Episódios de Crimes Reais Sem Solução0:00 / 21:25
O Campeão que Estrangulava na Escuridão
29 de agosto de 202621min
O Campeão que Estrangulava na Escuridão: O homicídio de Alicia Muñiz por Carlos Monzón
Às 3 da manhã do dia 14 de fevereiro de 1988, em um apartamento de Mar del Plata, o boxeador mais glorificado da Argentina caiu de uma sacada junto com sua esposa. Ela morreu; ele sobreviveu. A polícia aceitou sua versão: ela se jogou. A segunda necropsia revelou algo impossível: fraturas de estrangulamento anteriores à queda.
Neste episódio, exploramos as contradições que desvelaram a verdade: por que o pescoço de Alicia apresentava lesões incompatíveis com a narrativa de Monzón, como duas denúncias policiais arquivadas prenunciavam a tragédia, e que segredo poderia haver de uma terceira pessoa na cena. Um caso de mentes criminosas que expõe décadas de violência doméstica silenciada e um ídolo argentino que nunca foi nocauteado no ringue, mas sim condenado por homicídio.
Vítima: Alicia Muñiz
Data: 13-14 de fevereiro de 1988
Localização: Mar del Plata, Argentina
Estado: Homicídio condenado; Monzón morreu sem cumprir pena
- Segunda necropsia revelou fratura de cartilagem tireoide e osso hioide: estrangulamento executado antes da queda.
- Alcoolemia de 2,10 g/L registrada em Monzón; apenas abaixo do limite de inimputabilidade argentina (2,5 g/L).
- Alicia não apresentava marcas defensivas nas mãos nem braços: inconsciente ou já morta ao ser lançada.
- Denúncias policiais por maus-tratos em agosto de 1986 e outubro de 1987 foram arquivadas sem investigação profunda.
Alicia Muñiz, Carlos Monzón, Mar del Plata, 1988, estrangulamento, violência doméstica, boxe, investigação, forense, homicídio, homicidas, mistério, true crime espanhol
Ouça sem anúncios e tenha acesso a episódios premium: experimente 30 dias grátis em obomedia.com.
A OBOMEDIA apresenta um podcast crimes reais — o podcast true crime Brasil, true crime em português com histórias de crimes e casos reais.
Seguimos a investigação criminal e a investigação policial: casos policiais, arquivos criminais, dossiês criminais e investigações criminais que revelam a mente criminosa, a psicologia criminal e o perfil criminal de cada assassino em série — da cena do crime às vítimas reais.
Abrimos casos criminais e crimes verdadeiros: assassinatos reais, crimes sem solução, casos sem solução e assassinatos sem solução; mistérios criminais, mistérios não resolvidos, a morte misteriosa e as mortes misteriosas.
De criminosos reais e serial killers a desaparecimentos reais: pessoas desaparecidas e mulheres desaparecidas. Dos crimes famosos e casos infames aos crimes no Brasil e casos brasileiros — crônicas criminais, criminologia e histórias criminais, com a OBOMEDIA.
© 2026 Criado com tecnologia da OBOMEDIA. Todos os direitos reservados. Este episódio e seu conteúdo (áudio, texto e materiais associados) são propriedade de seu respectivo criador e são distribuídos sob o nome da OBOMEDIA em plataformas como Apple Podcasts, Spotify, Amazon Music e Pocket Casts. É proibida a reprodução, distribuição, edição ou uso comercial total ou parcial sem autorização prévia e por escrito. Contato: business@obomedia.com.
Às 3 da manhã do dia 14 de fevereiro de 1988, em um apartamento de Mar del Plata, o boxeador mais glorificado da Argentina caiu de uma sacada junto com sua esposa. Ela morreu; ele sobreviveu. A polícia aceitou sua versão: ela se jogou. A segunda necropsia revelou algo impossível: fraturas de estrangulamento anteriores à queda.
Neste episódio, exploramos as contradições que desvelaram a verdade: por que o pescoço de Alicia apresentava lesões incompatíveis com a narrativa de Monzón, como duas denúncias policiais arquivadas prenunciavam a tragédia, e que segredo poderia haver de uma terceira pessoa na cena. Um caso de mentes criminosas que expõe décadas de violência doméstica silenciada e um ídolo argentino que nunca foi nocauteado no ringue, mas sim condenado por homicídio.
Vítima: Alicia Muñiz
Data: 13-14 de fevereiro de 1988
Localização: Mar del Plata, Argentina
Estado: Homicídio condenado; Monzón morreu sem cumprir pena
- Segunda necropsia revelou fratura de cartilagem tireoide e osso hioide: estrangulamento executado antes da queda.
- Alcoolemia de 2,10 g/L registrada em Monzón; apenas abaixo do limite de inimputabilidade argentina (2,5 g/L).
- Alicia não apresentava marcas defensivas nas mãos nem braços: inconsciente ou já morta ao ser lançada.
- Denúncias policiais por maus-tratos em agosto de 1986 e outubro de 1987 foram arquivadas sem investigação profunda.
Alicia Muñiz, Carlos Monzón, Mar del Plata, 1988, estrangulamento, violência doméstica, boxe, investigação, forense, homicídio, homicidas, mistério, true crime espanhol
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