Temos os feeds consumidos por conteúdo tóxico e doentio e nem nos apercebemos.
Será que criticar construtivamente o conteúdo problemático de um vídeo público é sinónimo que julgar quem o fez?
Será que o tratamento do "se não gostas, não vejas" resolve alguma coisa?
Já paraste para pensar em quantos episódios de fome constante cabem dentro de um "what I eat in a day" destes que hoje em dia por aí circulam?
Neste episódio vou até alguns pontos que considero importantes de ser analisados: a linha entre cuidar de nós e estarmos obcecados, a razão pela qual romantizar magreza extrema é um problema de saúde pública, e porque é que vou sim continuar a falar sobre isto (mesmo sabendo que isso me traz hate).
Porque eu escolho comunicar ciência com responsabilidade e prefiro ser julgada e criticada por promover a saúde do que ser aplaudida por promover doença.