Tragédias no globo: como se solidarizar de forma ativa
Você deve estar acompanhando as última notícias sobre a força dos eventos climáticos recentes ao redor do mundo. Mas, de que forma você tem olhado para as pessoas que têm sofrido os efeitos dessas tragédias? Como podemos, mesmo à distância, mitigar o sofrimento dessas pessoas? Vamos falar sobre essas questões no #feminina de hoje.
Paula Chanchelli
- A importância da solidariedade ativa diante de tragédias globaisEventos climáticos·Terremotos·Tempestades·Furacões·Nepal
- Formas práticas de contribuir com causas humanitárias e desastresAcnur·Médicos Sem Fronteiras·Doações·Medicamentos·Alimento·Agasalhos
- O esfriamento do amor e a falta de solidariedade na sociedade atualPassagem bíblica·Terremotos·Guerras·Fome·Redes sociais
- A importância da contribuição consciente e da oração para a solidariedadeConsciência·Espiritualidade·Religião·Oração·Misericórdia
Olá, tudo bem? Eu sou a Paula Chanchelli e no Feminina de hoje nós vamos falar sobre tragédias no globo, como se solidarizar de forma ativa. Bom, vocês devem ter visto, né, as últimas notícias sobre os terremotos que vem acontecendo, né, ao redor do globo, as tempestades, né, os furacões, E especialmente essa última tragédia do Nepal, né, aquela enxurrada de lama que teve. Muito tristes, né, as imagens que a gente tem visto. E isso toca muito, né, porque quando a gente vê as pessoas correndo, né, já mais sem chance de se defender daquela situação É que não tinha escapatória.
Isso toca muito. E quando a gente analisa, né, tudo isso que vem acontecendo, a gente faz imediatamente a comparação com a passagem bíblica que Jesus disse que haveriam terremotos, que haveriam guerras e rumores de guerra, haveria fome. E haveria também de que o amor iria se esfriar, mas que isso ainda não seria o fim, mas o princípio das dores. E o que mais chama atenção nessa passagem é o fato de que o amor iria se esfriar, e como a gente vê que de fato está se esfriando, que muitas pessoas não se solidarizam mais.
Não se sentem parte da humanidade no sentido de sentir, né, de se estremecer com essas dores que vêm acontecendo ao redor do globo. É muita gente perdendo vida, muita gente perdendo abrigo, muita gente perdendo tudo. E aí a gente vê em contrapartida as distrações, né, que são muitas nas redes sociais. E não só nas redes sociais, mas o mercado do entretenimento, seja pelo mercado das bets ou pelos esportes ou pelo mercado da música ou pelo mercado da beleza.
Existem muitas distrações que afastam o ser humano, né, desse sentimento humanitário e do sentimento assim de apoio mútuo ou de corresponsabilidade ou de que somos uma mesma raça da humanidade, enfim. E aí a gente se pergunta, né, de que forma eu posso ajudar quando desastres assim acontecem, né? Quando guerras como aconteceu em Israel aconteceram, e outras que acontecem ao redor do mundo, especialmente na África, a fome que acontece lá e tudo mais.
Gente, procurem meios de contribuir com as causas dessas pessoas de qualquer forma. E existem sites que viabilizam isso mesmo, como a Acnur, como Médicos Sem Fronteiras. Não é difícil doar, é só entrar no site. Entrem, doem, façam suas doações, mesmo simbólicas. E tem sites que permitem que você doe qualquer valor para ajudar famílias a receberem medicamentos, alimento, agasalhos, a possibilitar locais de abrigo. Enfim, não é difícil a gente se solidarizar de forma ativa com o que acontece ao redor do globo.
Principalmente tem muita gente que ganha muito bem, né, que ganha bem e não precisa de muito para viver, e aí só junta. Mas o que custa a gente separar uma pequena parte para ajudar esses que precisam de fato? Isso aqui, gente, não é publicação, não é parceria paga, não é nada disso. Isso aqui é um chamado à consciência para a gente contribuir de forma ativa com o que tá acontecendo no mundo, né, como irmãos, como parte de uma mesma humanidade.
Então assim, se você tem recursos, o mínimo que seja, sobrou R$10, R$20, contribui, vai lá, contribui, busquem as instituições que vocês confiam, que vocês veem que tem um trabalho sério, e contribuam, né? Em vez de estar sempre, o tempo todo, né, colocando o seu dinheiro nos influenciadores ou nas bets ou no mercado da música, enfim, com coisas fúteis que a gente sabe que a gente acaba gastando mesmo, a gente pode tirar uma parte, uma pequena parte, uma parte simbólica Não precisa ser todo mês, mas de vez em quando pelo menos, para a gente ajudar um pouco, pelo menos um pouco nessas causas.
E para quem tem espiritualidade, para quem tem sua religião, orem, orem por tudo que tá acontecendo, peçam a Deus misericórdia, né, que ajudem as pessoas que estão desamparadas nesse momento. Eu acho que essas duas formas são as uma das formas melhores que a gente tem de se solidarizar, de se preocupar. E mais ainda, esse tipo de ajuda que eu tô falando aqui não é para a gente sair espalhando por aí que a gente ajudou, que fez acontecer, mas é algo entre Deus e vocês, entre vocês com vocês mesmos e vocês com Deus e vocês com a vida, com o mundo, com as pessoas.
Isso não precisa ser propagado, noticiado, enfim, isso só precisa acontecer porque somos irmãos, somos seres humanos, né, da mesma parte, da mesma raça, e que precisamos nos importar uns com os outros, mesmo aqueles que a gente não conhece. Tá aí a essência, né, do ensinamento de Jesus: porque estive fome e me destes de comer, estive sede e me destes de beber, estava preso e foi me visitar. É mais ou menos sobre isso, tá bom? Então é isso, eu vou finalizando, feminina, por aqui. Muito obrigada pela sua audiência, um grande beijo e até o próximo episódio.