Episódios de Psicologia na Prática

#277 - A epidemia silenciosa da imaturidade emocional

02 de junho de 202622min
0:00 / 22:41

Você já sentiu que cresceu, assumiu responsabilidades, trabalhou, cuidou dos outros… mas, por dentro, ainda se sente perdido em algumas áreas da vida?

Neste episódio especial do Psicologia na Prática, eu compartilho com você a reflexão que deu origem ao meu novo livro: Como se Tornar um Adulto Emocionalmente Saudável, que acaba de entrar em pré-venda.

Vamos conversar sobre a epidemia silenciosa da imaturidade emocional, os padrões que nos mantêm presos em ciclos de sofrimento, a diferença entre crescer e amadurecer, e por que tantas pessoas chegam à vida adulta sem aprender a lidar com frustração, limites, conflitos, inseguranças e emoções difíceis.

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Se você sente que chegou a hora de amadurecer emocionalmente sem culpa, com mais consciência, gentileza e ferramentas práticas, esse episódio foi feito para você.

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Participantes neste episódio1
A

Alana Nijá

HostPsicóloga
Assuntos4
  • Superação da instabilidade emocionalDiferença entre crescer e amadurecer · Padrões que mantêm presos em ciclos de sofrimento · Dificuldade em lidar com frustração, limites e conflitos · Inseguranças e emoções difíceis · Falta de educação emocional · Cultura de imediatismo e busca por prazer
  • Maturidade EmocionalReconhecer emoções sem ser dominado por elas · Assumir responsabilidade pela própria vida · Estabelecer limites saudáveis · Tolerar frustrações e ter flexibilidade emocional · Rever comportamentos e refletir sobre ações · Parar de terceirizar a vida emocional para os outros · Aceitar frustrações, mal-entendidos e rejeições
  • Descompasso com a Vida RealSensação de insuficiência e inadequação · Influência da internet e redes sociais na percepção · Aceitação e autoconsciência como caminho para a mudança · Carl Rogers e o paradoxo da autoaceitação
  • Neuroplasticidade e ApegoCapacidade do cérebro de mudar · Mudança de comportamentos e padrões relacionais · Amadurecer emocionalmente sem culpa
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Alana Nijá:I-O, let's go! I-O, let's go! E aí, minha gente, sejam muito bem-vindos ao Psicologia na Prática. Eu sou Alana Nijar, sou psicóloga especialista em terapia cognitivo-comportamental, mestre em ciências do desenvolvimento humano, e eu tô aqui todas as terças-feiras com um novo conteúdo para te ajudar a construir uma vida mais leve, com mais inteligência emocional. E o episódio de hoje é muito especial para mim, talvez um dos mais especiais que eu já gravei aqui nesse podcast, porque de hoje, porque hoje eu quero abrir o meu coração para conversar sobre um projeto que nasceu de muitos anos de escuta, de consultório, de estudo, de observação, também da minha própria jornada pessoal. Hoje eu quero conversar com vocês sobre maturidade emocional, ou melhor, a gente vai falar sobre como se tornar um adulto emocionalmente saudável, um tema que eu já falei aqui até em outros episódios. E esse tema, esse nome, né, como se tornar um adulto emocionalmente saudável, é também o nome do meu novo livro que vai ser lançado agora em agosto. E ontem abriu oficialmente a pré-venda dele. E assim, eu tô muito feliz, ainda parece surreal falar isso em voz alta, porque esse livro, ele não nasceu da ideia de só escrever mais um livro de psicologia. Eu sei que existem muitos bons livros, inclusive essa editora que me convidou para escrever esse livro é uma editora que eu assim leio muitos livros nessa área. De saúde mental, de psicologia, de autoajuda. E eu lancei o meu primeiro livro, que vocês conhecem, sempre falo aqui, do Psicologia na Prática, um guia interativo para uma vida mais leve. Foi meu primeiro livro com a Editora Quatro Ventos. E eu, depois desse livro ter se tornado um best-seller, e ainda é um manual assim que eu recomendo muito, e ele é um livro que aborda um pouco de tudo que eu acho que as pessoas precisam saber sobre as suas emoções, sobre si mesmos. Então ele é um guia mais geral. E aí eu comecei a receber contato de novas editoras, de outras editoras querendo fazer um novo projeto comigo. Nesse meio tempo, até lancei um outro projeto que eu falei pra vocês aqui, que é o livro que eu escrevi junto com um outro autor, com o Davi Lago. A gente falou sobre o cansaço. Esse livro chama "Cansado de Estar Cansado". Mas esses últimos 2 anos eu já vinha trabalhando nos bastidores com esse livro que eu acredito que vai ser assim o meu maior projeto até então. Ele nasceu de uma inquietação muito profunda que eu tenho há anos observando as pessoas, atendendo pacientes, ouvindo histórias aqui no podcast, no Instagram, lendo mensagens nas redes sociais, vivendo a vida real. A sensação de que muita gente cresceu, né, envelheceu, mas não amadureceu emocionalmente. Pessoas que estão aí trabalhando, né, elas funcionam na vida, trabalham, pagam os boletos, elas, muitas delas cuidam da casa, às vezes tem até filhos, carreira, até responsabilidades enormes, mas internamente ainda se sentem perdidas, são impulsivas, inseguras, emocionalmente desorganizadas. Adultos que ainda não sabem lidar com frustrações, que não conseguem ouvir um não, que vivem tentando controlar tudo. Que fogem de conflitos, que explodem emocionalmente com frequência, que se sabotam, que acabam dependendo muito dos outros para validação, que ficam repetindo padrões relacionais que são dolorosos, né? Muitos adultos que têm dificuldade de sustentar compromissos, de sustentar vínculos, responsabilidades. E talvez enquanto eu tô falando tudo isso você esteja pensando: meu Deus, "Eu me identifiquei com um ou vários desses sintomas." Mas eu quero te dizer uma coisa muito importante logo no começo desse episódio: isso não faz de você uma pessoa fraca, defeituosa, incapaz. Na verdade, essa é uma das principais mensagens do meu livro, é que a imaturidade emocional não é uma falha de caráter, nem uma sentença pro resto da vida. Muitas vezes ela é consequência da forma como a gente foi criado, das dores que a gente viveu, da falta de educação emocional. Dos ambientes em que a gente cresceu e das estratégias que a gente aprendeu para sobreviver emocionalmente. E eu acredito muito que a gente não precisa de mais culpa, a gente precisa de consciência, a gente precisa de direção, de ferramentas, a gente precisa entender a nós mesmos, nós precisamos amadurecer emocionalmente, mas com gentileza e não através de mais autocrítica. E tem uma frase que abre o meu livro e que resume muito do que eu quero comunicar nele, que é: Crescer nem sempre significa amadurecer, porque o tempo passa pra todo mundo, né? Mas amadurecer é uma escolha. Você pode ter 20, 30, 40, 50 anos e ainda agir emocionalmente como uma criança em muitas situações. E eu falo isso sem julgamento, tá bom? Porque todos nós temos áreas emocionais que ainda precisam de amadurecimento. Todo mundo. É muito fácil parecer equilibrado emocionalmente, maduro, quando tudo na nossa vida vai bem. Quando as coisas elas estão ali sob o nosso controle, quando ninguém nos contraria, quando a gente está sendo amado, validado, reconhecido. Mas é nos momentos difíceis que a maturidade aparece. É quando você recebe uma crítica, é quando alguém te decepciona, é quando um relacionamento termina, quando você sente inveja, quando você é rejeitado, quando as coisas não estão saindo do jeito que a gente quer. E aí a gente precisa muitas vezes sustentar um desconforto sem fugir dele. Aí é difícil. A gente descobre muitas vezes o quanto a gente ainda precisa amadurecer, né? Ou então talvez você descubra que você amadureceu e agora consegue lidar com muitas dessas coisas de uma forma diferente do que fazia antes. Porque a maturidade emocional não é sobre a gente não sentir emoções difíceis, é sobre a gente conseguir lidar com essas emoções sem a gente destruir a si mesmo no processo, sem destruir as outras pessoas ou a nossa própria vida. E eu acho que uma das grandes crises da nossa geração é justamente essa. A gente não foi incentivado a lidar com desconforto, a gente foi incentivado a buscar prazer, a tudo muito rápido, tudo na mão, a gente ter validação constante, a gente tá sempre buscando um bom desempenho. A gente não foi ensinado a lidar com frustração, com desconforto, com espera, né? As gerações passadas tiveram que lidar com isso muito mais, e eles lidaram com muita dor, com muito desconforto. E hoje a gente vive numa cultura de imediatismo, tudo é rápido, tudo é instantâneo, tudo precisa gerar dopamina, tudo precisa ser confortável. Só que amadurecer, gente, não é confortável não, tá? Emocionalmente exige exatamente o contrário, exige que a gente tenha constância, que a gente tenha consciência que a gente tenha responsabilidade, que a gente tenha tolerância ao desconforto. E eu acredito que muita gente tá emocionalmente cansada porque vive tentando fugir de tudo aquilo que poderia fazer essa pessoa crescer. Então, dito tudo isso, vamos começar aqui falando sobre o que que é um adulto emocionalmente saudável. Esse que é o tema central desse meu livro, que começou a pré-venda ontem, e que nesse episódio mesmo você vai poder adquirir o seu livro na pré-venda, tá? Mas deixa a gente continuar conversando aqui, eu vou te falar também até o final desse episódio os bônus exclusivos que quem fizer parte agora da pré-venda, reservar o seu exemplar já na pré-venda, vai ganhar, vai garantir esses bônus maravilhosos. Então, voltando aqui, vamos falar sobre o que que é ser um adulto emocionalmente saudável, tá? O que que é, afinal de contas? Que bicho é esse, né? E eu gosto muito de responder isso porque eu faço questão de deixar claro que uma pessoa emocionalmente saudável não é uma pessoa perfeita, uma pessoa fada sensata que nunca erra, que nunca se irrita, que não sente medo, que não chora, que nunca se desorganiza emocionalmente. Óbvio que não. Um adulto emocionalmente saudável é alguém que consegue reconhecer as suas próprias emoções sem ser dominado por elas. Vai anotando aí, vê se você faz o checklist, que inclusive tem um teste lá dentro do livro, tá? Depois eu vou contar para vocês sobre. Mas então, tal, conseguir reconhecer suas emoções sem ser dominado por elas. Assumir responsabilidade pela própria vida, né, e não ficar cuidando da vida dos outros mais do que da sua própria. Saber estabelecer limites saudáveis, tolerar frustrações, ter flexibilidade emocional, né, ou seja, conseguir sentir as suas emoções e conseguir lidar com elas mesmo quando são desconfortáveis, como eu falei aqui. Conseguir rever comportamentos, né, ou seja, refletir sobre as suas próprias ações, sobre como essas ações refletem nas outras pessoas. E aí eu consigo, a partir dessa autoreflexão, planejar mudanças, né, não viver culpando o mundo por tudo. Isso envolve autorresponsabilidade, entender que amadurecer é um processo contínuo. E são alguns pilares, digamos assim, de um adulto saudável. Eu diria que maturidade emocional é quando você começa a parar de terceirizar a tua vida emocional para os outros, quando você começa a entender que o outro ele pode até te afetar, mas ele não pode e não é o responsável por regular tudo que você sente. E isso muda absolutamente tudo, porque enquanto a gente vive esperando que os outros mudem primeiro, que os outros nos validem primeiro, que os outros nos entendam perfeitamente, que nunca nos decepcionem, a gente permanece emocionalmente infantilizado. Então amadurecer é você aceitar que às vezes você vai se frustrar. Que às vezes você vai ser mal interpretado, que às vezes você vai ser rejeitado, muitas vezes você vai errar e muitas vezes você vai precisar recomeçar. Você vai precisar fazer coisas difíceis, mesmo sem vontade, e ainda assim continuar caminhando. E uma das partes do livro que eu mais gostei de escrever foi sobre o conflito entre quem nós queremos ser e quem nós somos, nosso eu ideal e nosso eu real, porque eu vejo isso o tempo inteiro. Nas pessoas ao meu redor, no consultório, pessoas incríveis vivendo com a sensação constante de insuficiência, de inadequação, como se elas estivessem sempre atrasadas na vida, sempre devendo alguma coisa para si mesmas, sempre insuficientes. E muito disso acontece porque elas vivem tentando alcançar uma versão idealizada delas mesmas. O adulto que eu deveria ser, a mãe que eu deveria ser, a profissional que eu deveria ser, o corpo que eu deveria ter. A maturidade que eu deveria já ter alcançado. E esses deverias, eles vão adoecendo a gente silenciosamente, porque existe esse eu idealizado e existe o nosso eu real. O eu real, ele é humano, ele é limitado, cansado às vezes, inseguro outras vezes, porque a gente está em processo, a gente está aprendendo, a gente está tentando. Só que muito da nossa cultura atual, né, isso influenciado pela internet, pelas redes sociais, a gente começa a ter ali uma uma percepção, uma impressão de que todo mundo parece extremamente resolvido emocionalmente, menos a gente. Todo mundo parece produtivo, maduro, seguro, bem resolvido. E aí a gente começa a sentir, se sentir errado por ainda tá lutando com essas questões internamente. Mas a maturidade emocional não é virar uma versão perfeita de si mesmo. Vou reforçar essa ideia aqui: a gente precisa, na verdade, aprender a se relacionar com a gente mesmo com mais honestidade, com mais gentileza. Tem uma frase do Carl Rogers, que é um psicólogo humanista muito conhecido assim pelas suas teorias, e eu cito no livro essa frase que ele fala o seguinte: o curioso paradoxo é que ao me aceitar como eu sou, aí eu posso mudar. Isso é muito profundo, porque a transformação verdadeira, o processo de maturidade verdadeiramente, não vai nascer de um ódio contra si mesmo, mas sim de uma consciência de olhar para mim, olhar para minha vida e falar: realmente, tem muita coisa para amadurecer, independente da minha idade, e eu vou fazer esse trabalho, eu vou focar naquilo que tá no meu controle. E então o livro fala muito sobre essas questões, aprofunda em tudo isso que eu tô trazendo para vocês. E eu acho que uma das maiores motivações para eu escrever esse livro foi perceber essa exaustão emocional das pessoas, sabe? Muitas pessoas ansiosas, desconectadas de si, sobrecarregadas, reativas, perdidas emocionalmente, pessoas que não sabem até hoje nomear as próprias emoções, falar sobre seus traumas, pessoas com autoestima baixa, sem saber estabelecer limites. Isso tudo eu queria trazer num livro de uma forma muito prática, muito aplicável, e eu não via de nenhum autor brasileiro, nenhum psicólogo brasileiro. Tem livros que às vezes tratam isso de uma forma muito leviana, que são escritos por emocionais que não são da área da psicologia. E muito— alguns outros livros que existem vêm de autores de fora, mas eu não achei um livro que trouxesse todas essas questões sobre maturidade emocional dessa forma. Então a gente pensou, né, nesse projeto, eu ia focar em um assunto, se eu ia focar em autoestima, em relacionamentos. E aí eu comecei a refletir, eu acredito que essa Essa causa, digamos assim, da maturidade emocional, ela é muito cara, muito necessária. E por isso eu escrevi esse livro inteiramente sobre esse assunto. Eu queria um livro que a pessoa pudesse olhar para a própria vida e pensar: tá bom, talvez eu possa amadurecer emocionalmente, talvez eu possa aprender novas formas de reagir, talvez eu não precise repetir os mesmos padrões para sempre. Porque eu acredito muito nisso, que ninguém tá condenado a permanecer emocionalmente preso no mesmo lugar para sempre. Por isso existe a neuroplasticidade neural. Nosso cérebro tem a capacidade de mudar. A gente tem a capacidade de mudar os nossos comportamentos, os padrões, as nossas relações. A gente pode mudar. E eu quis que esse livro fosse uma companhia para você nesse processo de mudança. Não um livro que fica apontando o dedo, mas que pega na tua mão e te leva nessa jornada. Inclusive, no livro eu trago várias ferramentas práticas que vocês sabem, né? Psicologia na Prática. Eu gosto desse tipo de visão. E uma delas é uma técnica de regulação emocional que eu chamo de CPNECO. Já tem até um episódio sobre essa técnica em si. Uma das coisas que eu mais aprendi na clínica é que as pessoas, elas não sabem identificar o que elas estão sentindo. Elas só estão reagindo. Elas explodem, fogem, se fecham, atacam, se sabotam, mas elas não param para entender as próprias emoções. Isso aqui deveria ser ensinado na escola, sabe? A gente não deveria passar de ano para adolescência, nem passar para a vida adulta sem aprender. E essa técnica, ela ajuda justamente nisso. Então esse CPNECO, o SE de sensação, P de pensamento, o NE de necessidade e o CO de comportamento. Então uma sigla para lembrar ali. Então o SE, a sensação, né? O SE, a gente se pergunta: o que eu estou sentindo no meu corpo? Meu corpo nesse momento? O que que eu tô pensando a partir dessa situação? O que que essa emoção que eu tô sentindo tá tentando comunicar, né? Qual é a necessidade que tá atrelada a essa emoção? E qual que é o comportamento que eu escolho ter diante disso? Então você pode escolher uma situação do teu dia a dia nessa semana que tenha te ativado emocionalmente de alguma forma negativa. E você pode separar através de sensação, pensamento, necessidade, comportamento, e você vai começar a perceber muitas coisas sobre você mesmo. Você vai começar a ter um espaço de escolher agir diferente na próxima vez. Você percebe a diferença? Maturidade emocional não é ausência da emoção negativa, mas é a capacidade de escolher diante daquela emoção. Isso, gente, muda casamentos, Isso muda relações familiares, isso muda a forma como você trabalha, como você cria seus filhos, como você toma decisões, como você lida com você mesmo, tá? Então no livro eu vou aprofundar muito sobre essas questões. E talvez você, ouvindo esse episódio, tenha percebido que tem partes suas precisando amadurecer. Uma parte talvez que tá cansada de repetir esses ciclos, de reagir sempre da mesma forma, Talvez de viver no automático, cansada de carregar dores antigas sem saber como processar essas dores. E eu quero te dizer que isso por si só já é um baita começo, porque amadurecer começa quando a gente ganha essa consciência e começa a gerar um desejo por mudar, por amadurecer. E foi exatamente pensando nisso que eu escrevi esse livro, Como Se Tornar um Adulto Emocionalmente Saudável. Eu realmente acredito que esse é o livro mais importante que eu já escrevi até hoje. Porque ele não fala sobre perfeição, mas sobre responsabilidade emocional, sobre autoconhecimento e sobre tudo isso que a gente conversou até agora. Então assim, gente, a pré-venda, como eu falei, já tá aberta. E quem garantir o livro agora na pré-venda vai receber bônus muito especiais, como eu falei ali no início do episódio. O primeiro bônus é o seguinte: eu fiquei pensando, eu sei que todo mundo que gosta de ler e compra um livro gostaria da ajuda do profissional que escreveu aquele livro, do escritor daquele livro, para processar as ideias do material. Então eu pensei aqui com muito carinho, decidi fazer um clube do livro com 4 encontros ao vivo no Zoom, onde eu vou aprofundar os temas do livro com vocês, fazer as atividades com vocês, vou trazer a perspectiva por trás das ferramentas e vou tirar dúvidas, tudo isso ao vivo no Zoom. Com 4 encontros que vão acontecer a partir do momento que você receber o seu livro, tá? Então a gente vai agendar as datas e tudo mais, e eu vou trazer o passo a passo depois de como você faz para você ter acesso a esse clube do livro, somente para quem comprou na pré-venda, tá bom? Você que comprar na pré-venda esse livro, já salva o comprovante, porque com esse comprovante de compra que você vai poder acessar depois o nosso clube do livro. E além do clube, todo mundo que comprar na pré-venda, esse aqui assim, o meu marido deu uma, sei lá, deu a louca nele ali, porque ele falou: não, a gente vai dar isso de presente. Eu falei: amor, mas vai dar certo? Porque assim, pode ser muita gente. Ele falou: vai dar certo, ele vai, a gente vai dar como Clínica Psí do Futuro, né? Se você não sabe, eu tenho uma clínica com uma equipe bem grande de psicólogas especializadas em TCC que trabalham todas essas questões que eu trago aqui no episódio e que estão preparadas para te ajudar a amadurecer emocionalmente. E a gente decidiu dar para todo mundo que comprar o livro na pré-venda uma sessão terapêutica com uma das psicólogas da minha equipe. Essa sessão vai ser uma conversa inicial ali para você ter essa oportunidade de, junto com uma profissional, perceber as questões que você precisa amadurecer, como que a terapia poderia te ajudar. E quem sabe você não decide depois disso de seguir o tratamento com essa psicóloga que te acolheu ali nessa conversa. Mas eu tenho certeza que nessa sessão terapêutica você já vai sair dali com insights e com muita coisa para colocar em prática. Então, se você quer participar do Clube do Livro, ganhar uma sessão terapêutica gratuita e garantir o seu livro, é para agora, tá? Você vai escanear esse QR code que tá aqui na tela, vai no link da descrição desse episódio se não conseguir escanear o QR code, e adquire agora o seu livro na pré-venda. Se você, se esse episódio fez sentido, te deu vontade de estudar mais sobre esse esse assunto, se você sentiu que esse tema é uma área importante da sua vida hoje, eu quero te convidar a viver essa jornada comigo. Então o link da pré-venda tá aqui na descrição. Eu espero de verdade que esse livro seja uma ferramenta para te ajudar a construir uma vida com mais consciência, com mais maturidade, sem perder a leveza. Então venham comigo! Eu tenho certeza que todos os ouvintes do Psicologia na Prática são pessoas que querem amadurecer. Então garante já o seu livro na pré-venda e vem comigo! Um beijo grande, minha gente, até o próximo episódio do Psicologia na Prática.

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