Episódios de Tô Jogando

Tô Jogando 04 - Jogos que Marcaram a Nossa Infância!!!

08 de maio de 20261h10min
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Quarto Episódio do nosso Podcast Tô Jogando com os games que fizeram parte das nossas infâncias. De longe, esse foi o episódio onde nós, integrantes do Tô Jogando nos sentimos mais avontade e entrosados.

A infância é sempre uma época incrível e feliz e repleta de magia, para a maioria das pessoas. E nesse episódio compartilhamos com vocês uma pequena parte dela!!!

Integrantes do Podcast:

- Renato Honorato(Host do Podcast)

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#supermarioworld #megamanx #crashteamracing #tojogando

Participantes neste episódio2
R

Renato Honorato

Host
J

Jhann Games

Participante
Assuntos7
  • Jogos de InfânciaSuper Mario World · Mega Man X · Crash Team Racing · Need for Speed Underground 1 · GTA Vice City · Mortal Kombat · Street Fighter · Havertimon
  • Comparativo de Jogos FavoritosMelhor trilha sonora · Jogo mais difícil · Jogo mais zerado · Escolha única de jogo da infância
  • Memórias e Experiências com VideogamesCompartilhamento de saves em memory card · Jogar em Lan House · Dificuldade em zerar jogos · Uso de cheats e códigos
  • O Papel dos Videogames na Vida AdultaVideogames como hobby para todas as idades · Nostalgia e revisitação de jogos antigos · Evolução do acesso a videogames
  • Mensagens em Jogos e DesenhosValores ensinados por jogos antigos · Mensagens de desenhos atuais · Dragon Ball · Cavaleiros do Zodíaco
  • Evolução dos Videogames e GráficosGráficos e trilha sonora dos 16 bits · Comparativo com consoles atuais · Master System · Atari
  • O Impacto da Tecnologia no Desenvolvimento de JogosEvolução do hardware de PCs · Placas de vídeo integradas · Mods em jogos de PC
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Bom, a importância desses jogos na minha infância, cara. Eu fui um cara que comecei a jogar videogame muito cedo, aos 3 anos de idade eu já jogava videogame. Tive acesso, tive uma boa infância, meu irmão ganhou um videogame num sorteio, num bingo lá, sei lá o que foi. Eu tinha 3 anos, era um Master System ainda, tinha o jogo do Sonic.

Eu lembro que foi o primeiro contato que tive com o jogo, mas esses jogos aí fizeram parte da minha infância um pouco mais tarde. Então, os jogos que a gente vai falar aqui hoje são de diversas plataformas, mas os meus especificamente, né, vem do Super Nintendo e do Playstation 2. Então, uma coisa que foi importante pra mim, aí eu posso dizer que eu aprendi com esses três jogos aí, com dois deles em si, é que a gente deve, quando a gente tem algo, um objetivo...

que a gente está seguindo, a gente tem que correr atrás e a gente não pode desistir. Por mais que aconteça a diversidade na nossa vida, a gente tem que correr atrás. Por mais que seja difícil, não desistir e ir até o fim. Então, dois deles, você aprende basicamente um pouco disso aí. Se você for reparar, por exemplo, em desenhos de hoje em dia, que é que os desenhos passam de mensagem para as crianças, hoje em dia você vê que é muita coisa relacionada à dopamina, uma coisa...

que a criança não tem um aprendizado. A gente, quando a gente era criança, por exemplo, assistia Dragon Ball, Cavaleiro do Zodíaco, por exemplo, você aprendia que você tinha que ter força, que você tinha que correr atrás, você não podia desistir. Tinha uma mensagem boa por trás. Nos jogos de antigamente, tinha essa mensagem aí também.

Eu aprendi pelo menos com dois desses jogos que fez parte da minha infância, pelo menos. A gente deve correr atrás dos meus objetivos. E um deles que tem a ver com corrida, que você deve correr apenas no videogame. E se for correr num carro de verdade, que seja na pista.

de corrida e não nas ruas. Já fica a dica aí dos meus jovens. Se eu pudesse voltar para a minha infância, foi por causa que um deles me ensinou sobre responsabilidade e paciência, já que eu precisava cuidar de tarefas diárias e ver os resultados com o tempo.

O outro me trouxe muita diversão e liberdade, permitindo explorar o mundo aberto e tomar decisões que mudavam o rumo da história. E o terceiro era mais competitivo e rápido, focado em corridas cheias de obstáculos e o que desenvolvia a minha atenção e reflexo e coordenação motora. Esses jogos foram importantes porque além de me divertir, também me ensinaram valores como organização, tomada de decisão, persistência. Cada um do seu jeito contribuiu para o meu desenvolvimento.

e deixou lembranças muito marcantes da minha infância. Esses jogos saíram para Playstation 1, Playstation 2, um deles para PC e o outro também para Playstation 1. Bom, a importância desses jogos que eu escolhi para mim é gigante, porque ele representa aquele tempo de qualidade que eu tinha com a minha irmã.

e o meu primo, né? Esse jogo era o nosso ringue de domingo. A gente passava horas tentando descobrir os comandos secretos e era aquela festa quando alguém finalmente conseguia soltar um poder especial. Era até porque a gente resolvia qualquer disputa à base de quem perder, passo controle, um pro outro. Criando uma conexão única entre eu e minha irmã e o meu primo. Eu sou o Renato Norato, host do podcast, e temos aqui também... O Jean. E a Malévo. E esse é o podcast Tô Jogando.

bom

E vamos lá, rapaziada, pra esse primeiro bloco. Lembrando que esse podcast, esse episódio do podcast que eu tô jogando vai ser apenas de dois blocos, tá? Como é jogos aí da nossa infância, é um podcast aí mais rápido. Então vamos lá, rapaziada. E o terceiro melhor jogo da minha infância foi o Super Mario World.

E é, rapaziada, como eu falei pra vocês no início aí do podcast, do episódio aí no bloco de introdução, eu ia trazer jogos do Super Nintendo e do Playstation 2. Então, Super Mario World, rapaziada, pra quem não conhece, pra galera mais jovem aí, que não jogou, que não conhece e nunca ouviu falar, é um game aí famosíssimo do Super Nintendo. E é o Super Mario World, rapaziada. E é top demais, gostei demais, então eu coloquei na minha terceira escolha aqui de terceiro melhor jogo da minha infância. Ou seja...

Quantos anos eu tinha na época que eu joguei o Super Mario World, rapaziada? Se eu me lembro, se eu me lembro, eu devia ter meus 4, 5 anos de idade, apesar dessa época o jogo já existia há uns bons anos, mas eu já tinha meus 4, 5 anos de idade quando eu tive contato e joguei pela primeira vez, que era um jogo bem, entre aspas, apesar de ser difícil hoje em dia se for parar pra pensar, era considerado até fácil, não me desse bem.

que eu jogasse muito bem, não, mas dava pra jogar um pouquinho ali. Apertava o botão boneco pular, pulava junto com a mão da minha boneca. Como se a mão subisse pra poder ajudar o boneco a pular. Isso aí, minhas irmãs eram craques em fazer essa parada aí. E eu jogava na minha casa, né?

Porque eu tive, eu posso dizer que eu fui um privilegiado, como muitos aí no Brasil, mas muitos também não tiveram essa condição de ter videogame nessa época em casa, né? Porque eu sou dos anos 90, sou de 91, então sou velho pra caramba, vou fazer 35 anos, apesar de não parecer, pra quem já me viu, eu tenho 34 anos de idade. Então, rapaziada, eu sou de 91, a Super Nintendo eu acho que é de 1990, se não me falha a memória.

Então eu joguei nessa época aí quando eu era criança. Na minha casa, meu pai tinha um emprego que pagava bastante bem, né? Então, como ele ganhava bem, a gente tinha uma condição razoável aí, não era rico, mas também não passava necessidade. Então...

A gente tinha essa condição de ter um Super Nintendo na época e meu irmão, não sei como que meu irmão conseguiu aquele, meu irmão era cheio do rolo, meu irmão mais velho, meu irmão Carlos, um abraço pra você aí se você estiver ouvindo, mano, mas era cheio dos rolos, assim, do bom sentido, no caso.

Então ele conseguiu lá, tinha um Super Nintendo, não sei se meu pai deu dinheiro pra comprar, ou ele vendeu algum brinquedo dele, alguma coisa dele pra poder comprar, trocou, enfim. Então eu sei que nessa época aí, eu jogava em casa e era bem da hora, mano. Eu sou da época aí que muitos de vocês estão ouvindo aí, e os participantes aqui também já ouviram muito isso aí quando era criança, eu sou da época que não podia jogar muito tempo, porque senão ia estragar a TV, ia dar problema na TV. Então eu sou dessa época aí, eu soprava fita.

pra poder jogar, e ia mais cuspe no chip da fita do que limpar a fita ali, às vezes você achava que ia limpar, mas não era que tacava tanto cuspe ali que chegava como é que fala? Oxidar com o tempo, então estragava mais que tudo, então essa história de ir só pra fita é o mito, é só tirar a poeirinha ali e já era, mano, não tinha essa não, mas essa época aí que eu jogava, jogava em casa.

Tive acesso ao Super Nintendo desde muito cedo. Apesar de não ser meu, eu jogava um pouco, minha mão deixava eu jogar. Não jogava tanto, mas tinha acesso. Jogava pra caramba. Então é um jogo que me marcou muito, que nem eu falei no início do podcast. A história do Super Mario, o Super Mario World, ele tem que resgatar basicamente a princesa Peach.

Então ele vai com o Yoshi E se você jogar de dois Dá pra jogar com o Mario E outra pessoa que você Dá pra jogar com o Luigi ou vice-versa Então vocês Se jogar em dupla, cooperativo Vocês conseguem Baseado nos mundos Que tem o Super Mario

Passar por vários apuros até chegar ao destino final, que apesar de ser um pouco difícil para uma criança muito jovem, mas a criança dos anos 90 a gente era mais safra do que as crianças hoje em dia. Então a gente conseguia se virar e até conseguir zerar o jogo, apesar de ser um pouco complexo. Se você for parar para analisar...

mais a gente conseguia os trancos e barrancos chegar no final do jogo e zerar. Então era um jogo bem importante, passava uma mensagem muito boa de você enfrentar vários perigos na vida e acabar conseguindo chegar no objetivo final. Então eu gostei bastante do Mario.

É uma parada que, tipo assim, é uma boa introdução pro mundo dos videogames, tá ligado? Era a época dos 16 bits, então, era... Pra época era um gráfico muito absurdo, era uma parada muito bonita, porque antigamente o Master System, ali anteriormente ali, acho que talvez o Atari, não sei como é que funciona antes do Master System aí, porque o Master System foi o primeiro que eu tive acesso, então...

Eu não sei como que era, mas ali pra época era um jogo que tinha um gráfico muito bom, velho. Tinha uma trilha sonora muito boa. A trilha sonora era marcante pra caramba, velho. Quem jogou sabe até hoje aquela musiquinha quando você liga o jogo ali que dá aquele barulhinho da moedinha na...

Acho que é uma moeda lá da Nintendo, apareceu no nome Nintendo e toca aquela musiquinha da introdução do Mario. Mano, é muito nostálgico, velho. Aquela música que vocês estão ouvindo aí agora de fundo aí. Então é muito top. Só de ouvir aquela música, ele já bate uma nostalgia danada aquele ali. É muito bom, muito divertido. Qualquer um pode jogar, até as crianças de hoje em dia. Apesar de, se for considerar que hoje em dia os jogos entregam tudo de mão beijada, qualquer coisinha o personagem fica te dando dica. Ah, acho que devemos fazer tal coisa. Naquela época não tinha o 10.

não, filho. Você se vira, você se vira. Então, mesmo sendo um jogo assim, que não te dá de bombejada, é um jogo que você pode colocar seu filho, sua filha, sua sobrinha, sua sobrinha, seu neto, sua neta pra jogar. E aí a diversão é garantida, cara. É um jogo bem divertido, muito bem feito, cara. O jogo, assim, no modo geral. Então, é um jogo aí que marcou demais a minha influência. Então, ele é o terceiro lugar da minha escolha aqui desse podcast, rapaziada.

Antes de eu falar dos meus três jogos aí, qual que foi o mais importante ou o menos importante, que era falar que eu não tive acesso aos, igual o Renato citou aí, o Super Nintendo, o Master System, não tive acesso a esses consoles na época, entendeu? Como, apesar que meu pai não vendia o almoço pra pagar a janta, mas...

Eu não tive tanto acesso a esses consoles, na realidade. Na época, eu já comecei direto no PlayStation 1. Com meu irmão que chegou a comprar também, na época. Ele só estudava e correu atrás da...

Na verdade, não é o que correu atrás, né? Ele ficava muito na casa da vizinha aqui, né? Que era nosso colega de infância. Ele tinha o Playstation 1, né? No caso. Aí, minha mãe viu aquilo ali, até se sentia incomodada com esse acontecimento, né? De ele ficar indo pra vizinha, achando que tava atrapalhando e tal. Apesar que ela não ligava, ela gostava. Quem foi criado junto pra ela não tinha esse negócio.

Aí foi aí que meu irmão começou a trabalhar de ajudante pedreiro, tava a mão na massa mesmo, capinava lote pra correr aí atrás. E minha mãe também tentava dar o melhor de si ali pra tentar conseguir o dinheiro pra juntar com aquilo que ele tinha.

para comprar o videogame. Aí a gente foi direto, eu, por exemplo, primeiro, fui direto para o PlayStation 1. Eu não tive acesso a esses Super Nintendo e o outro aí que o Renato citou. Aí eu já fui direto para o PlayStation 1 mesmo. Aí o primeiro jogo aí dos três que me marcou a infância, não sei se, talvez para vocês, não seja tão conhecido, mas eu joguei bastante aí, era o Havertimon.

Eu jogava bastante ele com um colega meu, na verdade. Ele tinha o PS1 dele, mas era meio que meu, né? Que meu irmão depois passou o PS1 pra mim, né? Depois que ele enjoou de jogar e foi subindo de categoria, né? Depois veio pro PC e tal. A gente pegava e ficava competindo pra ver qual que ia ficar com o melhor save. Porque no jogo, basicamente, você tinha que colher...

e replantar as coisas. Você comprava na fazenda, na fazenda não, no mercado.

e plantava, dali você colhia e jogava na cesta para vender para o cara lá que passava todas as 5 horas da tarde no jogo para poder recolher as coisas da caixa. A gente ficava competindo para ver, a gente dava um prazo. Vamos lá, uma semana. Qual save tiver melhor, ganha no caso. Aí a maioria das vezes, o dele ganhava, porque o jogo ali funcionava da seguinte forma, você tinha uma fazenda, né?

Aí você tinha que colher, vender, plantar novamente, aguar as plantas. Depois você tinha que, se você tivesse galinha, você tinha que tratar as galinhas, tratar as ovelhas, as vacas, aí você recolhia o leite dela, recolhia o lã da ovelha, e assim sucessivamente. Só que era um jogo meio repetitivo, você ficava fazendo aquilo dali. Você ficava fazendo aquilo dali. E se você quisesse conquistar a menina que tinha lá no jogo, ela tinha várias meninas que você podia conquistar.

Todo dia você tinha que levar um presente pra ela. Podia ser uma rosa, ou um queijo, ou uma lã, qualquer presente.

Tem coisas que ela não gostava, ela pegava meio que fazer uma carinha de deboche pra aquilo que você levou. Só que aí praticamente ele conseguia ganhar de mim todas as vezes, por causa que como ficava um negócio meio repetitivo, meio que ficava enjoado de fazer aquela mesma coisa. Aí eu pegava e dormia pra ir pro dia seguinte, só que se você pegasse e dormisse 3 dias consecutivos, morria um animal, aí ficava com um negativo lá na quantidade de mortes no game. Aí o meu save cabe que não ficava tão perfeito igual o dele.

Mas eu jogava demais esse jogo na época do... Chegava da escola, almoçava, parava um pouquinho, dá uma descansada e já ia jogar o game já. Minha mãe ficava puta, que cabra de cabeça e doida jogando esse jogo. E é aquele esquema aí que o Renato falou também. Meu pai, então, ficava mais puta ainda, por causa que é aquilo. Isso vai estragar a televisão, não sei mais o quê. Aí, ó, botou o videogame aí, agora não tá pegando mais a Globa. Como é que eu vou assistir minhas novelas?

Era mais ou menos isso daí que rolava. Foi mais ou menos, cara, por volta ali, eu acho que eu tinha uns 10 pra 11 anos, mais ou menos, quando eu comecei a jogar esse jogo aí. Eu até comprei ele agora no PlayStation 5. Tava lá no catálogo lá da PSN, mas não era... Não é remaster, não. É só...

a mesma cópia do Playstation 1 e jogaram lá. A versão original. A versão original. Eu quis comprar, mas acabei que joguei, tipo, acho que um dia, se eu não me engano, um dia e meio, porque é um jogo repetitivo. Você fica fazendo ali aquele negócio de colher e desmatar a fazenda, né, porque é cheio de mato. Você arranca o mato, depois o mato volta a crescer novamente. Você pode plantar capim pra dar pro gado, no caso, pra vaca.

Lá você tem um cavalo também. Tem uns eventos no jogo, você tem que participar. Tem a festa da cidade.

Na época, pelo menos eu tinha uma galerinha que jogava, mas tinha um amigo exato que eu compartilhava o save com ele ainda. Na verdade, ele compartilhava mais comigo, né? Como eu nunca ficava tão bom com o vídeo. Aí a gente compartilhava alguns jogos também, mas o que mais marcou foi isso aí, o Ravestimão. É bem interessante, eu gostava bastante de jogar esse jogo aí.

Top! Eu lembro que no Play 1 tinha essa parada mesmo, não sei se no Play 2 tinha, mas eu sei que no Play 1 tinha essa parada aí, que você tinha como compartilhar o save no memory card. Você colocava seu memory card no videogame do seu amigo lá e conseguia passar seu save pra ele ou ele pro seu, tá ligado? Era uma parada até interessante isso aí, lembrei que tive até uma nostalgia aqui agora, dava pra você trocar mesmo o save com algum brother seu, com o memory card do Play 1.

O meu terceiro jogo era o Super Mario World e na época eu devia ter uns 7, 8 anos. E como eu não tinha videogame em casa, geralmente eu jogava quando ia para a casa do meu primo, né? Minha mãe ia visitar meu tio, levava eu, minha irmã e a gente passava a tarde jogando juntos, né?

Então quando minha mãe ia visitar meu tio, eu e minha irmã já ficávamos animados, porque significava que a gente ia jogar. A gente jogava na casa do meu primo, que tinha um Super Nintendo, e quase sempre que a gente ia pra lá, a gente ficava jogando juntos esses jogos.

E era um momento legal, né? Que era aquele momento que a gente se reunia, ficava resvezando no controle, competindo entre si. E marcou tanto porque não era algo que a gente tinha sempre. Então, cada vez que acontecia, né? A gente se encontrar para jogar, era um momento muito especial e divertido entre a gente.

E meu segundo melhor jogo da minha infância, rapaziada, foi aí o Need for Speed Underground 1 do Playstation 2, rapaziada. Top demais, esse aí foi um jogo assim que marcou demais, demais, demais, demais a minha infância.

Eu já era um pouco mais velho, eu devia ter meus 9, 10 anos aí, quando eu joguei, porque era da época do... Não, era um pouco mais velho, eu tinha uns 11 para 12 anos na época. Era da época do filme Velozes e Furiosos, eu sempre fui fã da franquia Velozes e Furiosos, desde o primeiro filme. E aí, tinha lançado, acho que em 2003, tinha lançado mais Velozes e mais Furiosos, e aí depois na lan house da minha cidade, que eu morava no interior de Pernambuco.

lançou na lan house lá o Need for Speed Underground, aí todo mundo nem falava esse nome não, o pessoal falava ah, lançou o jogo do mais veloz, mais veloz, mais furioso lá na lan house do fulano, lá na lan house do Alan tem eu falei o que? O jogo do veloz, mais veloz, mais furioso? É

Aí eu vou lá jogar, nossa Eu não tinha computador, né? Computador era extremamente caro na época Eu tinha acesso a videogame Super Nintendo e olha lá Era impossível, era inviável Nessa época meus pais já tinham se separado A gente já não tava na Fase financeiramente muito boa Mas não, então Acaba que pra mim poder ter acesso ao jogo Eu tinha que jogar em La House na época Então assim, cara, é um jogo assim Incrivelmente incrível, cara Só quem jogou

Sabe da nostalgia, aquela música de início ali da introdução é muito top. Obviamente nessa hora eu vou colocar a música aí rapidinho, né, na introdução, a música da introdução do jogo. E cara, eu joguei bastante, cara, eu joguei bastante. Esse game eu não cheguei a zerar na primeira vez que eu joguei.

mas eu lembro que marcou muito ali, porque como eu era fã da franquia Velocos Furiosos, tinha a parte da ponte lá, que tem no filme Mais Velozes e Mais Furiosos, que o Brian pula com o skyline dele lá, o R34, prata, e aí no jogo Underground 1 tem uma ponte inspirada, não sei se o jogo se inspirou no filme ou vice-versa, enfim, mas só sei que é muito da hora, muito parecido na pegada dos filmes Velocos Furiosos, aquela parada.

e chamativa dos anos início dos anos 2000 final dos anos 90, aquela coisa de carro baixado, com neon embaixo que hoje em dia o pessoal não usa tanto já achei uma parada meio ultrapassada mas na época era uma parada bem da hora, essa questão de colocar neon colocar spoilers

aerofólio, rebaixar, colocar os para-choques personalizados, as paradas e tudo assim. Então era da época, fazia muito sucesso. Então o jogo na cidade onde eu morei fez muito sucesso. Então eu gostei demais, cara. Trilha sonora, pra mim, é a melhor trilha sonora de todos no Sports Speed que eu joguei na vida.

Pra mim é insuperável essa trilha sonora do Underground 1, tem muita música da hora. Eu escuto até hoje, inclusive, eu tenho no celular, eu ouço a trilha sonora do Underground 1 até hoje. É uma trilha sonora muito boa, o jogo que pra sua época foi incrível, porque tinha uns gráficos absurdos, cara. Eu lembro até hoje, eu falei, caraca, eu tava acostumado a jogar Top Guia do Super Nintendo. Quando eu me deparei, eu joguei Gran Turismo também.

Mas sim, quando eu tive acesso ao Underground 1 ali com aqueles gráficos realistas ali, você usava o Nitro e saia fogo do cano de descarga, igual no Velocity Friado. Eu falei, caraca, que jogo doido. Ficava muito eufórico pra poder jogar toda vez quando eu ia pra La House e só queria jogar aquele jogo ali. Acabou que nem deu pra eu zerar o jogo porque como era caro pra poder jogar...

E aí o dinheiro nasce em árvore, né? E aí eu tava vindo pra cá, pro Espírito Santo, hoje eu moro no estado do Espírito Santo, na época eu morava em Pernambuco, mas na época eu tava vindo pra cá, que foi em 2004, eu não tive como zerar o jogo. E aí, tanto é que eu nem falei pra ninguém que o Dallan House lá...

os amigos meus que eu conheci na Land House lá, eu nem falei pra ninguém que eu tava indo embora, pra ninguém apagar meu save, porque como era, não tinha aquela, não era na época das Land House que o pessoal tinha, cada um tinha seu login, aí ficava tendo seu acesso, aí ninguém podia mexer na sua conta porque tava dentro do seu login ali. Na época não, era como se fosse um computador da sua casa, e aí todo mundo podia acessar lá, nessa Land House que eu jogava.

Então, bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom

Se você quisesse excluir o save de alguém, podia. Tanto é que eu fui Zeruela na minha infância ali. Eu fui Zeruela, eu confesso. Que eu excluí o save de um cara lá, velho. O cara tava na fase lonjona. Eu fui lá, quer ver que eu vou apagar a gravação dele? Fui lá apagar a gravação do cara, velho. Falei, caraca, que Zeruela.

Eu fico lembrando, eu lembro disso aí hoje em dia, eu falo, caraca, que moleque zerro ela que eu fui naquele dia, velho. Paguei o save do cara, velho. E aí eu não falei pra ninguém que eu ia embora, por causa disso aí, que eu fiquei com medo dos outros apagar a minha gravação. Fui lá e dei a gravação pro amigo meu lá. Só como se ele zerou, né? Mas valeu, você pode pegar a minha gravação lá, pode jogar pra você. Eu só fui ter acesso de novo a esse jogo no, acho que no mesmo ano ainda, cara.

No mesmo ano, só que no final do ano. Ou, não, na verdade foi no início de 2005.

Que minha irmã namorou um cara, que ele tinha um Play 2. Aí eu falei, uhul, aí sim, mano, namorou um cara certo. Esse é o cunhado que eu queria.

Esse é o meu cunhado, esse aí Ele tinha um Play 2 E aí o jogo tinha também pro Play 2 Eu nem sabia que tinha pro Play 2 Eu só fui conhecer o Play 2 em 2004 Sacou? O Play 2 já existia Desde 2000, né? Que lançou em 99 No Japão e foi lançar no ocidente Em 2000 e eu só fui saber Da existência do Play 2 em 2004 Sacou? E aí em 2005 Eu pude jogar o Playstation 2 E aí o jogo O meu cunhado deixou, acho que o videogame na minha casa Acho que umas duas semanas E aí

Aí ficou uma briga ali entre meu irmão jogando o jogo lá do Matrix lá, acho que é Patch of New, sei lá, Patch of New. Enfim, é um jogo do Matrix do Playstation 2. E aí na época o jogo tinha um gráfico topzão, velho. Hoje em dia eu nem sei como é que se eu ver eu acho que eu vou achar uma bosta, mas na época eu achava a maior realista. Mas aí ficava meio que uma briga entre meu irmão mais velho pra ele jogar esse jogo aí.

E eu jogar o Underground 2, tanto é que eu lembro que minha mãe ficava falando, ah, fica jogando esse jogo aí, ó, a conta de luz vai vir mó cara. Eu falei, não, eu fiz até um trato com minha mãe. Falei, ó, se a conta passar de 60 reais, a senhora pode vender minha bicicleta pra pagar a conta.

Ela falou que não tá bom então. Aí eu aproveitei, falei, ixi, já que eu vou vendo a minha bicicleta mesmo, vou jogar até umas horas. Aí eu ficava jogando o dia inteiro aqui no treino, ali no final de semana, porque eu estudava. E aí jogava pra caramba o jogo ali pra tentar zerar. E aí eu não lembro se eu cheguei a zerar. Acho que não deu tempo de zerar. Eu tive que devolver, é verdade. Eu não consegui zerar.

Eu não consegui zerar o jogo porque não deu tempo. Mas a conta de luz veio R$58,00. Então eu não tive que vender a minha bicicleta. Faltou R$2,00. Eu falei, uhul! Salve por R$2,00 aí, ó. Aí joguei pra caramba ainda. Então, assim, foi um jogo que me marcou demais, cara. É um jogo muito nostálgico. Depois, quando eu tive acesso ao meu primeiro computador...

que foi em 2007, até hoje eu não fiquei sem computador, graças a Deus. Então eu ganhei, minha mãe comprou, né? Eu e minha mãe, né? Só que basicamente foi só minha mãe, porque eu vendi o Play 1 que eu tinha na época, que eu ganhei. Eu vendi R$160,00. Os R$60,00 eu comprei duas bermudas, e os R$100,00 eu dei pra minha mãe pra ela pagar a primeira parcela do computador. Só pra eu dizer que eu ajudei a comprar, mas eu ajudei por porra nenhuma.

Minha mãe pagou, era R$ 1.100 o computador R$ 100 foi pro computador E minha mãe pagou os outros R$ 1.000 Aí eu tive acesso ao Underground 1 Que eu tinha um colega meu lá na minha sala Que ele tinha um jogo Piratex No PC Alô Polícia 190

Jack Sparrow Jack Sparrow E aí ele foi lá e me emprestou o jogo lá E eu fui lá e instalei no meu PC Foi a maior nostalgia do mundo pra mim Eu me senti feliz pra caramba Falei, caraca, vou tendo acesso ao melhor jogo da minha vida Aqui não sei o que Até então eu considerava o melhor jogo da minha vida Underground 1 Eu era muito fã do Velociriosa

Naquela época de Velas Furiosas era bom, tinha muita corrida, então eu gostava pra caramba. Então é um jogo muito nostálgico, por isso que eu coloco ele aí em segundo lugar. Então esse é o meu segundo melhor jogo da minha infância, rapaziada. Need for Speed Underground 1.

O meu segundo melhor jogo foi que eu joguei bastante aí, que eu já joguei direto no PC. Eu dei pro meu irmão, sempre pro meu irmão, porque ele que era o cara mais concentrado da grana, porque ele começou a trabalhar primeiro que eu, né, porque ele era mais velho. Aí ele já tinha montado, na realidade tinha montado um PC, mas não tinha placa de vídeo ainda, rodava no...

no processador, acho que já era o Core 2D já, acho que já tava com o Core 2D se eu não me engano. É, nessa época aí os computadores o vídeo on-board não era dentro do processador ainda não era o chipset, acho que era a ponte surdo da placa mãe que era o vídeo integrado, depois na época que chegou os Core i

Core 3, Core 5, Core 7, que começou essa parada do vídeo integrado, a ponte sul da placa-mãe ser colocada dentro, se não me engano, acho que era a ponte sul da placa-mãe do chipset, era colocada dentro do processador.

E aí o vídeo ficava ali dentro. Por isso que é tipo o Core... Basicamente isso. Tipo o Core 3. Ele só tinha dois núcleos. Mas eram dois núcleos de processamento central e um núcleo de processamento de vídeo. E o Core 5 era basicamente quatro núcleos para o processamento central e um núcleo de vídeo. Por isso que é o Core 5. Basicamente isso aí. Sacou? Pelo que eu pude reparar, então. Pelo que faz sentido, né? O Core 7 é a mesma coisa. Seis núcleos...

físicos no caso para o processamento central e o sétimo no caso seria o do vídeo. Então essa parada aí do vídeo onboard, o meu quando eu joguei Need for Speed Underground 1 eu também joguei com vídeo onboard, não tinha placa de vídeo ainda não.

Entendi. Então era basicamente isso aí mesmo, que rodava, mas dava meio que umas travadas. Aí depois, mais um pouco mais pra frente, ele conseguiu comprar uma placa de videozinha, não das mais top não, mas já deu uma diferença danada no GTA Vice City. Rapaz, eu jogava muito ele, mas eu nem fazia o modo história não, eu ficava mais zoando pela cidade mesmo, correndo com o carro e matando a NPC. Tirando as partes que eu pegava, subia nos lugares...

mais alto ou num lugar, uma casa que tinha uma varandinha assim, pegava a metralhadura giratória, que pra mim era a melhor arma do jogo. Apesar de ser pesada e o personagem não conseguir carregar a metralhadura direito, ele nem corria com ela, tão pesado que era.

Aí eram da varandinha ali sentando um tiro nos NPCs, até aumentar seis estrelas de polícia pra poder chegar tanque de guerra, SWAT. Eu gostava bastante de fazer isso aí. E nessa época aí os GTAs...

antigos, eles tinham 6 estrelas, né? E depois veio, se não me engano, acho que a partir dos 4 ou 5, não me lembro agora. Sei que não são 6 estrelas, são 5. Tem até um boato aí que no GTA 6 vai ser 6 estrelas novamente aí de polícia.

Aí eu não fazia o mod história não, cara. Só ficava me divertindo naquilo ali. Aí meu irmão chegou a ver com o nosso colega uns mods pra colocar no jogo. Tirar umas motos, botar uma bicicleta, botar uns carros mais tunados. Na hora que abriu o jogo, eu já queria jogar. Mas eu não queria jogar o mod história. Eu queria ficar sentando o tiro nos NPCs. Eu achava mais errado. Eu também era assim.

Já joguei direto no PC, e depois de passar um tempo eu falei assim, caraca cara, pra que que eu fico matando tanto NPC e matando polícia? Não para de vir polícia, qual que é a graça? Falei, vou fazer uma história desse jogo. Aí era, comecei a fazer a história do jogo, bem diferente mesmo, porque é um jogo que te dava bastante liberdade ali.

Você poder roubar os lugares e depois você conseguia fugir da polícia. E passava um tempo, podia ser até preso, depois era solto, pagava uma fiança lá, perdia um tanto de dinheiro. Só que você fugia da polícia e a polícia não voltava a te procurar mais, mesmo que sumia do mapa. Esse é o nível de procurado, na realidade.

E foi basicamente isso aí, o segundo jogo que mais gostei da minha infância. E na época que eu jogava, acho que eu tinha por volta de uns 12 anos ali, se eu não me engano muito. E aí foi um dos jogos também que eu joguei bastante na época da Lan House, que eu joguei Underground 1 aí. Joguei bastante também Vice City, tá? Era um dos meus favoritos também. Os jogos que eu jogava na Lan House nessa época aí era o primeiro lugar. E foi para o Underground...

o GTA Vice City e o medalha de honra ali de assalto que eu jogava em LAN era tipo Counter Strike aí eu jogava isso aí, tinha Counter Strike também só que eu peguei um trauma de infância e eu acabei que o Brasil infelizmente perdeu um novo Fallen, mas

Faz parte, né, mano? Os caras me traumatizaram lá, os caras eram muito tóxicos, desde aquela época lá, que o Counter Strike sempre teve uma base meio tóxica, assim, mas é um jogo top demais, eu jogo, hoje em dia eu jogo, depois eu perdi o trauma de infância, fui jogar depois de velho já, mas eu jogava bastante o GTA Vice City, eu lembro que eu fazia muitos códigos, velho, eu gostava de fazer do tanque de guerra lá, que era o Panzer, aí tinha Big Bang, que você digitava lá, explodia as paradas.

aí se a polícia viesse atrás de você e tivesse muita polícia, aí você se escondia e digitava lá no teclado Leave me alone, né? Leave me alone aí diminui ou acaba todas as estrelas ou diminui uma estrela por vez, uma coisa assim aí você digita isso aí e negócio eu lembro que teve uma vez que eu fiz um teste quando passa aquela cutscene quando você entra no começo do jogo que mostra o personagem, o nome tá na ponta da língua, só que eu não tô lembrando aqui o nome do personagem principal do GTA Vice City bom bom bom

Mas ele vai chegando lá, ele chega numa rua lá, onde tem até um bequinho, tem uma lambretazinha e um carrinho antigo. Aí naquela parte ali que chega e mostra a lambreta e o carro antigo, eu fiz o teste, lá na Lan House. Eu peguei e digitei Big Bang.

explodiu o carro e a lambreta e o jogo travou, eu saí do computador na hora e fechei o jogo, tipo assim, travei o computador, da LanHousing, falei, ó, travou aqui, aí teve que reiniciar o computador e eu negociei, falei que fechei o jogo aqui, mas não fechei não, porque eu lembrei agora, travou o jogo, ficou travado lá e eu não sabia fechar, lá sabia o que era a OT F4, eu não sabia nem nada de nada, nem sabia nem ligar o computador, pô, nunca tive computador, pra mim o computador era coisa de rico.

Só sabia fazer os códigos mesmo, só sabia digitar porque eu sabia ler e escrever. E aí pronto, digitei o livro minha aluna. Digitei lá o Big Bang, lá explodiu, travou o jogo. Falei, caraca, que doideira, velho. Eu fiquei com maior medo, eu falei, caraca, velho, quebrei o computador lá, lá, house, e agora?

Aí falei lá que tinha travado lá, e eu acho que o cara lá da La House reiniciou. Não sei, foi alguma coisa lá que eu voltei a jogar depois. Mas eu levantei da cadeira na hora, eu falei, caraca, velho, quebrei o computador, e agora? O que vai ser? Será que eu vou ter que pagar? Fiquei com medo da porra, mas deu tudo certo no final das contas. Mas joguei bastante também. GTA Vice City é nostalgia pura. A trilha sonora é muito boa, cara.

Muito boa mesmo a trilha sonora do Vice City. Pra mim, a melhor trilha sonora é...

do Vice City. Muito bom você trazer aí em pauta esse GTA Vice City. Basicamente o segundo jogo que eu escolhi também foi jogado no Super Nintendo. Na mesma época que a gente fazia tipo um jogo que ficava rodando jogos que tinha pra jogar e o segundo jogo que eu escolhi foi o Street Fight. A gente jogava mais em jogos de dupla, né? Pra competir mesmo. A gente não botava história não. A gente gostava de ficar competindo um contra o outro.

E eu achava legal que quando a gente conseguia identificar como fazer o golpe especial, a gente só usava aquele golpe e um saia chorando, né? Porque ficava... Não sei se esse golpe não sei o que... Vai ser esse golpe que tá fazendo a gente ganhar porque vai mudar o golpe, cara. Não faz sentido.

Tinha dessa mesma, só ficando esse golpe aí, apelando. Exato, apelando, apelando, porque jogava o controle de lado, ou não queria mais jogar por causa disso. É basicamente isso, street fight a gente não jogava muito o modo de uma pessoa só não, que eu acho que era o modo história, né? A gente gostava mais de ficar competindo e causando a discórdia um entre o outro.

É, jogar, joguei bastante isso aí também. Eu jogava mais contra, de um mesmo. Mas eu gostava de jogar. Só que aí, se eu fosse jogar contra meu irmão, eu tomava um pau aí lá ele. Porque ele era bem mais velho do que eu. Oito anos, não, nove anos mais velho do que eu. Então, eu era criança e ele mais velho aí. Ele sabia um monte de golpe, ele não sabia nada. Então, eu tomava era porrada mesmo aí.

E perdia, mas eu gostava de jogar mais a campanha normal do Street Fighter. E meu irmão jogava muito Street Fighter 2, que é o mais famoso em Street Fighter 2, Street Fighter 2 Turbo. Esse mesmo. Eu gostava bastante, tinha bastante personagem importante pra caramba. O Vega, o Bison, o Bison, sei lá como é que fala.

Ken, Ryu, Ashun Lee Ixi, tinha uma porrada de personagem Aí tinha uns minigames ainda do próprio Street Fighter Lá que você tinha que quebrar carro Em tantos segundos Aí tinha que quebrar um monte de parada lá Umas empilhadeiras lá Um monte de negócio lá, uns barril, tonel Que não sei o que, era da hora Era interessante pra caramba Street Fighter Mas é bom mesmo você jogar de dois aí Com o pessoal assim, com o parente Com o amigo, com o primo, era bem interessante Cheguei a jogar, mas não tantas vezes assim E aí

E o meu primeiro jogo aí, rapaziada, é um jogo também que foi lançado no Super Nintendo, que é o Mega Man X. Ou Mega Man X. Mas eu prefiro chamar de Mega Man X, rapaziada. Foi um jogo aí que foi lançado, se eu não me engano, em 93, é do Super Nintendo. Foi o primeiro jogo da série X do Super Nintendo aí. Top demais. Foi um jogo assim que marcou minha infância mesmo, assim. De todos, pra mim, por um bom tempo, eu pensava que era o Nifo Speed Underground 1.

Mas depois de rejogar, tempos depois aí, principalmente na época que eu fazia live com o canal Arcanato no YouTube, eu fiz zerei várias vezes, então pra mim ali não tem como não, mano. Aquele jogo ali foi o melhor jogo que eu joguei na infância, foi o jogo que eu mais joguei. Cara, muito bom.

Trilho sonoro pra mim, a jogabilidade, a gameplay é tudo incrível nesse jogo. A gameplay dele é muito boa, a gameplay muito rápida. Como eu pude observar muito o meu irmão jogar, meu irmão era muito viciado, jogava muito também no Super Nintendo dele. Então eu observava ele jogar, então quando eu peguei pra eu jogar...

Quando eu jogava, eu jogava bem, velho. Tanto é que quando eu era adolescente, eu pegava pra jogar, eu era o capetinha, velho. Eu falei, caraca, parar pra pensar. Sempre já cheguei jogando muito, velho. Tanto é que quem assistiu minhas lives, vi que eu jogava, zerava rapidinho, velho. Porque, tipo, eu aprendi vendo o meu irmão jogar, o meu irmão mais velho jogar. Então, eu acabava que peguei o jeito como ele passava do chefe, matava os inimigos.

Qual arma que ele usava em tal lugar, em tal parte. Então, assim, eu jogava muito bem, velho. Então, assim, foi um jogo, assim, que eu joguei demais.

Cara, a trilha sonora do Mega Man X, ele tá ali, eu coloco ali no meu top 5 das melhores trilhas sonoras que eu já ouvi na vida, assim, cara. De jogo, assim, de videogame. Que é muito boa, velho. Todas, todas, todas, todas. Eu queria deixar uma menção aqui, a principal ali de todos ali pra mim é a do... A fase do Spark Mandryl, pra mim, é a trilha sonora mais top que tem. E a música também do Zeramento, né? Que é uma musiquinha bem tranquila depois ali que vai mostrando os créditos no final.

E aí vai tocando ali e o Mega Man vai andando e indo embora pela primeira fase do jogo. E aí toca a música bem nostálgica pra mim. Então assim, é um jogo que eu joguei bastante. Eu tive até aí meus 7, 8 anos quando eu comecei a jogar Mega Man. E aí quando eu peguei pra jogar mesmo de verdade eu tinha uns...

Uns 9 anos por aí, uns 8 ou 9 anos. Então eu já sabia jogar razoavelmente bem aí. E aí quando eu tive a oportunidade de ter um Super Nintendo, pela primeira vez, né? Porque meu mesmo Super Nintendo só fui ter em 2005.

Quando eu tinha meus 14 anos, 13, 14 anos, eu tive meu Super Nintendo, porque eu tinha um Poli Station. Então eu peguei e troquei o Poli Station no Super Nintendo e fui comprando. Comprei a fonte de energia lá, pessoal, aqui no Espírito Santo chama de eliminador também. Comprei controle também, usado, tudo original.

Só o cabo eu acho que não era original, o cabo de imagem. Mas o eliminador, a fonte e tal, o cabo de energia e tal. E o controle era original. A fita também eu comprei na época também 15 reais do moleque na escola. Nossa, que arrependimento que eu passei depois daquela fita pra frente. Original, velho. Nossa, valia uma nota. E o moleque tinha o Zelda também. E eu falei, ah, que p*** de Zelda, eu quero a Mega Man. Só que o Zelda também, hoje em dia, vale uma nota braba também.

Então assim, o jogo que me marcou muito é que eu comprei ele e hoje eu tenho ele novamente. Eu tenho alguns consoles aqui em casa, eu tenho o Super Nintendo, Nintendo 64, tenho o Playstation 1, Playstation 2, Playstation 3. Só não tenho mais Playstation 4 porque eu vendi pra poder...

Eu não ia ficar mesmo, não tava mais utilizando, eu peguei e vendi, né? Tô comprando... É o que o pessoal fala, é vendendo almoço pra comprar janta, então eu fui lá e vendi mesmo o PlayStation 4, sem peso nenhum na consciência. Não tava jogando mesmo, então tava dinheiro parado. Então, no futuro, quando tiver pra lançar o The Last of Us 3 aí, deve que vai lançar ainda pro PlayStation 5, então eu compro o PlayStation 5 no final da geração.

Igual eu comprei o PlayStation 4 em 2018, já próximo do final da geração. Já fica no preço mais acessível, então...

Eu tenho ele aqui no Super Nintendo, só que não é original, eu comprei a versão de X-Pero lá do AliExpress. Eu lembro que foi no final do ano passado, em novembro, estava na época da Black Friday, estava tendo promoção de cartucho de Super Nintendo. Então eu comprei o Mega Man X, comprei vários jogos de Nintendo 64, só que como o Nintendo 64 deu ruim, não funcionou mais, eu tenho que ou comprar outro ou tentar consertar de outra forma.

Mas enfim, foi um jogo que marcou muito, cara. O Mega Man X. Jogar sempre, revisitar ele. Revisitar a infância é um tempo bom demais. Onde eu jogava com o meu irmão. Então é um jogo que me marcou bastante. Então pra mim é um jogo... Se fosse pra dar uma nota, daria nota 10 pela nostalgia.

É um jogo muito bom em todos os aspectos possíveis. Gráficos, efeitos, né? Um jogo que você, como era da Capcom, tinha um golpe secreto que era o Hadouken. Você podia pegar. E tanto é que era meio que uma lenda, né? Das antigas. O pessoal fala, ah, isso é mentira, negócio de Hadouken. Até você mostrar pra...

pessoal que tinha como soltar realmente o Hadouk mesmo, mas é um pouco complexozinho pra você pegar, mas depois que você aprende a fazer, é bem de boa, então pra mim é o meu jogo favorito, meu top 1, de jogos que marcaram a minha infância, é o Mega Man X do Super Nintendo, vale a pena jogar.

Todos os jogos aqui que a gente tá falando aqui, galera, vale a pena você que tá ouvindo aí, de casa aí, rapaziada, ou no trabalho, ou no intervalo do trabalho, na hora de almoço, ou você tá indo pro trabalho, ou você tá na esteira, na academia, independente de onde você esteja ouvindo. Todos os jogos que estão sendo citados aqui, eu recomendo demais você dar uma pesquisada, dar uma visitada aí, que eu tenho certeza que você vai se divertir, vai ter um sentimento positivo, assim como foi pra gente aqui, pra nossas infâncias aqui, eu tenho certeza que vocês...

Vocês vão curtir também, porque são jogos bem marcantes na época que foram lançados. O meu primeiro jogo que mais marcou, que eu mais gostei, foi o Crash The Race. Eu jogava no Playstation 1.

Pra você ter ideia, pra começar a conversa aí, eu nem era tão fã assim do game não. Ele teve primeiro a sua versão, né, que era o Crash Bandicoot, que o pessoal fala aí, né, que era de fasezinha, que você ficava pulando lá nos negócios, pegando as cerejas lá e tal. Mas isso aí só fazia morrer, morria mais que curtir o game. Eu falei, ah, quero saber desse trem, não. Aí depois lançou o...

Ele de corrida, né? Todos os personagens de corrida. Você pegava as caixazinhas, aí era aleatório. Saía um míssil teleguiado, ou uma bomba, ou o Uca-Uca, que falava na época, que você podia sair atropelando todo mundo pela frente. Joguei muito.

Era top demais isso aí, cara. Aí tinha competição, né? Eu não tinha nem pra começar antes da competição. Nem tinha muita coordenação motora não, cara, pra jogar com ele. Porque eu nunca fui bom em jogo de corrida. Meu irmão jogava muito Gran Turismo. Era viciadaço em Gran Turismo. Eu não conseguia nem guiar o carro. Eu só fazia bater o carro na parede. Aí eu falei, ah, não gosto de jogo de corrida, não. Jogo de corrida não dá pra mim, cara. Não dá pra mim jogar jogo de corrida. Aí veio, lançou o Crash The Race.

Aí ele jogava com esse vizinho nosso, que tinha um Playstation 1. Ele vinha aqui pra casa no domingo de tarde e ficava jogando lá um tempão. Só que tinha vezes que não dava pra ele vir, né? Aí meu irmão meio que ficava jogando sozinho. Aí meu irmão até chegava a reclamar, né?

Pô, não tem ninguém pra mim jogar, eu queria jogar o Quest de corrida e tal. Aí minha mãe, ah, joga com o Jean, não sei mais o que. Ah, mas ele não sabe jogar, não sei o que. Aí aquilo ali ficava me porroendo, né? Meio que desafio. Porque o meu irmão, quando a gente é adolescente, tinha uma rixa um contra o outro, né? Eu queria ser melhor que o outro. Principalmente ele.

Aí eu falei, tá esse negócio aqui que eu vou tentar jogar então. Aí foi só um desastre, né? Abaixa, né? Só fazia perder pra ele. Só fazia perder. Aí nas horas que ele tava trabalhando, eu tava estudando na época, não me lembro agora. Eu acho que ele já tava trabalhando já.

Ele é bem mais velho que eu. Aí eu ficava treinando em off. Em off, sim, né? Sem a presença dele. Pra tentar melhorar, pra tentar pegar os esquemas ali. Tinha um esquema de você cortar caminho. Tinha o esquema de você deixar a quantidade de... Acho que era maçã, se não me engano. Aí vinha itens melhores. Aí ficava jogando aquilo ali. Tentando...

Como diz o... Tentando ser melhor, né? Como já dizia o Homem-Aranha, Peter Parker, no último Homem-Aranha que teve, né? Na hora que o Octavius pergunta ele como que ele tá, ele fala tentando ser melhor. Aí eu ficava tentando ser melhor naquilo ali. Aí até que chegou uma hora, né, do... Vamos ver agora, né? Ver se eu tô melhor. Aí foi quando eu ganhei pela primeira vez dele, cara. Caralho, aquilo ali me marcou demais. Eu zoei demais daquele menino. Tá, nossa. Nossa.

Depois eu fiquei até com dó dele, tanto que eu zoei. Eu falei, vai, você fica tirando o ano com a minha cara? Fala aí agora, não sei mais o quê.

tem muitos anos, acho que ele nem lembra, se eu falar isso pra ele hoje, rapaz, nem lembro, sei não, não sei o que aí depois foi passando o tempo e isso aí foi marcando demais, cara, que sempre no final de semana a gente tirava ali uma hora, uma hora e pouco pra ficar competindo ali, aí tinha uns outros personagens também que atrapalhava, a gente jogava sempre campeonato, né, que eram quatro corridas, aí tinha a pontuação no primeiro lugar, acho que era dez pontos e aí

Se essa segunda era sete, agora eu não lembro. Sei que tinha quantidade de pontos lá. Se você chegasse em primeiro, você ia conseguindo mais pontos. Aí ia somando as quatro correntes, no final tinha o pódio, né? Primeiro, segundo e terceiro lugar. Aí isso era marcante demais. E tinha o modo batalha também. Só que o modo batalha a gente quase não jogava, não.

O modo matalha era só você e o seu amigo que tava jogando, no caso o meu irmão, e você ficava tacando o míssil no outro. Quem pegava a caixa primeiro e saía a bomba lá, você tacava no outro primeiro. Aí dava a quantidade de pontos e vê quem ganhava. Isso aí por volta aí eu acho que eu já tinha...

11 ou 12 anos, não me lembro mais ou menos, que foi no Play 1 ainda, foi basicamente na mesma época do Playstation 1, se não me engano também saiu exclusivo do Playstation 1, chegou a sair para outras plataformas não. Aí depois veio o remake dele, do Quest Rays, nossa quando saiu o remake eu fiquei doido para jogar, ainda saiu dublado ainda, eu caraca mano, vou jogar o jogo que marcou minha infância dublado, aí meu irmão.

Você quer esse jogo? Eu te dou de presente de aniversário. Só que era caro na época, tem um tempinho que ele saiu, não me lembro o ano agora. Aí ele virou pra mim e falou assim, eu pago a metade e a outra metade você paga. Fechou, agora a gente dividia a PSN, ele tinha o Play 4 e o Play 4 também. Aí na hora do dia que jogou, rapaz, eu joguei até altas horas no dia que eu comprei o jogo. Ele não se interessou muito não, porque ele não tinha tempo, já tinha filho, tinha muito tempo pra jogar.

Aí eu jogava online com as outras pessoas, tinha muitos eventos também no final de semana, tinha uma extra quantidade de coins lá, que era o que você podia comprar personagens, podia comprar carrinhos, tinha vários carrinhos diferentes, e tinha muita corrida online. Aí tinha um esquema também de você derrapar com R1, que eu fiquei treinando aquilo ali até eu pegar o esquema, que você apertava, enchia a barrinha e apertava R1, depois enchia a barrinha de novo, R1 de novo.

Eu fiquei treinando aquilo ali, treinando aquilo ali, treinando, treinando, treinando, até pegar o esquema. Aí no dia eu falei com ele assim, bora jogar? Pra você ver como é que é? Aí ele, bora. Aí só dava eu em primeiro, praticamente tudo em corrida, praticamente só eu em primeiro. Ele ganhava um ou outro, era top demais, cara. Eu revivi a nostalgia da minha infância, só que poderia zoar ele, né? Porque na infância eu perdi, depois de adulto eu comecei a ganhar, porque eu peguei o esquema lá. A gente jogava online também.

Nem precisava vir na minha casa. Apesar que a gente mora tudo no mesmo lote, né? Cada um fez sua casa. A gente jogava no modo online, cada um no seu videogame, mas na mesma sala. Aí jogava com outras pessoas também, do mundo aí, do Brasil, fora do Brasil, online. E também jogava no off também, que era muito irado. Nossa, sem comparação, cara. Foi mais ou menos isso aí. O Quest TV foi o que mais marcou aí dos três.

É, eu joguei bastante também esse Crash aí, tinha um amigo meu que tinha Play 1, ele não tinha Play 1, porque Play 1 era cara, ele tinha um Playstation 1, e eu lembro que nessa época aí, eu perguntei a mulher da locadora que vendia lá, ela vendia, só que o Playstation 1 nessa época aí, 2001, 2002, era R$ 700,00, eu falei, sai fora, aí não, o salário mínimo era nem R$ 200,00.

E era de 700 contra o videogame. Então assim, era muita grana, velho. Então tinha um amigo meu que o pai dele era dono de uma madeireira, aí era caminhoneiro, aí ganhava uma nota. Aí ele tinha Play 1. Aí eu jogava na casa dele. E tinha esse Crash The Race. Eu não sei se é esse jogo aí, você que lembra. É nesse Crash aí que você pode soltar uma caixa, que ela é parecida com a caixa de você pegar tipo bônus, só que em vez de ser uma caixa de bônus, ela é uma TNT, tipo uma bomba. Esse mesmo.

É esse mesmo, né? Eu lembro que eu tinha quase certeza que era ele, então é esse aí mesmo. Que aí você chegava onde fica aquelas caixas que você pega no meio da corrida, aí você tá com essa caixa bomba, essa TNT, e aí você pega uma caixa e deixa essa TNT no lugar. Aí a pessoa vai seca achando que vai pegar a caixa e a bomba explode aí atrás dela. Fiz muito isso, fazia isso direto. Nossa, essa aí é a parada que eu gostava de fazer essa tática aí. Ai, trouxa, toma aí.

A TNT na sua cara aí, ó. Tá achando que a vida é fácil, né? Só que, quando ele fazia isso aí comigo também, o outro jogador fazia isso aí comigo, você tem um esqueminha, né? Quando você pega ela ali, você começa a apertar R1 desesperadamente. Aí ela sai de cima de você, não dá nada, ela não explode. A não ser a verde que explode quando você bate nela, a TNT é tranquila pra sair fora dela. Ah, pode ser.

Então, na minha época, eu era criança, o pessoal era criança, eu não sabia desse esquema aí de tirar a caixa, não. Criança de 8, 9 anos, então dava pra zoar um pouquinho. Era massa. Eu sei que eu e ele jogava tanto, tanto, tanto esse jogo aí. Até esqueci de falar aqui. Nessa época aí, vi um colega nosso, não esse de infância, um outro que morava duas ruas depois da nossa casa. Rapaz, ficava o meu irmão e...

E ele competindo horas e mais horas. Meu pai ficava só um veneno de energia. E chamava pra almoçar, o menino não largava o videogame. Até que meu pai chegou puto na sala, desligando televisão, gritando com todo mundo. E saiu o menino pra um lado. Eu sei que o moleque foi até embora. Ficou uns dias sem ir na nossa casa. O papai tava bravo naquele dia, tá?

Meu irmão não queria almoçar e não queria... Já tinha passageiro quase lá pras três horas da tarde e não largava o videogame. Esse dia foi... Nunca vi um véio tão brabo.

A coisa normal na infância de muita gente, o pai ou a mãe chegar e desligar o videogame, desligar a televisão, pra pessoa largar de jogar o videogame e tal. Tem vídeo na internet aí que tem pai que faz coisa pior, que tira da tomada e taca fogo jogando churrasqueira, que não sei o que. Caraca! Já vi cara jogar Play 3 na época que lançou jogar dentro da churrasqueira.

Doideira, velho. É um bocado doideira, mas é normal. O pai é assim mesmo, ainda mais naquela época, que na época deles não tiveram acesso a esse tipo de coisa, então o videogame era só uma parada extremamente de artigo de luxo, porque era muito rico que tinha videogame na época dos nossos pais, então não é uma coisa que era da realidade deles. Mas hoje em dia, os adultos jogam porque a gente jogou na nossa infância.

Então por isso que a gente tem videogame hoje em dia, mas na época dos nossos pais, isso era besteira, pô. Isso aí, nos anos 80, 70, vai achar que videogame é alguma coisa interessante? Isso é uma coisa de criança, sem futuro. Hoje em dia não, hoje em dia adulto joga, de 40 e poucos anos, 50 anos, joga videogame.

É uma coisa assim, mas que todo mundo joga, todas as idades. Tanto é que você vê pessoas jogando jogos de videogame no celular, cara. Eu vejo muito isso quando eu vou trabalhar, quando eu vou pro estádio, assim. Eu vejo pessoal coroinha, as mulherzinhas...

Você vê que tem uns quase 60 anos nas costas e jogando joguinho no celular. Eu falei, caraca, que doideira, velho. Quem diria que existia uma geração que ia jogar tanto assim, que nem hoje em dia. Eu acho isso bacana. Mesmo sendo só mobile em si, mas não deixa de ser um jogo de videogame, né, cara? Que é colocado no celular. Então eu acho bacana essa parada. Que videogame se tornou uma coisa que era só de criança no passado pra ser uma coisa que... pra todas as idades hoje em dia.

Para o meu primeiríssimo jogo, eu escolhi o Mortal Kombat. Basicamente a mesma coisa do outro, que é jogo de luta, a gente gostava de ficar competindo. E o que eu mais gostava no Mortal Kombat era o desafio de descobrir os golpes especiais. A gente ficava tentando dar aqueles golpes especiais. E tentava encaixar a sequência certa para o Scorpion puxar os oponentes com a coda e o Sub-Zero que já lá os outros.

E era muito legal quando aparecia aquele anúncio na tela no final da luta e a gente tinha a chance de fazer o Fatale. Ah, muito bom. Eu gostava bastante. Meu irmão que era viciado. Eu só sabia um ou outro, mas era bem raro eu saber fazer alguma coisa assim, porque era bem difícil. Ah, dois pra trás, um pra frente pra defender. L1, R2. Não, quer dizer, nem tinha R2, nada a ver. R1, não, R1.

R, L, Y, basta pra cima, pro lado, aí faz um monte de trem assim pro bicho fazer. Tinha a distância correta, se fizesse na distância errada não dava certo, e aí você não podia demorar muito, senão o boneco, ele ficava rodando assim, meio bambu, e aí ele caia pra trás e morria se você não fizesse logo. Aí você perdia de fazer a finalização. Mas é bem da hora mesmo, Mortal Kombat é um jogo assim que eu acompanhei muito meu irmão jogar. Teve uma época que eu cheguei a jogar bastante o Ultimate Mortal Kombat 3.

Então, esse aí foi o que eu mais joguei, mas mesmo assim eu não joguei tanto quanto Street Fighter. Street Fighter eu joguei até depois, quando eu tive o meu Pro Super Nintendo, que eu tive a sorte de ter a fita original do Street Fighter Alpha 2, que é uma fita bem rara, extremamente cara, não vou dizer que é rara, rara, rara, mas assim, é uma fita que se você for comprar, ela é extremamente cara hoje em dia, sacou?

Até na época era difícil, cara. Tanto é que eu achei ela só o chip, só a carcacinha. Parecia na memória RAM das antigas, verdinha. Mas era original. Eu peguei uma fita velha lá que eu tinha lá do James Bond. E tirei a James Bond e joguei lá na PQP. E coloquei a fita, adaptei lá, derreti uns bagulho dentro da fita lá. Passei a fita durex, que não sei o que lá. E peguei a fotinha do jogo que tinha na revista antiga de jogo. Do Street Fighter Alpha 2. E taquei lá na frente lá e ficou a fita... E aí

Do Street Fighter 2 ali Depois eu troquei ela em jogo de Play 1 lá Na época lá, porque eu ganhei meu Play 1 Mas assim, é um jogo Top-saço, então Todos os dois jogos assim, fizeram Parte aí da minha infância Tanto Mortal Kombat, tanto Street Fighter O Mortal Kombat É um jogo bem Da hora mesmo, principalmente pra quem sabe jogar Bastante E esse primeiro bloco rapaziada, vai ficando por aqui Vamos pro nosso segundo e último bloco aqui do Tô Jogando, vamos lá Tchau

E esse segundo bloco, mano, nos iniciando aqui agora. Vamos lá pras perguntas rápidas, rapaziada. Pergunta rápida e resposta rápida. Vamos lá então, rapaziada. Melhor trilha sonora e por quê? Qual desses três jogos que a gente escolheu, a gente vai responder essas perguntas aqui. Então vamos lá, começando por mim aqui. Então, qual a melhor trilha sonora e por quê? Galera, a melhor trilha sonora pra mim, desses três jogos aí, pra mim, é o Mega Man X. O Super Mario tem uma trilha sonora muito boa.

Opa caramba, bem nostálgico, o Underground 2 Nem se fala, eu ouço até hoje Mas o Mega Man X eu também tenho no meu celular Tem algumas trilhas sonoras do Mega Man X Que eu tenho aqui, algumas fases A música do Storm Eagle Tem no celular, Spark Mandrill que é a minha favorita Tem, a música do...

Enfim, não vou falar os nomes aqui também Tudo não, porque o Jean e a Malévra Não vão conhecer, mas a galera que tá em casa Tá ouvindo aí, que jogou Sabe qual que é, então Enfim, a trilha sonora do Mega Man pra mim é a melhor Porque marcou demais a minha infância É muito boa, tem uma pegada meio de rock Assim, a trilha sonora de rock Bem da hora, eu sempre gostei de rock desde criança Então o Rock e o Michael Jackson Basicamente fizeram parte aí da minha infância Então a trilha sonora do Mega Man X Tem essa pegada aí de rock E aí

Então é muito boa a trilha sonora pra mim. Então desses três jogos aí pra mim, a que mais me marcou foi a do Mega Man X. E qual que é o jogo mais difícil desses três aí? Pra mim, na minha opinião, também é o Mega Man X. Apesar de ser fácil pra mim, que sei jogar bastante.

Se você for parar pra pensar, pra reparar e jogar, pelo menos pra mim, no meu ponto de vista, o Mega Man X era o mais difícil deles. E eu gostava pra caramba, por ser difícil também. Mas, quando você aprende a jogar um jogo bem, por mais difícil que ele seja, por você saber jogar, ele acaba se tornando fácil. Então, é um difícil gostoso de jogar. Então, é muito bom. Então, eu gostava demais. Então, gosto ainda até hoje. Então, pra mim, dos três aí, do Super Mario, Limpacto Integral de 1 e Mega Man, eu fico com o Mega Man.

É o jogo mais difícil aí. Tem muito inimigo, muita parte que tem muito inimigo na tela que você tem que utilizar de muita sabedoria, muita expertise aí. Conhecer bem o jogo e as armas que tem à disposição pra você utilizar, pra você passar sem levar dano, sacou? E sem morrer, principalmente. Então, eu digo que é o mais difícil dos três aí, dos que eu citei aqui. Então, o Mega Man X também é o mais difícil. E qual desses jogos aí, desses três que eu citei? O jogo que eu zerei mais vezes também é o Mega Man X, cara.

Por isso que é o melhor jogo que marcou a minha infância, né, velho? Pra mim, é o jogo que eu mais zerei na vida. Porque o Underground 1 também é gigantesco pra você zerar. Demora muito. Eu zerei o Unifor Speed Underground 1. Acredito aí que umas quatro vezes aí. Então, não deu pra zerar. As duas primeiras vezes que eu joguei, eu não zerei. A primeira vez, eu garrei numa fase lá na Lan House e não consegui passar.

E aí eu acho que tinha dificuldade adaptativa, eu só jogava no fácil pra poder zerar mais rápido, né, porque era caro, então eu tinha que zerar o jogo. Então parece que a dificuldade adaptativa, só porque eu joguei no fácil o jogo me impuniu, eu não conseguia sair de uma fase lá. Aí depois eu fui zerar no difícil, no Play 2 do meu amigo, do meu cunhado da época.

Não consegui zerar, mas consegui passar dessa fase aí, pelo menos. Cheguei no finalzinho, perto de zerar. Então, eu digo aí que foi o que eu mais zerei, foi o Mega Man. O Mario deve ter zerado umas 4 ou 5 vezes da minha infância até agora. Então, até eu fiz uma série também no meu canal, o antigo canal Arcanato. Eu peguei e zerei. Ele tem a série lá, que é hoje disponível. Então, eu não zerei tantas vezes, igual o Mega Man X. Mega Man X foi o jogo que eu mais zerei na vida. Então, ele é rapidinho pra você zerar, coisa de...

em 2 horas, 2 horas e 10 no máximo, em 2 horas e meia você zera ele. Se você tiver com preguiça, você zera em 2 horas e meia. Ele é bem rapidinho pra zerar, então o jogo que mais zerei na vida foi ele. É um jogo que tem um fator replay muito bom, dá pra você fazer várias coisas ali diferentes.

com o Mega Man, dá pra você zerar ele só com booster, se você quiser, zerar só usando uma arma de um certo chefe, então assim, tem a infinidade de coisas que dá pra fazer, então é um jogo assim que pra mim foi o que eu mais zerei, então ele ganhou nas três perguntas aí. A melhor trilha sonora e porquê vai ser o GTA Vice City, porque lá nem das músicas do jogo ser muito marcante, eu podia como eu jogava no PC, eu dentro da pasta do jogo, você podia criar uma pasta chamada MV3 bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom

e colocar qualquer tipo de música do seu gosto ali. E essa pasta aparecia lá no jogo, quando você entrava no carro, você ia trocando de estação de rádio até chegar na sua MP3. Aí tocava as músicas que você quisesse. Por isso aí eu gostava demais fazer isso aí.

E o jogo que mais achei difícil e por que é o Crash Terence. Porque o modo história dele, cara, na verdade ele tinha vários... Tinha um modo principal de história, que era você ganhar os troféus, que você tinha que ir passando de fases, tipo mundos diferentes. E depois ele tinha o modo corrida também, que você tinha que coletar as letras CTR, que eu nunca conseguia coletar as três, porque ela sempre ficava no alto.

Eu às vezes pegava o C e o T, ou o C e o R, e assim vice-versa. Nunca conseguia pegar todas e chegar em primeiro ainda. Era praticamente impossível isso aí, só pra quem tinha muita habilidade mesmo. Como eu jogava no Play 1, eu não era tão bom assim. Depois também tinha que quebrar a quantidade de caixas durante a corrida.

E terminar em primeiro também. Que também pra mim era praticamente impossível. Aí pra mim esse é o jogo que eu achei mais difícil aí de zerar. Eu zerava pegando os troféus. Que era só chegar em primeiro e vencendo o chefe. Mas o famoso platinar da época, né? Que era zerar tudo. Eu não conseguia fazer. E pra mim esse é o jogo mais difícil dos três aí. O modo história.

E o jogo que eu mais zerei foi o GTA Vice City, porque a história dele era muito boa, cara. Acho que eu zerei umas 4 ou 5 vezes, eu ficava um tempo sem jogar ele e voltava a jogar ele novamente. Achava na época ali a questão gráfica dele, era top demais pra mim. E além de eu ficar, me divertia muito zoando pela cidade, né, atirando nos NPCs, igual eu já disse anteriormente aí no podcast. E depois quando eu peguei as manhas lá pra passar as missões, foi ficando mais fácil.

Eu usava também, igual o Renato falou, muito macete. Aí facilitava pra caramba também. Usava um monte de arma, tinha três códigos de arma diferentes. Aí era só sucesso. Top demais. Eu usava muito o cheat. Eu gostava muito era de pegar as prostitutas, levar pro cantinho lá. E o carro começava a negociar, ficava mexendo lá pra dizer que eles estavam tendo as intimidades. Depois eu matava a mulher e pegava o dinheiro.

me dá meu dinheiro aqui, faz o escorpio get over here venha pra mim, venha cá chamava, pegar meu dinheiro de volta, sai fora rapaz, eu gostava de fazer isso aí dar tiro de sniper na lua ela crescia, era tipo um macetezinho que tinha uma curiosidade do jogo do Vice City, eu não sabia essa parada do MP3 não, eu tô sabendo agora, achei da hora isso aí cara, você cria uma pasta MP3 dentro do jogo lá, você podia ouvir ela como se fosse uma rádio dentro do bom bom

do game, você não sabia não, dá hora. Até no GTA 4 dá pra fazer isso aí também. Eu não sei no GTA 5, porque eu não joguei ele no console, opa, no console não, no console eu joguei. Não joguei ele no PC, joguei ele diretamente no console, no Play 3 na época, depois no 4 de novo, depois no 5. GTA 5 foi um dos jogos que eu mais zerei aí também, mas aí já era galo véi já, como diz meu pai.

Na minha opinião, dos três jogos que eu citei aqui, o que tem a melhor trilha sonora é o do Mortal Kombat. Porque...

Na verdade é por causa do narrador, eu gosto do jeito que o narrador fala lá, fala dele. E da musiquinha de fundo. O jogo mais difícil pra mim é o do Super Mario World, porque, gente, pra mim é muito difícil passar esses negócios. Eu nunca consegui terminar nenhum desses jogos, na verdade, porque o videogame era do meu primo, né? Eu só tinha a oportunidade de jogar quando eu ia lá.

E o que era mais desafiador pra mim era o Super Mario mesmo, porque quando a gente começava a jogar lá, rapidinho morria. Tentei jogar recentemente também e deu no meio.

Não estou muito a falar não, só aumentou a idade, mas a jogabilidade continua mesmo. Eu falei assim, não é possível não, que esse negócio é tão difícil. Eu passei umas fasezinhas, daqui a pouco eu morri e voltava pro início. Ah, não tem como isso não. Na verdade, zerar mesmo, como eu disse, eu não zerei nenhum. O Diogo Game ficava lá na casa do meu primo, a gente jogava mais por diversão mesmo. Não tinha esse tempo todo assim pra gente terminar o jogo pra zerar não.

E a pergunta final, rapaziada, é que se tivesse que escolher só um jogo da infância, qual seria? Então, o jogo que eu escolheria desses três que eu citei, se eu pudesse escolher, é pra poder jogar só ele. Só poder jogar só ele, desses três aí. Eu escolheria o Mega Man X, cara. Pra mim é o que marcou mesmo, não tinha como eu escolher um outro, porque o fator replay dele também é muito bom.

Então não adianta também, se fosse um, podia até ser o melhor jogo da minha vida, mas se o fator replay não for bom, aí não tem como escolher. Mas como o fator replay do Mega Man X é muito bom, então pra mim ele é o jogo assim que eu escolheria pra jogar só ele, só o Mega Man X mesmo.

Cara, dos três, se eu fosse pra escolher aí, seria novamente o GTA Vice City. Por que o GTA Vice City, cara? Porque, igual eu falei, cara, é um jogo que eu zerei várias vezes, marcou demais, eu tô na ansiedade aí, a partir do momento do primeiro trailer que eu descobri que o GTA 6 vai se passar em Vice City, cara, eu tô doido pra ver como vai ser esse gráfico aí.

em Vice City, eu até arrepiei agora pra ver como vai ser o mar porque quando chegar na parte ali da praia ali, cara, vai lembrar a nostalgia purinha do GTA Vice City você tá doido? Tô doido pra jogar o GTA 6 pra ver isso nos consoles de hoje, né? Qualidade gráfica que a gente tem aí aí seria ele, cara, porque só de lembrar da época ali

De jogar no PC, botar as músicas lá de fundo. Caraca, top demais. Só o problema vai ser que eu acho que eu não vou jogar no PC o GTA 6. Eu acho que eu vou jogar no console. Acho não, né? Certeza que eu vou jogar no console, porque eu tenho o Play 5. Aí não vai dar pra mim...

ter certeza se vai dar pra colocar minhas musiquinhas lá de fundo lá. Até porque se eu fizer live no TikTok, eu até posso colocar as músicas de fundo, porque TikTok não tem isso com direitos autorais. Você bota a música que você quiser lá e sua live não cai. Já o YouTube, ele tem esse problema. Você pega direitos autorais e acaba com o alcance da sua live. Mas é isso aí. Seria o GTA Vice City.

Se eu tivesse que escolher um jogo na minha infância para jogar seria Mortal Kombat. Porque eu gosto basicamente dos gráficos dele, da narração do carinha lá. E é o que a gente mais competia, o jogo que a gente mais se divertia jogando contra o outro. Para mim ele é o primeiríssimo lugar.

E agora a pergunta é para você, nosso ouvinte aqui do Tô Jogando. Agora essa é a sua vez de participar, rapaziada. Deixa aí no campo dos comentários quais foram os três jogos que marcaram a infância de vocês, mano. Vai ser muito bom também saber essa experiência de vocês. A gente lê os comentários para poder sentir um pouco do gosto.

do que foi a infância de vocês também relacionada a jogos, que é uma parte muito importante da nossa infância aqui para nós três e tenho certeza que para a infância de vocês também que ouvem a gente aqui o Tô Jogando. Então, agradeço demais a presença de todos vocês ouvintes aqui do podcast Tô Jogando, agradeço demais. Queria agradecer também o Jan, presença aí, mais uma vez, e da Malévola aí. Tamo junto, muito bom estar gravando mais um podcast aqui com vocês. Top demais, ouvi um pouco.

de vocês aí, porque visitar a nossa infância é um tempo assim, uma época muito boa pra maioria das pessoas, então é muito bom saber desses jogos aí, saber um pouco da infância de vocês também esses momentos íntimos dos videogames, a vida de vocês também, então muito bom, agradeço demais a presença de vocês, e pra finalizar aí rapaziada pra quem quiser saber um pouco mais sobre o que eu faço na internet, eu tenho um canal no YouTube chamado Automobilismo Nato, que é um canal de automobilismo virtual, então se você gosta de automobilismo, automobilismo

Eita, desgra...

automobilismo virtual, se você quer saber um pouco mais sobre automobilismo virtual, mais focado em Fórmula 1, então chega lá no canal Automobilismo Nato que você vai saber um pouco mais sobre Fórmula 1 no virtual, e aí entre outros jogos também de automobilismo, beleza? Tem série lá de Infospeed Interground 1, Interground 2, Monte One, Carbon, os clássicos do Play 2 lá, então chega lá que você vai ver todos esses jogos aí lá, disponíveis pra vocês. E, Jan, fala aí, deixa aí suas redes sociais aí pra galera te encontrar.

na internet, fora aqui do Tô Jogando. Valeu, Renato, mais uma vez por nos receber no podcast Tô Jogando. Obrigado, galerinha. Valeu mesmo. Para achar eu aí no YouTube, é só escrever lá, e no TikTok também, e no TikTok também.

Estou fazendo live aí no TikTok. Várias séries aí diferentes. Valeu. Tamo junto demais. Obrigada, galerinha, que nos ouviu até aqui. Obrigada pela presença. E não esqueça de comentar aí nos comentários que a gente está de olho. Quem tiver interesse de me conhecer um pouquinho mais, eu tenho um canal no YouTube, Malévola Games. E tenho uma conta lá no TikTok também. Gratidão.

E é isso aí, rapaziada. Espero que vocês tenham gostado de mais um episódio aqui do nosso Tô Jogando, mas agradeço demais a presença de todos. Agradeço também a presença novamente dos nossos, né, sempre participantes aí, Jan e a Malévola. Lembrando que eu sou host do podcast, mas é um podcast composto por três pessoas, então o podcast, né, que o podcast é meu, mas eu sou só apenas o host, mas nós três fazemos parte do podcast, então o podcast é nosso aqui, então é nóis.

Tamo junto, agradeço demais. E se você gosta aqui do podcast e quer engajar mais ainda no podcast, não deixa de comentar, rapaziada, seus três jogos aí que você gosta, você gostou mais na sua infância. E também, rapaziada, avalia a gente no Spotify e nas principais plataformas de podcast, agregadoras de podcast, com cinco estrelas. Isso é importantíssimo. Segue a gente e toda vez que você...

Quando sair um episódio nosso, rapaziada, mesmo que você não for ouvir no dia que a gente lança, que é toda sexta-feira, às 18h07min, hora de Brasília, bota lá na opção de baixar, deixa salvo no seu Spotify, porque isso aí é bom para você, que você vai poder ouvir até offline, sem precisar utilizar da sua internet, e também é importante para a gente aqui do canal, aqui no Spotify, aqui no nosso podcast, porque também passa uma métrica muito importante, uma visão muito importante para o algoritmo.

pra indicar mais o nosso podcast pra mais pessoas conhecerem, assim como você conheceu o nosso Tô Jogando, pra outras pessoas também conhecerem aí as nossas resenhas, nossas conversas aqui descontraídas então agradeço demais, é nóis tamo junto e até o próximo episódio galera, valeu!

Se você ver meus primeiros vídeos do Arcanado, Deus é mais, eu tenho até vergonha. O cara deu uma porrada no Batman lá e eu falei assim, ó, aonde veio isso?

Igual aquelas dublagens de filme americano que os caras falam desse jeito nas antigas. Da onde veio isso? Da onde que alguém aqui no Brasil fala essa frase? Porra, o cara tá tão ruim, o cara é tão ruim de falar as paradas que o cara puxa um... Macacos me mordam. Só falta falar isso aí. Na moral mesmo, velho. Já comecei a ficar nervoso. Assim, começou o coração...

É, não, mas é isso aí mesmo. Quando eu vou gravar, eu também fico. Você acha que eu não fico, não? É igual quando eu vou correr de kart. Toda vez que eu não entro no kart, que a corrida vai começar, eu faço até uma oração. Depois que eu... Ah, tá? É, eu faço uma oração lá, peço que dê tudo certo lá, que não aconteça acidente, que já acontece, tá? E você se machuca. Eu já me machuquei, já fiquei com quatro meses sentindo dor. Tipo assim, nem ir no médico.

Sarou por Deus mesmo. Cuidado com o que você fala, Malévola, que agora o Renato tá botando tudo na edição.

Leu muito, mas falou bonito. Meu Deus. Agora, cara. Parecia um robô falando. Mas ficou bom, ficou bom. Parecia a Dilma falando. Mas ficou bom, ficou bom. O pessoal vai saber que leu, vai, mas não tem problema. Isso aí é bom que dá engajamento pro pessoal comentar. Isso aí gera engajamento, tá bom. E a gente tá no começo. Ninguém vai fazer uma parada perfeita.