Falar difícil: porque isso afasta clientes e como resolver agora
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FALAR DIFÍCIL pode parecer que você é mais inteligente, mas se eu te disse que isso pode ser o que MENOS ATRAI CLIENTES você acredita? Se você quer saber como resolver agora e fazer as pessoas finalmente entenderem o que você fala, assista ao vídeo até o final. Nesse vídeo eu trago uma história real de um rapaz de 18 anos que tirou ZERO numa redação da FUVEST justamente por falar difícil demais 👀 Ele tinha tudo para mandar bem, mas acabou zerado por não se fazer entender. Nem sempre falar bonito, é a melhor forma de comunicação.E aí eu conecto isso com algo que vejo todos os dias: empresários, médicos, advogados, profissionais do marketing, entre outros profissionais que são bons e competentes, mas que FALAR DIFÍCIL virou hábito e isso AFASTA CLIENTES que poderiam estar comprando deles agora mesmo, MAS MUITAS VEZES, ELES NÃO ENTENDEM o que esse profissionais explicam 😬.Eu sei que parece exagero, mas não é. Quando você fala difícil, as pessoas não te procuram, não te indicam, não te entendem e, pior, NÃO COMPRAM DE VOCÊ. E o caminho de como resolver agora esse problema é mais simples do que parece. Não é virar informal demais, não é parar de ser técnico. É outra coisa. 🤫Falar difícil é um padrão que dá pra mudar. Eu trabalho com isso há mais de 10 anos e já vi muito profissional bom PERDENDO DINHEIRO porque insistem em falar difícil em vez de conectar com o público dele. Se você quer entender por que isso afasta clientes e descobrir como resolver agora de um jeito prático, fica comigo até o final. Tem dois exercícios simples no vídeo que mudam o jogo, e você consegue aplicar hoje mesmo, sem firula. 🚀Bora? Dá o play, assiste até o final e me conta depois se fez sentido pra você. 👇
CAPÍTULOS
00:00 O texto difícil que ninguém entende
00:45 Por que falar difícil afasta clientes
01:30 A redação nota zero da FUVEST que viralizou
03:15 O caso do candidato de 18 anos
04:40 Por que algumas pessoas falam tão difícil
06:10 Querer parecer superior e impressionar os outros
07:30 O personagem Rolando Lero e a comunicação rebuscada
08:50 Empresários que perdem dinheiro por não saber se comunicar
10:15 Os 3 problemas reais de falar difícil demais
11:40 Exercício 1: como saber se as pessoas te entenderam
13:20 Por que NUNCA usar a pergunta "entendeu?"
14:30 Exercício 2: como adaptar sua fala ao público
15:45 Como resolver isso de vez na sua comunicação
Juliana Salóis
- Comunicação e consumidoresComunicação rebuscada e vocabulário complexo · Redação nota zero na FUVEST · Perda de dinheiro por má comunicação · Dificuldade em se fazer entender
- Clareza e Efetividade na ComunicaçãoVerificar se a audiência entendeu · Evitar a pergunta 'entendeu?' · Adaptar a fala ao público · Oferecer canais para dúvidas
- Erros comuns na fala coloquialPessoas não entendem a explicação · Necessidade de repetir explicações · Erros de execução por falha na comunicação
- Comunicação AssertivaDesenvolvimento da comunicação · Superação de inibição · Melhoria da fala em público
perpassa em altivez pela procela a grande eloquência condoreira, em cuja máxima aforismática revela a tétrica longidez do sofrer recôndido. Você entendeu o que eu acabei de falar aqui? Não entendeu? Não tem problema se você não entendeu, porque nem eu entendi o que eu acabei de ler aqui.
Agora, se você entendeu, meus parabéns. Meus parabéns duas vezes, porque você caiu no podcast certo. Se você, meu caro amigo, é dessas pessoas que fala difícil, se comunica de uma forma muito difícil, talvez você esteja aí atravessando por alguns problemas que essa comunicação que você usa está te trazendo.
E eu vou te ajudar com isso? Então fica aqui comigo até o final, porque hoje eu vou passar aqui alguns exercícios que vão te ajudar a contornar essas situações. Vou falar sobre isso, vou falar sobre esse texto e, embora sem mais delongas, vamos começar. Vamos começar não, porque eu não me apresentei. Sou Juliana Salóis, especialista em oratória. Eu ajudo as pessoas a falarem bem em público, a mostrarem tudo aquilo que elas fazem de melhor através da boa comunicação.
Então, fique aqui comigo, porque você fica daqui até o final. Você me ajuda, eu te ajudo e a gente cresce juntos. E vamos lá. Essas palavras que eu falei aqui, não foi porque eu virei um ágio da língua portuguesa mesmo, gente. Muito contrário. Isso aqui são palavras de uma redação de um candidato ao vestibular da Fulvestre. O nome dele é Luiz, ele tem 18 anos.
E ele estava prestando vestibular para o curso de Direito. E ele fez uma redação que ele usou, assim, o português extremamente na norma culta. Traduzindo, ficou difícil demais de entender. E o Luiz levou nota zero. Pois é, nota zero na redação dele. E por que cargas dava? Não estou sabendo disso, estou falando disso aqui hoje, minha gente. Por que? Eu li no site do G1. Virou notícia.
Porque a história foi o seguinte, resumidamente, ele não se conformou com a nota zero, acabou entrando com um processo contra o reitor lá da Fulvestre, pedindo o porquê, a justificativa do porquê da nota zero, porque ao ver dele, ele se expressou muito bem. E aí deram a justificativa para ele e uma das justificativas é que ele fugiu do tema. Ele acabou fugindo do tema.
Tem outras justificativas, depois você entra lá no G1, procura, procura no Google, que você vai ver que tem lá a redação inteira, né, e integrar a notícia toda. Ah, eu também só tô falando o nome dele aqui, não estou expondo o rapaz, só tô falando porque realmente virou notícia. Ele mesmo publicou em uma rede social dele e acabou viralizando. Ele tem 18 anos e ele disse que ele usa muito esse tipo de linguagem da norma culta. Muito.
Ou seja, ele fala muito difícil. E o que todo mundo ficou admirado é por ser um rapaz de 18 anos.
falando assim, quem de 18 anos que você conhece que fala desse jeito? Eu fiquei me perguntando, mas gente, com quem esse rapaz conversa? Se ele fala dessa forma, eu acho que não é ninguém da idade dele. Mas enfim, também não estou aqui para julgar ele. Eu até trouxe alguns trechos aqui, vou ler mostrando, vou ler tudo, depois você procura lá. Olha, ele escreveu assim, nessa vereda sobrepurja-se a subjetividade ao modus vivendi.
da superestrutura cívico-identitária. Articula dialética boldiana de Pierre Bourdieu a internalização de signos culturais fundamentados por efemer... Ah, minha gente, olha isso aqui, vou usar até extravaligo, porque, sinceramente, está difícil e não vai dar para ler isso tudo aqui. E, vamos ser sinceros, você entendeu o quanto eu estava falando aqui? Porque eu não entendi a primeira vez que eu li. Eu entendi, sim, palavras, mas para mim ficou difícil. Eu confesso, vou confessar aqui.
Eu pedi ajuda para inteligência artificial. Vou até ler aqui. Olha aqui uma parte. O título que ele colocou foi Intentona pela reconstituição da interioridade. Aí, o chat me deu lá que ele quis dizer tentativa de reconstruir o mundo interior. Era tão mais fácil. Tudo bem.
E por que eu estou falando disso aqui neste podcast de oratória, Juliana? Você não é professora de redação de pré-vestibular. Eu estou trazendo porque eu lido com isso sempre. Há 10 anos dando aula só de oratória. Só ajudando pessoas a falarem bem em público. Eu já me deparei com muitos casos desses. E ó, vou te contar uma coisa. São pessoas que não têm 18 anos não. Já passaram do vestibular, mas há muito tempo. Mas ainda falam difícil.
E a gente não entende o que eles falam. E muitas vezes a gente não entende. E por quê, né? Eu fiquei pensando assim, por quê, gente, que essas pessoas falam difícil desse jeito? Eu vou te dizer aqui alguns motivos. De onde eu tirei esses motivos? Vozes da minha cabeça. Sim, pela minha prática de atuação. E eu tenho certeza que tu vai concordar comigo. Primeiro.
A pessoa fala assim por prática, por costume. Ela aprendeu a falar assim lá onde ela fez a formação dela. Ela fala assim no dia a dia. Ninguém nunca chegou para ela e falou, Sério, ninguém entende nada que tu fala. Ninguém falou, não teve um amigo sincero. E ela continuou falando. Então, ela está indo. O outro motivo. Ela quer parecer superior. Ela quer demonstrar através do vocabulário dela que ela tem um nível intelectual acima das outras pessoas. Os meros mortais.
E ela acaba falando difícil porque ela realmente não quer ser muito entendida ou não. Ela quer passar isso. E a gente tem esse costume no Brasil, a gente tinha muito, até muito mais, assim, há décadas atrás, de que o bom profissional era aquele que falava difícil. Era aquele que falava bonito, usava palavras rebuscadas. Tem até um personagem da escolinha do professor Raimundo que era bem a caricatura disso. O Rolando Lero. Ele falava tão difícil, ele enrolava tanto, que no final...
Ele não estava falando nada. Ninguém estava entendendo o que ele estava falando. Amado mestre, diante de vossa subida sabedoria, minha modesta sapiência cala-se com trita para ouvir-vos. Ele acabava ali falando, a gente falava, rolando o lerdo. Porque ele usava as palavras difíceis, usava a norma culta da língua portuguesa. Vamos combinar que cada vez mais a gente está usando menos a norma culta. Não, não comece a jogar as foices, não estou dizendo que a gente tem que falar de uma forma...
espontânea o tempo inteiro, da forma coloquial o tempo inteiro. Não estou defendendo os erros, não é isso. Eu só estou trazendo um fato, a verdade é essa. Cada vez mais as pessoas estão sendo mais expressivas, estão aí as redes sociais para provar isso. Tem pessoas que estão aí tendo muito sucesso no que fazem, porque estão simplesmente explicando coisas difíceis para as pessoas. Está pegando aquilo que é difícil e explicando para o público leio. E essas pessoas estão tendo o quê?
Seguidores estão ajudando outras pessoas, estão se monetizando com isso. Ah, e um outro fato também que faz com que as pessoas falem muito difícil, usem muitos jargões aí da sua área profissional, é... Querem impressionar os colegas de profissão. Pensam assim, mas o que eles vão pensar de mim? O que eles vão achar de mim? Porque eu não usei aquele termo correto.
E aí fica falando difícil, porque ainda está presa ali, pensando no que a classe dele vai achar dele. Você já parou para pensar que a pessoa está mais preocupada com o que a classe profissional está pensando dela do que com o público final, com o que ela resolveu trabalhar, estudou, trabalhou, se aprimorou, está ali todos os dias, vendendo para aquelas pessoas, ajudando aquelas pessoas, mas está mais preocupada com os colegas de profissão? Pois é.
Então, eu penso que deveria ser o contrário. A gente deveria estar mais preocupado em fazer com que as pessoas nos entendam do que estar tentando impressionar, estar preocupado com o que vão achar da gente. Não é que você não possa usar os termos profissionais. Você pode. Os seus colegas de profissão. É lindo.
Só que quando você for falar com pessoas leigas que não sabem o que você... Não são da sua área profissional, traduza. Você pode até usar o termo, só que você traduz. Como eu acabei de fazer agora. Falei o público leigo. Talvez uma pessoa que esteja aqui me assistindo não saiba o que é a palavra leigo. Não sabe. E eu acabei de traduzir. É o público que ele...
não é da minha área, não é da minha área profissional, ou seja, ele não entende aí no dia a dia, ele não entende logo de cara aquilo que eu faço, aquilo que eu falo. Então eu preciso explicar de uma forma que ele entenda. Quando eu vejo uma pessoa se comunicando dessa forma, eu fico de verdade triste, porque eu penso que a gente ainda tem muito o que evoluir com a nossa comunicação. Mas quando eu vejo um empresário que não consegue se fazer entender,
Eu só penso a seguinte coisa. Ele está deixando dinheiro na mesa porque simplesmente ele não sabe explicar o que ele faz. Eu não sei, não passa na cabeça dele simplesmente facilitar a explicação dele. Eu fiz parte de um grande grupo de network de empresários. Fiz parte por muitos anos. E eu via isso todos os dias. Empresários que chegavam ali no grupo e queriam falar.
o vocabulário técnico da sua área de atuação. Eu já vi médico fazendo isso, advogado fazendo isso, gente do marketing fazendo isso, profissionais da saúde, gente multiprofissionais. E sempre que eu podia, eu dava esse feedback. Posso falar uma coisinha? Não estou entendendo nada que você falou, você apresentou ali, eu não entendi nada. Eu não sou formada na sua área. E aí, como é que eu vou explicar para as pessoas o que o meu colega faz aqui se eu não entendi nada?
Eu estou aqui para tentar te entender, para tentar te referenciar para as pessoas.
Mas você precisa me explicar melhor. E aí a pessoa fica, nossa, mesmo, não entendeu? Será que as pessoas não entenderam? Pois é, não entenderam. Então, procura trabalhar isso. De verdade, eu gosto muito de dar esses feedbacks, é claro. Porque eu chego com toda uma delicadeza pra não deixar a pessoa sem graça, não expor a pessoa, chamo ela no canto, conversa com ela. Pra... Porque eu penso assim, gente, é minha missão. Se eu trabalho com isso, eu tô vendo um colega meu fazer isso, por que não chegar ali e conversar com aquela pessoa e ajudar aquela pessoa?
Então, se você é empresário hoje, você passa por isso. Se você tem dificuldade de explicar o que você faz, você precisa mudar isso hoje. Você precisa mudar o seu padrão de comunicação, ser mais fácil e aprender a explicar melhor para as pessoas o que você faz. E sabe quais são os problemas que falar difícil demais pode trazer? Primeiro, as pessoas não entenderam o que você falou. Acabei de dizer isso aqui. Segundo, as pessoas voltarem para ficar te perguntando o que você acabou de explicar.
Que tem gente que não tem muita paciência com isso. Eu acabei de explicar e você veio aqui de novo me perguntar. Mas será que você explicou bem mesmo? Terceiro, erros de execução. Você explica uma tarefa e a pessoa executa errado. E aí você pensa, será que é culpa foi da pessoa? Ou foi sua que não explicou direito?
Para pra avaliar. E agora eu vou deixar aqui duas tarefas pra você praticar aí no seu dia a dia, que elas vão te ajudar a ter uma forma de falar mais fácil. A primeira, começa a investigar se as pessoas entenderam o que você acabou de falar. E aí você vai usar algumas frases que vão te ajudar. Ó, guardo isso aí com você. Primeira, pergunta pra ela. Fez sentido o que eu acabei de falar? Fez sentido pra você? Pessoal, fez sentido pra vocês o que eu acabei de explicar aqui? Segunda, você tem alguma pergunta?
Alguém tem alguma pergunta? Fala e deixa uma pausa depois, aquele silêncio depois, porque é o espaço que você está deixando aí para alguém tomar coragem de perguntar. Terceira, tudo ok então? Está tudo ok então, pessoal? Outra, tem certeza? O tem certeza é assim, você confirmando se realmente a pessoa entendeu. Tudo ok? Alguém tem alguma pergunta? Tem certeza? Tem alguma pergunta? Tem certeza? Beleza, então.
E aí, mais uma coisa, deixa ali aberto um caminho para que se a pessoa não tenha entendido mesmo, ela te procure depois. Porque muitas das vezes as pessoas têm vergonho de dizer ali na frente dos outros que não entenderam. Então você pode falar, olha, se alguém aí tiver alguma dúvida, pintar alguma dúvida, gente, entre em contato comigo, me chama lá, fala. Ou então, ó, se você tiver ainda alguma dúvida que eu estou falando aqui, você pode mandar mensagem aqui no meu WhatsApp, que aí eu te respondo com calma, tá bom? Fica tranquilo, não tem problema nenhum.
Olha aí, você abriu um caminho para que a pessoa venha e tire a dúvida dela. Só evita usar, evita a frase. Entendeu? Por quê?
Às vezes a pessoa pode falar, ah, entendi, como um reflexo, entendeu? Ah, entendi, ela não entendeu nada, ou ela fica com vergonha de dizer que não entendeu, e fala, ah, entendi, mas ela não entendeu nada, e acabou. Aí você foi embora, fala, ah, mas eu perguntei se ela entendeu, e ela disse que não. Às vezes a pessoa está com vergonha de falar. E aí para você evitar esses problemas que podem acontecer, esses ruídos na comunicação, tenha um pouquinho mais de empenho ali nesse momento da sua fala, da sua comunicação, para que não tenha esses problemas depois.
Segundo exercício para você fazer, você vai começar a observar o público que você fala. Entenda público, qualquer público. Pode ser uma plateia cheia, pode ser uma pessoa que você está explicando, um cliente seu, um funcionário seu que você está dando uma tarefa, pode ser, enfim, uma reunião com colega de trabalho, pode ser uma reunião online, pode ser escrevendo uma redação.
Mas procura observar, tenha essa sensibilidade, seja esperto. Eu estou falando com um público que não é da minha área de atuação, então eu vou tentar facilitar. Eu estou falando ali com um público talvez mais juvenil, tenta ser mais expressivo, faça uma brincadeira, use uma gíria. Não é que você tem que falar de uma forma errada, carregada de gírias, não é isso, é só salpicar, temperar um pouquinho a sua comunicação para que as pessoas gostem de te ouvir, tem aquela liga que eu falei, a conexão.
e aí elas vão ali prestar atenção e vocês vão entender mais. Gente, tem um efeito tão gostoso isso, é tão legal, quando a gente vê uma pessoa que se esforça para se fazer entender, faz daquele momento uma experiência memorável, prazerosa, isso é tão bom que a gente nunca esquece, nunca esquece. Então, procura saber aí qual é o seu público, vê...
Pergunta. Eu falo muito isso em mentoria. Tem um módulo da minha mentoria que eu faço só de apresentações. Aí eu falo, ó, tarefas para você fazer antes da sua apresentação. Uma delas é perguntar para quem você vai falar. Às vezes a gente adapta até a nossa forma de vestir. Para a gente conseguir se conectar mais com as pessoas, ter mais conexão, mais proximidade. Então fica aí essas duas tarefas, esses dois exercícios.
principalmente esse segundo, traz para sua vida, sempre, sempre, use isso sempre. E o primeiro, você pode estabelecer aí um tempo. Fica aí, de repente, sete dias perguntando para as pessoas, fez sentido? Uma pergunta? Tem alguma pergunta? Fica aí nesse prato, coloca lá mesmo um alarme no seu celular para você se lembrar, porque se você repete sempre por um período de tempo, fica mais fácil de você mudar ali um padrão.
Fez sentido para você? O que eu acabei de explicar aqui. E se você quer desenvolver a sua comunicação, quer falar de uma forma com que as pessoas te entendam, e que você também goste desse momento, que vire um momento bacana para você, ou se você tem dificuldade para se expor, tem uma inibição, ou se você já fala bem, quer falar até melhor.
cai para dentro da minha mentoria. Se você quiser saber mais informações, entre em contato com o número que eu vou deixar aqui. Tem também link aqui na descrição do podcast. Entre em contato, você vai cair lá no WhatsApp, no meu WhatsApp, o meu time vai te receber e vai te explicar como é feito todo o processo de início de mentoria, passar todas as informações que você precisa saber. Não demora, não protela isso para a sua vida. Eu estou te esperando. É entendo.
Eu volto em breve com muito mais conteúdo para ajudar a desenvolver a sua comunicação. Um beijo e fui!