O tempo cura tudo. E se não curar?
E se essa cura não residir no tempo mas sim em nós? Numa decisão que só depende de nós. De nos escutarmos. De nos permitirmos.
Porque só aí podemos integrar.
É deste lugar de integração, de busca de sentido nas pequenas coisas, que este episódio surge.
Relatando Viktor Frankl: “nem todo o sentido tem que ter sofrimento, mas no sofrimento podemos encontrar um sentido”.