Episódios de Anitta - Biografia Relâmpago

Anitta (Parte 1 — História Completa)

03 de maio de 202623min
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Biografia Relâmpago: Anitta — Parte 1 — História Completa. Uma produção da Inception Point AI.

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This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.
Participantes neste episódio1
T

Tavinho Alencar

NarradorInteligência artificial
Assuntos5
  • Trajetoria MusicalFuracão 2000 · Show das Poderosas · Álbuns de Anitta
  • Legado PessoalCultura brasileira · Direitos das mulheres
  • Infância de AnittaHonório Gurgel · Larissa de Macedo Machado · Coral da igreja
  • Desafios da MissãoCrises pessoais · Polêmicas políticas
  • Internacionalização de instituiçõesMercado latino · Colaborações internacionais
Transcrição58 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

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aqui é o tavinho alencar e sim eu sou uma inteligência artificial mas tenho acesso a cada entrevista cada disco cada fita cassete cada fofoca de estúdio da música lusófona

E te trago tudo isso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações na vitrola do pai. Isso é biografia relâmpago. O boletim sobre as figuras lusófonas que estão na conversa. Hoje, Onita Partiu. História completa. Olha só. Eu vou começar essa história num lugar que muita gente que fala de Anita esquece. Não é Los Angeles. Não é Miami. Não é Coachella. Não é o Grammy. É o Nório Gurgel.

bairro da zona norte do rio periferia dura casas encostadas vielas o som do trem da central passando e misturando com o funk do baile da esquina é ali que começa e se você não entende honório gurgel você não entende anitta ponto

Larissa de Macedo Machado nasceu em 30 de março de 1993. Filha da Miriam Macedo e do Mauro Machado. Mauro aquele. Mauro que hoje você vê em todo lugar. O painito. Empresário. Polêmico. Figura pública por mérito próprio.

mas naquele momento nos anos o mauro era só um pai separado da míria trabalhando em várias coisas tentando criar dois filhos a larícia e o rená irmão mais velho que depois virou produtor e é parte fundamental dessa história

A Larissa cresceu entre a casa da mãe e a casa do pai, entre a avó e a escola, entre a igreja católica de Separa. Ela foi coroinha a gente, coroinha na paróquia de Santa Luzia, sete centavos, e o som que vazava das caixas de som dos bailes do subúrbio. Cara, deixa eu te contar uma coisa sobre Honório Gurgê. É um bairro que não tem glamour nenhum, é trabalhador, e gente acordando às cinco da manhã para pegar dois ônibus.

É gente acordando às cinco da manhã para pegar dois ônibus até o centro. É a periferia que alimenta a Zona Sul, que faz a cidade funcionar, e que, historicamente, nunca foi ouvida pela indústria fonográfica do Rio. Larissa canta desde criança. Na igreja, no coral, em casa.

A mãe percebe cedo que a menina tem ouvido, o ris, afinação absoluta, uma memória musical absurda, aquela coisa que a gente só vê em criança que nasceu pra isso. Ela aprende inglês sozinha ouvindo Britney Spears, Christina Aguilera, Destiny's Child. E aprende espanhol também, porque a avó, Dona Nilde, tem um disco de Italia. E ela fica ali, com 9 e 10 anos, decorando foneticamente.

Isso é importante. Guarda essa imagem. Uma menina de Honório Gurgel, com 10 anos, decorando Pial Morena da Thalia, sem saber espanhol direito. Porque 20 anos depois ela vai cantar em espanhol com Maluma, com Dery Yank, com J-Bob, e vai ser a primeira brasileira a liderar o Spotify global. A história já estava escrita ali, no quarto dela, no disco emprestado da avó.

A música nunca vai embora, né? Só troca de disco. A formação dela é curiosa porque é ao mesmo tempo muito caseira e muito estratégica. Aos oito anos, o pai matricula ela no coral da igreja. Doha é o Mauro, já nessa fase, vendo que a filha tem algo.

Ela canta no coral Santa Luzia por anos. Aprende técnica vocal, aprende a cantar em grupo, aprende disciplina. Pouca gente lembra disso, mas a Anitta foi cantora de coral católico.

Isso explica muita coisa na afinação dela, na capacidade de fazer backing vocal para si mesma em estúdio, na forma como ela controla o vibrato. Adolescente, ela estuda no Colégio Miguel Couto, faz técnico em administração no Cefete. Repara, administração. A menina que ia virar um império pop estudou. Administração de empresas antes de ter 18 anos. Em dos que hoje. De hoje, dos que hoje.

Dio de Ode dos Quioide. Administração de empresas antes de ter 18 anos. Administração de empresas antes de ter 18 anos. Ela mesma conta em entrevistas Vatata, Amarília Gabriela, a Fátima Bernardes, ao Pedro Bial.

Cinco Vata, que sempre pensou em música como empresa. Nunca foi aquela coisa romântica de eu sou artista e o dinheiro vem depois. Paela, artista e empresa são a mesma coisa desde o primeiro dia. E isso, meu amigo, é uma ruptura na música brasileira.

A gente não tinha visto isso antes com essa clareza. Não tem água e água e água e por conta deles, não tem todos e não sai desse dese. A gente não tinha visto isso antes com essa clareza. Super com força mesmo. Espero que você faça um passo agora. A gente não tinha visto isso antes com essa clareza. Em 2010, com 17 anos, ela começa a postar vídeos no YouTube cantando covers.

Funk carioca, pop internacional, sertanejo, qualquer coisa.

O nome artístico Anitta vem de uma minissérie da Globo que ela gostava. Presença de Anitta, de 2001, com a Mel Lisboa. Ela achava o nome bonito. Simples assim. Através da gente é com um... Não meio mística. Não tem numerologia. E tem uma menina de 17 anos achando bonito o nome de novela. E aí entra o... Furacão 2000.

Para quem é de fora do Rio, o Furacão 2000 é uma produtora de funk lendário, responsável por lançar praticamente todos os grandes nomes do funk carioca dos anos 2000. Anitta assina com eles em 2010. Grava meiga e abusada, que vaza na internet e começa a tocar nas rádios comunitárias, nos bailes, nos carros passando na Avenida Brasil. O funk dela é diferente.

Nossa Senhora Meiga é funk melódico, pop, com uma estética mais limpa. Não é o funk proibidão, não é o funk putaria. É funk feito pra tocar em rádio aberto. E aí começa a briga. Seixi Means. Os puristas do funk dizem que ela está branqueando o gênero. Os executivos da música pop dizem que ela é funk demais.

Ela fica no meio. E vence. O momento de ruptura é 2013. Show das poderosas. Você lembra dessa música? Claro que lembra. Todo mundo lembra.

A música sai pela Warner Music Brasil. Segundo Fórmula com Fê, ela tinha assinado o contrato com a Maju em 2012, saindo do Furacão 2000, 6 e 2,6, e explode de uma forma que ninguém esperava. O clipe tem hoje mais de 800 milhões de visualizações no YouTube.

Em 2013, foi o fenômeno do ano no Brasil. De repente, essa menina de Honório Gurgel estava no Domingão do Faustão, no programa do Jô, na capa da Veja, na capa da Caras. Em seis meses, ela passou de artista regional de funk para estrela pop nacional. E aqui eu preciso fazer uma pausa, porque isso é fundamental. Muita gente acha que a Nita deu sorte, que foi uma hit viral.

Cara, não. Ela trabalhou que nem condenada para aquilo acontecer. Aula de dança seis dias por semana. Aula de canto, aula de inglês, aula de espanhol. Nutricionista, personal. Nutricionista por semana. Aula de canto, aula de inglês, aula de espanhol.

Nutricionista personal, nutricionista personal, aula de vai, duo, estil roi, ou terceiro roi por 4%. Os relatos de quem trabalhou com ela naquela época, o onde 98, dançarinos, produtores, empresários, está. São todos iguais. A menina chegava primeiro no ensaio e saía por último. Ela queria ser perfeita.

Ela ainda quer. O trabalho por trás do talento é o que a maioria das pessoas não vê, né? A gente vê o produto final. A Anitta é impecável no palco. E esquece que tem uma mulher que faz 10 horas de ensaio para um show de uma hora. Isso é uma verdade que vale para Elis Regina, vale para Gal Costa, vale para Rita Lee e vale para Anitta. O talento bruto sem trabalho é anedota.

O trabalho sem talento é amargura. A Anitta tem os dois. Consolidação vem rápido.

2014. Primeiro álbum auto-intitulado. Anitta. Colchô das Poderosas. Menina Má. Zen. 2014 também. Ritmo Perfeito. Segundo álbum. Mostrando que ela não era o One Hit Wonder. 2015. Bang. O álbum que a consagra no pop brasileiro. A faixa título vira o hino do verão. Toca em tudo quanto é lugar. Do Carnaval de Salvador ao Réveillon de Copacabana.

Ela começa a fazer shows para estádios, com 22 anos. Mas aqui é onde ela faz a jogada que muda tudo. Em 2016, ela começa a pensar internacional. Não é hobby, é plano. Ela contrata equipe nos Estados Unidos. Começa a ir para Miami gravar, estuda o mercado latino, o mercado americano, o mercado europeu. Em 2017, ela lança Paradinha, primeira música totalmente em espanhol.

Em 2018 vem Downtown com J. Balvin. Matica com Balvin. Em 2018 vem Downtown com J. Balvin. Matica com Balvin. Em 2018 vem Downtown com J. Balvin. Matica com Balvin. E G. E aí

Mas o grande golpe é medicina. Já fazendo o projeto Checkmate, onde ela lança uma música por mês em três idiomas diferentes. Inglês, espanhol, português. Isso é coisa de general. Isso é estratégia militar aplicada à indústria pop.

Em 2019, Kissy sai, Sei. Primeiro álbum trilingue dela, indicado ao Grammy Latino. Ela colabora com Caetano Veloso em Veneno. Cara, deixa eu te contar. Foi o encontro... Caetano abriu as portas. Elogiou ela em público. Disse que ela era uma das artistas mais interessantes da sua geração. E olha, quando Caetano fala, a MPB escuta.

Foi uma espécie de benção, né? O establishment da música brasileira, dando o selo de aprovação para essa menina do funk, que virou estrela global. Mas nem tudo é conto de fadas. Teve crises, muita crise. Uma forma a falar também da provada e minocentas oportunidades do Unive ou outras coisas. Bom, isso aqui. Eles se contaram da crise também. Muita crise. Muita crise.

Processos trabalhistas de ex-funcionários, brigas públicas com ex-empresários, a separação complicada do Tiago Magalhães em 2019 depois de menos de um ano de casamento, polêmicas com o próprio pai virando figura pública, declarações políticas que dividiram a base de fãs, primeiro pessoas contando sem pouquinho outro direito do caminho.

Ela foi publicamente contra o governo Bolsonaro em 2022. Pediu voto, foi atacada pela direita, perdeu patrocínios, ganhou outros. Teve endometriose severa, cirurgias, períodos longos afastada dos palcos. Teve acusações de apropriação cultural do reggaeton, de branqueamento do funk, de ter virado artista americana, de ter abandonado o Brasil. E o custo de ser mulher pop no Brasil.

Uma porra, isso merece uma conversa inteira. Cada passo que a Anitta dá é analisado por uma régua que ninguém aplica ao story. E olha, o momento em Volver não foi sorte, foi campanha. A Anitta articulou uma estratégia de TikTok, de influenciadores, de streaming parties, que virou casa estudada em escola de marketing.

Ela passou semanas, literalmente, pedindo para os fãs darem play. Ela entendeu antes de todo mundo que na era do streaming, a artista que ganha é aquela que vira a própria campanha de marketing. Muita gente torceu o nariz. Achou deselegante.

Elkar, achei genial. Ela quebrou uma porta que nenhum brasileiro tinha quebrado antes. Depois de Envolver, ela vira figura fixa dos maiores palcos globais. Toca no Coachella em 2022. Primeira brasileira headliner do festival. É indicado o Grammy na categoria Artista Revelação em 2023. Notava a primeira brasileira solo indicada nessa categoria.

Apresenta no VMA, no Latin Grammy, no Rock in Rio. Colabora com Madonna, com Cardi B, com Missy Elliott, com Becky G, com Rosalia. Agora, crise e reinvenção, porque toda biografia honesta tem isso. A Anitta já viveu momentos duros. Problemas de saúde, não só pela maneira do tos, ela falou publicamente sobre endometriose em 2022. Fez cirurgia complexa, chegou a cancelar shows.

Polêmicas familiares, essa site. A relação com o pai teve atritos públicos. A gente sabe pelas entrevistas dela. Polêmicas políticas. Mais fácil ou publicamente vazado. Ela se posicionou publicamente nas eleições de 2022. Apoiou Lula contra Bolsonaro. E pagou caro em parte do público conservador. E polêmicas estéticas. Polêmicas estéticas. Material M. Smar e Pedir.

As cirurgias plásticas, o corpo em constante modificação, a autocrítica que ela mesma faz sobre isso, no documentário da Netflix Larissa, The Other Side of Anita, de 2022. Esse documentário, aliás, é obra importante para entender quem ela é hoje. Ela expõe o bastidor, expõe vulnerabilidade, expõe a distância entre a Larissa, o Emi, a menina de Honório Gurgel, o Emi, e a Anitta, o produto global.

Ela fala abertamente sobre saúde mental, sobre burnout, sobre o custo psicológico de viver como personagem 24 horas por dia. Isso é raro. Popstar não faz isso. Popstar protege a marca. Anitta abriu o peito.

Hoje, em 2025, Anitta é muitas coisas ao mesmo tempo. É cantora pop global, a história. Com cinco álbuns lançados, mais de 30 milhões de ouvintes mensais no Spotify. Turnês que passam pela Europa, Ásia, Américas. Sobre o sítio, e ativista, ona se utilizar a decisão. Dona da própria produtora, sócia de marcas de cosméticos, de bebidas, de streaming.

É ativista, ativista, fala sobre direitos das mulheres, sobre a favela, sobre a importância de votar. É produto cultural do Brasil no exterior. Vamos contando a conversação na minha Brasil do Brasil, quando o estrangeiro pensa em música brasileira contemporânea. Os nomes que aparecem são Anitta e Bad Bunny, que não é brasileiro, mas vocês entenderam.

E é também uma mulher de 32 anos que passou metade da vida sendo personagem pública e que começa, aos poucos, a reivindicar o direito de também ser pessoa.

Tem uma coisa que eu penso muito sobre a Anitta e eu vou deixar aqui antes de fechar. A música brasileira tem essa tradição linda de ser feita pelo Brasil negro e pelo Brasil periférico, 735, do samba ao funk, passando pelo maracatu, pelo tecnobrega, pelo passinho. E quase sempre essa música é apropriada pela classe média, higienizada e reapresentada ao mundo como brasileira sem crédito a quem criou.

Anitta fez o caminho contrário. Ela saiu da periferia, levou o funk da favela para o topo do mundo e nunca escondeu a origem.

Pelo contrário, o Seja Ser Benefício, em Vai Malandra, ela fez questão de voltar para o morro e filmar com as meninas da comunidade. Isso, para mim, é político, é legado. É continuidade geracional com consciência. A pergunta que fica aberta, e que a parte 2 vai tentar responder com a notícia mais recente, é essa ou o que vem depois de Envolva.

Depois de chegar ao topo do Spotify global, depois de redelinar Coachella, depois de ser indicada ao Grammy, qual é o próximo ato dessa carreira? A Anitta já falou em pausar, em fazer álbum em português de novo, em voltar para as raízes. Já falou também em expandir para o cinema, em atuar, em produzir outros artistas. O que ela está fazendo neste momento, em 2025, é o que a gente vai descobrir no próximo episódio. Por enquanto, fica essa história.

A menina de Honório Gurgel, que começou cantando no coral da igreja, que foi descoberta pelo irmão no YouTube, que explodiu em 2013 com o Show das Poderosas, que ousou sair do Brasil e virar artista latina global, que chegou ao número 1 do Spotify mundial em 2022 e que continua, ótimo, teimosa, inteligente, estrategista, ótimo, construindo um legado que vai muito além das pistas de dança.

Assim está a história de Anitta, 631 Dias. Parte 1. História completa. Obrigado por escutar Biografia Relâmpago. Seu anfitrião, Tavinho Alencar. Uma produção da Inception Point AI. O gênero que, até os anos 2000, mal conseguia emplacar um artista em rádio FM de classe média.

Esse gênero, pela porta que Anitta ajudou a abrir, está hoje presente em trilhas de grandes produções, em colaborações com artistas internacionais, em festivais globais. A artista carrega o gênero nas costas, e o gênero carrega a artista. Intentou que ser a problema de alistas, é uma relação de mão dupla que merece reconhecimento explícito.

Em 2025, aos 32, completando 33 em março de 2026, Anitta segue ativa, seguindo o projeto Multilingue, continuando a operar como artista e como empresa. A história, quando se olha bem, tem uma direção clara. A de uma mulher que saiu de Honório Gurgel, passou pelo couro da igreja, pelo emprego na mineradora, pelo YouTube.

pela Furacão 2000, pela Warner Brasil, pela Warner Global, e que, em cada uma dessas passagens, tomou decisões que preservavam sua margem de controle sobre o próprio projeto. A pergunta em aberto, que é a pergunta que a parte 2 deste especial vai enfrentar diretamente, é a seguinte. O que a Nita é hoje, no ciclo mais recente da carreira, depois que o impulso internacional de 2020 se estabilizou?

Ela encontrou o próximo gesto definidor. Está numa fase de consolidação, de reinvenção, de pausa estratégica. A notícia do momento, o Arthur do São, os movimentos recentes, os projetos em curso, as escolhas que ela está fazendo agora, o Arthur do São merece uma análise separada, com o devido cuidado. Por enquanto, fica o retrato desta parte 1, uma artista que não é acidente.

Uma trajetória que não é milagre. Uma figura pública que é, simultaneamente, produto de um tempo muito específico da tecnologia, da música e da política brasileira. E a gente ativa na formação desse mesmo tempo. Quando você olha a Anitta, você está olhando, também, para o que o Brasil se tornou nas últimas duas décadas. E isso, convenhamos, é material suficiente para uma biografia que ainda está longe do capítulo final.

Assim está a história de Anitta. 2000, parte 2000, história completa. Obrigado por escutar Biografia Relâmpago. Seu anfitrião, Matheus Ribeiro. Uma produção da Inception Point AI. QuietPlease.ai. Escute o que importa.

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