnologia de ponta. Tudo isto em um centro de treinamento moderno na região da campanha, com excelente infraestrutura para você dominar as tecnologias do agro. E o melhor, curso, alimentação, hospedagem, deslocamento local gratuitos. Procure o sindicato rural da sua região ou acesse agora senar-rs.com.br. Senar, conhecimento que movimenta o agro.
A Nospecã ganhou formatos e sabores durante a Expo Inter. Associados do IBPCAN apresentaram produtos que vão da rapadura às latinhas saborizadas, mostrando a diversidade de usos da noz. Quem mostra essas novidades é Arthur Chagas.
Novos produtos, sabores marcantes e muita dedicação marcaram a presença de associados do Instituto Brasileiro de Pecanicultura, o IBPCAN, na Expo Inter, que aconteceu no Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio. Derivados da fruta apresentados por meio de composições diferentes na formulação de alimentos com apecã, assim como também artigos voltados aos cuidados pessoais, chamaram a atenção do público. Os produtores estiveram no Pavilhão da Agricultura Familiar, no Pavilhão Internacional e também no estande da CNA, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil.
Entre eles esteve a Estância da Pecã, localizada em Vista Alegre, Colorado, a primeira agroindústria de pecã do Alto Jacuí. O proprietário Emerson Lava destaca como novidade as barrinhas de chocolate produzidas com farinha de nozes e a criação de um site para a empresa. O pessoal até não tem muita procura, sabe, nas feiras. O pessoal acaba não conhecendo talvez muito a farinha de nozes, então acabou desenvolvendo as barrinhas de chocolate.
Um fator bem importante também aqui para a Expo Inter esse ano, que foi um lançamento não de produto, mas foi o site, né, de vendas online. Também estiveram presentes na Expo Inter a Agroindústria Pecantelli de Bento Gonçalves, com destaque para a rapadura de nozes, a Pecanita Agroindustrial de Cachoeiras do Sul, que apresentou as latinhas de 100 gramas saborizadas, tanto doces como salgadas, e a Pecã Brasil de Carazim, com seu tradicional Pecantone, que nesta edição da feira ofereceu um novo sabor, frutas cristalizadas, uvas, passas e noz-pequã. Da Agência Agroefectiv, Arthur Chagas.
Obrigada, Arthur. O projeto comprador realizado durante a Expo Inter gerou uma expectativa de negócios superior a US$3 milhões em resultado ainda parcial. A iniciativa reuniu 48 pequenos e médios empreendimentos rurais em 173 encontros com compradores internacionais. Promovido pela CNA, Apex Brasil e Sebrae, com apoio de entidades gaúchas, o projeto teve rodadas de negócios e visitas técnicas a propriedades e agroindústrias, com foco em ampliar as exportações de produtos do agronegócio brasileiro. 5 projetos de escolas técnicas agrícolas ganhar o passaporte para novas feiras científicas depois da meta na Expo Inter.
As pesquisas envolvem ovinos, biochar, biofertilizantes, controle de Salmonella e cicatrização animal. Quem apresenta os trabalhos selecionados é Nestor Tipajúnior.
5 projetos desenvolvidos por estudantes de escolas técnicas agrícolas do Rio Grande do Sul foram selecionados para representar a rede em outras feiras científicas. Após a realização da Mostra de Ensino Técnico Agrícola, a Meta, na casa da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola, a AGPTEA, durante a Expo Inter em Esteio. Coordenada pelo professor Carlos Fontoura, a iniciativa reuniu 10 projetos e não teve caráter competitivo, com todos os participantes sendo reconhecidos pela apresentação de suas pesquisas.
Segundo Fontoura, a qualidade dos trabalhos apresentados nesta edição ficou acima da expectativa e mostrou avanço em relação às edições anteriores.
Se der para a gente falar de que o sarrafo subiu a qualidade, mas o que mais me chama atenção, como sempre, a rede de escolas agrícolas do Estado do Rio Grande do Sul e a GTEA primou a sua amostra de iniciação científica do ensino profissionalizante agrícola do Estado do Rio Grande do Sul, juntamente com a É que os problemas são vinculados à realidade. São soluções tecnológicas, técnicas, feito por gente nossa do estado do Rio Grande do Sul.
Entre as escolas selecionadas estão a Ildefonso Simões Lopes de Osório, a Escola Técnica Estadual Visconde de São Leopoldo de São Leopoldo, a Escola Técnica Estadual Canguçu de Canguçu, a Escola Técnica Fronteira Noroeste de Santa Rosa, e a Escola Estadual de Ensino Profissional de Carazinho, a EPROCARA. Da Agência Agroefectiv, Nestor Tipa Júnior.
Obrigado, Nestor. O Agro em Punta apresentou durante a Expo Inter a edição de 2027, marcada para os dias 3, 4 e 5 de fevereiro em Punta del Este, no Uruguai. O lançamento no Brasil ocorreu no espaço do Universo Pecuária, parceiro do evento em ações de aproximação entre os dois países e da valorização do bioma pampa. A programação terá entre os temas a segurança alimentar global e o papel da agricultura e da pecuária da América Latina e do Caribe nesse cenário.
Segundo o CEO e cofundador Marcelo Bacialla, a parceria com o universo pecuário reforça uma agenda comum ligada à produção agropecuária e à sustentabilidade, além de ampliar o debate sobre a capacidade da região de ganhar espaço na segurança alimentar mundial.
Cotações agrícolas.
Os números são de matéria do Rio Grande do Sul. Arroz em casca, preço médio de R$77,08 a saca de 50 kg. Feijão, preço médio de R$193,75 a saca de 60 kg. Milho, preço médio de R$61,60 a saca de 60 kg. Soja, preço médio de R$139,48 a saca de 60 kg. Trigo, preço médio de R$69,88 a saca de 60 kg. A primeira rodada de notícias termina aqui. Depois do intervalo, a gente muda o foco e segue acompanhando outros assuntos que estão movimentando o campo.
Já voltamos.
Estamos apresentando Campo em Notícia.
Meu filho, tá vendo todo esse campo aqui? Pois é, um dia tudo isso vai ser teu.
Que legal, pai!
Daí eu vou fazer muito curso no Senar pra deixar tudo organizado e produzir cada vez mais e melhor.
Ah, muito bem, filho.
Tô achando que tu puxou ao pai. Pra contar sempre com o Senar, sim. Mas na beleza, acho que puxei a mãe.
Senar, conhecimento que movimenta o agro.
O país tem uma das maiores e melhores aviações agrícolas do mundo, uma tecnologia que há quase 80 anos é sinônimo de produtividade e sustentabilidade no campo gaúcho. E quem tem a parceria do Sindag tem para seguir segura e sempre melhor. Sindag, valorizando os empresários, pilotos, técnicos, agrônomos e outros profissionais que ajudam o agro a decolar para alimentar Viver, vestir e mover o país e o mundo.
Voltamos a apresentar O Campo em Notícia. O Campo em Notícia está de volta. Agora a gente abre espaço para outros números, mercados e movimentos que ajudam a entender o momento das diferentes cadeias do Agrô, uma produção da Agroefecto em parceria com a radiosul.net, com apoio de Sindag, o Sindicato Nacional da Aviação Agrícola, e Senar, conhecimento que movimenta o agro. Vamos com mais informações. O Campo e Notícia é a voz de uma rede comprometida com o desenvolvimento do campo.
Planeta de Miraguai, Tapense de Cidade de Cruz Alta, Metropolitana de Canoas, Itapuã de Viamão, Sananduva de Sananduva, Upacaraí de Dom Pedrito, Vera Cruz de Horizontina. Nosso agradecimento a todas as emissoras que conectam o campo às comunidades do interior.
Cotações Pecuárias.
Os números são de matéria do Rio Grande do Sul. Boi parabate, preço médio de R$12,66 o quilo vivo. Búfalo, preço médio de R$9,84 o quilo vivo. Cordeiro parabate, preço médio de R$14,81 o quilo vivo. Suíno tipo carne, preço médio de R$4,90 o o quilo vivo. E a vaca Parabate, preço médio de R$11,29 o quilo vivo.
Notícias pecuárias.
As vendas de ovinos recuaram na Expo Inter e a Arco relaciona o resultado ao cenário econômico. A comercialização ficou em R$887 mil abaixo do ano passado, mas a entidade vê perspectiva melhor para as feiras de verão. Quem explica esse cenário é Ieda Risco.
A comercialização de ovinos na 49ª Expo Inter movimentou R$887 mil, uma redução de R$102 mil em relação aos R$990 mil registrados no ano passado. Para o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos, Edmundo Gressler, entretanto, o resultado financeiro não deve ser analisado de forma isolada porque o cenário econômico influencia a disposição dos compradores para investir. Ele disse que o valor representa o momento que se vive, que não é de insegurança, mas é de maior controle de dinheiro.
Segundo Gressler, os julgamentos de admissão e classificação ocorreram normalmente com forte presença de raças e animais de ponta, enquanto a comercialização manteve a característica dos últimos anos, concentrada principalmente nos exemplares bem mais qualificados. Gressler observa ainda que os animais campeões e reservados continuam apresentando maior liquidez, enquanto algumas fêmeas também foram procuradas para investimentos.
A Expo Inter, ela tem sido nos últimos anos menos a comercialização em cima daqueles animais mais bem classificados, né, aqueles animais de ponta, os campeões reservados sempre tiveram uma liquidez mais efetiva, né. Fêmeas também, alguns investimentos que se observou.
Para o presidente da Arca, a perspectiva para as feiras de verão é de aumento da movimentação comercial, sustentada principalmente pelo comportamento dos mercados de lã e de carne ovina. Segundo ele, o verão vai estar aquecido, o que aponta valorização da lã nos mercados internacional e interno, o bom movimento dos preços da carne ovina como fatores que podem estimular novos investimentos. Da agência Agroeffective, Ieda Risco.
Obrigada, Ieda. O exemplar Corredal Pimenteira 649 da Cabanha Pimenteira de da Vitória do Palmar, foi vendido por R$52 mil durante a Expo Inter e se tornou o ovino mais valorizado da feira. Um dia antes, o reprodutor havia sido escolhido como o melhor macho da raça. Com 129 kg e lã de 29,6 micras, o animal foi adquirido pela Cabanha Floresta de Uruguaiana. Segundo o criador Fernando Petruzi, o resultado reflete o trabalho de seleção envolvido em um rebanho de 120 matrizes.
Pimenteira 649 é filho do Pimenteira 455, grande campeão da Expo Inter em 2023. A ovinocultura quer voltar a crescer, mas para isso precisa aumentar produtividade, renda e mercado. Produtores e especialistas discutiram organização da cadeia e valorização da carne e da lã em encontro promovido pela CIA e pela Arco. Quem traz os principais pontos é Arthur Chagas.
Uma das atrações do sétimo dia da 49ª Expo Inter foi o encontro da ovinocultura promovido pelo Serviço de Inteligência em Agronegócios, a CIA, em parceria com a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos, a Arco. O encontro aconteceu na casa da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de o técnico agrícola, a GPTA, no Parque de Exposições Assis Brasil, em esteio dentro da programação da feira, que vai até domingo, dia 6. O encontro reuniu produtores, técnicos e representantes do setor para discutir oportunidades, desafios e perspectivas da ovinocultura, com foco em temas como produção, comercialização, gestão e agregação de valor à atividade.
O gerente de projetos da CIA, Gustavo Heisler, falou sobre o potencial de geração de renda da ovinocultura e a necessidade de maior integração entre os diferentes elos da cadeia produtiva. Segundo Heisler, as oportunidades estão presentes em toda a cadeia, desde a produção da matéria-prima até o beneficiamento, a indústria e a comercialização de produtos de origem ovina. Na verdade, a gente tem oportunidades, diria, em todos os elos da cadeia, né, da originação, ou seja, da produção da matéria-prima, seja ela laneira, leite, carne, mas até com uma visão de toda a indústria também, né, o beneficiamento, o aproveitamento de forma geral, né.
Hoje a gente tem várias iniciativas aí que têm comprovado que a cadeia da ovnocultura, ela, ela tem oportunidades muito boas de forma geral. O gerente de projetos da CIA ressaltou que o Rio Grande do Sul enfrenta uma redução histórica do rebanho ovino. De acordo com ele, nos últimos 30 a 35 anos, o efetivo estadual caiu 68%. Agência Agroefectiv Arthur Chagas.
Obrigada, Arthur. A Granja Ferrables saiu da Expo Inter com motivos de sobra para comemorar no Circuito Excelente. A família de Antagorda conquistou 7 prêmios, 3 deles com a Pitoca, recordista histórica em produção e eleita Vaca Suprema. Quem conta essa história é Ieda Risco.
Elas apareceram ao menos em 3 diferentes feiras pelo Rio Grande do Sul, produziram maior peso de leite e atingiram maior número de pontos nas avaliações morfológicas. E nesta sexta-feira, dia 4, desfilaram toda a sua excelência na pista do gado leiteiro. As estrelas do Circuito Excelente da Associação de Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul levaram para casa os tambos de ouro, prata e bronze da competição, mas uma recebeu o título de Suprema, a Drimar Baronesa Incredible 1042.
A vaca de Paulo Diego e Diogo Ferraboli, da Granja Ferraboli, venceu nesta edição da Expo Inter, na Fenaçu Spolete e também na exposição de Campo Novo, que abriu o Excelente 2026. O exemplar é da variedade vermelha e branca e completa no dia 7, 8 anos de idade. Diogo Ferraboli, que também celebrou o prêmio recebido por outro exemplar da propriedade, a consagrada Pitoca, economizou nas palavras devido à emoção, mas não conseguiu conter as lágrimas abraçando a mãe.
Isso é um trabalho de anos que a gente vem trabalhando, trabalhando sério, com honestidade, e a gente só tem a agradecer à família, tá todo mundo junto.
E a toda a equipe que tá junto com nós, a todos que nos ajudaram, muito obrigado a todos.
O Circuito Esse Leite é formado pelos concursos leiteiros e avaliações morfológicas da Expo Inter, Expo Leite, Expo Agro Campo Novo e Aratiba, da Agência Agro Effective e Ieda Risco.
Obrigado, Ieda. Há 35 anos, o SINDAG, Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola, trabalha pelo crescimento sustentável e melhoria contínua do setor, promovendo a segurança em campo e o respeito ao meio ambiente, valorizando os empresários, pilotos, técnicos, agrônomos e outros profissionais que ajudam o agro a decolar para alimentar, vestir e mover o país e o mundo. A cadeia A APU Leite levou suas prioridades diretamente aos candidatos que passaram pela Expo Inter.
A APU entregou uma agenda com propostas sobre renegociação de dívidas, defesa da produção nacional e modernização das indústrias. Quem detalha o que o setor está pedindo é Arthur Chagas.
A Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul, a APU, elaborou uma agenda com 4 prioridades para a cadeia produtiva do leite no estado. O documento propõe a construção de um pacto pelo leite gaúcho, com compromissos para produtores e indústrias e articulação entre os governos estadual e federal. A agenda começou a ser entregue pelo presidente da entidade, Fernando Zimmermann, aos candidatos que visitaram a casa da Pio durante a Expo Inter 2026, e a ação terá continuidade.
A associação representa 43 indústrias instaladas em 41 em municípios responsáveis por mais de 2 mil empregos diretos. As empresas coletam acima de 2 milhões de litros de leite por dia em mais de 190 municípios, provenientes de cerca de 6 mil propriedades rurais. Para Zimmermann, a atividade leiteira tem efeitos que ultrapassam a produção e o processamento. O leite não é apenas uma atividade econômica, ela é renda para as famílias, emprego nos municípios, integração, segurança alimentar e permanência das pessoas no campo.
Precisamos que o leite vire uma política de Estado e não uma política de governo, que mesmo que mudem os atores junto ao Palácio Piratini, as estratégias continuem. Entre as prioridades apresentadas aos candidatos estão a renegociação das dívidas de produtores e indústrias, defesa da produção nacional e concorrência justa, permanência das famílias na atividade leiteira e modernização das indústrias regionais. Na avaliação apresentada na agenda, o conjunto das medidas pode contribuir para reorganizar dívidas, preservar o crédito, reduzir a saída da atividade e melhorar a relação entre os diferentes elos da cadeia. Da agência Agroefectiv, Arthur Chagas.
Obrigada, Arthur. A Carni Érefor ampliou sua presença na Expo Inter e apresentou uma novidade para os cortes, como armarmoreio. Além do novo selo, o programa teve degustações, treinamento com açougueiros e ações voltadas à valorização da carne. Quem detalha essas iniciativas é Nestor Tipajuli.
O programa Carnierefor ampliou as ações voltadas a produtores, indústria, varejo e consumidores durante a Expo Inter. A programação que incluiu degustações, atividades em estabelecimentos parceiros e a tradicional vitrine da carne, treinamento com profissionais da Rede Safari e o lançamento do selo Hereford Grande Reserva e do Clube da Carne Hereford. As iniciativas foram distribuídas por diferentes pontos da cadeia produtiva, com atividades dentro e fora do espaço da Associação Brasileira de Hereford e Braford, a ABHB, na feira.
Entre elas esteve o treinamento de açougueiros da Rede Safari, realizado em parceria com como o frigorífico Silva, além das ações com restaurantes e parrinhas certificadas pela associação. Para o gerente executivo da BHB e gerente do programa Carniérefor, Felipe Zambuja, a Expo Inter permite contato simultâneo com diferentes públicos ligados à produção e à comercialização.
Através do programa Carniérefor, a gente teve a oportunidade de nos aproximarmos e informarmos o produtor rural das possibilidades que a Associação Brasileira de que a AgroIbraforte tem e do trabalho que a gente realiza para criar desejo e sobrepreço, ou seja, remunerar melhor o pecuarista dentro da porteira.
As degustações também chegaram a outros espaços durante a feira, como o Me Gusta Érefor, que levou ações para estandes de parceiros. Segundo a Zambuja, esse contato permite apresentar o produto diretamente ao consumidor e levar informações sobre suas características e o sistema de certificação. Outra frente apresentada na Expo Inter foi o Hereford Grande Reserva, selo destinado para identificar carnes com maior marmoreio, característica associada à gordura entremeada nas fibras musculares. Da Agência Agroefectiva, Nestor Tipa Júnior.
Obrigada, Nestor. A prova dos 3 tambores encerrou o circuito do Campeonato Nacional de Função da raça manga larga durante a 49ª Expo Inter em Esteio. Na categoria aberta, Bárbara Borges da Rocha venceu com Penélope VJC e marcou 20,409 segundos, o menor tempo entre todas as 6 categorias. Também venceram Marcelle Marques Sampaio na feminina, Carolina de Mendonça Reis na Amador, Fábio Ricardo Bueno na Amador Master e Fernanda Banacchi dos Santos nas categorias principiante e competiu.
Segundo o Núcleo Rio-Grandense de Criadores de Cavalos da Raça Manga Larga, a prova teve equilíbrio entre os competidores, boa presença de público e foi concluída sem registro de acidentes. Um negócio fechado a partir da Expo Inter vai levar genética bubalina gaúcha até o Amapá. A fazenda de Camaquã também já vendeu animais para outros estados e exportou búfalos para Argentina e Uruguai após contatos feitos na feira. Quem conta esse caminho da genética gaúcha é Nestor Tipajúnior.
A Fazenda Panorama de Camaquá, no Rio Grande do Sul, fechou durante a Expo Inter uma negociação de búfalos com destino ao Amapá, levando genética produzida no Rio Grande do Sul ao norte do país. A propriedade também já comercializou animais para outros estados brasileiros e realizou exportações Argentina e Uruguai a partir de contatos feitos na exposição. A comercialização integra negócios gerados pela presença da Bubalinocultura Gaúcha na feira, que contou com a participação da Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos, Ascribu.
A exposição também funcionou como ponto de contato entre criadores e compradores interessados em animais que nem sempre estão presentes no Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio. O popular da Fazenda Panorama, Delfino Beck Barbosa, afirma que parte das negociações começa durante a Expo Inter e é concluída posteriormente.
Nós aqui colocamos a mercadoria numa vitrine.
Nem sempre se vende muito aqui o bem, mas nós já vendemos aqui.
Nós exportamos animais para Argentina, para Uruguai, vendemos o protor para 7 estados brasileiros. Todos foram aqui pela vitrine.
O negócio com a Mapa envolveu animais que estavam fora do parque de exposições. Barbosa explica que esse tipo de operação permite que compradores conheçam durante a feira os criatórios e a genética disponível para depois definirem os animais que serão adquiridos. Para o criador, o desempenho comercial registrado em 2026 indica continuidade da procura por búfalos. Ele disse que é um ano excepcional e que pelas informações que tem, acredita que este ano será bom e que o ano que vem também deve ser muito bom. Da Agência Agroefectiv, Nestor Tipa Júnior.
Obrigado, Nestor. Fechamos mais uma sequência de notícias. Na volta, o programa ganha estrada, passa pelas regiões e também confere o que já tem data marcada no calendário do agronegócio. A gente volta em seguida. Estamos apresentando Campo em Notícia.
Na terra a gente planta, colhe com amor. Comunicação é a chave, traz muita Agroefectiv na missão de mudar, unindo o campo e a cidade, vem pra ajudar. No toque do tambor, a mensagem vai voar, na palma da mão tudo pode se transformar. Agroefectiv, vamos celebrar, comunicação que faz o povo se conectar na batida do samba. Vamos nos unir do campo à cidade, vem com a gente sorrir. Conectando as raízes, saber sem fim, tecnologia no campo, um futuro assim.
A mão que planta e a voz que vai falar, agricomunicação juntos a brilhar. Samba do campo ressoando em harmonia, cada passo dado é parte da nossa história. Agroafetive, vamos celebrar comunicação que faz o povo se conectar. Na batida do samba, vamos nos unir, do campo à cidade, vem A gente sorrir, água efetiva, sempre evoluir, comunicação e água juntos a construir. Araraquara, teste que vão ceder.
Comunicação em voz, eu vou sugar, ver que tá.
Fala forte, é isso, vou fazer. Tudo eu sinto pela G, ouço ir.
Voltamos a apresentar O Campo em Notícia. Estamos de volta e agora o Campo e Notícias amplia o mapa. É hora de saber o que está acontecendo nas regiões, ouvir as rádios parceiras e conferir os próximos compromissos do setor. Uma produção da Agroefect em parceria com a radiosul.net, com apoio de Sindag, o Sindicato Nacional da Aviação Agrícola, e Senar, conhecimento que movimenta o agro. Vamos rodar pelo estado. O Camp Notícias circula com a força de uma rede que respira o agro e acredita no interior do Brasil.
Educadora de São João da Ortiga, Paverama de Paverama, nativa de Rio Grande, Palmares de Santa Vitória do Palmar, Blau Nunes de Santa Bárbara do Sul, nativa de Piratini, Universidade de Pelotas, e a Rádio Agro Hoje. A cada rádio parceira, nosso agradecimento por ajudar a espalhar a voz de quem produz.
Agenda.
E antes de seguir, vamos abrir o calendário do agronegócio: feiras, seminários, encontros e outros eventos já começam a movimentar as próximas semanas. Quem organiza os principais compromissos e conta com o que vem pela frente é Arthur Chagas.
A agenda começa nos dias 17 e 18 de setembro em Santa Maria com o Simpósio de Sanidade Equina promovido pela Universidade Federal de Santa Maria. No auditório do Colégio Politécnico, estudantes, veterinários e pesquisadores vão discutir doenças do dos Equinos: Legislação Sanitária, Diagnóstico, Prevenção e Manejo. E começam também as ExpoFeiras pelo interior do estado. De 21 a 27 de setembro, São Lourenço do Sul recebe a 45ª ExpoFeira no Parque do Sindicato Rural, com programação voltada ao agronegócio, negócios, cultura e desenvolvimento regional.
Já de 23 27, Manuel Viana realiza sua exposição agropecuária no Parque de Exposições Léo Durlo. O encontro, promovido pelo sindicato rural, vai reunir pecuária, agricultura, tecnologia e oportunidades de negócios para produtores e empresas da região. Da Agência Agro, efetivo Arthur Chagas.
Obrigada, Arthur.
Giro pela Rede.
No Giro pela Rede, a gente vai à campanha onde alunos do 5º ano da Rede Municipal de Bagé estão entrando no universo da pesquisa agropecuária. O projeto Bioma Pampa leva os estudantes à Embrapa Pecuária Sul para oficinas sobre bovinos bovinos e ovinos, com foco em ciência e valorização do pampa. Quem traz as informações é Jones Nogueira, das rádios Delta e Difusora.
Bovinos e ovinos são as temáticas centrais das oficinas na Embrapa Pecuária Sul, em Bagé, com os alunos dos 5º anos das escolas municipais que estão participando do projeto Bioma Pampa: Um Despertar para os Futuros Cientistas. A primeira oficina foi realizada alunos da Escola General Emílio Luiz Mallet, que escolheram os bovinos como tema de estudo. As demais escolas participantes têm como foco os ovinos. O projeto piloto é parceria entre a Embrapa Pecuária Sul e a Prefeitura de Bagé, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Formação Profissional, e está aproximando estudantes do 5º ano do ensino fundamental do universo da pesquisa agropecuária desenvolvida no no município.
A iniciativa integra a escola Embrapa e Escola e faz parte do projeto criado para estimular o interesse pela ciência, valorizar o bioma pampa e despertar nos estudantes a percepção de que a pesquisa científica está presente no cotidiano. Como parte das atividades, os estudantes participam de oficinas temáticas sobre bovinos e ovinos realizadas na Embrapa Área Sul. De Bagé, das rádios Difusora e Delta FM, especial para o Campo em Notícia, falou Jones Nogueira.
Obrigada, Jones. Na sequência, a gente vai a Espumoso, onde a Cotriel garantiu financiamento do BRDE para ampliar sua estrutura de armazenagem. Os recursos serão usados na construção de duas novas unidades de de grãos em Campos Borges e Sobradinho, com foco em dar mais suporte aos produtores. Quem traz as informações é Kiwana Rocha, da Rádio Soledade. A Cotriel Cooperativa de Espumoso foi contemplada durante a 49ª edição da Expo Inter com uma linha de financiamento do BRDE assinada pelo governador Eduardo Leite.
Os recursos serão destinados à construção de duas novas unidades de recebimento de grãos, uma em Campos Borges e outra em Sobradinho. Conversamos com o presidente da Cotriel, Léo César Nicolini. Momento muito importante, né, analisando que mesmo diante de um cenário tão complicado que a gente está passando aí, mas a gente, né, precisa avançar, precisa evoluir, a gente precisa estruturar cada vez mais a cooperativa para dar todo o suporte.
Agradecimento especial pela grande parceria com a Embraer, né, e o relacionamento, a confiança gerou Né, esse recurso aí que eu tenho certeza absoluta vai ajudar muito a potrear, mas também vai ajudar o produtor, vai ajudar o Estado, né, aumentar sua capacidade de armazenagem tão importante, do qual o Estado é tão deficitário em armazenagem. Em especial para o Campo em Notícia da Rádio Soledade 104,5, falou Kiwana Rocha. Obrigada, Kiwana.
A nossa passagem pelas regiões termina aqui. Depois Depois dos intervalos chega a entrevista da semana, com mais tempo para ouvir, perguntar e entender melhor o assunto da conversa. Voltamos já. Estamos apresentando Campo em Notícia.
O país tem uma das maiores e melhores aviações agrícolas do mundo. Mundo, uma tecnologia que há quase 80 anos é sinônimo de produtividade e sustentabilidade no campo gaúcho. E quem tem a parceria do Sindag tem para seguir segura e sempre melhor. Sindag, valorizando os empresários, pilotos, técnicos, agrônomos e outros profissionais que ajudam o agro a decolar para alimentar, vestir e mover o país e o mundo. Meu filho, Tá vendo todo esse campo aqui? Pois é, um dia tudo isso vai ser teu.
Que legal, pai!
Daí eu vou fazer muito curso no Senar pra deixar tudo organizado e produzir cada vez mais e melhor.
Ah, muito bem, filho.
Tô achando que tu puxou ao pai. Pra contar sempre com o Senar, sim. Mas na beleza, acho que puxei à mãe.
Senar.
Conhecimento que movimenta o agro.
Voltamos a apresentar O Campo em Notícia. O Campo em Notícia está de volta para o último bloco. Agora o ritmo muda e o microfone fica aberto para uma conversa mais completa na entrevista da semana. Uma produção da Agroefecto em parceria com a radiosul.net, com apoio de Sindagro, Sindicato Nacional da Aviação Agrícola, e Senar, conhecimento que movimenta o agro. Vamos à entrevista. O Campi Notícias chega longe porque tem uma rede forte que caminha junto com o agronegócio.
Poatã de São José do Ouro, Fandango de Cachoeira do Sul, Soledade de Soledade, Cidade de Cacique Doble, Integração de Restinga Seca, Minuano de Alegrete, Delta Difusora de Bagé, 96 FM de Uruguaiana. Nosso muito obrigada a cada emissora que faz parte dessa caminhada junto com o agro.
Entrevista.
Com crédito mais restrito e produtores endividados, o consórcio ganha espaço como alternativa de planejamento para investimentos no agro. Os sócios da Primo Rossi, Vitória e Mônica Rossi, falam sobre o crescimento desse mercado, as vantagens em relação a outras formas de financiamento e o uso do consórcio na compra de máquinas e equipamentos. A entrevista é de Nestor Tipajúnior.
E a gente vai conversar agora aqui no programa Campo e Notícia com os sócios da Primo Rossi, Vitório Rossi e a Mônica Rossi. Vitório, Mônica, prazer tê-los vocês aqui no programa.
Obrigado pelo convite.
Bom, vamos falar um pouco aí sobre a questão dos consórcios, né? Tivemos aí a última Expo Inter. Apesar de uma questão ainda de um reaquecimento que se fala aí na questão de máquinas, ainda não chegou aos patamares antigos, muito por questões de crédito, restrições também, as dívidas que os produtores têm. Como é que vocês estão enxergando esse movimento, especialmente aí na questão aí do consórcio?
É o que a gente sentiu, é o que você falou, né? 2026 foi melhor que 2025, né? Os números que estão aparecendo é um crescimento de 40%, mas ainda aquém ainda de 2024, né? Então a gente tá em recuperação mas um movimento bastante positivo. Então consórcio de um modo geral cresceu em torno de 14%, 14%, 15%, e a gente tá bastante otimista com um novo momento que tem de restrição de crédito, da dificuldade de tomada de decisões mais rápidas, mas de alguma forma o consórcio entrou, né, nessa essa dinâmica do consumidor, de além de usar os créditos de compra à vista, os financiamentos existentes, o consórcio tá sendo bastante procurado.
Existe uma crescente demanda, interesse por muitas empresas também trabalharem com consórcio administrados, que a gente chama de white label, por administradores independentes como a Primorossi. Então a gente tá otimista e cauteloso, Mas a gente tá bastante confiante nesse novo momento.
O consórcio, ele entra trazendo uma resposta aí para esse crescente aumento dos custos, né, dos produtores. E enfim, porque ele tem aí uma taxa de 1,7% ao ano, dependendo do prazo até menos, né. Então, comparado com os juros atuais, né, que vão para lá de 14%, 15%, isso na melhor das hipóteses, então isso tá trazendo um equilíbrio para as contas e para o planejamento, né, dos produtores. Então, de certa forma, como o Vitório colocou, a gente acabou entrando na cesta de possibilidades que às vezes a pessoa tem necessidade imediata, mas o apressado tá comendo cru ultimamente, né, e tá saindo caro.
Então existe hoje uma economia por volta de 40% se comparada a outras formas de financiamento. E o consórcio é infinito, ou seja, ele não tem uma limitação se o governo tá dando linha, se não tá dando linha. É uma poupança comunitária, né, a gente une forças e consegue fazer a roda girar.
É o que a gente percebe também, né, que consumidor tá um pouco mais cauteloso, né? Então não significa que ele parou de investir, ele tá de alguma forma comparando juros altos, endividamento, fizeram o produtor comparar mais a forma de aquisição. E aí a vontade de investir voltou, né, antes da disposição de pagar juros muito altos. Então por isso que o consórcio tá entrando um pouco nessa nova fase com muita força. Na pesquisa dos produtores uma forma de sair um pouco desses juros altos. Mas com certeza eles estão mais cautelosos.
Bom, pois bem, né? E como é que a gente pode falar também, né, especialmente a gente sabe muito de consórcio de máquinas quando se fala, né, em consórcio. Como é que essas montadoras, concessionárias, elas também podem ter aí dentro de um programa próprio ajudar na venda e no relacionamento do produtora, claro, sempre com apoio aí das operadoras, né?
É, para concessionária e para o fabricante, o consórcio é muito interessante, que é uma venda, que nem a Mônica fala, né, de construção de carteira de demanda futura. Então você tem um relacionamento de longo prazo com o cliente que tá buscando um planejamento, uma forma de aquisição fugindo um pouco das restrições de crédito e também das altas taxas de juros. Isso é muito interessante para a indústria, tá atrelado a uma administradora que tem a credibilidade, que já tem a know-how para poder fazer essa construção dessa carteira.
E a Primorossi é muito bem vista nisso, que a gente tem um passado, né, Mônica, bastante forte em salvar algumas carteiras de sistema de consórcio do passado, como Mapmesbla, como o próprio Agraben, outras marcas, tem o Revendedores do Rio de Janeiro, tem o Alfa. Então a credibilidade de uma marca que tem 62 anos em consórcio, a gente nasceu basicamente junto com o sistema de consórcio. E temos outras marcas como Polaris, como FPT, como Case Construção, Case Agricultura e Thermo King.
Então isso tá sendo bastante interessante para indústria. E a indústria tá se movimentando nesse sentido de buscar essa parceria com a gente na construção desses consórcios nacionais, a sua própria marca, administrado por Primorossa. Então esse é um outro movimento que a gente já tem bastante experiência, pelo menos 10 anos, né, Mônica?
E as concessionárias e os fabricantes, né, o fabricante consegue ter um horizonte conforme vai crescendo a sua carteira futura, do que vai produzir. Então consegue ter um planejamento, né, mais efetivo. As concessionárias, nós temos aí algumas concessionárias, incrivelmente, que às vezes começam o mês com 40% da sua cota mensal já, entre aspas, garantida através da venda, através das contemplações. E uma parceria de sucesso porque a gente prepara os vendedores lá na ponta que conhecem o produto deste fabricante e passam a conhecer também essa nova ferramenta.
Então não é alternativa ao financiamento ou a compra à vista, é um e, então é a soma. Então o vendedor também acaba se mantendo mais tempo porque ele recebe tanto pela venda da máquina quanto pela venda das cotas. Então aumenta o interesse. E o cliente, o que que ele leva? Ele leva uma economia que beira atualmente os 40%. Então são muitos pontos positivos. E mas o que, o que que faz a escolha do consumidor? Existe uma palavra muito simples na vida que se chama confiança.
Então a Primorossi tem expertise. A gente vem aí de 62 anos e a gente é uma administradora premiada, né, mas é premiada porque fez coisas extraordinárias no sentido de a gente se apresentou para salvar uma carteira de 50 mil famílias, 50 mil pessoas, e nós entregamos todos os bens. Então isso foi uma mudança no sistema. O sistema passou a ter uma credibilidade muito forte a partir do momento que o Banco Central permite que essa transição para uma outra empresa, quando alguma empresa de consórcio ou de banco, qualquer coisa, tenha uma dificuldade, que seja que os clientes possam dar continuidade na sua poupança sem perdas maiores.
Então a gente foi a primeira nesse setor a ter essa experiência, que foi realmente imensa, né? E a gente conseguiu vão entregar para 50 mil famílias, né? Então isso nos trouxe conhecimento do que fazer e do que não fazer também. Então isso é muito importante. Então a gente, pois não.
E aí tem essa questão, né, o produto dentro desse contexto todo, né, o momento é muito bom para o consórcio porque o produtor ele não perdeu a vontade de comprar máquinas, ele perdeu a vontade de pagar qualquer preço pelo dinheiro, né? Então para o cliente, o consórcio é um planejamento, para indústria é uma carteira futura de vendas. Então é uma coisa que bastante favorável para o sistema de consórcio e para a gente nesse momento.
E o que a gente tem, só completando, é uma administração muito forte em cima desse, de quem vem, tá? Então o consórcio tem um cuidado de ver quem está entrando nesta boa. Ou seja, a gente cuida do dinheiro de terceiros. Então não é porque é contemplação futura que, ah, quem não tem crédito vem para consórcio. Não é assim. A gente cuida muito para que haja qualidade, né, e condição de que a pessoa que tá entrando, que ela possa levar o bem.
Senão entra, depois na hora de aprovar crédito começa toda uma discussão. Então a gente procura fazer um trabalho desde lá da conta para que hoje a gente tenha aí, eu arriscaria dizer, os grupos que contemplam mais no mercado como um todo. Desconheço quem contemple mais. E por quê? Não é promessa, é estatística. Porque esse fluxo financeiro e esse know-how que a gente foi adquirindo faz com que os grupos sejam fortes. A nossa turma de back office também, de de manter o cliente animado, né, não desistir.
Vamos buscar, vamos insistir, porque o nosso maior, nosso foco não é a venda em si, nosso foco é a manutenção e a entrega dessa contemplação. Então a gente tem aí uma média de 130, 140 cotas de trator por mês, o que é uma coisa inusitada.
Bom, Vitório, Mônica, o Nosso tempo é meio curto aqui, mas agradeço demais aí as explicações importantes sobre essa questão do consórcio no agro e também desejar sucesso e parabenizá-los aí pelo trabalho.
Obrigado pela entrevista, sucesso também ainda nesse importante trabalho que você desenvolve e bastante informação que é relevante para o consumidor.
Estamos aqui abertos aos consumidores, aos fabricantes e a toda a população do Brasil que quiser ter seus bens sem pagamento de juros. Muito obrigada, viu?
Obrigada, Nestor. E o conteúdo da Agroefex continua depois do programa. No Instagram é @agroeff, no YouTube procure pelo Agroeff Play, com entrevistas, reportagens e outros conteúdos. A gente também está no LinkedIn, TikTok, Spotify, e os boletins da Agroefectivo podem ser ouvidos na Apple, Amazon, YouTube, Deezer. Procure por Agroefectivo e acompanhe a gente durante a semana. E por hoje a nossa volta pelos principais assuntos do agro termina aqui.
Ficam as informações, os números e as histórias de mais uma semana para quem acompanha o campo de perto. Uma produção da Agroefecto em parceria com a radiosul.net, com apoio de Sindag, o Sindicato Nacional da Aviação Agrícola, e Senar, conhecimento que movimenta o agro. Obrigada pela companhia e até o próximo Campo em Notícias. Você ouviu o programa O Campo em Notícias.
KTO
Sindicato Nacional da Aviação AgrícolaPrimo Rossi
Consórcio para compra de máquinas e equipamentos agrícolasSenac
Conhecimento que movimenta o agro