Episódios de Carecas de Saber

#08 Jojo x Malévola: Caímos em um golpe?

08 de maio de 20261h26min
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Transmissão ao vivo toda segunda e quinta às 18h30 no YouTube. Depois, disponível em todas as plataformas de áudio. Chico Barney e Aline Ramos procuram pêlo em ovo analisando os fatos mais relevantes da semana.

Assuntos6
  • Treta Malévola e Jojo TodynhoA treta e o cancelamento do confronto · A cobertura midiática do evento · O desespero da audiência por entretenimento · A falta de interesse nas figuras envolvidas · A comparação com André Surak · O cinismo da sociedade · A busca por conteúdo que não represente o eu · A fofoca como forma de superioridade · A possibilidade de ser combinado · O faturamento com a treta
  • Mães de pets e mercado petA polêmica da compra de um cachorro de raça · O alto valor pago pelo animal · A crítica à indústria de compra de animais · A ostentação de marcas e valores · A apropriação da categoria 'careca'
  • Ed Motta e suas polêmicasA revolta com a cobrança de rolha em restaurante · O arremesso de cadeira e garrafa · O preconceito contra funcionários · A discussão sobre separar obra do artista · A sugestão de duelo com Datena
  • Audiencia do ProgramaRecorde de audiência no Saia Justa · A importância da divergência em programas de debate · A necessidade de programas com olhar feminino · A sugestão de elenco misto para o Saia Justa
  • Filme A Viagem e o personagem AlexandreNovo filme inspirado na novela A Viagem · O filho de Babalu e Raí como Alexandre · A caracterização do personagem como 'encosto' · A comparação com o personagem original · A sensualização do 'encosto'
  • Ataque a cabeleireiro em SPAgressão a cabeleireiro por insatisfação com corte · A Malévola e o protesto no salão · A importância da estética e aparência · A sugestão de raspar o cabelo como solução
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Carecas de saber no ar. O podcast mais feliz do mundo e com menos cabelo também. Essa é a nossa vinheta, Chico. Você acabou de gravar. Gostou? Gostei, aprovado. Se não gostou, é outra. Aline, satisfação. Eu só acho que preciso ter um complemento para cantar junto, uma segunda voz. A gente afina.

Vamos pensar nisso, depois quando a gente lembrar o que eu acabei de contar, a gente fala. Ô Aline, uma alegria, estamos aqui estreando nosso horário novo, quinta-feira, 18h30, toda segunda e quinta, 18h30, muito legal estar com todo mundo aqui. Hoje nós vamos falar do quê, Aline Ramos? A senhora que é uma mulher muito bem informada, por favor, conte para o nosso público.

Bom, o povo pediu, e nós vamos falar hoje, sim, sobre Malévola versus Jojo, e o questionamento, será que caímos num golpe diante de todo esse reboliço que se estendeu aí por mais de uma semana? Outra pauta é Sossô Careca, que o quê? Sempre ela.

Sou só careca que depois que nós desbloqueamos esse personagem no nosso universo, agora sempre vai ter assunto. Sou só careca andou comprando cachorro e, obviamente, nós temos muita opinião sobre isso. Bom, outro assunto de hoje é, claro, o grandioso Ed Mota.

que causou um burburinho. Ele entrou nessa onda de tretas e esteve envolvido numa treta. Vergonha dos carecas. É a nossa nova sessão Vergonha de Ser Careca. O Ed Gama, não, coitado. O Ed Mota nos trouxe essa sessão. Confundindo os carecas.

É, e tem, acho que mais uma pauta, acho que mais uma, né? E tem mais uma pauta. Ana Paula bateu recorde no GNT, não sai a justa. E temos um questionamento. Ana Paula é capaz de salvar a audiência de qualquer programa?

Bom, vamos destrinchar esta questão. E também o quê? Falar de a viagem. Eu amo que a viagem é assim, sempre volta.

É impressionante a força da viagem e a novela que vai virar filme. Saiu uma foto agora do filho da Babalu com o Raí, ele fantasiado de Alexandre. Nós vamos falar sobre isso. Se der tempo, é lógico. Ô, Aline, o pessoal está chegando. Nós vamos começar já rápido que o YouTube mandou a gente começar mais rápido. Falou que a gente enrolou muito semana passada ou na segunda, não lembro.

Só vou pedir para o pessoal dar like, engajar, se inscrever, essas coisas todas. Daqui a pouco eu falo do clube da falta de leitura e tudo mais. Mas, Aline, me atualiza um pouco. Ontem eu vi, quarta-feira, estava todo mundo esperando a pancadaria lá em Bangu, abalou Bangu, mas não teve nada. E eu acho que ficou um sabor um pouco...

para juntar uma outra coisa ultraprocessada da internet, com o sabor de desengano, com essa questão da Jojo e da Malévola, muito felizes depois de não se encontrarem. Acho que ficou todo mundo com uma pulga atrás da orelha. Enfim, por favor, dê o seu breve retrospecto para nós.

É, então, assim, eu achei muito curioso que depois do nosso último programa, na segunda-feira, logo depois, assim, saiu a notícia de que a Jojo não iria comparecer na briga que ela mesma marcou com a Malévola.

Então, assim, Jojo arregou, a Malévola dobrou a aposta, falou assim, ah, você não quer brigar comigo? Mas eu quero brigar com você, então eu vou até Bangu. Então, a gente teve, assim, uma cobertura de evento incrível, né? Que foi a Malévola chegando no Rio de Janeiro, a Malévola sobrevoando a casa da Jojo Todinho com um helicóptero.

Enfim, um espetáculo. Ela criou ali um grande momento e quando a Malévola apareceu lá na porta do condomínio da Jojo, na porta da casa da Jojo, a Jojo não estava. E aí ficou uma briga de gato e rato da Jojo. Você foi na minha casa, mas eu não estava. Hoje é o meu dia de cuidados.

Mas, assim, quem marcou a briga na quarta-feira foi a própria Jojo. Por que ela marcou a briga num dia em que ela tem que ter cuidados? Eu amo que o cuidado dela foi fazer soroterapia, para aparecer a imagenzinha com sorinha no braço. Ai, nossa, que estou me cuidando. É isso, Jojo fugiu da malévola igual o diabo foge da cruz.

Não teve briga. Malévola fez um escarcel no Largo de Bangu. Apareceram populares. Populares, o quê? Que estavam esperando a briga. Teve até o Defante lá, cobrindo. Enfim. Malévola ganhou por WO. Só que aí...

Só para fazer uma intervenção a respeito dessa situação das duas durante o dia. Me chamou muito a atenção...

que parecia um balé, um balé virtual, que uma ia para cá, outra ia para lá, uma ia para cá, outra ia para lá. E foi um negócio que realmente comoveu a sociedade. Eu acho que o fato de ter acabado o BBB, o fato da casa do patrão não ter engajado, o fato de estar todo mundo apavorado com essa...

coisa do rantavírus num barco em algum lugar, o fato de ninguém saber se o Neymar vai para a Copa ou não, acho que está deixando as pessoas um pouco desesperadas para ter algum assunto que não seja sério para discutir. Então, acho que, de alguma maneira, por mais que Jojô, Malévola, essa briga, todos os crimes cometidos e proferidos pelas pessoas, então...

Eu acho que também era um pouco desespero da audiência, desespero de todos nós, de contemplar o abismo chegando.

querer olhar para outro lado. Entende o que eu quero falar, Linemos? Eu fiquei um pouco preocupado com esse frenesia em torno de pessoas tão pouco interessantes. Você é muito humilde aqui. Minha mais humilde opinião até hoje. Sim, são pessoas muito pouco interessantes. A Malévola, ela me lembra um pouco uma uma sombra do que foi André Surak em 2012.

e não uma evolução. O negócio de tentar entender quais são as dinâmicas das redes e aproveitar isso da melhor forma possível, e também da imprensa e tudo mais. E beleza, foi bem sucedida e tudo mais. Mas eu senti que não veio coisa nova nesse contexto, não veio muita novidade, veio apenas desespero. Foi isso que eu senti. Eu fiquei encantado e me vi também desesperado. Sabi... Ye...

É difícil a gente chegar a essas conclusões a respeito de nós mesmos. Eu estou feliz? Ou eu estou me divertindo com essa história? Ou eu estou apenas querendo preencher o meu dia enquanto aguardo o amargo beijo da morte? Aline Ramos.

Olha, Chico, eu entendo esse ponto de ser talvez uma repetição de coisas que a gente já viu, mas eu acho que a Malévola tem demonstrado que ela está disposta a tudo para chamar atenção.

De fato, acho que André Suraki é o maior nome para isso, só que eu achei algumas coisas criativas. O ponto da pessoa sair do estado dela para ir para outro estado, brigar numa briga marcada na rua. Para mim...

A cena, o vídeo dela no helicóptero, foi ouro, foi um grande produto de entretenimento. Só que acho que o ponto do desespero é que a gente já entrou num nível de cinismo na sociedade, de acompanhar tudo isso, que a gente sabe que é horrível, a gente sabe que é lamentável, mas a gente quer assistir. Quer.

porque a gente pouco se importa com essas pessoas, porque a gente está do lado da briga. Eu não estou do lado da Jojo, eu não estou do lado da Malévola. Eu só quero ver o circo armado e ver até onde elas são capazes, mesmo que eu tenha medo de até onde elas são capazes de ir. Eu fiquei com medo.

E mais do que isso, Aline, quando a senhora fala que a gente não se importa com essas pessoas, a gente se inclui nessas pessoas. Porque se a gente se importasse conosco, será que estaríamos tão fascinados por uma cidadã que a gente nunca tinha ouvido falar, até ontem, chamada Malévola, sobrevoando, pangu?

E falando mal do condomínio da Jojo. E por que estaríamos tão... Entende o que eu quero dizer? Tudo pra mim é... Eu sinto que ninguém brigou, mas quem saiu fraturado dessa experiência fui eu, Aline Ramos. É. Eu concordo, assim.

todos nós saímos fraturados, porque fica essa sensação também de vocês estão aí aprontando e não estão entregando. Ficaram brincando com a nossa atenção e não entregaram. Mas eu concordo desse ponto de a gente tentar substituir um vazio que o BBB deixou. Porque eu mesma estou com uma dificuldade muito grande de concentração.

Eu vou assistir um filme, assisto 30 minutos. Ah, não. Não consigo. Eu vou assistir outro filme, eu assisto 30 minutos. Putz, não está rolando. Eu estou com uma dificuldade muito grande de assistir coisas que não tem coisas acontecendo o tempo todo. Eu vou abrir.

Pode falar. Além de não conseguir ver filme e série, até as novelinhas de frutas que estavam sendo meu bálsamo, até pouco tempo atrás, eu não fico mais para assistir, porque elas duram mais do que 30 segundos. Então, eu sinto que o Brain Rot roteou.

já se espalhou. Essas frutas apodreceram rápido demais, até elas. Então, eu não sei mais qual é o estímulo que eu posso ter nessa jornada de tristeza. Mas, por favor, continue. A senhora ia falar sobre o BBB.

Não, é isso. E o BBB também é essa lógica de que, do nada, a gente se envolve com pessoas que a gente nunca tinha ouvido falar na vida e aí, de repente, as pessoas estão brigando, rompendo amizades.

fazendo acusações sérias, cometendo crimes em nome dessas pessoas que elas até ontem não conheciam. Eu sinto que a chegada dessas novas pessoas, que tomam uma atenção e depois somem, é um efeito parecido. A gente está acostumado com isso. E é o grande meme, né? Ah, vocês estão inventando pessoas.

Sim, eu acho que cada vez mais nas redes sociais, no entretenimento, vão se inventar pessoas igual se inventam personagens. Porque, para mim, acompanhar Treta Malévola e Jojo é acompanhar simplesmente personagens.

Não consigo criar essa relação próxima de identificação, de me ver nessa situação, porque eu jamais me colocaria nessa situação. Então, a gente só está assistindo a esse espetáculo lamentável e pensando, meu Deus, onde tudo isso vai parar?

E mais do que isso, né? Esse afastamento é como se fosse um jogo só de NPCs, de jogadores não jogáveis, de personagens não jogáveis. Então é um negócio que é totalmente...

a exclusão do eu. Eu acho que, no final das contas, a gente está fugindo tanto de nós mesmos que nós queremos histórias que não nos representem de maneira alguma, que não nos identifiquemos de jeito nenhum. Porque, quando olhamos para um espelho, observamos a nós mesmos. Mas, quando observamos Malévola, Sossô Cabelo, Jojô Todinho...

Quando observamos MC Paiva e outros, tudo o que nós vemos é o outro. E nós conseguimos ter esse afastamento, que ao mesmo tempo que pode ser, de alguma maneira, um afastamento saudável, dar vazão a esse tipo de coisa, ao mesmo tempo nos afasta de nós mesmos.

Faz sentido?

É que eu tenho um ponto também em relação à fofoca, porque eu sinto que quando a gente acompanha as fofocas dessas subcelebridades, a gente como espectador muitas vezes vê essas histórias que tomam e viram a grande questão nesse tom de distanciamento e esse alívio. Talvez eu não tenha o melhor carro igual a essa pessoa, mas eu sou muito melhor que ela.

A fofoca gera esse sentimento, eu sou muito melhor que ela. E eu fiquei pensando nisso porque hoje, quem acompanha o Twitter, o dia inteiro foi o debate de uma cidadã que decidiu postar a história de que ela estava saindo com um cara que ela conheceu no Twitter nos três primeiros dates. Ele deu uma desculpa, não pagou.

No terceiro, ele pediu... Não pagou a conta. Não pagou a conta do Deixe Delis.

Não pagou a conta. E aí, no terceiro, ele se dizendo muito apaixonado, pediu ela em namoro e ela aceitou. Ela aceitou namorar com um querido depois de três dates em que ele deixou ela pagando tudo sozinha. O ponto não é que ele quis dividir a conta. Não. Ela pagou a conta sozinha. Ok. Corta para...

Estão namorando. Aí ele some, dá um ghost nela. Aí ela vai no Instagram falar com a amiga dele, que ele falava que era amiga dele. E aí ela descobre que essa amiga, na verdade, é namorada dele. Meu Deus! E é que ele tinha duas contas, etc., e que...

Ele sumiu porque o quê? Foi preso por dever pensão. Meu Deus, de uma terceira. É. E aí as pessoas ficaram o dia inteiro debatendo isso. A gente sabe quem é a mulher que postou isso? Não. A gente sabe quem é o querido Adílio? Gravei o nome só.

Não sabemos. A gente sabe quem é namorada? Não sabemos. Mas as pessoas passaram o dia debatendo isso e num tom de superioridade muito grande. O desejo de ter detalhes dessa história é para poder falar que jamais me colocaria numa situação dessa. A fofoca serve para isso, para a gente se sentir superior.

Mas acho que tem um detalhe dessas, de algumas histórias como essa que a Sônia narrou, que pelo menos a pessoa pensa assim, o que eu faria nesse lugar? Concorda? Essa da Jojo com a Malévola, ela é tão... Não tem nada.

Ela é tão rococó que ela se distancia completamente da realidade. É uma sequência que parece quase um sonho lúcido, ou um pesadelo. São coisas que você não explica. Como assim? O salão de cabeleireiro, o negócio, o da Shound, o helicóptero, os 20 seguranças.

O Largo do Bangu, com todo respeito. Então, são muitas coisas diferentes. Sobre essa história que a senhora ficou fascinada hoje, ontem eu fiquei fascinado também com uma fofoca de uma menina que foi para o Maracanã e aí ela conheceu lá uma galera, uma rapaziada, papo vem, papo vai, ela ficou com o cara.

E aí tem um... Sei lá, ela foi no banheiro, ele pediu para acompanhá-la, e daí na volta do banheiro ele falou, posso beijar você? Ela falou, pode. E aí voltaram de mãos dadas para a arquibancada onde eles estavam ali prestigiando o jogo. E aí tem um sistema agora no Maracanã que é tipo um bem na foto, tipo um I Hate Flash, que fica tirando foto das pessoas. E aí esse cara foi descoberto...

pela namorada que ele estava ficando com alguém num jogo do Maracanã. É um negócio muito pós-moderno esse. Primeiro, tem muita gente que reclama que os estádios de futebol viraram uma balada. Acho que agora temos uma prova. Foi de Coldplay, segundo a Nina Trigueiro, é isso? É tudo muito impressionante. E eu fiquei procurando...

durante alguns minutos, a origem da história. Porque teve o pronunciamento da moça, teve o cara revoltado. Tudo isso pelo Twitter. E as pessoas dando muitas opiniões sobre o absurdo que é não trair, mas ir para o Maracanã, paquerar. Mas é total espaço. É que, na minha visão, qualquer lugar é lugar para paquerar. Basta você estar disposto. E solteiro, de preferência.

É, é de bom tom. Já ajuda a metade da questão, não é verdade?

Mas é isso. E são situações que as pessoas conseguem se identificar. Você tem um ponto. Mas eu queria adicionar mais um fato, que eu estou absurdada com isso. E eu acho que está passando esse detalhe, essa história da Jujô, da Malévola, que é mais um ponto da gente não se identificar, que é o personagem MC Negão original. Meu Deus. É o novo personagem nessa história.

surgiu. É, ele está embarcando nessa desde o, enfim, desde a treta com o MC Paiva. Ele, ele, mas temos um detalhe nessa história do MC Negão original. Bom, eu espero que tenha alguns detalhes, porque eu estou curioso por todos eles. Ele está foragido.

Só que ele é o foragido que mais aparece no Brasil. Por quê? Ele, foragido, achou de bom tom, vir nos stories desafiar a Malévola, falando que ele também ia aparecer em Bangu para quebrar o pau com a Malévola, porque ele é Tim Jojo. Ele fez música sobre...

essa treta, porque o MC Negão original é famoso pelo Madeline de Igataraí. O Madeline de Igataraí é uma música que ele faz, uma rima, juntando todas as fofocas da semana. E aí ele fez o Madeline de Igataraí 9, falando dessa treta. Lembrando, ele está foragido.

E aí, dentro dessa situação dele ameaçando a malévola, não sei o que, não sei o que lá, surgiu um papo de que a malévola descobriu a localização dele. E aí ele ficou assim, ai, galera, vou dar um tempo nas redes sociais até a minha equipe jurídica poder provar que eu sou inocente.

Ok, mas passou isso, ele estava ontem publicando, há 22 horas atrás, ele publicou um vídeo num poço de gasolina com uma luva de boxe.

como se... Não dá para ver necessariamente se é ele, porque esconde o rosto, está com uma toca, mas é isso. Ele sai de um carro com uma luva de boxe, falando, ei, Malévola, estou aqui, quem disse que eu não ia vir? E a equipe falando, vem aqui, polícia, pode pegar.

E aí é isso, até uma pessoa foragida fez esse espetáculo em torno, pegou onda, e esse ponto, eu me importo com o MC Negão original? Não. Mas o absurdo disso tudo está acontecendo, e ter uma pessoa foragida, marcando briga na rua,

Isso, para mim, é o tipo de coisa que só acontece no Brasil. E aí a gente fica aqui escandalizado e pensando muito qual é o limite das subcelebridades e até onde elas vão para chamar atenção para o quê? Vender tigrinho. Aí é o ponto que todos nós chegamos.

que é os stories com o link para uma plataforma nova que está dando muito ganho.

Esse é o ponto central da crítica de Aline Ramos a respeito dessa situação toda de Jojo e Malévola, que eu concordo plenamente, que está todo mundo usando isso. Acho que a Jojo chega a verbalizar isso em alguns dos vídeos dela contra a Malévola. Ela fala assim, isso mesmo, fatura bastante aí com seus tigrinhos.

E sei lá o quê, eu não sei se a Jojo hoje em dia tem alguma coisa contra isso. Acho que ela já fez em algum momento da vida, não lembro. Mas a senhora acha que no final das contas, todas essas fofocas são topo de funil para viciar o povo brasileiro, não na vida dos outros, mas em jogos de azar e cassino online. É isso? É isso, é um método.

a Malévola é conhecida por atitudes extremas de ir para países que estão em guerra para poder publicar stories na guerra, esse tipo de coisa. É o absurdo do absurdo, porque o que acontece? As pessoas vão nos stories querer saber qual é a opinião delas sobre isso. E vários influenciadores e subcelebres...

usam essa tática de, por exemplo, terminou o relacionamento, aí a pessoa não se pronuncia. No feed, ela fica lá demorando um tempinho.

para dar o pronunciamento nos stories, e aí as pessoas vão nos stories querer saber o desdobramento da briga, do que está rolando, e nisso ela está metendo link. A Virginia é campeã disso, de estar rolando o Aue na vida dela. Ela não se pronuncia, mas aí você abre lá, está lá ela vendendo o iPink, Tigrinho, e por aí vai.

é um negócio que eu chamo de protocolo Bia Miranda, que é um negócio que a Bia Miranda faz bastante também. A turma gosta bastante de fazer isso. E de postar e falar que vai explicar tudo num perfil de fofoca que ninguém nunca ouviu falar. E você entra nesse perfil de fofoca e parece aqueles sites...

que vão roubar o teu dado bancário, sabe? Parece que qualquer like naquilo ali parece que ele vai sugar a tua alma online ali. É um negócio assustador e impressionante. É que eu acho que, assim, eles estão... Existe uma galera muito especialista nessa disputa de atenção. Mas eu acho importante a gente saber qual atenção eles querem.

Ok, vamos comentar, achamos engraçado, o absurdo, etc. Mas a gente sabe qual é o objetivo disso. E aí por isso que entra o ponto de que não dá para defender nenhum lado nessas histórias. E, inclusive, muita treta que inventam é combinada justamente...

para poder gerar essa movimentação. Porque a sensação que deu quando, no final, a Malévola fala, não, Jojo, eu te perdoo pela sua transfobia. E a Jojo fala, não, Malévola, você realmente foi mulher, veio aqui na porta da minha casa. E fica uma convidando a outra para jantar, para beber juntas. E aí você fica com essa sensação.

Será que foi combinado? Será que o bullying era com a Jojo, era com a Malévola ou era com todos nós? Na verdade, principalmente as pessoas que entraram lá nas stories e que conseguiram, às vezes, não só clicar, porque isso é uma coisa importante ali.

Não é só o clique no que está acontecendo agora, é também no Analytics do Instagram da Malévua, que na hora dela apresentar para a próxima plataforma que vai patrocinar ela, ela vai falar que ela abalou Bangu.

Veja aqui quantos milhões de acessos que eu tive na quarta-feira que o bicho pegou. Está me entendendo? É muito interessante. É muito interessante tudo isso que está acontecendo. E a Malévola comemorou. E ela faturou muito nessa treta. Lógico. Então, assim, não tem nenhum inocente nessa história.

Só nós. Só nós. Pessoal, tem pessoas aqui ofendendo a gente. Infelizmente, estamos recebendo hate mail do José Amarante falando, vocês são uns trouxas tratando dessas espertinhas e nós engolindo essas baboseiras. Pois eu acho que você é mais trouxa que nós. E também o Doug Carvata está falando vocês trouxas caem nesse golpe.

Quero deixar muito claro que nós estamos fazendo aqui uma análise justamente para abrir os olhos da sociedade. Tá bom? Eu e a Aline Ramos estamos aqui com o Baldpil, a pílula careca para abrir as percepções da realidade para quem ainda não acordou. Tá certo? Ingira a Baldpil. E mais?

Muito fácil falar, vocês são trouxas quando caíram nesse golpe, depois que está tudo finalizado. E a gente desde o princípio falou, essas pessoas são pessoas questionáveis. Mas é isso, estamos prestando um papel para a sociedade importantíssimo, de, ok, você vai acompanhar esta fofoca.

Mas, ok, você está fazendo parte de um circo. Aline, a gente conta essas histórias aqui para ajudar as pessoas a despertarem. Nós contamos, nós nos divertimos e nós desmascaramos. Nós somos como o Mr. M da fofoca. Nós tiramos o véu.

da mágica em torno daquilo e contamos o que tem por trás dos truques e dos golpes que os falsos ídolos tentam mandar para as pessoas. Então, eu queria só deixar isso aqui muito claro, que vocês todos possam sair da Matrix com o baldo pio. A pílula careca. Está legal?

Aline, a senhora tem mais alguma questão sobre isso ou eu posso passar para um próximo assunto? Pode passar. Eu queria ler algumas mensagens, porque o pessoal gosta muito da gente. Já que temos a Malévola, já temos que Malévola será o maior nome da Fazenda 18? Questionou o Haroldo Assis.

Eu não sei se o Carelli tem toda essa coragem hoje em dia, não. Acho que uns 10 anos atrás ele ia. Hoje em dia eu não sei. Hasta la victoria la sempre. Ela acabou de se tornar membro, não foi? Foi. Ela mandou um caraminguá e virou membro também.

Estamos muito felizes. Já já eu vou falar sobre o nosso Clube da Falta de Leitura, que agora tem data, tem horário e tem programação. Aê! O André Machado. Malévola gastou com avião, segurança e helicóptero. Ela investiu mais no empreendedor. O que a Malévola gastou com avião, segurança e helicóptero foi um investimento maior do que o Boninho com a casa do patrão. Gostei dessa coisa. Adorei.

Com certeza. A Lília Pereira falou que nós somos a dupla preferida e nem é por serem carecas. O Itapetino engano, quer saber qual o limite do humor, qual o limite da treta. Eu acho que o limite é a compreensão. Você precisa entender o que você está consumindo. A partir do momento que você domina o que você está consumindo...

você está sendo livre, você está sendo plenamente seguro das possibilidades. Neuza Marques e a fofoca do João Vicente, achei desnecessário. Cara, eu amo essa história. Eu posso falar sobre isso daqui a pouco, se vocês quiserem. A Nina Trigueiro quer saber se enterro de parente pode paquerar. É um pouco de... Pode. Depende do parente. Tá. Depende do parente.

Ah, não, não é para paquerar com o parente morto. Ah, não, então acho que está... Por algum momento você achou que ela gostaria de paquerar com um defunto. Estou me engano. Não, um parente defunto, o que é muito pior. Enquanto isso, o Adílio Patrício não sabe de nada porque está preso, segundo a Carolina. E o Haroldo Assis está perguntando se a Malévola e a Jojo vão resolver isso numa batalha de TikTok.

Maravilhoso. Minha querida Aline Ramos, daquela nossa lista de pautas oficiais lá, qual que era o segundo tema? A Sossô. Cara, eu estou indignado com essa menina. Eu nunca tinha ouvido falar nessa perturbação dessa Sossô careca, que é uma menina que foi o estopim para essa briga toda de Malévola e de Jojo Toddyn. Ela é uma menina que não é careca.

Ela é uma menina que é da High Society, que virou uma grande influência das redes sociais por conta de vídeos em que ela falava que era uma careca desempregada. E aí agora, essa semana, ela foi assunto nas redes sociais, porque ela apareceu contando que ela comprou um cachorrinho. Antes, ela diz o seguinte, pessoal, antes que me ataquem, eu bem que tentei,

adotar um cachorrinho. Mas não existia nenhum recém-nascido de raça com pedigree disponível nos milhares de canis que eu visitei. Nos maiores centros de adoção que eu visitei, não tinha nenhum dash haun. A senhora conhece um dash haun? É o chalchicha. É basicamente um chalchicha.

É o chau-xixa, é basicamente o chau-xixa. E aí, Aline Ramos, o que ela foi? Ela teve a pachorra de ir para as redes sociais avisar que ela comprou um cachorro, um Das Hound, por R$ 19 mil. Primeiro ponto, primeiro ponto. Eu acho que comprar cachorro em 2026ronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsronsrons

é uma das coisas mais baixas, mais vis e mais cruéis que um ser humano pode fazer. Eu acho uma patifaria, eu acho uma falta de caráter, eu acho uma falta de bom senso, eu acho uma falta de humanidade. Agora, além disso, pagar 19 mil reais num chalchicha...

Aí eu fico realmente transtornado com isso. Eu já tive um chau-chis e ele foi comprado também. Anos 90, o pessoal era menos... Eu não esperava esse plot twist.

Eu era menos iluminado a respeito disso. Hoje, eu não me envergonho disso, porque me apresentou um dos cachorrinhos mais fofinhos que já existiram no mundo, que era o meu querido Tony Blair, que era o querido cachorro, que era primo de um outro cachorro, na verdade. É como se fosse um primo de um outro cachorro, porque eu era completamente apaixonado do meu tio, que era o Phantom of the Opera, que era o cachorro do meu tio. Nossa, ótimos nomes! Vocês se ligaram...

Meu tio uma vez foi para Nova York e viu o musical do Fantasma da Ópera. Ele ficou muito encantado e ele comprou um chalchicha chamado Phantom of the Opera. E eu, minha irmã, na verdade, tinha o Tony Blair. Enfim, Aline, essa é a minha opinião. Eu acho que até o ano em que eu comprei esse cachorro era ok. Hoje em dia não é mais legal, não.

Exato, já tem muito conteúdo, um debate muito grande sobre quais são os problemas de se comprar animais, porque entre o ponto de que você está estimulando uma indústria...

que explora animais. Então, assim, sabemos de muitos lugares que as pessoas pegam lá uma cadelinha, que ela passa a vida toda grávida, tendo filhotes das piores condições possíveis. Então, você está alimentando uma indústria perversa.

Não tem justificativa. E aí entra o ponto que é, você quer ter um cachorro ou você quer ostentar uma marca de cachorro? Porque, para mim, esse papo de raça de cachorro nada mais é do que marca. É igual as pessoas escolhendo comprar uma bolsa da Louis Vuitton, não sei o quê, da Chanel. E aí você escolhe...

Um iPhone, você escolhe o cachorro pela marca e pelo valor que ele agrega para você. Ele é só um objeto. Ele não é um outro ser vivo que você vai construir uma relação de afeto. Não que isso impeça das pessoas criarem relações de afeto. Mas, assim, o seu afeto depende da marca do seu cachorro?

Você só vai conseguir amar um cachorro e ter uma relação genuína se ele tiver uma marca e custar R$ 19 mil. Porque também tem isso. É o ponto ainda que acho lamentável. Combra cachorro e ainda vem. Porque eu paguei R$ 19 mil. É ostentação em cima da ostentação.

E é uma forma de se diferenciar dos réis mortais, que é isso, é o cabelo de 6 mil reais, é o cachorro de 19 mil reais, é só ostentação, só que o cachorro é uma nova forma de ostentar.

Não é tão nova assim. E digo mais, a pessoa que vai lá falar, tem essa moda agora de contar quanto está gastando nas coisas.

Ah, não, o meu cabelo custa R$ 6 mil, o meu cachorro R$ 19 mil, o meu psiquiatra R$ 12 mil a sessão, não sei o quê. Tudo é valor, tudo é uma price tag, como dizem os norte-americanos. Eu acho isso, assim, cafona para começar.

Tá bom? Seja menos transparente a respeito dos seus gastos. Quer gastar uma fortuna nas coisas? Pois gaste e converse sobre isso com o seu contador, não com o seu seguidor. Tá me entendendo? Eu acho que essa exposição também de estou gastando isso, estou gastando aquilo, nossa, porque ganhei aquilo, faturei aquilo. Pois cale-se e ninguém deveria saber quanto que o outro ganha ou deixa de gastar ou vai gastar.

É um negócio horroroso, está ali dentro. Agora vão até ostentar preço de cachorro, não na minha timeline. Eu fui atrás dessa sosocareca por causa dessa polêmica. É uma pessoa que eu não quero nunca mais ver na minha vida.

É uma pessoa que faço questão de nunca mais dar nenhum tipo de citação no que me cabe nesta indústria fundamental. Sei que ela ficou bilhardária sem precisar de mim também, mas de verdade, Aline...

Eu espero que esse cachorrinho seja muito feliz, eu espero que ela não enjoie desse cachorrinho, porque as pessoas são muito cruéis em alguns lugares, mas eu fico arrasado. Olha, isso parte meu coração. E eu acho que, dito tudo isso...

A gente não vai mais chamar Sossô careca de careca e de Sossô cabeluda. Ela perdeu o status de careca. Primeiro que ela já estava se apropriando da categoria de carecas. Uma careca que vai para um filereiro de 6 mil reais, porra. É uma irresponsável essa mulher. Exato. Está manchando a categoria dos carecas.

Mais uma. Mais uma. Então vamos organizar aqui um vaiasso para a sua socareca por ter não só comprado, mas feito publicidade deste valor nas redes sociais. O... O... Vai, vai, vai, Elio. O... Fora!

Sossô cabeluda. Vai, ia, sou. Vai, ia, sou. Aqui a gente vai a mesmo, tá bom? Aline, eu queria dar um abraço muito grande na minha querida Monique Garnem, que acabou de dividir com a gente aqui no chat, que está passando por uma situação com o seu cachorrinho, com o seu querido São Bernardo Viralata, que ele está passando por uma situação. Espero que fique tudo bem com ele e com toda a sua família. Tá bom, Monique? Tamo junto.

O Aline Ramos é o seguinte. Ó, estão mandando aqui. Murilo falou só para comentar que adorei o horário. Agora dá para mandar superchat. Antes não dava por causa do trampo. Adoro vocês. Yasmin falou. Se vocês convidarem o marido da Balu Borges na próxima live, ele tem opinião forte também.

O pessoal tem falado muito dele para mim. Eu vou seguir esse cara aí. Aline, já já nós vamos falar de... Só um detalhe, eu consumo o conteúdo dele, curiosamente, pela conta do Careca de Saber no TikTok. Às vezes eu estou lá curtindo, e aí quando eu vi, eu estou na conta do Careca de Saber lá. Então, assim, é só entrar que você vai receber muito conteúdo dele. Vai que vai.

Aline, nós temos mais alguns assuntos muito importantes para tratar. Antes eu queria lembrar a todo mundo que está assistindo a gente, graças a Deus está chegando uma galera, nós estamos em um horário diferente, que as pessoas não estão acostumadas. Avisem-se, informem, procurem saber. Estamos segunda e quinta, 18h30, aqui no YouTube e logo depois no Spotify, e cortes ao longo de toda semana.

E a gente, no dia 21 de maio, nós vamos estrear o nosso Clube da Falta de Leitura. É como se fosse um monte de influenciador, aí tem o Clube da Leitura. O Clube disso, o Clube daquilo e tal. Nosso grupo de membros aqui no YouTube, você vai lá e vai pagar um valor mensal e vai ter acesso a eventos online mensais que nós vamos fazer, onde a gente vai assistir conteúdos muito interessantes juntos.

Vamos fazer uma conversa. Todo mundo que estiver pagando vai poder entrar, conversar, trocar uma ideia. Se estiver com câmera ligada, vai entrar na câmera. Isso é uma balbúrdia. Isso vai acontecer fora do YouTube. Não vai ficar gravado. É outro papo. É outro esquema. Dia 21 de maio, nossa estreia. Estreia do Clube da Falta de Leitura. Nós vamos ver todo mundo junto a festa indiana do BBB21.

vai ter depois uma roda de papo comigo, com a Lina e com todos vocês. Tenho visto muitos elogios à ideia. Todo mundo que fica sabendo disso quer participar, se interessa. Então, quem está assistindo no YouTube ou quem está assistindo no Spotify também, tem aqui um QR Code. Em cima da minha careca, em cima da minha careca... Eu amo que você vai para um lado e ele está do outro. Não, está aqui.

Para mim está aqui. Mas enfim. Não está? Está diferente aí, professor? Mas enfim. Sim, tudo bem.

É muito importante que vocês prestigiem o Clube da Falta de Leitura. Tá bom? Dia 21 de maio. Coladinho, a gente vai fazer o nosso programa de quinta normal. E logo na sequência já vamos emendar com essa maravilha cósmica. Daqui a duas semanas. Tá muito próximo. Então, quem ainda não é membro, vire membro. Perfeito, Aline Ramos? Qual é o nosso próximo assunto? No pique, no pique.

Eu queria retomar ainda que a gente está falando de sosocareca, malévola e etc., e puxar um ponto que é, cabeleireiro está se tornando uma profissão de risco no Brasil.

Porque, assim, primeiro numa semana, a Malévola vai lá no salão, faz o corte, não gosta, paga seis mil reais, não gosta, vai na porta do salão se manifestar com cartazes, etc. Enfim, cria o inferno na vida do cabeleireiro.

Na semana seguinte, nós fomos impactados com a notícia de uma mulher que, indignada com a franja que o cabeleireiro cortou, ela foi até o salão e tentou dar uma facada nele, pelas costas.

E, assim, é um negócio, assim, que, cara, de todas as profissões de risco, eu nunca imaginaria que ser cabeleireiro é uma profissão de risco, Chico. Ainda bem que a gente passa longe de salão de beleza, porque, assim, o clima parece que está pesadíssimo.

Nessa altura da minha vida, eu nunca imaginei que estaria preocupado com um cabeleireiro. E foi a situação desse cara. E depois a moça deu uma entrevista para o Gotino, não sei se a senhora viu, que é uma coisa impressionante. Porque o Gotino fala assim para ela, a senhora tem alguma coisa a dizer a respeito de tudo isso que aconteceu? Agora que já esfriou um pouco o clima e tal. E ela fala, sim, eu tenho. As pessoas têm falado muito a meu respeito.

Mas ainda não falaram nada sobre o que ele fez no meu cabelo. Eu quero que ele explique por que ele fez isso no meu cabelo. É um negócio insano. É muito impressionante, Aline Hamilton. Eu fiquei absolutamente escandalizado.

E eu amei que também teve um momento da entrevista, logo no meio da confusão, e perguntam para ela qual é o seu nome, e aí ela responde de boca cheia, vadia. Isso para mim é um surrealismo. É esse o ponto.

O Brasil vai sendo tomado por uma série de surrealismo. Parece que é o Gabriel Garcia Marques escrevendo o roteiro do Brasil. Ele nunca alcançaria. Exato, talvez nem ele alcançaria esse surrealismo. É o Manuel Gomes que está escrevendo. É o Manuel Gomes que está escrevendo. É o Caneta Azul, Azul Caneta. É esse tipo de surrealismo.

É outro, está em lugares diferentes. É outra vertente. Mas esse ponto de cabeleireiro, eu sei que é um negócio que mexe com as pessoas. Eu, quando tinha cabelo, eu já cortei o cabelo de um jeito. E aí, óbvio, eu sou uma pessoa assim, que não arruma briga, que não arruma barraco. E aí, odiei. E aí, eu fiquei o quê? Segurando o choro.

no salão, para sair do salão e começar a chorar, porque estava horrível. E é uma questão sensível quando você vai para o salão com uma expectativa e sai com outra, porque é um negócio que mexe com a sua aparência, com a sua estética. Enfim, é horrível essa experiência. Por isso que eu raspei o cabelo, eu não passo mais.

Esse tipo de experiência, recomendo a todos. Ah, foi no salão, cortou, não ficou bom? Raspa. Salva a vida. Não ter cabelo, tira esse problema da sua vida. É ótimo. Justo, Aline Ramos. Eu queria só reforçar que as pessoas podem mandar superchats.

Podem mandar chat, precisam dar like. Quem não é inscrito, estamos quase batendo acho que 8 mil inscritos aqui no canal. Pô, seria muito legal a gente bater logo isso, chegar na meta de 10 mil inscritos, chegar na meta de mais membros aqui para o canal. Até agora só uma pessoa virou membro durante a live. As pessoas ficam envergonhadas aqui.

e elas deixam para virar membro depois. Graças a Deus está crescendo bastante o número de membros, vamos ter casa cheia no dia 21 de maio, mas eu queria, se você quer dar uma força, se você gosta desse canal aqui, que está surgindo agora com tanto brilho, com tanta emoção, vire membro e demonstre o seu carinho ao vivo, que nem nós. Aline.

Qualquer outro assunto? Vou acrescentar. Tenham responsabilidade afetiva conosco. É importante. É importante. Estão perguntando se é para abandonar o CBU e vir para cá. Lógico, foi o que eu fiz. Ô, Aline... Não perceberam ainda? Ô, Aline, qualquer outra coisa mesmo que era importante, a Ana Paula, né? A Ana Paula participou do Saia Justa.

foi uma das maiores, foi a maior audiência de um programa ao vivo no Saia Justa. Não, calma aí. Ana Paula, na semana em que venceu o BBB, foi a convidada de estreia da nova temporada do Saia Justa. O Saia Justa, que hoje tem a Angélica, não, a Iliana, a Juliette, um monte de gente lá, super legal. E aí, Aline Ramos, essa primeira convidada, Ana Paula Renou,

no auge do seu sucesso pós-BBB, ela deu a maior audiência da história de um programa ao vivo no GNT.

Tenho duas leituras a respeito disso. A primeira, que legal, eu acho que a Ana Paula Renaud é tudo o que esse tipo de programa precisa e merece. Opiniões fortes, nenhum medo de contradição, de debate, de deixar um pouco mais quente, de divergência. E eu acho de verdade que o Brasil, a TV, as pessoas, elas precisam voltar a se acostumar com a divergência.

Acho que está todo mundo muito preso em bolha de ah, é verdade, nossa, você me inspira, nossa, você é muito necessário, nossa, que legal. Eu quero conseguir conviver com pessoas que não me acrescentam nada. Eu quero poder sentar na mesa com gente que não me acrescenta nada, que eu não concordo com coisa nenhuma, que eu tenho uma visão de mundo, não só.

diferente, mas às vezes também é antagônica, desde que não criminosa. Então, eu, de verdade, acho muito importante que esses programas de bate-papo não sejam simplesmente quem é mais fã do outro. Nossa, obrigado por compartilhar sua experiência. Agora eu estou melhor. Nossa, que legal. Agora, aí vai. Não, eu quero que sente lá e alguém fale assim. Porra, isso aqui está parecendo um resort?

Porra, além de feio, é esburro. Eu quero que isso seja cada vez mais normalizado. Eu quero as minhas frentes de debate cada vez mais parecidas com o treino do santo. Entende? Em que nós possamos nos estapear psicologicamente, na base do argumento, mas sem perder...

A amizade. Você quer a briga na amizade. Por isso, o Saia Justa, depois de um tempo, ele virou um programa assim, um programa de comadres que fica uma... Você é muito necessária e etc. Eu acho que a gente tem que aproveitar.

este momento em que a Ana Paula deu um boom no programa e mudar o elenco. Eu quero que tenha Ana Paula, a própria Milena, Solange Couto. Edmota. Quem mais? Edmota não dá porque, assim, não é mulher.

Mas temos que derrubar essas questões de gênero também. Por que tem o clube do Bolinha e o clube da Luluzinha no GNT? Por que as pessoas não podem sentar irmanamente e discutir as grandes frentes da sociedade juntas? Deixa lá o Edmota tomando um vinho e trocando ideia. Olha, Chico, agora vou ter que lacrar em cima de você. Serei obrigada.

Não lacra, Aline, só discorda, nós podemos discordar.

Eu quis dizer num ponto gíria, que qualquer discordância hoje, fulano lacrou para cima de ciclano. Então eu vou lacrar, vou discordar de você, no meu direito de lacrar para cima de você, que eu acho importante sim, ter programas só com mulheres discutindo o que é ser mulher, etc. Para mim, o papo de segunda é que está errado.

que vai lá os homens copiar, vamos fazer aqui o saia justa dos homens. Só papo chato, só papo chato. Eles que poderiam fazer um programa com mulheres, mas acho que ter um programa de mulheres debatendo o que é ser mulher é muito importante. Até porque...

É muito difícil em programas com mulheres e homens, homens deixarem mulheres falarem. Eu não estou dando uma indireta aqui, por mais que algumas pessoas vão achar isso. Meu Deus do céu. Não estou dando uma indireta. Eu vou abrir a chiquiturinha aqui enquanto a senhora fala, tá bom? Três minutos lacrando em cima do Chico Barney.

Mas é isso, não é tão simples. Tem um histórico do porquê o Saia Justa existe. A minha única crítica é que o Saia Justa virou um programa com as opiniões muito redondinhas e ninguém fala nada além. Por isso que eu gostaria de ouvir a Milena falando sobre como ser mulher na perspectiva dela.

É válido ter a perspectiva da Ana Paula, que é outro tipo de mulher. A própria Soledicoto que trouxe ali foi o ápice de um monte de absurdo, mas ela parte de outro lugar nessa visão de ser mulher. E colocar pessoas que são completamente diferentes...

com experiências completamente diferentes para sentar e conversar sobre o que é ser mulher, acho interessante, até porque vai gerar o quê? A famosa identificação. Ah, não me identifico com a Ana Paula, mas me identifico com o Ciclana, com fulana. Enfim, por isso que acho que tem que aproveitar esse momento, Ana Paula, reformular tudo, e aí a gente vai ver a audiência estourar.

Eu tenho a impressão, o que a senhora falou, é óbvio, eu concordo demais que é importante ter esse programa feminino, do olhar feminino a respeito das coisas, e que ocupe mesmo esse espaço é fundamental. Agora, o papo de segunda, eu acho que poderia manter exatamente esse elenco, exatamente esse elenco, mas coloca lá Ana Paula Renan.

Seria ótimo. Imagina a quantidade de cortes de João Vicente de Castro e o filho lá do João Bosco. E o Gil do Vigor, eu não sei quem. Ia ser muito bom o cara. Quem é o Zulu agora que entrou? O Rafael Zulu, se não me engano. Que era o cara daquela banda espetacular, o Baiana System, o russo Passapulso. Passapulso.

E daí agora entrou o Zulu e o Gil. Ia ser muito bom, hein? Só bota lá, assim, ó, mantém. É o Rafael Zulu, é o Gil do Vigor, o filho do João Bosco, o João Vicente Castro, e aí colocando a Paula Renan e a Edmota. Aí nós temos um problema. Não, aí seriam provocações, assim. A gente poderia...

Mas é que eu acho que é isso, a televisão brasileira já teve muitos programas de debates reais, de pessoas discordando de fato e construindo algo ali. Eu sinto que hoje a gente não tem programas para as pessoas discordarem, elas estão ali simplesmente cumprindo um roteiro e falando coisas mais seguras possíveis para não serem canceladas.

Concordo com a senhora. Essa semana, o episódio do... Não foi o segundo caso de segunda. Foi o... Não importa, eu acho. O João C. de Castro denunciou um ator que estaria imitando o Chai Suede em tudo que ele faz. E aí, mas o que ele faz assim tão parecido? Ele tira fotos muito parecidas com a do Chai Suede e ele coleciona carros antigos.

Imediatamente eu lembrei daquele cara que estava fazendo uma denúncia maravilhosa esses dias, um vídeo em que ele fala que a geração alfa, como não tem referências do passado...

acha que tudo surgiu com eles. Daquele menino, o TikToker, que acha que inventou o putz, da menina que acha que foi a pioneira no uso de calças nos stories do Instagram. E aí eu acho que toda essa questão do Shai Suede se considerar o primeiro galã que coleciona carros, eu achei isso muito especial, cara. Eu achei isso maravilhoso, porque o Shai Suede, olha só, ele é alfa.

é a síndrome da Anitta Cabral um monte de gente por mais que a Anitta não seja gen gen alfa ela é a pioneira nisso, de pessoas que fizeram as coisas pela primeira vez e aí tudo isso

A Anitta, eu ainda vou dar um parênteses aqui, que a Anitta foi realmente pioneira em muita coisa. Sim, sim. Agora, você viu me dizer que tirar umas fotos forçando o trapézio e colecionar carro é algum tipo de inovação? Aí eu vou humildemente discordar do João Vicente e do Chai Sué.

É que é uma mistura dessa falta de referências, mas também dessa coisa de que as pessoas estão sempre copiando, e elas não entendem também que tem coisas que estão aí no universo. E a gente vai assimilando, e às vezes as pessoas têm ideias iguais em lugares diferentes.

Enfim, isso acontece, é o zeitgeist. O zeitgeist do ângulo da foto, o zeitgeist de colecionar carros antigos, e por aí vai. Então, é o ponto também de que todo mundo é muito especial. E de querer, por exemplo, eu amo que tenha um creator.

não é só um influenciador, o Isaac Neube. E aí ele faz muitos vídeos assim, eu sou o primeiro vascaíno que mora não sei aonde, que é cristão, tem diabetes e cursa direito a cantar um hino gospel no banheiro do Terminal Tal.

É uma ironia dessa coisa de ser o primeiro a fazer as coisas. É maravilhoso. A gente não precisa ser o primeiro para fazer tudo. Às vezes a gente vai fazer um monte de coisa igual e está tudo bem. Eu estou preparando até uma palestra sobre isso, que é o seguinte, você não precisa ser o primeiro, você não precisa ser o maior, você não precisa nem ser o melhor. Hoje em dia, você precisa fazer do seu jeito.

Eu acho que isso é a única coisa que importa. As pessoas querem ver verdade, as pessoas querem pelo menos sentir que é verdade, minimamente. Por exemplo, eu na Copa de 2014, eu fui o primeiro careca a fazer o álbum na Birrine, de Copa de Figurinho, em 2014. De lá pra cá, hoje você vai em qualquer banca de São Paulo, pelo menos, vai ter lá uma fila, uma fila de carecas.

em crise de meia-idade, gastando o dinheiro que eles não têm, que eles podiam estar investindo no INSS para ter uma aposentadoria um pouquinho mais digna, mas estão fazendo o quê? Estão gastando o dinheiro que eles não vão ter. Graças a Deus. É o que eu faço. Ainda não abri nenhum pacotinho. Porque eu vou fazer live no TikTok, que batalha com o Jonas e a Jordana.

Aline, eu, modéstia à parte, hoje eu tenho mais duas lives ainda no meu canal de quadrinhos, mas eu consigo ficar mais um pouquinho. Vamos falar de mais uns assuntos hoje ainda? Será que o povo gostaria que a gente ficasse mais um pouquinho? Porque eu estou sentindo hoje uma certa frieza. Estamos com a audiência ok, mas o enganjamento, como diria David Brito, está super baixo. Só uma pessoa virou membro até agora.

Só uma pessoa virou membro até agora. A gente recebeu pouquíssimos superchats. O pessoal ainda não mandou like suficiente. Então, eu estou um pouco triste. Eu confesso que hoje eu acordei achando que a nossa vida ia ser mais fácil. Mas tudo bem. O jardineiro falou que o Chico quer sincerão no Saia Justa. É tipo isso mesmo.

E o Marquinhos falou, como falaram da Ana Paula, lembrei que assisti ontem a live que o Chico participou na WebTV. E maratonar os comentários foi melhor que a live. A audiência lá desceu a lenha no Chico. O pessoal me esculhambou lá na WebTV, mas eu continuo amando meus WebTVs, acho que está tudo certo. Está tudo certo. Ano que vem a gente pensa igual, daí está tudo certo. É sempre assim. Não tem problema, não. Aline, eu hoje, enquanto estava vindo aqui para o nosso estúdio virtual,

eu fui impactado por uma novidade. A senhora soube que vão fazer um filme inspirado na novela A Viagem. É mais um remake. E agora vai ter o filho da Babalu com o Raí. Lembra desse rapaz que faz a novela Três Graças agora? O filho do Ferec. O namorado da Vivi. Pedro Novaes é o nome dele. Filho da Letícia Spiller e do Marcelo Novaes. Isso aí. Ele vai ser o Alexandre.

que é o encosto. Ele é um encosto. É interessantíssimo esse conceito. E aí, Aline Ramos, eu queria a sua impressão de todo mundo que já viu a foto. Acho que a essa altura do campeonato todo mundo já deve ter visto a foto. Eu espero que sim. Mas para quem tiver com o vídeo ligado aí, eu vou mostrar aqui rapidamente. Olha só. Esse é o encosto.

do Alexandre em 2020. Você está colocando um encosto no nosso programa. Ok, a gente vai ter que chamar a Marcia Sensitiva para resolver isso depois. Um verme psíquico. Eu fiquei bastante consternado com isso, Alineão.

Porque ele não está parecendo tanto o Alexandre da viagem, eu achei ele mais parecido com ou aqueles vagabundos que o Charles Bronson matava nos filmes dele, sabe, Desejo de Matar? Ele era os caras da faquinha. Ou então um inimigo do X-Men. Eu achei o negócio, uma maquiagem muito esquisita, cara. Ele parece sabe o quê? A senhora lembra daquela novela do diabo, Apocalipse, na Record?

Ele está parecendo o diabo. Ele está igual ao diabo da Record. Eu não estou conseguindo entender. Mas como que deve ser a imagem de um encosto? Está parecendo o Juliano Floyd, segundo o chat.

Parecendo, a mesma franjinha, o mesmo cortezinho. É que eu acho que eles estão apelando para uma perspectiva de um encosto mais sensual. O encosto que as pessoas vão desejar que encoste nelas.

O fom porque é a sarrada do encosto. É isso. Porque você coloca o encosto bonito, porque é isso, tudo é focado também na produção audiovisual, as pessoas serem bonitas. Então, até o encosto precisa ser muito bonito, muito sensual.

E aí você vai assistir o filme A Viagem e vai ficar, meu Deus, eu quero esse encosto aqui no meu ouvidinho, aqui falando maldades aqui em mim. Eu acho que é esse o objetivo com essa caracterização dele.

A Elisa acaba de mandar aqui falando que é um encoxo. Não é um encosto, é um encoxo. É o novo círculo do inferno que está surgindo aí. Que coisa impressionante, cara. Que coisa impressionante. Mas eu... Enfim, o cara que fez o Alexandre original, na época, ele era galã.

O pessoal, a turma gostava dele, que era o cara do chateau, Guilherme Fontes. A senhora acha, então, é capaz até da galera ficar shippando o Alexandre com o novo Maurício Matá, que é quem o cara costumava assombrar. Será que vai ter isso? É uma coisa...

Eu não duvido. Eu sinto que a imaginação das pessoas de chipar, ela é infindável. E eu acho que isso vai deixar tudo mais engraçado, tudo mais interessante. Porque o que um filme sobre uma novela, que já é um sucesso...

Absoluto. Um sucesso inquestionável. O que um filme pode apresentar sobre esta obra audiovisual? É isso, novas visões, novos chips. A gente vai ter uma geração nova assistindo com uma nova forma de consumir, que é chipar em custo. Por exemplo, tem doramas... Tem um dorama... Caramba, estou esquecendo o nome. Meu Diabo Favorito.

Meu Deus. E meu demônio favorito, meu diabo favorito. É meu demônio favorito. E, basicamente, a história de um demônio que é belérrimo, belérrimo é uma história de amor do demônio com uma civil. E aí tem toda uma questão ali. É isso, o demônio é gatíssimo, gostosíssimo. Normalmente.

Normalmente as pessoas vão numa cigana ou numa massa sensitiva para afastar o encosto. Agora, com a chegada do encoxo, as pessoas vão ligar para a massa sensitiva para atrair o encoxo. Tem a Milena Paula, que foi até lá no nosso evento no Teatro YouTube, que é o show Energia Negativa. Agora vai ser o vem Energia Negativa.

vai ter um Tinder de encoxo que talvez seja uma coisa diferente na sociedade.

E se a gente parar para pensar, já tem muita gente que se relaciona com encosto. Tem uns homens por aí, umas mulheres por aí, que é o próprio encosto. Então, isso já acontece na vida das pessoas. Então, tem gente que sempre acaba trazendo encosto para a vida delas. Aí, trazer um encosto como Pedro Novaes, por que não? E também, pelo menos já está morto. É um problema mesmo.

não tem que ajudar a pagar conta, já não ia ajudar mesmo, mas pelo menos não gasta também, porque já veio a óbito. Vai no restaurante, não vai consumir nada. Não vai consumir nada. Eu sei que você quer sair, que você tem outras lives, mas eu não quero que a gente esqueça, a gente falou de restaurante e eu lembrei de uma pauta fundamental.

Porra, lógico. Mas, enfim, esse é o nosso... Acho que já temos aqui o corte do encoxo. Acho que é uma boa... Acho que foi bom, acho que foi legal. O pessoal gostou do encosto. Aline, falando em possessão, eu, às vezes, tive uma impressão...

O Ed Mota, que eu fiquei arrasado, que eu descobri que o nome dele é Eduardo. Eu não esperava isso dele. Para mim, a maior decepção da minha vida com o Ed Mota foi saber que o nome dele é Eduardo. Todo o resto, a gente dá um jeito. Mas o Ed Mota, ele parece que já tem um problema recorrente aí. Ele toma um vinho, toma dois, toma sete, e ele começa a fazer bobagens. Ele se passa um pouco. Todo mundo já teve um amigo assim, ou já foi esse cara.

só que ele tem feito isso com alguma recorrência e com vinhos muito caros em lugares muito bacanas. A última foi a questão da rolha. Ele ficou revoltado porque ele foi num... Eu ia falar um boteco, mas dizem que é um dos melhores restaurantes do Rio de Janeiro. E ele ficou revoltado porque queriam cobrar a rolha. No que consiste? Eu sou um cara acostumado a tomar cerveja.

Então, para mim, eu vou beber a cerveja que está lá. Não estou muito preocupado com o vinho. Tem gente que gosta tanto do próprio vinho, que leva o vinho até o lugar, o próprio vinho. O cara vai lá, pega na sua adega e fala assim, hoje eu vou levar um Xabene Curururu, um Cururu Xabene e um Xerere Charará. Beleza? Está bom? Daí vai lá, pega na sua sacolinha, bota os quatro vinhos na mesa e fala assim, me sirva.

dos meus vinhos e me dê da sua comida. Perfeito? É mais ou menos assim que funciona a rolha, pelo que eu entendo. O que o estabelecimento faz, Aline? O estabelecimento cobra pela possibilidade de te servir esse vinho no seu lugar. Agradeço. Quando você traz o vinho para uma festa na casa de alguém, as pessoas agradecem. Quando você traz um vinho em um estabelecimento que vende vinho,

o estabelecimento se sente no direito de cobrar pelo menos pelo atendimento, o que eu acho justo. Perfeito? Aí o Ed Mota, enfim, não gostou muito dessa ideia de cobrar, ele depois falou que ficou especialmente revoltado, porque ele vai há anos nesse restaurante e nunca cobraram-lhe a rolha. Então, como cobraram a primeira vez, ele se achou no direito de jogar uma cadeira num garçom e uma garrafa de um litro e meio na cabeça de um outro...

clientes. Então, enfim, foi isso que aconteceu, pelo que eu entendi. O restaurante, obviamente, não ficou muito feliz. O cara que tomou sete pontos por causa de uma vinhada na cabeça não deve ter ficado super feliz. Mas a primeira pessoa infeliz nessa história toda talvez seja o próprio Ed Mota.

Nossa, mas assim, ele está infeliz com tudo, né? Toda notícia que a gente tem sobre Edmota é ele infeliz com alguma coisa e dando declarações infelizes. Mas essa história do Edmota, ela me pega num ponto que assim, aí a minha veia pobre não consegue tolerar.

Porque o cara leva um monte de vinho caro, porque é isso, não está levando o pérgola para beber no restaurante. Leva um monte de vinho caro para o restaurante, quer que os funcionários sirvam a ele, e ainda quer que troque a taça, porque é uma frescurada para beber vinho, nunca vi isso. Mano, é o... Mão, mão, mão.

É uma frescurada para beber vinho. E aí, quando se cobra pelo atendimento, ele fica bravo e maltrata. Esse é o meu ponto. Ele maltratou os funcionários.

Ele foi jogar uma cadeira num funcionário que estava de costas, o que é covarde ainda. Toda pessoa que vai brigar com a outra, que está de costas, é mais covarde ainda. Jogou uma cadeira, não acertou num funcionário, graças a Deus, mas foi um momento muito curioso, porque a cadeira caiu de pé. Foi incrível! É, o vídeo é incrível. Que ele mesmo bêbado conseguiu fazer isso.

Xingou os funcionários, falou de orientação sexual, xingou por ser nordestino, etc. Assim, tudo lamentável. Aí... Mas só sobre isso da cadeira ter chegado em pé, tem um negócio que eu acho brilhante, que é a leveza com que o Ed Mota...

levanta a cadeira e joga. Parece que ele está fazendo... Parece que eu peguei o meu cachorrinho, o Zeca, que é adotado, caso alguém pergunte, mas não conta para ele.

Parece uma pelúcia que eu jogo para o cachorro. Foi com a mesma disfarçatez que eu faço. Ele pega e faz assim. O que me leva a um outro assunto que a gente pode discutir outro dia, que eu acho que a bebida, às vezes, desbloqueia habilidades especiais nas pessoas. Eu não sei se o Ed Mota conseguiria fazer aquilo sobro. Aquilo ali é um negócio que eu nunca vi aquilo.

A mecânica do braço dele é um negócio extraordinário. Eu só queria deixar isso muito claro. Você está errado, está errado. Foi péssimo, foi, foi, foi. Mas ninguém pode falar que foi feio. Foi muito... Seu movimento foi muito bonito. Enfim, era só esse parênteses. Desculpa.

Ok, mas aí continuando, é isso, xingou funcionário, humilhou funcionário por questões... Preconceituoso. É, foi superpreconceituoso, esbarrou numa mulher, e por isso que outro cliente... É isso, esbarrou numa mulher que é cliente, outro cliente entrou na briga para defender a mulher, e foi esse que levou uma garrafada e teve que fazer pontos.

O ponto tudo disso é que esses trabalhadores que foram humilhados pelo Edmota porque ele não queria pagar R$ 100 pela rolha do vinho, foram humilhados pelo que ele gasta.

num vinho, bebendo vinho numa noite que essas pessoas não ganham dois, três meses de trabalho. Para mim, isso daí já vai demais. Eu estou ao lado dos funcionários que foram humilhados por uma pessoa que quer o quê? Fazer o que quer onde quer. Tudo tem limite nessa vida. Assim como a gente falou do barulho, quer beber o vinho, levar seu vinho? Beba seu vinho, mas faça dentro das regras.

Lógico. Gente, e 100 reais? Não é ele o bonzão? Está passando fome? Está passando necessidade de mota? O que mais me irrita é que aparentemente ele ficou triste e revoltado não pelo dinheiro, mas pela atitude de cobrança. Não pela cobrança em si, mas pela atitude de cobrar, porque aparentemente essa questão dele com a rolha é antiga.

É uma questão antiga dele com a rolha, ele é um grande inimigo da rolha. Enfim, lamento pelo Ed Mota. Tem show dele fim do mês, espero que não cancelem, porque estou pensando em ir lá no Circo Voador. Hein? Bora? Hein?

Será que eu quero gastar esse dinheiro? Então, é menos que a rolha, sabia? Está barato. É menos que a rolha. Talvez por isso que ele esteja reclamando tanto. E digo mais. Enfim, acho que isso é mais um caso em que a gente tem que discutir melhor. Dá para separar a obra do artista?

E hoje, qual é a verdadeira obra do Edmota? É o... Ou é isso que ele faz quando bebe vinho? Porque existe essa questão também da pessoa pública enquanto manifestação artística. E o Edmota tem provocado emoções maiores com suas atitudes do que com sua arte hoje em dia. Quase uma subcelebridade.

Porra, extremamente. O Marco Antônio Rezende está reclamando que não foi o Edmota que xingou. Quando a gente falou Edmota, a gente está falando do grupo Edmota. A equipe Edmota. Nós estamos personalizando nele as pessoas que estavam com ele. É só isso. Tá bom? Beleza. Ótimo. Boa, Lini.

Mas só um adendo. Já que o grande trabalho artístico da Edmota tem sido arrumar confusões e depois de a gente ter visto a performance dele com a cadeira, eu sugiro uma briga no Fight Music Show entre Edmota e Datena, usando apenas cadeiras.

Nesse momento de brigas, de desafios, de duelos, eu quero muito que tenha um duelo do Edmota e do Datena. Ver quem consegue dar a melhor cadeirada. Isso eu assistiria, com certeza. Perfeito, Aline. Tem uma questão aqui. O pessoal está falando que era o Edmota...

E a galera, né? Ele surgiu para a grande mídia já em galera, porque ele não era só o Ed Mota, era o Ed Mota e a conexão Japeri. Então, talvez ele estivesse ontem lá com a conexão Japeri, e daí ficou mais conhecido como Ed Mota. Eu queria aqui deixar registrado...

algumas coisas importantes. O primeiro é que conseguimos mais dois membros. A Marina Barrios se tornou membro. Muito obrigado. Você vai se divertir no dia 21. A Bia Thompson também virou membro. Vocês vão se divertir. Eu prometo que vai ser muito legal o dia 21. A gente está no ar toda segunda e quinta às seis e meia da tarde. Agora é um novo horário. Avisa todo mundo. E eu acho que vai ser muito legal encerrar o programa de hoje com um recado.

do passado. Essa é sua vida, Aline Ram.

A Earth to Bell, que é tipo terra para belli. Aline, no último episódio você mencionou que é de Cubatão. E eu percebi que já estudamos juntas. Manda um abraço para o seu pai, o professor Carlos de Matemática. Ele me odiava, já era de humanas. Sucesso para você. Espetácula. Eu não sabia que o seu sobrenome era Aline Ramos de Matemática.

Aline Ramos de matemática. Vou procurar ver sua foto, Belli, para ver se a gente relembra em qual série estudamos juntas. Mas é isso, meu pai é uma figura polêmica mesmo por ser professor de matemática. Todo mundo fala assim, ai, eu adorava seu pai, ou eu odiava seu pai, ele me odiava. Enfim, ele é uma figura polêmica na cidade.

porque eu sinto que ele deu aula para todo mundo que está em Cubatão. Mas eu fiquei feliz que eu represento a nação cubatense. Teve mais gente nos comentários que falou assim, nossa, Lina, eu fico muito feliz. Para ver o quê? Primeira mulher negra careca cubatense ao quê? Tem um podcast chamado Carecas de Saber.

e filha de professor de matemática que sentia demais, que odiava e era odiada. E por aí vai. Que coisa linda. Eu sempre acho... A cada episódio que a gente termina aqui, eu sinto que a gente fez um pouco mais de história. Que alegria. Que alegria total. Não ia falar nada? Tá bom, então. Então, segunda.

Seis e meia da tarde, tem mais carecas de saber. Conto com o prestígio de todos. Quem não é membro, vira membro, por favor. Quem não é inscrito, vira inscrito, por favor. E é isso. Considerações? É isso?

É isso, vire membro. É muito importante destacar que, para participar do Clube da Falta de Leitura, vocês precisam ser membros, e a gente vai mandar o link, etc., e que não vai se restringir a esse primeiro mês. A ideia é que todo mês tenha um encontro do Clube da Falta de Leitura. Então, este não é o único. E estamos pensando em um monte de conteúdo exclusivo para os sócios, para os membros.

Estamos pensando, não estamos prometendo ainda. Beijo, tchau, até segunda. Beijinho.