Pinky, Sobre o que vamos falar hoje?
Pinky
Wagner Almeida
- Tecnologia AutomotivaHummer EV · Carros antigos com turbina · Vomiseta · Carros russos anfíbios · Ford Raptor
- Hardware e tecnologia de computadoresTelefone no Brasil · Irmãos Wright · Santos Dumont · Bill Gates · Steve Jobs · Sistema DOS · Primeiro Windows · Computadores antigos (disquetes, mainframes)
- Filmes biográficos e de história realFord vs Ferrari · Lamborghini: O Homem por Trás da Lenda · A Rede Social (O Filme do Facebook) · Steve Jobs (filme) · Piratas do Vale do Silício
- Etica e MoralPonto de vista · Ética imutável vs. mutável · Moralidade individual · Cigarro na infância
- Leitura bíblica para mãesMúltiplos autores · Período de escrita extenso · Diversidade de idiomas
- História da comédia ocidentalMonty Python · A Vida de Brian · Em Busca do Cálice Sagrado · Rick Gervais
Prepare os fones de ouvido e verifique essa conexão, porque o sistema acaba de barrar a monotonia. Está começando o Erro 401, Tadinho Não Autorizado, o seu podcast de cultura pop, tecnologia e e tudo aquilo que faz o coração nerd bater mais rápido. Eu sou o Thiago Nitz.
E eu sou o Wagner Almeida.
E hoje vamos navegar pelos filmes, games, HQs e as bizarrices que a gente tanto ama. E aí, pessoal, tudo bom? Hoje a gente resolveu fazer um experimento, uma coisa mais descontraída. A gente não tem uma pauta, a gente simplesmente vai falar coisas que vierem na cabeça e vamos ver o que acontece.
Vamos conversar.
Exatamente. Tanto que a gente já deveria estar gravando há algum tempo, porque a gente tá batendo uns papo louco aqui que poderia ter virado Podcast, mas tudo bem. Tanto que, o que que a gente tava falando?
Sobre os carros.
Sobre carros, né? O valor de carros no Brasil, etc., e algumas loucuras que tiveram nos anos 40, 50 e 60, que teve carro com turbina de avião, carro nuclear, né? Vomiseta, que era de repente para quem joga Forza, por exemplo, já viu ali no Forza que é um carro com 3 rodas que a porta abre para frente, que o projeto, eu acho que ele aparece no cenário do Mr.
Bean, que Eu não tinha perguntado se ele era um Mini. Sim, tinha um Mini Kuga, né, dos antigos modelos iniciais. Mas eu acho que ele aparece andando lá na cidade.
Pode ser que a Mini hoje é da BMW. É, Mini é um baita de um carrinho, baita de um carro.
Aqui, caro, que é o preço de um superesportivo, né?
Não, tudo bem, existe um Mini, o esportivo deles, o Kuga. Não, não, é um outro modelo só com letras assim, tá? O código eu não lembro qual é. Mas o troço é meio ignorantezinho assim. Imagina um Mini com 300 cavalos de fábrica, tá ligado? Ele é meio porradão assim.
Mas sobre os carros estranhos assim, eu tava me lembrando de um caminhão russo que tem. Os russos gostam de inventar uma parada estranha, tá ligado? Tem um caminhão russo anfíbio que anda de lado. Os caras inventam umas paradas muito loucas.
Ah, não, carro assim, cara, meu sonho de consumo, se eu realmente tivesse dinheiro hoje, tá?
Dinheiro, dinheiro assim, dinheiro tipo patinhas. Vou comprar um carro, eu não digo Homem de Ferro porque Homem de Ferro é foda, mas tipo assim Bussmann, tá, cara, eu teria um Hummer EV.
Foda-se Ferrari, foda-se Lamborghini, eu teria um Hummer EV.
Bosta, nenhum carro.
O Hummer tudo bem, mas EV, mas tu já viu o que que é o carro, cara?
Tá, pera aí, primeiro eu tenho que ser justo. O motor elétrico ele já existe há muitos anos e ele é muito potente, tá? Eu vou ser sincero contigo agora, Thiago, assim, ó, eu respeito muito a potência do motor elétrico, Meu irmão, né, técnico eletrônico, eletricista e tal, me explicou muito sobre essa questão da potência e tudo mais. É um motor menor, é um motor muito potente, respeito. Só que a furadeira tem motor elétrico e só fura tijolo. A motosserra é a gasolina e derruba tudo que é árvore.
Cara, assim, ó, a partir da noção do Hammer, tá? A opção foda dele são 4 motores, 2 por eixo, tá?
Para cada roda.
Basicamente um motor para cada roda. Ele tem uma autonomia meio foda assim para padrão de carro elétrico.
Quem tem um Hummer não tá preocupado com autonomia, mesmo sendo elétrico.
Ainda assim, cara, o carro faz 700 km com uma carga de bateria. Tá, é um absurdo, é um absurdo.
É mais do que um BYD tá fazendo aqui, cara.
É mais do que um Tesla. Tesla não faz nem metade disso quase.
Não precisa fazer isso porque um Hummer na gasolina, no diesel, na combustão interna, deve fazer o quê? Um tanque, ele deve fazer 100 km.
Ele tem 2 tanques, literalmente. O Hummer tem um tanque de cada lado. Ele consome, cara, eu não vou dizer nem que ele consuma todo esse absurdo. É que a questão é que um carro a combustível é torque. Tipo, eu já vi testes com o Hummer que eles pegaram, amarraram o cabo de guindaste dele e ele subiu uma parede.
Não, e ele é feito porque, tipo, você vai ter que passar 2 dias no deserto andando, tem que ter combustível.
O Hummer EV, ele anda na diagonal.
Não, EV não me pega, cara.
Não, mas o carro é foda. Depois eu te mostro direitinho umas fotos dele, cara. Ele é bonito, tá? Confortável. O motor é uma estupidez.
Imagina um carro pesado, grande, que faz de 0 a 100 em segundos, que nem um superesportivo.
Exato.
Eu respeito, é o princípio do motor eletrônico, tá? O motor elétrico, respeito. Só que aquilo assim, ó, se tu tem um Hummer Uma vez na semana eu vou querer me sujar de graxa, eu vou querer trocar uma buchinha, eu vou querer entrar embaixo. E é um motor elétrico, não tem graxa, eu não sou técnico em eletrônica, eletricista, nada, não vou conseguir fazer. Tá entendendo por que que não me pega?
Ah, caralho, tu compra um Hummer velho a diesel, quando te bate essa, quando bate esse tesão, exato, porque você tem dinheiro para comprar um Hummer, entendeu? Porque lá fora, se eu não me engano, o topzão de linha Aqui sairia em torno de uns R$4 milhões. É foda aqui, trazendo com imposto e tudo. Tanto que eu acho que tem um Hummer aqui no Brasil, um, dois. Ele é um carro caro, mas eu acho a proposta muito mais foda do que qualquer hipercarro, cara.
Eu acho não, tá? Questão de se fosse para ter um carro assim, um carro dos sonhos, carro dos sonhos, tá? Eu sou apaixonado pelo Skyline, Skyline 72, cara. RR2. Mas é que lá, meu tesão desde sempre, mas eu não vejo grandes carros assim.
Eu acho que o Camaro modelo antigo, cara, meu tesão por carro, carro assim tesão, tesão, é Mustangão.
Eu sou apaixonado por Mustang antigo, modelo antigo, exato, os antigões.
Tudo bem que o Mustang até 2023 foi um carro bonito ainda, os novos é que eu não gostei muito, mas um Mustang tipo um Boss 502, 72, 73, cara, é lindo. Carro é do caralho, não tem o que dizer. Só que também são carros difíceis de se conseguir hoje em dia em bom estado.
Mas daí vem desde o princípio assim, ó, cara, se eu vou ter grana para espumar, eu quero pegar um batido, sujo todo assim, reconstruir ele bonitaço. Exato.
É só que aí não vai ter placa preta, tem que ter placa preta, né? Mas, cara, assim, ó, eu acho que carro elétrico é uma coisa bacana, só que no Brasil não pega, não pega, não pega. Falou sobre isso aqui, os pontos de carga, falta ponto de carga.
Mas é que a proposta para mim do carro elétrico é a mesma coisa assim, ó, se eu tivesse um carro elétrico, eu tô pensando em economia, autonomia, óbvio.
Só que aí que tá, autonomia dentro da cidade. É porque sem ponto de carga, como é que tu vai viajar com ele?
Não, eu tô pensando para o uso urbano, dia a dia.
Sim, para uso urbano sim, ok, porque isso é muito barato, em torno de R$40, R$50 tu enche uma bateria.
Isso, mas aí tu não pega um sedã, pega um carro pequeno porque tu quer.
Aí que tá, o consumo vai ser o mesmo se ele for um trator ou se ele vai ser um carrinho quieto.
É mobilidade, uma cidade que às vezes é difícil ter vaga e tudo. Ok, pronto. Agora pro lazer mesmo, aí tu veio no Hummer, mas aí tem que ser gasolina. Ai, diesel, turbo diesel, pra pisar assim naquela fumaça preta.
E tu tá ligado que o Hummer ele tem 3 modelos, que é sempre H123. Quanto menor o número, maior é o Hummer, eu acho. Ou é o contrário, não sei. Mas o maior Hummer é bizarro. Eu vi um aqui em Porto Alegre já, do a diesel.
Ocupa uma pista e meia.
É, ele ocupa uma vaga e meia de shopping.
Ela é largão.
É bizarro. É isso aí. Eu vi um vídeo uma vez de um britânico, que aí o vídeo era mais ou menos assim, ó: como é o dia a dia de se ter um Hummer? Cara, era muito engraçado, porque aí ele passando, tem muita ruazinha estreitinha em Londres. Cara, se tivesse um carro estacionado, ele não passava.
Até um pedestre ele não passa.
Aí tipo, ele: ah, vou comer um drive-thru do McDonald's. É, a questão é que não esquece que lá é do outro lado e a porta é pequena.
Não, não, a altura do, do, da cabine é que é muito largo.
E não esquece que a direção é do outro lado, só que ainda a portinha continua no lado correto do drive-thru. Só que, cara, para ele chegar no outro lado, no outro banco, era impossível porque tem um console grande no meio entre os dois bancos.
É quase uma mesa de jantar.
É bizarro. Aí tipo o cara começava a andar com uma Tipo uma bandejona para botar na outra janela para pegar as coisas.
Não, mas aqui que a gente tem aqui no Brasil, que eu tava vendo reviews dela, é a Ford Raptor.
Já deve ter visto.
Tu sabe que ela tem um motor V8, né?
Sabe que turbo diesel, ela tem uma versão da Shelby.
É, é, eu sei, eu tava vendo reviews, eu acho que era específico dessa, que ela tá dando pau em carro super esportivo. Ela veio assim, tipo Ford Raptor, mas também o preço veio de doer, né? Ah, normal, é R$480 pau assim inicial.
Querendo ou não, a gente tá falando um carro importado, né?
É, mas eu vi os reviews dela.
O Thiago tá me mostrando a Ford Raptor, essa daí, ó, essa aqui é a Shelby. É, acho que eu já te falei da história da Shelby, que que é. Na verdade, a Shelby é uma submontadora, eles não fabricam, eles fabricaram 2 carros na vida. Isso depois que eles começaram a fazer toda a função com a Ford.
É, foi o Shelby Cobra e o da corrida lá que ele ganhou da Ferrari.
É, quem viu o filme do Ford versus Ferrari tem a história da Shelby junto. Sim, tanto que o Carroll Shelby, que é fundador, o cara era muito foda. Ele ganhou muito dinheiro fazendo os Shelby GT350 e 500 dos Mustangs.
Na real, esses filmes, eu acho que eu vi também na mesma semana o filme do cara que fez a Lamborghini. Sim, ele aparece no filme da Ferrari. Eu digo, ah, vou olhar o filme desse cara da Lamborghini.
E também é outro filme bom pra caramba, o da Lamborghini, que é com o Adam Driver. Que é o Kylo Ren?
É.
Porque tem o da Ferrari também, não lembro qual dos dois que era com ele sendo o herói.
Não, não, o da Ferrari é com o veião aquele que parece o Al Pacino. Eu me esqueci o nome dele.
Ah, tá.
O De Niro? Não, não é o De Niro. É um, não é um ator. Enfim, mas agora me puxou o fio aqui dos filmes que são, que contam histórias verídicas. Eu tava pensando no filme do Facebook, do Mark Zuckerberg, que é muito legal também, muito legal.
Aí tu vê como o Mark Zuckerberg foi um filho da puta.
Mas, cara, o mundo tá cheio de gente merecendo receber um filho da puta na vida.
E o pior é que o sócio dele é brasileiro, né?
Sim, um deles, né?
Não, o sócio atual. Não, não, o cara que criou o Facebook junto com ele, que foi ele mais um só, era brasileiro. Tanto que rolou um processo durante décadas. Há pouco tempo é que ele deu o braço a torcer e pagou pro cara o que ele tinha que receber. O brasileiro tá rindo sozinho porque virou mega milionário.
Não é um grupo Meta. E outro também é o da Apple, Steve Jobs.
Steve Jobs.
Filme do Steve Jobs que é com aquele ator famoso, aquele Fez o 2 Anos e Meio, tá, cara?
Eu prefiro os outros, que na verdade são 3 filmes, né, da história do Steve Jobs. Tem esse, tem um outro que, se eu não me engano, é com o—
que daí já é a história do Steve Jobs, só que ele velho, não é?
Não, é com o Michael, o cara que fez o— não, não é o cara que fez o Robin Williams. Michael Fassbender, eu acho, foi muito bom, tá? Eu acho que ele foi mais, ele não foi tão um filme para o pessoal de hoje.
Ah, lembrei o nome, Ashton Kutcher.
E tem um que é muito bom, que é o Piratas do Vale do Silício, o Raiders of Silicon Valley, que aí conta a história do Steve Jobs e do que agora, por um motivo Bizarro, me fugiu o nome da Microsoft lá. Não, da Microsoft, Bill Gates. A toda função deles, né, que o Bill Gates foi também um baita de um filho da puta. Não sei se você tá ligado mais ou menos na história.
Não.
O Bill Gates, ele nunca, ele não criou nada no início.
Sim, o primeiro milhão dele, ele falou, a gente não quer que a gente copie.
Não, não, é exato. Mas o primeiro milhão dele, ele chegou para IBM, ele com o sócio dele, E venderam o DOS. Só que eles não tinham sistema nenhum. Eles saíram da IBM e olharam pra cara do outro e falaram, a gente vai entregar o quê pra eles? A gente não tem nada. Aí o sócio dele chegou e falou, cara, eu tenho um colega meu, o Chocolândia, que ele tem um sistema basicamente pronto, a gente compra dele aí por uns $20 mil e troca ali um nome, mexe uma coisinha aqui, outra aqui pra não ficar igual e entrega pra IBM. Foi o que eles fizeram. O DOS não foi feito por eles.
Não foi feito nem com a finalidade que eles queriam que fizesse.
Não. Sabe como é que saiu o primeiro Windows? Ele chegou pro Steve Jobs: não, me rendo, tu é um cara fodão pra caralho e eu quero trabalhar pra ti. O primeiro sistema operacional gráfico foi o— como é que era o nome? Não era macOS, era uma outra coisa. Era o nome de mulher.
Tá.
Eu não lembro se é Miranda, alguma coisa assim o nome.
Eu acho que é.
Eu lembro, era algo assim, tá? E aí o Bill Gates chegou, não, beleza, vou trabalhar para ti então. Steve Jobs chegou, não, tá aqui um PC, um PC não, um computador da Apple com o nosso sistema operacional. Aí já começa a fazer o trabalho para ele. Simplesmente pegou, copiou aquele sistema, criou o Windows, que não era Windows 3.11 na época, era Windows, acho que era Windows 3 só, e lançou na China. Até o Steve Jobs descobrir, já era tarde demais. Já tinha sido lançado, já havia todo mundo.
Não, ele já tinha obrigado, já não era mais amigo.
Exatamente. E assim foi, cara, ele não criou nada.
Eu acho que ele foi uma das pessoas que falou no filme dele essa frase, tipo assim, a gente não cria, a gente copia e melhora as coisas. Uma pessoa inteligente ela não cria, ela copia e melhora as coisas.
Tanto que o primeiro computador com tela foi feito pro Steve Jobs, comprar o projeto de faculdade deles, porque computador naquela época era, ele furava cartão.
Sim.
Aí chegou o Steve Jobs com um teclado e uma tela de fósforo verde.
E agora? O furar cartão que tu disse, e o mais louco é que esse computador que tu botava um cartão e ele furava e te dava resultado dos cálculos, foi o que mandou o homem pra Lua em 42, cara.
Isso era o disquete, né, da época?
É simplesmente botava de volta, ele lia os furos, fazia o gabarito daquilo e tinha uma informação.
Eu cheguei a, obviamente não vivenciei porque eu não sou tão velho assim, mas eu tenho um tio meu que ele foi inclusive um dos fundadores do clube da Apple no Brasil, tá? E ele trabalhou em servidor de banco com aquelas fitas de rolo que os mainframes era uma sala inteira com as fitinhas de rolo.
Aquelas fitas de rolo que parece um bagulho de cinema, né?
Exato! Eu entrei naquela sala já uma vez quando era pequeno, ele me levou numa daquelas salas e ele tinha guardado todos os disquete furado. Tudo bem, sempre um quarto e 13 e meio eu tive computadores que usavam disquete.
Tá, eu também.
Então eu peguei toda essa evolução assim, é muito legal.
Bah, que loucura, né, meu? Bah, era uma época que não tinha vírus, né? Não tinha vírus.
Até porque, na verdade, era tudo local, né?
É, o problema era o teu hardware, né? Não podia pegar umidade e poeira.
Mas tu pensar, cara, que um mainframe daqueles, nossa, era muito mais fraco que celulares de 10 anos atrás, cara, 15 anos atrás.
Não, ainda mais, não, muito mais, muito mais, muito mais. Eu acho que eu vi uma comparação numa timeline assim, numa escape de timeline, que desde quando o homem inventou Primeiro, o primeiro telefone lá, o grandão, telefone ali que fez a primeira ligação até o celular, se passou muitos anos. E depois que a gente teve o primeiro celular para o que a gente tem hoje, a tecnologia voou, tipo, ela saltou muito na evolução.
E tá ligado que tem uma teoria, é uma teoria, né, tem toda uma briga que a princípio o telefone foi criado no Brasil. Pois então, foi um padre, não lembro em qual cidade do interior, se eu não me engano foi no Rio Grande do Sul, inclusive. Só que, né, tava isolado e não saiu. É, exato.
Ele ia ligar para quem?
Só ele tinha, né? Graham Bell foi mais ligeiro, foi mais famoso, popularizou. Mas parece que um brasileiro criou antes.
Pelo menos o avião é nosso.
Quer dizer, eles têm aqueles irmãos dele lá, é para eles, para os americanos, os irmãos Wright fizeram primeiro. É, eles não dão braço a torcer que o Santos Dumont foi o fodão na história.
Os irmãos Wise caíram com estilo, caíram com estilo, com certeza. Planaram, caíram com estilo. Mas enfim, os jogos, é que a gente já ganhou tanta coisa deles, né, cara? Melhor piloto de Fórmula 1 do mundo é nosso.
Essa é verdade, o Senna era o Senna, é indiscutível.
Deixa eles com Michael Jackson. Nós tivemos a cena. Foda, né?
Ai, ai, vamos ver. Provavelmente eu vou cortar e vou emendar alguma coisa, porque quando dá esses gaps assim é chato. Deixa eu ver aqui o que a gente pode falar.
Falamos de carro, da evolução da tecnologia absurda. O que mais? Compartilha uma informação aí, Thiago. Vamos ver qual foi a coisa que você agora sobre essa questão da evolução da tecnologia, tá? Porque eu me lembro nitidamente lá em 1994, 95, com os meus amigos, a gente teorizando quando a gente chegasse em 2010, o carro tá voando. Tá, vamos lá. A gente era tudo no Mangolô, éramos todos no Mangolô. Qual foi a coisa que aconteceu na tecnologia no dia de hoje que mais te surpreendeu?
O que mais te chocou quando tu viu pela primeira vez que te fez ficar de boca aberta?
Olha, cara, eu acho que nada. Nada?
Tu não é uma pessoa que se impressiona fácil?
Não, cara, alguma coisa que você— nossa, meu Deus! Nada, não teve nada assim. Acho que não teve nenhuma evolução tecnológica desde que a gente tá vivo que realmente foi algo extraordinário. O que era extraordinário foi para trás, cara, não adianta. O homem ter ido para a Lua, que muitos dizem que não foi, né?
Muitos não, poucos dizem que não foi.
Não, muitos, cara, os terraplanistas dizem que não foi.
E são poucos, menos de 1% da população da Terra.
É pouco assim, não sabia. É poucos.
Quer dizer, menos de 1% da população da Terra geóide. Da plana, 100% diz que a Terra é plana. Não, eu tive algumas coisas que me surpreendeu, cara. Primeira vez que eu vi um celular com infravermelho, deixavam na frente do outro assim e e mandava foto ou música. Caralho, isso vai mudar tudo! Na minha cabeça aquilo lá era revolucionário. Aí duas semanas depois veio o Bluetooth. Puta que pariu!
E tá ligado o porquê de Bluetooth?
Da palavra Bluetooth?
É, não, por que do nome? Tu já tinha me dito, mas era um general britânico, não sei das quantas lá, que eles quiseram fazer uma homenagem pra ele.
Só por isso?
É. Ele era conhecido como Bluetooth, do mesmo jeito que a medida deles lá ela não é a medida métrica que a gente usa aqui, né? Eles usam pés.
Isso.
Só que por que que é pés? E por que que o pé tem aquela medida específica?
Aí vem a questão histórica.
Era assim, era de um rei específico lá, que eu não lembro qual é agora, também não me lembro. Mas era o pé daquele rei.
É. E tanto o peso é medido em libras, não é quilos aqui, né? É.
Em pounds. É.
E centímetros eles não usam, eles usam polegadas.
Exato.
Que mais? Velocidade não é quilômetros, é milhas. E náuticas é sempre nós. É, mas na Europa eles não usam milhas não, eu acho que é quilômetro.
Milhas é nos Estados Unidos.
Na Europa ainda é milhas também? Não, não, não, não, é que depende do país da Europa, eu acho.
É, mas no geral Europa é quilômetros, milhas é Estados Unidos.
Milhas é Estados Unidos. Estados Unidos o sistema métrico é meio bagunçado, né? É, algumas coisas é—
ah, também a temperatura não é Celsius, é Fahrenheit. Tipo, eu não entendo por que tu usar mais de uma coisa diferente. É mais fácil fazer uma padronização mundial.
Eu não entendo por que tu usar Fahrenheit. Tu já viu que 30 graus Celsius em Fahrenheit é 58 Fahrenheit?
É quase o dobro.
É. E aí tu fica tipo, cara, tá calor da porra, 58.
Sim, quando tá quente aqui, lá tá mais de 100 Fahrenheit. É absurdo.
É. Aí tu tá com uma temperatura de 3 dígitos. Qualquer coisa acima de 2 dígitos já é muita coisa. Bah, eu acho muito.
É, eu acho que as coisas iam ser mais práticas nesse ponto. Porque aí tem que ficar fazendo conversão de medida porque sim. Por que não usar tudo? Não usar metros, não usar Celsius?
Por que a gente não globaliza a unidade de medida? Tudo, né? Pelo mesmo motivo que a gente não usa a mesma moeda no mundo inteiro.
Não, mas é diferente, cara. Eu até entendo cada país ter a sua moeda, mas o sistema métrico não precisa. Tanto que existem dois. É. E em teoria tem um terceiro que é uma mistura de várias coisas. Então não tem por que ter dois. Tenha um só.
Uma vez Talvez tu possa me dizer se isso é mentira ou verdade, mas uma vez eu vi um seriado, um filme, que eles estavam, eles tinham, acho que foi um filme, um filme sci-fi sobre invasão alienígena, e eles estavam tentando se comunicar com os alienígenas usando numerações alfanuméricas, porque a matemática é uma linguagem universal, tá? Ela literalmente é universal, cara. Vamos falar global, né? Porque universal a gente tá falando fora do universo, tá? A mesma matemática daqui é a matemática da China, Japão.
1 1 é igual a 2 em qualquer lugar do mundo, tá?
Só vai mudar a pronúncia.
É que sabe por que, na verdade, nesse sentido de matemática ser universal? Principalmente por causa da linguagem binária, tá? É 1 e 0, literalmente só 1 e 0. As sequências de 1 e 0 tornam tudo. Faz palavras, faz Cálculos matemáticos. Então, e querendo ou não, né, converter isso para som dá na mesma, são só bipes.
Mas aí tu vê como simples a vida e a gente dificulta, né, meu? Olha só como a vida é simples. Tudo, tu falou, a frase tua, tudo é 1 e 0.
Mas é, cara.
Ou é ou não é, ou faz ou não faz, ou tem ou não tem.
Pronto.
Por que envolver questões sentimentais, emocionais, afetivas, projeções de consciência, o que tu quer, o que tu não quer, anseios, angústias?
É porque pensa assim, ó, de maneira prática, não existe um carro meio bom.
Na verdade, nada é meio bom ou meio ruim. É. Não existe meio buraco, meio bom, meio ruim, meio quebrado, meio inteiro, meio aberto ou meio fechado.
Uma coisa é boa ou não é boa, pronto. Uma coisa é certa ou errada, não existe meio certo ou meio errado. Tem gente que vai dizer que tem, mas é isso que eu ia dizer.
É claro, diante de ética, uma coisa que é ética é certa, pronto. Ela é eticamente errada, ela é eticamente errada.
Do começo da palavra ao ponto final, fim, né?
Então não tem argumentação. Ah, mas sobre a moral de cada um, aí é outra história.
É, não, com certeza. Tipo, não dá para dizer que a vida é preto no branco, é só assim ou não, tá certo, tá errado. Mas no geral, cara, a maioria das coisas tu pode classificar como boa ou ruim, boa ou ruim.
Mas daí tu sabe que agora falando sobre a moral, a moral é tua, é o que tu aprende, é individual de cada um. Tu achou o Hummer EV top, tua moral diz que aquilo ali vai te trazer prazer, vai ser legal, meio ambiente, sei lá, enfim, para ti te satisfaz. Para mim não me agrada, minha moral, moralmente ele tá errado, é uma ofensa.
Cara, é como eu digo, tá, normalidade é ponto de vista.
Exato, você manda, entendeu?
Porque Tu vai perguntar para um louco se ele é louco, é normal, ele vai dizer que não, ele vai dizer que tá tudo bem, tá de boa, beleza. Então não adianta, cara, tudo é questão de ponto de vista.
Nesse ponto assim, voltamos para a questão da ética, que a ética é imutável, em real é o que é e é o que tá no papel, é escrito e deu. O louco é louco e pronto. E se tu questionar, tu é louco também.
É, mas é que tá tudo, depende o que que classifica um louco.
Tá, entendeu?
A questão é, eticamente falando, o que somos loucos? O que que classifica uma pessoa ser louca ou normal? Ser desequilibrada ou normal? Entendeu? E muitas vezes é ponto de vista, porque querendo ou não, a ética acaba sendo a opinião da maioria.
De uma maneira prática, não, não, a moral é opinião que a maioria forma e tu absorve. A opinião da maioria, a moral, a ética não.
Ainda assim, cara, porque alguém criou a ética e outras pessoas disseram, tá, concordo, é isso aí, a ética é isso aí. É opinião da maioria também.
Ah, sim. Se tu não concordar que aquilo ali é ético, não pode ser dito. É que na verdade até o Estado pode te impor uma questão de ética, né?
A questão ética foi uma coisa que simplesmente pessoas pessoas concordaram de que era o correto. Então isso aqui é assim que tem que ser, assim é o correto de fazer isso, assim é o correto de ser, de não ser. É um conjunto de opiniões de maneira geral, só isso.
É verdade. Agora, o cara, por exemplo, assim, o cara ser de maior e namorar uma universitária é moralmente aceito, principalmente nos dias de hoje. É, não, tu é de maior namorando uma universitária, é moralmente aceito. Só que de repente, se tu for professor dela, é eticamente errado.
Sim. Porque a questão é assim, ó, se tu parar pra pensar, uma coisa que era ética uns 20 anos atrás, hoje em dia já mudou. Do mesmo jeito que coisas que não eram éticas, hoje em dia são. Uma coisa que a gente falou também há não sei qual dos episódios atrás, pô, na nossa infância tinha cigarro e chocolate. Porra! Hoje em dia tu vai ver isso aí e pergunta pra pessoa, nossa, que absurdo, como assim?
Cara, tu tem que, agora tu falou na nossa infância, eu vi um filme que retrata essa questão do cigarro, deles tratarem o cigarro como se fosse uma coisa boa, deles falarem ali, é um filme sobre a história sobre um cantor de jazz negro, é o Guia de Viagem, uma coisa assim, eu vou pegar qual é ali e vou te mandar.
Então, se parar para pensar, tudo é questão de conceito.
O cara fala assim para ele, ah, eu tô passando mal, eu tô enjoado, ou alguma coisa assim. Fuma um cigarrinho, fuma um cigarro. Exato, fuma um cigarro que passa. Cara, incrível, incrível.
Então não adianta, não dá para dizer que são coisas que estão escritas na pedra, porque é mutável. Uma coisa que era certa alguns anos atrás, hoje em dia é errado. É verdade. E vice-versa. Então não adianta, a vida é um conjunto de opiniões em constante mutação.
É verdade, simplesmente. E tá todo mundo errado.
E a gente tá chegando no nosso tempo, que já estamos em 29 minutos.
29 minutos. Eu vou largar então uma questão das curiosidades curiosas. Essa semana eu descobri que um dos livros mais lidos do mundo, um dos livros mais lidos do mundo, teve mais de 25 autores diferentes escritos em mais de 700 anos de diferença e foi compilado numa grande obra e fez sentido. Ele foi escrito em mais de 7 idiomas diferentes, ou 4 idiomas diferentes, eu não me lembro. Foram 25 autores dentro de um prazo de 700 anos e ele foi junto e compilado e é o livro mais lido do mundo.
A Bíblia.
A Bíblia, cara. Eu fiquei impressionado porque 700 anos de diferença entre pessoas que não se conheciam. O autor A, que tava lá no cantinho do mundo lá, que começou a escrever o livro. O autor B, 700 anos depois, lá no outro canto do mundo. Juntaram as obras e construíram o livro.
Agora tu me lembrou de uma coisa. Tu já viu A Vida de Brian? Não. Monty Python? Já. Não, A Vida de Brian do Monty Python. Tá, não.
O Monty Python eu já vi.
Não, Monty Python é um grupo. Não tem o filme O Monty Python.
É um grupo?
É um grupo de humor britânico.
Como é que é o nome do filme que se passa no Monty Python?
Não tem um filme que se passa no Monty Python. Eles têm 5 filmes.
Tá, continua.
A Vida de Brian, Cálice Sagrado, O Sentido da Vida, John Bellocchi.
Nenhum desses eu vi.
Eu tenho todos.
Ah, tá.
Depois a gente fala.
Tu queria me dizer que tu tinha todos? Outro querido.
Não, não, é que A Vida de Brian basicamente é uma releitura by Monty Python sobre o início de tudo, toda a parte do Cristo e etc. Genial.
Eu acho que é esse. A Vida de Brian? Não, é Em Busca do Caleçal. Calça Sagrada.
Esse aí é o mais famoso. A Vida de Brian é anterior, inclusive.
Tá. Não, é Em Busca do Calça Sagrada.
Em Busca do Calça Sagrada é genial.
Monty Python, Em Busca do Calça Sagrada, de 75. Esse eu vi. E A Vida de Brian também, citado aqui.
Veja A Vida de Brian.
Tá, vou ver.
É muito bom.
Eu tô numa vibe de busca de conhecimento espiritual e autoconhecimento e reforço de—
É, nesse caso não vai ter reforço Aí, né? O troço é mega, vai derrubar paradigma, vai desmoralizar. Mas é bom, é mega pastelão. E humor britânico, humor britânico não é para qualquer um. É, tem muita gente que não acha graça. Eu gosto.
Eu não gosto do humor norte-americano, eu prefiro humor britânico.
Eu acho que varia muito de humores.
Não, eu não gosto do humor norte-americano.
Quer um filme bacana? Um filme do Rick Gervais, que é A Criação da Mentira. Eu já vi, filme genial, muito bom, muito bom.
E é britânico, não é? Muito bom.
Então tem muita coisa, eles têm muitas pérolas lá.
Eu gosto também de humor alemão, é legal também.
Francês eu acho mais ou menos.
Não, cinema turco é bom. Eu te falei aquele dia do cinema turco, normalmente são mais emocionais. É.
Mais fortes os filmes.
E eles focam muito no enredo, na história, né? Eles têm que dar qualidade para isso, já que eles não têm tanto elenco e qualidade fotográfica.
É, normalmente todos os mesmos atores que tu vê num filme tá no outro, entendeu?
E é bom.
Então tá, gente, encerramos por aqui nesse episódio estranho, aleatório. Exato. E com certeza vão ter outros episódios um estilo mais adiante. Claro. E semana que vem também não sabemos o que nos espera. A gente vai pensar, vamos pensar, vamos pedir sugestões de tópicos. Inclusive é uma boa, né? Tudo bem que eu não tenho ideia, acho que não tem muita gente ainda escutando podcast, mas quem tiver escutando e quiser dar uma opinião aí, uma sugestão de tópicos que a gente possa falar nos programas, pode botar nos comentários aí que a gente vai ler.
Se não quiser botar no comentário, comentários.
Instagram também, temos Instagram que tá nos, nos, tá lá no canal básico, né, do Spotify, nas outras plataformas tem ali o endereço do Instagram.
Aí mandem, mandem que a gente vai ver.
Certo, então abraço, até semana que vem.
Falou!