Episódios de Rabino Eliahu Stiefelmann

Lag BaOmer: O Dia em que a Cabalá Foi Revelada - Os Segredos Ocultos da Vida de Rabi Shimon bar Yochai

04 de maio de 202637min
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Lag BaOmer revela a dimensão mais profunda da realidade: a luz oculta da Cabalá transmitida por Rabi Shimon bar Yochai.

A aula explora os segredos de sua vida, a revelação do Zohar e o significado espiritual do dia de sua partida — não como fim, mas como manifestação máxima de luz.

Uma imersão na energia de Lag BaOmer, entendendo como acessar essa luz e aplicá-la na vida prática.

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Assuntos7
  • Teologia do dízimo e CabalaA aventura de Rabi Shimon na parte revelada e mística da Torá · A composição do Zohar e a revelação da Cabalá · A história dos três sábios e a punição romana · O refúgio de Rabi Shimon e seu filho em uma caverna · O estudo da Torá e a conexão com Eliahu HaNavi
  • Celebrações religiosas e culturaisA comemoração do falecimento de Rabi Shimon com festa e alegria · A visão de Rabi Shimon sobre a não existência da morte e destruição · O mérito de Rabi Shimon em isentar o mundo do julgamento · O costume de não cortar o cabelo até os três anos de idade · O simbolismo do arco e flecha e a ausência do arco-íris
  • A Revelação do Zohar e a Expansão da CabaláRabi Shimon reunindo seus alunos para ensinar os segredos da Torá e Mística · A composição do Zohar pelo aluno Rebe Abba · A descoberta dos manuscritos do Zohar por Rabi Moshe de Leon · A proibição de revelar a sabedoria do Zohar para o público em geral · A difusão da Cabalá pelo Ariza e o Baal Shemtov
  • Lag BaOmer e o LutoContagem do Omer e o luto pelos 24 mil alunos de Rabi Akiva · A comemoração de Lag BaOmer pelo falecimento de Rabi Shimon bar Yochai · Costumes de Lag BaOmer: fogueiras, arco e flecha, ovos coloridos · Paradas de Lag BaOmer e a exposição do judaísmo
  • O Propósito da Criação e o Refinamento do MundoA saída da caverna e a visão de Rabi Shimon sobre o trabalho material · A intervenção divina e o retorno à caverna · O entendimento do propósito de refinar o mundo · A declaração de Rabi Shimon sobre a suficiência do estudo da Torá
  • JudaísmoO luto de Rabi Akiva pela perda de seus 24 mil alunos · A visão positiva de Rabi Akiva diante da destruição do Beit HaMikdash · A fundação de uma nova yeshiva com cinco alunos · Rabi Meir bar Yochai e seus milagres · Rabi Shimon bar Yochai, o segundo aluno proeminente
  • Palavra de DeusRabi
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Estamos nos aproximando de uma data extremamente sagrada, um dia de muitos méritos, de muitos huyot, o grande dia de Lag Baomer. Lag Baomer significa o 33º dia da contagem do Omer e o dia 33 da contagem do Omer é uma luz.

no meio da escuridão. É uma festa no meio dessa contagem que não podemos fazer casamentos fazer festas, escutar música cortar o cabelo por causa do luto, do falecimento dos 24 mil alunos do grande Rabia Kiva e finalmente chegamos nesse dia nesse grande dia de Lagba Omer e nós comemoramos uma festa

Qual que é a grande festa? É o falecimento do Rabi Shimon Bar Yochai. Interessante, nós estamos aqui de luto, sofrendo 49 dias pelo falecimento dos 24 mil. E de repente aparece uma data, Lagoa Omer, que faleceu mais uma pessoa, mais um aluno do Rabi Akiva, que era Rabi Shimon.

E ao invés de seguirmos com esse luto, com esses sinais de tristeza, nós comemoramos com uma grande festa, com uma grande alegria, que é a grande festa de Lag Balmer. Todo mundo participa, principalmente Israel. Todos acendem as suas fogueiras, fazem as suas festas, vão até Meirón. E a grande questão é qual que é a festa.

Qual a comemoração desse dia? As pessoas acendem fogueiras, vão até o campo, costumam brincar de arco e flecha, ovos coloridos e outros vários costumes. É um dia de festa, é um dia de passeata. Aqui no Brasil não é tão conhecido isso, mas lá fora, o Rebbe instituiu que fizessem parades, né? Paradas de Lagbaomer que as crianças desfilassem expondo o judaísmo.

Sem ter vergonha, sem fugir de nada Mas as crianças, elas andam na rua Como que meus filhos e outras escolas também vão fazer um evento No dia de Lagbaomer Eles tocam tambores, tocam instrumentos musicais Cada criança tem uma placa enorme falando Eu sou um judeu com orgulho Ou vamos aumentar em Arravat Israel Todo homem tem que colocar Sfilim Toda mulher tem que acender as velas do Shabbat e assim por diante Qual é a toda festa?

Se aqui na verdade estamos comemorando a data do falecimento de um grande Tana. De um grande sábio da época do Talmud. Um dos maiores. Essa é a forma que nós devemos comemorar esse dia tão, tão sagrado. Então vamos tentar hoje entender um pouquinho. Explicar um pouco.

da pessoa do Rabi Shimon, Bar Yochai, um pouco da sua Torah, da grandiosidade da Torah que ele trouxe ao mundo, e o que tudo isso tem a ver com nós hoje em dia, e com essa era que estamos passando na atualidade.

A primeira razão da comemoração do Lagba Omer é pelo fato que aqueles 24 mil alunos do Rabi Akiva que faleceram nesse período entre Pesach e Shavuot, tem duas opiniões, se foi de Pesach até Lagba Omer, então Lagba Omer eles pararam de falecer e essa que seria a grande comemoração?

E uma outra opinião não tão aceita que foi que eles faleceram entre Iyar, Rosh Chodes de Iyar e Shavuot. Mas a grande comoração inicial de Lagbaumer é que aqueles 24 mil eles pararam de falecer na data de Lagbaumer.

Por que eles falaram de falecer? Por que eles faleceram? A priori Eles faleceram porque Eles não deram o devido amor Respeito ao próximo colega de classe A Rabia Kiva tinha 24 mil alunos E o grande slogan Como já falamos em uma outra aula do Rabia Kiva Era

isso é a grande regra da Torá então o mínimo que seus próprios alunos seguissem essas orientações que os próprios alunos do Rabia Kiva seguissem a orientação de amar o próximo como a ti mesmo

E eles na prática não seguiram a risca e todos acabaram falecendo nesse período curto. E imagina só a situação do Arabi Akiva. O Arabi Akiva tinha uma eshiva de 24 mil estudantes. E da noite para o dia, dentro de algumas semanas...

Todos foram debaixo da terra. Todos foram enterrados. Ele não tinha mais ninguém. Ninguém para conversar. Não sobreviveu nem um aluno. Rebekah Kiva não abaixou a cabeça? Ele era muito positivo sempre. Rebekah Kiva, ele presenciou a destruição do Beit HaMikdash. E ele viu uma raposa saindo do templo. Todo mundo estava chorando. Todos os colegas dele estavam chorando.

E Drabia Kiva estava sorrindo. Ele enxergava o final da história. Ele conseguia enxergar que o propósito da destruição. E uma raposa saindo. Isso representa na verdade. Uma alegria. Representa a salvação. Representa o início de uma nova era. Ele perdeu os 24. E ele saiu da Babilônia e foi para Israel. E ali ele abriu uma nova yeshiva. E abriu para inscrições. E quem se inscreveu naquela yeshiva? Cinco alunos.

Ele tinha 24 e agora partiu para 5 alunos. 5 alunos que acabaram sendo a grande salvação do povo judeu. A continuidade do povo judeu. E a grande luminária de toda a Torá e a continuidade da Torá. 2 desses 5 são extremamente famosos. 1 é o Rabimeir Barhanes. Rabimeir Barhanes, que o próprio nome dele já representa a pessoa dele. Rabimeir, o...

dono do milagre, o dono do nes, do milagre. Ele fazia muitos e muitos milagres. Ele está enterrado lá em Tiberias de Zintiveria, na frente do Quinere, tem um lugar lindo, enorme, que é extremamente sagrado, aquele local do Rabi Meir Balanês. Nós podemos nos apoiar no Rabi Meir Balanês. Na hora de um aperto, você pode rezar, falando que Deus do Rabi Meir me acuda. Ontem foi o Yorta, e a data do falecimento do Rabi Meir Balanês. Existe uma caixinha de Tzedakah até hoje.

No nome do Rabmeir Balanes que você precisa de alguma lágrima, maravilha Você pode colocar uma saca nessa caixinha do Rabmeir Balanes Mas não vamos entrar nele, na história dele agora O segundo grande aluno, eu falo segundo porque o Rabmeir era o mais velho O segundo aluno era Rabi Shimon Rabi Shimon bar Yochai, Rabi Shimon filho de Yochai

E os cinco alunos se dedicaram anos e anos aprendendo a Torá de A a Z com seu grande mestre Rabi Akiva. E obviamente, Dab Shimon Bar Yochai ficou extremamente famoso. Era uma pessoa muito querida, com muitos e muitos Talmidim. Mas era uma pessoa mais fechada, mais fechada, diferente do seu mestre Rabi Akiva. Dab Shimon, ele se aventurou tanto na parte revelada da Torá, que é a parte do Talmud, da lei judaica. Nas questões mais... a parte revelada que nós temos.

E ele se aventurou também na parte mística da Torá Na Kabbalah, no Zohar Que ele que compôs o Zohar E que ensinou para os seus 10 grandes talmidim Todos os ensinamentos da Kabbalah e da mística judaica Que até então isso era vedado, era fechado para Petit Comité Mas ele abriu de uma forma ampla Para que todo mundo pudesse conhecer Todo mundo quer dizer os seus 10 alunos, os seus 10 talmidim

Mas antes de entrar em mais detalhes, eu gostaria de contar para vocês algumas histórias muito bonitas que constam no Talmud de Shabbat, na página 33, lado B. E a Guimarães escreve o seguinte. Tinham três sábios sentados em Israel, conversando. Rabi Yehuda, Rabi Yossi e Rabi Shimon Bar Yochai. E lá do lado...

escutando a conversa dos três, tinha lá um judeu que chamava Yehuda Ben-Gerim. Yehuda, filho de convertidos. Rabi-Huda, o Rabi Yehuda, o mestre Rabi-Huda, ele fala o seguinte, e daqui era na época dos romanos, que eles já estavam, já tinham invadido Israel, estavam reformando Israel, reformando Jerusalém, criando estádios e fazendo campeonatos, e criaram pontes e prédios maravilhosos, e estradas, eles arrumaram as estradas, estavam realmente reformando.

Israel, criaram casas de banho e assim por diante. Rabi Ossi, o segundo, ele ficou calado, não falou nada, não reagiu a esse argumento.

Shimon Bar Yochai levantou a voz e falou, não, meus queridos amigos. Tudo isso que os romanos fizeram, eles fizeram pelo seu orgulho por si próprio, para se vangloriar. Eles construíram as feiras para colocar lá e incentivar a prostituição.

Eles construíram a casa de banho para eles se embelezarem, para eles se perfumarem. Construíram pontes para cobrar impostos dos viajantes. Esse que estava escutando lá do lado, Rabiúda, não Rabiúda, Yehuda, filho de convertidos, ele não se conteve.

E ele saiu na rua e começou a contar para todo mundo. Olha, sabe a discussão? Foi essa, foi aquela entre os três sábios? Ele não queria complicar com a vida dos três. Mas ele abriu a boca e quem abre a boca falando Lachonará foi longe. E essas três frases que os três falaram, ou deixaram de falar, chegou até o reinado. E quando o reino de Roma ficou sabendo do que eles falaram, então eles deram o seguinte veredito.

Rabi Yehuda, que ele elogiou e vangloriou a grandeza dos romanos. Então ele vai vir para cá e vai ser eleito como uma pessoa que vai falar muita coisa. Por isso ele era chamado Rosh Hamed Abrim Bechol Makom. O líder que falava sempre em todos os lugares, mesmo entre os romanos. O segundo Rabi Ossi que ficou quieto. Ele ficou quieto, quem cala consente, ele acabou.

Ficando quieto ele vai ser exilado para Tzipori E o Rebishimovariu Que ele desprezou o nosso reino Ele deve ser morto O Rebishimov descobriu que ele era wanted Que ele estava sendo procurado Ele fugiu com seu filho Que se chamava Rabelazar E eles foram para o Beit HaMidrash

Para uma casa de estudos, para uma estivar E ali ele se escondeu, ficou lá um tempo Escondido, e todo dia sua esposa Trazia um pão E um pote de água, e eles comiam E assim passou alguns meses Quando eles perceberam que o cerco Estava se fortalecendo, quer dizer que Os decretos e a busca contra Rabshimon estavam se aproximando dele Então ele decidiu Fugir até uma caverna Ele fugiu com seu filho de noite e foi até uma caverna Sem nada, sem absolutamente nada Fugiram Fugiram

E chegaram lá e Hashem fez dois milagres Primeiro um milagre que uma árvore de Haruvin Uma árvore de alfajor Não de alfajor, mas alfajor Parece uma vagem preta, dura Que dentro tem aquele, parece chocolate Hoje tem muitos doces de chocolate de alfajor De alfajor, desculpa Então é mais conhecido

Então nasceu, Hashem brotou lá uma árvore de alfarroba, que isso era a comida deles, e Hashem fez brotar uma fonte de água que disso eles bebiam. O que eles faziam? Eles tiraram as roupas, eles se enterraram na terra.

com areia, com a terra até o pescoço e ficavam estudando Torá o dia inteiro quando eles precisavam rezar, saiam, vestiam a roupa rezavam e depois voltavam novamente para a terra, para não gastar a roupa, porque eles não sabiam quantos anos e quanto tempo eles precisariam ficar presos e escondidos lá na caverna, e teve várias histórias, Euliel Anaví, o profeta Euliel se revelou para eles, e estudou com eles Torá, e revelou para eles os segredos da Torá, toda a parte mística Torá, e revelou para eles

E daí Eliaonaví avisou para eles que o César de Roma morreu E os decretos foram anulados E você já pode sair da caverna com segurança Ok? Ele sai da caverna E quando Rabishim Amar Yochai e seu filho Rabelazare estão saindo da caverna

Eles chegam nos campos e eles veem pessoas arando o campo, semando o campo, regando o campo. E eles estavam 12 anos, 12 anos na caverna, mergulhados no estudo da Torá, da mística, de só espiritualidade, nada de materialidade.

Na caverna, eles não tinham nem Tfilim, nem Sukah, nem Lulav, nem Etrog, nenhuma das mitzvotas. Simplesmente, Torá. Essa que era a vida deles. Que aliás, por isso que Rabishim Abariu Ha é intitulado como alguém que tem o status de Torató Umanutó. Que a sua vida é a Torá. A sua profissão é Torá. E uma pessoa que tem esse título, que é raríssimo,

E alguém que nem ele nunca existiu É uma pessoa que ela é isenta de fazer qualquer outro preceito judaico Olha só que interessante Uma pessoa que ela está mergulhada na Torá Pensando simplesmente na Torá Não pensando nos seus interesses Para se vangloriar, para ser o grande rabino, o grande erudito Mas pensando na intenção em Deus Ele é uma pessoa que acaba se isentando De cumprir qualquer e todo e qualquer mitzvah

Mas ao mesmo tempo, não tem que ser uma pessoa isolada do mundo. Mesmo Ravishim Bar Yochai, apesar que ele estava super espiritualizado, super metido na Torá, ele não esqueceu do mundo, ele não esqueceu das pessoas, ele não esqueceu do propósito de trabalhar e de refinar o mundo. Só que isso ainda não aconteceu na vida dele.

Quando ele saiu nesse 12º ano de caverna, ele viu esses homens arando o campo, ele falou, uau, como eles podem abandonar a vida eterna da Torá e da espiritualidade? E se dedicarem a uma vida momentânea de ganhar dinheiro...

Colher o trigo, fazer pão, fazer um dinheirinho. Que negócio é esse? Ele estava tão elevado espiritualmente. Que naquele momento que ele viu aquele camponês. O campo se queimou. Veio assim um fogo areal e queimou todo aquele campo. Destruiu aquele campo. Naquele momento saiu uma voz celestial. E disse para eles. Vocês saíram da caverna para destruir o meu mundo? Já para trás. Pode voltar para a caverna. E eles voltaram para a caverna por mais um ano. Por 12 meses.

Ele disse que o tempo máximo de um pecador ficar no purgatório, no inferno, são 12 meses. Então 12 meses para mim é o suficiente de ficarmos aqui. Ele realmente, quando ele saiu da caverna, após 13 anos, ele já voltou com o pé no chão. Ele já voltou entendendo melhor o propósito da criação no mundo. O propósito de toda a sua espiritualidade, de toda a sua grandeza espiritual, era para consertar o mundo, para refinar o mundo.

Então qualquer coisa que não fosse lapidada, que precisava de algum conserto, de alguma ajuda, essa que era a nova vida do Rabi Shimon neste mundo. E daí ele vira para o seu filho e ele fala o seguinte, Beni, meu filho, é Lázaro. Dai, dai significa basta para o mundo todo, eu e você. Basta para o mundo todo, a espiritualidade e o estudo da Torá com afinco, que nem eu e você juntos e nada mais. Não precisamos mais do que isso.

É daqui a um pouquinho da história do Rabi Shimon É uma das várias e várias histórias Que tinha sobre o Rabi Shimon Bar Yochai Então quando ele saiu da caverna Rabi Shimon Bar Yochai reuniu esses 10 alunos E ele contou para eles E ensinou a eles todos os segredos Da Torá e da Mística Todos os segredos que foram depois Escritos pelo seu grande aluno Rebbe Abba que acabou compondo

O livro Zohar. E virou a base e o fundamento. De toda a Kabbalah e de toda a mística judaica. É interessante que. Esses manuscritos do Ereb Abba. O aluno do Ereb Shimon. Ficou escondido por mais de mil anos. E só foi descoberto. Aproximadamente 700 anos atrás.

grande cabalista asfaradi que chamava Rabi Moshe de Leon a tal ponto que algumas pessoas pensaram erroneamente que esse Moshe de Leon foi aquele que escreveu o Zohar, mas obviamente que era incapaz de escrever algo tão maravilhoso e tão místico e tão profundo como as anotações do Zohar que veio do próprio Rabi Shemar Baruchai

E a vida toda, ele revelou esses segredos para os alunos. Mas algum dos segredos. Quando chegou o dia do falecimento dele. Ele sabia, obviamente, que ele iria falecer nesse dia. Foi dia 18 de Iar. Agora, iremos comemorar na quarta-feira de noite, na quinta-feira. Ele estava prestes a falecer. Ele chama seus alunos próximos dele. Ele fala, eu estou prestes a falecer. Então, se aproxime de mim. Que agora eu vou revelar a vocês o que eu nunca revelei durante toda a minha vida.

Eu revelei para vocês muitos dos segredos da Torá e da Mística Mas aquilo que eu vou revelar para vocês agora É algo que vocês nunca ouviram antes E foi isso que ele revelou naquele dia Os maiores segredos do Zoar e da Kabbalah Que constam dentro do Zoar Que realmente essa foi a grande novidade Do Rabi Shambar Yochai E ele disse Eu vou falecer hoje E ao invés de vocês comemorarem a data do meu falecimento Chorando e sofrendo

Eu quero que vocês comemorem isso com festa, com alegria, com comemoração pela data do meu falecimento. Que essa que na verdade era a vida do Rabbi Shimon Baruchai. Rabbi Shimon era que nem o seu mestre, muito positivo, muito enxergando as coisas pelo bem. A tal ponto que para Rabbi Shimon a destruição do templo nunca aconteceu.

No ponto de vista dele, da forma que ele enxergava a vida, a destruição do Beit HaMikdash nunca aconteceu. Tal ponto que após o seu falecimento, um dos alunos do grande cabalista do Arizal, ele foi até Meiron, até o túmulo do Rabshimon, no dia de Lagbaomer, e ele estava lendo súplicas de Nahem, súplicas, chorando e triste pelo falecimento, pela destruição do templo sagrado. E ele acabou sendo punido por causa disso.

Porque para o Arabishima não existia a morte. Para o Arabishima não existia a destruição do templo. Não existia esse luto. Ele vivia com essa era messiânica. Ele vivia com essa alegria. Então se alguém foi lá e foi chorar no meu túmulo, no dia da minha alegria, essa pessoa acabou sendo punida.

Quando Rabi Shimon estava prestes a falecer, ele estava lendo os salmos, ele estava rezando, ele estava lendo que ali Deus enviou a sua bênção, vida para sempre. E quando ele falou a palavra haim, ele devolveu a sua haim, a sua vida, para o dono da vida, o Criador. O que quer dizer isso? Ele fala uma frase no Zohar que é Com um kesher, com um nó, eu estou amarrado com Deus.

Não há nada me conectando com Deus. Eu estou amarrado diretamente com Deus. Ele sendo o tzaddik da geração. Ele sendo o grande cabalista. E sendo uma pessoa que vivia dessa forma. De Torató, Manutó, que a sua vida, a sua profissão era Torá. Então não tinha duas coisas.

Ele e Deus eram uma união só Uma união completa E por isso que ele falou a palavra Chaim Ele simplesmente devolveu a sua alma para o Criador Interessante que no Zohar não consta a data Lagba Omer E durante séculos era desconhecido a data do falecimento Só foi descoberto através do Rabi Chaim Vital Chaim Vital que era um aluno do grande Arizal Do Adi Akadosh Ele falou que nessa data É uma data do falecimento do Rabi Shema Baruchai E que o seu mestre Deu trabalho

Que o seu mestre, o rabi, o Arizal, nesse dia de Lagba Omer, ele saía e ia até Meirón com toda a sua família, levava a mulher, levava os filhos e ficava lá três dias em Meirón comemorando alguma coisa. Comemorando o quê? A data do falecimento do grande Reb Shem Bar Yochai. Porque o Arizal foi o grande cabalista...

que pegou toda a Torá do Rabi Shimon e difundiu mais ainda. E abriu as portas de uma forma muito mais acessível. Então, por que realmente a data do falecimento virou uma grande comemoração? Por que virou essa grande festa? Não se corta cabelo todo esse período. E uma criança, a gente tem o costume que uma criança, um menino, quando ele nasce, até os três anos, ele não corta o cabelo.

Ele só corta o cabelo quando ele comemora 3 anos Nesse período que não se corta cabelo Quando que chega Lagba Omer Uma criança que nem meu filho Que ele nasceu no meio de Pesach Ele só foi cortar o cabelo 2 anos atrás Na data de Lagba Omer É uma festa bonita que se faz

Infelizmente foi no meio do Covid Então foi uma festa caseira por Zoom Mas é uma grande alegria Costumam brincar de arco e flecha Por que arco e flecha? O que tem de especial no arco e flecha? O arco e flecha na verdade nos lembra Não somente a época dos romanos Mas nos lembra a ideia do arco-íris Consta no Talmud que durante toda a vida Durab-Shimon não apareceu sequer uma vez O arco-íris nos céus Uma vez não apareceu o arco-íris nos céus Por que não apareceu o arco-íris?

grandeza que é essa, o que que simboliza isso? Nós sabemos que o arco-íris não foi criado no Gênesis, o arco-íris não existiu durante um grande período, mais de mil anos, só foi aparecer após o dilúvio depois do dilúvio, quando que Noé estava saindo da arca, Deus vira para ele e fala

Eu destruí o mundo, mas eu nunca mais vou destruir o mundo. O pacto que eu estou fazendo com o mundo é através do arco-íris. Esse é um símbolo que eu posso estar chateado e zangado com o mundo, mas já que eu tenho um pacto, um acordo, uma promessa com você e com o mundo, então eu não vou destruir o mundo. Em outras palavras, o arco-íris pode ser lindo e maravilhoso, as cores do arco-íris, mas é um símbolo negativo. É um símbolo que Deus está zangado, gostaria de destruir o mundo, mas ele não vai fazer isso por causa do seu pacto que ele fez com o mundo.

Por isso que nós não costumamos ficar olhando para os céus procurando arco-íris. Porque é algo que apresenta algo negativo. Mas quando você sim vê um arco-íris, existe uma brahá que você fala no arco-íris. Existe uma brahá que você fala quando você vê raio, escuta o trovão e outros tipos de bênçãos. E existe uma brahá quando você vê um arco-íris. Você está agradecendo a Deus pelo pacto e que ele não vai destruir o mundo. Durante toda a vida do Rabi Shembar Haim, o arco-íris não apareceu. Por que não apareceu? Porque Deus não ficou zangado e chateado com...

mundo. Porque pelo mérito do rabi Shimon Bar Yochai, pelo mérito dele, o mundo não seria destruído. E Deus nunca ficou zangado. Por isso que diz que basta rabi Shimon para se apoiar nele na hora da dor.

na hora de um desespero, numa hora de apuros. Basta o mérito dele. Porque ele falou, eu, pelo mérito dele, obviamente que ele não estava se falando, se orgulhando, eu consigo niftorekola olaminadin. Eu consigo isentar o mundo todo da justiça, do julgamento e do castigo.

Não é à toa que quando estava em Israel. E meu pai teve o problema de saúde. Só que o choque é séptico. Eu estava lá perto de Meirão. A primeira coisa que eu fiz. Eu corri para Meirão. Com minha família. E ali rezamos pelo meu pai. E naquele momento que estávamos lá no Meirão. No túmulo dele. Reverteu a situação dele. E ele literalmente ressuscitou. Maru Hashem está aqui assistindo o Shur com a gente.

Esse é o mérito do Rabbi Shimon Bar Yochai. Que eu senti na pele. O poder desse grande tzadik. O poder dessa grande pessoa. Então que aproveitemos esse dia tão sagrado. Esse dia de Lagbaomer. São 24 horas de festa de alegria. De brahot e de milagres. Que é chamado Yom Zakai. Um dia de mérito. Que aproveitemos esse momento. Para aumentar no estudo da Torá. E principalmente no estudo da mística. No estudo da Hasidut. Que dessa forma nós estamos nos conectando com ele.

E obviamente também absorvendo e atraindo mais bênçãos para a nossa vida, para toda a nossa família. Aliás, todos os Rebes era conhecido que Lagbaomer era um dia de milagres. Existem inúmeras ou indescritíveis mulheres que gostariam de engravidar e que não conseguiam engravidar. E nesse dia de Lagbaomer, eles iam até o Rebe.

O nosso Rebbe, o Rebbe interior, ou os outros Rebbes, para pedir Braha para engravidar. Esse é o dia mais sagrado. Se você conhece alguém que precisa de uma gravidez, ou precisa de uma salvação, precisa de uma Braha, precisa de algum milagre, aproveite essas 24 horas para se conectar com o Rebbe Shimon da nossa geração, que é o nosso Rebbe, escrevendo uma carta para o Rebbe, fazendo salmos a mais, fazendo alguma coisa de mitzvah a mais, dando mais sedakah.

Aliás, eu tenho o costume de dar 18 múltiplos de 18 no dia 18 de Yard, para você realmente absorver mais ainda essa grande data, as braxodas, as bênçãos desse grande dia. Então por isso que a gente brinca de arco e flecha, para lembrar do arco-íris que não apareceu durante toda a vida do Rabishim Abari Ochai. O Rabishim Abari Ochai, ele era na verdade uma reencarnação de Moshe Rabenu.

Moshe Rabbeinu, ele trouxe a Torá dos céus, ele trouxe a Torá escrita e a Torá oral, mas ele trouxe mais a parte revelada da Torá. Ele trouxe ao mundo a mística, ele trouxe ao mundo a Kabbalah, ele trouxe ao mundo o Zohar e tudo que veio a partir de então. E isso, se você lê nos Salmos, no Teilim está escrito um Salmo,

Gal, Gimel, Lamed são as mesmas letras de Lag Baomer, que é Lamed Gimel 33, Gal, Einai abre, revele os meus olhos eu vou enxergar as maravilhas da tua Torá, ou seja, o dia de Lag, está ligado com a revelação daquilo que estava oculto e profundo da Torá e isso é o que traz milagres e maravilhas em todos os sentidos

Por quê? Porque Moshe, ele nos deu a Torah, que agora estamos nos aproximando em Shavuot, e Rav Shem Baruchai foi uma Tan Torah do Pnei Miu da Torah. Foi a outorga da Torah, do íntimo, da parte profunda do misticismo da Torah.

funciona isso? Na Torá tem essas duas facetas. Tem a parte revelada e a parte oculta. Tomo Shara Beno, ele nos trouxe o Pentateuco, nos trouxe os profetas e toda a Torá oral que é o Talmud. E as questões técnicas. Kacher, não Kacher, puro, impuro, pode, não pode, é 613 mitzvot e toda a Torá e as histórias que nós conhecemos. Agora, por que de cada coisa? O por que isso é Kacher e isso não é Kacher?

Por que isso é puro e isso é impuro? Por que a purificação de uma mulher que menstrua? Por que Deus criou o mundo? Por que e qual o propósito da criação do universo? Por que o justo sofre? Por que existem pobres e ricos? E o significado de cada detalhe da Torá, o sentido mais profundo de cada história da Torá e do Talmud, isso são os segredos da Torá.

E essa que foi a grande novidade para Bisham Baruchai. Essa que foi a grande novidade do Zor e principalmente depois da Hasidut. Na verdade isso começou desde Adama Arishon, o primeiro homem. Adão escreveu um livro, Os Segredos da Criação, que é chamado Sefer Yetzirah, o livro da criação. Esse livro chegou até a mão de Abraham Avinu e ali nesse livro ele descreve.

todo o desencadeamento desencadear dos mundos o Seider Starchelut de como que Deus criou o mundo ele falou sobre as 10 seferiotas as 10 forças que eu falei semana passada os nomes divinos com os quais Deus criou o mundo e Mochar Abenu ele aprendeu esse livro e ele estudou e se aprofundou nesse livro quando ele estava na casa do faraó e ele sabia o nome explícito de Deus

O verdadeiro nome de Deus Isso ele passou para a frente Quando eles estavam na frente do monte Sinai Moshe Rabbeino com 70 anciões Eles viram Deus Ele mereceu o que dizer ver Não com os olhos carnais Mas com os olhos espirituais Com uma visão mais mística, mais profunda

Como a Torá descreve, Eles viram Deus de Israel e debaixo dos seus pés tinha lá um tijolo de safira e etc. Depois do autor da Torá, Moshe vira para Deus e fala, Me mostre por favor a tua glória, eu quero ver o Senhor. E Deus falou para ele, Você vai ver as minhas costas.

mas não o meu rosto. As minhas costas quer dizer o nível traseiro, o nível mais baixo, mais fraco, mas não o meu rosto. Porque panim, que é rosto, vem da palavra bifnim. O que quer dizer bifnim? Dentro. O rosto, face da pessoa, você consegue saber se ela está sorrindo, se ela está feliz, se ela é falsa, se ela é verdadeira. Pelas costas você não vê quem é aquela pessoa. Mas quando você vê o rosto, você vê o íntimo daquela pessoa.

Deus falou para ele, meu íntimo você não vai ver Mas as minhas costas você vai conseguir enxergar Ele viu a nuca de Deus Ele viu o nó Do Tfilim, nós temos o Tfilim da cabeça E atrás, na nuca tem Um nó, que é a letra Dalet Moshe Rabbeinu viu o nó do Tfilim Da nuca de Deus, obviamente Que é algo metafísico Não é algo

físico, é algo totalmente místico muito profundo mas foi isso que consta nos livros que ele viu, mais ainda esses segredos se revelaram mais duas vezes para o povo, eles viram Deus na abertura do mar vermelho qualquer criança qualquer pessoa que cruzou o mar conseguiu apontar e falar este é meu Deus, eles viram, enxergaram em todos os sentidos eles viram Deus

E a maior revelação foi na hora do Monte Sinai, da Autóloga da Torá, que eles viram Deus, eles viram a carruagem celestial, eles viram os anjos, todos os níveis e todos os tipos de anjos. E alguns dos profetas também mereceram essas revelações. E Hezkel, Hezkel, a navio profeta, que ele abre seu livro falando sobre Merkéva da Shekinah, ele fala sobre...

a carruagem celestial, o profeta Isaías e Shaiá, ele fala como que são os serafim, certo? Os anjos que são chamados de serafim, que eles se queimam de tanta energia e assim por diante. Vem Rabi Shima Bar Yochai. E ele falou chegou o momento de eu digitar tudo isso e de escrever e de me aprofundar e de me colocar isso aqui no papel de uma forma acessível, com muito mais detalhes. E foi isso que ele fez. Ele reuniu os dez alunos, incluindo o seu filho Rabi Lázar.

e ele se dedicou com eles na parte mística da Torá durante muitos e muitos anos. E o aluno dele escreveu o que se chama o Zohar. O Zohar está organizado pelas paraxiot da semana e tem uma parte que se chama Rayá Mehemna. Rayá Mehemna significa pastor fiel, pastor da fé, que são estudos que ele aprendeu diretamente com Moshe Rabbeinu, que viveu séculos, mais de um milênio antes do Arab Shema Bari Ochai.

E Moshe Rabbeinu se revelou para ele e ensinou esses segredos. E por isso que ele deu esse nome, Rayamehem, o pastor fiel, que é o pastor que apresenta Moshe Rabbeinu. Mais uma outra parte que se chama Tikonezor, que é aquilo que ele aprendeu com Elial Hanavi, o profeta Elial que também já era falecido e que se revelou para ele lá na caverna.

Só interessante que Rabi Shambar Yochai, quando ele escreve o Zor, ele fala que é proibido, por ora, revelar essa chormá, essa sabedoria que ele escrevia aqui no Zor, só para petit comité. Por isso que ele escreveu isso aqui em aramaico, para ser mais difícil para que o povão pudesse pegar e fazer besteira. E isso ficou escondido, ou só grupos pequenos seletos, aquela ideia, só a partir dos 40 anos que pode usar Kabbalah.

Calma, 40 anos não é idade. Mas 40 anos significa conhecimento. E de quanta Torah a pessoa aprendeu e se aprofundou, agora ele já tem o conhecimento, o entendimento hábil para se aprofundar nesse mundo do Zohar de Kabbalah. Mas quando chega o grande Arizer, o Ariya Kadosh, e ele falou,

É uma mitzvah, é uma ordem, uma obrigação de difundir e de espalhar a sabedoria da parte mística da Torá, que começou a partir do Rabi Shomar Yohai. Mas ainda, alguns séculos depois, 300 e poucos anos atrás, veio o grande Baal Shemtov, Rabi Shrao Baal Shemtov, e criou a Hasidut. O movimento da Hasidut, que é baseado. A Hasidut significa uma adaptação da Kabbalah e do Zohar de uma forma permitida e acessível para toda e qualquer pessoa.

De toda e qualquer crença podemos estudar Hassidut. Não está limitado só para os judeus. E isso começou a partir do Bolshentov. Porque é uma forma acessível para toda e qualquer pessoa. O estudo da Hassidut. Ou seja, ele pegou toda aquela complexidade do Zohar. E escreveu. O Bolshentov começou com algumas palavras. Alguns ditos de Hassidut. Seu sucessor, o Magne Mesrit. Expandiu mais ainda.

E quem que realmente explodiu nessa sabedoria e na expansão da Hasidut foi o Alter Rebbe Reb Shnerzama, no primeiro Rebbe de Chabad, escrevendo o best-seller, o seu grande livro, o Tanya. Que aí realmente foi a grande explosão da Hasidut.

O próprio Balshantov ele descreve, numa carta que ele escreveu para o seu cunhado, Reb Gershon, que ele visitou o palácio espiritual de Mashiach. E ele perguntou para o Mashiach, Quando o Senhor vai chegar? Quando o Senhor vai aparecer para o mundo? E Mashiach respondeu para o Balshantov, Quando que forem espalhadas as tuas fontes para fora.

Quando que as suas fontes da Hasidut Forem espalhadas Para fora Aí que eu vou chegar E aqui são três palavras Lirxiafutsu Quando forem espalhadas Para todos os lugares De todas as formas e maneiras Mai no terra As suas fontes Que nem uma fonte que não para de brotar E que é algo que vem Lá das profundezas da terra A sua fonte da Hasidut É algo que está enraizado Nas maiores alturas É algo realmente muito, muito profundo Deu

Mas essa energia máxima, a tua Torá, ela tem que ir chutzah. Chutzah é fora. E fora não é fora de casa, fora os lugares mais distantes. Quem imaginaria que haveriam tantos e tantos churinos de Torá e de Chassidut? No Instagram, no YouTube, no Zoom, no Spotify, no SoundCloud, no Podcast.

E Apple Pods. E todos esses lugares aí que a gente nem sabe. No WhatsApp. Tantos e tantos e tantos shurim. Isso, ao meu ver. E essa forma que o Rebbe nos ensinou. Não tinha nenhum desses canais na época. Antes de que me notamos. Mas o Rebbe fazia questão que tudo isso fosse difundido. Na televisão. No rádio. No jornal. Por satélite. Porque essa é a concretização da promessa do Mashiach para o Bolshanthus. Essa é a...

que é toda a ideia. Estudando o Hasidut, é o que estamos fazendo agora, isso tudo que eu ensino é baseado nos ensinamentos do Hasidut, é a continuação desse grande trabalho. É escrito no Hasidut que a alma do Boshemtov era uma alma que veio de Yetziru. Existem quatro mundos espirituais. Nós estamos no quarto mais baixo, Asiá, Yetzirá, Briá e Yetziru, o mundo mais elevado, o mundo que está grudado com Deus, próximo de Deus. A alma do Rabi Shimon Bar Yochai, como de outros grandes tzadikim, como Moshe Rabenu, era uma alma de Yetziru.

Ou seja, era uma alma do mundo mais elevado, mas ele era uma alma dentro de um corpo físico. Mas ele manteve neste mundo toda a sua espiritualidade como que ela estava na sua fonte. Então ele estava nesse mundo, nos caminhos naturais, comendo, bebendo, quer dizer, óbvio, ele estava há 13 anos vivendo quase como Moshe, 40 dias dentro das nuvens. Ele comia um pouquinho de...

De alfarroba. E um pouquinho de água. Mas obviamente que ele estava vivendo só de espiritualidade de Torá. E apesar que ele estava nesse mundo. E casou. E teve filhos. Ele não perdeu a sua pureza. A alma dele e do nível que ela estava lá na fonte lá em cima.

E continuou com o corpo físico totalmente refinado, puro e elevado dentro desse mundo. É isso que o Talmud escreve. A Gamarad escreve sobre Abishimon que ele é chamado de Bnei Aliyah. Bnei, pessoas, de Aliyah. Aliyah é uma ascensão, uma elevação. Alguém que viaja para Israel, que muda para Israel. Ele fez Aliyah, ele subiu. Todos os seus colegas, eles também tinham contato com a Shekinah, com a presença divina.

Mas era como se um espelho, você enxerga no espelho, o espelho ele reflete e você consegue ver aquela luz. Rabi Shima Bar Yochai, ele enxergava direto, sem nenhum reflexo, sem nenhum intermediário. Ele tinha uma visão nítida da presença divina, da essência de Deus. Por isso que para ele não tinha ocultação.

Para Arabeshimon não tinha destruição do templo. Para Arabeshimon não tinha desgraça. Para Arabeshimon tudo era bom. Por quê? Porque ele tinha uma visão da essência de Deus. Então tudo é bom. Ainda não é para revelar na época dele. 2 mil anos atrás. Não é para revelar esse zorro. Mas uma hora vai chegar esse momento.

E hoje aqui é o momento da maior explosão e da maior revelação de toda essa mística e de toda a chassidut que começou a partir do Rabi Shema Bar Yochai. Gal Einai, abra os olhos e você vai ver as maravilhas de Deus. Abra os olhos e veja as maravilhas de Deus na Torá, na vida, na saúde, no dinheiro, no casamento, nos filhos, em tudo o que acontece. No bem e no mal. Você vai perceber que na verdade tudo é um milagre. Tudo é uma maravilha. Tudo é o amor de Deus.

E por isso que hoje nós estamos aqui difundindo esses valores da Hasidut. Então que aproveitemos, que aproveitemos esse dia tão, tão incrível. Eu falei muito pouco, mas tem muito mais para falar sobre esse dia. Se quiserem, pode escutar minhas outras aulas já gravadas sobre esse dia de Elagva Omer. Mas que aproveitemos essas 24 horas para nos conectarmos com o Rebbe Shimon.

Corabe Shimon da nossa geração Que é o Rebbe Fazendo Mitzvot Estudando Maestorá Estudando Tânia Estudando Chassidut Dando Tzedakah Que isso vai aproximar A revelação de Mashiach Que assim seja Muito, muito em breve Se Deus quiser Chak Samer para todos

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Lag BaOmer: O Dia em que a Cabalá Foi Revelada - Os Segredos Ocultos da Vida de Rabi Shimon bar Yochai | Castnews Index — Castnews Index