Episódios de Milenialmente

#10 – SEASON FINALE – Vortex Cultural, um conceito Milenialmente

01 de maio de 202643min
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No último episódio da temporada, batemos no liquidificador Britney Spears, Jean-Claude Van Damme e Ivete Sangalo e servimos dentro de um Ovo de Páscoa pra comer de colher!

Participantes neste episódio3
X

Xu

Host
C

Chú

Co-host
D

Dranks

Co-host
Assuntos7
  • Impacto Cultural dos ViraisConceito de intersecção cultural gerando entretenimento · Relações culturais entre Brasil e Estados Unidos · Impacto cultural na era pré-internet
  • Xuxa e Michael JacksonConvite para visitar Neverland · Hipóteses sobre um possível relacionamento · Impacto cultural de uma união hipotética
  • Jean-Claude Van Damme no Domingo LegalParticipação icônica na TV brasileira · Interação com Gretchen e Gugu · Censura e choque cultural na TV
  • Britney Spears e Ovo de PáscoaOvo de colher como fenômeno cultural · Repercussão de repost de Britney Spears · Marketing e renomeação de produto
  • Luciana Gimenez e Mick JaggerRelacionamento e paternidade · Impacto na vida do casal e do filho · Mick Jagger como 'pé frio' no futebol brasileiro
  • Ivete Sangalo e CherEncontro inesperado em evento internacional · Interação cultural e musical · Jogo de cintura e carisma de Ivete Sangalo
  • Memórias Infantis e Primeiros CrushesSonhos com celebridades · Crushes em personagens da cultura pop · Geração Z e Lady Gaga
Transcrição112 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

E aí, como é que vocês estão? Como que estamos no dia de hoje? Feliz, radiante, sapitante. Ai, eu tô cansada. Você manda me fudir no trabalho até não poder mais. É momento de inflamação, né, do trabalho. Eu sou contra reuniões que podem ser e-mails. Cara, se você consegue sentar e escrever num simples e-mail aquilo que você precisa, meu, faça isso, sabe? Porque você vai economizar tempo de várias pessoas que vão ter que parar o que elas estão fazendo pra entrar numa reunião pra...

falar três coisinhas e tipo, tchau, sabe? Feitas essas digressões de reclamação, acho que é isso aí. Bem-vindos ao Millennialmente. Acho que a gente pode tocar a nossa vinheta aí, profissão. Oi, amores, tudo bem? Oi, amores, tudo bem? Oi, amados, tudo bem? Vamos tentar colocar no papel. Eu tô achando muito legal essa nossa cabeça fritando. Hoje eu tô fazendo um teste de microfone aqui. Diretamente saindo do metrô de novo. Eu tô dentro.

Ok, ok, gente. Então vamos lá. A gente tocou a vinheta. Vocês já ficaram felizes. É nóis aqui de volta. A vinheta é basicamente o nosso sinal da escola. O recreio acabou e tá na hora de falar de coisa séria. E o nosso tópico de hoje, né, Xu? Ele é seu. Você que pensou, então se joga. Do que a gente vai falar hoje e por onde a gente começa. Inclusive, saudades de gravar com vocês. Estou feliz de estar aqui de volta.

Nossa, muito. Só de ver vocês aqui e conversar. Até a parte da reclamação é legal, porque aí a gente já coloca pra fora um pouco da... E aí agora a gente se transporta um pouco pra parte mais lúdica. Vamos entrar aqui na nossa sala de controles, na nossa nave espacial que está...

Em volta da Terra, o que nós vamos conversar hoje é, na realidade, uma brisa que aconteceu numa roda de conversa, que na verdade não tem nada de muito científico, nem nada de muito comprovado, porém, pensando, ou melhor, acho que eu já vou, apelidei aqui carinhosamente esse conceito, essa conversa, de Vortex Cultural. Mas deixa eu explicar rapidamente para vocês, o Vortex pode ser um centro autodestrutivo de forças, mas também ele pode...

pode ser um encontro de forças que simplesmente assim pode gerar uma tensão e uma coisa repentina que pode simplesmente acontecer e transformar tudo em entretenimento no caso do vórtex cultural esse conceito é pegando aí duas culturas diferentes essas tensões

Relatórias, randômicas e muito intensas. Podem gerar coisas que são puro entretenimento. E coisas que a gente não imagina que iam acontecer, né? De onde vinham, assim, totalmente inesperadas. Realmente, só um vórtex mesmo pra trazê-las juntas. Exatamente. Eu acho que, assim, não queremos datar muito esse episódio. Mas acho que num contexto geral...

Nos últimos tempos, eu acredito que até o momento que a gente liberar esse episódio, a gente tem visto muitas discussões e antagonismos entre Brasil e Estados Unidos. E essa discussão começou com isso. Apesar de todas as diferenças políticas e, eventualmente, até diplomáticas, a gente tem um certo potencial de se chocar culturalmente com os Estados Unidos.

produzir coisas muito interessantes. Claro que não só com os Estados Unidos, com outros países também, mas especificamente eu, porque a gente, cada um pegou alguns exemplos aqui, de vórtices culturais, e os meus são relações que aconteceram entre esses dois países, né? Não sei de vocês, teve algum exemplo que é Brasil e algum outro lugar? Ou é só Brasil? Vocês se lembram? Os meus exemplos são Brasil e eu a mesma. Brasil e Estados Unidos.

Os gigantes da América. Os gigantes da América. Os itens que a gente tinha cogitado como possibilidades, acho que era majoritariamente isso, era Brasil e Estados Unidos. Mas sim, enfim, vamos lá, acho que você já separou os seus momentos de contato, os seus episódios curiosos. Eu acho que assim,

acho que vale fazer uma ressalva, vale fazer um comentário, para além das questões mais recentes entre os países, eu acho que tem um componente que encaixa muito no que a gente faz aqui, do que a gente está falando, que é episódios que de alguma forma marcaram as décadas nas quais a gente estava crescendo e que foram talvez até mais impactantes pelo fato de que era um momento pré-internet, várias coisas foram pré-internet, foram pré-avalanche o tsunami de informações que a gente tem diários, eram coisas

A gente ter contatos e incidentes muito mais raros, quando eles aconteciam, o impacto era maior. E isso, de alguma forma, fica aí no imaginário de pessoas que cresceram nas décadas de 80, 90, como somos nós. Inclusive com personagens que sempre foram muito importantes nessas décadas específicas. Mas, enfim. Eu faço uma adenda ao voto do relator, que é o seguinte.

Como nós somos milênios... Eu sou relator, não. Eu sou eu. O relator é você. Eu sou, no máximo, o safadino. Eu sou o safadino. Só comentários aqui. Pílulas nesse julgamento. Mas, por nós termos nascido nesses anos 90, os anos 2000 também...

foram um suco de entretenimento, que não podemos negar que foi aquele momento que a gente tava aí um pouquinho mais velho, uma coisa meio adolescente e tal, e a gente acabou vendo muita coisa também, e tem coisa mais recente também, que eu acho que vai ser citada aqui, mas o grosso mesmo, de setembro, oito grosso,

Realmente é dos anos 90. Eu acompanho a complementação do relato. Alguém quer começar? Dranks, começa, você falou pouco até agora. Começa. Ai, gente, eu queria começar então com uma coisa que é pós-internet, tá? Então ela é relativamente recente, mas também não tão recente assim. Mas eu queria começar fazendo uma reflexão, que é a seguinte. Eu tenho síndrome de vira-lata em relação a duas coisas. Que são comida.

São dois doces dos quais eu sou muito fã, tá? E aí, um deles eu comi hoje e outro eu como quase toda semana, porque eu moro em cima de uma loja que vende um muito bom, que são cookies e brownies. Eu sou muito fã dessas duas iguarias que não são brasileiras.

Embora a gente sempre dê a nossa releitura e rechegue, sempre melhora e eu apoio, tá? Eu apoio as releituras. E nem o sushi de cream cheese, né? Exato. E o sushi de cream cheese, eu amo. É, não dá, não dá. Eu gosto. Só o japonês que inventou isso, obviamente. Mas essa minha... Com goiabada, né? Sushi com goiabada. Romeu Julieta. Sushi de Romeu Julieta.

geléia de pimenta geléia de pimenta eu gosto, tá? isso aí é um vórtix cultural a comida japonesa aquele próprio temaki roll que é um temaki roll todo empanado

Temaki empanado, cara. Eu acho que os brasileiros... Temaki já é um negócio brasileiro. E eu acho que a gente vai para um lugar muito legal que não é, tipo assim, o paraíso dos processados.

Ao mesmo tempo que tem o lance de ter processado, eu fico vendo esses, às vezes, reality shows de cozinha, assim, norte-americanos. Cara, é tudo muito industrializado, assim. Mistura pronta pra isso, pra aquilo, queijo em cirinha, sei lá. Algumas coisas que eu acho que também são muito artificiais. Mas o ponto é, o contrário aconteceu, tá? Então, os doces brasileiros foram exaltados. E por que eu tô trazendo isso? Porque o meu exemplo, que eu não conhecia até a gente conversar sobre o assunto, foi que a Britney Spears repostou um ovo de páscoa.

que foi feito por uma confeitaria de Rondônia fazem então cara tipo assim sabe aqueles ovos de colher tipo gente eu enalteço tá eu gosto de ovo de colher essa moda do ovo de colher eu acho que tem que ficar é um sim aqui o meu voto

Porque eu acho tudo. Eu acho muito bom. E eu acho que tem uma certa magia de você poder... De fato, assim, admitir que o negócio é um absurdo de recheio. Então não é um ovo trufado. Ele é de colher. Ele é tipo... A metade é completamente recheada pra você se deliciar. E aí, obviamente, é só uma metade que é vendida, né?

Eu nunca comi isso. Nunca comi um ovo de colher. Mas eu acho que eu já vi. É isso, né? É como se fosse uma trufa imensa. É isso, né? Não dá pra comer de uma vez só, né? Você vai comendo aos pouquinhos. Você pode até cortar. Dependendo do mexer e do seu corpo muito líquido, dá pra cortar. Porque tem de tudo, né? Tem de bolo de cenoura, tem de brigadeiro, tem de hot roe panela. E aí a Britney Spears, então, achou isso fera demais. Foi isso.

Não sei como que entregaram isso pra ela, né? Gente, mas não foi. Não foi entrega. Deixa eu contar pra vocês o que que rolou. Não, o que que aconteceu foi que assim. A Britney Spears, ela postou no Instagram dela esse ovo de Páscoa de uma confeitaria de Rondônia. Que era um ovo, que você sabe o que que é dragê? São aquelas bolinhas coloridas, uns confeitos coloridos. Que geralmente eles não gostam. A meitana adora isso.

Chocolate ao leite. Tem, sei lá, várias marcas que fazem chocolatinhos meio disquinhos com esse. Ou tem ovo de páscoa que é coberto. Fica bem bonitinho e ele é crocantinho. Mas é meio de açúcar. Um grande impacto de sabor. Mas ele dá uma graça. E ela postou isso. A confeitaria começou imediatamente a receber inúmeras encomendas e coisas assim. Inicialmente acharam que a Britney tinha consumido esse ovo. Porque era um vídeo de uma mão pegando uma colher e fazendo...

né, tipo, como se fosse comer, assim. E não era, na verdade era um vídeo que ela repostou que a que a confeitaria tinha postado na sua página. Então era a mão de tipo, só que vende, sabe, apresentando o produto pro seguimor, fazendo uma vontadezinha, igual muita gente faz. E aí as pessoas endoideceram, tipo, falaram que agora que a confeitaria tinha sido divulgada pela Brine, ela tinha que...

Não é foda, né? Que ela tinha que achar meios de enviar um ovo de colher daqueles para a diva da Briney. A galera também corre com a bola, né? Não dá. Eu achei que ela realmente ia comendo, mas faz muito mais sentido essa versão da história. E assim, gente... Mas chegou nela, né? Chegou nela. É, apenas um comentário. E assim, o meu comentário, de forma alguma, é depreciativo com relação à doceria de Rondônia. Isso a gente vai decidir depois que você fizer o comentário. É.

E também com a Britney Spears, que eu amo a Britney, mas assim... Gente, você vê como que a vida da Britney Spears tá sem curadoria nesse momento. Porque tipo assim, meu, a mulher vai lá e posta o negócio de uma confetaria de rô, hein, mano. Sei lá, eu me lembro.

Da época que eu era criança, adolescente, a Britney Spears era o maior fenômeno pop do mundo. E aí teve aquela publicidade que foi a Beyoncé, a Britney Spears e a Pink fazendo uma propaganda que elas estavam tipo no coliseu, assim. E era da Pepsi. Da Pepsi, é. Elas estavam tipo num coliseu, assim, era da Pepsi.

E eu fico imaginando, gente, essa mulher Imagina, um cachê publicitário Caríssimo E na atual situação mental Ela nem tá fazendo essas coisas Aí eu fico imaginando A sorte Confia no potencial Do vórtex Do ovo de colher

Olha só, é uma... A gente não sabe o quanto a mulher gosta de pegar chocolate com a colher. Às vezes o algoritmo dela, o algoritmo dela entrega muito esse tipo de coisa. E aí chegou de Rondônia lá, porque batata, entendeu? Era exatamente o que ela precisava. O que ela precisava naquele momento. Mas entregar o ovo pra ela ou não entregar o ovo pra ela?

Não, não enviaram. Mas eles rebatizaram o ovo que chamava Draje, que é a bolinha colida que eu falei. Ele foi batizado de Britney Spears. E assim, estourou nas vendas, né? Não é superstar, super pop, popstar, um negócio assim? Não, ficou chamado ovo Britney Spears.

legal eu achei justo achei justo uma jogada de marketing free aí né gente vamos combinar eu espero eu espero que tenha sido menos efêmero do que o negócio do morango morango do amor foi uma febre enfim uma histeria coletiva aqui para mim foi injustificado nossa hoje eu vi o morango do amor no supermercado a gente não era tão grande que parecia

uma manga, um negócio gigante. Eu nem vi acontecendo, porque é cronicamente offline, eu não vi acontecendo. Um dia, todos os lugares em que eu fui no final de semana tinha essa merda. Todos os supermercados, todas as padarias que eu porventura entrei, tinha esse negócio aos montes nas prateleiras. Eu falei, meu Deus do céu, que porra é essa? O que tá acontecendo? E era tipo essa histeria coletiva, o morango do amor. Aleatório.

Eu acho muito fofo que de nós três, você é o mais que de fato parece que está numa nave observando uma cultura de maneira distante. Eu não sei, eu não sei se é uma elogio. Busquei conhecimento. Meio alienígena mesmo.

uma consideração assim eu acho legal eu me diverti estando offline assim não vou dizer que é um sofrimento é que eu acho que numa régua tem o Xuxa muito online você muito offline e é um no meio do caminho mais para o offline do que para o online

Gente, mas eu sou julgado, tá? Pelo meu irmão de 10 anos a menos que eu que eu não sou cronicamente online. E eu falei assim, a sua obrigação é sua obrigação como irmão mais novo, me deixar cronicamente online. Ele, inclusive, comprou essa. Então, assim, é uma metralhadora de meme. Uma coisa atrás da outra, manda tudo pra mim. E aí eu sou um pouco mais cronicamente online por conta disso. Então eu gosto. Eu amo a interação com a geração Z.

Assim, a próxima é Alfa, né?

Eu acho que no momento eu não tô nem tendo nenhuma interação com alguém alfa, mas só a geração Z já consegue me atualizar das coisas. Eu tenho zero interesse. Enfim, acho que vai lá, Chú. Vamos intercalando? Eu vou fazer uma, então. Bom, eu acho que assim, pessoas em si, às vezes, elas são vórtex culturais. A Britney, por exemplo, ela sozinha já causa os vórtex.

Mas eu queria falar de uma pessoa que, pra mim, foi muito marcante. E que, não sei se foi com vocês que eu já conversei isso, acho que foi com você, Guilherme, há um tempo atrás, alguns anos atrás.

eu puxei isso na história, como essa pessoa era uma unanimidade na nossa infância barra adolescência, que é ninguém mais, ninguém menos que Ivete Sangalo. Na nossa época. É, ela ainda é uma unanimidade, mas ela tava muito estourada, né? O axé, anos 90 e tal. Então, assim, ela era extremamente estourada. Ela se consolidou hoje em dia, ela é uma das maiores artistas.

do Brasil, assim, disparado, maravilhosa. E ela conta uma história de um acontecimento que, pra mim, caracteriza um vértice, um vórtex cultural, que foi uma vez em quando ela ainda era muito mais jovem, estava aí no seu começo de carreira, ela estava em um desfile, salvo engano, em Paris ou em algum outro lugar, assim, fora do Brasil. Gente, inclusive, todo mundo que estiver ouvindo esse podcast pode procurar as informações. Se tiver alguma informação que a gente está dando errado,

porque a gente esqueceu. Mas está documentado isso. Eu acho que a gente já fez... Deixa aqui no nosso comentário, se você quiser. A gente já fez essa ressalva em outros momentos. Se você está ouvindo pela primeira vez, fica aqui a ressalva de novo. Isso aqui não é um podcast informativo. Jornalismo de novo.

se você busca informações corretas precisas e você vai em outro lugar entendeu não é essa ideia você não tá aqui pra se ah não né buscar o conhecimento que você precisa não só que conversa conversa ali às vezes lembram às vezes elas não lembram geralmente elas não lembram então inclusive eu que sou uma pessoa que tem uma memória péssima que ele conhece sabe mas enfim e aí ela estava nesse evento e de repente apareceu vários fotógrafos e tal e quem que aparece lá

Cher, vocês sabem quem é, pra mim foi uma diva também da minha infância. Do you believe in love or the love? Essa Cher apareceu, sentou do lado de Ivete Sangala, e de uma tal de Shakira, que não é a Shakira, Shakira, ou outra Shakira. E a Ivete Sangala ficou ali no meio das duas, a conversa entre as duas começou a rolar.

conta a Ivete Sangalo, inclusive eu acredito que tem esse relato em algum programa do Porchat. Eu acho que tem no que está nessa, Porchat. Do Porchat, né? Que ela ficava fazendo várias caretas, como se ela estivesse interagindo com as duas pra ser fotografada também, porque ela sabia que alguma coisa ia respingar no Brasil, mas precisava chamar a Maria, né? E aí ela ficou lá, tipo, uhuuuh!

Oh my god, oh my god. E ela até trocou uma ideia com a Cher, mas teve uma hora que acabou o assunto. Ela precisando interagir, ela virou e falou assim, Cher, no Brasil eu faço uma música em homenagem a você. Aí ela, oh, really? Aí ela, sim. E como é que chama essa música? Aí ele vai dizendo dela, a Cher Music. Cara, eu achei genial, porque tipo, isso é um suco do Brasil, mano. A mulher da boca é a Cher.

e trouxe pra gente a taça, foi isso que ela fez trouxe pra gente a taça, exatamente bom, esse é o meu, agora eu a Ivete, ela merece um conhecimento específico não só da artista que ela é obviamente, mas desse jogo de cintura ela tem um trapejo social fenomenal é um carisma fora de série muito grande e assim, a Ivete eu vejo a Ivete e aí

nunca estar em uma situação com extremo constrangimento, sabe assim? Ela sempre consegue ter o futuro da situação. Ela sempre consegue ter o futuro da situação. Então eu admiro muito. E o meu primeiro Vortex Cultural vai pra Ivete e Cher. Ivete Sangalo e Cher.

Então, aí é minha vez de falar umas besteiras. Gente, então... Contei umas mentiras pra gente. Contar umas mentiras pra vocês. Eu vou... Na verdade, não é mentira porque tá registrado. A não ser que alguém diga que nem, sei lá, pôs na lua que não aconteceu. Mas aí, enfim, deixa pros dobscurantistas dizerem que não aconteceu. Esse momento de contato entre cultura no Brasil e Estados Unidos que eu escolhi foi, de fato, um clássico dos anos 90. Eu escolhi o episódio...

Eu amo cuidar, tem que dizer momento de contato, e aí o que vem depois... É, entendeu? O momento de contato de culturas, assim, de intercâmbio cultural, foi a participação de Jean-Claude Van Damme no programa do Gugu no Domingo Legal, em, sabe, Deus, sei lá, em 1990 e alguma coisa.

Especificamente no momento em que ele foi acompanhado no palco por Gretchen. Ah, lindo bumbum. E dançou conga la conga com ele no palco. Em um momento que, enfim, qualquer pessoa pode buscar na internet e assistir esse momento icônico da televisão brasileira. Gente, ali pra mim essa memória do Jean-Claude Van Damme. Pra quem não lembra. E é difícil porque, assim...

Gente, vamos lá. A gente... Millennials. A gente viveu uma década em que, cara, Jean-Claude Van Damme, Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger eram os maiores nomes do cinema de ação do mundo. Esses caras eram assim. Eles eram...

o negócio, eles deram tipo o que hoje provavelmente é o, sei lá o The Rock, sei lá, o Jason Statham tá ligado, no cinema de ação e o Chris Pratt de Guardiões da Galáxia na época eram esses três malucos os caras eles eram, tipo, bombados e não sei o que, e estavam em todas as filmes de ação sem roupa não sei o que, e tarará muita luta, né, eles fizeram muita luta não, o Jean-Claude Van Damme luta de verdade assim, né, os outros

O Schwarzenegger é o teorefilista, o Sylvester Stallone, tipo, mas lutá-lo, acho que o Sylvester Stallone devia boxear um pouco, até pelos filmes do Rock e tal. O Jean-Claude Van Damme lutava. O personagem mais emblemático dele mesmo? Puta, eu não sei nem o nome, mas ele tinha vários. Como é que era aquele? Acho que era Dragão Branco, o filme.

é o filme é o nome do filme ele fez ele fez Street Fighter ele fez ele fez vários filmes cara vários filmes agora eu não consigo nem lembrar e ele era um dos maiores astros do cinema ele veio para o Brasil numa visita ele foi no domingo legal era o programa do Google e o programa de auditório das tardes de domingo ali na interação

tudo e mais um pouco e era o puro suco dos anos 90 porque aquilo era cara era mais absurdo que assim eu acho que tinha banheiro com o Google tinha a gente encana que o Google fazendo palco era assim era meu era o mesmo palco em que tinha o é o tchan dançando na boquinha da garrafa com competição de crianças no palco junto com o é o tchan dançando na boquinha da garrafa entendeu eram coisas que rolava de tudo naquele programa e aí eles botaram ali para se apresentar junto com o Jean-Claude então uma cena de dança

A Gretchen, que dançou rebolando, esfregando no homem com o galacombo. Ele ficou até excitado. E tem, inclusive, esse... Eu ia dar uma pesquisada pra gente fazer um episódio mais bem. Informações da internet, que eu não chequei a veracidade, mas eu li. A Gretchen relatou, anos depois, que o rapaz nem estava excitado na hora. Ele estava mais fazendo uma graça do que qualquer outra coisa. Mas ele fingiu ficar excitado. Ele pegou o boné, botou na frente do... E aí

da virilha dele assim pra tampar como se ele tivesse de pau duro no meio do palco do... Legal, com elas porque ela tava dançando esfregando ele, mas na verdade, pelo que ela disse, na verdade ele nem tava tão excitado assim. Inclusive ela disse que encontrou coelho nos bastidores, depois ele tava normal e nem olhou na cara dela. Eu tive assim.

Partindo do pressuposto que se ele tivesse tão animado, ele teria pelo menos feito uma... Dá uma flertadinha. Uma engraçada com ela e não. Ela relata que, inclusive, ela acha que talvez tenha sido combinado com o próprio Gugu. Com o próprio Gugu para fazer uma graça no programa.

Olha só, eu não sabia desse lance de bastidores aí. Pois é, eu também não descobri hoje. Olha só, relato da própria Gretchen. Eu acredito. Não, eu acredito, acredito. Porque, meu, o que a galera não fazia pelo Ibope? Na verdade, o próprio fato de colocar a Gretchen pra dançar esfregando o cara é uma estratégia de Ibope. Tudo era faca na caveira, entendeu? Era assim, era o Gugu contra o Faustão na Globo e valia tudo. Exatamente por isso que tinha banheira lá com todo mundo, tipo, roupa de baixo, roupa de banho, se esfregando.

para pegar um sabonete. E aqui, gente, aí eu vou fazer a tia, já que a gente está aqui, eu vou fazer, nesse momento, rememorando os surdos da nossa cultura, eu vou fazer aqui a tia problematizadora para justamente buscar esse fato, para falar, meu, para a gente ver como a gente cresceu numa década bizarra, como a gente cresceu vendo coisas que, meu, hoje em dia, se acontecesse na televisão, talvez chocasse muito mais do que chocava na época.

Talvez hoje em dia, se acontecesse no palco uma coisa dessa, de um domingo à tarde, a gente teria, inclusive... Cancelamento. A gente teria um cancelamento. Mas hoje tem censura de idade, né? Não pode passar esse tipo de coisa à tarde.

Na época tinha. Classificação indicativa também não tinha? Ou era... Eu acho que hoje é mais... Tinha coisas, cenas de filmes e tal que só passavam de madrugada. O que eu ia comentar é que hoje, se isso acontecesse num programa de palco, de auditório ali no meio da tarde de sábado...

provavelmente a gente teria uma revolução tanto de uma geração mais nova na internet cancelando o programa como de uma geração mais velha que viu isso tudo acontecer nos anos 90 mas ainda assim hoje teria um ímpeto de conservadorismo porque a gente tem uma porcentagem de gente conservadora na sociedade muito alta inclusive por razões religiosas e tudo

Iam também reivindicar uma providência da emissora de televisão em relação ao absurdo do ato explícito que estava acontecendo no palco. E muito embora hoje isso acontecesse, 20, 30 anos atrás, isso passou como mais um dia, mais uma segunda-feira, mais um domingo legal, normal, em que todo mundo deu risada, todo mundo achou aquilo muito tranquilo.

E achou uma ótima oportunidade de contato de culturas, né? Depois a Globo Adam vinha pro Brasil e se divertiu e ia no palco do Domingo Legal com a Gretchen. Sim! E aí, Dream?

O que você diz na sequência? Gente, eu achei interessante essa sequência, porque no fim vai fazer sentido, porque meu outro ponto de contato é o fatídico encontro entre a Luciana Gimenez e o Mick Jagger, né? Que até gerou frutos. É, ao contrário do Van Damme e da Gretchen, que gerou frutos. Cara, isso é surreal. Quando eu descobri isso, eu era criança, eu falei assim, não, não, gente.

Isso é real? Aquela coisa que vocês perguntam, isso é real? Mas diga mais, Dranks, diga mais. Gente, assim, eu confesso que eu tive que dar uma pesquisada porque eu acho que na época isso também não me impactou tanto pela idade que eu tinha, né? Quando tudo aconteceu. Mas basicamente, né? Hoje eles sempre tiveram uma diferença de idade significativa. Hoje o Mick Jagger tá aí com seus 80 anos, anos de menino, seus 50 e poucos. Mas ele veio pela segunda vez em tour, assim, pelo Brasil com os Rolling Stones.

Aí eles tiveram, tipo, um casinho, assim. Pelo que eu li, não foi um negócio duradouro, assim. Eu acho que foi, tipo... Acho que ele tava aqui, ela também... É, se pegaram. Eu tava ali, ela também estava ali. E aí foi um lance meio... Eles saíram enquanto, acho que ele tava em turnê e tal. Mas não foi um romance, uma coisa assim. Mas ele era casado na época. Chegou ao conhecimento da esposa dele. Ele já tinha filhos e tudo mais. E eles terminaram.

Por conta desse caso com a Luciana Gimenez. Eu não sabia disso. Foi. Terminaram. E, tipo assim, ele e a Luciana Gimenez tiveram um filho também. Ele reconheceu a paternidade. Pagava uma pensão altíssima. E tudo mais. Na época eram 17 mil e poucos dólares. O que hoje corresponderiam, na época, a 50 mil reais. Uma coisa assim.

Não sei se é hoje essa conta, não sei, eu pesquisei meio ano passado. Mas aí o que rolou? A Luciana Gimenez chegou a escrever, aí não sei quanto tempo depois, mas ela até fez uma carta pra antiga mulher do Mick Jagger pedindo desculpas. Tipo, ela falou que não esperava uma resposta, mas que ela queria que a esposa dele soubesse que ela sentia muito.

Pelo que aconteceu E ela de fato não recebeu uma resposta Mas rolou toda essa tour E foi isso Depois eles não ficaram mais juntos Que eles construíram uma família Viveram um sonho e tudo mais Foi uma coisa muito pontual Reconheceu a paternidade da criança E é isso, ela tem um filho aí Até os 18 anos ele recebeu essa pensão gigantesca Hoje eu não sei como é o acordo entre eles Mas é isso, o cara é filho do Mick Jagger E desde então a gente...

Porque toda vez que tem jogo do Brasil, Mick Jagger vem pra Copa, ele vai assistir e a gente perde o jogo. Tem sido assim desde então. Eu não me ligo nisso, mas tem umas pessoas que são meio pé frio ou pé quente, a galera fala. Não, o Mick Jagger é o maior pé frio do nosso futebol.

Eu lembro que eu descobri isso quando os Rolling Stones vieram, né? Eles vieram e fizeram aquele show em Copacabana em 2008, 2009. E eu tinha... Eu tava começando a descobrir os Rolling Stones, assim, de música e tal, disso o que e tal. E aí eles estavam vindo, foi um incentivo, né? A ouvir e ver qual é que era. Não que fosse... Foi um incentivo pra ouvir, não que fosse fácil.

Porque na época não tinha Spotify. Então assim, eu tinha que entrar no Emule ou no LimeWire pra baixar um MP3 de cada uma das músicas isoladamente, correndo risco de ser vírus. E cada download de, sei lá, um MP3 de 3, 4 megas demorava alguma coisa em torno de 10 a 15 minutos, se você desse sorte. Nossa, era muito sofrido. Era muito sofrido. Mas eu tava lá ouvindo as poucas músicas dos Rolling Stones.

tava tendo contato, e aí eu lembro que eu tava assistindo o show, e aí meus pais comentaram, ah, ele tem um filho com a Luciana Gimenez aí eu falei, é o quê? tem um filho com a Luciana Gimenez meu Deus do céu, porque a Luciana Gimenez sabia quem era porque ela já tava apresentando um programa, eu acho, na Band, na RedeTV na época, eu sabia de...

de vista assim de ver na televisão e de cara a gente não esperava nessa época só um parênteses eu fiquei um dia inteiro para baixar o clipe Billy pois é demorava muito demorava demorava muito a gente o meu eu confesso que a pessoa que ele é um vórtex cultural ele é uma grande frustração uma grande frustração alheia não sei que eu projetei das pessoas

anos atrás, quando nós estávamos ainda na faculdade. E a Xuxa, que também é uma pessoa que contribuiu muito para o suco do Brasil que foi nos anos 90. Desde os anos 80, na verdade, já. Desde os anos 80 para cá, se envolveu em milhares de projetos e foi muito bem sucedida. O próprio Xuxa só estava baixinho.

Foi uma das coisas que ela brigou com a Marlene Matos, que a Marlene Matos não queria que ela fizesse. Xuxa Sobara Baixinhos, ela falou... O que aconteceu? Xuxa Sobara Baixinhos virou... Virou o hit, o hit da década. Nossa, ela vendeu muito. Enfim, e nessa época... Achou de ganhar dinheiro.

Ela fez... Eu já contei pra vocês que eu risquei um CD. Já contei isso, né? Você riscou o quê? Eu risquei. O Xuxa só para baixinho os dois que a gente tinha em casa. Porque meus pais compraram pro meu irmão que tinha nascido. Ele é muito mais novo do que eu. E ele viciou nessa porra. O Xuxa só para baixinho os dois. A ponto de, sei lá, seis meses depois, eu pegar o CD e riscar. Na maldade.

Não vou contar pra ninguém, porque eu não aguentava mais ouvir aquilo. Eu vou tomar um de futebol agora. Eu peguei uma faca, eu peguei o CD e fiz um corte no CD. E aí ele nunca mais tocou. Meu irmão ainda tinha fita, ele continuou ouvindo a fita, mas pelo menos o CD foi pro saco.

Eu fui confessar esse crime para minha família há pouco tempo, na pandemia só. Eu convenientemente falei que acho que o aparelho riscou. Acho que o aparelho riscou. O meu tocador. Nessa época aí da faculdade, eu lembro que a Xuxa se abriu, foi até um período que logo depois ela saiu da Gol, contando sobre questões de alus, o que ela teve, foi um rolê bem pesado. Só que nessa entrevista que ela deu por vontade...

Ela contou também, e eu acho que, pelo que eu vi nas minhas pesquisas também, muito ampaçã com as da Brits, ela contou, acho que num documentário da Globo, então isso tá registrado lá. Quando ela é, ela estava assim, num boom que ela teve na América do Sul, que ela era super... Porque, gente, antigamente, nessa época, anos 80 aí, as pessoas perseguiam a Xuxa, ficavam esperando ela, tipo, tinham que fechar uma loja pra Xuxa entrar.

As pessoas ficavam escondidas dentro de araras pra pular nela. Era uma coisa absurda, né? E aí ela conta que nessa época que ela tava muito proeminente na América Latina, no Brasil, na Argentina, enfim. Ela recebeu um convite de ninguém menos que o rei do pop, Michael Jackson, para visitar Neverland. Que para aqueles que são muito jovens e não saibam o que é Neverland, Michael Jackson, Jackson, Neverland.

Jackson, Neverland, era um rancho muito pesco que o Michael Jackson tinha, e que ele tinha zoológico, tinha estação de trem, tinha cinema, e a Xuxa foi pra esse lugar. Ele tinha o Bubbles, o chimpanzé dele. É, era uma chimpanzé. Chegando lá, ela disse que o Michael Jackson sabia de muitas...

coisas dela, de preferências dela, tipo coisas que ela comia, até sei lá, pipoca sem sal, enfim, umas coisas absurdas assim, ele sabia de tudo, aí foi indo, foi indo, fazendo aquele tour e tal, e dando tudo pra ela, as coisas que ela gostava, da forma que ela gostava, chegou em um momento em que houve uma movimentação,

casassem um rolê assim. Ou seja, parecia uma... Esse vórtex cultural, ele é tão louco da gente pensar que, assim, se isso tivesse realmente acontecido, se a Xuxa tivesse se casado com o Michael Jackson, ou ter tido filhos do Michael Jackson, a cultura mundial teria sido outra. A gente teria tido reflexos disso, porque, meu, Michael Jackson é o rei do pop e...

assim, uma proeminência gigantesca nos Estados Unidos e no mundo, e a Xuxa, na América do Sul, seria um cartel cultural. A Xuxa teria cantado Xuxa só para baixinhos no halftime show do Super Bowl. Exatamente. Coisas desse. Esse é o nível. E, sério, gente, a minha frustração é que eu acho que teria sido muito legal.

Ah, com certeza teria mais impacto do que ela ter tido filho com Luciano Zafir, né? Tipo, quem é Luciano Zafir? Imagina, Sasha Jackson. A gente nem sabe o nome da filha até hoje. Sasha Jackson. Imagina, Sasha Jackson. Ela poderia ter virado o próximo fenômeno pop. Enfim, mas é esse. Eu acho muito louco, porque assim, é uma história... Cara, parece até aqueles sonhos loucos que eu tenho. Aquele lá que eu sou aqui, olha o Jay-Z.

Uma coisa muito doida, assim, que... Cara, eu tenho uns sonhos muito loucos. Você sonhou que você era o Jay-Z? Eu sonhei que eu era o Jay-Z. E que, assim, eu olhava pra mim, eu era o Jay-Z. Eu tava... Isso antes do escândalo de eu pedir, antes desses rolês aí. O sonho era... Eu e a Beyoncé morávamos...

bairro de subúrbio, de classe média dos Estados Unidos, daqueles, tipo... A cerca branca, eu creio. É, jardim na frente, aquelas casas e tal. A gente morava numa casa dessas, e eu deixei o labrador da Beyoncé fugir. E o sonho começava com a Beyoncé me descascando, você vai atrás do meu labrador, quero ser labrador, você perdeu meu cachorro, você perdeu meu cachorro, não sei o quê, não sei o quê. E eu, assim, numa aflição gigantesca, correndo naqueles bairros americanos, de casa tudo igual, atrás de uma...

em que a Cher, eu fui convidado pela Cher, pelo marido dela na casa deles, e aí eles estavam brigando, aí quando eu cheguei lá a Cher tinha tipo um sótão que ela aprisionava os ex-namorados dela, e aí todos eles estavam lá

liberdade. Gente, sério, é umas coisas assim. E esse rolê da Xuxa, finalizando a minha fala, você não sou eu, não, você leu isso mesmo. Isso é verdade. Esse rolê da Xuxa. Esse foi que nem a tatuagem da Dua Lipa, do Ratinho. Não, totalmente verossímil, né, gente? Mas assim, sonho, é aquelas coisas de louco. Eu recebi um videozinho, coisas que acontecem no sonho e tal. E aí tinha um dublê do Harry Potter, do...

do Vin Diesel, do Jack Keough, tudo junto numa praia, assim. Até hoje eu não sei se aquela inteligência artificial, se realmente existe isso. Enfim, mas só pra dizer que esse rolê...

muito sonho louco, muito doido, mas que é, foi um vórtice cultural aí. E eu achei interessante da gente trazer, porque a Xuxa marcou muita vida da gente, o Michael Jackson marcou muita vida da gente. Pelo menos a minha, assim, acho que o pessoal mais jovem nem sabe, né, o que que é. O meu professor de dança falou que ele tá passando coreografia pras meninas da geração alfa e elas não sabem que é a Lady Gaga.

Não, mas aí também elas são cronicamente offline, porque a Lady Gaga tava aí no Brasil agora, né? Ela tá numa bandinha. Exatamente. Elas estão desatualizadas. Mas eu queria fazer um comentário, assim, pra fechar, que é, eu acho que de todos os casos que a gente trouxe aqui, talvez esse seja o que inspira maiores especulações, porque ele não se concretizou, né? A gente pode ficar aqui no mundo das hipóteses e ficar pensando, tipo assim, e se, e se, e se...

E as possibilidades parecem muito mais interessantes do que ser concretizado e frustrado ou se tornar tudo aquilo que a gente prospectou. É, podia muito bem ser um casamento de conveniência de três meses, eles iam quebrar o pau, não ia rolar nada, ia separar, ia ser tipo...

Mesma coisa de hoje. O Ronaldo e a Daniela Scarelli, que rolou. Eu pensei na mesma coisa. Mas agora não foi que o castelo. No castelo, que dura... Onde que era? De Chantilly, castelo de Chantilly. Castelo de Chantilly. O castelo de Chantilly. O castelo mais caro da história e não sei o que, e durou um total de, tipo, dois meses.

durou menos do que as minhas situationships eu também queria aproveitar pra fazer um comentário de amarração e tal, todos esses episódios toda essa nossa reflexão, ela é muito interessante eu acho que ela conversa muito com o nosso com esse aspecto nostálgico mesmo, esse aspecto de histórias que a gente ouviu, que a gente viveu e de personagens que eram caros pra gente, que eram muito vivos

no nosso imaginário, porque eles fizeram parte de coisas muito importantes na nossa história, uma história de uma geração inteira, que viveu essas pessoas, que viu que tinha uma certa... E acompanhou e... E também eu acho que vale a gente fazer uma menção honrosa aqui a tudo que a gente não mencionou. A gente obviamente falou de muitas coisas que são Brasil, Estados Unidos, ou Brasil, no máximo, aí do San Gimenez.

Brasil, Reino Unido. É óbvio que a nossa cultura se conecta com várias outras culturas. Tem vários outros pontos de contato, outros vórtexes que a gente poderia pensar e tal, não sei o que. Existe uma razão para, obviamente, várias coisas em relação aos Estados Unidos ficarem na nossa cabeça porque é o...

mercado cultural mais proeminente do mundo, né? Não existe nenhuma outra cultura no mundo que se venda, que se comercialize, se esporte da mesma forma, com a mesma eficiência do americano. Os caras são, tipo, se tem uma coisa que eles fazem que eles vencem, se tem uma razão pro fato deles serem o país com maior visibilidade do mundo, muito mais até do que eu acho, né? Muito mais do que o poderio econômico militar é o potencial de vender a própria cultura, o potencial de pegar o que eles fazem.

fazem oi é o que o né que ela só se viu exatamente o potencial de pegar o que eles produzem de cultural e transmitir para outros países então é óbvio que toda vez que um desses personagens vinha visitar ou um desses personagens por alguma razão faz uma propaganda de um produto nosso

um desses personagens, de alguma forma, se conectam com algo que é nosso, e chamam muito a atenção, né, e aí é sempre essa, cria essa situação meio que tipo, meu Deus, o que que tá acontecendo? Porque pra gente parece que acaba criando essa situação, esse imaginário de que eles são muito distantes, e aí quando acontece uma coisa em que eles se conectam de uma forma muito próxima com a gente, é meio, acaba criando, tendo muita visibilidade, acaba chamando muita atenção e fazendo a gente prestar atenção, e entra nesse nosso, nessa, nessas, nessas memórias.

de coisas divertidas, absurdas, engraçadas, ou às vezes tragicômicas da nossa cultura e entra no nosso hall de coisas legais. E aí, 20 anos depois, as pessoas fazem um podcast e debatem essas coisas que elas lembram. Porque geralmente são umas coisas caóticas mesmo, né? Exatamente, né? O fato de ser imprevisível e bizarro.

Eu queria só comentar que você falou disso. Eu não sonho muito, né? Mas aí eu ia já falar isso. Aí você falou dos dublês e tal. Acho que a minha coisa mais assim famosa que eu já tive foi quando eu era adolescente. Eu lembro que eu ainda nunca tinha beijado na boca. Eu sonhei que eu beijava a boca do Harry Potter. Olha só. É aí, ó. O crush de infância. O crush de infância. A do Glee era... A cara do Glee de não fala. Como é que chama? Eu não sei o que eu te falei.

Não, eu vou usar o copo aqui, já te falei. Não, não, não. Segura o som. Não é nada que você me fale muito. Como é que chama aquela loirinha? Várias, né?

Aí você vai complicar o nosso amigo. Vamos cortar. A Lizzie McGuire. Como ela chama? Hilary Duff? Hilary Duff. Meu, eu não achava Hilary Duff muito bonita. Eu fui achá-la, tipo, anos depois, até porque eu não... Lizzie McGuire era do Disney Channel? Não lembro, não lembro. Eu não assistia nessa época. Eu não assistia. Eu não tinha TV a casa. Eu não sei, eu não assistia. Mas não. Desses crush de TV, assim, obviamente, vários. Mas eu não lembro de nenhum agora que seja divertido de falar.

Eu lembro que na época, inclusive na época de Harry Potter, por exemplo, a galera tinha essa coisa, tanto do Daniel Radcliffe como com a Emma Watson. Eu nunca achei a Emma Watson muito bonita. Pra mim era tipo, ok, ela é bonitinha. Nunca me chamou muito a atenção. Uma hora dessa, vamos guardar esse comentário pra um programa futuro, né? Sonhos que a gente já teve. Diz a risco que vale a pena compartilhar. Eu vou tentar lembrar, porque olha...

Eu sei que eu tive uns sonhos... É, eu tive uns sonhos recentes que eu fiquei... Eu acordei e falei, caralho.

Só que loucura, mas eu não esqueci. Tem que anotar pra trazer pra cá. Bom, acho que é isso então, né, meus amores? Com essa conclusão aqui, acho que a gente pode encerrar o episódio. Ah, eu também acho. Acho que eu tô mais do que satisfeita aqui. Dei muitas risadas. Foi muito divertido, pelo menos pra mim. Boa então, time. Pra você que nos ouviu, o Millenialmente é um produto 100% sem glúten. Não prejudica a dieta e não dá gases.

Então, pessoal, vocês já sabem, né? Podem mandar ver aqui nesse botãozinho de seguir, compartilhar, curtir. E se vocês quiserem, deixe seu comentário. Em casos de efeitos adversos, o médico deveria ser consultado.

#10 – SEASON FINALE – Vortex Cultural, um conceito Milenialmente | Castnews Index — Castnews Index