Episódios de Risco Brasil

#38 | O BRASIL ESTÁ À BEIRA DE UMA CRISE? (com ECONOMISTA SINCERO E FERNANDO ULRICH)

12 de maio de 20261h40min
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O Brasil vive um dos momentos mais difíceis de interpretar dos últimos anos: o real se valorizou, o Ibovespa chegou perto dos 200 mil pontos, o risco Brasil caiu, mas o investidor brasileiro continua fora da bolsa — enquanto a eleição de 2026 esquenta, o governo Lula enfrenta desgaste, o Centrão entra no radar com o caso Banco Master e o mundo tenta entender os impactos da guerra, do petróleo e da euforia com inteligência artificial.Neste episódio do Risco Brasil, Thiago Salomão e Henrique Esteter recebem Economista Sincero e Fernando Ulrich para discutir o cenário político e econômico do Brasil e do mundo.00:00 Intro00:43 Abertura04:23 Publicidade Nomad05:41 Brasil no contexto global — juros, real valorizado e investigação do centrão13:25 Mercado complacente com a guerra?16:33 Reservas estratégicas e adaptação do mercado ao choque de energia19:01 Euforia com IA e Big Techs: IPOs trilionários e a dança das cadeiras27:16 Bolha da internet vs. hoje31:49 Capex bilionário em IA — ROI justifica? Risco de commoditização dos modelos35:45 Agentes de IA e o futuro do conteúdo 46:03 EUA: midterms, Marco Rubio, Trump e a economia americana aquecida53:22 Avaliação do governo Lula 3: impostos, popularidade e erros econômicos1:01:59 Banco Central, Galípulo e juros altos demais1:07:00 Cenário eleitoral: Flávio, Lula, Renan Santos, Zema e Haddad no Polymarket1:26:22 Caso Master, impacto nas eleições e encerramentoFernando Ulrich compara o momento atual da inteligência artificial com a bolha da internet, enquanto Economista Sincero explica por que o governo Lula pode ter sido pego no contrapé pelos juros, inflação e cenário externo.Assista até o fim para entender por que esse pode ser um dos momentos mais complexos para o investidor brasileiro em décadas.Abra sua Conta Internacional na Nomad e ganhe até U$50 de cashback com o código de convidado MMAKERS50: https://link.nomadglobal.com/wIQT/MMAKERS50 (Leia os avisos legais: nomadglobal.com/legal)📌 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder nenhum episódio!📢Apoie o Market Makers e ajude a fortalecer o mercado de capitais no Brasil! Clique no link e torne-se membro do nosso canal por apenas R$7,99 por mês: https://www.youtube.com/channel/UCwZwvDC6f0WhcVTG-3aBUTQ/join📩Entre para nossa newsletter gratuita: https://lp.mmakers.com.br/newsletter_gratuita?xpromo=MI-COMP-YT-DESCRICAO-MM-X📢 Anuncie sua marca no Market Makers: comercial@mmakers.com.br📚Biblioteca Market Makers: https://lp.mmakers.com.br/biblioteca/?xpromo=MI-COMP-YT-DESCRICAO-MM-X- - - - - - - - -ECONOMISTA SINCERO E FERNANDO ULRICH | Risco Brasil #38Apresentadores: Henrique Esteter (apresentador do Risco Brasil) e Thiago Salomão (apresentador do Market MakersConvidados: Economista Sincero e Fernando Ulrich#RISCOBRASIL #BRASIL #ECONOMIA #POLÍTICA #MERCADO #MARKETMAKERS
Assuntos5
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Transcrição248 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Aqui é a casa do povo, povo! A ordem é uma só, senhores. Vamos marchar! Só pra vocês. Popcorn! Eu tratei do tipleco com o Léo uma vez. As coisas amadas, pro Brasil, a fila de mostrar as cores que balançam nosso coração. Tentamos juntos aí, se eu precisar de mim... Temos que desagradar o mercado! Por que que deram benefício pra bilionários? Nós temos o presidente da Câmara, o Dito. Não renunciarei!

Que Deus tenha misericórdia dessa nação. Voto sim. Aqui é o Brasil.

Salve, salve, senhoras e senhores, sejam muito bem-vindos ao episódio 38 do Risco Brasil. E a minha introdução hoje vai ser um pouco diferente porque eu vou começar a cuspir um monte de dados para cima de vocês e vocês vão perceber como a situação está um tanto quanto estranha. E não à toa a gente escolheu receber os convidados que receberemos hoje num dia tão especial com tanta coisa diferente acontecendo. Sendo mais preciso, vamos lá.

Nosso país vive uma situação altamente improvável. O real é uma das moedas mais valorizadas do mundo novamente em 2026. O Ibovespa chegou a beirar os 200 mil pontos pela primeira vez na história, mas perdeu 20 mil em poucas semanas, de forma bem rápida, por sinal. Só que, ao mesmo tempo, a gente viu, nesses últimos dias, o risco Brasil.

o nosso risco país, atingir o menor nível dos últimos seis anos. Em meio a esse cenário curioso, o brasileiro segue deixando a Bolsa. Não só ele, mas o investidor institucional doméstico sacou mais de R$ 36 bilhões em ações ao longo do ano. Quem estava comprando era o gringo, mas parou nas últimas semanas com o retorno do medo da guerra e a fortíssima temporada de resultados nos Estados Unidos.

Para quem olha de fora, essa foto pode até parecer um pouco boa, mas para quem está aqui dentro é estranha. Porque, ao mesmo tempo, temos uma corrida presidencial mais empatada do que nunca. Lula viu derreter uma vantagem que parecia intocável em outubro, mas Flávio Bolsonaro, depois de ficar à frente nas pesquisas por algumas semanas, aparece nas mais recentes perdendo fôlego, como observamos hoje no resultado da futura.

No campo institucional, a crise do Banco Master fez a Polícia Federal chegar a Ciro Nogueira na semana passada. O presidente do PP, um dos maiores partidos do Centrão. Fala-se até em mesada de 300 a 500 mil reais. Tudo isso em meio a um governo que parece temer o que pode vir dos Estados Unidos, que foi a Washington justamente na semana passada para negociar diretamente com os americanos.

um governo que decretou 37 aumentos ou criações de impostos desde 2023 e tem a sua avaliação bem negativa nesse estágio de mandato.

Fora do Brasil e da guerra, a foto é outra. As gigantes de tecnologia americana estão gastando mais de 100% do seu caixa operacional em CAPEX para a inteligência artificial, um valor que nesse ano se aproxima a 1 trilhão de dólares. Junto com os investimentos maciços e os resultados fenomenais nessa temporada de resultados até agora, uma onda de demissões no setor de tecnologia começa a assustar o pessoal do Vale do Silício.

Bom, eu citei aqui um monte de coisa para te provar que esse é talvez um dos momentos mais complexos para o investidor brasileiro lidar com o mercado nos últimos 20 anos. Quatro temas dominam a mesa de hoje e nenhum deles resolve sozinho. Então, para discutir tudo isso comigo e me ajudar a balizar essa conversa de maluco, o cara que está aqui comigo todas as semanas, o fundador, CEO do Market Makers, Thiago Salomão. Salomão, muito boa noite, uma honra mais uma vez tê-lo aqui conosco.

A honra todo a mim, Henrique Steter, sua apresentação já me deixou preocupado, porque esse risco do Brasil vai virar quase que um Game of Thrones, para a gente conseguir abordar tudo. Ainda bem que a gente está com dois convidados de altíssimo nível para conversar com a gente sobre esses assuntos. Mas antes, como não existe almoço grátis, menos podcast grátis, eu quero dar aqui o meu agradecimento.

E falar que esse episódio do Risco Brasil tem o apoio da Nômade, a solução definitiva para quem busca proteger o patrimônio da volatilidade que impere em terras tupiniquins. Em um cenário de incertezas, a diversificação não é apenas uma conveniência de viagem, mas sim uma estratégia de defesa. E com a Nômade, você abre sua conta dos Estados Unidos sem burocracia, garantindo acesso direto ao mercado de capitais norte-americano. Uma forma segura e simples de dolarizar seu patrimônio.

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M-Maker 50, e você vai ter esses 3% de cashback em até 50 dólares. Maravilha, Thiago Salomão. E me diga uma coisa, quem são os nossos convidados de hoje? Ah, nossos convidados dispensam apresentações, mas vamos lá. Um deles é o Charles Vicks, ou vulgo economista sincero, e o outro é o Fernando... Daio...

Ô, Fernando, como é que fala seu sobrenome? Eu não vou mais passar vergonha, cara. Ah, não, não pode, não pode. Corta, corta. Aí, ó, acertei, finalmente. Boa, excelente. Bom, olha, os dois já vieram presencialmente no Market Maker. Foi um papo super legal sobre dinheiro. Um papo bem profundo. Vai ser bem diferente do papo que a gente vai ter hoje, que vai focar muito mais em todos aqueles pontos que você trouxe aí no início da conversa. Mas...

agradecer demais, muito obrigado aos dois que estão aqui, é engraçado, porque a gente assiste tantos vídeos deles, e agora a gente está vendo aquele cenário que a gente está acostumado a ver quando está na sala de casa, vendo os vídeos, a gente está vendo aqui junto com a gente, então, porra, que da hora, prazer demais ter vocês dois aqui conosco. Está parecendo aquele episódio que o Faustão entrava ao vivo com o Gugu, cada um no seu cenário.

Senhores, a gente tem muita coisa para discutir aqui. Eu queria levantar o primeiro assunto. A gente não tem a menor necessidade de seguir ordem geográfica ou exatamente como eu trouxe na nossa abertura. Mas claro que o investidor brasileiro se interessa mais pelo que acontece no Brasil. Depois a gente acaba escorregando lá para fora.

E o momento atual é muito complexo. Em definição política, em definição de política monetária, eu acabei nem trazendo isso na abertura, mas o cenário de política monetária mudou bastante também ao longo desse ano. Expectativa de juros altos por mais tempo, assim como... Na verdade, não mudou, né? Vai ficar como está, esse é o problema. É, é verdade. Acho que a expectativa mudou. A pessoa esperava que ia cortar, mas não vai tão cedo.

E tudo isso em meio a uma crise institucional que agora atinge o centrão, como a gente...

na nossa história, a não ser aquelas das últimas décadas, né, com Lava Jato e também Men Salão. Então eu queria começar...

Buscando entender um contexto geral, qual é a visão de vocês, dado tudo que está rolando no Brasil? Chardão, você com a visão até de fora para dentro, você que está observando as coisas à distância, o Urich que participou do nosso primeiro episódio e volta aqui 37 episódios depois, seria bem legal entender qual é a visão que vocês possuem para o Brasil nesse momento com tanta indefinição acontecendo. Boa noite, meus queridos. Boa noite. Posso começar aí, Urich? Vai embora.

Cara, então, basicamente, acho que o Brasil foi muito afetado por essa questão do cenário do juro. E por mais que eu não goste desse governo, a gente tem que ser justo. Então, ele foi pego no contrapé, ele gastava demais e estava apostando numa possibilidade de uma queda de juro para chegar na hora da eleição, talvez com 12, 11, ou caminhando até para menos, mas podendo falar que estava caindo de forma muito acelerada o juro.

veio a guerra com petróleo a 100 dólares, que já é o preço, que pode até chegar a 150. Você não tem como reduzir o juro, o governo não pode dar essa marretada. Primeiro que o Banco Central é independente, mesmo que não fosse independente, a inflação iria explodir já.

Agora, então, o primeiro ponto é, o governo foi pego no contrapé porque estava contando com algo que não aconteceu. Ele estava contando com uma coisa que provavelmente iria acontecer, mas não aconteceu e que acontece muito no mundo. Então, na questão do juro, a gente foi pego.

no contrapé, e esse ponto da investigação que agora chegou no Centrão, eu não acho que seja algo inocente, né? Porra, cara, olha que baita coincidência. Logo agora que o candidato da oposição apoiado pelo Centrão estava subindo, porra, agora o Centrão foi pego em corrupção. Cara, provavelmente, né, eu não posso acusar ninguém, o Centrão, ele está envolvido com uma porrada de coisa há muito tempo. Agora que decidiram...

pegar os caras que estão na cabeça de toda essa organização, seja do Banco Mais, seja de outros casos. Quem não lembra de político famoso, que eu não vou falar o nome agora, que sustentava a Mante com dinheiro do parlamento lá. Ele até renunciou, ela saiu na capa da Playboy, foi uma história famosa. Então, essa história do Centrão estar envolvido em algo...

provavelmente sempre aconteceu. Agora, você chegar ali, apontar o dedo, pegar, mostrar o caso, quanto recebia, como recebia, logo agora, eu não acho que é uma coincidência, eu acho que é um fato de que provavelmente...

Esse governo, através de algum tipo de ajuda, vai mirar daqui para frente no centrão para desestabilizar. Para encerrar, eu acho que o que promete acontecer é o seguinte. Centrão, você vem comigo? Não, não vou com você, governo. Ah, então beleza, então fica aí. Mas você vai sofrer as consequências. Eu sou até favorável a investigar tudo. Eu estou só olhando de cima e falando. Provavelmente o que aconteceu é que...

O Centrão não quer ir junto, então vai sofrer as consequências. Até onde vai essa consequência? Aí eu não sei.

Sem dúvida, a questão da... A política é jogo sujo e a gente vai acompanhar isso ao longo dos próximos meses, até chegar à eleição. Por isso, eu não acredito que está decidido e que temos favorito, por mais que nas enquetes de pesquisa e até nas casas de apostas ou mercados preditivos apontem agora o favoritismo, a liderança do Flávio Bolsonaro.

Para mim ainda o jogo está aberto e a gente vai ver esse tipo de evento ocorrendo ao longo dos próximos meses. Na questão econômica, o Brasil, se por um lado ele foi pego de surpresa com a guerra alta de petróleo e essa incerteza...

Por outro, ele tem sido beneficiado pela fraqueza do dólar mundo afora, pelo dinheiro estrangeiro que está buscando emergentes, e o Brasil, especialmente por conta da guerra, acabou se destacando, mas por exclusão, foi sobrando, quem é que está melhor na foto ou menos piora, pode sofrer menos, e tem algumas vantagens competitivas, é minerais, é petróleo, que até alta de petróleo prejudica pela inflação, mas favorece pela pauta de exportação.

Então, por essa ótica, o Brasil até foi beneficiado. O dólar está aí, chegando 4,89. No começo do ano, ninguém imaginava que isso pudesse acontecer. E agora, pelo menos, se o petróleo sobe, pelo menos o câmbio caindo pode compensar ou até neutralizar esse efeito na inflação. Agora, a queda de juros...

que ela não estava totalmente contratada, não em velocidade, em direção, sem dúvida, era a queda para o início desse ano. Eu ainda acredito que o Banco Central seguirá reduzindo, mas com mais receio por conta desse choque inflacionário, que é pontual, é por conta da guerra, não é o que a gente teve durante a pandemia, não é o que a gente teve ali até...

com todo o gasto fiscal, os auxílios emergenciais, agora é diferente, mas acaba impactando a inflação, que já vinha alta. A gente fala de inflação que está controlada, mas está estacionando no nível elevado. Ainda está acima de 4%. Então, o Banco Central vai ter bastante trabalho pela frente. Posso trazer uma provocação aqui, Steter? Manda bala. Eu escrevi a minha newsletter...

de hoje, eu fiz um resumo do papo que eu tive semana passada com o Ricardo Kazan, é um sócio aqui do BTG, teve um evento aqui no BTG, é o primeiro painel de ETFs que o BTG fez, o ETF Day, e o Kazan é um dos, sempre que eu queria falar de commodities eu conversava com o Kazan, isso lá na Novos, na Legacy, agora ele está no BTG, e a gente teve um papo e a conclusão do papo, até escrevi na newsletter, né?

O cenário está muito bom para commodities, isso significa que é péssimo para o resto do mundo. E o Kazan trouxe lá algumas estimativas de impactos na sociedade. A gente já está vendo voos sendo cancelados na Europa, foram acho que 2 milhões de pessoas que não voaram nas últimas semanas por falta de as companhias aéreas já tendo que racionar querosene. E...

E ele fez lá uma conta de que a gente tem uns 20 dias de estoque lá na Europa para viajar. Então, os termos racionamento e tudo mais, isso começa a entrar mais em discussão no outro lado do mundo. E eu até fiquei pensando, mas o mercado parece estar calmo demais para esse tipo de notícia. Caramba, a gente está falando de racionamento. O pessoal não vai viajar de avião.

a Copa do Mundo está aí, daqui a pouco os caras vão vir comprar a Copa, o mercado está calmo, até fez um paralelo com a Covid, demorou tanto para a Covid, o pessoal cair a ficha, parece que até o paralelo que ele fez foi que o Estreito de Hormuz está fechado já há uns dois meses, aí parece que a população aprendeu no mundo, não preciso de tudo isso de petróleo, a gente aprendeu a viver, só que é gradualmente até que de repente o impacto ali.

Enfim, isso aí de certa forma está preocupando vocês, como é que vocês estão vendo isso tudo? Eu pareço, é difícil falar que eu sou mais pessimista com o Uri na sala, que é perigoso, mas como é que vocês estão vendo isso daí? Fala aí, Uri, depois eu... Essa fome é indevida, hein? Essa foi indevida, mas vamos lá.

Eu confesso que eu compartilho desse receio. Não pode ser, a gente está no pior conflito com impacto em energia em décadas, o mercado americano, especialmente, fazendo máxima histórica, atrás de máxima histórica. E aqui a gente chegou perto dos 200 mil pontos, agora deu uma retrocedida, ainda assim estamos no patamar elevado na Bolsa brasileira.

É certo que estamos produzindo menos e fornecendo menos petróleo e gás natural para o restante do mundo. Por que isso não impactou de verdade? Tem algumas explicações. A primeira delas...

Apesar de termos Iraque praticamente sem nenhum fornecimento de petróleo, Kuwait também não, a Arábia Saudita está conseguindo desviar boa parte da produção pelo Mar Vermelho. Então tem lá o óleo duto, o gasoduto, e eles estão conseguindo isso com a parte da produção. Emirados Árabes Unidos, uma parte também. Não tanto quanto a Arábia Saudita, houve uma perda, mas estão conseguindo fornecer algo. O Irã, até pouco tempo atrás, antes do bloqueio naval americano,

ao que constava, também estava conseguindo manter o fornecimento. Depois do bloqueio, também não temos certeza o quanto que foi impactado de fato e se o Irã parou de fornecer qualquer coisa ou se está mantendo. Então, além disso, os países estão liberando reservas estratégicas. A notícia que eu acabei de ler aqui na Bloomberg é que na semana passada os americanos liberaram a maior...

reserva, a maior quantidade, maior até do que quando a Rússia invadiu a Ucrânia. Então há uma compensação da perda de petróleo no curtíssimo prazo. E o mercado também se adapta, essa é verdade. A capacidade de mobilização, de adaptação das empresas e também dos consumidores é enorme. Alguns países estão destruindo já a demanda.

economizando e orientando a população para consumir menos petróleo, é ficar mais em casa, evitar voar. Mas a gente vê os produtores americanos, as refinarias agora, aumentando a produção de combustível de aviação. É óbvio, o crack spread, o lucro no refino da querosene aumentou brutalmente. Então as empresas redirecionam os esforços.

para fornecer agora esse combustível. Então o mercado está se adaptando e alguns defeitos do fechamento do estreito ainda não se manifestaram por completo. Aí é questão de defasagem. Por exemplo, alimentos...

que tem a ver com transporte, tem a ver com fertilizantes, que já aumentou, mas não impactou a colheita atual, vai impactar talvez nos próximos meses ou no próximo semestre. Eu ainda acho que teremos um choque de realidade das consequências da guerra no fechamento do Estreito de Ormoço. Então, faço todo esse monólogo para dizer que acho que sim, o mercado está complacente com a situação mundial. Vamos lá, é... Concordo.

Concordo. Acho que quando o Tiago falou a questão de mudanças que a gente está vendo, eu vejo constantemente aqui nos Estados Unidos, a gasolina aqui estava 2,79 o galão, antes da guerra, um pouco antes de começar a guerra. Era o menor preço em cinco anos. Então, o que me parece é que o mundo, finalmente, depois da saída do Covid e depois do início da guerra,

Me parece que agora, no segundo semestre desse ano,

o mundo conseguiria dar uma placada na inflação. Porque para quem não sabe, o problema da inflação não é só no Brasil, é no mundo inteiro. Aqui nos Estados Unidos a inflação estava gigantesca, cada um guardadas em suas proporções. Talvez no Brasil uma inflação alta seja 6%, aqui nos Estados Unidos 3% os caras já estão putos tirando o Biden. Então cada um dentro da sua área de número vai ser grande ou não. Então aqui nos Estados Unidos a coisa estava caminhando para ficar boa. Eu abaixei esse carro a 2,79.

Agora está R$ 4,80 o galão. Na Califórnia, que é o ápice da loucura mundial, está R$ 6 o galão. As pessoas realmente ainda não se tocaram, as pessoas que eu digo mercado, porque o cidadão comum se vira. Tanto que, por exemplo, um dos impactos dessa guerra...

é que no mês passado já teve um aumento muito grande na venda de carros elétricos usados nos Estados Unidos. Então, a população, quando a gasolina estava caindo, pensava, se ferrar, eu não quero carro elétrico, não. Puta, trabalha, na hora de eu viajar, eu tenho que ficar carregando, tenho que parar. Aí, quando ele chega na bomba, vê, pô, seis reais o galão.

Pô, mas eu tenho energia lá em casa com o meu telhado, minha energia é quase grátis. Pô, vou comprar um carro elétrico de novo. Então, isso vai ter um impacto muito grande no comportamento. Mas isso também muda toda hora, porque uma hora a gasolina está cara, outra hora a gasolina está barata, outra hora tem incentivo para comprar Tesla, outra hora tira incentivo para comprar Tesla. Mas a grande questão é que, para resumir aqui...

Por que eu acho que o petróleo está 100 dólares e o mundo não sentiu? Porque é bem da verdade, se eu pegasse a máquina do tempo, por exemplo, a gente estivesse fazendo essa live e eu dissesse, olha, mesmo com o petróleo a 100 dólares, as bolsas vão bater recorde. Vocês iam falar, cara, você está louco, você tem que internar, você não sabe o que você está falando. Por que isso está acontecendo? Cara, por causa da euforia de IA. Então, o mundo é aquela dança das cadeiras.

E está todo mundo dançando feliz da vida. Não tem cadeira para todo mundo, mas cada resultado que sai, porra, Google sobe 13%, Nvidia, porra, você acha que vai ser 2,80 por ação e aí vem 2,95.

cada resultado que você acha que provavelmente vai chegar bem, ele vem maior ainda. Então, eu acho que o mundo está parado. É bem aquele meme de um prédio caindo com umas estacas escrito NVIDIA. Não é só NVIDIA. O mundo está de olho nessas empresas. A gente está vivendo uma euforia tão grande. Todo mundo botando dinheiro na Antropic. Todo mundo botando dinheiro na OpenAI. Todo mundo querendo participar disso.

provavelmente essas empresas nem precisam mais de dinheiro, mas deve ter tanta gente ligando todo dia falando cara, deixa eu botar um bilhão, deixa eu botar 10 bilhões, deixa eu botar 50 bilhões. Então eu acho que o mundo está parado nessa música. Quando que vai parar? Que a galera vai olhar e falar, porra, não tem cadeira. Eu acho que quando sai o primeiro resultado ruim de alguma dessas empresas aí, todo mundo...

querer tentar puxar o tapete ao mesmo tempo. Eu acho que isso pode acontecer. Mas enquanto tivesse euforia, aí eu estava vendo agora o IPO do Elon Musk. A primeira vez que eu vi o IPO do Elon Musk, a notícia era tipo assim, talvez chegue a um trilhão. Depois um trilhão e duzentos, um trilhão e setecentos. Agora eu já vi que, porra, deve chegar a dois trilhões. Ou seja, ninguém está fazendo conta nenhuma. É euforia mesmo. É nesse sentido. E aí a música está tocando. Está tocando. Vai continuar.

E tinha um... Só um... Como a gente ainda não... Eu quero voltar a aprender aqui a colocar o Breaking News aqui embaixo na tela. Porque olha que legal. Enquanto o Charlão estava falando, saiu aqui a notícia. Estados Unidos emprestarão 53 milhões e 300 mil barris da Reserva Estratégica de Petróleo para nove empresas. Lista inclui ExxonMobil, Trafigura e Marathon Petroleum, segundo o Departamento de Energia.

Medida faz parte de uma liberação mais ampla, coordenada pela AIE, de cerca de 400 milhões de barris, para conter a alta dos preços. Então, já os Estados Unidos mexendo nas suas reservas estratégicas para tentar conter o impacto da alta do preço. Então, mas isso é para conter ou é business de você vender logo o teu estoque estratégico para um preço bom enquanto ele está caro? Isso que é a loucura, Charlão, porque para para pensar... ... ...

a curva do petróleo, que é o backwardation, eu não sei os termos ali, mas o petróleo futuro hoje está muito mais baixo que o petróleo à vista. Então, porra, quem tem petróleo, quer vender logo para ganhar, porque quando a guerra acabar, esse petróleo vai valer menos. Não, os caras devem estar pensando, porra, vai que essa guerra acaba, olha o pepino. Mas olha como a história vai mudar, porque se está acabando a reserva estratégica e a guerra não está acabando,

Quem não tem petróleo também vai querer comprar. Então a gente pode ver a junção disso e, porra, para onde vai o petróleo se todo mundo que tem quer vender e quem não tem quer comprar, né? Isso aí pode ir muito para a gente. Eu acho que em cima disso, Salomão, até o ponto que eu ia trazer agora era exatamente a curva do petróleo, né? Porque...

O mercado claramente acreditava que a guerra não ia se estender. Eu acho que por isso que a gente não viu um impacto tão grande. Você olhava para um ano, o petróleo ainda negociava 75, 80 dólares, né? Agora, o negócio está começando a ficar meio estranho, porque, pô, eles estão negociando de maneira bem próxima, depois de tantos ataques, há o quê? Um mês e pouco, quase dois meses, e parece que o negócio não sai do lugar, né? O estreito segue fechado.

e o Charlão comentou a respeito dos resultados lá fora, eu acho que esse é o grande ponto. Eu estava refletindo um pouco mais cedo sobre isso, porque se você tem um cenário global em que provavelmente veremos uma inflação ainda incômoda, com o mercado de crédito privado apertado, você fica quase sem opção para colocar tanto dinheiro que está flutuando por aí há bastante tempo. Você não vai querer investir em bondes, você não vai querer investir em crédito privado.

Sobram duas coisas, mais ou menos. Sobra equities e sobra cripto. Equities, você tem um puta de um tema gigantesco em cima da mesa em que não é uma questão só de futuro. A gente está vendo isso aparecer nos números dessa temporada. Eu olhei um gráfico recentemente, deveria ter trazido aqui, vou trazer talvez no próximo episódio, que é a linha de lucro por ação das empresas, o compilado desse resultado. Ela faz...

uma a curvatura dela começa a aparecer que realmente é um negócio como se fosse exponencial assim ele vem no crescimento aqui e nessa última temporada resultados negócio faz assim então por o cara que tem dinheiro parado que tava saindo Estados Unidos tava preocupado ele olha para o cenário atual ele fala cara vou mandar o dinheiro para o Brasil vou comprar um bebe porra eu vou comprar

PetroRio, sei lá. Essas empresas aqui valem 5 tri, amanhã elas vão valer 7, depois 8. Quando que a gente imaginou ver 3 IPOs como deve acontecer ao longo desse ano de mais de 1 trilhão de dólares? Provavelmente a gente vai ver 3. Talvez um seja até na casa dos 2 tri, como o Charlão colocou. Já estão falando em 2 tri. 2 tri.

É difícil? Porra, como que você não vai... O mundo talvez esteja pegando fogo, assim como a gente viu na pandemia, o mundo estava pegando fogo, mas o cenário para a Equids nos Estados Unidos nunca foi tão bom e há um fomo generalizado, pelo menos essa sensação que eu tenho nesse momento. Normalmente não acaba bem, né? Não sei o que o Uri já acha disso. Não tem como um trilhão, dois trilhões, três trilhões... Não tem como acabar bem, entendeu?

Não que você não possa participar, né? Eu estou participando, mas não vai acabar bem.

Eu estou participando cada vez menos, eu não estou comprando mais nada, estou até reduzindo posição, porque as semelhanças agora com, especialmente a bolha da internet, está cada vez maior, especialmente nessa última semana, nas últimas duas semanas, esse movimento de empresas completamente parabólico. A Intel...

nos últimos 40 dias, subiu mais de 3 vezes. 40 dias. A Micron subiu 150%, a outra, a AMD também, acho que 150, 160. Olha o ETF de semicondutores. É assim, cara.

E a gente, claro que tem realidade, assim como a internet, a IA é uma realidade. As ferramentas são impressionantes, é, assim, fodásticas. O que dá para fazer com isso é surreal. Mas a questão preço, valuation, com a realidade econômica dos negócios, para mim, já descolou.

Mas, como qualquer euforia e momento de bull market, cara, pode subir mais 5, mais 10, mais 15, pode durar mais 3 meses, mais 6, eu não sei. Mas o risco e o retorno está cada vez menos, menos favorável. Para mim, esse é o ponto e concordo com o Chardão. Isso não acaba bem. Não tem como seguir subindo sem parar de forma parabólica. Cara, não dá.

Ulrich, só uma dúvida pessoal aqui que eu tenho e tenho refletido bastante sobre isso, né? Você comentou sobre a época da... Enfim, ali em 2000, né? Da Borea.com, exato. Cara, a sensação que eu tenho, e aí posso estar enganado, por isso que eu quero levantar essa bola, é que tem uma diferença, que é o seguinte. Atualmente a gente vê esse rali nos preços com base em duas coisas. O resultado está vindo das principais empresas de tech.

e você tem realmente uma pauta de oferta de um produto que invariavelmente vai ser demandado de maneira exponencial ao longo dos próximos anos, e que você não tem capacidade de produzir no ritmo em questão. E aí isso está puxando, no fim das contas, são as big techs e as empresas de semicondutores.

Naquela época, você tinha muito sonho, né? Você tinha empresas ali negociando a 100 vezes lucro, 200 vezes lucro, só que você não tinha convicção se esse lucro um dia ia chegar. E eu tenho a sensação dessa vez que o lucro não só está chegando, como está próximo de atingir um nível que a gente nunca viu na história. Me parece ser, de fato, uma concentração de riqueza em poucos nomes. Dessa vez é diferente. Eu tenho a sensação que dessa vez é diferente. Você acha que eu estou muito enganado?

Sim, acho que está. Você entende o que eu quero dizer? Entendo perfeitamente, mas tem uma questão. As empresas de sonho lá da época da internet, o pessoal sempre lembra do pets.com, né? Que não tinha... Era um PowerPoint, levantava dinheiro, não tinha receita, não tinha nada, e estava valendo milhões ou bilhão.

Essas fizeram mais manchete, mas tinha empresas de verdade, empresas com negócios rentáveis, crescendo receita para burro, empresas de hardware, a Cisco. Para mim, a Cisco é a mais simbólica de todas. A Cisco estava subindo para caramba.

tinha lucro, tinha receita, faturamento subindo absurdamente, e quando a coisa começou a corrigir, o pessoal percebeu que, olha, aquilo que estavam projetando de gasto de capex, de infraestrutura, não vai durar, e quando a coisa começou a corrigir, a Cisco foi junto, mesmo tendo o negócio antes muito rentável. Agora, a gente...

Talvez esteja mais em evidência as empresas boas com faturamento e com negócios que estão crescendo, as Antropic, OpenAI, e por isso a gente acha que desta vez é diferente. O que a gente não sabe ainda é os economics finais dessas empresas.

Com tudo que elas estão gastando, subsidiando o uso das ferramentas, dos modelos, tudo, eu não sei como é que essa conta vai ser fechada daqui um ano, daqui dois anos. Tudo que, especialmente a OpenAI, anunciou de intenção de gasto era 1,5 trilhão de dólares em cinco anos, já baixou para metade disso. Eu não sei como é que isso vai parar de pé daqui alguns meses ou anos.

E para mim outra coisa que também é uma grande dúvida, as Big Techs, ou as Hyper Scalers, que sem dúvida estão crescendo para burro, tem faturamento, tem negócio, mas ao mesmo tempo estão gastando uma montanha de dinheiro que jamais se viu na história. A cada...

15 dias, sai uma revisão de quanto elas vão gastar de CAPEX nesse ano. No começo de 2026, era ao redor de 500, 550 bi. Depois aumentaram para 600, depois para 700. Agora já tem estimativa que vai ser perto de 900 ou 1 trilhão de dólares e que vai zerar todo o fluxo de caixa das empresas de big techs, que era o grande atrativo e a justificativa...

para os valuations passados. Pô, são asset lights, rentáveis para caramba, margem bruta nas alturas, geram caixa para cacete, não tomam dívida, pelo contrário, tem um caixa que não para de crescer. Tudo isso está mudando. Tem faturamento novo? Tem. Mas será que esse dinheiro realmente está retornando? Tem um retorno, um ROI positivo, retorno sobre investimento positivo? Tenho minhas sérias dúvidas.

É um outro ponto, eu não sei se todos vocês estão usando IA, eu estou usando, infelizmente, porque eu estou até com olheira de usar IA, você acha que vai ficar mais produtivo, mas são 10, 15 horas por dia essa merda. E aí, no caso do Cloud, todo dia, todo dia sim, três vezes por dia acabam os meus créditos. E eu estou pensando o seguinte, a própria IA está se desenvolvendo, certo? Outras IAs estão se desenvolvendo.

Então, provavelmente, você vai ter uma queda no custo do desenvolvimento de algumas coisas. Porque isso aqui é capitalismo, ninguém vai deixar de brigar. Então, se eu estou gastando, vou dar um bico aqui, mil dólares por mês com IA, para fazer X.

Daqui a pouco vai surgir uma outra IA que talvez seja menos desenvolvida do que a que eu estejo usando hoje, que está crescendo, mas que faça o suficiente para mim e ela vai custar menos. Então, em algum momento, a gente tem que parar para pensar o seguinte, isso vai começar a se desenvolver, é um trabalho mais difícil de você justificar o preço, porque, por exemplo, quando você vende um celular, você consegue me explicar que isso aqui custa mil dólares, mas tem outro de 300 dólares.

quando a gente está falando de um conhecimento desses de IA, que a própria IA se desenvolve, o que eu estou querendo falar é que talvez modelos muito baratos que não sejam tão bons, eles também estão se desenvolvendo. Inclusive, eles vão fazer benchmark com os bons. Então, eu não sei se não pode dar uma mega confusão lá na frente.

de uma não receita esperada. Os caras estão esperando, não, porque nesse modelo a gente vai crescer. Último exemplo aqui, SMS. Eu me recordo lá atrás que as operadoras de telefonia, por exemplo, no Brasil, tinham a receita de SMS e parecia que em 10 anos seria uma receita multibilionária. Chegou o WhatsApp e matou o negócio, você não conseguia mais cobrar tanto. Então, eu não sei se é um troco... É tipo um efeito de psique que você está descrevendo, né, Charlão? Que a gente teve um susto no ano passado ali.

Agora imagina você gastar um trilhão para montar um negócio que vai faturar 10 milhões. Estou dando um bico, porque vai ter uma outra de graça, por exemplo. Ou vocês acham que não vai já surgir um modelo de alguém que vai falar olha, você paga aqui tal coisa, vai ter de graça funcionalidades que para mim servem. Esse é o lance, nem todo mundo quer construir um foguete para ir à lua. De repente você quer um modelinho aqui para fazer uma capa de vídeo. Entendeu?

Eu não quero dar muito spoiler de um episódio que vai ao ar daqui a pouco. Deve ser essa semana. Eu entrevistei um cara chamado Guy Pereumutter. Ele é um cara que investe em Deep Tech. Deep Tech? Deep Tech. O que seria Deep Tech? Deep Tech é aquilo lá que é o mais profundo. Vou dar um exemplo que ele trouxe.

Se você está investindo em uma empresa que pode mudar a proteína que vai curar o câncer, isso é um negócio que pode ser usado em qualquer lugar do mundo. Não tem uma dessa que vai ser no Brasil, uma nos Estados Unidos. É algo que transcende geografias ou população. Então, o Deep Tech é aquilo lá que engloba o mundo todo. Não fica só...

em algo que, ah, isso aqui resolve um problema específico do Brasil, um problema específico dos Estados Unidos. E, puta, é um papo, eu me senti na conversa como eu venho do futuro e vou te contar como é que é, sabe? De tão profundo que foi ali a conversa com ele. E a gente estava falando sobre essa questão das inteligências e tem um outro lado disso aí, viu, Charlão? Porque se você parar para pensar, hoje em dia, tá?

porra, tem muita gente usando o Cloud. Mas se você pegar seis meses atrás, tinha muita gente usando, talvez usava bem mais o chat EPT. E hoje, para alguns, você fica até, porra, mas você está usando o chat EPT ainda, cara? Você não conhece o Cloud? Então você fica, caramba, mas até... Eu conheço gente que nem os dois usam, né? Então acho que a gente já vai começar a ver um pouco desse efeito.

Mas tem tanta gente ainda para entrar nessa... Porque mesmo se for barato, você acha que a receita vai ser grande? E aí a gente pode ver um efeito. Aí também, cagando regra total, porque ninguém consegue acertar essas coisas no futuro. Mas imagina quanto você pagaria para ter mais token do cloud. Porque hoje é o drama da sociedade que usa inteligência artificial. É, meus clouds acabaram. E agora? O que eu faço? Aí fica aquele meme do...

do Pablo Escobar chutando... Mas será que não vai ser, daqui a pouco, não vai ter um modelo, por exemplo, o Google vai pegar e falar, pô, eu sou muito grande, eu tenho receita, deixa eu matar essa galera aqui, tipo, foi com o navegador ou foi com alguma coisa, tudo bem que tem que ter um certo capacity, mas a gente precisa levar em consideração que do momento que a gente descobriu a inteligência artificial, enquanto a gente está aqui na live, ela está se melhorando, e melhorando as próprias capacidades.

Então, eu ainda não sei se uma Apple da vida, daqui a pouco não vai sacar uma... Olha, está aqui a cloud gratuita da Apple e de repente você vai usar o seu próprio computador para o MacBook, que eu estou no MacBook Pro, eu não uso quase nada dele, ele está aqui meio paradão na capacidade dele. Então, eu poderia estar usando a minha capacidade e não a placa da NVIDIA que está lá no servidor.

queimando em algum lugar. Eu não sei se isso vai acontecer. A grande questão é, estamos numa incerteza, né? Para onde o mercado vai. Mas as empresas estão colocando uma certeza nos balanços. Bom, baseado nesse crescimento aqui da Antropic, esse semestre, daqui a três anos, ela vai estar faturando... Aí vem aquelas loucuras lá, né? Entendeu? Eu vejo que o...

Primeiro, é de fato uma tecnologia fantástica, é uma descrição absurda. Eu vejo que é tão fundacional, transformacional como foi a internet. E a gente está no meio dessa corrida para saber qual é o vencedor. A OpenAI já não é mais a líder. A Antropica ultrapassou, talvez, em questão do último mês.

no secundário o valuation da OpenAI já está sofrendo enquanto Antropic é demanda absurda, todo mundo quer entrar e não tem como entrar não sei qual vai ser o catalisador, o que pode acabar descarrilhar tudo não sei

A incerteza é tão grande, mas ao mesmo tempo a oportunidade é tão grande e histórica que eu vejo que uma bolha, excesso, euforia é quase inevitável. É natural, não tem como evitar uma bolha num ambiente, numa tecnologia tão impressionante como essa.

Aí a questão do investidor é calibrar a exposição, achar que vai conseguir escolher o vencedor e vai surfar a ação até o final, cara, é difícil. Aí a OpenAI, ano passado, parecia grande vencedora. Agora, eu quero ver, de repente quando sair o IPO dela, pode ser o momento da correção. Aí que a gente vai ver a verdade. Caramba, eu sou do tempo que a Alex era inteligente, cara, então imagina, né? Até se sacanagem, hoje em dia...

O que é a Alexa na fila do pão, né? Eu vou mandar fazer a camisa já, a bolha de Iá, eu fui. Porque vai estourar, uma hora vai estourar. Eu previ, agora eu previ. Vai dar alguma coisa, mas pode demorar. Mas quem ganhou dinheiro, quem ganhou muito dinheiro com NVID, outras coisas e tal, não é nenhuma recomendação, mas talvez tenha sentido você meio que descascar um pouco isso, né? Você teve mil, dois mil, três mil de...

de lucro, isso aí, entendeu? É que a gente sempre acha que vai muito mais, e às vezes até vai.

A própria NVIDIA, ela foi a grande beneficiada de todas, é a maior empresa, valor de mercado, mas ela está tendo já concorrência. Os GPUs estão sendo, tem uma alternativa que são os TPUs, a própria Antropic está usando bastante TPU também. O que vai ser o resultado final dessa história? Eu não sei, mas está bacana de assistir com moderação, com o seu dinheiro para não fazer besteira.

É isso, e tentar tomar cuidado também para não estar dentro de um setor facilmente desruptado. Acho que esse é o principal ponto. Você saber qual é o vencedor é muito difícil, mas dá para sentir com base no que a gente está entendendo sobre AI, quais são os perdedores. Embora isso já tenha feito preço em muitos setores como o de software, dá para ir... O Chardão falou que a cada, sei lá, duas, três vezes no dia você tem um anúncio de alguma coisa nova.

Aí que talvez possa vir a surpresa que uma coisa muito fora do seu radar aconteça, mas pelo menos por hora dá para ver uma trajetória sendo desenhada e quem está posicionado nesses setores aí que estão para ser desculpitados, tome bastante cuidado. Nossa, só deixa eu trazer um ponto sobre isso, Steter. A gente fez um treinamento sexta-feira com o Léo Dawad, deixar aqui um abração para ele. O Léo, Leonardo Dawad, ele trabalhou no mercado financeiro, ele ainda trabalha um tempão.

Só que é aquele cara super geek, nerdão, que estuda tudo de inteligência artificial. Ele já mexe no cloud desde 2023. Porra, 2023, sei lá, nem sabia que existia o cloud. Mas, enfim, o cara veio aqui no Market Makers e deu um treinamento de mais de quatro horas para todo mundo aqui. A gente passou a tarde toda ali, fritando no cloud, melhorando um monte de coisa. Ganhamos um mês de produtividade em uma tarde. Valeu muito a pena.

Mas eu fiquei brisando no negócio, eu falei, cara, agora uma coisa que era tão minha, que era a produção do conteúdo, escrever as newsletters e tal, a gente começou a treinar vários agentes que, puta, dá para ter um salomão escrevendo em cada lugar. Eu falei, porra, talvez acho que o futuro é você conseguir provar que esse livro aqui foi escrito à mão. Fui eu mesmo, viu? Papel e caneta.

Sei lá, você senta numa Igual tem show de banda de rock Vai ter um cara sentado ali Digitando, aparecendo assim Tipo, caramba, é ele mesmo escrevendo Provavelmente rede social

com proibição de usar IA, a gente deve enxergar nos próximos meses ou anos. Eu converso muito isso com o Fernando. A gente conversou até recentemente sobre isso, porque você tem uma enxurrada de vídeos, por exemplo, no YouTube de IA. E a IA, mais seis meses, você não vai saber se essa live aqui é uma live mesmo. São quatro agentes do Clodid fazendo uma live.

Então acho que pode ser que surja uma rede social que você vai abrir, vai ser humano mesmo, cara. Eu estou com a blusa suja, porra, caiu café, e aí tem um passarinho fazendo barulho, o cara veio cortar a grama na hora, eu reclamo, levanto, porra, o cara me xinga. Acho que talvez a gente caminhe um pouco para isso também, de alguma coisa mais humana, porque a Yala vai tentar ser meio perfeita, né? Bom, um dos mercados está sendo disruptado, né? O mercado...

das produtoras de conteúdo em sites como OnlyFans e tudo mais, porque já existe a inteligência artificial que tem feito ali a alegria de pessoas que assinam ali, né, enfim. Pra golpes, né? O cara se finge de mulher e dá o golpe num senhor de idade. É, mas às vezes nem é o golpe, às vezes é só o cara troca ideia ali, achando que tá falando com uma mulherona lá e, enfim. O Estetro, antes de você fazer o comentário, ó,

quatro dígitos aí, valeu galera, mais de mil pessoas vendo aí a live, mas porra, só 290 likes, dá 4 para 1 aí, vamos apertar o dedo aí no like do vídeo, o Gabriel eu adoro os comentários do Risco Brasil, cara, muito bom, o Gabriel falou, Salomão tá sabendo legal, cara, eu sou muito estudioso, eu leio de tudo, então, é só por isso que eu sei, viu, aliás, um beijo Fernanda, minha esposa que tá vendo a live, não liga pro Gabriel não.

Fala aí, Steter. Boa, boa. Tem que estar inteirado do que está acontecendo por aí. Não precisa ser consumidor de qualquer tipo de conteúdo, digamos. Lógico que não. Senhores, eu queria só avançar um pouco. Já que a gente migrou para AI, claro que o tema está mais em Estados Unidos. E a gente falou brevemente sobre as dúvidas em relação à guerra. Eu notei, ao longo das últimas semanas, alguns movimentos curiosos acontecendo em termos de expectativa.

Primeiro, a economia aparentemente voltou a reacelerar, ainda que de maneira leve nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, você tem algumas coisas que começam a mudar o que a gente via no começo do ano.

Por conta das midterms, muita gente achou que o Trump fosse pesar menos a mão na guerra. Só que ela continua avançando e os dados do Polimarket começam a mostrar que a chance dos republicanos perderem a Câmara e o Senado estão diminuindo. Estava dado no começo do ano que os democratas iam levar e o negócio está começando...

reverter sem muita explicação óbvia. E aí tem até outras coisas acontecendo também, como a expectativa que o Marco Rubio vai ser o indicado pelos republicanos à presidência em 2028. O que eu quero dizer é que nos Estados Unidos as expectativas para diferentes coisas estão se alterando muito rápido. E com base nisso eu queria entender o que vocês têm enxergado em relação à economia americana e o ambiente político atual. Claro que aí, Charlão, você sente no dia a dia conversando com um monte de gente ao seu redor.

Mas os dados também falam muito. Embora a gente tenha essa dúvida em relação ao preço dos combustíveis e o impacto inflacionário nos alimentos, que acabam pesando bastante do ponto de vista político e econômico, esses outros dados alternativos começam a mostrar uma melhora do governo por alguma razão. Qual a explicação que vocês têm enxergado em relação a essas variáveis que têm se alterado bastante? Pode começar aí, Fernando.

Pô, eu ia falar a mesma coisa, vai lá. É, então, eu vou falar em relação ao Rubio. Eu estava olhando hoje no Cauchy, o Cauchy, né? Que ele está com 30% de chance de ser um indicado e isso movimenta um pouco. E eu acho que pode ser até uma boa para o Brasil. Acho que tem candidatos muito piores do que ele, entendeu? É um cara que me parece moderado dentro da possibilidade dos outros candidatos. Não é um cara que eu não gosto.

Em relação aos republicanos, sim, eu também estava vendo esse número hoje de manhã, porque chamou muita atenção, o pessoal falando, mas os republicanos estão virando, estão com uma possibilidade maior. Podem ter motivos internos da política americana?

Eu acho que o Trump, sim, pegou muito pesado em relação à guerra, mas não foi só a guerra. Eu acho que parte do movimento dele se desintegrou. Óbvio que tem muitos caras loucos, que nem o Tucker Carlson, que virou quase um nazi. Tem gente que está se perdendo. Acho que o movimento foi se esfacelando. E com aquela história toda de tarifaço, briga com a Europa e algumas questões que as pessoas não entendem,

ele realmente começou a perder popularidade e arrastar um pouco os republicanos. O que pode ajudar em parte? Que o outro lado é muito ruim. Então, por exemplo, quando a gente estava aqui conversando que o Brasil, o dólar está caindo, a gente consegue investimento para cacete. Pô, parte desse entendimento não tem nada a ver com o Brasil. Tem quando você olha para o restante do mundo. Você pega lá os BRICS, tudo esfacelado. Rússia em guerra.

Pô, a Turquia que não fazia a par dos BRICS, mas era um local que poderia atrair capital. Tem agora uma ditadura quase clara. África do Sul praticamente em guerra civil. Então, você começa a olhar o mundo, o cara fala, bom, eu tenho aqui 100 bilhões para investir. Onde eu coloco o dinheiro? Aí você, por eliminação, fala, porra, o Brasil parece legal. Aí você vai colocar o dinheiro no Brasil. Então, aqui nos Estados Unidos, acho que parte da explicação...

É que deve ter gente que não gosta do Trump, dentro dos próprios republicanos, apesar de que a popularidade dele é muito alta ainda. Mas é o sujeito, olha, como é que está fora daqui da minha bolha? Aí ele vê o Mandan em Nova York. Aí fala, não, não, eu não gosto do Trump, mas, porra, cara, imagina isso aqui no meu estado. Pô, o cara subindo imposto pra caramba, indo na frente da casa de milionário e bilionário, falando, olha, aqui... E aí

Aqui é a casa do fulano. O fulano tem uma empresa. Ele tem um apartamento que ele não usa. Não queremos gente assim na cidade. Ele fala, não, peraí, queremos sim. Queremos sim. Cala a boca, cara. Seria muito bom. E aí a Citadel está cortando investimento em Nova York. Tem várias empresas. Eu estive em Miami semana passada.

Cara, é um canteiro de obras, é um canteiro de obras, sabe? O negócio está crescendo muito, as empresas estão indo para lá. Eu vi agora, parece que o Goldman Sachs vai fazer um desinvestimento em Nova York, vai para outros estados. Então, acho que o americano também olha e fala, pô, eu não gosto.

tanto assim de algumas políticas do Trump, mas quando eu olho para fora, é um cenário meio 6 dólares de combustível na Califórnia, porque tem muito imposto estadual, aqui na Flórida é muito mais barato, apesar de que eu estou quase indo em manifestação já para reclamar do... Aqui nos Estados Unidos tem tipo o IPTU, que é 1,5 ao ano.

E eu estou quase virando comunista, porque um e meio ano na minha casa é dinheiro pra caramba. Então, já estão discutindo cortar esse imposto aqui na Flórida, que seria ótimo para o Estado, porque viria mais gente para cá. Então, acho que pode ter um pouco a ver com esse cenário de olhar para fora e falar, caramba, está muito pior, deixa eu fechar a janela e ficar aqui dentro mesmo.

Tem um dado importante nessa percepção de que a economia americana pode estar reaquecendo, ainda aquecida. Eu preciso voltar para a questão de AI, porque até nisso, inteligência artificial está tendo impacto. Macroeconomicamente, o investimento em data centers, produção de chips, tudo e...

e toda a infra necessária para preencher todo o potencial de AI, está tendo impactos relevantes na atividade econômica. E leva a algumas situações curiosas, como, por exemplo, tem alguns indicadores de confiança do consumidor e sentimento consumidor, que é um divulgado pela Universidade do Michigan, que está na mínima histórica. E, ao mesmo tempo, a economia segue forte em alguns... Pior que a pandemia, né? Mínima histórica pior do que a pandemia, por sinal. Pior que a pandemia. Pior que a pandemia.

E porque realmente é um nível boçal. A gente fala de quase um trilhão de dólares de capex, é muita coisa. O PIB brasileiro é cerca de dois trilhões de dólares, um pouquinho mais. Apenas capex de AI vai ser quase um trilhão. Então é claro que isso tem um impacto relevante na atividade econômica. No primeiro semestre, aliás, no ano passado...

já se estimava que AI tinha sido responsável por evitar uma recessão da economia americana. Esse ano estão gastando, acho que vai ser o dobro do ano passado, então imagino que isso vai manter uma sobrevida também para o PIB americano, e isso, claro, favorece o incumbente, favorece o Trump.

Perfeito. Salomão, você quer comentar mais alguma coisa sobre Estados Unidos? Eu queria trazer o papo aqui para o Brasil, jogar polimark. Bora para o Brasil. Cara, eu estou com uma dificuldade de... Eu tenho que fechar o chat. Cara, é muito bom esse chat do Risco Brasil. Uma galera engraçada. Até um cara fez um comentário útil aqui, o Wesley Soares. Falou do vídeo que o Urich fez com o Fábio Akita. Que usou o modelo para gerar o podcast dele. Que é um...

Resumo das notícias de tecnologia da semana. É bom isso aí, Urius?

Cara, é muito bacana. O Fábio, na bolha de tecnologia, é um cara muito conhecido, e a gente gravou essa conversa já tem mais de um mês, eu acho. Tá com 300 mil visualizações, tá muito legal. E ele é um cara que usa e testa há bastante tempo, e agora ele criou isso. Tem muitas ferramentas de AI que ele tá usando, mas ele tá criando um podcast com agentes. Então, o podcast cria...

todo o roteiro e faz o podcast, tem dois personagens criados por AI e faz, ele produz o podcast em formato conversa, mas é tudo por AI, como se fosse duas pessoas conversando sobre temas específicos, é incrível. Odiei ele.

Eu não conheço assim, cara. Salomão, eu conversei essa semana, no fim de semana com o Charles, cara, a gente tá sendo disruptado por esse negócio, cara, não sei o que eu vou fazer, velho. É, cara, eu brinquei com o Onifé, mas a gente vai ser disruptado antes que as moças lá. Eu tô aprendendo a cortar grama aqui nos Estados Unidos. Enquanto não chega um robô chinês. É, vai ter isso ainda.

Eu confesso que eu não conheço ele também, mas eu vi o nome dele passando no Twitter essa semana, e eu joguei no YouTube pra dar uma olhada, apareceu logo de cara lá um podcast que, se não me engano, ele fez no Flow, recentemente. É, ele fez três semanas atrás. Tinha, acho que cinco, seis horas o episódio, tinha, sei lá, 500 mil visualizações. É, quatro horas e 44 horas, realmente. Ele parece um anime, né? A feição dele, um japonês, parece um anime mesmo, com...

Vocês têm que chamar ele aí, é um cara bacana para pagar bastante para as contas de tech. Vou já consumir aqui. Legal, já está separado aqui. Esse tipo de conteúdo o Salomão realmente consome. Senhores, vamos entrar aqui em Brasil rapidinho para a gente não perder o fio da minhada. Lembrando que, enfim, temos aí 1.200 pessoas quase ao vivo. Não se esqueçam de deixar o like toda segunda-feira. Risco Brasil aqui às 18 horas, trazendo os principais nomes do mercado. Mas, quando a gente olha para cá,

estamos à beira do fim do governo Lula. Pelo menos o terceiro mandato pode ser que venha o quarto. Ou não, né? Ou não. Lula 3, com certeza. Lula 3, com certeza. Primeiro, eu queria saber o que vocês têm... Qual que é a avaliação de vocês em relação ao Lula 3? O que vocês acharam? Eu tenho muita dificuldade de responder essa pergunta quando me questionam a respeito. Para trazer argumentos que sejam... ... ...

favoráveis ao presidente quando quando eu coloco na conta principalmente o ponto de vista de produtividade esse tipo de assunto que quando a gente aprende nas aulas de economia são os que realmente justificam um crescimento econômico desenvolvimento daquela população beleza realmente aumentou a distribuição coisas que a gente já imaginava que seria feito mas em termos de produtividade me parece que não foi feito muita coisa

A avaliação de vocês é negativa em relação a esse mandato? E qual que é a opinião de vocês já emendando para o que nós veremos daqui até o fim do ano? O que vocês estão esperando do ponto de vista político barra econômico? Quem quiser começar... Eu posso falar mal, o Fernando fala bem do governo. A gente fala essa dobradinha. Fica ótimo. Se eu falo mal, o Fernando defende. É meio que ele já faz nos vídeos, mas tudo bem.

Esse governo, eu acho que ele jamais imaginou o Lula, jamais imaginou, senão ele nem estaria aí, né? Que fosse chegar nessa reta final dessa forma, porque ninguém faz isso propositalmente, né? Então, acho que o que o Lula pensou? Eu vou entrar, por causa daquela história do 8 de janeiro, goste você ou não, o Lula teve um ano de muita tranquilidade, porque foi um momento que se a gente parar para pensar, naquele primeiro ano, é...

pegava até meio mal você criticar o governo, acho que a mídia, todo mundo, ninguém bateu muito, foi um momento muito tranquilo, e o Lula não soube aproveitar isso. Ele pegou e focou muito na questão do aumento dos impostos, e isso acho que está totalmente relacionado com essa corrosão da popularidade dele, porque se você parar para pensar, o brasileiro já não aguentava mais antes do Lula, e aí o Lula entrou...

Foram 23 impostos, 23 aumentos ou criações de impostos em três anos, 27. Ou seja, toda a sociedade foi atingida. As meninas que podiam comprar pela primeira vez um blazerzinho na Shopee e trabalhar mais arrumadinhas, já não podiam mais comprar, porque o negócio ficou mais do que o dobro.

para você comprar. Então, acho que o Lula imaginou que ele fosse pegar um cenário meio que eterno, eu vou voltar para o governo, depois eu coloco qualquer um, e ele tomou medidas principalmente na área econômica, e a economia é a área mais importante do governo, não é saúde, educação, segurança, nada disso, porque sem dinheiro você não faz o resto, não adianta você botar o melhor ministro da saúde, e aí o cara não tem dinheiro para fazer nada. E acho que ele tomou tantas medidas erradas, achando que a coisa ia dar certo.

E agora você não tem mais tanto espaço, porque muitas medidas econômicas, você tem um delay, né? Tipo, ah, eu vou tomar a medida agora, em um ano e meio vai dar resultado. Pô, eu vou tomar a medida agora, em seis meses vai dar resultado. O próprio desenrola 2.0, você vai pegar aí as notícias, as pessoas estão meio perdidas, ah, não sei como pega, pô, o banco não me deu um negócio, ah, o meu está falhando aqui. Por quê? Porque o governo está querendo fazer qualquer medida grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit

para que a popularidade aumente, e você tem realmente esse deleito. Então, acho que o governo apostou num juro elevado, para cair depois e não estar conseguindo, e num endividamento muito grande do Estado, que ninguém liga, esse é um problema nosso aqui, da elite, vamos dizer assim, eu estou preocupado, vocês estão preocupados, que a dívida vai chegar a 80%, 90%, mas, cara, para 99% da população...

que se foda a dívida chegar a 90% do PIB, 110% do PIB, isso não muda nada na vida imediata da pessoa. E foi nisso que ele apostou. Eu posso aumentar a dívida, eu posso fazer tudo, desde que eu melhore um pouco as condições de vida das pessoas. Só que quando você aumenta muito os tributos, os impostos, e cria um ambiente meio tóxico do Estado, cara, as pessoas sentem na ponta. Então, para encerrar, eu acho que as medidas econômicas foram, assim, péssimas.

pelo menos que a gente está vendo, porque você vai falar na mídia, o Lula parece que o Brasil está na melhor fase econômica da história, mas as medidas econômicas foram muito ruins, aliado aí sim a, por exemplo, uma sensação de insegurança, nos últimos 10 anos, milícia, tráfico, tudo isso, eles acabaram tomando partes inteiras de estados, isso também faz parte, então você anda aí, e as pessoas jogam muito isso no governo federal.

Se você sair agora na Paulista, eu te garanto, pode fazer esse teste aí. Pode fazer esse teste. Sai agora na Paulista, pega seu celular e fica sacudindo assim para ver se não vão te assaltar. Eu não vou te dar nada, não. Mas faz esse teste só para provar que eu estou certo. Vão te assaltar, cara. Então, a gente chegou num ponto que é certeza que você vai ser assaltado, que vão te queimar se você instalar a internet na área da milícia. Então, eu acho que isso tudo foi corroendo.

E o Lula não está conseguindo virar esse jogo agora. Talvez consiga com o IA, consiga com uma campanha muito suja nisso. O PT virou o jogo com a Marina Silva em 2014, fazendo um anúncio preto e branco, sumindo a comida da mesa das pessoas. E funcionou. Então os caras sabem fazer isso. Não sei o que vai acontecer, mas basicamente foram medidas muito erradas.

É, eu vou ter que aprofundar aí as críticas, porque, de fato... Não vai defender, Fernando? Acho que você foi até... Acho que você vai apertar o 13 aí em outubro, mas tudo bem. Não, vou fazer... Olha, cara, Fernando, se continuar o juro 14,50 Selic, porra, fazer o...

Cara, mas vamos lá. Realmente, a questão da segurança pública é tão evidente que eu não vou me focar, concordo plenamente. Eu vejo muito pela ótica, claro, econômica, macroeconômica, políticas públicas e...

A minha expectativa é que seria um governo desastroso nesses quesitos e tem sido um governo desastroso. A minha expectativa era um populismo macroeconômico, é mais gasto, gasto é vida. E, especialmente em 2023, foi um déficit primário sem a menor necessidade de gastar tanto naquele ano. Foi realmente para mostrar que a gente veio para fazer a popularidade ao máximo.

sem nenhuma política realmente de Estado. Isso não é apenas Lula 3. Olha Lula 1, 2, Dilma 1, Dilma 2. A nossa educação está sucateada há tanto tempo. A gente só forma militante, semi-analfabeto. Quando a gente compara com outros países, como China, por exemplo, que já passou o Piper Capita do Brasil...

Cara, isso é o que condena o nosso crescimento para as próximas décadas. Corrigir a educação é fundamental e nunca foi feito nada de verdade com relação a isso. No fiscal, era para estourar. Estão estourando. E o que a gente viu ali no arcabouço fiscal que foi aprovado no governo...

Foi um mero band-aid, um paliativo, eu digo que é um empréstimo ponte, é um bridge loan para conseguir ir até as próximas eleições, mas não é um programa de responsabilidade fiscal, pelo contrário, é para inglês ver, para não desarranjar para o completo o orçamento público, mas não evita o crescimento da dívida, como a gente vê, não para de subir, e sem nem perspectiva de estabilizar, isso pressiona juros para cima.

O que talvez tenha me surpreendido positivamente não é o governo, mas sim a reação que teve mercado, opinião pública, que foi um contrapeso importante, tanto é que lá no final de 2024, quando o câmbio espanou para mais de R$ 6,00,

houve algum freio, houve alguma contenção de despesa a contragosto de Haddad e Lula e evitou um cenário pior. E aí, nos últimos meses, o câmbio vem caindo dessa magnitude, não é por causa do governo, é apesar do governo, é porque o cenário externo está muito favorável para a gente, a gente está surfando essa onda, e aí que vem o que para mim sim foi uma surpresa positiva, não esperava, Banco Central.

A nomeação do Galípolo, e acho que agora já tem praticamente oito dos nove diretores do Copom nomeados pela administração Lula, eu tinha uma expectativa que seria um Banco Central mais leniente, mais propenso a derrubar os juros antes da hora para ajudar o governo, e não vimos isso. Pelo contrário, eu hoje até já criticaria o Galípolo por estar apertando juros demais.

E não o contrário. Esses economistas de esquerda que não gostam de cortar os juros, né? Então, Fernando, mas não pode ter sido um pouco de uma mistura da guerra com essa questão de, pô, vamos segurar um pouco o câmbio, porque isso mexe demais da inflação de alimento e a galera está sentindo demais o peso do café custando caro, tudo custando caro, então...

Nesse momento, sim. Eu acho que nesse momento, a última decisão e o ambiente atual, sim. Acho que a guerra teve um impacto mais relevante de todos. Mas acho que a própria trajetória de levar a Selic para 15%, isso é condução do Banco Central e, na minha humilde opinião, desnecessário. Foi um aperto de juros que, além da dose necessária para o que a gente precisava. É que, no caso do Galípolo, ele estava precisando do...

comprar uma credibilidade que o mercado não dava para ele. Então, acho que não sei o quanto isso vai pesar lá no futuro, mas ele foi prudente. A gente não pode questionar isso. Veio um superchat, mandaram cinco... Qual é a moeda que a gente usa? Que é cinco Temer, cinco Lulis, cinco... Por enquanto, acho que é Lulis.

Cinco Lules aqui mandaram... Puta, aqui eu perdi o superchat, mas o cara falou sobre o Renan. Deve ser o Renan Santos, né? Ele criticou aqui, ele falou que o Flávio Lula e o STF estão juntos nessa eleição para mudar o país somente Renan Santos, presidente. Somente Renan Santos. E como é que vocês enxergam esse... Pô, está todo mundo falando de Flávio Lula, Flávio Lula, Flávio Lula. Vocês conseguem enxergar um espaço para uma surpresa? O Renan Santos está aí, pô...

Eu acho que ele tem sido um fenômeno, pelo menos, se você comparar as métricas de audiência dos podcasts de política, cara, ele está dando... Ele já veio aqui, o papo com ele é muito bom, o cara com uma cabeça boa, mas a audiência que tem dado, acho que foi na sequência, o Zema, o Renan e mais um outro candidato foi em algum podcast político.

Renan deu de lavada, assim, né? Foi em audiência. O quanto isso representa em voto? Não sei. Eu posso começar. Eu posso começar nessa resposta. Sem dúvida que o Renan é um cara muito articulado. Fala bem. Diria que tem ótimas propostas. Eu vi algumas, acho que foi uma recente na CNN. Pô, falou muito bem.

E em termos de agenda de governo, acho que seria uma agenda muito pró-mercado, pró-crescimento, seria ótimo para o Brasil. Agora, politicamente, eleitoralmente, é viável? Eu tenho sérias dúvidas, porque acredito que...

O Renan Santos, MBL, Kim Kataguiri, entre outros membros, eles, claro que são oposição à esquerda, ou mais à extrema esquerda, mas eles conseguiram, nos últimos anos, antagonizar também muita gente da direita, muita gente conservadora, tem uma rejeição grande ao MBL, e vejo que eles carregam essa bagagem que pode impedir de ter um apoio maior da direita.

da oposição ao atual governo. Então, eu não vejo sendo uma surpresa viável a ponto de fazer um segundo turno, por exemplo, acho que não seria possível. Vejo que tem muita gente com uma rejeição enorme com relação a eles, especialmente por posições mais autoritárias que eles defenderam durante a pandemia.

posições contra até liberdade de expressão, às vezes posicionando a favor de censura ou até do inquérito das fake news do STF. Acho que aí pegou muita gente à direita que não concorda com isso e, portanto, vejo pouco apoio.

da direita para MBL e Renan Santos. O Zema, pô, acho fantástico, concordo, acho que talvez seja o candidato que eu mais gostaria que estivesse à frente do governo, mas não vejo que ele tenha a visibilidade nacional que hoje tem o Flávio Bolsonaro. E aí, Charlão, quer opinar nesse tema também? É que primeiro eu não sei se vai ser o Lula. Você colocou, ah, tem o Flávio e o Lula. Eu não comprei essa ainda não, tá? Eu acho que esse... Tchau, tchau.

Aquele esquema da Janja filmando ele lá, nossa, pô, ele está maravilhoso, ele está com muita energia, o Lula faz flexão, faz isso aqui, pô, 80 anos de idade, pô, eu com 48, hoje acordei, estava difícil levantar, o cara com 80 vai ficar fazendo academia, fazendo tudo, então, eu acho que ainda existe essa possibilidade, não tão remota assim.

E aí pode até ser muito bom para o Renan, uma saída dessa, alguma coisa. Apesar de que eu concordo com o Uris que o Renan poderia abarcar muito mais público da direita do que da esquerda. Eu não sei se as pessoas que eu conheço de esquerda votariam nele, mas as pessoas que eu conheço de direita, a depender de um posicionamento dele, poderiam sim migrar para ele, mas talvez ele mesmo afaste essas pessoas, não dando a possibilidade de elas conhecerem o discurso dele.

Mas o Lula, eu não sei se ele vai concorrer, não. Se ele chegar... Chegou um superchat aqui, ó. Renan conseguiu o impeachment da Dilma, organizou as maiores manifestações da direita, estão pautando os principais assuntos da mídia. Só não vota quem não tem, quem não conhece as propostas. Flávio não tem propostas. Superchat, mandaram 10 Lules. Continue mandando aí, galera. Vai mandando, né? Mas, ô Charles...

Pô, como opinião dessa, só tenho uma pergunta pra te fazer. Quantos lotes de call de Bovespa, EWZ, você tem na carteira pra... Então, mas o meu medo é o seguinte, se o Lula indica uma chapa Dino Haddad, porra, meu irmão, é como pra dólar. Não tem... Ah, mas o Dino não pode ser, porque aí se ele sair, ele não volta, que é Brasil, cara, não tem isso de não pode ser, cara. Não tem isso de... Mas quando...

Qual chance você vê da esquerda ganhar sem o Lula? O Dino Haddad, você acha que... Cara, é Brasil. O Dino é um cara extremamente competitivo. O Haddad não é tão competitivo assim. Por isso que eu acho que não colocaram.

Mas eu acho que não dá para a gente, de forma alguma, menosprezar o jogo político, de pegar um cara na reta final, lançar alguma bomba política da pessoa. Assim, não dá para cravar nem quem serão ainda os candidatos na reta final. E eu acho que isso é um fenômeno quase que mundial. Basta a gente ver o que aconteceu aqui nos Estados Unidos. Na reta final, tiraram o Biden, que nitidamente ele não tinha condições desde o início.

Tiraram o Biden e botaram a Kamala. E eu não sei se no Brasil, faltando um mês, dois, não podem fazer alguma mexida de um lado ou de outro também. Eu acho que vai todo mundo ficar caminhando e aí, dependendo do que acontecer, vão mudar. Tanto que eu acho que a direita, com essa história de vários candidatos, também pode ser um fenômeno desse. Tipo, você vai com Flávio, Caiado e Zema. Porque se chegar na reta final...

Um desses caras, inclusive o próprio Flávio, foi acusado de alguma coisa ou virou ineligível, você tem, opa, mas a gente tem aqui o caiado, a gente tem aqui o outro, porque se você não tiver ninguém, que é o que aconteceu aqui nos Estados Unidos. O Trump não era o franco, o favorito, tinha uma certa competitividade com o Biden. E aí quando o Biden fez aquele debate lá...

que foi tão surreal que o próprio Trump nem debochou o que ele fez certo, porque ali ele ganhou muito voto também, porque foi tão surreal que ele não debochou. E aí quem os democratas tinham? A Kamala, que, cara, ninguém gosta da Kamala aqui, nem os democratas, então, nem o próprio Obama, que meio que ajudou e tal. Então, acho que chegando na reta final, você também tem que ter...

Eu acho que a direita e a esquerda daqui para frente vão trabalhar um pouco melhor isso. Porque imagina a reta final faltando um mês, um escândalo, prisão, recebeu esse dinheiro, recebeu aquele dinheiro e me parece que todos os políticos têm.

um tetinho de vidro. A questão é se querem ou não mostrar isso, pegar isso. Então, eu não sei se vai ser o Lula. O jogo é bruto. O sistema é bruto. É, porra. Eu ia comentar, eu tava vendo ontem ou anteontem uma entrevista do Trump de quase um ano atrás que eu não tinha visto com aquele cara que fica aí nos Estados Unidos, Charlam, eu esqueci o nome dele, ele é meio comediante. Tem meio que um mullet, assim, não sei se é do Texas, sei lá, Tom, Tim, alguma coisa. Não me recordo o nome dele.

Oi? Tem um pool? Acho que não, mas daqui a pouco eu relembro aqui e passo pra vocês. Mas eu achei muito interessante que como é um cara meio de desse mundo menos sério, então ele fez perguntas super aleatórias pro Trump. E a resposta em relação ao debate eu achei fenomenal. E eu fiquei até triste de não ter escutado isso na época. O Trump falou que

Eles não queriam tirar o Biden porque o Partido Democrata é visto como politicamente correto e ficaria chato tirar um velho por conta da idade, que no fim das contas essa era a história.

Mas aceitaram esse debate com todas as condições que o Trump impôs porque sabia que ele ia passar vergonha em público para justamente conseguir trocar ele e tirar ele da disputa. Foi o que o Trump falou que aconteceu. Eu escutei isso e parece que várias vezes os democratas chegaram a pedir para o Biden pô, sai dessa disputa. Ele não queria sair, ele decidiu não sair. E aí ninguém podia tirar porque quem está na cadeira do presidente meio que tem o direito a ser o candidato.

nos Estados Unidos, a ser presidente, ele não queria sair, só que, nitidamente, ele não tinha condições. O que é um outro problema que a sociedade precisa discutir, porque, goste você ou não do Lula, ele é um cara de 80 anos. E, para a gente, quem tem 30, 40, 50 anos, um ano, dois anos, não é nada. Você passa bem. Agora, para uma pessoa de 80 anos, um ano.

dois anos, então assim, será que o Lula aguenta, será que ele merece ter que trabalhar, por mais quatro anos, viajar pra cá, viajar pra lá, pô, quando você pega um voo pra ir pra uma cidade, você chega cansado, você tem um jet lag, tem não sei o que, tem, imagina você tudo isso com 80 anos, não sei se seria bom também pra ele isso, acho que, e aí um país que nem o Brasil, com mais de 200 milhões de pessoas, que precisa crescer, tem que se reunir, tem que ir a evento, tem que tudo, eu acho que você também fica meio desfalcado.

tendo um presidente assim. É uma discussão que a sociedade precisa ter, mas, cara, aqui no Brasil ninguém está nem aí. É o que o Fernando falou. Ninguém tem plano de governo, ninguém tem nada, cara. É que, assim, hoje a grande discussão no Brasil é uma que tem um certo peso pela urgência do momento, que é se o Neymar vai para a Copa ou não. A gente sabe a importância desse evento. Eu estou preocupado com o Hendrick. Não, o Hendrick não ir para a Copa seria um absurdo.

O Neymar eu não prefiro ver ele. Mas acho que depois disso as pessoas vão começar a Copa.

a olhar, mas é inevitável, as pessoas olham para a eleição muito mais perto do evento, né? Teve uma, pô, olha essa estatística que loucura, o Felipe Nunes trouxe ela aqui no Market Makers, é algo como 10% da população sabe que tem que votar para senador, 3% sabe que tem que votar para dois senadores, mas 60% sabe que um senador pode definir o impeachment do presidente do SCF, né? Então, assim, também tem certas coisas.

Isso mostra que a pauta está quente, a pauta impeachment STF, acho que essa que é a conexão. A pessoa nem sabe que vai votar em senador, nem sabe que vai votar em dois, mas sabe que ele decide o futuro do STF.

Exato. E está pegando fogo aqui em São Paulo. Não sei se vocês acompanharam a briga que está tendo nesse momento. Eduardo Bolsonaro e Ricardo Salles, né? O Eduardo Bolsonaro não apoiou o Ricardo Salles. Essas coisas que... Eu, claro que eu preciso acompanhar a política, mas não é o que eu tenho mais apreço por acompanhar no detalhe, de perto, tudo que está acontecendo, bastidores, tretas, etc.

Mas a gente acaba vendo e eu lamento pra caramba, alguém que quer tirar o atual governo do poder e quer uma alternância, é lamentável ver essa perda de tempo com tanta briga, com tanta treta. Pô, vamos relevar algumas coisas e tentar ter uma pauta mais positiva, propositiva. Pelo menos não briga em público, né? Briga em off, né? Porra!

Tem uma coisa aqui, o nosso trabalho do Market Maker, de conversar com todos os lados políticos, a gente gosta de aprender com quem pensa diferente, mas cara, teve uma grande lição que a gente teve do episódio com o José Dirceu, roupa suja se lava em casa, você não vê um cara da esquerda falando mal do outro cara da esquerda, assim, a torto e direita, e obviamente eles fazem ali grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit grit

a lavagem de roupa suja em casa, mas o que a gente vê é essa pulverização de candidatos, de ideologia, parece que é uma estratégia, mas você começa a ver essas coisas, parece até que é um pouco de Game of Thrones, cada um querendo o seu reinozinho, aquela coisa meio egóica e putã. Aí vai chegar todo mundo lá com algum dano ali, todo mundo tomou uma pedrada ali no teto de vidro e chega meio rachado.

E isso, Tiago, com certeza tirou muito voto e o mandato do Bolsonaro, porque se você parava a pensar, ele perdeu por quê? Ele deu 2 milhões de votos, que não é nada no Brasil, nada assim. E na reta final, sei lá, no último ano, estava todo mundo já brigando na direita. Então, foi relevante esse valor. Eu acho que o pessoal repete. Agora, um fenômeno que a gente tem que ver nos próximos anos, principalmente se o Lula perder agora...

é ao redor de quem a esquerda vai se aglutinar. Porque se você parar para pensar, nos últimos 20 anos, até dentro da cadeia, o Lula mandou na esquerda. Então você tem uma esquerda fictícia, aqueles caras orbitando, você tem o Boulos, a Marina, Jones Manuel, você tem toda uma galera ali, Eric Carreiro, todo mundo orbitando ali à esquerda.

Às vezes até falando mal do Lula, principalmente longe das eleições, mas quando você vai se encaminhando para a reta final, é meio como se o Lula saísse com aquele cachorrinho de pastoreio. Aí o cachorro vai pegando e trazendo todo mundo para perto dele. Vai trazendo todo mundo, todo mundo, todo mundo, todo mundo. Aí fica todo mundo valendo o Lula. Então você olha agora, o Boulos é ministro, a Marina é ministro, o tal do Jones que batia no Lula todo dia está lá.

Vai todo mundo se compondo. O Lula consegue fazer isso, mas eu não sei quem mais vai conseguir fazer isso. E o Lula é impressionante que ele faz isso com os políticos, ele faz isso com os artistas, ele faz isso, você vai ligar em qualquer lugar, CNN, Globo News, Folha, o autor dos gás, também está todo mundo ali se encaminhando. Eu não sei se mais alguém tem condições de fazer isso no Brasil, na esquerda. Eu acho que não, entendeu?

Esse é um ótimo ponto a se pensar, sem sombra de dúvidas. Eu preciso colocar aqui na tela, até dá para a gente ampliar esse papo aí, Charles, que você acabou de trazer, porque tem alguns insights interessantes. Ah, o Pauli Mark, tipo, eu estava com saudade dele. Fazer uma fazenda no Vasco aí, não prefere botar o Vasco se vai cair esse ano ou não? Acho que esse ano está bom, hein? Não, cair não, né, Charles? Não dá. Esse ano está bom.

Só tem uma vaga pra cá aí no Brasileiro. Você sabe que perguntaram nos comentários se eu preferi o Vasco na Série B ou a Dilma em 2030. Ah, o Brasil já encarou a Dilma. Vamos de novo com a Dilma, pô. Se compartilha com mais gente o sofrimento, né? Não precisa ficar só no seu grupo, né? Ó, senhores, pra quem tá aí no podcast acompanhando a gente...

Eu vou narrar aqui os valores que aparecem na tela. Na esquerda, para quem está assistindo aí em casa, é o Polimarket da semana passada. Na direita, o que eu peguei um pouquinho antes da gente começar o programa e teve mudanças significativas.

Em relação à semana passada, porque se a gente comparar ao que a gente vinha trazendo, sei lá, um mês atrás, antes daquela briga do Zema com a STF, era meio que o resultado dessa semana. A gente teve um momento em que a direita ganhou força e agora as coisas meio que voltaram ao normal. Flávio estava com 44% na semana passada, caiu para 41%, perdeu 3 pontos. Lula saiu de 37%, foi para 40%, ganhou 3 pontos.

Renan tinha 6, foi para 5, essa variação que ele meio que faz toda semana, sobe 1, desce 2 e por aí vai. Zema permaneceu com seus 4% e a gente tinha na semana passada, na última posição aqui entre os cinco primeiros, o Camilo Santana com 4 e agora nós temos o Haddad com 4. Até enquanto eu estou falando aqui, eu estou dando uma breve enrolada porque eu estou abrindo...

o Polimarket para ver quando está o Camilo. O Camilo está com 3, então ele perdeu um ponto percentual. O que tem a ver com o que você estava falando aí, Charlão? Porque se você somar, enfim, o Haddad com o Camilo Santana, eles somam 7%, não é desprezível. Embora, claro, tenha gente aí colocando dinheiro só, comprando esses pozinhos também para tentar ganhar, caso o Lula realmente desista.

Em termos de volume, 64 milhões de dólares na semana passada, nessa daqui 69, então cresceu em 5 milhões, mas quase 10%, uns 8% do pote que nós tínhamos e com certeza isso vai subir demais depois da Copa do Mundo.

Qual que é o insight de vocês olhando para esses números aqui? Lembrando que hoje teve pesquisa da futura, segundo mês consecutivo que o Flávio perde um pouco de vantagem em relação ao Lula e as pesquisas de maneira geral estão mostrando um equilíbrio bom. Vai sair Quest, se eu não me engano, na quarta-feira, que é o que o mercado está de fato olhando com mais atenção, querendo saber o número. Senhores, qual que é a avaliação de vocês a respeito desse tema em específico? Vamos lá, eu começo então.

Primeiro é fantástico a gente ter agora esse tipo de ferramenta para ter mais dados financeiros também, de gente que está apostando dinheiro para tentar prever qual vai ser o resultado da eleição. Acho que isso traz informação relevante. O que a gente não sabe, o quanto que esses números podem ser...

manipulados ou facilmente alterados por pouca liquidez. E essa é ainda a caixa preta dessas plataformas, é a Polymarket, é a Couch, elas são muito novas. Então, a gente não sabe o quanto que isso pode estar suscetível a algum tipo de manipulação. Ainda assim, a informação é importante e para mim mostra como, especialmente não na última semana, mas mais nos últimos meses, vai...

como o jogo está aberto. Essa é a verdade. A eleição está aberta, não está decidida, não há ainda franco favorito e mostra como e do lado da esquerda, como está tendo alguns balões de ensaio para ver que nome que pode de repente despontar mais e ser uma alternativa ao Lula. E até agora, não tem nem perto disso.

Uri, só queria adicionar um ponto antes de o Charlão falar, que eu estou, só para a gente ter uma noção da sensibilidade de preço, como você comentou, eu estou meio que simulando aqui, caso eu comprasse um certo valor específico de Lula, para entender qual vai ser meu preço médio. Então, assim, ele está marcando aí 40%. Se eu for comprar 3 mil dólares, meu preço médio vai sair 41 cents. Então, 3 mil dólares não manipula muito o preço.

Agora, se eu comprar 30 mil dólares, o meu preço médio já sai a 46. Ou seja, eu puxaria o preço do Lula a 46 e claro que depois o pessoal poderia bater de novo e fazer o preço cair, né? Mas essa sensibilidade, puxaria 500 para cima com 30 mil dólares. Se eu colocasse já 80 mil dólares, o preço médio dele sairia a 65 centos.

Então veja que a gente falando aí de 30 até 80 já tem uma diferença fenomenal. Então é meio que essa sensibilidade, falando aqui só manipulando o número, eu não tenho a conta certinha, mas é mais ou menos por aí que consegue mexer, a depender do valor colocado. Charlão, o que você acha de tudo isso, meu querido? Eu acho que é uma ferramenta nova, né? A gente viu nas últimas eleições aqui nos Estados Unidos que meio que bateu mais do que pesquisa.

Porque eu fiz a cobertura, eu estava aqui nos Estados Unidos e o pessoal falava que o Trump ia perder naqueles estados que poderiam virar swing states e tal. E acabou que ele ganhou em quase todos. Se eu não me engano, foi em todos, acho que em um só que ele não...

Não ganhou. As previsões do Polimar que indicavam um pouco isso, mas as pesquisas eleitorais indicavam que ele perderia feio. Não é que ele perderia, é que seria uma derrota histórica. Então, a gente tem percebido uma aproximação maior, mas...

Tudo que vai virando uma coisa mainstream, o pessoal também já aprende a manipular. Então, talvez na eleição americana aqui fosse um negócio novo, ninguém estivesse nem pensando em manipular, estivesse pensando como ferramenta. Agora, que nem você falou, de repente com 5 milhões de dólares, a gente pode manipular numa reta final para parecer que um candidato está melhor que o outro.

E aí você pode ter um apoio em um segundo turno de alguém. A gente não sabe o que pode acontecer daqui para frente e como essas ferramentas podem trabalhar isso. Mas o Fernando falou um negócio interessante. A depender da liquidez, aí ninguém vai tentar manipular. Tipo o Bitcoin, você não... Gastar dinheiro para manipular é burrice. É melhor você investir na moeda. Então tentar manipular tem um custo. Tem que ver se esse custo vale a pena ou não.

O perigo disso tudo, que aí sim a sociedade tem que discutir, é que num caso de uma eleição presidencial é mais difícil você tentar modificar a eleição eliminando literalmente um candidato. Mas numa eleição regional não. O cara pode chegar, tem dois candidatos numa reta final brigando ali cabeça a cabeça.

Aí você investe muito num candidato e elimina o outro, literalmente. Então existe um risco de vida agora para as pessoas, baseado nesses sites de apostas. A gente como sociedade tem que parar para pensar e agora, entendeu? Tipo, o jogador fulano vai jogar ou não? Aí você investe com o cara não vai jogar e depois vai bater no carro dele. Tipo, o cara está indo para o estado e você fecha o carro.

É por isso que você não pode apostar mais de alguém morrer, né? Isso daí podia no ano passado e eles tiraram essa possibilidade.

Então, mas eu acabei de dar um exemplo, né? Tipo, o Henrique vai jogar ou não esse jogo? Aí todo mundo tá apostando que vai jogar. Eu aposto que não vai jogar e fecha o teu carro, cara, porra. Entendeu? Eu vou até passar aqui uma informação pro meu querido Thiago Salomão que o Neymar disparou no Polimarket e sim será derrubado. Cadê? Cadê? Essa é importante. Esquece o Lula, vamos focar no Neymar. Vou puxar aqui, vou colocar na tela.

A economia a gente vê depois. Dá pra chutear isso aí? O Polimarket dá pra chutear? Claro.

Eu gostei que o desorganizador informacional comentou, eu aposto a minha, acho que ele colocou um docinho que o Lula perde. O pessoal tá confiante. Ou é vontade demais de apostar o negocinho, ou tá confiante mesmo na derrota, desorganizador. O docinho é o Puk.

É outro docinho, aquele docinho que tem um... Um donut. Um donut. Ah, perfeito. Ele vai apostar um donut que o Lula perde. Perfeito. Boa sorte, então. Cada um aposta o que vai entender. Senhores, eu queria trazer um último tópico, só de forma bem rápida, porque a gente chegou a comentar lá na abertura, mas ficou por cima. É uma pergunta rápida em relação a isso, porque ninguém tem resposta, tá? Mas o quanto vocês enxergam... É...

o caso Master realmente influenciando nas eleições. A gente viu o caso aí do Ciro, como vocês colocaram aí, a possibilidade de uma coisa ter a ver com a outra. Vocês acham que realmente é um fator determinante quando se trata do que está por vir no fim do ano, de quem vai vencer as eleições? É talvez o que a gente não sabe ainda, que está por vir mais relevante de todos os assuntos possíveis para a definição das eleições?

Eu diria que já está tendo um impacto, a movimentação toda de bastidores, articulação, com o Centrão, com o STF, com o Executivo, tem já resquício do caso Master. Essa é a verdade, as peças se movimentando, quem está tentando se blindar para não ser impactado.

Quem está mais implicado no escândalo, não sei, mas para mim, sem sombra de dúvida, o escândalo do caso Master já está impactando a eleição. Eu acho que o que está acontecendo também é que o caso Master é...

Toda vez que a gente olha um negócio e fala, caramba, era um caso absurdo. Aí vem outro negócio. Então, quando a gente olhou e falou, pô, tinha um ministro do Supremo recebeu 129 milhões. Agora você descobre que tinha um cara do Centrão com um cartão de crédito ilimitado viajando, sabe? O que é até uma inovação.

na forma de... Eu não me lembro em que momento a gente teve esse tipo de... Ali entre mensalão e petróleo, não me lembro disso, de um banqueiro pegar o seu cartão de crédito pessoal e falar, cara, bichão, vai ser feliz, sabe? O que importa é ser feliz. E liberar o cartão. E até parece que teve uma mensagem, pega o meu cartão lá e leva para um outro lugar. Tipo...

O cartão estava com uma pessoa gastando em propina, e aí alguém pediu, aí ele falou, não, pega de jatinho o meu cartão, ele vai ficar imaginando, tipo, a função do sujeito, que é tipo um boy, né? Chegar lá, viajar até Sambarte, ou sei lá, pegar o cartão, aí entrar num jatinho com cartão de crédito, tipo, a tua função é carregar o cartão e levar para outro lugar, pô, tá aqui, trouxe o cartão do... E... E aí

E uma outra coisa, ninguém viu isso, né, cara? Cadê os controles, né? Porque, pô, tu erra o CPF lá no imposto, vai ficar cinco anos que é na malha fina aí. Ninguém viu um bilhão no cartão. Sei lá, um bilhão não, mas 100 milhões, 50 milhões no cartão de crédito, gasto aqui e ali ao mesmo tempo. Porra, e parabéns para a operadora de cartão, né? Operadora boa, porque eu, às vezes, tento passar 800 reais e bloqueio meu cartão.

Entendeu? Então, é foda. A gente não sabe o que vai acontecer, mas é impressionante os volumes, os montantes. Ele está falando aí de mesada de 300 a 500 mil, compra de empresa que valia 13 por 1 milhão e por aí vai. Muitas coisas. Deixa eu fazer uma pergunta para o... Claro. Vocês dois podem responder. É uma... Responder uma pergunta com uma pergunta, né? O que vocês perguntariam para o ex-ministro Fernando Haddad?

Uma perguntinha só, o que seria a coisa mais curiosa que vocês gostariam de saber? Meu jurídico está aqui na linha, só me ligou aqui. Só um minuto, falar com meu jurídico. É, cara, putz a vida. Depois vocês podem me ajudar, porque é um dos convidados que vão vir aqui nesse mês de maio, a gente está com uma agenda repleta de políticos.

e Fernando Haddad é um deles. Qual o seu imposto favorito? Pergunta para ele. O imposto favorito. Uma pergunta até nessa linha do imposto é talvez se o governo não imaginou que ao aumentar 27 vezes os impostos, ele chegaria na reta final com uma queda muito grande de popularidade. Ele não achou que teria nenhum efeito, porque teriam outras benesses, como Varigás, Pé-de-meia, tal, que...

conseguiriam suprir essa queda de popularidade, porque realmente foi uma esticada que... Eu ia falar sem precedentes, mas no Brasil o imposto tem precedentes para vocês ficarem criando toda hora. Mas dessa vez eu acho que teve muita visibilidade. Foi IOF, foi blusinha. O governo não poupou ninguém, entendeu? Ninguém escapou dessa pancada.

O que ele, com certeza... Pode falar, Ori, depois... Não, acho que tem outra pergunta, acho que pode ser importante também, acho que é boa. Se eles não superestimaram demais a arrecadação potencial com o imposto sobre o dividendo, o imposto mínimo, que está bem aquém do que eles tinham projetado lá quando passaram o imposto.

Todos, né, Fernando? Até o das blusinhas. Impactou o Correio. Então, o Correio é uma estatal, você deu um rombo lá, e aí você arrecadou tanto. Se bobear, fizer a conta ali de padeiro, pegar a conta, foi ruim, porque você perdeu a popularidade e não ganhou dinheiro o país, entendeu?

Ele com certeza vai vir com um discurso falando que essas medidas foram tomadas porque ele recebeu uma bomba do governo Bolsonaro, principalmente aqueles 200 bilhões ali na transição que ele tinha que pagar precatório e que o Brasil agora é muito mais justo do ponto de vista tributário.

O que eu acho que seria interessante de perguntar quando ele disser isso é o seguinte, se o país é mais justo, se você acha que essas decisões foram bem tomadas, por qual razão, então, nós temos 10% de juros real atualmente? Por que que...

O cara que você fez o lobby para estar no Banco Central manteve a taxa de juros a 15% ao longo de todo o mandato. Isso é sustentável ter uma taxa de juros nesse nível? Quem errou? Foi você ou foi o cara que você colocou no Banco Central? Um dos dois errou. Não tem como isso ter sido correto se está cada um puxando a corda para um lado. Alguém errou? Quem que errou? É uma pergunta interessante. Salomão, eu queria só colocar na tela algo mais importante do que tudo isso que você queria ver.

Olha lá, caramba, que spike esse... Dá para tradar isso aí também, porque você compra, você não precisa carregar até o vencimento. Não, pode vender antes de... Quem comprou ali a 30% e já vendeu a 60% já fez um trade. Aqui já está valendo a pena apostar no não. É, então, eu iria já no não agora. Podia ter um negocinho desse alavancado, né? Acho pouco, acho que podia ter um alavancadozinho.

Tipo cinco vezes alavancada, pô. E ó, chegou um superchat que foi respondido e me deixou muito feliz da resposta, porque o Ian Fukuda falou aqui, ó, eu tenho 37 anos, o Brasil é um país desorganizado a caminho de narco-estado e aparelhado pelo governo. E o único candidato com propostas, propostas em maiúsculo, para curar essas dores é o Renan Santos. Aí botou um e quatro, né, acho que vai ser o número do Renan.

E aí o Marcos já respondeu, você é um pirralho como o Renan. Então, pô, isso me deixou feliz, cara, porque eu joguei agora esse sábado na Copa do Condado, a gente foi eliminado, perdemos da XP, mó molecada jogando ali, timaço, e pô, eu nos meus 38 anos não aguentei, né? Tô me sentindo velho agora, pô, o cara com 37 é um pirralho, então tô na flor da idade ainda. Boa descoberta hoje aqui. E foi, eu acho, o episódio com mais audiência ao vivo.

Não sei se teve algum com mais, mas certamente com mais superchat em Stater. A gente pode combinar de só ler quem manda dinheiro. A gente aqui é capitalista de verdade. Sabe qual que teve mais audiência do que esse? Só um Renan Santos. É lógico. O melhor amigo do Stater. Já fizeram as fases depois dessa live?

foi antes da Live o problema depois eu acho que ficou tudo não sei nunca foi comigo Renan volta aí com a gente então Renan tem que trazer de novo certeza com certeza só para fechar já que a gente tá falando de polimático coisas interessantes achei bati o olho aqui e achei isso daqui ó envolve um pouco de todo mundo o que vai acontecendo os lançamentos GTA 6 e a última opção é o retorno de Jesus Cristo com 49 por cento

Enfim, eu acho que a pessoa não está acreditando muito que o jogo vai ser lançado. Mas tem China invadindo Taiwan, Bitcoin batendo um milhão de dólares. Tem mercado para tudo quanto é gosto. Pena que a gente não pode mais usar com a mesma liberdade que antes. Senhores? Se não puder também nem divulgar e bem-vindo ao último programa do Risco Brasil. Estamos infringindo a lei já algumas edições.

Charlão, Uri, uma grande honra tê-los aqui. Muito obrigado pela presença na segunda-feira, episódio longo, até quase duas horas, mais de mil pessoas assistindo o tempo todo. Quem ficou até o momento, não se esqueça de deixar o like, é muito importante. Semana que vem vai ter mais um convidado de altíssimo peso. E aproveito aí, então, pra agradecer também você, Salomão, por estar ao meu lado mais uma vez. Um baita episódio que nós tivemos.

Senhores, mais uma vez, muito obrigado. Valeu, obrigado, galera. Obrigado. Abração pra todo mundo aí.

Valeu, pessoal. Até a próxima. Tchau, tchau. Tchau, tchau.

Não renunciarei. Que Deus tenha misericórdia dessa nação. Voto sim. Aqui é o Brasil.

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