Juan Mares - Na Colmeia #22
No episódio 22 do Na Colmeia, Fred Beneti e Gabriel Brasil recebem Juan Mares, líder de produto na Arco (uma das maiores companhias de educação do Brasil), para uma conversa direta sobre como a inteligência artificial está sendo colocada pra rodar de verdade dentro de uma empresa gigante de educação. Juan é mineiro, engenheiro químico de formação, passou pela Fundação Estudar, empreendeu no mercado imobiliário e hoje toca um dos produtos mais fundacionais da Arco.A conversa vai do concreto ao filosófico: de um sistema real construído com IA até a pergunta que assombra o mercado, o que sobra do profissional quando a IA faz em um dia o que levava um ano.🧩 O sistema que a Arco construiu com IA para uma pergunta traiçoeira: duas escolas no mesmo endereço são a mesma escola ou não? Juan conta como nasceu o CGI (Cadastro Global de Instituição), que começou como um protótipo em HTML gerado no Claude, virou Claude Code e hoje é um sistema central da companhia.🔎 Como a IA decide se dois cadastros são a mesma instituição: cruzamento de CNPJ, INEP, mantenedor, proximidade e similaridade de nome. E onde ainda faz sentido (ou não) ter um modelo próprio.🚢 Transatlântico com curva de jet ski: a analogia do Juan para o que a IA muda na velocidade de decisão dentro de empresas grandes.🎨 Do Figma ao PRD em minutos: a skill que pega o protótipo no Figma, conecta no repositório via MCP e cospe o documento de requisitos com o mapa de comportamentos da tela (relato do episódio).🧠 O valor da bagagem que a nova geração não tem: por que quem penou com processo manual, crawler e Python virou quem sabe pedir melhor pra IA. A dificuldade do júnior hoje muitas vezes é saber fazer um bom pedido.⚖️ Você é responsável pelo que faz, independente do como: a tese (inspirada num artigo do VP de tecnologia da Arco) de que a IA não assina nada. Boa ou mal feita, a entrega é sua.🏢 Errar com IA dói mais na empresa pequena: por que as grandes abrem mais a porta pra IA, o medo real de ser substituído pelo próprio trabalho que você automatiza, e onde a IA generativa transforma muito e onde quase não toca.🐎 Do cavalo ao concierge: a provocação de que algumas profissões vão virar objeto de luxo, com o humano como concierge premium.🏃 O lado humano do Juan: Cruzeiro de coração, a família nos comentários, livros que marcaram e a corrida como válvula de escape, inclusive com um treinador que é um GPT.Sobre o Na ColmeiaO Na Colmeia e o podcast da HiveAgent, empresa especializada em IA e automacao para empresas. Fred Beneti e Gabriel Brasil trazem conversas diretas sobre tecnologia, empreendedorismo e o impacto real da inteligencia artificial nos negocios, com o pe no chao e sem hype.📌 Conhece alguem com uma historia interessante em IA, produto ou automacao, ou de uma area tradicional aprendendo a conviver com a IA? Deixa nos comentarios. A gente quer ouvir.Para saber dos servicos da Hive, visite: https://www.hiveagent.com.brOferecimento🔶 EpicFlow, se a sua empresa tem varios numeros de WhatsApp espalhados e a comunicacao com o cliente virou bagunca, o EpicFlow resolve com um unico numero oficial, usando a API oficial da Meta. Sem bloqueio, sem dor de cabeca. Conheca mais em https://epicflow.com.br/🔶 Aizen CRM, o seu primeiro CRM. Feito para times comerciais que ainda nao adotaram nenhum CRM ou que sofrem com ferramentas dificeis de implantar. Simples de entender e integrado ao EpicFlow. Conheca mais em https://aizencrm.com.br/🔔 Se inscreve, ativa as notificacoes e deixa as cinco estrelas se voce escuta no Spotify.
- IA na Arco: CGIInternacionalização de instituições · Identificação de instituições de ensino · Uso de IA para construção de sistemas · Enriquecimento de dados cadastrais · Cruzamento de CNPJ, INEP, mantenedor
- Impacto da IA na produtividadeAumento da velocidade de entrega · Adaptação de liderança e equipes · Medo de substituição profissional · Diferenças entre empresas grandes e pequenas
- Inovação em produtos e processosGeração de PRD a partir do Figma · Mapeamento de comportamentos de interface · Aceleração do ciclo de desenvolvimento
- Carreira e trajetória de Juan MaresFormação em Engenharia Química · Experiência Pessoal e Pesquisa · Mercado Imobiliário · Quinto Andar · Mudança para São Paulo
- Futuro do TrabalhoProfissões como objeto de luxo · Concierge como modelo de atendimento · Adaptação a novas ferramentas
- Trajetória profissional e IAHabilidade de criar bons prompts · Valor da experiência com processos manuais · Responsabilidade sobre o resultado da IA
- Tomada de DecisãoAnalogia do transatlântico com curva de jet ski · Aceleração de decisões em grandes empresas
- Hobbies e Estilo de VidaCorrida como válvula de escape · Treinadores · Ficcao Cientifica · Filmes recomendados · Relação clube-torcida
- Programação de Código por Modelos de IAFacilidade de entender código legado · IA como ferramenta de análise e refatoração · Importância da documentação técnica
Fala, pessoal, muito boa noite! Sejam muito bem-vindos, sejam muito bem-vindos a mais um episódio na Colmeia, o podcast aqui da Hive, onde a gente tenta falar de IA pé no chão e sem hype. Meu nome é Fred Benetti, eu tô aqui com meu parceiro Gabriel Brasil. Boa noite, Gabriel!
Fala, galera, boa noite, Frederico, tudo bem? Muito bem-vindos, 22º episódio. Galera, vou começar a falar do AppFlow. Se você tem uma empresa, seu comercial, seu financeiro tá cheio de WhatsApp espalhado pela empresa, o app resolve esse problema para você. Escolhe um número oficial, coloca o número no app, que todo mundo se comunica através de um número oficial, tá? Então nada dos seus clientes terem 30 números da sua empresa, precisa ter um só para todo mundo se comunicar bem.
Beleza? Outro ponto, falar do Wise. Wise é o primeiro CRM. A gente sempre brinca que É o seu primeiro CRM, ele não é um CRM complicado, ele é fácil para você entender. Então se você não é uma pessoa de tecnologia, se sua empresa precisa do básico, do arroz com feijão bem feito, o WISE resolve o problema para você muito bem e é integrado ao Epic. Fechou?
Recados dados. Então mais 3 recados também, né? O primeiro, se você tiver aqui com a gente ao vivo, dá um like, participa com a gente ao vivo aqui com o convidado que eu já vou anunciar. Passa para alguém essa live, tá? Porque infelizmente a gente é refém do algoritmo ainda, então qualquer engajamento com a gente vale muito a pena, tá? Segundo recado: se você tem uma empresa de tecnologia, algum produto com IA, e faz sentido para o nosso público aqui, que a gente tenta mirar muito a PME, a gente tem slot de patrocinador.
Então tem um QR code aqui na tela, entre em contato com a gente. A gente tá com vários números aqui. A gente teve uma sondagem muito legal na segunda-feira, Se der tudo certo, a gente traz aqui para vocês. Aí, por último, falar da nossa imersão. Ela tá com o lote aberto, vai acontecer em setembro. Basicamente, que a gente entrega nos workshops para as empresas, a gente vai entregar nesse dia ao vivo, presencial, não é nada gravado e tal.
Então eu, Gabriel, lá a passar o dia com a gente, e vai ser muito focado em cloud, porque hoje, na nossa opinião, é o que vira o jogo no sentido de, pô, o modelo tá muito bom, dá para fazer muita coisa. A galera às vezes fica com medo ou acha que, nossa, é engenharia de foguete, né? Mas dá para fazer muita coisa legal. A gente já trouxe vários exemplos aqui de advogado, por exemplo, usando o cloud para resolver um monte de BO do escritório dele.
Bem legal. Vamos lá, então vou falar do nosso convidado aqui. Hoje a gente vai conversar com o Juan. O Juan é um brotherzão meu da época da Fundação Estudar. Juan, agradeço demais, demais mesmo. Ele trabalha na Arco, essa vez eu acertei, que a outra vez eu falei outro emprego dele. Cara, agradeço demais sua vinda, veio de São Paulo aí para fazer ao vivo, baita rolê. Então brigadão pelo seu tempo, disponibilidade. E cara, acho que a primeira pergunta que a gente sempre faz, né, é nada, ninguém melhor do que você mesmo para falar da sua trajetória e tal, os pontos legais ali.
Eu acho que Como a gente passou pela fundação estudar, a gente foi treinado ali de como traduzir bem as nossas trajetórias, né? Mas manda aí, cara. De novo, muito obrigado pelo ter aceitado e ter vindo aqui falar com a gente.
Prazer é meu, Fred. Boa noite, pessoal. É só uma correção, né? O Fred falou que, ah, eu falei do outro emprego dele. Na verdade, meu emprego antigo, atenção.
Exato, emprego anterior, né?
Mas bom, eu gosto de me apresentar aqui começando que sou mineiro, venho de uma cidade bem pequena do interior de Minas, né, chamada São Gonçalo do Pará. É bom, quando eu comecei ali a estudar, né, escola, que que eu vou fazer, ia ser médico, cara. É porque, porque sei lá, o curso mais difícil. Tinha muita noção para onde eu queria ir. E até que eu vi um amigo meu falando assim, cara, eu também quero ser médico, que eu adoro ver esse negócio de cirurgia, não sei o quê.
Aí que eu me dei conta, né? Tipo assim, caramba, eu vejo alguém machucado, eu fico mó mal assim, tem nada a ver. E aí nesse monte de reflexão fui fazer engenharia química. Dentro da engenharia química eu fiz todas essas maluquices de organização estudantil assim, fiz lá dentro. Júnior, Atlética, Santa Catarina. Invariavelmente esse caminho aqui de ser um engenheiro, mas com uma pegada bem empreendedora, lidando com público jovem, me levou até a Fundação Estudar.
Foi onde eu iniciei de fato a minha carreira, né? Fui ali lidar com dilemas comerciais, não demorou muito para o pessoal perceber que, pô, ele Parece que ele gosta mais de número, né? Vamos botar ali outro desafio. Fui olhar os desafios ali mais ligados a produto de seleção, né? Então foi onde eu comecei a botar, fiz minha primeira linha de código nesse contexto. Então trabalhei ali com modelagens preditivas, etc. Dentro da Fundação Instituto Óliver, obviamente a gente foi crescendo, né?
Eu fui crescendo na carreira e tal. Mas tem um negócio muito legal dentro da Fundação Insider que ensinava a gente, né, que era tipo os valores ali, a essência, né, são protagonismo, cultura de resultado, etc. E aí eu, pô, quero muito viver isso, como que eu faço isso? Bons mentores também, muita gente ajudando. Decidi empreender, fui empreender. Eu, Fernanda e Marcelo fundamos a VIVI. Empresa que fazia— aí mudei, né, saí do mercado de educação e fui olhar imóveis.
Empresa que fazia compra e venda de imóvel, instalação de inventários, sentei ali na cadeira de tecnologia. Então aí eu construí meu primeiro sistema robusto de mapear todo o Tribunal de Justiça, todos os processos judiciais que aconteciam no Tribunal de São Paulo, a gente encontrar quais são as famílias que precisam de um apoio financeiro nesse momento absolutamente desastroso da vida delas, né? Bom, fiquei na viva empreendendo, tocando esse negócio, comprando imóvel de cá, capital intensivo, budget pequeno, tem que captar e criar novos modelos, seja um capital menos intensivo.
Passaram 3 anos, acho que o caminho natural era, pô, entendo bastante aqui já de mercado imobiliário, Sou um cara da tecnologia, invariavelmente eu fui para o 5º andar, né? Acho que talvez o maior player de tecnologia aí, Latam, hoje no mercado imobiliário. Lidei ali com um monte de desafio também, sempre técnico, né? Minha pegada sempre foi mais técnica. Lidei com alguns desafios também de conversão, mas sempre tive mais no caminho da pegada técnica.
Trabalhei com meus primeiros projetos de IA lá dentro. É bom, desde facilitar alguns processos internos até ajudar times de atendimento a atender melhor nossos clientes lá. E aí fiquei mais 5 anos no Quinto Andar trabalhando com isso, crescendo também na carreira de produto, né? E aí, por fim, se a gente for somar no tempo meu do imobiliário, deu quase 9 anos olhando para imóvel. E acho que tem um negócio meio hedônico assim da vida O que é que é o meu próximo passo?
Me tornar mais especialista ainda? Fui para o meu 15º ano de mercado imobiliário, 20 anos de mercado imobiliário, ou entender outros contextos? E aí nisso teve o convite da Arca. E no meio do processo seletivo também, né, você vai conversando com pessoas, você vai meio que se apaixonando também, né, profissionalmente, né, tipo, cara, que pessoa da hora que você tá conhecendo, pô. Trabalho com pessoa deve ser muito maneiro e tal.
E aí entrei na Arco. Hoje assumo um desafio lá dos produtos mais fundacionais, né, que é a fundação ali, os alicerces para que todas as outras aplicações funcionem bem. Tem uma gama de problema ali dentro. Estamos super adeptos a IA. A gente usa IA para facilitar o processo interno, criar produto na ponta para cliente, ajudar o time de desenvolvimento. É super empolgado e bom, vai ser um prazer aqui poder compartilhar um pouquinho disso com vocês.
Massa, cara! Eu sempre começo perguntando sobre ar, mas vou perguntar a coisa mais importante hoje do que isso. Fala do nosso cabuloso.
Você é bom.
Vamos falar do que interessa.
Também, última partida não foi uma boa nova para a gente, né? Mas Tô empolgado esse ano.
Você ainda tá empolgado com todo mundo quebrando perna?
E todo ano eu sou empolgado, todo ano, tipo assim, beleza, esse ano a gente vai ser campeão de tudo. E ainda acho que esse ano a gente vai ser campeão de tudo, né? Então existe ainda aqui um sonho grande assim, quero botar, eu quero ganhar nosso time de novo lá no topo.
Falar nisso, tá Tá ali quase com o Iá, mas você viu o lance do STJD do Internacional que os cara colocaram a punição, mais tempo de recuperação? Não, não, não foi isso. Eles colocaram o Internacional se defendeu. Eu não sou o cara de notícias de esporte, mas eu acompanho um pouco hoje. O Internacional usou para se defender do cara quebrou a perna do jogador do Cruzeiro lá. Uma, um áudio fake do VAR, um áudio fake do VAR, que é, cara, que o cara falando: não, não foi nada, foi duro, mas não foi tranquilo, não deu para quebrar, não foi para vermelho não, entendeu?
E aí eles pegaram essa ironia, colocaram no— aí a juíza fala: pô, vocês checaram a veracidade disso aí? Tá chegando para mim aqui no WhatsApp que isso tá de verdade, cara. Imagina, velho. E assim foi julgado o cara. Foda. Vamos lá, brincadeiras à parte, cara. É bom assim, começa perguntando sobre IA. Conta para a gente o que que você tá usando, como é que tem aplicado nos negócios, para a gente abrir o assunto e depois a gente vai falando.
Tá bom, dá para dividir em duas partes aqui. Dá para a gente falar o que que o Juan pessoal usa, o que que o Juan profissional dentro da Arca usa, né? Acho que eu vou começar pela segunda. Acho que é bem mais pragmático, mais aplicável, etc. Depois a gente fala das loucuras da cabeça do Juan. Mas, cara, um contexto antes que é importante. A Arco enquanto companhia, ela cresceu muito através de aquisição de grandes marcas de educação, se tornando uma holding com diversos produtos ali dentro.
Em algum momento, no momento mais recente, a gente parou para entender, cara, peraí, se eu verticalizar esse negócio, me parece que eu vou estar prestando o melhor serviço para o cliente. Por que que eu tô pedindo para o responsável, para escola, para o aluno acessar 17 plataformas diferentes? Eu já poderia acessar uma só. Você, 17 logins, esse negócio não tá integrado. Por que que eu preciso? Vamos construir um negócio só. E para isso você se depara, né, você não cria, você se depara com um problema, né, que você tem 17 fundações diferentes, né, e você tem que unificar isso tudo.
O que que eu quero dizer com 17 fundações diferentes? Você pode ter o Fred, que ele é o responsável de um aluno da escola A que consome o produto A, mas também tem o Fred que ele é professor da escola B que consome o produto B. E você também tem o Fred que ele é estudante da universidade C que consome o produto C. Você tem 3 Freds diferentes apesar de ser uma única pessoa. Isso é um problema técnico, né? Mais técnicos possíveis.
A gente tá falando aqui de uma fundação de pessoas, né, de identidade. E bom, agora indo para o que a gente tem feito com IA, da mesma forma que eu falei sobre o Fred, tem vários Freds, existem várias instituições também. Se eu fizer uma pergunta aqui agora, que é, por exemplo, eu tenho uma escola que atua no endereço Rua Rio de Janeiro 100. E uma segunda escola que também atua no endereço Rua Rio de Janeiro 100. E aí eu pergunto: essa é a mesma escola ou são duas escolas diferentes?
E, cara, não sei. Você tem que ir lá na escola, bater na porta e perguntar: é uma escola ou são duas diferentes? Ou falar com o consultor que atende aquela escola, ou usar um Google Maps e ver se ali tem duas marcas diferentes dispostas no mesmo lugar, consultar sites. Existe uma gama de informação que você tem que pegar. Então não é uma informação trivial, né? A gente quer mapear o mercado inteiro e entender, cara, como que eu atendo o Brasil, me torno referência em educação aqui dentro.
Preciso mapear isso, eu preciso mapear, eu preciso responder essas perguntas difíceis. Primeira coisa que a gente tem feito lá, a gente chama de CGI, o Cadastro Global de Instituição. É uma ferramenta construída por IA, através da IA. E que também tende a responder essa pergunta. Ela se propõe a responder essa pergunta sem que a gente acione vários seres humanos para fazer essa pesquisa, cara, que é meio creepy assim de ser feita manualmente, né?
É bonito, pô, é um software lá feito com IA. Acho que a parte mais interessante talvez seja falar, né, como isso é feito, né? Realmente uma ciência de foguete aqui, igual a gente disse mais cedo, é um negócio mais acessível, né? Dá para fazer. A história começa com até com um jovem talentoso chamado Vitor, que ele começou com o cloud, escreveu um plano, quer construir um sistema que vai responder se uma escola é a mesma escola no mesmo endereço.
Faz HTML aí para mim que mostra como é que é o front desse negócio. Cuspiu a primeira versão ruim, ele respondia: boa, mas isso aqui tá desajustado, ajusta para mim uma nova versão. Essa iteração, até que ele exportou esse HTML lá no Cloud, é um ícone, né? Baixar, foi para o Cloud Code, e aí começou a iterar esse negócio. E pô, e se eu tiver já que tem uma tela que já vai me sugerir se esse cadastro A, lembra da Rio de Janeiro 100, Colégio A, mas Rio de Janeiro 100, Colégio B.
Se eu cadastrar os dois, eu quero ter uma sugestão sua se é o mesmo colégio ou não. E aí eu começo a mensurar, tá acertando, tá errando esse negócio, tá indo para frente, tá indo para trás. Bom, e aí foi um dos primeiros usos parrudos assim que a gente fez para resolver um puta problema, né? No fim, acho que essa é o que a gente tá se propondo a fazer enquanto companhia. A gente quer ser mesmo adeptos aí de usar IA. Eu acho que é uma ferramenta que vem para mudar o jogo.
É um negócio que se a gente tivesse envolvido todo ciclo padrão de desenvolvimento de produto, a gente teria gastado um caminho muito maior para chegar lá. Cara, foi feito de novo com uma pessoa iterando ali, pegando feedback, fazendo. E esse é um dos exemplos assim que, cara, isso acelerou bastante Importante, a gente, para a gente construir esse sistema do zero, que é parruda, é um sistema central hoje da companhia. A gente olha e fala assim, cara, qual que é a fonte da verdade sobre escola? CGI, que começou nessa história que eu contei aqui para vocês.
E aí uma dúvida, vocês usaram a IA só para construir ou dentro do CGI tem uma IA que chega na decisão se é a mesma coisa ou não? E o que mais que ela leva em consideração? Tipo, ela vai lá no Maps e olha, ou ela busca em outras bases? Como que, se puder falar, né, se puder aprofundar.
Não, acho que dá para contar aqui para vocês. Acho que as duas coisas. E aí, para ficar, para ter muita clareza, a gente usou primeiro a IA para construir esse sistema, que é um pouco desse processo que eu falei, que teve esse jovem, o Vitor, foi lá, começou a construir, tela, esse negócio, pô, criou um modelo. Pô, e se a gente pegar agora aqui, levar para o Cloud Code, construir um sistema, vamos botar ela em produção? Ainda é um projeto ótimo, mas vamos botar ele em produção, vamos usar.
Usei a IA para construir, agora tá pronto. Agora a IA vai recomendar dentro do meu próprio sistema. Então, como funciona? Essa IA também acessa blogueiros externos assim, então você consegue pegar, né, tem alguns serviços fornecedores de enriquecimento cadastrais, né? Um deles é o Serpio, que é focado em enriquecimento de dados de pessoas jurídicas. Mas uma vez que você cadastra uma escola dentro do CGI, aí ela faz uma série de recomendações.
Por exemplo, o que que é cadastrar uma escola? Aliás, deixa eu só dar esse passo atrás. Como que eu falo assim, essa escola existe para a gente? É, essa escola ela deve ter um endereço, ela deve ter um INEP, que é o código cadastral que indica que aquela instituição tá adepta a ter um, esqueci o nome, uma disposição de fornecer ensino, me fugiu a palavra, e o terceiro é um CNPJ. Se eu tenho essa tríade de dados, eu posso falar assim, talvez eu tenha uma escola.
Uma vez que eu cadastro esses dados, a primeira coisa que ela faz é um cheque simples, cara, peraí, você tá cadastrando um CNPJ que já existe, é bem trivial, né? Agora, talvez você tá cadastrando uma escola, são vários casos reais desse, você tá na Rua Rio de Janeiro 100 e na Rua Rio de Janeiro 120, com CNPJ diferente e com IMEC diferentes. No olhar humano você fala, é um endereço A, um CNPJ A e um INEP A. Você tem um endereço B, um CNPJ B, um INEP B, dois colégios.
Mas não é, é o mesmo colégio. Inclusive, as pessoas que trabalham na escola para uma rua no meio do expediente para as crianças trocarem de lado, porque é uma aula ali, depois educação física ali, é a mesma escola. Então também aí faz uma, né, esse enriquecimento de dados, porque você pode ter associação de CNPJ, você pode pegar um que um CNPJ ele tá associado a uma holding com CNPJ B, mas essa mesma holding tá associada a esse outro.
Você também vai fazer, né, uma inteligência de localização. Essas escolas estão pragmaticamente perto, Você vai fazer uma inteligência de nome, você vai fazer uma inteligência também de disposição de ensino, porque o INEP ele tem qual ensino, qual produto educacional tá sendo exposto ali. Então, por exemplo, aquele INEP ele oferece o ensino fundamental 1 e 2, e essa escola chama Colégio Saber, e o colégio na frente, que é perto, Chama não Colégio Saber, mas Escola Saber.
E o INEP dele é diferente, mas ele dispõe só o ensino médio. Cara, são endereços próximos, são INEPs complementares, são nomes muito similares.
Aí a gente recomenda, é o mesmo colégio, tem uma probabilidade de ser do mesmo grupo, o mesmo colégio, talvez até nome de diretor, o nome de sócio, alguma coisa assim.
Tem algum mantenedor desse CNPJ? Pô, tem, é o mesmo, pega aí. Então você consegue fazer todas essas triangulações.
Hoje o CGI faz isso, o CGI faz isso. E não começou assim, né? Vocês foram evoluindo, aí foram vendo e foi acrescentando. E hoje é um sistema feito com o IA, usando IA. É isso, pode falar, vocês usam qual modelo para fazer isso? O modelo interno, vocês subiram uma maquininha lá, ou tá usando OpenAI, enfim, ou Gemini, enfim? Ou é informação sigilosa?
Não, apenas externa mesmo por hora. A gente não tem um modelo autoral ainda, né? Não tem LLM nossa e autoral de identificação de colégio assim, talvez a gente possa usar até em outras coisas que eu acho que agrega mais valor, né? Quando eu tiver falando sobre um produto pedagógico, a minha visão pelo menos, cara, eu preciso construir um LLM autoral para isso? Acho que não. Mas se eu quero criar um produto pedagógico específico para minha companhia, eu acho que sim, né?
Porque aí tá o core da parada, acho que faz muito sentido a gente investir nisso, mas acho que aí já é outra seara.
É, mas não ser autoral, né, mas ser interno, tipo usar algum modelo open source, usar sei lá, DeepSeek, alguma coisa assim e tal, pensando em, sei lá, volume, muita consulta e tal, e que localmente faria mais sentido ou não.
É, não, acho que é um plano mesmo da gente evoluir para esse lugar e tem um pouco dessa diversão assim, né, eu acho que Quando eu olho para trás, os grandes projetos que eu estive na minha carreira, eu acho que eles eram projetos mais cartesianos, no sentido de a gente ter um caminho muito claro para o próximo ano e nada muda a gente desse caminho, vamos. Aquela analogia do transatlântico, jet ski, né? Eu acho que agora com a IA permite com que transatlânticos façam curvas tão radicais quanto um jet ski assim, né?
Então acho que à medida que a gente vai evoluindo, a gente pode chegar em conclusões de, cara, pois é, vamos ser mais parrudo aqui, A gente tá consultando cadastro em muita escola, essa conta tá ficando cara, cara, toda consulta externa tem um preço, no fim do mês esse negócio faz mais sentido a gente criar o nosso. Tem caminhos assim, sabe? Nossa.
E hoje vocês têm lá dentro outros projetos com IA ou só esse é o principal?
Tem, cara, tem muito assim, velho.
São várias equipes ou...?
A Arca é muito grande, né? A gente tá falando de quantos funcionários assim?
Eu acho que a gente tá ali na casa dos 4, 5 mil funcionários, fica algo por aí nessa dimensão. Posso ter errado, mas é uma dimensão bem grande, né? Acho que talvez 4, um pouco menos. Existem vários times de produto, né? A Axios se divide, quando a gente fala de tecnologia, a gente tem uma vice-presidência e dentro dela é dividido em algumas diretorias, dentro das diretorias alguns grupos e dentro desses grupos alguns times, né?
Então isso vai explicar que a gente tá muito capilarizado em diferentes tipos de desafios que a gente tem. Acho que vale citar um aqui, cara. Tem outras coisas legais para falar sobre IA dentro do que o meu time tá construindo, cara. Resolução de ticket, né? Uma IA já identificação de bug. Hoje você consegue subir skill Vai mapear, olha esse repositório, me identifique, problemas que eu vou ter no futuro. Você já consegue fazer isso fácil, né?
Mas vou pular essa parte, eu acho que tem muita coisa que a gente tem feito aqui e dá para resolver ticket também, melhorar o atendimento nosso. E não ela enquanto a interface com o nosso cliente, mas sendo tipo, cara, o cliente pediu para trocar um dado sensível dele, e aí já consegue validar que aquele cliente, aquela pessoa, faz autenticação dele, pô, tá tudo liberado. Para física, ninguém precisa ser acionado para fazer isso, né?
Tem um muito interessante, cara, que um colega nosso fez lá, Alex. Ele, então, então, com licença poética, tem um saco meio que no ciclo de desenvolvimento de produto, que você vai lá, você tem um problema de negócio para resolver, aí você a gente pega umas hipóteses, monta um protótipo, o designer vai lá e monta um negócio para a gente testar com cliente, que testa com cliente, testa mais uma vez, tá pronto, agora tá na hora de desenvolver.
Aí, cara, você tem que fazer todo o mapeamento dentro de um PRD de possíveis comportamentos que aquela interface tem que ter para mandar para o desenvolvedor e o desenvolvedor entender cada um dos cenários, como que aquela tela tem que se comportar em cada uma das variações. Então montar esse PRD, montar esse mapinha de comportamentos que aplicação tem que ter baseado no uso do usuário, meio que um porre assim, demora. E aí você não mapeia direito, aí o desenvolvedor não viu que tem um caso específico, então ele não desenvolveu aquele caso específico, aí você manda para produção, deu erro, deu problema.
E cara, desenvolveu uma skill que a partir do Figma já mapeia tudo no PRD, né, no documento que fala quais são os requisitos daquele produto, tudo no PRD que é requisito para ser construído. E além disso já te manda o mapa inteiro de comportamentos que o produto tem que ter.
Isso assim, cara, não entendi, você parte do Figma? O Figma é o Figma?
Então, né, você tem o Figma, né, que é o nosso software onde fica a telinha desenhada, mas não funcional, vamos colocar nessas palavras. Protótipo, o desenho ali, né? E aí você tem que—
quem que faz isso? O designer?
O designer faz.
Você como líder de produto ou sua área de produto conversa com o designer e a primeira versão hoje, ou assim, você não usa IA para construir protótipo, você manda para o Figma e do Figma gera o PRD? Ou você tá dando um exemplo de como era antes?
Não, tô dando um exemplo de como é agora mesmo. Mas deixa eu dar espaço atrás mesmo, explicar, né, esse ciclo de desenvolvimento. Bom, então tem alguma hipótese, a gente começou, e aí eu vou tentar dar algum exemplo aqui específico, né? Cara, queremos aumentar a conversão do funil de venda. Bom, então acho que se eu pegar essa tela aqui e tirar esses dados, ou modificar a forma do input, ou tirar essa fricção, a gente vai melhorar a conversão.
Designer, faz uns protótipos aí para a gente. E aí a disciplina de design, né, que o nosso paga aqui direto, desenha qual que é essa solução e a gente testa com o cliente, né, para não desenvolver coisa à toa, gastar recurso à toa. Beleza, tá pronto, faz para o cliente. Baseado nos testes, a gente viu que vai melhorar a conversão, vamos fazer para valer. E aí nessa etapa, o que que você olha? Você olha para a tela e você tem que explicar como que você quer que aquela tela funcione para o engenheiro desenvolver.
E esse processo, além dele ser moroso e lento, esse processo ele tá à prova de erro. E a prova de erro vai dar bug, que aí é passar atrás, pô. Aí é voltar, tira o negócio de produção, dá rollback na aplicação, vamos corrigir. Aí qual que é a skill que ele desenvolveu? Você indica para ele, para o Cláudio, qual que é aquele Figma. Ele também já tem acesso ao repositório dentro do GitHub.
Aí conecta via MCP?
Conecta via interno dentro do, potencialmente, mas dentro do cloud mesmo. E aí ele já te dá um documento inteiro escrito falando qual que deve ser o comportamento daquela tela, montado o PRD inteiro para o engenheiro, com todo o mapeamento de behavior review, né, que é basicamente como a gente, quais são os comportamentos esperados daquela aplicação mediante o uso do usuário. Então, tipo assim, cara, isso destrava um tempo no ciclo de desenvolvimento assim, que é um negócio, né, é super recente, cara, um negócio que estamos descobrindo, acabou de surgir.
E a companhia agora tá, opa, esse negócio é bom, vamos começar a usar, né? Inclusive, meu time agora, ele tá bem nesse momento assim, pô, que negócio interessante, vamos passar a usar também.
É, mas aí fica uma provocação, né? Se o time de produto, que é o que tá demandando, o time de desenvolvimento tá conseguindo acelerar, que antes isso aí que você falou demorava, é um saco fazer tal, você tá conseguindo acelerar, desenvolvimento tá conseguindo dar vazão para esse tanto de possíveis PRDs, aí eles estão usando IA, como que tá sendo o pós quando você entrega o PRD para o time?
Boa.
Como que também vocês aí complementando, né, porque Acho que a gente fala aqui, né, quando tem muita coisa para fazer, meio que como que define a prioridade, né? Tipo, como que vocês elegem a hipótese, por exemplo, e isso entra na fila ou não, né?
Bom ponto, assim. Acho que a gente tem que lembrar que obviamente o ritmo de desenvolvimento ele está diretamente proporcional à velocidade que a gente consegue lançar as aplicações, mas não só o time de desenvolvimento. Acho que quantidade de erro, iterações e testa, e esse negócio não tá bem testado, faz de novo, é um super gargalo assim. Mas sem dúvida, o segundo ponto também que ajuda, ajuda, acelera de montão desenvolvimento, outra iniciativa que a gente chama de AI Productivity.
Que é basicamente, cara, quais são as formas da gente impulsionar o desenvolvimento de software através de IA. E aí isso fica dentro da disciplina de engenharia, né, mas parte muito por isso, cara. Vamos organizar o nosso GitHub? Vamos permitir com que a IA consiga ler as aplicações, os repositórios que a gente tem, e a partir daí vai ficar muito mais fácil a gente desenvolver? Vamos começar a estabelecer metas dentro da nossa companhia, da gente, cara, uma parte significativa dos nossos desenvolvimentos a gente quer fazer com IA.
Pô, tudo bem, essa aqui é a mais difícil, não vamos fazer, mas vamos se propor a isso. Vamos, tem sempre o fear of change assim, né, de ficar, vai mudar as coisas. Não, vamos movimentando, vamos ser parte da solução e tal. Acho que tem sido um momento bem legal assim, né. Então acho que respondendo a provocação, pô, como que a gente da vazão. Acho que não só a gente quer melhorar a cadência de, e a qualidade da gente deixar as aplicações prontas para desenvolvimento, mas também a gente dá ferramental para equipe de desenvolvimento desenvolver cada vez mais rápido.
Mas ainda acho que tem o dilema de escolha, assim, o que que é prioridade, onde a companhia quer ir, né? Eu acho que a gente, esse problema aí, área de negócio tá tentando resolver tem um tempão mesmo, assim, né? E voltando para o assunto do transatlântico jet ski, agora parece que a gente tem mais opções porque é mais ágil mudar, né? Então eu acho que fica mais sensível a esses dois meses.
Não é só isso, né, cara? Eu acho que as empresas, elas estão de uma forma geral, elas estão aprendendo a lidar, elas não sabem lidar ainda com esse novo processo de uma forma geral, né? Então é o ritmo de produtividade mudou absurdamente, é o cara que produzia uma coisa em uma semana passou a produzir a mesma coisa em 2, 3 dias. E olha lá, você fez tudo, talvez menos. O líder que tava acostumado a gerir uma equipe de uma certa forma, pode falar que ele deixou de lado tudo que ele aprendeu sobre liderança e começou um novo aprendizado.
Porque você gerir um cara que trabalhava, levava uma semana para fazer uma coisa, agora ele leva 10 minutos, 20 minutos. Em muitos casos de tecnologia é isso que acontece. É uma outra forma de gerir a equipe, né? Porque você tem que primeiro Cadê a demanda para cobrir todo esse espaço? O que que a gente vai fazer com o espaço que sobra, com esse tempo que sobra? Eu até fiz um vídeo hoje falando sobre isso, porque tem gente que tá enfiando, dobrando, triplicando, quadruplicando a meta e pedindo produtividade e pedindo mais resultado.
Tem gente que tá deixando o funcionário colaborador mais livre para curtir o tempo, e aí sim se preocupando com saúde mental e tal, colocando o discurso que foi tão falado em prática, mas De uma forma geral, toda organização da empresa tá se adaptando, de todas as empresas estão se adaptando. A gente tem esse problema aqui, por exemplo, o que a gente fez durante muito tempo, a forma como eu geri designers, por exemplo, é muito diferente como hoje a gente tem que fazer, porque não tem demanda.
E a gente pode colocar mais demanda para dentro, a gente pode. A gente quer? Não, não quer, entende? Então é um aprendizado, a gente tá aprendendo a lidar com esse, toda essa organização que você disse assim, é um É um movimento novo, né? Acontece isso com vocês, cara?
Acho que sim. Acho que eu vejo com a gente, com o mercado como um todo, né? Acho que se adaptar ao uso de IA é um lance que, uma vez que a IA chegou, acho que a gente teve mais ferramenta para resolver um monte de problema diferente, né? Esse exemplo que eu dei aqui agora do funil de vendas é um deles, né? Mas é um exemplo meio, cara, dá para resolver de outras formas, etc. Mas quando eu vejo o poder dela para frente, eu fico ainda mais entusiasmado assim.
E acho que a gente deveria até estar com olhar mais entusiasmado e menos amedrontado sobre o que tá vindo. Então, colocando exemplos reais, cara, hoje a gente consegue ligar no YouTube, entender vídeos te explicando a fazer protótipos do zero no cloud e você construir o seu negócio dentro de casa, né? Já tem vários YouTubers já até sendo referência em, cara, como construir skills de maneira XYZ com funções W, enfim, dentro do YouTube.
Então assim, acesso à informação, ela é muito, tá muito amplo, né? E olhando para o futuro, eu acho que esse negócio, toda vez que eu olho para uma parte da minha vida, talvez vou até falar um pouco do pessoal, me assusta o quanto que a IA poderia ter me ajudado no passado. Vou dar um exemplo lá da VIVI. Quando eu empreendi, né, o negócio era comprar imóveis em situação de inventário, aliás, imóveis estressados, que são aqueles imóveis ilíquidos que não tem como você vender.
Por exemplo, você recebeu um imóvel de uma herança, esse imóvel ele custa R$1 milhão em Ipanema, lugar de alta liquidez, consegue vender muito fácil, etc. Só que ele tem uma dívida de condomínio ali, R$200 pau. E cara, por ele ter uma dívida de condomínio, ele tá penhorado. Então você não tem o direito, você não tem o alvará, você não tem o direito de usufruto, então você não consegue vender. Mas para você conseguir vender, ter o alvará, você precisa pagar essa dívida e ainda o imposto, que é o ITCMD.
Isso é um boleto à vista. Então cara, você fica meio que numa situação enrascada assim, né? E aí a VIVI chegava e resolvia esse negócio fazendo uma oferta de compra e venda, né? Tô comprando imóvel que tem uma dívida associada, então vamos descontar o valor dessa dívida, vamos fazer negócio. A gente tornava esse imóvel líquido a partir desse evento de liquidez e pronto. Cara, por que que eu tô falando disso e o que que tem a ver com a IA?
A gente monitorava esses imóveis através de sistemas que hoje são arcaicos. Olhando para o Tribunal de Justiça, porque 2018, assim, é você pegar ali, tava ainda já era um desenvolvedor meia-boca, mas começando ainda, né?
Fazia crawler lá, né?
Isso, né? Poder estudar, cara, é fazer, instalar minha primeira bibliotequinha Pandas no Python, nesse nível, pegar um PDF que é de 30 mil páginas fazer esse negócio ser categorizável. E aí você tem um identificador de um número de processo e o que que tramitou hoje, o que que tramitou amanhã, o que que tramitou depois, para que na leitura dessas informações, através do pandinhas, ou seja, é um caça-palavras, eu achar que tem um imóvel ali dentro ou não.
Isso é na época, né? E depois que eu saí da Vivo, eu ainda, cara, na física eu ainda sou super entusiasta desse assunto. Pragmaticamente, gostei até algum dinheiro, então sou bem conservador, né? Pragmaticamente, às vezes faço um deal ali ou outro, mas, cara, hoje, como eu monitoro imóveis nessa situação, é 100% feito por IA e eu teria gastado pelo menos um ano a menos na minha vida se eu tivesse essa ferramenta lá dentro, assim.
Então, disse esse exemplo para dizer, cara, gastei 2018, 2019 quebrando a cabeça para caramba para como hackear esse negócio, Versus hoje, cara, em um dia eu acho que eu chegaria no mesmo lugar onde é que eu cheguei. E aí eu olho para frente, a pergunta do Gabriel vem muito nesse sentido, né? De, cara, você olha para frente, qual que é o horizonte? Eu consigo olhar para trás e ver que eu gastei um tempão versus o que eu gasto hoje. Então, olhando para frente, cara, onde é que a gente vai chegar assim, né?
Piorar talvez não vai, tá só aí deixar mais sábio.
Então sou super entusiasta assim, cara.
A discussão quase todo podcast a gente tem sobre exatamente essa questão de quanto dinheiro ficou na mesa, né? Inclusive vi um vídeo hoje sobre isso, super interessante, do cara falando justamente sobre o esforço que era feito no passado para você ter o mesmo resultado hoje em tão curto espaço de tempo. E o que ele cita é que os profissionais chegaram agora na IA. O dev que chegou agora, enfim, o cara que é técnico, tá se formando agora, esses caras ainda vão passar por um processo que a gente passou lidando com muitos problemas que foram aparecendo, problemas manuais que a gente tinha que de fato pegar o telefone, resolver, e entre outras coisas, mas que nos deu a capacidade de construir prompts e instruções melhores do que essa galera que chegou hoje.
E aí que tá o valor do nosso trabalho, né? O nosso valor tá aí porque a dificuldade O cara hoje que chegou no mercado, ele tem ainda uma dificuldade de se comunicar. É, a dificuldade tá na simples coisa de fazer um pedido. Cara, vai na sala tal e pega tal coisa para mim. É um prompt ali que você passou para o cara para executar alguma coisa. A forma com que a gente pede, fazer instrução completa para verificar tudo, isso tá o nosso valor hoje, de toda essa bagagem que a gente tem desses anos todos nos formam técnicos melhores ainda, mesmo com mais idade, entende? A gente, a nossa experiência conta muito nisso.
Total, total. Isso me lembra um negócio assim, quando tava lá na Fundação Estudar, tava me formando ainda, né? Isso eu gosto de citar, isso é maneiro. Eu vim trabalhar na Fundação Estudar em São Paulo, mas eu ainda tava fazendo faculdade, né? Então O que aconteceu na minha vida? Consegui conversar com os professores e com as turmas e com os colegas ali do meu ano para a gente fazer todas as aulas na segunda-feira e fazer esse bate-volta aí toda semana.
São Paulo, Viçosa, Viçosa, São Paulo, toda semana, né? Mas nesse período tinha, tava para me formar e queria fazer alguma pesquisa científica antes de eu me formar. E o que eu trabalhava na Fundação Estudar nessa época era com produto de seleção. E aí tinha, que a melhor forma, aí tinha um cara lá dentro da Fundação Estudar que é o Léo Gomes, nosso amigo.
Aí eu vou colocar um pouquinho mais perto.
Tinha um cara lá na Fundação Estudar que é o Léo Gomes, nosso amigo, que ele olhava para uns candidatos assim na linha Isso aqui vai passar, o feeling. E tipo, na minha linguagem ali, muito no meu pensamento, muito mirim. Ah, não vai, cara, como assim que você sabe, entendeu? Tipo, mal sabia eu que ele tinha horas e horas e horas e horas e horas de conhecimento daquilo, né? Mas eu gosto dessa ingenuidade minha que me fez falar tipo assim, cara, eu já sei, eu vou criar um sistema, eu vou criar uma modelagem que vai prever qual candidato vai ser aprovado ou não.
Eu vou criar isso baseado numa regressão logística, no método de enriquecimento de população, e vou aplicar isso na vida real. E virou minha pesquisa, foi meu trabalho na Fundação Insider, virou minha pesquisa científica. A gente foi lá, avaliação de critérios de aprovação em processo seletivo. Juan Henrique vai achar isso um monte de revista aí, periódico. Mas isso Pegando agora o gancho do Gabriel e falando sobre isso, cara, isso me deu uma carga cognitiva para trabalhar com modelagem até hoje que talvez alguém hoje que não tem esse background pegar para trabalhar talvez demore um pouco mesmo.
Faz sentido assim, né? Mas eu tendo a concordar com isso assim, acho que a IA vem enquanto ferramenta, mas se a gente não utiliza ela, talvez a gente está falhando aqui, né? Em outras palavras também, O nosso VP lá da Arco, ele escreveu um artigo bem interessante que é: você é responsável pelo que você faz, independentemente do como, né? Tipo, cara, aí ia me ajudar, ia fazer essa regressão logística assim, ó, muito mais fácil.
Eu quebrando a cabeça, meu Deus, indo no departamento de estatística pedindo, pelo amor de Deus, professor, como que eu parametrizo esse negócio? E hoje seria um prompt, né? Como que eu parametrizo esse negócio? Mas, ou seja, ser responsável pelo que você faz, independentemente do como, né? Você pediu a IA para fazer, ou Juan lá de 2016 fazendo, cara, fui eu que fiz. Se a IA hoje me permitiu fazer em um dia, ótimo para mim. Se eu gastei há um ano fazendo esse negócio, ótimo para mim.
É, por outro lado também, se eu uso a IA e essa pesquisa sai muito mal feita, também eu sou responsável pelo que você faz, independente do como, né? O trabalho mal feito é meu, não é da IA.
Sei que é assim, né? Aí a IA não assina nada.
Exato.
Tem um negócio que aconteceu ao longo da minha carreira que eu demorei um pouco a descobrir, Que foi assim, quando fui ter empresa, quando eu fui resolver empreender e tal, eu comecei a anotar, por exemplo, dev. Falava, pô, beleza, acabou, agora tem que subir, tem que colocar isso no servidor. Aí nunca, nunca acessei um servidor, cara. Um dev nunca acessou o servidor. Na minha cabeça, como eu fui aprendendo muita coisa sozinho, me virando sozinho, fazia parte de um pacote.
Se ele é dev, obrigatoriamente ele tem que subir um site para um servidor, mas ele não sabe o que eu como subir as coisas do servidor. E aí dava um problema no Windows, ele não conseguia resolver um problema do Windows. Aí na minha cabeça continuava: ele é dev, ele tem um problema com, sei lá, alguma coisa aconteceu com aplicação dele no Windows, ele não sabe resolver. Então era o resumo de muitas coisas que foram acontecendo ao longo da minha carreira, que foram me ajudando a ter experiência com um pouquinho de cada coisa que foram acontecendo de problemas que a gente vai aprendendo a resolver.
E essa bagagem de informação que a gente vai construindo ao longo da vida e que provavelmente essa turma mais jovem não vai nos dar muito valor ainda, né? Por que que eu tô dizendo isso? Porque diariamente eu vou, a gente vai acompanhando processos internos dentro de empresas e vendo como os colaboradores agem diante de um problema e como eles aplicam IA diante do problema. É sempre muito superficial porque não tem ideia da capacidade que a IA pode resolver por trás do background dele e principalmente não viver um processo, um processo mais antiquado, mas que dava base para resolver um grande problema hoje, né?
E isso é uma sequência que vem acontecendo diariamente nas consultorias, nas pessoas que a gente vem conversando, e principalmente na liderança que vem se formando, sabe? A galera ainda não descobriu. E o que é bom para a gente, de certa forma, que é o nosso produto ensinar, né, boa parte do nosso produto ensinar A galera ainda não descobriu a capacidade. E te falo, tá muito longe de descobrir ainda, tá muito juvenil ainda todo mundo no uso da IA.
Que geralmente a pessoa é o que você falou, não sabe o que dá para fazer, entendeu? Ela não tem a curiosidade. É uma coisa que a gente vê também, é a pessoa ela foi treinada ou aquilo que ela faz sempre foi daquele jeito, ela não consegue Vou usar o pensar fora da caixa, mas é isso, eu não consigo olhar.
A gente é velho, não tem jeito. Sobre isso que eu tô falando, sobre isso que eu tô falando, tem um caso interessante. Então eu falei do dev que não sabe mexer nisso, naquilo. Tem designer que, pô, cara, já 4 anos de faculdade, chegou primeiro dia na empresa, não sabia ligar o computador na tomada.
E você contratou?
Eu contratei. Eu falei, esse cara Esse cara vai ficar bom.
E ficou.
Responde aí, Bruno, ficou?
Cara, deixa eu comentar um pouco. Eu vou olhar para o outro lado, tá? Que eu geralmente eu tendo a ser mais positivista sobre as pessoas, geralmente, em sua grande maioria das vezes, tem boa intenção assim, entendo? Que eu talvez tô mais novo ainda, né? Mas, cara, Olhando para o outro lado, acho que existe uma responsabilidade dos tomadores de decisão das companhias incentivarem o uso do IA da forma certa. Eu quero dizer com isso, nós três aqui dessa mesa, a gente é enviesado para esse negócio, a gente trabalhou com tecnologia desde sempre e a gente toma café da manhã, almoça e janta IA.
Basicamente é isso.
Vocês são os consultores do negócio, né? Tipo Eu tô ali desde 2016, penso, 2016, tô fazendo a modelagem preditiva. Aqui fazer esse negócio ali, tipo, tinha gente fazendo, mas já é um negócio meio que a gente faz, cara, eu tô vendo quem vai ser aprovado no processo seletivo. Ah, já rolou? Não, vai rolar, eu tô prevendo ali, ó. Mas para pessoas que não usaram AI hoje estão em posição, em posições de serem desafiadas A usar em ar.
É um lugar bem grato assim que se está, né? E aí tem um lance legal demais que a gente tem acertado lá na Arca, que incentivar o uso. É tipo assim, tô pagando, vocês têm acesso às melhores ferramentas, quero que boa parte do trabalho seja desenvolvido com isso e bora. Vai sair igual a Lobas, né? Faz parte. E aí você vê dia sim, dia também, as pessoas se esforçando e indo para esse lugar e tal. E, cara, e aí tô puxando sardinha para onde eu trabalho, porque de fato é um lugar muito maneiro.
E, cara, pô, que estratégia acertada, né? Agora as pessoas não estão mais desconfortáveis assim, meu Deus, todo mundo usando IA. E agora não, pô, pera aí, você tem a ferramenta, você tá lá com os créditos, use, meu querido, use. Vamos embora, testa, faz esse negócio, vai sair meio ruim, não tem problema, ninguém tá julgando. Ah, ficou ruim, olha para lá, gente, vamos voltar, né?
Então, por que que eu falei isso?
Acho que também vale a gente olhar para o outro lado. Quem são os grandes tomadores de decisões das empresas e que tá tipo, cara, vamos aí, vamos aí, pega. A gente tá incentivando a usar IA, acho que é interessante, né? A de, cara, existe um caminho onde eu realmente preciso botar a importância desse negócio, falar sobre, dar palco para Enfim, uma provocação que eu penso, acho que tem feito bastante sentido.
Um ponto muito interessante nisso, porque a gente conversa com muitas grandes empresas, inclusive os workshops que a gente faz, muito mais workshop para grandes companhias do que para empresas pequenas. O que a gente quer atingir esse público menor um pouco, que eu acho que é um público que vai ser mais beneficiado no seguinte ponto: dói muito mais para empresa pequena errar com IA do que para uma empresa grande errar com IA. Porque a gente sabe que tem um controle maior, maior, vai a conta-gotas, você tem mais capacidade de investimento nessa educação e tudo mais.
Sim, na empresa pequena, o cara que tá ralando ali, que ele já tem uma equipe mais reduzida, ele não tem muito tempo para errar. E provavelmente o gerente lá, o cara que tá à frente de um setor, ele não quer se arriscar a errar também, porque vamos falar que a corda dele tá mais perto da sala do dono, tá ali do lado, né? Então ele fala, cara, me dá uma horinha por dia para eu aplicar isso aqui. É um risco muitas vezes para ele.
E tem um outro ponto, o cara que conseguiu esse trabalho, ele tem esse medo de ele entregar essa solução um dia e ele ser substituído. Existe isso muito hoje ainda, né? Então eu vejo muito que às vezes o trabalho de convencimento para um cara da empresa que tá na operação ali, da gente falar, cara, isso vai mudar o seu dia, Ele, cara, muito legal, mas eu fico com medo de eu resolver isso que eu resolvo o dia todo em uma hora. E que eu vou fazer depois aqui?
E a liderança tem o mesmo medo, porque na maioria das empresas que a gente atua são pequenas e médias empresas. Essa galera ainda não conhece o potencial, isso é um ponto, e tem ainda muito medo de ser substituído pelo trabalho base dele por IA. E ele não tem o a capacidade não é criativa, mas de análise para entender o que que pode ser feito, sabe? E é uma dor muito grande. Então quando eu falo, eu converso com uma empresa grande sobre IA e vejo, por exemplo, você, né, falando, é muito mais pulverizado a capacidade e a inteligência da liderança aplicar isso de forma dosada, tudo mais.
Na empresa pequena é um medo, cara, o tempo todo. E é muita dor. O erro custa muito caro, e muito caro do cara às vezes é o emprego dele, tá? Então eu acho que vai ser muito mais difícil atingir esse cara do que os caras grandes. Tanto que as empresas que abrem porta para a gente são as maiores, né? As menores têm esse susto ainda.
Entendi, gostei, gostei da análise. Acho que faz sentido, cara. Acho que esse é um problema mundo e a futuro, né? Como que a gente, assim, no limite a IA de fato, cara, vai ter um graficozinho de alguma consultoria, de alguma universidade que mostrou tipo coverage de IA por área de atuação. Vocês lembram disso?
Já vi bastante coisa, pode ser que sim. Eu falo um pouquinho mais.
É um gráfico de TI assim, é mostrando indústrias diferentes.
Acho que já vi, tem UOL e ele vai tipo jurídico, TI, operações, braçal, não sei o quê.
Jurídico lá em cima, cara. O quanto a IA consegue ajudar versus quanto ela tá ajudando, tá lá em cima. Aí você vê lá biblioteconomia, aí, pô, pera aí, o potencial de ajudar é baixo e ela não tá ajudando hoje também. Então, cara, parece que ali é uma área safe de se estar, né? Arquitetura, construção civil, tipo, o impacto da IA para ajudar ali vai ser muito pequeno, velho.
Quando a gente fala de IA generativa, no caso, é isso aí, é generativa.
Mas aí eu falo assim, aí tem algumas áreas que, cara, de fato, acho que a IA tem um potencial de transformação muito maior, né? Eu acho que olhando para o futuro, isso parece ser um problema mundo IA, mas que está dado. A gente precisa olhar para isso, cara. Beleza, qual que vai ser o futuro de algumas carreiras e tal? Acho que tem isso mesmo, até as adaptações.
Aí não tem como, né? O pessoal vai ter que se adaptar. Eu acho que do mesmo jeito que pede, assim, dado a escala, né, do mesmo jeito que no currículo pedia Excel e PowerPoint, vai ter que ser a IA ali também. Todo mundo vai ter que saber usar, né? E aí quem extrai melhor vai sair na frente.
Mas me faz pensar também de antigamente o meio de transporte cavalo É um dos mais populares, né? As casas eram adaptadas por terem andares de entrada mais altos para justamente você levar esterco para dentro de casa. Instrumentos de, ou seja, tudo era meio que aquele era o meio de transporte, né? Hoje quando eu olho para cavalos, um objeto de luxo, né? Você tem um cavalo, mas tem Tô fazendo uma caricatura aqui da coisa, né? Me parece o caso também para alguns, algumas profissões e algumas carreiras.
Então, por exemplo, hoje quando a gente olha para atendimento, antes atendimento era meio commodity, né? Todo lugar você tem uma pessoa para te atender, etc. E se você vai ter centrais gigantescas de atendimento, etc., hoje não. Hoje Talvez o caminho seja você é sempre atendido por uma IA, e se você é um cliente VIP, você tem um concierge, né? Então acho que algumas adaptações assim, eu acho que sempre vai acontecer, né? E precisar molhar para eles.
A grande diferença é que as adaptações, elas estão vindo muito rápido agora, né? A gente tem que se adaptar todo dia, tudo tá acontecendo, cara. É muito, é muito engraçado porque a gente vive numa bolha, e a bolha da IA ela muda toda hora. Recentemente eu tive uma conversa com o CEO de uma empresa que tem um sistema relativamente gigantesco assim, que vem com, sei lá, 40, 45 devs operando nesse sistema. E, cara, eu não tenho vontade de pegar isso e reescrever isso com IA, porque não faz sentido assim, dado o que faz o resultado que gera e o que tem hoje, né, o que que foi desenvolvido, não faz sentido mais ter 45 devs para essa operação.
E aí fomos trocando essa ideia sobre essa questão, sabe? Então é muito louco ter que convencer nesse ponto o que que tá rolando, convencer um dono de empresa que ele é capaz, cara, de alterar e reduzir sua equipe, ou reduzir essa equipe não para demitir pessoas, Mas para transformar o produto em algo mais analítico, algo melhor, que diminui suporte. Então, para a gente é engraçado ainda ter que ter essa discussão, mas como eu disse, a gente vive numa bolha, né, que é muito mais claro para a gente que isso é óbvio, entende?
E muito parecido com o que eu até trouxe mais cedo, cara, é o potencial de reescrever esse código hoje versus talvez há 6 meses atrás, ele é disruptivo. Se eu olho para 6 meses atrás, talvez eu não poderia ter uma facilidade tão grande quanto pegar meu cloud, apontar ele para dentro da minha pastinha do meu GitHub com todo meu repositório lá dentro e falar, cara, por que que tá errado? Vamos reescrever esse negócio. Talvez há 6 meses, 1 ano eu criava, que a gente não tinha isso.
Então, tipo assim, cara, hoje a gente já consegue fazer esse negócio. Então talvez essa conversa tivesse sido há 6 meses atrás versus agora, tem um outro nível de aceitação.
É possível. A gente fez recentemente no app, que o Gabriel que puxou isso, ele fez uma parada parecida com essa, né? A gente já vinha fazendo, né, de dar acesso ao código. E aí o Gabriel colocou o Fable e o Sol para não se tretarem, né? Um fala uma coisa, o outro vem falar se ele tá falando certo ou não, né?
Batalha de rimas asiáticas.
Experiência animal.
E aí apareceu coisas, cara. Então assim, saiu uma lista de coisas que ele acha é problema crítico, problema alto, médio e baixo, né? Já dando a linha que tava eventualmente aquele problema e tudo mais. E aí faz o quê, umas 3 semanas? É recente, 3 semanas ele fez isso. E aí agora a gente tem uma lista. Então assim, a gente tem o que a gente tá evoluindo e o que a gente tá consertando. Então assim, ainda bem crítico, não teve algumas coisinhas críticas ali, mas nada que atrapalha o uso do cliente, né?
Tinha um negócio de performance e tal, e as outras coisas, a grande maioria das coisas era tudo melhorante de performance no banco, na aplicação. Pô, teve um que eu consertei hoje do WhatsApp que ele tava trazendo todas as mensagens de uma vez. Isso é problemático. Em algum momento pode ficar lento para pessoa, que ela clica para ver a conversa, né? Se ela tem 10 mil mensagens, tá vindo as 10 mil mensagens, né? Então isso é um problema de performance.
Então ele pegou, falou onde é tal, e a gente vai pedindo para arrumar. Então, cara, assim, para a gente foi animal.
Pensa, o 2016, a gente na fundação estudar, tendo que reescrever na prática. Exato, exato. Fazer onde, qual que é a linha que a gente vai. Aí você é um, é tipo assim, uma consultoria de desenvolvimento de software.
E aí você pega na Fundação, ainda tinha alguns problemas, cara, porque assim, quem criou o software não tá mais lá e tinha muitas decisões, como todo negócio tem decisões técnicas e tal, que não estão documentadas. É só porque que é assim. Porque aí você vai mexer, porque não tem mais aqui. Então, por exemplo, o esquema lá que fazia, dava a nota do perfil, é o perfil da pessoa que o Taylor fez, é os testes de lógica, teste de perfil e tal.
E aí, cara, tinha umas contas malucas dentro do Córca. Se o cara que fez isso fez mestrado, sei lá o quê, é um cara muito bom e tal. Inclusive eu tô tentando trazer ele aqui, ele não responde o LinkedIn, né? Se alguém tiver contato dele, fala para ele responder meu LinkedIn, que é tá bom de trazer. E aí ele, e aí no código, cara, porque assim, ele vislumbrou esse modelo, esse teste, não sei o quê tal, e a galera traduziu isso para o código.
Só que assim, quem traduziu para o código não tá mais nesse lugar há muito tempo. E aí o pessoal que uma época queria mudar ou queria fazer uma outra escala para ficar mais fácil e tal, cara, foi chato assim, foi difícil fazer. Hoje com a IA, cara, eu acho Eu acho que aí entendeu o que que ele vislumbrou e a gente já conseguiu fazer os pedidos e fazer as alterações.
Esse aqui é uma adaptação do teste Big Five, Big Five é desse autor aqui, essa aqui é a teoria por trás, a escala tá dando tanto número, perceba que essa conta aqui tá incorreta. Nossa, suavemente esse é o output da parada, velho.
Porque o que o software fazia era bem legal, então ele pegava, vamos supor que nós três aqui a gente é da mesma empresa, a gente é liderança, Aí a gente faz o seu teste, o meu e o do Juan. Aí vai sair alguns números lá, tá? Aí veio o Bruno, ele faz o teste. Então meio que a aderência, não sei qual que é o termo, para ver se ele ia se dar bem aqui dado o nosso estilo de liderança tal. Então ele conseguia comparar esse número. E aí para as empresas era bom, né?
Porque tinha a conferência de carreira, que isso daí ia lá e pegava 400 jovens, né? 400 pessoas querendo um estágio ou o primeiro emprego. Aí vinham as empresas, né, tinha as mesas redondas lá, vinham as empresas, a galera das empresas faziam os testes. E a hora que você chegava lá, Gabriel, na empresa, na Colmeia, o cara abria lá o negócio assim: ah, Gabriel, tudo bem aqui, ó, eu vi aqui que o seu fit cultural com a gente é ótimo, vamos bater um papo aí, entendeu?
Aí você já ia meio que direcionado para as empresas que tem o seu fit cultural. Isso é da hora demais, porque, cara, quantas empresas queriam isso?
Deixa eu ver qual jovem, eu contrato.
O quão caro é para empresa e para pessoa entrar numa empresa que o fit cultural não é bom, cara? A gente tem cliente, ou teve cliente, que você trabalharia CLT naquele cliente? Nem a pau. Por quê? Porque é uma questão cultural, tipo, não bate, sabe?
E aí pega uma outra área que aí eu tocava lá depois, era ver assertividade desse negócio para enriquecer aquela pesquisa científica. Aí você vê, pô, pera aí, então quem tá contratando, utilizando esse método, tá tendo a retenção A, a galera tá crescendo, a progressão de carreira B, tá tendo aumento salarial C, né? A gente fez tudo isso lá também. Mas eu achava que quem fazia o cálculo, ou seja, o resultado do teste do Juan Isso tinha sido o trabalho lá do Tainan, etc., mas quem fazia o difícil, eu achava que era as marteladas de Thor do Melhor.
Nada disso, não tinha essa martelada de Thor, tinha a martelada, mas assim, a martelada era um, pelo que eu lembro, tá, a martelada era um ajuste que não conseguiam fazer no código porque não sabiam porque tinha que fazer. Era mais fácil, porque ninguém documentou o código, era mais fácil fazer isso daí do que do que mexer no código, entendeu?
É isso. Esse é o quê, 2015?
É, cara, eu saí da fundação acho que em 2017, se eu não me engano. Não, pô, não foi mais, né? 2018.
2018 a gente se mudou para Pinheiros. Eu trabalho aqui ainda.
Foi 18. É porque eu tô aqui há 7 anos já. Com 7 anos tá em 26, foi 19. Então isso foi 18. É porque eu trabalhei na fundação 3 anos, então foi acho que 16 a 17, 18 talvez, entendeu? Então 7 anos já empreendendo.
Documentação é outra coisa interessante, né, que se tornou idiota de ser feito também, né, cara? Hoje tudo que a gente desenvolve hoje é nenhuma implementação que é aprovada é feito deploy sem antes escrever a documentação daquela etapa. Criar o RAG, né, criar documentação para RAG para o cliente. E hoje a gente faz também uma animação para o cliente entender a alteração. Então, cara, eu não lembro, não lembro se a gente fez documentação do sistema antes de IA. Assim, tinha um custo alto a documentação, né?
O DEV, falar meu exemplo, tá, o que que eu documentava? Decisão técnica difícil. Assim, eu tive um BOzão aqui, eu vou documentar qual foi. Isso eu fazia, eu documentava qual que era o BO, que que eu pensei na hora e como eu resolvi, tá? Mas não era de tudo. Pô, vou documentar crude para quê, entendeu? Então eu documentava. Então assim, pô, apareceu um bug cabuloso lá, aí eu explicava, ó, isso aqui tá desse jeito, então isso aqui a gente fez, blá blá blá blá.
CVN, quando a gente fazia lá, que era gerar esse currículo, cara, documentei ele de cabo a rabo. Por quê? Porque o cara que fez era um cara muito bom. Malucão das ideias, e ele fez tudo via shell script. Pô, como é que você entende aquele rolê? C espaço in, não sei o quê, tipo, parecia que o cara codava monossilábico o negócio. Então você lia assim, você perdia um tempo para entender o que tava rolando. Aí beleza, aí o que que aconteceu comigo?
Eu entendi a primeira vez, né? Aí depois de 2 ou 3 meses tinha que fazer de novo, eu tive que aprender de novo, que eu não lembrava mais nada. Falei, não, pô, agora eu vou documentar esse rolê. Eu documentei, cara, tanto quando eu saí, tipo assim, você vai apertar um botão, para apertar esse um botão você vai precisar disso daqui, disso daqui, desse jeito. Aí tinha validadores para ver se a galera tava mandando, tava funcionando ou não, de tanto B.O. que deu, cara. E aí eu, essas horas eu documento, sabe?
Juan, quanto tempo você tá para cá, para São Paulo?
Há 9, 10 anos, 9 anos.
É o tempo que eu tô, tô há 10, saí de Belo Horizonte 2:16.
Isso, eu saí 17, um ano depois.
E por que que você veio?
Eu vim trabalhar na Fundação de D.A.R.
Ah, você veio direto já com alvo?
E isso, tipo, Viçosa, né, é uma faculdade incrível assim, UFV, e o curso que eu fiz lá, Engenharia Química, é um curso muito técnico no sentido, cara, industrial mesmo. Mas só que o Viçosa é um polo agrícola, né, cara? Uma das melhores universidades do mundo de agronomia, engenharia agrária, etc. Mas polo industrial não. Então precisa fazer estágio, era um negócio meio tipo assim, ah, então você faz o seguinte, eu não vou fazer estágio, eu vou estender mais 6 meses, fico fazendo estágio no laboratório aqui, formo.
E pô, e aí não era muito que eu queria fazer assim, saca? Então, 2017, quando teve oportunidade de vir trabalhar, estudar.
Mas você veio com família?
Eu venho sozinho, sozinho, sozinho, sozinho, cara. Falei, vamos embora assim. E aí, pô, e aí nessas horas assim é muito importante, não por, tinha uma palavra bonita aqui, mas não por frescura, mas é muito importante reconhecer, cara, teve gente que ajudou demais, saca? Tipo assim, na época eu vim para fazer um estágio, e aí toda segunda-feira eu tinha aula de, sei lá, 10 da manhã a 6 da tarde na UFV. Então, tipo, é um pouco da história.
Contei mais cedo, né? Eu pegava um ônibus no Tietê, 10 da noite, chegava em Viçosa no outro dia, 9:30 da manhã. Ia assistir aula o dia inteiro, tomava um banho na casa de um amigo meu, pegava um ônibus à noite em Viçosa, mais 12, 14 horas para São Paulo, chegava em São Paulo terça. Bom, é que a casa era do lado do escritório, né? Tomava um banho, pá, já ia trabalhar terça-feira já assim, era no modo loucura. E tipo, teve muita gente que ajudou assim financeiramente.
Não seria possível fazer isso sem morar em São Paulo, aluguel caro para caramba, o salário de estagiário. Você tem uma passagem ida e volta, R$160 cada trecho, R$360 por semana, você ir voltar para você ter sua aula. Assim, teve muita gente que ajudou assim, mas começou daí. E eu gosto muito de falar disso porque é um início pouco romântico. E é mesmo, vamos fazer acontecer esse negócio. Beleza, tô indo, pessoas ajudaram. Então tipo, Casa dos Transformadores, né, que é Ailton, Léo e Cássio.
Eles falaram, foi, cara, quer vir trabalhar mesmo? A gente bota fé em você, mas tem um sofá aí. Um pouco assim do início da minha trajetória, cara, foi isso. E aí, pô, me formei, beleza, fui promovido. Opa, tá sobrando uma grana, cara. Fundação Insider fala que jovem bom é o jovem que empreende, jovem bom é o jovem que, cara, protagonista, alguém que dá resultado, tá pensando em legado, não sei o quê. Já sei, vou fazer minha parada também, vou empreender. E foi meio que aí, aí as coisas foram, acho que um pouco dessa origem.
É, essas mudanças doem muito, né? Eu saí de BH 2016, mas eu não sabia, tipo, mudança tão maluca que eu tava meio de saco, queria mudar assim o caminho mesmo assim das coisas, tentar coisas diferentes e tal. Eu falo, cara, não tem terra melhor do que a nossa, né, Minas? Assim, para mim Eu sou suspeito, mas na época pelo menos a sensação que eu tinha, e na experiência que eu tinha, eu achava que o mineiro era um pouco mais lento para falar um sim ou não por um negócio.
O mineiro ele é mais conservador, ele vai analisar, ele vai dar duas voltas para a gente falar não quero ou quero. E o paulista é mais objetivo nisso, sabe? Então eu queria experimentar isso. Então quando eu vim para cá Teve essa questão, né, todo medo, né, dessa, o cara, vou para São Paulo. Eu só não queria ir para São Paulo mesmo. Então a gente veio para cá, para Americana, e foi muito bem acolhidos assim. Empresa começou com toda dor que toda empresa começa e tal, e depois as coisas começaram a acontecer muito bem.
E essa saída, né, da Terra é muito, a pergunta foi por isso, tá, porque a saída da Terra, queria saber o motivo de você ter saído e tal. Mas você é mais novo, né? Faz mais sentido. Ele saiu já com o primeiro emprego, basicamente.
Isso, isso. Saí, foi isso assim, tava— eu vou tirar um pouco o viés do menino, porque senão, né? Eu já gosto de me apresentar que eu sou menino e tal, sotaque me esconde, né? Mas então nós tá conversando, tava conversando hoje, cara, com a minha chefe, ontem inclusive com a par dela. Sobre meu viés por pessoas fazedoras. E acho que tem um pouco da pessoa que, independente de ser mineiro, foda-se se é mineiro aqui agora, perdão, independente de ser mineiro, eu acho que é a pessoa que vem para fazer acontecer.
Eu tenho um viés super positivo por ela, cara. Tipo assim, ela não tem, não tem esse negócio para assim, se der errado eu só volto para casa. Não tem, irmão. Você queimou a ponte, você veio, caiu nessa selva, faz esse negócio acontecer que vai dar certo. Porra, quando eu vejo história assim, eu gosto para caramba, cara. Muito feliz quando eu vejo as coisas dando certo.
A gente teve uma história muito legal assim, hoje é legal, né, vindo para cá, mas tiveram pessoas muito importantes para a gente que sem motivo nenhum nos acolheram aqui de uma forma muito foda. E eu falo, cara, que talvez parte da família não fez, eles fizeram de um jeito que eu não sei se eu faria, tá, cara?
Assim, sem cobrar nada, fez porque gostava de você.
É isso, e foi direto e tal. E eu devo muito a essas pessoas e tal. E a cidade como um todo foi muito acolhedora assim. É o povo americano, é mais frio, né? Eu acho que é coisa do paulista, né? Acho que qualquer povo do Brasil é mais frio que o mineiro, né, cara? Não tem jeito, a gente é muito escancarado e tal. E a adaptação pessoal aqui é muito, é um choque muito grande, só cultural muito grande, né?
Não sei se para você foi, mas para a gente foi para cacete assim, cara. Foi, foi bem, foi bem. Mas assim, eu vou olhar também para o outro lado assim, que realmente as pessoas, eu acredito que elas grande parte das vezes estão dando o seu melhor e realmente querendo ajudar, né? Me deparei com um monte de situação difícil assim na época, mas cara, Pô, menor, né? Eu acho que eu sou mais grato assim às pessoas que de fato ajudaram, esses nomes que eu citei.
Tem outros também, cara, que ao longo da minha carreira me ajudaram muito, muito. Meus primeiros mentores ali que falaram, cara, eu tinha uma puta culpa na época de estudar, de tipo assim, que trabalha na ONG, terceiro setor que lida com educação, e na minha cabeça o que eu tô querendo é empreender, virar empresário e construir minha empresa e dar Não, pô, cara, não, como assim?
Um pouco de culpa, né?
E um pouco de culpa, tipo assim, como assim vai estar resolvendo problema importante, educação, ONG, está querendo ganhar dinheiro? Como assim? Pessoas para me ajudar nisso mesmo, cara. E assim, hoje eu olho para trás assim, pô, que dilema idiota, Juan. Tinha muito mais coisa importante para você se preocupar na sua vida do que no dilema de culpa. Mas se foi importante algumas pessoas falarem, cara, Faz esse negócio, você vai dar conta de fazer esse negócio, conta aqui comigo, a gente vai ajudar, a gente vai investir nesse negócio.
Então sair de casa, saudade das pessoas, saudade da família, é um negócio assim absurdo, não tem como negar, mas that's life.
É isso aí.
Tem alguns comentários ali, Juan, acho que você reconhece aí a grande maioria, que deve ser tudo É conhecido seu. João Pedro é o quê? É parente, né? Mares ou não?
João Pedro é meu irmão.
É seu irmão? Ah, seu irmão mandou coraçãozinho. Olha só, PP Mares, minha irmã. Sua irmã? Isso. Camila Rocha, Leonardo Palminha, o Danilo, cara.
Danilo, que eu falei mais cedo, né? Tipo que eu ia para Viçosa assistir aula o dia inteiro, tomava banho na casa de um amigo meu e voltava para São Paulo. Obrigado, Danilo. Outra das pessoas que sempre ajudaram, hein.
Aí tem o Lázaro.
Lázaro, meu tio.
Ciência não prevê o futuro, os da Ferradas construíram com conhecimento, inovação e sustentabilidade. Belo conteúdo. Aí o canal Decodificar, não conheço, não dá para saber. Conhece, Gabriel? Canal Decodificar, muito massa. E o Daniel, que a gente comentou dele agora cedo, né?
Outra pessoa também que ajudou demais aí, meu parceiro, meu irmão. Tá maluco, Daniel, outro cara aqui sensacional também. E essa história aí também, tá? Saúde São João del Rei. E detalhe também da galera, Marco Túlio. Mas a história do Daniel também é muito maneira, que mostra tipo assim, né? Você ajudou alguém, aí alguém te ajuda e vira essa corrente massa, né? Então quem falou, cara, cola em São Paulo, Só vem, nem pensa direito, pensa duas vezes, te dou um sofá.
O Ailton, foi o Cássio, foi o Léo. O Daniel tem uma história muito parecida. E aí, dessa vez, eu tive a possibilidade de ajudá-lo assim. E hoje é um cara que tá voando assim na carreira, né? Eu acho que é meio isso. Veio, vamos fazer acontecer, vamos aprender, e não tem esse negócio de dar meia-volta. É um pouco das pessoas que eu admiro bastante.
Acho massa rever a galera assim, sabe, que trabalhou junto depois de tanto tempo. Para você é brother, mas trabalhei com um pouquinho com o Danilo, com o Daniel, não funcionário da estudar, eu, né, mas ajudando ali no processo seletivo. Porque Ana Paula Mares Mourão também, a cara top demais, quanto orgulho! É sua mãe, né?
Sim, é a cara de mãe, né?
Minha mãe assiste, cara, minha mãe assiste os 22 episódios, ela assiste todo dia, todo dia. No dia seguinte eu vou lá tomar café, ela: não entendi, nossa, que pessoa legal, não sei o quê.
Eu também não tô perdendo não, aí o meu vai correndo, né? Aí eu vou correndo e vou escutando, e manda uns áudios para mim mesma aí correndo. Tem uns áudios que nem deu para escutar direito, que tipo Você vai ganhar algumas coisas, mas não perca também não. Muito massa o projeto de vocês, gente. Vamos no Zuzu? Bora!
Então, olha lá, Amanda Pires também, ó. Só ler o último aqui, ó. Eu e Cássio de Fortaleza, um abraço para vocês, somos fãs. Tá lá, Cássio lá em Fortaleza, muito bom.
Um beijo, gente.
O Cássio é o Cássio, tá? É o Cássio que conhece o Cássio da Motriz. A gente faz coisa lá no Motriz, ele conhece o Cássio. Ailton é o Ailton que você conhece também, do Indicou.
Ou me coloca aí, você sabe que eu esqueço dos outros, né? Se você fala assim comigo, o cara fica chateado.
Ele conhece, ele conhece tanto Ailton quanto o Cássio. Acesse também.
Muito bom, cara. Galera massa, saudades.
Boa. Vamos lá, cara, momento zuzu. Então, como a gente fala sempre, é o momento que a gente tenta humanizar mais o plano, né? Que Falou um monte de tecnologia e não sei o quê. Então perguntinhas assim para te conhecer mais.
Eu vou começar hoje.
Começa.
Eu não sei seu time do coração.
Cruzeiro Esporte Clube, o maior clube do mundo.
Melhor jogo da vida?
Melhor jogo da vida? Não, tem vários assim, né? Mas como eu estava em São Paulo a partir dali dos meus 2016, em 2018 eu tive a oportunidade de ver o título da Copa do Brasil em Itaquera, 2 a 1. Vi aquele gol de cobertura da Arrascaeta em cima do Cássio, a galera ficando louca.
Aí o Gustavo, só viu corintiano, né?
Ai, ai, ai, eu tava lá! Nossa Senhora, ele foi muito massa! O jogador mais gato do Cruzeiro pelo futebol, o nosso maravilhoso Matheus Pereira, pelo futebol.
Melhor time que você viu jogar do Cruzeiro? Foi aquele time que tinha o Alex Cabeça, Vanderlei, aquele time foi um baita time, né?
Aí tipo assim, se for perguntar, por exemplo, meu tio aqui agora, que é, né, a minha referência de futebol ali dentro de casa, ele vai falar que é esse time. Talvez, eu acho que a Copa do Brasil de 2000 é o jogo favorito dele, etc. Cara, eu sou de 92 ali, eu tinha 11 anos, mas cara, sei lá, jogar bola, entendeu? Não ficava vendo a parada. Mas pensa, eu fui fazer faculdade 2013, 2013, 2014 que o Cruzeiro é campeão brasileiro.
Porra, então aquele time do Vanderlei com Rivaldo, não, 2013, esse é 2003.
E aí o 2013, 14 é o time ali do Everton Ribeiro, Ricardo Goulart, Borges, Marcelo Moreno, Fábio.
Camila Rocha falando que os atleticanos aqui estão na torcida por você. A Camila, quem é sua irmã?
Não, Camila Rocha. Uma fotinha me ajudar a lembrar melhor. Mas atleticanos aqui estão negando.
Eu sou cruzeirense casado com atleticana, cara.
É mesmo? E da BO?
Não, da BO, porque assim, ela não acompanha nada de futebol, ela acompanha para me irritar. Então Ela não sabe o nome de um jogador do Atlético, mas ela faz questão no dia de jogo de me irritar de todas as formas possíveis. Mas eu não posso irritá-la, tá? Porque dá ruim para mim.
Eu não te recomendaria irritá-la.
Não, não posso. Eu tenho muito medo da minha esposa matar. Fala isso muito com ela.
É bom que fica registrado se acontecer alguma coisa.
A gente falando de futebol aqui, brincadeira, viu, gente? É brincadeira.
Deixa eu só voltar para ir lá, né? Aí 2017 fiz aquela pesquisa científica, né, sobre empregabilidade, entender quais são os fatores que permite alguém ser empregado ou não, etc. E pô, e aí baseado nesses fatores, a regressão logística te dá um peso para cada fator, e aí você soma esses pesos, vê quais pesos tem mais relação ou não, que é um grau de importância, e falar esses caras aqui vão ser. E aí em 2019 teve a Copa do Mundo de futebol feminino, e aí eu tava nesse dado ainda, eu fiz um modelo para prever o campeão da Copa do Mundo de futebol feminino.
Era bem óbvio naquela época, os Estados Unidos ganhavam jogos tudo de 5 a 0. Hoje os Estados Unidos é bem menos potência do que foi naquela época, né? Mas eu tinha feito um modelo que jogo a jogo ia prever os resultados versus agora a gente fala assim, ChatGPT, baseado em lesionados, cartões, quanto vai ser o próximo jogo? Baseado nisso, nisso, nisso. Perceba que a lateral chega aí, tá Tipo assim, cara, o esforço que eu fiz para aquele negócio acontecer.
E aí eu lembro que na Fundação Inside tinha o bolão, acho que você que organizava, né? Aí eu me inscrevi duas vezes no bolão, tinha o Juan e tinha o sistema do Juan. E tipo, vamos ver para onde é que vai e tal. Mas foi legal.
Não, mas é diferente, né? Porque quando a gente pede na IA, o ChatGPT, ele vai cuspir qualquer coisa para você lá, ele não vai fazer uma análise igual os modelos seus possivelmente faria, né?
Sim, sim, sim, sim, sim.
É bem diferente.
É, de fato. É, mas ainda assim, o ponto é a facilidade que eu tenho para chegar no mesmo resultado, né? Na época era tipo assim, cara, deixa eu fazer esse negócio e tal. E era maneiro que tipo assim você via os atributos e os pesos dos atributos mudando, aí você fala tipo assim, não, mas espera, Estados Unidos tem 2 suspensos. Aí ele mudava alguns pezinhos e ficava assim, cara, zero da mesma forma, sugestão. Mas você via outros times e você via essas coisas mudando, era Pô, era muito legal, que era baseado nisso, né?
Tipo, eu peguei uma base de jogos das seleções e os jogos das seleções com jogadores e os jogadores recorrentes das seleções. Então jogos onde tinham menos jogadoras, era futebol feminino, né, jogadoras menos recorrentes, tinha um potencial de vitória menor e tal.
Era meio que entrosado.
É, então tipo assim, eu indicava tipo suspensões baseado em jogos onde a quantidade de jogadoras com mais jogos pela seleção brasileira. Enfim, lembrei disso aqui agora, nós estamos falando de futebol, foi tipo assim, velho, a experiência, tipo 2019, tipo no meu tempo extra lá em casa, de cara fazer um modelo para beber, para nada, né?
Um pouco da força.
Nossa, você soubesse tanta coisa que eu faço fofão, cara. Hoje eu tava, hoje eu criei um, foi de ontem para hoje, eu queria criar, tem uma automação aqui na sala, mas eu queria melhorar automação da sala. Então hoje o Bruno lá, ele consegue comandar Tudo que tá aqui apertando, colocou uma foto, Home Assistant. Então ele aperta essa luz, apaga essa luz, ele literalmente aperta na foto. E aí hoje de manhã eu falo, cara, por que que eu fiz isso?
Tipo, não tinha a menor necessidade de ser desse jeito. Tô falando assim, é só para tirar que dá, né? E aí hoje de manhã eu mandei para, falei com o Bruno, não sei se eu tô exagerando com IA, cara, você acha que eu tô perdendo a mão, perdendo a linha?
Cara, eu fiz uma skill maneira também esses dias, tá? Tipo assim, dada a pluralidade de stakeholders que um time fundacional tem, tanto monte de gente o tempo inteiro te pedindo ajuda. E tipo, cara, eu tenho os canais onde eu dou super prioridade no Slack, tipo, cara, que eu tenho que matar tudo. Mas, cara, te surge mensagem no Slack e às vezes nem te marcando. Às vezes alguém te manda tipo assim, pô, será que o CGI consegue resolver isso, aquilo outro?
Eu nem fui marcado, nunca que eu vou saber dessa conversa. Não sai digitando CGI mensagem de hoje. Eu fiz uma que faz a minha rotina de 8 da noite a 8 da manhã, coisas mensais, faz esse rastreio ao longo desse período. 8 da manhã eu começo minha rotina, teve uma mensagem aqui importante, foi estado sobre CGI, talvez seja importante você dar uma olhada. Essa mensagem aqui foi estado sobre tal assunto, talvez seja importante você dar uma olhada e acho que tem ação para você. Porra, ficou incrível!
Eu adoro isso, cara. É por isso que ele responde para coisas que eu não vejo, né?
Porque os canais ali, os meus principais, onde é o meu trabalho no meu dia a dia, as principais pessoas e tal, os cara tá fácil, surgiu uma mensagem, eu vou lá, vejo, respondo. Agora, e o que eu não estou vendo, né? É o meio que o releião, né? Aquela águia cinza lá, né? Como que eu vejo?
Agora todo mundo descobriu porque ele responde no dia seguinte só.
Muito bom, cara. Livro que você, sei lá, tá lendo, que que você indica? Se é um livro que você daria de presente para os outros, enfim. Mas sem romance, nada, pode ser técnico também.
Enfim, livro, cara, você curte. Eu perguntei os românticos, rapidamente técnico: Organizações Exponenciais. Eu li ele em 2021, eu acho que foi o livro que mais me deu um salto, talvez cognitivo. Acho que foi um livro que mais amarrou conexões na minha cabeça. Organizações Exponenciais, mas E eu li em janeiro do ano passado, comecei em dezembro na real, eu li a trilogia do Problema dos Três Corpos. E aí tinha visto a série na Netflix, O Problema dos Três Corpos, eu gosto muito da temática sci-fi assim.
E cara, aí eu fui ver, é baseado num livro chinês, cara, tipo assim, é uma outra parada. E deixa eu ler esse negócio no detalhe. Aí Spoilers, nem spoiler, contexto, cara. Tá falando de uma invasão alienígena sem falar sobre um alienígena sequer. É só como a raça humana tem a capacidade ou a incapacidade de se organizar enquanto ser humano, assim, qual que é o limite nosso enquanto sociedade e tal.
E porra, que livro incrível!
Acho que eu daria umas buchuchuca desse tamanho assim cada Principalmente o último. Mas que livro incrível assim, cara! Eu acho que passou a ser meu favorito.
E fez a série, fez jus aos livros ou não?
A série, eu acho que é uma boa adaptação, né? Eu não sou tão saudosista assim dos livros. Eu acho que é uma boa adaptação, né? Mas os personagens são chineses, né? Os americanos nos livros, no livro é visto como o cara frio, seco, calculista, entendeu? É meio que tipo assim o filme do James Bond. Que tem um russo e você fala assim, cara, esse russo ele vai ser meio babaca. Os americanos são isso ali no livro, né? Tipo, a série se passa em Londres, tem nada a ver com Londres.
Tipo, o personagem, cada livro tem um personagem principal de certa forma, mas o primeiro personagem ele foi quebrado em várias pessoas dentro da série. Então tem umas diferenças assim, mas, cara, uma boa adaptação, eu gosto.
A gente viu recentemente o Devoradores de Estrelas, tanto que vai ter. Cadê o Roque? O Roque não tá aqui ainda. Você assistiu?
Li e depois assisti.
Curtiu?
Porra do caramba!
Eu comprei o livro, tô lendo o livro, cara.
Porra do caramba!
Eu acho que achei que era o estilo que você ia gostar, que você falou que gosta de sci-fi, né?
Do caramba! Eu também vi o Perdido em Marte, né? Que é do Andy Weir, que é o autor, né? Mas eu não li o livro Perdido em Marte. Mas Devoradores de Estrelas, quando eu terminei o programa dos 3 Corpos, assim, qual livro eu vou ler? Aí li 2, Devoradores de Estrelas e Filhos do Tempo. E é sobre meio que essa temática assim. Mas, cara, incrível o livro, ele vai te dar muito mais detalhe como que os dois comunicaram, né, que do nada se comunicam no filme.
É, tem uma IA lá que pega o Souza, ele fica testando as vozes lá e tá lá agora.
É tipo, e aí tipo o livro vai te responder, tipo Mas, cara, por que que os dois ouvem exatamente na mesma frequência do som? Existe uma faixa absurda de som, né, de frequência do som. Por que que os dois ouvem na mesma frequência, né? Por que que ele tem— por que que ele precisa de um computador para traduzir o que o Rock tá falando, mas o Rock não precisa de um computador para traduzir o que ele tá falando, tá ligado? Esse tipo de coisa, e o livro amarra muito bem assim.
Eu gosto muito desse tipo de literatura assim, mas se for para ser um negócio mais culte, organizações exponenciais, o que eu diria para ler.
Muito bom, muito bom.
Já me responderam série, filme que você curte.
Vamos de Interestelar, o filme, cara. É meu, falei, não é mais, mas assim, filme você meio culto, eu meio inútil assim. Eu gosto de Interestelar, acho que é outro, A Star Is Born, lá que tem a Lady Gaga. Acho do caralho aquele filme. É, vai ser meio agnóstico assim, cara.
É bem, minha esposa é doida com esse filme, cara.
É bem legal, ela gosta demais.
É bem, bem maneiro, cara, recomendo vocês verem.
Mas você não vai contar nada da Marvel? Achei que ele ia falar até, falou até da Marvel antes. Então tá decepcionado, tá machucado?
Eu tô machucado, cara. Eu sou mais saudosista quando eu, aí de Marvel eu sou mais saudosista. Pô, era muito massa, né?
Você gostava da época que tinha mais testosterona nos filmes, né?
Acho que é menos sobre— eu acho que é mais sobre as histórias eram mais bem amarradas. Quando a gente colocou o lance ali do multiverso e tal, ou eu perdi, acho que o ganho de público se perdeu, né? Mas acho que a partir dali eu parei de acompanhar tanto assim. Expandiu muito, eu nem sei o que tá acontecendo nessa história.
Aí você não lê quadrinhos, aí você fica maluco.
Os quadrinhos não se falam mais, né? Antigamente parece que era tudo amarradinho, né? O final de 1 já dá. Agora depois ficou uma bagunça ali.
É, eu acho falta aqueles filmes assim que se laque, se assiste. Guerra Infinita fez muito essa função, né? A gente assistia e ficava assim um mês falando Guerra Infinita. Não sei qual que é o último filme que fez isso assim no universo Marvel.
Já acho que não teve.
Teve filmes legais assim, né, como Homem-Aranha, mas legais.
É, mas estou empolgado, é, darei meus centavos. Vocês viram a de série?
Ainda não.
Eu quero ver no IMAX aqui em Campinas, né? Campinas tem uma sala lá no Kinoplex que é IMAX, né? Só que você não acha difícil, né? É porque assim, só tem 3 horários, que o filme é longo, só tem 3 horários. Talvez o horário que dê para ir é, sei lá, às 2 horas da tarde. Mas, cara, às vezes eu entro lá, só tem a filhinha da frente lá, sabe?
Não quero, né?
E aí, o que que vai acontecer? Como a sala 7 lá do Dom Pedro é a sala, vai competir com Homem-Aranha agora, né? Eu sei lá o que os cara vão fazer, tipo, vai colocar o Homem-Aranha lá ou não vai, né? Já vai tirar. Eu queria ver, mas, cara, tudo esgotado, né?
Tudo esgotado. É, e aí a semana vai dar foda, então não consegui não. Mas parece que tá sendo bom, né?
Mas é isso.
Não, hobby, hobby.
Ah, é tudo isso? Correr. Correr é o hobby que eu tenho desde alguma coisa, né?
Você corre quanto? Você já correu maratona, cara? Você é o cara dos 10 km militar?
Eu já corri maratona, já fui o cara dos 10 km, né? Acho que se aí tem semana que eu volto a ser o cara dos 10 km, que eu não consigo correr mais, mas gosto bastante, cara. Eu gosto de correr, eu acho que a disciplina ali de correr, eu acho que é bem importante. Mudou minha vida correr, né? É, acho que sim.
Por quê? Tipo, da disciplina de correr sempre ou questão de saúde também?
Acho que muitas facetas assim, cara. Dando só um pequeno rodeio, eu acho que tinha o lance de se mudar para São Paulo e a vida virar muito trabalho, estudos, aquela rotina doida. Então qual que é a minha alavanca de cuidar da minha saúde? Passou a ser corrida. A corrida hoje é uma válvula de escape para mim. Se eu estou no trabalho ultra estressado ou na minha vida pessoal, Ir correr é o que me desestressa. E geração de insights assim é um negócio meio que é muito importante para mim, cara.
Às vezes eu tô correndo e aí eu começo a gravar áudios para mim mesmo, resolvo um problema na minha cabeça, tipo assim, cara, puta, já sei, começa a gravar áudio para mim e tal. É o meu momento de meditação assim, cara. Então eu gosto bastante, aquele momento seu ali, né? Meu. Então tipo, cara, sempre planejo nos anos a correr e organizar minhas provas, tentar fazer maratonas em diferentes lugares. Então é um pouco do meu estilo de vida assim.
É muito importante, cara, a gente ter um esporte ali. Eu acho que ele ensina de uma forma interessante. Tem um lance no judô sobre corrida, mas deixa só ir lá no judô. Tem uma parte do ritual do judô, né? Você chega no judô, cumprimenta o mestre, você tem um cumprimento que chama mukuso. Mokuso, o que você tá falando é, eu tô refletindo. Você ficou um minutinho em silêncio, testa apoiada no tatame, tá refletindo assim: não quero que nada do mundo externo entre para dentro desse tatame, eu não quero chegar estressado do trabalho e descontar no colega, lutar mal porque a família tá com problema.
Eu vou me desligar do mundo, vou praticar meu judô. E aí depois, no fim do treino de judô, tem o Mokuso Yame, que é tipo, acabou o Mokuso, Pode voltar para sua vida normal. Então, voltando para corrida, acho que a corrida para mim tem um pouco disso. Consigo me desligar, põe o fone, põe as coisinhas, me filtro e vamos embora. Tem o meu treinador também de corrida, que é o Mingling. Quem que é o Mingling? É um ChatGPT, um projeto de ChatGPT, onde eu vou lá, tiro o meu print do meu Garmin, mando para ele, ele fala: pô, que legal, hein, correu igual uma merda.
Pô, que legal, hoje foi bom. Perceba que só oximetria deu tanto, ó, seus batimentos, ó, sua cadência diminuindo. Tenta fazer tal coisa, correu forte, é correr devagar. Então bota IA até nisso também. Mas é isso, animal, cara.
É bom, foi muito massa. Aí eu queria ver com você duas coisas que a gente tá sempre perguntando. Um, o que que você achou? E dois, se Teve algum assunto que a gente não tocou que você queria ter trazido? Agora é o momento ali de, enfim, fazer um jabá. Não, eu tenho jabá também, tem o terceiro momento do jabá, né? Mas tipo um debrief, né, de como é que foi aqui.
Adorei ter vindo, obrigado pelo convite. Projeto de vocês é maneiríssimo, sou fã, escuto sempre. Toda vez que tá lá ao vivo já boto no meu YouTube, já coloco. Vou escutando, projeto muito massa. De novo, muito sucesso para a trajetória que vocês estão construindo. Contem comigo aí também, no que eu puder ajudar. Quero ajudar, quero estar perto. Mas, cara, incrível, muito bom. Obrigado pelo convite de novo, tá?
A gente agradece, cara.
Coisas que eu não falei, cara, acho que a gente abordou um pouco de tudo assim. Enfim, vai ter outras histórias que dá para contar, mas acho que é isso. Acho que falamos um pouco da carreira, um pouco de como eu tenho usado a IA. Acho que é isso, acho que não faltou nada não.
E jabá, cara? Tipo, você tá presente em alguma rede social? Se inscreve no LinkedIn? Tem blog? Se a galera quiser ver mais ideias do Juan aí e tal.
Cara, eu sou bem off assim, mas no LinkedIn eu costumo postar alguns artigos de vez em quando e tal. Então tá lá meus 3 nomes: Juan Henrique Maves. Posso fazer um jabá de vagas na Arca?
Pode, claro.
Para trabalhar com você, uma vaga comigo, vagas, vagas, vagas comigo, trabalhar com esse tio homem, né? Eu posso falar para alguma câmera?
Aqui tá vermelhinha, vermelhinha ali, ó.
Estamos com vagas abertas dentro da Arco, a gente tá se propondo a construir o melhor time de tecnologia Brasil. Se você quer trabalhar com a gente dentro de tecnologia, sendo área de educação, talvez dentro do meu time, comigo pertinho, se inscreva. Tamo com vagas abertas, vai ser um prazer bater um papo.
Mas onde que a pessoa acha?
Arco, LinkedIn? Acho que a gente bota todas as vagas lá. Qualquer coisa dá um alô também, pode chamar no LinkedIn lá.
Procurou você? Ah, vi você lá! E troca uma ideia.
Inclusive tem a vaga fixada no meu perfil também. Mas tem outras para trabalhar comigo no meu time de produto, também tem vagas no meu time de data, engenharia, design, tudo. Mas dá uma olhada no LinkedIn da Arca, vai ter outras além de tecnologia também, etc. Tem muita coisa ali interessante. Mas é isso, pô, sou fazedor, tenho curiosidade intelectual, humildade intelectual também, quero trabalhar nesse negócio de tecnologia, temos vagas, se inscreva.
Muito bacana. Não, não, Juan, tô muito feliz, meu desafio, pô, obrigado. Então indica alguém.
Deixa eu puxar aqui o encerramento, depois você dá o seu boa noite final. Juan, te agradecer, cara, brigadão de novo, cara, seu tempo. Sabe que é difícil o rolê de São Paulo para cá. Acho que foi muito massa, curti para caramba o papo. Obrigadão mesmo, velho.
Eu quem agradeço. É, já é tudo meu, irmão.
Vamos lá, gente, últimos recados. Então, para quem acompanhou a gente aqui no YouTube, muito obrigado. Uma galera aqui, não, Moisés Lourenço, não sei se é conhecido seu nome, mas comentou ali também, grande Ming Ling.
Ele é um grandíssimo corredor, maratonista, velocista, diferente.
Muito bom. E conhece o Ming Ling?
Ele também é treinado pelo Ming Ling.
Ah, entendi. Então você faz o rolê e distribui para galera.
É, ele Ele é um usuário ali do Manguiling.
Muito bom.
Já recebeu broncas do Manguiling?
Beleza. Se você tá no Spotify, não esquece das 5 estrelas, não esquece de comentar também, passar para alguém. De novo, a gente ainda é refém do algoritmo, então todo engajamento é bem-vindo para gente. E de novo, animal, cara, brigadão demais.
É isso aí, galera. Obrigado, Luan. Obrigado.
AppKey Flow
Plataforma para centralizar comunicação via WhatsAppWise
CRM fácil e integrado ao AppFlow