Episódios de The Waves Podcast

Como começar a se envolver com povos não alcançados | EP 04

01 de maio de 202637min
0:00 / 37:50

Você sabia que ainda existem pessoas no mundo, e até no Brasil, que nunca ouviram falar sobre Jesus?Nesse episódio do The Waves Podcast, Silas conversa com Gilly Ferraz sobre uma realidade que muitos cristãos desconhecem: os povos não alcançados. Gilly compartilha seu testemunho de chamado missionário, explica por que ainda existem milhares de povos sem acesso ao Evangelho e mostra como qualquer jovem pode começar a responder ao chamado de Deus.Você vai ouvir histórias impactantes de evangelismo, entender os desafios missionários atuais e descobrir que talvez Deus esteja te chamando para algo maior do que você imagina.

Assuntos4
  • Testemunho de Gílio FerrazConversão aos 14 anos e relacionamento com Jesus · Serviço missionário por 25 anos · Participação na ETED da Jocum
  • Inadimplência BrasilComunidades sertanejas sem igrejas evangélicas · Comunidades ribeirinhas sem igrejas evangélicas · Comunidades quilombolas sem igrejas evangélicas · População cigana e cristãos · Pessoas surdas e ação missionária · Etnia indígena e abertura para missionários · Refugiados e imigrantes de países fechados ao evangelho · Segmentos socioeconômicos menos alcançados · Comunidades pantaneiras
  • Experiências missionáriasO lugar mais perigoso é fora da vontade de Deus · Necessidade de trabalhadores qualificados e dispostos · Superação de medos e limitações pessoais · Todos são chamados para serem missionários · Oração como ponto de partida
  • Exegese Evangelho JoaoGeração Alfa e sua idade · Paquistão e sua população jovem · Investimento de muçulmanos na nova geração · Desafio de discipular e alcançar a nova geração
Transcrição101 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Algumas pessoas às vezes desconhecem que tem pessoas ainda no mundo que não ouviram falar sobre Jesus. Tem pessoas que perguntam, mas tem pessoas que nunca ouviram, sim, tem pessoas ainda que nunca ouviram.

Oi gente, nós estamos aqui mais uma vez no The Waves Podcast. Eu sou Silas, aqui de Jocum, Aminante Tamandaré, e hoje eu estou com um convidado maravilhoso aqui, um cara excelente, que tem tido um trabalho, uma expressão maravilhosa dentro de Jocum. Eu queria te convidar a fazer parte com a gente aqui, a entrar nessa onda missionária e a fazer parte disso. E hoje nós vamos falar um pouquinho sobre...

Povos não alcançados. O que será, né? Povos não alcançados. Não alcançados por quem? Não alcançados pelo quê? Nós queremos explorar isso um pouco mais com o Gile. Então, eu já dou a palavra para ele aqui. Gile, fala um pouquinho de você primeiro, né? Quem que é o Gile? Quando que começa a sua história dentro de Jocum ou nesse ambiente missionário, né? Fala um pouquinho de você aí para nós.

Fala Silas, na Paz Jesus, e aí povo de Jesus que está assistindo esse podcast, muito bom falar com vocês. Então eu sou o Gílio Ferraz, sou casado já há 20 anos com a Lu, sou pai do João Pedro de 18 anos, que já é missionário da Jupum. Sou pai da Letícia de 15 anos, que é uma figurinha também, apaixonado por Jesus e tem testemunhado dele. E eu tenho servido na missão há 25 anos, né? E as pessoas perguntam a mim assim, mas o que você é?

Eu falo, eu sou aquele jumentinho de Jesus, sabe o jumentinho que entra em Jerusalém? Então eu sou o jumentinho.

Então o nosso alvo é carregar a presença de Jesus para todos os lugares que a gente vai. Então eu tenho servido na missão aí por algumas décadas já. E com o alvo de fazer o nome de Jesus conhecido entre aqueles povos que não o conhecem ainda. Que legal, Gido. Muito bom de ouvir isso de você. 25 anos, baita tempo, meu Deus. Missionário de longa data. Gido, eu acho que uma pergunta que fica para todo mundo quando a gente faz esse podcast aqui.

Você quer contar rapidamente como foi o seu início? Como foi a palavra? Como começou a queimar no seu coração? Como você ouviu a voz de Deus? Como foi para você? Conta aí para nós esse testemunho.

Então, eu me converti quando eu tinha 14 anos, né? Eu era adolescente no interior do Paraná, em Londrina. A partir do momento que eu entreguei minha vida para Jesus, né? As pessoas falam, como assim entregou a vida para Jesus? Na realidade, eu já estava indo na igreja, eu fui obrigado a ir para a igreja, né? Porque briga, confusão dentro de casa e tal. Mas eu só tinha uma vida de religiosidade e não de relacionamento. Eu acreditava que Deus existia, mas eu não acreditava que Deus podia escutar o que acontecia na minha casa.

Eu ia para a igreja, achava o pessoal legal, mas eu tinha zero relacionamento com Jesus. Até que um dia, no sábado da noite, eu fui para uma praça só com adolescentes.

Na verdade eles foram lá para orar, eu falei, não, não vou não, eu não vou lá para orar não. Mas aí eu não tinha nada para fazer, eu fui com eles. E aí eles falaram assim, eram umas 11 horas da noite, eles falaram assim, vai cada um canto, coloca o seu coração diante de Deus e depois se reúne para orar. E eu tinha um vazio dentro de mim, né?

Eu fui sozinho para o Cândar Praça, fechei meus olhos e falei assim, Deus, se você me escuta de verdade, traz alguém para orar por mim aqui. Aí passou alguns instantes e quando eu abri meus olhos, todos os adolescentes daquela praça, eles estavam orando por mim. Naquele dia eu entendi que Jesus morreu na cruz pelos meus pecados, entreguei a minha vida para ele e comecei a andar com ele.

Então, a partir desse momento que eu entreguei a minha vida para Jesus, eu comecei a compartilhar Jesus com as pessoas, porque Jesus mudou a minha vida. Então, eu comecei a ter um relacionamento pessoal com Ele, comecei a ler a Bíblia, comecei a orar. Ele começou a transformar a minha vida de dentro para fora, restaurou o meu relacionamento com os meus pais, com a minha família. Eu comecei a abandonar o pecado. E a primeira vez que eu vi alguém entregando a vida para Jesus foi aos 14 anos.

Então eu já entendi ali que eu precisava falar de Jesus para as pessoas. Então eu precisei primeiro ir para uma missão, ouvir alguém vir na igreja, falar sobre missões. Mas eu sabia que eu precisava falar de Jesus. Então esse é o começo. A palavra de Jesus é a transformação ali que aconteceu naquele momento. Então desde os meus 14 anos, já fazem 29 anos que eu tenho caminhado com Jesus. Então peraí, 29 anos que você está caminhando com Jesus, então isso quer dizer que...

Quatro anos de convertido, você já se tornou missionário e já entrou.

Vamos embora. Falar de Jesus que é que você falou, né? Exatamente, porque daí que aconteceu? Na realidade, eu não conhecia Jocum, não conhecia muito de missões. Mas a Jocum caiu de paraquedas da minha cidade. Então a Jocum foi fazer uma campanha evangelística lá. Na época que era o Impact World Tour, uma campanha de impactos, e a galera era muito doida. Então eram os caras que entortavam barra de ferro, viravam carro, puxavam ônibus. A galera que andava de skate, BMX.

hip hop, aí você tinha a galera do Island Breeze, que era um dança da Polinésia, então eles vieram fazer uma campanha evangelística na cidade e fecharam com três grandes shows no estádio, três dias de shows no estádio da cidade, então meu pastor me colocou como representante da igreja, para poder conectar a minha igreja local com o movimento que estava acontecendo na cidade, que era inter-denacional, que a Jocum estava trabalhando com todas as igrejas da cidade E aí E aí

Aí foi um ano de projeto, então foi um ano envolvido ali na cidade até finalizar os evangelismos, mais de 15 mil pessoas entregaram a vida pra Jesus. E aí eles divulgaram uma tal de ETED, entendeu? Tipo assim, ETED, escola, treinamento, discipulado. E aí eu pulei nesse barco, falei com o meu pastor, conversei com o meu pastor, ele tinha uns 40 anos na época, ele falou assim, ah, eu acho que eu não tô velho demais pra comprar mais uma batalha, vamos ver se a gente arruma grana pra você poder ir fazer esse treinamento.

E a igreja me enviou e aqui estou. Que legal, olha aí. E aí você só sabe, mas qual foi a palavra, né? Porque o pessoal hoje naquela época preencheu um formulário, né? A mão. E no formulário eles perguntavam qual a palavra que Deus te deu pra você fazer esse treinamento. Aí eu abri a Bíblia e olhei lá Mateus e copiei Mateus 28 e escrevi. Ah, essa era a Bíblia, a palavra de Deus. Escrevi e tá tudo certo. Deus me deu essa palavra.

Id, vai fazer esse aí. Tá escrito, eu só copiei, não fui eu que disse, foi a palavra de Deus. Uau, é, a palavra de Deus. E nesse contexto, Gíria, é muito interessante você trazer isso. Talvez tenha muita gente agora que está assistindo a gente e aí talvez está nesse lugar, esperando aquela manifestação de Deus.

aquela palavra, aquela coisa sobrenatural, e a Bíblia já está aí. E aí quando a gente entra nesse tópico povos, a gente fala também dos povos não alcançados, que hoje é onde você tem mais trabalhado, né Gili? E aí, primeiro eu queria entrar nesse tópico e gostaria que você destrinchasse um pouco para nós. Por que tem esse nome, né? Povo não alcançado.

algumas pessoas às vezes desconhecem que tem pessoas ainda no mundo que não ouviram falar sobre Jesus. Tem pessoas que perguntam, mas tem pessoas que nunca ouviram, sim, tem pessoas ainda que nunca ouviram. A nomenclatura povos não alcançados, ela representa...

que você tem 2% ou menos de cristãos naquele país. Então vamos pensar que você tem menos de 2% dentro de uma população de um povo, então ele é considerado não alcançar. Então essa é uma nomenclatura. Existe uma outra nomenclatura que a gente utiliza, que não é tão comum para o pessoal no dia de ir na igreja, que a gente chama de não engajados também.

Os não engajados são aqueles povos que não tem nenhuma representação, não tem nenhum convertido, nenhuma igreja, ou seja, não tem nada ainda ali naquele povo. Ou seja, ele precisa ser engajado ainda para que ele se torne um povo não alcançado, com menos de 2%, para que depois ele cresça, se torne talvez um povo de fronteira, que já tem um número específico de cristãos ali, mas talvez ainda precise de ajuda. Então ele vai crescendo o número de cristãos.

Então, não engajados, não tem nenhum crente, não alcançados, tem 2% ou menos de cristãos. Tem presença da igreja, não necessariamente uma presença de igreja pública, igual nós temos no Brasil. Pode ser uma igreja subterrânea, pode ser que são as igrejas clandestinas, ou uma igreja no modelo simples, que se reúne debaixo de uma árvore, dentro de uma casa, dependendo do contexto.

Mas agora uma dúvida que fica, tem muitas igrejas pelo mundo inteiro, milhares de igrejas, milhares de denominações e também milhares de missionários. E por que ainda existem povos não alcançados?

Então, porque dentro da força missionária que existe no mundo, 97% delas estão sendo enviadas para lugares que já têm igrejas e já têm cristãos. 3% são enviados para os lugares que não têm igrejas, que não têm cristãos, que os povos não alcançados. Então, a maioria dos missionários e a maioria dos recursos financeiros, eles ainda acabam sendo enviados para aqueles lugares que já têm pessoas, que já têm missionários. O problema não é você ir para um lugar que tenha cristãos. A questão é, por que você vai para lá?

o que você vai fazer, ah, eu vou lá treinar esses povo que tá ali pra poder ir pros povos não alcançados, entendeu? Mas a gente tem que ser intencional, né? Mateus 24, 14, né? Eu falei com o pessoal, né, esses dias, né? Tava um monte de gente dizendo assim, ah, Jesus está voltando Jesus está voltando, Jesus está voltando Eu falei, eu não acredito nisso não Aí o pessoal, mas por que não? Porque a Bíblia não fala que Jesus está voltando Porque se ele estivesse voltando ele tava vindo a pé e de muito longe, né? Porque há dois mil anos ele tá voltando tá vindo bem devagar E aí

E a Bíblia não fala que Jesus está voltando. A Bíblia fala que Jesus voltará.

É uma ação direta. Ele voltará. Então, quando ele vai voltar, o pessoal está mensurando com guerra, com isso, com aquilo. Mas Mateus 24, 14 fala que este evangelho do reino será pregado em toda a terra. Então, virá o fim. Então, nós podemos ver sim a volta de Jesus. Como? Se nós fizermos a nossa parte, o nosso trabalho. Que é o quê? Fazer discípulos, pregar o evangelho.

Em todos os povos, ou seja, em todos aqueles que não conhecem a Cristo. Então, eu pergunto para quem está nos assistindo hoje, você quer que Jesus volte? Eu creio que a resposta é sim. Então, quando você pergunta se você quer que Jesus volte, sim. Então, o que é necessário para ele voltar? Mateus 24, 14. Esse evangelho do reino será pregado em toda a terra. Aí eu pergunto, então, quem que vai para Nova Caledônia?

Aí as pessoas pensam, mas onde é Nova Caledônia? Aí eu falo, ali perto de Tonga. Ah, mas onde é Tonga? Ah, perto de Fid? Ué, mas onde que é Fid? Aí eu vou dar uma dica mais fácil, né? Perto da Austrália, perto da Nova Zelândia.

Mas só para você ter uma noção, na Nova Caledônia, que é uma ilha ali no Pacífico, só ali são 47 línguas sem a tradução da Bíblia. Talvez um país que a pessoa nunca ouviu falar na vida. Entende? Então nós temos que olhar para esse lado. Nós temos que olhar para esses lugares. Quais são os lugares que não conhecem? Como que nós chegaremos até lá?

É muito interessante ver você falando desses povos, que começa a dar nome, dar identidade para essas pessoas. Uma vez eu ouvi, nesses lugares, se você começar um processo de evangelismo, igual a gente faz num país evangelizado, num povo alcançado, quando você chega e fala de Jesus, para eles é tipo assim, sei lá, onde que essa pessoa mora, né? É uma coisa assim, desconhecida realmente, né? Sim, exatamente. Na verdade eu já...

Eu já me deparei com realidades assim, né? Então, por exemplo, tem países, eu estive num país muito grande, bem grande, grande, grande, grande uma vez, e eu encontrei crianças ali de 9, 10 anos de idade que olharam pra mim e falaram, ó, esse negócio de Jesus, da Bíblia aí, não é real. Então, você escutar isso de crianças pensando numa realidade como o Brasil, e por mais que as pessoas não caminhem com Jesus mais, talvez 90% das pessoas que você encontrar por aí vão dizer, ah, eu acredito. Por mais que ele não tenha um relacionamento, mas ele crê, né, de alguma forma.

Então, são realidades distintas, né? Você tem que contextualizar. Então, se eu chegar numa Índia da vida, quando a gente chegava lá, eu já estive lá, a gente não começava a pregar, Deus criou todas as coisas. A gente falava, Jesus criou todas as coisas.

Então você tem que trazer um contexto para eles, porque a palavra Deus é só mais um Deus. Então eu preciso trazer o contexto de que Jesus, vai explicar quem é Jesus, entende? E aí eu vou precisar fazer o quê? Manifestar o poder de Deus, porque você vai ter sinais de maravilhas para te acompanhar. Então o surdo volta a ouvir, gente é curado, manifestações do Espírito Santo acontecendo ali para que eles possam crer, porque daí a manifestação do poder de Deus vai confirmar a palavra que você está pregando.

E você tocou no assunto, você falou sobre o Brasil, e aí também eu fiquei pensando, né? Dentro do Brasil, é porque quando a gente fala de povos não alcançados, a gente pensa em outras línguas, pessoas que falam completamente outros idiomas, outra cultura. Mas dentro do Brasil existem também esses povos? Sim. É só para, assim, a nível de curiosidade, né? No Brasil são faladas 234 línguas fora português.

dentro do nosso país. Além disso, nós temos vários desafios de povos. Nós temos 6 mil povoados sertanejos no Brasil sem nenhuma igreja evangélica. Ou seja, não tem igreja, não tem distribuição de Bíblia, não tem evangelismo, Ministério de Compartilha e Justiça. Você tem 10 mil comunidades ribeirinhas no Brasil sem nenhuma igreja evangélica.

Você tem cerca de 2 mil comunidades quilombolas, que são os povos de origem africana, sem nenhuma igreja evangélica no Brasil. Você tem 1,2 milhões de ciganos no Brasil e 1% deles são crentes. Você tem cerca de 9 milhões de pessoas surdas ou com deficiência auditiva e menos de 1% deles são cristãos e quase não há ação missionária na direção deles.

você tem mais ou menos 115 etnias indígenas do Brasil, 75 delas abertas para missionários, mas ainda não há quem vá. Existem cerca de 1.3 milhões de refugiados ou imigrantes do Brasil, de mais de 100 países, sendo que 27 desses países são fechados para se pregar o evangelho, e nós poderíamos estar pregando para eles aqui.

E aí a gente tem um dos segmentos que é socioeconômico, que são os mais ricos dos ricos e os mais pobres dos pobres. Então essas são algumas realidades e desafios missionários entre povos menos alcançados ou segmentos menos alcançados dentro do nosso país.

Eu ainda posso incluir, eu não tenho os dados estatísticos, mas também tenho os pantaneiros, que são as comunidades pantaneiras, que têm a sua própria cultura ali também, que precisam ser alcançados e vivem também de forma isolada. Nossa, são números muito expressivos, né, Gili? E esse ouvir deixa a gente até chocado, porque é muita gente que ainda...

Precisa desse acompanhamento, de ser evangelizado mesmo, né? De ser discipulado pelo evangelho, de saber de quem é Jesus. Isso fica uma pergunta, né? Se você fosse falar assim, olha, hoje o maior desafio para poder alcançar essas pessoas, esses povos não alcançados, eu diria que é este. Qual que seria essa resposta?

Eu vou para o lado de Jesus. Jesus em Mateus 9, 38, ele fala assim, peçam, pois, ao Senhor da Seara, quem envia trabalhadores. Então hoje, eu creio que a Igreja Brasileira é um celeiro missionário, eu creio nisso. Eu creio que toda essa galera que está assistindo esse podcast, ele faz parte dessa onda, dessas flechas incandescentes que irão para as nações.

Hoje, a nossa realidade, o Brasil, ele possui cerca de mais ou menos 23 mil missionários que atuam de forma transcultural. O Brasil é o segundo país que mais tem enviado missionários para as nações. É bom esse número de 23 a 25 mil missionários. E aí, o que acontece com isso? O Brasil tem em primeiro lugar Estados Unidos, em segundo lugar está Brasil, Coreia do Sul e...

Índia. Porém, nós temos aí cerca de 27% mais ou menos da população brasileira que é evangélica, né? Então isso dá um número de mais ou menos 55,6 milhões de pessoas, aproximadamente. Se eu pegar esse número de missionários que nós temos hoje, né? Na pesquisa que foi divulgada pela AMTB, que dá mais ou menos aí uns 23, 24 mil missionários, e transforma esse número em percentual em relação à Igreja Evangélica brasileira...

eu tenho 0,04% da igreja evangélica brasileira como missionários. Então esse número já não é tão expressivo. Então o que eu preciso fazer, eu preciso mudar essa realidade. Como que eu mudo essa realidade? Eu preciso enviar mais pessoas. Que eles vão atuar no campo missionário.

Dentro do campo missionário, às vezes as pessoas pensam que é só de forma convencional. Então, o fato de você vir para Jocum para você se equipar, não significa que você vai servir integralmente na Jocum, como eu faço, como você faz.

mas você pode passar todos os treinamentos e de repente depois ser inserido em áreas. Eu tenho um amigo que ele foi fazer, ele veio para a Jocum, fez retest dele e tal, e ele era da área de comércio exterior. E aí depois ele foi fazer o mestrado dele.

num país que se tem restrições para pregar o evangelho. Então ele fez o mestrado nesse país, é menos de 2% de cristãos, ou seja, é um povo não alcançado. Então ele foi fazer o mestrado na área de comércio exterior, ficou cinco anos lá, estudando.

E servindo na missão. Então ele estava estudando de verdade. Hoje ele já retornou para o Brasil. Está entrando nessa área de negócios com a missão para poder atuar. Mas ele aproveitou o tempo que ele estava estudando. Estava numa área de influência. E estava pregando, testemunhando, fazendo discípulos. Entendeu? Então o que nós precisamos é de trabalhadores. Jesus falou assim em Mateus 9, 38.

peça ao senhor da Seara que envie trabalhadores. É o que eu, no grego, no original ali, peça ao senhor da Seara que etbalo, que é um expulsar, um envio enérgico. Então essa mesma palavra não é um envio, assim, vai lá, eu estou te enviando. Não, ele está expulsando, ele está enviando energicamente, entendeu?

Então nós precisamos de trabalhadores, né? E nós precisamos desse cara aí que tem 15, 16, 17, 18 anos, que tá aí. Mas também se ele é mais novo, 12, 13, você não é novo demais pra começar a se equipar pra você ser um trabalhador daquilo que Jesus te chamou pra fazer.

entendeu? Então, o desafio são os trabalhadores, Silas. Sim. Então, vocês, queridos pastores que estão ouvindo a gente aqui agora, vocês líderes de comunidades, por favor, envia os trabalhadores. Ouça o Senhor e Ele está chamando os trabalhadores para esse campo. Eu sei que o giro ali é cheio de...

de testemunhos, de histórias. Eu não sei se você tem alguma história assim, provavelmente sim, mas traz aí só uma história dessas. As pessoas falam assim, que isso? Como que eu não soube dessa realidade antes? Por que ninguém falou para mim? Então são pessoas que estão aguardando, né? Como a Bíblia diz, a criação aguarda ansiosamente. Então, Giro, com certeza você tem uma história boa dessa aí para contar para nós.

Sim, eu quero encorajar, contar duas histórias rápidas. É uma delas, né? Então, uma das coisas que eu sempre procurei fazer com os meus filhos foi sempre encorajá-los a orar pelos povos não alcançados, né? E essa já fica uma dica, né? Às vezes você ainda não pode se mover geograficamente por N razões, terminando a escola, sendo médio, ou tá com alguma outra coisa, mas você pode começar a orar, né? E você não é novo demais para poder orar. Minha filha devia ter uns sete anos.

quando ela escolheu orar por um desses povos que estavam numa lista de povos não alcançados, que era na Geórgia na época. E ela orava, orava, orava, orava, orava. E meu filho orava por um outro povo da China. E eu lembro que em 2018 eu fui para a Rússia para poder ajudar a Jocum na Rússia a organizar ações para a Copa do Mundo. E aí eu fui ter uma reunião. Eu peguei um friozinho de menos de 24 graus, andando na rua e tal. E eu tive uma reunião.

numa missão lá chamada Missão Euroasa, que estavam produzindo material que eles iam distribuir durante a Copa. E aí eles tinham um material lá, o Evangelho de João, na língua do povo da Georgia. E aí eu falei para o responsável lá, que era o Pavel, que significa Paul, ou Paulo, e aí ele... Eu falei que minha filha orava pelo povo da Georgia. Daí ele falou, não, leva esse aqui, o Evangelho de João, na língua do povo, leva para sua filha, vai ficar feliz e tal. E o Guairão do Bolso.

E eu estava com uma amiga missionária que morava no país. E aí a gente saiu de lá e a gente, naquele frio de menos, 20 e poucos graus, a gente saiu pegar um ônibus para tomar um café. No frio você quer tomar um café quente. Pegamos o ônibus para a direção errada. Aí você pensa o que? O que você fazia? Pegou o ônibus para a direção errada e reclama. Não, tudo tem uma proposta. E aí...

A gente desceu num ponto lá qualquer, entramos num shoppingzinho, e ela foi pedir informação pra uma moça que trabalhava no quiosque, num shoppingzinho, sobre o café e tal. Enquanto ela pediu informação pra moça, eu comecei a pedir informação pro Espírito Santo sobre a moça, né? Fala sobre ela e tal, tudo. E aí ele me deu uma palavra, ela terminou de pegar a informação, daí eu olhei pra ela e falei assim, eu posso compartilhar algo pra você?

Que o Espírito Santo tinha dado uma palavra de conhecimento sobre ela. Eu falei, isso é a impressão que eu tenho, que você tá assim, assim, assim. Ela olhou pra mim e falou assim, você é uma pessoa extra-sensitiva?

Eu falei, não, mas eu conheço o Criador do Universo e ele conhece você. Ela olhou para a minha amiga que morava lá, falou em russo com ela e perguntou, é sério isso? Ela falou, é. Eu comecei a falar sobre Jesus. Ela começou a contar um pouco sobre a vida dela. Ela falou assim, eu não sou daqui. Aí eu perguntei, mas de onde você é?

Aí ela é da Georgia. Eu falei, sério? Ela é? Você conhece? Aí eu tirei o evangelho de João na língua dela que estava no meu bolso. Uau. Aí ela olhou para mim, mas como que você tem algo na minha língua? Aí eu falei para ela, eu contei para ela que a minha filha orava por ela, eu orava pelos povos da Georgia lá todos os dias e tal. E eu falei, isso aqui é um presente para você. E ela falou assim, mas não, isso aqui é para sua filha.

Eu falei, minha filha vai ficar feliz se dar isso para você. Ela fez um vídeo, tirou foto e tal e tudo.

Então, isso foi muito impactante. E aí, acho que dois anos depois, eu estava em contato com ela, mandei mensagem para ela. E aí, ela... E aí, você tem alguma mensagem de Deus para mim hoje? Então, assim, foi uma garotinha de sete anos de idade, orando por um povo do outro lado do mundo. E, de repente, o pai dela encontra com esse povo outro país, num terceiro país, né? Assim, não foi um país de origem.

Então essa foi uma história. E uma outra que eu achei muito interessante, eu estava em Uganda, no leste da África, e a gente foi para as vilas pegar o evangelho, e daí a gente passou a manhã lá, fiz evangelismo, compartilhei o evangelho. E uma senhora entregou a vida para Jesus, já nos 70 anos. E aí, como ficou o dia todo, na tarde, a gente foi fazer estudo bíblico. Então eu contei uma história da ovelha perdida.

E aí eu fiz perguntas para os grupos. Falei, o que você aprende sobre Deus nessa história? O que você aprende sobre as pessoas? O que você pode aplicar na sua vida? E aí, para quem você pode contar essa história hoje? Daquela senhora que tinha entregado a vida para Jesus naquele dia. Quando eu perguntei para ela, eu falei, o que a senhora aprendeu hoje? Ela olhou para mim e falou assim, eu aprendi que eu era aquela ovelha perdida e que hoje eu fui encontrada.

Então gerou um impacto muito grande na vida dela, que ela viu o amor de Jesus indo lá para as vilas, lá no leste da África. A reunião na igreja, às vezes pedaços de pau, de galho segurando um teto de alumínio, ou paredes de barro, chão batido. E eles viam ali, ficavam por horas e horas querendo aprender, querendo saber. E assim tem inúmeras histórias.

Sim, e nós somos esses braços que alcançam essas pessoas. Então, você pode hoje mesmo fazer como a filha do Gilles, começar a orar. Eu sei que dentro desse contexto, tem muitos desafios. Quais são os desafios? Qual que é a realidade deles, na verdade, vivendo ali nesses povos não alcançados? Quais são as realidades que você fala? Nossa, isso ressalta mesmo.

Silas, honestamente, uma das coisas que me encorajam muito quando eu vou para esses lugares, eu vejo gente que está feliz com Jesus. Que apesar dos desafios, eles estão sendo encorajados pelo Senhor. Eu falo para as pessoas, algumas pessoas têm medo, mas veja bem, lá é perigoso, isso aqui é muito perigoso. E uma das coisas que eu tenho aprendido é que o lugar mais perigoso da face da terra é fora da vontade de Deus. Esse é o perigo, entende?

Eu estou vendo famílias servindo em lugares fechados, lugares com restrições, mas eles têm sido cuidados pelo síndrome.

Então, às vezes, a gente fica pensando sobre a nossa formação. Tem desafios, eles precisam de trabalhadores, eles precisam de pessoas que vão servir, precisam de profissionais, gente que vai se qualificar, gente que conhece a Bíblia, gente que está aprendendo a Bíblia, gente que tem disposição, gente que quer servir. Isso tem necessidade, tem espaço. Mas tem muita gente que está com medo porque assim, ah, mas eu não sei falar inglês, não sei falar outra língua ainda, eu não tenho uma faculdade, eu não tenho...

Eu nem vim de uma família estruturada, eu não sou bom o suficiente. Uma coisa que eu queria falar para as pessoas sobre isso é, eu não me escolheria. Eu não tinha habilidade nenhuma para poder falar na frente. Eu não vim de uma família estruturada. Não sou herdeiro, então assim, não vim de uma família com um monte de dinheiro, que eu posso pegar esse dinheiro e viajar pelo mundo. Na realidade, quando eu vim fazer minha escola, meus pais eram separados, minha mãe trabalhava, eu estava trazendo os filhos.

Então, a decisão que eu tomei quando eu vim fazer minha escola, eu estava saindo de casa, com 18 anos.

E eu falei pra minha mãe, mãe, não me manda um real. Porque eu sabia que se eu falasse pra ela, ela ia se matar de trabalhar e ia tentar mandar dinheiro. Eu falei, não me manda nenhum real. Porque eu acreditava e cri, e realmente tinha convicção de que Deus nos chama. Ele não chamou apenas o gírio, ele chamou todo discípulo, todo seguidor, todo aquele que nasceu de novo. Charles Spurgeon falava, ou você é um missionário ou você é um impostor.

Lauren Cunningham dizia, ou você é um missionário, ou você é um campo a ser alcançado. Ou você prega para alguém que vai pregar para você. Jordan Miller falava, será que é justo alguém ouvir o evangelho duas vezes quando tem pessoas que não ouviram nenhuma vez? Então, assim, todos nós somos chamados para sermos missionários. Tanto em Jerusalém, Judéia, Samaria e até os campinhos da Terra. Tem espaço para todo mundo.

Então não é sobre dinheiro, não é sobre a sua formação acadêmica, não é sobre quantas línguas você fala. Eu terminei o ensino médio e vim, hoje eu tenho uma formação...

fora da missão, tem uma formação, a Jocum tem uma universidade, então tem uma formação teológica dentro da Universidade das Nações. Eu fui ir lá com o pastor e a formação que a minha igreja reconheceu foi a formação que a Jocum deu através da universidade. Eu sou parte da minha igreja tradicional que tem vários pré-requisitos para a formação teológica. Eu tenho mestrado e tudo isso eu fiz dentro da missão.

Eu não precisei sair da missão. Minha esposa trabalha com o cuidado integral missionário e ela se formou dando a missão. Então, todas as nossas ferramentas a gente pegou durante o processo. Então, a gente tem que entender que Deus está chamando pessoas. E aquele que chama, ele se responsabiliza também pelo cuidado. Hoje, eu consigo, além do português, falar inglês, espanhol tranquilamente. Arranho algumas outras. Mas, assim, o que as pessoas precisam no campo...

são corações dispostos. São os jumentinhos que estão carregando a presença de Jesus como Jesus está mandando em Jerusalém. As pessoas estão precisando de pessoas assim. E aí as ferramentas você vai entender à medida que você vai compreendendo o campo que você vai atuar. E aí você vai conseguir entender as ferramentas que você vai precisar buscar no meio do caminho. Sim. E você falou desse processo formativo dentro de Jocum.

na universidade das nações. Então quer dizer que a Jocum, uma das formas que ela se envolve é dando esse treinamento, preparando o missionário. Como que você vê o papel de Jocum dentro desse suporte, nesse trabalho com os não alcançados?

O que acontece? A Jocum tem uma universidade, essa universidade tem 14 faculdades, acho que abriram algumas mais, mas são pelo menos 14. O nosso alvo não é simplesmente que as pessoas vêm e façam o curso, se formem e tenham uma formação acadêmica, mas essa é uma universidade que a gente pode chamar que é uma universidade do espírito também, porque ela busca equipar o jovem de forma prática para poder concluir o seu chamado.

Nós temos pessoas que estão desenvolvendo papéis fantásticos dentro das nações, através dessa formação e também em áreas de influência, onde a pessoa se equipa e faz o nome de Jesus conhecido ali entre os povos. O nosso desejo não é simplesmente uma formação acadêmica por uma formação acadêmica.

Todas as formações, os treinamentos, os módulos que eu fiz dentro da Universidade das Nações, eu fiz pela necessidade de ser equipado. E eles têm me ajudado ao longo dos anos a desenvolver o chamado ministerial que o Senhor me deu. Em direção aos povos não alcançados, a formação de missionários, a formação de equipar e mobilizar a Igreja de Jesus e servir o corpo de Cristo de forma integral. Então, é algo fantástico que nem todo mundo conhece.

Eu até recomendo que você mergulhe aí nas redes, nos canais que vão ser disponibilizados para todos, para que você possa ver a diversidade que nós temos, mas áreas como comunicação, como esportes, como saúde, como aconselhamento, como engajamento bíblico. Sim, são formações que você pode gerar um impacto muito grande na vida das pessoas.

Dentro desse caminho, a Jocum vai dando esse suporte para esse missionário, para ele chegar até onde Deus está direcionando ele a chegar. Sim, vai ter treinamento transcultural, vai ter treinamento bíblico, vai ter treinamento de tradução da Bíblia. Talvez alguns nem saibam, mas a Jocum tem feito trabalho fantástico na tradução da Bíblia, na tradução oral da Bíblia.

Eu, quando estava fazendo meu mestrado, o presidente da Wycliffe nos Estados Unidos, ele deu aula para nós, ele falou assim, o Ajo Kuhn é uma das tradutoras oficiais da Bíblia na forma da língua materna oral e tem sido referência. Então, você tem gente na área de ponta, tem na área de saúde, tem treinamentos na área de saúde que são referência.

Então, assim, tem muita coisa que as pessoas ainda não conhecem, mas está disponível para poder influenciar e transformar os lugares que as pessoas estão indo. Por exemplo, se você pegar na Guiné-Bissau, o pessoal tem feito um trabalho fantástico. Hoje a Jocum tem escola, a Jocum está trabalhando na construção de um hospital.

O índice de mortalidade no nascimento de criança é muito alto, de mulheres no parque são muito altos. Então elas criaram uma escola para doulas, para poder ser parteiras, para poder ajudar e prevenir na questão da mortalidade lá no país. Entende? É um país sem muita estrutura e tem muito brasileiro lá fazendo trabalho fantástico, sensacional. São amigos que estão fazendo algo.

surreal, e eles estão também fazendo a distribuição da Bíblia naquela nação de uma maneira fantástica. E depois que eles começaram a distribuir a Bíblia na nação, muitos milagres começaram a acontecer naquele lugar, de sinais e maravilhas. Que incrível, o Evangelho chegando e transformando uma nação, né?

Mas para essa Bíblia chegar lá, para essas pessoas conhecerem Jesus lá, alguém precisou se movimentar. E aí pensando nesse alguém, Giro, eu queria que você trouxesse assim, qual que é a responsabilidade então dessa pessoa que está nos ouvindo? A primeira coisa que eu quero dizer para você que está assistindo é, por que você está assistindo isso hoje?

É uma das perguntas que eu sempre faço, né? Por que eu tô onde que eu tô? Por que eu tô com quem eu tô? E por que eu tô fazendo o que eu tô fazendo? Então, se você tá assistindo hoje, que não foi aleatório, não foi só porque você, ah, clicou aí num botão, porque alguém te mandou um link, não foi porque você foi num evento, mas você tá assistindo porque Deus, Ele tá falando com você. Então, é você entender o porquê você tá assistindo isso hoje. O segundo é, ah, mas eu não sei pra onde ir.

Ele já mandou ir para todos os lugares. Então, Salmos 2,8 fala, Pede-me de tareas das nações por herança e as extremidades da terra por sua possessão.

Então, olha no mapa, tem uma região no mundo chamada Janela 1040, de latitude e longitude, é onde estão os povos menos alcançados do mundo. Vai pegar Norte da África, vai pegar Ásia, Sudeste Asiático, Leste Asiático, tem muitos países ali, Oriente Médio, que nunca ouviram falar sobre Jesus. Escolhe um desses países e comece a orar, Deus, eu quero esse país, eu quero esse povo, eu quero ir para lá.

Aí você vai perguntar, mas para onde eu começo? Oração é um grande começo. Você pode se engajar com a gente. Você pode, se você é adolescente, ou até mesmo se você é mais novo do que adolescente, nós também temos treinamentos para criança pré-adolescente, que é Kids Kids, nós temos escola de férias para adolescentes, nós temos os treinamentos que você pode vir fazer parte da Jocum, você pode buscar mais informações para estar conectado com a gente e a gente pode munir você de informações sobre essa nação.

Como que você pode chegar lá? Quais são os treinamentos que você pode fazer? E aí você pode sentar com a sua família, você pode sentar com o seu pastor, sua liderança e compartilhar sobre aquilo que Deus está colocando no seu coração. E aí você pode começar a se preparar para ir na direção desse povo, buscando as ferramentas necessárias. Você vai ser resposta do Senhor.

para esses povos, porque você vai ser canal dele para que o evangelho do reino chegue nos lugares onde pessoas nunca ouviram falar sobre ele. Então, esse é o conselho, essa recomendação, talvez esse é o desafio que eu faço para essa pessoa que está assistindo, porque ele não está assistindo de forma aleatória, mas é porque o Espírito Santo fez isso chegar para ele.

Obrigado por essas palavras, porque eu acredito que essa pessoa que está aí agora sentada, ela foi, assim, clareada pela luz de Deus e que, cara, eu estou aqui por algum motivo, né? Então, Giri, muito obrigado pelo seu tempo, muito obrigado por compartilhar o seu coração aqui com a gente. Silas, só jogar a última bomba. Isso, joga. Só para você, uma coisa que eu quero deixar para o pessoal entender, para quem está assistindo agora, nós temos hoje 2,2 bilhões da população mundial tem menos de 15 anos de idade.

Nós temos aí a geração alfa, que veio depois da geração Z, que hoje tem de 1 a 15 anos de idade. Tem países no mundo que tem mais de 50% da população com menos de 15 anos. Então, é uma geração muito nova. Então, você que é novo, você que tem talvez 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 anos,

ou mais, até 24 anos, você não é muito novo. Existe uma população global de 2,2 bilhões de pessoas que têm menos de 15 anos, que precisam conhecer a Cristo e você sabe qual é a linguagem dele. Você sabe como eles se comunicam. Então, você naturalmente já tem muita habilidade para poder fazer o Evangelho chegar até eles.

Nós temos um país como o Paquistão, que 36% da população tem menos de 15 anos de idade. E eu estou falando de 86 milhões de pessoas. Então, hoje existe um bombardeio muito grande da nova geração. Os muçulmanos estão investindo fortemente neles.

Então eu quero só deixar essa reflexão e esse desafio para você. Ore pela nova geração também, mas pergunte para o Senhor como que você vai ser resposta para discipular essa nova geração, para poder alcançá-los e prepará-los para poder serem discípulos de Jesus.

É a sua geração. Sim. É muito isso. Nós estamos aqui, assim, prontos para poder receber você, receber de braços abertos. Temos pessoas tão experientes assim quanto o Gile. Então, você está aí, você ouviu mais uma vez, você está chegando aqui ao finalzinho desse podcast. E eu queria te desafiar, meu irmão. Se você está sentindo aí o seu coração queimando, você está falando, né, Deus? Eu segurei até aqui, eu tentei resistir, mas agora eu tenho que fazer alguma coisa.

E essa alguma coisa já está diante de você e está aqui. Você pode fazer a sua etédea, dar esse primeiro passo e começar a vislumbrar o que tem pela frente. Mas talvez você chegou nesse lugar, agora no fim desse vídeo você está pensando, nossa, eu queria muito, meu coração está queimando. Você quer continuar falando sobre isso com missionários que estão no campo hoje? Então você vai entrar no outro link que é pg.jocum.org.br.

São pequenos grupos que nós estamos formando ali e você vai ser acompanhado por missionários. Onde você pode tirar suas dúvidas, falar o que está acontecendo aí hoje. Então, não fique de fora, se envolva, faça parte disso. Que Deus te abençoe. E este foi mais um episódio do The Waves Podcast. The Waves Podcast. You call.

Ele está chamando agora.

Como começar a se envolver com povos não alcançados | EP 04 | Castnews Index — Castnews Index