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Amar é Biologia, Não Só Sentimento - PODPEOPLE INVERSO COM DRA. ANA BEATRIZ | Ep. 030

24 de março de 20261h4min
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Você sabia que seus relacionamentos vão muito além de emoções?

Neste episódio, exploramos a ciência por trás da atração, mostrando que não existe “feromônio mágico”, mas sim um sistema complexo envolvendo microbioma, cheiro corporal e interação entre organismos vivos.

A conversa revela como o nosso corpo cria uma assinatura olfativa única, como ocorre a troca de bactérias entre pessoas e de que forma isso pode influenciar saúde, comportamento e até a qualidade dos relacionamentos.

Além disso, discutimos como fatores como comunicação, intimidade e hábitos de vida impactam diretamente esse ecossistema compartilhado.

No final, fica uma reflexão importante:

você está construindo relações que fortalecem ou prejudicam seu próprio equilíbrio?

Assuntos15
  • Comunicação Evitativa e MicrobiomaSilêncio no relacionamento · Compartilhamento de pensamentos e sentimentos · Empobrecimento do ecossistema bacteriano · Fator mais determinante
  • Qualidade de VidaSatisfação e intimidade · Comunicação construtiva · Diversidade microbiana · Risco de obesidade e inflamação
  • RelacionamentosSimbiose entre pessoas · Troca de células e bactérias · Responsabilidade mútua · Compatibilidade biológica
  • Microbioma e saúde dermatológicaBactérias na pele · Glândulas sudoríparas e sebáceas · Compostos voláteis · Door print · Complexo de histocompatibilidade
  • Sexoma e Transferência MicrobianaTroca de DNA bacteriano durante relações sexuais · Detecção mesmo com preservativo · Aplicações forenses · Casos de agressão sexual
  • Atração e feromôniosMito do feromônio · Moléculas químicas · Falta de evidências científicas · Popularização nas redes sociais · Cincronia menstrual
  • Eixo Cérebro-Intestino-MicrobiomaSinalização via nervo vago · Neurotransmissores · Serotonina · Bifidobactérias · Depressão e ansiedade
  • Uso de Antibióticos e DisbioseEliminação de bactérias benéficas · Desequilíbrio microbiano · Resistência antibiótica · Efeitos duradouros · Recuperação lenta
  • Segurança e SaúdeAlimentos ricos em fibras · Prebióticos · Probióticos · Alimentos fermentados · Frutas vermelhas e antioxidantes
  • Tecnologia Forense e DNA BacterianoAplicação em investigações criminais · Detecção de contato sexual · Complementação de análises tradicionais · Casos de estupro
  • Resistência AntimicrobianaAsma na infância · Alergias · Obesidade infantil · Riscos metabólicos · Diabetes tipo 2
  • Convergência de Microbioma em CasaisAlinhamento de microbiota ao longo do tempo · Efeito da convivência · Mudanças microbianas progressivas
  • Probióticos e Complementação MicrobianaIogurte e alimentos fermentados · Suplementos de farmácia · Viabilidade de bactérias · Redução de ansiedade
  • Exercício Físico e MicrobiomaMovimento corporal · Diversidade microbiana · Caminhada e bicicleta · Efeitos na saúde intestinal
  • Viés Cognitivo e Ilusão EstatísticaTendência do cérebro acreditar no desejado · Histórias bem contadas · Problemas metodológicos em estudos · Falta de replicação
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Mamãe e papai que estão ouvindo aí o seu podcast. A promoção Gotinhas Johnson's Baby chegou. Compre 50 reais em produtos participantes e ganhe a sua pelúcia surpresa. São seis gotinhas fofas pra chuchu. Consulte o regulamento em www.promo.johnsonsbaby.com.br. Rotina puxada, né? No meio de tantos compromissos, também é preciso se comprometer com você.

Quando a gente se relaciona com alguém, você está se relacionando com todas as células daquela pessoa e todas as bactérias que aquela pessoa tem. Boas e ruins, né?

tem uma tendência a querer acreditar naquilo que ele quer. Pessoas que evitam compartilhar pensamentos, sentimentos, têm um ecossistema empobrecido. Se você tem um relacionamento que ele não comporta você compartilhar pensamentos e sentimentos, você está empobrecendo o seu microbioma. Pessoa engravidou usando banheiro público, não existe essa possibilidade. Você pode no máximo pegar alguma coisa de pele, se o troço estiver muito ruim.

Engravidar ou pegar uma doença sexualmente transmissível? Não. Engravidou em outro lugar. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do Pod Beeple Inverso. Aqui, você já sabe, Gabriel vira entrevistador, Bia vira entrevistada, mas tudo pode acontecer. A gente vai trocando ideias, o Gabriel traz estudos científicos, porque vocês sabem, o Gabriel é nerd.

o que a gente acha coerente, o que não é coerente, reafirmando coisas novas, desfazendo mitos antigos, e tudo pode acontecer. Tudo bom, meu querido? Tudo bom. Tudo ótimo. Me lembrou até essa foto, veja hoje, no Globo Repórter. Veja hoje no Globo Repórter. De tão bom que ficou. E, pois é, hoje o tema é um pouco difícil, digamos assim, porque quebra alguns estigmas e paradigmas antigos, né? Até o próprio estúdio de 78,

72, 71 coisa eu trouxe aqui. E sobre relacionamento. Além disso, é sobre relacionamento. Sobre a química dos relacionamentos. E como você pode ter desculpas pra não dar certo. Mentira, não é isso. E como a gente pode ter, como é que eu vou dizer, conexões mais profundas do que a gente imagina. Então, se você tá aqui, não clica no outro vídeo, clica no Fzinho aí pra deixar a tela maior e vamos com a gente nessa jornada.

Vamos lá. O que nós temos aí? Primeira coisa, vamos lá. Desde 71... 1971, né? Década de 70 do século passado. Do século XX, né? Olha que doutora. Ou seja, um estudo do século XX da Martha McClintock. McClintock. É isso mesmo? McClintock. O inverso faz a gente entender isso. Que sugeriu que mulheres conviviam persas que organizavam seus ciclos menstruais, supostamente através de sinais químicos.

esse conceito, o de sincronia menstrual, tornou-se um pilar da crença nos fenômenos humanos. Olha que interessante, né? Porque isso era uma coisa, por exemplo, em 1990, ainda era uma coisa, não, todas as mulheres que convivem acabam menstruando na mesma época. Isso era uma coisa... E nunca teve uma explicação, né? É interessante que ali começa, nessa pesquisa que você fez, por década a ciência popular ofereceu uma explicação

elegante para a atração instantânea e a misteriosa sincronia entre pessoas. Aí se falava dos ferormônios. Sim. Que eram essas moléculas químicas que seriam mensageiras silenciosas ditando nossas conexões e paixões. Eu me lembro que a gente brincava muito, né? Se tinha algum colega de turma que atraía a mulherada toda, a gente falava, esse cara tem ferormônio. Se tinha alguma colega que também atraía muitos homens e tudo, falava, esse fulano tem ferormônio.

uma brincadeira que a gente fazia na faculdade quando alguma amiga era muito assim, né, que tinha esse poder de sedução maior, a gente falava, gente, vamos nos esfregar aqui um pouquinho no braço de fulano pra pegar o ferormônio. Então, é interessante. Vai que passa pra mim, eu lembrava disso. Vai que passa, né, o ferormônio, tipo assim, o que aquela pessoa tem que todo mundo se atrai, todo mundo, né, mas a gente tá vendo que

não corresponde à realidade. Não é bem assim. E sabe o que ajudou a popularizar isso também? As redes sociais, porque toda semana, pelo menos umas três, quatro páginas postam que o seu cheiro é especial e atrai a sua alma perfeita, o seu parceiro ideal através dos ferormônios. Eu falo, caramba. Talvez o que eu estou vendo aí, que está se abrindo, vai ter outra explicação, mas não o tal do ferormônio, porque o ferormônio se atribuía a moléculas químicas, exatamente,

Exatamente isso. Seria uma molécula química que seria mensageira silenciosa. Quer dizer, sairia aquela molécula química como se fosse uma única molécula que atrairia o outro. Mas a coisa não se mostrou bem assim, não. Vamos lá. Quando a gente falava sobre isso, todo mundo ficava... Igual o que você contou, né? Todo mundo ficava animado. Ah, o cheiro, não sei o quê. Não, vamos fazer um perfume com ferro-hormônio de fulano.

suor, né? Exatamente. Mas, segundo a Neurobiology of Chemical Communication. Neurobiology of Chemical Communication. Neurobiologia da química, da comunicação. NCBI. NCBA. É, que já é a abreviação. Neurobiology of Chemical Communication. Já é a abreviação disso.

Tecnologia. E a X, como é que era? Ishitachi. Ishitachi. Abre aspas. Até o momento, nenhum composto químico que satisfaça os critérios de um feromônio foi identificado em humanos. Ou seja, aí a gente já vê que... O tal do feromônio, apesar de, como diz ali, apesar de ser muito popular, todo mundo falava feromônio, teoria dos feromônios enfrenta um obstáculo significativo. Falta de evidências robustas. Então, assim, comunidades

científica permanece cética. A gente não tem como falar que existe essa ligação entre seres humanos por conta de uma molécula que provocaria uma alteração química no outro e que provocaria essa interação. Agora eu te pergunto, como psiquiatra e conhecedora de pessoas e relacionamentos, até onde a ciência pode estar certa

Até onde pode ser, assim, né? Como que eu vou dizer? Meus pensamentos intrusivos falando que tem um cheiro, sim, tem alguma coisa que atrai. Mas o ferormônio, ele passa como se fosse, assim, uma molécula que seria exalada por alguém e provocaria essa atração, né? Mas, na realidade, a gente não tem como provar que isso ocorra, né? Então, eu diria que existe uma combinação de coisas

a gente se atrair, ou... E a gente acaba dando esse nome, né? E a gente dá esse nome, porque eu acho que era muito essa coisa do nome, né? A gente brincava mesmo, ferormônio. Se isso fosse tão verdade, o ferormônio fosse uma molécula química, todo mundo, a indústria já teria produzido essa tal molécula, e todo mundo sairia botando a molécula. A química do amor. Não sei se do amor, mas da atração, da interação, com certeza. Para e pensa.

Se fosse tão fácil. Se fosse tão fácil. Então, eu aí concordo com a ciência. Quer dizer, aí você vê que tem revisões de estudos sobre ferohormônios e aqueles que poderiam indicar que existe, existem muitas falhas metodológicas e problemas estatísticos e a não replicação dos resultados. Se você não tem replicação, o estudo científico tem que ser robusto,

quando ele tem métodos muito claros, a metodologia é muito clara, a estatística é muito clara e é replicável, porque aquele resultado se replica em outros grupos de estudo. Então, uma revisão na base de dados do PubMed revelou que de 16 artigos sobre sincronia menstrual, a sincronia seria essa molécula que ia afinando e alinhando todo mundo, todas as mulheres na questão menstrual.

prova, teoricamente, mais visível quando se falava disso. Dos ciclos se alinharem, né? Dos ciclos se alinharem, pra pensar no ferormônio. Então, de 16, artigo 11, quer dizer, 70% eram críticas e refutações, então... Ou seja, se a gente pegar algo muito superficial, a gente acaba achando que, nossa, caramba, tem mais de 11 artigos sobre tal assunto, mas na hora que você vai ver... Não, tem 16, aí 11 já estão dizendo que

não tá muito legal. Não, mas eu falo assim, a pessoa que tá de fora... Ah, 16! Nossa, então isso deve... Mas não leu o artigo e nem viu qual é a metodologia. 16, 11 é só criticando. Não, é de 11, exatamente. Agora eu te pergunto, né, quando a gente vai pra essa sincronia... Mestrual, né, que era a coisa mais indicativo que poderia usar. Até falava, né, quando o homem, né, o pai, o filho, assim, ficava na

casa que tinha muita mulher falava, nossa, quando o ciclo se alinhar, aí é bom ir jogar um futebol, é bom sair de casa. Qual é o fundamento disso? Não tinha, né? Aí o estudo traz pra gente, olha lá, três partes, né? Que são, teriam, sei, três critérios. Não, e mostra que é uma ilusão estatística muito mais do que um fenômeno biológico. Isso eu acho interessante, porque assim, o cérebro humano, ele tem uma tendência a querer acreditar naquilo que ele quer. É meio que criar sentido pras coisas? Exatamente. Por quê?

É uma tendência. Por isso que mentiras muito bem contadas ou com cenários bonitos viram quase verdade ou então são muito mais simpáticas do que a verdade. Falar nisso não está na pauta, mas teve um caso daquela moça que ficou no aeroporto que falaram que ela tomou um golpe do Brad Pitt e tudo e viralizou na rede social, mas ela falou que não era nada disso, era uma brincadeira com o filho dela e o negócio reverberou na rede social

como se ela fosse... Como eu vou dizer? Eu não fiquei sabendo. Depois teve esse esclarecimento... Teve, tadinha. Teve até a polícia, né? Envolvido, depoimento. Teve, teve tudo. Por procurar quem que era o estelionatário, porque a internet criou todo um burburinho de uma história. Aquilo é uma história muito bem contada e tudo. E ela falou, não, foi só uma brincadeira que eu estava com o meu filho no carro falando isso. Mas, assim, ela conta que foi uma...

Foi algo tão viral que ela estava desesperada. Ela falou, acabou a minha vida, porque as pessoas mandam mensagem para mim e ligam.

pra mim, falando que eu sou idiota, que eu sou isso, que eu sou aquilo. Não, mas a questão é que ela foi pro aeroporto esperar, ficou lá no aeroporto. Então, se ela topou fazer essa brincadeirinha com o filho, tá na hora de arcar com as consequências. Mas aí tem que estar até onde a internet, por exemplo, criou toda essa narrativa em volta disso, do golpe, dessas verdades. O que eu vi foi, a não ser que seja uma montagem com o filho.

Como se ela estivesse sendo interrogada, ela tá no aeroporto, foi interrogada por um policial, então pode ser o filho.

que falava assim, a senhora, ele lhe pediu algum dinheiro? Não, não pediu. Então tem que ver também, agora já tô assustada, porque se isso foi montado pela mãe e esse filho, eles adoram também fazer um teatro. Então tá na hora de fazer o teatro no teatro, porque... Foi um... Porque então ele se passou como policial, fazendo inquérito. Mas então, olha pra você ver. Aí, se a gente pega o vídeo original, falou isso. Mas pra internet, o Brad Pitt já tá... O rapaz se passando pelo Brad Pitt, ele deu um golpe nela,

roubado não sei quantas coisas, né? Não, sim, por quê? Mas eu entendo isso, porque é um golpe muito comum. O golpista do Tinder, a gente tem séries, né? Golpista do Tinder, a gente tem séries, então as pessoas, acho que ficaram, como é que você cai nessa agora? Tô mais espantada de achar que o filho e ela fizeram isso, então ela tem talento pra atriz. Não, mas é porque, ó, eu entendo esse lado, mas é porque, tipo assim, como é que eu vou dizer?

É igual aquele negócio que a gente manda em grupo de WhatsApp. Sim, sim. Só que aí caiu na rede,

viralizou, tipo, muito forte. É, isso que eu tô dizendo. Talvez essa coisa da sincronia, né, menstrual, talvez fosse algo que as pessoas quisessem explicar, que as mulheres ficam mais alteradas na TPM, e aí todas juntas alteram mais. Aí um foi falando pro outro e foi indo, ninguém refutou e ficou nisso. Você vê, algum homem disse pra você, olha, se tiver muita mulher junta, quando alinhar, né, quando sincronizar a menstruação, tira o menino de lá. É, sai fora. Então, assim, você vê que isso não foi restrito...

a um comentário entre mulheres. Foi também uma coisa que vazou. Então, o que se mostrou é que é um fenômeno, uma ilusão estatística. Muito mais do que um fenômeno biológico. Agora, voltando para aquela pergunta, por que a gente cria essas histórias? Por que a gente tem essa necessidade de criar sentido? Eu acho que o cérebro precisa de segurança. Precisa de coisas que, para ele, caibam na explicação ou que ele deseja que sejam verdade. Por isso que é tão fácil enganar as pessoas.

porque as pessoas querem acreditar naquilo que elas acham que é bom, ou que elas querem que ocorra, do que o que é desconhecido e pode trazer novos desafios. Eu acho que é uma tendência humana. Caramba! Com certeza. Então, voltando para o estudo, quando a gente fala dessa parte que eles começaram a desvendar, essa questão dos feromônios, essa alinhação entre os ciclos, eles pegaram a parte de matemática,

parte do fator ter sempre ignorado. É muito interessante, né? Primeiro foi pra estatística. Então, o ciclo de 28 dias é um ciclo pequeno, o ciclo menstrual, né? Então, a diferença máxima entre os inícios é de 14 dias. A média é de 7. Então, metade das vezes, por acaso, mulheres vão menstruar. Muito próximo. Porque se fosse um ciclo de um ano, era mais difícil. Mas 28 dias... É bem rápido. Acaba que vai um

Exatamente. Então, não é uma coisa tão assim. Tem mulheres que menstruam com 25, 26, a outra com 30. Então, a média ali vai chegar uma hora que vai estar realmente parecido. Então, foi o que eles falaram, de uma ilusão estatística. Teve um fato também, numa pesquisa, que notou que em sociedades pré-industriais, a gravidez e a lactação ocupavam a maior parte da vida produtiva.

pela vida reprodutiva na mulher, ela nem estava menstruando. Caramba. E não levou isso em consideração para fazer o... Na sociedade pré-industrial, a maior parte das mulheres permanecia grávida, emendava uma gravidez na outra, então não havia nem esse fator de sincronicidade, porque não tinha como. Não dava tempo, né? É, não tinha pílula, né? Vamos lembrar aqui. E aí tem as falhas metodológicas também.

que tiraram qualquer tipo de significância estatística real. Então, infelizmente, não é uma verdade, apesar de a gente achar, tipo, ah, vamos ficar todo mundo menstruando junto. Aí vamos lá. Já que, né, vamos dizer assim... Então, a tal da molécula... É uma mentira? Uma única molécula, né? O que seria a verdade, né? É, o que eles fizeram aí, né? A verdadeira origem da nossa assinatura olfativa. O que seria esse ferormônio?

O ferormônio só tem que ser assinatura olfativa. Você pode chamar de assinatura olfativa. E o que eu achei interessante, o que eles viram? Que a realidade é muito mais complexa que o ferormônio. Nosso cheiro corporal único não vem de uma única molécula, porque o ferormônio tem uma molécula que faz isso, mas de um ecossistema inteiro. Nosso microbioma cutâneo. Nós temos milhares, milhares ou mais do que isso, de bactérias na pele. E a pele,

é, digamos assim, um órgão bem grande, de extensão bem grande. É o maior, não é? Porque toda a pele, né? Eu acho que, se não é o maior, acho que sim, é o maior. É, maior de estrutura, né? Matéria-prima, vamos lá, a matéria-prima está ali. Então, você tem glândulas na pele que secretam o óleo, que é a glândula sebácea, e suor, que são as glândulas sudoríparas. Isso o tempo todo.

Por que a gente soa? Está na nossa estrutura. Até para equilibrar a temperatura. O suor está muito relativo. No frio você soa pouco. E no verão você soa muito. Como se fosse um regulador de temperatura. E as glândulas sebáceas. Produzem o óleo. Feito uma lubrificação. E o suor. E as sudoríparas. O suor. Isso gera em geral.

cheiros são substâncias inodoras, sem cheiro. Entendi. Então, aí vamos lá. Como é que funciona? A fábrica microbiota. Bilhões de bactérias vivem na nossa pele, metabolizam esses compostos. Produto do suor, produto desse óleo. E aí sim, você tem um produto final. Esse processo de ação das bactérias sobre o suor e sobre o óleo, esse processo cria uma mistura única de aços,

graxos voláteis. Então, essa mistura é a nossa impressão digital olfativa, ou odor print. Caramba! É como se fosse a nossa... Então você pode falar assinatura olfativa, impressão digital olfativa. Não, não. Odor print. Odor print. Quando eu perguntei a questão do suor e tudo, como tem pessoas que... Na verdade, não pessoas, né? No calor a gente sua mais.

Do que no frio. Seria a melhor estação, como eu vou dizer, para se namorar, para conhecer alguém, já que você produz mais? Depende, né? Depende porque, assim, qual é a sua assinatura digital olfativa? Porque a partir do óleo e do suor, né? As tuas bactérias que vivem na tua pele produzem ácido graxos voláteis. Isso. Que podem ser bons ou ruins.

Ah, então se for ruim e você estiver no calor, você vai estar produzindo muito que é ruim e vai afastar mais. Agora, se for bom, você está produzindo bastante do bom. Isso é uma assinatura. Não tem como dizer. Porque eles por si só, o suor e o óleo por si só, são inodoros. Entendi. Não tem cheiro. E a gente pode mudar essa assinatura? Olha que interessante. Essa assinatura... Não, volta ali. Está ligada ao nosso complexo principal de histocompatibilidade. Um conjunto de genes do sistema imune.

Então, acho pouco provável que a gente mude. Pode até, dependendo do que for, você pode melhorar ou não, mas você tem uma assinatura que está ligada a um conjunto de genes. A teoria sugere que somos atraídas por odores de parceiros com histocompatibilidade, que é a MHC, diferente do nosso, o que garantiriam filhos com um sistema imune mais robusto e diversificado. Caramba, olha como é que o organismo é, né?

Não é aquilo que atrai, é aquilo que, pelo contrário, atrai o contrário. Porque quanto mais diverso a gente tem uma genética mais... Como é que eu vou dizer? Mais diversificada, muito provavelmente você torna o sistema imune mais forte. Mais completo, né? Ou seja, aquilo que... A miscigenação que a gente viu aí naquele coisa que hoje o estudo da Mayanna Zatz

na longevidade, também a gente pode até inferir que quanto mais diverso o nosso sistema imune, mais forte ele é. Que legal. Interessante, né? Sim. Então, aquele, vamos dizer assim, aquela cantada que peças iguais não completam o quebra-cabeça, faz sentido agora, né? Porque tem que ser diferente. Faz sentido. E veja bem, por exemplo, como é que a gente... Você já notou que a gente usa um perfume depois de um tempo?

sente mais o perfume. Não. E você atrai por um outro que chega usando um perfume que a gente fala, nossa, esse perfume é bom. Dependendo do outro, você se sente do elevador. Exatamente. Depende do perfume. Mas vamos supor que você goste de outro perfume. Você... Porque é diferente. Está fora do teu padrão. Então, olha que interessante. Esse complexo principal de isto compatibilidade. Faz sentido. Então, o que é produzido, que é a sua assinatura,

digital odor print, são os ácidos graxos produzidos a partir da interação com as bactérias que estão na sua pele. Agora, saindo um pouco dessa parte do estudo, vamos dizer assim, da sua experiência, quando você via casais, você via que eles tinham aquele amor à primeira vista e isso ajudava ou não? Pode ser que sim. Tem gente que tem,

essa coisa de gostar do cheiro do outro e não é um perfume. E não é um perfume. E o outro não sente que cheiro é esse, porque ele é muito familiar. Mas isso não é uma molécula como queriam provar que tinha o ferormônio. Isso depende... É toda uma construção que o seu próprio corpo faz. Exatamente. Depende da quantidade de suor, da quantidade de óleo que as suas glândulas sebáceas colocam e da população de bactéria que você tem para produzir

esses ácidos graxos que sim, são voláteis. Odor print. Ele gostou. Agora vai ser um tal minha odor print. Minha odor print. Minha odor print hoje tá boa. Agora, quando a gente vai pra parte do sexoma, o que seria isso? Olha que interessante, né? Sexoma. Porque tem o bioma e tem o sexoma. Então, durante a relação sexual, nós não tocamos só fluidos, não é?

só a secreção vaginal feminina, não é só a secreção da ejaculação masculina e todas as outras secreções que tem também, mas o que está se provando é que existem ecossistemas microbianos inteiros. Então, pesquisadores botaram esse nome de sexoma. Todas as população microbiana que existe de um lado e de outro. Aí tem dois estudos, olha que interessante.

Um estudo australiano, que pegou 12 casais heterossexuais monogâmicos. Isso era importante para poder provar. Vai que o amigo lá... Pegou uma bactéria de outro lugar. Foram coletadas antes e depois do sexo. Resultado, após a relação, foram encontradas assinaturas de DNA bacteriano da mulher no homem e do homem na mulher. Essa transferência foi descrita como um vestígio,

ou transferência forense. Por que forense? É super importante, porque quando você quer fazer um estudo, se teve estupro, o que você faz? Você vê se tem o... Esquício do sêmen, no caso. Exatamente, mas o sêmen tem lá a composição dele. Com essa amostra aí, dizendo que você troca DNA bacteriano, a população de bactérias vaginal e da...

Bacteriana peniana são totalmente diferentes. Entendi. Então você não precisa mais ter vestígios de esperma, por exemplo. Só de ter o do... Vamos supor que o cara estuprou, mas estava de camisinha. Ele passa no teste. Entendi. Agora, se houve um estupro e ele não teve ejaculação, tá? Ou ele estava com camisinha, ou não ejaculou, estava de camisinha, você pode ver que a população bacteriana daquela mulher

Diferente daquele homem. Então, a população bacteriana, se houve uma troca, mesmo sem os fluidos maiores, estava lá. É isso que se fala aqui. Fato surpreendente. A transferência microbiana foi detectada mesmo nos três casais que usaram preservativo. Principalmente da mulher para o homem. Houve. As bactérias, elas se movem, né? Entendi. A gente tem bilhões de bactérias aqui e a gente não se toca.

sempre falei, a pessoa mais inútil do mundo ainda assim está mantendo viva trilhões de bactérias no seu corpo. Está tudo interagindo. Mesmo não querendo. Então esse sexoma é exatamente isso. São esses ecossistemas microbianos de homens e de mulheres. De qualquer pessoa que se relaciona. Olha só o que eu falei. Vê aí direitinho. Uma nova ferramenta para ciência forense.

A unicidade do microbioma genital de cada indivíduo abre uma nova fronteira para investigações criminais, especialmente em casos de agressão sexual. Desafio atual, exames de doenças tradicionais, kits de estupro, buscam um sêmen para encontrar DNA no professor. Eles são ineficazes... Se o homem não ejacula ou se não usa preservativo. Então, muito estuprador, se usou camisinha ou se não ejaculou, ele não deixa de ser um estuprador, mas não se identificava pelo kit de estupro,

que hoje se usa dentro do teste da ciência forense. Só que tem que ir com a questão do sexoma. Olha lá como é que fica. Cada sexoma é único. A análise de transferência microbiana pode complementar ou até substituir a análise de DNA em certos casos. A pesquisa demonstrou que o microbiana peniano e vaginal são drasticamente diferentes.

facilitando a detecção da troca. O fato de a transferência ocorrer mesmo com preservativo sugere que marcadores microbianos podem detectar o contato sexual onde antes não era possível. Você pode não trocar secreções do tipo de não ocorrer... Mais comuns, né? É, as mais abundantes ou mais típicas do ato sexual em si,

esse locomove ali. Independente disso. Independente. Nós estamos falando de bactérias boas, tá? É, nem toda bactéria é ruim, né? Porque as pessoas acham, ah, bactérias, nós somos povoados. Eu acho que é por causa de algumas propagandas de dentistas. Porque sempre colocava bactéria lá como uma coisa ruim. Então tira as bactérias. Não sei o que. Todo mundo, né? Aquele... Tinha uns anúncios de desinfetantes de vaso sanitário. Aí o pessoal ficava, como tinha uma lenda, né? Ridículo. Ah,

engravidou usando o banheiro público. Não existe essa possibilidade. Você pode, no máximo, pegar alguma coisa de pele se o troço estiver muito ruim, mas engravidar ou pegar uma doença sexualmente transmissível, não. É difícil. Engravidou em outro lugar. Às vezes no banheiro público, mas não com o banheiro público. Não engravidou do banheiro público. Exatamente. Então, em ciência forense, trabalhamos com o conceito de que todo contato deixa vestígio.

caso do sexoma, estamos usando as comunidades bacterianas saudáveis como um meio de detectar essa transferência. Vamos lá. Tornando-se uma realidade biológica. A troca microbiana, ou seja, das minhas bactérias, do outro também, não é apenas um evento pontual. Com o tempo, casais que vivem juntos desenvolvem microbiomas mais parecidos, transformando um conceito poético de, tipo assim, tá ficando parecido, não tem? Um casal de muito tempo. Gente,

estão ficando parecidos, estão ficando com os mesmos... Ou seja, escolha bem seu parceiro, porque no futuro você vai ser literalmente parte dele, né? Não, você vai ser um... Você vai ter um microbioma, você vai ter uma população de bactérias semelhantes a ele, entendeu? Não só hábitos. Não, se ele tiver um microbioma mais negativo, digamos assim, bactérias ruins, você está lascado. Ou seja, mais um motivo

pra tomar a moxilina, os remédios certinhos, né? Porque geralmente tu só toma dois, três dias. Não, não é a moxilina. Você tá falando de... Antibiótico. Não. Antibiótico muda isso aqui tudo. O que você tá falando é pra vermes. Remédio pra vermes. Que vai... De tanto em tanto tempo. Não, eu falo porque igual a moxilina, antibiótico, geralmente o pessoal só toma quando para de doer, né? Aí fica tudo vacalhado. Ah, não. Aí vai pior ainda, né? Você toma, você acaba criando resistência,

prevalecendo... Se for tomar antibiótico, tem que tomar com indicação, tempo certo, tudo direitinho. Senão você acaba mudando o seu microbioma... E passa pro parceiro errado. E passa errado. Porque quando você faz antibiótico mal usado, mal indicado, você favorece o crescimento da população bacteriana negativa. E você mata grande parte da população bacteriana positiva. Então quando minha avó falava, seu avô tá me matando,

Não entendi. Pode ser. Se ele fosse um hipocondríaco tomando um antibiótico a toda hora, era? Então, vamos ver aí. Então, início da coabitação, né? Das pessoas, né? Convergência do microbioma ao longo do tempo. Anos de convivência. Olha só como já começa... No início, cada um tem o seu, né? Cada um tem o seu. Olha lá, o rosinho, o azul, que pode ser qualquer outra cor. Aí aqui, olha, já vão começando a mudar, né?

E, a longo prazo, fica bem parecido. Caramba, realmente fica bem parecido. Bem parecido. Então, isso é super importante, né? A qualidade do amor, saúde do ecossistema. A descoberta mais reveladora vai além de simples semelhança. A qualidade funcional de um relacionamento está diretamente correlacionada com a saúde do microbioma de cada um. Você entendeu bem isso? Não. Então, eu vou te explicar. Porque isso é uma coisa revolucionária, assim.

O que está te dizendo que a qualidade de uma relação entre duas pessoas tem muito a ver com a saúde das suas bactérias. Microbioma é esse universo bacteriano que você tem, eu tenho, Gustavo tem, Malu tem, todo mundo tem. Então, a qualidade da relação pode ser influenciada pela qualidade do seu microbioma. Entendi, mas por quê? Por isso mesmo, porque a gente viu que é a troca.

Vão indo para o organismo do outro e você vai fazendo um microbioma diferente e muito parecido, não é isso? Então, o que eles viram? Melhor qualidade de relacionamento, tá? Que põe aí o quê? Satisfação, intimidade, principalmente comunicação construtiva. Você tem uma maior diversidade microbiana. Se você tem maior diversidade microbiana boa, o que acontece? Você está associada a menores riscos de obesidade,

Ou seja, não adianta só você comer bem e ser saudável. O parceiro também tem que seguir nessa, senão ele vai te bacalhar todo. Exatamente. Por isso sua avó dizia que sua avó está me contaminando. Está me matando. Está te matando. Olha, a qualidade da interação parece modular ativamente a saúde do nosso ecossistema. E dá até a qualidade da relação. Então, uma relação de intimidade, que você tem muito mais trocas,

no sentido de ser recíproco e ter uma comunicação construtiva melhora essa troca. Acho que esse é um dos pontos mais difíceis hoje em dia, né? Ter uma comunicação construtiva. Com certeza. E por incrível que pareça, me parece que é uma das coisas que tem mais influência nessa diversidade microbiana. Entendi. Porque a gente fala muito, né? Sim. Há uma troca. Agora, eu te pergunto assim, tem estudos,

relatos que falam que o nosso estômago é o nosso segundo cérebro. Não, estômago não, intestino. Ah, o intestino. Vamos colocar o aparelho digestivo, mas o intestino. Isso seria um dos fatores tão importantes para essa questão da microbiota? Porque assim, o que acontece? A gente sabe hoje que uma microbiota boa exerce a sinalização com o cérebro, principalmente

regulando a produção de determinados neurotransmissores. Caramba, entendi. Sinalizando. E muitas dessas sinalizações ocorrem via nervo vago. Porque o nervo vago, ele sai do cérebro, ele vai longe. Ele vai bem longe. Entendi. Mas sinalização... Realmente é bem importante isso. Porque, assim, essas bactérias podem produzir, por exemplo, serotonina. Essa serotonina que eles produzem não vai subir e vai para o cérebro, não é isso. Mas vai sinalizar...

via muitas vezes o nervo vago, como é que deve estar a produção, sinalizando que tem que ser mais feito, que não tem que ser mais feito. Então tem uma influência muito grande. E o meu medo agora é aquele pessoal de academia que já é chato, agora vai fazer o parceiro ficar chato também. Não, tem que comer certinho disso, senão você está atrapalhando a minha dieta. Não, mas se não tiver intimidade, comunicação construtiva, não adianta nada.

Passa ali que eu acho que a gente vai ver isso. O custo microbiano do silêncio. O estudo também identificou um comportamento específico

com uma forte assinatura microbiana, a comunicação evitativa. Tudo aí, a questão da comunicação construtiva de uma relação melhora o microbiota. Então, você estava perguntando da questão do segundo cérebro. Quando você tem um intestino com uma boa microbiota, você produz uma opção de sinalizações que fazem o cérebro melhorar a sua produção, por exemplo, do neurotransmissão.

Não é a serotonina que é produzida. Muitas bactérias aí promovem essa produção. Mas não é a serotonina que é produzida lá que vai subir até o cérebro. Não é. Mas faz sinalizações. Muitas sinalizações são feitas via nervo vago. Que é um nervo extensíssimo. Ele comunica a parede digestivo para o cérebro. Essa comunicação é bem efetiva mesmo. Então, o custo microbiano do silêncio.

viu que pessoas que evitam compartilhar pensamentos, sentimentos, têm um ecossistema empobrecido. Ou seja, aquelas pessoas mais fechadas em relacionamento. Você vai fazendo com que o seu microbioma diminua. Então, o comportamento, a tendência de evitar compartilhar pensamentos e sentimentos, que é o holding back, que se fecha, foi o fator mais fortemente

associado à variação da composição microbiana. Então, assim, não falar... A gente nem imagina, né? Que é tão... Como é que eu vou dizer? Tão profundo, né? Tão forte isso. Então, não falar... Se você tem um relacionamento que ele não comporta você compartilhar pensamentos e sentimentos, você está empobrecendo o seu microbioma. Impressionante. Ou seja, como é importante conhecer o parceiro e escolher

para a sua vida, porque às vezes... Uma coisa que você mais vai fazer na vida é conversar. E se você não tem esse espaço de conversa sincera e respeitosa, você, além de estar fazendo mal psiquicamente, você também reforça isso, porque o teu intestino passa a ter um microbioma mais pobre, o que te faz menos sinalizador. Então, nível molecular associado a mudanças na abundância

de gêneros específicos de bactéria, como biteróides e subdoligranum. Caramba! Então, o que acontece? E a gente sabe que tem muitas bactérias, o bifidum, por exemplo, bifidum, que tem até compostos, eles ativam bastante, ajudam a diminuir a ansiedade. Então, a gente não pode mais raciocinar como se tivéssemos eu e outra pessoa. Eu, outra pessoa, o microbioma,

dela e o meu microbioma. E se ela começa a ficar mal, de alguma maneira, o meu microbioma, se eu não for atingido diretamente, e muitas vezes é, fisicamente, eu também vou começar a ser atingida. Ou seja, você é atingido fisicamente, psicamente, mentalmente, exatamente. Microbiotamente. Tudo, né? Que loucura. Que interessante, né? Sim. Então, o preço do silêncio mostrou o fator mais determinante pra...

para alterar, para diminuir a composição microbiana. E o diálogo e o compartilhar de pensamentos e sentimentos é a coisa que mais melhora. Que legal. De novo, aquilo que você fala sobre o ser humano, de compartilhar, essa necessidade de a gente compartilhar com o outro, viver com o outro, até nos nossos antepassados, até na nossa biologia tem a assinatura disso. Com certeza. Você imagina quantos homens primitivos,

mulheres primitivas conversavam. Não foi à toa que muita coisa foi passada de geração em geração pela transmissão oral. Sim. As histórias. Até ter letras, números, até ter os sumérios, por exemplo, muitas esculturas eram através de história. Exatamente. Desenhos. E muito diálogo, né? Em volta daquelas fogueiras, muita coisa era falada. O aprendizado era muito assim, né? Era. Então a troca que existia era muito grande.

Você perguntou, conexão cérebro-intestino no relacionamento. Será que quando eles tinham essas trocas na fogueira e quando eles moravam mais perto, mais junto, poderia ter uma troca de microbioma de mais de duas pessoas, será? Sim, acho que sim. Porque está todo mundo muito junto, muito perto. Acho que sim. Acho que sim. Faz sentido esse teu pensamento. Então vamos lá, intestino-cérebro, a ligação entre emoções e saúde intestinal não é à toa. Pesquisas anteriores já estabeleceram uma forte conexão

microbioma e a saúde mental, com estudos mostrando que probióticos podem reduzir escores de depressão e pensamentos ruminativos, que são os pensamentos negativos, que são os pensamentos ansiosos. Por que a gente tem esses pensamentos negativos? Porque às vezes do nada vem uns pensamentos... Olha, isso depende, é muito ligado à ansiedade. Depende da ativação desse sistema. E é interessante que probióticos já são as próprias bactérias, oleveduras,

que povoam o intestino e que são positivas. Então, um bom microbioma tem probióticos do bem, que a gente chama. Tanto que você tem probióticos, por exemplo, o bifidum bacterium. Ele diminui a ansiedade, auxilia a não desenvolver depressão, auxilia. Diminui pensamentos ruminativos.

própria bactéria. Entendi. De ação benigna. Positiva. A descoberta sobre a qualidade do relacionamento adiciona uma camada interpessoal a essa conexão. Sugere que nossas interações sociais mais íntimas, aí foi o que você falou, podem ser um fator poderoso na regulação eixo cérebro-intestino-microbioma. Influenciando tudo. Desde o humor até a função sexual. Caramba. Incrível, né?

seu parceiro não é ruim, né? É só que vocês não comunicam. Não comunicam, ou então ele tá com uma microbiota ruim, né? Pode ter tomado muito antibiótico na vida. Isso pode, pode alterar. E tem também o fato que errou ou realmente ele é ruim. Tem isso também. É, tem também. Não tem desculpa, né? Tem também. Nós estamos falando, seguindo aí essa troca química, né? Que a gente achava... Chega a ser poético, né? Olha pra você ver, juntando, quase que uma simbiose, né?

algo junto, você acha que está criando só filho, está criando bactéria também. Está criando o seu ecossistema de bactérias, microbiano, né? Então isso é super importante, muito importante mesmo. Fragilidade de um ecossistema compartilhado. Olha que interessante, né? Esse complexo sistema de atração e saúde relacional mediado por micróbios, que são as nossas bactérias, é vulnerável. Por que que é vulnerável? Uma das maiores perturbações no mundo moderno é o uso indiscriminado.

Antibióticos. O que acontece? Você tem bactérias ali super saudáveis. Você usa o antibiótico. O antibiótico não mata uma única bactéria. Mata as boas. Então, você muda totalmente o microbioma. Então, você tem redução de diversidade do seu microbioma. Você tem um desequilíbrio, porque você reduz bactérias benéficas. Ah, não te falei? Bifidobacterium. Ela é muito positiva nessa sinalização.

E os efeitos duradouros? A recuperação completa pode levar meses ou anos. Caramba! Para você restaurar esse microbiome. Olha de novo, a importância de ter uma vida saudável, né? Não se expor a riscos, digamos assim, de próprio de gripe, ou até mesmo uns... Não, e ter um sistema imunológico bom. Até conseguir desenvolver um sistema imunológico legal, né? Porque senão, cada vez que você está construindo o seu ecossistema,

vem o antibiótico que acaba com ele. Então, vai ficar numa onda. Santa Caloba, né? Santa Caloba. Que é uma planta bem legal e que melhora muito a humanidade, né? Então, efeito cascata, né? Da desbiose. Desbiose é essa alteração dessa flora bacteriana, desse ecossistema bacteriano, levando ao adoecimento. Então, a desbiose é justa. Volta ali, ó.

é justamente isso aqui. Ali você tem um ecossistema bacteriano saudável. Aqui você já está em desbiose. Está todo mundo feliz, todo colorido. Igual falam de prato colorido, é saudável, né? Até os microbiotas saudáveis são coloridinhos. Exatamente. Tem de vários. É diverso. Da mesma maneira que a gente deve diversificar a nossa alimentação, o nosso microbioma, o nosso ecossistema bacteriano, intestinal, também é diversificado. Entendi.

É bem diversificado. E que perde essa diversificação, né? Acaba sobressaindo as bactérias ruins pós-antibiótico, então. Ou seja, se a gente tem um parceiro que faz muito uso de antibiótico... Discriminadamente? O negócio tá avacalhando você também. Tá avacalhando o outro, tá se avacalhando, né? E tá predispondo o adoecimento, né? Entendi. Então, lá.

Observação do microbioma por antibióticos, especialmente na primeira infância, está associado a um risco aumentado de várias condições crônicas. Exposição a antibióticos, tá? Riscos na infância, risco aumentado de asma, alergias e obesidade infantil. Riscos metabólicos, tá? Você tem aqui o risco de metabólicos, você vai ter todos, né?

Mas isso, no caso, é quando a pessoa faz um uso de antibióticos muito alto, né? Isso, tem crianças que precisam, nascem com algum problema e isso vai aumentar o risco de asma, alergia e obesidade, tá? Aí você tem riscos metabólicos e riscos que vão alterar todo o metabolismo do organismo. E na vida adulta, influencia o acúmulo de gordura, resistência à insulina, ou seja, vai começar a predispor a diabetes.

a inflamação, fatores de risco pra diabetes tipo 2. Caramba! De novo, né? Tudo em excesso faz muito mal, né? Então é literalmente saber usar. E quando usar? Porque tem gente que usa antibiótico da própria cabeça. Aí começou a melhorar larga. Se você usou certinho, o tempo certinho, o risco e faz uma reposição de bactérias boas. E como que repõe bactéria boa? Como é que a gente consegue colocar umas bactérias boas pra dentro?

Tem. Por exemplo, o 20 bi é uma composição, porque é difícil, porque ter remédios prontos em farmácia, porque precisa de uma tecnologia muito grande, porque são bactérias que você está mudando. Entendi. O outro caso seria só com o tempo, tem que esperar. Não, ou uma alimentação boa, que favorece a reorganização desse microbioma. Caramba. De novo, olha como a nutrição,

como o alimento é importante. Não entender isso, como que as trocas são mais amplas. A gente não está falando de troca de beijo, a gente está falando de troca de beijo, a gente não está falando de troca de sexo, a gente está falando quando um ecossistema, que sou eu, me encontro com um ecossistema que é outra pessoa, a gente troca nossas bactérias. Eu estou avacalhando o seu todo, se não a gente está trocando. Se você faz certinho, é todo avacalhar. Antibiótico é um dia assim,

Eu vou trocar de parceiro aqui, Gustavo. Porque a gente fala muito, conversa muito, mas eu não tô adoecendo, não. Aquilo, né? Eu vou mudar antes que ela comece, porque aí já vai saber se preocupar. É por isso que eu tô bem, mas eu só faço... Tá vendo? Mas também tem um negócio que troca bem. Tô pegando a boa do nosso estudo. Graças a Deus. O Gustavo também tem uma boa microbiota. Ao prejudicar nosso ecossistema fundamental, que são as nossas bactérias, de maneira

podemos estar inadvertidamente afetando os próprios sistemas biológicos que sustentam nossa saúde e potencialmente a química dos nossos relacionamentos. Caramba. É o inimigo da microbioma. Exatamente. Exatamente. Agora, eu pergunto então aqui. E se a gente for pensar assim, como é que a gente pode cultivar, manter, desenvolver um microbioma mais saudável, mais sustentável?

é melhor. Vamos lá. E também melhorar o nosso relacionamento, né? Sim. Porque a gente está trocando. Então, cuidar do microbioma é um investimento na saúde e potencialmente na saúde de suas conexões. A ciência sugere passos simples e eficazes. Alimente-se com bactérias boas. Qual alimento de bactérias boas? Consuma vegetais ricos em fibras, como aspargos, alcachofra, brócolis, alho porol. A fibra é o principal

o alimento para micróbios benéficos. Caramba. Você dá o alimento. Eu acho que a única coisa que eu comi ali foi o alho no pão no churrasco. Tirando isso... Meu Deus. Eu sou um sugador de micro... É. Eu sei, então. Eu sou um sugador de microbioma dos outros. Bom dos outros. Exatamente. Porque assim, aí você está dando alimento para as suas bactérias. Agora o que a gente

viu que o antibiótico é ótimo pra saúde, que coisa boa, ainda mais pra microbioma. Microbioma é péssimo. Jogador camisa 10, né? Que mais que pode atrapalhar? Joga contra, né? Olha, tem uma coisa até que o Gustavo lembrou bem aqui, tava falando, antes da gente começar, da colonoscopia. Existe um preparo pra fazer colonoscopia. Colonoscopia é aquele exame que a gente faz pra ver se tem pólipo, pra prevenir câncer de intestino. O preparo é

Muito desagradável. O exame não, porque geralmente você está anestesiado, você está sedado. Mas o preparo é muito ruim, porque são laxantes muito fortes para você limpar o intestino, para que o mesmo aparelho que faz endoscopia no estômago entre e veja se o intestino está com algum ponto, alguma lesão que pode virar câncer. Então, é muito importante fazer esse exame. Mas, nesse preparo de laxantes muito fortes, muitas vezes você altera, muitas vezes não,

o seu ecossistema, o seu microbioma. Então, é importante, depois disso, você caprichar nas coisas que podem melhorar a sua flora intestinal. Caramba, que legal. Seu microbioma. E quando a gente está no dia a dia, como é que a gente pode fazer para manter um ecossistema bacana para as nossas bactérias queridíssimas? Vamos lá. Primeiro, alimentação. Se alimentar de boas bactérias. Entendi. Então, quais são as boas

as bactérias, né? Consuma vegetais com fibras, como aspargo, alcaxofras, brócolis, alho poró. A fibra é o principal alimento para os micróbios benéficos. Então, na realidade, quando você está investindo em vegetais ricos em fibras, você está fazendo uma coisa que a gente chama de pré-bióticos. Você está alimentando o pró-biótico. O pró-biótico é a bactéria. O pré-biótico é você alimentar

para que aquelas bactérias boas possam se renovar. Então, a nutrição é mais importante ainda do que a gente pensava, né? Bem, porque aí você tem que alimentar as boas bactérias, né? E você também pode alimentar, e aí que seriam os pré-bióticos, tá? Mas você também pode comer essas bactérias boas, que são os pró-bióticos, tá? Então, quais são os pró-bióticos? Alimentos fermentados, como iogurte,

kefir e outros probióticos contendo micróbios vivos que podem enriquecer seu ecossistema. Caramba, que legal. Hambúrguer tem alguma coisa disso? Não. Entendeu ruim. E você tem, por exemplo, coisas... Você pode mandar manipular esses probióticos. Remédios de farmácia comum são mais difíceis porque tem que ter uma tecnologia grande.

porque pode estragar, tem uma série de coisas, porque são seres vivos que estão ali. Um que é muito bom, eu acho que é o Vintibi. O Vintibi tem bons. Agora, existem até probióticos hoje que são passados até para pessoas diminuírem a ansiedade, para ter uma flora mais favorável à redução de ansiedade. Mas nunca é um tratamento isolado, porque senão tem gente que vai largar o tratamento da ansiedade,

e vai achar que botando bactérias boas vai resolver depressão e pensamentos negativos. Não é assim, mas ajuda. Mas dá uma ajudada. Quando você faz tudo junto, nós somos um ecossistema. Quando você interfere positivamente nesse ecossistema, como, por exemplo, dando alimento às boas bactérias, dando boas bactérias, investindo em antioxidantes, que você pode, de cara, reduzir açúcar refinado,

utilizar muitas frutas de cores escuras, como a cereja, mirtilo. Tem também a mora. A mora também. É, frutas vermelhas e vermelhos mais escuros. Contém compostos que ajudam a combater a... O axon, ele tem propriedades antioxidantes? Ele tem propriedade antioxidante e tem uma coisa boa.

não tem lactose, não tem glúten, não tem açúcar adicionado. Então é isso aqui que tá fazendo sobreviver com você. Porque tiramos isso aqui como coisa ruim. Ele tem fibra, é verdade, você lembrou bem. E o meu intestino regula quando eu tô tomando certinho. E nós mulheres temos o intestino mais preso. Então ele tem fibra. É verdade, ainda tem isso, né? Ainda tem isso, ainda tem isso. Ele é muito bom.

gelinho, gelo triturado. Fica tão bom. Eu adoro. Sou suspeita. É bem parecido. Agora... Porque ele te ajuda com a microbioma. Porque ele te ajuda com microbioma. Ele colocando fibras. E ele tem antioxidantes. O que são os antioxidantes? Com a enzima Q10, vitamina B12, vitamina E. E isso tudo ajuda o nosso ecossistema? Ajuda.

Com certeza. Então, além da cognição, ajuda na microbioma. Com certeza. Que legal. Então, assim, por quê? Porque ali não tem açúcar, não tem nada. Que interfere negativamente. Interfere negativamente. Se você estiver dentro de um sistema de boa alimentação, melhor ainda. E movimento, né? Mova seu corpo. Exercício físico tem efeito surpreendentemente positivo na diversidade e na saúde da sua microbioma.

Você acredita? Não esse exercício obsessivo. Não estou falando isso. É o mover. Nos mover. Caminhada, bicicleta. Porque isso já está aprovado. Levantamento de livro que você está falando? Ajuda, né? Ajuda. Hoje está difícil. Hoje está difícil. Você está sendo reprovado. Pois é. Ainda sobrevive.

É porque fala muito com a gente, Gustavo. É o famoso sequestrador da microbioma alheio. Alheio, exatamente. Aí, finalizando, relacionamentos são ecossistemas vivos. Eu achei isso lindo. Porque, assim, quando a gente se relaciona com alguém, você está se relacionando com todas as células daquela pessoa e todas as bactérias que aquela pessoa tem. Boas e ruins, né? A maioria é boa. É. A maioria é boa. É pró-vida. Porque se fosse ruim também, a gente tinha dado ruim, né? Porque é tanta...

tão ruim como querem assustar a gente, a gente tinha acabado. Porque a gente tem 30 trilhões de células no corpo humano. E tem 38 trilhões de bactérias. Quem é que manda em quem? Se elas fossem tão nocivas, a gente já tinha sido extinto. Há muito tempo. Elas estão muito mais colaborando do que destruindo. Uma simbiose mesmo. Sim, pelo contrário. Quando a gente desregula elas, a gente adoece. Elas são parceiras.

ser vista como inimigas. É parceria. Então, de novo, né? Cuidar do seu microbioma é cuidar do seu relacionamento. Cuidar do seu relacionamento é cuidar do seu microbioma. De você, cuidar de você, cuidar de quem você ama também. Acredite. Entendi. Com as relações íntimas. Então, a nova ciência da intimidade revela que não trocamos apenas palavras e emoções, mas mundos biológicos inteiros. É bonito isso, você nota. É, chega a ser assustador, né? É, porque a responsabilidade

que você tem com você e com o próximo agora vai aumentando. Até com teu filho. Olha só. A atração é menos sobre uma única molécula mágica, que eles chamavam de quê? Do ferormônio. Sim. E mais sobre a compatibilidade e a saúde de dois ecossistemas complexos se encontrando. É bonito. Chega a ser poético. Cuidar do nosso mundo interior é fundamentalmente nutrir a saúde e a química das nossas relações.

mais profundas. É bonito. É porque vocês estão acostumados a ouvir bactérias e sempre falar assim, ai, bactéria é uma coisa horrível. Não é, não. Elas ajudam na digestão, elas ajudam na sinalização pro nosso cérebro. Tem várias funções, né? Olha, nós não seríamos nenhum organismo tão complexo se a gente não tivesse elas lá. Se fossem nossas bacteriasinhas. Então, vira pro seu parceiro e fala assim, você é a bactéria boa da minha vida. E mande também pra ele esse episódio do...

Não, tá certo. Tá certo, ficou ótimo. Esse episódio do inverso. Pra mostrar que não é só por estética que ele tem que comer bem, fazer atividades físicas e que não tem nada de errado em se abrir às vezes e conversar um pouco, né? Querendo ou não, nós somos seres humanos e a gente vive melhor em conjunto algumas pessoas. A maioria delas. A maioria delas. E não se relacionar com intimidade, compartilhando sentimentos,

altera drasticamente. É o fator que mais altera esse microbioma, esse ecossistema bacteriano. Para vocês verem a importância de vocês reforçarem que tem o moranguinho do Nordeste e tem a bactériazinha do coração. E tem as frutas vermelhas. E tem axon com as frutas vermelhas ainda, né? Só coisa boa, não precisa ver. Não, fibra, né? Axon tem fibra e tem antioxidante. Vamos investir em probióticos, né? Iogurte, kefir,

Vamos investir em pré-bióticos, né? Fibras que vão alimentar as boas bactérias. Vamos nos movimentar, vamos nos relacionar com maior qualidade, com maior intimidade. Porque tudo conta. Caramba, realmente tudo conta, né? Tudo conta. E o que conta também é você mandar esse episódio para aquele amigo, amiga, parceiro, né? Porque, de novo, é muito importante a gente estar em conexão, em constante movimento. E esse episódio mostra que não é só romanticamente falando,

emocionalmente falando, mas microbiotamente falando. Somos mundos biológicos inteiros nos relacionando com outro mundo biológico. Olha que coisa linda pra você falar pro seu parceiro hoje à noite, depois de um chocolate... 70%. 70%. Porque é anti-inflamatório, né? Que beleza. Não deixa ele comer o chocolate comum, dá um chocolate 70% e come junto. E come junto.

assistindo, inclusive, esse episódio. Eu adoro assistir a mesma coisa várias vezes. Então assista com ele de novo esse episódio, comendo esse chocolate. Vai ser um ótimo programa. Ou então comendo fibras, comendo um kefi, tomando um kefi, kombucha. Nossa senhora, pegou pesado. Muito informação. Geladíssimo. Digita aqui nos comentários quem de vocês vai conseguir fazer isso. E o que o parceiro falou depois dessa declaração de amor linda? Não se esqueça também de clicar em se inscrever no sininho pra

chegar pra você as notificações. Quem não quer ser o primeiro a chegar, né? Olha pra você ver que legal. E não se esqueça também de conferir lá no Spotify quando você estiver na academia ou prestes a comer aquele hambúrguer que pode não fazer tão bem. Você ouvir um episódio desse pode salvar a sua microbioma. E é do seu parceiro. E não se esqueça de beber água e filtro solar, porque a gente tá no verão. E até o próximo PodPip é o inverso. Muita gente vive nesse modo multitarefa sobrevivente. Várias abas, né? Aquelas

pessoas que acordam e já começam o dia aceleradas, antes mesmo do café da manhã. E a proposta da Axon é justamente dar esse suporte pra essas pessoas, com foco, atenção, energia. E não é aquela energia desacerbada, é aquela energia estável ao longo do dia. E tudo isso é dentro das normas da Anvisa. Bonitinho, certinho, como nós aqui do Pod People gostamos. E tem mais, tá, pessoal? Eles acabaram de lançar essa garrafa aqui exclusiva da Axon, a marca própria deles, né? Que tá bem bonita. E pra você conseguir ela, é só você fazer a compra do

kit com 3 unidades. A garrafa lá já vai vir junto, de brinde, ou seja, praticidade. Porque a vida já tem complicações o suficiente. É só você mirar o QR Code aqui de algum lugar da tela ou clicar no link aqui embaixo. E antes que eu me esqueça, pra você que é da comunidade, você tem 15% de desconto usando o cupom PODPIPA.

Amar é Biologia, Não Só Sentimento - PODPEOPLE INVERSO COM DRA. ANA BEATRIZ | Ep. 030 | Castnews Index — Castnews Index