Os Amigossauros: Uma Viagem no Tempo
Nesta aventura totalmente inédita, nossos queridos Amigos Sauros descobrem uma cachoeira mágica que os transporta direto para o nosso tempo. Entre mangas deliciosas e muitas risadas, eles encontram o Professor José e nos ensinam que o respeito e a curiosidade são as maiores aventuras de todas.
Perfeito para animar a viagem do fim de semana, brincar em casa ou acalmar a criançada antes de dormir. O Livro Mágico está aberto!
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Professor José
- O encontro dos Amigossauros com o Professor José Einstein no futuroProfessor José Einstein·máquina do tempo·ano de 2026
- A descoberta de uma cachoeira mágica que transporta os Amigossauros para outro tempoVale do Riso·caverna·piscina de água quente
- A importância do respeito e da curiosidade para a humanidade no presenteser educado·cuidar do lugar onde vivemos·dizer a verdade·respeitar uns aos outros·destruição da natureza
- A criação de um livro pelos Amigossauros para o Professor José Einstein voltar para casalivro·Teoria da Relatividade·viagem no tempo
Os Amigos Sauros, as aventuras de Tico, Bubu, Luna e Fred. A viagem no tempo. No Vale do Riso era mais uma bela manhã ensolarada de sábado, um dia perfeito para se divertir. Os passarinhos cantavam animados. Celebrando o sol, nosso grande astro-rei. As árvores faziam uma sombra gostosa e o barulhinho da água descendo tranquilamente pela cachoeira era o convite que faltava para o mergulho. Enquanto Tico tentava convencer Fred, que não sabia nadar, a entrar na água, Luna voava bem alto.
Brincando com as correntes de ar. De repente, fechava as asas e despencava em direção ao lago em um mergulho veloz. Bubu, como sempre, mastigava alguma coisa. Dessa vez eram musgos verdinhos que brotavam de algumas rochas na água.
Pode vir, Fred, não precisa ter medo. A água está muito mansinha. E tá raso, você consegue tocar os pés no chão.
Ô, Tico, eu não sei nadar. E se eu escorregar? Meus braços são muito pequenos, não consigo me apoiar se eu cair.
É só você não pisar nas pedras, são elas que escorregam. Vem por aqui pela areia, ó.
Tico mergulha a cabeça na água e enfia seu chifre na areia. Tentando trazer um pouco dela para encorajar o amigo e comprovar o terreno.
Tá vendo? É areia! Vem!
Fred toma coragem e começa a entrar na água bem devagar. A água não estava nem muito gelada nem muito quente, estava perfeita. E aquele som da água batendo em seu corpo era gostoso demais. Medo de Fred, foi indo embora.
Ô, essa água tá maravilhosa! Nunca imaginei que fosse tão bom assim!
Luna perguntou do alto, enquanto se preparava para dar mais um mergulho na água.
Fred, você nunca tinha entrado na água antes?
Espirrando água pra todo lado.
Não, não, inclusive eu nunca imaginei que fosse tão legal. Me lembrei até daquela música, se liga só.
Posso ver tão longe, o sol já voltou. Posso ver o caminho, meu medo passou. Nadando e brincando, olhando para o céu. Vai ser um lindo, lindo, lindo dia de sol. É dia de sol, lindo, lindo. Dia de sol. Agora eu sei que a água é legal, já posso brincar, nadar é sensacional. Olha o astro-rei brilhando lá no céu. Vai ser um lindo, lindo, lindo dia de sol. É dia de sol. Vai ser um lindo, lindo, lindo dia de sol. É sunshine day.
Bubu, que estava dançando, balançando a sua cabeça debaixo da cachoeira, Falou para o Zagonel.
gostei, Fred! Mas agora você precisa experimentar essa cachoeira, está uma delícia! Pode vir, Fred, se apoia aqui, ó, no meu pescoço.
O guruja esticou seu pescoço comprido, fazendo uma espécie de corrimão para Fred, que já estava super à vontade na água.
Opa, essas pedras escorregam mesmo, hein?
Fred conseguiu chegar lá e colocou sua cabeça na água que caía da cachoeira.
Oh, isso é muito bom, Bubu!
Tico, que já estava debaixo da cachoeira, resolveu explorar ao redor e achou uma caverna atrás da queda d'água.
Pessoal, olha isso aqui, é uma caverna! Vamos ver onde vai dar?
Bubu esticou o pescoço e confirmou a descoberta do amigo.
Nossa, que caverna grande! Eu topo explorar!
Ei, esperem por mim, disse Luna, passando por debaixo da cachoeira e pousando nas costas de Bubu.
Olha, tem uma piscina ali com água transparente! E tá até saindo fumacinha dela.
Fred se adiantou e entrou rápido na água.
Uau, essa água tá quentinha!
Os amigos também entraram e aproveitaram aquela piscina de água quente.
Que delícia! Isso sim é relaxar de verdade! Verdade! Você não acha, Luna?
Luna?
Não, só mais 5 minutinhos.
Ela também acha, Bubu. Relaxou tanto que até dormiu.
Tico, que mergulhava a cabeça na água, convidou Fred a fazer o mesmo.
Fred, experimenta mergulhar sua cabeça na água.
Coloca o ar pra fora, como se você estivesse assoando o nariz, assim, ó.
Fred observa o amigo com atenção.
Caramba, faz um monte de bolinhas! Deixa eu tentar!
Fred mergulha a cabeça na água e com suas narinas grandes, típicas de um tiranossauro rex, consegue fazer ainda mais bolhas que o amigo.
Legalzão!
Mas aí a gente precisa ir nessa, depois a gente volta aqui. Vamos ver aonde vai dar essa caverna.
Vamos, né?
Quando chegar lá Termino meu cochilo.
Os amigos seguiram pela caverna. Pouco mais à frente, começaram a ouvir um som conhecido: água caindo. Quanto mais avançavam, mais alto ficava o barulho, até que avistaram a saída da caverna e, para surpresa de todos, havia outra cachoeira. Bem diante deles, exatamente como aquela por onde tinham entrado. O Bu se aproximou, esticando seu longo pescoço através da queda d'água para espiar o outro lado.
Amigos, venham ver isso! Parece o mesmo lugar por onde a gente entrou.
Tico, Luna e Fred Atravessaram a cortina de água e se juntaram a Bubu do lado de fora. Os quatro olharam ao redor espantados. O lago, as árvores, as pedras, a cachoeira. Tudo parecia exatamente igual ao lugar de onde tinham partido. Por alguns instantes, ninguém disse nada. Como poderiam ter atravessado toda aquela caverna e voltado ao mesmo lugar? Curioso como sempre, Tico resolveu explorar os arredores para descobrir o que estava acontecendo.
Vamos, amigos, vamos, vamos ver onde estamos!
Vamos, vamos sim! Estou sentindo o cheiro de fruta madura, acho que é manga.
E era mesmo. Logo adiante, encontraram uma mangueira enorme carregada de mangas maduras. Sua copa era tão grande que fazia uma sombra deliciosa. Os amigos passaram um bom tempo se esbaldando com as mangas. Estavam docinhas e muito saborosas, até que de uma luz brilhou atrás de uma moita. Logo depois veio um barulho estranho. Os 4 pararam de comer. Tico ficou atento. Curioso como sempre, correu até a moita para descobrir o que estava acontecendo.
Gente, olha isso!
Os amigos também ficaram surpresos com o que estavam vendo. Era um objeto muito estranho, feito de madeira, com uma grande almofada e outra menor apoiada sobre ela, tudo coberto por tecidos. Parecia macio e confortável, mas nenhum deles jamais tinha visto algo parecido. Enquanto tentavam entender o que era aquilo, ouviram outro barulho vindo da moça. As folhas se De repente, uma figura estranha surgiu por trás dos arbustos. Sua cabeça era coberta por fios brancos finos como algodão, e pedaços de tecido também envolviam seu corpo. A figura, que vinha distraída, deu alguns passos e parou.
Como é bom fazer um xixizinho quando a gente está apertado, hein?
O quê? O quê?
Calma, calma, calma!
Bem diante dela estava um triceratopo e um enorme brontossauro. Seus olhos se arregalaram. Ela também nunca tinha visto nada parecido. Os amigos se olharam. Aquela coisa também sabia falar.
Eu vim em paz, Tico respondeu. Ótimo, nós também somos da paz. Eu sou Tico, é um prazer.
A figura se assustou ainda mais, sem acreditar no que estava vendo.
Dinossauros que falam?
Não é possível!
Fred, que estava terminando de comer sua manga, se junta aos amigos. A figura se desespera.
Socorro! Corram, fujam, salvem suas vidas! O Tiranossauro Rex!
Todos os amigos sauros dão uma grande gargalhada.
Pode ficar calmo, esse é nosso amigo Fred. Informação importante que vai te deixar bem tranquilo: ele é vegetariano. E eu sou Bubu, e você quem é?
Tiranossauro vegetariano. E amigo, só falta ele falar.
E aí, falo sim, sei até cantar. Se liga só: vai ser o lindo, lindo, lindo Dia de sol! É Sunshine Day!
Como assim? De acordo com os meus cálculos, isso não é possível. Devo estar sonhando, ou pior, ter ficado maluco.
Luna, que despertou de seu cochilo, chega dando um rasante e pousa em um galho próximo.
Olha, fizeram novos amigos! Que legal! Eu sou Luna, a pterodáctila. E você, qual o seu nome?
Bem, eu sou José, José Einstein. Sou um ser humano, vivo aqui na Terra, só que no ano de 2026. Sou professor e cientista, então fiz uma máquina do tempo com a minha própria da cama e agora estou aqui conversando com dinossauros. Não é possível, só posso estar delirando. Essa viagem no tempo deve ter mexido com os meus miolos.
Tico, curioso como sempre, segue fazendo perguntas ao visitante.
Mas, Professor José, o que é uma máquina do tempo?
Bem, De acordo com os meus cálculos, estamos agora há 150 milhões de anos atrás, no período Jurássico. Ou seja, para eu chegar aqui, tive que viajar do presente, que é onde eu vivo, para o passado, que são alguns muitos milhões de anos atrás, como se fosse um ontem bem distante, sabe?
Anteontem?
É, um pouco mais. E para eu voltar para casa, tomando como ponto de partida que estamos no período Jurássico, vou ter que viajar para o futuro.
Tipo amanhã?
É, um pouco mais que depois de depois de depois de amanhã.
Luna, que estava prestando atenção no que o professor dizia, voou para um galho mais próximo.
Professor, professor, vê se entendi direito.
Escuta só: o passado ficou para trás, o futuro está na frente, e o tempo que acontece agora é chamado de presente. Ontem foi passado, hoje Hoje é o presente, amanhã é o futuro que espera pela gente. O que eu fiz já é passado e o que eu faço é presente. O que eu ainda vou fazer é o futuro lá na frente. Ontem foi passado, Hoje é um presente, amanhã é um futuro que espera pela gente.
É isso mesmo, Luna, muito bem!
Legal, eu também quero ir para o futuro!
Como é lá?
O futuro para vocês é o presente para mim. É onde está minha casa. E as coisas lá não vão muito bem.
Bubu coloca um cacho de bananas em frente ao visitante.
Com licença! O senhor aceita algumas bananas? Essas são as mais saborosas da região. Experimenta só!
Muito obrigado, Bubu! Estou mesmo com fome.
Mas conta pra gente, professor, o que não vai bem no seu tempo, o presente?
No presente, a Terra é habitada pelos seres humanos, pessoas como eu. Só que às vezes parece que esquecemos algumas coisas simples. Mas muito importantes. Ser educado, cuidar do lugar onde vivemos, dizer a verdade, respeitar uns aos outros. De acordo com os meus cálculos, é como se a gente tivesse esquecido um pouco como é ser amigo de verdade, sabe?
Sei! Nós somos amigos de verdade! Dividimos as folhas mais verdinhas, As frutas, as aventuras. Hoje o Tico me ensinou até a nadar. É muito bom ter amigos aí, hehehe.
Pois é, que inveja. Porque tem mais. No presente, nós também estamos destruindo a natureza.
Tico, Bubu, Luna e Fred arregalam os olhos. Assustados.
Destruindo a natureza?
Mas ela é a casa de vocês!
E dá tudo o que vocês precisam!
Que maluquice, hein? Como é que vocês conseguem fazer isso?
O professor fica sem graça e respira fundo antes de responder.
Derrubando florestas, jogando lixo onde não devemos, poluindo os rios, os oceanos, o ar.
Ele faz uma pequena pausa.
Pensando bem, vocês têm razão. Isso sim é uma maluquice. De acordo com os meus cálculos, é muito melhor ficar aqui com vocês. Não sei nem se quero mais voltar para casa. Vocês são tão legais.
O senhor pode ficar aqui com a gente.
É, Meu avô ia gostar de conhecer o senhor, Professor José.
Eu também adoraria conhecer seu avô, Bubu, mas já está ficando de noite e preciso voltar para casa, para o presente. Lá ainda tenho muito o que fazer.
Ah, que pena!
Mas professor, como o senhor vai fazer para voltar para casa?
O professor José Einstein se deita tranquilamente na cama e puxa o lençol até a barriga, como se estivesse prestes a dormir.
Isso é muito simples. Eu só preciso me deitar na minha cama assim, ó, e começar a ler um livro que nunca tenha lido antes.
Ele ajeita o terceiro e estende a mão para os amigos.
Vocês podem me emprestar um?
Luna olha para Tico. Tico olha para Bubu. Bubu olha para Fred. Ninguém entende nada.
Livro?
Ela inclina a cabeça curiosa.
O que é isso?
O sorriso desaparece do rosto do professor. Ele fica imóvel por um instante. Então arregala os olhos, dá um pulo da cama e coloca as duas mãos na cabeça.
Ah não!
Como é que não calculei isso antes?
Ele começa a andar de um lado para o outro, aflito.
Estamos no tempo dos dinossauros! Os livros ainda não existem!
O professor para, olha para os quatro, olha para a cama. Olha novamente para os 4.
Ah, e agora como é que eu vou voltar para casa?
Ah, mas professor, o que é um livro?
Livro é um objeto quase sempre feito de papel. Papel é uma coisa parecida com essa folha aí, ó, nessa árvore ao seu lado. Nos livros a gente guarda palavras e com elas Podemos guardar informações importantes, contar histórias divertidas ou até mesmo escrever pensamentos capazes de levar você a lugar nenhum e a todos os lugares ao mesmo tempo. Legal!
Então vamos fazer um livro!
O correto seria escrever, Tico. Vocês sabem escrever?
Não, mas o senhor deve saber, né? A gente sabe desenhar e contar história. Aqui a gente desenha assim, ó.
Tico recolhe algumas folhas secas caídas de uma árvore. Depois encontra pequenos frutos vermelhos e os coloca sobre uma pedra. Com a pata, esmaga os frutinhos até que soltem um caldo vermelho, formando uma espécie de tinta. Tico molha a ponta da pata naquela tinta improvisada e começa a desenhar sobre uma das folhas secas. Alguns traços depois, lá estava o seu desenho. O professor José Einstein observa encantado e abre um grande sorriso.
Ótima ideia, Tico!
Agora só preciso de alguma coisa com ponta para poder escrever Bubu, com seu pescoço comprido, tira um galho bem pequeno e pontiagudo lá do alto e mostra para o cientista.
Isto serve!
Perfeito, Bubu, parece um lápis! Agora me contem a história.
Tico, Bubu, Luna e Fred começaram a contar ao Dr. José Einstein a incrível aventura que tinham vivido pouco tempo atrás. Contaram que estavam mergulhando no lago quando descobriram uma passagem escondida atrás da cachoeira. Entraram por uma caverna, atravessaram uma piscina de águas mornas e, seguindo sempre em frente, acabaram saindo por trás de outra cachoeira, no mesmo lago de onde tinham partido. O Dr. José Einstein ouvia tudo com os olhos arregalados.
A cada nova descoberta, ficava ainda mais empolgado. Enquanto os amigossauros contavam a aventura, ele escrevia tudo, folha por folha, sem deixar escapar nenhum detalhe. Quando terminou, juntou as páginas, colocou uma sobre a outra, e amarrou todas elas, formando um grande livro. Faltava apenas a capa.
Exatamente como eu calculei, tudo é relativo.
O cientista pegou a última folha e escreveu com muito cuidado: Teoria da Relatividade, escrito por Tico, Bubu, Luna e Fred. Ele levantou o livro e, orgulhoso, abriu um grande sorriso. Os 4 se entreolharam. Sem saber muito bem como, os Amigosaurus tinham acabado de escrever seu primeiro livro.
Agora só preciso deitar na minha caminha e ler este livro que acabamos de escrever. Um livro novo! Esse é o combustível para viajar no tempo!
Uhuu coloca sobre a cama do viajante uma grande folha de árvore, cuidadosamente dobrada como uma cesta e recheada de frutas.
Professor, preparei um lanchinho pro senhor. Vai que dá fome no caminho. Afinal, são 150 milhões de anos. É uma viagem e tanto!
O professor José Einstein olha para as frutas e abre um largo sorriso.
Ah, muito obrigado, Bubu! Acho que nunca estive tão bem preparado para uma viagem.
Ele se despede dos amigos e se prepara para partir.
Obrigado, amigos! Foi um prazer conhecer vocês. Espero voltar novamente para visitá-los em breve.
Ô professor! Um dia você pode levar a gente, né, pro presente?
O professor dá uma gargalhada.
Excelente ideia, Fred! Tenho certeza que a humanidade irá aprender muito com você.
Mas como, professor? Não vivemos no passado?
Sim, mas também estão vivendo no presente. De acordo com os meus cálculos, tudo é relativo. Até logo, meus amigos! Tchau, tchau!
Professor deita em sua cama e começa a ler o livro. Os amigos acenam com suas patas enquanto a cama do professor vai desaparecendo lentamente.
Boa viagem, professor! Pô, vou ficar com saudade! Pô, gente, ele é legal pra caramba!
Tico se lembrou que eles também precisavam voltar para casa e alertou: Amigos, precisamos ir embora, já está quase ficando de noite e ainda nem sabemos por onde devemos ir.
Bubu estica seu pescoço para enxergar por cima das árvores.
E conclui: Acho que podemos voltar por aqui mesmo. Aquela árvore ali na frente é a mesma que eu comi algumas folhas de manhã.
Os amigos sauros seguiram o caminho de casa, fazendo planos para o dia seguinte, domingo.
Pô, amigos, tive uma ideia! Podemos voltar amanhã, amanhã! É domingo!
Amanhã não vai dar, minha mãe combinou de ir almoçar na casa da minha avó.
E eu também não posso, já marquei com meu avô. Vamos ao Parque da Pedra Torta.
E você, Luna?
Luna, toma aí 5 minutinhos, Fred.
Os amigos caem na gargalhada e seguem juntos pelo vale do rio a caminho de casa, lembrando das aventuras que já viveram, aproveitando cada instante daquele dia e sonhando com todas aquelas aventuras que ainda estavam por vir.
Ai, podemos cantar aquela música assim, ó! O astro rei brilhou lá no céu. Foi um dia lindo, lindo, lindo. Foi um dia de sol, eu gostei. Mas amanhã, amanhã vai ser melhor. É, vai ser melhor. Gostei no passado e no futuro. Futuro.
Vai ser um lindo, lindo, lindo dia de sol. É dia de sol. Vai ser um lindo, lindo, lindo dia de sol. É Sunshine Day.