#012 - O Que Você Prioriza? O Que o Mercado Elimina? Quem Ainda Vai Crescer?
Volte Pra Caixa está aqui, com curadoria de conteúdo em carreira, gestão e liderança para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Em fevereiro de 2014, Satya Nadella assumiu a Microsoft com uma empresa estagnada e uma cultura que premiava competição interna em vez de crescimento. Ele chegou com um livro debaixo do braço, eliminou o sistema que destruía colaboração e declarou que a empresa precisava se tornar outra coisa. Em 2026, a Microsoft vale mais de 3 trilhões de dólares. O que ele mudou não foi o produto — foi o que a organização priorizava. E essa mudança teve um custo real antes de ter um resultado.Em abril de 2026, três conjuntos de dados chegaram ao mesmo diagnóstico por caminhos diferentes. O que os profissionais priorizam mudou — e a maioria das empresas ainda não percebeu. O mercado está eliminando funções no meio de lucros recordes — e o critério não é desempenho. E há funções crescendo no meio da turbulência — mas não pelas razões que a maioria imagina.O que você vai aprender neste episódio:O Randstad Workmonitor 2026 entrevistou 26.000 trabalhadores em 35 países e registrou algo que não acontecia há 22 anos: equilíbrio entre vida e trabalho superou salário como principal prioridade dos profissionais globais. A margem foi de um ponto percentual — mas 22 anos de histórico tornam esse ponto enorme. Quase metade dos respondentes disse ter tomado alguma ação concreta para conquistar melhores condições, não apenas desejado. Quando o critério de decisão muda e você continua respondendo à pergunta antiga, você investe certo no lugar errado.Só em 2026, mais de 92.000 profissionais de tecnologia foram demitidos — uma alta de 40% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo Layoffs.fyi e Challenger, Gray & Christmas. Oracle cortou entre 20.000 e 30.000 pessoas no mesmo trimestre em que reportou 6 bilhões de dólares de lucro líquido. Meta, Nike, Snap — todas lucrativas, todas cortando. O padrão é o mesmo: realocação de capital para infraestrutura de inteligência artificial. Isso muda completamente o que protege uma carreira. Desempenho individual ainda importa — mas não protege contra uma decisão de alocação de capital feita no board.O Fórum Econômico Mundial projeta 25 milhões de novas funções em gestão de projetos até 2030 — e coloca essa categoria entre as de maior crescimento líquido de empregos no mundo. Ao mesmo tempo, lista as habilidades mais valorizadas pelos empregadores: pensamento analítico, resiliência, liderança e influência social. IA automatiza execução — mas não automatiza julgamento sobre o que deve ser executado. O profissional mais valioso não é o que sabe usar IA — é o que sabe o que pedir para ela fazer, e por quê.Fontes verificadas neste episódio: Randstad Workmonitor 2026 — randstad.com/workmonitor · CNBC e Challenger, Gray & Christmas, abril 2026 · Layoffs.fyi · CIO Dive, abril 2026 · WEF Future of Jobs Report 2025 — weforum.org/publications/the-future-of-jobs-report-2025 · Coursera Project Management Trends, dezembro 2025
Volte Pra Caixa está aqui, com curadoria de conteúdo em carreira, gestão e liderança para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.
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William Ehler
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- Demissões no setor de tecnologiaRealocação de capital para infraestrutura de inteligência artificial · Lucros recordes e cortes simultâneos · Impacto da IA na criação e extinção de empregos · Gap entre criação de empregos a longo prazo e demissões imediatas · Correção de gap de contratação pós-pandemia
- Gestão de Projetos e Habilidades do FuturoProjeção de 25 milhões de novas funções em gestão de projetos · Habilidades valorizadas: pensamento analítico, resiliência, liderança, influência social · IA acelerando atividades de gestão de projetos · Adaptação a mudanças constantes na carreira
- Carreira e Realização PessoalEquilíbrio entre vida pessoal e profissional superando salário · Autonomia e flexibilidade no trabalho · Importância do deslocamento e energia no trabalho · Licença paternidade na Suécia
- Futuro do TrabalhoEquilíbrio entre vida pessoal e profissional supera salário · Relatório Randstad Workmonitor 2026 · Autonomia no trabalho · Licença-paternidade na Suécia
- Microsoft e produtos de tecnologiaSatya Nadella assume a Microsoft · Sistema Stack Ranking · Mindset Fixo vs. Mindset de Crescimento · Foco em Cloud Computing
- Escalabilidade e crescimentoProjeção de 25 milhões de novas funções em gestão de projetos até 2030 · Habilidades valorizadas: pensamento analítico, resiliência, liderança e influência social · IA como ferramenta para acelerar atividades e melhorar comunicação · Adaptação a mudanças constantes na gestão de projetos · Conexão entre habilidades humanas e novas tecnologias
- Carreira ProfissionalAutomação de tarefas e a necessidade de autoconhecimento · Capital de identidade e habilidades únicas · Formação de novos talentos e o fechamento de portas para juniores · Diferença entre 'jobs to be done' e capital de identidade
Olá, seja muito bem-vindo a mais um episódio do podcast Volte Pra Caixa. O meu nome é William Ehler e, como sempre, estou aqui para, junto com você, refletir um pouquinho sobre a nossa carreira, sobre o que está acontecendo no mundo corporativo, sobre o que está acontecendo no mundo em geral, que impacta a nossa carreira, o nosso desenvolvimento pessoal e profissional.
Como sempre, o objetivo de cada episódio é a gente tentar ser 1% melhor do que a versão que a gente foi ontem. 1% melhor cada dia é uma forma impressionante de evoluir. É uma forma impressionante, inclusive, de garantir que a gente está caminhando para a direção certa. Nós temos nossos objetivos, nós temos aquilo que nós acreditamos que é o certo para a nossa carreira, para a nossa vida. E se a gente...
sabe, se a gente tem uma ideia de quais são esses objetivos, a gente está tentando todo dia avançar um pouquinho, eu tenho certeza que essa é a forma mais constante de chegar até onde a gente deseja. Consistência, essa é a palavra-chave. E hoje, mais uma vez, eu quero, como sempre, convidar você a iniciar o nosso episódio refletindo sobre uma história, uma história que vai conectar muito bem com os tópicos que a gente vai conversar hoje.
A gente vai falar, inclusive, sobre alguns temas que eles vêm sendo recorrentes aqui nesse podcast, sobre mudanças.
no mercado de trabalho, sobre impactos que a gente vem vendo por conta de tecnologia, mas principalmente olhando pela ótica de como a gente pode reagir, como a gente pode refletir em cima disso. Eu mesmo faço muitas reflexões em cima do que está acontecendo no mundo e como isso se relaciona com a minha carreira, com as minhas decisões, com aquilo que eu faço no meu dia a dia profissional. E é isso que eu quero fazer junto com você aqui hoje em mais um episódio, tá bem?
A história que a gente vai conversar, ou para começar pelo menos, para dar o gancho desse podcast, eu imagino que se você é da área de tecnologia, você talvez tenha ouvido falar sobre ela.
Era fevereiro de 2014 e a Microsoft anunciava um novo CEO, Satya Nadella. Ele chega na Microsoft com o objetivo de transformar uma empresa que estava passando por um momento interessante, delicado. Ela dominava o mercado com o Windows, dominava o mercado de sistemas operacionais.
E a empresa valia cerca de 300 bilhões de dólares na época, em 2014. Mas tinha um problema, ela estava estagnada. Lembra de todas as histórias que a gente refletiu aqui ao longo desse podcast, da história desse canal, a gente falou sobre várias empresas que estavam dando muito lucro, dominando o seu mercado, porém estavam passando por um momento de disrupção, um momento onde ou o negócio...
era transformado ou elas poderiam ver vir a não ter o sucesso que elas vinham colhendo naqueles anos de sucesso. E com a Microsoft, eles passavam por um momento, por um ponto de inflexão muito semelhante. Eles precisavam entender o que fazer com aquela dominância diante de um mercado que vinha mudando constantemente.
E o Windows, como eu falei, ele dominava o mercado. Esse domínio do Windows, ele justamente sufocava o próprio negócio da Microsoft. Quando você tem um domínio muito grande em cima de um negócio, é difícil você conseguir olhar com aquele toque de inovação que é necessário de uma empresa desafiadora para conseguir olhar por outros caminhos. Porque as empresas desafiadoras...
A gente ouve falar, obviamente, dos cases de sucesso. A gente não ouve falar das diversas empresas que tentam desafiar o modelo padrão do mercado atual e acabam falhando, acabam falindo.
E muitas empresas grandes, elas acabam criando labs de inovação, né? Laboratórios dentro da própria empresa para tentar buscar formas de encontrar maneiras diferentes, novos negócios, novas oportunidades. E esses laboratórios muitas vezes são até mesmo apartados da empresa como um todo para garantir que a cultura corporativa daquele negócio dominante não tome conta da área que está buscando fazer.
E acontece que internamente na Microsoft havia um sistema chamado Stack Ranking para os funcionários e era algo...
Hoje, olhando com outra ótica de liderança, era algo que chegava a ser bizarro se a gente parava a pensar. Eles basicamente, na Microsoft, avaliavam os funcionários comparando eles com os outros funcionários. Basicamente, se você tivesse um time de 10 pessoas, o sistema de avaliação literalmente iria fazer um ranqueamento entre esses 10 funcionários do time.
onde necessariamente não importava a performance dos funcionários, teria alguém que seria o número um, o top performer daquele time naquele ano, e teria alguém que estaria sempre sobrando como low performer, né?
E essa pessoa poderia vir a ser cortada. Era um ambiente onde as pessoas tinham medo. Olha só que curioso. Elas tinham medo de colaborar. Elas tinham medo de ajudar alguém do próprio time porque elas tinham receio de que aquela ajuda poderia fazer com que a pessoa tivesse um ranqueamento melhor que elas mesmas. E então a Microsoft se via com uma cultura corporativa muito negativa nesse sentido. Uma cultura onde a colaboração não estava acontecendo.
E aí vai chegar o novo CEO, vai chegar o Nadella na Microsoft, com um livro embaixo do braço. Ele vai chegar com o livro Mindset, da Carol Dweck. É um livro que eu tenho certeza que você já ouviu falar, é um livro muito famoso. E ele chega justamente com uma mensagem direta de mudança de cultura.
A cultura que a Microsoft tinha estabelecida naquele momento era muito simplesmente baseada no que o livro da Carol vai identificar como mindset fixo, ou a cultura do talento fixo, o que significa a crença de que ou você é bom ou você não é.
você parte do princípio que você é bom ou não em algo e você não entende que algo pode ser melhorado. Isso estava matando a capacidade dos funcionários e, por consequência, a capacidade organizacional de aprender, de crescer. E com isso a empresa não conseguia se adaptar, não conseguia olhar para o que estava acontecendo no mercado. Ele vai chegar, ele vai acabar com aquele sistema do stack ranking, ele vai fazer mudanças muito significativas na cultura da empresa.
ele vai passar a olhar para pontos de cultura, de colaboração, que vão realmente mudar drasticamente dentro da Microsoft, e ele vai passar uma mensagem muito direta, que a partir de agora a Microsoft não era mais a empresa do Windows somente, ela não passaria a ser conhecida por isso, mas sim uma empresa de cloud computing.
Várias mudanças, vários anos se passaram, nós estamos em 2026 e a Microsoft é uma empresa que vale mais de 3 trilhões de dólares. O que prova que o Nadella conseguiu não apenas mudar o produto, mas conseguiu mudar todo o foco da empresa. O que a organização priorizava, o que a organização considerava importante. E veja só como isso é interessante, porque o primeiro tópico que a gente vai conversar é justamente sobre o que a gente está priorizando hoje em dia para a nossa carreira.
Por 22 anos consecutivos, o salário, o pagamento, o dinheiro, foi a coisa mais importante para os funcionários ao redor do mundo, para decidir sobre ficar na empresa, sobre ir para um novo trabalho, buscar uma nova oportunidade. Esse sempre foi o fator mais importante, mais relevante na hora do funcionário fazer uma escolha.
E pela primeira vez em 22 anos, agora no ano de 2026, esse sentimento, essa escolha, essa prioridade mudou. Um relatório da Ronstad, chamado Ronstad Work Monitor de 2026, agora bem recente, bem fresquinho esse relatório, entrevistou 26 mil trabalhadores em 35 países.
é uma pesquisa que rodou no primeiro trimestre de 2026, com uma pergunta muito simples. O que é mais importante para você no seu trabalho? O que é mais importante para você na sua carreira? E a resposta...
pela primeira vez, como eu disse, em 22 anos, a resposta focando em equilíbrio entre vida profissional e vida pessoal ultrapassou o salário. Ficou um ponto percentual acima de salário apenas, mas pela primeira vez ultrapassou o salário, que é algo muito relevante, porque a gente vem vivendo um momento, a gente conversou sobre isso em outros episódios, em outros vídeos, onde as empresas estão...
buscando voltar, em algumas empresas, em algumas indústrias, voltar a um modelo que se entende como o modelo mais tradicional de trabalho. Empresas que estavam tendo trabalho híbrido, convidando os funcionários a voltar 100% para o escritório, empresas focando em contratar pessoas para trabalhar 100% presencial, empresas querendo voltar a ter algum tipo de controle.
Muitas vezes por causa da cultura, o que faz sentido, mas algum tipo de controle sobre como e onde os funcionários trabalham. Só que esse é justamente o ponto que os funcionários mais estão relatando, e os dados nos mostram isso, não é apenas um machismo. Os funcionários mais estão relatando como fator principal de interesse para eles ficarem no trabalho ou buscarem um novo lugar para trabalhar.
o equilíbrio, eles poderem decidir onde, como eles vão fazer o seu trabalho. Ou, basicamente, ter um equilíbrio entre a sua vida pessoal e profissional. Porque muitas vezes não se trata apenas de uma escolha pessoal, de preferir trabalhar de casa por uma preferência que talvez não esteja baseada em algum dado ou fato para aquela pessoa, mas muitas vezes...
Aquela pessoa perde uma boa parte do seu dia no deslocamento, no trânsito, trancada, ou seja, no transporte público ou dirigindo seu carro, perdendo realmente tanto o seu tempo quanto a sua energia. E a energia que é perdida afeta também no trabalho dessa pessoa, o que por consequência acaba afetando a produtividade que ela entrega. Como a gente já falou também em outros vídeos, a produtividade trabalhando de casa em muitas áreas aumentou.
A gente percebeu, e os dados mostraram, que a qualidade do trabalho entregue para muitas profissões, como por exemplo o desenvolvimento de software, ela teve um salto gigantesco para times que estavam trabalhando remotamente, justamente por conta da gestão da energia, da capacidade dos funcionários começarem os seus dias descansados, seguirem com mais energia e chegarem ao final do dia mais...
prontos, vamos dizer assim, ou com algum tipo de energia restante pra fazer alguma outra atividade aí sim pessoal. Seja ir pra academia, seja praticar esporte, seja ficar com a sua família, mas elas têm mais energia. E como eu disse, elas não perderam um tempo precioso com o deslocamento e com o trânsito. Isso...
Isso é muito interessante porque esse relatório da Randstad, ele traz basicamente mais da metade dos respondentes dizendo que eles querem ter essa autonomia e eles consideram esse balanceamento entre vida pessoal e profissional como algo muito relevante.
Como um brasileiro vivendo na Suécia, eu vejo isso como algo que é muito, muito, muito relevante a gente discutir, porque agora mesmo no Brasil, final de 2025, início de 2026, a gente viu algumas discussões sobre o aumento da licença-paternidade, eu não me recordo, não quero cometer um erro aqui, mas eu sei que era um aumento de pouquíssimos dias para poucos dias. Eu lembro que não dava...
nem um mês, né? Eu não quero falar os dias pra não cometer um erro aqui, porque eu não me lembro. E aqui na Suécia a gente tem, estou dando um exemplo talvez bem separado aqui, falando de equilíbrio de vida, mas a licença paternidade aqui, ela se junta com a licença maternidade, né? Os pais, eles recebem mais de 365 dias, mais de um ano.
de licença que eles podem decidir como eles vão fazer, né? Então, se o seu pai quiser parar de trabalhar por alguns meses para ficar com a criança, para ter aquele momento, ele pode fazer isso, ele tem esse equilíbrio vinculado ali junto, né? Sem perder o seu trabalho, é algo que é garantido. E isso talvez seja algo muito pequeno, se eu for fazer alguma comparação aqui, mas realmente é muito relevante.
Porque equilíbrio de vida significa tudo, significa eu ter, como eu disse, a energia depois do trabalho para fazer alguma coisa diferente, significa eu ter tempo, significa eu conseguir fazer algo com esse tempo que está disponível, e os funcionários, as pessoas, elas estão respondendo isso e levantando como algo relevante para suas carreiras, para o seu trabalho.
Quando o critério de decisão muda, isso faz a gente refletir também sobre como a gente vem planejando a nossa carreira. E a gente tem a capacidade de escolher, de escolher onde a gente vai trabalhar, se a gente tem a flexibilidade na empresa atual.
Como que eu planejo a minha carreira em questão de crescimento, certo? Eu atingi meus objetivos, talvez, a gente nunca atinge, a gente sempre quer algo mais, mas eu atingi meus objetivos, vamos lá, de salário, atingi meu objetivo de cargo. O que que me mantém desafiado onde eu estou hoje? Essa é uma pergunta que ela é muito relevante, porque para a sua carreira, basicamente, a pergunta que vale se fazer...
O que eu estou priorizando hoje? Será que o mais relevante para mim nesse momento é um crescimento salarial? Dependendo do seu estágio de carreira, sim. O crescimento salarial vai ser o ponto mais relevante para uma troca de emprego ou para uma negociação com o seu empregador atual. Para outras pessoas, talvez, vai ser o equilíbrio de vida. Mas existem muitos outros fatores que a gente também deve levar em consideração ao longo da nossa carreira, que podem ser...
referentes a um novo cargo, a um novo tipo de desafio, a um crescimento para quem deseja uma linha mais especialista, um crescimento técnico, para quem deseja uma linha mais de gestão e liderança, um crescimento nessa área para gerenciar mais pessoas, mais equipes e ter mais responsabilidades.
E eu quero convidar você a fazer essa reflexão. O que é, para você, hoje, o mais relevante? Onde você acha que está a prioridade da sua carreira hoje? Você estaria alinhado com esse relatório dizendo que equilíbrio entre vida pessoal e profissional é o mais relevante para você? Ou será que seria algum outro fator?
Me avise nos comentários, porque eu gostaria muito de saber o que você, que está ouvindo aqui essa conversa e refletindo junto comigo, tem a dizer sobre o que é prioridade para a sua carreira nesse momento. Como sempre, um tópico vai conduzindo para o próximo. A gente acabou de falar sobre prioridade na nossa carreira, as escolhas que a gente faz.
E agora a gente quer olhar um pouquinho para a ótica empresarial, também sobre escolhas e talvez também sobre prioridades. Nesse início de 2026, empresas com lucro recorde estão, na verdade, cortando, cortando muitos funcionários, cortando times inteiros e até mesmo alguns departamentos.
Só que dessa vez o critério não está sendo desempenho. As pessoas não estão sendo demitidas porque estão tendo um desempenho abaixo do esperado ou não estão atingindo aqueles objetivos, aquilo que foi proposto. Na verdade, as empresas estão mudando a sua prioridade estratégica. Veja só que interessante. Somente em 2026, um relatório combinado da CNBC, um relatório que foi publicado...
agora em abril de 2026, conectado também com os dados da CIO Dive, ambos de abril de 2026, eles nos mostram alguns dados bem relevantes para a gente abrir um debate sobre o que inteligência artificial, prioridade estratégica e investimento, dinheiro, estão, na verdade, nos dizendo sobre o que as empresas estão priorizando para os meses, para os anos que virão.
Só em 2026, mais de 92 mil profissionais de tecnologia foram demitidos. Uma alta de 40%, referente ao mesmo período do ano passado. 40% de alta em demissões.
A Oracle, por exemplo, ela demitiu agora, recentemente, entre 20 e 30 mil pessoas. Essa notificação chegou por e-mail às 6 da manhã para os funcionários, foi algo que saiu na mídia, recomendo você dar uma olhada nessa notícia, não vou estender muito. Só que aconteceu no mesmo período que a Oracle registrou 6 bilhões de dólares de lucro líquido.
A Meta também planeja eliminar diversas posições. A Nike anunciou alguns cortes e outras empresas como a Alphabet do Google, a Microsoft, a Amazon também vem anunciando alguns cortes em diversas áreas.
Mas o que está acontecendo se essas empresas estão reportando lucros? Se essas empresas, na verdade, estão reportando estarem bem financeiramente com seus resultados? Bom, acontece que o padrão é o mesmo. As empresas estão deixando ou cortando dinheiro que estava sendo investido em algumas áreas, em alguns times, em algumas tecnologias, para investir em infraestrutura de inteligência artificial.
Somente em 2026, os números de investimento em infraestrutura e tecnologia voltadas até a inteligência artificial, ele deu um salto gigantesco, que está conectado sim também com essas demissões que estão acontecendo. Então, muitas vezes, e eu venho falando sobre isso para a gente ter calma sobre os números que a gente analisa, para a gente ter calma sobre como a gente olha para o hype da inteligência artificial.
Mas a gente tem que ter calma e olhar para os dados ao mesmo tempo, tendo uma interpretação correta, não uma interpretação enviesada que pode nos confundir.
E a pergunta que eu quero, ou a reflexão que eu quero fazer, é a que eu estou fazendo neste momento, fique à vontade para discordar de mim se você quiser, é que a gente vem ouvindo uma narrativa nos últimos meses bem forte de que inteligência artificial estaria gerando mais oportunidades e que iria gerar muitos empregos. Foi tópico, inclusive, de um dos nossos episódios aqui do podcast.
o quanto inteligência artificial, reportado tanto pela Boston Consulting Group quanto pela McKinsey, estavam abrindo oportunidades para gerar novos empregos por conta dessas oportunidades que estão vindos com inteligência artificial. Só que os números não estão condizendo com a narrativa. A gente vem ouvindo que inteligência artificial vai criar empregos, agora a gente vem vendo que essa criação vai se dar ao longo prazo, só que a gente tem um gap aqui no meio.
Quem perdeu o emprego, quem está sendo demitido, não está, desculpa o jeito de falar, mas não está nem aí, sim. A inteligência artificial vai criar emprego daqui a 5 ou 10 anos. Eles perderam seus empregos agora, eles precisam recuperar.
ou encontrar uma nova oportunidade agora. Eles não têm tempo para esperar a inteligência artificial evoluir e criar essas oportunidades. E a reflexão a ser feita é justamente sobre o número de demissões. Qual foi o critério que gerou demissões? Talvez pela terceira ou quarta vez, me repetindo aqui sobre algo que eu já venho falando nesse canal há bastante tempo, muitas vezes toda a narrativa que leva a uma demissão curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais curtir mais cur
justificada por inteligência artificial ou com investimento em inteligência artificial, está, na verdade, corrigindo um gap de contratação durante um ciclo que não se confirmou em produtividade. Então, empresas de tecnologia, principalmente, que tiveram um boom de contratação durante a pandemia, por exemplo, com alto investimento em transformação digital, elas estão vendo que esse boom não foi orgânico, não se manteve orgânico em crescimento ao longo dos anos, e agora...
por conta de inteligência artificial, e sim, investindo em tecnologia, não estou dizendo que elas não estão investindo, investindo em tecnologia desse tipo, elas têm uma narrativa que se conecta também para ter essas demissões todas. Porque ao longo do tempo, a história nos mostrou, pelo menos a história do mundo dos negócios, que demissões e cortes tendem a acontecer em uma empresa quando ela não está indo muito bem.
ela apresenta resultados inferiores ao que se tinha expectativa e ela precisa encontrar oportunidades de economizar, de reduzir seus custos e é assim que a empresa...
acaba tendo esses cortes. Só que no momento, como eu disse, quase todas as empresas que estão tendo cortes grandes agora no início de 2026 são empresas que estão tendo lucros, até mesmo recordes, empresas que estão tendo resultados muito positivos e estão realocando qual vai ser a direção desse valor, desse lucro, desse dinheiro não sendo colocado em diversas equipes, demitindo algumas pessoas e realocando esse valor para investimento em infraestrutura de inteligência artificial.
para quem lidera, para quem tem uma posição de liderança de gestão, a pergunta que eu quero fazer
é se você entende qual é o ciclo que está guiando a sua agenda nesse momento de prioridades. Porque talvez você esteja sendo, eu não digo forçado, mas incentivado a buscar oportunidade de investir em inteligência artificial para fazer mais rápido algum processo, acelerando em alguns pontos, e talvez até mesmo investindo muito dinheiro em ferramentas de inteligência artificial.
tendo esse crescimento muito grande nesse momento de investimento de dinheiro, que não vai, assim como aquele crescimento da pandemia, ele não vai se manter organicamente sempre em crescimento. Pensa no caso dos tokens, por exemplo, de inteligência artificial, que a gente precisa para construir, para gerar algo palpável, como o desenvolvimento de software. Você investe bastante nesses tokens, e quanto mais você...
permite que a inteligência artificial tome conta do seu pipeline de desenvolvimento, mais tokens, mais dinheiro nesse caso, você vai precisar continuar investindo. E aí você tem muitas das oportunidades para profissionais mais júniors, se fechando por conta disso, porque você está utilizando as pessoas mais sêniors, mais os seus arquitetos.
que mais entendem da solução que você precisa criar para, utilizando esses tokens, utilizando inteligência artificial, gerar mais código ou código mais rápido. Acontece que a conta também cresce na mesma proporção, você gasta muito dinheiro nesses tokens.
E você não está formando novos talentos, você não está formando outros profissionais, porque a porta para cargos júniors, como eu disse, está cada vez mais se fechando por conta dessa realocação de investimento e de prioridade dentro das empresas. E aí você acaba se vendo, ou vendo a sua empresa, em um gap bem considerável sobre...
como você se mantém tanto no ponto de vista de crescimento orgânico quanto do ponto de vista de conhecimento. Afinal, se você não está renovando o seu conhecimento e investindo também nas pessoas que daqui a 5, 10 anos vão ser responsáveis por manter essa curva crescendo e ascendendo,
você acaba simplesmente tirando o dinheiro do bolso esquerdo, colocando no bolso direito, tendo algum ganho de produtividade muito relevante no curto prazo, não há discussão sobre isso, mas a estratégia de longo prazo não pode ser deixada de lado. Essa é a reflexão que eu quero fazer com você, gestor, tá bem? E sobre o ponto de vista de carreira, para quem está preocupado talvez com essa notícia,
Eu gostaria de fazer você refletir sobre onde está o valor daquilo que você está gerando hoje para dentro da empresa. É uma pergunta bem difícil, até mesmo de ter uma resposta fácil. Mas basicamente é uma reflexão que eu venho fazendo bastante sobre a minha própria carreira. Afinal, no momento onde...
muitas das coisas que diferentes cargos, diferentes profissões fazem, estão podendo ser automatizadas, ou pelo menos há uma possibilidade de que um processo se utilize de inteligência artificial para continuar gerando aquele mesmo valor sem a necessidade da interação humana, ou com menos interação humana, a reflexão principal a ser feita é onde está o meu valor.
Dependendo do seu cargo, o seu valor está no seu conhecimento. Dependendo do seu cargo, está na junção entre o que você sabe fazer com a forma como você faz aquilo que é muito única, muito específica. Portanto, você se torna um profissional de valor. Essa é a reflexão que eu quero te convidar a fazer, não somente agora, mas que você continue pensando nisso depois que a gente encerrar aqui a nossa conversa, porque eu tenho certeza que é algo que pode ser um fruto de uma...
Excelente caminhada, como eu sempre digo, a gente aprende internamente tanta coisa quando a gente está caminhando, se desconectando um pouco das telas. Reflita um pouco sobre onde está o valor que você está gerando no seu trabalho hoje, qual é o principal ponto que você entende?
Talvez seja uma opinião, talvez seja um fato, mas que você entende que hoje está de alguma forma segura, porque somente você, da forma como você faz, pode continuar fazendo aquilo. E não há um robô nesse momento que seria capaz de gerar o valor da mesma forma.
E se não há, se você acha que não existe isso, reflita sobre todas as outras habilidades que formam o profissional que você é hoje. Porque muitas vezes a gente fica tão fixo sobre, em inglês a gente tem a expressão jobs to be done, o trabalho que eu tenho para fazer hoje aqui na minha frente, a lista de tarefas, as coisas, os projetos, que a gente esquece de toda a formação, toda a bagagem. Tem um livro que fala sobre capital de identidade.
um livro da Mac Jay sobre a idade decisiva, se eu não me engano é o nome do livro em português. Capital de identidade é tudo aquilo que eu sei fazer, que a minha carreira, a minha vida, me levou a construir como habilidades que somente eu tenho. Aquelas experiências que eu tive, aquilo que somente eu vivi. E tudo isso faz eu ser um profissional único.
E esse tipo de profissional único é o que eu tenho que tentar encontrar. Ninguém mais vai poder ajudar você a encontrar qual é essa única coisa que você tem, mas eu tenho certeza que você tem ela aí dentro, que é bem única, que somente você tem essa capacidade.
E eu gostaria de convidar você a ter essa reflexão, esse autoconhecimento, porque é isso que realmente vai fazer uma diferença muito grande no momento onde aquilo que a gente faz muito específico começa a ser mais terceirizável para a tecnologia, mas ainda assim você tem muito valor a entregar para a empresa porque você é um profissional único com conhecimentos que somente você internalizou e pode gerar valor somente daquela forma, sendo quem você é.
Como sempre, o primeiro tópico nos conduz a essa reflexão para o próximo, e eu acabei de falar sobre inteligência artificial e trabalho, e a gente chega ao terceiro tópico com uma conexão perfeita. Afinal, eu venho falando bastante nos meus canais sobre inteligência artificial, carreira, vida profissional, mas eu também venho falando muito sobre gestão de projetos, afinal é isso, essa é a carreira.
que vem me conduzindo e me levando para diversos lugares, para diversos desafios. E hoje a gente vai, nesse terceiro tópico, a gente vai falar um pouquinho sobre isso. E vai ser bem interessante a reflexão e eu quero te convidar, seja você da área de gestão de projetos ou não, ou talvez você nunca ouviu falar, refletir comigo aqui sobre as habilidades dessa profissão, tá bem?
E eu quero trazer aqui, como sempre, alguns dados que são relevantes. E uma coisa que eu gostaria de te convidar, deixar a sua opinião aqui mais uma vez nesse episódio, é o que você acha desse modelo de conversa que a gente vem tendo?
onde eu trago alguns tópicos, algumas coisas sempre recentes que estão impactando nossa carreira, nosso desenvolvimento pessoal e profissional, e eu tento conectar isso sempre da melhor maneira possível, trazendo aqui três, às vezes quatro tópicos, para a gente ter um debate. Às vezes eu trago, inclusive, alguns livros, algumas pessoas me deram feedback sobre ter mais livros, enfim. Me conta nos comentários o que te chama mais atenção nesse nosso modelo de conversa, para que eu possa fazer sempre um podcast que é personalizado, é pensado.
para você, tá bem? Em meio a uma das maiores ondas de demissão, devido a tecnologias, a novas formas de trabalho, a inteligência artificial, a gente vem vendo uma profissão que vem se destacando, na verdade, por estar crescendo, crescendo a demanda por esses profissionais e crescendo a demanda pelas habilidades que esses profissionais têm.
E não é um engenheiro de inteligência artificial, não é uma profissão técnica específica voltada para o desenvolvimento de novas ferramentas de inteligência artificial. É, na verdade, algo que está muito próximo do meu coração. A gente está falando de gerenciamento de projetos. Veja só, não sou eu, não são os meus delírios que estão trazendo essa informação. O Fórum Econômico Mundial, ele publica todo ano...
um grande mapeamento de tendências de trabalho global. E a edição mais recente, agora do começo de 2026, ele projetou que 25 milhões de novas funções relacionadas à gestão de projetos vão ser criadas até 2030.
Veja só que relevante, 25 milhões de novas funções relacionadas à gestão de projetos, então não somente o cargo de gerente de projetos vão ser criadas ou vão ter uma demanda por essas criações até 2030. Gestor de projeto realmente aparece em vários relatórios de outras...
de outros dados, como uma pesquisa da Cursera, esse do Fórum Econômico Mundial, ele fala mais uma vez sobre gestão de projetos, e um relatório também do PMI, recentemente publicado, sobre a demanda por gestão de projetos, todos eles convergem para mostrar que essa é uma profissão em crescimento, e é um crescimento líquido, realmente empregos sendo abertos no mundo todo.
Isso é muito interessante porque em todos esses relatórios a gente vê que não apenas o cargo gerente de projetos, gerente de programas, enfim, relacionado especificamente a gerenciar um projeto, está vinculado a esse crescimento da demanda, mas sim as habilidades que envolvem esse profissional.
Um profissional que entende como gerenciar riscos, riscos organizacionais, riscos estratégicos, risco de entrega de um projeto. Um profissional que entende como controlar as finanças e o orçamento que se tem disponível para investir em uma determinada entrega. Profissionais que sabem conectar muito bem estratégia, a definição estratégica.
com execução dessa estratégia, enfim, diversas habilidades que fazem ser um profissional e uma área com uma alta demanda e uma alta procura, não somente hoje, a gente já vê isso hoje em dia, mas pelos anos que estão por vir. O Fórum Econômico Mundial, inclusive, ele vai citar várias habilidades que fazem parte da cartilha do bom gerente de projetos, vamos dizer assim, que é o pensamento analítico.
a resiliência, a capacidade de liderar pessoas de diferentes departamentos, a capacidade de se adaptar e mudar rápido quando as coisas estão acontecendo, a capacidade de influenciar decisões ou de negociar para que decisões possam ser tomadas no momento e da maneira correta. Então não é uma competência somente técnica, existe sim muita técnica envolvendo gerenciamento de projetos.
no âmago do que você faz, obviamente, no dia a dia, mas envolve também muita habilidade interpessoal. E...
Obviamente, quando a gente fala de inteligência artificial, dentro da profissão de gerenciamento de projetos, a gente vem percebendo, sim, muitas formas de trabalho sendo transformadas, mas isso não vem mudando a importância da pessoa que está conduzindo aquele projeto, colocando as coisas juntas, as pessoas, o trabalho junto.
E isso é muito interessante porque inteligência artificial vem sim acelerando muitas atividades que antes para o gerente de projetos era, eu não vou chamar uma perda de tempo, mas era algo que sempre fez a gente tirar a energia.
de uma execução onde eu poderia ter mais valor, ou de uma conversa com a equipe do projeto para resolver um problema. E aí tinha que colocar energia em outras coisas, como o desenvolvimento de um relatório, a adaptação desse relatório para diferentes tipos de partes interessadas, de stakeholders. E hoje a inteligência artificial vem ajudando muito a fazer um bom tailoring para a comunicação, fazer uma boa adaptação da comunicação.
fazer uma boa conexão entre os dados que você tem disponível e gerar esses dados para a informação para as pessoas em tempo real. E isso vem fazendo com que o gerente de projetos, aquilo que ele faz no dia a dia, se adapte praticamente todo mês. A gente vem vendo alguma nova forma de fazer mais rápido e melhor aquilo que a gente faz por conta de inteligência artificial.
Então, mais uma vez, o que a gente vê, agora tirando um pouquinho da profissão gerente de projetos, mas olhando para um ponto de vista mais amplo de carreira, o que a gente vê é, na verdade, mais um ponto de reflexão muito importante para...
profissionais que talvez não estão nesse momento posicionados de um ponto de vista técnico para ser o hands-on, aquele que desenvolve as tecnologias de inteligência artificial, mas sim um profissional que consegue conectar aquilo que ele sabe fazer, conectar aquilo que ele tem de melhor, as suas habilidades, com as tecnologias que estão chegando no mercado.
E a pergunta para você, a reflexão que eu quero te convidar a fazer é, na sua carreira, seja ela qual for, você também vem conseguindo perceber essa conexão entre as novas tecnologias e como você pode fazer ainda melhor aquilo que você faz hoje? Porque gerenciamento de projetos, vendo todos esses relatórios, analisando todos esses reports, uma coisa que me chamou a atenção é o quão esse profissional já estava preparado, ou ele é,
treinado, forjado com mudanças, mudanças constantes, porque uma das coisas que mais acontecem em gestão de projetos é realmente lidar com mudanças o tempo todo mudanças que acontecem de hora em hora novas requisições mudanças no orçamento, mudanças no escopo, mudanças na data de entrega precisa colocar pessoas e fazê-las concordar, e inteligência artificial traz justamente essa e inteligência artificial
essa bagunça de coisas mudando tão rapidamente na nossa carreira. E se você não é da área de gerenciamento de projetos, isso assusta muito. Talvez você tenha muitas lições para tirar dessa área, sobre como você pode olhar para todas essas mudanças, e ao invés de se abalar, ao invés de se preocupar, tentar correr junto com elas no bom sentido, e ver como aquilo tudo ou isso tudo que vem mudando pode fazer a sua carreira alavancar ainda mais, como você pode utilizar.
todas essas tecnologias para fazer ainda melhor aquilo que você faz hoje. Me conta nos comentários se esse é o seu caso, não sei se você trabalha com gerenciamento de projetos ou não, mas se você vem conseguindo tirar proveito na melhor maneira possível das ferramentas de inteligência artificial disponível para alavancar e talvez para os próximos anos se tornar ainda mais relevante para a sua empresa, para a sua profissão e para a sua indústria.
Com essa reflexão, a gente chega a mais uma conclusão aqui de um podcast que foi muito interessante. Acho que foi novamente uma semana onde eu consegui pegar alguns dados e algumas informações que se conectavam muito bem. E me conta nos comentários, novamente vou te pedir, se esse formato vem funcionando bem para você, se você tem alguma sugestão, se você gostaria de ver uma forma diferente aqui para essa nossa conversa, tá bem?
Este é o Volte pra Caixa, o meu nome é William Meller e vejo você no próximo episódio.
Chocolândia
Fórum Econômico Mundial