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Zysk: além do lucro #18 - A diferença entre ser rica e ficar rica pode ser a sua grande virada de chave

07 de agosto de 20266min
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Olá, que bom ter você mais uma vez aqui na Zysk: além do lucro.

Você já se pegou pensando “Ah, se eu fosse rica…” ou “Se eu ganhasse muito dinheiro eu iria…” ou “Eu queria tanto ser rica para poder…” ?

Se você respondeu que sim, eu queria te fazer outra pergunta: e depois desse pensamento como você se sente e o que você faz?

Se você respondeu que olha seu extrato, se coloca na sua realidade e percebe que essa situação não passa de um sonho distante: você provavelmente quer ser rica.

Agora, se você respondeu que observa sua realidade e tenta descobrir quais são as pequenas mudanças que você pode começar hoje mesmo para chegar lá.

Em seguida começa a traçar metas que pode fazer sozinha e procurar pessoas que podem te ajudar a alcançar esse sonho como um planejador financeiro: então você deseja ficar rica.

A diferença entre desejar ser rica e desejar ficar rica é que quando a gente deseja ser a gente foca no objetivo final e quando a gente deseja ficar a gente foca na caminhada que nos leva até lá.

Quando a gente deseja ser rica, o nosso presente parece uma espera infinita para um futuro que pode nunca chegar: a gente fica esperando o emprego que vai pagar o salário dos sonhos, ganhar algum tipo de prêmio, ou aquela herança de um parente desconhecido que aparece nos filmes…

Agora quando a gente decide ficar rica, a gente assume a responsabilidade para nós, começamos com o que temos hoje e voltamos o nosso olhar para as diversas possibilidades que surgem no nosso caminho para chegar lá: pessoas, trabalhos, atividades extras, mudanças de vida…

Então quer dizer que basta eu querer ficar rica que eu vou conseguir?

Não, infelizmente a vida não é tão binária assim.

Mas você tem mais chances de mudar de lugar, pode ser que você não chegue aonde você queria, mas é pouco provável que você continue aonde está.

…além da planilha

Essa não tão sutil diferença entre esses termos me veio a mente uma vez quando eu refletia sobre fazer aula de piano.

Minha mãe sempre me estimulou a fazer atividades extras e nunca me obrigou a fazer as que ela queria, eu podia escolher, claro que dentro das possibilidades da casa e da família.

Foi então que eu decidi que queria fazer aula de música, queria aprender a tocar algum instrumento.

Ela me apoiou prontamente, mas disse que eu tinha que escolher entre os instrumentos que tínhamos em casa:

- flauta doce (que era o instrumento que eu usava nas aulas de músicas curriculares da escola, e por tanto já não tinha mais tanta graça)

- violão ou piano (que eram instrumentos que já tínhamos em casa por que ela havia aprendido a tocar os dois).

Conversando com ela sobre as habilidades, benefícios e dificuldades de cada um escolhi pelo piano.

Eu gostava muito das aula, sentar e tocar o piano é algo que até hoje me agrada muito.

Mas eu não gostava da lição, de estudar a partitura, de praticar horas a fio… e acabei parando a aula depois de algum tempo (acredito que depois um pouco mais de um ano).

Eu ainda tenho vontade de tocar piano e às vezes aproveito um tempo livre e faço, com muito gosto, mas pouquíssima técnica e habilidade.

Um dia refletindo sobre o quanto eu gostava de tocar piano e porque eu não voltava a estudar isso eu descobri:

Eu quero tocar piano. E não aprender a tocar piano.

Parece óbvio que para tocar piano eu preciso aprender primeiro, mas a questão é que: eu não quero tanto assim tocar piano que eu queira realmente fazer o esforço que é requerido para aprender a tocar o piano bem.

Se por acaso eu tivesse uma aptidão extraordinária (o que quando falávamos sobre dinheiro poderia equivaler a ganhar na loteria) e sentasse no piano e começasse a dedilhar as teclas e de repente: voilá eu sei tocar piano eu ia amar tocar!

Agora, ter que realmente me dedicar a parar e estudar tudo que é preciso para tocar bem esse (ou outro) instrumento, não está na minha lista de prioridades…

No entanto, eu adoro aprender idiomas! Assim como no piano eu não tenho nenhuma habilidade sobrenatural que me permita falar várias línguas sem estudar muito cada uma delas.

Mas isso é uma coisa que eu gosto de aprender: posso passar horas assistindo uma aula de idiomas e tentando falar e aprendendo a escrever, até tentando aprender sozinha…

Porque nesse caso: eu quero aprender a falar novas línguas e não simplesmente falar novos idiomas.

E aí, você está pronto para tomar as atitudes que vão te levar ao caminho da riqueza? Se sim, me chama lá no Instagram: é só buscar por Zysk Consultoria Financeira.

Até a próxima sexta-feira

Stephanie Kenig

Planejadora Financeira

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