Episódios de Depois do Pitch

Alessandra Okada - Ecossistema Okada | Depois do Pitch Podcast

01 de maio de 202645min
0:00 / 45:55
Participantes neste episódio2
M

Maia Bruno

HostEmpreendedor
A

Alessandra Okada

ConvidadoLíder de hub de mulheres empreendedoras
Assuntos6
  • Metodologia de Eventos de Alta ConversãoDefinição e propósito · Storytelling e capacitação do cliente · Aumento da taxa de conversão · Aplicação em diversos nichos
  • Ecossistema OkadaHub de mulheres empreendedoras · Capacitações e workshops · Networking profissional feminino
  • História de Alessandra OkadaInfância e influências familiares · Experiência com eventos · Formação em Letras e arte · Impacto da pandemia e isolamento · Redescoberta através da Zumba
  • Programação de eventosEventos corporativos e sociais · Eventos para mulheres empreendedoras · Eventos de alta conversão para especialistas · Exemplos de eventos inusitados (urna funerária)
  • Connection DayFormato e propósito do evento · Networking e palestras práticas · Localização e frequência
  • Comunidades online e networkingImportância do networking para empreendedores · Grupos de networking específicos · Superando o isolamento do empreendedorismo
Transcrição127 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, Networkers! Seja bem-vindo ao podcast Depois do Pit, um podcast que é pensado para o empreendedor. O que ele faz depois do Pit? Então, estamos aqui hoje com minha amiga parceira de negócios, que ela cria estratégias...

junto com um monte de mulheres ali, ela é uma pessoa que está à frente liderando um grupo de mulheres empreendedoras, ensina, ela é mentora, ela tem inúmeras qualidades, né, que eu não vou falar todas aqui, mas você já deve saber quem que é.

E ela é nada mais, nada menos do que a Leocada. Ale, seja bem-vinda ao podcast Depois do Pitch. Muito obrigada. E eu não posso deixar de começar o podcast sem antes você fazer o seu pitch, porque o podcast só vai começar depois do pitch.

Olá, eu sou a Alessandra Ocada, eu lidero um hub de mulheres empreendedoras, onde a gente tem capacitações, tem workshops, podcasts, né? Participamos de alguns podcasts exatamente para trazer essa autoridade para dentro do grupo e fazemos também um grupo profissional de networking para a mulher, que leva em consideração algumas especificidades, como, por exemplo, poder chegar um pouquinho mais tarde, porque tem que levar filho na escola.

Então, às vezes, pequenos detalhes fazem a diferença nessa questão do mundo feminino. E é isso que a gente leva em consideração e a gente trata e traz essas mulheres aí para fazerem negócios. É isso aí. Então, tudo pensado para mulheres. Bom, Ale, eu te conheço já tem um tempo, né? Então, eu já sei um pouco da sua história e sei que você sempre trabalhou com eventos.

Certo? Sim. Em tipos diferentes de eventos. Exatamente. Então, conta um pouquinho da sua história como é que você começou com os eventos, como é que você começou criando, né, não só eventos, mas experiências de uma forma se assim eu posso dizer.

Legal. Na verdade, evento é muito isso, né? Evento é uma geração de experiência. Então, precisa ser uma experiência agradável para todo mundo, para quem está trabalhando, para quem está participando do evento, para quem está usufruindo depois dos resultados daquele evento. Então, é uma coisa que a gente precisa pensar meio que em todo mundo.

E mora... O sagrado mora no detalhe. Então, os detalhes é que vão fazer toda a diferença. E aí, você perguntou como eu comecei?

Eu sempre gostei. Então, eu produzia festa em casa, com certeza tinha meus dedos na produção, né? Sempre eu acabava promovendo e produzindo coisas ali. Meu pai gostava muito de promover e produzir também algumas coisas. Meu aniversário de 10 anos foi incrível.

Meu pai montou uma discoteca na minha casa, tinha luz estroboscópica. A gente cortou um monte de papel alumínio, colou na parede em ângulos diferentes para a luz bater e refletir. Tinha iluminação colorida, meu pai arrumou umas lâmpadas coloridas. E a gente comprou, meu pai, comprou tinta... A

florescente e colocou luz negra. Então, quando apagava a luz, os desenhos que a gente fez da Mônica, do Cebolinha, na parede, pintado com a tinta florescente, ficava quase em 3D. Foi incrível, cara. Então, eu venho desse lugar. Eu tenho uma tia que...

trabalhava na área de eventos da IBM, então ela trabalhava no CDT uma época, mas dentro dessa parte de promover eventos para os colaboradores, de estar incentivando, a IBM sempre teve essa preocupação de ser uma empresa bacana para o colaborador, então ela trabalhava muito nessa área. Então ela tinha...

dinâmicas e eles inclusive tinham umas capacitações para que ela soubesse dessas dinâmicas e fizesse e eles tinham esse centro educacional do departamento técnico, que é o CDT.

tinha o CE também, o Centro Educacional, que aí capacitava o cliente, o CDT era capacitação interna, e eram, traziam lá dos Estados Unidos, muita dinâmica, muita...

tipo uma gamificação que na época nem tinha esse nome, né? E aí, então, ela aprendi, depois no Natal a gente usava isso daí dentro dos nossos eventos sociais familiares, então eu sempre vivi muito dentro de uma esfera assim que foi meio festeira, então eu sempre gostei de fazer festa, sempre gostei de festa.

Que legal, que legal. E eu vejo sempre, você traz sempre muito disso, né? A referência do seu pai. O seu pai, ele é uma pessoa muito criativa, uma pessoa que gosta de inovar ali em tudo que ele faz, né? Então, eu sempre gosto dessas referências que você traz do seu pai, porque são sempre muito curiosas, né? Você já falou disso, né? Não sabia dessa história do aniversário de 10 anos.

acho que quase ninguém sabia porque é sei lá, não, ninguém pergunta assim, ah, da onde você vem com essa história de festa então eu quase nunca tenho oportunidade de contar, mas é disso daí

E aí depois eu tive o Lagoa dos Patos. O Lagoa dos Patos era um lugar muito direcionado para evento, né? A gente tinha, além dos eventos que eram mais famosos, que eram o Baile Country Sertanejo, que mais pessoas conheciam, a gente tinha também os eventos sociais, né? De casamento, tinha os eventos corporativos.

E eu até fui participar de alguns grupos de networking profissional exatamente por conta dos eventos corporativos. Começaram a aparecer espontaneamente esses eventos e aí a gente olhou como um nicho de mercado, né? Falou, nossa, isso aqui acho que podia ser interessante de fazer mais vezes. Onde a gente acha gente para a gente falar disso e fazer isso mais vezes, né?

E aí acabei participando de grupo profissional de networking por causa disso, para captação, prospecção nessa área de eventos corporativos.

E eu já fui lá no Lagoa, né? O pessoal falou assim, pô, você dança counter? Eu falei, não, não danço nada. Na verdade, eu fui como convidado, participei lá, né? Minha esposa levou eu lá. Ela que gostava de dançar, eu... É dois pra cá, dois pra lá. Eu aprendi esse e fui só assim. Dá pra ver que eu não tenho um tipo assim da dança, né?

Mas eram eventos muito legais, sempre foram, né? E eu acho que o Lago, ele tem essa característica de Jundiaí, porque ele é uma cidade que até há muito tempo atrás, a pessoa via muito como interior, né? Pouco tempo atrás, né? Pouco tempo atrás. E os eventos que eram feitos lá, eles ressaltavam. Então, a galera de Chapéu, né? Fivela, então, assim, era um negócio... Traiado. Exato. Era um pouco traiado. Isso é legal.

Não era lambão, não. Não era lambão.

E lá depois, você também tinha um restaurante lá, né? Ou não? Tinha, exatamente. Na verdade, tudo começou com restaurante. Os eventos à noite eram um plus que a gente tinha. Começou muito despretensiosamente. E aí foi crescendo. Foi tendo gente, cada vez mais gente. A gente foi melhorando a estrutura. E isso fez com que o negócio crescesse e ficasse bem interessante mesmo. Era bem legal.

Legal, legal. E você também, além dos eventos, quais são os seus hobbies aí? O que você gosta de fazer também? Eu gosto de dançar, né? Eu adoro dançar. Na verdade, a Zumba mudou a minha vida completamente, porque desde que eu mudei para Jundiaí, a gente foi morar exatamente no Lagoa dos Patos. A gente morava lá dentro do complexo, né?

Então, você até trouxe aqui, né? Que Jundiaí tinha uma característica mais interiorana, né? E tal, mas o pessoal fala do interior. E aí, isso faz com que as pessoas também sejam mais fechadas, ressabiadas em relação a quem vem de fora.

Para além disso, ali não é um lugar no centro de Jundiaí ou num bairro bastante populoso, né? É ali num bairro mais afastado. Então, eu ficava muito isolada. E isso foi fazendo com que eu tivesse contato único e exclusivamente sempre, praticamente com as mesmas pessoas. Eram os colaboradores, fornecedores, cliente sempre muda, mas cliente é um contato ali que é amistoso, mas não é seu amigo, né?

na grandissíssima maioria das vezes. E o marido, que era meu sócio. Então, eu ficava muito fechada dentro de uma bolha.

E isso foi ficando cada dia mais complicado, porque você vai se isolando. A gente teve aí a pandemia, por exemplo, que as pessoas ficaram em casa. E aí ela estava isolada, ela estava sozinha? Não, estava com todos os familiares dela. Tinha gente que, inclusive, morava com tio, primo, não sei o quê. E parece que foi pior ainda, né? Porque daí essas pessoas que mais brigaram com as outras pessoas.

Porque esse isolamento, né? Ficar preso numa bolha que é constantemente o mesmo assunto, as mesmas referências, as mesmas coisas, não vai te fazendo muito bem. A gente precisa de outros tipos de relacionamento, né? De outra visão de mundo.

Eu não contei aqui, mas eu sou formada em letras. Quando eu fazia letras, no meu aniversário de 10 anos lá, depois eu produzi uma peça de teatro. Por que tinha essa mão de Mônica? Porque eu produzi uma peça de um livrinho que meu pai comprou na banca de jornal que vinha com um disquinho de vinil com a história...

com as músicas, né? Ele vinha com um roteiro e uma série de músicas, que era um musical, da história de Mônica e Cebolinha no mundo de Romeo e Julieta. Então tá bom. E aí eu li aquilo lá e fiz todo mundo encenar em casa. Então eu dei um papel pra cada um, eu dirigi e era atriz principal.

E aí, então eu sempre gostei de arte, de coisa, e aí quando eu fui fazer faculdade, eu fui fazer letras, e aí com letras eu gostava também na parte de literatura, gostava de Shakespeare, gostava de Clarice Lispector, gostava de Manuel Bandeira, enfim, gostava de vários autores.

e literatura é uma parte artística da escrita, né? Uma das artes, então tem pintura, tem música, tem literatura. Então eu sempre gostei dessa parte mais artística, então isso também tem uma relação com essa questão de evento.

de gostar de evento, de ter esse olhar mais artístico para as coisas, porque arte tem a ver com evento, você vai num teatro, você vai num show musical, você vai num sarau, você vai... Enfim, então tem essa relação.

E aí eu sempre gostei desse lugar. E aí fazer, então, essa... Fazer zumba, né? Ter aula de zumba foi um negócio que me trouxe de volta pra esse lugar. Porque daí quando eu fiquei muitos anos lá dentro do Lagoa...

empresa, vai nessa bolha, eu não tinha contato com isso, eu me distanciei muito desse mundo, porque era uma coisa muito mais do comercial. Ó, vê o planilha aqui, quanto tá custando, precifica um produto, faz cadastro do produto, conferência, fala com a moça lá que precisa sair, tira foto da coisa, prega na parede lá pra sair tudo igual no padrão, enfim, o processo, né? Os bastidores que são...

E aí demanda bastante, né? Esse processo é... Ele é bastante coisa pra fazer. Então não sobra muito tempo pra você ficar... Ah, criando arte, né? Então, de repente, poder ter esse contato de novo fez... Nossa, foi um respiro, assim. Me ajudou muito. Me trouxe... Me trouxe de volta pra vida, vamos dizer assim. Que legal. É, porque na verdade você fica... Eu acho que a pandemia pra todo mundo foi um...

O momento de você... Você ficou... Isso que você falou, é muito real, né? Ficou todo mundo dentro de uma bolha. E aí, na hora que saiu... Você pode ver que a gente mudou até de área. Né? Porque acabou se descobrindo outras coisas. Então, é... Isso que você falou faz muito sentido. Faz muito sentido. E aí, você foi pra Zumba. É. E é meu hobby, né? Meu principal hobby. Eu adoro ler. Eu adoro assistir uma série.

Adoro um cinema, assim, uns filmes mais... Eu gosto de Papo Cabeça, Machu Picchu. Eu gosto dessas coisas, né? Eu sou meio nerdola. Eu gosto de ler livro, eu gosto de ficar com o assunto... O Jota fala assim, ai, a galera antes falava que eu era palestrinha. Eu ouvi muito, porque eu sou essa pessoa também, né? Da palestrinha.

Gosta de um assunto e aí quer se aprofundar nesse assunto e quer saber mais e quer estudar. Quer muito aprofundar dentro de tudo, né? E aí da Zumba, você começou o grupo... Quando é que você começa o grupo de networking das mulheres? Eu... E aí... É um...

looping, assim, muito interessante, porque tem uma mulher incrível chamada Daniela Leite. A Dani Leite, ela foi... Ela é muito inteligente, é uma mulher que trabalhou no mercado corporativo, em C-level, de muitos lugares, inclusive da própria empresa farmacêutica, porque ela é...

mestrada, doutorada nessa área de biomédicas, biologia, bioquímica, química. Então, ela tinha uma empresa nessa área aí. E aí ela... Só que isso é uma área... Quanto mais se level, mais isolado você fica também. É outra bolha. É outra bolha.

E aí, ao mesmo tempo, ela sempre gostou do universo de descobertas. Ela é uma cientista. Então, ela sempre gostou de explorar, descobrir. E essa exploração externa era também interna. Ela também olhava para dentro e queria se descobrir e fazer perguntas para ela que, de repente, ninguém fazia.

E ela vende essa empresa e ela começa a pensar como que eu vou fazer agora? O marido dela trabalhava com desenvolvimento humano. E aí ela vai ter ainda mais contato com essas coisas e ela fala assim, poxa, mas esse modo de comunicar é muito masculino, eu acho que eu posso criar um jeito feminino de comunicar isso. E ela começa a pensar sobre isso e cria uma metodologia. Aí eu tenho contato com essa metodologia, eu falo assim, que negócio incrível, achei demais.

e vou trabalhar de forma voluntária pra essa metodologia por um período. Então eu comecei... Porque como eu era professora, então eu gostava de estar dando aula, partilhando conhecimento. Então eu vou partilhar conhecimento com outras mulheres, começo a montar grupos de conhecidas, não conhecidas, começo a falar sobre essa ideia, alguém que olha pra mim e fala assim...

Ai, que legal. Eu falei, então vem. Então vem que é de graça, é super bacana. Vamos se oportunizar aqui. É tanto X período. Aí depois você já está livre. Só que depois a gente acabava criando um elo realmente. A gente acabava criando uma comunidade ali. E eu fiz isso por um período um pouquinho antes da pandemia.

Então, quando veio a pandemia, fecha o Lago dos Patos, evento, restaurante, é tudo que não podia. Eu não podia juntar gente, não podia ficar dando comida para os outros. Porque, ah, o vírus vai morrer, né? Enfim.

Então, eu abro um Zoom e começo a chamar essas mulheres. Falar, viu, o que você está fazendo? Ah, eu estou fazendo torta aqui na minha casa e distribuindo aqui no prédio.

Ah, legal! Vou falar aqui no meu prédio também, aí você vem na quarta-feira e distribui aqui no prédio inteiro pra quem encomendar. Ai, legal, você me ajuda com isso? Ai, que bom! Ai, fulana tá fazendo unha, então vai lá fazer unha com máscara, com não sei o que, nananã, num dia específico, põe candida na porta, tira o sapato, aquelas histórias, e vai lá poder fazer uma unha, pra poder cuidar de um cabelo, cortar o cabelo, enfim, né, essas coisas que não podia mais fazer.

E aí toda essa história aí de comprar roupa, porque tem gente que ficou com o estoque todo parado lá e começou a distribuir com 30%, 50%, 70% de desconto. Então, vou aproveitar aqui. Enfim, ao mesmo tempo tinha gente ganhando muito dinheiro.

E essas pessoas com muito dinheiro não tinham onde gastar. Então elas queriam, né? Uma coisa... Ai, você tá vendendo torta? Eu nem vou comer, mas eu quero comprar. Eu não queria gastar o dinheiro, né? Então a gente começou a se ajudar desse jeito. Porque minimamente a gente se olhar ali pela tela e conversar com alguém que não tava dentro da sua casa, já era um negócio que era furar a bolha. Já era uma coisa que já...

te levava pra um outro lugar. E foi muito legal, assim. A gente começou a se ajudar, de fato, assim, com muita coisa.

muito no emocional, talvez até mais do que no financeiro, porque ninguém ficou rico vendendo torta no prédio, né? Mas emocionalmente a gente acabou conseguindo se manter. Então, isso foi muito legal. E aí, quando acaba a pandemia, a Ju Oruê, que você sabe quem é, vira e fala assim, amiga, amiga, né? Com aquele jeitinho dela, amiga!

Isso daí é uma missão que você tem, você precisa continuar, você precisa... Eu falei, tá, Juliana, mas eu ganho dinheiro com o que, minha filha? Você acha que eu tenho... Eu tô milionária, que eu posso ficar fazendo filantropia? Não consigo, né? Não, transforma isso num negócio. E aí eu volto pra Dani.

E falo com a Dani, falo com a Fernanda Sanches, e falo, cara, me ajuda a transformar isso numa metodologia. Claro, Ale, que legal. E aí a gente transforma, senta, conversa um pouco online, umas ideias, umas coisas, umas trocas, e a gente passa a...

a ter uma metodologia que a gente usa até hoje, que a gente foi mudando ao longo do caminho, porque é, exatamente, é vivo, né? É um sistema vivo, então a gente vem adaptando, mas o cerne, a matriz, é a mesma desse lugar aí que a gente construiu.

Que legal. E hoje a gente vê, né? Na verdade, hoje tem grupo em Campo Limpo, né? Que vocês movimentam. Tem grupo em Jundiaí. Tudo faz parte da mesma comunidade. Mas as reuniões são em lugares diferentes? Acontece uma vez por semana? Como é que funciona? Exatamente assim. Tudo faz parte de uma comunidade apesar de acontecerem reuniões em lugares diferentes. Isso que é muito legal. Porque é uma comunidade única. E aí tem...

Na primeira quinta do mês, a gente faz uma reunião num lugar inusitado, que talvez você não conheça. Te convido agora pra conhecer, chama Be House. Esse lugar é muito bom, eu vou te falar.

Então, a gente está aqui, toda quinta, primeira quinta do mês, a gente vem para a Bee House. Legal. Depois, na quarta, segunda quarta, a gente faz lá em Campo Limpo. Na terceira quinta do mês, a gente faz em um dos espaços das meninas. Então, o próximo, por exemplo, a gente vai estar dentro do tratado feminino na Vila Arens, que é de uma das membros. A gente já fez dentro do Mundo Verde, a gente já fez...

Na doutora Simone, que tem um espaço aqui no Anhangabaú. A gente já fez dentro da Escola Supera, da Helena. Então, as membros, a gente vai visitando as membros para que as pessoas conheçam, saibam, interajam mais e realmente a coisa aconteça de forma mais integrativa. Fica mais gostoso, né? Você mudar de ambientes. E o legal é que, assim...

Você falou do Behouse, né? O receber as pessoas no seu espaço é uma coisa muito legal.

porque, na verdade, você traz vida para ele, porque é sempre as mesmas coisas, todo dia, toda semana, então não muda muito, né? Então, quando você sabe que vai receber ou tem algo que vai acontecer no seu espaço, é diferente. O sentimento é muito gratificante, porque você vê ele vivo, né? Você vê ele acontecendo. Eu falo por experiência aqui, tá? No Bibihouse, essa é a sensação que eu tenho.

E essa forma, né, de levar para outros espaços cria também essa... Valida o negócio de cada uma, né? Isso que é legal. Essa validação, porque a pessoa tá lá, ela tá vendo o seu espaço, ela tá vendo a sua estrutura, ela sabe que aquilo acontece, ela sabe que aquilo é real. Então, isso é legal porque cria até memórias. Então, isso facilita esse processo de conexão entre elas. Então, isso que eu acho bacana. E aí...

Você começou, você tem o grupo, você tem as mentorias, né? E aí você começou a desenvolver agora um novo trabalho, que na verdade você já desenvolvia, mas agora você está... Tem um... Como é que eu posso dizer?

uma metodologia por trás. Essa é a grande sacada, né? É a metodologia que dá um embasamento muito mais forte pra tudo aquilo que já foi feito e já foi validado, né? Mas agora com isso que você trouxe, que recentemente você trouxe pra gente aqui em uma palestra. Fala, pessoal, como é que funciona esse seu trabalho e o que é essa metodologia? Chama, como é que é?

A TR Experience é que desenvolveu essa metodologia, né? O Marcos Abreu. E ele, hoje em dia, ele tem um curso que chama MTS. MTS. Make the Stand. Fazendo os bastidores. Pra poder... Em que ele ensina exatamente como conduzir eventos de alta conversão. Então, a gente...

já tinha aí essa expertise em evento, já sempre gostou de trabalhar com evento. Dentro do trabalho com o Network Queen, existe também essa questão dos eventos. A gente tem um evento que acontece faz cinco anos, o grupo tem quatro, tem um evento que acontece há cinco anos, porque quando eu estava com a Dani...

A gente já fez um primeiro evento lá atrás do Essência Feminina. Então, o Essência Feminina vem sendo feito, realizado há cinco anos em setembro. E é um evento que quem participa sempre sai muito impactado, sempre sai ali...

Nossa, que coisa incrível, que diferente, que coisa maluca, eu quero de novo, enfim. Então, é um feedback muito legal que a gente tem dentro do Essência Feminina. Legal. E a gente está estendendo isso para mais momentos, para mais...

pessoas inclusive, porque entendendo a metodologia, eu não tinha a noção antes de poder construir os eventos que eu construo para mim, também para outras pessoas, porque eu não prestava atenção em cada detalhe de como eu regia isso, porque era quase natural o meu, porque já está fazendo, né? Então, quando você realiza uma tarefa, eventualmente você não para para pensar em...

como você realiza tudo isso e como isso é um método que você realiza.

fazer a coisa acontecer. E aí, ter essa consciência tá fazendo muita diferença. Então, hoje a gente vem trabalhando aí eventos pra outras pessoas, inclusive. Que legal. Pra que ela tenha conversão. O que que é um evento de alta conversão? Se você puder explicar assim num detalhe. Porque a gente é...

imagina, né? Quando a gente pensa num evento, a gente pensa que vai acontecer ali uma palestra, que vai acontecer ali um workshop, uma imersão. Mas o porquê que ele é de alta conversão? Então, vamos lá. Imagina que você é... Como você falou, a gente se conhece um pouco. Você é expert em tecnologia. Então, você é uma pessoa que entende bastante de tecnologia, é versado em tecnologia.

Mas você mesmo não para para pensar em como você tem uma metodologia que podia ser ensinável para outras pessoas. Ou que parte dessas coisas que você faz poderiam ser embaladas como produtos e comporem uma esteira de produtos.

E aí, nessas reuniões, a gente fala um pouco disso, porque daí você quer fazer... Inclusive, vamos convidar todo mundo? Sexta-feira, aqui na Be House, vai ter uma vez por mês, tem um Connection Day, é isso? É isso aí, uma vez por mês.

nós temos um evento que é o Connection Day. Ele acontece normalmente ou é o primeiro ou é o segundo, sexta-feira do mês. Quando não tem feriado, é a primeira, né? E nesse evento nós trazemos sempre o...

palestrantes que vão trazer algum conteúdo que seja prático para os negócios, então essa é a proposta, mas ao mesmo tempo nós trazemos também a metodologia que a Alessandra está aplicando aqui, ajudando a gente, ajudando, não, executando aqui basicamente organizar o evento.

Em resumo. Não era nem pra falar dessa parte, era só pra falar do Connection Day mesmo. Pra convidar as pessoas. Mas é que... Como esse episódio aqui, ele vai estar... Ele não vai exatamente essa semana, então já vai acontecer. É, ele sempre acontece. No Connection Day, não é uma primeira ou segunda, sexta-feira. Se você não...

Você está aqui, ó, qualquer sexta-feira do mês, tem um grupo aqui chamado BNC, que faz networking, então você pode vir visitar, pode vir conhecer. E aí depois que você conhecer, você pode ficar sabendo o dia do próximo Connection Day para participar. Não é segredo, não é segredo. Só se vir sexta-feira, a gente está aqui, a gente toma um café, e aí você fica sabendo qual é a data do próximo.

Exato, tá lá. É isso, entendeu? Independente de quando ele tá assistindo, vai ter uma próxima sexta-feira aqui nesse dia. Se você estiver assistindo, sei lá, em dezembro, pode ser que... Na próxima sexta-feira vai ter também. É só no ano que vem agora, porque agora se você estiver assistindo em dezembro, vai ser em janeiro. Ai, meu Deus do céu, que menino difícil. Vamos lá.

O que acontece? E aí você tem essa esteira de produtos, você tem esses produtos que você pode oferecer para as pessoas, que as pessoas gostariam de ter acesso. Elas só não acessam porque elas sequer imaginam que você possa oferecer isso para elas, que você tenha isso embalado num produto para que ela possa adquirir, porque ela quer esse conhecimento, como o seu workshop de inteligência artificial.

para construção de site, por exemplo. Então, é uma coisa que as pessoas querem acessar, só que se elas não sabem...

tem como ela acessar. E aí, dentro do evento, por exemplo, dentro de um Connection Day, a gente tem um Storytelling, em que a gente vai falar, por exemplo, nesse próximo aqui, vamos usar o exemplo prático, a gente vai falar sobre registro de marca. Então, a importância de um registro de marca

Depois, a gente tem, falando sobre a questão da construção dessa marca dentro das mídias, das redes sociais, etc., de forma mais assertiva, como você faz isso nessa construção dessa marca e o que isso tem a ver com o Bruno ser especialista em tecnologia.

Quando eu tenho uma marca, eu posso, através dessa marca, ter um registro não só oficial, jurídico, mas na mente e no coração das pessoas. Onde elas vão achar isto? Onde elas estão atuando mais? Que é na internet, na palma da mão delas, com um site.

Então, se você tem uma marca, se você está registrando essa marca e você talvez queira ter uma identidade digital, uma marca digital, o Bruno é a melhor opção para estar construindo isso dentro do digital com o site, por exemplo, através desse workshop. Então, a gente vai falar...

dar esse indício dentro desse storytelling e a pessoa vai ficar curiosa, vai falar assim.

assim, é construir uma... Como assim? Acho que podia ser interessante. Aí vem a Natália e fala sobre rede social e vai falar sobre presença digital. Então, dentro dessa presença digital, você pode, inclusive, dentro do seu Instagram, oferecer ali, né, aqueles chamados, né? Você faz um patrocinado com uma... Caminhando para uma... Indo, né? Como que fala? Indicando lá, né? Para uma landing page.

que está dentro do workshop que o Bruno cria de tecnologia com IA, que vai poder criar site, landing page, outros recursos aí que você pode estar usando. Então, de novo, a gente traz aqui o seu produto. E aí, no final, a gente fala, olha...

se em algum momento fez sentido para você aquilo que eu falei lá sobre o registro de marca, aquilo que a gente falou dentro da rede social, de participar desse workshop para a construção dessa presença digital mais efetiva,

a inscrição está aqui, custa tanto, pega o QR Code aqui na tela. Então, isso daí... E o que isso gera? Alta conversão, por quê? Porque você capacitou o teu cliente através da condução de todo o evento para que quando chegasse no final, ele já está quase levantando a mão antes de você falar. A hora que você fala assim, alguém gostaria? Ele fala, eu queria, queria entender mais. E aí você já...

Então, vamos marcar uma reunião, eu te explico melhor. Então, ou seja, você já vai conduzindo o cliente a estar mais capacitado de que ele precisa efetivamente do produto que você tem para oferecer. Legal, legal. É, isso... Quando a gente enxerga o evento dessa forma, né? Dá para ver que essa construção... O que eu enxergo? Todo cliente, ele precisa tomar uma decisão.

todo potencial cliente precisa tomar uma decisão. Você tem uma solução que vai ajudar ele a chegar a um ponto, que ele vai sair do ponto A para o ponto B. Você tem a solução que vai entregar para ele. Os eventos são a melhor forma de fazer com que o seu potencial cliente tenha um nível de consciência mais profundo para ele tomar uma decisão correta em relação àquilo. Porque você instrui ele, você traz informações para ele, capacita ele e no final ele já sabe...

Qual caminho que eu tenho que ir? Qual que é a decisão que eu tenho que tomar? Então, os eventos de alta conversão, quando você traz isso, esse é o mapa que eu consigo enxergar. É o capacitar, vai preparando, conta uma história para ele, e fala assim, olha...

Tá vendo esse aqui? Esse aqui é você. Agora, tá vendo esse outro aqui? Esse aqui, outro aqui é você. Se você tomar as decisões certas para o seu negócio ou para a sua vida, então o evento de autoconversão, ele traz, ele conduz a pessoa. Muita gente confunde assim, ah não, mas eu fui lá, eu fui em uma palestra e me enganaram, tentaram me vender algo. Isso é erradíssimo pensar. Ninguém tentou te vender nada. Na verdade, já te venderam, porque se você participou, seja gratuito ou se você pagou, você comprou uma ideia.

Você foi lá adquirir uma ideia. Você foi lá adquirir conhecimento. Não existe almoço grátis. É uma ilusão achar que eu vou em uma paléia gratuito, mas não vão me oferecer nada. Não, vão te oferecer alguma coisa. Se você for potencial cliente, se você está no nível de consciência para aquela solução, não é produto, é solução. Quando a gente pensa, né?

Por quê? Se você está no nível de consciência para aquela solução, ok. Você pode adquirir, você pode com toda certeza, porque aquilo já te preparou, já te mostrou o melhor caminho, mas não pense que você foi enganado. Então, tem enganação no mercado? Tem também. Não vamos falar que não...

Tem, né? Tem um evento que você vai e o cara fala um monte de groselha e chega no fim, ó, compra aqui. Que é um evento de alta conversão. Alta conversão é isso, é a gente montar um roteiro para capacitar realmente aquela pessoa que está ali de que talvez, efetivamente, eu realmente tenha a solução para ela.

E que se eu não abrisse a minha boca, se ela não tivesse ali ouvindo aquela história, ela não ia saber. Então, no final, por que a pessoa já está levantando a mão? Porque ela entendeu, ela falou assim, nossa, eu quero isso, eu gostei, nossa, isso é para mim, isso faz sentido para mim. E aí ela quer...

adquirir, né, ela quer fazer parte, ela quer estar junto, e aí de, por exemplo, uma média de 20% que você tem de conversão, quando você faz uma palestra e simplesmente oferece no final um produto, e muita gente já sabia, então existe aquele gatilho da reciprocidade, né, o cara fala, pô, vim aqui de graça.

recebi esse monte de conteúdo, nada mais legítimo do que agora eu compro lá o curso do cara, 350 reais, 12 de 35 reais e tal, nem vai pesar para mim, vou comprar. Tá bom, tem essa parte. Porém, se eu entendo que aquilo efetivamente é um recurso que soluciona um problema meu,

Eu não só vou comprar pela reciprocidade, por ter já ali recebido uma parte de conteúdo, mas porque efetivamente eu acho que aquilo é uma solução para mim. E aí, então, eu aumento de 20% para 40%, 45%, 60% de conversão dentro do evento.

porque as pessoas estão mais capacitadas. É como se você... É níveis neurológicos, né? Você cria um ambiente para mostrar um comportamento que vai mostrar uma capacidade para que você se conecte a pessoas que têm crenças e valores semelhantes aos seus.

Muito bem, muito bem. E hoje, como é que a gente faz para te encontrar nas redes sociais? Ou quais são... Eu vou ter um site, porque eu vou fazer um workshop. E quando eu quiser, aí eu vou ter um site, entendeu? É um sucesso, depois você pode saber mais também, entrando também nas nossas redes sociais, você vai saber tudo sobre esse workshop.

Exatamente. Eu já vou, já garanti minha vaga. Então, quando eu tiver o site, você vai poder também entrar no meu site. Quem participou já está com o site pronto. Então, assim, o pessoal está... É, você vai procurar lá no Google ecossistema ou cada e vai aparecer um site lindo e maravilhoso para você poder acessar.

Mas por enquanto, quando ainda não tem o site, você pode ir na rede social do Instagram ou Facebook, arroba ecossistema, o cada, o K-A-D-A, e poder me mandar uma DM, me mandar ali um recado, comenta lá no post que eu acabo lendo tudo, eu gosto de interagir pelas redes sociais. Última pergunta, quem pode, para quem são os eventos? Quem pode fazer eventos?

Esses eventos, qualquer pessoa pode fazer um evento, né? Vamos partir dessa premissa que tá bom, eu quero fazer um evento, eu posso fazer um evento.

Tô conduzindo, inclusive, um aniversário de 15 anos de uma mocinha que eu fiz o aniversário de 15 anos dela, porque depois que eu tava no Lagoa, eu fui fazer cerimonial e protocolo no Senac, fui me especializar em uma série de coisas, e fiz, por exemplo, o aniversário de 15 anos de uma menina que era afiliada dessa moça.

que as meninas eram nenenzinhas e agora as meninas estão fazendo 15 e ela veio me chamar de novo. Eu hoje não atuo mais exatamente nessa área, mas eu tenho uma equipe. Então a minha equipe já está falando com ela e a gente vai promover e produzir lá o aniversário de 15 anos das gêmeas. Olha só que legal. Mas está incrível. Mas dentro dessa área de eventos de alta conversão, ela é para especialistas. Ou seja, você é especialista num assunto?

Então, esse evento é para você. Eu sou especialista, vamos supor, aqui eu estou com um colarzinho de uma artesã maravilhosa, que é a Clau Mastelaro. A Clau, ela é uma especialista, porque ela é especialista nessa arte da confecção desse modelo.

de artesanato. Então, ela pode ter um evento dela em que ela faça uma alta conversão, seja de curso ensinando isso aqui, seja de venda especificamente do próprio produto. Então, a gente pode... Eu vou contar aqui, a TR, o Marcão, eles já fizeram alta conversão de urna funerária.

É sério essa história. Eles venderam uma média de 60% lá, uma coisa assim, não lembro, 62%, 58%, perto de 60%.

de conversão num evento em que o evento vendia urna funerária. Aí você fala, pô, mas a pessoa saiu com o caixão na cabeça? Não, depois, se você quiser saber melhor dessa história, me chama que eu te conto. Mas dá para vender urna funerária?

Com certeza, se você é especialista num assunto aí, floricultura, florista, curadoria de roupa, branding, tecnologia, finanças, a gente está até fazendo, agora que a gente está conversando com o pessoal que é da área de finanças, seguro, a gente também está conversando com uma galera que também atua na área de seguro, então...

advogado, né, da área do direito, e aí as áreas todas do direito, direito imobiliário, direito sucessório, direito previdenciário, direito, enfim, a área do direito que você atua.

Sei que a OAB não existe essa possibilidade de a gente ficar fazendo oferta e não é sobre criar uma esteira de produtos ali para o advogado, mas a gente consegue montar um evento em que no final as pessoas que aquele advogado consegue ajudar já vão poder entrar em contato com ele para poder marcar uma reunião, entender melhor como que ele...

pode ser e como pode efetivamente ajudar aquelas pessoas. Então, existem vários recursos aí que a gente pode estar atuando.

Muito bem, muito bem. Acho que qualquer dúvida, tudo aquilo que você quer saber sobre eventos de alta conversão, tudo aquilo que você quer saber sobre como criar esteira de produtos também, isso é algo que você também trabalha, fala com a Leia, procura ela nas redes sociais. Eu vou deixar o link de todas as redes sociais dela aqui na descrição do vídeo, inclusive o site também, porque quando você acessar esse vídeo pode ser que esse site esteja pronto.

Que aí ela vai participar do workshop nosso de criação de site. E você pode tirar todas as suas dúvidas com ela. Ale, deixa um recado final aí para o pessoal. Essa é a sua câmera. Olha para ela e deixa aquele recado bem bonito para todo mundo que está te ouvindo.

Vamos lá. Se você tem o sonho de empreender ou já está empreendendo e quer sair do lugar comum, você pode, todos os recursos que você precisa já estão dentro de você. Você só precisa acessar esses recursos.

procura uma pessoa que possa te ajudar, de repente um mentor, vá num grupo de networking, conheça outras pessoas, fure essa bolha de onde você está.

Todo mundo fala que o empreendedorismo é um lugar muito solitário e não é uma brincadeira isso, isso é uma verdade. Só que essa verdade pode ser mais leve, ela pode ter recursos que você acesse que vão te ajudar muito, como, por exemplo, participar de grupos de networking. Então, busque aí os grupos que fazem sentido para você.

Tem grupos específicos da sua área de atuação, a área da construção civil. Então, eles têm um grupo que se reúnem, os médicos, os advogados, e tem os profissionais e empresários no geral que também...

Onde o médico também pode vir, onde o engenheiro também pode vir, onde o médico também pode vir, e que podem agregar muito dentro desse grupo e que podem realmente aprender muito com a expertise dessa galera que já está fazendo ali na raça, né? Como diz o Ronnie Meisler lá, é cabeça de dono. Então, quem tem cabeça de dono, pensa um pouco diferente e tem bastante coisa para compartilhar.

Maravilha. Chegamos ao fim de mais um podcast. Este foi o episódio... Eu não sei o número. Eu ia colocar o número, mas eu ia colocar o número... Pode ser o número 3 ou o número 4. Você vai descobrir na descrição. O número 9. Meu número de sorte.

E muito obrigado, Alê, por ter participado aqui, por ter trazido mais informações sobre a sua área de atuação. Eu que agradeço a oportunidade. Eu que agradeço a sua participação, sua presença aqui, todo o seu conhecimento compartilhado conosco. Seja sempre bem-vinda a participar. Este foi mais um Podcast Depois do Pitch, porque o networking só começa depois do pitch.

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