Episódios de Depois do Pitch

Bruno Paixão - Falando e Tomando | Depois do Pitch Podcast

08 de maio de 20261h
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Assuntos6
  • Podcast como Ferramenta de ComunicaçãoOrigem como hobby · Inspiração em série de TV · Impacto da pandemia · Evolução do formato (áudio para vídeo) · Transição de conteúdo (entretenimento para empreendedorismo) · Mudança de logo e identidade visual
  • Trajetória Profissional de Bruno PaixãoFormação em Segurança do Trabalho, Bombeiro Civil e Gestão Ambiental · Experiência de 15 anos em áreas técnicas · Transição para o empreendedorismo e podcasting · Trabalho em empresas como Parmalat e Jundiaí Shopping · Experiência em consultorias e treinamentos
  • Estratégias de Crescimento e EngajamentoFoco em empreendedorismo e desenvolvimento humano · Uso de lives e interação com o público · Crescimento orgânico nas redes sociais · Parcerias e colaborações estratégicas · Aproveitamento de momentos e polêmicas atuais (COP30)
  • Desafios e Superações no PodcastProblemas com equipamentos e internet no início · Dificuldade com convidados monossilábicos · Superação de problemas técnicos em lives · Lidar com convidados que fogem do tema · Episódios problemáticos e a decisão de pausar
  • Reconhecimento de PadroesPrêmios de melhor podcast regional · Pesquisas de reconhecimento em Jundiaí · Importância do reconhecimento para o trabalho · Certificados de 2023, 2024 e 2025
  • Participação de Convidados NotáveisGilbert (comediante) · Dr. Bactéria · Dra. Jose (colaboradora do Dr. Bactéria) · Profissionais da área do agronegócio do Paraná · Psicóloga de Jales
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Fala, Networker! Como é que você está? Eu sou o Bruno Maia, host e networker aqui do Depois do Pitch, esse podcast que foi pensado para empreendedores por um empreendedor. Eu quero conhecer e me conectar com pessoas, quero entender da sua história, quero saber como começaram. Então, todo esse podcast foi pensado justamente para você que também quer ser um network, que também quer conhecer pessoas.

E hoje eu tô aqui com um outro podcaster, uma pessoa que eu já participei do podcast dele, e é o Bruno Paixão, do podcast Falando e Tomando. Seja bem-vindo, Bruno. Muito obrigado, Nuno. Tamo junto mais uma vez. Agradeço o convite e vamos fazer um bate-papo bem legal aí. Bora lá. Bruno, como podcast depois do pitch, você já entendeu que você tem que fazer o pitch no começo. Então, assim, faça o seu pitch aí pro pessoal te conhecer, pra quem ainda não te conhece.

Perfeito, bom, vamos lá. Meu nome é Bruno Paixão, o host e idealizador do podcast Falando e Tomando. O podcast aqui de Jundiaí, criado e pensado também para empresários, para empreendedores, para aquele que quer ter mais autoridade, mais visibilidade, quer crescer dentro da cidade e fora também. O podcast Falando e Tomando foi pensado para isso também, desde quando ele foi idealizado há seis anos atrás.

que esse mês completamos seis anos, ele vem sendo pensado e trabalhado de forma estratégica, de forma com muito cuidado e com muito zelo, dando foco para o empreendedor, para o empresário convidado. Muito bem, seja bem-vindo.

Bruno, vamos lá. Conta um pouquinho da sua história. Como é que você... Como é que você começou antes do podcast? Porque você não começou já sendo um podcaster, né? Fala das suas experiências, onde você estudou. Conta um pouquinho da sua história pra gente.

Legal. Eu sou formado em segurança do trabalho, bombeiro civil e gestão ambiental. Eu trabalhei nessas áreas por 15 anos, atuando de verdade na área, dentro de empresas, em assessorias, em consultorias, por 15 anos dentro da área, e foi chegando o final dessa área. Enfim, ao longo dessa área eu fiz vários outros cursos, várias outras formações, e aí nos últimos anos de atuação dentro da área...

Apesar de ser uma área que eu ainda gosto muito, eu tenho um carinho muito grande, me proporcionou muita coisa boa, mas era algo que eu não vislumbrava muito mais tempo atuando nela. Então eu comecei há seis anos atrás, mais ou menos, a procurar um algo a mais, fazer um algo a mais. E aí foi quando surgiu o...

quando surgiu a ideia do podcast. A ideia do podcast foi bem... inicial bem como um hobby mesmo, né? Nada preparado, nada pensado em virar um negócio. Foi finalzinho de 2019 ali que eu comecei a idealizar um pouquinho a ideia dele, muito por conta de uma série que eu estava assistindo na época.

e o personagem principal tinha um podcast, era um formato bem diferente, mas eu achei bem interessante a forma que ele fazia e que ele conduzia os episódios que ele fazia. A série não era focada no podcast dele, mas eu achei interessante.

E aí eu comecei a pesquisar. Vamos ver, no Brasil, na época, há seis anos atrás, já tinha alguma coisa, mas não tinha dado o boom que deu, recente agora, dos podcasts, principalmente o período da pandemia. Aí chegou, pandemia, 2020, pandemia, fecha tudo, para tudo, ninguém vai para lugar nenhum.

E aí eu pensei, cara, preciso fazer alguma coisa a mais além de assistir live de sertanejo no final de semana. Para, enfim, para distrair a cabeça, né? Por conta de tudo aquilo que vinha acontecendo. E aí surgiu, né? Já vinha pensando em alguma coisa no podcast. Falei, cara, é uma oportunidade, vou trabalhar com ele.

E aí eu comecei a estruturar, comecei a pensar, comecei a pesquisar. Inicialmente eu gravava, sei lá, a cada 15 dias, gravava uma vez por mês. Gravei muito, tem muitos episódios do início sozinho, né? Só eu, uma camerazinha ruim, um áudio ruim, uma internet mais ruim ainda, que ficava travando. E comecei ali, gravando alguns vídeos. Eu me lembro que as primeiras lives que eu fiz, tanto Facebook, Instagram, antes do canal do YouTube ainda.

Eu colocava um papel, um pano, alguma coisa na frente da câmera, porque eu tinha muita vergonha ainda, medo de julgamento, medo que o pessoal ia ficar tirando sarro, então saía só a minha voz. Até que eu falei, não, cara, as pessoas precisam saber o que eu estou fazendo e quem é a pessoa por trás da voz. E aí eu comecei a abrir a câmera e comecei a fazer. Claro que início teve as piadinhas, o que tudo a gente acaba sabendo que acontece.

E foi aí que comecei, eu fui me estruturar, eu fui estudar, então eu estudei muita coisa sobre comunicação, comunicação assertiva, PNL, oratória, comunicação de alta performance, alguns outros cursos que eu fui fazer, fui fazer curso também para entender um pouco mais sobre iluminação, câmera, os melhores programas, os melhores equipamentos para estar utilizando sem gastar muito no início, principalmente para quem estava começando que nem eu.

E foi quando eu fui, foi melhorando, foi melhorando, acabou a pandemia, aí a gente começou a poder receber pessoas, né? Começou a receber, ser presencial ali, aí o presencial é muito mais interessante, muito mais gostoso de fazer. E comecei a fazer. No início eu fazia na sala de casa, fazia quando eu conseguia, né? O financeiro eu conseguia gravar dentro de algum estúdio profissional.

E por muito tempo foi dentro de casa, ou na sala ou no meu quarto. Quando eu mudei de casa, mudei para o centro aqui de Jundiaí, eu desmontei todo o meu quarto e montei um estúdio dentro do meu quarto. Então eu coloquei aquelas espumas, instalei uma iluminação de podcast mesmo. Aí foi quando eu consegui microfones melhores, equipamentos melhores, câmeras melhores para estar fazendo. E por mais ou menos, Bruno, ali acho que uns...

De oito meses a quase um ano eu fiz dentro de casa. Olha. Dentro do estúdiozinho que eu tinha montado. Mas eu comecei a sentir que, assim, como era dentro de casa, por exemplo, o convidado, quando ele chegava...

Ah, posso ir no banheiro? Pode, claro que pode. Mas ele tinha que atravessar o corredor todinho da minha casa pra ir no banheiro. E aí eu comecei, não por mim, mas eu comecei a achar que ia ficar incômodo pros convidados. Sim. Você atravessar a residência de alguém ali pra poder utilizar o banheiro da casa. E aí eu falei, cara, preciso estruturar isso diferente. Preciso mudar de lugar, preciso procurar outro lugar. Foi quando me surgiu uma oportunidade naquela época de ir pra um espaço que era ali na...

Os Mundos, que é Os Mundo Pelegrini, onde tem um antigo prédio da Passarela. E ali eu fiquei um tempinho legal. Na época, o responsável do prédio, ele tava procurando justamente alguém pra podcast.

pra criar, porque eles tinham um espaço, mas não tinha ninguém pra utilizar o espaço. E aí eu falei, vamos juntar a fome pra vontade de comer. Aí eu fiquei, acho que uns três, um dos episódios, você foi lá, você gravou com a gente. É verdade. Acho que o primeiro que você participou, acho que foi lá. Foi lá. Acho que foi lá, é. E aí a gente, aí eu comecei, né, é...

Ali ficou, fiquei um período legal, foi um espaço muito legal, muito bem aproveitado, né? O espaço ali era legal, a decoração que a gente tinha ali era boa. E aí eu fiquei acho que de três a seis, três a cinco meses, acho que não deu seis meses ali também. Saí dali, foi quando eu pedi socorro pra você na época, né? A gente conseguiu o espaço da Oficina 814 ali também, ficamos até o final do ano. De lá...

A gente migrou pra cá, pro B-House. Verdade. Ficamos aqui um tempo também. E agora eu tô num espaço ali no Edifício Jatobá, na Rangel Pestana. Legal. Então, assim, de forma bem resumida, é um pouquinho da minha trajetória de trabalho, de CLT, antes de empreender, até os dias atuais aí do podcast. Olha só. E...

E você começou, quando que você começou dentro da segurança do trabalho? Cara, eu comecei na verdade a área de segurança do trabalho foi ali finalzinho de 99 pra início de 2000 2000, não, é isso? Não, 99. Poxa, 99. É mais esse. Caramba, quando você tem isso? Não, é isso que...

Eu trabalhei 15 anos na área, esqueci quando foi que eu me formei. Mas foi em 2026, são 15 anos, vou jogar 15 anos pra trás aí na conta. E quanto é que dá? É 2099? Não, é muito tempo. Pô, nossa, eu era aqui. Não, não é assim. Você é velho, bro. Pô, nem sou tão velho assim. Não, eu comecei, cara, inicialmente eu não queria a área de soberano de trabalho.

Foi meu pai que falou para eu fazer o curso. Na época, eu queria fazer algo voltado para a área de informática, TI, alguma coisa que era algo que eu gostava mais. Ele falou, não, faz, faz, porque o pessoal tem muita... A gente tinha mudado para Jundiaí fazia pouco tempo. E aí ele falou, faz, porque é uma área que toda semana sai vaga no jornal.

e na época realmente não tinha tantos técnicos de segurança, e eu falei, ah, tá bom, vai. Mas aí eu falei para ele, eu falei, pai, eu vou fazer, mas se eu não gostar, eu vou sair. Não, faz lá, eu ajudo você a pagar, se você não gostar, você sai e sai fazer outra coisa. E aí a área de segurança de trabalho, logo de cara, foi uma área que me conquistou muito.

era uma área que eu gostei muito de fazer aquilo que eu fazia, era uma área que me permitia muita coisa. Então, eu sempre gostei de me comunicar, sempre gostei de falar. Então, era uma área que me permitia estar com pessoas, falar com elas, estar no dia a dia, estar em ambientes diferentes, em vários momentos, em vários lugares, principalmente quando eu comecei a trabalhar, o meu segundo emprego foi numa consultoria. Então, cada dia eu visitava uma empresa diferente, de um ramo diferente.

E eu consegui aprender muito ali. A boa parte da minha comunicação veio da área de segurança do trabalho. Então eu fazia muito treinamento, muita palestra. Graças a Deus eu viajei bastante com a área de segurança do trabalho. Então, é um carinho muito grande que eu tenho por ela, porque me ensinou muita coisa. Me trouxe muita experiência, muita bagagem.

E hoje a gente está fazendo isso. Então tem 15 anos. Só fazer a parte cronológica 15 anos atrás. Não foi em 99, 2000. Mas só fazer essa cronologia aí. Rapaz, eu não acredito que eu esqueci quando eu comecei na área. Eu lembro que eu formei em novembro de um ano e janeiro do ano seguinte eu já estava atuando.

Que legal. Então foi muito assim, terminei de formar no segundo, no início do ano seguinte, eu já tava atuando na área. E quais empresas que você chegou a trabalhar assim, dentro da área da segurança? Aqui em Jundiaí eu trabalhei na antiga Parmalat.

tem uma empresa de indústria química, que eu não sei se ela está aqui em Jundiaí ainda, que eu não me lembro o nome, trabalhei em construção civil, na construção do Jundiaí Shopping, logo no começo deles ali.

Fiquei até o período, quando eles estavam começando já a fase de acabamento, aí eu saí, porque era uma época que eles tinham, a construtora tinha bastante obra no Brasil. Então, quando ia chegando nessa fase, eles iam transferindo os funcionários para outras cidades, outros estados. E aí, na época, eles iam me mandar, quando estava acabando, eles iam me mandar para Minas, porque eles estavam ali na reforma de alguns estádios para a Copa do Mundo, que ia ser aqui no Brasil.

E aí pegou bem o período que meu pai tinha acabado de falecer e eu falei, ah, cara, não é o momento de eu me ausentar da cidade, de casa e tal, eu acabei não indo. Então eu trabalhei no Jundiai Shopping, na construção ali do Jundiai Shopping, na Parmalat. É...

Cara, teve algumas outras empresas que já não estão mais de um dia aí, ou fecharam, ou mudaram de cidade, de estado, por conta de incentivo fiscal, mas foram empresas de grande nome, de grande porte, que eu trabalhei. Próximo daqui, eu trabalhei também ali em Vinhedo, na Germânia, trabalhei em Campinas, na Votorantim.

Então foram empresas legais aí que me ensinaram bastante. Sempre na área da construção civil? Nem todos, nem todos, né? Por exemplo, a Parmalat era alimentícia. Então, tem alimentícia, tem indústria química, tem alimentos e bebidas. Ah, não, perdão. Eu queria... Sempre na área da segurança do trabalho. Sempre na área da segurança do trabalho. Ah, legal. E...

E aí, do nada, você falou assim, pô, vou começar a fazer um podcast na minha casa. No meio da pandemia? No meio da pandemia. Foi um pouquinho antes de começar a pandemia. Foi isso. Foi bem isso. Por conta da série que eu assistia. Que série que era? Cara, ela chama... Em português, ela chama Deus me adicionou. É uma sériezinha bem legalzinha, bem assim...

bem bonitinho, né? Vou falar assim, que tava passando na época. E aí, pra bem resumir, a série era assim. Um cara, tanto que a série é montada no período do Facebook. Ela nem mostra Instagram em momento nenhum a série. Então, mas é o cara assim. O cara tem um Facebook e aí ele recebe um pedido de solicitação de amizade. E o nome do coisa era Deus.

E aí, inicialmente, ele ignora e tal, só que aí todo dia aparece lá a solicitação. Todo dia aparece a solicitação. Aí ele resolve... Ele resolve aceitar a solicitação. Aí ele aceita essa solicitação de Deus. E aí, todo dia, a cada episódio, esse perfil mandava para o perfil do personagem principal a indicação de alguém.

E esse alguém que esse perfil de Deus indicava era alguém que estava precisando de algum tipo de ajuda. Era alguém que estava doente, era alguém que estava depressivo, alguém que estava pensando em se matar, ou passando por algum problema pessoal com o objetivo de que o ator principal ajudasse essas pessoas.

E aí o cara inicialmente começa a achar estranho e tal, mas cada pessoa que ele não ajudava dava algum bug. Tipo assim, caía a rede de onde ele trabalhava, de todos os lugares, começava a dar tudo errado para ele. Enquanto ele não fosse atrás do perfil da pessoa para ele poder ajudar.

E aí ao longo da série vai acontecendo, algumas pessoas que ele ajuda começam a ficar próximo dele, e aí ele vai pesquisando até ele tentar achar quem que é o dono do perfil que ficava mandando essas solicitações para ele. E ao longo da série ele tinha um podcast, só que o podcast dele era só de áudio.

e era bem isso ele fazia na casa dele numa mesinha com computador o microfone, o fone aqui, áudio e ele trazia alguns contextos que eu achei muito interessante de conduzir como era só ele fazer, ele não tinha esse coisa de convidado então ele pegava a parte da história que acontecia com ele trazia pra dentro do contexto do podcast e ia traduzindo contando toda a parte da história e aí

E eu achei muito interessante a forma que ele fazia. Muito legal. E aí eu falei, caralho, vamos embora, vamos fazer. Tanto que quando eu comecei, eu comecei da mesma forma. Não tinha imagem, não tinha áudio, nada. Pra começar a subir no... No YouTube. No YouTube. Foi quase seis meses depois de eu ter começado. Porque algumas pessoas começaram a falar, põe no YouTube, põe no YouTube. Você colocava em que plataforma só? Eu colocava só no Deezer e no Spotify. Aham.

No Deezer primeiro, aí começou a ter uma audiênciazinha legal ali. Na verdade, tinha uma outra plataforma antes online, que era CastBox. Eu acho que eles ainda têm, não sei o alcance que eles estão hoje, porque nunca mais mexi ali. Então, eu subi o áudio nesse CastBox, e aí eu tinha o link que ele jogava direto pro Deezer e pro Spotify. Só que ali ele só permite áudio, ele não permite o vídeo também.

E aí quando eu queria fazer live mesmo, ou eu fazia pelo Facebook ou eu fazia pelo Instagram. Só que eu fiz tanto Facebook e Instagram, qualquer coisa que eu não precisa fazer no live. Não sei como é que tá hoje, mas faz muito tempo que eu não faço.

Mas qualquer coisa que você colocasse de diferente ali, que pegasse, sei lá, direito autoral, alguma coisa, eles derrubavam a live. Então, minha live direta era derrubar. Porque eu também não sabia, né? Não tinha esse conhecimento. Então, às vezes, eu colocava uma música de fundo. E aí, Facebook, principalmente, ele percebia que tinha uma música de fundo tocando, ele derrubava a live.

derrubando minha live. Aí depois, no tempo que eu fui entender, é música, é alguma imagem, qualquer coisa que pudesse gerar algum problema de direito autoral, ele ia lá e derrubava a live.

É, você ador, né? De utilizar conteúdo, ou fazer conteúdo gravado, colocar... Engraçado, né? Que tem muitos canais que hoje o cara coloca o filme inteiro lá e não cai, né? Não tem problema, também não sei o que acontece. O cara compartilha o filme inteiro lá, da Disney. Exatamente, da Disney. E vai, vai, tá lá. O cara monetiza ainda. Ele ganha dinheiro. Ganha dinheiro. Entendeu? Mas não derruba, mas... É, você botar uma música de filme. É, pelo amor de Deus. É, pelo amor de Deus.

Eu tenho postado alguns cortes, inclusive daqui vão ser alguns cortes. E eu posto no Shorts, no Instagram e no TikTok também, que aí abriu o TikTok também. E o TikTok, dois vídeos ele falou que não podia usar.

E é engraçado que nas outras plataformas agora, o porquê, eu não entendi. Eu li lá a diretriz e tudo mais, mas não entendi também porque que isso aconteceu. Mas é um desafio. E aí, você começou, hoje, você mantém os podcasts, o formato áudio ou só YouTube? Hoje é só YouTube. Só YouTube. Eu sei que o Spotify agora, ele também tem com imagem.

E eu preciso entender porque parou de subir. E aí eu perdi esse link do YouTube. Porque eu só não sei se do YouTube eu consigo mandar direto. Ou se eu tenho que subir de forma diferenciada. Mas hoje então eu tô só com o YouTube. Alguns cortes eu subo ali no Instagram também.

E aí os cortes, cortes no YouTube bastante, shorts, os reels no Instagram. Então hoje está muito forte no YouTube e no Instagram. Eu quero colocar em outras plataformas para aumentar o alcance dele também, mas hoje está só nesses dois. E tem um...

coisa que eu notei, né? Porque quando eu fui participar do podcast, eu vi que... Aí eu fui ver, vi vários, né? Que você fez com o pessoal com música, fez vários formatos. E aí você foi modificando o formato dele até chegar nos empreendedores. Como é que você fez essa transição? Foi de uma vez ou foi aos pouquinhos? E por que você mudou para os empreendedores?

É, vamos lá, foi aos poucos, né, porque eu fui entendendo. Inicialmente o podcast era muito voltado para o entretenimento. Então realmente tinha grupo de pagode, teve dupla sertaneja, teve um cara que toda vez que ele me vê ele me agradece ainda, que é o Rodrigo, né, de ter participado e tal.

que era musical também, teve episódio com comediante stand-up, cara, tinha de tudo, então, assim, eu sempre grava duas vezes na semana. Então, teve semana de segunda-feira.

Eu trazia um empreendedor ou alguém com assunto mais sério. E na quinta-feira era um grupo de pagode. E aí eu comecei a entender, cara, a discrepância era muito grande. E eu vi que toda vez que eu trazia um empreendedor, que eu trazia alguém da área de desenvolvimento humano ou saúde mental, o engajamento era maior.

a retenção de público era maior e o pós-episódio rendia mais também. Tanto financeiramente, quanto realmente para engajamento do canal. E eu falei, cara, eu preciso mudar. E aí o que aconteceu? Também a questão do nome do podcast, quando eu ia atrás de um empreendedor, por exemplo, para trazer e que ele fazia como você fez, ia no canal para assistir, ele não sentia firmeza.

Ele veio e falou, pô, mas ontem você estava com um grupo de pagode, hoje você quer falar comigo? Então eu comecei a fazer essa transição. Então eu comecei a trazer mais empreendedor, mais empresário, mais profissionais da área de saúde mental, profissionais da área de desenvolvimento humano.

E aí com isso fui mudando o público, fui mudando quem participava, fui me mudando também, né? Porque eu entendi que eu tinha que ter uma linguagem diferente pra esse público novo que eu tava trazendo. E pra esses convidados novos que eu vinha trazendo. Então foi assim, um período de mais ou menos...

de um ano mais ou menos, fazendo essa transição. Não foi de um dia para o outro. Tanto que teve, nós estamos em 2026, 2024, eu fiz a transição do logo, tanto que o logo era uma caneca de shopping no formato de microfone e tal. E aí eu mudei, hoje é uma xicrinha, café e tal. Então, até o logo eu tive que mudar.

para poder atingir realmente, de fato, esse público. Ainda hoje, de vez em quando, quando eu falo o nome do podcast, a pessoa fala, mas eu vou beber alguma coisa? Eu falo, não, você bebe se você quiser. Mas hoje você bebe uma água, um café, um suco, alguma coisa do tipo. Não tem mais essa leção. Então foi, aos poucos, eu tive uma média de um ano, mais ou menos, para poder fazer essa mudança.

Legal. E você trouxe vários nomes ali. Você falou, né? Eu até conversei com ele outro dia, o comediante. O Gilbert. Cara, ele tá estourado. Ele tá na praça nossa. Primeiro podcast que ele participou da carreira dele foi o Falando e Tomando.

Olha que legal. E eu conversei com ele, ele tá com uns projetos bem legais e tal, e aí ele falou, nossa, o Bruno, você que me conectou com ele, né? Então, tá lá estourado. E o outro que você trouxe também, que também é um grande nome, quando fala de algum tema específico, é o Dr. Bactéria, né? Exato.

O Dr. Bactéria foi até engraçado a forma que a gente se conectou, porque foi algo que eu não esperava, mas uma pessoa que trabalha com ele, que foi a Dra. Jose que participou com a gente também, achou o podcast, ela é daqui da região, ela achou o podcast, fez que nem você fez, ela foi lá no canal, viu algumas coisas, viu o Instagram também, e aí ela mandou mensagem, entrou em contato, falou, eu vi o seu canal e tal, achei legal.

A gente queria fazer um episódio com o doutor, né, eu e o doutor Bactéria, a gente tá lançando um livro e tal, e pô, vambora, vamos fazer, vamos trazer sim, vamos fazer. E aí ele veio, cara, um cara extremamente simpático, um cara extremamente gente boa, ele hoje, ele tem, além do canal do YouTube dele, o Instagram dele tá com mais de um milhão de...

de seguidores. Ele ainda tem programa, eu não sei se é na RedeTV ou em algum outro canal. E vez ou outra, o Fantástico está chamando ele para fazer alguma reportagem mais específica. Mas foi um episódio muito legal, um episódio que engajou bem.

ele trouxe um tema ali sobre algumas coisas de bactéria realmente de infecção, de limpeza e tal, tirou alguns mitos durante o episódio e foi bem legal, foi bem gostoso e assim, é um cara que a gente pensa, pelo menos quando você olha um perfil do tamanho que é o dele, o cara já fez vários programas de televisão você pensa que é um cara inacessível, é difícil você chegar num cara desse

E aí, quando o processo foi o contrário, eu não precisei chegar até ele, eles que chegaram até mim. Então, você mostra, pô, tô no caminho certo. Legal. Não é tão difícil, não é tão inacessível que nem a gente pensa que é.

Legal. É, e... Isso vai mostrando que, assim, o canal já vai atingir. Hoje estão com quantos seguidores lá? Hoje o canal está com mais de 2.200 pessoas, 2.200 inscritos. O Instagram está com 6.400, 6.500, mais ou menos.

E apesar do número não ser tão expressivo, né? Pra quem vê de fora, o engajamento tá muito bom. Legal. Então o Instagram, por exemplo, 100% orgânico, a gente tá no alcance de 20 a 25 mil contas por mês. E o YouTube, por live, que é sempre ao vivo que a gente faz, é uma média de 600 a 800 pessoas acompanhando. Legal. Então...

Estamos crescendo. É isso aí, muito bom. E por que você optou pelo modelo, né? Porque quando a gente fala de podcast, por exemplo, eu estou aqui no podcast, né? Eu estou entrevistando um entrevistador de podcast, um podcaster, né?

E quando a gente vai montar um podcast, né? Eu levei... Faz tempo que eu já compartilhei com você que eu tinha uma ideia, tinha vontade de ter um podcast. E eu fiquei pensando, né? Pensei no nome. Tanto que assim, o nome surgiu depois de um ano de pensar, né? Eu não começo nada sem ter exatamente... Ó, tem o nome certinho. É esse aqui que eu vou...

E aí eu pensei no nome, pensei no formato e tal, e beleza. E agora, como é que a gente vai fazer? Vai fazer ao vivo, vai fazer gravado? Será num formato aberto? Vai ser com roteiro? Como é que vai ser? Então, eu sei que eu tive esse trabalho de pensar em estruturar ele. No seu caso, aí você optou pelo ao vivo. Você chegou a testar o gravado ou não? Ou seja, é direto ao vivo e sempre foi ao vivo? Não, eu testei o gravado no começo.

bem no começo mesmo, fiz alguns episódios gravados, mas eu sentia que, no meu caso, principalmente, faltava alguma coisa a mais. Eu gostava muito da interação das pessoas enquanto a gente estava fazendo. Então, quando eu fiz os primeiros ali no Instagram, teve uma interação legal. Eu falei, pô, isso é legal.

Enquanto eu tô falando, de repente eu paro, vou ler um comentário, vou ler uma pergunta. E aí foi, sim, foi meio que automático. Então os primeiros eu fiz gravado, e aí eu sentia que faltava alguma coisa, faltava algo a mais pro episódio. E aí quando eu comecei a fazer os primeiros ao vivo, falei, cara, é isso. Era isso, tava faltando. Essa interação, eu preciso desse pessoal ali falando, comentando, xingando, mas eu precisava ter esse retorno de quem tava acompanhando.

Legal. É, aqui a gente optou pelo gravado, porque o formato, a ideia é compartilhar a história, né? Então, às vezes, eu não trago algo muito técnico, então a gente não se aprofunda tanto na questão técnica, é mais conexão.

Então, as perguntas ficam pra... Eu quero que, na verdade, você convide o Bruno pra bater um papo com você. E aí você vai... Faça as suas perguntas. Entreviste ele também. Então, essa é a proposta aqui. Por isso que eu cheguei a optar pelo gravado, né? Mas o online é muito legal por conta disso. E é isso que você falou, ele gera esse engajamento. Exato.

E quando você traz um convidado que ele tem, por exemplo, tem clientes, tem parceiros e tudo mais, e quando você traz ele para perguntas, até equipe, né? Então você estimula ele a falar um pouco mais sobre aquilo. Porque às vezes eu estou aqui conversando com você, estou trazendo algumas perguntas, algumas coisas que são relevantes para aquilo que eu quero conhecer, para aquilo que eu quero saber.

Mas quando você traz um convidado e ele tá direcionando ali as perguntas pra área técnica dele, o legal é que assim, as pessoas fazem as perguntas, né, de uma forma mais técnica, uma forma mais, né, quero saber, um pouco mais.

Então, nesse ao vivo, é legal por conta disso. É aquela coisa, né, Murdão? É que nem a gente estava falando aqui um pouquinho antes de começar. É legal porque tem essa questão da interação, do engajamento, tudo isso que você trouxe, mas tem alguns cuidados que a gente precisa ter.

É, exatamente. É, e internet, rede social, hoje você sabe como é que é. Qualquer coisinha fora de contexto, acabou, cara. Você tá cancelado e esquece até você conseguir recuperar aquilo ou explicar o que de fato aconteceu, cara, já acabou o podcast.

Exatamente, né? Então, tem o risco. Eu lembro de um... Você teve vários convidados, né? E eu lembro de um que você falou, meu, a conversa... A conversa... Esse toda vez que alguém pergunta, é o primeiro que vem na cabeça. Esse foi difícil. Ele começou ali uma conversa, ele começou a dar aquela viajada, foi pra um lugar nada a ver com o que a gente tinha conversado antes, e aí chegou uma hora que ele começou a fazer algumas comparações que eu falei, cara, vai cancelar.

Eu tava com o dedinho assim já prontinho pra poder derrubar lá. Eu mesmo derrubar a live antes que o YouTube derrubasse. É tenso. É um desafio. Porque assim, você não sabe, né? Você não tem o controle. Não é... A gente, tudo bem, a gente tá aqui num gravado, mas não tem edição. Eu não edito ele, né? Normalmente a gente coloca do jeito que tá.

mas é bom o bom do gravado é que assim qualquer problema desse você consegue mas o ao vivo tem esse detalhe e qual que foi hoje, além desse desafio com o convidado qual que foi o maior desafio que você enfrentou mais no começo do podcast qual que era o maior desafio no começo?

No começo, os principais desafios eram a questão de equipamento. Então, por exemplo, o notebook que eu utilizava, ele era bem ruimzinho, bem ultrapassado. As câmeras, microfone, até porque eu ainda não tinha estudado tudo o que eu precisava.

E como era começo, eu não tinha o investimento financeiro para fazer o investimento em equipamentos melhores, o internet melhor, tudo. Então, os principais não começam, os principais desafios foi esse. E depois, com o convidado, é sempre complicado quando o convidado é muito monossilábico. Então, tipo assim, Bruno, que cor que você gosta? Ah, eu gosto do azul. A pergunta é... A resposta é muito fechada, né?

só azul. E aí, pra gente que tá aqui do outro lado, fazendo as perguntas, eu preciso de mais contexto. Cara, eu gosto do azul, mas porque o azul me lembra tal coisa, porque tudo isso e isso e a pessoa vai desenrolando em cima da própria resposta. Porque em cima daquilo que a pessoa vai me trazendo...

eu já tiro insight ali da hora. Então, para quem acompanha a gente, vê que eu estou sempre com o papel ali, com a caneta, a pessoa vai falando, às vezes eu estou anotando alguma coisa, fora o que eu já tenho preparado ali. Então, eu vou anotando alguma coisa. E aí sim, em cima disso que ele vai falando, eu vou trazendo. Quando a pessoa é só a resposta seca...

E aí você fala, pô, e agora? Você tem que estar, sim, tem que ser muito rápido pra ter alguma coisa em cima pra poder responder. Então eu tive alguns episódios ali que foram bem desafiadores por conta desse contexto da pessoa não... não trazer, ele mesmo trazer o próprio contexto. Porque assim, tanto aqui quanto o falando e tomando, o destaque é o convidado. Sim.

Então, se eu quero que o cara fale do negócio dele, eu preciso que ele fale do negócio dele. Não que eu tenha que ficar puxando ele toda hora para o negócio dele. Então, é mais desafiador quando a pessoa é mais retraída e não traz tanta informação que nem eu preciso.

e eu sei que todos episódios do podcast são especiais, porque pra mim é um filho, então assim, você vai cultivando, vai melhorando e vai fazer isso que você falou. No começo você passa por essas dificuldades justamente pra poder é aquele negócio, primeiro você começa e depois você melhora. Primeiro você começa, depois você melhora.

Então, todo episódio é especial. Mas tem aquele que é o que você fala. Pô, esse aqui, cara, eu me diverti e eu gostei bastante. Você tem algum episódio que é o seu preferido? Nossa, não. É que eu fiz as contas recentes agora. Que até você tinha me perguntado e eu não tinha esse número ainda. São 194 episódios em total. Tá faltando pouco pra 200. É, pouco dá pra 200. No total, são mais de 156 mil visualizações.

Eu tenho alguns, eu tenho alguns episódios que foram, que marcaram, mas eu tenho um que foi, a gente estava falando sobre empreendedorismo mesmo, de fato, e foi um episódio que a gente deu muitas informações, muitas dicas, muitos, principalmente para quem estava ali meio que no começo, para quem está começando a empreender e tal, então a gente trouxe muita informação, muita informação. E aí, geralmente, quando acaba o episódio,

Alguém sempre manda uma mensagem ali no WhatsApp, ou no próprio Instagram, pô, Bruno, legal, foi bom e tal, e passa. Nesse dia, foi ano passado isso, mais ou menos em maio do ano passado, tá pra fazer um ano já esse episódio. Esse cara, ele me ligou. Geralmente ele conversa comigo muito pouco, eu tenho contato com ele, mas toda vez que ele assiste, ele manda mensagem, pô, Bruno, legal, episódio de hoje e tal. Nesse dia, acabou o episódio, ele me ligou.

E aí ele falou assim, pô, Brunson, tá muito ocupado? Eu falei, não, cara, tá tranquilo, eu tô aqui, acabamos, acabei o episódio agora, vou desmontar, né, organizar tudo aqui o espaço. E aí ele falou assim, não, cara, se não for atrapalhar, depois a gente conversa. Eu falei, não, pode falar. E aí ele falou, cara, parabéns, obrigado pelo episódio de hoje, o episódio foi muito top, muita coisa, muita informação e tal.

Isso, ó, eu lembro que foi numa quinta-feira Falei, pô, cara, obrigado, tá? Valeu você ter ligado Não sei o quê Ele falou, cara, mas eu te liguei e foi por outro motivo Foi realmente pra te agradecer Porque essa semana Ele tem um negócio De...

Hoje ele... Hoje não, desde a época. Ele tava com uma adega. Dessas adegas de bairro mesmo? Sim. E ele falou, cara, essa semana foi uma semana difícil, foi uma semana cansativa, uma semana que só teve problema aqui pra mim. Nada do que eu tentei ou do que eu fiz deu certo. O faturamento foi péssimo e eu tava pensando em desistir. Tava pensando em fechar e voltar a CCLT por um tempo, até eu me organizar e voltar.

E depois do episódio de hoje, tudo que vocês trouxeram, a mensagem que você trouxe no início, a mensagem que você trouxe no final, pra mim, me deu um gás de novo, me deu um up de novo, eu repito toda vez que eu lembro. E eu vou pegar, eu anotei muita coisa desse episódio, que eu vou trazer pra dentro da minha realidade, eu vou aplicar e eu não vou parar agora não, não vou desistir agora não. Ficaram.

Aí eu falei, cara, eu é que te agradeço. Eu é que te agradeço por essa ligação, porque pra gente também, você tá aqui, você é empresário, você é empreendedor, você sabe a dificuldade que é empreender, principalmente no Brasil hoje. O quão solitário é empreender. E aí, do nada, você recebe uma ligação com baita de um feedback desse, cara, obrigado, eu que te agradeço, na verdade, não é nem você, eu que te agradeço.

por esse feedback e mostra que eu também estou no caminho certo, mostra que eu também estou fazendo um trabalho legal às vezes não reconhecido, às vezes não tão visto, mas dá um gás muito maior para a gente poder continuar então esse foi um episódio que me marcou bastante por conta desse retorno que legal, que legal

E que empreendedor que nunca pensou em desistir, né? Exatamente. E essa história... Cara, que história, hein? Entendeu? Isso mostra, assim, que cumpriu o papel... Exatamente. Eu sempre falo. Do episódio, do podcast. É isso aí. Do propósito do podcast e tudo isso. Eu sempre falo. Se a cada episódio eu conseguir atingir uma única pessoa...

Pronto, eu termino a noite com a satisfação de dever cumprido. Que legal. E qual que foi aquele que foi o pior... Agora, não precisa falar o nome, mas... Fala assim, cara, isso aqui deu tudo errado, nada saiu planejado. Nossa, cara, esse teve um que foi... Quando o estúdio era na minha casa ainda.

Foram dois seguidos, na verdade. Toda vez antes de iniciar o podcast, eu sempre chego mais cedo. Você via quando eu chegava aqui mais cedo. Então eu monto tudo, testo tudo, rede, internet, microfone, tudo pra ficar certinho, pra na hora da live não ter problema. E aí chegou a convidada. Ela, cara, ela tinha feito muita propaganda, que ela ia participar. Era o primeiro podcast dela também que ela ia participar.

e então ela chegou chegou um pouquinho mais cedo que nem sempre peço pessoal chegar testei com ela ali na hora internet microfone algo tudo tem feito tudo de embutido bonitinho deu horário vamos começar vamos começar soltei deu ao vivo play ali no ao vivo comecei a gravar a internet começou a oscilar

o áudio começou a travar, cair e voltava, até a luz, a iluminação que eu tinha lá, começou a dar uma falhadinha, e aí como ela falhava, a câmera ficava captando, então ela escurecia mais, aumentava a claridade, isso nos primeiros, sei lá, 10, 15 minutos de episódio.

Aí eu fui lá, pausei, cancelei, abri uma live nova, voltei, a mesma coisa. Não foi de jeito nenhum, foi um episódio que não aconteceu. Aí eu pedi desculpa pra ela, fiz só o gravado, pra subir no canal depois.

E aí na semana seguinte eu tinha um outro episódio com outro convidado. Mesma coisa. Mesma coisa. Foi assim, foram duas semanas, dois episódios seguidos, que foi um período que foi, cara, eu não quero mais. Eu cheguei a guardar todos os equipamentos, colocar na caixa, falar, não vou mais mexer nisso não, porque dá muito, e é muita dor de cabeça. Hoje eu sou muito mais tranquilo com isso.

Então qualquer probleminha que dá, seja de áudio, seja de imagem e tal, eu vou muito tranquilo. Cara, deu problema, tá ao vivo, tá, deu problema. Pessoal, tô com um problema aqui, espera aí, solta lá uma propagandazinha e vou acertar.

Mas antes eu sentia muito. Então eu já não conseguia conduzir o episódio. Mesmo quando dava certo que eu acertar e voltar, eu já não conseguia conduzir o episódio normal. Aquilo minha cabeça ficava latejando de dor. Pressão ia lá em cima. Então me atrapalhava demais. Hoje mais tranquilo. Mas esses dois episódios, sim.

de problema foram esses e cara, de convidado, graças a Deus nunca teve um que deu tanto problema, ou aquele que puta merda, tu tá aqui, só tô aqui porque, sei lá, é indicação de alguém muito legal e teve um, teve um que foi lá em casa também que eu só fiz eu só fiz porque ele foi um cara que foi indicação de um cara que era muito parceiro

E aí, cara, muito parceiro, você vai falar não? Tá, cara, traz aí. Deixa eu ver quem é. Traz aí, manda e vamos... Vambora, né? Vamos fazer. Mas é assim, porque era algo que...

Até pra época, e já era um momento que eu tava começando a fazer essa transição de contexto, de conteúdo e tudo. E mesmo na época que era entretenimento, era algo que, assim, era completamente fora do meu dia a dia, do que eu tava acostumado com o tipo de coisa que eu escutava no dia a dia, ou que eu já acompanhava nas redes sociais do dia a dia. Era completamente fora mesmo, não tinha contexto nenhum com o podcast.

Mas é isso, mano. Foi isso porque... Pô, faz ali, cara, dá uma força aí pra ele, ajuda ele aí e tal, o cara que tá crescendo aqui e tal. É, mano, tá bom. E aí, o cara tá do mesmo jeito hoje, sabe? Não cresceu, não mudou, não fez nada. Ele tá do mesmo jeitinho hoje. Ele tá crescendo ainda. Ele tá se pressa, ele tá lá dele, tá no tempo dele. Tá no tempo dele, é isso aí. Muito bom.

E normalmente eu peço para os convidados trazer alguma coisa de hobby, né? Alguma coisa que gostem, né? E aí você trouxe, não é o seu hobby, é o seu trabalho, mas você trouxe os seus quadros aqui, né? Então você tem aqui 2025, ali é o quê? 2023, 2024, esse 2025 e esse 2025. Que legal. Que legal. São os prêmios, né? Do podcast.

Certificados melhores do ano. Esses certificados, eles são uma premiação que o pessoal faz, normalmente eles fazem algum questionário ou nas redes sociais, eles levantam uma pesquisa, qual que é o melhor podcast da região, qual que é o melhor podcast... E...

Quando você participou, como é que foi? Recebeu o prêmio? Foi legal. O primeiro, que é esse daqui de 2023, pegou bem esse período de transição do podcast também.

E meio que assim, foi meio que do nada, né? Eu até duvidei, na época, falei, cara, mas como é que vocês fizeram essa pesquisa? Porque eu não sei da onde ela tá vindo, e aí eles trouxeram todo o contexto, a forma que eles fazem pesquisa, tanto que eles me entregam os formatos das pesquisas depois, então assim, eles ligam pra algumas pessoas, pra algum número certo de pessoas na cidade, fazem pesquisa através de Instagram, e aí

E... Eu não lembro se é por site São três formatos de pesquisa que eles fazem Uma é ligação, outra é Instagram E o outro eu não me recordo agora E aí as pessoas que eles entrevistaram Foram falando Falaram Você escuta algum podcast da região? Ah, escuto, qual? E aí foram saindo, foram saindo Entre o meu tinha mais dois Falando, tinha mais dois Que era da região aqui na época E aí

E aí entraram em contato, primeiro via WhatsApp. Oi, Bruno, o que é fulano de tal, da empresa tal? A gente quer te dar os parabéns, porque na pesquisa nossa realizada da região, de Jundiaí região, o seu trabalho foi o mais reconhecido.

Aí eu desconfiei, falei, mas que trabalho? Vocês nem sabem no que eu trabalho, o que você está falando? Aí ela traz todo o contexto. Depois de queixo falando e tomando, a gente já sabe que ele tem tanto tempo atuando na cidade de Jundiaí e tal, a pesquisa é feita dessa e dessa e dessa forma, e você foi reconhecido.

E, cara, foi uma surpresa, mas foi uma surpresa muito grata, porque traz um pouquinho disso que a gente falou, né? Começa a reforçar o trabalho que vem sendo realizado, a forma que vem sendo realizada.

E é reconhecimento. É reconhecimento. Eu fiquei muito feliz, fiquei muito grato com isso na época. E aí foi sequencial, né? Foi em 2023, 2024 a mesma coisa. E 2025, para meus preços, foi dois. Em 2025 foram duas empresas diferentes que realizaram a pesquisa, com formato parecido, algumas coisas diferentes, algumas particularidades para cada empresa. Mas eles...

E aí entraram em contato com a empresa primeiro, meio que mais no começo de ano ali, fevereiro, fevereiro e março, e a outra em 2005 também foi mais para maio, junho, que saiu a segunda premiação. E, cara, graças a Deus, é um trabalho...

É um trabalho sério que a gente realiza, você acompanhou boa parte do tempo enquanto eu estive aqui no Be House gravando. É muita dedicação, é muito zelo por isso que eu estou fazendo. Eu tento trazer com muita responsabilidade o que eu faço aqui, não aqui, lá no Falando Tomando. É muito cuidado mesmo para trazer realmente conteúdo que vai agregar valor.

A gente sabe hoje as redes sociais, a quantidade de conteúdo que não agrega em nada para ninguém. Mas está lá, uma enxurrada de coisa. Eu estava até conversando com uma social media hoje e ela estava falando para mim, o que gera engajamento nas redes sociais hoje, ou é mesmo?

ou é alguma polêmica muito grande. Fora isso, cara, contexto, conteúdo que agrega, que gera valor, que gera insight para quem está ali assistindo, o trabalho é dobrado para fazer acontecer. E aí a gente recebe as premiações e fala, cara, então a gente está no... estamos no caminho certo.

É isso aí. E tá, são sete anos, né? Seis anos. Seis anos. Ah, seis anos agora. Seis anos agora. Legal, olha. Então, seis anos ali, podcast. Hoje, o seu foco, ele é regional. É regional, mas a gente tá conseguindo, Bruno, pra você ter uma ideia, aumentar esse...

Essa quilometragem, esse raio Então, por exemplo Tem vindo muita gente de São Paulo Da grande São Paulo Pra participar aqui, então tem muita gente Que veio do ABC, Zona Leste, Zona Norte Ano passado Pra você ter uma ideia, teve uma moça que veio de Jales Olha Só pra poder participar, ela é psicóloga Então Jales, eu não imaginava Pra mim Jales era, sei lá, dava

Era aqui, na Zona Norte de São Paulo, algum lugar mais próximo. E aí, durante o episódio com ela, que eu descobri. São quase 600 quilômetros. Só pra vir. Então ela andou ali mil e poucos quilômetros pra vir e voltar. Só pra poder participar. A gente teve duas vezes uma dupla de profissionais da área do agronegócio, que eles vieram também lá do Paraná só pra poder participar. Então eles participaram a primeira vez.

Gostaram, passou acho que uns dois meses, eles entraram em contato de novo. Pô, Bruno, a gente queria participar, queria dar uma continuidade naquilo que a gente falou e tal. Tem como? Pô, tem. E o segundo episódio deles...

Do ano passado foi o episódio que mais teve visualização. Olha. Durante a live. Foram mais de 1.500 pessoas acompanhando. Olha só. Porque o bom é que assim, os episódios eu tento fazer hoje de forma muito estratégica. Aham. Então, por exemplo, o período que eles vieram foi bem o período que estava tendo a COP30. Hum. E o início da COP30 teve uma polêmica com a Luisa Mel, que ela... Hum.

sem roupa, mas se pintou inteira de azul e alguns pedaços de verde, simbolizando o Brasil, o globo. E aí no início da COP30, ela tinha um painel grandão lá, e ela falou que a culpa do desmatamento, do sofrimento dos animais e tudo era do agronegócio.

E aí eu aproveitei essa deixa que ela deu E eles trabalham no agro E aí eu lancei até, inclusive, alguns stories Com caixinha de perguntas Falando, pessoal, vai vir um pessoal do agro E tal, antes eu tinha feito um contextozinho Com o que ela tinha falado e tal Se alguém tem alguma pergunta

Aí choveu de pergunta no Instagram, fora algumas coisas que eu já tinha preparado, durante o episódio também teve bastante pergunta, e aí eles chegaram e falaram, ó, tem uma polêmica assim, assim, assada e tal, eu quero saber se a gente pode falar a respeito. Ele falou, não, claro, vamos embora, vamos falar. Falei, então vamos embora. E aí o papo foi desenrolando e tal, chegou no momento. E aí na hora que chegou no momento, o pessoal começou a mandar, então foi um episódio que teve mais de...

do ano passado, acho que foi o episódio que mais teve visualização. Que legal, que legal. É, isso... Esses movimentos, né, e usar o... Aproveitar o momento ali, é uma forma de ser estratégico, ser intencional no formato, né? Que legal. E hoje, como é que faz pra participar do podcast Falando Tomando? Onde é que eu acesso e mando uma mensagem pra falar?

Legal, vamos lá. A gente tem alguns canais de acesso. Primeiro, o site do Falando e Tomando, que está no ar, um site incrível, feito aqui, inclusive, com o Bruno. Se você não tem site, faça e procure o Bruno aqui para poder fazer. Então, a gente tem o site www.falandentomando.com.br, está lá, é só procurar, e lá tem todas as nossas redes sociais, inclusive o meu WhatsApp, para você poder entrar em contato. E tem o Instagram também, arroba falandoetomando.

Vai lá no direct. Ah, Bruno, o Instagram pra mim é mais fácil. Então vai lá no direct, manda uma mensagem pra mim. Bruno, quero participar do podcast. E aí eu vou trazer você, entender o seu momento, entender um pouquinho do seu trabalho, daquilo que você faz. E aí a gente vai te direcionar, vai passar algumas informações do podcast também. E fazendo sentido, claro, pra você e pra mim também, a gente agenda o episódio. Muito simples, eu vou te passar. Não tem nada de...

burocracia, eu tenho que preencher isso, preencher aquilo, não. Entra em contato comigo, a gente vai conversar um pouquinho, vou entender do seu momento, vou entender do seu negócio, se você for um empreendedor, se você for um empresário, e aí a gente traz, porque a gente acredita aqui no Falando e Tomando que todo mundo tem uma história para contar.

Falando e tomando é feito de histórias Ele é feito de um contexto que vai te dar voz Para muita gente que às vezes não teria um lugar para ter voz Falando e tomando é o seu lugar Principalmente você empresário, você empreendedor Você profissional liberal Você que está naquele momento de transição de carreira Deixando o CCLT Passando a se tornar um empreendedor E falando é o seu palco, é o seu lugar Que é um lugar com visibilidade Que vai trazer autoridade Que vai trazer uma série de coisas positivas

Falando e Tomando é o seu lugar. Então, arroba falando e tomando no Instagram e www.falandetomando.com.br lá no nosso site. Tem o WhatsApp também. Só você entrar em contato com a gente.

sensacional, e que dica que você dá pra quem vai participar do podcast porque hoje você já tem alguns episódios agendados, né, então quem tá assistindo agora né, talvez vá participar do podcast né, alguém que já tá encaminhado ali pra ser entrevistado que dica que você dá pra pessoa se preparar para participar do Falando e Tomando legal, muito bom

Seja leve, né? Traga a sua verdade. Traga quem realmente você é. Traga ali as suas dificuldades reais do dia a dia. Não vá como um personagem. Não vá como personagem, porque isso ou ele vai cair durante o episódio, ou as pessoas que de repente te procurarem depois por aquilo que você trouxe, vão entender, vão perceber que...

que não era real aquilo que você trouxe no podcast. Então entenda que é um bate-papo livre, pô Bruno, eu tenho vergonha, nunca participei, o que eu faço, o que eu falo? Traga a sua verdade, traga com leveza, imagina que é só um bate-papo, imagina você conversando com alguém no dia a dia, mas a diferença é que vai ter algumas câmeras ali te filmando.

Então, venha com muita tranquilidade, sem pressão, eu vou conduzir de uma forma que vai te deixar bem à vontade ali também no espaço que a gente tem hoje.

É isso, traga a sua verdade. Acho que o ponto principal é esse, é trazer a sua verdade. Não monte um personagem para você participar do episódio do podcast, que esse personagem com certeza ou ele vai cair durante o próprio episódio, ou depois acaba até te prejudicando. Então venha com leveza, venha com verdade, venha com propósito, propósito real daquilo que você quer transmitir para as pessoas, que vai ser sucesso principalmente para você, para mim também, e para quem vai estar acompanhando.

Muito bem, muito bem. E para a gente finalizar, para a gente encerrar, deixa uma mensagem para o pessoal. Aquelas mensagens que você fala bonito lá no final do episódio, no começo do episódio, deixa aquela mensagem especial do Bruno para os nossos ouvintes, os nossos...

Como é que fala? Telespectadores. Os nossos inscritos. Pessoal, eu acho que a gente sabe as dificuldades que é no dia a dia, a gente sabe tudo que a gente enfrenta, para quem é empreendedor, para quem não é. O mundo hoje está meio que de cabeça para baixo, do avesso aí.

Seja você sempre, um ponto que acho que é extremamente importante, dependente da área que você atue, jamais desista. Não deixe que desistir seja uma opção para você.

Começa, recomeça, quantas vezes for necessário. Estude, procure adquirir cada vez mais conhecimento. Esteja, uma coisa que eu sempre falo, inclusive no podcast, esteja em lugares e com pessoas que já estão aonde você quer chegar.

Acho que isso que vai te trazer uma grande diferença. É isso que vai te trazer uma visão diferenciada. Então, Bruno, eu quero ser um empresário de sucesso. Perfeito. Então, esteja em lugares onde as pessoas já são empresários de sucesso ou, pelo menos, estejam no mesmo caminho.

sejam buscando a mesma coisa. Você está ali sempre naquele meio de mediocridade, não vai te trazer nada diferente. Então esteja em lugares e com pessoas que já estão aonde você quer chegar e não deixe que desistir seja uma opção. É isso.

Muito bem, muito bem. Bruno, obrigado por participar aqui do podcast. É um prazer te receber. Eu já fui no seu podcast, agora convido a participar do meu também. Então a ideia é justamente essa, a gente ter essa troca e foi muito positivo. O podcast ele é uma ótima forma da gente contar histórias, todo mundo tem realmente uma história pra contar.

É uma forma da gente poder levar informação, levar conhecimento, é uma forma de se promover também, né? Então, é um formato que hoje vale a pena participar, vale muito a pena estar antenado. Então, agradeço a sua participação, compartilhar para a gente um pouquinho das histórias, um pouquinho de quem é o Bruno e muito obrigado.

Eu que agradeço, uma honra poder estar participando aqui também. E fique ligado, pessoal, acompanhe aí o Depois do Pitch nas redes sociais, acompanhe lá o Falando e Tomando também. E, bom, parabéns, cara, parabéns pela condução, pelo formato que você está trazendo, o formato novo, diferenciado de podcast também, a gente está precisando disso.

Obrigado, cara. Obrigado e parabéns. Para quem ainda não participou e que eu não convidava, gente, venha participar, porque é diferente, é gostoso, é um ambiente legal. Para quem conhece o Be House aqui sabe o quão gostoso é estar aqui. Então venham participar com ele aqui também.

Obrigado. E esse foi mais um episódio do Depois do Pitch, um podcast que está aqui para ouvir, conhecer mais a fundo quem é cada convidado e siga tanto aqui no YouTube, no Spotify.

no Deezer, estamos nas plataformas, acesse o depois do pitch.com.br, lá tem também os episódios para você ouvir. A nossa ideia é levar informação, levar conhecimento e fazer com que o networking chegue para todas as pessoas. Todo esse formato aqui foi pensado para você entender e praticar isso quando se conectar com outros empresários, com empreendedores através de rodadas de negócios.

através de eventos. Então, estamos aqui no Be House. Venha conhecer também os eventos que acontecem aqui. Toda sexta-feira temos um grupo se reunindo pela manhã. Então, faça parte desses movimentos. Participe do podcast, participe do Falando Tomando. Esteja por dentro.

Porque o networking, ele é isso, não é você conhecer mais pessoas, é você se conectar de fato com as pessoas, entender aquilo que elas têm dentro delas, que elas podem contribuir com você, podem gerar insights, podem trazer oportunidades e você da mesma forma. Então, o importante do networking é...

gerar valor. E se você se preocupar em gerar valor para o outro, você está praticando networking de verdade. E fica o meu convite para você então seguir novamente as nossas redes sociais, vai estar aqui na descrição do vídeo, acessa lá que você vai, tanto as minhas quanto as do Bruno vão estar aparecendo. Siga lá, fique por dentro do que está acontecendo e muito obrigado por nos ouvir até aqui. Este foi mais um podcast.

do depois do pitch, porque o networking só começa depois do pitch. Até mais!

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