Rastro de Sangue - Daggerheart+JujutsuKaisen - Ep.1
Rastro de Sangue - Episódio 01
Campanha usando um cenário de Jujutsu Kaisen em Daggerheart.
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- Jiu-JitsuDefinição de energia amaldiçoada · Espíritos amaldiçoados e maldições · Feiticeiros Jujutsu e suas habilidades · Ferramentas amaldiçoadas · Expansão de domínio · Shikigamis
- Viagem ao JapãoHomem misterioso com espada de rabo de gato · Confronto no prédio abandonado · Expansão de domínio incompleta · Explosão e queda dos personagens · Notícias sobre serial killer e explosão
- Domínios em DaggerheartTestes de dualidade (esperança e medo) · Experiência e bônus de personagem · Vínculos e perguntas de origem · Uso de armadura e pontos de vida · Reações e ações de combate
- Análise de personagensKyodai na xícara (Adriano) · Mikazuki (Iman) · Sozuki (Gabriel) · Mayumi (Tati) · Shikara (personagem de Tati) · Midori (personagem de Tati) · Yumi (personagem de Tati) · Sousuki (personagem de Gabriel)
- Apresentação do Mestre e CenárioEd Bortolotti como mestre · Adaptação de Jujutsu Kaisen · Cenário no Japão de 2018
Fala pessoal, aqui é Ed Bortolotti, sou quadrinista, ilustrador e mestre de RPG e estarei à frente dessa mesinha marota de Dage Heart, onde jogaremos uma adaptação do anime Jujutsu Kaisen. Essa aventura não tem spoilers do anime nem do mangá, pois ela se passa precisamente antes da primeira temporada. Então se você não conhece o universo de Jujutsu, fique à vontade, pois isso não afetará a sua experiência.
Eu sou novo nesse mundo de gravações de mesa, então se nos comentários você puder deixar o seu feedback de pontos que possam ser melhorados, eu agradeço muito. Agora vamos conhecer os jogadores que irão completar essa mesa e essa aventura que se passa no Japão de 2018. Começamos com você, Adriano. Bom, meu nome é Adriano, eu vou jogar com a Kyodai na xícara e...
Quem já vem ouvindo os podcasts aí do Mestre Ed e do Somente Solo, eu sou o proprietário do canal e membro do RPG dos Camaradas que aparece lá jogando Dragon Ball, jogando Dragon Ball, e muitas coisas que estão por vir ainda. Prazer estar aqui. Iman. Bom, meu nome é Iman, eu sou viciado nesse negócio, como diz o Adriano, eu tô em todas.
Hoje eu vou jogar com Mikazuki, ou Mikazuki, ainda estou vendo como é que vai ser a forma que eu vou referir, provavelmente Mikazuki. É um personagem que deixa muitas dúvidas e curiosidades para quem enxerga, não consegue ler tão facilmente. E vamos ver o que vai sair desse joguinho. Gabriel, nosso ex-novato, né? Porque já está participando aí, já estreou.
Salve, salve, eu sou o Gabriel, eu sou um dos novos aspirantes aqui da mesa, né? Já estou aí desde o Dagger Heart, da primeira sessão do Jiu-Jitsu, e hoje eu vou estar jogando com o Sozuki. É a nossa estreante da mesa aí, a Tati, que é presente. Olá, eu sou a Tati, novata aqui na mesa, e retornando a jogar RPG depois de 10 longos anos.
Espero que seja o primeiro de muitas. E você está jogando com a Mayumi. Uma garota um pouco misteriosa. Esse grupo aqui tem um histórico de resgatar jogadores esquecidos, abandonados. Vamos pra cima. Vamos pra cima. Então, bora começar. Vamos.
A nossa história começa quando observamos uma águia sobrevoando a costa de uma ilha. E o mar está agitado e alguns animais ali descansam naquelas pedras em volta do mar, naquele sol que toca ali a praia. E é um sol de fim de tarde, então animais de barriga para cima, animais se secando.
E a ave de rapina parece que ela não está caçando algo, mas sim observando, procurando, seguindo. Não por fome, mas por objetivo mesmo. E quando ela encontra, ela desce, ela mergulha os céus de forma rápida e mesmo assim graciosa, rompendo o vento ao seu redor ali.
E quando ela vai chegando próximo à superfície, ela abre as asas, plana e pousa numa cabana.
E é uma grande cabana ali, feita de madeira e palha trançada. Se percebe que da porta dessa cabana, uma fumaça sai. E além dessa cabana, se vê um grande campo de flores rosadas. E nós começamos a ouvir vozes dentro dessa cabana. E um barulho de estalar de madeira. Quando a gente percebe uma chama.
uma fogueira ali dentro queimando diversos tipos de troncos de ervas e faz com que a fumaça ele tenha até um cheiro herbal.
E ao mesmo tempo que deixa tudo com aquele aspecto de defumado, aquele aroma meio ocre ali. E em frente ao fogo, colocado em cima de um tapete, um tapete que tem cores mais pastéis, e um vermelho um pouco mais saturado ali, um vermelho mais com cor de sangue seco, tem um corpo deitado nesse tapete. E esse corpo, ele...
vem todo vestido de branco e é um tecido parecendo um algodão cru. Nesse kimono tem adornos costurados à mão ali, que se sobressaem justamente pela textura e pelo tipo de linha que se destaca nesse tecido cru. E o que vocês percebem é que esse corpo está virado com a cabeça para oeste, e é como exatamente deveria ser. Quando a Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations
Em seus braços e pernas existem adornos, uns adereços de qualidade impecável, que só alguém muito importante poderia receber. E a sua volta, no chão ali, comida farta, saque, e alguns presentes que lhe foram ofertados. Mas a cabena também está cheia de pessoas que ainda podem ficar de pé.
E essas pessoas vestem kimonos alinhados, desenhados de formas geométricas bem peculiares. E normalmente de cores azuis com desenhos em branco. A maioria dos homens está com o cabelo raspado até metade do couro cabeludo. E eles vêm com uma faixa na cabeça.
enquanto algumas mulheres ali cobrem a cabeça completamente com um lenço. Esses homens oferecem respeito àquele corpo com pleno silêncio, enquanto o chão treme em alguns lugares dessa cabana, porque, diferente dos homens, as mulheres prestam os respeitos com uma dança tradicional.
e essa dança vai levantando poeira, mesmo nesse chão batido de terra, o pó vai subindo e se misturando com a fumaça. Vocês percebem que esse corpo começa a ser levantado por esses homens, e eles começam a carregar ele para fora da cabana. Primeiro eles carregam os pés, porque eles têm receio de que o espírito possa olhar para trás e querer ficar entre os vivos.
Então eles levam o corpo até o lado de fora, arrancam suas vestes brancas, em uma outra fogueira do lado de fora, eles queimam essas vestes. E eles começam a seguir o caminho para as montanhas, além dos campos floridos. E é possível ver cada um daqueles rostos que estão ali.
É possível ver que também existem rostos estrangeiros, rostos de pessoas que não fazem parte daquela tribo. Existem os familiares, existem os conhecidos, apenas os visitantes.
Mas todos ali prestam a mesma homenagem. Quando essas pessoas se espalham, e esses estrangeiros são destacados ali, vocês percebem que algum deles ainda vestem suas roupas de estrangeiros, mas de uma forma respeitosa eles colocaram algum tipo de kimono tradicional por cima ali pra se mesclar as pessoas locais ali. Indo na frente, guiando essa procissão, vai uma garota.
Uma garota que para os olhos daquele homem que perdeu sua vida, sempre será uma garota. Sempre será uma criança. Shikara, apresente sua personagem. Só quero dizer que eu tô arrepiado, tá? Já começou assim. A Shikara tá à frente.
Ela está numa postura bem ereta. Ela não é uma garota alta. Ela deve ter no máximo 1,65m. Contrário ao sensei dela, que era um cara grande. Ele tinha mais de 1,85m. Ele tinha ombros largos. Mas ela está bem ereta, parecendo até um pouco mais alta. Só que...
No rosto dela, claramente, tem lágrimas escorrendo, mesmo com a cara séria. Ela segue com o kimono dela de momentos que serve tanto para a celebração da vida quanto para a celebração da morte. A cultura dela aceita a morte de uma maneira diferente.
das outras culturas, tanto dentro do Japão quanto de fora dele. A morte não é o fim. E ela tem plena certeza que o mestre dela, o sensei dela, vai continuar com ela pra sempre. Pra sempre dando força e ensinando ela de uma forma ou de outra. Ela carrega... Ela tá com as armas...
de batalha que ele ensinou ela a usar. Então ela tem um arco nas costas. E atravessado em X com o arco tem uma lança também, que estão presas nas costas dela. Ela está com a bandana roxa, com esses símbolos geométricos, com um desenho bem específico. E ela...
Foi dado a ela o direito de seguir à frente desse cortejo para levar o corpo do Mori, o sensei dela, até a cremação. Um pouco mais atrás ali, os estrangeiros que também vieram prestar essa homenagem para esse ritual de passagem. Eles não vieram só prestar homenagem a um guerreiro ou a um guardião dos velhos costumes.
Ele não era apenas um protetor da natureza, mas ele também era um feiticeiro. Aquele que está fadado a lutar com aquilo que poucos imaginam que existe. A ver aquilo que poucos veem. E garantir a segurança de todos aqueles que não podem fazer o mesmo. No meio daquele povo Ainu...
Estão duas pessoas que vieram prestar as homenagens representando a escola Jujutsu de Tóquio. Por mais que sejam peticeiros de baixo nível, eles eram os que estavam mais próximos ali da região na data marcada. A primeira, ela está vestindo um manto tradicional por cima das suas vestes. E seus cabelos são brancos e longos, passando da altura dos ombros ali.
e um olho azul que se destaca em meio àquela altura, e no meio daquelas tantas pessoas de cabelos escuros e olhos escuros. E ao seu lado, um pouco incomodado com essas roupas novas ali, cobrindo a cabeça com um daqueles lenços, que mais as mulheres que estão usando, está Sousuki, que descreva o seu personagem pra gente. O Sousuki, usando o lenço assim, é um lenço negro.
Vocês veem assim meio que por entre o lenço, os olhos eles são verdes, uma cor até meio que chama bastante atenção. Mas ele tá usando as vestes cerimoniais que foram dadas a ele, emprestadas de certa forma ali, mesmo que ele não tivesse. Ele é um homem alto, alto não, 1,70 ali, 1,72 por aí. Ele tem um corpo mais esquelético, como se ele não tivesse visto muita comida na vida.
cabelos negros, longos, quase parecem com um mullet batendo no ombro. Ele carrega consigo um pingente, que é muito visível, um pingente verde também. E é isso aí. E como você se sente nessa procissão, nessa cultura tão diferente da sua?
eu fico olhando meio que inquieto, porque eu zero costume, sabe? Mas ao mesmo tempo, pelo pouco de vivência que eu tô tendo com os costumes normais, vamos dizer assim, eu comecei a só, tipo, respeitar e é isso aí. Então eu tô em silêncio no meu canto. Às vezes até mesmo olhando mais a paisagem, os animais, que é uma coisa que eu tenho mais costume de lidar, né? Às vezes até mesmo procurando até mesmo um espírito amaldiçoado, que é meio estranho, mas fica ali olhando.
Mas eu tento manter um respeito mesmo que eu tivesse zero costume. E mais ao fundo ali, na verdade no final dessa fila, tem mais duas pessoas, mais dois feiticeiros ali. Esses dois param e deixam a multidão se afastar. Eles se entreolham, eles sabem que não podem demorar muito ali.
Eles sabem que existem outras obrigações maiores que o luto agora. Esses dois jovens, os únicos que viram Mori perder a vida, eles se viram e se afastam. E vão andando em direção contrária. Até sumirem no horizonte. O dia se passa.
Nessa mesma vila ainda, na cabana mais adornada, mais respeitada, onde tem um grande urso entalhado de madeira na frente, está a Senhora Hara. A Senhora Hara e a Shikara. Estão dando uma conversa um pouco difícil, porque as duas têm aquele nó na garganta ainda. As duas, por mais que entendam que o Mori ainda está ali,
A falta física dele ainda dói. E ela fala ali. Minha jovem criança, eu sei que é um momento difícil para te pedir algo, mas... Existem responsabilidades que precisamos manter e seguir. E você, como a única aprendiz de Mori, é a única que pode seguir com esse legado. Vamos aproveitar que os jovens de Tóquio estão aqui. E eu vou te pedir uma coisa. Sim, Harasa.
Eu quero que vocês... que você o acompanhe. Que você entenda como que é a cidade. Mas principalmente que você siga os passos de Mori. Pois ele estava investigando algo. E esse algo morreu com o seu silêncio. E você é a única capaz de seguir os passos dele para descobrir algo. Mas e a nossa vila, Harasan? Fique tranquilo aqui. E eu ainda sou capaz de protegê-la. Ela dá um sorriso. Um sorriso de volta.
Não se preocupe, eu vou dar o meu melhor, como eu sempre venho feito, desde que o Mori-sensei me aceitou como aprendiz dele. Mesmo eu não tendo nenhuma das habilidades dele, ele acreditou em mim. E o legado dele jamais vai ser esquecido. Se o que ele estava investigando era importante, eu vou atrás de resolver.
Não se sinta inferior porque você é diferente dos outros. O seu poder está preso dentro do seu corpo. Por isso que ele te fortalece. Os outros de alguma forma conseguem demonstrar para o mundo. Mas você consegue demonstrar em seu coração. E ela pega um totem de urso e põe na sua mão. Eu sei que sua energia espiritual é fraca. E que às vezes você não consegue enxergar como os outros feiticeiros. Enquanto manter isso em suas mãos, você conseguirá ver como eles realmente são.
Ela vai até a entrada da cabana, ela levanta um tecido ali. E o Sousuki e aquela que o acompanha, que agora está sem as vestes tradicionais. Deixa eu mostrar pra vocês. E a senhora Hara, ela fala...
Senhorita Midori, pode entrar agora. E aí o Solsiki e ela entram. Vocês se veem ali pela primeira vez, depois desse cortejo, desse sepultamento. E a Midori, ela se aproxima, ela faz uma reverência. E ela fala, em nome do clã Gojo, meus eternos pésames. E aí você vê que ela, não se preocupe, criança. Não perdemos nada.
Apenas um corpo. E nada mais. Bom, já que vocês vão levar a minha pequena shikara, eu preciso que vocês me expliquem o que está acontecendo. E aí a Midori olha até pro Sussuki ali, que talvez não tenha recebido tantas informações assim. E ela olha pra shikara ali. Eu fiquei sabendo que ela não tem energia espiritual, é isso? Eu mesmo respondo. Você se observa.
A energia amaldiçoada é uma forma de energia espiritual gerada a partir das emoções negativas humanas, como medo, raiva, ciúmes e ódio. Ela vaza continuamente de pessoas comuns, acumulando-se como sedimento e formando espíritos amaldiçoados.
Feiticeiros Jujutsu controlam essa energia para lutar, aprimorando sua força, velocidade e durabilidade, também imbuindo armas ou ferramentas aprimorando-as, alimentar e potencializar habilidades inatas específicas e muito mais. Talvez isso seja algum tipo de triunfo para a gente, pois estamos em uma época estranha, digamos assim. Muitos feiticeiros estão sendo mortos.
E a única... única... suspeita que temos é que eles estão atacando um sastriano através da energia. Se tivermos alguém que não manifesta ela, talvez seja uma carta na manga. Você vê que a Shikara já bota um rosto bem determinado assim. Pode contar comigo. Que eu pudesse ser útil. Estarei lá. Quer falar alguma coisa, Sou Suki?
O Suki não fala nada, quer dizer, no começo ele só segue as apresentações acompanhando meio caminho do olho, tipo, se ela fala meus pesos, ele também fala meus pesos, ele tá meio copiando ela, ele não fala nada, ele só tá 100% inquieto assim, é como se ele não tivesse acostumado a nada disso, ele só tá meio tipo, sabe, a mão não fica parada, ele tá meio tenso assim, mais tenso do que ele deveria, ele só tá tipo...
nesse meio tempo, vocês viajam de volta para Tóquio, saindo de Hokkaido. E eu quero que vocês... Na verdade, Adriano, na página 39 do livro, na sua classe, na verdade aqui, falando para todos que estão ouvindo a mesa, que no final de cada classe, existe uma sessão onde existem perguntas de origem.
E um pouco abaixo tem vínculos. Então eu quero que você escolha uma dessas perguntas para fazer a Sousuke durante esses, digamos, semanas que vocês passaram juntos nos últimos tempos. Vou escolher a primeira pergunta, que diz o seguinte. Sousuke, como eu salvei a sua vida quando nos conhecemos?
Então tá. Você geralmente ficava ali na parte da montanha, né? Isso. Tá. No mesmo dia que a Midori chegou, eu vim junto, só que eu sou o cara do mato. Eu sou o cara, tipo, druida mecanicamente. Mas em algum momento, tu viu um espírito amaldiçoado e ela tava por algum motivo atacando uma fuinha.
Só que a fueira meio estranha, mas você chegou e você achou isso muito estranho. Disso que tá acontecendo, atacando um animal ainda por cima, né? Geralmente ataca humano, ataca outras coisas, mas um animal é uma coisa muito estranha. E você chegou lá e conseguiu pegar ali o espírito amaldiçoado de surpresa.
Mas aí na hora que você foi, tipo, esperava que a Funha fosse embora, do nada a Funha vira pra você e fala, e aí? Como é que você tá? Muito obrigado, velho. Você não tá ligado, velho. Nossa, eu tava quase morrendo aqui, meu não. O que que aconteceu? Ele veio me atacar, não tava imaginando. E aí do nada a Funha começa a trocar uma ideia com você, assim. E foi assim que a gente se conheceu. E agora você vai trocar esse vínculo. Você vai escolher uma...
Uma pergunta pra Shikara. Ah, é. Isso, no caso, seria os dos vínculos mesmo, né? Isso. Tá. Eu vou colocar essa daqui de meme, mas eu vou fazer a terceira pergunta. Qual que é o apelido carinhoso que você me deu? Eu tenho um na ponta da língua aqui, hein? É, pra mim... Mas se ele tava na forma de fuim, é isso? É, tava. Ah, eu chamo você de fufu a partir de agora. Tudo bem.
A nossa história tem um pequeno salto temporal, onde uma garota sai de uma pequena caverna, cabisbaixo, mas ao mesmo tempo obstinada. Ela sai dessa caverna, ela verifica o chão, ela encontra uma boneca em farrapos, ela atravessa a ponte e começa a seguir pegadas.
Ela acelera o passo e ela chega até a borda de um rio, em volta a uma floresta extensa. E ela começa a procurar algo que ela sente através daquele totem que ela ganhou. Pois aquele totem não fornece apenas a visão das maldições, mas sim o rastro de energia que agora é possível ser observado por Shikara. E aí fazendo o nosso primeiro teste e explicando o nosso teste de dualidade,
Em Dagger Hard a gente joga dois dados, dois D12, um representando a esperança e o outro representando o medo. E como funciona? Nos testes nós queremos que você passe de uma CD, de um número estipulado que o mestre coloca, com esperança. Então é o melhor resultado possível, que seria a resolução do que é pedido de forma correta.
Quando você tem um sucesso com medo, essa resolução acontece, mas tem uma complicação. Quando você falha com esperança, você não consegue cumprir aquela ação de forma do jeito que você gostaria, mas também não é o fim do mundo, você não vai destruir todos os seus planos por causa disso. Mas quando você tem uma falha com medo, aí as coisas complicam um pouco.
Além de você não cumprir o necessário para resolver a sua ação, você ainda tem uma complicação adicional. Então agora, Shikara vai fazer um teste de instinto, pois está procurando algo bem específico. Ela está astreando o poder espiritual do seu mestre Mori. Ah, eu quero já começar usando uma experiência.
E o que acontece quando usamos experiência? Experiência é um bônus que dá mais dois em um teste quando uma frase que é criada durante a criação do personagem é engatilhada. Então, diga a sua experiência. O nome da minha experiência é Meus Ancestrais Me Guiam. Então, como eu estou com o meu totemzinho de urso...
criado pelos meus ancestrais, pra me auxiliar nesse momento, eu vou gastar um de esperança pra somar mais dois na minha rolagem. Posso rolar? Pode rolar. Caraca, já meti um crítico de saída. Rolou 4.
E aí o que a gente acabou não falando é que quando você tira dados iguais nos dados de dualidade, é um sucesso crítico. Que aí, além de você ter um sucesso na ação que você estava planejando, você tem um bônus ali, você tem uma resolução especial para essa ação. Então, a Shikara começa ali, seguia esses rastros.
E ela percebe que claramente o local foi um local de batalha. Um local de muita tristeza também. E ela enxerga em meio às pedras, na beira do rio, algo muito...
Comum pra ela. Algo que seria fácil de encontrar. Mesmo se ela não estivesse procurando. Ela encontra a runa. Que o Mori usava. Nas batalhas. Só que quando ela baixa. Pra pegar essa runa. Uma movimentação na floresta. E você vê um vulto. Passando. Um gato completamente feito de sombras. Com chifre. E uma cauda de lâmina. E ele pula.
outro lado do rio, passando na sua frente. E como se fosse em câmera lenta, uma outra garota pula ali por cima do rio. E vocês trocam um olhar rapidamente. Tati, nos apresente o seu personagem. É uma Yumi. Ela tem longos cabelos vermelhos, aí puxado pro bordô, olhos verdes.
Ela tem ali a altura mediana para uma japonesa, 1,63m. Ela veste calça preta, uma bota preta que vai até a metade da bota da perna, a jaqueta de couro e uma blusinha branca por baixo. E ela anda com duas cudates do seu lado esquerdo. Na hora que ela pousa do outro lado do rio ali, graciosamente a criatura começa a...
A cor continua correndo e ela continua correndo. Só que esses passos te levam agora uma memória, Yumi, pra fora da floresta. Quando você ainda não tinha encontrado essa criatura. Você tinha encontrado outra criatura. Você percebe um feiticeiro enfrentando uma maldição menor ali.
As maldições, ou espíritos amaldiçoados, são seres espirituais malignos, nascidos da energia negativa acumulada pelos seres humanos. Elas são a personificação de medos, ódio e tristeza, sendo invisíveis para pessoas comuns, podendo interagir com o mundo físico.
Algumas maldições de nível alto possuem inteligência própria, enquanto as de nível baixo são mais irracionais. Feiticeiros Jujutsu as caçam para exorcizá-las e proteger a humanidade dos terrores que causam. E... você observa esse feiticeiro? Não é tão comum ver brigas assim ao ar livre?
Mesmo no interior ali. E você vê esse garoto que se move como se fosse um animal. Quando ele tá lutando ali. Ele termina de eliminar essa criatura, de exorcizá-la. E ele olha pra você ali. Vocês se reconhecem como feiticeiros. E você percebe que ele carrega um símbolo da escola de Tóquio. Sousuki. Que você fala pra Yumi ali quando você percebe que está sendo observado. Eu sei que ela é uma feiticeira de Jutsu.
Você sente, né? Não sabe se ela é uma feiticeira, mas você sabe que ela tem energia amaldiçoada. Eu, na hora eu paro assim, eu percebo que tava sendo observada. Aí eu já, tipo, todo o sangue, toda aquela coisa da batalha, eu já me limpo assim, ó. Hoje em dia não tá fácil não matar, mas esse espeto amaldiçoado. Nossa, isso daí não é difícil demais. Começa assim, tipo, como se fosse limpando o suor, assim. Aí se eu tivesse virado um urso, eu ainda não consigo fazer isso. Se eu tivesse virado um lobo...
se tivesse alguém comigo, aí eu estivesse falando meio que sozinho, assim. Ou se eu estivesse meio que com as plantinhas, plantinha me ajuda, umas árvores, não tem nada aqui nessa cidade, eu fico olhando nos prédios, assim. E aí? Bom, aí o Miso observa, né, ela tem um semblante bem sério, né, olha pro Suzuki, olha pro que ele tá enfrentando e se aproxima devagar, mas sem dizer nada. Quando você vai se aproximando ali, você percebe a maldição evaporando ali aos poucos.
E ela tem um cheiro de incenso, essa maldição, quando ela vai queimando ali. E vocês percebem que a terra tá um pouco úmida ali, como se tivessem tido possas de água em alguns locais específicos e elas tivessem derretido de uma vez. Então em alguns pontos ficou meio que lamaçado.
E aí vocês estão pisando bem no espaço que está seco. Mas vocês sabem que qualquer movimento errado ali, vocês podem acabar sujando bem o sapato de vocês ali. E ela se aproxima de você. Eu olho assim para ela, eu vou muito falando assim, se você quiser ver a criatura, pode ver. Eu dou o espaço para ela ver. Você vê difícil hoje em dia, né? Essas criaturas cada vez mais perigosas. Mas graças a Deus, não tinha ninguém aqui perto. Todo mundo já tinha sido, não tinha mania.
Bom, aí o Misho faz um aceno de cabeça, não diz nada, e se aproxima, né, da onde ele está bem mais próximo para poder observar, e onde ele estava enfrentando a criatura. Ô, mestre, eu queria saber, desculpa, eu queria saber, existe alguma, tipo, alguma flor, alguma coisa assim, tipo, uma coisa ali, né, num lugar onde eu estou, assim, mais ou menos, alguma coisa mais...
Existem flores, na verdade existem botões de flores nesse momento, onde vocês estão, e aí você percebe que uma única flor desabrochando ali. É uma flor um pouco alaranjada, ela é alaranjada nas pontas, ela vai se aproximando do miolo, ela vai ficando branca. E esse miolo tem um tom bordô ali, quase da cor do cabelo dela ali, da Yumi. Eu paro assim, eu chego mais ou menos perto dessa flor rapidamente, eu chego pra ela e falo...
Flor, você viu mais ou menos onde é que tá? Da onde é que você viu o espírito amaldiçoado? Você sabe da onde ele veio? E aí eu queria usar uma carta que eu tenho. E ela chama Nature's Tongue. Em inglês, seria em português, é língua da natureza. Eu posso falar a língua do mundo natural. E eu tenho que fazer um teste de instinto. E num sucesso, eles me dão a informação que eles sabem. Num roubo com o fear, o conhecimento pode ser limitado ou vir a algum custo. E é isso aí. Então, pode jogar.
Meu Deus. Pô. Um sucesso, pô. É, foi... Conferir é informação ilimitada, né? Quando você chega perto e você pergunta isso pra flor, um vento bem gélido passa. E aí o cabelo da Yumi, ela vai apontando pra uma direção ali. E uma das pétalas solta dessa flor e vai indo nessa direção. Quando ela vai nessa direção...
Os dois começam a acompanhar essa pétala, vocês percebem dois olhos brilhando na escuridão. E aí na hora que essa pétala chega e essa criatura percebe que foi percebida, ela pula pra cima de vocês. Só que ela pula pra além de vocês, né?
E aí quando vocês veem essa criatura pulando, é um gato, completamente de sombras, com chifres e o rabo de lâmina ali. Ele pousa do outro lado, ele olha pra vocês, ele rosna. Yumi, você pode até não conhecer essa criatura, mas você sente que ela é vinculada a algo. Você sente a mesma sensação que você teve no dia mais trágico da sua vida. E você sabe que uma criatura dessas não pode viver solta por aí.
e a criatura começa a correr para dentro da floresta. Bom, quando ela tem esse sentimento, ela começa a ficar com uma raiva ali, misturada com muita mágoa, e ela começa a perseguir. Perseguar.
E Sousuki, o que você faz? Eu olho assim, na hora eu meio que sem perceber que ela foi correndo, eu meio que olho pra onde ela tava, como se fosse um desencontro, assim, ela correu por trás de mim, e eu fui olhar pra ela assim, meio estranho, aí nessa que eu olho eu ia falar, você vê, as plantinhas sempre respondem pra gente, se a gente perguntar direitinho no set, e aí na hora que eu vi como que ele... Aí você vai falando, ela tá indo assim.
Aí eu, não, espera, mas o gatinho deve ser gente fina, porra, não, eu vou meio que correndo assim, tipo, meio, não machuca o gato.
E aí você, cara, você vê essa garota pulando o rio ali. E aí, segundos depois, sou-se correndo meio desajeitado atrás ali. Você vai pular o rio também ou você vai... Eu vou frear antes do rio.
Eu pulo e começo a nadar com o meu atuco, tranquilo, assim. Não, dá pra você pular sem cair no rio. Então eu pulo. E aí você vê o Sosuke seguindo essa garota. Eu olho assim, puf, com um. Boto a mão assim. Você só escuta eu gritando assim de longe. Não bachucu o cartinho, ele é gente fina, ele pode ser uma pessoa do bem. E aí eu vou correndo. E aí eu pego a runa e corro atrás. Já pulo o rio e vou atrás dele.
Vocês começam a correr ali, vocês começam a seguir essa criatura. E o Sosuke falando, ah, esse pode ser bonzinho, esse pode ser bonzinho. Quando vocês vão saindo do parque, existe um casal passando. Quando esse gato passa por eles, apenas sangue resta no chão. E os corpos cortados no meio. E esse gato corta sem remorso nenhum, como se eles só estivessem passando por folhas ali.
E você percebe que ele começa a seguir em direção à cidade. Só que na caminhada, a cidade é longe. Então, eu queria que Tati fizesse uma pergunta de vínculo para o Soussouk. Essa pergunta eu faço...
Na sua classe tem as perguntas. Na sua classe tem, na última parte da sua classe, tem perguntas de origem e aí embaixo tem vínculos. E aí você escolhe uma das três perguntas para fazer para o Soussou. Você me pediu para tomar cuidado com qual ameaça e por que se preocupa com isso? De certa forma, a gente está correndo atrás do gato. Então eu acho que era um bom exemplo aí. Agora, por que eu me preocupo com isso? Talvez...
seja uma conversa que a gente teve, alguma coisa assim, depois ou antes, em algum momento, né? Mas o Sussuco viveu muito sozinho ou com algum espírito ali no local. Então, às vezes, ele acredita na cabeça dele que, assim como as plantas e animais, às vezes, muitas vezes, um espírito amaldado pode ser uma coisa positiva, né? Uma coisa a ser domada, uma coisa, algo a ser...
deixado livre, assim como um animal. Então ele tenta sempre tomar cuidado com aqueles que ele acredita que são bons. E a Yumi, tendo essa aversão aos shikigami, como ela reage com essa ideia, com esse modo de pensar do Sousuki?
Shikigamis são criaturas espirituais familiares, conjuradas e controladas por feiticeiros através de energia amaldiçoada. Eles atuam como aliados em combate, invisíveis para não feiticeiros, e podem ser invocados via talismãs ou técnicas inatas. Ela acha o pensamento dele, o pensamento todo, que nem tudo pode ser bom, principalmente Shikigamis, que ela acha que é uma das piores...
formas que já surgiram entre os leiticeiros. E a gente sai dessa atmosfera natural, a gente abandona a costa, a gente abandona a floresta, e a gente começa a adentrar a cidade de Tóquio, mais precisamente, a Kihabara.
Irada, apareceu aqui a ilustração da cidade, uma galera chovendo, mestre? O pessoal tá de guarda-chuva também? Chovendo, e no meio dessa multidão, um homem vai atravessando ali. Muito neon, muito barulho, jovens, e ele vai se esgueirando ali, e ele vai procurando os becos onde ele se sente mais à vontade. Os Yoshoko ali, os becos de bares, os...
onde a vida underground de Toca acontece ali, e ele tem um lugar preferido, ele já sabe o caminho que ele vai tomar ali. Esse homem tem o cabelo castanho, na altura do queixo ali, ele tá vestindo um terno, um terno um pouquinho desabotoado já, claramente saindo do expediente, de um longo expediente ali.
Ele entra em um beco, onde no começo dele tem um pequeno santuário. Ele passa por esse santuário, ele olha e ao invés de prestar algum tipo de homenagem, ele dá um sorriso meio malicioso. E ele entra nesse restaurante. Nesse restaurante, o...
o dono dele, né, a gente pode chamar de Sushi Man, mas não é um Sushi Man, porque ele não faz só sushi. Mas esse homem, com a barba muito bem feita, cabelo alinhado ali, grisalho, recebe esse homem com um certo olhar desconfiado ali, e na outra ponta desse balcão...
Tem outro homem ali, afundado em seus próprios sentimentos, e provavelmente pensando qual será o próximo passo que ele precisa tomar. Mikazuki, escreva o seu personagem. Primeiro deixa eu te perguntar, mestre, o incidente já ocorreu? Eu imagino que sim, mas só pra ter certeza. Já ocorreu. Ok. Então, Mikazuki está...
Quer dizer, vamos começar com o mestre pediu. Ele tem cabelos pretos, com mechas vermelhas, pequenas franjas na altura dos olhos, cabelo preso com coque na parte da nuca, assim, superior, um cabelo que se soltar fica na altura dos ombros, um cabelo com vários, como eu posso dizer, ele não é um cabelo liso de alguém que se preocupa com, vamos dizer assim, coordenamento das coisas, e sim um cabelo...
picotado como quem corta seu próprio cabelo. É uma pessoa bastante magra, visivelmente magra, tem 1,70m, pele branca, usa coturnos, calças pretas, e tá calor, mestre, ou tá frio? Tá chovendo, mas tá ameno. Tá ameno? Então ele tá com uma...
blusa preta e por cima, no máximo, um casaco para se proteger da chuva, na qual deve estar em cima de um banco lateral, assim. E ele tem um rosto que não é possível perceber qualquer pelo de barba ou outra característica que apresente ele como um homem.
Mas ele se porta visivelmente, comportamentalmente comum, com os dois cotovelos em cima da mesa, com uma cara de, por assim dizer, poucos amigos, olhando... Às vezes ele olha pro Sushiman com uma cara de indignado, não claramente com o Sushiman, mas com alguma coisa que ocupa os pensamentos. Respira fundo, olha pra aquela prateleira de bebidas e fica fazendo...
como se estivesse procurando alguma coisa sabe, o cheiro de alguma coisa e tá insatisfeito assim e fala baixo pra ele mesmo droga, eu acho que não é aqui você vê que esse homem que chegou ele meio que solta um pouco a gravata ali tá com os cabelos molhados porque você percebe que ele entra sem guarda-chuva ele senta ali ele fecha um pouco dos olhos olhando pra você eu encaro de volta ele...
Ele olha pro Hiro ali, vê uma bebida pra garoto também. Eu olho pro meu copo vazio, assim. É, realmente, aqui só tinha gelo. Ele parece ser mais velho, mestre? Tem os seus quase 30. Tá, eu tenho quase 20, então consideravelmente mais velho. Eu digo, obrigado, tiozão. Assim que o garçom, o barman serve ali, né? Eu agradeço ele. Você vê que quando ele fala...
Se refere a você no feminino, o senhor que estava te servindo, até agora te tratando como masculino, meio que dá uma bugada, ele fica confuso assim. E aí ele dá uma olhada estranha pra esse cara, e aí ele serve ali uma entradinha pra esse... Mestre, eu pego a bebida assim, dou um gole, e aí eu me viro na direção desse homem, e eu faço...
Como se eu quisesse sentir alguma coisa, uma espécie de cheiro diferente nele, porque eu decidi agora que Vikazook tá procurando pelo cheiro, que é um cheiro que ele sentiu na noite do incidente. E ele liga o cheiro à tragédia, então ele tá procurando o cheiro, e aí eu olho na direção desse homem e faço um... Só pra ter certeza, esse homem não tem o cheiro que me lembra o que eu tô procurando.
Passa um teste de instinto. Claro. Vamos lá. Instinto, então, tem um total de zero. Meu atributo é zero, então são os dois dados puros. Estou fazendo a rolagem. Um total de... Opa! Rolei 19 com esperança. Você talvez não encontre o cheiro que você gostaria de sentir, mas esse homem carrega um cheiro de sangue por baixo desse terno.
E ele olha pra você de uma forma um pouco maliciosa, mas não no sentido de desejo, de atração de alguma forma. Mas você percebe o olhar dele como um olhar de caçador pra você, quando você sente esse cheiro.
Eu franzo senho, assim, olho pra ele, tento entender ele, ele parece ter algum tipo de arma escondida, mestre? Que eu talvez possa ter percebido junto com esse sucesso. Você percebe que ele tem um grande anel no dedo ali? Ele tá com esse terno, você percebe que zero arma ali, zero...
E ele emana algum tipo de, mesmo que sutil, fagulha de energia amaldiçoada? Eu pergunto isso porque, enfim, mecanicamente eu não tenho algo como feiticeiro teria. Então, pergunto se eu consigo sentir mais assim por vibe mesmo, né? Quando você sente esse cheiro de sangue, você sente claramente esse cheiro misturado com energia amaldiçoada. E aí quando você fecha esses olhinhos também, exatamente como ele tá fechando olhando pra você.
Você vê a cortina do bar abrindo e uma voz... Ei, tiozão! Chegou antes de mim? E aí você vê que ele deixa de olhar pra você e olha pra entrada ali. Como um gato assustado, eu meio que dou um pulo pro lado. E olha na direção de quem quer que tenha entrado. E aí você vê essa garota jovem, de roupa colegial ainda, com essa bolsa na mão. Você vê que o Hiro fala... Não servemos menores aqui.
Aí ela fala, relaxa tiozão, já tenho mais de 16. E aí ela senta do lado desse homem de cabelo castanho ali. E aí ela se debruça assim no balcão e ela dá um tchauzinho pra você assim, porque ele tá na frente. Eu repito tchauzinho com um sorrisinho no rosto. Gostei da mecha.
E aí você percebe que o cabelo dela é um azul, mas é um azul muito escuro. E aí quando ela entra no restaurante, você percebe que é azul. Mas quando tá na sombra, parece um preto profundo, assim. Obrigado. É, eu fico meio sem jeito, assim, como quem talvez não seja acostumado a receber elogios. Eu não fecho a cara, eu fico realmente sem jeito, sabe? Tipo, obrigado. E aí eu me volto na minha bebida, assim, chacoalho aquele copo, que eu vou interpretar que é um copo de uísque ou alguma bebida, assim, né? Naqueles copinhos meio baixos. Aí eu dou mais um golinho.
E, mestre, eu te pergunto, eu tô aí pelo motivo que eu determinar, o que você determinar, como vai ser? Você olha pro Hiro, o Hiro olha pra você, e ele te passa um guardanapo ali, escrito com alguma coisa. Eu pego e, tipo, levanto, né? Viro ele, só levanto ele na mesa o suficiente pra conseguir ler, assim. E aí tá escrito, um alvo nunca esteve tão perto.
quando precisamos fechar o contrato. Mas termine o serviço longe do meu bar. E aí tá uma setinha apontando pro cara do seu lado. Tá, peraí. Hiro é o dono do bar, então. Hiro é o dono do bar. Maravilha. Tá, eu guardo o guardanapo como... Assim, uso ele, na verdade, pra eu limpar a minha boca. Dou mais um guarda na bebida. E, então, meu curso de ação, mestre, vai ser esperar ali. Pouco tempo, tá? Menos que cinco minutos.
Mas só pra não ficar uma coisa assim, tipo, recebe o guardanapo, sai. Não levantar essa suspeita imediata. Eu vou aguardar, pouco menos que 5 minutos. E depois desse tempo eu vou sair. Só vou sair antes se esse homem sair antes também. Aí eu saio pra perseguir ele. Senão eu vou esperar esse tempo pra sair. Quando você vai saindo assim, a menina... Ei! Se eu fosse você, não ficava muito na rua não, tá? Porque hoje as coisas vão ser explosivas. E ela te dá uns sorrisos.
Obrigado, eu sorri de volta Se cuide você também então Ela Se curva ali E aí quando eu falo isso Ela percebe que Os olhos, que eu acabei não descrevendo Mas os olhos de Mikazu Que são assim como as mechas vermelhas Do cabelo, são vermelhos também E aí quando eu falo se cuide também Por um breve momento aquele vermelho É como se ele E aí
Ele emitisse, não exatamente uma luz, mas ele não fosse um vermelho tão opaco, sabe? Ele fosse um vermelho mais vivo, assim, por um breve segundo, assim. Depois ele se torna uma cor de olho vermelho somente. E eu saio. Eu quero sair, mestre, pra ficar de Tokaya, próximo ao bar, pra que quando esse homem sair, eu consiga ter visão dele e acompanhar ele. Faça um teste pra gente de acuidade. Faço. Nós queremos mais que 12, tá?
Claro, vamos lá. Eu tenho uma experiência, que eu quero ver contigo se encaixa, mestre, que é mais rápido que um gato, no sentido que gatos são bons para tanto se esconder, quanto correr quando necessário. É que aí você não está sendo rápido, né? Você está sendo cauteloso. Ok, então vamos lá. É justamente o contrário.
Então vamos lá. Estou rolando, vamos ver se a gente consegue mais que 12. Opa, tomei sucesso. 2,4. E é a quarta vez que sai 4,4. É verdade. Já, já sim. Na outra mesa, os dois críticos foram 4,4. É verdade. Vou ter que trocar esse pagamento aí do pote. Pra poder passar aqui, a gente tá no circuito.
Quando você começa a ouvir a voz dos dois saindo juntos, você consegue, de alguma maneira, se esconder naquele... Naquele... Naquele pequeno templo que tem ali, naquele santuáriozinho. Então você se mescla com qualquer sombra, e eles passam por você, conversando como se você nunca estivesse ali. E aí você escuta, além disso, eles falando... Então é o seguinte, eu estarei no lugar mais alto... E aí
E você no lugar mais baixo. Quando você ver o sinal, é sua vez. E ela fala, sim, sei, sei. E aí eles se separam na rua ali, cada um vai pra um lado.
Oi pessoal, Ed do Futuro aqui interrompendo um pouco o jogo de vocês para anunciar que eu estou com mesas comissionadas na plataforma MesaCast com algumas vagas. Eldering, Star Wars, Freed'em e até outra mesa de Jujutsu, além de muitas outras opções, mas corre lá que as vagas são limitadas. One-shot aventuras, campanhas longas, você pode me encontrar lá como Ed Bortolotti ou falar diretamente comigo caso tenha um pedido mais especializado. O link está na descrição desse episódio. Valeu!
Quem você vai seguir? Mestre, eu vou seguir o homem, mas deixa eu te fazer uma pergunta antes. Eu não entendi com relação à missão que o dono do restaurante me passou. Ele era, de alguma forma, afiliado à mesma organização? Ou é uma pessoa totalmente aleatória que está me passando isso e eu vou descobrir o porquê?
Ele é um freela que você aceita depois que a organização recebeu grandes baixas. Entendi. Então, perfeito. Eu vou seguir o homem na distância segura. Você sabe que ele é um ex-afiliado da organização. Um dos poucos que sobreviveram fora dela. E aí ele, de alguma forma, se tornou autônomo.
Perfeito. Então, vou seguir o homem com esse sucesso crítico aí na distância segura e quando, considerando a comunidade fora da lei, né, Mikazuki tem noção, pelo menos de forma aproximada, o que é considerado o perímetro do restaurante, né, então quando eu entender que eu tô fora desse perímetro, aí eu vou tomar uma abordagem ativa, agressiva com relação ao homem.
Quando vocês saem dos becos e voltam às grandes avenidas, seu olho é meio... meio ofuscado, de tanto neon ali, tanta luz. E aí você vê um grupo de jovens passando, bebendo, dando risada, e você começa a se misturar na multidão ali. E aí você percebe que esse homem tá andando...
Despreocupadamente ali pela rua E ele faz questão de pisar nas poças quando ele passa por uma Ele tá meio que tipo, meio que leve assim, ele tá se sentindo bem E a expressão corporal dele demonstra isso E aí ele chega num local de grandes prédios ali Ele para pra um específico Ele olha pra trás como se ele estivesse olhando se não tá sendo seguido E ele começa a entrar na direção de um terreno E aí
um prédio abandonado. Então vai ser esse o momento, mestre, já que não tem ninguém próximo que eu vou e Kazuki vai abordar o homem furtivamente.
e vai sacar de forma bastante silenciosa a faca de combate, que é uma lâmina de arremesso. E na distância, você mencionou que ele não parece ter armas, né? Então eu vou ficar a uma distância de aproximadamente 6, 5, 6 metros dele, mas escondido nas sombras e vou atirar essa lâmina contra ele. O objetivo é fazer um... Quando ele entra nesse terreno, você percebe que ele está indo em direção às escadas.
Mas tem gente passando na rua ainda ou não? Na rua tem. Ah, não. Então eu vou esperar ele, tipo assim, entrar nas escadas quando eu consigo entrar atrás e fazer então lá dentro. É melhor. Você vai entrar no terreno e vai... Isso, é. Porque as pessoas passando na rua não vão ter visão. Isso, é melhor. Quando você entra nesse terreno, o que você percebe é, tipo, muito entulho.
parece que foi um prédio que foi já comercial mas de alguma forma entrou em falência ou algo do tipo então você vê cadeiras quebradas e aí muito entulho do que você acredita que seja de jovens que invadiram aquele local então tem muita bebida, tem roupa velha rasgada tem muita coisa assim e ele começa a subir essas escadas e tipo pisando na poça fazendo barulho e a gente volta rapidamente para os três antes desse seu ataque ok
Vocês três agora, por algum motivo talvez de destino ou de estranheza, os três estão andando juntos por essas ruas movimentadas. Praticamente a Ayumi sem falar nada, só observando os dois. Sasuke falando, Sousuke falando o tempo todo sem parar. E a Shikara ali com a Huna na mão ainda.
tentando entender o que está acontecendo. E a última vez que vocês viram a criatura que vocês estão seguindo, ela seguiu justamente por esse bairro de jovens, um bairro bem populoso, e vocês sabem que uma criatura tão rápida e mortal dessas no meio de uma multidão seria uma fatalidade absurda que vocês fazem.
E o Sousuki está ativamente procurando, às vezes até mesmo uma planta, para tentar perguntar se viu algum gato passando, ou alguma flor, algo assim. Mas a partir do momento que ele começou a entrar mais na cidade, e começou a ter muito movimento de pessoa, ele começou a se cobrir mais com capuz, alguma coisa assim, porque ele é muito distoante da normalidade. Por mais que tem o cabelo preto, etc., os olhos verdes chamam muito a atenção.
E agora sem o capuz para os dois que já viram, ele tem umas orelhas mais pontuzas, é uma coisa realmente muito estranha. Se fosse um cosplay seria muito bonito, mas no caso, numa normalidade de um dia assim comum, talvez de Japão, mas... Ainda causa uma certa estranheza, então ele fica 100% coberto, mas ele fica tipo olhando para procurar plantas e... Ou qualquer outro animal, se ele encontrar um cachorro ele vai ter uma ideia.
Yumi, você como uma caçadora, faça o nosso teste de instinto, seu primeiro teste. Vamos ver se você consegue acompanhar a criatura. 10 com o Fir. Tramba. 2 e 1. É, os dados não ajudaram. Quando você chega num beco, você percebe que tem um terreno baldio no fundo?
E atrás desse terreno tem um prédio abandonado. Você vê a sombra dessa criatura passando. Mas quando ela passa, você sente uma outra criatura do outro lado da rua de trás. E aí você fica naquela indecisão de qual seguir, qual que... Mas você sentiu as duas com um poder um pouco...
discrepante. Parece que o gato parece insignificante perto desse outro. Mas aí você percebe essa simpacia aí. A Yomi tem um pouco de razão também, ela vai para o que é mais forte. O mais forte? Por mais que ela interpeste deixar um Shikigami passar, ela vai para o que é mais forte.
Vocês dois, vocês percebem que a Yumi, ela entra num beco. E ela começa a seguir pra atravessar esse beco pro outro lado. Tipo, vocês tão beirando um prédio. Se vocês dois quiserem jogar extinto, podem jogar. Mas o de vocês é com desvantagem. Que isso. Bom demais, pô. Que isso. Com desvantagem, hein? Pelo amor de Deus.
21, é verdade, né? 21, meio do Suzuki, 11 do... Os dois com o Hope. Os dois com o Hope. Ganhei o Hopezinho. Chikara, você começa a prestar... Esperança. A prestar atenção... Esperança. Prestar atenção na Yumi, e ela indo atravessando esse prédio, e você sente que você não deveria deixá-la sozinha.
você não acredita que a criatura tenha ido para aquele lado, mas você acredita que deixar ela sozinha também não é uma boa opção. Já o Sussuki, ele olha, ele vê, do lado quase contrário do que a Yumi está indo, aquele gato escalando esse prédio abandonado e entrando ali no terceiro andar. Eu viro, na hora que ela vira assim, eu viro para a escala e falo, o gato está ali, terceiro andar. Será que...
Mas se ela virou... A Yumi foi por ali. A gente não pode deixar ela sozinha. Mas o gato... Se o gato atacar ela enquanto ela estiver sozinha. Mas o gato subiu. Se tiver outra coisa. Bom, eu não passei no teste de jeito. A Yumi parece ser muito inteligente. Não dá pra gente achar que ela foi pro lugar errado. Mas o gato... Eu não sei.
Eu puxo você pela roupa assim, para, Fufum. Você vai puxando assim, quando a cara te puxa, você vê na janela do primeiro andar, que não existe janela, só o vão, uma pessoa passando ali e subindo como se estivesse indo para mais um andar. Eu vi ele e falo, mas tem pessoa ali, o gato pode matar a pessoa. Não, também é importante.
Ele destroçou duas pessoas que a gente tava correndo, a gente tem que parar isso de alguma forma. Você não quer... Vamos fazer a coisa mais sucinta a se fazer agora, que é dividir e cada um vai pra um câncer. Você quer te separar da gente? Eu olho de novo o gato, uma pessoa. Eu continuo puxando. Não, mas... E aí ela tá te puxando, mas você tem, tipo...
autonomia o bastante pra decidir pra onde você vai, o que você faz. Eu posso assistir, cara, vamos fazer o seguinte, eu confio na sua força, é rapidinho, eu só vou pegar o gato. Vai que ele mata alguém, eu vou me sentir muito culpado por isso. Eu não quero ver um espírito amaldiçoado matando assim, a esmo sem querer, às vezes ele nem sabe o que ele tá fazendo, então eu preciso... Ok, mas qualquer coisa grita, e aí eu saio correndo.
Pode deixar, qualquer coisa eu faço um barulho de um corvo ou uma cacatura, e aí eu vou...
Qualquer tipo de animal silvestre eu vou indo, tipo, nando assim. Você entra pela rua de trás ali, então você tá entrando, na verdade, você tá indo pela lateral, então você tem que ir pra frente e subir. Isso. Então vamos primeiro a Yumi e a Shikara. Quando vocês chegam atrás desse prédio...
Você percebe que as ruas são fechadas por concreto. Sabe quando colocam aqueles concretos no meio da rua para os carros não passarem? Então vocês sabem claramente que esse local já foi interditado. Yumpian, espera! Eu paro, vou só ali para trás, porque você continua me seguindo. O gato subiu pelo outro lado e desse lado tem um homem. O homem é mais perigoso que o gato. Então eu fiz a escolha certa.
O homem estava dentro do prédio. Está outro? E aí ela fala, aqui tem um homem. Aí quando ela fala que tem um homem, encostada num poste ali, sai uma garota e ela fala, que homem tem aqui? E ela olha pra vocês ali. E ela olha pra vocês com um sorriso meio malicioso. Arco na mão. Felizmente nenhum homem aqui. E aí vocês três se entreolhando ali. Eu consigo perceber alguma energia? Uma opção, né?
Você, com o seu instinto aguçado, você nem precisa fazer muito esforço pra sentir a intenção dessa garota. Você vê que ela tá com um olhar meio, tipo, esperando pela desgraça. Eu pouso minha mão em uma das rodades, me aproximo um pouco dela. Eu acho que já tá meio tarde pra uma garota da sua idade estar por esses lugares.
Ela levanta a mão assim, ela falou um assalto a essas horas numa rua assim? Eu achei que vocês eram com um tipo de cosplay, carregando espadas por aí. Não achei que seria algo tão saboroso durante a noite. E aí quando ela fala isso, dos pés dela, uma sombra sobe.
Quase com dois metros e meio de altura ali Vocês veem atrás surgindo um Shikigami atrás dela E é uma criatura grotesca Com várias cabeças e vários membros E ela fala Eu acho que vocês pegaram a rua errada E aí agora a gente começa Um pequeno Ou talvez um grande combate O homem tá abastecido E como não existe Iniciativa E aí
Escolha uma ação de vocês. Pode dar, Litat. Eu vou sacar minhas duas codates e vou pra cima da menina. Pra cima da garota. Pode jogar o seu... Você pode clicar direto na sua arma. Mas 15 acerta, mestre? 15 acerta. Pode rolar o seu dano. Boa! Maximizou o dano. 9 de dano. Você acerta ali? Como você manifesta as suas codates? Como você acerta ela?
Quando acertou ela, tipo, eu passo a energia condicionada, as codates e ataco com uns quatro golpes seguidos. Você corta ali quando você acerta o primeiro. Quando você vai acertar a segunda, a criatura coloca a mão na frente e ela toma o golpe por ela. Então eu mecanicamente eu absorvi um dano aí porque já ia ser...
Um dano bom. Então ela tomou só um PV de vida. Usou a armadura com o roleplay de Shikigami. Da hora. E agora você... Confira. E aí você chega muito perto. Essa mão, ela defende a criança. E você vê que essa menina não carrega nada na mão. Ela não tem arma, não tem nada.
Então a outra mão da criatura vai tentar te acertar ali. E aí, diferente dos jogadores, eu não jogo 2D12. Eu jogo 1D20. Então qual que é o número da sua evasão? Evasão, 14. 14, ela entra alta. Nossa! Mesmo assim eu acerto ainda. 17 no dado. O mestre comprou o bote, rolou um 17 no D20.
E aí essa criatura, quando a mão dela chega perto de você, os dedos crescem e corta sua pele ali. E aí você toma 6 de dano. E aí como funciona o dano aqui no Dagger Heart?
Você tem ali os thresholds, os limites ali de pontos de vida. O seu é 6, 12. Então, como você tomou 6 de dano, é 6 ou mais, né? É igual ao maior. Então seria um dano maior. Você tomaria 2 pontos de vida. E você for ver aqui, você tem 6 pontos de vida no total.
Então você tomar 2 pontos de vida já é uma quantidade grande. Mas o que você pode fazer? Você pode gastar pontos de armadura para diminuir esse dano em 1. E você tem 3 pontos de armadura que você pode gastar. E aí se você escolher gastar, você só vem aqui na armadurinha que está aqui, 3 slots. Que está entre evasão e proficiência. Tem a armadura ali. E aí você clica nela e gasta. Ou você toma 2 de vida. Aí você marca 2 de vida.
Você levou dois de dano, só pra ajudar a entender, Tati. Então você conseguiu proteger um com a armadura e o outro um de dano, ele entrou. Por isso que você marca um de vida e um de armadura. Então ali no seu HP você pode marcar, clicar aí e marcar um de vida. O problema é que as fichas aqui, o Foundry é todo em inglês, né? Então a gente tem que ficar sambando ali com as traduções. E aí eu vou gastar um ponto de Fear. Tá sobrando, né, mestre?
E esse Shikigami, ele se estica, mas sem sair das costas dela. E ele vai atacar nossa querida Shikara. Vem. 17 de novo. Tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá. Rola seu dano aí. E você toma 4 de dano. E aí você vê que ele estica as mãos e te agarra com as garras ali.
E ela vai tentar te puxar pra perto, junto pra Yumi ali. Aí faz um teste de força resistido. Oh, delícia. É só pra constar, eu vou gastar um ponto de armadura. Então quando essa garra vier, em vez dela cravar a garra em mim, eu coloco os braços assim e eu tenho tanta potência na minha musculatura que não tem como essa garra perfurar.
E aí eu vou fazer o meu teste de força. Teste de reação, né? E é uma reação de 10, tá? Tá. Uh, ainda bem que reação não gera medo nem esperança. Ainda bem. Mas foi 21, né? E aí ele tenta te puxar ali, você mantém os pés firmes. E a criatura te solta e volta sozinha ali. E agora é o turno de vocês de novo. Eu vou...
Quando eu consigo estourar essa pegada dela, eu vou correndo e subo. Dá para subir nessa elevação aqui, como se fosse essa... Não sei se... E aí você só vê eu subindo. E aí eu vou... Venho aqui para o ponto mais alto e já puxo a flecha, disparando minha flecha contra ela. Eu tenho uma dúvida aqui.
O arco e flecha no jogo, no livro, ele usa agilidade e no teu PDF tava com acuidade. E aí eu peguei o com acuidade. Pode ser, porque o meu era era a arma... O equipamento tava suado, né?
Ferramentas amaldiçoadas são armas ou objetos que são criadas imbuindo energia amaldiçoada em objetos comuns ou criando um objeto usando jujutsu permanente através de restrições. Também podem ter técnicas amaldiçoadas imbuídas nelas. Elas também podem acumular energia amaldiçoada do ambiente naturalmente com o tempo. Muitos feiticeiros se aprimoram no uso de ferramentas ou dependem delas para sobreviver.
Maravilha, porque eu botei mais um em acuidade, então... Pode ir. Eu entendo sua dor. Nossa, deixa eu ver aquele 11 ali. 15 com esperança. 15 com esperança. Certo.
Eu já vou usar essa esperança, então, pra adicionar um D4 no meu dano. Porque a minha arma é amaldiçoada. Então, quando eu puxo o arco, você vê que ele estica quase de uma forma não natural. De tão potente que ele é. E essa flecha vai numa velocidade absurda. Esse um D4 seu é o bônus da arma? Aí seria a fadiga, né? Isso, eu gasto um de fadiga, exatamente.
Mais 3, minimizou os 2 dados 1 no D6 e 1 no D4 Inacreditável, né? Somando 2 nos dados Mais 3 do arco salvou Deu 5 de dano Na criatura, né? 5 de dano? 5 de dano no Shikigami No Shikigami, beleza Você atinge Uma das cabeças ali?
E a flecha finca. E aí quando a flecha mágica começa a pegar potência e fura o olho da criatura e atravessa o crânio dela ali. Se a Tati quiser vir, pode... Poderia ser eu, mas... Vamos jogar. Não tem aquele clássico de é o seu turno, é o meu turno. É bem dinâmico. Você pode jogar três vezes, você pode jogar...
O Adriano pode jogar a sua sequência. A única coisa que interfere é que eu posso interferir. Quando eu achar importante interferir, eu posso interferir. Eu posso gastar medo para pegar a vez para mim também. E quando vocês rolam com medo, também é um gatilho para mim. Ok. Então, eu vou fazer a minha irmã... Minha energia amaldiçoada, passar para as codates. E vou atacar a outra cabeça. O Shikigami. Boa.
Essa é uma pergunta. Eu tenho duas podates. Eu consigo usar as duas clicando nas duas espadas ou é só uma? É que uma delas adiciona bônus na outra. Você tem mais um de dano justamente por usar as duas. Mas você pode escolher qual das duas armas, porque uma usa um atributo e uma usa outro. Se você quiser usar a segunda como primária, aí ela usa um outro tipo de bônus.
Mas, teoricamente, a sua segunda arma dá bônus pra primeira. No Daggerheart, você nunca faz dois ataques. Certo. Beleza. Vou rolar com uma Bersoshikigami e vantagem de novo. Não, vantagem não. Vantagem não, é mais dois, né? É, mais 12, 12, 6. Então, 12, 12. Pode rolar um dano e descreve como foi esse ataque pra gente.
Clica ali no rolar dano. Pode rolar. Que ele já vai... Dobrar. Calcular automaticamente. Nossa, delícia de dano. Bom demais, pô. 14 de dano. Bom, a Yumi, enquanto ela passa a energia amortiçoada ali para a Kodate dela, ela corre com uma fura nos olhos e ela pula.
na direção da cabeça do Shikigami, e ela crava as rodates bem no meio do rosto dela e puxa pro lado pra arregaçar. Quando você estoura essa cabeça, a criatura toda desaparece ali.
E essa menina grita. Ela grita o nome de Masaki. E ela grita ali, Masaki! E ela começa a gritar e ecoa nesse local, nesse prédio abandonado. Quando esse Masaki olha pra trás. Mikazuki, faça sua jogada de lâmina. Vamos lá, estou escondido pra ele ainda, mestre. Eu espero que sim, graças àquele crítico. Está escondido. Ok. Então vamos lá.
Returning Blade. Deixa eu só lembrar uma coisa. Como você rolou um crítico, você ganha um de esperança. Então marca um de esperança. E se você tivesse marcado algum ponto de fadiga, você limparia um ponto de fadiga também. Um de esperança, né? Isso. Beleza. Saco a lâmina e arremesso, então, na direção do homem. Vamos lá. Roll. Eita, droga.
Se fosse um 2 ali, seria ruim. 7 com esperança. Eu falho e, pelo menos, ganho ponto esperança. Eu posso usar uma habilidade esquiva ladino antes de passar o turno pra você, mestre? Mas essa habilidade de esquiva não seria na esquiva? Não, é que eu gasto 3 pontos esperança e recebo ônus de mais 2 de vazão até um ataque me acertar. Ou um descanso. Então pode ir. A lâmina vai na direção da criatura. Eu vejo que ele esquiva da lâmina e aí meus olhos, eles... Aquela cor vermelha... Ele...
entre aspas, discreta, né, não brilhante, ali, a íris toda gira em vermelho e a minha energia amaldiçoada é que a vermelha, ela se manifesta brevemente por volta do meu corpo, eu fico mais ágil, mais esquivo. Então eu tô com o bônus de mais 2 na evasão até o próximo ataque acertar ou o próximo descanso.
Na hora que aquela lâmina vem, ele olha pra trás bem na hora. E você escuta alguém gritando, Massaq. E aí ele segura a lâmina no alto ali. E ele ataca de volta pra você. Então, quando ele segura, ela desaparece e aparece na minha mão. Porque ela é uma lâmina de retorno. A menos que ele tenha alguma coisa que possa impedir isso, né? Não, ela vai voltar pra você de qualquer jeito. Então só rola a esquiva. Não, é justamente. Ele teria que atacar com uma arma, mas tudo bem. Aí ele que ataca, né? Eu não rolo a esquiva.
E aí some ali, na hora que chega perto de você, a lâmina desaparece, e aí você vê um maluco correndo, subindo a escada atrás de você, e aí quando você olha pra trás, você faz exatamente esse movimento, você vê caindo do vão do terceiro andar, um gato vindo na sua direção. Eu vejo isso acontecendo, mas o gato vindo... Vejo.
Desviando o gatão, amor de Deus. Não, erra demais, pô. Tô com 15 de evasão, rapaz. Eu vi o gatão e só dei um passo pro lado. Como é que esse gatão... Você dá um passo pro lado, ele cai no seu lado ali. E aí na hora que ele cai do seu lado, eu vou gastar um ponto de fear e ele vai fazer um ataque com o rabo. E aí você percebe que o rabo é uma lâmina. Ok.
E eu dou um passo pro lado também Enquanto aquela lana passa E aí você percebe que o homem Ele subiu as escadas até o andar de cima Criatura maldita Turno de vocês Ou não, né? Como assim ou não? Posso revidar e bater nesse gato? Porque eu não vi ainda que tem outra pessoa subindo, né? Se vocês pensarem muito O turno é meu de novo Não, vou atrás do homem Consigo seguir o homem, mestre?
Consegue. Então eu vou correr atrás do homem. E você sou sub... Melhor, pera aí, mestre. Eu tenho visão dele, não. Correr atrás do homem, não. Eu tô vendo ele. Ou ele sumiu? Não, ele subiu. Sumiu. Tá, então eu vou correr aí. Você tá arriscado ali. Eu corro atrás dele, então. Eu paro ali na hora e eu...
Eu vejo tudo isso acontecendo, o gato ali atacando outra forma de vida na minha frente, tipo outro ser humano. Aí na hora que eu vejo ele correndo assim, eu olho pro gato e falo É meu pequenino, eu acho que eu dei chance demais pra você. Mas agora a gente tem que lidar com isso daí da forma como a natureza gosta, de animal pra animal. E aí eu vou me transformar.
Eu vou gastar 3 de Hope pra usar a evolução do Druid. É, Beachform, né? E eu vou virar o... Deixa eu só ver qual é o nome aqui bonitinho em português. Mas eu vou virar o Predador de Bando.
Que é tipo um coioche, uma hiena, um lobo, né? No meu caso vai ser meio que um lobo. E é isso aí. Deixa eu só ativar aqui que eu testei um de Roup. E aí eu posso aumentar também um dos meus atributos por causa do Roup. Que é da transformação que eu peguei. Eu vou só ativar aqui. E você já pode marretar, não? Vou. E eu vou marretar o gato na minha frente.
Na realidade, antes de marretar, eu queria fazer outra coisa também. Eu vou fazer tudo. Eu vou gastar um destresse pra eu canalizar um dos elementos que eu tenho. E eu vou... Fadiga. É, exatamente isso. Fadiga. E eu vou canalizar o... Deixa eu ver o que é. Ah, eu vou canalizar o fogo. É isso aí. Vamos lá. E é isso aí. E aí é um D10 de dano se ele me acertar, né? A base ali do... No caso... No caso, se ele me acertar, né? Então ele tem que me dar dano, no caso.
mas é só pra eu deixar marcado ali o negócio, então você vê ali do nada, o cara sai correndo, eu não conheço esse cara na minha vida
E aí na hora que ele corre eu olho pro gato e falo tudo isso daí. E aí você vai vendo que a minha forma vai se transformando. Eu vou ficando ali como se fossem quatro patas. E ao mesmo tempo que eu pareço muito um lobo tradicional. Algum dos semblantes dele parecem mais incorpóreos, mais etéreos. E dentro de alguma parte das penugem, das penugem não, das telagens dele. Você vê como se fosse saindo meio que um fogo negro. E eu vou atacar isso aí, vamos lá.
É o lobo do inferno! É isso aí. Que isso. Olha ali, bom demais. Pô, 21 com esperança. É isso aí. Acerta, pô. Não vou gastar. Marca a esperança. Nossa. Bom demais. Eu chego ali e já vou dar uma cravada ali. Eu falo, vamos lá, eu e você, gatinho. 1x1. E você, gatinho.
Na hora que você dá esse dano e você fala isso, eu vou gastar um ponto de Fear e o gato simplesmente desaparece. Eita. Mikazuki, você sobe ali, na hora que você chega e vê esse homem, você vê esse gato aparecendo em cima dele, caindo exatamente como ele tentou cair em você.
E esse homem levanta a mão segurando o rabo do gato. E aí ele puxa o rabo desse gato. E é como se estivesse saindo a espinha dele. E se transforma em uma espada. E aí quando o gato cai no chão, ele se reconstrói em sombras. E agora sim vocês podem ver a fotinho deles. Caramba! Aí eu faço um comentário. Agora entendi porque você estava sem armas. Tirou a espada do rabo do gato, pô.
Vou arremessar minha lâmina nele, mestre. Ou ele que vai me bater. Não, tá com nós ainda, caralho. Então vou arremessar minha lâmina nele. Não, melhor, mestre. Tem algum ponto alto? Pera aí, deixa eu usar minhas habilidades. Não vou morrer à toa. Aqui é só entulhos. Aqui não tem muita estrutura confiável pra subir, não. Mas ainda assim... Mas você pode tentar. Existe sombra espalhada, não? Sombra aqui, mas tem. Tá, então... Eu vou me mover...
Quando você United Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations Nations
É na régua aqui ou não? Deixa eu ver. Eu preciso ficar em alcance close dele. Então eu me movo pra uma sombra como mais ou menos na minha esquerda, alguns metros da minha esquerda, Mikazuki entra no chão, assim, como quem mergulha na sombra, e eu surjo, então...
Próximo de onde eu tava. E agora entra a minha batalha e vai conseguir mover meu token. Consegui. E aí no que eu surjo. Eu surjo na condição de oculto. Então eu sumo da vista dele. E oculto. A minha lâmina. É arremessada na direção desse homem. Eu tenho que marcar um ponto de. Shadowstrapper. Ok. Foi meu passo das sombras.
E agora eu vou fazer o ataque nele. O cara quer ser o Niu de todo jeito. Conforme eu saco a minha lâmina pra arremessar, eu concentro a minha energia espiritual ao redor da lâmina e eu vou usar a minha experiência. A lâmina é a extensão da minha alma, eu me concentro antes de fazer arremesso e eu arremesso a lâmina nele. Vamos lá então, ataque. Marcando aqui a experiência e...
Já que eu estou oculto, quando eu estou oculto, se eu acertar ele eu acrescento um d6 de dano. Então eu já vou botar aqui um d6 no dano situacional. E vamos lá. Com quem você está atacando? O homem, o homem, o homem. Nossa senhora. Cara, é 26 com o filho.
Ah, não. No caso, eu achei que ele não desceu. Eu vou... Peraí, mestre. 26 com medo, né? Eu tenho um negócio aqui que eu posso... Deixa eu ler minha carta. Acredito que seja o derivado. Derivado. É a minha habilidade...
Que é a origem Jujutsu, né? Você não nasceu feiticeiro, seu despertável e o tarde por meio de eventos traumáticos, objetos amaldiçoados ou uma intervenção externa. Então, tenho uma habilidade única, adaptação, forçada. Uma vez por dia, após um teste de dualidade, você pode inverter os valores de esperança e meta. Então, transforma esse resultado em uma rolagem com esperança. Então, agora explicando um pouquinho para quem vai ouvir a aventura.
Nós não modificamos nenhuma regra de Dagger Heart. A gente adicionou cartas para representar algumas habilidades de Jujutsu. Então, a origem Jujutsu foi uma delas. E, além disso, nós temos as especialidades. Então, quando vocês ouvirem cartas que vocês não encontrem no livro, é justamente por isso. Mas nós avisaremos quando usamos. Uh, rapaz, rolei muito bem. 11, mestre, pontos de dano. E foi com...
esperança. O que que acontece quando essa daga atinge o ombro desse homem? Ele crava no ombro dele ou ele se protege com algum tipo de armadura? Senão vai cravar. Não, acerta o ombro. Acerta, crava no ombro dele assim e aí quando ele vai talvez fazer a menção de arrancar
Eu mesmo faço um gesto com a mão, ela sai do ombro, rodopia no ar e vai fazer, tipo, como se eu estivesse em cima dele, né? Controlando a adaga, ela sai do ombro, rodopia no ar e vai subir de cima pra baixo pra tentar golpear ele novamente. Pode ir? Tô fazendo aquela laje. Enquanto isso você tá vindo, imagino, né? É, capaz que... Não sei se eu já cheguei com alguma coisa também. É, e aí eu falei miseravelmente.
agora eu rolei seis com medo quando você pega essa a daga volta, você vai atacar de novo? ela não chegou a voltar, ela saiu do ombro e tipo, rodopiou no ar e foi cravar só que como ela rodopiou muito, ele viu ela rodopiando e conseguiu você vê que ela rodopia e aí o gato e ele trocam de lugar, mas só que a daga no gato passa pelo corpo dele atravessa e aí você percebe a daga atravessando o corpo dele ó E aí
E aí quando você olha, o cara tá do seu lado com a espada. E aí você não imaginou que ele fosse tão rápido mesmo com uma arma tão grande. Ok, então mandei. Nossa, acertou. Tomei. Eu tento esquivar, mas ele é muito mais rápido do que eu esperava. Tenho 15 de evasão. Tinha, né? Agora que o ataque acertou baixo pra 13. Qual que é dano, Mestre? Ele dá aquela espadada.
A espadada acerta Mikazuki. E aí quando ela acerta, você percebe que ele torce o cabo. Eu vou gastar mais um de Fear. E você percebe que a lâmina começa a rodar como se fosse uma serra elétrica. Meu Deus, pior ainda. E ela te dá um ponto de fadiga adicional. Caramba, tá. Então quando ela me acerta, a minha energia amaldiçoada vermelha, ela, com uma armadura translúcida, assim, ela... E aí
ela fica visível por uma fração de segundos, absorvendo uma parte do dano. Então seria... O meu limiar de dano menor é 6, como 7 é acima, então tomaria 2 pontos de dano, eu tomo só 1, né? Porque eu tomo 1 de armadura e 1 de vida. E mais um de fadiga pelo efeito extra da arma.
E aí eu vou gastar mais um de Fear pra ter briga de gato. E aí o gato avança e pula em cima do lobo. Quando o lobo tá subindo as escadas, o gato pula em direção. Vem, gatinho. Vem. Vem. Já ia rolar com o D12 já. Acertou. 13. O mestre tá rolando bem demais, pô. Pegou o bote. Ai, maximizou o dano. E aí quando ele pula...
Ele crava as unhas nas suas costas e os dois rabos fincam na lateral do corpo ali. Então deu 7 de dano também. Isso. E aí você toma 3 de dano. 3 de dano de fogo, né? Isso. E aí quando o fogo se acende ali, você olha por dentro dessa criatura e você vê um esqueleto seco ali. Então ele só assombra esqueleto, ele não tem corpo. Então, tipo, eu sei que ele existe ou nada a ver? Ele não...
Ele é um... Ele é um... Tudo bem. Eu começo a ficar em dúvida, sabe? Pra saber se o gato realmente é o problema. Aí, beleza. Eu... No caso, eu tomei seis de dano. Sete, desculpa. Sete, né? Sete. Aí eu tenho oito de minor. Aí, então, seria um minor pra mim. Certo? Se eu gastar uma armadura, não tomei nada.
Então, gastou uma armadura e não tomei nada. Lembrando que vocês só podem gastar um ponto de armadura por ação de ataque. Eu fico na dúvida, porque eu não sei se o gato existe ou realmente não existe, porque ele pegou fogo um pouquinho, assim, nada a ver? Sim, o fogo mais iluminou ele do que queimou ele. E aí quando iluminou, a sombra saiu e você vê um esqueleto dentro. E aí fechou de novo. Eu começo a duvidar que o gato é uma criatura que eu realmente posso dar cabo.
E aí eu olho pro que eu acho que é o dono. Como assim? É, não sei. É porque eu tô com dúvida se ele é uma criatura... Como é que eu posso dizer? Tipo, um espírito amaldiçoado que eu posso matar e exorcizar. Ou se ele, tipo, é uma extensão do poder do cara. E por isso eu tenho que matar o cara pra entender mesmo. Ah, e agora? Eu acho que a gente não tem tempo de fazer esse TCC, não. É um chiquigami, pô. É, então. Como você fica muito em dúvida, eu vou gastar um ponto de fio.
E a garota, lá embaixo na rua, ela começa a correr pra dentro do prédio. Viu, Yumi e Xikara? Ok. E ela entra dentro do prédio, ela gasta o fearzinho dela. E agora voltamos pro andar de cima. Vou bater, foda-se. Vou bater no cara ali na minha frente. Eu não vou nem me mexer, eu vou gastar um de...
Um da minha carta do feto amaldiçoado, eu gasto um de fadiga e eu crio garras ou lâminas de sangue para fazer um único ataque. Imagine o feto amaldiçoado como uma espécie de casulo ou estágio de ovo para uma maldição extremamente poderosa. É o momento em que a energia negativa se acumulou tanto que começa a ganhar uma forma física, mas ainda não nasceu completamente para o mundo.
Existem fetos que são diferentes. Eles não são apenas maldições puras, mas experimentos macabros feitos por Noritoshi Kamo há mais de 150 anos, que misturaram sangue humano com energia amaldiçoada.
Ah, não, então eu tenho que me mexer, tenho que chegar nele, realmente. Um de esperança, para, para, para... Não, eu vou fazer os dois, eu vou gastar um de fadiga e um de esperança. Um de esperança para o... Eu posso chegar? E um de... É, tanto faz, eu vou fazer daqui mesmo. Eu estou aqui para ter travado no gato. É, você pode gastar o ponto para transformar o ataque em distância, né? Isso, então eu vou fazer os dois. Eu vou gastar um de fadiga, um de esperança, estou do lado do gato, e aí... Você vai atacar o cara. Eu vou atacar o cara, é isso aí.
Mas com o que você tá usando? Explica pra nós, Gabriel. O que diz na sua carta?
A carta faz com que... Explica o que ela é, o que ela é, por que você está usando esse poder. Eu estou usando a minha carta que é o Feta Amalto Suado, que é a origem que eu tenho do Jutsu, eu sou um Feta Amalto Suado. E eu tenho dois efeitos, né? A modificação sanguínea, que como uma ação livre eu posso gastar 1 de fadiga, e eu crio garras ou lâminas de sangue para um único ataque. E se esse ataque acertar, o alvo ele marca mais 1 de fadiga.
E o outro poder que tem, que é o Rajada Sanguínea, que eu posso gastar um de esperança. E no meu próximo golpe corpo a corpo, ele vai ter o alcance distante. Então eu estou gastando um de esperança para aumentar o alcance e um de fadiga.
Pra aumentar a fadiga que eu vou dar no cara. Famosa, né? Jatinho de sangue. Exatamente. No caso, vai ser uma agarrada de sangue que eu tô só fazendo assim. Eu não sei se com baria aí você tem que me falar, mestre. Porque eu tenho o talento do lobo, mas é em melee range. No caso, não seria melee. Não, aí é o seu ataque de sangue que vira melee, né? Tudo bem, tudo bem. Combeiro safado. Combeiro, né? Não, mas ele quer saber isso, mestre. É um ataque corpo a corpo? Não.
Ele acabou de gastar pra dar o ataque distante? Como é que é corpo aconferido? Tudo bem, tudo bem. Mas lembra que tem vantagem em atacar, pô. É um jogo, é um jogo. 21 com o filho. Pode ir, pode jogar o dano. Isso aí. E toda vez que eu tô batendo, eu vou ganhando da minha origem, da minha especialidade de Jutsu, que é o Kukusen. Então eu tô ganhando pontinhos que eu tô marcando, mas eu não gastei nada do pontinho ainda.
Kokusen é uma distorção no espaço que ocorre quando energia amaldiçoada é aplicada dentro de um décimo de milionésimo de segundos em um golpe físico. Esse golpe tem uma força destrutiva, igual a um acerto elevado a 2,5 de seu poder padrão. O Kokusen requer concentração incrível e nenhum feiticeiro Jujutsu é capaz de usá-lo à vontade. Esse poder não ocorre aleatoriamente e precisa de habilidade imensa e potencial absurdo de combate para realizá-lo.
Ah, uma coisa que eu não falei, que é importante falar. Como vocês todos ganharam cartas a mais de Jujutsu, né? Vocês estão muito mais poderosos do que um nível normal de personagens. Se vocês olharem, a minha barra de Fear não é 12. É mais, tá? Caraca, é mesmo. 16. Nossa! Justo, justo. 16. Não que eu vou encher tudo isso, né? Mas só avisando. Justo, justo. É isso aí.
Então pode jogar o seu dano. Tá de seis. Seis total. Pra mim não parece seis. Seis com um de fadiga. Adicional. É, por causa do feto. Então tem mais um de fadiga.
É aí que acaba seu turno e começa o meu. Então eu vou gastar um de Fear pra dobrar o deslocamento da minha querida jovem. E ela vai gastar mais um de Fear pra chegar atacando. Eita. Eita. Então ela vai atacar o lobo pelas costas com o famoso... Mil anos de dor. Com o famoso flanquear, né? Coitado do lobo.
E aí você vê essa garota subindo e você vê uma criatura meio desengonçada atrás dela tentando alcançar. Vocês no andar de baixo, vocês podem agir também. Eu quero subir. Eu vou subir, eu vou seguir a menina. Façam um teste de acrobacia os dois aí, agilidade. Se vocês passarem, vocês não gastam a ação de vocês e vocês podem agir nesse turno ainda. Pode rolar? Pode rolar. Agilei também. Os dois foi bom. Ótimo.
Então agora é o turno de vocês. Eu ganho essa esperança? Eu rodei 15 com esperança? Ou isso é um teste de reação? É um teste de reação, né? Ah, tá. E a gente tá onde? Não sei, na verdade. Eu acho que não seria, mas geralmente reação é quando um inimigo ou um ambiente ativamente faz algo contra o jogador. O jogador reage. Nesse caso, tu quer chegar lá rápido. Então, a princípio, é um teste ativo.
Ao fazer o teste, o jogador para se mover no local próximo faz parte do seu movimento. O jogador está querendo ir. Está querendo ir. Pode sair com roupa. Porque é uma ação para se mover mais longe, né? Tá. Porque se você falhasse, seria seu turno, né? Então faz sentido. Eu, durante a corrida para chegar, eu guardei o arco e puxei a lança. Ok.
E eu vou chegar, se eu puder, eu quero chegar arregaçando a menina. Eu vejo a menina chegando, ela vem me atacar, eu só desvio, assim, eu fico... Quem que é você? Eu nem te conheço. Agora vocês todos estão na mesma cena. Vai, gente, agem, senão o mestre vai agir. Não, eu já disse que eu ia agir. Vamos nessa. Só não vou agir porque eu tô com um de fir. Vou aguardar vocês encherem meu potinho aí. Receba. Boa. Doença aí, Nú, bom demais.
E sem querer na mina? É. Então eu tirei 18 com esperança. Vou rolar o meu daninho. Ah, eu tenho bônus de ataque corpo a corpo, porque eu sou restringida. Então eu tenho potência extra na musculatura, apesar de não ter energia amaldiçoada. Agora sim. Agora sim. 9 de dano. E aquela curva?
Ela sente essa dor e ela grita de novo o nome do Massaq. Eu tenho só uma dúvida de uma carta minha aqui, do Jujutsu. Esse ponto de preparo. Você tem três pontos. Você começa... Ah, daí eu uso como esses pontos. É nome. Você pode... Quando você ataca, você pode gastar um ponto para adicionar um D6 de dano.
Ou adicionar uma manobra. Então você pode derrubar, empurrar ou... Desarmar. Ou desarmar. E se eu tava lendo a carta, a menina que tá no chão. Oi, não entendi. Essa garota que a gente tava perseguindo, ela tá no chão? Ela não tá no chão. Ela tá... Ela tá em pé. Ela tá com a lança fincada nas costas dela, mas ela tá em pé.
Então eu vou correr pra cima dela e tentamos trabalhar com as poderes de lenda. Então, quando você ataca com arma, você pode, além disso, gastar o ponto e derrubar. É o efeito West que você escolhe. Ou desarmar tudo. É o efeito West. Depois que você acerta, que você ativa isso daí. Então você pode jogar o ataque normal. Pode jogar o ataque normal.
Se você rolar e acertar, você vai ver que na hora de aparecer o dano, vai aparecer ali um... um estrin a mais pra gastar o ponto e dar o dano a mais. Ah, bacana. Você pode usar quando você quiser. Já foi... 14... 14 nela, certo? 15. 15 com hope. 15, vai ter mais um. 15 com hope. 15 com esperança. 15 é certo. 15 é certo. Eu rolo a damage. Isso. Isso. Aí você pode gastar ponto pra dar mais.
Nossa! Ótimo, ótimo. Regaçou. Agora se você quiser, Souzuki, fazer a sua, agora... Vou aproveitar que já estamos aí batendo na mina e eu... Eu vou, primeiramente, eu vou gastar um ponto de Fear e vou diminuir esse dano pela metade. Então vai ser o Shikigami que vai tomar esse dano. Ufa. Posso bater? Eu vou bater. Mas porque ela tá, tipo...
Lavada de sangue. Vou bater então. Eu vejo ela, todo mundo batendo nela. Eu percebo que a própria cara ali foi pra cima primeiro e já fala inimigo. E aí eu vou bater com vantagem. E é isso aí. Nossa, nós vamos matar o personagem do mestre. Ele tentou te salvar. 27 com fear. Imagina o que pega. 27 com fear. Aí, mestre, eu tenho um D8 por causa...
desse daqui normal, né, que é o meu ataque padrão, e porque todo mundo tava batendo nela, eu tenho o pack hunting, né, que é caçar em grupo, e se eu bater no mesmo inimigo que um aliado meu, um turno atrás, bateu, eu dou um D8 a mais de dano. Boa! Então é isso daqui total. Então o total foi 14. Bom demais, pô! Como você arranca a vida desse ser humano?
Eu pego assim, tipo, na hora que vejo todo mundo batendo, eu... Mesmo como é. Como um lobo, eu corro e meio que mordo o pescoço ali da... Da menina. Arranca ali o pescoço, começa a esguichar sangue. Você vê que esse homem aqui, ele fala... Mas você não esperou o sinal! E aí ele dá um sorriso. Ele olha pra você, que está do lado dele.
E fala, e eu ainda te paguei um drink? Negócio são negócios, né? E agora eu sinto que eu vou levar depois de ter falado isso mesmo. E eu gasto minha última esperançazinha pra pegar o Spotlight. Não, mas eu não sei o que é. O Spotlight é seu, já. Ele bateu com medo. Foi com o Fear. É. Já é você, mestre. E aí ele fala, ela te avisou, garoto. Seria uma noite explosiva.
Expansão de domínio! Ah não! O Kazuko só fala ah não.
A expansão de domínio é a técnica suprema de qualquer usuário de Jujutsu. Ela é alcançada expandindo o domínio inato de alguém com energia amaldiçoada enquanto usa uma barreira para construí-lo dentro de um espaço separado. Dentro de uma expansão de domínio, as técnicas amaldiçoadas do usuário são aprimoradas e tem uma chance muito alta de acertar o alvo automaticamente. E o andar todo explode. Vocês são jogados para fora desse prédio com a explosão.
E vendo de longe essa Tokyo iluminada com um aro de fogo em volta desse prédio. E o que o povo lá embaixo não vê é que existem quatro feiticeiros sendo jogados do quarto andar de um prédio. E agora vocês vão fazer um teste de reação de agilidade para tentarem cair.
da melhor forma possível e resistir metade desse dano. Isso. Ah, é verdadeira a reação, mas qualquer coisa... É reação. Nossa, eu tô muito fomeu. Então eu não joguei a esperança. Não, é reação. É verdade. É verdade. Nossa. Falou bem, você levou metade. Nossa, o restante levou inteiro na cara.
Esse dano é tão intenso que ele não pode ser absorvido por armadura. Meu Deus. Quem passou no teste toma metade, que foi a Tati. Então toma oito de dano. Aí eu tomei três. Oito não, desculpa, sete de dano. Eu tenho, mestre, uma carta que chama...
Não sei como é que é em português, perdão, mas em inglês é Room Ward, que é um trinket pessoal, né? Uma coisa que ela é imbuída com energia mágica e protetiva, né? No caso, assim como eu tinha descrevi desde o começo, é meu colar. Aí eu jogo um D8 pra diminuir o dano que tá vindo. Eu posso jogar? Eu não joguei na última, eu acabei esquecendo. Pode. Foi um erro meu aí, que eu tava até lendo minhas cartas de novo agora. É com 2P, véi. Ah, que legal. Eita.
Tá bom, tá bom. Aí agora todos. Agora com... Caramba, Messias. Com chances de usar o roleplay de forma específica. Iman já usou o passo das sombras. Eu não quero cair, não vou morrer. Eu levei 3 de dano agora, pô, tô com 2 de vida.
Toma aquela explosão, dá um grito, e aí quando eu ver que eu vou me borrachar no chão, eu desapareço e apareço em outras sombras lá. É... A gente tá caindo no terceiro andar? É. Nossa. O 13 foi o dano, né? Só pra eu saber. Foi, né? O 13 foi o dano. Tá, então eu tô meio doido. Nossa, eu tô meio severo.
O dono da explosão. Beleza. Queria saber, mestre, pra sair de uma forma animal e ir pra outra, daria tempo nessas três andares? Eu acredito que sim. Será? É uma reação de segundos, né? Vocês não têm turno, é uma reação. É uma reação. Eu vou... Tá tudo acontecendo milésimo de segundos. Se você... Vou tentar dar queda, dar uma cambalhota e tentar cair em pé.
É, esse é o seu agilidade again, pode jogar. Agora é um teste normal. É, mudar de forma é o que? É esperança? Seria estresse, no caso, que eu usaria agora. Então pode usar. Eu ia mudar pra forma de um...
de um aracnid, seria uma aranha, uma taranta, uma coisa assim, eu queria tentar grudar na parede assim, se eu estivesse perto o suficiente, e aí não sei como é que eu vou... É não, você foi arremessado, é. Você tá ali... Queda livre. Exatamente. Não tô nem perto. Você, no máximo, vai cair no meio da rua. Você não consegue chegar do outro lado pra alcançar algum outro prédio.
Eu tenho o meu talismã, que eu estou supondo agora que é a runa do Mori, que é o meu talismã, que é um equipamento amaduçoado, né? Uma vez por sessão eu posso rerolar um teste, eu vou rerolar esse meu teste de agilidade. Bem, é três andares, mestre, e eu sou um lobro de... Vai tancar? Vou tancar, vou acreditar na minha força, na força de um lobo e...
Nossa, ele tinha 2 dados. A mesma coisa, exatamente os mesmos 2 dados. 8 no dado de medo e 3 no dado de esperança. E você, Tati, como você vai tentar evitar essa queda? Tem outros prédios ali ao redor? Longe. Vocês estão numa avenida bem grande. A explosão foi pra frente, né? Se vocês estivessem mais na lateral ali, vocês estão do lado da escada.
Vou colocar os braços na frente do rosto e na hora que chegaram um pertinho que gostam, vou lá. Com a proteção você pode usar agilidade ou... Na verdade me diz, qual o atributo você acha que cabe melhor nessa situação pra você? Força, agilidade? Acho que agilidade. Agilidade.
Se você me permitir, como eu estou usando o corpo do lobo, assim, forte, se me permitir usar a força, seguraria aquele do que eu tenho. Pô, maluco. Oh, deu muito bem. Marca a tua esperança.
No meu caso, pode ser aqui com força? Reação. Reação é uma queda, né? Tu não escolhe, vou cair. A gente só cai. Faltou alguém? Eu posso jogar com força? Eu tentei. Joguei aí, reação. É isso aí. 17. Só eu me fudi. Você estava inteira, né? Porraninho, Ju. Ela cai desacordada, mestre?
Vou descobrir agora. Nove de dano. Quem passou, toma metade. Foi leve, Deus. Alimiar leve. Menor. É nada pra mim. Vou jogar aquele 1d8 ali só pra 7. Tá bom. Eu vou cair de costa no chão e ainda vou sair respirando normal. Esse dano pode absorver com a armadura. Aposto. Já absorvi. Não tomei dano nenhum. E aí vocês caem ali no chão.
Quando vocês caem no chão, tá esse homem que já estava dentro do prédio em pé ali do lado de vocês. Todo chamuscado. Vocês se entreolham ali. Ele tá com o domínio ativado, mestre? Ele ativou lá só pra explodir e tá... Não, tô falando de você. Ah, você tá falando de mim? Ah, tá. Tá, chegou muito afuado aí. O homem chamuscado que tá em pé. E aí vocês conhecem, vocês já viram, vocês já presenciaram expansões de domínio.
Mas esse claramente era algo incompleto, algo falho. Era mais como uma bomba relógio ali do que um domínio específico. Ele estava ali justamente para tirar a sua própria vida. E vocês simplesmente estavam no lugar errado na hora errada.
Expansão de domínio incompleta. Domínios inatos que são expandidos usando apenas energia amaldiçoada sem uma técnica amaldiçoada incorporada são incompletos. Na maioria dos casos, o mesmo se aplica a domínios sem uma barreira totalmente fechada. Fechar a barreira integra completamente a técnica incorporada ao domínio e permite seu efeito de acerto garantido. Sem isso, o conjurador receberá apenas uma técnica amaldiçoada aprimorada.
Aí eu digo, ai não, eu não vou ganhar o meu dinheiro por ele ter se matado. Droga, eu chuto uma lata assim, do meu lado, sabe? A latinha sai rodando. Ai, ai! E aí vocês começam a ouvir barulho de helicóptero chegando na região. Ai, droga, eu tenho que ir embora daqui. Eu me transformo, eu volto a ser uma pessoa relativamente normal.
Alguém deles tá machucado, mestre? Visivelmente machucado. Todos, todos. Não, acho que a coisa não, né? A Shikara. É a Yumi que não tá machucada, eu acho. É a única roupa do que ele está. É, eu só tá menos machucada. Até que a Shikara, eu achei que você tinha parado tudo na armadura, Adriano.
A explosão não tinha, né? Não tinha direito a usar a armadura. Mas a queda no chão eu consegui segurar. Então, quando eu dei a cambalhota, né? E assim, meio que foi um cálculo meio errado, porque foram três andares e não tô acostumado a cair de coisas tão altas. Então eu dei aquela pisadinha em falso e saí rolando assim pra trás. Meio errado, tava um pouquinho esfoladinho assim, você só vê os batendo a poeira assim.
Vocês quatro levantam ali, vocês começam a meio que se ajudar, mesmo se conhecendo há pouco tempo aí vocês. Mestre, eu tenho, considerando que eu tenho vantagem pra me esconder, eu consigo achar um lugar ali pra pelo menos, num momento mais rápido, tirar todo mundo das vistas desses helicópteros, ou tentar fazer isso. Vocês começam, você guiando ali, você conhecendo mais as ruas ali. Eu digo, venha, venha por aqui. Você consegue.
Guiar eles ali por um dos becos. E aí vocês ficam bem na esquina desse beco. E um prédio famoso ali com um telão grande. Mostra o momento da explosão ali. De algum celular que filmou. Então já tá mostrando ao vivo algumas coisas. O repórter falando alguma coisa. E aí de repente a jornalista fala.
Interrompemos aqui porque além da explosão, algo muito estranho está acontecendo também. E aí vocês veem a tela piscando assim, aí mostra um jornalista com câmera na mão assim. É difícil confirmar, mas...
Aí você vê que ele subindo as escadas no escuro, assim. E aí um corpo pendurado na parede, com ganchos, assim. E um buraco no meio do peito, assim. É, é, é, é... Você vê que ele tenta colocar a mão, assim, pra tentar meio que censurar o corpo ali. Mas eu acho que... Eu acho que ele voltou, eu acho que ele voltou. E aí vocês ficam olhando aquilo ali. Vocês podem fazer um teste de conhecimento. Vamos lá, knowledge, então, o último da ficha. Não sou mais conhecedor.
Esse é um teste comum ou é um teste de reação? Nossa, eu criei. Com dois, parabéns. Um, um. Então eu e Mikazuki e Yumi ganham um ponto de esperança. É um teste comum. Eu limpei uma fadiga. Você ganhou um ponto de fear, mestre, porque eu rolei com fear. Foi um set ali.
Vocês, Yumi e Mikazuki, vocês olham aquilo com um pouco de confusão. Vocês já ouviram falar daquilo, principalmente o Mikazuki ali nas ruas? E por pertencer a esse ofício, existia uma lenda urbana desse homem que matava outros homens e misteriosamente um símbolo.
no peito dele era a sua marca registrada. E ele nunca foi pego. Mas só que há anos que ele não aparecia nenhum tipo de resquício. Mas a Shikara, ela lembra exatamente do que a senhora Hara falou pra ela. Ela encontrou o Sousuki pela primeira vez. Antes do Sousuki entrar na sala, ela disse que eles precisavam de ajuda justamente porque alguém estava caçando feiticeiros. Mas só que...
O que te choca nessa informação é que são humanos normais noticiando essas mortes. E atrás desse corpo, escrito na parede, parece que até de uma forma provocativa está escrito essa noite vai ser explosiva. Alguém entendeu o que isso quer dizer? Não. E aí quando você fala, alguém entendeu o que acabou de acontecer?
A gente encerra a sessão aqui. E se você gostou da nossa aventura, não esquece de curtir, compartilhar e deixar a sua mensagem aí nos comentários. Sua opinião é o termômetro para continuarmos gravando e compartilhando as nossas aventuras. E não esquece de seguir o canal e ativar o sininho. Valeu! E aí