Síndrome do Impostor: Causas, Sintomas e Soluções - PODPEOPLE INVERSO COM DRA. ANA BEATRIZ | Ep. 029
Neste episódio, exploramos a síndrome do impostor e como ela afeta nossa percepção de merecimento. Se você já se sentiu como uma fraude, esse episódio é para você! Gabryel e Dra. Ana Beatriz falam sobre como o perfeccionismo e a comparação constante podem alimentar essa sensação e como autoconhecimento e autocompaixão são as chaves para superá-la.Aprenda a reconhecer suas conquistas, parar de se comparar com os outros e começar a se empoderar. Comente abaixo como você lida com a síndrome do impostor e compartilhe com quem precisa ouvir isso!
- Sindrome do ImpostorDiferença entre síndrome do impostor e diagnósticos psiquiátricos · Padrão psicológico vs patologia · Sensação de fraude e inadequação · Falta de autoridade percebida
- Ansiedade e saúde mentalRelação com transtornos de ansiedade · Evolução para depressão · Prevalência em acadêmicos · Custo psicológico
- Técnicas Práticas de AutorregulaçãoRespiração diafragmática · Enraizamento (pés no chão) · Presença no momento · Ginástica cerebral · Repetição e automatização
- Medo e Controle PsicológicoPavor de ser descoberto · Vulnerabilidade e críticas · Evitação de visibilidade · Relação com síndrome do impostor
- Perfeccionismo e saúde mentalPadrões excessivamente altos · Insatisfação crônica · Qualquer coisa menos que perfeito é fracasso · Impacto no desenvolvimento de transtornos
- Ancoragem de Identidade como TécnicaChamar a si mesmo pelo nome · Ativação do córtex pré-frontal · Reframe e reenquadramento · Prática de reafirmação
- Desvalorização de Conquistas SociaisAtribuição de sucesso a fatores externos · Sorte vs preparação · Negação do mérito pessoal · Impacto na autoconfiança
- Histórias Pessoais e de ViajantesEntrada na universidade · Insegurança inicial · Televisão e apresentações ao vivo · Processo de superação · Anos de prática e experiência
- Ambiente Organizacional e RegulaçãoAmbiente tóxico vs favorável · Chefias facilitadoras · Liberdade de expressão · Ativação do avaliador em ambientes adversos · Impacto na criatividade e ideias
- Pilares da Saúde EmocionalSuperestimação de capacidades · Comportamentos opostos · Influenciadores e especialistas falsos · Impacto nas redes sociais
- Apresentadores e PalestrantesNervosismo antes de apresentações · Foco na audiência · Adaptação ao público · Dez mil horas de prática · Automatização da segurança
- Validação e Critérios ProfissionaisComo validar expertise · Formação profissional · Fundamento científico · Experiência prática · Ancoragem em fatos
- Influenciadores DigitaisDependência de likes e monetização · Pressão contínua de produção · Exaustão do influenciador · Seleção natural de conteúdo · Mudança de valorização
- Home Office e Equilíbrio Trabalho-VidaMistura de trabalho e vida doméstica · Perda de limites · Tarefas simultâneas · Estresse no home office · Impacto na autorregulação
- Relação Social e AutorregulaçãoImportância da conexão humana · Isolamento vs coletividade · Ócio criativo · Movimento entre introversão e extroversão · Suporte social
Sorte é quando a sorte nos encontra preparados para poder acontecer. Se você não está preparado, a sorte não se manifesta. É importante que a gente entenda que síndrome do impostor não é um diagnóstico. Ele é um conjunto de sintomas, de pensamentos, de comportamento que pode estar presente em vários transtornos. A grande maioria das pessoas hoje que estão ocupando espaços nas redes sociais, eles se acham mais do que são. É o contrário da síndrome do impostor.
Você vê que ela escreveu, ela até hoje não sabe porque o povo gostou tanto do Harry Potter. A Amida, ela faz o quê? Perigo, perigo. Você nunca foi nesse lugar. Pode ser hostil, pode ser não sei o quê. Pode ser que ela te faça uma pergunta que vai te embaraçar. Aí eu falava, Bia, deixa de ser idiota. Vai lá e faz o que você tem que fazer. O que ela perguntar, você vai responder. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do Pod People Inverso. Aqui, você já sabe.
vira entrevistador e eu, Bia, viram entrevistada. Mas tudo isso pode mudar, porque no meio do caminho a gente vai jogando tênis. Uma bolinha para lá, uma bolinha para cá e eu também posso fazer pergunta e também vocês podem mandar as perguntas que a gente vai poder responder e também fazer sempre um inverso de tira dúvidas. Tudo bom, Gabriel? Tudo jóia, Bia. Como é que você está? Eu também, graças a Deus. Ah, que bom. Então vamos lá.
que fica na nossa cabeça, às vezes até mais de uma, né, que falam assim, às vezes você não pode, você não deve, você não é tão bom, que ultimamente a gente fala de síndrome do impostor, né, tem se tornado cada vez mais comum. Você saberia explicar para o pessoal o que é essa síndrome, como que ela funciona assim? A síndrome do impostor, ela é um conjunto de pensamentos que faz com que as pessoas, ou um padrão psicológico que faz com que as pessoas se sintam
inseguras, se sintam inadequadas e principalmente que elas não estão aptas para ocupar o lugar que elas estão ocupando. Como se elas não tivessem o conhecimento, não tivessem autoridade para estar ocupando um determinado lugar na vida. É como se fosse assim, aquelas pessoas que se sentem uma fraude. Seria isso. E qual que é a diferença, por exemplo, da síndrome do impostor para uma pessoa que tem
esquizofrenia, por exemplo, que ouve vozes mesmo, assim. Não, aí são coisas totalmente diferentes, porque a síndrome do impostor não é um diagnóstico, é um padrão psicológico. É um comportamento, no caso? É, é um padrão psicológico, uma maneira de pensar sobre suas habilidades e uma maneira de se comportar frente a esses pensamentos, que são sempre de se desvalorizar, né? A esquizofrenia é uma psicose, é um transtorno, é uma doença.
Já é patologia? É um comportamento patológico que é disfuncional. Então, aquela pessoa sai da realidade. Então, assim, é importante que a gente entenda que síndrome do impostor não é um diagnóstico. Ele é um conjunto de sintomas, de pensamentos, de comportamento que pode estar presente em vários transtornos. Entendi. Então, uma pessoa deprimida, ela pode ter síndrome do impostor? Pode. Não necessariamente na depressão. Ela pode ter síndrome do impostor, que é esse comportamento negativo,
E a gente vai ver nos estudos, se você viu aí direitinho, não sei o que você trouxe, mas que aumenta a probabilidade de desenvolver depressão. Entendi. Entendeu? Que legal. Então, se a gente for olhar, por exemplo, tem se tornado tão comum que... Espera aí, só um instantinho. Essa frase está sensacional que você trouxe aí. Será que eu realmente mereço estar aqui? Quer dizer, a pessoa não se acha merecedora ou pertencente. E aí tem algumas características.
Dessas pessoas. Que é importante. Padrão perfeccionistas. Então são pessoas. Que qualquer coisa menos do que perfeito. Para eles é fracasso. Para eles, para elas. Indivíduos que estabelecem padrões excessivamente altos. Para si mesmo. Levando a uma insatisfação crônica. Aí foi aquilo que a gente falou. Se tem uma insatisfação crônica. Aumenta a probabilidade dessa pessoa. Desenvolver quadros ansiosos. Desenvolver depressão. Desvalorização das conquistas.
Isso é outro padrão de funcionamento. Então, essas pessoas têm tendência a atribuir o sucesso a outros fatores, tipo sorte, eu estava no time certo, ou encontrei as pessoas certas. É claro que isso colabora muito, você encontrar a pessoa certa, mas eu vou repetir uma frase que você me disse, sorte é quando a sorte nos encontra preparados para poder acontecer.
a sorte não se manifesta. É verdade, né? Porque às vezes aparece oportunidade, mas você não está preparado. Se não está preparado, a sorte passa. Então, assim, essas pessoas tendem a desvalorizar suas conquistas, atribuir suas conquistas sempre para algo externo, né? E são pessoas que têm muito medo de exposição. Por que medo de exposição? Porque o pavor é que essas pessoas, ao se exporem, elas tenham a sensação, tipo assim, vão descobrir agora que eu sou uma fraude. É como se, por exemplo,
tivessem esse sintoma, né? Não, esse pensamento, esse padrão de pensamento. Aí, essa parte da exposição, tipo assim, elevar isso ao grau máximo, porque vai ser mais rápido, né? Porque tá sendo exposto, né? A pessoa, quanto mais se expõe, teoricamente, ela fica mais alvo de críticas, normal. Mas, pra síndrome do impostor, essa pessoa vê, tipo assim, se eu for me expuser,
aumento a minha sensação de vulnerabilidade, porque aí eu vou ficar quietinho e não vão ver os meus defeitos, não vão ver as minhas incapacidades. Entendeu? Então, esse padrão que está muito bem colocado aí, o perfeccionismo, desvalorização das conquistas e medo da exposição configura. Isso tem classe social ou é qualquer um? Pode ser qualquer um. Caramba, homem, mulher, adulto. Porque isso depende de um funcionamento psicológico,
Então você tem perfeccionista, você tem criança que é perfeccionista, você tem qualquer gênero, qualquer classe social. E a chance de um perfeccionista ter síndrome de impostor é maior ou menor do que um não perfeccionista? Então a criança, se não vigiar, digamos assim, se não cuidar, ela vai vir a ter a síndrome de impostor. Talvez de forma mais intensa e mais precoce. Vamos supor que já tem um padrão perfeccionista de funcionamento.
Por exemplo, os meus sobrinhos-netos têm um padrãozinho perfeccionista, tanto a Gigi quanto o Miguelzinho. O Miguelzinho até um pouquinho mais. Então, a gente já tem que ver para ir flexibilizando, porque eles podem estar sempre botando um padrão inatingível. Aí tem uma insatisfação crônica, qualquer erro já acham que é uma coisa muito grave. Desvalorizar as conquistas,
Tipo, fui bem na prova porque estava fácil. Não é porque se preparou, estudou, e aí a prova ficou fácil porque você estava preparado. Porque para quem não estava preparado era difícil. Exatamente. E o medo da exposição. Porque se você fica pensando que você não está fazendo uma coisa tão boa quanto você gostaria, se você se expõe, as pessoas podem captar essa inadequação ou essa falta de perfeição.
que você está querendo. E se a gente for parar para pensar nos tempos de hoje, por que não é tão falado sobre isso? As pessoas não, como é que eu vou dizer, não levam tão a sério, porque parece que hoje em dia todo mundo sabe tudo, né? Então acaba que às vezes você sabe, mas o fato do outro falar que sabe mais, isso é mais, como é que eu vou dizer, alguns influenciadores que são especialistas, como que fica esse critério? Tipo assim, como é que eu vou validar se aquilo
sentido ou não. Porque hoje em dia todo mundo sabe tudo. É, mas a gente já fez um programa aqui que é o efeito Dunning-Kruger. Que é, eu acho... É, exatamente. Que é a gente, eu acho que a grande maioria das pessoas hoje que estão ocupando espaço nas redes sociais, eles se acham mais do que são. É o contrário da síndrome do impostor. Porque na síndrome do impostor, a pessoa quer fazer o melhor, ela acha sempre que não está bom o suficiente,
ela evita se expor. Então, por exemplo, quando eu dava aula em faculdade, eu confesso que eu gostava muito dos alunos que tinham síndrome do impostor. Porque significa que eles se importam. Sim. Eles se preparam. Mas só que tem que o padrão deles é que nunca tá bom. É muito lá em cima. É muito lá em cima. É como se diz, é sarrafo, né? Como é que é? No esporte. Aquela coisa de vara, de pular a vara. Como é que é, Gu? Você fala daquele da vara? É. Salto com vara? Não sei o que é muito alto.
Sarrafo. Sarrafo é muito alto. Então, o síndrome do impostor, ele tem esse padrão. Mas é o oposto do Dunning, das pessoas que acham que com um pouquinho super sabem. Mas eu quis dizer o seguinte, quem não está nem em um nem no outro, a pessoa, por exemplo, hoje a gente não fala sobre muito o síndrome do impostor. Aí a pessoa não sabe que ela tem isso. Só que, às vezes, a pessoa é boa. Só que o fato de ter tantos influenciadores, tantos especialistas, assim,
faz com que ela veja um abismo um pouco maior do que ele realmente é. Minha pergunta é como que a gente pode saber e validar se o que a gente está sentindo é real ou se é só fruto da nossa síndrome do impostor elevada ao quadrado quando a gente vê um monte de especialista que não é especialista. Primeiro, bom senso, porque não acredite em tudo que você vê. Porque hoje nas redes sociais tem gente falando de assuntos médicos, de assuntos psicológicos,
sem ter nenhum tipo de formação nem autocrítica. Então, a gente já fica alerta. Nas redes sociais, tem muito mais gente achando que sabe muito e sem prática nenhuma, porque uma coisa é a teoria, a prática é a outra. E muito menos síndrome do impostor. Então, dentro disso, síndrome do impostor, as redes sociais, para ele, é mais difícil, porque aumenta a exposição.
menos gente com síndrome de impostor nas redes do que deveria ter. Porque as pessoas com síndrome de impostor, elas têm o preparo, elas têm a responsabilidade, só que tem que elas não conseguem achar que elas estão preparadas o suficiente. Por exemplo, a pessoa já tem síndrome de impostor, ela já se sente mal. Aí ela encontra um Danny Kruger da vida e ela vai se sentir mais mal ainda, né? Desde que ela não pratique o que a gente chama de...
Ancoragem. O que é ancoragem? Pera aí, o que esse cara tá falando de verdade? Deixa eu conferir. Qual a formação desse cara? Pra eu poder tá achando que ele sabe dez vezes mais que eu. Qual é a prática? Qual que é a experiência? Que é isso que a gente... É, qual é a prática? Qual é a experiência? E vamos ver se o que ele tá falando tem fundamento científico. E como que... Como que eu vou dizer assim, né? E por que que geralmente essas pessoas que tem o Danny Kruger, igual você falou, que geralmente elas não têm medo de disposição? Eu brinco que é o oposto do impostor. Seria assim da fraude.
É do Duny Krueger mesmo. Olha pra você ver como é que é. Não sei se hoje em dia se é mais comum do que antigamente. Porque é como se o poste mijasse no cachorro. Igual, por exemplo, a pessoa que está se expondo é que não tem o que falar. E geralmente quem está se escondendo tem o que falar. Por que essas pessoas que estão se expondo, esses Duny Kruegers, eles não têm esse sentimento de impostor? Seria algo de quem tem mais responsabilidade? Eu acho que muito é. Porque muitos têm o ego bem inflado.
Aí a gente vai no ego. Aí eu acho que tem muitos que têm o ego muito inflado. Muitos podem ter uma coisa bem narcisista. Mas já não tem jeito de ter síndrome dessa síndrome. Não, não. A síndrome do impostor é quando a pessoa tem o sentimento de que ela não sabe nada, ela não merece estar ali, apesar dela já ter conquistas. E quando a pessoa realmente não merece estar ali, que é a síndrome do impostor? Mas não é a síndrome do impostor.
uma história, ela tem uma história de sucesso, claro, proporcional à sua idade, ao seu momento, mas ela sempre acha que, tipo assim, um dia vão descobrir que eu não tenho essa capacidade. Entendi. Entendeu? Então, às vezes, o primeiro ponto é olhar, tipo assim, ah, onde é que eu tô, né? Igual, acho que o último que a gente falou, onde é que eu tô? É fazer essa coisa, acionar o lobo pré-frontal, o córtex pré-frontal, que é a nossa razão, é o nosso regulador. Peraí, tá certo isso?
não está certo. Por exemplo, não tinha esse nome, mas eu tive síndrome do impostor. Eu me lembro que quando eu passei para a faculdade, na UERJ, na estadual do estado do Rio de Janeiro, e foi a minha primeira opção, com isso eu matei a federal, porque eu queria a faculdade perto de casa, e eu passei muito bem. Eu me lembro que eu fui ver o resultado, na época saí em jornal, de banca, não tinha nada, não tinha nenhum site para a gente acessar. E aí eu fui comprar o jornal, não avisei para ninguém.
ninguém. E aí quando eu cheguei lá, eu falei, passei. Aí tava lá meu nome, falei, será que tá mesmo? Será que é verdade? E olha que eu me preparei, foi um ano que eu estudei oito horas por dia, né? Em setembro eu deixei de ir no cursinho pra poder programar meu estudo do jeitinho que eu queria. E eu me lembro que quando eu cheguei em casa, minha mãe, ah, eu vou mandar comprar o jornal, era jornal dos esportes, era um jornal rosa, de capa rosa, e eu tava ali. Aí alguém trouxe o jornal,
para minha mãe, minha mãe, ai filha, você passou, parabéns. E eu falando assim, mas será? Não é um erro do jornal? E quando eu entrei na faculdade, o primeiro semestre, eu me lembro que de vez em quando entrava um aluno, um veterano, para dar boas-vindas, para dizer das festas do centro acadêmico. Toda vez que eu entrava para interromper a aula, eu falei, agora vai dizer que descobriram que eu não passei. Para o motor voltar. Exatamente. Então assim,
eu tinha uns detalhes muito perfeccionistas que eu desenvolvi para dar conta do meu TDAH. Então, essa coisa de estudar não sei quantas horas, parar para lanchar, parar para dar uma volta em casa, eu desenvolvi rituais para poder me adaptar a um estudo planejado intuitivamente. E quando você foi perdendo isso, dessa síndrome? Eu fui perdendo porque, conforme as coisas foram acontecendo,
chegou uma hora que eu falei, não, mas eu dei sorte, porque não sei quem me chamou para ir para o Sem Censura. Ah, eu dei sorte. Por acaso eu fui cair no jogo. Dei sorte. De conseguir vender um Peugeot. É, dei sorte. Eu achava. Aí chegou uma hora que eu falei assim, gente, sorte não se sustenta. Sorte não sustentaria esse tempo todo. Então foi quando eu comecei a fazer o que hoje... Você tem sorte até demais.
Não, não podia ter sorte o tempo todo. É quase que o... Como é que fala? É como se fosse... Olha, não tinha ninguém médico na família. É quase que fosse... Tem um termo que fala dado cármico, né? Que você deu tanta sorte de um lado, que depois era pra dar tudo errado. Mas continuou dando sorte, então não foi sorte. Porque assim, eu cada vez ia estudando, gostando mais do que eu tava fazendo. Eu acho que isso ia ganhando segurança. E tinha horas que... Por exemplo, quando eu comecei a fazer televisão,
Eu me lembro que uma vez eu estava para entrar num programa, acho que da Mais Você, bem cedinho, e aí no camarim, a primeira vez, na casa de cristal da Ana Maria, no Projac, e eu falei assim, gente, será que eu estou capacitada para isso? Esse troço é ao vivo, eu não sei o quê, papapá. Porque eu tinha feito... O Sem Censura era muito ao vivo, né? Aí eu falei assim, será? Aí eu parei e falei assim, bom, tantos anos de Sem Censura ao vivo,
tantos programas importantes. Eu falei, não, você não pode pensar isso. Aí eu falava, Bia, deixa de ser idiota, vai lá e faz. O que você tem que fazer? O que ela perguntar, você vai responder. Nesse momento é quando você fala ativando o seu córtex prefrontal? Com certeza, claro. Porque aí eu estou deixando, eu desligo o meu emocional. Desligo não, mas faço ele ficar mais quietinho, porque a amígdala faz o quê? Perigo, perigo.
lugar, pode ser hostil, pode ser não sei o que, pode ser que ela te faça uma pergunta que vai te embaraçar e tá, tá, tá. E aí eu comecei a fazer intuitivamente depois que eu fui descobrir que chama ancoragem de identidade. Não, peraí, você já fez quantos anos de censura ao vivo, tudo que era tema e também tem uma coisa, perguntou uma coisa que você não sabe, eu falei, olha, eu não sou especialista nisso, mas pensando de forma lógica, talvez isso faça sentido ou então
não sei te responder. E ponto. Então, isso chama ancoragem de identidade. E eu me lembro que eu falava, Bia, calma. Essa coisa de você se chamar pelo seu nome é como se desse uma sensação de que você está falando com esse padrão psicológico dizendo, para e vê os fatos. Se fosse assim, você não tinha um consultório lotado. Seria uma forma de você se chamar no caso?
Eu acho. Se chamar a sua essência e falar, peraí, você não mandou ninguém lá te representar nesses anos todos. Você não tinha uma máquina, você não tinha uma holografia que estava lá, era você. Entendi. E que legal, né? Que deu certo. Porque se a gente for parar pra pensar, tem muita gente que tem isso também. Mas te digo, a maioria da síndrome do impostor só dá em gente boa. Dunning, Kruger, nunca.
pessoas que se acham e que se expõem sempre muito bem vestidas, muito penteadas, muito bem produzidas, em geral, não tem Dani Kuga. Mas será que às vezes, ela não mostra até na rede social, mas quando ela desliga a câmera, ela não fala assim, puta merda, eu fiz isso de novo, caramba, eu não sou assim, tipo, como é que eu vou dizer? Às vezes, quando ela desliga a câmera, ela não vê que às vezes ela é meio vazia? Depende da personalidade. Porque aí vai, é aquilo, né? Ela vai tendo ciência que ela não é ela mesmo,
então vai pegando aquele... Será que tem ciência? Aquele estresse de não... Será que tem ciência? Porque igual a gente estava olhando o ano retrasado, mais do que o passado, e teve muito influenciado, por exemplo, que tirou a própria vida. Então, às vezes é o quê? Quando eles têm consciência, eles começam a falar, caraca. Ou quando... Não, eu acho que a maioria do que tira a própria vida, não é que tomou consciência, é que não aguentou mais ser quem não era. Então não é tipo vergonha. É uma exaustão de tipo assim,
mais o que produzir. Por exemplo, eu fico pensando, aqueles influenciadores que se fizeram só na base da dancinha, da coisa, chega uma hora, você vai dançar mais o quê? Vai fazer mais o quê? E aí, lembre-se que o influenciador, que não estou falando o formador de conteúdo. Sim. Eu estou falando o influenciador como era. Era só aquela coisa de, ah, minha maquiagem, ah, não sei o quê. Não estou desmerecendo ninguém. Mas chega uma hora que se você não apresenta conteúdo,
você começa... Seleção natural. Seleção natural. Tanto que hoje em dia as redes sociais estão valorizando muito mais quem está entregando conteúdo e não mais quem está só entregando o que eu faço, o que eu deixo de fazer. O dia a dia, o entretenimento. Meramente entretenimento. Então a gente vê isso que está acontecendo. Então eu acho que tem muita gente que tem a síndrome de impostor e que eu queria que tivesse mais.
Eu acho que aqueles que começaram a desmonetizar, porque o fenômeno das redes sociais foi assim, vum. A desmonetização. É, porque o vício está na monetização, o vício está na curtida, o vício está no like. Então, essas pessoas que faziam qualquer coisa e qualquer coisa dava like, qualquer coisa dava monetização, quando isso começou, entraram, sei lá, entraram milhares de pessoas. Começou a ter uma competição.
fazendo a dancinha, daqui a pouco tinham 100 mil fazendo a dancinha. Ele não conseguiu mais. Eu acho que quem não viu esse movimento das redes sociais, que está em pleno movimento, eu acho que tiveram pessoas que tiraram a vida do tipo, não aguento mais. Ou então pessoas, eu me lembro que quando começou a rede social, tinha gente que postava 8 coisas por dia. Na verdade, tem gente que posta até 12 hoje em dia. O TikTok mesmo, a média é 6 a 8. Eu acho enlouquecedor. Chega uma hora que você
nenhum consegue produzir. Acaba que a gente fica pensando, né? Se a pessoa tem tanto tempo pra postar, quando ela vai ter tempo pra estudar, né? Porque se ela tá falando tanto de um tema específico, ela precisa estudar aquele tema. Igual pra você escrever um livro, o que você fala? Você fica trancada não sei quantos meses. Aí a pessoa, ela posta oito vezes por dia, como que a pessoa vai ter tempo de estudar qualquer outra coisa, né?
Não, vamos supor que ela não queira estudar. Ela só queira fazer isso. Mas você tem que ter criatividade até pra fazer um roteiro.
De humor, de curiosidade. Você tem que ter um tempo. É o ócio criativo. Se o cara tá postando tanto, então tem muita gente, muito influenciador, já me falou isso, que chega uma hora que ele tá cansado e tá exausto. Ele não quer mais ver cama, ele não quer mais falar. Sim. Então tem esse fenômeno também, que é a exaustão do influenciador. Eu acho que tem. Caramba. E quando a gente pensa assim, né, como é que eu vou dizer?
no seu caso, ela volta a ter futuramente ou é algo que ela não já tive, eu sei como é que é? Não, depende, porque você passa a fazer o resto da sua vida essa ancoragem de identidade. Toda vez que vem uma insegurança, toda vez que vem uma ansiedade, toda vez que vem um medo, você sabe o caminho que é ativar o córtex pré-frontal para você falar, peraí, calma, qual é a situação? O que é real?
repertório, né? Então, aquela vez aconteceu a mesma coisa, senti a mesma coisa, o que eu posso fazer? Quantas vezes vocês chegam, tipo assim, ah, a gente não queria te falar, mas tá um problema, assim, eu falo, gente, faz parte. Todo dia. Cada cinco minutos. Se eu ligar o telefone, vai ter três problemas que eu não quero te falar. Não, sim, mas quantos problemas vocês me trouxeram? Falei, não, já passei por isso. É isso mesmo que tem que fazer.
Entendeu o que eu tô falando? Antes, talvez na idade de vocês, eu ia falar, nossa, mas por que comigo? Por que que não sei? Porque o game da vida é assim.
Sim, a vida é como ela é. Exatamente, não como a gente gostaria que fosse. E a gente segue. Eu trouxe aqui também alguns atores que já falaram sobre... Declararam, né? Olha que maravilha. Então, a minha teoria de que quem tem ensino de impostor, geralmente, são pessoas que subestimam a sua capacidade, subestimam o seu talento, e aí elas...
estudam muito mais, elas se cobram muito mais e entregam muito mais. O próprio Albert Einstein, né? Falavam que ele tinha muito ascendente impostor, apesar que a gente não sabe do prêmio Nobel dele, mas ok. Não, tudo bem, foi com a ajuda da mulher, mas ele também teve lá a sua participação. Emma Watson, né? Tom Hanks, quem poderia imaginar que Tom Hanks tem insegurança? Ou do tipo, ah, eu tô fazendo isso aqui, vão descobrir que eu não tenho esse talento todo. Meryl Streep. Ele foi no podcast nos últimos anos que ele falou isso.
Acho que a qualquer momento eles vão tirar meus prêmios. Eles vão ver que eu não atuo nada. Então, assim, talvez o Tom Hanks esteja pior que eu, né? Porque eu já falei, gente, o que foi? Foi. Mas se esse cara, que é um monstro de atuação, que já ganhou o Oscar, ainda pensa assim, e você vê, isso faz com que cada trabalho novo ele se esforce mais. Nunca pode ser como o anterior ou menos. Porque aí vão descobrir. É isso que eu tô falando.
gostava dos alunos que tinham síndrome do impostor, porque eles vinham, não, Bia, eu vou faltar à prova, eu não estou preparado. Eu falo, mas me diz aqui. Aí eu, sem ele notar, eu ia perguntando o que eu ia perguntar na prova. Me fala um pouquinho disso, disso, disso. Aí, no final, não dizia que ia cair ou nada, né? Falava assim, posso dizer que você está mais preparado do que a média. Mas, se você não quiser fazer, quiser fazer depois, só estou te dizendo que por isso que você me falou, eu lhe digo que você tem grandes chances de passar nesta avaliação.
Se você não quiser, tudo bom, mas testa. E aí o cara ia lá, tirava oito e meio, nove, dez. Aí o outro que vinha falava assim, tô pronto. Olha aqui, tô pronto. Pode botar essa prova aí. Esse que era garganta, quatro. Mamãe e papai que estão ouvindo aí o seu podcast. A promoção Gotinhas Johnson's Baby chegou. Compre 50 reais em produtos participantes e ganhe a sua pelúcia surpresa. São seis gotinhas fofas pra chuchu.
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média. Não, chá comigo. Sabe aquele pedreiro que você fala? Não, mas olha, eu tô achando que ali não dá uma infiltração. Chá comigo que eu vou resolver isso. Aí o cara põe um papel, quase um papel higiênico pra fazer um troço ali. Você fala, ah não, papel machê. Isso aqui sim, mas papel machê é o tempo vai se desfazer, entendeu? Colocar uma sacola enrolada aqui e chucha lá. Vai fazendo gambiarras e coisas e não vai fazendo o que tem que ser feito, né?
também, né? Então, assim, você vê o seguinte, que todos esses, provavelmente, eles têm lá, se têm ou não têm, não sei, os seus transtornos mentais ou não, mas personalidades diferentes, mas com o mesmo tipo de insegurança. Então, isso não é uma doença. A gente tem a... Ah! A G.R. Rowling. Rowling, Rowling, né? Que é a escritora do Harry Potter.
do bruxinho mais amado no mundo, né? Também, você vê que ela escreveu, ela até hoje não sabe porque que o povo gostou tanto do Harry Potter, ela não tem noção. Eu acho que ela realmente não entendeu, porque ela briga muito com a base de fãs do Harry Potter. Ela não entendeu. Eu acho que não é nem um falso, uma falsa modéstia dela. Não, talvez ela não ainda esteja confortável de entender que ela criou uma obra que teve uma aceitação mundial. Transcendeu até ela, né?
que ela pode não entender, mas é um fato. Eu sempre falava com os meus pacientes que tinham sido impostor, eu falei, olha só, você pode achar que isso que você faz não vale nada, mas existem milhares de pessoas que gostam, ponto. Respeitem essas pessoas. É o famoso contra fatos não há argumentos. Exatamente. Era um fato. E por último, Padminha Midala, nossa... Peguei o nome de como é que era? Nicole Kidman. Não, não, essa não. Natalie Portman.
É, Natalie Portman, que ganhou o Oscar no Cisne Negro, não foi? Isso. Naquele filme Cisne Negro, Natalie Portman. Um resquício da carreira dela, né, já que os outros foi só repetindo. Tá. Então é o quê? É só pra ilustrar. Pra gente ver que é comum e comum em gente muito bem sucedida, tá? Será essa uma das fórmulas pra se ter sucesso, se cobrar demais, digamos assim? Não sei, mas essa cobrança também tem consequências. Tem o outro lado.
Eu trouxe uma pesquisa aqui, essa aqui é mais para... O alto custo da fraude percebida, que não é a fraude, né? É da fraude auto-percebida, porque não é percebida pelas pessoas, né? Sim, só de si mesmo. É uma sensação de fraude, né? Então, o que você tem aí? Não é uma experiência rara, eu concordo. E quando a gente pegou o estudo, então 56%, ou seja, uma prevalência mais da metade... Mas foi feito um estudo em 504 estudantes universitários.
Então, essa amostra que eu acho bem interessante na universidade. Isso, então. Como a gente trouxe das personalidades, quando a gente vai para a universidade, a gente tem esse número. Mas aí eu te pergunto, você que já lidou com várias pessoas, você acha que esse número é maior ou menor na população? Eu acho que na faculdade deve ser maior, porque é mais jovem. A faculdade é um lugar desafiador, de muita concorrência.
porque você está se formando, você tem toda uma cobrança de desempenho, você já está ali almejando um lugar no mercado de trabalho. Então, eu acho que dentro da síndrome do impostor deve ser, eu não sei te responder isso, estou falando por uma observação, deve ser maior entre jovens e jovens universitários, eu acho, que é uma população mais fácil de estudar.
isso. E da geração atual, teria mais? Você viu, eu tive a sensação de ser um de impostor na faculdade. Sim. E foi até Ana Maria Braga. Então, olha quanto tempo eu estou te acompanhando. Foi bastante tempo. E eu me lembro que quando eu comecei a dar palestra, eu falava, vou dar mais palestra, não. Porque era um sofrimento. Quando faltava aquele pouquinho para entrar, dava uma tacardia, dava uma sudorese leve, mas eu falava, não vou, não. Aí os primeiros oito minutos,
da palestra, eu ouvia meu coração bater, a minha respiração estava mais curta, a boca ressecada, não quero mais isso não. E aí eu fui fazendo tanto que chegou uma hora, atualmente eu até brinco antes de entrar, eu falo assim, podia dar uma batidinha aqui para lembrar que eu estou focada, que eu estou querendo fazer melhor, que eu estou um pouquinho ansiosa, mas hoje é difícil. Eu acho que é a famosa 10 mil horas.
Pode ser, pode ser. Então já faz parte do sistema operacional. Já faz parte do sistema operacional. Você só não escuta, mas está lá batendo. Mas eu sempre olho a plateia, tem uma coisa muito interessante na plateia, tem sempre, todo palestrante, ele se fixa em dois ou três pessoas na plateia que te olham com muito foco e você sabe exatamente se você está falando o que eles estão entendendo. Porque se estiver entendendo, a pessoa faz assim,
ou rir, ou... Então, eu sempre separo na plateia. E não é uma escolha. Aquelas pessoas focam tanto que você olha pra elas. Meu Deus, a próxima palestra de você vai ter todo mundo assim. Não, não. E no final... Não, isso é natural. É natural. Não, mas agora que você falou, a quantidade de pessoas que vai estar te esperando nas palestras olhando... Olha, e no final, quando alguns vão pedir o autógrafo, lá em Portugal aconteceu muito isso. Eu olhei e falei assim, fazei minha palestra do lado direito em você.
Jura? Eu falei pra minha mulher, mas a minha mulher é desse idiota. E realmente, eu separo o palco ali, direita, centro e esquerda. E aí eu sempre tenho nessas pontas, você vai andando... Como se fosse um termômetrozinho, né? Como se fosse um termômetro de autoavaliação, claro. Eu não tenho... Eu tenho que ser boa quando o outro tá bom pro outro também, né? Eu não sou idiota ou narcisista de achar que a Dani, se eu estou maravilhosa aqui, não.
meio mude totalmente a forma porque o público mudou. Então, assim, o importante é você comunicar. Você se preparou pra A e foi B, né? Sim, pode acontecer. Eu acho que faz parte da maestria das 10 mil horas, é você se preparar pra A, chegar lá era B, mas as pessoas esperarem H, né? Exatamente. E acaba que lá no meio você faz o... O importante é que esteja bom pra mim, mas tem que estar bom pras pessoas. As pessoas tem que estar entendendo, né? Sim. Senão não faz sentido. Agora, outra coisa que a gente veio trazer,
aqui é como que funciona essa síndrome no corpo da gente, no nosso cérebro. A biologia, né? Eu diria o seguinte, existem duas áreas no cérebro que a gente chama de córtex cingulado anterior, que é esses que estão em azul, essa área em azul, e tem o córtex pré-frontal medial, que é essa área que está em laranja.
Porque antigamente se achava assim, tem uma parte que é só a razão, tem uma parte que é só a... assim, separava assim. Tem uma parte que é só a razão, tem uma parte que é só a emoção. Como se a gente fosse totalmente separado. Hoje a gente sabe que não. Que na realidade, razão... A gente gosta de polarizar as coisas. É, sempre. O ser humano tem essa tendência. Hoje a gente sabe que existe uma parceria funcional. Razão e emoção se comunicam o tempo todo.
Não é uma coisa separada, do tipo assim, só racional ou só emocional. Até seria ruim. Porque, por exemplo, uma pessoa sem a parte mais afetiva vira um psicopata. Vira uma pessoa que vai no cognitivo e vai fazer o que ele quer, o que tem que ser feito para atingir o objetivo. Então, pessoas, a maioria das pessoas, elas têm um equilíbrio, uma comunicação entre o racional e o afetivo, o emocional. Vamos para lá.
Hoje em dia, a gente vê muito claramente que você tem uma regulagem, que a gente chama o lado avaliador e o lado regulador. O que significa isso? O nosso lado avaliador, ele avalia e expressa as emoções negativas em geral. Ele detecta conflitos, ameaça, se expressa em relação a medo. Só negativa ou positiva também? Em geral, negativa.
O nosso lado avaliador, ele tá ali pra avaliar ameaças. Então, a gente chama de avaliador... Então, se não for ameaça, ele nem pega, né? Tipo, igual amor, afeto, essas coisas. Porque não dá, não corre risco. Entendi. De novo, vou economizar energia. Eu vou economizar, eu tenho que me ligar, o cérebro vai se ligar naquilo que é uma ameaça, naquilo que te torna frágil, que te torna passível de... Ser predado, né? Ser predado, ser morto, né? Então, esse lado avaliador,
a gente chama de unidade dorsal, que ele fica um pouquinho mais pra cima. Ele tem o córtex cingulado anterior e o córtex pré-frontal medial dorsal, tá? E a gente tem a unidade ventral. Esse é o regulador. Qual é a função principal? Regulação, inibição de respostas emocionais. Então, esse lado regula aquele. Esse dispara o alarme, perigo, perigo. Mas esse lado parece tão menorzinho do que aquele. Mas é a parte mais evoluída. E dá conta?
Claro que dá conta, claro que dá conta. Então, função, atividade específica, inibição do medo, controle top-down. O que é controle top-down da amígdala? A amígdala é o grande alarme do avaliador, é aquilo que está o tempo todo avaliando o perigo. Top-down significa que o lobro pré-frontal, aquele lá que a gente viu, volta ali, que a gente viu aqui o regulador, que é o parte singular do anterior,
E pré-frontal, medial, ventral, que é a partezinha azul, tá? Ele é superior na evolução. Então, ele que controla a outra parte. Se a gente treinar a parte do avaliador. Entendi. Deu pra entender? Sim. Tá. Então, vamos lá. Então, o que que acontece? Quando você tem um conflito emocional, medo, o que que acontece? Você, o avaliador, ele recebe e ativa a mente.
Ele está ali, direto. E a gente precisa que o regulador entre em ação para inibir a amígdala. Porque senão você fica à mercê das suas emoções e principalmente de conflitos emocionais. Entendi. Então existe emoções, razão e emoção, na realidade não são coisas separadas. Elas interagem. Então ali, região dorso, que é o avaliador,
mais ativo ao detectar conflito ou sinalizar erro. Então, para o impostor, para a síndrome do impostor, ele tem uma hiperatividade do avaliador. Então, ele sempre tem medo, né? Ele tem medo mais do que os outros. Ele tem uma hiperatividade do avaliador. E esse medo pode virar ansiedade? O medo é ansiedade. Caramba, então geralmente quem tem síndrome do impostor tem ansiedade. Então, você era ansiosa? Bastante. Caramba, ansiosa com TDAH ainda? Se bem que ansiedade e TDAH é quase a mesma coisa, né?
TDAH, a comorbidade mais comum do TDAH é TAG. Então, a gente até brinca. E o que é TAG para quem tem carga? Transtorno de ansiedade generalizada. Então, o que acontece na neuroimagem? A gente vê aí na neuroimagem da síndrome do impostor. Ele tem esse avaliador, que é esse detector de ameaças, detector de emoções negativas, muito funcionante. E tem pouco funcionante o regulador.
Porque o regulador é aquele que fala assim, calma, mídala, calma, não é desse tamanho. Você tá acionando um alarme de incêndio e o fogo tá na lata de lixo. Você tá botando como se já tivesse a labareda no teto. É igual a parte do estresse, no caso, que o segurança, né, que vai lá, olha, tá tudo errado. Aí depois vem o senhor e fala assim, não, calma, foi só uma pedra no vidro. Exatamente. Então, vamos pro outro. Aí, tá aí, né, aqui é a conclusão. A neurobiologia, né,
o funcionamento tem uma hiperatividade do avaliador e tem uma hipoatividade do regulador. Então, quem tem ensino no impostor, ele vê tudo maximizando a ameaça. Então, ele tem uma apresentação, mas não está boa, isso não está suficiente, vamos falar que eu não fiz isso, e vamos no detalhe daquilo que eu deixei de falar. Então, às vezes, ele faz uma palestra, uma apresentação,
Aí ele fala, não, mas faltou dizer aquilo. É como se fosse tempestade em copo d'água? É quase isso, mas não é algo que ele queira fazer. Porque o sistema, o avaliador dele é muito ativo. Então ele só vê o que está faltando. Ele só vê o copo vazio. E o regulador, que seria aquela parte do cérebro que diminui a atividade do avaliador, da amígdala principalmente,
Funciona pouco. Então é uma tempestade armada, né? Entendi. E se a gente for pensar assim, como que a gente pode... Até quem não tem... Não é um diagnóstico, né? De novo, é um comportamento. É um padrão, né? É um padrão psicológico. E quando a pessoa... Quem está assistindo a gente ou vendo a gente pelo Spotify, né? Como que eles podem começar a mudar um pouquinho? Quem já... Como eu vou dizer? Se conectou com o síndrome do impostor, né?
Eu adoro quem tem ensino de impostor, porque ali tem um talento que pode dar muito mais do que está dando, porque ele não se expõe. Ele tem medo de se expor. Então, às vezes, a gente está tendo pessoas talentosíssimas que estão dentro de casa. E os Danny Krueger. Estão na rua. Então, por exemplo, o que a gente faz? A gente vai ter que desenvolver, como se fosse uma ginástica, do nosso lado regulador. A gente vai ter que fazer esse desenvolvimento
Então, é o ato de reenquadrar, ativar o córtex pré-frontal ventro medial, que é o nosso regulador. E como que a gente faz isso na prática? É o que eu brinco, que a gente chama de... Eu chamo isso aqui, que ele botou de reframing, que é reenquadramento. Vamos brasileirar esse negócio? Vamos, eu chamo de ancoragem de identidade. Você tem que parar e fazer, peraí, Gabriel, você sabe do que você está falando,
estudou, e esse lugar que você está ocupando hoje lhe pertence, por direito. Aí a pessoa contrária do imposto vai perguntar pra ela mesma, será que pertence mesmo? Mas por isso que você tem que estar falando com Gabriel. Presta atenção, se fosse fraude, você já estava fora do game. Já teria sido descoberto. Já teria sido descoberto, já teria... Ninguém veio tomar os seus prêmios, ninguém veio desfazer os seus feitos,
E olha pra você ver como é que é a vida, né? Tão mais fácil agora, porque você tá falando pra todo mundo. E quando na época da Ana Maria Braga, o que que te falou pra Ana Beatriz falar isso? Eu acho que eu fui vendo o que que funcionava, né? Eu acho que quando você... Porque quando você faz esse reframing, ou eu chamo de ancoragem de identidade, que você fala exatamente, eu sei o que tô fazendo, eu me preparei pra isso e eu pertenço a esse lugar onde eu estou.
hoje. Isso é importantíssimo, como se fosse... E você tem que agir como isso, porque a gente... Eu sempre falo, tem gente que fala, ah, basta pensar positivo. Não, não basta. O pensamento positivo tem que gerar um comportamento positivo. Tem que ir para a ação. Aí você está fazendo uma ginástica válida. Então, toda vez que você estiver com essa coisa da insegurança, vou ou não vou? Porque olha só, quem tem síndrome de impostor, o que ele pensa? Só conseguir essa promoção por sorte. Agora todos vão
que eu não sou capaz. Então tem muitos que não assumem uma promoção com medo de ser visto. Que as pessoas detectem. E aí eu te pergunto, qual que é o problema das pessoas verem? Porque quem tem ensino de impostor tem pavor de ser exposto. Não, mas eu falo, mas aí da onde vem isso, né? Porque eu falo que às vezes, como o ensino de impostor, esse pessoal, imagina o Tom Hanks, uma Natalie Portman da vida. Aí eles vão falar, não, mas eu não quero ser exposto. Você vai perguntar, mas você não faz um filme?
põe todo dia. Qual que é a diferença? Não é que ele vai fazer, mas ele vai fazer com insegurança. Mas vai. Porque o talento existe. E tem mais é que fazer. E fazer cada vez mais. Porque isso vai fazendo com que você possa regular o seu órgão regulador, que é o pré-frontal ventromedial, do tipo assim, não posso dizer que foi só sorte. Teve alguma vez que não funcionou fazer isso?
isso pra você. Não, sempre funciona. E eu ainda digo mais, numa hora dessa, se puder, botar o pezinho no chão, mesmo sem sapato, sabe? Botar o pé no chão, que a gente chama de trazer pro momento agora essa reflexão e falar assim, calma, botar o pezinho no chão, fazer uma respiração diafragmática, fazer esse movimento, porque toda vez que você faz uma respiração diafragmática, toda vez que você fala, peraí, Gabriel, calma, vamos
ver. Você se preparou. Você está pronto. Esse lugar que você está aqui hoje, ele é seu por merecimento. É seu porque você se preparou para estar aqui. A ancoragem é literalmente física, né? Literalmente você coloca no teu pé no chão. Também, porque isso faz com que eu ative aquela região azul ali do cérebro, que é a minha região reguladora. A reguladora faz o que? Inibe a amígdala. Se ela inibe a amígdala, todo o meu sistema de alarme, de medo...
baixa. E quanto mais você faz isso, chega uma hora que fica tão automático fazer que rapidamente o sistema se autorregula. Entendi. Vai indo rápido, né? Igual você falou, já vai ficar acostumando. Com certeza. Fica mais fácil. Então isso é super importante. Pra gente manter isso, igual o Luiz Tutu, por exemplo, fala que ambiente é sempre importante. Pra quem tem TDAH e como TDAH, você sabe muito bem que o ambiente conta muito, né? Desde você já deixar bonitinho o seu uniforme,
Forme para o outro dia a fazer um script do que vai ser para não se perder. Olha, eu acho que só muda o seguinte. Um é uma guerra individual. Por exemplo, quando você vai fazer uma palestra, quando você vai começar um episódio do podcast, aquilo é você com você. Ali e você se ancorando e você falando, calma, eu me preparei. Eu sei o que eu estou fazendo e eu pertenço a esse lugar. Por quê? Por direito, porque você se preparou.
parou para estar ali. Agora, tem também o ambiente externo, que você, na realidade, vai ter que usar. Se o ambiente externo for favorável, que eu digo favorável, chefes ou pais e mães, que tipo assim, não, vai lá, vai com força, não, fale das suas ideias, exponha o que você tem, porque você tem que dar liberdade para os outros se expressarem,
só uma ideia que você fala, não, eu entendo sua ideia, mas talvez não se aplique aqui. Mas quantas vezes... Não, mas quantas vezes funcionários não são acionados para falar e falam? É, faz sentido. Ontem mesmo, o Gustavo estava falando de como a gente vai tentar aproveitar a nossa galeria de bonequinhos aqui na nova sede. Eu falei, faz sentido. Eu acho que realmente eu não tinha pensado nisso. E uma solução que está sendo estudada.
vai dar certo? Não sei, mas é interessante. Então, isso também é uma questão, quando você tem uma situação favorável, você faz com que aquele medo, aquela questão toda, possa evoluir melhor. O ambiente favorável, ele regula, é um ambiente regulador, você lembra do sistema regulador? Agora, um ambiente desfavorável, ele vai fazer o quê? Ativar o avaliador, vai supercarregar a amígdala e vai ter pouco,
Pouca ativação do regulador. E os dias de hoje, você acha que as pessoas estão com um ambiente, como é que eu vou dizer, mais regulador ou um ambiente mais... Olha, é tão difícil só estando dentro de uma empresa pra gente falar. Porque quando a gente olha, por exemplo, pra geração atual, não só a geração Z, mas pra quem trabalha hoje em dia, assim, até de home office, né? Igual você vai pra trabalhar em casa, imagina a quantidade de estresse que você não tem pra fazer as coisas dentro de casa.
trabalhando, mas tem as coisas de casa. Isso é uma coisa meio louca, né? Porque as pessoas, o home office vem num determinado momento que foi da pandemia, foi necessário, foi ótimo, algumas profissões se encaixam bem de home office. Mas, eu acho que isso tem um custo. Primeiro que a pessoa acaba assumindo tarefas domésticas. Do tipo, ah, peraí, vou ter que parar pra levar meu filho na escola pra pegar, papapá. Eu vi até um rio desse título, eu achei até engraçado.
porque o pessoal do Google estava trabalhando em casa. Aí a moça vai falar no dia dela como é que é. E toda ela falou assim, hoje eu vim trabalhar de home office e meu pai está em casa. O pai dela, a cada 15, 40 minutos, ele chegava lá, você está podendo falar? Não, pai, estou trabalhando. Aí ele, ah, não, então você me desculpa. Aí passa mais um minutinho, fiz um cafezinho, você quer? Ah, pai, estou no meio da reunião. Aí passa mais um minutinho, o almoço está pronto.
Passa um minutinho, aqui, chegou o correio. Então é o que? A pessoa tem que fazer essa gestão de casa e a gestão do trabalho. Que é difícil, né? Que é difícil.
Então, assim, é que nem taxista, né? Como é que você fala pro seu filho, né? Não, meu filho, daqui a pouco papai brinca. Taxista, coitados, a família taxista sempre achou que eles têm que levar eles pra tudo que é canto. Levar a mulher no médico, levar não sei o quê. O cara tava trabalhando, né? Eu me lembro que eu, quando pegava táxi, não, tá, tá bom, então eu pego ela na escola. O cara tá trabalhando, né? A corrida que ele faz pro vizinho, a corrida que ele faz pra mulher, pra não sei, as pessoas não entendem. Quando paga, né? Porque eles vão botar na pendura. Exato.
Exatamente, exatamente. Às vezes não compensa voltar em casa. E pegar, né? Tinha um que eu achei muito interessante, que ele falou assim, filha, pega o Uber, vê aí quanto dá. Eu te pago. Porque pra ele tava numa outra corrida, entendeu? Então, assim, eu acho que depende. Porque eu acho, assim, o fator de você trabalhar em home não quer dizer que é menos estressante. Na verdade, eu acho mais estressante o home do que a empresa.
Porque a empresa, por exemplo, se você vai lá, aquilo que a gente falou do Ikigai, né? Você sabe o que você tá fazendo, aí você chega em casa e já troca o disjuntor. Então, tipo assim, ó, você tava no trabalho. O modo, né? Isso, agora eu tô no modo casa. Geralmente, quem trabalha de home office não tem muito horário, não. Não, fica tudo muito misturado. E também tem uma coisa, você acaba perdendo essa conexão de se relacionar com os outros.
E esse relacionar com os outros é muito importante, que ajuda muito na nossa autorregulagem. Concorda? Depende do outro.
Não, mas você, num grupo, você tende a se autorregular melhor. A não ser que você seja uma pessoa totalmente... Olha, olha, porque essa frase vai contra aquela sua que é a mais legal. Qual? A gente evolui no... No individual. No individual se alieira no coletivo. Mas aí a alienação que eu tô dizendo é um espaço alienante. Por exemplo, eu não vou evoluir nada num show imenso. Aí você ajuda o espaço com as pessoas. Ou seja, então a gente evolui...
essa frase é que eu preciso do meu momento de eu vivo coletivamente, mas tem uma hora que todas aquelas coisas que eu vivi, eu tenho que trazer para dentro para ver o que me serve e o que não me serve para continuar o meu processo de evolução. Sem esse silêncio, sem esse ócio criativo, se eu estou sempre para fora, eu estou me alienando, eu tenho que ter esse momento que eu venho para dentro, nesse sentido.
pra fora, interagir, tudo, mas depois se tivesse o seu momento com você também, não só o momento de ir com você e não só pra fora, ou seja... Como diria Sandra de Sá, entrar pra dentro pra depois e pra fora. Entendi. Ou seja, equilíbrio, né? Equilíbrio. Não, reabastecimento, né? Não, eu falo do equilíbrio que é não só ficar lá fora com todo mundo e não só ficar lá dentro só com você. Exatamente. Eu vou vivenciar. Então depende muito do ambiente. Claro que o ambiente tóxico vai ser
muito ruim, vai ativar o avaliador e vai deixar o impostor muito mais inseguro, muito mais autocrítico e às vezes vai paralisar. O cara tem uma ótima ideia, mas como o ambiente é tenso, ele nem vai falar. Ou então ele vai embora. Aquele chefe vai falar, e você que não abre a boca? Imagina! Uma coisa, vem cá, o que você acha? E talvez esse tipo de personalidade você tenha que, em vez de fazer isso
abertamente, você tem que se chamar na tua sala. O que você está achando disso? Porque talvez ele fique mais à vontade de falar. De como lidar com cada um. Com cada personalidade. Caramba. Esse dá um ótimo inverso para o futuro. Como lidar com cada um. Porque tem personalidades que se beneficiam dessa coisa do coletivo. Vamos lá, gente. Vamos para frente. Tem outros que você tem que chamar. Tem aquele que se contagia com o grupo.
E tem o outro que fica como se o menino impostou. Será que eu teria aquela ideia? Será que eu não teria? De repente, quando o líder chama, falando, quero ouvir sua opinião. O que você acha disso? Aí ele vai falar e, de repente, você fala, nossa, ninguém tinha pensado nisso. Coisa bacana. Ele tem que sentir a vontade para falar. Porque ele também, se não for feito com habilidade, o que ele vai fazer? Não vou falar porque vão achar que é horrível, que não sei o que.
Fico calado. Ou o famoso, não vou falar porque senão não passa para eu fazer. Não. Tem essa hoje em dia?
Esses memes ficam sempre muito... Então, assim... Muito em evidência, né? Não dá ideia, porque se você der ideia... Você acredita... Não, você acredita que tem um canal no YouTube só inserindo as pessoas a fazer esse tipo de coisa? Por exemplo, não dê ideia na empresa, porque se você der ideia, ela é responsabilidade sua. Se você quer ter tempo pra jogar, tempo pra ficar em rede social, você vai marcar na sua agenda, vai colocar esse, esse, essa nomenclatura.
Você vai nesse site, por exemplo, você pode simular que o seu computador está atualizando
a serviço da sua empresa, que você não pode trabalhar nesse momento, então você pode fazer qualquer outra coisa. E tem mais de 100 mil visualizações nesses canais. Eu fico falando, caramba... Eu fico preocupada, mas é um critério, né? Se o cara tá nessa comunidade, será que eu quero trabalhar com uma pessoa que finge que tá trabalhando? Ou seja, quando eu vou contratar alguém, a primeira coisa que você vai é nesses canais. Você fala assim, quem segue esses canais?
Talvez. Talvez. Porque pensando nesse pensão certo. Porque quem tá errado é quem tá assistindo.
Diga, tipo assim, não, Bia, eu tô inseguro, tô não sei o que ela tá. Então me fala a tua ideia aí, vamos. Agora, fingir que não tá aí, aí já não acho legal. E como que a gente pode falar pra quem tá em casa aí, de novo, né? Acabou se conectando, se reconhecendo em muito desses... Vamos dizer assim, dessa experiência, desse comportamento, né? Dessa síndrome. Eu acho que a síndrome do impostor tem um custo alto. A gente viu que as pessoas ficam mais ansiosas,
medo, um percentual bem grande evolui para transtornos de ansiedade, evolui para depressão, e uma depressão com nível de ansiedade muito grande, até naquele estudo dos acadêmicos, a gente viu que são depressões até com pensamentos de auto-extermínio, mais prevalente. Então, o que eu acho é saber que isso existe, saber como funciona, e vamos malhar o nosso cérebro regulador.
Da mesma forma que a gente se preocupou com o corpo, preocupar com a mente. Exatamente. Fazer a ancoragem, fazer essa coisa do se comportar sabendo que essa sensação toda é por um mecanismo do avaliador muito ativo. Então, eu tenho que equilibrar isso. Não só no que eu falo, mas também no que eu pratico. Entendi. Que legal. É exercício. E pensando nisso de praticar, até de melhorar, igual a gente falou, do ambiente e tudo.
Quem está assistindo ou ouvindo pelo Spotify, pode começar melhorando o ambiente, mandando esse vídeo para um amigo, para uma amiga, para a mãe, para o pai, para a tia, para a avó, para todo mundo, porque eu tenho certeza que pessoas boas, ainda mais se o público, que gosta de estudar, que acompanha o podcast, que sempre tem essas dúvidas, eu tenho certeza que eles têm uma pontinha assim, de uma síndrome, um impostorzinho de bolso. Eu fico super orgulhosa.
orgulhosa. As pessoas estão preocupando com serem relevantes, fazendo coisas legais. Ou então tentar fazer o seu melhor, né? Não nesse parâmetro tão alto, mas num parâmetro que funcione. Mas pelo menos tentar, né? Já é um começo. Não, e se você tirar esse avaliador tão feroz que está dentro do assínio de impostor e fizer o regulador, tipo assim, calma, você é bom. Não precisa fazer perfeito. Faça, é melhor o
feito é melhor do que o perfeito. Os marqueteiros acabaram com essa frase, né? Mas eu acho que tem horas que a gente tem que fazer. Porque depois você vai fazendo, quanto mais você faz, você vai ativando o regulador, o regulador vai te dizendo, nossa, foi legal, esse foi melhor do que o outro. Mas você vai pro mundo. O importante é começar, né? É o primeiro passo. E sabendo que toda hora que o avaliador falar assim,
não vai dar certo. E você vão descobrir que você é uma fora. E você, ó, ancora e tipo assim, calma. Calma, Gabriel. Calma, Bia. Você se preparou. Você estudou. Vai lá. Porque você não tá aqui à toa. Você tá aqui porque esse lugar te pertence. Você conquistou isso aqui. Vai lá e faz o que você tem que fazer. É o que você falou no começo do vídeo. Não basta só você pensar. Não. Tem que fazer. E o primeiro passo pra fazer aqui não é tão grande. Na verdade,
o passo que você faz com o dedo é clicar no botão gostei ou não e clicar no botão se inscrever e clicar no sininho. Assim a Bia vai saber que vocês estão gostando do conteúdo, o algoritmo vai saber que vocês estão gostando do conteúdo e vocês vão ser os primeiros a receber os vídeos e as novidades da doutora aqui no YouTube ou no Spotify. É, no Spotify a gente tá lá. Exatamente, no Pod People. Então não se esqueça, deixa aqui nos comentários o que vocês acharam do episódio.
Se vocês têm algum tipo de dúvida sobre isso, eu sei que é um conceito, às vezes, bem difícil. Graças a Deus, a doutora consegue explicar direitinho, porque senão era mais difícil ainda, né? Então, vocês deixam aqui embaixo essas dúvidas, que depois a gente faz um FAQ só para tirar elas. Um episódio só de tirar dúvidas. E fica aqui, né? Ter síndrome do impostor não é ruim. Ruim é não saber o que fazer para poder deixar toda essa potência sair. E não se esqueça, bebam água. Fio de solar. Tá verão.
E até o próximo Pod People Inverso.