episódio 5
oi meus puros, como estão? (a sério digam-me pff)
neste episódio falamos muuuuuuuuito sobre Devil Wears Prada 2, um baptizado, malta da missa que canta super bem, acreditar em Deus ou não e uma história que mantém a esperança na humanidade.
obviamente demos o ganda abraço e a recomendação da semana.
beijoca
- Devil Wears Prada 2Devil Wears Prada 2 · Christopher Nolan · Moda · Crise das mídias · Sistema capitalista · Meryl Streep · Anne Hathaway · Inteligência Artificial · Arte · Última Ceia
- Batismo e confissão como purificaçãoBatizado · Ceticismo · Música sacra · Falsete · Acreditar em Deus · Padre moderno · Humor na igreja · Guerra · Natureza humana
- Café da Andy no StarbucksStarbucks · Devil Wears Prada · Andy Sachs · Jornalismo · Infantilidade · Atitude positiva · Empatia
- Emagrecimento e Déficit CalóricoDéficit calórico · Controle alimentar · Equilíbrio · Realismo · Delírio
- Filme Imperfeitamente PerfeitaImperfeitamente Perfeita · Relações humanas · Ambição profissional · Governança · Intimidade
- Loja operada por IAEstratégia de venda · Gentrificação
Meus pura E a mãe, então, é assim já, receber assim É receber em falsete Malta Como é que vocês estão? Eu tive tantas saudades de falar Como se fosse bem importante Tudo o que eu estou para aqui a dizer Como se fosse bem importante
Vai sair esta sexta-feira este single. Já sabem como é que é. Como é que vocês estão, meus puros? Como é que vocês estão? Estão bem. Como é que foi a vossa semana? Este, tão bem. Foi, tipo, pai. Não foi? Filhos, vocês estão bem. Vocês têm a certeza que estão bem. Vocês não precisam de uma mãozinha nas costas.
De um empurrão. De um abraço. Malta, eu estou aqui para isso. Eu estou aqui para isso. Para garantir que vocês estão bem. Estão bem? Digam-me, por favor. Estão bem? Passaram uma boa semana. Como é que passaram a vossa semana? Passaram a vossa semana a pensar em decidir? Estão a pensar em decidir? Que é daquelas coisas que é irritante. Vocês querem decidir, mas estão a pensar em decidir.
É irritante. Malta, se estiverem com essa mentalidade, com esse pensamento aí, on the back of your mind, malta, avancem. Às vezes é melhor avançar. Batam com a cabeça na parede. É preferível bater com a cabeça na parede e fazer um galo do que...
Exato. Está bem? Nunca se esqueçam dessa. Nunca se esqueçam dessa que é mesmo importante. Mas espero que estejam bem. Malta, espero que estejam bem. Sabem estar bem. É uma coisa difícil. Sabem estar bem. De repente passamos aqui para um tema bem profundo. Sabem estar bem. É uma cena. Mas é. Não é aqui que se vai resolver o problema da humanidade. Portanto.
sem mais demoras. DJ! Produção! Solta o som!
Eu, eu, eu. Malta, como é que vocês estão? A sério, como é que vocês estão? Espero mesmo que estejam bem. Esta semana, para já, olhem, devo-vos dizer uma coisa. Eu já tentei gravar várias vezes. Não, não vou dizer isto. Ou vou. Ou não vou. Ou não sei. Eu não sei. Epá, é que eu hoje também me senti que não consigo falar. Estão a perceber? Eu estou a querer falar.
Mas o meu raciocínio não está matching com a minha língua. Ou estou a pensar muito rápido, ou estou a falar muito rápido e o meu cérebro ainda está lá atrás. É um dos dois. Ou eu estou a pensar rápido e a falar devagar, ou eu estou a pensar lento e a falar rápido. Eu acho que é este segundo. Eu acho que é este segundo. Sabe porquê? Porque eu hoje dormi mal. Epá, é horrível dormir mal. É mesmo horrível. Uma pessoa está a dormir, sabe que não está a dormir, mas continua a dormir.
E agora? O que é que eu faço agora? E levanto-me, parece que levei um balázio no corpo inteiro. Veio uma bala da forma do meu corpo e acertou-me. Mesmo em cheio. É horrível dormir mal. É horrível dormir. E quando vocês vão dormir e começam a contar as horas?
Que horror. Mas cá estamos. Cá estamos. Isto é que é um importante... Também é segunda-feira. Não é? É. É mesmo. É segunda-feira. E à segunda-feira não se pensa muito. Não se pensa muito. À segunda-feira é... Malta, é deixar ir.
Deixar acontecer, já. Deixar acontecer as coisas. Deu por cima. Eu venho de um fim de semana que aconteceu tanta coisa. E de uma semana que aconteceu tanta coisa. Pô. Que de repente eu digo. Não. Agora tem que começar tudo outra vez. Esta semana.
mas é assim a vida, não é? a vida é um bocado isto nós respondemos diariamente e parece que temos a certeza de, não, eu já sei como é que se vive a vida, é assim que se vive a vida e depois acordam amanhã e têm de fazer a mesma coisa
mas não faz mal porque a vida é bonita a vida é bonita e devo dizer uma coisa eu a semana passada fui experimentar aquelas tal, ou seja eu tinha falado em experimentar experimentar o déficit calórico e experimentar ir ver Devil Wears Prada ou seja, sei experimentar ter a minha experiência e averiguar e formular uma opinião formular ou formar
Criar. Ou seja, ter uma opinião minha com base na minha experiência. E eu até vos devo dizer que, olhem, em relação a Devil Wears Prada 2, pessoal, eu adorei o filme.
Eu adorei o filme. Eu vi imensas críticas negativas ao filme. Vi que... Ah, isto já não é o que era. Ah, mas isto... Uma mão cheia de nada. Ah, mas foi... Ué, da temas sérios, ok. Percebeu onde é que se queria ir. Ah, mas ela casou e namorou. E aquele rapaz aparece de onde? Foi ué, forçado. Ah, mas morre um gajo. Malta.
Imaginem. Eu curti. Eu adorei o filme. Eu adorei o filme. E imaginem. Não é dizer que a minha opinião é melhor do que a vossa. A minha opinião é melhor do que a vossa. A minha opinião.
A minha opinião é melhor que a vossa. De repente não sei falar. Bem, a minha opinião não é dizer que a minha opinião é melhor do que a vossa. Do que a vossa, quer dizer, não é a vossa. É daquela malta que está ali no canto e nós temos aqui esse lugar. Porque a nossa opinião é a melhor. Credo. Não, não, não. Nada disso. É só que, imaginem, o Christopher Nolan disse que o filme estava incrível. Estava terrific.
E tipo, se o Christopher Nolan diz e nós temos uma opinião semelhante... Ai, credo! Mas o que é isto? O que é que se passa? O que é que se passa com esta criatura hoje? Credo! Credo, nossa senhora! Comporte-se! João...
Maria, comporte-se, por favor. Obrigado. Bem, isto é o resultado, malta. É o resultado de dormir 6 horas, 2 úteis. Enfim, bem, eu experimentei mesmo... Ou seja, fui ao cinema ver Devil Wears Prada, fui com a minha girl. E nós adorámos os dois, pá. Gostámos muito do filme. Ela é muito mais cinéfila do que eu.
E ela adorou. Ela se calhar tinha N de motivos para não curtir o filme. E ela adorou. Ela gostou. Gostou. Passou um bom tempo. Viu um bom filme. Estava entusiasmado. Ainda por cima adoro a moda. E eu acho que também é esse um bocado o ponto. É que também se calhar a malta que não gostou. Se calhar também não é? Veste-se mal. Será que? Estou a brincar. É uma brincadeira.
Estou a brincar, obviamente. Podem se vestir como quiserem. Fá a treino da Adidas, fá a treino da Samsonite, malta. É o que vocês quiserem. Não me interessa. Mas, é, eu acho que o filme pareceu-me bastante bom. Eu gostei. Gostei mesmo de ver. Até me deu vontade de ir ver outra vez. Porque, para já, adorei a playlist. Sinceramente, adorei a playlist. Não é uma coisa que eu valorizo nos filmes. Mas, tipo, se estiver lá, eu vou adorar. Eu estava, tipo...
Assim que começou o filme. Começa a dar a Vogue da Madonna. Apetece logo dançar. Dançar. A levantar. Madre. Eu adorava. Adorei. Adorei. Depois aquela. A música também. A runway. Com a Doechi. Doechi. Doechi. Doechi. E a Lady Gaga. Pá. Eu curti. Eu curti. Gandação. Bué bom. You've got to strut. Born to the runway. Bué bom. Bué bom. Os temas.
Eu senti que aquilo até acaba por ter algumas pequenas sátiras. Claro que não é muito explorado. Claro que o objetivo daquele filme não é responder ao problema da sociedade e da humanidade. Não é esse o objetivo do filme. Mas até acabou por puxar ali temas bastante interessantes. Bastante interessantes. A crise dos mídias. Como é que as pessoas se comportam dentro de um sistema capitalista. Tipo, o quê? Uma pessoa vai ver isto? Num filme de moda?
Tipo, achei que estava bastante interessante. Essa cena da crise dos mídias, então, o facto de as magazines e, no fundo, os jornais e qualquer produto que viva da escrita ter que sofrer esta mudança de escrever para cliques e não para...
Ler. Porque as pessoas só vão ler se chamar a atenção. Isto não é bem interessante? É assim, claro que não vai ser um artigo científico a explicar isto, mas só o facto de tocarem no tema e de estarmos a ver ali a experiência
neste caso de uma magazine a averiguar e a ver e a sofrer essas mudanças e a ter que tomar decisões não só a parte da gestão de uma empresa como as pessoas mais normais digamos assim a maioria das pessoas a maioria da sociedade preenche aquelas funções nas empresas nem todos somos CEOs desta vida
Porquê isto pareceu boé? Estou a justificar boé uma coisa que parece boé clara, não é? Ok, vou avançar. Eu adorei. Adorei. Depois, todo claramente a Han. A Han, malta, poupem-me nesta, ok? A Ana Hathaway ou Hathaway ou... Já, a Microwave, pronto. Ou a Meryl Streep.
Gosto. É obviamente que é sempre bom vê-las. Eu estou a falar como se as visse muitas vezes em filmes porque sei que são atrizes muito conceituadas e tatatá. Eu já tinha visto o primeiro. Gosto de ver, obviamente, são grandes atrizes. Não tenho 300 filmes na moina para dizer se são boas atrizes ou não. É pá, eu gostei. Eu gostei.
E, opa, eu adorei, sinceramente. Adorei. Desculpem se eu vos estou a desiludir, mas eu adorei. Adorei o filme. E recomendo, sinceramente, recomendo. É um filme ótimo para irem num date. É um filme ótimo para verem com a vossa mãe. A minha mãe ficou tipo... Eu disse-lhe que aquilo saiu nos cinemas. Ela ficou ali meio que uma vontade de ir...
quer dizer, ela mandou logo aquela de mãe do tipo não posso, tenho cabeleireiro não te disse já mas eu sei que se ela não tivesse cabeleireiro ela ia querer ir, ia gostar é um filme bom é um filme bom, fala-se ali sobre AI também, fala-se sobre arte sobre arte, aquele aquele momento, há ali um momento em que um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um filme, um
Há uma analogia ou uma metáfora? Eu vou dizer só um paralelismo. Há um paralelismo entre a última ceia, aquele quadro que tem Jesus no meio, chama-se a última ceia, eu acho que sim. Há esse paralelismo entre a última ceia e a Miranda, ou seja, a dona, não é a dona, mas... Uma cara conceituada de uma magazine. Ou seja...
Está numa posição que é, no mínimo, invejável para algumas pessoas. Portanto, é uma posição que tem poder, que tem responsabilidade e é desejada por mais pessoas dentro daquela empresa. E, portanto, há esse paralelismo com a Última Ceia. Um filme de moda. Epá, eu adorei o filme.
Outra experiência que eu tive e tenho estado a ter durante a semana é déficit calórico. Déficit calórico. E eu devo-vos dizer uma coisa. Por exemplo, tendo em conta aquilo que eu disse a semana passada, é mesmo importante, e reforço, é mesmo importante nós experienciarmos as coisas, ou seja, experimentar as coisas, viver as coisas e depois sim formar uma opinião.
Imaginem, se eu tivesse ligado àqueles vídeos todos e às críticas a dizerem ah, Devil Wears Prada 2 está uma porcaria. Não ia ver, não ia gostar. Não ia gostar não, não ia ter esta experiência toda. E se eu ligasse a déficit calórico e não sei o quê e tudo mais, tipo, ah, é doente e não sei o quê, também não ia conseguir formar a minha opinião em relação ao déficit calórico.
Eu acho que o déficit calórico é uma coisa... Ou seja, é assim. Eu acho que há pontos positivos e negativos como em tudo. Mas neste caso é mesmo evidente os pontos positivos e os pontos negativos.
Isto diz, às vezes, algum sentido. Talvez não, não sei. Ou seja, é positivo, o déficit calórico é positivo. Vejam esta perspectiva, vejam desta perspectiva. É positivo porque vocês conseguem perceber se, tipo, podem ou não comer um docinho. Vocês conseguem perceber, conseguem controlar o que estão a comer. E se conseguem controlar o que estão a comer, conseguem gerir o que comem para, imaginem, ao final do dia, comer um geladinho.
Comer um pudim, comer uma mousse de chocolate. Conseguem fazer essa gestão. Ao passo que, se não tiverem a controlar, vocês estão só a comer à toa. Não sabem o que é que estão a comer. Agora, agora, epá, eu acho um bocadinho... Não acho que doentio seja a palavra certa. Porque não é doentio. Não é doentio. É doentio se nós deixarmos.
É doentio se nós deixarmos. Acho que... Por exemplo, vocês... Pesarem azeite, pesarem alho... Epá, não sei. Acho que também não vos permite... Epá, cansa. Também é demasiado controle.
E eu sou adepte de, por um lado, é tipo equilíbrio. Ou seja, devemos ser realistas, mas ao mesmo tempo também devemos ser um bocadinho delusional. Delusional? Delusional, já. Ou tapadinhos, para esta expressão portuguesa. Tapadinho. Às vezes também é bom ser um bocadinho ceguinho. Isto é uma questão bem profunda, de repente. Será que é bom ser realista 100%? Ou tapadinho a 100%?
Não sei, eu acho que é bom ser equilibrado. Obviamente, o equilíbrio na vida é tudo, não é? Agora como? Mas é isso. Eu acho que é bom também não pesar tudo. Senão, é pá...
Mãe, calma. Nem sei, nem sei se tenho pachorra para tal. Eu acho que não tenho. Tipo, eu tento assim calcular, por exemplo, azeite. Epá, compro aquilo de spray e mando tipo 4 sprays e dá um... pronto. Epá, depois fica 1 ou 2 ou 3 calorias a mais, vá. Ou 20 calorias a mais, ou 20 calorias a menos, epá, pronto, ok. Não é por 20 calorias, para mim, está-se bem.
Agora, se vocês quiserem controlar mesmo e ficar mesmo secos, aí acredito que tenham que controlar mesmo ao milímetro aquilo que, neste caso, à grama, aquilo que estão a ingerir. Agora, se forem um comum mortal como eu, eu diria para...
Yeah. Serem seguintes. Irrealistas ao mesmo tempo. Este fim de semana também tive que voltar à minha terrinha. Porquê? Porque...
Fui a um batizado. Fui a um batizado. Que é uma coisa sempre muito bonita. Não é? Deve ser para aí das cerimónias mais bonitas que nós seres humanos decidimos criar. Deixa-me só... Estava aqui só a ver se isto estava a gravar. Ok.
Há de ser para aí das cerimônias mais bonitas que nós decidimos criar. Em conjunto com o casamento. Também agora não me estou lembrado mais nenhuma. Festa de anos. Não tem nada a ver. Mas não sei. O batizado quando é uma criança é uma coisa muito fofinha. É uma coisa muito bonita. Claro que se vocês forem céticos e não acreditarem em nada. Estão tipo...
Ah, mas aquela criança não podia ser batizada. Pronto, ok, está bem. Ok. Não acho que seja necessário ver as coisas assim. Mas foi super bonito. Foi de uma menina. A menina foi batizada. Ficou super contente. E, epá, eu devo dizer uma cena. A missa é sempre uma cena que aquilo...
Eu respeito, mas aquilo dá mesmo vontade de rir. Tipo, há certas coisas que dão vontade de rir. E eu estava na missa e do meu lado esquerdo, eu estava naquela fila do meio. Portanto, há aqueles bancos que são sempre bancos meio tipo... Aquele assento que está lá é para os pés. Aquele assento para os pés. Aquilo é para os pés, é para os joelhos. É para metermos os pés debaixo daquilo. É um assento que é um bocado confuso. Sinceramente, é um bocadinho confuso.
Mas pronto. Também não sei se os bancos são todos iguais em todas as igrejas. Eu acho que não. Não é? Ou são?
Acho que não, era um bocadinho era um bocado estranho serem iguais mas acho que não são, não são, não sei olha, não sei mas eu estava lá, estava na missa sempre que aquelas músicas aquelas músicas, malta, nós temos que valorizar a malta que canta aquilo, porque aquela malta está a receber dinheiro com aquilo, não, é voluntário ou seja, vão ali de vontade própria é um voluntariado, ou não
Ou é? Não sei. Mas estão ali a cantar músicas. Sabem aquilo de cor. Mesmo que não saibam. Ok, têm a letra. Mas para estarem no ritmo têm que saber aquilo de cor. Eu duvido que não saibam. Depois há uma malta que tem uma guitarrinha. Uma malta que está lá a tocar guitarra e a tocar piano para aquilo. Uau. E depois, sempre com uma voz.
E assim, não estamos a falar de uma palavrinha aguda, do tipo... Não, estamos a falar de uma frase inteira em falsete. Ok? Em voz aguda. Ok? Do tipo... Fogo.
Esta malta... Com que caralças? Esta malta a cantar o hino deve ser bem engraçada.
Heróis do Manobre Tem um vozeirão, mas a sério Tem um vozeirão incrível E, quer dizer, neste caso não é vozeirão É uma vozinha que se consegue manter naquele tom Durante bastante tempo E terminam sempre assim Terminam sempre com um twist ali no fim Elas estão assim a falar Mas de repente muda Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco Prefíiałem um pouco
E de repente vai outra vez. Achas que vai para o mesmo sítio. Mas não vai. Epá. Uau. Uau. Ok? Uau. E não é que... Eu estou ali a ouvir o padre. E do lado esquerdo... Do meu lado esquerdo. Epá. Quando são as canções...
primeiro, é assim eu nunca sei bem quando é que é para me levantar quando é que é para me sentar eu tento olhar assim meio de lado que é para ver se as pessoas estão a levantar ou não se eu senti que a multidão está a levantar eu tento levantar primeiro para as pessoas perceberem este gajo vem à misa ele estudou, ele esteve na catequese e eu nem esqueço a batizar portanto mas é que uma pessoa está sempre ali senta em pé senta em pé pronto
Mas, pá, eu estava lá a ouvir e há um momento em que nós nos levantamos e, pá, aí na primeira música há um senhor do lado esquerdo com uma voz, meu.
Eia, mas com uma voz, com um vuseirão. Malta, eu achava que era uma coluna. Achava mesmo que era uma coluna que estava ali para amplificar o som. Não, era um gajo, era um homem. Um homem, um senhor. Mas um senhor, tipo um senhor-senhor. Era um senhor-senhor, um senhor-homem. Era um senhor-senhor. O gajo estava sentado com uma bebê ao colo. E com um vuseirão, malta.
Estou-vos a dizer, eu nunca vi uma pessoa com uma voz tão bem projetada na igreja. Epá, que vozeirão. Tipo, apareceu a música do Aleluia e o gajo. Aleluuuu. Epá. Bem, isto tudo como a bebé ao colo.
Olha o machismo inverso. Se fosse uma mulher, já era... Não, nem queria ir para aqui. Nem queria ir para aqui. Mas o gajo estava com uma voz mesmo incrível. Uma voz grave. Olha.
Acho até, até vos digo uma coisa, hoje vamos fazer ao contrário e o grande abraço desta semana vai para esta malta da igreja, que vai lá cantar, vai lá vai lá dar as suas cantigas, eu nem sei se aquilo é pago, se não é, não faço a menor ideia, se calhar depois o padre e a malta da cantiga anda lá assim envolvido nos esquemas de pirâmide da igreja, eu não sei, estou a brincar, obviamente, estou a brincar, porra, o que seria?
O que seria? Imagina. Imagina o que seria. O que seria. Não, mas... Epá, mas o grande abraço desta semana vai para esta malta da igreja que se voluntaria e Deus existe ou não, não importa. Elas estão lá para cantar. Estão lá para promover o bem. Estão ao serviço dos outros.
Claro que é sempre dúbio porque é que as pessoas se juntam à igreja, porque é que há muita culpa envolvida, se calhar as pessoas não são santas nenhumas, não são, mas estão ali todos os domingos a cantar, seja pago ou não, estão lá e isso é importante. Portanto, o grande abraço desta semana vai para esta malta. Olha, sabes que mais? Grande abraço. Grande abraço. Obrigado.
Eu não sei, eu não sei. Vocês acreditam em Deus? Ou não? Estou à espera de uma resposta. Não, porque imaginem. Estava na missa e, para já, gostei do padre. Gostei do padre. Epá, desculpem lá. Estava aqui a...
É coisa, é processar o almoço, vamos dizer assim. Eu gostei do padre, porque era um padre que era moderno. Era um padre que era meio brincalhão. Ele virou-se para a menina, para a menina que estava a ser batizada, e disse, bem, hoje recebemos então o batismo da...
Xixi Xixi Xixi Xixi Olha para isto Eu não quero dizer o nome da rapariga Porque é muito melhor dizer Xixi Malta a Xixi foi batizada Bem
A rapariga foi batizada e ele estava a dizer, bem, hoje entregamos a rapariga como amiga de Deus, tornamos a rapariga como amiga de Deus, ao pedido da mãe e do pai, madrinha e padrinho. Boa sorte!
Estão a perceber? Foi uma boa piada. Foi uma boa piadinha. Foi uma boa piadinha. Numa igreja, ele é padre. É a pessoa mais próxima de Deus que está ali naquela sala e está a brincar. E também disse uma coisa. Ele estava a dizer... Estava a ler uma passagem. Estava a ler uma página de um livro. Não sei como é que se chama aquilo. Mas estava a ler uma cena que era é normal... Ou seja, o que ele estava... O que se estava ali a dizer é que é normal é...
as coisas, a vida ser um pouco condicional. Deus também era assim. Mas de repente tornou-se um podcast de Missa! Bem, na missa de hoje, vamos entregar. Não, mas ele estava a ler uma passagem que basicamente dá a entender que Deus é nosso amigo enquanto nós fizermos aquilo que ele nos manda. Ah, pois, ele também não é burro, ele é esperto, então não é?
Não, mas agora a sério. Ele faz aquilo que nós lhe pedimos se nós fizermos o que ele nos manda. Expliquem-me bem, desculpem. Mas vocês perceberam. Ou seja, eu faço o que tu queres se tu me deres aquilo que eu quero. Neste caso, aquilo que eu te peço. Pronto.
E ele, para dar um exemplo, este exemplo é perfeitamente normal. Por exemplo, os meus acólitos, que são tipo os miudinhos que estão lá, os meus acólitos, eu também, eu gosto muito deles e passo-lhes os meus ensinamentos. Agora, se eles não fizerem aquilo que eu mando, vou-me atirar a luz para debaixo do autocarro, como é óbvio. Quer dizer, hoje não, porque hoje é domingo. E o Tung, só passa a segunda-feira.
Eu gostei da piada. Eu gostei da piada. Acho que estava com um humor assim. Aquilo não é para toda a gente. Aposto que os velhinhos ficaram logo assim. Este padre, este padre. Eu detesto. Eu detesto este padre. Este padre é uma porcaria. Eu detesto isto. Isto não é para ser assim. Logo ali na fofoca aos velhinhos. Ai não, os velhinhos não são. Os velhinhos são quem propaga a fofoca. Os velhinhos.
Mas gostei, gostei de ver o padre, gostei de o ver ali a brincar. E não sei, houve ali um momento em que o que ele estava a dizer era que Deus, muitas vezes nós queremos que Deus apareça e faça por nós, no fundo. Que nos substitua.
E eu acho que esse argumento é o que leva muitas pessoas a não... Ou seja, essa ideia é precisamente o que as pessoas que não acreditam em Deus têm e usam para não acreditar em Deus. Por exemplo, porquê é que temos guerra e Deus não aparece para resolver a guerra? Se Deus existe, porquê é que temos guerra? Porquê é que temos conflito?
A questão é, eu acho que eu, sinceramente, já estive mais longe de acreditar. Eu gosto sempre de, tipo, lhe dar ali, malta, eu não acredito bem em ti. Não acredito bem em ti. Tu podes dizer, sim, mas é tipo, eu não acredito bem em ti. Está bem? Não vou acreditar nunca. Vou acreditar que existe aqui alguma coisa.
Eu acho que existe alguma coisa. Há certos acontecimentos na vida que são demasiado milagrosos ou trazem-nos uma sensação demasiado viva para serem apenas uma emoção ou uma coincidência.
Uma vez vi o João Mazarra a dizer isto em alta definição e fiquei com esta. Realmente é verdade. De repente ficou sério, mas é verdade. Eu acho que se Deus existe, eu acho que Ele permite-nos criar coisas, agir, fazer coisas. A nossa natureza não é boa.
Nem é má. Nós queríamos coisas umas boas, outras más. Eu acho... Eu acredito nisso, sinceramente. Claro que podemos... Isto é tipo uma discussão infinita. Mas também estou sempre a falar de ouvir. Isto é uma discussão infinita de...
Porquê que então o homem sente... O homem e o ser humano. Porquê que o ser humano sente a necessidade de criar coisas más? Ou seja, porquê que há guerra? Porquê que há... Porquê que não há paz sempre? Para sempre? Porquê? Não é? É uma discussão que podemos ter. Agora, eu acho que...
Se Deus existe, Ele permite-nos criar coisas. Agir, fazer, não sei. Se Deus ou se qualquer coisa existe, não sei. Acho que não gosto de ver as coisas... Por exemplo, nós fomos feitos pelo nosso pai e pela nossa mãe. Claro, cientificamente, sim. Mas, malta, ganhamos uma corrida.
A nossa consciência podia ser a de outra pessoa qualquer. Isto é grande a teoria. Isto é grande a conspira. Mas é, podia ser tipo... Outra pessoa qualquer. Não íamos ser nós. Ou íamos ser nós. Não sei. É grande a blessing. Nós podemos estar aqui na live. Ou não. Ou não.
Não, chill. Não sei, eu acho que se Deus existe ou se alguma coisa existe, tal como o padre estava a dizer, existe ao nosso lado. Ou seja, permite-nos agir, permite-nos criar coisas.
e está sempre nunca diz bem nada nunca diz se está certo ou errado está ao nosso lado e nós é que agimos, observamos refletimos sobre isso não sei, achei interessante achei mesmo interessante o que o padre estava a dizer e não sei deixou-me ali a refletir a minha opinião é esta a minha opinião não eu concordo com o que ele disse
Ou seja, eu acho que há alguma coisa ao nosso lado e nós temos a possibilidade de agir, de criar, de dizer, de movimentar, de fazer as coisas andar. E depois logo vemos. Eu acho isto.
A semana passada também houve uma história... Houve uma história não. Aconteceu-me uma coisa que eu acho que foi super positiva. Foi super positiva e fez-me sentir... Ok, a humanidade está viva. O ser humano tem este lado bom.
de repente estou a falar de Deus e do ser humano ter um lado bom, mas é verdade semana passada eu estava aí para o trabalho e às vezes costumo parar na Starbucks para beber o meu
New York coffee como se eu estivesse em Nova York mas não estou estou no cais do sudré fui lá buscar um cafezinho e como estava completamente obcecado por Devil Wears Prada 2 e estavam com essa publicidade e foi um cafezinho
eu decidi para já fui grande chato porque perguntei o que é que levavam todos os cafés desculpe, o que é que levou do Nigel? desculpe, o que é que levou da Miranda? desculpe, o que é que levou da Emily? está bem, é o da Andy coitado da pessoa, ainda por cima aquilo era novo estava bem no primeiro dia a estrear o gajo estava tipo ele era brasileiro ele estava tipo cara, é verdade, isso aí é a primeira vez que está aqui eu não sei oh Susana, você sabe o que é o Nigel? o café do Nigel?
Ah, está bom. É um espresso com chantilly, acho eu. Deixa-me ver. É isso mesmo, é isso mesmo. Portanto, coitado. Pá, acabei por pedir o da Andy. Porque a personagem principal. Porque é jornalista. E eu estudei essa área. E foi a minha forma de manifestar. Então pedi. Pá, por acaso, boé da bom. Por acaso, boé da bom. Boé da bom. Recomendo. Recomendo.
É tipo, tem quase o poder de uma recomendação da semana, mas não é. Mas recomendo. Recomendo. E a senhora foi uma querida. Porquê? Aliás, não foi a senhora, foi assim. Eu pedi ao senhor, mas depois quem me atendeu, quem me deu o café foi uma senhora. Portanto, eles normalmente pedem sempre o nome, como é habitual.
Pediram-me um nome, eu disse, Arthur, disse João, João. E quando me entregaram o café, escreveram João num cantinho, mas escreveram Andy. Percebem? Andy. Entregaram o café com o nome do personagem que eu pedi. E eu achei isso querido, porque...
Quando nós ficamos adultos, a nossa criança tende... Tende? Não é tende, mas nós assustamos-nos com a vida adulta e deixamos de sonhar ou de ser um pouco childish, ser um pouco infantis. Deixamos de acreditar, de confiar no bem das coisas e de ter uma certa ingenuidade. Não é?
ou seja, eu pedi aquele café Andy precisamente pelo que eu acabei de dizer ou seja, porque gostei da personagem, porque queria manifestar porque, não é? ou seja, eu estou no fundo a ser uma criança e estou tipo eu quero aquele, quero aquele brinquedo
E a pessoa... Ai, desculpem. Saiu-me aqui um gafanhoto cuspi-vos para cima. Para cima do microfone. Cuspi-me mesmo para cima de vocês. A pessoa que me está a atender podia perfeitamente ser... mais fria. Não é? Quer dizer, Andy, para quê? Quer dizer, este café, toma lá. Puto do café.
chato, sabe? mas não foi ela viu que eu estava entusiasmado com pedir aquele café da Andy que se calhar ela nem tem interesse, nem viu o filme e depois podia estar ali com aquela cena, tipo, sabes que isto é publicidade isto não tem piada isto são personagens nem sequer é realidade, vamos ver e não, não foi assim ela escreveu Andy porque percebeu que eu curti
queria aquela personagem, tipo, estava entusiasmado com pedir um café do Devil Respirada, porque é Andy, estava entusiasmado, e deu seguimento a esse pedido, a esse sonho.
Estão a perceber? Não sei se isto faz sentido para vocês. Eu acho que sim. Ou seja, permitiu-me ser ali criança. E... Olha, toma. És a Andy. Hoje és a Andy. Estão a perceber? Gostei. Achei um ato super fofinho. Eu depois agradeci. Eu olhei para ela e tipo, pá, já. Tu, you go, girl. You go. Tu dás vida. Estão a perceber?
Quando eu tiver uma cafeteria, vou-te contratar. Não, não foi assim. Não, mas eu gostei. Gostei daquela atitude e acho... E era uma mulher. E normalmente as mulheres têm mais esta cena. Normalmente as mulheres têm mais esta cena do que os homens. Porque... Não sei porquê, mas...
Os homens, eu acho, como têm sempre ali, normalmente, tipo um ninho, têm sempre uma desculpa, são sempre desculpados, têm sempre a mãe ou o pai a confortar. As meninas, não. As meninas têm que, tipo...
Os rapazes, ou seja, os rapazes e as meninas. As meninas têm sempre que... Pá, têm que se safar. Têm que se safar. Têm que... Por exemplo, têm o primeiro período, não sabem bem quando, têm que se safar. Tipo, gestão emocional. Muitas vezes a mãe também não tem pachorra, têm que se safar. A mãe da menina não tem pachorra, têm que se safar. O pai, muitas vezes, não tem pachorra. Outras vezes têm. Outras vezes têm, infelizmente, começa a ter mais. Mas...
Não sei porque acho que as mulheres são muito mais... Ou seja, permitem esta... Sabem... Não é permitem. É, sabem gerir este ser adulto, mas ao mesmo tempo ser criança. Muito melhor do que os homens.
Não sei, que se calhar estou enganado, espero que não, mas a minha impressão é esta. Ah, esta semana também vi aqui uma loja, há aqui uma loja, mesmo ao pé da minha casa, que, epá, os gajos já meteram a loja em liquidação 3 vezes.
Três vezes. A primeira, eu fiquei tipo, vai fechar. Que pena. Tipo, que triste. Percebem? Tipo, é uma loja local, vai fechar. É triste. E aparecia lá, liquidação, stock, 70%. Triste. Passado umas semanas, a loja está aberta outra vez.
E uma pessoa pensou, epá, olha, a pessoa não desistiu do negócio. Teve aqui sorte, se calhar alguém a comprou, alguma coisa. Teve sorte, olha que bom, olha que bom. Passado uns meses, volta a estar outra vez em liquidação. E é tipo, epá, fogo, meu. Outra vez. Caraças, pá. Lixado. E passada três semanas, volta a estar ao normal. E é tipo...
Ah, ok. E agora voltou a estar outra vez em liquidação. E voltou a estar normal. É pá, é assim. Uma pessoa fica com pena. É falsa pena. Ou não? O que é que se passa ali, naquela loja?
Epá, coisa estranha. Não uma pessoa olhar para ali para a loja a ficar Epá, que triste. A gentrificação, vou meter aqui o quê? Uma Starbucks? Para as pessoas irem pedir cafés da Andy e esses malandros pedem esses cafés. Nem me interessa nada disso. Andar aqui uma pessoa a ficar triste. Para depois...
Será que é uma estratégia de venda? É pá, se for, olha, os meus fincheros para mais. Mas é. Bem, acho que é tudo. E, portanto, vamos para a última coisa, para a única coisa que nos falta, que é a recomendação desta semana. Estamos perante uma recomendação. Portanto, para a recomendação desta semana, eu diria...
Ou seja, além desta coisa de experimentem as coisas e depois formem a vossa opinião, e também de irem a um Starbucks pedir um café, e também de...
Ah, o café da Andy, do Starbucks. Além dessas, além desse recap do episódio todo, recomendo um filme que vi com a minha mãe esta semana. Estou a ficar entupido, não estou? A minha voz está a ficar cada vez mais assim. Recomendo um filme que vi este fim de semana com a minha mãe que se chama Imperfeitamente Perfeita. Eu gostei muito porque...
Porquê que eu gostei? Eu gostei porque, não sei, houve ali alguma coisa em termos de relações humanas que eu gostei. Não só da personagem com o namorado, portanto a relação amorosa, como uma relação de amizade barra profissional que ela mantém com um governador da cidade, que ela depois se torna governadora e, portanto, essa relação... Eu gostei do filme porque...
expôs as relações humanas de uma forma pouco embelezada. Ou seja, expôs as relações de uma forma real. E ao mesmo tempo há ali coisas interessantes. Por exemplo, é importante se calhar mandar um grito às vezes. Às vezes tudo o que nós precisamos é mandar um grito. E mandar um grito com uma pessoa...
Eu acho que é um ato de intimidade muito grande. Mas pronto, olha, recomendo o filme. Eu gostei muito. Basicamente é a história de uma rapariga que ousa uma vida melhor, é ambiciosa em termos profissionais e ousa ser governadora da cidade. Ou seja, ela quer, sobretudo, ter poder e utilizá-lo para o bem, ao serviço dos outros.
E o filme é à volta disso. É, no fundo, a evolução dela e o caminho dela. Eu gostei muito. Gostei muito. Além disso, acho que... Ou seja, a questão das relações humanas nem sequer é o principal. Mas eu gostei de como é que as relações humanas foram expostas na relação. Portanto, é um filme que eu recomendo para verem quando vocês quiserem. E é tudo.
Malta, é tudo. Olhem, muito obrigado por terem ouvido este episódio. Eu gosto muito. Fez-me bem. Senti que ali no início estava meio perro. Estava meio cracudo. E agora estou bem. Fez-me bem falar. Portanto, eu espero que também vos tenha feito rir. Ou tenha-vos feito bem durante o vosso horário de trabalho. Durante o vosso horário de irem dormir. Durante o vosso horário da manhã.
durante a vossa viagem nos transportes, durante a vossa viagem para uma cidade, não sei. Eu espero que, de alguma forma, vos tenha feito bem porque vocês fizeram-me a mim. Oh, estou fofinho! Este gajo é tão fofinho, sério, é tão lindo! Enfim, bem, um beijinho gigante e até para a semana, meus porus. Até para a semana.