Episódios de Apartamento 32

POLÊMICA NO FLAMENGO, NO MET GALA E NO CINEMA - Apartamento 32 Ep 6

08 de maio de 20261h19min
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Episódio 06 do Apartamento 32 — o podcast do Pedro Gabriel Miziara e da Mari Veloso. 
Nesse episódio, a gente senta pra conversar sobre a semana mais barulhenta da agenda cultural: o Met Gala 2026, com Jeff e Lauren Sánchez Bezos como patrocinadores principais e o boicote que tomou as ruas de Nova York; a polêmica em torno da arte do Flamengo para a Libertadores e o velho debate entre referência e plágio; o comportamento das plateias de cinema depois das sessões caóticas de "Michael" e a saudade dos lanterninhas; e a manobra do Cinemark para driblar a Cota de Tela exibindo "Zuzubalândia" mais de 17 mil vezes em 2026.
No quadro Love Story, abrimos uma conversa que muita gente pede: como a gente divide as contas em casa.
⏱ CAPÍTULOS
00:47 - Leitura de Comentários
04:09 - Polêmica do MET Gala
21:56 - Plágio no Flamengo e debate artístico
32:34 - Lanterninhas no Cinema
46:40 - Cota de tela e programação de filmes
49:58 - Love Story: divisão financeira
01:17:46 - Encerramento
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Apartamento 32: @apartamento.3.2
Pedro: @pgmiziara
Mari: @_mari.veloso

Assuntos6
  • Dinâmica financeira do casalPrimeiro date · Patriarcado · Machismo · Feminismo · Narcisismo · Rodrigo Hilbert · Harry Styles · Timothée Chalamet · Axl Rose · Red Hot Chili Peppers · Anthony Kiedis
  • BAFTA 2026Jeff Bezos · Lauren Sánchez Bezos · Boicote · Moda como arte · Zendaya · Timothée Chalamet · Kylie Jenner · Kendall Jenner · Jacob Elordi · Gap · Zara · John Galliano · Stella McCartney
  • Flamengo e GrêmioIan Woods · Inteligência Artificial · Direitos autorais · Hulk · Marvel · Disney · Fluminense · Jorginho
  • Cota de Tela da CinemarkFilmes nacionais · Zuzubalândia · HBO Max · Warner
  • Carreira ProfissionalPsiquiatria · Cinema · Fotografia analógica · Pandemia
  • Relacionamentos FamiliaresDia das Mães
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Olá, meus queridos. Eu sou Pedro Gabriel Muziara. E eu sou a Mari Veloso. E sejam muito bem-vindos... Ao Apartamento 32, podcast semanal em que eu e Mariana a gente fala um pouco da nossa vida, de notícias, de fofocas.

O que der na telha, no geral. Bom, episódio de hoje temos algumas coisas. Polêmica no Met Gala. Polêmica no Flamengo. Polêmica no cinema. Polêmicas. Leitura de comentário. E mais algumas coisas. Pois bem. Ah, vinheta, né?

está cada dia mais próximo à identidade visual desse canal. Tá? Vocês não perdem por esperar. Eu acho que a vinheta tinha que tocar com as duas gatinhas sentadas no meio. É, se elas quiserem vir... Pode sentar aqui, por favor? Helena e Elizabeth agora. A Laura Rosso comentou. Queria saber mais da vida do Pedro também. Quantos anos saiu de casa? Qual a relação com os pais estando em São Paulo? Adoro muito vocês dois. Estou assistindo a todos os episódios.

É Pedro. Pois bem, Laura. Eu saí de casa jovem, cedo, criança, 19 anos. E eu não tenho relação com os meus pais, basicamente. Não é a melhor relação dos mundos. Um dos motivos pelo qual eu saí de casa tão cedo foi essa. E outro motivo pelo qual eu sou tão independente na minha vida em geral e feliz morando em São Paulo, eu acho é pela liberdade que eu criei de poder não estar próximo.

E... Bom, domingo é dia das mães E estou falando isso nesse dia das mães Mas não tenho uma boa relação com eles E primeira vez que eu falo isso publicamente Eu sempre fiz questão de respeitar extremamente isso Mas é que a minha família faz tão parte da minha história Que é uma coisa que sempre vem à tona, né? Entre a gente Claro Publicamente também, assim, sabe? A minha faz parte da história, né? Positivo ou negativamente, mas faz parte E...

Ah, mas eu digo do atual, sabe? Eles estão sempre sendo utópico na minha vida. Total. E aí é muito comum que a gente fale muito da minha aqui, sabe? Ué, a carinha do Pedro, né? Exatamente. A Anne falou, agora que a Mari contou o processo pra entrar na faculdade, também gostaria de saber qual foi o processo do Pedro. Escolha do curso, como foi parar no mundo do cinema, experiência com TCC. Anne. Aposto que não foi tão traumático quanto está sendo...

De longe. Assim, cinema sempre foi minha única opção da vida. Teve um momentinho que eu pensei, você é um ótimo psiquiatra. Não acredito. Estou descobrindo isso agora? Foi, cara, foram dois meses. Aí eu me toquei que eu precisaria virar médico. E eu não queria virar médico. Ah, é verdade. Mas eu acho que eu seria um ótimo psiquiatra. E eu não queria ser psicólogo. Eu queria ser psiquiatra. Eu queria poder receitar remédio, né?

Hum, entendi. Era um pouco de admiração ao meu psiquiatra. Ah, entendi. Mas eu fiz Puck Rio.

Passei pra PUC direto de primeiro. Meu colégio, modéstia à parte, era muito bom no Rio. Ele preparava a gente exatamente pra PUC. Cinema pode parecer vagabundagem, mas era o terceiro curso mais concorrido da PUC. Atrás apenas de arquitetura e engenharia, se eu não me engano. Ou arquitetura e direito. Passei.

A faculdade foi boa, foi uma faculdade de comunicação. Era muito mais textos, leituras do que fazer algo. E na época isso me incomodava, porque eu queria produzir, eu queria fazer. Mas no final das contas, eu percebi que o fazer é atualizado o tempo todo. A filosofia por trás do fazer não é. Então, as minhas aulas de sociologia, filosofia, política me ajudaram muito. Sim, no fim, fez muito sentido.

e... meu TCC foi durante a pandemia em 2019, no final de 2019 eu tinha entregado um documentário na PUC que a gente tinha que entregar um documentário e depois uma ficção eu entreguei o documentário que era sobre o anacronismo da fotografia analógica, basicamente porque nós estávamos voltando a querer fotografar analogicamente quando eu entrei na matéria do TCC eu mostrei esse documentário pro meu professor eu acho que...

Ele falou, Pedro, você já tem seu TCC aqui. Só agora escreve algo pautando, baseado nisso, basicamente. Entregue, tá pronto. Tirei 10, não me estressei. Nem de longe foi igual a Mariana.

Bom pra ti. A Débora Queiroz 9933 disse, justice for Pedro. Ele é apenas carioca. Porra, exato. Eu acho que sim, faz muito sentido. Tua fala é vista de forma muito mais hostil pelas suas origens. Eu sofro xenofobia. É quase isso? Quase não, é literalmente isso. A Tainara falou, eu adoro vocês. Acha a dinâmica espontânea e cheia de conexão. Dá pra ver o quanto se entendem e se respeitam.

A gente se respeita. Nem sempre a gente se entende. Eu não esperava por essa. Eu ia justamente falar que eu gostei muito como o jogo virou de um episódio pro outro, não no sentido de opinião geral, assim. Acho que continuamos dividindo opiniões e por um lado isso é bom, quer saber? Eu acho que nos torna papo e roda de conversa e dane-se, entendeu? E não é pra ser unânime mesmo, não. Exatamente. Eu acho que faz muito sentido com também a nossa relação que nunca necessariamente é primeira primeira primeira primeira

aquela coisa de se um falou, tá falado, os dois concordam, não sei o quê. A gente discorda muito. Discordar é natural. Se a gente fosse homogêneo, isso aqui seria muito chato. Era só a gente lendo notícia e não falando sobre nada. É. Mas eu gosto muito de como vieram muitos comentários de quem gosta da nossa dinâmica, quem gosta de como a gente interage. Foi uma coisa que eu falei pro Pedro essa semana. Como... Então, vamos lá.

É natural do ser humano, não é crítica a ninguém, a gente falar muito mais quando o feedback é negativo do que quando o feedback é positivo, né? Então, acho que o que aconteceu foi a gente recebeu uma onda de feedbacks negativos ali no episódio e o pessoal compensou no episódio seguinte. Quem tinha coisa boa pra falar foi lá e falou. Eu acho que isso faz bem pra alma da pessoa que comenta e pra nós, obviamente.

Muito. Espalhar amor é muito mais legal do que espalhar raiva. Dito isso, se semana passada os comentários tivessem sido negativos, a gente tava pronto pra encerrar essa brincadeirinha daqui e nunca mais voltar. Graças a Deus foram positivos. Ninguém precisa disso pra ficar ouvindo ofensa toda semana. Graças a Deus a gente já tem tudo muito bem estabelecido nas outras redes. A Amanda Carvalho falou que depois deles... Desculpa, depois dela e do marido dela... ...bombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombombom

Nós somos o casal favorito. Pra encerrar, a Fernanda fez um comentário que eu achei muito positivo. Concordo com pouquíssimas coisas com eles e por isso mesmo que amo ver esse podcast. É sobre isso. Literalmente. Essa frase meio clichê da internet resume. Eu gosto muito que tenha esse intuito de ver opiniões diferentes da sua quando vai assistir o podcast. Eu acho que isso engrandece muito mais uma pessoa do que ficar vendo só quem concorda com ela, quem tem as mesmas opiniões, né?

Eu acho que exige coragem, inclusive, de quem discorda da gente e continua ouvindo. Porque é muito fácil a gente ir pra algo, como eu já falei, homogêneo. Que é tipo assim, é só... Sim, ficar nesse looping. O círculo da própria... De se reafirmando a opinião e nunca tentar olhar por outro lado, outro ponto de vista, né? Precisamente. Falando em ponto de vista, essa semana a gente teve diversos pontos de vista em relação... Sobre um grandíssimo evento.

Um grandíssimo. Nosso sonho é ser convidado. Era, talvez. Nesse, não ser a mente. É, nesse a gente ia boicotar.

É, bom, fala Mariana, porque esse tema é mais teu. Eu faço uma introdução. Vou fazer uma introdução. Essa semana tivemos um Met Gala que envolveu uma polêmica mais política do que o evento já costuma ser, né?

Mariana, o que é o Metigala? Vamos lá. Eu não sou uma grande especialista, mas o Metigala é um evento beneficente de pessoas relevantes na mídia, no mundo das artes, em que eles arrecadam fundos para esse Costume Institute do Museu Metropolitano.

de arte de Nova York. E aí é o evento em que todas as celebridades chegam vestidas de acordo com um tema e lá dentro acontecem coisas que raramente a gente tem muitos registros do que é, né? Os celulares são proibidos. Celulares proibidos. Mas sempre tem alguma atração, alguma performance de algum artista relevante no momento.

E o tópico que sempre se levanta em relação a esse evento é muito mais focado nas roupas que as pessoas usam do que qualquer outra coisa, né? Sim. Tipo, ninguém fala, ah, esse ano arrecadamos muito mais do que ano passado. Não, a gente nunca fala. Nunca é muito isso que a gente escuta falando sobre. Ou então, ah, a exposição desse ano do Costume Institute tá muito boa, tá muito linda. Raramente conteúdo é sobre isso, né?

Mas pode ser até focado mesmo mais numa ideia de, sei lá, de pão e circo, o circo ser mais os artistas e deixa pras coisas mais importantes pra eles ficarem quietos, sabe?

Eu sinto que, na verdade, meio que indiretamente, o tema escolhido pelo Match para o evento do ano acaba sendo levantada uma discussão sobre esse tema no momento em que todo mundo opina sobre os looks que as pessoas usam e se eles estão dentro do tema ou não, né? Tipo, começa a colocar em perspectiva o próprio tema. Porque daí se questiona assim, ah, tá, o tema desse ano, já entrando nisso, foi... como é que é o nome? Mas eu vou dar uma explicada pelo que... Próximo parte. É isso?

Não? Não. Enfim, eu não sei exatamente o nome, mas era toda uma coisa misturando o corpo humano, a arte, a moda como arte. É costume arte mesmo. É isso? É, costume arte faz sentido, porque é a moda como arte e aí tem alguma relação com o corpo humano.

no meio de tudo isso, assim. Não sei explicar exatamente, mas é basicamente isso. E aí, os debates, geralmente, sobre os looks são isso, são, tipo, começando a pôr em perspectiva o tema. Tipo assim, tá, mas moda é arte, sabe? Tipo, esse debate começou a ser levantado uma semana antes do match, as pessoas opinando sobre se elas acham que é ou não. É uma pergunta que divide muito opiniões, então eu acho que, querendo ou não...

a repercussão do match acaba indo além de só julgar os looks, porque o julgar os looks envolve debater-se o tema, né? Claro. A polêmica que aconteceu essa semana foi porque o Jeff Bezos, que é o dono do conglomerado Amazon, ele decidiu ser a primeira pessoa da história a fisicamente ele, PF, patrocinar o evento. Normalmente o evento é patrocinado por Chanel, Dior, Louis Vuitton, Gucci.

É sempre só por marcas de casas de moda. Normalmente são casas. É a primeira vez que o Jeff Bezos entra, que uma pessoa física entra como patrocinadora especial. Não foi nem a empresa dele. Não foi a Amazon, foi o Jeff Bezos. Que bizarro, né? E pra quem assistiu o Diabo Veste Prada 2, eu sinto muito uma conexão disso com o que tentou se fazer com a revista da Runaway, da Vogue, do Diabo Veste Prada.

Eu senti muito o Jeff Bezos sentando comprar isso pra talvez inserir um pouco mais a nova esposa, troféu dele ali, mais nesse mundinho. Tipo assim, olha, toma. Você foi convidada pro Met Gala agora. Nós estamos convidados no Met Gala. Sim.

E no fim das contas, eu inclusive vi muita gente falando que é impressionante que o marido tem grana pra basicamente comprar um convite pra ela, pro Met Gala, pra ela ir vestida de um... Era escaparelli, mas que parecia um vestido da Shein, que se usa pra ir nos proms, lá nos bailes de formatura americanos. Vestido normal, básico, nada com nada ali em relação ao tema. Dinheiro não compra elegância.

Não, não compra criatividade, expressão. Dinheiro não compra nenhum lugar que você frequenta. Às vezes o dinheiro pode te botar lá dentro, mas você continua não... Deslocado, né? Exato, e ela tava completamente deslocada. É, com certeza. E ela posando lá da Anna Wintour, assim, coisa feia, coisa feia. Dava pra ver que ela não, sabe? Não é.

Muita gente lá, claro que é comprada a carreira. Mas pelo menos é de uma forma com muito mais contexto, né? Do que ela, tipo, tá bom, toma. E aí enfia ela do lado, dá não. Entra pra tirar uma foto, sabe? Fica muito claro que foi só uma grana ali e acabou. E aparentemente vários artistas estavam boicotando. Nenhum ativamente confirmou. Sim, ninguém falou sobre isso. Mas muitas personalidades que costumavam ser confirmadas em todos os match galas acabaram...

Não indo. A Zendaya não foi, né? Não foi. E ela, em algum momento, vai e entrega boas roupas. Exato. E esse ano, pra ela, é forte. Eu faria sentido ela como divulgação star. Ao mesmo tempo em que, eu me questiono assim, que listou-se alguns artistas que talvez tenham boicotado, falaram da Mary Striep, mas a Mary Striep raramente vai no Met Gala. É, mas também com o filme sendo lançado. E aí, tendo ido a Anna Hathaway. Ela foi?

A Anna Hathaway foi. E aí, eu fico assim, hum, esses artistas, será que boicotaram? Mas aí, se boicotaram... E aí, eu fico assim, hum, esse artistas, será que o filme é um filme?

Não vai estrear filme no Amazon Prime? É. Eles vão boicotar totalmente a... Não vão, né? Duvido que vão. É, os artistas... Alguns artistas até acreditam que faça sentido ter sido boicote. Mas aí eu também não fico nem na dúvida se não é. Não foram convidados esse ano. Por exemplo, uma que eu vi que tinha ido nos dois últimos. Desde o primeiro que ela começou aí, no caso. Foi a Edson Ray.

Que é essa artista pop que surgiu a partir do TikTok. Sim. Que tem sido bem comentada. Eu acho que o primeiro dela foi duas edições atrás. E aí ela foi, tipo, 2024, foi 2025. E esse ano não foi. Aí eu fico assim, pô, se ela já tinha entrado nessa lista, será que boicotou ou não foi convidada, sabe? Porque ao mesmo tempo a relevância dela é aquela coisa meio nebulosa, né?

Ela é. Mas, cara, se ela já foi convidada em dois últimos e esse ano ela tava no Coachella, não tem por que ela não ser convidada. Exato. Então, a gente realmente começa a pensar muito no Boycott, né? Ela pode talvez só não ter querido ir. Tipo assim, o time, Timotei e Chalamet. Falar time é mais fácil do que falar Timotei e Chalamet. Mas tu fala só time, eu não ia entender sozinha o que que é. Agora, durante esse episódio, vamos entender que time... Me apresentou. Exato.

Ele fez questão de não ir no Met Gala pra ver o jogo do New York Knicks. O time de basquete dele. E ele falou abertamente sobre isso? Não, ele não falou abertamente. Ele estava no jogo... Ah, ele estava no jogo. Enquanto a Kylie estava de gap, ele estava na primeira fileira do jogo do Knicks. Eu achei divertidíssimo. E eu sendo convidado pra, sei lá... Desculpa, o que tem a ver com a Kylie isso? E a gap?

A Kylie está vestida de Gap, namorada de Tim. Ah, eles namoram, é verdade. Cara, é tão aleatório isso pra mim que eu me esqueço que é uma realidade. Ela fez um story que eu achei uma graça, que foi... Porque tá rolando, se eu não me engano, os playoffs da NBA. São jogos importantes, eu acho, que estão rolando. E ela estava do lado dele. E aí ela usou uma bolsa da Hermé. Sei lá, devia ser uma... Breaking. Azul. E botou, tipo assim, a cor por causa dos... Isso...

New York Knicks. Usou no Met Gala? Não, não. Ah, tá. Na época, assim. Ela só postou um story, assim, a bolsa no carro, tipo, semana passada, sabe? Entendi. Por causa dele.

Então eles são fofos um com o outro publicamente. Eles são. Eles nunca postaram nada um com o outro, mas eles postam na mesma viagem. Inclusive, quando... Saindo aqui completamente do tópico, mas ele... Eu adoro ele. Sim, já sabemos. E as pessoas ficaram... Inclusive, quando eu falei que ele era um bom, ele era um exemplo legal de masculinidade, em algum vídeo meu, falaram. O time não é bom exemplo de masculinidade. Desculpa, eu acho que ele é... Um dia...

Eu acho que é. Eu acho que no nosso contexto aqui, homens que eu gosto, que são o meu tipo, e homens em quem tu te inspira, nesse sentido a gente concorda muito. Aqui a opinião bate. E eu acho que é, na minha cabeça também um ótimo exemplo de masculinidade.

Enfim, ele... Quando ele começou a namorar com a Kylie, as pessoas acham tipo assim, não, não é o tipo dele. Nossa, nunca é que ele faria isso. Só porque o cara é ator, magricelo, as pessoas acham que ele é cult. Que ele é o que vai ficar namorando uma, sei lá... Sim. Uma artista que pinta quadros, que não sei o que, que ninguém conhece.

É, mesmo se fosse alguém mais mainstream, que fosse alguém um padrão mais cult, menos Kardashian, né? Eu acho que é o que se espera, sim. As pessoas se esquecem que o Timotei é um garoto branco playboy de Nova York. Sim. Ele vai gostar de uma Kardashian, sim, cara. Eu preferia que ele estivesse com a Kendall. Eu acho que eles combinam mais. Sim. Mas ele e a Kylie, hoje, vendo os dois, pra mim já parece um casal fofo.

Mas ao mesmo tempo, pensando mais no histórico da Kendall, não fecha pra ela. Tipo assim, sabe? Pensando no casting dela. E o escolhido da vez da Kendall... O Timothy não entra. Outra pessoa que eu adoro também. Quem?

É o Jacob Elordi, teoricamente. Ah, sim, mas muito allegedly. Inclusive, no episódio de semana passada, de Euphoria, não o de domingo, né? O da outra, que você viu. O Jacob perde o dedinho midinho, né? Sim. Né? Pois bem, ele ia participar do júri de Cannes, aparentemente, que vai ser agora em maio. Ele saiu a notícia que ele teve que cancelar a participação do júri por uma lesão no pé. As pessoas ficaram...

arrancar o dedinho dele de verdade a gente até tinha pensado se a gente ia discutir looks ou não íamos discutir looks do Matt Gala sim, devido a toda polêmica e de muita que a gente concorda como um bilionário que é capaz de resolver a vida de todos os funcionários dele prefere investir dinheiro no Matt Gala, sendo que tem outras pessoas pra investir no Matt Gala

Já tem público que investe no Met Gala. É o fone que eu te escuto. Eu fico monitorando a voz da Mariana. Quero ela mais pertinho de mim, sabe? Ele tá caindo, tá puxando minha orelha. Tá doendo. Tá mexendo numa cordinha, a Beth tá olhando. Pois bem. Decidimos não discutir, né? É. Mas você levantou um ponto interessante ontem. Sim. Que inclusive nesse tópico de um milionário bilionário... ... ...

quase trilionário, pessoa física, tá querendo patrocinar um evento desses, tem outros sentidos em que esse evento tá começando a ser, não é, não sei se corrompido é a palavra, mas... Eu acho que é a palavra. É? Corrompido, deturpado, talvez, não sei. Eu acho que corrompido ele sempre foi.

O Met Gala nunca teve... Talvez invadido. Invadido. É a palavra. Tá bom, pode ser. Porque esse ano no tapete, a única coisa que vamos comentar de looks, nós tivemos Gap, né? Vestindo uma Kardashian. Duas Kardashian. Eu achei duas que eu ia ver Gap. A Kendall e a Kylie. Não, a Kylie não. A Kylie era de Schiaparelli. Tanto que eu vi um TikTok assim, tipo, nossa, eu ia ficar muito puta se a minha irmã fosse de Schiaparelli e eu tivesse aqui de Gap.

É? Sim. Elas estavam com basicamente a mesma roupa. Não, não. A única coisa que tinha igual era o mamelinho nude. Pô, não. Calma lá. Era aquele bodizinho. Sim, só essa parte que era igual. Com o tecido, o véu. Não, sabe por quê? Deixa eu te explicar. Vamos acabar comentando o looks aqui, né? O vestido da Kendall, ele era feito de camisetas brancas. Da Gap.

Da Gap, precisamente. Entendi. E o vestido da Kylie, tu não deve ter visto com tanta atenção, mas todo o lance dela era parecer que tinha caído o vestido. Então era aquele bodice que tava caído pra cá, assim. Era um vestido realmente tailored, uma coisa com aqueles tecidos de vestido de gala, entendeu? Não preciso muita atenção. O da Kendall, que era realmente camisetas torcidas e esticadas e com algum trabalho ali. Bom, ela pelo menos com certeza ganhou uma grana da Gap.

Total. E Zara também esteve presente. Zara esteve presente. Vestindo quem agora eu não me lembro. Mas a Zara tá... Steve Nicks, eu acho. Porra. Não sei. Eu acho que talvez seja. Era um vestido grande azul marinho. Talvez seja. Eu acho que talvez o Steve Nicks seja alguém que é acessível financeiramente ao mesmo tempo que você fala, porra, é Steve Nicks. Ok. O... A Zara tá se reposicionando nessa guerra de fast fashions da vida? Cara, tem rolado um movimento interessante em todas as fast fashions no geral.

Todas vamos com calma. Não, não, não. Em várias, né? Que é, por exemplo, Ednema agora com Stella McCartney. Sim. Zara com alguém, essa assinatura desse look do Matt. Não, a Zara fechou com... Algum designer tem um pouco mais de um mês. Eu achei assim o nome pra fazer uma conexão. Ó, John Galliano com a Zara. É isso. É o look da Steven Nix, acertei. É, a Zara fechou com Galliano, foi isso. E aí é isso, nós tivemos Gap com... Vamos ver com quem que foi. John Galliano da Dior?

Não faço ideia. Eu não me lembro. Tu tá me impedindo demais. Zach Pose. Esse estilista eu não conheço. Foi o que colaborou com a Gap. E aí tivemos Zara com o John Galeano. E... O que mais que a gente falou? Ah, e a Etienne, que não esteve no Met Gala, mas que também tá colaborando com o designer.

Estela McCartney. E com outras. Você já foi convidada pra conhecer outras coleções da H&M que era com estilista X, estilista Y. Sim. Só não sei se nenhum era de um calibre tão grande quanto Estela McCartney. É. Inclusive, voltando pra esse cardar, eu vi a Kylie fazendo uma coisa muito interessante. Ela no jogo do Knicks, usando uma calça que era de alguma couture da vida. Era uma calça meio bordada assim com lantejolas na lateral.

Uma calça claramente de milhares de dólares. E na marca dela, ela lançou uma calça parecida por tipo 100 dólares, sabe? Quem? A Kylie, ela tem uma marca. A gente já viu inclusive vídeo da Mia Maples testando as roupas da Kylie. Kylie? Tem uma marca de roupa? Tem. Eu só sabia da marca de biquíni.

Não, é uma marca de roupa. A menina, a minha Maples, já testou roupa da Kylie, cara. A gente viu esse vídeo juntos. Na minha cabeça era só biquíni. Não. Ela tem. Já viu ela testando os jeans, bebê. Ai, é verdade. Então. Mas a Kylie, eu achei interessante essa manobra dela.

O nome é Kai. Kai by Kylie. Exato. Ela fazendo isso pra, tipo, vendendo uma roupa mais barata do estilo que ela usa pra... Sim, tipo, tornar acessível o tipo de coisa que ela usa pras pessoas não serem uma inspiração tão distante tipo assim, né? Exato. Olhar no Pinterest, salvar uma foto dela e saber que pra tu ter uma calça daquelas... Mas será que isso é plágio?

Pois é, né? Na verdade, o Cossu Kardashian anda lado a lado, né? Anda. Sabe onde é que o Plágio andou lado a lado também? Com o clube de regatas do Flamengo. Essa foi boa. Essa me pegou de surpresa. Quando tu falou de Plágio, eu não ainda achei que a gente estava passando para o próximo, entendeu? Você quer voltar a falar sobre o match? A gente volta.

Não, não, não nesse sentido. Só falei que foi bem naturalmente inserido, sabe? Obrigado. É... Tô gravando aqui a tela agora. Pois bem, rolou uma polêmica com o meu clube de regatas do Flamengo. Na verdade, tem muita coisa acontecendo com as artes do Flamengo que tem me incomodado. Me incomodado num tom um pouco mais pessoal. Vamos entrar.

Mas o que aconteceu essa semana? Foi quinta passada, quarta, dia 29 de abril. É isso. Um pouco mais de uma semana atrás. A conta do Flamengo postou o perfil em inglês do Flamengo, especificamente. O Flamengo tem três perfis. Português, inglês e espanhol.

O perfil do Flamengo lançou essa arte, tá ali na tela. Eu vi, na verdade, isso. Eu vi na internet isso. Então. Não é tão surpresa pra mim, só não sei tanto sobre isso. É. Ele lançou essa arte, que ficou bonitaça. Só que, isso foi no Twitter. Logo depois, o artista original Ian Woods, que é um designer americano, com mais de 55 mil seguidores no Twitter, que é conhecido por colagens e remixes visuais feitos à mão, respondeu a publicação do Flamengo com um LOL. Tipo...

Riosos, basicamente isso. Claramente, mas claramente. Riosos e anexou imagens do trabalho dele. Exato. Só isso, assim. Ele nem precisou dizer muita coisa mais. Esse post acabou viralizando, pegou mais de um milhão de visualizações, 31 mil curtidas, mil retweets. Eu achei muito feio o que o Clube de Regatas fez, mas muito feio. Porque tem muitas camadas, né? Tem o fato de que tem alguém que faz isso e quem faz isso, faz isso manualmente.

E se eu não estou enganado, porque assim, esse jogador aqui atrás, eu não 100% reconheço. Eu não duvido que tenha sido IA, de alguma maneira. Será? Porque aí é uma outra coisa que tem me incomodado na comunicação do Flamengo. Flamengo é um clube bilionário. Ele tem uma receita de mais de bilhão de reais.

Eles estão usando IA pra cacete. Mas pra cacete em geração de imagem. E eu, cara, já trabalhei com o Flamengo. Eu conheço os fotógrafos do Flamengo. São pessoas extremamente talentosas. O time de comunicação do Flamengo é muito talentoso. E eu entendo que é uma velocidade correndo, extrema. Tem que postar e tem que fazer. E é muito mais fácil fazer com IA. E eles também têm designers na equipe. Eu conheço alguns também. É todo mundo muito talentoso, mas...

Porra, cara, ficar usando IA... Irmão, você paga 2 milhões de salário pra jogador... Que comprida. Longa. Você paga 2 milhões de reais por mês pra um jogador. Sim, não. Aumenta tua equipe de designer, cara. É, né? Você tem tanta essa demanda, dá emprego pra mais gente ainda, pra conseguir suprir a demanda. Cara, eu acho muito feio. E aí, não só isso, assim. Eu vejo que é uma trend, algo geral, do futebol brasileiro.

Tem um jogador chamado Hulk. Esse jogador tava no Atlético Mineiro. Ele agora foi pro Fluminense. O anúncio é o Hulk, personagem da Marvel, destruindo coisa, não sei o que, e chegando no Maracanã. 100% com o IA. E aí, cara, eu sou muito certinho com direitos autorais. Na produtora que eu trabalhava antigamente, inclusive eles não gostavam disso. Eles queriam que eu fizesse umas coisas que eu não necessariamente podia.

Como é que um clube como o Fluminense, que arrecada, sei lá, 400 milhões de reais, uma empresa, inclusive o Fluminense é SAF já, eu acho, enfim, não sei, usa a identidade intelectual do Mickey Mouse, da Disney e da Marvel, para anunciar um jogador, para arrecadar mais dinheiro também?

Sim, é uma publicidade que anuncia uma coisa que dá muita grana pra eles, né? Eles no final até falaram, seja sócio. Com a imagem do Hulk, a gente, nas nossas publicidades, a gente não pode usar uma música com direito autoral. E aí um clubizão desse, não sei, eu só acho... É isso, eu só acho muito feio, eu acho triste. Não, é muito, muito feio. E... E aí

Imagina que bacana se fosse eles terem... Isso não assumindo o QI, isso é assumindo que alguém viu a referência e foi lá e fez parecido. Se eles tivessem reached out, né? Entrado em contato com o artista e dito a gente é um time brasileiro, a gente gostou muito, tem como fazer no mesmo estilo, na mesma proposta. Mas não tem esse budget também, né? Pra eles, o Flamengo nunca vai alocar esse budget. Prefere contratar mais jogador. E aí teve até o Flamenguista.

Ai, eu vi isso aí. Que vergonha. Como se essa camiseta justificasse... Ah não, fala a frase do começo. A gente não tem contexto no áudio. Teve torcedor do Flamengo usando uma camiseta do Flamengo em 2022. A terceira camiseta, que tem umas listras assim mesmo. Mas tentando usar as listras dessa camiseta, que são umas listras inspiradas na praia do Rio...

Pra dizer que não foi plágio desse negócio desse cara. Que, na verdade, foi inspirado nessa camisa. Absurdo. Absurdo. Isso aí me lembra o lance lá da Chapel Rons, se tu quer saber. Que é sempre acima de tudo, defende o cara do time. Mas o Jorginho estava correto. Sem nem entender direito o que aconteceu.

Jorginho, naquele momento, foi incorreto. No fim das contas, ele foi lá e teve que se retratar. E se retratou de uma forma patética, bem underground. Ele postou no story da mesma maneira que ele fez a denúncia original. É, mas aí quando ele fez a denúncia original, ele sabia que as proporções que ia tomar. Eu acho que se retratar não teria que ser só assim, entendeu?

Mas eu acho que é isso. Eu acho que pessoas de futebol, não todas, mas tem muitas que se perdem no personagem, assim. Essa coisa de defender cegamente. Pô, claramente não foi inspirado nessa camiseta. Não mete essa. Não, não foi. Tentaram, né? Não foi. E aí rola todo um negócio. Eu participo muito desse grupinho no Twitter de... Ai, faz parte. Tá no mundo, agora aceita. Então, ai, já tá aí pra ser usado. Vai tomando o cu, porra. É o trabalho do cara.

Eu li aqui que alguém falou assim Pô, irmão, fica feliz Porque a tua arte é tão identificável Gente, não é assim que funciona Claramente não é assim que funciona Se alguém imita um vídeo teu Tu vai ficar feliz porque significa Que alcançou tanta gente Só de ter um contexto parecido Estavam chamando a gente de Plagiador A gente fez um podcast no sofá Exato Um

Os criadores do outro ficaram publicamente comentando que a gente era ladrão quase, enfim. O Flamengo pecou muito, acho muito feio. Não, é feio pra caramba. Quando eu vi esse tópico no nosso roteiro, eu tava com medo da tua opinião. Mas olha só, gente, pra quem gosta que a gente concorde, podem ficar tranquilos. No que diz respeito a ser sensato, a artes visuais, a gente geralmente concorda e muito.

Cara, eu amo o meu time, inclusive hoje à noite tem jogo, vou editar esse podcast vendo o jogo. Eu amo muito o meu time, ele trouxe as maiores felicidades da minha vida, definitivamente, provavelmente. Não sei. Mas...

Tu queria uma reação com isso? Não, eu não queria. Estou olhando no fundo do meu olho enquanto ele falava que o time trouxe as maiores felicidades da vida dele. Tipo, novembro de 2019, quando o Flamengo virou na Libertadores, estava 1x0 e aos 44 do segundo tempo se tornou 1x1 e aos 46 se tornou 2x1. Aquilo foi uma sensação carnal.

Que eu acho que só vai chegar perto quando a Alicezinha vier. É. Quando o Flamengo, quando o Danilo pulou mais alto e fez o gol em cima do Palmeiras, ano passado, em novembro também, é uma felicidade de dentro. Sabe? Mas eu acho que nenhuma sensação é tão intensa. Só não supera o momento em que tu bateu os olhos na minha entrada naquele restaurante.

Quando eu vi a sua mandíbula pela primeira vez. Eu postei esse story, né? A gente tava comemorando o aniversário de ter se conhecido pessoalmente. No sábado.

A gente prefere comemorar o nosso intensivo, aquele de Porto Alegre presos num hotel, do que comemorar o oficial pedido de namoro. Sim. Eu acho mais significativo. Exato. É porque, assim, né? A partir daquele momento, a gente sabia que um tava namorando com o outro. Só que ninguém tinha pedido ainda. Enfim. Mas eu postei o story, né? Falando do seu maxilar. Porque na minha cabeça, isso daqui, sim, foi um maxilar. Sim.

Turns out não é. Não é. É a mandíbula só. Eu também sempre falei. Minha família inteira, né? O maxilar é isso daqui. É, o que é muito esquisito. Porque, tipo, eu tenho uma mandíbula, então dizendo aqui certinho agora, bem marcada desde criança. E a vida inteira eu ouvi, virou acho que uma coisa meio popular, assim. Porque a vida inteira eu ouvi as pessoas falando, nossa, mas a mandíbula... Não, não é a mandíbula que falavam. Maxilar. Maxilar. Maxilar é muito marcado. Nossa, que maxilar definido.

Tipo, no meu Instagram, eu recebia direct das pessoas perguntando se eu fiz preenchimento, coisa pra definir. E todo mundo falando maxilar, maxilar, maxilar. Então, ter tido essa correção agora e aí pesquisar na internet. Realmente. Descobrir que era mandíbula, o certo? E a pessoa que me respondeu foi tipo assim, ai, você quer dizer mandíbula, né? Tipo assim, burro.

Vocês aí, comentem Vocês sabiam que o nome disso daqui Ele tá dizendo a parte de baixo do queixo Porque assim, eu sei que isso é a mandíbula O que mastiga é a mandíbula Mas na minha cabeça isso Era o maxilar Será que é por causa de jaw em inglês Que jaw é isso aqui Sim Que a gente Que na minha cabeça jaw era maxilar Eu tinha associado uma coisa com a outra Não, mas não deve ser isso que a pessoa Virou assim Obrigado

É... Não, amor. Voltou a cheirar o suéter. Tá usando o meu suéter, ela tá sentindo o cheiro do pai dela. Ao invés de sentir o cheiro em segunda mão, vem. Isso, vem, filha. Vem. Bete, Bete. Assim que a gente recebeu esse sofá, eu e o Mariano ficava brigando. Pra ver em que colo a gata... Aqui, ó, tem um triângulo pra você. Um triângulozinho na perna. Bete. Tem um triângulozinho na perna. Vem. Vem, filha.

Pra quem tá só nos ouvindo, vem nos ver. Mas tem um... A gente tá brigando pra ter a gata no colo. Os comentários vão falar que eu sou abusivo por não deixar a gata deitar no seu colo. Betinha! Não vai no lugar nenhum. Elisabeth! Não! Bet!

Tem que estar de sacanagem. Vamos voltar a gravar? Vamos. Achei muito feio isso que você está tentando fazer. Ela estava passando o dedinho no sofá pra gata achar que é um bichinho pra ela comer. Sabe o que também é muito feio? O que é feio? As pessoas que mexem no celular no cinema. É muito feio. Horroroso. Eu acho que eu vi esse tópico e eu acho que no geral a gente pode falar de comportamentos no cinema. Não só sobre o celular. Mas vai.

Essa semana, o jornal O Povo lançou uma matéria que eu achei bem legal, sobre a necessidade da volta dos lanterninhas. Você já viu um lanterninha no cinema?

Já. Porque eu tenho certeza... Quando eu era bem nova. Exato. Talvez a Júlia não tenha visto um Lanterninha no cinema. A irmã da Mariana. E lanterninhas, talvez alguém não saiba, deve saber. Lanterninhas eram pessoas. Uma lanterninha que às vezes te levava no seu assento. Se tinha alguém falando, acendia a lanterninha na cara da pessoa. Tipo assim, cala a boca. Era algo muito bom. Eu já fiz alguns vídeos. Um fiscal de cinema. Basicamente.

Eu já fiz alguns vídeos falando sobre como a experiência de ir ao cinema está extremamente ruim.

E tiveram muitas pessoas nos comentários que estavam tipo assim, ah, o cinema já tá sem grana, aí você vai lá e faz esse vídeo, vai fazer as pessoas não irem mais ainda ao cinema. E é justamente o contrário. Eu também não consigo botar a culpa no trabalhador que ganha um salário mínimo em escala 6 por 1. O cara tá lá pra bater ponto, pra olhar o ingresso, às vezes vê se é meia, às vezes não vê se é meia.

Tipo assim, ele não vai ficar sendo guardião das salas, né? Eu fiz uma coisa que eu tenho muito orgulho, né? Do que eu fiz no Diabo Veste Prada. A pessoa na nossa frente... Assim, a gente foi no Diabo Veste Prada na primeira sessão possível. Sete da noite da quarta-feira passada. Quem tava lá pra assistir... Eu tô ouvindo você mastigando a sua unha. Quem estava lá pra ver o Diabo Veste Prada... Claramente gostava, né? Do Diabo Veste Prada. Sim.

Eu vou falar que a gente tem se acostumado a ir bem nessas estreias, né? Era pré-estreia? Era estreia. Era estreia. Nessas estreias de convidados. Sim. Que daí tem que guardar o celular no saquinho. O pessoal respeita mais. A gente tava com esse contexto, assim, de ir nessas primeiras sessões, né? Pois bem, a gente entra no cinema e eu já fico assim, ai, a sessão vai ser ruim, porque a sessão é lotada, as pessoas fantasiadas. Eu já tava esperando que a sessão fosse ser ruim.

Que as pessoas fossem ficar comentando em voz alta o filme. Não aconteceu. Eu, graças a Deus, fui provado errado. É verdade, né? Tu me comentou assim. Sim, eu tava preocupado. Eu falei, será? E não foi. E no final foi. Mas, querida, imediatamente na minha esquerda, assim, inferior, na fileira de baixo, ficou no WhatsApp no início do filme, brilho no máximo. Ela não tava respondendo uma mensagem. Não tava, tipo assim, não consigo falar agora, depois eu te respondo.

Ela só tava parada olhando alguma coisa. Quarta-feira, sete horas da noite. Tchau.

Ou é emergência, você levanta. A gente tava bem na saída, assim. A gente tava bem no corredor. É, verdade. Ou emergência, você levanta, sai e vai responder. Ou você fala, daqui a pouco eu falo com você. Desliga o celular, sai pra responder. Ela ficou com o celular aberto, assim, uns 20 segundos. Depois dos 20 segundos, eu comecei a dar chute na cadeira dela. Um chutinho mais leve. Continuou com o celular parado. Um chutinho mais forte.

Até que eu dei um, porra, parecia que eu tava no pênalti chutando pro gol. Assim, eu dei um chutão. Ela olhou pra trás e puta. Enquanto isso, eu estava no banheiro, não tava? Não. Eu já tinha voltado? Filme já tinha começado. Porque então eu não vi isso acontecendo. Não, foi muito discreto. Só ela sentiu. Foi realmente só ela sentiu. E me dá muita felicidade fazer isso. Às vezes eu gosto de ser o chato. Eu acho que às vezes é importante ser o chato. Mesmo de um cinema. Sabe aonde eu faço questão de ser a chata? Onde?

Mas aí não é um lugar que necessariamente precisa, só porque eu me irrito no aeroporto. Ah, eu tenho... Sim. Quando eu seguro a fila de quem quer levantar e sair se enfiando na frente de todo mundo. Porque na minha cabeça todo mundo pode sair do avião na ordem, entendeu? Vai levantando e saindo fileira para fileira. Você pegou o avião durante a pandemia?

Cara, eu peguei um pouquinho depois e eu vi eles dizendo que era pra fazer por fileira. Que é isso que eu ia falar. Era. Mas ninguém jamais obedecia. Pô, era ótimo, era ótimo. Realmente obedeciam. Não sei se era os lugares... Tipo uma chamada, assim. Era, tipo, fileira 1 a 5. 6 a 11. 12 a...

É, tem que ter o medo de um vírus mortal pra alguém... Relaxa que tá chegando um vírus novo aí. É. É que tá vírus, não, esqueci o nome. Mas voltando pro cinema, eu acho que de forma geral, assim, a coisa se perdeu, né? Eu vi um TikTok esses dias de uma mulher falando que foi naqueles cinemas VIP, que é duas poltronas. Sim.

Bem de casal, né? A pessoa fica deitada, deitada. Sim. Que é pra quê? Eles já estão dando uma oportunidade de a gente até uma... Claro. Não, pra gente ter uma oportunidade de experienciar quase que estar no sofá de casa. Claro. Só que vendo uma tela gigantesca. É o melhor dos dois mundos. Porque às vezes eu sinto falta de ver um filme em casa, ao invés de no cinema, no sentido de sofá, entendeu? Se jogar num sofá. Eu sei que tu não concorda comigo, mas eu tenho esse lado. E aí eu acho isso, o cinema VIP, muito legal.

O lance das comidinhas mais elaboradas, que não são só pipoca e tal. E aí esse TikTok me irritou muito, porque eu pensei, já pensou, você acaba o cinema vivo por causa desse... É o que mais dá dinheiro. É dar muita grana, né? Porque o TikTok era a pessoa contando que um casal, que era de adolescente, mas não era tão adolescente assim, começou a se amar.

Com tanta vontade. Mas isso é o que o cinema deveria fazer com as pessoas. Ela tava assistindo, sabe qual filme? O drama. E ela disse que os sons não eram mais só sons de beijo. Pô, gente.

E que... Mas aí eu, tipo assim... Ela tava muito desconfortável. Ela tava com um amigo. Mas ela fez o quê? E aí, ela precisou falar pro amigo. Porque o amigo foi reagir a algo do filme. Tava no ápice do filme, do drama. E aí, o amigo... Tu viu não sei o quê? Tipo assim, pra ela. E aí, ela disse... Eu não vi, porque eu não tô conseguindo prestar atenção. Mas ela foi... Por causa do casal. E aí, precisou o amigo falar alguma coisa pro casal.

E aí, o amigo pegou e falou assim... Vocês não querem ir pra um hotel? Vocês não acham que pra cá já tá bom assim?

incomodando ela a esse ponto, eu acho que ela deveria ter tido um pouquinho de força e falar, ô, ô, ô, gente! É, precisou do amigo pra falar pra ela. Tem gente que não tem muito assim. Pra pegar e reclamar publicamente, né? Na frente da pessoa. Ainda mais nesses tópicos que tem gente que é muito mais travada do que outras. Eu entendi completamente o medo dela. Porque você não sabe como é que vai ser a reação das outras pessoas. É, principalmente de um homem, né? Ela já tendo um amigo homem do lado...

Ou tivesse avisado pro amigo antes, cara. É, né? Porra. Ela contando no TikTok, ela falando que tava tentando. No TikTok, um leão. Tava tentando se concentrar no filme. Ela queria deixar o amor rolar. É. Não é uma empata foda. Não. Eu não queria ser empata foda, mas é que a foda virou muito foda. Não era mais só um beijinho do cinema.

Tá rolando muito isso do cinema, e não necessariamente o sexo, né? Mas o... A performance. A gente vê com o filme do Michael Jackson, assim. As pessoas estão levantando, dançando, cantando. Fui pra algum filme. Ah, ok. Eu nem fiquei irritado. Eu sou chato, mas não fiquei irritado, não. Wicked. O Eduardo, meu melhor amigo, me levou na estreia de Wicked, do primeiro. As pessoas estavam num singa longa ali, estavam... E aí

Eu falei, cara, é a primeira sessão, é fã, deixa cantar o Wicked é um musical. Michael Jackson não rolou isso. O cara da nossa frente estava com um chapéu eterno. Eu não vi isso. Eu te cutuquei, eu te mostrei quando ele saiu andando. Eu acho que ele estava no look, mas tudo bem. Sim. Mas tem uma galera que está... É porque eu acho... A etiqueta do cinema já foi abandonada há muito tempo. É, porque é isso que eu estou falando, sabe?

Pô, beijinho no cinema é um classinho. Ele está dizendo que não pode dar um beijinho. Mas...

É tudo com parcimônia, né? Tem o passado te condena, Mariana Veloso. Mariana Veloso. Jovens no cinema. Adolescentezinhos. Eu tenho uma história boa. Darem um beijo e não tem nada de mais. O problema é... Depende. Uma sala lotada tem muito de mais, sim. Ah. Por quê? Pô, sala lotada. Um casal na minha frente. Inferno. Porra. Get a room. É que adolescente, às vezes, nem tem como se encontrar em outro lugar, Pedro Gabriel. Não pode ir pra casa um do outro.

Não importa, cara. Pô, é porque uma coisa assim, cinema vazio, tu compra na última fileira. Sim, e em umas sessões aleatórias. Não é uma estreia de um filme, não é um filme que tá lotado. Tu compra um filme que não tá indo muito bem e vai viver. Vai viver, vai ser feliz. Eu não, sabe? Concordo. Mas aí, já vi algumas vezes. Sala lotada, filme bom, lotadaça. Estreia. Casal na frente.

Uma vez a gente presenciou, eu acho, um primeiro date até, né? No cinema. A gente tava lá em Porto Alegre. E eles estavam super... Verdade. Foi o filme do... Antes do filme começar. E aí eu já falei pro Pedro assim. Eu acho que é o primeiro date. E quer ver esse filme bem na nossa frente. Que saco. Ou então eles continuam falando o filme inteiro. Porque eles estavam muito falando. Porque o primeiro date realmente... Eu acho muito estranho ser no cinema, tá? Vou falar. Porque tu quer conversar com a pessoa... Segundo, terceiro também.

É, mas é que o papo era muito inicial, me parecia. Um segundo date não tem papo inicial. Mas enfim, não aconteceu nada disso. Não tenho essa história. Eles se educaram, foram educados no cinema. Eu tenho uma história boa aqui. Comporta. Era 2015. Eu já tinha visto aquele filme Perdido em Marte. No cinema uma vez. E tinha uma menininha.

Que eu tava trocando mensagens na época. E ela, você gostou desse filme? E eu falei, ah, eu adorei. Inclusive assistam, Perdido em Marte. Muito bom. Eu falei, ah, eu gostei do filme. Gostei do filme. Ela falou, ah, eu queria ver. Vamos. Eu falei, vamos. Aí a gente chega, né? A gente vai no cinema.

e aí eu tô com eu compro um balde de pipoca porque se eu vou no cinema é pra ver o filme não é pra ficar com uma menininha né, e aí e sempre foi assim, sempre minha vida inteira, porra eu prefiro não beijar a menininha e ver meu filme do que qualquer outra coisa isso vai pegar tão bem pras allegations da internet

Eu prefiro também ver o filme que eu beijar um menininho também. Eu prefiro ver o filme. Sentei eu, minha pipoquinha na mão. O refrigerante na minha esquerda. Né, a pipoca. Segurando com a mão na esquerda, assim. E ela sentada de qual lado? Ela sentada da direita. Ah, então esse braço era teu braço em cima dela? Calma, meu braço estava na cadeira. Tu gosta quando eu faço essas brincadeiras. Eu acho hilário, porque eu sei que é um personagem, mas eles não sabem.

E aí, minha mão tava normal e eu vejo ela indo assim. Aham. Que bem, querendo. Aí eu levanto. Levanta o quê? Ah, levanta o braço. E bota ao redor dela. E põe atrás dela. Pô, eu sou um cavaleiro, né, Mariana? E aí eu fico. A pipoca está entre as minhas pernas e eu fico...

11 anos atrás. Comendo. Quase 11. Comendo, né? E aí eu não tô segurando o balde de pipoca, porque uma mão tá ocupada aqui. Já tá ocupada. E aí a outra tá. Só que a pipoca era do Cinemark, oleosa, salgada. Minha mão começa a ficar muito oleosa. Eu tenho o quê, Mariana? Rinite, sinusite, bronquite, tudo. Meu nariz começa.

Começa a coçar. Eu tenho uma mão... Olhosa. Olhosa. Não dá. Era ápice da acne ali, né? Adolescente. Não vou. Eu tenho uma mão aqui que tá presa com a querida. O que que eu faço? Coça o nariz pra mim aí. Não. Eu levanto essa mão pra vir coçar. E ela acha que é um move. Ela acha que é um move. Então ela veio me beijar e eu com o nariz coçando. E eu tentei coçar meu nariz enquanto eu beijava a querida.

Como assim? Como? Tipo, nela? Sim! Não, não, não. Torcendo pra que o... Que o nariz dela roçasse no teu? Basicamente. Que pouca vergonha. Tu beijando outra mulher. Você nunca beijou. Porra, Virgem Maria aqui na frente. Abençoada, porra.

E foi isso aí. Foi isso aí, tu coçou o nariz numa garota. Não, não coçou, aí quando ela saiu eu fiz... Pô, eu achei que a história ia ser super, tipo, pediu pra coçar. Não. Ou usou a mão através dela, tipo assim, ela aqui no meio.

Aí ela mata leão nela Coitada Depois Ela ficou afinzinha de mim, eu não quis mais nada E aí Numa época que eu não sabia o limite da rede social Eu postei minha programação do Festival do Rio Uns 2, 3 anos depois disso Postei assim nos stories, quais filmes eu vou 2, 3 anos depois disso e ela não tinha te superado ainda Eu sou Porra

É isso que tu tá querendo me dizer. Não tô... Aconteceu só esse cinema. Não tô alegando nada. Dois, três anos, ela ainda tava pensando no beijo que o Pedro deu nela enquanto coçava o nariz. Não tô alegando nada, mas... No cinema, que ele não tava afim de beijar ela. Beijou só por obrigação num move que ele não fez. Não tô. E três anos depois ela coçava nesse beijo. Comentário, vocês estão vendo que a Mariana está me interrompendo e não me deixando falar, né? Obrigado.

Não estou alegando... Se você me interromper de novo, eu tô vendo essa boquinha e querendo falar. Eu sei o timing. Eu tô te ouvindo agora. Não querendo dizer nada. Mas eu fui pra, sei lá, 15 sessões do Festival do Rio. Dessas 15, eu encontrei 10 ela com um namorado. Pode ter sido coincidência.

Pô, garota com namorado, quantos anos vocês já tinham nessa altura? Quase 20? Não, meu amor. Eu tinha uns 18, 19. Quase 20. É. Quero deixar claro que na época eu tinha 15, ela tinha 14. Não era um absurdo. Vamos, né? Só pra mim. Sim. Crianças, adolescentes. Bom, pois bem. Se tivesse lanterninha naquela época, eu não teria... Coçado o nariz nela.

Graças a Deus, meu sonho. E bom, foi no Cinemark. Lanterninha impedia as pessoas de se beijarem também? Ou só quem se passava? Ah, eu acho que um beijinho... Não fazia nada, né? Sobre um beijinho. Inclusive, me lembrei aqui de uma história. Fui longe aqui, mas meus pais me contavam que antes do Renato Russo se assumir gay, ele se assumiu, né? Renato Russo era gay.

Acho que sim. Acho que sim. Ou era o Cazuza. Se o pai fosse o Cazuza. Enfim, meus pais estavam no cinema e na frente estava o Cazuza. Talvez fosse o Cazuza beijando o Renato Russo. O Renato Russo, que loucura. Talvez fosse na frente deles antes de serem publicamente. Então iam para o escurinho do cinema para ninguém descobrir.

Chupando drops de anis. O meu incidente da coceira aconteceu no Cinemark, né? E você sabe o que o Cinemark tem feito? O quê? Existe uma cota de tela no Brasil. Cota de tela é... O cinema tem a obrigação de entre 7,5% e 16% da programação ser feita de filmes nacionais. Isso estimula produção nacional, produção independente no cinema. Essa cota depende do tamanho do cinema. Pois bem...

O que os filhos da puta do Cinemark tem feito? Eles tem exibido há anos o filme Zuzu Balândia, que é um filme que está disponível gratuitamente no YouTube. Não é um longa-metragem. O Cinemark está passando em looping, o Zuzu Balândia. Tipo, meio-dia. Em todos os cinemas da rede Cinemark, basicamente. Eu tô chocada com a cara de pau.

Estou pesquisando o que é aqui. O que? Zuzu Balândia. É um filme do YouTube. Ó, eles programaram mais de 17 mil sessões de Zuzu Balândia em 2026. Eu tô... E registraram apenas um público de 1.882 espectadores. Pessoas se beijando ou crianças. A média é de 0.1 espectador por sessão de Zuzu Balândia.

Zuzu Balândia, assista todos os episódios. É tipo uma animação de uma abelhinha. E tem tipo um... Olha o pique do site. Olha que engraçado. Eu pesizei Zuzu Balândia. Já aparece a... E resultado patrocinado. O Cinemark. Patrocinado pra vender o ingresso. Clica aí, vamos ver. Não deve estar mais. E daí é gratuito? Não, não. O ingresso é na moral. Tá. Tô chocada. Olha só as sessões aqui.

No Eldorado, no Raposo Shopping. Raposo, não pegue. Criminoso. Tudo isso pra não cumprir a cota. E o que é essa cota? É botar filme nacional nas telas, cara. É permitir... E assim, aí o Cinemark meio que respondeu falando que era pra sessão escola. Pra levar as escolas pro cinema. Bota outros filmes. Pois é, bota um filme útil. Mas rolou uma coisa que eu achei engraçado. É um filme de uma hora.

Tá aqui no YouTube mesmo Rolou uma coisa que eu achei interessante Deve ter sido o que? Janeiro Eu fui um dos diretores Produtor executivo do filme Maurício de Souza O filme Maurício de Souza o filme Não foi bem na bilheteria Eu como sempre faço Entro no ingresso.com Pra ver o que que tá passando Vai que tem alguma coisa legal Principalmente no início do ano que as vezes tem umas pré-estreias Não tava passando Maurício de Souza o filme Num cinema cinemark Tipo 11 e pouca da manhã Um dia

Era pra cumprir cota de tela. Mas pelo menos o filme do Maurício era um filme relevante. Exato. É um filme que passa alguma coisa que não é um brain rot mal feito. Não, e Zuzubalandia deve ter seu mérito. Não necessariamente é brain rot. Série de animação do estúdio Mariana Catalbiano Criações. Então não deve ser necessariamente brain rot, mas...

exibida pela HBO Max e também pelos canais da Warner em toda a América Latina. Tudo cota de tela. Tudo cota de tela. A lei tá mudando para essa cota de tela ter que ser em horário nobre. Tipo, a partir das 18 horas também. Sim. Parte dessa cota. Válido. A gente tem uma produção nacional muito grande.

deveria, né? Enfim, absurdo. O cinema não se ajuda. É uma merda. Pra quem está só ouvindo, a segunda gata deitou em mim. Vamos agora entrar no quadro que gostamos de chamar de Love Story. Vocês vivem fazendo pergunta pra gente? Como é a nossa divisão financeira? Como a gente divide os apartamentos, o aluguel, o condomínio? Como é a vida financeira do casal? Em geral. Como é a divisão aqui pra gente? Eu acho bom a gente tirar esse momento pra compartilhar.

Entender, como já falei outras vezes, não somos espelhos, por mais que tem pessoas que gostem de se espelhar na gente. É o que funciona para Pedro Gabriel Muziara e Mariana Veloso. É. Acabou. E acho que acaba... O que funciona pra gente expõe muito a nossa opinião sobre... Vida. Como é pra ser grana na vida. Sim. Mariana, qual é a sua opinião sobre dividir conta de restaurante?

Eu acho que existe a gentileza do pagar o primeiro date. Claro. Acho que faz muito sentido. Mas... Eu ia falar que eu acho que quem convida, talvez devesse pagar o primeiro date. Porque eu só fiquei imaginando uma situação assim. A menina tá correndo atrás, tá insistindo pra convidar. Vamos sair, vamos sair. O cara fala, vamos. Eu não sei se ele deveria ter que pagar esse primeiro date. Eu acho que ele devia sim. Tudo bom.

Eu acho que é uma gentileza... Claro, é que do jeito que tu falou, parece que o cara tava fugindo e ela tava querendo sair com ele, né? Porque ela tava tendo que insistir pra ele querer sair. Na minha cabeça, se tu convida uma vez e a pessoa fica... Ao invés de falar que quer... Você foge, claro. Já vai embora. É que eu acho...

A gentileza vem de quem convidou. Eu vou... Inclusive, spoiler aqui pra minha equipe. Não sei se vocês estão ouvindo. Eu vou chamar todo mundo pra jantar. Pra sair pra um jantar no Curumum. Eu vou pagar. Porque eu estou convidando eles. Aqui tem uma relação um pouco diferente porque eles fazem parte da minha equipe. Bom, não sei. Mas... Continua. Perdão. Enfim, só contextualizando assim. Casal. Aham. Eu gosto da gentileza de pagar o primeiro date. Tá.

Mas eu sou uma pessoa que leva dinheiro a sério, que enxerga dinheiro de uma forma... Meu dinheiro que eu fiz, sabe? Eu acho que tendo esse recorte, esse contexto de que a nossa grana não é um recurso infinito, não vem de família, gente, que faz ele acontecer. Sim.

Eu olho pra outra pessoa do casal como isso também, né? E a gente sabe muito bem próximo a fonte da grana um do outro, sabe bem de quantidades. Então, na minha cabeça, cada um pagar metade da conta a partir do segundo date em diante...

Faz total sentido. Na verdade, é quase que a única opção, assim, no caso em que os dois, cada um, ganha o seu dinheiro, vive a sua vida e tem a sua carreira, sabe? E ganham de maneira parecida. Estão em pontos parecidos da vida. Claro que não é uma pessoa de 30, é uma pessoa de 20, inclusive nem deveriam estar saindo. Mas se estão... É, é que eu falo... É da nossa visão. Eu falo muito da relação minha e do Pedro aqui. Eu sempre falei que...

Eu queria poder sair com alguém que trabalha a ponto de poder pagar o próprio restaurante. Sempre me incomodou um pouco. Eu sou muito contra obrigações, em geral, na minha vida. Eu não gosto de ser obrigado a nada. E me incomodou um pouco a visão, a ideia de que o homem é obrigado a pagar todos os restaurantes. Vamos botar o nosso relacionamento aqui. Em que eu e você ganhamos hoje basicamente a mesma coisa. Tem meses que você faz um faturamento maior que o meu. Tem meses que eu faço um faturamento maior que o seu.

Mas é um fechamento no final do mês ali similar. Imagina se eu tivesse que pagar toda a nossa saída. Tudo. Pra mim não faz sentido. Já que nós dois ganhamos basicamente a mesma coisa. Uma coisa seria se eu fosse estagiária de arquitetura namorando com o Pedro, criador de conteúdo. Concordo. 100%. Concordo 100%. É aí uma questão de que se tu me quer na tua vida, como é que eu ia te acompanhar a não ser...

Mas eu acho que aí não é uma obrigação. É um acordo. É uma conversa. É tipo, te quero e te quero ao meu lado. Como vamos fazer pra esse ao meu lado funcionar? Se é eu pagando as tuas coisas, tudo bem. Mas me incomoda um pouco da visão, o homem tem que pagar.

Sim, é. É porque daí o que nos traumatiza, nos deixa confuso, é ver na internet. Tipo assim, às vezes tem uma mulher falando, fazendo um TikTok de que... Ai, meu marido que paga tudo e eu só vibe não sei o quê. Aí os comentários são... Nossa, que perigo, se ele te deixa amanhã, o que tu vai fazer não sei o quê? E ela fala, eu trabalho. Só, eu trabalho e eu ganho bem. Só que é ele que paga tudo, igual. É loucura. E eu fico assim, por quê?

Exatamente, o patriarcado. Por que que... Não, não é exatamente, né? Porque no caso a mulher não trabalharia. É, tá bom. Ok. É isso que me pega daí. Entendeu? Quando... Porque daí... Agora sim no TikTok que o lance não é mais necessariamente pelo menos o nicho que aparece pra mim, não é mais endossar que a mulher não trabalhe e sim endossar que ela trabalhe e mesmo assim, extorquir um homem. Cara, é... E aí

Porque daí, tipo assim, não, o meu dinheiro, meu dinheiro suado, eu guardo pra mim. E guarda. Mas, pra viver, eu uso o dinheiro deste homem. Loucura. Não consigo entender por quê. Também não. Porque daí, esses TikToks que aparecem pra mim me colocam muito na visão de que eles estão no mesmo nível, sabe? Sim. E que mesmo assim, ela... Os dois ali no casal sempre parece um acordo, né?

Estão de acordo sobre ela não tocar na grana que ela recebe. Eu não consigo entender isso porque, olha, alguém que começou a trabalhar com 15 anos como eu, por vontade própria, nunca precisou na minha família também. Era porque eu queria sentir o sabor de ninguém poder dizer se tu deve ou não comprar aquilo.

se tu deve ou não te proporcionar aquela experiência, se é o momento ou não, se tá bom ou não o valor que tá custando, de tu poder tomar essa decisão e poder te proporcionar essas coisas. Imagina se você tivesse que me justificar toda a compra. Ou se você comprasse alguma coisa com medo da minha reação.

E eu entendo que daí, né, essa galera que endossa isso no TikTok é porque a grana desse cara que banca tudo é tão farta que talvez essa pessoa nem tenha que justificar nada pro cara. Talvez. Só que quem tá vendo e pegando isso como uma verdade não vai atrás de um milionário, vai atrás de um Zé Mané normal. Que ganha dois, três salários mínimos.

Uma pessoa normal, no caso, não o Zé Mané, né? Uma pessoa que ganha um mero mortal. Vai atrás de um mero mortal e assume que o coitado do mero mortal vai conseguir proporcionar o mesmo que aquela... O coitado mal consegue comprar uma roupa direito pra ele e tem que bancar a mulher. E a mulher já acha daí que porque é o marido, e tudo bem, os dois trabalham...

que ele tem que tirar do dele pra comprar as coisas pra ela, que ela quer, dos luxos dela, não sei o quê. Que, meu amor, o que tu viu no TikTok é um milionário, entendeu? É uma coisa diferente. É que nem a gente aqui. Se tu fosse bancar o teu e o meu, eu ia estar guardando dinheiro pra minha aposentadoria?

E tu? Tu não ia estar guardando nada porque daí tu ia precisar bancar nós dois. Isso se aplica pra quem tá com menos grana do que a gente e com um pouco mais também, né? Tipo, eu acho que o lance que é vendido no TikTok só se aplica pra quem é...

Sim. E aí a classe média vê isso e fala se meu homem não faz isso pra mim... Ele não presta. E aí ficar terminando? E eu vou procurar um homem que faça. E não tem, porque não vai ter. Ou o cara que vai ter vai ser um cara mega endividado, ou que não vai ter nenhuma reserve quando... Fui demitido. Fudeu.

Ou então é uma classe média garota muito ambiciosa que vai atrás de um rico muito rico. E bom pra ela. Que daí é bom pra ela. Bom pra ela. Bom pra ela. Se ela conseguir se colocar nesse lugar e tá com um cara que realmente pra ele não faz diferença nenhuma se ela compra três Chanel por mês ou não, ótimo pra ela. Tá vivendo a vida que eu queria. Tá vivendo a vida que eu queria.

Meu sonho, uma madame aqui da... A Doc, sei lá, do Oscar Freire. Vem cá, você é tão bonitinho. Vamos nos shops. Meu sonho. Só que não é a realidade de quase ninguém. A gente trabalha pra isso. A gente trabalha pra ter o que a gente tem. E na relação que nós dois estamos agora, eu não conseguiria imaginar um universo em que eu ia achar que é tu que tem que comprar coisas pra mim. Tu que tem que suprir todos os meus luxos.

Supri todos os meus luxos. Comprar as minhas escrivaninhas. Ah, é? Um universo em que eu te passasse muito de seguidores, tivesse um milhão de seguidores. Não, é falando assim. Eu ia ficar muito feliz por você, mas eu não consigo imaginar isso acontecendo comigo. Então, como é que tu imagina um universo em que eu te bancaria se a gente acabou de falar que não dá pra bancar o outro? Ganhar na mega cena. Hum, tá. Sim, daí sim. É isso.

Descobrir uma herança de família. Pô, meu sonho. Amanhã. Acordar com uma ligação. Não, a gente vai ficar triste porque alguém da sua família morreu.

Não, é só assim, ó, um teste de DNA. Tem um primo milionário que eu não conhecia. E que deixou... Adora o nosso conteúdo e deixou tudo pra você. Deixou tudo pra gente, entendeu? Daí não era tristeza, pronto. Porque eu não conhecia ele. Maneiras práticas aqui. Aluguel e condomínio.

Ah, é. Vamos ao beabá da nossa divisão. Ai, gente. O nosso condomínio é mais caro que o nosso aluguel. É tipo 60 a 40, né? É. Aí tem um mês que um paga, tem outro mês que outro paga. É, daí às vezes um paga 60, outro paga 40. É um boleto que tem essa divisão, assim. O valor total, um é 60%, outro é 40%. A conta de gás a Mariana paga, mas é tipo 20 reais.

A conta de luz eu tô pagando e não são 20 reais. Não são 20 reais. Bem mais do que isso. Comida. A gente não faz mais mercado. A gente... A gente começou fazendo mercado aqui em casa. A gente gostava de ir no mercado. Só que acontecia muito das coisas irem fora. Eu acho que tem outra questão. Era janeiro e a gente não tinha tanta coisa pra fazer como a gente tem hoje em dia. É, e aí dava mais tempo de cozinhar, né? É, sabe.

A gente podia passar horas no mercado comprando e fazendo o rancho. Vocês sabiam que os gaúchos chamam a compra do mês de rancho? Eu não fazia ideia. Não sei se é normal em outros lugares do Brasil, mas São Paulo e Rio de Janeiro não era. E aí eu ia pra Português e falava o rancho, o rancho, fazer o rancho. Ah, a gente já fez o rancho pro Pedro chegar. E eu ficava, que porra é rancho?

Rancho pra mim é um lugar que tem boi, vaca. Ah, não, mas rancho não é na fazenda o lugar onde tu guarda, assim, um monte de coisa? Pra mim, rancho é sinônimo de fazenda. Tipo, ah, eu vou pro meu rancho. O que é... Rancho. Vou descobrir agora.

Uma propriedade rural focada em lazer, descanso e convivência. É isso. Comumente localizada à beira de rios, repressos ou lagos. É isso. Diferenças regionais, tá escrito aqui no AI do Google. No Rio Grande do Sul, o termo também pode se referir à compra do mês. Que loucura, cara. É só gaúcho isso mesmo. Que loucura. É realmente só.

Bom, a gente não faz mercado. A gente parou de fazer mercado. A gente pede muito Rappi Turbo. É isso também. E Shopping. Essa é uma diferença de morar em São Paulo e não morar. Porque pra mim em Porto Alegre não existia opção não fazer mercado. Qualquer coisa que tu queria, minimamente tinha que sair pra comprar isoladamente só aquela coisa. Então tu tava querendo ou não fazendo algum mercado.

Aqui a gente pede Habiturbo Shopper, chega em 15 minutos, ingredientes ótimos. Não vou mais nem na farmácia, que eu adorava o rolazinho de ir na farmácia e olhar todas as gôndolas. É porque não tem uma farmácia perto da gente walking distance também, se tivesse. É, tudo que eu quero da farmácia também peço. É. Mas aí, quando alguém precisa de alguma coisa, a gente pede é a vez de cada um pedir, basicamente? Ah, é, daí não, refeições.

Não, calma, calma. Mercado. Tipo assim, ah, você sentiu necessidade hoje do café expresso de cápsula. Você foi lá e comprou. Sim. Sabe? Mas aí, por exemplo, água, porque a gente não tem o filtro de água ainda, e coca zero. Água a gente reveza. Ah, da última vez foi você que comprou a água. Da última vez foi eu que comprei a água. Coca zero eu bebo mais do que Mariana Veloso. Ah, sim. Achei muito engraçado que esses dias... Eu achava que a coca zero fazia parte da...

É a vez dela. É a tua vez de pedir coca zero. Aí eu falei, meu amor, a gente compra um fardo de coca zero, eu tomo duas latas e tu toma o resto.

Eu achei que fazia parte do mesmo esquema da água. É, então assim, é dividido tudo, mas ninguém é idiota aqui também. Eu não vou ficar bancando 800 calcaseiros se eu tô tomando duas. Claramente. Comida, tipo assim, pedir almoço, pedir jantar. É, daí comida pra gente é só delivery, basicamente. Sim. E assim, ah, é a sua vez. Ah, é a minha vez.

Sim, porque daí não é por valor. Esse daí a gente não divide 50 a 50. Não. Cada um pede, faz o pedido no iFood pros dois. Sim. E paga o valor total daquele. E aí a gente fica nessa conta de pedir agora o almoço, daí na janta tu que pede. Aí, só que daí tem algumas diferenças às vezes, né? Às vezes a gente pede um japonês e aí o japonês é mais caro do que um jantar normal. Sim, é o dobro que um jantar normal. Aí no dia seguinte o outro pede as duas refeições.

Sim, compensado. Ou então, tipo, se tu pede um almoço mais barato, né? Um McDonald's ali sai uns 60 reais e já... Isso aí não, o McDonald's sai mais caro que isso. Mas enfim, o McDonald's... Tu não precisava falar o valor. Pede um McDonald's que é mais barato. Aí tu também pede um café da manhã pra dar uma compensada. E o outro pede o jantar. A gente fica fazendo essa conta assim. Esses dias foi engraçado que a gente se perdeu porque a gente recebeu comidas de mimos, de recebidos. A gente saiu muito pra comer. A gente zerou a contagem.

Quando retomou a contagem, a gente já não lembrava quem que tinha pedido a última vez e não sei o que. Eu não me lembro também agora nessa... Eu me lembrei esses dias que aconteceu. E foi por isso que nos embaralhou. Foi o dia de um podcast que eu tinha pedido yakisoba pra ti e o outro pratinho pra mim. Nossa, eu fiquei muito puto nesse dia. E aí, o yakisoba do Pedro ao invés de vir só de frango, veio bovina com frango. O Pedro não come bovina.

E quando a gente foi pedir, é um yakisoba muito bom. É, e aí o Pedro ficou bravo. Eu falei pra ele então que ele podia comer o meu prato. Porque o meu prato veio só com frango. Ele não quis, porque ele queria o yakisoba. E aí, quando eu fui pedir o yakisoba de novo, o restaurante já tinha fechado. Porque era três horas da tarde. E eu fui pedir de volta, era tipo três e três. E era essa merda.

Sim, três minutos depois. E aí acabou que eles me reembolsaram o valor do prato do Pedro. Foi. E o Pedro pediu o McDonald's pra ele. Ou seja, solucionado o mistério, a última vez que a gente pediu, cada um pagou o seu. O que significa que tá zerado ainda. Exato. Tem que deszerar essa conta.

Quando a gente compra alguma coisinha pra casa, alguma coisa maior, assim, a gente normalmente joga no Splitwise, a gente tem um aplicativo Splitwise. A gente usa o Splitwise pra tipo, ah, compramos uma poltrona, joga lá. Se o outro já tem como fazer um Pix, faz, mas geralmente a gente deixa lá e deixa aí se... topping, assim, né? Se compensando, porque daí tá, o Pedro pagou a poltrona, depois daí eu pago uma...

É, normalmente eu faço as compras maiores, eu faço o Pix maior, vai no Splitwise, e aí, ah, a gente tá juntos, sei lá, vai na Zara Home, quer comprar um negocinho. Eu falo, ah, você tá me devendo X no Splitwise, então a Mariana paga. Aí eu pago a compra nova pra casa, ou então, vamos comprar passagem pra ir no aniversário em Porto Alegre. Aí a gente entra no Splitwise e vê que tem crédito de não sei quanto. Eu nunca botei a passagem pro Rio.

É, eu não botei a da Helena também, eu acho. A da Helena, eu acho que entrou na contagem, sim. Eu botei lá. Quase certeza. Eu entro em alguma contagem, eu acho. Senão, fica elas por elas. É isso aí. Eu vou botando lá, vamos nos créditos e alinhando com outras compras. No geral, a gente se evita ao máximo fazer um Pix um pro outro.

Muito. Eu acho muito agressivo mandar um pix pro parceiro. Só que ao mesmo tempo não é como se a gente deixasse só a conta na cabeça. Porque daí a gente usa o Splitwise e a gente tem bem noção de quanto o outro tá bancando o outro, né? A única coisa que fica na cabeça é o iFood, porque daí é dia a dia a gente enlouquecer, né? Botando isso aí no Splitwise.

E porque a gente também não tem essa rigidez um com o outro. É, não. Se um acabou pagando 20 pila a mais numa semana, todos os dias, na outra semana vai acabar virando jogo e a gente leva isso assim. Eu acho que o nosso relacionamento, em geral, é bom levar pra esse ponto. É muito leve em absolutamente tudo. A gente não tem obrigações, necessariamente. Um com o outro, assim, obrigações de casa. Tem uma coisa que eu não gosto de fazer que eu deixo pra você fazer. Tem coisa que eu não te deixo fazer porque eu acabo já fazendo.

que gosta do jeito que tu faz. Exato. E a gente não fica... Tu não fez isso. A gente não tem muito isso. Tu não pagou isso. A única coisa que a gente fez foi quando eu fui pagar o condomínio e você tinha esquecido de me mandar o boleto e eu tive que pagar 70 reais de multa no condomínio. Aí foi... Tu não me mandou o condomínio.

Mas de resto, a gente é muito leve, a gente é muito na conversa. Eu acho que tem uma coisa, voltando no que a gente tava falando desses casais que tão aprendendo muito no TikTok. Eu nem sei se é esses casais, eu acho que é muito uma ideia de internet, talvez mais do que vida real. Não, esses casais que aprendem com o TikTok. É muito de uma nova geração. Daí não é nem casais, né? Porque acaba nunca falando. E você me interrompeu e eu completamente perdi a minha ordem de pensamento.

Desculpa. Eu fui interrompido duas vezes na última frase. Então acho que esses casais...

Ah tá, e que vê o relacionamento como uma série de obrigações, um checklist. Ele faz isso, ela faz aquilo. Ele faz isso, ele faz isso, ele tem que fazer isso, aquilo, não sei o quê. E quando não cumpre um buraquinho do checklist, absurdo.

E aí, deixa de ser um relacionamento. Vira uma prisão. E até, às vezes, a gente vê isso em pessoas que se metem no nosso relacionamento a partir de um vídeo, assim. Aí a gente vai olhar uma pessoa que não tá num relacionamento. E aí eu fico pensando, essa pessoa pode já ter jogado fora a possibilidade de estar com alguém, porque ela botou na cabeça dela que isso tem que ser dessa forma específica. Sim.

Porque ela ouviu em algum lugar, decidiu que era verdade absoluta. Eu vou falar algo aqui que vai ser polêmico. Mas muitas dessas pessoas que comentam falando mal do nosso relacionamento, a gente entra no perfil da pessoa e ela tem alguns provérbios na descrição. É muito comum ter. Eu acho uma visão muito engessada de uma...

Do papel de cada um. Do protestantismo, assim. E até, claro, do católico também. Mas muito desse lado mais protestante, do papel da mulher, do papel do homem. E se... Uma coisa que o meu terapeuta fala muito. Narciso acha feio que não é espelho, né? O Caetano Veloso. De... Se não é igual o meu, está errado.

Ou se não é igual o que eu tô procurando, né? Que tá errado. Que daí tá a gente pintando na internet. Como o nosso relacionamento é bom e ideal do jeito que funciona pra gente, do jeito que é. E aí a pessoa olha e fala, não, tipo, alguém tentou impor isso aí pra mim, eu não quis porque não é assim que eu quero que seja, então tá errado. É, é um absurdo. Eu terminei com um cara que fazia isso aí. Então, Mariana tem que terminar também.

Pela minha experiência, ela está sofrendo. E ela tem que sair disso. Sem tentar entender que... Isso aqui não é nem a gente responder nos comentários da outra semana, não. É realmente mais um... Isso é uma conversa longa que acontece na nossa vida. É, total.

De como as outras pessoas tentam imprimir, e faz parte, eu acho, de botar nossa vida na internet. Mas como as outras pessoas tentam imprimir na gente as próprias frustrações delas. Em vários sentidos. É nesse que passou de interromper e do Pedro não ser delicado o suficiente pra falar comigo. Também tem...

De que tu é gay. Ah, clássico. E que aí a gente vai descobrir que a Mariana tem que terminar, que tem que estar com o homem que é homem de verdade. Quantas vezes a pessoa tava tentando nos ofender sobre outra coisa e de repente virou sobre... Ai, porque eu prefiro o homem que é homem. Não o homem que fica pendurando lumináriazinha que se importa com a decoração da casa.

Isso eu acho que é um tópico que eu adoraria entrar com muito mais cuidado. Tipo, cuidado assim, com mais tempo. O que eu acho muito engraçado, o que é o homem? A ideia do homem que esses caras têm. É muito esse homem também que faz o trabalho manual, o martelo, o serrote, que derruba a árvore e a lenha. E claro que eu sei que eu não sou o hétero que grita hétero, meu Deus.

Cara, mas eu faço exatamente o que essas pessoas esperam. Eu quebro parede, eu penduro quadro, eu não tenho medo de mexer com elétrica.

Eu desentupo privada. Porra, tudo isso. Semana passada, os privados da casa estavam entupidos. A gente trocou pra folha quádrupla. E eu tenho certeza que foi isso. Sim, eu tenho certeza que foi isso. Mas muito nisso das pessoas tentarem me ofender. Porque não é uma ofensa, no final das contas, de me chamar de gay. Exatamente eu cumprindo o que eles esperam. Só que pra esses homens, hoje em dia, o que é másculo é a camisa colada. É a calça skinny.

Não, e aí pensando no papel do homem hoje em dia, talvez o que seja esperado, não sei, é que ele só pague pra alguém fazer na casa dele, talvez. Também, talvez. Ou então acaba sendo um homem que até banca a mulher em casa, mas daí o cara não tem nem tempo pra pegar e fazer as coisas do lar, né? Da parte dele, entre muitas aspas, de ir lá e pendurar aquele quadro que a mulher comprou e tá lá guardado 800 anos.

Eu penso, tem uma coisa que veio uma ligação da minha cabeça, psicanálise. Meu pai trabalhava muito. Meu pai não foi um pai muito presente, mas provia para a família 100%. Não faltava nada. Mas...

Ele reclamava muito da minha mãe. Quando a minha mãe chamava alguém pra pendurar um quadro. Ou quando a minha própria mãe não pendurava. Mas reclamava muito quando a minha mãe queria pintar a sala. Quando queria trocar o piso. Eu acho que talvez eu não quis ser igual ao meu pai nesse sentido. E eu poder fazer tudo isso também. Sabe? E não chegar num momento da minha vida adulta em que eu não tenho tempo pra fazer. Ao mesmo tempo em que eu reclamo se você quisesse que alguém fizesse. Sim.

Eu aposto que caras héteros que já te chamaram de gay não fazem ou não sabem fazer nem metade das coisas de casa que em teoria teriam que ser o papel do homem. Que daí também é outra camada que eu adorei passar rejunte no banheiro.

divertidíssimo. No nosso banheiro. Divertidíssimo. Eu sinto um orgulho de ser um homem mais pro female gays do que pro male gays. A gente vê um Rodrigo Hilbert. Num geral, ser para o male gays é negativo. Eu também me sinto muito bem em ser uma mulher que é muito mais para o female gays do que o male gays. Porque o male gays é sempre podre, né?

em algum momento isso se perdeu por exemplo, o Rodrigo Hilbert ele é um homem que é mais pro female gayz também, na verdade, ele é totalmente pro female gayz é, né? Ele é totalmente eu acho que as nossas refs de masculinidade são essas, né? é o Timothee, a gente achando ele ref de masculinidade é o Harry Styles, é o Rodrigo Hilbert que pô, um paisão

O maridão. E o que... Faz tudo na casa, mesmo tendo dinheiro pra caramba. E eu acho que isso vai até no lance de homem que fica zoando ou querendo... Como é que é? Querendo crucificar uma artista pop que fez não sei o que é errado, que falou não sei o que é errado. Aí tu vai olhar do que o cara gosta. Nem mais. Axl Rose. Não, de artista daí, entendeu? Mas Axl Rose tem coisas problemáticas? Ah, é super. Ele é super idiota. Mariana já foi roqueira, tá?

É, e hoje em dia eu tenho um gosto que pelo menos as pessoas não são de ofender minoria de bater em mulher, de se atrasar pra caralho pra show. Eu não sabia que Axl Rose... Quase todos esses artistas de rock tem essa coisa. Sempre tem um crimezinho ali contra uma mulher. Sempre. Não vou botar sempre. Tenho certeza que tem hoje que não tem. Mas é bem difícil não ter.

O que ele do Red Hot Chili Peppers lá, que tá sempre com uma... Não, não é o Flea, o Anthony, eu acho. Ah, é? Que tá sempre com uma... O Pedro tá botando a franja dele pra frente, porque a gente teve uma fase que a gente falava que ele era muito parecido. O meu cabelo tá grande demais pra isso. E ele tá com umas ondas bonitas, não tá ficando a franja. Não. Mas o Anthony tá sempre com uma mulher de 20 anos mesmo, tendo seus 50, 60 anos na cara aí. Meu homem é para o female gays, mas, dizendo aqui já para todas as females...

Ele é meu. Tô esperando você me pedir noivado. Como é me pedir noivado? Eu já pedi em namoro. Não me interessa. Quem disse que é eu que tenho que pedir? É uma vez pra cada um? É, uma vez um pede um iPhone, outra vez... Eu pedi namoro, você me pede em casamento. Tu vai esperar sentado. Oi, gatinha. Eu não tava chamando você. Pode nanar.

Eu posso esperar em pé e você ajoelhar. Não. Eu acho que a gente encerrou. Eu acho que pode... Ah, e se vocês querem saber, Pedro Gabriel, eu tenho certeza que vai amar o processo de desenvolver em silêncio o meu anel. Eu vou fazer uma série de vídeos. Eu vou pedir, eu vou fazer uma série de vídeos.

Bom, pro nosso saldo da semana, eu tô muito feliz com dois DIYs que eu fiz nesses últimos dias. Meu aparador de alumínio que ficou lindíssimo, tô muito feliz com ele lá. E o que eu fiz ontem aqui no corredor, hoje eu fui sair pra pegar uma encomenda lá embaixo e a luz acendeu sozinha, eu instalei um sensor de LED assim lá fora, tô muito feliz com isso. E eu fiquei muito feliz com os vídeos, com o resultado, com tudo. E agora, daqui a seis minutos, enquanto eu tô gravando isso, eu vou postar uma publicidade com o McDonald's.

McDonald's é um dos gigantes que eu falei no meu story que eu sempre quis fechar. E eu tô flertando com o McDonald's há mais de um ano. E eu fiquei sabendo outra coisa do McDonald's, que eles nunca aprovam a publicidade de primeira. Sempre pedem modificações. A do pai aqui, tá? Respeita. Foi aprovada de primeira. Nenhuma modificação.

A minha semana, se tu quer saber, o saldo da minha semana, foi basicamente zero conteúdo. Zero. Porque eu tive o momento mais traumático do meu TCC até hoje. Eu tava terminando a minha apresentação, que foi segunda-feira, estava em Porto Alegre pra isso. Apresentei pilha de nervos caótica, passei mal, tive dor de barriga, fui estressante. Deu tudo certo, tá? No fim das contas.

Foi tudo isso pra nada. Feedback foi positivo, foi ok, foi justíssimo. Completamente positivo. O que foi relativamente pra me deixar pensando, não foi crítica também, foi pertinente. Foi muito pertinente. Foi quase que pra me ajudar. Um resumão aqui, mas a Mariana ia desenvolver um elevado, uma passarela. E eles falaram, cara, se você for desenvolver isso, você vai ter que realmente desenvolver isso, vai dar muito trabalho. Se a gente fosse você, talvez eu não desenvolvi.

É, porque seria um a mais no meu projeto. E que talvez tomaria tanto da minha energia que o resto do projeto ia ficar um pouco mais de lado. Sendo que ele também requer muita qualidade, sabe? Foi eles querendo dizer que eu talvez não devesse abraçar tantas coisas assim. Achei muito bom o feedback deles. Achei completamente razoável. É, e então acabei vivendo só pra isso essa semana. Daí voltei entregando roteiros e indo em eventos legais. É, fica de Rana Montana.

E aí eu tive zero tempo pra realmente conseguir fazer algum vídeo legal. Postei um vídeo ontem sobre a mãe maravilhosamente linda e impecável que eu tenho, sem ter nenhum procedimento estético. E eu agradeço por essa genética muito boa todos os dias. E fui num evento muito legal essa semana, no fim das contas, né? Foi.

Fiz pilates em cima do palco do Teatro Municipal de São Paulo, a convite da Biorritmo, com uma orquestra ali tocando. Era versões... Era Piki Bridgerton. Era versões de músicas pop com violinos e instrumentos de orquestra. Foi bem divertido. Eu amo pilates. Pra quem não sabe, não sei se já falei sobre isso, mas eu gosto muito, eu venho do balé. E aí acabou unindo esses dois mundos. Eu tava lá em cima daquele palco, mas sem a pressão de uma apresentação de balé. Eu tava fazendo pilates.

Foi bonito, o municipal é bem bonito. É lindíssimo, é lindíssimo. Eu gostei muito de conhecer, não conhecia. É bem bonito. Recém morada em São Paulo. Nosso episódio tá ficando por aqui. Muito obrigado por acompanhar até o final. Se você ficou até aqui, eu te reservo um espaçozinho dentro do meu aparador de alumínio. Olha só, é pra ficar trancado lá dentro, que não tem porta pra sair. Mas tá lá, tá aqui dentro. Tá aqui dentro.

E se você estiver nos ouvindo no Spotify ou no Apple Music, Apple Podcasts, segue a gente por lá, Apartamento 32, e deixe uma nota porque é importante para que mais pessoas se encontram por lá. E se você está nos vendo pelo YouTube, não se esquece de se inscrever. Mariana, sabia que mais da metade das pessoas que estão vendo os nossos vídeos não estão nos seguindo?

Não são inscritas no canal. Não. Inclusive, eu tinha pensado mentalmente de pedir durante o episódio para as pessoas se inscreverem. Lá no começo. Eu esqueci. Pois bem. No próximo eu te lembro. Se eu lembrar. Michel, nosso roteirista, vai lembrar e vai botar no roteiro. Se você está vendo isso, não está inscrito no nosso canal, se inscreve, pelo amor de Deus. Vai nos ajudar. Dá aquele joinha. Ainda mais se tu já está assistindo todo sem perder nenhum. Não tem porquê não apoiar esse casal.

E ativa o sininho para toda sexta-feira, 11 da manhã, ver o episódio novo do Apartamento 32. E qualquer coisa... Estamos no Instagram também. Qual o seu arroba? Underline Mari.Veloso. O meu é pgmziara. E... O do apartamento, do podcast, por enquanto... Apartamento.3.2. Mas... Mas isso tá pra mudar.

Eu tenho contatos. Ao que tudo indica. E tem coisas acontecendo. Eu só aviso isso. Manda mensagem, manda pergunta, manda feedback, manda crítica que a gente bloqueia. Faz o que quiser da vida. E, meus queridos, é isso. Muito obrigado. Um beijo. Beijo. Até semana que vem. Há tempo. Para papapá.

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POLÊMICA NO FLAMENGO, NO MET GALA E NO CINEMA - Apartamento 32 Ep 6 | Castnews Index — Castnews Index