E3- Como a alimentação primária e secundária moldam a tua saúde com Ana Garcez
No podcast A Próxima Evolução, Mário Marques recebe Ana Garcez, nutricionista integrativa, para perceber porque a saúde nunca se resolve só com uma dieta melhor.
Ana explica o conceito de alimentação primária, que inclui as relações, o trabalho, a natureza e o estado emocional, e como esse lado invisível interage com tudo o que colocas no prato.
A conversa passa pela epigenética, pelo impacto do glifosato nas redes biológicas do solo e do corpo humano, pela diferença entre viver mais anos e viver melhor, e por práticas concretas que vão além da consulta de nutrição convencional. Ana Garcez é health coach de nutrição integrativa, com trabalho focado em oncologia e formação em medicina celular, homeostase hormonal e bio-ressonância. Acompanha pacientes em Portugal e noutros países.
Neste episódio vais descobrir:
• o que é a alimentação primária e porque as tuas emoções são nutrição
• como o estilo de vida ativa ou desativa genes que trazes desde que nasceste
• porque o glifosato interrompe a comunicação biológica entre solo, plantas e corpo humano
• o que o tipo de sangue pode revelar sobre a forma como metabolizas os nutrientes
• práticas concretas para desbloquear tensão, fortalecer o sistema imunitário e reconectar com o corpo
Talvez o problema não seja o que comes. Seja o que ainda não percebeste sobre tudo o resto que te está a nutrir, ou a adoecer.
How Primary and Secondary Nutrition Shape Your Health with Ana Garcez
There are two types of nutrition. One comes on a plate. The other has no calories at all, but it can still make you sick.
In the podcast A Próxima Evolução, Mário Marques welcomes Ana Garcez, integrative nutritionist, to explore why health can never be solved with a better diet alone.
Ana explains the concept of primary nutrition, which includes relationships, work, nature and emotional state, and how this invisible side interacts with everything you put on your plate. The conversation covers epigenetics, the impact of glyphosate on the biological networks of soil and the human body, the difference between living longer and living better, and practical approaches that go beyond a conventional nutrition appointment. Ana Garcez is a health coach specialising in integrative nutrition, with a focus on oncology and training in cellular medicine, hormonal homeostasis and bio-resonance. She works with patients in Portugal and in other countries.
In this episode you will discover:
• what primary nutrition is and why your emotions are a form of nourishment
• how your lifestyle switches on or off genes you have carried since birth
• why glyphosate disrupts the biological communication between soil, plants and the human body
• what your blood type may reveal about how you metabolise nutrients
• practical tools to release physical tension, strengthen the immune system and reconnect with your body
Maybe the problem is not what you eat. Maybe it is everything else that is feeding you, or making you sick, that you have not yet understood.
- Nutrição Integrativa e Saúde GlobalDoenças crónicas não transmissíveis · Obesidade e excesso de peso · Saúde mental · Deficiências nutricionais · Nutrição integrativa · Alimentação primária e secundária · Epigenética · Trauma transgeracional
- Práticas Diárias para Saúde Física e MentalGrounding (pés descalços na terra) · Respiração consciente · Alongamento e mobilidade · Exercício físico · Hidratação matinal · Higiene intestinal · Rolfing · Constelações familiares · Reiki · Quiroprática · Osteopatia
- Abordagem Integrada à Experiência HumanaSaúde física, emocional e espiritual · Memória celular · Medicina convencional vs. integrativa · Relações interpessoais · Trauma infantil · Conexão com a natureza
- Nutrição e Estilo de Vida para Longevidade e Bem-EstarDieta Mediterrânea · Alimentos processados · Hidratação · Mastigação · Jejum intermitente · Dieta plant-based · Dieta cetogénica · Dieta carnívora · Grupos sanguíneos e nutrição
- Impacto do Glifosato na SaúdeGlifosato · Redes biológicas do solo e corpo humano · Comunicação bioquímica da vida · Micorrizas · Micélio
- Conexão entre Saúde Bucal e Saúde GeralDentes desvitalizados · Meridianos dentários · Metais pesados em dentes · Flúor · Saúde da tireoide
- O Papel das Emoções e Traumas na DoençaEncapsulamento de dor e traumas · Repetição de padrões ancestrais · Impacto das emoções no ecossistema interno · Dificuldade em expressar emoções · Relação com a mãe
E não olhar apenas para a questão genética, porque herança genética, as pessoas dizem muitas vezes ah, a minha família toda teve cangra, agora também vou ter. Não é bem assim? Certo. Porque na realidade existe uma coisa que se chama epigenética, não é? Que molda os nossos genes, é o nosso estilo de vida que faz a diferença. Eu posso vir com uma informação, mas essa informação só se vai manifestar em função daquilo que eu vou fazer no meu dia-a-dia.
Exatamente, ou seja, o nosso estilo de vida consegue ativar ou desativar certos genes que nós trazemos.
E exatamente, é como se fosse o interruptor. Cada um de nós, quando nasce, traz determinadas fragilidades. Em diferentes órgãos, em diferentes partes do corpo. Não estamos a falar só de questões físicas, até a questão emocional, porque o trauma, por exemplo, também é uma coisa que é herdada. Há muitos estudos sobre o trauma transgeracional, ok? Pronto, e em função do ambiente onde a pessoa está, aquilo vai ser disparado ou não.
E qual é o ambiente? É se eu ando a comer muita comida processada ou comida que não tem quase nutrientes nenhum, calorias vazias, como costumamos dizer, ou se eu estou numa relação tóxica, seja no trabalho, seja a nível pessoal. É uma infância complicada. Exatamente, portanto, emoções complexas. Exatamente.
reter as lágrimas para dentro, agressividade também engolir para dentro, há uma série de fatores que vão influenciar se se vai manifestar ou não.
Vivemos num mundo em constante mudança, com desafios e exigências cada vez maiores. Acredito que só através de uma abordagem integrada à experiência humana, poderemos estar à altura dos desafios. Eu sou o Mário Marques e acredito que a próxima evolução não é exterior, é humana. Aqui, convido-te a descobrir o que realmente significa evoluir no espírito, na mente, no corpo, no conhecimento da natureza humana e na forma como nos relacionamos com o planeta.
Traça o teu caminho e escolha a tua próxima evolução. Olá a todos, muito bem-vindo aqui a mais um episódio do podcast A Próxima Evolução. Hoje eu tenho comigo aqui uma convidada muito, muito especial, Ana Garcejo. Eu vou passar aqui a ler um curto texto sobre a sua experiência, o seu trabalho. Portanto, então é nutricionista integrativa.
Especialista em transformar a relação das pessoas com a alimentação e com o próprio corpo, a sua abordagem une ciência, consciência e estilo de vida, olhando para cada pessoa como um todo, físico, emocional e contexto.
Com uma visão profundamente humana e prática, a Ana ajuda os seus pacientes a recuperar energia, equilíbrio, saúde metabólica e bem-estar duradouro, integrando nutrição, hábitos, ambiente e propósito.
Apaixonada por educação para a saúde, dedica-se a descomplicar a nutrição e a mostrar como escolhas simples podem, de facto, prevenir doença, aumentar longevidade e transformar a nossa qualidade de vida. É uma voz cada vez mais relevante e emergente a nível nacional na promoção de uma alimentação consciente, sustentável e alinhada com a saúde do planeta.
Combina princípios da nutrição convencional com abordagens complementares, considerando fatores físicos, emocionais, espirituais e sociais que impactam a saúde do indivíduo. É um privilégio tê-la aqui, Ana, muito obrigado por ter aceito o convite. Está tudo bem, Ana? Tudo bem, agradeço este convite também para estar aqui.
Obrigado eu, Ana, obrigado eu, prazer é todo meu, e de facto um dos motivos que eu convidei a Ana, para além de ter uma vasta experiência nestas áreas que eu falei, tem aqui um currículo vastíssimo, vou só talvez aqui referir algumas valências suas, portanto...
Health Coach em Nutrição Integrativa, curso em Medicina Celular, uma pós-graduação em Educação Nutricional e Mantenhação da Homeostase, curso em Medicina personalizada por meio da Biorrescenância, Introdução à Homeostase Hormonal, muito resumidamente, pós-graduação em Saúde Sistémica, em Past Life Regression Therapy, Mestre em Musicoterapia, Mestre de Reiki Unificado.
formada também em Constelações Familiares e licenciada em Ensino. Poderia ter perdido muito mais tempo aqui a ler o seu currículo. Portanto, tem aqui uma vasta experiência e este é um dos motivos, naturalmente, que eu lancei este convite, mas também porque a Ana ajudou-me, a mim, pessoalmente, a melhorar aqui alguns dos meus indicadores de saúde.
mais numa ótica de evolução pessoal, de melhorar a minha alimentação, melhorar aqui alguns indicadores das minhas análises. Também ajudou muito a minha mulher com o problema que ela tinha específico, com grandes resultados. Vou então aqui talvez lançar aqui o nosso primeiro grande tema, Ana, que está relacionado com o estado global da saúde.
E eu estive a fazer aqui o meu trabalho de casa, a investigar aqui alguns dados, vou talvez lançar só aqui dois ou três dados que a mim me chocaram particularmente, são de facto muito preocupantes, por exemplo, li que segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de 70% das mortes globais estão ligadas a doenças crónicas não transmissivas.
E eu li um pouco sobre este dado e de facto há quem diga que este valor até é superior, acima dos 80%. Portanto, estamos a falar de mortes que são essencialmente evitáveis. Estão relacionadas com um mau estilo de vida, um mau estilo de alimentação.
Doenças cardiovasculares, diabetes, cancros, doenças metabólicas e inflamatórias. Obesidade e excesso de peso. Cerca de 2,5 mil milhões de adultos têm excesso de peso. Isto é quase um terço da população mundial.
saúde mental também a degradar-se deficiências nutricionais globais em termos de vitaminas e sais essenciais relacionados com sós improbocídios e agricultura intensiva portanto isto são aqui alguns dos
dos dados preocupantes e vou então aqui lançar a primeira pergunta. Ana, o que é que é, em primeiro lugar, o que é a nutrição integrativa, que é a sua especialidade, e como é que a nutrição integrativa pode impactar a vida das pessoas e, de certa forma, também colmatar aqui diretamente ou indiretamente alguns destes dados que são extremamente preocupantes a nível global.
Sim, então, esses dados referem-se muito a doenças metabólicas, doenças crónicas metabólicas, pronto. E de facto, o que vem logo a seguir é o cancro, portanto, só assim, são o principal de mortes, não é? Principalmente, não é só no nosso país, mas no mundo inteiro, não é? Portanto, anda ali.
muito coladinho. Então, são doenças que estão associadas ao estilo de vida, não é? São doenças que têm a ver com a evolução da tecnologia, a evolução de todos estes mecanismos que nós temos para produzir mais e mais e mais, não é? Que não têm em conta o ser humano. Pronto, então...
claro que há uns anos há um autor que é o Augusto Curi ele fala muito disso nos seus livros é um psiquiatra muito conhecido, não sei se conhece e o Augusto Curi fala muito desta evolução muito rápida e o nosso cérebro não está preparado, principalmente as crianças para tanta tecnologia de uma só vez há coisas que nós no nosso tempo, não somos assim tão antigos
interpretávamos de uma maneira, tínhamos um processo evolutivo e agora de repente as coisas são de ontem para hoje, literalmente. Então, em termos biológicos, o cérebro não está preparado, o organismo não está preparado para tanta evolução num curto espaço de tempo. Então é demasiada informação num curto espaço de tempo que depois, claro, que traz desvantagens, não é? Há vantagens e há desvantagens, mas neste caso estamos a ver o que é que está a acontecer a nível da saúde mental, não é?
Pronto, e então isto agora para não descambar já do tempo, porque o que eu desviu-me facilmente, a questão da nutrição integrativa. Sim. A nutrição integrativa, pelo menos aquilo que eu faço em termos de nutrição integrativa, porque eu sou health coach de nutrição integrativa, o que é que eu faço? Eu tento trabalhar sempre a alimentação primária e a alimentação secundária.
A alimentação primária é das emoções, não é? Então tem a ver com a forma como nós nos nutrimos nas relações, no trabalho, na natureza, em diferentes... são coisas que nós não engolimos, vá, não tem macro nem micronutrientes. E depois tem a alimentação secundária, essa sim, é a alimentação propriamente dita, que vem num prato, não é? E temos os diferentes ingredientes. Pronto, e eu tento...
que as pessoas percebam qual é que é a interação entre estas duas coisas, porque essencialmente o meu trabalho nos últimos anos, não é uma escolha, mas tem sido assim, e principalmente aí na Madeira, há muita gente com câncer, muita gente com câncer. Então tem sido um trabalho muito focado em oncologia. Portanto, a minha intervenção tem sido essencialmente mais ligada à parte da oncologia, não por escolha, mas porque é o que tem realmente vindo mais até mim.
E aí na Madeira principalmente, portanto se posso dizer que mais de metade dos meus pacientes, não é? O país, 80% é a Oncologia, é um facto. Não é por ser a Ilha da Madeira, mas se calhar, enfim, há vários fatores que conduzem isso também. Aqui também, obviamente no continente, e a abordagem nunca pode ser só numa área, temos que sempre ver, olhar para isto de uma forma multifatorial.
E não olhar apenas para a questão genética, porque herança genética, as pessoas dizem muitas vezes, ah, a minha família teve cangara, ora também vou ter. Não é bem assim? Porque na realidade existe uma coisa que se chama epigenética, não é? Que molda os nossos genes, é o nosso estilo de vida que faz a diferença. Eu posso vir com uma informação, mas essa informação só se vai manifestar em função daquilo que eu vou fazer no meu dia-a-dia.
Exatamente, ou seja, o nosso estilo de vida consegue ativar ou desativar certos genes que nós trazemos.
E exatamente, é como se fosse o interruptor. Cada um de nós, quando nasce, traz determinadas fragilidades. Em diferentes órgãos, em diferentes partes do corpo. Não estamos a falar só de questões físicas, até a questão emocional, porque o trauma, por exemplo, também é uma coisa que é herdada. Há muitos estudos sobre o trauma transgeracional, ok? Pronto, e em função do ambiente onde a pessoa está, aquilo vai ser disparado ou não.
E qual é o ambiente? É se eu ando a comer muita comida processada ou comida que não tem quase nutrientes nenhum, calorias vazias, como costumamos dizer, ou se eu estou numa relação tóxica, seja no trabalho, seja a nível pessoal. É uma instância complicada. Exatamente, portanto, emoções complexas. Exatamente.
reter as lágrimas para dentro da agressividade também engluir para dentro pronto, há uma série de fatores que vão influenciar se se vai manifestar ou não e aqui pronto, não vou entrar ainda nessa parte porque depois falaremos disso provavelmente mais para a frente porque tem a ver com a parte espiritual e com aquilo que
Quando uma doença desenvolve nunca é só destas de três ou quatro coisas. Portanto, a parte espiritual é um grande gatilho para isso. E a informação que nós trazemos sobre os nossos ancestrais, sobre as pessoas que vieram antes de nós, pais, avós, bisavós, etc., ela também está em nós.
Portanto, eu de certa forma, eu, o Mário e toda a gente estamos em repetição de padrões, por mais que não queiramos. E isso claro, por isso é que nem toda a gente tem o mesmo tipo de doenças, não é? Ou nem toda a gente, por exemplo, há pessoas que comem imensas coisas que não prestam e no entanto não se passa nada. E fumo e sei lá o quê, não acontece nada, não é?
Portanto, também tem a ver com outros fatores, tem a ver se é uma pessoa muito positiva, se não é, se está mais tempo no campo, não está, se vive num ambiente com muito stress, tudo isso influencia a forma como as coisas vão acontecer aqui dentro, não é? Certo. Então, sim, diz. Diana, eu acho que podemos já entrar por aí para essa questão da nutrição que não está relacionada com aquilo que comemos diretamente.
e acho que a primeira pergunta que eu lhe faria é desses elementos todos que contribuem para a nossa saúde e a nutrição mais relacionada com a comida e a outra, emocional, mental, espiritual também qual é que é a componente que para si é mais relevante e mais impactante na nossa saúde?
Olha, isto é por doenças, se for doenças metabólicas, mas lá está, para mim está sempre tudo, há sempre um gatilho emocional, sempre, porque se eu começo a comer demasiado ou se eu não como, tem a ver com questões emocionais também, obviamente. Não estamos a falar de coisas agudas, de situações em que perdi-me na montanha e tive 7 dias sem comer, não estamos a falar desses casos obviamente, ok? Sim, sim, sim. Estamos a falar no caso em que nós temos muita oferta, não é?
E é este grande contracenso que existe, não é? Nós temos muita coisa disponível hoje em dia.
E, no entanto, as pessoas não morrem de fome propriamente dita de uma forma global, não é? Elas morrem por excesso de comida, neste caso, ok? Então, há uma diferença. Temos países, sim, há fome, etc. Mas, a nível global, a morte é por excesso de comida, não é? Exatamente. E, aliás, a obesidade é hoje um problema maior do que a fome.
exatamente, portanto tudo à nossa volta todos os anúncios, tudo aquilo que nós vemos os placares na rua, na televisão em todo lado, é sempre um incentivo a comer comida, estão sempre a associar a estar com os amigos, ao prazer pronto, não quer dizer que isso seja mentira, mas não é desta forma de uma forma descompensada e com alimentos que são artificiais então e aí
Só aqui, nós em Portugal, não é? Temos aqui...
Ah, estamos a viver muito, mas nós vivemos muito mais anos agora. Sim, nós vivemos muito mais anos, mas não vivemos melhor. Então isto é mesmo a estatística. Então Portugal está entre os países com qualidade de vida em termos de saúde mais para trás. Não estamos assim tão bem pontuados, porque temos pessoas com mais anos, acho que em 2024 era de 82 ou 83 anos, era a média de idade.
de esperança de vida, mas as pessoas vivem todas com uma bomba de oxigênio ou até que ir para o hospital 500 vezes a tomar 20 comprimidos, como eu já vi, que é uma coisa que eu não percebo, nem sei como é que a comida entra com tanto comprimido. Percebem? Então, isto é uma realidade.
Pronto, e isto também revela uma grande desconexão, não é? Porque estamos agora a ir mais para essa parte emocional, porque quando nós estamos a querer tudo rápido, fast, é tudo muito fast, é fast food, mas as fasts têm tudo. Eu quero ter resultados hoje, eu quero que os meus projetos aconteçam hoje, quero que as minhas relações se desenvolvam hoje, eu quero ter filhos hoje, ou seja, as pessoas estão a perder a capacidade e a paciência de esperar, de sentir, de se conectar.
E isto adoece, adoece porque cria uma desconexão com aquilo que é a nossa verdadeira essência, a nossa natureza, que é o quê? É a própria natureza, o meio ambiente à nossa volta. Nós viemos daqui, não viemos de uma fábrica, não viemos de uma loja, não viemos de nenhum sítio desses. Então, esse fio vá de vida está a desaparecer, não é? E claro que isso adoece, e o cancro. Portanto, a doença cardíaca, claro, é típico mesmo...
comida, da vida stressante, dos estímulos, a pessoa não dorme, a pessoa anda irritada, está sempre a acumular, fora, pronto, claro que depois há questões fisiológicas que fazem-nos parar, mas na realidade o que está por trás disto é a produção de químicos, muitas hormonas do stress, o simpático sempre ativado, então nós estamos sempre num modo de, tenho que fugir do leão.
então isto causa no corpo um desgaste imenso, inflamação as artérias começam a não funcionar, a bombear o sangue como tem que bombear as coisas não funcionam e depois com a comida que a pessoa está a ingerir que não está a trazer os nutrientes suficientes para manter esta máquina toda a funcionar
não é? Então não posso dizer ok, que não tem a ver com comida que não tem a ver só com emocional, não tem a ver com tudo, a pessoa não mais com doença cardíaca, claro que há exceções eu tenho sempre de salvar guardas das coisas porque depois há sempre alguém que diz uma coisa relacionada com isso, mas estamos a falar de uma forma global, não é? Um bebê não vem já com isto, pode vir com aptência, vem, isso vem já tem tendência para porque se vem de uma família que tem e aí
uma alimentação que não é boa de base as suas próprias mitocôndrias, não é? A nível celular ela também não está funcional como estará uma criança que vem de uma família que tem muito mais cuidado com a nutrição com a parte emocional, que faz desporto não é? Há uma diferença, está bem? Então, pronto, estas coisas têm que ser todas tidas em conta E Ana, eu queria pegar numa coisa que a Ana estava a dizer e
que me parece muito interessante, que é, portanto, tudo isso afeta a nossa energia, o nosso bem-estar, ativa mecanismos mentais que nos põem em stress, lançam a hormona cortisol, assim, fortemente, e depois também impacta nas nossas relações, impacta a relação que nós temos connosco próprios.
E também influenciou indiretamente o impacto que nós temos no mundo, naquilo que são os nossos designos, os nossos objetivos de vida, as nossas missões. Estamos mais em estados mais instáveis, mais incertos. E isto tem muito a ver com o tema do meu podcast.
que é precisamente ter aqui uma abordagem integrada à experiência humana e potenciar todas as capacidades do ser humano para que possa lançar-se nos seus objetivos, alcançar a melhor versão de nós próprios e depois impactar o mundo de forma mais positiva.
A minha pergunta era essa mesmo, como é que esta questão da nutrição integrativa consegue contribuir para isto?
Isso também já agora, peço desculpa, se tiver alguns casos, alguns exemplos de pacientes seus, doentes seus, que tenham tido evoluções interessantes, também... Sim, eu tenho imenso de casos, agora se formos falar de casos, neste podcast não vai chegar, não é? Porque eu tenho, infelizmente, muitos casos de sucesso.
porque lá está, são estas três vertentes e por acaso ontem não, no sábado eu estava a falar, uma conferência que foi a primeira conferência em Portugal que se fez em que se uniu a ciência à espiritualidade com movimentos sistémicos foi-se uma coisa muito fora e ali
houve uma perceção de que realmente como é que o corpo funciona todo interligado. Então quando nós abordamos ou curamos, entre aspas, todas estas casinhas, a nutrição, o exercício físico, a parte do emocional...
o sono, fazemos uma suplementação também adequada, não é? Enfim, hoje em dia isto é quase uma receita mágica, mas não é fácil de executar, porque a parte mais difícil é realmente no emocional, não é? Mas a verdade é que, por exemplo, e há muitos cânceres, aí então é mesmo óbvio, para as pessoas que eu acompanho, o gatilho muitas vezes que falta, porque é assim, as pessoas veem muito o câncer como aquele tumor...
Tenham um tumor na mama, ou tenham um tumor no intestino, ou no pulmão, e têm que tirar. Só que elas estão a focar a atenção num sintoma. Elas não vão tirar a doença porque retiram esse tumor. Porque aquilo que gerou o tumor é muito mais profundo. Vem ao longo dos anos da vida, destas heranças todas, do estilo de vida, destas questões todas estamos a falar.
E portanto, se nós não olhamos dessa forma, ok, eu vou tirar o tumor, a pessoa, ok, estou livre, estou curada. E depois, passado uns anos, ou passado uns meses, ou às vezes passado semanas, está novamente com cancro. Não é? E depois é catalogado com o cancro. Porque não foi à raiz do problema, não é?
Exatamente, e o que acontece, a visão é, ok, é um novo câncer, não é um novo câncer, são coisas que estão na linha porque não se foi ainda à raiz, então para ir à raiz eu tenho que ir olhar para aquilo que mais me custa, que é onde é que me dói, o que é que o meu corpo está a manifestar, não é? E o que acontece, como defesa ao longo da vida, nós para sobrevivermos, nós vamos encapsulando a nossa dor, os nossos traumas.
e isto ao longo da vida mais cedo ou mais tarde vai haver um gatilho que faz aquilo rebentar tudo exatamente, porque é aquela velha máxima que nós pensamos que virando as costas aos nossos problemas que eles vão-se embora, mas exatamente o oposto, depois aquela bola de neve até explodir
Nós aqui na vida estamos aqui a fazer um percurso de evolução, cada um de nós. Estamos aqui para evoluir espiritualmente e cada um tem temas a tratar. E quando eu começo a olhar para todas estas vertentes, eu estou a fazer o meu trabalho aqui na vida. Mas quando eu estou sempre a pôr a cabeça debaixo da areia, não é? Tipo a festruz.
eu estou a fazer com que o problema está a crescer e eu não estou a conectar-me a ele. E depois de repente surge uma coisa imensa e as pessoas dizem, mas como sempre fui saudável? Exatamente. É um conceito que não é bem assim, o saudável também tem muito que se diga, não é? Certo. A visão de saudável para as pessoas. Sempre fiz desporto, sempre fiz não sei o quê. Não, falta, quase ninguém olha para este lado. Sem dúvida.
está dentro de mim, que é incomodativo, que é a dor, que é o trauma, que é aquilo que vem de geração em geração e que eu não olho. Certo. Eu acho que essa abordagem do indivíduo é um pouco esquecida por parte do indivíduo em si, mas também acho que, de certa forma, a medicina convencional também ignora um pouco isso. E há um médico muito conhecido, o Gabo Aromata, que eu sei que a Ana também conhece.
Tem um livro chamado O Mito do Normal, que está ali atrás, aquele livro vermelho, e ele diz que, de facto, uma das primeiras perguntas que um médico deveria perguntar, designadamente um médico de família, é sobre os seus relacionamentos, se teve algum trauma significativo na sua infância, como é que foi o seu lar, entre aspas.
se foi maltratada, se foi alvo de alguma violência de algum tipo, se houve alguma ausência de um pai, esses tipos de coisas que deixam marcas na vida da pessoa.
e que depois mais tarde, se não for encarada, se não for enfrentado este problema, e se não for de certa forma aceitado e libertado da nossa alma, mais tarde depois manifesta-se em doença, designadamente cancro.
É memória celular. E isso é mesmo real. E é uma pena que é tão óbvio, Mário. Isto devia ser ensinado nas escolas. Isto é mesmo nós aprendemos a lidar com as nossas emoções, com as nossas frustrações. Mas o que é que nós somos ensinados muitas vezes? Não chores, não vale a pena. Ah, deixa-te disso. Não sejas mariquinhas. Ou não faças não sei o quê. Não, nós temos que pôr para posteriorizar aquilo que estamos a sentir. Porque se não sai para fora, vai para dentro. Não se evapora, ok?
E tudo aquilo que eu engulo para dentro, a nível emocional, está a perturbar o meu ecossistema interno. Estamos a falar das bactérias, dos fungos, dos parasitas, da vida celular, tudo o que existe aqui dentro. E eu estou sempre a meter para dentro, a meter para dentro, e não me conecto a isso, e depois com a má nutrição, com a vida mais sedentária, a fazer coisas que eu não gosto, não é? E o Mário estava a falar e eu estava aqui a lembrar-me.
Como é que é a abordagem em geral? A pessoa imagina que agora eu vou ao médico porque tenho uma grande dor de cabeça.
mas ninguém faz ideia do que é a minha dor de cabeça eu chego ao médico, estou-me a pinchar porque sinto-me cansada, não estou a dormir bem e estou com uma grande dor de cabeça e como as consultas são muito rápidas não há tempo para isso, naquilo que é o normal 10 minutos, 15 minutos há objetivos para se cumprirem é que minhas amigas e amigos trabalham no público sim, eu sou muito bem disso também que a minha mulher é médica exatamente
Há ali parâmetros que têm que ser cumpridos e não há tempo para fazer mais. Pronto. Então eu chego lá com a minha dor de cabeça e saio de lá com uns comprimidos para a cabeça. Mas, depois, passado uns tempos, eu volto porque afinal já não me está só a doer a cabeça. Como aquilo é tipo antidepressivo, ou está-me a apagar, eu começo a ficar mais sedentária, começo a engordar. Às dentes começo a ter dores articulares, já estou mais deprimida porque não consigo fazer nada, estou a ficar gorda.
Ou então, chego lá e levo mais uns comprimidos agora para outra coisa porque se calhar já estou a ficar com diabetes. Faz conta, vá.
depois sai dali que os comprimentos para a diabetes entretanto começa a desenvolver problemas no estômago por causa disto e aqui bastava perguntar mas porquê é que tem as dores de cabeça? imagina que eu era uma mãe, conhecida de mãe recente estou a traçar um quadro que não tem nada a ver mas é só um exemplo
Era uma mãe recente, tinha acabado de ser mãe, o meu marido andou com outra, deixou-me, portanto eu não estava a dormir bem pelo bebê, pelo marido, porque não sei o que é que vou fazer à minha vida, e isto foi o quadro que me estava a levar àquele estado. Então se calhar eu devia tentar tratar isto de uma forma, se calhar pela via do emocional, se calhar encaminhar para um psicólogo ou para a psiquiatria, mas pronto, não estar a fazer logo uma abordagem medicamentosa, que é aquilo que se faz, se calhar recomendar à pessoa e fazer umas caminhadas na natureza.
tentar gerir as coisas de outra maneira dar outra perspectiva desta situação por exemplo que está a viver dar um suporte porque se é mãe solteira vai ter muito mais trabalho, não se consegue cuidar não descansa, então anda tudo ali no rudo-pio, dar-lhe conselhos de quem é que pode cozinhar, onde ela pode se calhar comprar comida já pronta para comer são pequenas abordagens que fariam toda a diferença e não teríamos que entrar pelo mundo do medicamento porque na realidade é isto que acontece e a pessoa cada vez fica pior altera o seu microbioma todo internamente não é?
E não para melhor, para pior. E depois está a gerar novas doenças que nem sequer fariam parte. Certo. Então, esta desconexão também. Eu acho que também, pronto, na área da saúde não há muito este ensino, não é? De ver a pessoa para além.
do fisiológico, é um humano com um rim, com risco, com fígado, pulmões, etc. E portanto, vamos tratar o pulmão sobre o problema no pulmão, vamos tratar a cabeça sobre o problema na cabeça, mas não, isto está tudo interconectado. Nós somos um sistema. E quantas pessoas não vêm ter comigo?
com problemas, dores de cabeça e o problema está no intestino se eu não souber disto, eu pergunto logo como é que funcionam os seus intestinos está a ir à casa bem quanto em quanto tempo está a comer este produto, está a comer aquele bastou corrigir isto para de repente a dor de cabeça desapareceu a vida já se torna diferente vamos ver? Em ecologia é a mesma coisa
Vem com tumor no pulmão. Então vamos lá perceber o historial para trás. Pulmão é tristeza. Aqui estamos a entrar também na medicina chinesa. Tem dentes desvitalizados, não tem. Porque também é importante olharmos para a boca. Porque cada dente está conectado ao meridiano. Isto é todo um mundo. Isto é lindo, é mesmo lindo. Às vezes estou a dizer ao meu marido.
Como é que é possível, não é? Porque pessoas que estão na área da medicina, eu, por exemplo, eu não sou dentista, nem nada que se pareça, não é? Mas eu só de saber existem estas conexões, é super entusiasmante estudar isto. Porque há cancros que estão a ser, ou seja, o contributo para que o cancro seja a desenvolver também, pode ser um dente. Porque imagina que é o dente do meridiano do estômago. O meridiano do estômago é o meridiano que passa pela mama.
Então, se tiver uma raiz inflamada, eu estou diretamente a produzir bactérias diretamente para a minha mama. Agora imagina, agora intercalando, e depois parece confuso, mas imagina, tenho problemas com a minha mãe, tenho problemas que têm a ver com o feminino em geral. Mas a minha é isso, relacionamentos. Então, claro que eu vou desenvolver um problema na minha mama, não é? Então eu tenho que tratar a relação com a minha mãe, mesmo que ela tenha morrido ou que eu dê-me pessimamente mal com ela, eu não tenho que estar com ela fisicamente para o fazer. Não é?
Eu só tenho é que ter consciência. Porquê? Porquê que as coisas são dessa maneira e porquê que eu quero tanto? Ou porquê que essa questão existiu? Porquê que eu tive que provar quando era mais nova? Porquê que a minha mãe não me nutriu como eu imaginei? Porque a minha mãe é a primeira fonte de nutrição das crianças, não é? Então, há muitas coisas que derivam destas questões e não tem a ver com a mãe é culpada, não.
Agora, como é que estava a mãe na altura em que foi mãe? Ela estava bem emocionalmente, ela estava bem de saúde, ela estava equilibrada. Essas pessoas, antepassados ou o que for, também têm as suas experiências de vida, não é? Também têm os seus problemas, os seus traumas, os seus traumas maiores, menores. E nós vamos sempre nos movendo na vida em função desses gatilhos e cada um traz um print, não é? Por isso é que não somos todos ativados da mesma maneira.
Certo, certo. Não, eu próprio tive essa experiência num momento mais negro da minha vida. Eu próprio também tive a Ana Sabe, falámos sobre isso, episódios de ansiedade, ataques de pânico, e fui vendo os sintomas que tinha, designadamente uma grande inflamação a nível intestinal, palpitações, arritmias, e eu...
ficava preocupado com isso, assustado, ia ao médico, fui ao cardiologista para ver se estava tudo bem, o cardiologista disse que estava tudo bem, mas espera, estou a sentir isto, não estou bem, está aqui qualquer coisa que está mal, não, está tudo bem, pode ir para casa.
Também depois fiz aqui uma eco, é assim que se diz, na parte intestinal. Também estava tudo... Uma colanospia, não foi uma colanospia? Não, não, fiz só uma... Ou de uma ecografia? Exatamente, uma ecografia, estava tudo bem, não vale a pena, vai para casa. E portanto, estava ali numa fase em que sentia-me mal, sentia que alguma coisa estava mal, não sabia o que é longe de mim pensar, que era um...
que era uma questão mental e depois foi com leitura com estudo, com trabalho de casa, lendo podcasts vendo podcasts, lendo livros nesta área que depois fui-me a perceber o que estava mal em mim, fui eu que tive que fazer esse trabalho na verdade. Claro.
E para mim foi uma grande aventura, porque depois, é como a Ana estava a dizer, é um mundo fascinante a nível do conhecimento da mente humana, as dimensões, as virtudes, as rasteiras, a parte da espiritualidade, como é que a espiritualidade... E isto é verdade, nós vivemos num mundo material, mas existe tanta coisa para além daquilo que nós vemos.
como a espiritualidade também consegue influenciar a nossa realidade. Há aqui tanta coisa que eu depois fui descobrindo e trabalhando que me levou a um bom porto e hoje em dia agradeço esse evento na minha vida porque hoje sou mais por causa disso. Mas sim, também tive essa experiência, mas partiu de mim. Eu perguntava à Ana, como é que uma pessoa pode...
pode-se lançar nesta aventura. Acho que uma consulta com a Ana pode ser um primeiro passo, ver essa parte espiritual e emocional, mas quando é que uma pessoa sabe que alguma coisa está mal, quando é que uma pessoa deve procurar ajuda ou deve lançar-se a estas outras áreas todas que são importantes?
Nós quando começamos a ter dificuldades na vida ou começamos a estar assim a andar, parece que está sempre a acontecer da mesma maneira. Epá, isto acontece-me sempre quando eu faço isto. Ah, não consigo ter nenhuma relação, acontece-me sempre isto nas pessoas com quem eu estou. Isto é um padrão, então se é um padrão, é algo que tem que ser visto com um olhar mais para trás.
não é do momento, porque isto não é de agora só, lá está, temos que olhar para a família. Então as constelações familiares é muito bom, fazer o que o Mário fez, ler livros de pessoas que estudam o trauma, não é? Para a mulher, por exemplo, a Christian Northrup, que tem um livro muito bom, ele tem vários, mas este é muito bom, que é Corpo de Mulher, Sabedoria de Mulher, para conhecer o corpo, porque é que a pessoa está a desenvolver miomas, porque é que desenvolve...
pólipes no útero, problemas a nível endometriose, tudo, não é? Porque é que os cânceres, por exemplo, nessa parte, são tão... É tudo muito visceral, não é? Na mulher, porque é parte da criatividade. O homem também, quando tem câncer na próstata, porquê, não é? Então por trás de um homem que tem câncer na próstata existe sempre uma grande...
uma grande questão que é preciso trabalhar a nível da mãe, está bem? Porque esse homem depois também vai atrair mulheres que são mães, na realidade, e depois que mandam mais e que fazem com que ele também não consiga, ou seja, o seu poder masculino, a sua energia masculina, e não estamos a falar aqui de não ser masculino, atenção, não é isso que eu estou a dizer.
Mas a força do masculino acaba por desmorecer e isso adoece. Porque nós temos que estar a vibrar nas nossas energias, ok? Então são tudo pontos que nós não precisamos tirar um curso sobre isto. É só nos conectarmos a nós. Então, como é que eu cheguei, por exemplo, eu quando era mais nova...
Eu tinha um problema no maxilar, aliás, nascia-me sempre uma bola aqui na cara e eu comecei, eu ia sempre ao médico porque aquilo começou a ser muito desconfortável, depois na altura eu estava aí muitas vezes à televisão e houve um programa que filmaram-me numa posição em que via-se mesmo aqui uma coisa.
E eu pensei, pá, não, isto não pode ser, isto é mesmo horrível, eu não posso continuar assim, porque doía-me também. E quando eu baixava a cabeça aquilo aumentava. Então qualquer coisa que eu fizesse, estava na praia, estava onde fosse, baixasse, lá vinha a bola, pronto. Certo. E eu, quando eu ia ao médico, recebia sempre o mesmo, antibiótico e anti-inflamatório.
e eu percebi, ok, isto desaparece com o antibiótico inflamatório, só que depois, muito tempo a fazer isto porque foram anos, na realidade, eu comecei a fragilizar o meu microbioma, comecei a ter alterações também a nível do aparelho digestivo então estava sempre com dores de estômago sempre dores a nível intestinal tinha cola inerritável, ou seja, era um pincel claro que isso foi um gatilho mas isso estava a atrapalhar a minha vida imagina, estava com os meus amigos, bionco, ó, pedava já estava a morrer, tinha que me ir embora
Não dava. Pronto. Em várias situações. Então eu comecei a associar, lá está. Comecei a ter curiosidade, a perceber. Então, mas eu não posso continuar a tomar isto. Isto é uma inflamação. Há alguma coisa que está a gerar a inflamação. Nessa altura, já ouvia médicos que eu seguia na altura. O Dr. Leir Ribeiro, por exemplo. Que falava muito do glúten, do leite, da caseína. E eu comecei a remover essas coisas. E só de eu ter removido isso.
Mas é que melhorei anos de luz, a minha vida melhorou anos de luz. Então isto já não enxava quase nunca. Isto foi só o início de algo. Porque depois, quando nós começamos a conectar, de repente começam a vir mais coisas. Os anos foram passando, eu fui também estudando, etc. Tendo as minhas experiências na vida. E conheci uma dentista integrativa. Biológica integrativa numa conferência onde eu estava a falar. Ela também ia falar e de repente estávamos as duas a falar porque eu vi a palestra dela.
E eu disse, poças, isto é o que eu tenho aqui. Então eu pensei, eu tenho um nico, que é uma necrose na raiz do dente, que nunca na vida tinha ouvido falar naquilo. E já tinha ido a vários dentistas, feito biópsias, não havia nada. Ninguém sabia explicar. Portanto, eu fui a ela, bem, tive três horas em consulta, estava a fazer uma cirurgia, eu tinha já o maxilar todo preto, todo inflamado.
ou seja, tive que tirar o dente estava tudo já não é calcinado que se diz, mas pronto estava tudo aqui foi uma situação muito complicada, e a verdade é que eu de um dia para o outro, literalmente, depois de ter tirado isto que estava no meridiano lá está, do estômago portanto estava a afetar o estômago, o intestino delgado e não só
de repente parou tudo, até os meus problemas na tireóide, porque eu tinha também vários dentes chumbados, que fui removendo devagar com ela, foi um processo que eu tinha hipotireoidismo, ah, tenho que ter uma dedicação para o resto da vida, eu nunca na vida mais tomei nada, e ainda há três semanas voltei a fazer análise, eu faço análise completas uma vez por ano, pelo menos para saber como é que as coisas estão, e eu não tenho sinais nénuns de hipotireoidismo.
Mas o grande gatilho para isto, portanto, porque eu já fazia a nutrição toda bem, tirei os chumbos do dente, porque cada vez que a pessoa mastiga o chumbo, os metais pesados estão nos dentes, eles estão a ir e a fixarem-se na tiroide. É um grande problema hoje em dia para as mulheres que têm essas questões, o flúor inclusive.
Então, foi o gatilho do emocional, porque isto aqui também é o canal da comunicação. E eu engoleia tudo para dentro também, ok? Eu estava sempre, era a salvadora, queria salvar toda a gente. Estava sempre disponível para tudo, mas não estava disponível para mim. O problema...
os meus problemas não interessavam. Entende? Então, estava sempre a tentar corresponder, sempre. Isto vem da infância, então tive que analisar o quê? Os meus registros antigos, ver como é que é a revolução com o pai, com a mãe, como é que as coisas funcionam. Isto é doloroso, isto é um caminho, o que não é um caminho que é sempre a rir, não é? Nós temos que ir às feridas. Em dúvida, enfrentar os nossos monstros.
Exatamente, e nós temos que saber pedir ajuda, porque eu não fiz este caminho sozinha, não é? Eu e todas as pessoas que eu acompanho, é isso que eu faço. Eu também, quando estou a ajudar uma pessoa, a pessoa não está só comigo. Eu digo para ela ir ali, para ir lá, para fazer isto assim com aquela pessoa, com a outra não sei o quê. Portanto, é transversal, é multidisciplinar e isso é que vai ajudar. Eu ajudo na parte da nutrição, ajudo a ter os insights a nível da espiritualidade, mas depois vamos para esta pessoa que vai afundar mais a parte do trauma.
Agora, esta aqui que é parte do desporto. Esta aqui pode dar uma ajuda. Como é que se cozinha isto que eu estou a dizer? Percebe? E depois é que tem uma suplementação que também é um grande suporte. Às vezes, quantos casos eu já não tive? Pessoas que vêm à minha consulta com diagnóstico de demência. Isto é sério, não é? Demência.
E afinal, vamos ver, e tem um déficit de B12. E a B12 é fundamental para o funcionamento do cérebro, não é? Casos de mulheres também com perdas estacionais, várias perdas estacionais, e vamos a ver, a B12 está num nível 200 e tal, mas como está no parântro, o médico diz que está tudo bem. Não está tudo bem, então aquela mulher não conseguia, porque já estava tanta coisa a ser bem feita, mas ainda faltava essa parte, e obviamente mais outras questões.
Mas isto é um gatilho que é o suficiente para gerar perdas gestacionais, porque a B12 também implica a formação dos tecidos, ou se está com o ferro demasiado baixo. Então o nosso corpo precisa disto tudo, destas dinâmicas todas a funcionar. Nós não podemos pôr o corpo em caixinhas. Nós temos que olhar para o ser humano sempre de uma forma sistémica, integrada, em que tudo está interconectado. E se não fizermos isso, estamos a perder peças fundamentais no processo de cura da pessoa. Certo.
Eu também senti isso, eu sentia que quando acrescentava uma abordagem e a integrava no meu processo de evolução, de cura, sentia mais efeitos, sentia melhorias e comecei com uma coisa, depois com outra.
Enfrentando os meus monstros, e designadamente isso foi uma das práticas, quando se está com um problema de ansiedade ou quando se está a ter um ataque pânico, uma das práticas que tem muito efeito é precisamente...
olhar, encarar esse problema e não virar costas, não dizer ok, já estou aqui outra vez, falta dar, quero fugir, quero sair daqui, não quero virar as costas, isso exatamente só vai agravar, portanto parar e tomar consciência sobre esse problema e olhá-la e até criar ali um diálogo, conversar, caracterizá-la, convidá-la a estar aqui.
depois acaba por desaparecer. E essa é uma das perguntas que eu iria fazer à Ana. É que práticas é que no dia-a-dia pessoas com este tipo de problemas, sejam oncológicos, sejam ansiedade, stress, o que for, podem adotar no dia-a-dia nas duas vertentes, alimentação e...
Mas vamos talvez começar por alimentação e depois vamos para a parte emocional. O que é que é proibido entrar na boca? O que é que não se deve comer? Se comermos só uma vez, ou duas, ou três por ano? E o que é que nos faz bem, de facto? O que é que nos traz? Comida nos traz energia, nos traz bem-estar, vitalidade e por isso lá.
Então, nós temos que comer comida de verdade e a nutrição é fundamental porque ela molda o nosso terreno, não é? Então, quando nós estamos com um ambiente interno mais alcalino, não é? Nós temos menos probabilidades de que a inflamação continue a desenvolver-se, não é? E isto pelos cancerígenos, nomeadamente, que desenvolvem-se mais em meio ácido. Então, uma das coisas importantes é comer comida de verdade, quanto menos embalada, melhor.
A melhor dieta, num caso de uma pessoa normal, é a dieta mediterrânea, ok? Portanto, que é uma dieta equilibrada que tem um bocadinho de tudo.
Isso é a melhor dieta, portanto esqueçam as modas todas que andam para aí. A dieta mais equilibrada é esta, está aprovada pela ciência, não é? As centenas, milhares de estudos que existem é verduras, cereais integrais, estamos a falar do alvo integral, vermelho, negro, selvagem, quinoa, pseudo cereais quinoa, trigo sarraceno, milé, aveia integral, pronto, tudo coisas que não foram processadas têm casquinha que é o que mais regulariza o açúcar no sangue.
Depois temos as batatas, a batata doce, que existe em uma grande variedade, o inhame, que é fantástico, vocês têm imenso na madeira, não é? E que aqui às vezes é difícil de encontrar e nós adoramos e não conseguimos assim tão facilmente. Depois, pronto, a própria batata branca também é para exagerar, mas também comê-la com casca, como ela vem ao mundo, não é? Não estar a tirar as pelezinhas todas à fruta também.
Portanto, ter uma alimentação muito diversificada nesta parte das verduras, dos cereais integrais, ter alguma proteína que pode ser do mundo vegetal, leguminosas, pode ser alguma também do animal, mas lá está, o peixe é sempre muito mais interessante, tem mais ómegas, tem que ser do mar, tem que ser pequeno, porque hoje em dia temos de ter em conta que o mar está muito contaminado, então escolher peixinhos mais pequeninos, como a corapau, a sardinha, a cavala. Isso é oagem, não é?
Sim, e o salmão selvagem, agora lulas, polvo, choco, dourada, rebalo também, tem é que ser do mar, está bem? Os que eu disse primeiro são os que têm mais ómegas, que é muito importante para a nossa parte caras vascular e para a parte neurológica também. E inflamação. Depois, quem come carne? Também é preciso comer carne todos os dias. Nós temos 7 grandes refeições para fazer, que são os 7 refeições do almoço da semana, está bem?
Porque a refeição mais leve é da noite. Nós não precisamos comer imenso almoço, imenso ao jantar, imenso ao lanche, imenso ao beguê no almoço, não precisamos.
É importante fazer os junhos também. Claro que há pessoas que é preciso orientar porque não é igual para toda a gente. Nem toda a gente vai conseguir fazer o junho, nem deve fazer o junho. Depende de muitas circunstâncias. Mas o junho é uma ferramenta ótima, é uma estratégia ótima para o corpo se regenerar. Ok? Beber água. Para que andar a beber outras coisas? Bebam água. A água é a melhor coisa que existe, não é? Então podem beber chás também, que é ótimo.
Mas mais do que isto não interessa. Querem fazer batidos? Sim, ok. Batidos verdes.
75% de verdura, 25% de fruta. Isso sim, pode ser. Não se faz a fruta batida. A fruta é para ser mastigada com casca e não comê-la depois de almoço, nem depois de jantar, nem à noite. O que é que os antigos diziam? Fruta é em jejum. Isto não é uma frase clássica? Então a sabedoria antiga tem que ser tida em conta porque é importante. Está bem?
Então devemos comer a fruta fora das refeições, ok? E como ela está inteira, não é possível. E da época, preferencialmente da época, comer as coisas que a estação está a trazer. Porquê? Porque é que a natureza está muito bem organizada. Quando é inverno, há coisas que são para aumentar a nossa imunidade. Nós precisamos mais de trabalhar a parte viral, a parte das bactérias, tudo. O que é que acontece? Porque a imunidade baixa um bocado. Então, comida que vai empoderar o sistema imunitário. Chegamos ao verão!
Epá, está um calor desgraçado, o que é que precisamos? Coisas que hidratem, que não causam muita dificuldade na digestão. Por isso é que existem melancinhas, existem essas coisas todas, que são frutas com mais água, não é? Alimentos mais frescos, comer aquelas saladas, mas não é só de alface, como é óbvio, não é? Portanto, pôr diversidade de verduras sempre presente. E depois há uma coisa muito importante, que faz toda a diferença, que é saber mastigar.
A pessoa tem que mastigar muito bem, porque se engola comida, o corpo vai ter um trabalho desgraçado a processar e metade vai-se embora.
então olhem para as vossas fezes vejam-se, têm pequenos bocados de comida coisas inteiras, isso não cresceu no estômago isso não foi mastigado, ponto então isso é um ponto também que acontece muito que eu vejo em consulta que é a desnutrição por não mastigar porque come-se à pressa, engolça-se a comida está-se a ver o telemóvel, está-se a ver televisão está a conduzir ou sei lá o quê pronto, há várias coisas que as pessoas são muito criativas a fazer enquanto estão a comer então então
atenção a isso também, não é? E depois é a questão da hidratação, pronto, já falei.
Isto é em termos de nutrição, vá, física. Então tirar leite e derivados também é uma coisa que não faz faltar a ninguém. Portanto, se querem comer coisas de leite e derivados com caseína, que seja o queixo de cabra, não é? Que é uma proteína mais semelhante à nossa, causa menos inflamação. E depende das situações, porque se estivermos a falar de oncologia, é comida o mais plant-based possível, não é? Porque é assim, eu estudo muito na Suíça, lá naquela clínica, que é assim uma grande referência mundial do cancro. Sim.
e a comida é 100% vegan. E eu vejo muitas situações de remissão lá, não é preciso ir à Suíça para isso acontecer, porque eu tenho muitos casos desses também no Funchal, na Madeira, e também aqui no continente, obviamente, e noutros países, que eu acompanho pessoas de vários países no mundo.
E a verdade é que isso acontece independentemente do país onde a pessoa está. Agora, tem a ver é que o bloqueio da pessoa em conseguir arranjar os alimentos ou não, ou mudar a alimentação, passar de uma alimentação que está com muita proteína animal, de repente passar para uma alimentação com menos proteína animal, pronto. Depende dos casos. Se estivermos bem de saúde, podemos...
a gerir e ir para a dieta meterrânica quando se come carnes, escolher carnes também que são de boa qualidade não é comer carne que está cheia de hormonas de antibióticos, de animais que estão cheios de cortisol, cheios de adrenalina deprimidos aquilo não é carne, aquilo é péssimo ou os peixes que não vêm do mar, isso não é comida e as pessoas não percebem que isso é uma tecnologia
E se comermos carne, Ana, preferencialmente, a carne de pasto... As carnes brancas, carnes de pasto, não é preciso exagerar nas carnes vermelhas, porque os estudos todos mostram a associação com as doenças cardiovasculares, com o cancro, mas quando se come vermelha tem que ser de pasto, obrigatoriamente, ok? Certo. E também as carnes brancas, mas... Eu acho isso interessante, porque as minhas redes sociais estão a ser inundadas com uma das dietas da moda, que é a dieta carnívora.
Mas, especificamente carne vermelha e de qualidade. E depois também a dieta keto, que em português é... Dieta cetogénica, sim. Cetogénica, não é? A minha questão é...
Como é que a Ana estava a dizer que a dieta mediterrânea é a melhor? Eu próprio também tenho uma dieta assim mais flexitariana, portanto, com carne já umas poucas, peixe também, e vou sempre variando.
O que é que é verdade no meio disto tudo? E eu às vezes questiono, vejo-me tanta coisa e fico às vezes na dúvida. Qual é a verdade no meio disto? E a Ana estava a dizer que houve estudos que comprovam que a diatema de Itrânica é a melhor de todas.
Depende das circunstâncias. Agora, não é questão de ser verdade ou não. É uma questão de equilíbrio. E em nenhum lado, são estratégias. Por exemplo, em oncologia, tumores no cérebro, uma dieta cetogénica é muito interessante. Mas lá está, não tem que ser tudo da fonte da proteína animal. Porque a proteína animal também alimentam bactérias que provocam elas próprias o câncer. E é assim.
Eu desde que fiz microscopia, então, que foi uma das formações que eu fiz e que, olha lá, na Suíça nós analisamos o sangue das pessoas, não é? Eu própria também o analiso aqui em Portugal.
Eu não consigo, ninguém me consegue convencer do contrário porque eu estou a ver com os meus olhos. E aquilo que eu vejo, que o meu sou consome demasiada proteína animal, é que tem os eritrócitos, que são os glóbulos vermelhos, todos colados. Está cheio de fibrina no sangue. Isto não é bom, não é um bom indicador, não é? Então, eu não posso negar o que eu estou a ver ali à minha frente. E eu conheço muitas pessoas, não é? Muitas até que falam dessas dietas assim, de boca cheia, não é? E que já estiveram comigo em consulta e que afinal...
Não é bem assim, entende? Porque estão com diabetes, com resistência insulínica, porque há coisas que... Quem come muita porcaria e faz uma dieta dessas, elimina logo uma série de coisas, óbvio. Então é claro que vai melhorar.
Em minihidratos rápidos, açúcares, quando uma pessoa come um bife, maioritariamente um bife. Exatamente, só depois a longo prazo. Eu tenho que perceber que eu tenho um ecossistema aqui dentro, não é? Tenho um grupo de bactérias que têm que estar em equilíbrio de parasitas e de vírus que têm que estar em equilíbrio. E quando eu estou a comer só de uma coisa, não é? E especialmente daquilo, porque a proteína animal também é uma grande fonte de parasitas. Atenção, não é?
Então, quando eu estou só a comer isso e as pessoas não comem todas carne de pasto, não comem todos os animaizinhos felizes, não é verdade. Portanto, é preciso muito cuidado quando se está a implementar isto, não é? E estar a...
a promover o consumo de gorduras, muitas vezes que são saturadas, na realidade, de uma forma exagerada, nós estamos a tirar espaço dentro de nós para outras bactérias de boa qualidade poderem crescer. Elas não vão crescer. Claro que depois uma coisa dessas vai comer verduras ou come feijão não sei o que aí e sente a enxada e não lhe faz bem. Não, não tem a ver com isso. E depois há outra questão que também muito pouco se fala nisso, que tem a ver com os químicos que vêm nos produtos de origem vegetal também, que os animais também têm. Atenção, porque os animais estão...
bombados com hormonas completamente e antibióticos. Eles são os que nós temos muitas vezes, o humano tem resistência ao antibiótico por causa dos animais que come, dos produtos animais que come. Porque estão cheios de antibióticos, então vai tomar um antibiótico para o seu problema e não funciona. Isto é uma realidade. Mas depois há uma grande questão que é a parte daquilo que está na terra, não é? E nós estamos sempre...
aqui a fazer uma separação entre o humano e a Terra, mas a Terra também é a fonte dos nossos nutrientes. E a Terra hoje em dia está completamente inundada de químicos e o glifosato é um dos grandes químicos. Exatamente. Aquilo é um atentado à vida a todos os níveis, não é? Porque...
O Glyphoclesate interrompe a comunicação entre as bactérias e o solo. E tudo o que nós comemos que vem do solo, inclusive o que os animais comem que vem do solo, porque há muita aquela coisa, tens de comer carne no caso da B12, não é verdade, porque a B12 é metabolizada pelas bactérias da terra no solo e o animal quando está a pastar come, ele ingere.
Está bem? Ok, certo. Então, nós temos uma dinâmica entre os micro-organismos que habitam na Terra, que são eles que fazem a digestão das coisas para depois ser absorvidos pelas plantas, pelas árvores. Por isso lá das microrrisas, estamos a falar do micélio. São redes fúngicas que fazem, as redes telefónicas de comunicação entre as plantas.
Quando eu tenho um glifalzato constantemente, porque é para controlar as ervas daninhas, não é bem assim. Eu estou interferindo diretamente na linguagem bioquímica da vida. Portanto, eu estou a cortar esta comunicação. Então há toda uma rota metabólica.
ausente nas celas humanas mas que é essencial para as bactérias fungos e plantas e este detalhe técnico obviamente, não é? é o que está sempre, ah mas temos que pôr por causa das ervas, temos, não não temos que pôr por causa das ervas porque há formas naturais de fazer isso, então o que é que esta visão ou esta intervenção faz? Ela ignora literalmente, olha para nós como, ignora que nós não somos organismos isolados nós somos ecossistemas ambulantes e aí
e estamos em interconexão constantemente. Então, no solo esta via metabólica sustenta micro-organismos que eu estava a dizer que fazem o quê? Tornam os minerais biodisponíveis para as plantas que depois nós vamos consumir ou para os próximos animais que nós vamos consumir. Constroem a estrutura física do solo, não é? Eles conseguem sequestrar o carbono.
o oxigênio, comunicam com as raízes das plantas através desta rede fúngica das micorrisas o micel, isto é lindo, até há um documentário finíssimo sobre isso sobre esta comunicação se uma árvore foi queimada, ela está a receber nutrientes da outra árvore para crescer novamente bem, ok?
Como é que chama esse seu documentário, Ana? Fantastic fungi. Acho que é assim, fungos fantásticos. Pronto, e toda esta dinâmica é que regulariza a expressão genética das plantas, não é? Em resposta ao ambiente. Então, quando nós estamos a pulverizar glifosato, nós estamos a quebrar essas redes, ok? Então... ...
E também a quebrar as nossas redes do indivíduo, o microbioma, a parte hormonal e tudo mais. Claro, mas começa no solo, porque o solo começa a perder a sua resiliência, a sua diversidade e a capacidade de se regenerar. Então nós estamos a comer ingredientes mais vazios. Então o solo também se começa a tornar dependente destes fertilizantes artificiais. Então há uma espécie...
como é que é dizer, uma espécie de ventilação mecânica agrícola, vá, que mantém a produção à custa da vitalidade, ok? Então, essas plantas que estão a crescer nesse solo, elas já não estão verdadeiramente nutridas. Se eu estou a desenvolver plantas que não são verdadeiramente nutridas, quem as vai gerir também não vai estar verdadeiramente nutridas.
Percebe? Então isto é tipo uma rede que depois leva cada vez a mais químicos, é uma bola de neve, que é o que acontece em nós humanos com todos os químicos que nós estamos a ingerir. Entra um medicamento, a seguir entra outro para aquele, depois é aquele para o sintoma não sei do quê. Aliás, eu tenho pessoas que me aparecem com um saquinho com 18, 19, 20 medicamentos, como é que é possível? É um medicamento, vai tomar estes três, mas depois tem que tomar este porque vai fazer problemas no estômago, mas depois também temos que tomar este.
Porque depois vai começar a haver questões que podem afetar a fertilidade ou mais não sei o quê. Isto não é sustentável, não é sustentável todo. E depois ainda há. Uma bomba relógio.
E isto vai-se refletir onde? No nosso próprio ecossistema, que é o que o Mário estava a dizer, no nosso microbiota intestinal. Então o que é que vai acontecer? Vamos andar todos com a inflamação crónica, disfunções metabólicas, doenças autoimunes, alterações hormonais, porque muitas destas coisas são disruptores endócrinos, estão constantemente a imitar as nossas hormonas, então o corpo está sempre a produzir e a produzir coisas a mais porque acha que tem outras a mais, não é?
a questão das perturbações neurológicas Alzheimer, Parkinson não é por acaso que isto está cada vez a crescer mais mas em pessoas cada vez mais jovens como é que é possível? hoje em dia, nós sabemos que o Alzheimer é uma coisa que quando é diagnosticada, já começou há muitos anos atrás então com pequenas análises ao sangue nós conseguimos identificar que aquela pessoa tem esta tendência, não é só por questões genéticas está bem? então e aí
Mas isso não se faz. Então quando a pessoa é detectada com Alzheimer, já começou há 30 anos atrás. Então é muito difícil depois estar a regredir esta doença. Então não se trata apenas de toxicidade direta, não é? Isto trata-se do quê? De toda uma desconexão ecológica que está a acontecer. Então a sustentabilidade real não nasce de substituir um químico por outro químico, ou menos mau, não é?
Nós temos que... A sustentabilidade real tem a ver com nós. Restauramos este solo, não é? Esta biodiversidade. Então, o microbiota do solo, o microbioma do solo, permitimos que os fungos e as bactérias voltem a cooperar entre eles para tornar aquele solo mais rico e consiga absorver mais ou produzir mais nutrientes para as suas plantas, não é? Sim. E para que a saúde ambiental...
agrícola e humana são uma única coisa só, são um sistema um diálogo biológico que tem que estar em interação constante, quando nós temos esta perceção ok, vamos conseguir melhorar a nossa própria saúde, a saúde do ambiente, tudo à nossa volta está tudo interligado então a vida não prospera por controle ela prospera por relação, cooperação é assim que nós chegamos aos dias dois fantástico fantástico
Ana, só voltando aqui um bocadinho atrás, a Ana estava a dizer, e aliás, isto foi uma das primeiras perguntas que a Ana fez na consulta comigo, e que é, qual é o seu tipo de sangue? E a Ana falou disso. As dietas também dependem de pessoa para pessoa.
Porquê? Como é que uma pessoa com um tipo de sangue X ou uma pessoa com uma característica tal funciona melhor com uma dieta específica? Então vou dar um exemplo muito simples. Eu não sou das dietas dos grupos sanguíneos, mas tenho isso em atenção, porque ajuda em muitas coisas. Porque realmente há diferenças fisiológicas e na forma da metabolização dos nutrientes. Imaginemos um fiatuno.
Imaginemos um Ferrari, por exemplo. O Fiat Uno tem um motor XPTO, não sou em TND carros, tá? Tem os pneus também de uma maneira, tem aquelas mudanças manuais, não sei das quantas. E o Ferrari tem, se calhar, mudanças automáticas, tem um arranque que dispara mais, não é? Tem que pôr um combustível num carro, no outro tem que pôr o gasóleo e no outro meto a gasolina, por exemplo.
E isto faz diferenças no desempenho do automóvel. Se tem o desenho do carro, se é mais aerodinâmico, portanto, consegue mais velocidade, eu nunca vou pôr um Fiat Uno a competir com o Ferrari em termos de velocidade, pois não. É impossível. Tem características diferentes, vai ter resultados diferentes. Olha, eu quero chegar lá ao Algarve em duas horas. Ok, bora lá no Ferrari. Não vai dar para ir em duas horas no Fiat Uno. Nem que ele vá a 150, ok?
Então, hoje em dia, quer dizer, já há autostradas mais rápidas, mas a questão do corpo é igual. Nós temos todos características diferentes, não é por acaso que uns têm olhos azuis, outros têm cabelo preto, outros têm cabelo loiro, outros são albinos, outros têm um intestino mais comprido, outros mais curto. E a dieta do grupo sanguíneo?
ela ajuda muito a perceber também um bocado como é que é a fisiologia interna da pessoa. Então imagina, se eu tenho uma pessoa com um intestino muito comprido, que consome demasiada proteína animal ou muitos produtos ultra-bruçados, aquilo fica demasiado tempo naquele intestino.
Enquanto que o intestino, por exemplo, de um sangó, que é mais curto tendencialmente, as coisas são expulsas mais rapidamente, então fica menos tempo a inflamar. O ácido do estômago de um A, por exemplo, é um ácido que é mais fraco. Então, se eu, imagina, vou tomar um homoparazol da vida, não é?
Eu ainda estou a diluir mais o ácido do estômago, que já não é tão forte. Então, se calhar eu vou ter mais problemas ainda na digestão e na absorção de determinados nutrientes e na produção de determinados nutrientes.
Por causa disso, enquanto com o sangó tem, por exemplo, um ácido do estômago mais ácido, é mais forte, então quebra mais rapidamente as proteínas animais. Então há diferenças, muitas características fazem a diferença. Então determinados alimentos caem melhor em determinadas pessoas e noutras não. E para cá é interessante porque é muito geral e eu não faço rigoroso a dieta, mas pergunto sempre essa informação porque eu sei que determinados alimentos... É complementar.
Num sangue A potencia muito mais o processo de regeneração e de cura do que, por exemplo, do-se para o sangue O ou para o sangue A B, pronto, está aí? Então, isto tudo é preciso perceber que nós não nascemos todos iguais, somos todos diferentes, temos todas características diferentes e por alguma razão é, não é para ser uma chapa assim para todos. Então, individualidade também é importante.
para nós dizer que a abordagem deve ser individual mas não quer dizer que não ocuperemos em conjunto tudo, tudo está em inter-relação, mas não podemos esquecer a individualidade de cada pessoa, o contexto, o meio, neste caso é um meio, vive na montanha, vive na cidade corre os gêmeos idênticos podem ter problemas diferentes, não é? comportamentos diferentes, formas de metabolizar diferentes em função dos sítios onde eles estão inseridos e há escudos sobre isso e aí
Sim, acho que todos comparam até os estilos de vida de dois irmãos ao longo dos anos e conseguem irmãos gêmeos Portanto, a partir do... Calma tudo A maneira como é que eles reagem é diferente O meio influencia, sem sombra de dúvida É epigenética, é científica É muito estudado Estes são os gatilhos, os triggers na nossa vida, no nosso dia-a-dia
Certo, Ana. E olhando agora para a segunda parte da nossa questão, que já vamos aqui...
Numa hora, temos aqui mais alguns minutos só para concluir a segunda parte da questão. Que práticas extra alimentação e nutrientes é que nós podemos ter no nosso dia-a-dia para melhorar, para podermos melhorar, para podermos curar, se for o seu caso, para potenciar a nossa vida, o nosso bem-estar a nível espiritual, mental e por aí fora.
Fazer grounding, pôr os pés descalços na terra, conectar com a natureza, muito importante. É inadmissível hoje em dia as pessoas não contactarem com a natureza. Tem que haver tempo para isso, nem que seja 10 minutos, mas tem que haver. Aliás, isso está muito bem documentado cientificamente. Uma pessoa, acho que apenas 10 ou 15 minutos descalço na relva, altera-se significativamente a bioquímica do corpo humano. Vê-se no sangue.
Olha, podemos ver no sangue, na microscopia, podemos ver a diferença que faz esse bocadinho, não é? Em termos de oxigenação, de glóbulos vermelhos ficarem mais separados. Então, o sistema imunitário aumenta os componentes do sistema imunitário, as células NK, o linfócito T, tudo, as coisas progridem mais. É possível comparar isso em análise antes e depois. Está bem? É muito interessante. Depois também...
respirar, as pessoas não respiram está bem? Por exemplo, nós estamos sempre num modo tão contidos não é? Há tempos, foi há duas semanas estava na outra conferência e pedi às pessoas para falar daqui do maxilar, porque estava a falar de uma coisa que tinha a ver com medicina dentária e disse a elas, porque nós andamos sempre com o maxilar tenso e este maxilar tenso também pode derivar em problemas na coluna que as pessoas nem imaginam, porque andam contraídas, e eu disse soltem o maxilar soltem lá o maxilar agora, e de repente e aí
É um alívio, é um alívio, porque nós estamos sempre com isto contraído. E como é que soltamos o maxilar? É só, pensai, solte lá o maxilar. Solte lá o maxilar. Não sente logo assim. Parece que a cara vai derreter.
Sim, sim, sim. Exatamente, porque nós estamos o dia todo contraídos e isto causa muitos problemas, não só a nível maxilofacial, obviamente, mas também na parte da coluna, em tudo, as tensões, o que está a ser libertado quimicamente.
Outra questão, é contenção, é a raiva, é as emoções, é tudo o que está aqui contido. Nós andamos contraídos, ok? A própria língua, muitas vezes, nem está relaxada, ela está no ar. Então, são coisas que nós não observamos diariamente, mas isto está a acontecer, não é? Então, fazer também a respiração e tentar levar, imaginar uma rota, da respiração a entrar e a ser levada até hoje à ponta dos dedos.
fazer o desenho mesmo, quando está a sair, está a ir até lá abaixo, até aos pés. Uma missão que eu acho muito giro para fazer é o enraizamento, não é? Eu estar em espírito.
e sinto as raízes a saírem dos meus pés e entrar pela terra adentro e a conectarem-se até ao núcleo da terra, para ir buscar toda essa energia, ok? Então também é muito bom fazer este tipo de meditação. Uma dica muito importante, quando acordamos de manhã, isso foi uma bailarina que me deu esta dica nos meus tempos de violoncelista, quando eu estava aí nos concertos, havia bailarinas também nos meus concertos, né? E então ela deu-me essa dica, que era...
ela todos os dias quando acordava de manhã, e eu faço isso todos os dias desde essa altura, já há muitos anos, que é, eu não me levanto da cama sem me espreguiçar, ou seja, pernas para um lado, braços para o outro, estico aos braços, estico às pernas, eu não consigo, já está tão enraizado que eu não consigo me levantar sem fazer isto, parece que falta qualquer coisa se o fizer, e isto elimina logo uma série de tensão no nosso corpo, ok? Portanto, espreguiçar antes de levantar. E depois outra coisa muito importante,
Beber logo um grande copo de água, e deve ser morna, não é gelada, porque isto não é para pôr o corpo em alarme, ok? Portanto, um copo de água morna, podemos juntar limão, se fizer limão tem que se beber capalhinha por causa do esmalte, mas se estiver a fazer sumo-dipe, põe sumo-dipe, tá? Porque eu recomendo muitas vezes o sumo-dipe. Pronto, mas beber logo, acordar o copo, acordar o corpo com água e ir imediatamente para a casa de banho, porque isso é outra questão também.
tem a ver com a obstipação crónica, etc. As pessoas também não têm tempo para ir à casa de banho. Portanto, o corpo perde essa dinâmica, porque o ideal é levantar e ir logo, é um movimento natural. É levantar e vai logo à casa de banho. Se isso não acontece, estamos aqui com muitas situações para trabalhar. Pronto, então este é um ponto interessante. Depois, tentar fazer...
nem que seja 10 minutos, 15 minutos de exercício. Não precisamos estar inscritos no ginásio, claro que idealmente é bom fazer com pessoas que percebem, com PT's, etc. Ir ao ginásio ou fazer um desporto ao ar livre. Também não fazer sempre o mesmo desporto, porque é importante esta diversidade de micróbios que existem nos diferentes tipos de desporto. Então...
em casa, ter uns pesos, porque a partir de uma certa idade, a partir de 33, 34 anos, nós temos mesmo que estar investindo na massa muscular, porque a massa muscular é um grande indicador da nossa longevidade. Também aumenta a densidade óssea, então uma forma de tratar a osteoporose, porque toda a gente assusta as pessoas que estão com a osteoporose, os ossos vão-se partir e não sei o quê. Não, nós podemos e devemos trabalhar, claro, como intervenção nutricional e suplementar, nutricêutica.
mas também com exercício de carga orientado, como é óbvio, está bem com profissionais que percebem disso, para fortalecer e aumentar a densidade óssea e funciona mesmo, está bem? Tenho mesmo muitos exemplos disso. Depois, dentro do espiritual, para trabalhar, portanto, pode-se trabalhar
Há uma técnica que eu não sei, acho que aí na Madeira não há, mas aqui no continente há e é muito conhecida no mundo inteiro, que é o rolfing, chama-se rolfing, que tem a ver com tirar o trauma, trabalhar a fáscia. Portanto, trabalhar a fáscia, a fáscia retém muito trauma. Como é que chama, Ana?
Rolfing, Rolfing. Rolfing. Depois posso enviar o nome. Ok. Pronto, Rolfing é muito interessante. Não é bem uma massagem, mas é uma espécie de manipulação da fáscia, ok? Ok. Uma técnica espetacular para libertar trauma. Nós em segundos podemos pôr uma pessoa que não chora, por exemplo, há 10 anos a chorar. Porque de repente ativou a memória.
O corpo tem memória, as células têm memória, a faixa tem memória. E a faixa, não sei se sabe o que é, mas a faixa quando se, por exemplo, corta a carne, os bifes, vêm aqueles fios todos, não é? Sim. Isso é facto. A faixa se reverte, há vários tipos de faixa, mas ela reverte todos os nossos órgãos, os ossos, os órgãos, é tudo, está na pele, tudo. Então, pequenos exercícios. Porque está aqui na zona central, no corpo, não é? É em todo o lado, nós temos a faixa em todo o lado. Ok. E quando eu estou...
cada vez a ficar mais contraída eu começo a ter mais problemas até a nível da minha mobilidade está bem? porquê? porque é como se o tecido estivesse a encurtar é como se eu estiver a cortar um elástico e depois há tal cada vez ele estica menos então pequenos exercícios como puxar assim eu estou a puxar a minha faixa neste momento, ok?
e começar a descer, a descer. Há pessoas que isto aqui nem dá para puxar, ok? Olha, isto aqui. Há pessoas que não conseguem fazer isto. Isto não é porque estou flácida. Isto é mesmo porque eu faço este exercício com frequência e eu consigo puxar as minhas peles. Estou a descolar a faixa, literalmente. Eu vou ter que trabalhar isso. Eu estou aqui na outra faixa.
pronto, então este vai-se descendo ok? e isto é todo um mundo não há imensos profissionais a trabalhar a faixa mas já começa a haver, é um curso que eu recomendo vivamente a quem está em dúvida do que é que é fazer vão estudar a faixa que eu passo-lhes muita gente para ir trabalhar a faixa porque é mesmo interessante
Pronto, fazer terapia do trauma, a experiência somática, que é muito interessante, que vai literalmente ao trauma, faz o corpo desencapsular o trauma, as constelações familiares, sistémicas, trabalho energético, aprender a canalizar energia, o reiki, é fantástico. Depois temos outras terapias, como a biofeedback, que é a terapia quântica, também é muito interessante. Temos a acupuntura, que é espetacular.
tirar os desbloqueios, não é? Enfim, tanta coisa, eu estou a me esquecer de coisas, mas há imensas coisas, sei lá agora, o rebirthing também, que tem a ver já com os traumas, inclusive do parto, que é espetacular, no útero. Rebirthing.
Há coisas incríveis, sim, chama-se assim. O IOPT, que também tem ali algumas questões similares também, é um bocado na onda, mas não é, constelações, mas também tem ali questões, vai diretamente ao trauma, mas pronto, depois há terapias.
que não são as que eu utilizo mais, mas que também existem, não é? Que têm a ver com a hipnose. Pronto. Mas estas aqui são as que eu mais gosto, vá. São terapias muito interessantes para se fazerem em termos do emocional. Ok? E pronto, e depois há... Pronto, mas dentro do emocional é isto, sim. Fazer desporto, muito importante, não é? Sim, sim, sim. Yoga, fazer terapias que sejam de alongamento.
nadar é excelente, é espetacular uma coisa muito boa também que também de uma forma muito interessante também ajuda a desbloquear, não é essa a intenção total mas acontece é a quiroprática e vocês para cá se têm aí uma boa clínica exatamente e na madeira portanto isso também é muito interessante para desbloquear e pôr o corpo mais solto pronto, sei lá e diretamente relacionado com o sistema nervoso e aí
Exatamente, é muito interessante, eu queiro a prática eu faço, aliás amanhã de manhã já vou fazer, eu faço todas as semanas e é muito interessante, faço uma vez por semana e é uma coisa que eu posso dizer que faz a mesma diferença na vida. É verdade, alivia muito, faz uma sessão apenas, a pessoa sai de lá muito aliviada e relaxada com muito pouca manipulação.
Exatamente, aquilo é 5 minutos, na realidade. Exatamente. Osteopatia também é interessante. Há tanta coisa, não é? Mas para mim, para ir fundo, é mesmo as constelações, é o trabalho energético, o reiki, que é uma ferramenta fantástica, porque permite-nos a nós fazermos esse trabalho, canalizarmos nós a energia e pormos aquilo que tem que vir para fora cá fora, na realidade, é para pegarmos o nosso valor, da nossa...
a nossa capacidade vá de transformar, porque todos nós temos essa capacidade, só que não estamos conectados. Portanto, é um regresso a nós, é um processo mesmo de auto-cura, literalmente. É muito interessante, o reiki é muito interessante. Pronto, são... Muito obrigado, Ana. Isso. Temos aí já muita matéria e muito trabalho para evoluirmos e para fazermos aqui o nosso caminho, para sermos melhor, crescermos mais, contribuirmos mais.
E muito obrigado, Ana, por esses insights. Fantástico. Obrigada eu também por este convite, porque isto também me faz pensar sempre mais e isto que só começa aqui a entrar pelos caminhos. Muito obrigado, Ana. Obrigado. E isso agradece imenso também pelo convite, Mário. Um privilégio, um privilégio. E lá em casa, muito obrigado por estarem desse lado. Qualquer comentário ou feedback também serão sempre bem-vindos. E até o próximo episódio.
Obrigado por teres estado desse lado e por fazeres parte desta jornada. Se este episódio te inspirou, partilha-o e continua a tua jornada de evolução. Lembra-te, a decisão de evoluir é tua. Traça o teu caminho e escolha a tua próxima evolução. Até ao próximo episódio.