MartaCast #40: Minas e Praia estão de volta à grande final da Superliga de vôlei
Neste episódio, falamos sobre a classificação do Gerdau Minas e do Praia Clube para a grande final da Superliga feminina de vôlei; sobre a vitória do Atlético e os empates de Cruzeiro e América pelo Brasileirão; sobre a vitória do Itabirito pelo Brasileirão A2; sobre a estreia da tenista Bia Haddad no WTA 125 de La Bisbal; sobre o abandono da tenista polonesa Iga Swiatek e a desistência de Luisa Stefani no Aberto de Madri; o vice-campeonato da surfista Luana Silva na Austrália; o feito histórico de Doriane Pin ao pilotar carro de Fórmula 1 da Mercedes; e sobre a vitória das skatistas Maria Lúcia e Raicca Ventura na terceira etapa do STU Nacional em Florianópolis.
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APRESENTAÇÃO
Malu Moura
Carol Freire
Francyelle Messias
Keila Guedes
Yasmin Veloso
Nícolas Arruda
Cauê Siwek
Ingrid Mensil
Vivian Martinho
Soraia Carvalho
Lara Tavares
Amanda Camargos
EDIÇÃO
André Quintão e Chico Brinati
PRODUÇÃO
Malu Moura
Carol Freire
Francyelle Messias
Duda Castro
Keila Guedes
Rodrigo Crispim
Isabela Fernandes
Cauê Siwek
Yasmin Veloso
Vitória Castro
Nícolas Arruda
Ingrid Mensil
Vivian Martinho
Soraia Carvalho
Lara Tavares
Amanda Camargos
Hugo Rezende
Victor Marques
MONTAGEM
Keila Guedes
COORDENAÇÃO GERAL
Ana Carolina Vimieiro
DIA DE GRAVAÇÃO
28/04/2026
Malu Moura
Carol Freire
Francieli Messias
Keila Guedes
Soraia Carvalho
Vivian Martinho
- Final da Superliga FemininaGerdau Minas · Praia Clube · Camila Bright
- Outros resultados - 6ª rodada BrasileirãoAtlético · Cruzeiro · América
- Saudade e pertencimentoBia Haddad
- Vice-campeonato de Luana SilvaLuana Silva
- Formula 1Doriane Pin
- Vitória das skatistas no STU NacionalMaria Lúcia · Raicca Ventura
A partir de agora, você ouve tudo sobre o esporte feminino na UFMG Educativa. No ar, MartaCast.
Oi gente, estamos começando o MartaCast, um programa dedicado aos esportes femininos e os destaques do programa de hoje são o retorno do clássico Pão de Queijo na Superliga Feminina com Minas e Praia fazendo a grande final neste domingo, a segunda vitória da tenista Beatriz Adadmaia na temporada em torneio na Espanha e o vice-campeonato da surfista Luana Silva na Austrália.
Fica com a gente que nós vamos falar dessas e outras notícias das mulheres no esporte agora. Esse episódio está sendo gravado na terça-feira, dia 28 de abril, e vai ser apresentado por mim, Malu Moura, estudante do sétimo período de jornalismo aqui da UFMG e bolsista no Coletivo Marta. Eu estou aqui com minhas colegas de curso e vou pedir para que elas se apresentem. Carol? Oi, gente, eu sou a Carol Freire, eu sou estudante do quinto período de jornalismo aqui na UFMG e sou voluntária no Coletivo Marta.
Oi gente, sou a Francieli Messias, sou estudante do sexto período de jornalismo aqui no FMG e sou voluntária no Coletivo Marta. Oi gente, sou a Keila Guedes, sou estudante do quarto período de jornalismo aqui no FMG e bolsista no Coletivo Marta.
Bom, nós vamos começar pelo bloco que está agitando Minas Gerais no momento, que é o vôlei, a Superliga Feminina. Então a gente vai começar por Minas, que conquistou a vaga na final da Superliga, num terceiro jogo eletrizante aqui em Belo Horizonte. Vou pedir para a Carol falar um pouco.
Pois é, gente, depois de ter perdido o primeiro jogo em casa, o Minas precisou ganhar o segundo e o terceiro para garantir uma vaga na final contra o Osasco, que era o atual campeão da Superliga, né? Então só para relembrar, como eu falei, o Minas acabou perdendo o primeiro jogo e o segundo jogo, que a gente comentou sobre esse jogo no último episódio.
E no último jogo, no dia 17, ele conseguiu ganhar do Osasco com 3x0, com parciais de 24x26, 19x25 e 25x20. Isso lá em Osasco. E aí conseguiu trazer o terceiro jogo aqui para BH, o que facilitou muito, né? Com a ajuda da torcida.
pra eles conseguirem ter essa maior chance de chegar na final. E conseguiram um jogo, assim, muito apertado, de altos e baixos, de momentos, assim, icônicos. Um jogo que foi vencido por 3x2, com parciais de 22x25, 25x18, 25x22.
13,25 e 15,12. Então, assim, o jogo como um todo, ele se manteve muito equilibrado, com as duas equipes bem próximas na pontuação, e de certa forma elas estavam alternando ali em setes, então começou com o Osasco ganhando, aí o Minas fez um, fez outro, aí o Osasco fez mais um, e aí isso forçou o tie-break.
Mas o Minas conseguiu se classificar, foi um jogo muito difícil, muito apertado. As duas equipes estavam muito boas, mas ao mesmo tempo as duas equipes também erraram bastante. Principalmente esse erro do Minas no quarto set, em que o Osasco conseguiu abrir 25-13. Não foi assim muito esperado, né? A gente esperava que fosse ser um set um pouco mais apertado, mas mesmo assim foi um jogo bom, foi um jogo muito...
consistente, assim, né, eu diria, e o Minas levou a melhor em cima do Osasco, que era o atual campeão. E esse jogo vai marcar o retorno, né, da final pão de queijo, do clássico, essa clássica final, que é o Praia contra o Minas, que daqui a pouco a gente vai falar sobre a vitória do Praia também.
Porque no ano passado foi a primeira vez em oito temporadas em que os times mineiros ficaram de fora. Então teve esse retorno, não só de um, mas com os dois times mineiros. E essa partida também foi marcada pela despedida da Líbero Camila Bright das Quadras, que atuou no time do Osasco por 18 anos, acumulando mais de 800 jogos pela equipe paulista.
Durante o seu tempo de atuação profissional, a Bright se tornou ídolo pela conquista do Mundial de Clubes, várias Superligas, além da sua atuação impecável ao lado da seleção brasileira, conquistando, por exemplo, a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 2020. Aos 17 anos, ela destacou a sua gratidão pelo clube e a paz na sua decisão de aposentadoria.
Ela disse que nesses 18 anos vestindo a camisa do Osasco, ela viveu e sentiu coisas extraordinárias, sentimentos que só o esporte é capaz de proporcionar, que tiveram momentos de dor, difíceis, incertezas, de choro, de luta, mas também muito sucesso, vitórias, muita glória, e que o principal, ela disse que foi muito feliz dentro do clube. Então, assim, foi um jogo muito bom, foi um jogo muito...
Foi bonito de ver, sabe? Eu confesso que eu estava torcendo para o Minas, porque eu acho que o Minas merecia muito chegar nessa final. Só que ao mesmo tempo eu fiquei triste de ver o Osáfico por conta dessa despedida da Bright na hora da transmissão. A Fabi estava lá também e as duas já foram colegas de equipe por muito tempo. E aí teve uma homenagem muito bonita para a Bright. E acho que isso me tocou muito, sabe? Além do jogo todo ter sido muito bonito, foi muito merecido para o Minas. Eu estava torcendo para elas.
pegou nesse lugar de tipo, poxa a gente não vai mais ver a Bright porque ela é um grande ídolo, acho que se você pensa na seleção de vôlei atual, né, você pensa na Bright como líbero, não tem jeito, então
E uma semifinal com gostinho de final, né, gente? Porque, né, assim, atual campeão e maior campeão dos últimos anos. Uma narrativa que o Minas criou, porque lá no primeiro jogo da semifinal, perdeu pro Osasco, né, por 3x1, de virada em casa. Mas é uma trajetória bacana que elas criaram, porque teve que virar o jogo fora de casa, e aí trouxe a decisão em casa.
e o jogo que oscilou também o Praia começou ganhando podia ser um revés novamente mas o Minas soube jogar, o Minas que sabe jogar semifinal sabe jogar mata-mata ele sabe se segurar nos momentos de
de tensão, assim, porque a gente pode ver, eu falei desse momento de queda que elas tiveram, né, do 25 e 13, mas mesmo assim o jogo inteiro muito consistente, sabe, foi uma falha ali, um momento que também não foi o suficiente pra derrubar elas, mas foi assim. É um time que tá acostumado com esses momentos de decisão com certeza. Os últimos anos vêm chegando sempre, então. É, e se tinha despedida que motivasse do lado do Osasco, tem despedida que motiva do lado do Minas também, né, inclusive a Julia Kudis jogou muito. Ela fez o ponto decisivo, exatamente. O ponto decisivo foi dela.
Sim. Mas ainda tem um pouquinho mais de... Tem, tem gato. É, agora na final. Sim. Bom, então agora a gente vai pra outra semifinal, né, que foi mais uma série eletrizante de três jogos entre o Flamengo e o Praia. E o Praia venceu. Vou pedir pra Fran falar um pouquinho pra gente.
É isso aí, Manu. O Praia e o Flamengo protagonizaram uma série de três jogos muito eletrizantes na semifinal da Superliga. Depois de ganhar a primeira partida por 3x0 lá em Uberlândia, o Praia visitou o Flamengo no Rio de Janeiro dia 17 e precisava de mais uma vitória pra carambar a VAR. Porém, o Flamengo tava empurrado pela torcida, conseguiu uma vitória, uma virada histórica de 3x2 com parciais de 23x25, 22x25.
25-22, 25-20 e 16-14, que foi o que o Flamengo precisava ganhar esse jogo, né, pra forçar um terceiro. Jogo muito apertado. Isso, e no último set, no tie-break, o Praia tava 14-10 pro Praia, era um ponto, e o Praia se garantia na final. O Flamengo fez seis pontos.
seguido e forçou o terceiro jogo. No último jogo indecisivo, que foi na sexta-feira, dia 24, o Flamengo chegou com confiança, pois tinha virado a partida anterior, porém não conseguiu repetir o feito e viu o Praia
ganhar o jogo. O time mineiro venceu por 3x2, com parcial de 23x25, 34x36, 25x22, 25x11, 15x13, e se classificou para a final. Foi um jogo equilibrado, mas a gente vê que no quarto set teve um 25x11. A gente tentava conversar, como assim? Se teve um set de 36x34.
Então, assim, foi meio... É, mas aí acabou que o Flamengo deu uma gastada ali, né? Sim, total. Ficou igual eu tava comentando com ela. Foi como se o Praia tivesse respirado por aí. Isso, no Arte 7, o técnico do Praia tirou todo o time titular, colocou o time reserva já pensando no tiebreak. E...
Bom, nessa série de três jogos contra o Flamengo, o Praia foi muito bem coletivamente. As jogadoras estavam entrosadas, mas a gente percebeu alguns destaques no time. A Macris foi um dos destaques, ela distribuiu muito bem, colocou os atacantes para jogar. A Denízia sempre tem uma energia muito grande dentro de quadra.
Ela é como se fosse o coração do time dentro da quadra. A Keffer também foi muito bem, derrubou bolas importantes. A Fingon também foi muito bem. E essas quatro jogadoras que eu citei, acho que foram os pilares para o Praia conseguir ir para essa final. Agora o Praia vai jogar sua oitava final de Superliga, depois de ficar de fora da final do ano passado. E vai jogar sexta final contra o Gandival do Minas.
E os dois agora vão fazer esse clássico aí, habilidade de pão de queijo, no próximo domingo, dia 3, lá em São Paulo. Imperdível. E eu acho que, assim, apesar de o Minas ter feito uma campanha melhor que o Praia na temporada regular, o Praia surpreendeu muito na sessão final, assim, porque nos três jogos, né, assim, além de ter ganhado por 3x0 o primeiro jogo, os outros dois jogos foram equilibrados, poderia ter ganhado num segundo jogo. Sim, sim.
Mas principalmente assim, nos três jogos o Praia abriu os dois primeiros sete. Sim, abriu os dois primeiros sete. Nos três jogos venceu os dois primeiros sete. Então assim, acho que cresceu ao longo da competição, sem dúvida alguma. Sim, e aquela coisa, no mata-mata tudo muda.
Não existe posição. No comecinho da classificatória, a gente chegou a comentar aqui que o Praia tava perigando ficar de fora. E agora tá na final. Não, e de repente, né, gente, criou-se um jogo coletivo impressionante, né? Sim. Não, absurdo. Eu não consegui assistir esse jogo, mas eu tava comentando com as meninas antes da gente começar a gravar, que na hora que eu fui ver as parciais, eu falei, gente, eu perdi o melhor jogo de vôlei de todos os tempos. Porque, assim, foi um set de 36, 34.
que é absurdo, porque, para as pessoas que não entendem muito de vôlei, o vôlei vai a 25 pontos. Então, para chegar a 36, é porque estava super acirrado. Estava absurdo. E aí, depois, a equipe que fez 36 fez 11. E perdeu de 25 a 11. Tipo assim, eu falei, gente, eu perdi o melhor jogo de vôlei de todos os tempos. O set de 36 a 34 durou 48 minutos. É absurdo. É um tempo de um jogo de futebol. É, é um tempo de um jogo de futebol.
É loucura, foi um jogão E acho que a gente não esperava Que o Praia fosse conseguir ter esse desempenho todo Porque não começou muito bem na temporada Mas era aquilo que a gente tava falando Era questão de tempo pra se ajustar Conseguiu muito, muito Se ajustar e vir muito mais forte E o Flamengo que tava muito bem A gente não pode deixar de parabenizar o Flamengo Que fez um jogo impecável Líder na temporada regular E até mesmo nas quartas o Praia
Fez os três jogos também. Nas quartas e na semis. Então assim, foi bem acirrado. Foi demais. Elas mostraram muita consistência. Tanto nas quartas quanto nas semis. E o Flamengo foi buscar, igual eu tava falando, o segundo jogo agora da semis. O Flamengo foi buscar o 14 a 10. Não, o terceiro jogo poderia ter dado qualquer um. Sim.
Exatamente, realmente estava super aberto. O time do Flamengo está muito bom também. É um time que vem muito mais forte. Sempre foi um time bom, sempre foi um time forte. Mas eu acho que está vindo cada vez mais. E esse jogo também marcou a despedida de uma das atletas do Flamengo, que é a Helena. Que ela é uma das atletas mais novinhas da seleção atualmente.
Não sabemos se ela vai ser convocada ainda, mas até o ano passado, né, ela tava na seleção, que é a Helena do Flamengo, que ela, com seus 21 aninhos e 2 metros de altura, ela tá indo jogar no vôlei italiano. Então, esse jogo foi a despedida dela, e até no final do jogo teve uma cena bonitinha. Depois da derrota, ela tava chorando ali, tava emocionada, óbvio. E ela foi abraçar o namorado, assim. Então, também teve esse lado mais emotivo, né, pra ela. Mas, assim...
o desempenho impecável de toda a equipe. A Helena foi muito poupada, a gente tava falando disso também. Dava pra Helena ter jogado mais, dava pra ter colocado mais ela em quadra, porque ela é uma atleta excelente.
Mas o time como um todo, assim, tá impecável. A Superliga, eu acho que tá cada vez mais competitiva. O nosso vôlei tá cada vez melhor. Sim, e se até o momento ficou tudo igualado, acho que agora na final tá ainda mais, né? Sim. Com sexta final entre Minas e Praia. Vou até pedir pra Kila falar um pouco sobre esse retrospecto e a gente volta a debater sobre um pouco. É isso mesmo, Malu. Minas e o Praia, eles vão disputar a final, que vai ser um jogo único, no dia 3 de maio, no domingo.
Às 10 horas da manhã, no ginásio do Iberapuera, em São Paulo, repetindo o modelo adotado nas últimas edições. O confronto marca mais um capítulo de uma rivalidade dominante na última década, assim como as meninas haviam falado. Bom, o menino e o Praia chegam à decisão pela sexta vez em finais recentes da competição e eles vêm se alternando no topo. A equipe da capital busca o sexto título, que ela foi campeã em 2001 e 2002.
2018-19, 2020-21, 2021-22 e 2023-24, o que pode acabar isolando o Minas como o maior time campeão feminino da Superliga. Já do outro lado, o time de Uberlândia tenta conquistar a terceira taça da Superliga. Ela foi campeã em 2017-18 e 2022-23.
Então, a trajetória da final, Pão de Queijo, evidencia o equilíbrio entre as equipes. O Minas garantiu vaga ao superar o Maringá nas quartas de final e reverter uma série difícil contra o Osasco nas semifinais, vencendo os dois últimos jogos após sair em desvantagem. Já o Praia, ele precisou de três partidas tanto nas quartas quanto na semifinal, assim como eu havia falado anteriormente, eliminando o SESC Bauru e o SESC Flamengo, líder da fase classificatória, em confrontos decididos no detalhe. Então assim, o Flamengo estava vindo de...
Uma campanha maravilhosa, se não me engano, com 51 pontos. E ninguém estava esperando. Não tinha perdido nenhum jogo até entrar no Massamata. É, não estava esperando que o Praia ia conseguir superar o Flamengo. E fora de quadra, a procura por ingressos evidencia a dimensão do evento. As entradas foram disponibilizadas em diferentes setores, com valores que variam de 140 reais a mil reais, dependendo da experiência que a pessoa foi escolher.
A alta demanda fez com que os mais de 6 mil ingressos fossem esgotados antes mesmo da definição das finalistas, reforçando assim o interesse crescente do público pelo voleibol feminino no país. E para quem não garantiu presença no ginásio, a decisão terá transmissão ao vivo na TV fechada.
pelo Sport TV 2 e também plataformas digitais, como o GE TV, pelo YouTube e a VB TV. A expectativa é de mais um duelo equilibrado entre elencos consolidados e protagonistas que mantêm o alto nível técnico da competição, em um aumento de crescente visibilidade do vôlei feminino brasileiro.
E essa final evidencia ainda mais o vôlei feminino mineiro. Sim, com certeza. A gente tava falando também das semifinais, né? Que a gente queria ter ido. Eu não posso ir comprar ingressos? Exato, não deu. Foi o que a gente tava falando antes. Mesmo do Minas divulgar, que já tava com os ingressos liberados. Já tinha esgotado, já tinha acabado. Deu tempo nem do estagiário ir lá no Instagram postar. Acabou. Se é uma final única, pior ainda. Não, pior ainda. E é muito legal a gente ver isso que...
Mesmo com os preços salgados. Para você conseguir assistir lá do ginásio. As pessoas tem esse interesse. Então a gente fala muito que. O que falta mesmo no esporte feminino. É a visibilidade. Porque público tem. Jogadoras boas tem. Um campeonato fortíssimo com boas jogadoras. Com bons resultados também tem. O que falta mesmo é a visibilidade. Que nem agora é uma final que na minha opinião. Deveria passar também na TV aberta. Sim.
Aí vai passar no Sport TV 2, que beleza, sempre passa todos os jogos de vôlei praticamente. No GE. No Sport TV 2, no GE e tal. Mas aí você é obrigado a ter a TV fechada, a TV aberta. Fica aqui o nosso apelo pra passar mais jogos de vôlei, mais jogos de vôlei feminino na TV aberta. Porque vai ser um jogão, né, gente? Vai. E a minha aposta é jogo de 5-7. Ah, com certeza. Eu também acho que não vai ser menos que isso, não. Vai ser a terceira final de jogo único, né? E qual é a aposta de vocês? Quem vence?
Olha, eu acho que se a gente for falar de consistência, o Minas. É. Quatro vitórias, né? Quatro a um. O Praia tá vindo forte. Eu acho que agora não vai ser surpresa se o Praia ganhar essa. É, porque ele tá vindo assim. Ninguém tá esperando. Ele vai lá e fala, então tá bom. Então olha aqui, eu ganhando de novo. Contra o Flamengo. Todo mundo acreditava que o Flamengo ia. Sim.
É, a nossa expectativa aqui era que a final fosse Flamengo e Minas. É, e a única vez que o Praia venceu o Minas foi em jogo único. Então, assim, sabe jogar jogo único. Exatamente. Sabe, sabe. E foi o que a gente falou, o Praia tá crescendo muito. Elas tão vindo muito, muito fortes. O Atlético conseguiu marrar ali direito nessas últimas fases e tá dando certo. Vai ser um jogo muito apertado. Será que a gente tem um 7-1 novo set de 34, 36? Dessa vez elas chegando a 40 pontos. A gente espera por isso, né?
Bom, mas é isso, gente. Agora a gente vai fechar o bloco de vôlei. Vou passar por um giro das outras notícias da modalidade que estão publicadas na revistamarta.com. A decisão da quarta etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, realizada neste domingo, 26 de abril, em Brasília, reafirmou o domínio das principais parceiras femininas do país.
O título ficou com as atuais campeãs olímpicas Duda e Ana Patrícia, que venceram Tamela e Vicky Lopes por 2x7x0, com parciais de 21x18 e 21x15. Na disputa pelo terceiro lugar, EG e Vitória garantiram a medalha de bronze ao derrotarem Talita e Tayana por 2x7x0, com parciais de 21x11 e 21x17. Conegliano se consagrou campeão da temporada 25x26, sendo seu nono campeonato italiano, oitavo consecutivo.
A partida ocorreu na última quinta-feira, 22 de abril, na Arena Allianz Clothing, em Milão, onde a equipe venceu o Vero Milano por 3x7x0, com parciais de 25x17, 25x22, 25x22. A capitã da seleção brasileira, Gabi Guimarães, foi uma das destaques da partida, somando 11 pontos e sendo a segunda maior pontuadora da equipe. Bom, é isso e a gente volta já já com o Bloco de Futebol.
Estamos de volta para o segundo bloco do MartaCast e nós vamos falar sobre futebol. Vou pedir para que meus colegas se apresentem. Meu nome é Yasmin, estou no sexto período de jornalismo. Meu nome é Nicolas, eu estou no terceiro período de jornalismo. Eu sou o Cauê Civex, estou no terceiro período de jornalismo também aqui da UFMG. Bom, nós vamos começar sobre o Atlético, que conseguiu a segunda vitória no Brasileirão A1 e eu vou pedir para o Nicolas falar um pouquinho para a gente.
Então, Malu, o Atlético derrotou o Botafogo por 2x0 na segunda-feira, lá na NERM RV, pela oitava rodada do Brasileirão. Os gols foram marcados pela Pimenta e pela Isadora.
O começo do jogo foi bem equilibrado. Parecia que podia ser gol do Botafogo ou gol do Atlético. Era um jogo que encaminhava-se para ser uma partida de dois times que recentemente subiram. Mas, aos 18 minutos, a galera do Botafogo vacilou. Deu um desarme muito imprudente. Deu um desarme muito imprudente na Thalita, dentro da área. E pênalti para o Atlético. A pimenta converteu, fez o primeiro gol da partida. E a partida ali, o que parecia ser uma partida equilibrada, acabou virando mais...
Em uma partida de controle do Atlético, deixando o Botafogo subir um pouco, mas sem o Botafogo conseguir ter essa exatidão, sem o Botafogo conseguir chegar com a exatidão lá na frente para marcar. No segundo tempo, Eni e Amarabá e Isadora entraram, elas torceram um pouco mais dinâmica para o Atlético, mas mesmo assim o Botafogo continuava na frente, continuava quase chegando no gol de empate, continuava mais perto do gol do que o Atlético em si. Mas mesmo assim o futebol não é tão justo.
Então, aos 20 minutos no tempo, contando com o desvio da defesa do Botafogo, a Isadora conseguiu um pão placar. Depois da mutação do placar, o jogo só rolou. O Atlético conseguiu controlar bem a partida e conseguiu o solucionamento da vitória no Brasileirão. Tinha vencido pela quinta rodada contra o Vitória. E é muito importante esse resultado pro Atlético. Na próxima rodada, o Atlético enfrenta o Fluminense no dia 1º de maio, às 4h, na Arena do Jacaré, lá em Sete-Lagos.
O Atlético, que é o 12º colocado na tabela, com 8 pontos, né? Apesar de uma campanha que tá começando a engatar agora, né? Nos últimos 4 jogos foram 2 vitórias, 1 derrota e 1 empate. Essas 2 vitórias, inclusive, muito importantes, que são contra 2 times que subiram do A2 junto com o Atlético, né?
Sim, para o Atlético estar fazendo um campeonato para não cair, é muito importante esses três pontos agora, esse empate contra o Santos e essa vitória contra o Botafogo, porque são times que recém subiam também, subiram junto com o Atlético, então são pontos meio que é obrigação de fazer. Para quem quer não cair, tem que fazer esses pontos contra o time da A2. Bom, então é isso. Agora a gente vai falar um pouco sobre o Cruzeiro, que está fazendo uma campanha...
meio duvidosa até o momento, né, no brasileiro, que levou gol nos acréscimos e empatou com o Bragantino fora de casa. Pedi pra Yasmin falar um pouco pra gente. Isso mesmo, Malu. Após uma derrota pro Renteiro em casa pela sétima rodada, o Cruzeiro empatou com o Bragantino por 2x2 pela oitava rodada do brasileiro. A partida aconteceu no Benitão e Rio Claro.
Na manhã do último domingo. E foi isso. Foi um jogo cheio de reviravoltas. O Cruzeiro sofreu o gol nos acréscimos. Chegou a ter a vantagem do jogo duas vezes. Mas acabou indo para casa com um ponto. E na oitava colocação da tabela. Com 13 pontos. O que eu acho que é bem abaixo do que o Cruzeiro veio para brigar na temporada. E uma coisa que dá para perceber. É que são problemas muito parecidos. Que vêm acontecendo durante a temporada.
E, enfim, preocupação para o comando técnico do Cruzeiro, que parece estar muito convicto do que está fazendo também, porque a gente vê poucas mudanças além das forçadas. Então, nesse último jogo não teve a presença da Benca Brasil, que eu acho que sempre pauta muito o jogo, porque ela traz esse senso de coletividade. E no último jogo teve também a ausência das meninas que estavam pela seleção. Então, a Camila, a goleira, a volante Lorena e a atacante Gabi.
E aí tirando essas alterações que são muito forçadas, ele não muda muito o time. E o time vem tendo dificuldade em alguns pontos muito específicos, principalmente na defesa. Sobre o jogo, logo aos dois minutos, a atacante Marília arriscou um chute de fora da área, que parecia que não ia dar em nada. A bola que ficou na frente da goleira, sobre a goleira teve uma falha muito bizarra na hora e acabou sendo gol.
E o Cruzeiro abriu vantagem. Mas é que continuou com um bom jogo, assim, manteve uma vantagem de uma forma positiva, até que o Bragantino reagiu ainda no primeiro tempo, aos 22 minutos, com o cruzamento da Rafa Mineira, a bola acabou nos pés do Doutor Rodrigues, que finalizou com muita força e atingiu a meta da goleira Cláudia. Não durou muito a igualdade no placar, porque aos 34 minutos a Gisele recolocou a Raposa na vantagem, um lance meio duvidoso na área, que a bola...
quase entrou, a zagueira tirou, mas a juiz entendeu que a bola entrou, inclusive foi o segundo lance desse jeito no jogo, teve dois lances assim e é isso, não tem vara, então a gente fica com a decisão de campo, mas a bola realmente entrou, pelo que pareceu pela imagem que a gente tinha e aí as cabulosas seguiam na frente até os acréscimos e aí no último minuto a atacante Catarina aproveitou uma falha defensiva da equipe Celeste, cabeceou para o gol então
E aí o Bragantino selou o empate, que pra elas teve um sabor de vitória, mas pro Cruzeiro um sabor de derrota, né? Porque tava ali encaminhando a vitória fora de casa, que era muito importante, e acabou saindo com só um ponto. Pela nona rodada do Brasileiro, a equipe de Janos Urias visitará o Juventude, na sexta-feira, às 15h. Já a equipe Paulista vai pro Rio de Janeiro pra enfrentar o Botafogo, como o Nicola já adiantou.
É assim, três jogos sem vencer do Cruzeiro, né? E eu acho que apesar dos desfalques importantes que o Cruzeiro vem tendo, ainda assim não é uma campanha que a gente esperava do Cruzeiro depois do que elas fizeram no ano passado, né? Tá em oitavo e a gente vale lembrar que pra próxima fase classifica os oito primeiros, então assim, um ponto de diferença com a Ferroviária, então tá ali, né? A gente já não tá mais tão no início da temporada, já foram oito jogos, o total são 17, então...
E esses pontos que ficam no meio do caminho preocupam ainda mais quando a gente pensa que o Cruzeiro não enfrentou os seus principais rivais pelo que ele quer brigar. Então vão ter confrontos diretos muito importantes mais pra frente.
E era importante ir coletando essa vantagem agora. Eu acho que é isso que pesa mais. Porque tá perdendo ponto contra times que era pra ganhar. Isso, que brigam por coisas diferentes no campeonato. Sim, exatamente. Mas assim, querendo ou não, você ter confronto direto ainda é uma chance boa. É uma chance, porque você pode arrancar ponto do adversário. Exatamente, é mais por isso. Só que também são os melhores ataques do campeonato.
Com certeza. O Cruzeiro já sofreu, se eu não me engano, foram 10 gols em 8 jogos.
Então, tipo assim, você ainda vai enfrentar os melhores ataques da temporada, e você tá com esse nível de gols sofridos, é uma preocupação. Mas, é. É, enquanto o Cruzeiro tem uma derrota e quatro empates, os que tão lá em cima tem, tipo, um empate, uma derrota, dois. Então, assim, nisso já vai diferenciando e distanciando as equipes, né? Bom, agora, falando aqui com o nosso setorista do América, né? Conseguiu segurar a pressão do São Paulo na Independência e ficou no empate no Brasileirão Feminino, o América que é o vice-lanterna da competição.
Isso mesmo, Malu, o América e São Paulo empataram na Independência por 0x0 na noite de ontem, na segunda-feira, dia 27, pela oitava rodada. E assim, é um empate que ficou no lucro, porque o São Paulo, com cinco minutos de jogo, chegou a abrir o placar com a lateral Ana Clara, só que o lance foi, a bandeirinha marcou impedimento, só que assim, foi um impedimento que não existiu, a Ana Clara estava bem atrás da defensora da América, e assim, mais uma vez que eu digo que o América foi, querendo ou não, beneficiado,
por conta de não ter o VAR na primeira fase do campeonato feminino, só no mata-mata, e é um problema bem grande, né? Acho que a CBF deveria investir, porque eu acho que, se eu não me engano, o primeiro campeonato a ter 100% o VAR em todas as partidas foi o Paulistão esse ano, né? E melhora muito, né? Permite não ter esses erros que, querendo ou não, definem os jogos, então acho muito importante a CBF investir nisso, mas...
É um resultado que ficou no lucro para o América, não só por conta desse lance em si, que mudaria muito a cara do jogo, né? Claro, o São Paulo abriria o placar e aí o América teria que se expor mais. Enfim, o América que não produz quase nada teria que se expor mais ainda.
E foi um jogo que o São Paulo controlou muito bem. No primeiro tempo, principalmente, teve as melhores chances. O América até reagiu no fim do primeiro tempo. Teve alguns momentos bons, mas o São Paulo, no primeiro tempo, foi bem melhor. A goleira Sandy, mais uma vez, foi destaque do América. Infelizmente, porque isso significa que o América é pressionado por completo em todos os jogos. Mas, pelo menos nesse caso, ficou no 0x0, somou o segundo ponto.
E agora saiu da lanterna, porque o Vitória está com jogo a menos. Ainda é uma fragilidade defensiva, ao meu ver, do América gigantesca. E ainda falta muita criatividade no setor ofensivo, principalmente para explorar os contra-ataques. Acho que ainda falta muito do América para conseguir reagir nesse campeonato, que está ficando cada vez mais difícil.
E o próximo jogo do América vai ser justamente contra o Vitória, nessa briga contra a última colocação. Vamos ver, o América joga em casa, então é a oportunidade mais clara para o América conseguir a primeira vitória. E o São Paulo enfrenta o Flamengo também em casa no próximo dia 4. O América joga no próximo dia 2 de maio.
América e Vitória, que são as duas equipes que ainda não venceram no Brasileirão. Exatamente. Será que vai ser empate? Não sei. Está com cara de empate, viu gente? Não sei não. Vamos seguir para o A2, com time misto. O Itaberito bateu o Instituto 3B e alcançou a segunda vitória seguida no Brasileirão A2. Itaberito que vem começando bem a campanha, e aí oscilou um pouco, mas voltou a vencer.
Isso mesmo, Malu. O Itabirito vinha de três vitórias seguidas no campeonato. Perdeu para o Vasco. Deu uma desanimada ali. Mostrou um bom futebol. Na quarta foi mal. Portanto, perdeu. E agora já se recuperou de novo. São duas vitórias. A vitória na rodada anterior foi contra a Nova. Foi de 5x1. Uma goleada.
Uma partida pra se registrar mesmo pro Itaberito, que é um time muito novo. É a maior goleada, a história do Itaberito na 2. Não que tenha história na 2 nesse momento, mas... Quem não dá não? É um marco gigantesco pro clube. E nessa rodada, venceu de 2 a 0 o Instituto 3B da Amazônia. Lá no estádio Usina Esperança, em Itaberito.
As gafas do mato foram com um time misto pensando no jogo contra Realidade Jovem para a Copa do Brasil. Então, já era se esperar que o Itabirito não fosse uma pressão tão forte, por estar com um time meio mexido, sem as principais jogadores. O meu campo, por exemplo, que acho que é o grande destaque do Itabirito, é a Dela Torre, a Bruna Vitória e a Lona Rodrigues. Só a Bruna Vitória foi titular nesse jogo. Então, o Itabirito foi realmente com um time para tentar compilar a partida e com o seu saído com 3 pontos. E saiu.
porque a estratégia funcionou. O começo do jogo o Itabrito foi com uma frequência menor de pressão, o Itabrito é muito marcado por uma pressão alta, está sempre tentando roubar a bola, tanto que no contra do Lanova muitas jogadas saiam assim, os escanteios saiam assim, mas nesse Itabrito foi um pouco mais baixo, mas também não fez tanta diferença, porque aos 28 minutos a Bruna Vitória, que é titular, deu um baita dançamento de escanteio. Na cabeça da Hilary só teve.
Se empurrar para dentro. Sem dificuldade. De verdade. Estar sozinha. No meio da zaga. Eu acho muito importante a gente registrar isso aqui. O 3B até a terceira rodada. Não tinha sofrido nenhum gol. Nesse jogo. Foram dois gols. Que o 3B da Amazônia sofreu. Sem marcação. Esse primeiro que eu já comentei.
Depois dando segmento na partida. O 3B não conseguia chegar lá na frente. Até o intervalo. Deu o intervalo. O 3B começou a produzir muito mais. Começou a ter um volume ofensivo maior. Chegou perto de empatar. Mas a Marcele conseguiu segurar a barra ali.
E aos 83 minutos, depois das substituições do Hoffman, que é o técnico do Itaberito, e a entrada de titulares, como a Ariane, que é a artilheira do Itaberito, saiu um gol. A Verônica achou a Ariane sozinha, acho bem importante registrar isso, na área, e ela artilheira, obviamente, marcou. Foi a segunda derrota... Não derrota, não. Foi a segunda vitória seguida do Itaberito. O Itaberito, com essa vitória, conseguiu se estabelecer na quarta posição do Brasileirão.
Já tinha conquistado a posição na rodada anterior, depois de ter caído... Obrigado.
Contra o Vasco. E é muito importante para além do resultado. Conseguir essa confiança com o time misto. E essas duas vitórias. Contra o Vila Nova. Eu acho que já deu um gás. Apesar de ter perdido o jogo anterior. E ser um time recente. Ou seja. Elas ainda estão aprendendo. A jogar esse tipo de competição juntas. Competitivo e tudo mais. Mas o Itabirito está fazendo uma campanha.
Muito impressionante até o momento. São seis partidas até agora, a gente está no início, mas está disputando no topo da tabela. Poderia estar em terceiro se tivesse marcado três gols a mais até o momento. O Minas Brasília também está em terceiro com 15 pontos. E o Tabirido está com 15 pontos. Nos últimos cinco jogos foram quatro vitórias de um time recente. Então é realmente uma campanha para a gente ficar de olho. E é muito para a gente ficar de olho e é para a gente bater palma também. Porque é de Minas Gerais, tudo bem que está fora da capital.
Mas é espetacular o que elas estão fazendo. É um time que recém subiu. É um time que tá estreando na A2. É a primeira vez do Itabirito na A2. Eles estão lutando pra ir pra próxima fase. E se conseguir ir pra próxima fase. Conseguir confirmar esses bons resultados. Talvez tirar alguém. Ir pra semifinal e já garantir sua vaga ali. Pra um. Isso seria espetacular. Sim, sem dúvida. Tem que sonhar algo. Mas dá.
Sim, a gente vai ficar de olho na campanha do Itaberito e a gente vai encerrar agora o bloco de futebol e a gente volta já já para o terceiro bloco. A gente está de volta para o terceiro bloco e nós vamos falar um pouco sobre tênis. Vou pedir para que minhas colegas se apresentem. Sou a Viva Martins, estudante do terceiro período de jornalismo aqui da UFMG e voluntária no Coletivo Martins.
Eu sou a Ingrid Miesse, estudante do sexto período de jornalismo aqui na UFMG e voluntária no coletivo Marta. Bom, vamos começar pela segunda vitória da Beatriz Haddad Maia, na chave principal na temporada. Ela que é a tenista mais bem ranqueada do Brasil. Vou pedir para a Vivian falar um pouco sobre o jogo dela para a gente.
Bom, então a B estreou na Espanha, com vitória, contra a anfitriã Andréa Lázaro Garcia por 2x7x0, nas parciais de 6x3 e no tiebreak 7x6 por 7x5. A paulista cabeça de chave número 5 vai enfrentar agora a estadunidense Ashley Kruger, nas oitavas de final, na quarta-feira, dia 29, com horário ainda a ser confirmado pela WTA.
E a Andréa Lázaro Garcia, que foi a rival da Bia, é 146 do mundo, a melhor posição da carreira dela no ranking. E foi decidida em pouco mais de duas horas de duelo. É a segunda vitória da Bia desde que volta. E vamos ver como que vai ser construída, né? A Bia teve um pouco mais de instabilidade no segundo set. Chegou a abrir bastante, mas deixou a adversária virar no 5x4. Vem aí na terceira vitória de 14 jogos.
Que é um número mais estranho aí pra Bia que a gente conhece. Sim. Ela venceu esse jogo, mas pra mim foi mais do mesmo. Foi. É a mesma coisa do jogo que a gente teve todo. Exatamente. O dos jogos anteriores que ela perdeu, pra mim não fugiu muito daquilo. Porque, primeiro que a Bia é uma tenista mais qualificada do que as adversárias que ela vem enfrentando. E ainda assim joga como se elas estivessem ali no mesmo nível. O que me incomoda muito é a falta de confiança da Bia, mas é uma coisa que ela...
percebe, né, nas entrevistas mesmo. Ela mesmo admite, assim, que tá numa situação difícil. Ela começou muito bem o jogo, no primeiro set ela abriu 4x0, quebrou os dois primeiros serviços da Andréa Garcia, e... Mas aí foi... Deixou ela encostar, aí no segundo set. Abriu de novo, deixou ela encostar de novo, deixou ela virar.
Mas aí salvou, dessa vez salvou o set, né? Impediu da André Garcia de empatar o jogo. E acabou levando pro tiebreak. Venceu o tiebreak na primeira oportunidade que teve de fechar. Ok, isso é um ponto positivo. Mas assim, a gente tem que lembrar que a Bia tá num nível acima da André Garcia. E ela fez um jogo como se elas estivessem no mesmo nível. Então assim...
A Bia trocou de técnico recentemente, né, agora ela tá com o Espanhol, e eu ainda não vi muitas mudanças no jogo dela, pra ser sincera, mas eu acho que é realmente uma questão de mentalidade mesmo. A entrevista que ela deu recentemente pra ESPN, ela fala sobre como agora ela tá tentando trabalhar isso, como ela tá encarando o WTA 125 de labisbal, que é bom destacar isso, né, a Bia tá voltando a jogar torneio 125.
Pra ver se recupera a confiança, se recupera o ritmo. E ela falou sobre quando ela chegou, fez a melhor campanha dela em Roland Garros. Que ela pensava assim, né? Eu não vou ganhar esse torneio, mas eu vou dar a vida nesse jogo aqui. Ela falou que o pensamento dela pra agora é o mesmo. Mas eu não acho que deveria ser esse. Porque é um torneio de 125. Ela tem que pensar que ela pode ganhar esse torneio. Então, assim. Eu acho que é o mental mesmo, de fato, que pega ela. Dá pra ver a hora que ela baixa.
E ela não volta. E ela não volta. Ela tem muita dificuldade de voltar. Ela começou muito bem com a 3x0 e aí ela baixou. E assim, quem me garante se a Andrea Garcia não tivesse empatado o jogo no 1x1? Se ela tivesse fechado quando ela teve a oportunidade? Se a Bia ia voltar bem ou não pro terceiro set.
Porque é o que a gente vem vendo. Ela abre, vence o primeiro sete, deixa empatar e perde no terceiro. A gente vê que ela não está sabendo jogar com vantagem. E aí quando toma uma virada fica desestabilizada. É muito importante ela jogar jogos de nível 125 agora para recuperar a confiança. Mas não adianta nada ela chegar nesses jogos e jogar de cabeça baixa.
É o que a gente comentou naquela outra vez, que aconteceu a mesma coisa. Se fosse uma tenista melhor ranqueada, a gente não sabe se ela voltaria. Se teria como recuperar como ela recuperou nesse jogo. Se tivesse perdido o segundo set e tivesse que ir pro terceiro, como que seria isso, sabe? Ela voltaria, mesmo sendo uma adversária consideravelmente mais baixa no ranking que ela.
Sim, é o que eu acho que tá faltando pra ela, é o tempo de reação, sabe? Sim. Ter uma coisa assim pra... A vontade mesmo de reagir, entendeu? E lidar com a vantagem, assim. É uma coisa que realmente vem faltando, assim. Não só nessa temporada, como na temporada passada também. A gente já vinha falando sobre isso. Mas é...
O importante é tentar. Se ela tá tentando, tá ótimo. Entendeu? Assim, se ela ainda está tentando. Eu vi um lado negativo na entrevista que ela deu, mas ainda assim em uma forma positiva, porque ela reconhece o cenário, entendeu? Assim, ela tem consciência do que que tá faltando, o que que ela precisa e vai continuar tentando. Isso é muito importante. Inclusive, depois de uma derrota no Madrid Open, do jeito que veio, né? Assim.
Ela perdeu de duplo 6-1 na estreia. Duplo 6-1, assim, foi massacrada no... Eu ia até pedir pra você falar um pouco sobre... Ela jogou contra a espanhola Jéssica Bousas, maneiro, né? Isso, então. Foi por duplo 6-1, como você comentou, na última terça-feira, na semana passada.
E caiu de novo, né? No Madrid, que já vem tendo... E é estranho ver a Bia assim no Cybra. A gente tava cheio de expectativa, né? Porque agora saiu da quadradura, a gente vai pro Cybra, ela é muito forte, muito física. A Jéssica também tá vindo muito boa, né? Ela tá vindo muito bem, então assim, esse não é um ponto a se descartar. Mas tomar um 6-1 na estreia, assim, né? Parece, assim, vontade de tentar, não sei.
Isso provavelmente vai fazer com que a Bia caia no ranking, porque na temporada passada...
Na terceira rodada, e agora ela cai na estreia. Na primeira, então, vai perder pontos. É assim, a tendência é que ela acabe saindo do top 100, se continuar desse jeito, assim. E, assim, é uma queda. Tudo bem que o ranking da WTA muda muito, é muito rápido, né, a mudança. Mas, há pouco tempo atrás, gente, assim, um ano e meio, ela tava no top 10, assim, né. Então, assim, a queda é muito drástica. Não tem muito tempo. Foi quando a Iga ganhou a Rolagarrosa que a Bia foi pra semifinal. Exatamente. E perdeu pra Iga, que foi campeã.
Exatamente, a mudança foi muito brusca. Foi. E assim, já que a gente tá falando de Master Meal de Madrid, vamos começar falando sobre as quartas. Começou hoje, na terça-feira, e a Mirandreva foi a primeira a se classificar pra semifinal.
ela bateu a canadense Leila Fernandes por 2x7x0 em 7x6, 7x1, 6x3 no tiebreak. A Sabalenka e a Heile Batiste, elas fazem a outra quarta de final nessa terça-feira. Sabalenka que é top 1 do mundo e a grande favorita do torneio. A Karolina Prinskova, ela é tcheca, vai fazer a outra quarta de final contra a Anastasia Potapova, austríaca, na quarta-feira. E a ucraniana Marta Kostiuk vai enfrentar a linda Noskova, tcheca, nessa quarta-feira também.
Pra quem tá pegando agora, né, chegando agora, vendo esses nomes diferentes, pensando, ah, deu muita zebra, é porque a gente tá vindo de grandes abandonos e desistências do torneio, vou pedir até pra Vivian falar um pouco sobre a Iga, que era uma das favoritas, né, torneio, assim, que ela domina e acabou desistindo. Então, mas não desistiu por lesão, pelo menos, foi por mal estar, que ainda assim é uma situação meio chata.
vinha empatada ali, perdendo no terceiro set para a estadunidense Unlead, que é 34 do ranking, e a Iga falou que estava sentindo um mal-estar que já vinha sentindo, que já vinha com tontura, com fraqueza, com um problema ali na visão meio atordoada, e ela chegou a pedir atendimento médico durante o segundo set, ela chegou a vencer o segundo set, mas precisou abandonar a partida porque realmente não estava segurando.
Mas não foi a única que abandonou por mal estar. A gente já teve outros dois abandonos além da IGA na WTA. E dois abandonos na ATP além da Coco Golf. Que passou mal durante a partida. Mas que continuou e venceu a partida. Mas acabou perdendo na rodada seguinte. Mas aqui ela passou mal e ela ganhou. Mesmo passando mal.
Então a gente teve ali a Madison Kiss e a Ludmilla Sansonova na WTA junto com a IGA desistindo. O Marin Chilich e o Kohantamu T também abandonaram pela ATP. O Chilich ia jogar até contra o João Fonseca, o João conseguiu passar por WO. E a Coco Goff, como a gente já comentou. E a IGA agora vem de seis torneios sem final no Saibor, né?
Seis torneios seguidos em 2025. Não conseguiu nenhuma final. Ela chegou a ganhar Rolo Garros em 2024. Que foi justamente quando ela passou pela Bia na semifinal. E pegou bronze na Olimpíada de Paris. Que também foi disputada ali na quadra de Rolo Garros. Mas vem de uma fase complicada no Cybro. Que era pra ser o grande momento.
Sim, a gente falou no último programa como ela é a melhor tenista no Saibro na atualidade. E trocou de técnico também. Acho que vive uma situação parecida, ainda que num escalão mais alto que o da Bia. Sobre falta de confiança. Não foi o caso agora, né? Obviamente ela passou mal. Mas o que a gente vem vendo nos últimos jogos dela é falta de confiança mesmo. Até mesmo em Stuttgart que ela jogou antes a Elie de Madrid. E perdeu cedo. Perdendo jogos que a gente não costumava ver ela perdendo. Tchau.
Além dessas desistências, a gente teve a desistência da Luísa, né? Que era a nossa brasileira, que ia disputar duplas. A Luísa ainda vem sentindo o pé que já tinha tirado ela da Billie Jean King Cup. Que ela vem sentindo desde Dubai. Dubai, isso. Quando ela ganhou com a Gabi Dabrowski. E vê aí se volta pra Roma. Ou se vai realmente deixar pra voltar em Rolo Garroso de um jeito mais arriscado. Voltar assim, sem ter um torneio ali de preparo.
Mas ver quem volta pra Roma ainda, que já vai começar semana que vem, quem vai melhorar a tempo, tanto de lesão quanto desse mal-estar, que supostamente é por uma comida ali que tava dando intoxicação alimentar na área dos atletas. E a gente espera o retorno da Luísa pra ela vir pro Cybro com a Gabi Dabrowski, que a última vez que tiveram em Rolo Garros juntas foi um pouco decepcionante ali, elas caíram muito cedo, mas ver como que elas vão voltar ainda mais com essa questão física da Luísa.
E engraçado, né, quando a Luísa falou sobre isso, parecia que era só, assim, ela tava desistindo da Billie Jean Kick-Up, né, que foi o início, parecia que era só, assim, alguma coisa que tava incomodando, precisava dar um descanso, mas não, a gente já viu que, assim, é uma coisa mais séria, porque é um torneio de nível mil, é um torneio importante, ele, né, antecede o Grand Slam, então, assim, importantíssimo pra somar pontos, pensando, né, até no final da temporada, tudo, e mesmo assim ela desistiu. O que me preocupa, porque a gente sabe que o histórico da Luísa...
de lesões, então realmente me preocupa mas assim, é esperar pra ver e agora né, que voltou com a parceria com a Gabi Debrovski, de novo que vinham tão bem, que vinham aí de muitas semifinais, vinham aí de título, mas ver como voltam e torcer pra ficar tudo bem também que não seja só preventivo sim, apesar de saber que não foi só preventivo né, mas que seja agora mais pra voltar com calma não forçar também não forçar também
Bom, não temos mais brasileiros no Madri Open, nem na WTA, nem na ATP, mas a gente teve a participação da Naná no Qualy, né? Queria até que você falasse um pouquinho pra gente. Sim, ela participou do Qualy com o Wildcard, ela foi convidada pela organização do MadriMil pra participar.
E ela foi derrotada pela ucraniana Darya Nigur, que é número 101 do mundo, de 24 anos, uma tenista já mais experiente que a Naná, que tem só 16 anos ainda, tá fazendo a transição, né, a gente sempre fala aqui. Ela perdeu por 2-7 a 0, com parcial de 7-5 e 6-1.
Foi a primeira vez dela em um WTA 1000. Ela vinha embalada numa sequência de 18 vitórias, tanto contra juvenis quanto profissionais. Mas assim, eu vi como uma partida positiva. Esse primeiro set da Naná foi bem equilibrado. Ela chegou até, foi assim, empate 3.
Teve um momento que ela chegou a liderar. Ela ficou na frente. Ela quebrou uma vez a adversária. Teve uma quebra também. Então assim, foi um primeiro set bem equilibrado. No segundo set ela já não voltou mais com tanta força. Mas tem toda a questão da experiência também. Sim.
Acho que o primeiro set mostrou do que ela é capaz. Sim. O segundo mostrou que ela ainda é muito jovem. Que ela ainda tem muito o que aprender. É a primeira participação dela num torneio de nível 1000. Mas eu acho que a participação dela foi extremamente positiva. Ela teria que vencer dois jogos pra poder entrar pra chave principal. Mas, assim, realmente a diferença é muito grande, né? De top 600 pra top 100. Oito anos de diferença entre elas. Então, assim... Então, assim...
A diferença é realmente muito grande, mas um primeiro set, assim, bonito de ver mesmo. Muito equilíbrio, né? Assim, ela jogou realmente, pelo menos nesse primeiro set de igual pra igual, com uma tenista muito mais experiente que ela. A final de Simples Feminina será realizada na quadra central do torneio, vai ser nesse sábado, dia 2 de maio, e o horário ainda não foi definido pela organização do evento.
Bom, passando para o Brasil, a gente teve a notícia na última semana que o time Brasil vai receber o Canadá em novembro pelos playoffs da Billie Jean King Cup aqui no Brasil. Foi realizado o sorteio na última quinta-feira, dia 23, e definiu que o Brasil vai enfrentar o Canadá, o Brasil como mandante, então os jogos vão ser aqui em solo brasileiro, e marca um retorno do time Brasil ao país após dois anos, sem partidas aqui no Brasil.
O confronto deve acontecer em novembro, entre os dias 20, 21 ou 22 e 23, porque as partidas de playoff são divididas em dois dias, né? A Billie Jean King Cup são cinco jogos, no primeiro dia a gente tem dois jogos de simples e um de duplas, e no segundo dia essas partidas de simples se invertem.
Os playoffs, eles reúnem 14 países, com 7 se classificando por grupos regionalizados. A gente já falou aqui que o Brasil classificou ganhando o Zona 1 das Américas. E os outros 7, eles se classificam com derrota na fase classificatória da edição, que foi o caso do Canadá, o nosso adversário, que ele perdeu para o Cazaquistão.
E as expectativas para novembro é que, diferente da fase do Zonal, o Brasil venha com um time mais experiente, um time completo, né? No Zonal jogou as jovens promessas, a Nauane Silva, a Vitória Barros, e o time foi completado também pela Ana Candiotta e a Gabriela Sé. Que, inclusive, fizeram um campeão muito bom para o Brasil. Sim.
sustentável. Enfrentaram, assim, ganharam da Argentina, do México, do Chile também. Foi uma campanha muito boa. E agora, pra novembro também, essa expectativa é com os retornos da Biadade, a Luiz Estefani também, né, voltando dessa lesão. A Laura Pigossi, a Carol Meligiene compondo a equipe também. E pro Canadá, ele provavelmente vai contar com a Top 10, Vitória M. Boco.
Além da Leila Fernandes, que é número 25 no ranking. Que vem despontâneo, inclusive, né? A tendência aqui continua subindo. Está crescendo bastante. E a duplista Gabriela Dabrovski, que é parceira da Luiz e Stefani. Só pedreira, né? De massa, é isso que eu ia falar. Só pedreira. Mas assim, eu acho que o jogo ser aqui no Brasil e ter adversárias desse nível estimulam as nossas tenistas a participarem. Porque a gente até falou que a gente meio que vê os tenistas deixando meio de lado a competição, a ability kick-up, porque...
E aí talvez isso motive elas, né? Assim, jogar em casa com a torcida, contra jogadoras desse nível. Quem sabe, né? Vamos ver. Talvez ali até uma rivalidade saudável da Luísa contra a Gabi. Exatamente. Ali até um pouco mais leve, assim, sem tanto peso em cima delas. Acho que rola. Eu também, tô ansiosa pra ver. Vamos lá. Torcer, né? Pra que elas topem e participem. A gente vai ficando por aqui e voltamos já já pro quarto bloco.
Nós estamos de volta para o quarto e último bloco do MartaCast e vamos falar sobre surf, Fórmula 1 e skate. Vou pedir para meus colegas se apresentarem. Sol. Oi, gente. Eu sou Soraya Carvalho, estudante de jornalismo e bolsista aqui no Coletivo Marta. Oi, gente. Meu nome é Amanda Camargo, sou estudante de jornalismo e voluntária aqui no Coletivo Marta. Oi, gente. Eu sou a Lara Tavares, eu sou estudante de publicidade e propaganda e sou voluntária aqui no Coletivo Marta.
Bom, vamos começar pelo surf. A brasileira Luana Silva foi vice-campeã em Margaret River e vou pedir para a Soraya falar um pouco para a gente. Foi por pouco, Malu, por muito pouquinho que o Brasil não voltou a vencer uma etapa feminina na WSL. Na bateria realizada na noite do último sábado, 25, a nossa Luana Silva acabou ficando como vice-campeonato da etapa de Margaret River. A brasileira perdeu a final para a Coliponiana Lake Peterson por 12,23 a 11,83.
E esse título era esperado, tá? Porque a última brasileira a vencer uma etapa do campeonato foi a Tati. A Tati Weston Webb. Em julho de 2022, lá em Jeffers Bay, na África do Sul.
Então na campanha Em Margareth e a Luana só enfrentou nomes grandes do surf feminino. A octa campeã mundial Stephanie Gilmore. A bicampeã Tyler White. E eu vou abrir um parênteses pra lembrar que ela já tinha eliminado essas duas antes lá na etapa de Bells Beach. Então ela provou no que ela faz e faz de novo. Nas quartas ela pegou a atual campeã mundial a Molly Piccolo. E na semifinal bateu a outra campeã mundial a Caitlyn Sinners. Então assim, só pedreira no caminho e ela foi tirando uma por uma.
A final começou com a Americana saindo na frente, que somou 4,17 na primeira onda da bateria. A Luana respondeu com 5, passou na frente, mas logo depois a Californiana já foi surfando em outra e somou 5,13 para um total de 9,30. A brasileira não se intimidou, foi buscar um 4,7, mas não conseguiu tomar a dianteira e ficou com 9,07.
A Pirisson aumentou o bom nível e com uma ótima onda fez 5.83, melhor nota da final até então, para aumentar para 10.96 e colocar pressão na Luana. A Luana veio, respondeu com uma ótima onda, mas acabou caindo na junção e desperdiçou a oportunidade, ficando só com 3.43, que não resolvia em nada a situação.
Com mais 10 minutos no relógio, a Luana precisava de um 5.96, mas o mar não estava dando boas ondas para surfistas. A gente está sofrendo com isso, inclusive, na WCL. Em Bells Beach, a gente teve esse mesmo problema. Agora, em Margaret Livia, não tivemos tantos problemas quanto na etapa passada, mas ainda assim o mar continua dificultando a situação. E na reta final da bateria, a Luana até conseguiu uma outra grande onda, encaixou uma sequência de três rasgadas, mas caiu de novo na junção.
Apesar do erro, ela conseguiu uma boa nota, ela fez 6,83 e parecia que tava tudo caminhando pro título que a gente queria. Mas, no minuto final, na última onda, a Piracão acabou conseguindo a nota que precisava e com 6,40 ela conquistou o título. Com a campanha, a Luana pulou pra quarta colocação do ranking mundial. E pra mim, sem dúvida, já é o melhor começo de temporada da Luana em quatro anos na WSL. A bicha tá voando.
Ela que é muito jovem, né? Tem 21 anos. Venceu o Mundial Júnior da WSL no ano passado. Isso foi um feito inédito, inclusive. A Luana vencendo pra ser o grande nome. É, meio que uma espécie de sucessora da Tati, né? Isso. Ela vem carregando esse peso de ser a única representante do Brasil, então tudo que tem a ver ali a galera cai em cima dela. Mas ela vem lidando super bem com a pressão e fazendo campanhas maravilhosas.
Sim, me mostrando mesmo que é um nome pra gente ficar de olho de fato. Vamos pra Fórmula 1. A Dorian Penn, ela fez história ao pilotar o carro da Mercedes em Silverstone. E eu vou pedir pra Amanda falar um pouquinho sobre pra gente. É, foi isso mesmo. A francesa Dorian Penn, ela foi campeã da F1 Academy em 2025. E ela alcançou um fente histórico nesse penúltimo sábado, no dia 18 de abril.
no circuito de Silverstone. A jovem se tornou a primeira mulher a pilotar um carro de Fórmula 1 da Mercedes-AMG Petronas da Fórmula 1, marcando a sua estreia ao volante de um modelo da categoria. A Pan guiou o W12, que foi o carro utilizado pelo Lewis Hamilton e pelo Valtteri Bottas na temporada de 2021, o ano em que a equipe conquistou o Mundial de Construtores, enquanto Hamilton e Bottas terminaram na segunda e na terceira colocações no campeonato.
de pilotos de forma respectiva. E durante o teste, que foi realizado no formato TPC, que significa que é um teste realizado com carros, protótipos dos anos anteriores da equipe, a francesa completou 76 voltas. E essa atividade contou também com a presença nos boxes dos atuais titulares da equipe, o George Russell, o Kimi Antonelli, além do chefe da escuderia, o Toto Wolff.
E o teste, ele representa um avanço importante na carreira da pilota e também um momento muito simbólico para a F1 Academy, que foi criada justamente para ampliar essa presença feminina no automobilismo.
e abrir caminhos para as pilotas até a Fórmula 1. Mais do que um marco individual, esse teste também teve um peso coletivo, porque mesmo ele sendo um passo muito pequeno, em um ambiente historicamente dominado por homens, ele foi significativo. E essa presença de uma mulher em um carro da Fórmula 1, ainda que em um teste, representa um avanço, ainda que gradual na inclusão feminina nas categorias de ponta. E além das suas funções como pilota de desenvolvimento da Mercedes,
A pilota integra o programa da Peugeot Sport no Campeonato Mundial de Endorse da FIA e ela também se prepara para disputar as 24 horas de alemãs pela equipe do Kane, Team na classe LMP2.
Muito legal ver as mulheres conquistando um espaço que historicamente foi dominado por homens. E é legal também ver uma campeã da Fórmula 1 Academy vindo para o espaço da Fórmula 1 de fato. Porque tem várias críticas sobre isso, sobre o fato das meninas estarem ali na Fórmula 1 Academy, ganha e não aparecem mais, não voltam ali para poder subir mais um degrau.
E a última mulher que tinha feito um treino livre, na verdade a Pan não fez um treino livre, mas a última mulher que foi de fato para algo oficial da Fórmula 1 foi a Suzy Wolff, que é a diretora da Fórmula 1 Academy. Então é muito legal ver ela construindo, ela que abriu espaço e cavando mais, e a Dorian tem super potencial para chegar lá. Eu acho que...
ao menos na minha opinião pessoal, entre as pilotas da Formula Academy, a Abby e a Durian, são as duas que podem chegar lá e que vêm abrindo mais espaço para as meninas. Então foi algo super bacana. Vamos ficar de olho, né, para ver qual vai ser os próximos passos, se vai render, se não. Bom, agora a gente vai para o skate. As brasileiras Maria Lúcia e Raika Ventura venceram o STU National em Florianópolis. E conta um pouco para a gente, Lara.
É, foi isso mesmo. A terceira etapa do STU National de 2026 aconteceu em Flanianópolis entre os dias 24 e 26 de abril. As esquetistas, tanto na modalidade street quanto na modalidade parque, elas mostraram muita habilidade técnica. Na modalidade street, apesar das três horas de atraso devido à chuva, isso não abalou a Maria Lúcia e ela mostrou seu ótimo desempenho.
Apesar dela ter sofrido uma queda na primeira volta e machucado o quadril, ela se reergueu e não teve outra, né? Ela levou o primeiro lugar com um total de 80,40 pontos e o pódio foi dividido com a Isabela e Ávila e com a Carla Carolina.
Indo para a modalidade de parque, a Raika Ventura, ela se mantém invicta, esse já é o quarto título seguido dela do STU Nationals. Em 2025 ela já tinha levado o título em Porto Seguro e em 2026 ela levou na etapa de Porto Alegre e de Criciúma.
Apesar do começo da sua performance ter mostrado alguns erros, ela também se reergueu e mostrou sua habilidade nas manobras, ela aumentou a dificuldade e assim ela levou o título, ficou em primeiro lugar com um total de 88,66 pontos. O resultado final dessa categoria foi a Raika no primeiro lugar e a Dora Varela ficou em segundo lugar com 85,02 pontos.
E em terceiro ficou a Isadora Pacheco, que ficou com 83,53 pontos. A Raika que vem crescendo nos últimos anos, né? Ela chegou a participar das Olimpíadas de 2024. Não classificou para a final, mas vem despontando, vem melhorando. Só tem 19 anos. E assim, acho que a gente pode ficar de olho como uma possível candidata para as próximas Olimpíadas novamente.
É muito legal ver o skate agora, como ele está representado. A gente pode ficar seguro. Sim, sim. Para fechar o programa, nós vamos passar por um giro das outras notícias de diversas modalidades que estão publicadas no revistamarta.com. A seleção paralímpica brasileira de tênis de mesa brilhou no ITTF World Parafiltre, realizado no Santiago, no Chile, somando nove medalhas de ouro na competição.
Marlene Santos e Daniele Howen se destacaram, ganharam ouro na simples e em duplas em suas classes. Já nos Jogos Sul-Americanos da Juventude, o Brasil ficou fora do pódio no basquete 3-3 feminino. No último sábado, dia 25, a seleção brasileira foi derrotada pela Paraguai na semifinal e mais tarde perdeu para a Argentina por 16 a 11 na disputa da medalha de bronze.
Apesar dos resultados da modalidade, o Brasil fechou os Jogos Sul-Americanos da Juventude Panamá 2026 na liderança do quadro de medalhas. Foram 157 conquistas, 58 ouro, 51 pratas e 48 bronzes. A gente vai terminando o episódio dessa semana. O MartaCast é produzido pelo Coletivo Marta, grupo de pesquisa em comunicação e culturas esportivas ligado ao Departamento de Comunicação Social da UFMG.
Se você quiser saber mais sobre notícias esportivas de modalidades femininas, basta acessar o site revistamarta.com ou nos seguir no Instagram, arroba revistamarta. Você pode nos acompanhar no YouTube e nas plataformas de podcast. E toda quinta-feira, às 10 da noite, o MartaCast vai ao ar também na 104.5 FM, Rádio FMG Educativa, em BH e região metropolitana. Até semana que vem.
Você ouviu na UFMG Educativa MartaCast.