Confundi amor com obrigação, tantas vezes. Sentia que tinha de cuidar, resolver, estar disponível e, até, justificar o direito de viver a minha própria vida.
Neste episódio falo sobre dependência emocional, culpa e limites — e sobre o momento em que percebi que podia amar a minha mãe sem ser responsável por tudo o que lhe acontecia.
Porque cuidar não significa carregar.
Amar não significa estar sempre disponível.
E ser filha não significa deixar de viver.
E se a culpa que sentes não for prova de que estás a fazer algo errado… mas apenas de que estás finalmente a escolher-te?