LUISA PERISSÉ - LIKE OU FLOP PODCAST #03
O episódio #03 do Like ou Flop, Victor Meyniel recebe Luisa Perissé, atriz, roteirista e humorista que vem conquistando cada vez mais espaço com seu humor autêntico, pra um papo onde tudo pode ser LIKE ou FLOP Carioca, com formação no Tablado e na CAL, Luisa carrega no DNA o humor brasileiro. Filha de Heloísa Périssé e Lug de Paula, e neta de Chico Anysio, ela já passou pelo Zorra, pela Netflix e, em 2025, viralizou com o hit humorístico “Trap do Trepa Trepa”.Agora é a hora de descobrir o que ela realmente pensa sobre cultura pop, internet, carreira, polêmicas e sobre ela mesma.Se prepara: esse episódio tá leve, caótico na medida certa e com MUITO humor. A Luisa se divertiu, e a gente também.✅ Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhum episódio!#LikeOuFlop #LuisaPerissé #Humor #CulturaPop #PodcastLike ou Flop é um Podcast Original Rildy Studio - www.rildystudio.com.brDireção e Edição: Marcel BeinerProdução: Felipe Mux e Alex ZapaDesign: Viviane BuenoMídias Sociais: Monique Maione
- Hit "Trap do Trepa Trepa"Composição criativa em família · Viralização e produção musical · Sentimento de viralizar
- NepobabySer chamada de Nepobaby · Privilégio e fato
- Programas de TV e comédia brasileiraPreconceito com a comédia · Prestígio e premiações · Humor como catarse · Fernanda Torres e "Tapas e Beijos"
- Influencer sem formação vs. atriz formadaPersonagem "Sandrinha" na série "Sem Filtro" · Ambição e perseverança · Diferença entre digital e formação
- IA clonando vozesIA no humor e comédia · Substituição de atores por IA · Autenticidade do humor humano
- Bastidores e PerrenguesInfância nos bastidores da Escolinha do Professor Raimundo · Participação no quadro Pinto e Pinguim · Acesso à arte para crianças
- Interpretar Dercy aos 13 anosParticipação na série "Dercy" · Medo de pegar sapo · Segurança ao atuar com a mãe
- Parceria musical com GretchenReleitura de "Conga la Conga" · Colaboração com Mr. Sam · Aprovação de Gretchen
- Artista viraliza e someFenômeno de verão e Carnaval · Sucesso do "Trap do Trepa Trepa" · Música de Marina Sena
- Mãe expõe filho nas redes
Like ou flop? Like. Flop. Like. Flop. Tá começando mais um programa Like ou Flop aqui. Eu sou Vitor Meniel e estou com a minha convidada, que é atriz, humorista, apresentadora de um programa. Pois é. Ela é filha de Heloísa Pericê, do seu boneco, neta de Chico Anísio. E também ela é dona de um hit que até hoje faz sucesso.
Luísa Perissé! Mais conhecida como filha da mãe! Para com isso, amiga! Vem! Slay! Slay, slay! Feliz, amigo! Amiga, você é maravilhosa. Você quer. Falei apresentadora porque você tem o Nepograma. Sim. Correto.
Correto, que você, inclusive, Vitor fez uma participação, gente. Exato. Então fica ligado, assiste Nepograma no YouTube. Vai estrear dia 5 de maio. Já pode falar data, né? Pode falar tudo. Pode, pode falar. Vai estrear dia 5 de maio, fica ligado. Porque em algum momento, também não vou dizer qual pra você ver todos. Vitor vai aparecer numa grande participação maravilhosa, que ele arrasou.
Amiga, é isso. Eu amo muito. A gente se conhece. A gente já fez um filme juntos, né? Os Espetaculares 2017. Então, a gente já trabalhou. Que foi hilário. Exato. Mas, então, ó. Like ou flop? Esse é o intuito. Ó, foto somada. A mão na teta é like, né, amor? A mão na teta é like. É like. Então, o programa consiste em quê? São temas que a gente vai abordar. E aí, se você der like, você dá like. E se você quiser dar flop, você dá...
Um flop. Só que a questão aqui é o seguinte. Vamos começar com o primeiro temazinho. Ser chamada de Nepobabe.
Filha de dois atores, nato de Chico Anísio, abraçou o rótulo e criou o Nepograma. Pra você, se chamaram de Nepo Baby. É like ou é flop? As pessoas querem que seja flop, mas eu vou botar like, entendeu? Porque eu sou Nepo Baby, gente, vou fazer o quê? Eu sou Nepo Baby, entendeu? Eu tenho orgulho, amo minha mãe, admiro muito minha mãe, meus pais, meu avô. Tenho orgulho da minha família. Sou Nepo Baby, não tenho o que fazer. Mas é saber usar...
De um jeito que você não use só o seu privilégio. Você use isso pra alcançar outros lugares. E também pra você militar um pouco em cima disso, entendeu? Que as pessoas querem botar como se fosse só flop. Mas, na verdade, não é nem bom nem ruim. É só um fato.
Tipo, eu sou Napple Baby. Tem até uma frase que você mesma falou, né? Que não é nem mérito e nem demérito ser Napple Baby. É só um fato. É um fato. É um fato. Mas eu vou dar like. Dar um likezíssimo em ser chamada de Napple Baby.
Então, vamos para o segundo. Crescer nos bastidores da escolinha do professor Raimundo como bebê. Pai era o seu boneco, né? Você ficou, você passou a maior parte da sua infância nos bastidores. Num set de filmagem. E numa coxia, né? Porque, na verdade, eu cresci na coxia de cócegas.
E é verdade. Exatamente, cócegas. E eu era uma abusada, entendeu? Uma vez eu estava na coxinha de cócegas assistindo. Sei todas as falas de córner, de cócegas. Um dia eu estava assistindo. E minha tia estava em cena e eu estava quase dentro do palco, assim. Aí ela saiu de cena e falou assim, Luísa, você não pode ficar aqui aparecendo assim. Aí eu, ué, mas tem pessoas que estão aqui. Aí ela falou assim, mas essas pessoas trabalham na peça e estão de preto.
Aí eu, você não está de preto? Aí ela, mas eu faço a peça. Aí eu, eu também. Porque no final eu entrava de pinta.
Eu amava, gente! Você era de pinto? Entrava, eu que pedi pra entrar. Minha mãe tinha o quadro... Eu lembro que as duas entraram. É, tinha o quadro pinto e pinguim. Minha mãe fazia o pinto, minha tia fazia o pinguim. Eu pedi pra entrar. Mandaram fazer uma fantasia de pinto. Eu entrava no final, no final da dança. Fazia uma mini dança que eu mesma inventei. E saia de cena. E depois, na hora de entrar pra agradecer, eu pedi um roupão igual delas.
E queria que me microfonassem pra falar boa noite, Manaus, ou lugar que a gente veste. Quantos anos você tinha?
Ah, isso eu devia ter uns três, quatro. Mil? Então assim, já era artista nata desde pequena mesmo. Geminiana. Geminiana. Geminiana. Comunicadora, querida. Comunicadora e tal. Fala legal. Não, mas que maravilhoso, gente. E eu amava cócegas. Eu amo cócegas, no caso, né? É incrível. E é incrível. Uma peça maravilhosa. E você ter... A cena do Pinto, eu lembro. Eu lembro de estar vendo...
no YouTube, sabe? Pequenininha e criança também. Isso é maravilhoso. Então você dá like pra crescer nos bastidores. Gente, eu vou dar like. Eu vou dizer um negócio também. Pra uma criança ter acesso a teatro, não só nos bastidores, não. Tô falando, tipo assim, uma criança que tem acesso a teatro, a arte, música. Eu acho que é impossível a criança não se apaixonar por aquilo. Porque tem uma coisa que eu sempre falo, que é assim, o teatro é uma grande brincadeira séria.
Então, tipo assim, você tá ali brincando de mil universos. Você tá ali brincando de mil possibilidades. Tem peruca, tem figurino. Você tá fazendo uma coisa que você não é. Por exemplo, você vê Paulo Gustavo fazendo Minha Mãe Uma Peça. Exato. Tipo assim, ele fazendo uma coisa que ele não é. E é uma grande brincadeira, mas é séria.
Mas é sério. Então, eu acho que pra uma criança é impossível. Tipo, você ia assistir uma peça, você ia assistir... Eu lembro que eu fui assistir Alice no País das Maravilhas, quando eu era criança, com a minha mãe em São Paulo. E aí, na hora que ela comia o doce, ela ficava enorme. Aí tinham pernas que entravam assim pela plateia. Aí eu fui encostar assim na perna, que era uma perna de um balão, assim, que tava encostando assim na perna.
Aí depois eu fui com a minha mãe no camarim falar com a mulher, que era amiga da minha mãe. Aí minha mãe falou, ela encostou na perna. Eu senti que você encostou na minha perna. E eu, meu Deus, era ela?
Era ela. Tipo assim, na cabeça dessa criança, a vida é isso. Exatamente. Então eu vou dar um grande like. Exatamente. Em crescer nos bastidores, que é mais um privilégio ainda. Nossa, maravilhoso, maravilhoso. Realmente, a gente tem essa coisa, né? Da fantasia, mas que ao mesmo tempo... É isso, você tá predestinada. É a primeira vez que eu vi um palco, o tamanho gigantesco que aquilo proporcionava. Você fala, gente...
E é libertador, né? Quer dizer, pra nós. Tem gente que não pode nem sonhar em subir no palco. E a gente não entende como. É, Monique apareceu ali. Depois a gente vai cortar a tal da Monique. O Mux vai deixar pra gente só de sacanagem. Um beijo pra Monique.
Ó, a fama chegar por uma brincadeira e não por um projeto sério. Ai, gente. Vamos lá. Trepe do Trepa Trepa foi um sucesso. Isso. Nasceu numa tranca em família, que eu já soube. Quatro milhões de plays. Cara. Você produziu o Trepe do Trepa Trepa. Como é que, primeiro, você me conta, minha amiga. Como foi essa…
Essa composição criativa tão gostosa que você fez. Uma coisa única. Como é que foi? Você sentou... Mas realmente... Não, tava a gente jogando carta. E assim, o jogo lá em casa. Minha mãe, com dois anos, já era tipo assim, jogo da memória. Qualquer jogo que der, é sempre um jogo. Sim. E a gente joga a tranca. E eu sou a dupla da minha irmã. E a minha mãe é a dupla do Rafa, meu namorado. E aí, a gente jogando um dia, minha irmã vira do nada e fala essa frase. É o trepido trepa trepa. Aí eu jogando... Oi?
Sei lá, trepa do trepa-trepa. Amei! Isso é irmã e cantora, né? Sim, fez um hit tão perigosa. Exato, é tipo total, assim, é do mesmo ramo artístico. Nós somos...
É isso, amor. Total, amor. Total, pode morrer. Aí você vê. Calma. Isso arredentou pra ti. Amigo do Neida. Mas é, mas é. E aí ela falou isso e você... Aí eu quê? Cara, isso é maravilhoso. Trep do trepa-trepa. É o trep do trepa-trepa. Aí na mesa eu inventei essa música. E aí ficava de sacanagem cantando com os meus amigos. Falava, não, trepa-trepa é hit. Tem várias músicas, né? É o trepa-trepa é hit, trepa-trepa é hit. Aí cantava assim, na mesa do bar.
Aí cantava assim, trepa, trepa. Todo mundo amava no dia seguinte. Amiga, manda um áudio cantando trepa, trepa. Aí mandava, tipo... Foi uma grande brincadeira. Era uma grande brincadeira. Eu nunca imaginei. Cara, foi muito louco. Porque até hoje eu sinto no meu corpo, assim, a sensação que eu senti. Quando começou a viralizar, eu falei assim, cara... Trepa, trepa na boca do povo. Tipo, a galera falando, cantando.
trep do trepa-trepa, que é uma coisa tão íntima, assim, ao mesmo tempo. Tipo, é uma coisa que só os amigos ouviram. E eu sabia, eu falava assim, não, é hit, é hit, é hit. Mas, na verdade, tipo, no fundo… E foi despretensioso, né? Como você falou, uma coisa que era ali. Mas você sentiu um medo no início de ter viralizado? Ou você, pra você, tava tranquilo? Assim, tranquilo é forte. É, vamos entrar nisso. Like ou flop pro sentimento que você teve?
Like. Like. Like. É. Eu acho que vai ser difícil eu falar um flop, porque eu sou muito positiva. Você é otimista. Muito. Me ensina, Lu. É, você vai ser virginiano. É, não, é. Falou que a gente é pessimista, mas a gente é realista. É verdade, eles são realistas. Que beira um pouco dali até no pessimismo. É. Mas é... Exatamente. Meu ex era de menino. Deixa eu conversar sobre isso.
É, vocês têm uma coisa bem, bem, realmente otimista. É, e eu sou bem otimista. Mas, tipo assim, foi uma coisa bizarra, porque eu tava, tipo, um dia em casa. E aí, do nada, no dia seguinte, me convidaram pra cantar no trio da Ludmilla. Que, inclusive, foi essa foto. Eu estava no trio da Ludmilla. Gente, olha a quantidade de gente. Um milhão e meio de pessoas. E eu falava, se não for Calvin Klein. E todo mundo, é, cara. Tipo assim, cara, isso é muito louco. Tipo... Tipo assim, cara.
Eu lembro de estar no seu aniversário. É. E foi ali, em primeiríssima mão, que eu ouvi o trepa do trepa-trepa. E quando eu vi que viralizou dessa forma... E você até produziu primeiramente, foi com o DJ Cort. É. Que é um amigo até que eu conhecia já. E eu fiquei meio... É verdade! Eu conheci ele, de Tijuca. É verdade! Os povo do meu bairro foram...
E é isso. E aí, ele... Ele que fez, né? A produção. Foi, porque começou a viralizar. E a equipe dele sempre fica de olho no que tá viralizando. E aí, começou a viralizar. E ele fez, assim, de sacanagem. E aí, tipo, ficou maravilhoso. Aí, ele postou... Aí, o Caio... Oiê, quem é você? Eu preciso te conhecer. Eu amei. Vamos fazer essa música.
Maravilhoso, maravilhoso. Te amo, corte. Meu dia, eu vou. Um beijo grande. E também depois aumentou e foi pra Denis, né? É. Aí fomos atrás de Denis. E foram atrás de Denis. Mas agora voltando, só pra voltar, que é pra que a gente fala de Denis. O sentimento que você teve no início, você sentiu o quê? Foi mais um...
Não, foi likeão. Foi likezão. Foi likezão. Eu tava preparada, eu tava... Eu sabia que um dia isso ia acontecer e eu tava preparada. Likezão, likezão. E esse é o maior like até agora. De verdade? É. De verdade. Sim. Isso é foda, isso é foda. E ter nascido de uma brincadeira também, tipo, uma coisa íntima, assim. Sim. Sério, likezão. Likezão. Muito feliz. Vamos lá. Quatro. Ah!
Interpretar Dercy... Cara, essa foto soa, meu amor! Você tinha o quê? Quanto? Treze anos? Eu tinha o quê? Interpretar Dercy quando eu estava aos 13 anos. E eu perguntando a idade. Realmente, um grande apresentador aqui. E estudou. Segundo episódio, vamos devagar. Aos 13 anos na TV Globo, série Dercy, verdade. A lá da própria mãe, sua mãe fez Dercy.
Fez a Dersi. E eu, como uma grande nepo baby, fiz a Dersi criança. Não, é mérito e nem mérito. Nem demérito, é um fato. É um fato. Mas realmente é um fato e não tem como negar. É, não, mas isso daí foi... Eu não tinha nem fala, assim. Eu... Foi só... Não, não, se... Ué, cadê a Luís, otimista? Cadê? Eu não tinha nem fala. Não, volta. Mas eu tive que pegar um sapo na mão.
teve que, nossa. Mas eu não peguei não. Não, eu tenho medo. Eu vou contar, gente. Lá que eu flopa pegar o sapo na mão. Gente, flopão, pegar o sapo, não peguei. Flop, flop de baixo. Flopão, pegar o sapo. Por quê? Porque a textura, a gente vai entrar nessa. Eu não peguei. Ah, você não pegou? Eu não peguei. Ah, é verdade. Tipo assim, uma outra menininha que pegou a mão, uma outra menina que tava. Com oito anos de idade. É. E você com três anos já pré-adolescente ali já.
E eu não. Não vai rolar. E pior, eu tentei, tipo, eu falei assim, eu tenho um pavor de todo bicho que é meio molhado.
É uma coisa que rasteja, que é meio molhado. Falei assim, gente, não vou conseguir pegar esse sapo. Eu tenho um oco. Como é que é o nome daquilo? Lacraia? Outros colos. Temo de barco, querida. Mas pra você, foi um like ou foi um flop de verdade? Ah, gente. Interpretar desse? Pode ser super...
genuína. Cara, óbvio que foi um like fazer Dersi Gonçalves, gente. Você é like do Ili. Eu sou like, eu sou like, eu sou like. Porque como é que a pessoa vai dar um flop em Dersi Gonçalves, a maioral? Não, não tem como dar flop nela. Impossível. Você, você, no momento se sentindo ali, com 13 anos de idade, muito nova, na maior emissora da América Latina, likezão. Likezão, gente. Como? Fazendo Dersi.
Parabéns. E você, inclusive, falou isso, né, Pinho? Falei, falei, falei que você foi ótimo DC. É, consegui. Like por ter interpretado DC, como sabe, aos 13 anos. E como é que foi fazer do lado da sua mãe? Você sentiu mais segurança? Porque 13 anos é uma idade... É. É uma criança.
É uma criança. Não, e isso a gente viajou, foi aonde isso? Mariana. Uma cidade chamada Mariana. É município de Minas? Tem dois minutos. É, porque é um menino que eu um dia, enfim. Conheceram. Exato. Ele falou que era de... Ah, sou de Minas. Eu falei, é onde? Ele, Tocantins. Eu falei, tá errado, você não sabe o IBGE. Não sabe o IBGE. Falei, existe município lá, amor. Existe, existe.
Mentira, gente. Chocada. E Mariana é... Você tá falando sério? É Minas mesmo? É Minas. Tá brincando, sério? Gente, eu acho que é pelo amor de Deus. É Minas? Minas tem vários... É, sim. Like ou fala pra Mariana? Like Mariana!
Quantos habitantes tinha? Ah, quatro. Era a equipe? Era a equipe. Um beijo pra Mariana. Isso. Isso. Mas foi maravilhoso. Tipo assim, eu senti mais segurança perto da minha mãe. Tipo, eu sempre fui muito colada com a minha mãe, né? Muito, muito, muito.
É aquela coisa, eu tenho a mesma relação. Uma coisa muito melhor amiga, né? É, total. Muito parceira, assim. Muito. E tipo assim, eu... Sua mãe é maravilhosa. Ela é tudo. Um beijo pra Lolo, que eu conheço também, graças a Deus. E te amo. É isso. E ela... Sou filho postiço, então sou neplebaby também. Isso. Tudo agora louco. A louca não. Nepostiço. Nepostiço.
Mas nessa época, eu ainda não... Eu ainda era ruim, né, gente? Não é postiço, é maravilhoso. Não é postiço. Vamos lá. Eu era ruim nessa época, assim, eu não era uma grande atriz. Eu tinha vergonha, eu era... Ah, mas três aninhos. Mas eu... É. Mas eu só fiz porque era do lado da minha mãe, eu acho.
E é isso, né? Como eu falei, é o primeiro papel de destaque. Você tava lá, likezão pra isso. Likezão, likezão. É desse, além de tudo. E é isso, tá certíssimo. Vamos pro próximo. Lançar música com Gretchen. Galera… Olha…
Vamos lá, Luísa. Isso tá vindo ainda, tá, Gretchen? Eu olhei essa foto rápido de relance e falei, gente, é Luísa? Eu também, gente. Eu que foto minha é essa, gente. Eu não tô de sacanagem. Eu não tô. Eu vi a foto de Luísa, a foto de Gretchen. E falei, gente, mas Luísa tá diferente. Enfim. Eu também olhei aqui agora e eu... Gente, que isso? Aí eu cheguei lá, bem.
Enfim, você tem uma parceria. Me conta isso. Então. Rola na rola? Rola na rola? Ou vai rolar? Vai rolar na rola. Vai rolar na rola. É, rola na rola. Que, na verdade, é uma releitura de Conga la Conga. Porque foi assim, eu... Eu desde criança, gente, eu tenho uma coisa que é assim...
Eu era uma péssima aluna. Amor, mas aí a gente dá a mão e... Péssima, amor, péssima. Faz uma grande oração. Relaxa, eu repeti três vezes. É isso, pois é. E aí, pra decorar a matéria, eu inventava músicas. Então, eu fazia muitas paródias. Eu tenho muitas músicas. Eu fazia uns três álbuns só de música de escola que eu fazia. E aí, eu sou muito boa de paródia. Não sei, é um dom péssimo que eu tenho. É um talento, amor. É um talento. Eu tenho isso.
E aí eu comecei a fazer... Você é a nova Kéfera. Tô brincando lá. Fazer só paródia. Não, mas galera, um beijo Kéfera. Kéfera. Mas assim, realmente... Mas aí, amiga, tá leão. Amigo do Neida. E eu não sei de onde que veio isso. E aí, do nada, eu comecei... Eu pensei, tipo, a conga lá... Tipo assim, uma música, assim, dos antigos. A conga lá, a conga. Aí podia fazer uma... Rola na rola. Aí eu entrei em contato com a Gretchen. Tô chocada que é uma referência a conga.
É, é uma paródia. É uma paródia, porque não ficou uma paródia. É uma releitura. Uma releitura, sim. É, porque não ficou exatamente uma paródia, ficou uma releitura. Aí eu falei com a Gretchen, aí eu queria muito lançar com você uma música. Ela, vamos. Aí eu, então, a música já meio que tá pronta, já tem a minha parte. Aí você faria só a sua parte e a gente iria juntar. Aí ela, como assim? Aí eu, rola na rola. Aí ela, olha, eu adoro você, eu adoro a sua mãe. Ela falou... Ah, amor!
Like ou flop pra toda hora que te falam isso? Gente, like. Like. Tem que ser like. Se não, minha vida é seu flop. Cara, que maravilha de resposta. Amigo, é todo dia. Cara, você arrasou. É toda hora. Matou no peito essa, amor. Sim. Um beijo.
E aí ela falou assim, cara, eu queria muito fazer com você. Eu adoro a sua mãe, mas rola na rola, não dá pra eu falar isso, porque eu tenho meu público, não sei o quê. Meu público é mais velho, não vai gostar. Aí ela falou, fala com o Mr. Sam, que é o cara que fez a música dela. Ela falou, fala com o Mr. Sam e vê com ele alguma coisa. Eu falei, tá bom. Eu falei, oi, tudo bom? Aqui é a Luísa. Inclusive, Mr. Sam, maravilhoso. A gente se fala direto, ele fica, cadê a música? Cadê a música? Eu também quero saber.
Mas vem em breve. Ele conversou com ela e tal. Aí ele falou, eu consigo te liberar a voz da Gretchen. Ele me mandou toda a gravação dela. Só a voz, sem a música. E aí eu vou encaixar. Tipo assim, eu vou cantar rola na rola. Ela vai cantar conga la conga. E vai fazer esse mix. Ela só me liberou se ela não falar rola na rola. Mas ela me liberou. Então veio. Ah, então vem aí.
rola na rola. Isso, rola na rola. Eu tava falando rola na rola, mas é rola na rola. É, rola na rola. É isso. E assim, é a Gretchen, né? Gente, Gretchen. O que é, gente? O que foi? Conta. O rola na rola que pegou. Não, não tem como. Pra mim era rola na rola. Pra mim, eu tava toda hora falando rola na rola. Era rola na rola. Era guerra de... Amor!
E não tamo aí pra gente fazer... Com certeza, amor! Vamos ser abertos e fazer isso? Já tem porta aberta, 69, eu vou pro rolo na rola. Nossa, gente, a gente vai cortar tanto. Não vai não. Não vai não, vamos deixar. Boa noite. Como tá o clima-tempo, hein, pra outono? Menina, daqui de baixo...
E como eu falei, é Igreja, né? Foi a sensação do momento. Cara, surreal isso. Agora, uma pergunta genuína. Como se todas não fossem genuínas, porque... Mas você... Você prevê... É uma coisa que você vê um futuro? É entrar nesse ramo mais musical?
O que você pensa disso? Ah, eu acho que, tipo assim... Ou você tá se divertindo? Eu tô me divertindo. Tipo assim, eu acho que o que eu penso do meu futuro sou eu com o meu programa, assim. Tipo assim, Luciano Huck, daqui a pouco sou eu aí, brother. Isso é o que eu penso pro meu futuro. Eu me imagino, eu me hipnotizo pra isso. Só que eu acho que eu vou ficar fazendo minhas músicas, mas vai ser tudo de uma grande sacanagem. Tipo assim, uma grande brincadeira. Tipo, The Fun. Quero muito fazer com você.
Nossa, exatamente. Aliás, a Valentina foi a última convidada. A gente até comentou sobre... Enfim, whatever. Mas assim, não, só amigos, no caso. Mas a questão é que a gente comentou sobre o Defante, sobre essa carreira musical dele. Ele tem uma carreira musical que ele também brinca com isso muito. Exatamente. É artístico, é artístico. Tá muito ligado à performance. Pois é. Do ator.
E é uma brincadeira, tipo, olha The Funt, gente. Mais elardo que da vida, fazendo essa música. E eu quero muito fazer The Funt. Vamos fazer uma música junto, que eu já tenho escrita. É uma brincadeira, assim, um rap chamado Ozenpix.
Mentira, não é possível. Tem um trechinho pra gente? Adoro trechinho. Começa assim, ó. É. Joguei meu dinheiro nas tics. Elas me pediram o Zenpix. Se liga, eu tô de Mercedes. Aluguei no aeroporto duas vezes. Geral sabe que eu tô portando. Geral sabe que eu tô muito bem. Pago todas minhas bolsas à vista. Todas falsificadas da Shen. Shen, pode ficar com inveja que eu não tenho plástico. Eu sou natural. Por isso que eu sou meio feia, meio esquisita, mas muito legal. Aí, aí, eu... Como cabalada?
E não é nada feio não, meu amor. É gostosa e gata pra caralho. E é like, likezão. E é like, gente. Impossível dar flop isso. E like também com o Defante que ele já aceitou. Sim. Aquela coagindo. Não, brincadeira. Isso, fica coagindo mesmo. Tá, coagindo. Isso, tem que ficar coagindo. Próxima.
Heloísa Pericê assumiu namoro com uma mulher. Sua mãe, maravilhosa, com a mente aberta que ela tem. Isso. Com isso. E você comentou no post de Vônica. Sim. Você dá flop pra essa pessoa sem coração que botou que fase?
Com certeza, gente. Eu tô um flop meu. Flop pra essa pessoa. Nossa, devia ser presa a homofobia. Exatamente. Nossa, flopal. Flopal. Who don't do who think? É isso aí. Não tem nem o nome da pessoa, né? Se esconde tanto que não tem nem o nome. É, prima do nome. Enfim, flopizaço. Flopizaço.
E a sua mãe está felicíssima, não vamos ficar falando de vida pessoal de sua mãe. Vamos para... Ela é tudo maravilhosa, eu quero que ela seja feliz. É, amor. Ela estando feliz, eu estou mais ainda. E eu amo, olha essa cara, gente. É muito fofa, baby, você é muito fofa, cara. Com essa cara aí, esse nariz que infelizmente eu não peguei. Mas é muito fofa. Amor, mas tu vai ver o meu.
Amor, mas você já viu do meu pai? O meu é bem... A gente vai ter um... Não pode nem brindar com água, mas vai abrir essa sessão. Mentira, tem essa superstição? Como é que é isso? Tô fodida. Sei lá, diz que não pode brindar com água. Acabou comigo, acabou minha vida. Não, mas quem não sabia, pode. E também a gente abriu a sessão... E agora a gente abriu a sessão também, pode. Então pode ser. Então slay. Então abri.
Então é isso, ó. Sua mãe, Divônica, sim. Divônica. É isso mesmo. E você já conheceu a namorada dela? Claro, gente! Um amorzão de pessoa, né? Uma diretora, né? Uma notícia. Beijo. Ela é diretora também. E é uma fofa. Diva. É isso. Vamos pro próximo. Likezaço e flop nessa ser humano que não sabe... Que você não tem a mente aberta.
E há clonando voz de humoristas e atores. Vamos lá. Eu amei essa foto que eles escolheram. Gente, flop essa foto, hein, gente? Então. Que isso? Olha, flop essa foto, amor. Meu Deus, um flop. Não, eu já tô querendo flopar esse porque... Já tô percebendo que eu não tô flopando nada. Eu tenho que flopar alguma coisa, entendeu? Não, você odiou essa foto. Não, essa foto foi flop, amor. A foto foi flop. O assunto que eu tô querendo flopar.
Mas a foto eu já flopei muito. Então, parabéns, Marcel. Muito obrigado pela foto. Cara!
Que legal. Iá clonando voz de humoristas e atores. Assim, o que a gente quer dizer com isso? O que eu quero dizer com isso? É, Iá clonando... Porque a Iá tá aí vindo com tudo. Você tá vendo isso aí, né? Claro, né, gente? Como não? Exatamente. O que você acha uma opinião agora polêmica e popular? Eu vou falar.
Você acha que no humor, no quesito humor, a IA vai conseguir dominar o ser humano? No sentido de, tipo assim, nós que trabalhamos, somos atores. Mas também fazemos, além de atuar, fazemos a comédia. Sim. Só que, na minha cabeça, isso é uma coisa que ninguém tira. Toda pessoa que sabe fazer comédia sabe fazer drama. Nem toda pessoa que sabe fazer drama sabe fazer comédia. Não, total. Isso é um fato. Fatítico. Fato fatítico. É.
Tanto é um exemplo maravilhoso é a sua mãe, que eu já vi fazer inúmeros personagens. É. Até em Avenida Brasil. Gente, ela fez uma novela, nem lembro qual que era, que ela chegava assim, um panda em casa, de tanto chorar. Então. Ela só chorava. Exatamente. E ela chora mesmo, né? Ela não bota cristal, não. Não bota cristal, não. Atriz presente, atriz presente. Atriz que vive, entrega. Que tá aí, amor. É. E assim, o que você acha assim? Você acha que a Iá, ela vai ter esse poder de conseguir transformar?
o humor, porque é tão genuíno do ser humano na sua opinião eu acho que a IA não vai conseguir transformar o humor porque o humor, eu acho que ele é uma surpresa, quando você menos imagina, é uma quebra de expectativa, você acha que vai aqui, e na verdade, blá vem uma coisa, e isso que é a graça é autêntico, e eu não acho que a IA vai conseguir substituir, né, eu falei transformar, mas é substituir, é mesmo, mas eu acho que os atores sim e, E aí
Eu acho que aí... Porque, tipo assim, se você perceber, tem, por exemplo, algumas lojas, algumas coisas, que já usam o bonequinho pra fazer a propaganda. Ou seja, um ator ali ou alguma pessoa já perdeu... O emprego. O emprego. Entendeu? Tipo assim, você vê que tem... Flop pra isso. Flopão, gente. Flopão. Segundo flop do programa, graças a Deus. Flopão. Entendeu? Eu acho que ia... E o terceiro, eu espero que não seja o programa. É.
Não, mas eu vou dar um flop pra isso aí. Porque eu acho... Não, eu acho engraçado. Eu vejo vídeo... Eu acho engraçado. Como você falou, né? A espontaneidade. Eu acho que não tem como... No quesito humor mesmo, sabe? É, é impossível. Tá na gente. Tá no timing. Tá no... No saber... Naquela resposta. Na resposta rápida. No tchá. No inesperado. Não ia substituir isso aqui que a gente tá tendo agora. Jamais, amor! Ainda mais isso aqui.
Não, eu tenho uma história de Vitor maravilhosa pra contar. Você falou que a gente fez um filme junto chamado Outro Espetaculares. Mas não assistam, não. Mas...
Mas tem uma história. Um brinde sem brindar pra não me ferrar. Sem brindar. Cheers.
Uma história de Vitor maravilhosa que eu quero contar. Que foi uma coisa hilária. Tá, posso contar? E aí, depois a gente continua. Ah, vamos embora. Vou contar. Nesse filme, tinha uma hora que eu fazia uma cena. Que eu ficava só de camisa. Tipo, uma camisa grandona e uma calcinha. E aí, me deram a calcinha. Pra eu botar a calcinha do figurino. E uma calcinha embaixo. Aí, eu fiquei meio assim. Não conhecia aquela calcinha. Eu fiquei com a minha calcinha.
A calcinha de baixo e a calcinha do figurino. Fiquei com três calcinhas. Aí, eu contei isso pra Vitor. Aí, ele. Amiga, maravilhoso você fazer isso. Que vai que você dá um pedinho e dá aquela rabiscada. Ah!
Tu lembra disso? Em 2017, tá? Eu tinha 20 anos de idade. Mas foi genial isso, gente. Só o Victor vai falar essa merda. Amor, o que mais... Antes de chegar aqui, eu dei uma rabiscada. Obrigado. Tá uma epidemia de rabiscação no cu. Que é um rabir menino? Fiber Castel? Amor! Patrocina a gente! Patrocina! Pelo amor de Deus!
Fiber Costel. Ai, cara, eu tenho namorado. Não, mas é real, nossa. Vivemos momentos em 2018. Não, momento. Em 2018? Acho que foi em 2018. Foi. Foi o Portugal, um beijo pro Portugal, Rafael. Ai, meu divo, vamos lançar música juntos também. Exatamente, acabou que a gente vai falar sobre isso também. Isso. Então, flop pra isso. Flop, flopão. Muito flop.
Influencer sem talento aparente, fazendo mais sucesso do que atriz formada. Porque a gente sabe que você fez e se formou na Cal. Isso. Corretamente? Correto. E você fez uma série chamada Sem Filtro. Onde você retrata uma personagem que é influencer. É. E que fala muito sobre essa realidade. O que você sentiu ao fazer essa personagem? Nossa, eu amei! Exato. Mas o que você sentiu em relação a isso? Da personagem ser uma influência que tá cagando, mas que não é formada?
Não, ela era zero que tava cagando. Ela era muito empenhada. Tipo assim, o sonho dela era fazer sucesso. Sem fio da Netflix. É, sem fio da Netflix. Vejam, gente, maravilhosa essa série. Todo mundo pede segunda temporada. Netflix traz a segunda temporada, todo mundo pede. É maravilhosa essa série. Só que ela…
Queria muito, ela se esforçava muito pra ter sucesso. Mas realmente, não era formada em nada. Mas o sonho dela era ser influencer. Na cabeça dela, ela era influencer. Ela ligava e falava assim, meu amor, sonando influencer. Me manda um recebido. Entendeu? Fala isso, cara de pau. Então like pra essa atitude dela. Like pra Sandrinha. Mil likes foi uma das personagens que eu mais amei fazer na minha carreira.
Amei, amei, é isso. É porque tem muito essa coisa da perseverança, aquele papo todo, mas da ambição, né? E se você quer fazer acontecer, é um trabalho. Não, amor, trabalho. Não deixa de ser. Você tá vendo aqui, ó, pra você fazer isso aqui acontecer, pra fazer nebinho. Amor, a gente tem reunião de pautas, não é brincadeira. É, a gente tem reuniões. União de pautas, mas não parece. A gente não senta aqui só e fala qualquer bobagem, não.
Mas a gente fala. Eu vou trocar, então, isso pra… Vamos lá. Não sei por que eu fiz isso. Pessoas que têm muito sucesso na vida, fazendo trabalhos de atores. Porque, como eu falei, você se formou na Cal. Isso. Tem contato, já.
Tem uns quatro anos que eu me formei. Sim. Então, continua a discurso. Não, vou falar isso. Pessoas que têm muito sucesso na vida e que... Nepo Babies. Tô brincando, Alô. Nepos. Nepinhos. Nepos que estão na novela das nove. Isso, nós. Tô brincando, pelo amor de Deus.
ou não pessoas que são já muito famosas e que por causa de números acabam entrando em lugares que fazendo papéis de atores ou atrizes, mas que na verdade um ator ou uma atriz faria o melhor não tô dizendo que sou eu não gente, tô falando de mim não, tô falando de gente grande é um assunto não, tá, então tá então assim, então flop
Tá, vou dar um flop. Dá um flop. Isso, vou dar um flop. Artista que viraliza e some. O fenômeno de um verão. Na verdade, não é artista que viraliza e some. É o hit que viraliza e foi. Fenômeno de verão. Você, no caso, fez o hit do Carnaval de 2025. Isso.
Você dá like ou flop pra essas questões viralizadas, assim, no cotidiano? Dizemos assim, no... Essas coisas bem carnavalísticas de... Não, viralizar eu dou... Viralizar eu dou like total. Dá like. É, mas viralizar e sumir... É, o que é assim? Trapa-trepa. Vamos lá.
Ele veio em peso. Eu gosto quando começa esse tom. É assim, ó. Quando desce. Quando desce. Aí você sabe o que vem. A gente capta. É porque trepa-trepa ele veio em peso. Então, tipo assim, deu três meses. Ninguém aguentava mais. Eu ia nos lugares, a pessoa falava. Canta trepa do trepa-trepa só. Se você quiser que a audiência vá no zero. Porque ninguém aguenta mais. Você aguentava? Eu aguentava. Isso que importa. Eu amo. Trepa do trepa-trepa. Like pra mim. É isso. Amo. Assim, uma época eu fiquei assim. Tira.
Tirar um quanto mais. Sim, sim. Mais. Vou até botar aqui agora o Spotify. Dá um play aí pra eu ganhar 30 centavos. Aí. 30 centavos que ganham? Menos. Deve ser um. Gente, nossa senhora. Deve ser nem um. Como é que pode isso? Porque se tem 4 milhões, não é nem um centavo. Exatamente. Não, enfim. Mas então. Mas o que você acha disso? Dessa situação num todo, assim, num geral? Viralizar e sumir, né? É. É o fenômeno de um verão.
Como, por exemplo, a música da… Vamos dar um exemplo? A música de Marina Sena, agora, do Carnaval. É. Que também tocou em todas as… É, tocou em todos os lugares. Em cima do Jetsky. Nada mais é do que trepa, trepa, trepa, amor. É isso. São virais. Ó, galera, pega isso, né? Mas é, amiga. Amei. Mas, amiga, pelo amor de Deus. Quatro milhões de streams. Foi um sucesso. Não, foi. Não se bota pra baixo, Lu. Não, brother, jamais. Entendeu? Agora eu quero que você dê um agudo aqui. Um agudão. Cadê? É.
Melody É, vamos fazer mel É, entendeu? Nada mais foi do que isso E você dá flop ou like Pra essa coisa muito brasileira Que é esse fogo do carnaval E da paixão Ah, não, like E viralizou E daqui a pouco, bum, caiu E like pra você Eu acho que assim, cair
É sempre melhor quando você surfa ali naquela onda. Tem que surfar. Tem que surfar. Cair é meio chato. Mas como é que é? O levantar é de Deus. O levantar. Aquela loja. Ah, entendeu. De dombanda falando isso. Maranhão. Não tem nada a ver com a coisa agora. Vamos lá. Inclusive estamos de branco nessa sextou. Exatamente. Exato. Então você dá um...
Pois é, então, eu quero dar meio like e meio flop. Porque eu acho que o viralizar e você viver isso. E carnaval no Brasil, é carnaval no Brasil. E você fazer… É carnaval no Brasil. É, isso é um likeão, gente. É o trepa-trepa. Impossível, é trepa-trepa. Carnaval no Brasil é trepa-trepa. Então a gente dá meio like. É, meio like, meio flop.
Vamos lá. Comédia ser tratada como arte menor no Brasil. Flopão. Flopé. Flopão. Flopão, gente. Ridículo, porque comédia é sempre tratada como arte menor no Brasil, mas as pessoas ficam ali vendo rios. O dia inteiro quer ver de humor, né? Aí não quer ficar vendo rios de drama. Entendeu? Cara, você teve um ponto. É, agora eu militei.
Tá certíssima. Porque realmente acontece muito isso aqui. Eu não vejo que a comédia seja uma coisa menor no Brasil. No sentido de, por exemplo. Como você falou do Paulo. Que Deus o tenha. Que é maravilhoso. Eu falo é porque pra mim ele ainda tá aqui. Ele é. Ele é. E sua mãe, a Ingrid, a Mônica.
Martelli, Ingrid Guimarães, a Heloísa, todas fazem o cinema nacional brasileiro e é comédia pura. É comédia pura, é o que pulsa.
As maiores bilheterias do cinema do Oddball Brasiliano são de comédia. Então, eu não vejo como sendo tratado menor. Mas eu entendo no flop, porque em questões do tipo, como você criticou agora. As pessoas estão lá querendo ver os rios de humor e tudo mais. Não tem de drama. Mas na questão do prestígio.
Cadê uma premiação que possa premiar as pessoas do humor, que fazem a comédia, que atuam, que também performam. É atuar. Além do drama, se não tivesse a tragédia, não existiria a comédia. Olha aí, militou. Eu sou babado.
Mas é porque eu acho que é exatamente isso. É a questão do prestígio. Tipo assim, quer dizer, até... É a questão do prestígio. É, tem até o prêmio do humor e tal. Mas tipo assim, é porque assim, no subconsciente... Ah, existe o prêmio do humor, não é verdade. Mas mesmo assim, tipo, no subconsciente geral...
Porque existe uma coisa que é, tipo assim, existe a crença de cada um e existe uma coisa que é o subconsciente geral. Então, tipo assim, todos os preconceitos, o machismo, tipo assim, são pequenas coisas que estão no subconsciente geral. E que as pessoas lutam pra cada dia quebrar isso. Só que o subconsciente geral, o humor é abaixo.
Apesar de que as maiores bilheterias e as que as pessoas mais consomem no dia a dia e que tudo gire em torno do humor e que, tipo assim, as pessoas se divirtam muito, que o riso, ele é o involuntário. Então, tipo assim, quando você ri...
É porque veio, assim. Também o chorar também, que você tem a catarse no teatro. Mas, tipo assim, o riso, que é a graça. É mais o da peça da Unirio que a galera... É, a peça da Unirio. Enfim. Gente chora. Na cala também, gente chora. Mas sim, sim, continua de chora. Mas apesar disso, tipo... A comédia é vista no subconsciente geral como abaixo.
Como inferior. É, como inferior. É, não, nada mais é do que... Quando você começou a já falar, a primeira frase que você já falou já diz isso tudo. É. Do Rios, né? A galera quer ali consumir, mas não... Mas engraçado. É, é isso. E nada mais é do que também um trabalho como qualquer artista de drama. Óbvio. E como você falou, todo mundo não, mas todos os humoristas sabem fazer drama. Mas nem toda a galera do drama sabe fazer humor. Então, amor, você provocar um riso... E a gente tem um grande exemplo disso.
Que é a maravilhosa da Fernanda Torres. Ah, essa é diva. E que é conhecidíssima pelos normais, pelo Tapas e Beijos. E que é meu sonho que ela vai no meu programa. Vem, minha diva. Ela é nepo. Ela é nepão. Ela é a maior nepo. É a maior nepo. Depois de Adão.
É ela. Tu tá certíssima. E é isso. E nada mais que exemplifique isso do que o grande filme de Ainda Estou Aqui, que é um drama maravilhoso, sutil, com uma atuação… Surreal! Cara, que é uma atuação que mexe, viado. Que mexe. Você faria um drama? Não.
Sacanagem, eu faria, eu faria, eu faria. Eu faria assim. É. Faria. Gosto. Eu faria assim. E você? Com certeza. Com certeza. Eu fiz um curto independente, super independente. É. Que é o Amarelo em Mim, que trata sobre depressão. E uma amiga minha chamou pra dizer... Coisa super independente, porque ultimamente pra fazer...
Arte é independente. É. É isso. A pessoa acha que... A gente tem que... É independente, mas dependendo independentemente. É, exatamente. Deu pra entender? Deu, porque a gente fala que a gente é artista independente. Exato. Mas independente é uma palavra mais bonitinha, mas desempregado.
Cara, eu vi uma notícia da Mary Streep falando assim, ser atriz é ser cronicamente desempregada. Exatamente. A Mary Streep. Ser atriz, ser ator e atriz. Espero que ela tenha falado. Se ela não tiver falado, corta isso. Não, ela falou assim. Mas ser ator e atriz é uma palavra mais bonitinha pra frila.
Concordo. Não é? Me babar bem inteira. É. Exatamente. Exatamente. Concordo. E a cabelo... Eu concordo. Então vamos dar flop. É, vamos dar um flopão. Mãe que expõe o filho nas redes, mesmo que com amor. Heloísa detonou a velização do trap no dia que vocês foram no podcast. Porque você mostrou, foi no podcast.
Não, foi no Pé no Sofá. Pé no Sofá pode. Pé no Sofá pode. É, da Júlia e da Flávia Alessandro. Ah, da Júlia, que foi no seu programa, né? Sim. Maravilhosa. Primeiro convidado, Juju. Te amo. Júlia é ótima também. Maravilhosa. Não é pão você aí.
Nepão Inclusive, esse podcast Quer dizer, Nepinho é gravado No estúdio desse podcast A galera fica muito fissurada com essa coisa do Nepo Mas é muito louco, porque assim, quando você tem talento E você Você pode ser Nepo, mas se você não tem um talento Se você não sustenta Você não ganha nada, amor Por isso que a gente esquece que a Fernanda é Nepo Por isso que a gente tá esquecendo E eu esqueço É Nepo Olha isso Tá vendo?
Que você, né? Você é talentosa pra caralho. Para. Então, assim, não é nem puxar saco, não é. É uma realidade. Não é mérito nem demérito. É uma constatação. É o fato. Exatamente. Uma constatação. Então, é isso. O que você dá flop pra sua mãe ter ficado com essa reação maravilhosa? Não, gente, essa eu vou ter que dar lá.
Ou você dá um likezão pra amor? Eu vou ter que dar um like pra minha mãe fazendo essa merda. Eu vou ter que dar um like pra minha mãe fazendo isso. Porque isso foi maravilhoso. Ela com vergonha, baby. Te amo. Eu amo quando você fica com vergonha. E quando deu certo, ela falou, filha... O que ela fez, hein? Perguntaram... A Flávia falou assim... O que é aquilo que... Ela faz uma coisa e você fala assim... Ai, meu Deus. Criada no leitininho e faz isso. Aí ela fala assim... As músicas dela... Luísa, canta.
Ela já falou com vergonha assim, Luísa, canta. E eu fui cantar e eu falei assim, qualquer coisa depois corta, tá, gente? E eu cantei, imagina se tivesse cortado, gente. Ela tem coisa em virgem no mapa. Cara. Eu não tenho uma coisa muito aleatória, foda-se. Acho que não, porque ela é leão com aquário e aquário. Cara, minha mãe é escorpião com aquário. Nossa, ela é aquário e aquário? Ela é leão, aquário e aquário.
Quaro demais no mapa. Ela é por isso que ela é aqui, ó. Tá vivendo. Eita, aconteceu. Onde eu tô? É o campo das ideias. O campo das ideias. Total. Minha mãe, ela vive aqui, ó. E eu também, eu sou ar. Então é engraçado como a gente olha as coisas assim. E a nossa mente... E Tom, Tom, fica onde aí, gente? Ela é leão com capricórnio. Amor. Ela fica... Gente, ela deve falar. Gente, vamos juntar aqui. Vamos ver dois.
Ela nem aguenta ficar com a gente. Ela vem com o PowerPoint. É, ela nem aguenta. Porque ela é um gato chique, assim. A gente é golden. Quantos anos você é sua irmã? Ela tem 19. Ela é novíssima. Ela tá começando agora no ramo da carreira musical. E é muito engraçado e interessante isso, né? Porque as pessoas falam assim, ah, não. Porque a mãe da Luísa veio da comédia, veio do humor. O pai também, né? O seu boneco. E aí você tem uma irmã que vai completamente pra um lado...
Eu tô oposto. A gente é... Um dia ela falou assim... Ela é muito também filosófica. Ela tem umas coisas assim também. Um dia ela virou e falou assim... A gente é tão diferente... Mas se a gente fosse o oposto... A gente seria mais parecido do que o que a gente é. Puta que pariu. Queijo nada. Que legal. Não, peraí. Como é que é, amor? Tipo assim... Ela falou que a gente era tão diferente. Tão diferente. Sim. Que se a gente fosse o oposto uma da outra...
A gente seria mais parecido do que o que a gente é. Tipo assim... Não dá pra entender, mas dá.
Cara, dá pra entender. Mas é muito louco. Ela é muito louca. Me senti uma burra. Ela fala umas coisas assim bizarras. Tem mais agulha, gente. Só pra não. E abriu o show da Duda Beach agora. É isso que eu ia falar. Gente. Tá indo pra lá. Viu o story ontem. Eu amo que a gente... A internet tem uma coisa muito ruim. A internet é babado. A gente se atualiza muito rápido. Então não tem mais assunto. Porque eu já vi o story. Então acabou. Aquela louca. Não, mas é babado. Ela abriu o show da Duda Beach. Vai abrir.
Já abriu em Londres. Sim. Vai em Amsterdã. E ela é toda, tipo assim, ela é toda cool, não sei o quê. Amor, não encosta nessa geração Z, tá? Aí ela falou assim… Não encosta na geração Z. Não, não touch. No touch, no touch. Por favor, deixa eles ali com a foto deles. Deixa ali. Deixa eles sem foto no feed. É, entendeu? Deixa eles… Eu pensava que geração Z tem dessas, né? Tem dessas. No máximo uma. Só que a minha irmã é alterna. A gente meio que é também, né?
A gente é Millenium. A gente é Zillenium, né? É Zillenium, é verdade. A gente é Zillenium. Tá na minha, tá na minha oca. É porque eu fiz Desencontro de Gerações, que foi um programa que eu fiz com a minha mãe. A gente fez esse programa no Globoplay. Assistam Desencontro de Gerações, maravilhoso. E aí, tipo, no estudo, eu era tratada como Millenium.
Sim. Mas algumas coisas me botavam como geração Z. Tipo assim, então vai pra uma piada, não sei o que é. Gen Z. Yeah, for sure, right. Girl, you got it. Yeah. Então... Ah, gente, vou ter que dar um like pra minha mãe. Um like. Mas é porque, tipo assim, mãe que expõe filho nas redes... É, vamos falar. Eu acho que é meio too much. Mas mesmo que com amor você acha too much.
Eu acho que tem, tipo assim, alguns influenciadores, algumas pessoas que, tipo assim, já ficam expondo a cara da criança. A criança nem sabe se a criança, tipo assim, vai querer ter sido exposta nesse nível, entendeu? Porque às vezes são pessoas que são muito grandes e fazem isso. Então, pra isso eu acho um flop. Mas pra minha mãe, pode me expor, baby, que eu também te exponho. Pra você eu vou ter que dar um like. Então vamos pro likezão, vamos pro próximo.
Criar arte por brincadeira. E isso funcionar melhor do que o trabalho sério. O trap nasceu numa tranca. O programa nasceu do rótulo. As melhores coisas não foram planejadas na sua vida, Lomor. Gente... Você fez filme. Sim. Comigo, aliás. Enfim, e assim...
O que você pensa em relação a isso tudo, a sua vida ser mais na questão do improviso, do que planejadamente? Cara… Planejadamente? Existe essa palavra? Planejadamente? Existe. Se não existir, flop no meu português.
de forma planejada cara, eu vou ter que dar um likeão pra isso gente, porque tipo assim é isso, teatro, como eu falei é uma grande brincadeira séria, você trabalhar com o que você ama e isso poder ser uma grande brincadeira e ser divertido e não ser aquela coisa tipo assim, tem gente que se diverte no escritório trabalhando assim, sentado, não sei como mas tem gente tem pavor
Mas é... Não, mas realmente, toma você dar um likezão. Gente, vai ter que dar um... Não tem como dar um like maior do que esse. Até porque, né, Lu? Se eu não fosse pelo trepo, trepo, trepo, você não tava na lista da Carol com o pai. Jamais! Não tava assim, porque eu tava pela minha mãe. Ai!
Eu já estava. Carol, Léo, Michel. O Léo, maravilhoso também. Eu tive que botar um áudio de Léo Marçal. No meu programa. Porque eu falei, eu tava chegando a hora da festa. Que eu ia, já tava com... Tipo assim, eu mando pra ele a figurinha. Pode eu e mais 18 na lista? É o bom. Tem lista? Eu e mais 18. E Léo... Léo, você responde aí. Like ou flop? Essas estudos da Luísa. E ele vai flopar muito. Não responde não.
Tô brincada. Aí eu mandei pra ele assim, tava chegando a hora da festa, eu, oiê, e aí, amigo, tá por onde? Aí ele já sabia o que que era, ele mandou assim, Luísa, nem vem pedir mais gente pra botar na lista não, a lista já está lotada, só se for sua mãe ou deixa você levar.
Então já tinha, amor. Eu tive que botar esse áudio no meu programa, gente. Já tinha, já tinha. Maravilhoso. Então like. Like pra arte por brincadeira. Mas assim, mas aí eu não teria feito tanta publi também, né? Se não fosse trepa-trepa. Então likezão. Não, likezão. Entendeu agora? Likezão, óbvio. Entendeu agora, amor? Total. Vamos lá. Isso tudo. Likezão. Não, amor, não tava com a casa própria? Brincadeira. Depois a gente começa a ver.
É estudar tanto e ser conhecida por algo que não estudou nada. Vamos lá. Você fez tablado, você fez… A gente fez tablado. Você até falou, né? Que a gente fez o tablado. Fez, a gente fez tablado na mesma época. Você formou na Cal e tudo mais.
você fez curso de roteiro vários e eu era sempre a escolhida pra ler no final do curso eu ia lá na frente e eu lia os textos de todo mundo, porque os roteiristas não querem ler e aí sempre falam assim, oi dá pra ela ler o meu e eu lia com a entonação olá, não sei o que olha o outro, o que é eu ia lendo assim, e eles queriam que eu lesse o roteiro de todo mundo e eu tinha que ler o de todos e eu ia lendo
O que você acha de roteirizar? Qual o sentimento que você tem, assim, em relação a roteirizar? Assim, eu não gosto de criar do zero. Eu gosto de ganhar um roteiro, de ter um texto. E aí eu trabalho em cima do que já existe.
Eu gosto mais de fazer isso. Eu sou muito caqueira. Pra quem não sabe o que é caco, é tipo assim. É caco, é. No teatro, você bota, improvisa, né? É, por exemplo, o texto é assim. É, olha que casa bonita. Aí você bota, tipo assim. Ih, olha essa casa, hein, gente? Casa bonita. Por exemplo, isso você colocou um mini caco, né? Tem coisa mais gostosa do que essa liberdade artística pra um ator. Você trazer pra sua embocadura. Nossa.
Não, tem que trazer pra sua embocadora. E é uma coisa que eu acho que é muito importante. Eu vou falar uma coisa que é real. Nós atores, tanto humor, drama. Mais pro humor até. Muito mais pro humor do que pro drama, né? Ou até pro drama. Essa coisa de, ah, eu não sou o personagem. O personagem é uma coisa, eu sou outra.
Eu discordo. Eu tenho uma discordância disso. Eu acho que a gente sempre vai ter um pouquinho de essência dentro daquele personagem. Eu também acho. Eu acho que você... A não ser que seja, tipo, um doc, ou você esteja fazendo uma pessoa que realmente existiu, aí é uma coisa diferente. Imagina. É. Suzana e Ivão, eu sou igualzinha. Eu tenho coisas dela dentro de mim. A galera que fez a série Tremembé, assim, ó. Vi!
Pelo amor de Deus. Olha. A Carol Garcia. Conhece a Carol Garcia? Amo! Um beijo, imagina. Carol, você tem 10% dela assim. Imagina. Pelo amor de Deus, brincadeira. Carol, maravilhosa. Te amamos demais. Ótima triste. Mas eu acho que também você tem que pegar o seu personagem e trazer pra você. Tipo assim, aonde que vocês se encontram ali. Pra você achar em você e você poder fazer...
Cara, ator sem empatia... Amor, impossível. Impossível. Não é ator. Ator sem empatia não existe. Não. Apática aqui, ó. Exato. Como? Como? Impossível. Impossível. Então, assim, eu digo isso. Você ter estudado tanto e ser conhecida por algo que não estudou nada, assim. Por exemplo, você tá muito conhecida pelos seus hits. O Embaraçada, que você vai me contar já, já.
Então você dá like ou flop pra isso tudo, assim. Por você ter feito cursos e mais cursos. E não ser reconhecida totalmente por isso. Eu acho que o lugar que eu levaria... No sentido do digital, assim. Seria ser conhecida por algo que não estudou nada. Ser conhecida como a filha da. Tá. Entendi.
Né? Eu acho que, assim, isso, pra mim, não é um flop, na verdade, mas é uma confusão. Se for, pode falar também, amiga. Não tem problema. Não, porque é aquilo, tipo, eu não me importo de ser nepo-baby. Hoje em dia, amor, esquece. Tem um nepo-grama, amor. Se eu falar isso agora, nem lança um programa. Mas, tipo assim, eu acho que...
Eu não me importo também que essa pessoa fale, a filha da Heloísa. Tipo, hoje em dia eu já... Tá, é isso. Tipo, realmente. Mas antigamente? Não, antigamente... Eu faço terapia há 12 anos. Eu faço... Isso só foi resolvido no passado. Sério? É.
Porque assim, o meu sonho é trilhar meu próprio caminho, né? Com certeza. É o meu sonho. Com certeza. E tá trilhando. Não, sim. Só que o meu sonho é, tipo assim, ter o meu nome. Aí eu fiquei... Aí eu, gente... Ai, é... Vou fazer... Não sei. Eu acho que vou mudar meu sobrenome. Porque Heloísa Perissê é muito parecido com Heloísa Perissê. Eu parei de ir no Criança Esperança, porque eu atendia. E a pessoa achava que era minha mãe.
E falava toda emocionada. Toda emocionada. E se decepcionava quando descobria que era eu. Primeiro que a pessoa já se decepcionava quando eu atendia. Porque achava que ia ser o Cauã. Aí achou que atendeu minha mãe. A galera tem isso comigo. E acha que é a Marina Sena. É, entendeu? Acho que vai Bruna Marquezine. E se deparou com o Lu Pericedo do Zorra. Tomando o cu. A pessoa ficou muito puta, gente. A pessoa do outro lado da linha. Eu senti.
A pessoa ficou muito puta. Eu parei de ir no Criança Esperança. Mas assim, é difícil também. Tem esse lado do né, porque é difícil você... Quando você tem um nome muito parecido. Eu tenho o nome da minha mãe, gente. Quando eu falo, desaparecer... É, Eloísa Percê. Luísa Percê. Mas eu vou te falar uma coisa.
O trepito trepa-trepa, essa virada toda, te deu uma outra possibilidade. Uma outra coisa. As pessoas veem, nossa, é a filha dela, mas é ela ali. É. É a Luísa ali. Eu já vi comentários assim. E o meu estilo de humor eu acho muito diferente do que o da minha mãe. É muito diferente, gente, meu estilo de humor do da minha mãe.
É que as pessoas têm uma mania também, né? Agora a gente vai entrar na coisa do machismo estrutural. Sim, exatamente. Exatamente. A mulher que faz comédia, né? Elas têm sempre o mesmo… Falar essa palavra, espectro. Pode entrar, né? Não sei, mas o mesmo espectro de fazer o humor, entendeu? E é errado esse pensamento. É mentira, é. Like ou top pra isso?
Gente, flopão, flopão, entendeu? Flop. E as pessoas também não estão acostumadas, é tipo assim, uma mulher do humor, que fala mesmo, fala trepa, trepa, sem ser no sentido de funk, sendo no sentido do humor. As pessoas não estão acostumadas a ouvir isso. Então, tipo assim, eu tô cansada de ouvir as pessoas votarem assim. Não, não cansada de ouvir. Ah, eu tô cansada, mas tipo assim, pô, eu tô cansada de ouvir, porque eu já ouvi pra caralho.
Como que você fez? Que nem mandou nesse celular. Não, tipo assim, eu tô cansada de ouvir. Tô cansada de... Assim, ah, ela parece muito com a tatá. Sendo que, tipo, aonde, amor?
E a Tatá é única, e você é única também. São coisas... Às vezes as pessoas podem até falar que eu aparento também. E cada um com seu cada um. Exato, gente. E eu vou te falar uma coisa, muito sincera. Muita gente já me comparou com pessoas que eu sou fã. Que eu sou muito fã. Fisicamente me comparar às vezes com a Marina, eu falo, gente, maravilhosa!
Maravilhosa. É. Maravilhoso. Um dia já se encontrou. Marina chegou pra mim e falou assim. Gente, real, né? Parece. Até a testa. Fiquei meio assim, meio bolada. Amei. E eu que já me compararam fisicamente com supla. Gente, sabe que é igual? Menino igual. Inclusive, também quero você no meu programa, supla. But he speaks in English? Okay, I'll speak. I'll speak. You speak in English very well? Because he do. É.
He does. He does. He does. He does. He does. É... E assim, é uma coisa muito louca, porque são referências. Por exemplo, e tá tudo bem ser comparado, se você parar pra analisar. Vamos analisar, Flávio. Porque daqui a pouco, já chegaram pra mim e falaram assim, amigo, fulano de tal tá te copiando, tem essa coisa, né? Fulano de tal é igual a você. Olha isso aqui, meu Deus, igual, igual. Então...
O que falaram? Ah, você tá copiando fulano. Vão falar de mim, porque são gerações. Exatamente. São gerações e referências. Então, a gente fica agarrado nisso. A gente...
Perde. E você, eu acho que... Perde pro orgulho. Você lançou muito uma... Um estilo também, porque eu acho que existem também estilos. Amiga, pelo amor da entrevistada, é você. Não vamos fazer... Mas não, mas eu vou falar. Porque Vitor era o sucesso do Vine. Exato. E o Vine, que era uma plataforma nova, você lançou muito esse estilo, porque existem estilos de humor. Lucas Salles... Te amo, Sali. É um dos meus melhores amigos. Lucas Salles.
Que é um dos meus melhores amigos. Ele sempre fala, tipo assim, que o estilo dele é muito Leandro Hasson. E é, porque tem alguns estilos que são assim. E o meu talvez seja, sei lá, um pouco mais Paulo Gustavo. Uma coisa mais anos 2000. É, já falaram a mesma coisa pra mim. Uma coisa assim, já falaram isso. Mas você lançou um estilo também, que era naquela época Vine. Sim. E eu acompanhava a Vitor. Também namorei o famosinho do Vine, tá bom? Naquela época.
Você quer expor? Não. Aí... E você lançou muito o seu... Emissão Lobo, um beijo! Tô brincando, não é o meu. Não, nem é, nem é. Então a gente conversa. Gabriel Terra, um grande beijo. E foi ele mesmo.
Te amo, terrinha! Encontrei com ele esses dias. Ah! Olha, o encontro do Vine. Ele é maravilhoso. Ele é maravilhoso. Muito. Enfim, é... Mas... Mas conta isso, hein, galera. Pra não ficar um climão. Não, por isso você corta, não. Ah! Eu gosto! Ele é meu brother. To my close friends.
Maravilha. E é isso. Somos referências. Como as pessoas têm as referências delas, nós somos referências também para outras pessoas. E assim vai ser sucessivamente. É isso. E separei em sílaba, não sei por quê. Vamos para a próxima.
Ter uma família famosa e ainda precisar provar que é você mesma. Já falamos isso aqui. Gente, é. Isso aí é flopão. Flopão. Como você falou a frase, né? Da média, da média. Mas o sobrenome é real. Sim, porque é isso também. Minha mãe, caralho, ela também não teve muita…
criatividade, entendeu? Ah, eu podia ter uma Rita Periceia. Entendeu? Júlia já facilitava. O fonema é muito parecido. Muito. E ela me queria Manoela. E veio meu pai, que além de me dar esse nariz, veio e me botou de Luísa. Luísa, para de falar seu nariz, amor. Não, porque meu pai é Luís Guilherme. Se eu fizer isso aqui, ainda fizer isso aqui, peguei teu nariz e ainda vai estar o meu nariz.
E a Marina confirmou. Minha testa é que nem a dela também. Bota esse corte, pelo amor de Deus. Não, bota esse corte no Instagram. Pelo amor de Deus. A gente volta já.
Mas aí, tipo assim, a ideia do meu pai era, tipo, meu pai é Luiz e Guilherme. E minha mãe é Heloísa. Aí é Lu de Luiz e Isa de Luísa. Na união ficou Luísa. Só que fica Luís e Heloísa, duplinha sertaneja, amor. É uma equação, né? Foi um báscara. É uma equação. Foi um báscara aí. É, não, sim, é realmente. Mas assim, é o que eu falei pra você. Você com essa virada tá fazendo o teu e… Isso. E isso não vai ser um problema, amor. Eu acho que isso é uma questão mais da gente com a gente, sabia? Nós nepos. Do que nós perante o mundo. Eu ia concordar, Elci. Sim, nós nepos.
Minha mãe foi do Balea Bolsaque. Isso. Nós nepos que, tipo, eu acho que isso é uma coisa da gente com a gente. A nossa terapia, provavelmente, esse é um grande assunto da terapia de todos os nepos. Mas, assim, pro mundo... Sim. A gente vai ser sempre o filho do... E que bom, né? É, e é sobre. Só que pra gente saber quem a gente é... Que bom, você é uma pessoa já nomada, você tem talento, amor. Tem mais do que ser filha do, filha de... É isso. Então, like ou flop pra isso. Flop? Flop, tá bom.
Então, o personagem MC Periceta, o alter ego que ninguém previu. Você tem, aliás, no seu aniversário, quando você cantou em primeiríssima mão, você estava com a Periceta, fazendo a Periceta. Estava fazendo a Periceta. É o seu alter ego, é o seu personagem. Então você não se considera cantora, mas você se considera o quê?
Eu acho que eu sou uma humorista. Eu acho que, tipo assim, eu tenho personagens, eu tenho a coisa... Eu tenho Nepinho, que eu faço a Dalva. Dalva, Gina. Eu amo. Isso, eu amo, eu amo. Eu amo Dalva. Eu amo fazer a Dalva, na verdade. Eu me sinto um pouco Dalva. Quando eu boto a peruca, é difícil eu fazer eu.
Quando eu tô com a peruca e eu tô, tipo, tudo fazendo Dalva. E eu ainda tenho que conversar ali com as pessoas antes de Gustavo. Beijo, Gu, da ação. Eu sinto que eu tô fazendo uma personagem que sou eu. Eu sinto que eu tô fazendo. Eu. Sim. Então, é isso que eu tô falando da coisa... Como é que é a palavra? Da embocadura. Da embocadura. E no personagem sempre vai ter um pouquinho da nossa essência. É, total. É isso que é nesse local. É, exatamente.
Mas vamos lá. Personagem se periceta. O alter é o que ninguém previu. Likezão pra sua personagem. Gente, likezão pra periceta, entendeu? Vem música as novas aí. Vem periceta brulê. Com a Valesca. Mentira. Mentira, Luísa. Sério. E o pior, periceta brulê. Eu tô falando o nome light, né?
É, vamos manter. Vamos manter, entendeu? Não, fora, você pode falar. Mas eu mandei pra ela, mandou kkkk. Mentira. Quero fazer. Flavalesca? Cara, isso é icônico, tá? Iconic. Isso é muito legal. Isso é muito legal.
E, pô, likezão pra Periceta. Eu amo meu alter ego. Eu amo, assim. Eu subo no palco, eu viro uma outra pessoa. Amiga, mas muito foda. Porque a Valesca, ela vem do funk. De uma coisa assim. Anos 2000. É, anos 2000. Periceta é anos 2000, gente. Olha isso. Total.
A estética, né? O óculos, a vestimenta e tudo, né? 100% anos 2000. Você tem um estilo anos 2000? Muito. Você tem isso em você? Eu sou anos 2000. Você tem muito estilo? Total. Circulazão. É. Eu tenho uma coisa anos 2000, eu amo. Eu sou anos 2000. Se você quisesse viver uma época, seria?
Anos de 2001. Amalhação. É, total. Você é a Samira. Dançando o Acon. E toda hora comentam que eu sou igual a Samira também, gente. Mas em que sentido, Luísa? É isso que eu quero entender, galera. O mesmo a Samira. Malhando. Então, like ou flop? Like são. Like são. E que legal você falar, porque realmente é isso. É um alter ego, é um personagem. É. É um personagem, não existe um personagem. E tá dentro do seu ofício de ator. É isso. De ator, de atriz. De atriz.
Fazendo graça, fazendo humor, zoando. Inclusive, ali apareceu essa minha tatuagem. Sim. Que eu fui fazendo toda animada, achando assim, vou fazer um coração, uma pra cada irmã, não sei o quê. Fazer isso aqui, uma coisa fofa. Quando eu saio do tatuador, eu olho assim, caralho, igual loterias caixa. Meu Deus, igual, gente. Igual. Então, assim, queremos um patrocínio, que eu jogo sempre e não ganho na loteria. Eu já ganhei 14 reais algumas vezes, mas... Gente, igual. Igual, é que ódio.
Que climão. Então vamos lá, likezão. Próximo. Thank you, next. Thank you, next. Quando a brincadeira vira produto. Ah, Denis, te amo. Agora a gente vai entrar nisso do Denis, que é maravilhoso. Um grande produtor. Isso. E como que foi esse convite do Denis? Como foi pra você? Você ficou… Como é que foi a sensação de o Denis te chamar e falar assim, querida, eu quero produzir o Trev. Então, não foi bem assim, né? Então vamos contar como que foi. Foi assim.
Estamos aqui para esclarecer fatos. E eu sempre conto histórias. Sem fake news. Tipo assim, esse cara é um divo, é um gênio. É um gênio, assim, real, bizarro, surreal. Vou contar tudo. Mas foi assim, tudo começou. Tava trepido, trepa-trepa.
Aí eu, cara, será que eu faço com esse menino DJ Cort? Ele fez um negócio super legal. Aí, Rafael. Beijo, amor. Meu boy. Rafael, exatamente. Vocês, assim, casaram? Não. Tô esperando. Calma, Luiz. Sacanagem. Não! Não! Mas tô aqui. Mas aí, Rafael falou assim, cara, você tem que fazer com Cort. Se não for com Cort, só se você fizer com, sei lá, Dennis.
O que eu vou fazer com o Denis? Vou fazer com os dois. Corte e Denis. Aí o Denis tocava no... Ele fazia essa festa Funk Box. Ali onde é a aldeia. Sim, sim. Que a galera faz. E o Rafael conhece todo mundo. Eu conheço todo mundo. Aí a gente... Aí o Rafael ligou pro Matheus Corrêa. Nosso grande amigo. E falou assim, cara. A Luísa quer falar com o Denis. Ela quer que o Denis...
Seja, produza a música dela, faça a música com ela. Aí ele, ah, vou entrar em contato com a galera do Denis. Aí ele ligou pra galera do Denis, eles falaram assim, cara, ele só tem... Aí ele retornou e falou assim, cara, ele só tem data de lançamento dia 25. Sendo que isso era dia 28.
do outro mês. Meu Deus, tá. Aí eu falei assim, mente. Estava fazendo a lotada. Aí ele falou assim, ele falou que se ela topar, lançar dia 25, ele pode. Aí eu falei, mente, fala que eu topei, só pra eu conseguir o número dele, e aí eu vou conseguir lançar antes.
Vou te falar uma coisa. A gente tem que dar umas mentiras mesmo. Entendeu? Gente, eu faço a minha própria hipnose. Amor, mas tá certíssima. Você tá certíssima. Eu me hipnotizo e vou mirar aqui e vai. Fala que é isso e acabou. Exatamente. Há um teste. Você sabe fazer… Andar a cavalo? Sei. Sei. Muito. Amor, sem o negocinho. Pior que eu fiz um filme, eu tive que andar a cavalo. E eu sabia. Ah, não. Então foda-se. Esgrima.
Sei. Sei. Claro, claro que sim. Gente, mole. Sei. Sabe falar alemão? Amor. Claro. É não. É não. É não. É não. É não. Aí, enfim, eu fui atrás dele, ele tava tocando lá na Funkbox, que foi exatamente nesse dia. Aí eu fui até ele. Oi, eu sou a Luísa, do Trap e do Trepa Trepa. Aí ele tocando ele. Legal.
É, o Rafael cagou pra mim Aí ele, não, relaxa amor, não sei o que, relaxa Aí daqui a pouco... Não, a gente sempre tem É, o nosso gente sempre tem, eu foda-se Então se ele já falou isso, então eu vou beber Já tava ele lá no meu gin, daqui a pouco Oi! Aí ele veio, né? Aí eu, oi! Aí ele, você que é a Lolo... Filha da Heloísa Pericea Muito obrigado, Lolo, que é o Gino Filha da Lolo Então eu vou fazer Vamos fazer, muito obrigado Aí ele, só pra te avisar que eu vou fazer a sua música, tá? Aí eu...
Rafael, ele falou que vai fazer. Fudeu. Ele fudeu. Insanou tudo. Aí eu continuei bebendo. Não, não, não. Fiquei super feliz e continuei bebendo. Daqui a pouco, de novo ele. Oi. Você se garante no improviso?
Eu não me entablami. Claro. Aí eu peguei o microfone. Então vamos cantar. Vou fazer um beat pra você. E vamos cantar o agora. Aí eu subi ali. Quem conhece o trap do trepa-trepa? Eu já comecei a cantar. Foi a primeira vez que eu cantei. Eu vi esse vídeo. Foi tudo. Foi tudo. Foi tudo. E eu já tava aqui. Eu sou. Eu sou. Eu sou. Eu sou. Eu sou. Eu sou.
Mas, tipo assim, já trepa, trepa, trepa, já tava tão na minha embocadura que a moça podia estar o bêbado que fosse que eu ia cantar. Aí foi isso. E aí daqui é, tipo assim, dois dias, isso foi numa quinta-feira, sábado, eu estava na casa do Denis com o corte no estúdio e a gente gravando a música.
Cara, isso é incrível. Bizarro. E o Denis, ele… O Denis é o Denis, tipo assim, o Denis, ele na verdade… Ele fez a minha adolescência. É, a nossa. A nossa adolescência. Que nem a galera, às vezes, vira e fala assim, você fez uma infância pra mim. Eu tenho 28 anos, a galera me para e fala do Vine. Fala, você fez uma infância. E eu me sinto a Xuxa.
exatamente e aí eu falo calma galera não cheguei nem nos 30 mas que bom que eu fiz sua infância é mas o Denis e o Denis fez a nossa o Denis fez a nossa então adolescência isso é um sonho realizado é é uma coisa bizarra isso que aconteceu comigo e ele é é muito mais do que do que todo mundo pensa que ele é sabe o que que ele fez o que a gente tava marcando de lançar o que é
O Tom, né? Ele fez o quê? Vai. É... Eu e o Victor não dá pra juntar não. A mão não rola. Deve ter três horas de programa já. Eu liguei pra ele e falei assim, cara...
A gente vai lançar o não sei o que é editora, eu não sei o que é intérprete, não sei o que é nada. Intérprete eu imagino que seja, mas eu não sei o que é nada. Aí ele falou assim, pode falar? Aí eu posso? Aí ele me ligou. Ele ficou 47 minutos comigo no telefone me explicando tudo o que era. Eu no Viva Voz, com o caderno assim do lado, e minha mãe aqui na frente, a gente na mesa da tranca que a gente joga. Ele falando assim, editora, não sei o que, editora.
É isso, não sei o quê. Aí você vai, você pode escolher isso. Aí tem isso, tem o quê. Aí ele entendeu? Aí eu olhava pra minha mãe. Você entendeu? Aí ela, mais ou menos. Aí eu...
Entendi. Aí ele foi me explicando tudo. E eu anotando no caderno. E ele, assim, o meu pai da música, realmente. Eu amo. Eu falo que é o menos. Tem até um vídeo de você chegando no estúdio, você gravando. Tem um vídeo no Instagram. Vamos lá ver. Enfim, likezão quando a brincadeira vira produto. Likezão. Porque se a gente não faz uma limonada, meu amor. Faz uma caipirinha. A gente perde a oportunidade. Uma coisa que é muito real. Você pode ter um talento que for. Mas o que vale são as oportunidades.
E oportunidade é um homem careca que quando passa você arranca ele pela trança. Minha mãe que fala isso. Ah, tá! Eu achei que era uma nova música! Imagina, um novo single. Do homem careca. Do homem careca. Do Calvin Calvo. Você já improvisou o negócio, já tem um novo single, tu sabe, tá? Sim, que é rola na rola eu falo isso.
Ah, não, mas do calvo, não tem... Isso você inventou agora, do calvo. Não. Então vamos deixar quietinho, depois a gente conversa. Então, like. Like, zapo. Ah, gente. Vamos dar flop. Eu que... Olha.
Precisa entrar nessa pauta? Acho que não, brother. Não precisa entrar. Eu não acho que precisa entrar nessa pauta. Agora sim, foi uma coragem da pessoa ter feito isso e deu muito certo, gente. Ah não, amiga, é um momento. É aquela brincadeira que dá certo. A gente deu like na brincadeira que deu certo e agora a gente quer flopar. A gente é hipócrita. Mas vamos flopar sim, foda-se. A gente é hipócrita, a gente vai flopar sim. Vamos flopar. Vamos flopar, já passa isso.
Abagatuda, amor. Sai fora. Amor! Bate bola, jogo rápido. Então, a gente vai... Aqui, no momento, começa o nosso bate bola. All right. E temos Tel, filho de Marília Gabriela, no meu programa. Que também é Nepo. Que é o Nepão e ele foi nessa temporada. Ele é maravilhoso. Então, não percam. Então, vamos lá. Agora, a gente tem o nosso round final. Como é que é isso? É assim, sem pensar, amiga. Vai no instinto mesmo. Tá. Você vai dar like ou flop. Eu vou falar uma frase. Você like, flop. Tá. Eu vou nem dar a minha opinião.
no meio a gente pode ajudar, porque a gente bate bola joga rápido, vamo embora. Luísa, improvisar música numa festa sem avisar ninguém. Like ou flop? Likezão, todo dia eu chamo as pessoas pra batalha. Se eu beber um dia eu falo, batalha! Amo.
É só pra falar e eu já dei a informação como eu pedi pra não fazer, vai. Eu amei muito. Foto com funk te para no aeroporto toda cansada, tá cansada, tá foto com funk, tá no aeroporto de manhã cansada. Like. É isso. Todeio. Tá, arrasou. Pergunta sobre sua mãe em toda entrevista. Mas como tá, Lulu, hein? Me conta. Gente, like, porque senão minha vida seria um flop. Mas like.
Cara, essa resposta sua foi a melhor do programa. Foi iconic. Streaming cancelar a série depois de uma temporada. Flop. Netflix. Gente, Netflix. Se liga, brother. Todo mundo pedindo segunda temporada de Sem Filtro. Ah, cara. Se liga. A gente vai seguindo daqui, né? Isso. Hit de carnaval que some em março. Flop. Devíamos perdurar mais. Sim. Contra cenário com familiar na vida real. Ih, likezão.
Nossa, a Dercia. Alright. Alright. Cara, eu morro do nada. Em inglês. Parceria musical com quem? Abra o espanhol. Porra. Embaraçada. Depois você vai contar isso. Eu abro mal, né? É, embarassada. Depois você vai contar a história pra gente. Contar a cena com o Fabio. Tá. Parceria musical com quem você não esperava. Gente, likezão. Like. Ator famoso que te trata diferente por saber quem é sua mãe. Flop.
Dá nomes. E é por isso que minha vida é um flop, porque é todo dia. Ah, mentira. Que rola aí. Não, mas é um clássico. Ai, Luísa, sério. É foda, né? Vamos lá. Escreve. Cara, a gente está falando, né? Pô, é foda. Muito caro, bravo. Já sei mesmo um cigarro. Pô, caralho. Foda, gente. Ah, é foda também. Me parou toda hora. Fala, Regina, Regina. É, do balé. Vou levar o show. Escrever o próprio roteiro de comédia.
Camareiras. Likezão. Aliás, você e Castorini, Castori, um beijo. Elas têm uma peça maravilhosa chamada Camareiras. Isso. Que foi assim, vocês escreveram. Foi a gente que escreveu uma comédia musical. A gente que escreveu tudo, todas as músicas. Só que a peça é assim, a peça é maravilhosa. Quem vai ama, só que poucos foram.
Como assim, Luísa? Quando eu fui, tava lotada. Não, mas assim, entendeu? Fez um meio que um sucessinho entre a bolha, médio. Entendi. Entendi. Entre a bolha da bolha, galera. Não foi um cócegas. Não! E eu achei que fosse ser, gente. Eu achei que fosse ser, eu tinha certeza na minha mente. Cara, é porque se você parar pra pensar, você comparar aquela época com essa, minha filha, pra galera... Não, pro teatro, esquece. A galera tá muito...
A galera não vai mais ao teatro. Aí que a gente teve... Não vou repetir isso, vai ficar chato pra caramba. Mas vou repetir. Aquela fala infeliz de Timotê, né? Enfim. Exatamente. É um exemplo de antigamente pra agora. É. Silêncio... Vão ao teatro. Obrigada, Janá. Vão ao teatro. Silêncio total numa sala cheia de humoristas. Aquele silêncio constrangedor que alguém faz...
O que você acha? Você acha like ou flop? Como assim? Por exemplo, tá uma sala cheia de moedas e alguém fala, mas um silêncio total, constrangedor. Eu acho que é impossível isso acontecer, né?
Uma sala cheia de humorista ficar silêncio? É, é porque não tem copiada. Paulo Vieira não tá nessa sala. Não tá. Rafael não tá nessa sala. Eu não tô nessa sala. Você não tá nessa sala. Ray Ray não tá nessa sala. Quem tá nessa sala, gente? Mas eu dou like. Porque o silêncio constrangedor é a coisa mais engraçada do mundo. Mas só se alguém falou... Ah, tá. Alguém falou um negócio e ficou assim, ó. Exato. É isso que é... Ah, tá. E aí? Like ou flop?
Gente, like, eu amo, eu acho hilário. O conselho de mento é uma delícia. Aí depois a gente chega e fala, caralho, você não sabe o que aconteceu, gente. Fulano, na sala hoje, no meio do negócio. Aí você já tem uma fofoca. Eu amo, eu amo. Eu amo, gente. A gente tá chegando na reta final do programa. Manda um like, eu foco. Público. Exatamente. Amiga, eu amei ter você. Antes, me conta do embarassado.
Ai, embaraçada foi isso. Tava eu no casamento da minha irmã mais velha. E a esposa dela é argentina. Então o casamento tava cheio de argentino. E tava segregado, né? Tava metade, metade. Só os brasileiros com brasileiro. O argentino também não sabia nada do que eles estavam falando. Não sei falar com o argentino. Falei, vou fazer uma amizade. Sim. Aí eu, hola, que tal? Já meti uma rola. Já meti uma rola, entendeu? Já meti uma rola.
Fala na rola. Aí eu, ó, no hablo-me bem espanhol não, tá? Hablo melhor quando estou embaraçada.
Aí ele ficou assim. Aí porque eu achava que embarassada era bêbada, né? Na verdade, era grávida. É borracha. É borracha. E eu não tava sabendo. E eu tava achando que era bêbada. Falei pro homem, só abro meu arroba quando eu tô grávida. Aí o homem ficou assim. E o melhor é assim, né? É, quando... Quando eu tô grávida. É embarassada. Aí ele...
Está embaraçada? Eu com o gin na mão, né? Exato. Ele está embaraçada? Eu não estou também embaraçada, entendeu? Eu estou engraçada, estou embaraçadita. Poquito, embaraçada. Entendeu?
O homem ficou desesperado com o chapéu que ele tava. Ele ficou assim, parado. Aí veio alguém com o chapéu. Aí veio alguém, é... Borracha! Aí me corrigiu. Aí eu fiquei super sem graça. Aí eu fui embora, né? Nesse dia eu fiquei embaraçada. Aí eu fiz essa música. E todo dia que eu fico embaraçada, eu já falo, tô embaraçada. Não sei o quê. Já virou isso. Virou. Virou. O bordão. O bordão. Quase o bordão. Essa gíria aí entre a galera.
Luísa, foi muito bom, amiga. Muito, amigo. Você está arrasando. Que programa maravilhoso de participar e assistir. Você gostou? É lá que eu falo pro programa? Fló, sacaná! Like zão pro programa do meu amigo. Amiga, você é tudo. Te admiro. Você sabe disso. E eu mais. E foi muito bom ter esse par. Muito bom ter essa conversa. Você sabe que você tá fazendo o maior sucesso. Você sabe disso. E não, não. É de verdade mesmo. E a questão do nome. Assim, minha filha. Já tá feito.
É sobre a chat, entendeu? Já tá feito. E é isso, sobre agarrar oportunidade. Obrigada por ter vindo aqui. Tô muito feliz com esse programa. Muito, muito feliz. E é isso. Te amo, muito obrigada. Te amo, infinito. Pra você ter se sentido confortável. Muito, obrigada por me chamar. Sempre que quiser, ó, me chama. Pode deixar. Eu também participei do Nepograma, que estreia. Dia 5 de maio. Eu não sei se dia 5 de maio, acho que é uma terça-feira. Se for...
Começam a ser todas as terças-feiras. A gente é menina, ela não tem certeza do dado. É, eu já ouvi. Mas vocês conferem depois. É uma terça. Isso, então o estreia é dia 5 de maio, uma terça-feira. E todas as terças-feiras teremos neppograma. E com a participação de Vitor, que arrasou no masquete. Como psicopata. Como o Psicopata 2. Tem assim um pouquinho da essência. Aquela do programa do valor, cara. Tá vendo? Todo personagem.
Tem um pouquinho. Obrigada, amiga. Muito obrigada. Obrigada a você. Esse foi mais um Like. Flop!
Sem brindar, cheers! Mas isso aqui irrita tanto às vezes, sinceramente. Vou te falar um negócio. Eu faço só pelo... Pelos festas. Eu sei, na festa eu fico assim, gente. Ah, bem livre, gente. É um histórico. É, por que a pessoa decidiu fazer isso, né? Todo mundo comprou. Não, no show da Lady Gaga você foi. Não, impossível. Você foi? Eu fui. Tá, mas foi. Tá muito cheio. Muito. E a galera tá... E você querendo ouvir, só que não dá.
Não dá. Tem uma pessoa aqui, ó. Mas você fala no ritmo da música, ok. A gente ainda canta. É, a gente ainda canta, ó.
com quem é só agora. Obrigado.
Rildy Studio