FABÃO - LIKE OU FLOP PODCAST #04
O episódio #04 do Like ou Flop, Victor Meyniel recebe Fábio Cruz, mais conhecido como Fabão, influenciador digital, humorista e roteirista que conquistou o público com seu humor ácido, cotidiano e sem filtro, pra um papo onde tudo pode ser LIKE ou FLOP.Carioca e criado no Complexo do Alemão, Fabão ganhou destaque nas redes sociais com vídeos autorais que misturam humor absurdo, situações do dia a dia e observações afiadas sobre comportamento. Seu trabalho o levou também para a TV, com participação no programa Infiltrado na Cozinha, do GNT e Globoplay.Agora é a hora de descobrir o que ele realmente pensa sobre internet, relacionamento, comportamento, polêmicas e tudo aquilo que movimenta as redes.Se prepara: esse episódio tá divertido, afiado e cheio de opiniões sinceras. Fabão entregou humor, boas histórias (algumas bem emocionantes) e até reflexões.Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhum episódio!#LikeOuFlop #Fabão #FabioCruz #Humor #PodcastLike ou Flop é um Podcast Original Rildy Studiowww.rildystudio.com.brDireção e Edição: Marcel BeinerProdução: Felipe Mux e Alex ZapaDesign: Viviane BuenoMídias Sociais: Monique Maione
- Humor e ComédiaHumor como mecanismo de defesa · Bullying e humor · Humor e preconceito (racismo, misoginia, homofobia, classismo) · Humor e autodepreciação · Humor e limites
- Like ou FlopConceito de Like e Flop · Abraçar o Flop · Cancelamento
- Treta Virginia e Luana PiovaniCríticas sobre jogos de apostas · Envolvimento de filhos na treta · Maldição · Atitude de Luana Piovani
- Silenciamento de Bela CamposLiberdade de expressão · Coragem de expor situações · Representatividade feminina no ambiente de trabalho
- Relacionamentos FamiliaresGeração voltada ao tradicionalismo · Visão de família · Paradoxo entre conservadorismo e quebra de paradigmas · Questões de gênero
- Filmes e cultura popPreferência por filmes longos · Senhor dos Anéis · Filmes de ficção científica
- Gírias LGBT e LinguagemEvolução da linguagem · Gírias LGBT mainstream · Gírias LGBT antigas · Uso de gírias por pessoas não LGBT
- Aplicativos de relacionamento LGBTPreguiça de usar aplicativos · Medo de 'meet and greet' · Signos e personalidade
- Reality Show 'A Casa do Patrão'Apresentador Leandro Hasson · Formato do reality
- Relacionamentos Abertos e PoligamiaDiferença entre relacionamento aberto e poligamia · Regras em relacionamentos abertos · Non-monogamia · Casamento e parceria · Medo de aprofund
Like or flop? Like, flop, like, flop.
Tá começando mais um Like or Flop aqui. E o meu convidado de hoje, gente, ele começou fazendo vídeo sobre cardápio QR Code no meio da pandemia. Realmente, as pessoas não têm paciência pra isso. Além de ter coberto as Olimpíadas em Paris. Maravilhoso. Veio diretamente do Complexo do Alemão e tenho orgulho de falar disso. Ele também apresenta o programa junto com Paola no GNT.
Além também de ter feito uma participação numa apresentação, numa premiação com a Fátima Bernardes. E é ele, o Fabão. Que eu tenho um orgulho imenso de estar aqui no meu programa. Que eu admiro muito. E é isso, Fabão. Eu acho que eu tô emotivo. Eu não sei que tá emotivo. Ai, que susto. Não tinha acabado. Não, isso aqui é uma... Ah, é.
Tem o A, tem o A. Só pra avisar, amor. Todo o letramento LGBT. Eu não quis me influenciar em outros episódios. Eu falei, não vou assistir, porque eu quero…
Você é duro, amigo. Ai, que fofo. Parece uma censurista, né? Eu amei, eu amei. Mas fala o que você tava falando. Eu tava falando que eu não quis me influenciar. Mas fala o que você tava falando, meu amor. Eu não quis me influenciar, mas é quase um full circle. Porque quando eu fiz o meu podcast ao vivo no Rock in Rio, você topou ser convidado. Foi!
Gente, é verdade. Era o Tava Montado. Mas a Mata era uma operadora de telefonia. E era o dia do meu aniversário. Sim, eu levei um bolo pra você. Amigo.
Eu levei um bolo. Você me entrevista hoje, o que eu quero trabalhar? Uma vez podcast é sempre podcast. Amor, é isso, né? Amor, é real. Daqui a pouco você me faz umas perguntas. Eu também gosto daqueles que eu queria. Cara, eu amo. Fala, bom, amigo, é isso. Aqui é o like ou flop. O que consiste o like ou flop? Não, quero que você responda. Ah, tá. Então tá na boca, eu vou te explicar. Mas eu fiz um exame esses dias que o médico, ele não sabia colocar pontos de interrogação nas perguntas.
Aí ele tava fazendo aquele que passa de um gelzinho. Ah, sei. Aí ele chegou no meu umbigo e ele falou assim, tumor. Aí eu… Ah, ó? Aí ele não, já teve. Aí eu… Ah, não. Ele… Ah, tá bom.
Juro por Deus, juro por Deus. Ele foi na minha bexiga, aí ele passou assim na bexiga, ele, infecção urinária, aí eu gelava. Minha pressão baixa, minha pressão baixa muito rápido. Amor, eu sou pálida. Minha pressão dá uma baixada, aí ele…
Já teve, não? Infecção urinária? Falei, não, ele é ótimo. Aí seguia pra… Ele não usava interrogação. Ele só soltava, tipo, tumor. E é no tumor. Olha aí. É, não. Não, e ele pressionava muito o meu umbigo. Aí eu já comecei a ficar, tipo assim… Cara, ele tá sentindo alguma coisa ali. Aí ele parou, ele olhou no fundo dos meus olhos, aí ele, tumor.
Aí eu fiquei parado, assim, olhando, buscando Deus, assim, minha pressão já baixando a ele. Tem que ter um pouco de sensibilidade. Eu não, ele não tinha nenhuma. Mas querido, um beijo pra ele. Um querido pro médico que não sabe o que é interrogação e o que é exclamação. O que é um ponto final. E o que é um ponto final e reticências e um ponto e vírgula. Então estamos aqui. Favão maravilhoso. O like ou flop consiste assim.
vai trazer pautas pro programa. Você dá like no que você concordar. E flop não é flop. Gente, flop. Não é… Ai, que flop! Flop é discordância. É isso. Flop, às vezes abraçar o flop também faz sentido. Amor, o que eu mais faço na minha vida é abraçar o flop. Eu abraço também, sabia?
Sem o flop não existiria o like. Eu abraço, eu abraço o flop. O flop tá muito aqui pro like acontecer, o flop tem que estar… O flop tem que vir, em algum momento o flop tem que vir. Até porque imagina viver sempre aqui, ó, no like, like, like, like. Uma hora ou outra você tem que ser cancelado. Com certeza. Tem que ser chanchelado, é chanchelado? San… O que é? Do chanchelado.
Cara, é o prêmio Grande Otelo. Aquela hora. É, então assim. Não é cancelado pela... É cancelado pelas pessoas. É porque a palavra cancelamento me irrita. Catei, catei, catei. Me irrita, tá? É. Mas eu falo toda hora. Você já foi? Já foi?
Cara, fui pelas fãs do Justin Bieber, assim. Tem uma história ótima com você. Ótima pra mim. Tem uma história ótima com você. Pra mim, vai ser uma grande média. Vai ficar estresse post-traumático. Houve isso. Anos atrás. Bota anos aí. Bota sei lá.
Sei lá, uns 10, 12, 15 anos atrás. Nossa, tá. Minha sobrinha era uma criança, pitica, assim, sei lá, 8, 9 anos. Ela me fez ir com ela na Quinta da Boa Vista, no encontro de fãs de Vitor Meniel. Meu Deus, divine. E eu fui com ela. E aí, eu falei assim, vamos lá. Eu não sei como, eu arremessei essa criança na sua frente. E você deu um abraço nela. Eu vi, eu vi. Viu nada, você nem lembra. Lembro, lembro. Lembro, lembro.
Eu arremessei uma criança e falei assim, fala com ele. E ela parou na sua frente, você falou, oi, ela, oi. E ela te deu um abraço e foi embora. E qual o nome dela? Tainá. Tainá, um beijo pra você, você é maravilhosa. E olha quem tá aqui. Ela já tá casada, ela vai amar. Tá bom, tá casada. Ela já tá casada? Ela tá noiva, amor. Ela tinha oito anos, em 2000. Ah, não, mas ela tá agora com 20 alguma coisa, 21.
Essa geração casa A gente podia estar casando jovens Essa geração casa nova A gente tá voltando pra uma geração Que eu acho É muito louco isso, realmente uma reflexão Que tá muito voltada pro tradicionalesco De novo Uma coisa muito, é uma opinião minha, claro Se dá like ou flop pra essa
Pra voltar pro clássico? É, pra uma coisa meio tipo, ah, eu quero ser o provedor. O homem tem que ser o provedor. Então, e é uma geração mais nova que eu tenho percebido. Ah, com o quê? Com o meu Google. Aquela louca. Li em meu Face. Li em meu chat, CPT, que concorda sempre comigo. Vindo no TikTok.
E eu acho, eu tenho percebido essa questão dessa geração ser muito… Muito essa coisa do… Ah, eu quero construir uma família. O que é lindo. É lindo, é lindo, é lindo. Mas ao mesmo tempo fica uma coisa meio nichada. Assusta um pouco. Assusta. Porque o que é família pra essas pessoas? Mas é engraçado, porque a balança pra mim, ela me parece muito… Família é muito plural, né? Então, mas a balança pra mim, ela fica meio que…
Porque ao mesmo tempo em que eu vejo muita galera jovem indo pra um movimento muito conservador, no sentido de tipo, casa jovem, família jovem, eu vejo uma galera vindo também, quebrando muitos paradigmas. Eu também. Que eu acho lindo de ver, sabe? É meio que uma coisa paradoxal. Tipo assim, enquanto tem uma galera, entre mil aspas, indo pra um conservador, tem uma galera que chega e fala Ah, tanto faz, se é homem, se é mulher, etc e tal. E eu fico meio...
Sobre questão de gênero até. Exato. Exato. Isso é muito foda, realmente. É muito, muito, muito loucura. Então, assim, é isso. A gente vai dar like ao flop. E a gente vai, dependendo da pauta, você vai pra próxima, uma primeira pauta. No caso, uma próxima primeira. Quem escolheu essa pauta? A outra. Você gostou? Eu gostei. Deu like? Dei, deu like. É Marcelo, Marcelo maravilhoso. E Vivi também maravilhosa. Vivi e Marcelo. Arrasado, nós escolhemos a pauta. Tá servindo o cante.
Cinebiografia de artistas do pop. Agora que eu entendi porque me perguntaram se eu assisti o filme do Michael Jackson. Amor, aqui a gente não dá ponto sem... Não. Boa! Cinebiografia de artistas pop. Eu gosto. Você quer usar do Michael Jackson como exemplo? Não, não. É só uma foto pra exemplificar. Mas podemos falar sobre cinebiografia de artistas. Por exemplo, Ney, maravilhoso. Homem com H. O que é que ela dá cinebiografia? Acho rápida.
Aço rápida? Você queria que fosse mais um atento secreto? Meu problema, gente, o problema que eu tenho com o filme é isso. Eu gosto de filme longo. Você gosta de filme longo? Eu gosto de filme longo. Genuinamente? Genuinamente. Senhor dos Anéis, você já viu? Eu nunca assistia. Mas tem quantas horas mesmo de duração, Senhor dos Anéis? Acho que cada um tem 2,40. Tem mais? Tem mais? E você assistiria? Ah, eu assistiria.
No soro, né? Não, eu coloco... Ah, então tá bom. Feriadão ali, tipo, tum, e eu assisto. Não, Senhor dos Anéis é um clássico, pelo amor de Deus, gente. Não cancele aquela assentadoria. Não, eu tô muito de boas. Eu ainda não vi, talvez no futuro eu adore assistir. Não, brincadeira, mas eu quero muito assistir. É ficção, né? É ficção científica. Eu tenho um pouco de... Eu gosto muito de coisa que... De bicho, tipo... Eu sei o que eu sou.
Então vamos lá, cinemiografia Sim, like Eu dou swipe, peraí, o swipe do like Pra onde? No aplicativo, pra cá, né Aplicativo de relacionamento? Like ou flop pra isso? Pra aplicativo de relacionamento? Eu tô em dois só Amor não tem nenhum, tem pavor Sério? Preguiça máxima Mas é porque surge aquela pessoa que fala, meu Deus, eu adoro você Aí eu desfaço o match Você faz isso? Faço Porque vira meet and greet
Eu não tô ali pra meeting greet. Cara, você tem... Você tem o quê? Você tem esse quê? Eu tenho isso aqui, Al. Eu tenho isso aqui. Você serve câncer. Porque vira meeting greet. Eu não tô ali pra meeting greet. Amor, é isso. Qual o seu signo? Escorpião.
Com ascendente aquário, lua e capricórnio. Minha mãe. Eu sou muito direto às coisas. Sério? Você é minha mãe. Regina? Aham. Como é que você tá subindo? Saudade de você. Aparece lá em casa. Saudade de você, a Joana mora em casa. Mas eu não gosto de criar cenários. Eu sou muito objetivo nas coisas. É, mas cuidado com essa objetividade mágica. Não, mas eu não sou objetivo também. Ao ponto de tipo assim, abaixa as calças, velha da puta. Não, né? Não.
Não, não é nem sobre isso. É sobre um local de... Essa objetividade de não te... Não fazer com que você conheça mais a fundo a pessoa, entendeu? Mas eu tô numa casca, né?
É tudo uma casca. No final do dia, eu tô ferrado dentro dos meus próprios pensamentos. Eu sou um homem preto gay de 34 anos que precisou criar uma casca a vida inteira. Com certeza. Então, se eu não falar pra mim mesmo, em momentos públicos, o que eu faço pra me sentir muito foda, eu caio no mesmo buraco que eu caí durante anos da minha vida. Você tá certíssimo. Então, eu entendo o limite até onde dá pra eu ser muito radical no que eu quero, no que eu não quero, pra eu não me fuder. Tá ótimo.
Você me deu esse lacre. Tem um lacrinho aqui, né? Desculpa. Não, mas eu amei. Eu gosto de convidado assim. Tem um lacrinho. Mas eu dou like. Tem que me flopar. Não. Tem que me flopar. Like. Like, like, like. Para. Então tá. Like pra Cinebiografia de AXI. Eu acho que a gente adora. Amo. Né? Vamos lá. Você viu o da M?
O que tá na... Ajudar a falar pra esse? Tá, ok. Vamos pro próximo. A Casa do Patrão, reality novo. Você dá like ou flop. O que que é? Eu tô por fora. Me explica também que eu tô por fora. Eu tô com um pouquinho aqui, ó. Tô brincando. Ele é apresentado pelo maravilhoso Leandro Hasson. Que eu admiro muito. Já trabalhei com ele. Ele é talentosíssimo. Tá apresentando o programa. E é um reality novo. Que tá numa emissora. E é... E é...
Cara, hoje é quarta, né? Hoje é quarta. Você acha que vai chover? Ah, o tempo tá aí, né? Então. Então tá, Flop. O que eu vi, né? Próximo! O que eu vi...
Nossa, gente… Amor, tá só começando. Fica tranquilo que é gravado. É a última treta, Virginia e Luana Piovani. Acordei hoje de manhã. Eu soube dessa treta hoje de manhã. Eu acordei, Regiane, que tava lá na minha casa, toda semana lá, organizando minha casa. Um beijo, Regiane, maravilhosa. Regiane, beijo, te amo. Virou e falou assim, e Luana Piovani e Virginia, hein? Aí eu falei, rei…
Eu amo que já começa no… Rê. Falei, Rê, eu tô porforíssimo. O que que tá acontecendo? Você não tá sabendo, mas eu não tava sabendo. Eu sou muito zero fofoca. Tipo, eu não sigo nenhum perfil de fofoca. Eu também não. Nenhum? Mas eu tô com um programa que a gente precisa de pautas. Aquela louca. Não, é me explica o… Mas assim, vou te explicar, vou te explicar direitinho. Esse último acontecimento. Tá. A gente tá falando sobre o último acontecimento.
Eu sei que começou com cabelo de Malévola, que desculpa, não sei quem é também. E aí Jojo entrou no meio. É um filme, não? Não é isso? Malévola não filme.
Mas tem uma influenciadora. Isso, manda um beijo pra ela. Eu não sei o que é ela. Ela merece? Eu não sei. Um beijo? Todo mundo merece um beijo? Não. Mas ela… Não sei também. Não sei, eu não conheço. Vamos falar… É, Malévola, um beijo pra ti. Vamos focar na última treta entre Virginia e Lulu. Tá. E Lulu. Teve maldição no meio. A louca, tem. Teve maldição, tô sabendo da maldição. Mas não é sobre isso. O último acontecimento foi que…
A Luana Piovani, ela foi falar, ela sempre criticou a Virginia sobre as questões do jogo de apostas, das bets. Ok, ok, válido, super. Só que ela, nesse…
Nesse último acontecimento. Emaranhado. É, nesse último acontecimento. Ela falou dos filhos de Virgínia. Meio que deu uma amaldiçoada. Deu a entender que amaldiçoou os filhos dela. Eu ouço aqui. É, também não, né? Porque vai que não é uma verdade absoluta isso. Supostamente. Supostamente, ela amaldiçoou os filhos dela. Falou que aos 16 anos. Ela vai enfiar o dedo numa roca e vai dormir para sempre.
basicamente isso, envolver os filhos de Virgínia nessa treta toda você dá like ou flop pra atitude de Luana mesmo ela tendo razão nas questões do jogo de apostas ai ai não gente, eu acho que são duas pessoas pra atitude, não, enquanto são duas pessoas adultas discutindo por questões adultas vai lá, viva, viva, viva, agora envolver criança eu acho meio baixastral
Então flop. Então dou uma flop. Eu também acho baixo astral. Acho baixo astral. Acho muito baixo astral, real. Eu acho que dá pra gente… É isso, como você falou. São dois adultos ali se questionando, se resolvendo. E é isso. Quando vai pra um outro… Até porque… Pra que falar do filho de um se for falar do filho do outro? Eu não sei o contexto da maldição, tá? Eu também, eu sei. Eu sei que rolou essa coisa fervorosa da Luana.
vir com essa opinião muito forte sobre a Virginia e incluir os filhos dela. E Virginia, como qualquer mãe protetora, ia, obviamente, ficar bem em pé da vida. Com certeza. É uma mãe, né, minha filha? Flop pra jogos. Flop pra envolver criança e flop pra maldição também, que tá super caído, maldição.
Eu acho que não combina muito. Tá antiestético. Eu acho que em 2026, maldição. Acho que maldição é mais, sei lá, 1500, uma coisa mais salém. Os homens têm medo das mulheres que voam, sejam elas bruxas ou sejam elas bruxas. Exatamente. Eu também acho. Eu também acho. Eu não vou usar essa frase. Então, Flop, pra envolver crianças.
Essa é a foto. Peraí, essa é quem? É cirurgiada porque não presta um mérito. Vê de novo, porra. Caguei pros quilogausos. Pô, de feito por Piovani após pronunciamento de Virgínia. E que essa criança é alguém X, tá? É um meme, tá? É. É alguém bem X. Porque vai ser um filho da Virgínia, vai ficar meio gag, assim. Não, não é filho. Ah, tá. A foto de 1900. É uma foto de 1900.
É que hoje em dia é confito, né, a galera tá com essa coisa. Ah, eu sei que uma é a floflobiúta. Tá com essa coisa analógica de novo? Eu achei que uma fosse a floflobiúta. Eu sei que uma filha da Virgínia é floflobiúta. Não, não, não é a filha, não. Tá, não é a filha da Virgínia. A gente não faria isso aqui. Beijo, criança. Também a gente não expor uma criança. Vamos pro próximo.
Silenciamento de... Silenciamento nas ar. Você chegou a sair daqui acabado. O que vocês estão fazendo comigo? Amor, é gravada. Relaxa. Tô passada, mas vamos lá. Silenciamento de Bela Campos. Silenciamento, pois ninguém silenciou, de Bela Campos. Eu ouvo isso aqui.
Eu amo porque, né? Não é um silenciamento. Ninguém tá silenciamento porque no último podcast dela, ela não foi nada silenciada. Ela foi maravilhosamente com a sua liberdade de expressão de falar o que tinha que ser falado. Tá bom.
E ela falou na entrevista que ela não tem medo de porta fechada, pois não existe no momento isso pra ela. Por questões do que ela falou ali, sobre o que aconteceu, do envolvimento dela. A foto do Cauã, eu amei. Já expondo, né? O envolvimento dela com quem seria? Com quem será, né? Enfim, ela até falou que no meio do set pediu-se pra cheirar o sovaco.
Você chegou a ver isso? Vi. Você dá like ou flop? Pra toda essa situação que vou te falar. Tá babado, né? Tá babado. Porque destrincha pra muitas coisas sociais aí. Pois é, entendeu? Porque assim, é uma situação muito dupla entre like e flop. Porque a situação inteira... Mirou, como Rafa Saraiva fala.
É a situação inteira, tipo assim, é tristíssima, né? Sad one. Sad one, yeah. Yeah, it's completely sad. Okay. Okay, yeah. Literally. Então assim, flop. Mas pela coragem de expor e falar o que pensa, like.
Sabe? Maravilhoso. Sabe, coragem de chegar e falar como você tá se sentindo. Como você se sentiu e tal. Parabéns pela coragem. Por, sei lá, poder ter tido espaço pra ter voz pra falar. E talvez abrir espaço pra outras mulheres também se sentirem abertas e corajosas pra poder falar de situações que já passaram. Exatamente.
até afirma que não tem uma representatividade feminina quando ela foi fazer uma reunião. Enfim, não havia uma representatividade feminina. Só havia homens brancos. É importante abrir... Homens brancos, héteros. Ela encontra uma mulher negra. Deve ter algum bi, mas a gente não sabe. É aquela louca. Ela não contou, né? É, nega. Não contou melhor. É, tá na testa, né? Tipo, ninguém levantou a mão. Ah, é. Aqui é gay, aqui é bi, aqui é...
Mas acho legal ela, enquanto uma mulher preta, chegar e falar como ela se sentiu e...
ser ouvida e pelo menos chegar no conhecimento da sociedade. Porém flop pra situação dela ter passado. Por isso ter envolvido e ter escalonado. Escalonou uma coisa muito louca, mas é muito like também pela atitude dela. Então é Meral. É, Meral. Não é um monte de Meral, não. O Rafael falou Meral me irritou muito. Mentira, eu adorei.
Eu tô brincando, eu adoro. Foi chato, né, cara? Foi chato, né? Não, Rafael, cara, amigo. Vai cair o episódio, Rafael, vai cair o episódio. Ele com o nome do programa, mas depois chegou uma hora que eu peguei ele na minúcia, que ele virou e falou assim, ah, flop pra isso! Falei, ah, ué? Não era melhor? Ué! Então nós temos uma discordância. Vamos lá. Rafa, te amo.
Chapel Run, You Know Her? I Know Her. Que deu com uma chave de fenda, eu achei. Gente, eu fui assistir um filme, a premiere de um filme. E o pai da menina que tomou uma cadeirada da Chapel Rowan, tava lá. E aí? E aí, eu quase fui lá me compadecer da situação, né. Achei que você tinha tomado uma cadeirada também. Da Chapel Rowan também, ela. Mas conheço, I Know Her. Yeah, Chinex X e Sabrina Carpenter. Como as novas divas LGBT do pop mundial. Você dá like ou foco pra essa afirmação, Fabão?
Eu dou like, porque enquanto uma gay de chat, eu gosto. Você acompanha muitos os chats? Eu não acompanho os chats de ficar discutindo por coisa, não. Igual esses dias que eu vi que tinha… O que que tínhamos discutindo? A capa do novo álbum da Madonna. Vamos entrar nessa questão também, tá? Ah, tinha uma gay discutindo lá, falando não gostei, que não sei o que, não sei o que lá. E aí eu fui lá e comentei assim. Legal, faz uma aí pra gente.
Eu sempre vou lá, saia. Faz uma aí pra gente. Sabe que eu sempre lembro quando alguém fala isso. A Anitta falando, legal, faz um. Legal, faz um. Melhor resposta. Tipo, ai, não gostei. Então faz aí um pra você. Vai lá, arrasa aí. Quando a gente falou do Josh, alguém botou assim, então vai lá, faz o show. E aí eu não pude falar nada, porque realmente... É uma resposta de você. É. Mas as novas... Mas faria o show, sim. Aquela louca. Eu dou like, porém... Eu sou do teatro, né? A minha ativa pop, a Lana Del Rey.
Ok, sua diva pop é lá na De Rui. Ok, mas então tá. Então pra você, então like pra essa afirmação da sua diva pop. Mas você viu que Sabrina Carpenter chamou Madonna pra cantar Like a Prayer com ela. Você dá like ou flop… A louca. Você dá like ou flop pra afirmação de que a Sabrina Carpenter é a nova Madonna. Que isso! De onde surgiu essa afirmação?
uma galera meu amor uma galera eu acho que não existe nova Madonna como Madonna da nova geração não existe nova Madonna, não existe like, concordo plenamente não existe assim, óbvio que os fãs vão falar, tipo é nova Sabrina é carismática não existe nova alguém, imagina é o novo Vitor Menel, você acredita? não
Não. Não tem. Todo mundo é único. Todo mundo é único. E você também que tá assistindo, você também é único. Única, única também. Tá? Exato. Exato. Vamos trazer pro neutro. É. Então, Sabrina e Carpenter com o Madone. De nove gerações. Se dá like ou flip?
Ai, o like não muda, né? Sabe o que é o pior? Que eu me considero uma pessoa dos dois gêneros, né? Não binário ou a gênero? Eu não gosto de falar... A gênero. Eu não gosto de nenhum dos dois termos. Eu gosto de ser feminina e masculina. Vivo. Eu gosto de ser viva. Eu não gosto de ser nichada. Gosto. Então, essa coisa de não ter gênero, não, eu tenho. Muito forte dentro de mim, os dois. Gosto. Ser um homem feminino, não fere o meu lado masculino. Se Deus é menina e menino. Sou masculina e feminina.
Então assim, a coisa do pronome neutro me pega um pouquinho. Por conta disso, que é coisa minha, pessoal. E aí, quem quiser usar, pelo amor de Deus, use. Porém, não comigo.
Porém, eu tô na minha e eu sou Vitor Meniel. Eu sei o que eu falo. Eu tô aqui que nem a Bela Campos aqui falando também. É isso. Então, flop pra essa galera que fala que Sabrina Carpenter, amor. Madonna é única. Madonna é única. Como vimos. E o show dela em Copacabana. Ai, que que... Eu não fui. Amigo, eu não fui. Mas eu vi de casa e eu chorei em casa. Eu vi em São Paulo num telão. Hum... Baixa estral, né? Baixa estral. Em São Paulo.
Não é nem o telão. Tava trabalhando. Que tal, tô brigando. Beijo pra São Paulo. Hum.
Um beijo pro São Paulo. Um beijo pro meu público de São Paulo. Um beijo pro Cosmopolita do Brasil. Um beijo pra Constelação em São Paulo. Cara, eu amo que eu tinha falado assim. Ah, porque eu tinha só ficar mandando beijo. Imagina, uma hora e meia. Um beijo pra falar. Foda-se, vambora. Tá. Próxima pauta.
Fazer publi de algo que você não acredita que é bom. De alguma marca… Flop. Antes de fazer qualquer publi, eu peço pra testar o produto pelo menos uma semana, uma semana e meia. E a gente sabe que você é muito engajado nesse meio da publicidade. Sou. E por isso que eu pergunto. Porque eu sei que pra você é muito importante isso. Essa conexão da marca…
E criador. Eu venho de um lugar eu venho de um lugar talvez chorem, não, talvez não. É porque eu venho de um lugar, eu venho de uma criação, de um lar e tal de uma mãe que me ensinou muito o valor do dinheiro. Então assim, minha mãe saía de casa às 5h30 da manhã pra limpar banheiro de gente rica pra cacete. E voltava pra casa sete horas da noite, cansada pra me mostrar o valor do dinheiro do que era acordar a ser e tal. Então eu acho muito absurdo você fazer algo só por fazer.
Sabe, você tá lidando com pessoas As pessoas que tão ali te acompanhando Elas tão te acompanhando porque elas gostam de você Então tipo, não tem como eu chegar e falar Ai galera, pega seu dinheiro que você trabalha igual um filho da puta E gasta nisso aqui Que é ruim pra cacete Mas eu vou falar que é bom porque eu quero que você gaste? Não Você valoriza muito o dinheiro por conta disso Eu valorizo muito o dinheiro das pessoas O que a pessoa vai gastar, o que eu vou gastar Por mais que eu veja pessoas que tipo Ai, comprei uma bolsa de 500 mil Eu não preciso disso Eu não preciso disso
Eu concordo com você, genuinamente. Eu não passei pelo mesmo que você. Não sei como foi passar. Mas viemos de lares que nos ensinaram que dinheiro é algo muito valioso. Eu não tive uma educação financeira sobre investimento. Sobre como ela lá. Mas de saber o valor do dinheiro. Tipo assim, olha, isso daqui custa tanto. Eu não tenho dinheiro pra comprar isso agora. Não vai ter. Ou isso daqui custa tanto, temos dinheiro. Precisamos disso?
Genuinamente, precisamos disso? Eu só tô assim lá em casa mesmo, eu fico naquele TikTok, eu falo, cara, para. É isso aí. É isso aí. É isso aí.
Não preciso, então, sabe? Sim. Eu dou muito valor às coisas. Eu acho isso… O que você falou é lindo, porque… E você fala que não é uma educação financeira, mas é uma educação. É uma educação financeira, né, no final das contas. É uma educação. É uma educação. Sim, sim. E genuína. E que veio de você, da experiência da sua vida. Sim.
Isso é muito honroso de ser dito. Então… Mas fazer público de algo que eu não acredito, não, gente, é flop. E já teve marca que eu pedi o produto pra poder testar. Mas a gente não envia. Então eu não faço. Amor. E quando é marca grande que fala, tipo, a gente não envia o produto, você compra.
Falei, cara, se é uma empresa grande, você quer que eu compre algo que você manda, sei lá. E quando o pagamento é em 190 dias, tá bom? 190 dias. Tem o lado bom e o lado ruim do pagamento em 190 dias, né? Porque quando cai, você não lembra. Não, você não lembra, você fala, meu Deus.
O que é isso? Caiu no Pix aqui. Nossa, eu nem lembro. Ai, dá uma felicidade. Ai, meu Deus, que alegria. Então custa um dinheiro pra gente, pelo amor de Deus. Nem tava contando com esse dinheiro, mas quando você sabe que vai chegar em 190 dias... Dá uma deprê porque acham que a gente não paga aluguel. É. Enfim, é louco. É do nada, uma crítica. É do nada se soltando aqui, né? Flop. Flop. Flop. Exatamente. Não acredita, não faça. Não. Exatamente. Não. Concordo plenamente. Ou não acredita, não consumo, ou...
Deixa eu ver, não acredito, não consumo. É. Não faz parte da minha realidade. Igual, por exemplo, sei lá, nunca viram você…
tomando, sei lá, água neste copo. Aí você do nada vai fazer uma publicidade. Gente, vocês sabem que quando eu bebo água, eu só bebo nesse copo. E fica fake, fica visível pro seu próprio público que é fake. Não faz sentido. Então, por exemplo, quando eu fiz publicidade… Não vou usar fake não, porque o nome do Elay que é o flop. Fake é outra parada. É, fica flop quando… Fica flop. Fica flop. Igual quando chegou uma publicidade de tag de veículo. Sim. E aí eu falei, gente, eu não dirijo.
Se isso for um problema... Eu não tenho habilitação também. Eu não diria. Se isso for um problema, a gente cai com a pauta. Só que, por exemplo, a publicidade era mostrar a facilidade de ter uma tag. Eu falei assim, ah, então eu que tô sempre nesse lugar. Vou pra Laranjeiras, vou pra Barra, não sei o quê. Pegar um veículo que tenha tag e que não me faça ficar parado meia hora num... Como é o nome daquilo?
Pedágio, obrigado. Otimiza meu tempo. Posso usar isso como pauta? Pode, ótimo. Eu ia falar semáfora, eu ia falar... Cone, qualquer coisa. Eu não dirijo também. Eu esqueci de novo o nome. Pedágio. Gente, minha memória é caótica. Relaxa, Lucas. Muito obrigado, Alô. Tá bom, vamos pra próxima.
O que acontece hoje em dia é que se está dando palco para muitas pessoas que não são comediantes se titularem comediantes e se acharem no direito de, em cima de um palco, falar qualquer coisa. Afirmou Leandro Maravilhoso Hasson. Humor não tem limites. Você dá like ou você dá flop?
pra essa afirmação que o humor não tem limite. O humor tem limite. Então você dá flop pra humor não ter limite. Ai, eu fiquei confuso nessa questão aqui. Ficou um bíblio pra mim essa. O Leandro lançou. Isso daqui, ó, o que o Leandro falou, o que acontece hoje em dia, muitas pessoas que são comediantes, titularam comediante, se acharam no direito. Isso daqui é um like. É entrar em um pau.
foi expurgar em todos os seus preconceitos. Isso daqui é um like. Agora, o humor não tem limites. O humor tem limites, sim. Então você dá flop pro humor não tem limites. Você dá like pro humor ter limites. É, eu dou like pro humor ter limites. Obrigado. Fica meio confuso mesmo. Ficou, ficou. Mas o humor tem limites. Mas ao mesmo tempo, o bom do programa é a confusão. Tá.
Entendi. E eu fico aqui assim, ó. Fico igual a sua corrolete no carandiru. Ah, gritando pra mão na cabeça. Mas é porque eu acho muito absurdo, e eu já falei isso em algumas entrevistas, quando uma pessoa é muito grande e tem todos os benefícios que a sociedade dá por ser, sei lá, branca, rica, etc e tal, e usar disso pra ferrar com o outro.
pra poder falar coisas absurdas, pra ser racista pra ser misógino, pra ser homofóbico, pra ser classista isso eu acho inadmissível porque cara, você olha pra sua vida e fala olha os benefícios que eu tenho, eu posso acordar de manhã e decidi viajar pra puta que o pariu com o dinheiro que eu tenho mas eu vou pegar isso tudo que eu tenho e vou começar a falar mal de todo mundo de todas as minorias, possíveis e impossíveis pra quê? eu dou like pra você pra quê? sabe? então eu acho que o humor tem limite sim mas eu acho que é possível falar sobre tudo com humor com certeza, eu acho que é...
É aquela coisa do... O que eu tava falando, né? Como você tava complementando aí. O humor, ele tá muito num local também, pra mim, de autodepreciação. Ah, eu também tenho. E o que eu gosto. Não acho ruim, não. É uma forma muito... Tem um mecanismo de defesa, claro. Pra se lidar com humor, né? Que eu sei que tem uma frase sua... Uma frase, sem português. Tem uma... Flop no meu português. Tem uma frase sua que você fala que você lidou com bullying, né? E com...
Todas as questões de usando humor. Isso no colégio, né? E como é que foi isso pra você, Fabão? Ah, o colégio em si foi uma fase? Não, então, essa fase. É porque essa fase… De você usar o humor nessa fase. Sabe aquela fase que você tá crescendo e aí seu corpo é meio…
desforme, você não sabe o que você tá sentindo pelo amiguinho, e você fica tipo assim o que tá acontecendo comigo? tive isso já, 2012 nossa gente, é caótico em 2012 e aí tudo era resumido os comentários ruins, os bullying eram resumidos a características minhas que não tinham como eu mudar
Ai, porque você é preto, não tem como mudar. Ai, porque você é gordo, gente. E aí? Ai, porque sua testa é muito grande. Ai, porque não sei o que. Você sempre foi uma pessoa LGBT afeminada? Sempre, sempre. E você sofria bolígio? Sempre, muita coisa. Eu apanhava você na escola. Pesou. Não, vamos falar. Pesou, eu apanhava você na escola. Vamos falar, não tem problema de falar não.
de ser um rolê pesado assim, sabe, de uma galera flop pra essa galera então eu usava muito do humor pra isso antes de você vir zoar a minha cor eu vou zoar antes, porque aí vai todo mundo rir junto comigo, eu vou estar quebrado por dentro, né, porque eu vou estar com isso
Mas vai todo mundo rir junto comigo. E eu saio dessa meio que ileso. Eu sempre fui também aquele… O forfarrão da turma! Então assim, eu sempre fui… Cara, sério. Tinha o Rubens do nada. É, o forfarrão da turma. Mas assim, eu sempre fui. É assim, eu nunca fui disso. Eu já sofri bullying. Mas foi uma coisa muito, assim, muito sutil. E tem uma coisa muito louca, né? De uma honestidade que vem muito dentro de mim. Por sofrer o bullying, eu acabava por fazer um pouquinho também.
Óbvio. Olha como é muito louco, né? O sonho do primito é ser… Que a gente tira o oropote da gente. Que a gente tira o oropote da gente.
O sonho do opressor… É sonho do oprimido e o ser opressor. É porque, pra mim, os homens não conseguem… Tô brincando, cara, que eu venho com a frase de novo. É… Enfim, e realmente… Insanidade! Te amo! Like a flop! É… Ai, eu te amo tanto também.
Ó, então, enfim. Eu acho que sim, eu acho que é um local muito válido de se utilizar o humor. Sim. Mas já fui expulso da sala várias vezes. Ah não, expulso de sala já fui também. Você sabe que uma vez eu persegui uma professora minha? Mentira, galera, não faz isso, tá? Eu persegui. Gente, estamos num programa. Vou continuar.
Trees of Charm. Eu persegui uma professora minha pra descobrir onde ela morava. Desculpa, professora Ana Paula. Estão aqui. Eu era criança. Eu e um grupo de amigos perseguimos. Perseguimos essa professora, descobrimos onde ela morava, tocamos o interfone da casa dela e falamos que tinha uma vaga pra ela no cemitério do Caju. E eu não sabia que isso era ameaça de morte.
Ricardo, ainda bem que você está aqui. Tem um advogado aqui atrás. Eu vou sair daqui preso. Eu era menor de idade. Então é ato análogo.
Ai, que delícia! E depois de tanto tempo, já postergou, não? Como é que é o nome? Já? Descomungou, não? Prescreveu, é. Descomungou! Eu amei. Amigo, mas aí vocês falaram que tinha... Não, foi um grupo, eu e vários amigos. Sabe o que é a maior loucura dessa história? Que fomos o grupinho de amigos, aí teve um dia que eu não fui pra escola. Cheguei no dia seguinte, tava um clima de velório. Ah. Assim, um climão de velório. E eu cheguei, eu muito afeminado, alegre. Falei, e aí?
Você sendo você. Aí o pessoal virou e falou assim, a professora descobriu. Aí eu fiquei assim, tenso. Aí ela entrou na sala de aula, falou o nome de um por um e não falou o meu, porque eu não tinha ido. E você só sim aqui. Eu, preto, falou o nome de um por um. Uma dessas pessoas era a Bárbara, que na época era minha amiga. Aí a Bárbara levantou, olhou pra mim e falou assim. Eu amo que você fala nomes e foda-se. Porque a Bárbara é maravilhosa.
E aí a Bárbara… Falei, eu não vejo Bárbara, foi onde a Lâmina? E aí ela virou pra mim e falou assim se ela não chamar nossos pais eu não vou falar nada pra ninguém. Tipo, você tava envolvida. Aí chamou todo mundo, desceu e tal. Passou menos de cinco minutos de volta da professora e Fábio pode descer também.
Ai, eu fiquei tão triste. Mas o que me salvou foi que a professora virou e falou assim, eu conheço você, Fábio. E eu sei que você foi, porque você foi convencido pelos outros de eu assim. E depois ela falou assim, realmente eu quero um cachorro. Tem que ter a ideia, gente. Sim. Eu me arrependo, mas eu que falei. Galera, vamos...
vai ser divertido. É, mas eu era muito louco assim também na escola, fazia, por exemplo, a galera saia pro recreio, eu e mais de três amigos, a gente pegava e falava, gente, vamos pegar os materiais das pessoas, sabe a mochila? A gente fechava a mochila de todo mundo do lado, ao contrário do zíper.
Como assim? Pegava a mochila. Tem o zíper. Tá. A gente revirava a mochila. Meu Deus! E fechava do lado contrário. E não abre nunca. Então era um bullying com todos da sala. Não tinha uma pessoa só. Era eu e mais três amigos. Você chama no copó de giz no ventilador? Não, a gente botava… Aí botava os materiais assim na lousa. E aí a galera chegava. Quem fez isso, gente? Aí era eu e mais três amigos. Que eu não vou revelar nome. Porque… E a galera ria e depois faziam isso com a gente.
Nossa, eu colocava pode ir no ventilador de terra. Então, era um bullying recíproco. Tá, era uma troca. Então, tava todo mundo feliz. Tá. Era super consentido. Tá, tá bom. A professora Ana Paula já me... Estou muito com isso aqui. Correu atrás de mim também. Hã? A minha professora também correu atrás de mim, me descobriu onde eu morava. Brincadeira, não fiz isso não. Só uma balança ficar igual pra não me sentir tão mal. Ela me ameaçou também.
Então tá, então humor não tem limite. Humor tem limite sim. Então flop pra essa afirmação. Tem limite, tem limite. Tem limite, tem limite.
Tinha um pau de só. Se chegar num palco e falar qualquer coisa. E achar que as pessoas vão... Bater palma sempre. Porque as pessoas não estão rindo daquela pessoa. As pessoas estão rindo do que está saindo da boca dela. E do que aquilo ali é criminal. Posso associar a agressão a minorias. Exatamente. A grupos, né? Exatamente.
Serviu Cunt Um pouco de catarro Gírias LGBT virando linguagem Manstrain Você usa muita gíria? Tipo, ah, serviu Cunt Ah, gag dela gag Enfim, tem essas gírias, né? Eu não sou de usar, não Porque eu tô começando a assistir porque eu tô ficando velha Sabe quantos anos? Eu tô com 28 Amor, eu tenho 34 Amor, mas eu tô mais do Saturno, eu tô de Saturno, amor
Já tô sentindo os 30. A velha é onde? Não é velha. Não é velha. É sábia. A loca! Não é? Entendeu? Não é velha, é sábia. Sabe? Já que é nos 30. Me fala como é que é os 30. Amor, amor. Não tem nada diferente. Like ou flop pra crescer os 30. Você pode viver e morrer sem saber metade das coisas.
Sabe, ser sábio… Ai, não, não quero dar esse like, não. Não, vou morrer! Não, não, não, não, não. Não. Não, não. Você não quer dar essa lista? Ah, eu não, do nada. Eu quero dizer ser sábio. Ai, não, pelo amor de Deus. Você viu, Câncer? O que é ser sábio também, né? Ai… É um questionamento… O que é saber de tudo? O que é tudo pra saber também? Não dá pra saber de tudo. Não dá. E tem gente que tem um fomo… De querer saber tudo. Olha termos aí que a gente pega na geração. Fomo eu uso. Eu uso gag. Ah. Câncer eu não uso muito não. Não, não, não.
Eu também. Facecard. Não uso. Babado. Ah, eu gosto de gíria velha. Mas babado pra mim virou novo. Eu gosto de gíria velha. Eu acho que você... Ai, que escândalo. A galera recicla. Escândalo. Eu tô vicinado agora. Escândalo. Gosto de usar algumas coisas do pajubá. Escândalo, eu acho tudo. Porque eu acho que traz recente. A gente achou até que não... Não?
Que bom, então tudo bem. Mas assim, essa de pai, eu tomei no meio do meu cu, né? Porque eu falei, não, galera, o Fabão não vai rolar. Mas Marcel falou, cara, eu tô achando que vai. E você tá certo, então, like pro Marcel, flop pra mim. Que isso tava correto. A loja.
É, você então gosta de gírias mais antigas do meio LGBT. Eu gosto de gírias mais antigas. Que legal. As do Twitter eu não pego muito. É, não é porque eu não mexo mais. Eu também não tô no Twitter. Ah! Vai fazer um ano que eu não tô no Twitter. Cara, que alívio, né? Sofri uma salaivada de comentários péssimos. Mentira, eu nem sofri nada. Eu, eu…
Deve ter sofrido, eu acho, que na época lá que rolou aquela coisa comigo. Mas aí eu nem me foda-se. Mas a questão que eu tô falando é, tipo… Quando o… Gente, esqueci todo o nome dele. Marques do Quebec, do Twitter, não é? Não, é o Elon Musk. Tá. Quando o Elon Musk, ele baniu aqui do Brasil… Aham, IC. Do Brasil. Aí eu fiquei na bestinência. Falei, gente, eu abri o Twitter e falava, meu Deus, realmente é uma droga, né? É um vício, né?
É assustador. Mais do que o Instagram. Pra mim era muito mais. Eu não tenho isso tanto com o Instagram, não.
Não tem, juro por Deus. Eu também não tenho muito. Eu não tenho. Porque também o nosso trabalho tá ali, né? Então a gente fica meio de sacocheio. Mas o Twitter é muito. É, né? E o Twitter é uma terra sem lei, né? Porque o Twitter é rápido. Eu acho o Twitter rápido. Tudo que acontece, tu não tá no Twitter. Tá no Twitter, tá no Twitter, tá no Twitter.
E aí comigo, eu já tava numa coisa meio de... Ai, não sei, o que eu tô fazendo aqui? Tô vendo uns comentários que eu não gosto e tal. E aí eu lembro que uma das últimas coisas que eu escrevi foi assim, todas as vezes que eu me sinto na necessidade de comentar sobre algo, eu me pergunto, alguém pediu seu comentário? E se a resposta for não, eu não comento.
E eu vi a galera no Twitter Tipo assim, ninguém pediu minha opinião, mas eu vou dar E eu falei, por que você quer dar uma opinião sobre isso? Nem tudo precisa A gente não precisa ter opinião sobre tudo O silêncio é uma É, eu vou repensar então Porque eu tenho muita opinião Eu gosto de ter opinião Tipo
Eu, com o nosso marido, a minha vítima de opinião minha. Sim. Porque eu virei e falo, o que você achou de tal coisa? De tal coisa. A gente vai entrar nessa porta do seu marido já, já, tá? Então, ó, tava a gente seguindo. Não! Aqui a gente vai te contar um segredinho dele. Tô brincando, nada a ver. É, imagina, que louca. Então, pra você, mas pra você, as giras LGBT. Têm.
LGBT. Ah, eu tô ótima. Gírias LGBT. A gente não sabe nem o que é semáforo mais, nem o que é pedágio. É isso, pedágio. É, as gírias LGBT. Eu dou like. Pro mainstream, pra todos. Eu dou like, dou like. Pra todas. Pra todas, eu dou like. Você dá like? Eu gosto da evolução da linguagem.
Olha que bonito. Gostou? Cara, é um sex appeal. Eu gosto da evolução da linguagem. Então tá, like. Like, Fabão. Like da Fabão. Pode usar, usa muito. Dá Fabão? Mentira. Então você dá Fabão. Pode ser da Fabão. Like da Fabão. Pode ir. Like da Fabão. Quem diz que relacionamento aberto é igual a poligamia? Você dá like ou pop esse tipo de afirmação? Ai, eu não sei. Eu não tô dentro de nada.
Você não tem relacionamento aberto? Óbvio que tenho há 12 anos. Exatamente. É, eu só queria causar. A gente é tudo convidado, querida. A gente é tudo convidado. A gente não é louca aqui, não. 12 anos. É... É porque meu relacionamento é aberto. Eu não sou... 12 anos. E como é que é nessa geração gasosa? Não é nem mais líquida. É porque na época não tinha nem... Antigamente era líquida, agora é gasosa, né? Mas amor, 12 anos atrás ninguém falava de non-monogamia. Ai, amigo. Eu tô tão... Mas funcionaria pra você a non-monogamia?
Mas é claro que funciona, Fabão. Pelo amor de Deus. Só que era uma coisa chamada compromisso e responsabilidade adulta do vindo dos outros.
E não que a poligamia seja, ai, que massacre, que ela se foda. Caguei, ai, tomei três rio, vou ter isso. Entendeu? Então assim, eu quero, eu quero ter um parceiro de vida. Eu quero… Nossa, a gente virou duas mulheres de 50 a mais aqui, eu sei. Me dá um cigarro, amor. É, me dá só um cigarro e um café. Um cigarrinho.
Cara, eu não aguento mais! Não dá pra mim! Não, tô brincando da louca, mas assim, eu quero ter um parceiro, e eu quero que as pessoas entendam que, não necessariamente, as pessoas podem discordar, podem dar flop no comentário, tá tudo bem, mas eu quero chegar em casa, quero ter um parceiro, quero alguém pra compartilhar a minha solidão. Sim.
Sim. Sabe? Porque todos nós somos um pouco solitários. Óbvio. E eu acho que é necessário demais a gente compartilhar com alguém a solidão. E isso nada mais é do que o casamento. Óbvio. Óbvio. E as pessoas estão tão nessa fissura. Por isso que eu falo dos relacionamentos líquidos e gasosos, né? Mais do que gasosos pra que líquidos. De não querem aprofundar essas conexões. Mas não é por falta de conexão e amor. É por medo. A poligamia eu acho interessante. Mas o relacionamento aberto tá mais pra mim.
Aí você tem um relacionamento aberto. É, então ele tá muito mais pra mim do que a poligamia. Então explica naquela câmera pras pessoas qual a diferença de poligamia pra relacionamento aberto. Aqui embaixo tem um sitezinho chamado Google. Mas eu vou falar. Adorei. A poligamia, ela tá muito mais atrelada. Me deu um fecho e um lacre.
Ele serviu o Kant, mas ele me deu um fecho e um lacre. E isso foi babado demais. Então, nossa senhora… Você ficou gag dela gag. Eu fiquei gag dela gag. Não, mas o que acontece, eu acho, é porque de fato, tipo, eu acho que a diferença tá muito mais ligada a parceiros. Eu acho que a poligamia, você pode ter mais de um parceiro, né? Exato, a poligamia você pode… O relacionamento aberto, você tem regras. Aliás, você tem regras de não ser relacionamento aberto? Tenho, tenho. Não precisa falar se você não quiser. Tá.
Mas eu posso falar. Pode falar. Que é tipo assim… Acho que é o conforto convidado. Uma regra principal é sentir algo por alguém, vamos conversar. Ponto. Delícia. Regra número um. Não assista a série que eu tô assistindo. É pior do que conversar com alguém que quiser, amor. Não assista filmes que eu quero ver. O quê? Eu acho que essa coisa de ver série é… E levar lá pra casa também. A gente tem umas regrinhas de ir pra nossa casa.
Trisalzal. E aí são mais... Eu não... Eu... Eu... Toda vez que a pessoa fala assim, aceita a marmita, a minha resposta é, certifique-se de que ela alimenta até duas pessoas.
Like. Porque não dá pra, tipo assim, virar uma marmita e ser só um um acepip, um finger food. Não. Amor, você já fez homenagem? Já. Eu já fiz também. E o que você achou? Eu achei que é isso. Você tem que alimentar duas pessoas. Mas você tem uma coisa na cabeça de que... Sabe aquela cena dos normais que você tem que fazer alguma coisa enquanto as outras pessoas estão fazendo alguma coisa? Eu amo.
Você entrou nessa pira? Já entrou. Eu entrei em duas piras. Eu precisava estar fazendo alguma coisa e eu precisava de uma frase de efeito pra entrar. E eu literalmente olhei e falei, Ê, que suruba boa! E aí, entrou. Mentira, amigo! Cara, com a suruba... Juro, e foi um silêncio assim. Suruba, duas pessoas transando e eu a terceira. Eu, opa, que suruba boa!
E ficou um silêncio, tipo assim. Cara, isso é um corte maravilhoso. Vocês não estão vendo? Eu acho que eu nunca contei esse lugar nenhum, gente. Cara, mas eu tô tão feliz, a galera tá tão confortável aqui. Tá se expondo de uma maneira tão gostosa. É. Que delícia. O que que tá bom é sexo? Exato. Vamos falar a verdade? Ah. É isso. O que tá bom é sexo. E hoje em dia a gente tem uma geração que tá muito nessa coisa do poliamor. Mas faz celibato.
Celibato? Você não sabe disso? Ah, eu tentei fazer... Celibato é... Não trepa. Ah, eu tentei fazer... Sabático de homem. Luísa, um beijo pra você. Eu tentei fazer sabático de homem.
Mas esse é B? Não. Tipo assim, não vou ficar com o homem durante tanto… Ai, durou um sábado. É. Foi sabático. Era sabático. Não era domingático. É. Nem sextático, quintático. Então deixa pro nome. Durou um sábado. Certíssimo, com português é esse. E aí, no domingo, eu já tava me envolvendo com outra pessoa. Delicioso. Mas essa da suruba me pegou demais. Mas pensa numa frase de efeito. Suruba rolando, como é que você entraria?
Tem que ter uma frase, tipo assim, que todo mundo para e fala, porra… Caralho, essa daí eu vou entrar. Essa daí até me motivou a querer participar. Tava passando na porta, ouvi, vou entrar. Não, eu sei, tô vendo uma suruba, ok. Ah, legal, eu vou pensar… Cabe mais um? Sei lá. Escroto, né? Se você não for, só você não vai. E entra, sabe? Olha pra trás e fala, se você não for, só você não vai. E já sai entrando assim, ó.
Eu amo frasezinhas assim, pra entrar. Eu amo. Pensa em uma. Tenha pra vida. Eu vou ter. Eu vou calcular. Qual frase eu entraria numa… Eu vou calcular. Eu amo o que eu amo. O que eu amo o que eu amo. É isso que eu amo. Eu amo. Então… O Daniel diz a Março Ruba.
Não, eu amo, eu amo, amor que eu amo, que eu amo, que eu amo. Quem diz que relacionamento aberto é igual poligamia, like ou flop? Flop, porque não é. Flop, porque não é. Flop, porque não é. Exatamente. E assim, é isso, né? Um desabafo que eu fiz aqui muito genuíno, né? Então, como é que você conheceu o seu marido? Na internet. Que legal. Ele não morava no Brasil, ele tava morando no Canadá.
Não, eu tava morando no Canadá, mas ele é brasileiro. Mas ele tava morando lá no Canadá há um tempo. E aí ele me mandou umas mensagens. E quando eu vi a localização de onde ele tava, tipo, a distância… Você foi lá, que nem você fez com a sua professora e perseguiu ele. Eu falei, não vou responder. Peço o rolê do nada.
Não vou responder ele, não, porque ele tá muito longe. Então o nosso papo só vai, sei lá, trocar nudes. Não quero isso, tipo, não tô nessa vibe. Eu não mando nudes, né? Eu também não. Não mando. Não mando. Não mando pra mim, eu falo, ah, que nem no monumento. Eu também não tenho essa pira de tipo de… Não tenho. E aí eu falei assim, ah, não quero. Aí ele mandou outra mensagem, em mesma distância. É. Então desculpa que eu tô indo ainda.
Se você não for, só você vai. Só você não vai. Pum. É, é isso. Tô aqui nessa. É a sua frase, guarda pra você. Tô aqui nessa ainda.
Guarda pra você. Encontrou o Vitor Miriel na rua, você tem que falar essa frase pra ele. Se você não for, só você não vai. Já vai tirando a roupa na direção dele. Tá, meu querido? Não faz isso não, só sétio. Verdade. E aí, a última mensagem que ele mandou foi assim, eu estou chegando no Brasil em dezembro, a gente pode conversar. Aí eu falei assim, tá.
ó fala aí, é e foram três meses online quando ele chegou, lembro que eu olhei pra ele e falei assim eu pensava, né, eu olhei pra ele eu pensei assim, se a gente não namorar ele vai ser um dos meus melhores amigos, e hoje felizmente a gente casou e ele continua sendo meu melhor amigo
Tem que deixar rolar. Acho que é uma frase mais clichê do mundo, mas é a mais real. Tem que deixar rolar. E eu não tava procurando nada. E o casamento é um melhor amigo. Ou uma melhor amiga. A galera sabe da não monogamia, mas por exemplo, a gente casou, casou. Pessoas bissexuais que só assumem relacionamentos héteros. Pra você. Like ou flop? Flop. Vamos continuar daqui então.
Essa vai entrar. Fabão e Fábio Cruz. Personagem, pessoa física. Quem tá aqui agora? Vamos lá. Fabão, nós sabemos que por trás de Fabão temos Fábio Cruz. Uma pessoa maravilhosa.
Eu já concordo. Sim. Sim. Amor, tudo bem. Ele é bem humilde, ela é uma pessoa maravilhosa. Sim. Ah, autoconfiança. Ai, não sei. Ô, Bela Campos. Porra. Bela, quero você aqui também. Ai, Bela, você é maravilhosa. Você fez esse personagem, essa persona do Fabão. Aham. Por quê?
Você sabe que uma vez eu levei pra terapia Falando sobre isso, né, de Fabão, Fabio, não sei o que E aí ela me deu um like, ela é lacaneando, né Ela me deu um like lacaneando maravilhoso Ela me deu um like? Ela me deu um lacre lacaneando maravilhoso Ela abriu um post e virou assim, ó Essa é a minha resposta Ela virou assim, ó, like Por quê? Porque eu tô assistindo o podcast do Vitor Meniel E like, aí eu falei, por quê? Ela encerramos aqui Então qual é a lacan?
Meu programa é meio assim, mas eu não calo a boca. Mas aí ela falou assim, isso não existe, mesma pessoa. E aí durante muito tempo, eu também ficava, beleza, mesma pessoa. Só que teve uma vez... Você ficava nananá? Só que teve uma vez que eu dei uma entrevista, que depois eu fui ver e eu estava em estado de mania.
E aí eu falei assim, gente, o que é isso? Que pessoa doida, esqueci o Freire. O que é esse? É estado de mania. E aí eu falei, acho que intensifiquei algumas coisas. Então assim, eu acho que não tem isso de Fabão e Fábio, não existe isso. Porém, em alguns momentos, o Fabão, ele dá uma... Sabe, ele sobe o volume, assim, da coisa. Isso fica meio estado de mania, meio de, ah, não sei o que, vou fazer uma coisa super engraçada. Não tem necessidade. Mas eu acho que não existe diferença, não. Personagem, pessoa física.
Não tem, né? Eu brinco, às vezes. Quem você quer? Você quer Fabão ou Fábio Cruz? Você quer a mesma coisa. Ah, se você brinca, a gente já dá pra ver que o Fabão tá dentro do Fábio Cruz e vice-versa. Exato, vice-versa. Então um like pra Fabão e Fábio Cruz. Vamos ver a próxima. Mas meu marido fala que ele vê um post e ele fala assim Ah, eu adoro que ele passa o slide, eu volto pro assunto, né? Ele volta puto. É!
Ele respira fundo e cacete. Ah, puta que pariu, né? Caceta. Ai, caralho, olha lá. Deu bug, porra, Fabol. Deixa eu falar da... Puta que pariu, gente. Deixa eu falar da Luana, da Vigília. Aqui tem todo um banho. Volta, Madonna, amor. Só você viu o site? Tô brincando, tô brincando. Rapidinho. Fica logo, vamos lá. Volta o Madonna aí. Mudei de opinião. Madonna e Sabrina Carta. Volta ali. Eu quero retificar. Eu quero retificar. Mas meu marido, ele vê algumas coisas às vezes e fala assim...
Porque na hora que ele foi pra lá e eu voltei pra lá, eu senti uma coisinha da galera que tá ali atrás da câmera meio, tipo assim, ó. Ele é maravilhoso. Muxi, um beijo pro Muxi. Vamos lá. Muxi, perdão, tá? Mas meu marido, às vezes ele vê umas coisas e ele fala assim, você compartilharia isso no seu perfil de esfabão. O que isso quer dizer? Eu não sei. Aí ele, mas você, aqui comigo, você não compartilharia. Então eu não sei se ele vê uma diferença. Será que ele quer terminar comigo?
Ai, quero ir embora, gente. Não, claro que não. Sai dessa baixotinha, mamãe. Agora podemos sim. Pode ir pra próxima. Depois que ele vê esse podcast, ele vai falar assim, nossa senhora, eu quero só continuar com ele. Tá bom. Foi bom, foi bom. Foi um elogio. Foi maravilhoso. Foi assédio não, né? Não, foi maravilhoso. Não, foi maravilhoso. Ah, minha filha, sei lá, vai que. Estudar teatro na Cal. Foi uma experiência ótima, mas eu tranquei.
Porque eu tranquei quando fui pra Paris, cobri Olimpíadas. E... E eu quero voltar.
Exato, porque assim, você tem já um número… Assim, não que isso te dê nada, absolutamente foda-se. Mas você já cria conteúdo, você já tem uma base de fazer um programa com a Paola. Você já vem de uma demanda de trabalhos profissionais que já remetem você como um artista. Sim. Completo, de verdade, é o que eu imagino. Tá.
É porque eu desconfio muito de mim. Sim, é uma coisa… É eu comigo mesmo. Aí você fala que eu tô na lista que te dá o acro. É, aí ela que vai me… Ela vai concordar comigo. É, é… Olha eu e meu narcisismo achando também que… Enfim. E aí você começou a estudar teatro na Cal. Sabe por quê? Isso é… Não, você vai me dizer o porquê. Mas eu só te vou fazer uma perguntinha antes. Isso é pra você estudar sempre, é bom. Mas isso é porque você quer abrir algum…
leque na sua vida artística? Também, mas todas as oportunidades que chegaram pra mim foram oportunidades que eu enxerguei como o que eu consigo aprender com isso. Eu não queria ocupar lugares sem ter a mínima noção do que é aquilo.
Porque é muito fácil, tipo assim, Vitor, puta oportunidade pra você fazer isso e aquilo. Você sabe o que é isso? Não, mas já que é uma puta oportunidade, eu quero fazer. Não, eu quero fazer aquilo sabendo o que eu estou fazendo. Você tá certíssimo. Então, quando, por exemplo, me chamaram pra palestrar, sei lá, quando começou a chegar muito movimento de palestra, foi fazer um curso de oratória. Porque eu queria saber me comunicar.
Eu não queria chegar lá e pegar o microfone, oi, galera. Então, é, sabe? Mas eu posso dar um flop um pouco nisso? Pode. Porque eu amo o autodidatismo.
Também ama, mas talvez eu seja uma pessoa que não seja tão autodidata. Eu reconheço isso. Mas é engraçado, porque eu concordo com tudo que você falou. A gente tem que estudar, a gente tem que saber. A gente não pode ficar falando das coisas sem a gente saber. É uma coisa que eu também me policio muito. Mas uma hora…
Não vai dar certo. É. Eu vou falar uma coisa que eu não vou estar sabendo. Óbvio, óbvio. Eu sou humana. Óbvio, óbvio. Eu não sou um... E a primeira pessoa a entender isso é você. Eu não sou um só GPT que você fica conversando não, meu amor. Que você acha que... Entendeu? Ah, faz uma paixão de fulano de tal. Eu faço isso. E a primeira pessoa a entender isso tem que ser você. Um só GPT.
Porque se você for a primeira pessoa a estar lá e, tipo… Eu acho que a oportunidade tá pra ser agarrada. Exatamente. Então se você… Você pode perder a oportunidade pela falta de… Ai, não, mas eu… Pela insegurança de querer… Eu sou uma pessoa muito insegura. O que é muito plausível você querer realmente fazer a oratória. Sim. Ah, não. Quero fazer um curso de oratória. Vou fazer um exemplo. Pra saber falar de uma forma legal.
Mas ao mesmo tempo, você pode estar perdendo uma oportunidade única. E esse tempo, ele é perdido. Sim. E aí, eu discordo nesse ponto. Eu dou esse flop. Mais o like pro estudo. Porque eu olhava pras oportunidades. A toast. Eu olhava pras oportunidades… Ai, tem que beber. Botei boa noite, Cinderela. Fala, vamos daqui a pouco gritar do mesmo. Ele vai começar a falar coisa aleatória. Botei um negocinho, ele vai falar… A Cal entrou muito nesse lugar. Porque foram chegando oportunidades que eu falava assim… Não acho justo…
Eu estar vivendo isso só pelo número. Eu preciso saber o que eu tô fazendo. É o fiscal, né? Eu fiz tablado. Então, você sabe o que você tá fazendo. Quando coloca uma câmera na sua frente que você tem que atuar, você sabe o que você tem que fazer, porque você estudou pra isso. Agora, você acharia, tipo, natural eu que não estudei pra isso em nenhum momento da minha vida estar lá fazendo coisas absurdas?
Tá. Entendeu? Então assim, pelo menos eu preciso saber respirar pra poder chegar e bater no peito. Você não sabe respirar? Ai, sei. Eu tenho que saber respirar. É porque na primeira aula da Cal, eu falei assim, vocês vão aprender a respirar. Aí dentro de mim eu fiquei tipo assim. Não. Tá, a gente tem um quadro aqui. Não é, não é. A gente tem um quadro aqui. Você vai inventar um quadro, né? Não, a gente tem um quadro.
A gente tem que começar a andar pelo espaço. Vamos? Ai, pico seu! Também fez muito, né? Cara, é porque assim, eu fiz caldo, fiz tablado. Isso antes do Vine. Então eu fiz teatro desde a época do... Que eu estudei no Colégio Marista.
E lá tinha um teatro imenso. Me apaixonei pelo teatro de lá. Então, desde que eu era um feto, eu fazia teatrinha. Porque fiz A Pequena Sereia. Mas, amigo, você é da arte também. Não, mas é porque você veio da arte. Eu sou na Apple Baby.
Galera louca, não, só não. Mas assim, eu vim do… Sei lá, a gente se encontrou. Em algum… Ah, eu não sei se tem algum momento, em que momento a arte chega. É porque a arte, ela entra no momento em que eu olho e falo assim Gente, eu preciso fazer alguma coisa, senão eu vou pirar.
Tipo, eu vou pirar. Eu ia literalmente pirar. Arte salva, amigo. E aí foi que eu falei, cara, o que eu faço? Eu tinha acabado de perder minha mãe. A gente tinha acabado de entrar em pandemia. De dez pensamentos que eu tinha... Você perdeu a sua mãe? Perdi. Antes da pandemia. Minha mãe teve um AVC em fevereiro, morreu em outubro. E a primeira pergunta que eu fiz foi em que mês nós estamos? Porque pra mim, eu tava em fevereiro ainda.
Pra você ver como a minha cabeça tava. De dez pensamentos que eu tinha, oito eram péssimos.
Isso a gente sabe muito bem o que é. Oito eram péssimos durante esses nove meses. Horrível. E aí, depois que minha mãe vai embora, eu falo, cara, o que eu faço? Morava eu e ela. Era só vocês dois. Lá em casa. E aí, eu ficava naquela casa, sozinho. Eu falava, gente, eu vou pirar. Claro. Eu vou enlouquecer. E aí, quando meu marido falava, vamos morar junto. Aí eu falei assim, vamos, mas com uma condição. Eu preciso sair daqui. A gente vai morar em Niterói. Sim. Porque o entorno também precisa sair daqui.
Aí quando eu fui pra Niterói, foi que eu comecei a… Porque eu escrevia roteiro pra ministros de manhã. Tipo, renda básica, sabe? O acesso ao ensino pela população pobre. Tipo assim, eu escrevi isso de manhã. E à noite eu tava escrevendo, tipo… Ai, como é que seria ervas finas chegando no… Sim. Sabe? Então era muito discrepante o que eu fazia trabalhando e o que eu fazia no lazer. Só que eu nunca tive coragem de interpretar aquilo.
E aí quando eu interpretei, foi eu acho que quando a arte olha e fala assim, vem cá.
E aí eu saio desse lugar de tipo, eu vou enlouquecer. Claro, e a arte salvou no momento que você perdeu até sua mãe. Eu precisava, eu precisava ser salvo. E posso fazer uma pergunta? Pode. Quais são os ensinamentos que a sua mãe te… Que você guarda pra sempre, assim, da sua mãe?
Cara, minha mãe era uma pessoa muito... Ai, se eu chorar, me desculpa, tá? Não, amigo. Minha mãe era uma pessoa... Não, te desculpa no caso. Você me desculpa? Nem fudendo. Não, gente... Alô? Minha mãe era uma pessoa muito...
Cara, ela era muito transparente. Então assim, quando ela não gostava de algo, ficava nítido de que ela não estava gostando de algo. E também quando ela gostava de algo, ficava nítido que ela estava amando aquilo. E eu acho que eu aprendi isso muito com ela, de ser transparente. Quando eu estou vivendo algo, por exemplo, aqui, eu estou muito feliz de estar aqui com você. E eu quero deixar isso... Ai, eu vou ficar... Eu vou me emocionar.
Eu tô muito feliz de estar aqui vivendo isso. Independente de estar falando merda ou não. E eu quero que isso fique claro. Então, tipo assim, por mais que a pessoa olhe e fale assim Nossa, eu já entendi, Fábio, que você tá feliz. Eu quero que você saiba disso. Porque eu aprendi isso com a minha mãe, sabe? Então, assim, para além disso, bem, saber muito bem o valor do dinheiro… Você falou que ia ser emocionado, que ia ser emocionado, fui eu. É, eu…
Tô segurando o meu... É escorpiana, amor. Você não vai... Com ascendente aquário. Aquário e capricórnio. Ai, louca. Pra cair uma lágrima. Eu vou me emocionar, mas não vai cair uma lágrima. Minha voz vai embargar, mas não vai cair uma lágrima. É o valor das coisas e tal. E... Ai, não ter medo. Coragem. É. Minha mãe era muito corajosa, assim. Tudo bem que no final da vida dela, ela meio que abdicou da coragem. Ela abriu mão de ser corajosa.
Ela não quis ser corajosa. Sim. E eu entendo os motivos dela, sabe? Claro, por certeza. Eu entendo os motivos dela.
mas durante toda a vida dela, eu acho que segurar as broncas que ela segurou, enquanto mãe solo, a gente morando no complexo alemão, ela tendo que cuidar de mim, da minha irmã, acordando de maneira... Todas as mazelas, etc e tal. Ela foi muito corajosa. Minha mãe era foda. Tem uma irmã. Tem uma irmã mais velha. Que é foda também. Um beijo pra... Josi. Pra Josi. Maravilhosa. Ai, que lindo, amigo. Like pra estudar na Cal. Like pra estudar na Cal, porque a Cal é maravilhosa. O problema é quando não tem aquele elevador.
O problema é a ladeirinha. Aquela escada, né? A minha avó, quando era viva, teve que assistir uma peça minha e teve que subir toda aquela escadaria. Ô, meu pai. E ela foi melhor do que eu no cardio. Não, aquela escada... Gente, eu vou... Calma, pelo amor de Deus, hein? Vamos trabalhar isso aí, Leandro. Vamos botar rampinha aí, outra coisa? Exato. É, usar o humor como escudo contra a homofobia. Você dá like ou flop pra isso? Ai, eu usei muito.
E uso um pouquinho. Like. Todo mundo usa. Eu também uso. Eu também dou like. Dou like. Vamos pro próximo.
Aí ele fala que acabou o vídeo. Acabou como é? Vitor, acabou o slide. Enche ninguém isso aí. Não tem mais. Não, pior é que tem tanta moda. A gente não cala a boca. Tá no ponto, tipo, não tem mais, Vitor. A gente não cala a porra da boca. A gente pode voltar no da Sabrina com a Madonna? Que eu acho que ele vai desenvolver. Eu não tenho duas horas de programa já, galera? Não quero sair.
Ele vai... Ah, se quiser que eu cale a boca, só... Não, a gente chama. Vamos lá. LGBT heteronormativo, bem nas aspas. Achar que é mais respeitável do que LGBT, que é feminado ou tanto masculinizado, né? É que isso. Eu morro de preguiça.
damos flop pra isso estamos em 2020 6, não sei porquê 2024 é porque era pandemia a gente diminuiu dois anos eu tenho preguiça sabe o que me pega? não, o que você pega? deixa eu te contar não tô sabendo não o que me pega é quando a pessoa faz parte da nossa ela tá abaixo da nossa bandeira a nossa bandeira
Porém, ela começa a atacar a outra pessoa por ela ser afeminada, etc e tal. Você fica tipo assim, o que tá acontecendo? Sabe? É um problema muito louco, né? Como eu falei, né? Tem essas coisas na comunidade mesmo, né? Esse preconceito da comunidade, né? É muito visível, né? E isso não anula que a pessoa seja, né? É assustador. Enfim, flop pra isso, galera. Flop, flop. Tem nem muito o que falar, porque é o básico do básico. É. Flop.
trabalhar na televisão do lado de Paola Carotchella. E Luana Zucolotto. Paola Carotchella. E Luana Zucolotto. Zucolotto. Que é maravilhosa, gente. Maravilhosa. Eu acho ela hilária também. Ela é insana. Como foi fazer o Infiltrados na Cozinha no GNT, amigo? Cara…
Você foi júri, correto? Eu fui júri. Cara, é... Likezão, claro. De longe, não, super like. De longe, uma das coisas mais importantes da minha vida.
É, e você já vinha com uma… Com a Paola, Té, eu acho que… Você já tinha uma amizade… É, a gente é amigo há bastante tempo, eu e Paola. E de conversar, e de ter grupinho no WhatsApp. De, ai, tô em São Paulo, vamos se ver, vem aqui em casa, nananã, essas coisas assim. Só que quando chegou o convite, não falaram que era Paola. Só chegou um convite, eu falei, ai, aceito, eu acho incrível. E tal, e aí fui buscar curso de câmera.
Tá entendendo? Eu amei. Posicionamento. Eu amei. Você é estudada. Posicionamento. Pra não ficar, tipo assim… Por exemplo, antes eu entravava via três câmeras e eu falava, por que tem três câmeras aqui? Sabe? Era nesse pique. E aí eu fui procurar, fui procurar pra mostrar que o curso não valeu a pena. Ah, mentira. Não é áudio? Não, amor. É câmera.
Tem uma aqui, tem outra aqui. E tem uma ali que pega a gente. Tá, tá. Vou olhar pra essa. E aí... Aquela bem jumenta, né? E aí chegou o convite no falado. Ai, eu tô tão feliz de estar escolhendo os convidados certos, gente. E aí eu topei. E aí foi muito engraçado, porque depois Rádio Corredor falou...
Eu pensei que ela tava te chamando, que eu tava ouvindo um... Eu pensei que ela tá te chamando. Não, não. Não, foi você que fez o... Ah, fui eu? É. Gente, eu faço muito isso. Eu faço barulhos e eu fico procurando quem foi. Fui eu mesmo.
Eu sou tão bando também. Gente, é médio de cura, amor. Aquela louca. Mas é uma loucura, porque eu faço barulho às vezes. Tem uns treguia contigo aí. Amigo, eu já fechei porta do quarto e fui olhar na porta da sala, achando que alguém tinha batido. E você falou, por favor, querida. Aí eu olhei, eu fechei a porta do quarto, tum, aí eu, ih, tem alguém chamando na sala. O que você tá fazendo barulho, é o sonoro. E fui, tum, e fui na porta, olhei pelo olho mágico, falei, ué.
Cadê? Eu fiquei parado um tempo e falei assim, ai, enfim, são eles aí, né? Eu amo. Deixa eles aí circular. E aí, quando a Rádio Corredor falou assim, é a Paola. E aí, a gente não sabia, eu não sabia, a Paola não sabia, que podíamos já contar um pro outro. Então, teve uma vez que a gente se encontrou que eu falei assim, ai, Paola, quais são os planos aí, projetos pra frente a ela? Ah!
Coisas aí, né? TV e tal. Aí eu, ah, tá. Ela e você, eu. Só vivendo mesmo, é. Também deve vir um projeto aí ou outro. Projeto sim. Sei não. Aí ela, ah, tá bom. E a gente assim. Aí depois quando eu falava, gente, vocês já podem, tá liberado um, conta pro outro. Aí ela, ah, graças a Deus. Puta que pariu, né? A gente ficou muito nessa, de tipo, se olhava e falava tipo, tá.
Tô torcendo pelo seu projeto, que vai… Não sei nem o que é, mas vai ser sucesso. Vai que não. E ia lá pro seu também, falei, obrigado. E a gente não falava. E a Luana, eu não conhecia a Luana. E foi uma grata surpresa, porque ela é maravilhosa. Eu nunca conheci ela pessoalmente, mas ela me segue. Eu segui ela de volta no Instagram. E eu acho ela muito engraçada e muito de boa. Luana tá convidada também pra vir pra cá. Ela é linda.
Tem cara. Linda, linda, linda. Dá pra ver na foto. Ela tá casada com o Ian, que… Eu não sei se o Ian é chefe de cozinha ou ele tem um restaurante, né? É, é, é, é, é, é.
Mas é, de longe, assim, um dos projetos mais importantes da minha vida. Arrasou, hein? E a gente grava a segunda temporada agora. Ah, pode falar isso já? Pode. Tem segunda temporada de Filtrado na Cozinha chegando. Mas se você ainda não assistiu a primeira, corre no Globoplay pra assistir. E a roupa? Você serviu cante nessa roupa. E também serviu osha. Muito obrigado, Alok. A Paola me viu e falou exatamente isso. Ai, graças a Deus. Padre Fábio, o que que é isso? Padre Fábio, gente.
Eu tenho uma relação muito engraçadinha com a moda. Mas eu acho que você... Hoje não, né? Vocês puderam ver que hoje não. Hoje minha relação fica em casa. Aqui é um podcast maravilhoso. Mas tem uma relação... É porque durante muito tempo eu olhava e falava, ah, isso não me cabe, isso não me cabe. Aí teve um dia que eu falei assim, quer saber? O que me cabe é o que eu visto. O que é moda pra você? Ai, é como eu me sinto. Concordo, like. Eu quero fazer a patixa, tipo, moda é isso aqui, ó.
Você viu a Patiça Celada na entrevista? O que é moda pra você, Patiça? É isso aqui, ó. Sou eu. E ela faz assim, ó. Diva. Ela definiu a moda. Mas eu fui. A moda é a autenticidade. A moda é a espontaneidade. Chique. É isso que é moda. Chique. A gente faz a nossa própria moda. Levei referência já essa roupa, tá? Arrasou. Like, próxima. Like.
Boa! Agora a gente vai pro nosso bate-bola jogo rápido. Criativo o nome, né? Fui eu que inventei. É, vamos lá. Tá. Ai, meu Deus, ai, meu Deus. Vai ser qual o andar do Iguatemi? Luana Piovani ou... Brincadeira, não. Caraca! Qual o seu andar favorito do... Ó, chegamos no round final.
E agora a gente não tem muito... A gente não vai ficar muito palestrinho não, tá, galera? Fica tranquilo. Chegamos no bate-bola. Tá. E é um instinto puro, tá, Fabão? Vou te falar uma coisa, você fala da like ou flop? Ah, tá. Eu pensei que fosse uma resposta... É like ou flop? É like ou flop. Tá. Pro que eu vou falar aqui. Pro tema aqui. Concordativa. Sim. Eu tô bem afirmativa hoje. Sim, claro. Sim. Por que não? Sim.
apresentaram o Winnie Attention Awards que eu faço uma merda. Me conta um pouquinho como é que foi, mano. Cara, foi...
A gente não vai… Ótimo que o Victor começou a falar assim, a gente não vai fazer muita firula não. Ai, me conta como for. Foda. É, né? Então tá. Que a Fátima é uma querida. Eu conheci a Fátima de proximidade, porque nós viajamos juntos pra cobrir Olimpíadas. Sim. E aí… Ah, que lindo. Ah, eu tenho uma figurinha nesse momento. Linda essa foto, linda. Vamos fazer aqui também. Vamos fazer também.
Pronto. E aí... E aí... Essa vida é maravilhosa, segurando o elevador. É... Eu amo essa querida. Segura no elevador. Um beijo pra ela. Eu conheci a Fátima pessoalmente em Paris, cobrindo as Olimpíadas. E foi muito engraçado, porque teve um momento que a gente foi à Disney que eu tava andando de mão dada com a Fátima e o Túlio, igual uma criança, assim, pela Disney.
Super alegre. Eu sou muito amigo da Bia. Que é a filha dela, que é um amor de pessoa. Bem uma coisa mais humilde do mundo. E elas vão lançar um videocast agora. Vão? Ah, eu quero ver. Venham as duas pra cá também. Ai, venham, venham, venham. Adoro. E aí, quando chegou o convite, eu falei assim, sim. Sim, sim, sim. Três vezes sim. E foi… E aí, eu escolhi esse lacinho discreto. Coteiro provado desses. Que eu fui de presentão.
É um lacinho que meu stylist que teve essa ideia que eu amo. E é isso. Ai, tô rindo três vezes sim. Vamos lá. Ah, sou eu aqui, meu amor. É você, amor. Mas dá like, dá like. Dá like, zaço. Artista fazendo feat com artista gringo pra ficar relevante. Que específico. Como é? Artista fazendo feat com artista gringo pra ficar relevante. É, pra ficar relevante.
Tem alguma coisa por trás que eu não saiba? Não. Ah, então like. Para ficar relevante. Depende do artista gringo também, né? Concordo, porque pode ser um gringo que não é relevante. E um artista brasileiro que é relevante desse. É, Nicolás Ferreira e Donald Trump fazendo feat juntos. Miram.
Não, mas deve ser flop. Não, não, tô falando isso aqui. Ah, tá. Esse é... É, depende do artista. Não, mas eu vou dar like. Vamos dar like. Vou dar like. Arco-íris na logo de empresas em junho. Famoso empresa que tá ali no momento de... Se for só em junho, flop. É, só em junho. Ah, só em junho? Exatamente. As empresas em junho se aproveitando do...
É isso. Eu acho, sabe o que seria legal? Se a empresa... Tipo assim, a empresa que... Conclui aí. Se a empresa depender no discurso dela, não precisa nem colocar o arco-íris. A gente sabe o discurso da empresa. Total. Ponto. Se já é intrínseco, né? É, sabe? Por exemplo, uma empresa que tem muitos gays. Me ajuda a pensar.
É... Grindr. Tô brincando. É. Grindr Brasil. Grindr Brasil. O Grindr vai mudar a lua com arco-íris. Claro que não. Não, mas deve ter outra empresa. Deve. Chili Beans. Tem. Né? Faber Castel. Faber Castel. A gente vai chutando qualquer coisa. É... Reality de culinária com personagem que claramente não sabe cozinhar.
Isso aí é específico. Mas é mais ou menos o infiltrado na cozinha, né? É pra gente pegar a minúcia. Tem uma galera lá que não sabe cozinhar e tem que fingir que sabe me enganar e enganar a Luana e enganar a Paola. Sabe? Se bem que me enganar é muito fácil. É… Você cozinha? Bem pouco. Meu marido cozinha mais. Eu sou mais do… Ah, eu vou fazer um…
Cachorro quente. Tá. Não, cachorro quente sei fazer. Matarrão sei fazer. Arroz sei fazer. Mas assim, quando é uma coisa muito elaborada, eu já não... Risoto de camarão. Não. Fecha a glote. Não. Não, como, mas eu não sei fazer isso não. Ah, beleza. Não, ontem meu jantar foi uma omelete de frango.
Só tudo tão rapidinho. Uma foi de Samão. Ai, que delícia. Mentira, calma que não. Samão tá caro pra caralho agora pra comprar. Postarem diretas nos stories às duas da manhã. Esse foi bem aleatório. Se creche, bom. Postarem direto pro Márcio, que mora em Madureira, às quatro da manhã, sobre...
Ele não tem responsabilidade afetiva. Aí começa a se abrir. É, tá desabafando horrores, amei. Foi zero aleatório, então. Não, não, não, não. Eu tenho um pouco de briga. Flop. É, flop. Vamos lá, gente. Conversante, né? Uma pessoa que você tá conhecendo que some e volta com um Precisei de um Tempo.
Eu não vou entender. Você tá casada, né? Mas eu tenho conversado. Mas você pode... É. Mas, tipo, sumiu do nada pra dizer... Tá bom. Você dá like ou flop pra isso?
A pessoa não… Não, ela não te dá um aviso que ela vai sair. Ela não vai te dar um aviso, amor. Ela vai te dar um ghosting. Ah, então flop. Ela não vai te dar um aviso. Flop. Porque se for um aviso, tipo assim, olha… Desculpa, eu vou… Vou me ausentar, não estou bem nesse momento. Like, obrigado pela transparência. Somos adultos aqui. Acordo de Cavaleiros, né? Temos um acordo de Cavaleiros aqui. Agora a pessoa desaparece e volta do absoluto nada. Se precisei de um tempo, você fica… Tá, mas…
Tá. Aconteceu comigo, acredito. Mentira. Mas voltou e justificou? Não. Justificou, mas aí depois eu falei... Virginiana, né, amor? Eu falei... É uma coisa meio assim... Cara, e aí? Como é que vai ser? Vamos se ver ou não? Porque eu dou 10. Eu acho que talvez deve ter assustado um pouquinho e ele fugiu.
É… Vou parar de ser um pouco assim, tô trabalhando na terapia. É… Mas eu também gosto de ser assim. Porque quem me aceitava… Qual o seu ascendente? Eu faço um papo meio furada, porque a gente também tem que ceder. Não, a gente tem que saber se colocar no nosso lugar. Tem que saber se colocar no nosso lugar, a gente tem que ceder o jeito do outro e o outro tem que ceder o jeito da gente. Sim, sim. Mas fala de novo. Qual o seu ascendente?
Peixes. Mas você é o quê? Virgem. Com peixe e lua. Libra. Vênus e Libra. E só Vênus? Libra? Libra também!
sofredoras! Não, e a gente sofre pelo que não tem. Só antecipação o tempo inteiro? Tipo assim, não teve nada com a pessoa. Nada, tipo, só ficaram, etc e tal. Sofre.
Amigo, foi o que eu falei até no podcast. O que tá acontecendo? Acontece. Pelo menos a gente é sincera com os nossos sentimentos, tá? Vamos só pra terminar. Só vou fazer mais dois aqui então. Vamos lá. Alguém que usa gag de la gag, mas nunca entrou num bar LGBT na vida. Flop. Beleza. Também. É... LGBT, tanto afeminado quanto masculinizada, que finalmente ganha um papel principal na novela da Globo. É você.
Não, amor. Ai, eu ia ficar muito feliz. Meu Deus do céu. Me deu o fio na barriga. Eu ia ficar muito feliz. Ainda não, amigo. Ainda não. Mas isso aqui, o que a gente tá fazendo agora, é profético. É profético. Loucrescente. LGBT.
Tanto masculino quanto feminino. Like. Like. A gente precisa disso. A gente quase não tem. A gente não tem, né? No caso. A gente não tem. Você viu o Félix? Sim. Que é maravilhoso. E é isso. Pessoas poliamorosas, mas que vivem celibato. Que a gente já falou aqui. Ih, gente.
Ai, deixa eu pôr o amoroso. Ai, mas também eu gosto da conexão e do trepo. Tudo bem, né? É verdade, like, né? E eu julgando aqui. É, eu... E eu hipócrita. Se funciona, é like. Ok, é isso. Gente, tivemos Fabão, que eu amei muito. Amigo, você é maravilhoso. Você é mara... Vamos pegar a luzinha? Vamos pegar a luzinha? Eu não tenho nada. Fabão, maravilhoso!
Amigo, muito obrigado por você ter vindo. Você é incrível. Você é um ser humano maravilhoso, admirável. Obrigado. Obrigado por ter se aberto aqui. É, ficou aberto até demais. Engoliu um pouco a cadeira. Depois você fecha um pouco. E assim, de verdade, eu amei te ter aqui. E você…
Dá like ou sobe pro programa? Eu dou like sempre. Eu acredito numa filosofia que diz que a gente dá pro outro o que a gente quer receber de volta. E falando isso, olhando nos seus olhos. Eu entrego toda, toda, toda a minha transparência e meu humor e o que me deixa feliz pra você, tá? Porque é isso que eu recebo de volta, de você. Caralho, que foda. Muito obrigada. Eu digo mesmo, a recebo é verdadeira. Tchau.
Obrigado, gente. Foi mais um Like and Flop. Segue a gente nas redes sociais. E é isso. No Instagram, TikTok, YouTube. Pode ser o Like and Flop. E esse programa, meu amor, tá só começando. É uma ameaça. Que legal! É um game! Ai, que dobrei de pia! Você gostou?