O desafio da guerra eletrônica do F-35: a logística importa mais que os algoritmos
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A vantagem do F-35 em guerra eletrônica não é decidida por um algoritmo inteligente. Ela é decidida pela capacidade da BAE Systems de distribuir atualizações para uma frota de 1.500 caças com rapidez suficiente para fazer a diferença, segundo reportagem da Aviation Week sobre o programa. A BAE afirma que o forte investimento em pesquisa de IA e aprendizado de máquina mantém sua suíte de EW atualizada, mas a própria linguagem da empresa aponta para um desafio de sustentação logística e fabricação, tanto quanto de pesquisa.