Nutrir é Presença: Pais e Filhos no Mundo Digital com Marcelo Soares - PODPEOPLE #287
Você está preparando seu filho para o mundo digital, ou apenas entregando uma tela?Neste episódio do Pod People, recebemos Marcelo Soares, economista e criador do projeto Pais que Nutrem, para uma conversa profunda sobre parentalidade, tecnologia e os desafios reais de educar crianças na era digital.Falamos sobre o impacto das telas no desenvolvimento infantil, como orientar o uso saudável da tecnologia, o papel dos pais como referência e os riscos invisíveis das redes sociais. Também discutimos temas como algoritmos, excesso de estímulos, influência digital e a importância de desenvolver senso crítico nas novas gerações.Se você é pai, mãe ou responsável, este episódio vai te ajudar a entender como equilibrar tecnologia e desenvolvimento emocional, sem extremos e com mais consciência.
- Educação Digital ParentalExcesso de estímulos digitais · Influência digital · Equilíbrio entre tecnologia e desenvolvimento emocional
- Segurança digital para adolescentesProteção da experiência online · Identificação de riscos nas redes sociais · Importância do diálogo sobre tecnologia
- Educacao e TecnologiaFerramentas digitais para aprendizado · Preparação para o mercado de trabalho
- Maturidade EmocionalAutonomia e escolhas das crianças · Importância da presença dos pais
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Nosso convidado de hoje é economista, formado pela UFMG e ex-empresário do setor de alimentação. Depois de anos liderando negócios e lidando diariamente com pessoas, iniciou uma transição de carreira motivada pela paternidade e pelas transformações do mundo digital. Criador do projeto Pais que Nutrem, ele atua como ponte entre gerações.
ajudando famílias a reduzirem a lacuna digital e a exercerem uma parentalidade mais consciente e presente. Com vocês, o economista e criador do perfil Pais que Nutrem, Marcelo Soares. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do Pod People, um lugar onde a gente se encontra para ver e ouvir gente. Gente que faz, gente que acontece, gente que inspira. Vou fazer uma pergunta básica.
Você está preparando seu filho para o mundo digital ou apenas entregando na mão dele uma tela? Para falar sobre isso, a gente vai receber o criador do perfil Pais que Nutrem, Marcelo Soares. Tudo bom, meu querido? Tudo bem, e você? Muito bem, muito bom o seu perfil e muito bom ter você aqui hoje. Muito obrigada por ter atendido o nosso convite. Para mim, de certa forma, é uma honra. Completamente...
lisonjeado, né, com uma expectativa muito boa, tentar passar uma mensagem um pouco diferente aqui, enfim, tentar contribuir de alguma forma aqui para o pod people, né? E para as pessoas que precisam ouvir, né? Que a gente está num período que a gente está precisando de muita orientação e coisa boa a gente tem que compartilhar. Meu querido, você era economista, é economista, né? Você se formou em economia, mas você mudou de rumo, né? Quando você cria o perfil,
pais que nutrem, que não é só de nutrição, é nutrir no sentido de dar base. Como é que foi essa transição e o que isso impactou na sua vida e o que isso está impactando na vida de outras pessoas? Então, eu acho que tem que, eu vou pegar um pouquinho do começo, até para poder falar, porque minha formação é ciências econômicas, mas de certa forma da economia em si eu nunca...
apliquei ela no dia a dia como mercado financeiro, que se imagina, você é economista, você trabalha em banco, mercado financeiro, não. Mas sempre gostei do comportamento humano em relação à curva de indiferença, que são as decisões e escolhas do ser humano, mas minha origem é o comércio.
apesar de eu ser uma pessoa até bem fechada, quem me vê na rua, quem olha, fala, poxa, o cara é mal educado, não conversa com ninguém. Sério. Eu acho você tão simpático. Sério, não, mas o comércio me treinou, foi a melhor escola que eu tive. Tá. Aí eu consegui, de certa forma, criar essa habilidade, consigo virar uma chave ali, que eu consigo me comunicar bem, mas eu tenho dificuldade de comunicação, tava até comentando.
com o Marquinhos, que gentilmente foi me buscar, né? É coach, meu motorista é coach. É coach? Tô brincando. Ele veio me acalmando, me tranquilizando, porque eu tenho, sim, dificuldade de comunicação, mas eu consigo, muitos anos de comércio, de balcão, de lanchonete, eu consigo, talvez, fazer essa transição com mais facilidade. Mas se a gente pensar na época de fila de banco, eu sou aquele perfil que entra na fila calado, sai mudo, resolve o que tem que resolver.
Mas aí, nessa transição, né, eu talvez eu entrei aí, não sei como que você vai poder me explicar, eu entrei talvez um dos maiores meios meus, que é a exposição, é um meio digital, é uma... Eu chamo, eu chamo assim, um amigo meu me passou essa ideia, né, honrar quem tem que honrar. Ele falou, Marcelo, é uma lacuna geracional.
E sim, é um vale, existe um vale ali cada vez mais rápido, pelo menos na geração que eu fui criado, década de 80, 90, a gente assistia Rambo na televisão, a gente assistia várias situações na televisão, tinha só um cronograma e hoje, assim, as pessoas conseguem ter acesso à informação, acesso a conhecimento.
Eu tenho um pouquinho de conhecimento que você lidou com novelas, né? Depois até se puder falar um pouquinho. Mas as pessoas podiam ter acesso a um prato bonito na novela. Ver um prato de novela. Hoje não, a pessoa consegue fazer um bom prato, tirar a fotografia, compartilhar isso, e isso gera esperança.
Porque eu acho que o digital traz uma esperança a mais, bem usado, traz uma esperança a mais das habilidades, daquilo que eu acredito que cada um pode fazer, daquilo que acredito que cada um consegue fazer, só que a gente tem um desafio muito grande pela frente. Não tenho dúvida que o digital é bem usado, ele potencializa a voz, potencializa a sua capacidade de compartilhar bons conteúdos.
A questão é que às vezes a gente se embaralha em fazer essa seleção. Falta uma educação digital para que a gente saiba desde muito cedo separar o joio do trigo. Então, quando foi essa virada? Então... E...
Considerando ele meio empresarial, né, pós-pandemia ali não vinha bem o meu negócio, eu tinha uma questão de eu empresa, sociedade minha como irmão, mas assim, nós dois estávamos muito presos na situação e eu vinha buscando ali algum outro tipo de maneira. Seixia empresa de que, Marcelo? Era uma lanchonete. Uma lanchonete. Uma lanchonete. Você e seu irmão. Eu e meu irmão. E na pandemia deve ter sofrido...
muito né, eu imagino exatamente, e assim a gente batalhou ali, batalhamos juntos só que chegou um momento que na minha decisão eu falei poxa, tô com uma filha, minha filha com 4 pra 5 anos e
não tava andando, a gente prosperou durante um período e depois realmente não andou e eu tomei uma decisão de ir pro maior desafio, que eu vi que o digital é onde assim, uma escolha puramente meio que financeira, sendo assim... No primeiro momento. No primeiro momento, puramente financeira. Falei, vou aprender isso que é marketing digital, tava vendo, eu já tinha consumido algumas coisas de podcast há mais tempo, eu vi, por exemplo, adorava podcast, filosofia, Lucelena Galvão.
tem uma nova muito boa, Miriam Garcia muito bom, se você gosta segue lá eu gosto de ir recomendando nossos convidados porque a gente tem que fazer o bom conhecimento andar
Pois é, e a história da Lucilina Galvão é um pouco engraçada, porque eu tava escutando um audiobook, né, não sei se você gosta, mas eu tava escutando um audiobook da... Eu tô fugindo um pouquinho do assunto, mas eu volto, eu prometo, tá? Pode falar, pode falar. Eu tava escutando um pouquinho do audiobook da... Aí me corrija, que eu sou péssimo pra nome. É da volta de Homero, né, voltando pra Ilíada. Sim, sim, sim. Isso.
Só que eu escutava e cochilava, escutava e cochilava. Aí eu caí num áudio da Lúcia Helena Galvão, aquela voz professoral explicando aquele Marvel. Pra mim era um Marvel ali, aquela filosofia, e ela explicando tudo aquilo em relação ao ser humano. E muito humanizado, né? Assim, na vida prática, né?
Mas aí voltando ao tema, né, eu já vinha, consumia, sempre gostei de consumir alguns podcasts e tudo, e tentei entender isso do marketing digital. E conectou muito, porque na economia tem os atores econômicos, né, você vê ali alguns escritores, por exemplo, como Adam Smith, que fala, ah, não é da nossa benevolência do padeiro, do cervejeiro ou do açougueiro que conseguimos nos nossos jantares, mas sim da busca dos seus próprios interesses. Aí vem o NES, os jogos...
relativos a a gente saber tentar planejar a nossa vida baseado no outro ser humano, ele já prevê e são economistas renomados, né? Eu sempre gostei dessa parte, eu falei, poxa, economia não é só isso que é a economia baseada no comportamento, né? Na realidade a economia parece uma coisa contraditória com o comportamento mas não é tanto assim, porque grandes economistas
É prever um comportamento, né? Pra poder até planejar economias, né? A economia é o comportamento. Na minha opinião, tá? Na minha opinião, assim, minha humilde opinião é o comportamento. É como a gente lida com recursos escassos. Como a gente administra isso e na vida, assim, tem uma coisa que é abundante, é problema. E tem uma coisa que é recurso escasso, é tempo, né? Mas aí eu caí ali no conhecimento do marketing digital, agradei, achei interessante aquela jornada do marketing digital.
E eu comecei a estudar isso através do YouTube. YouTube, vendo conhecimento, vendo isso, vendo aquilo. Tenho ali talvez uma facilidade de tentar fazer alguns tipos de conexões. Eu aprendi isso, aprendi isso e comecei a ver um mundo completamente diferente. Um mundo diferente de tudo que você vê. Por exemplo, este podcast, não este, né? Mas um podcast tem um roteiro estruturado dentro do marketing digital.
que pode ser usado muito para o bem, mas quando não é usado para o bem, as pessoas tendem a consumir desnecessariamente. E aí, enfim, eu aprendi esse conhecimento e eu falei, poxa, se eu quero mexer com isso, eu tenho que, se eu quero talvez ensinar alguém, se eu quero ser especialista nisso, eu tenho que ter um, vou dizer, um campo de batalha.
Um nicho. É, um nicho, um campo de batalha. Como é que eu vou lidar com isso, né? Como é que eu vou fazer? Eu via minha filha pequenininha brincando do lado. Como é que eu vou fazer? E aí que veio onde geralmente está o problema, está a solução, né? Minha esposa, a gente fez a introdução alimentar da minha filha. E minha esposa, ela não comia de tudo. E eu era aquele cara que, tipo assim, me dá, eu tô ali. E tiver no prato, você vai. É, eu tô ali, tudo isso e aquilo.
E durante a introdução alimentar, com muitos erros e alguns acertos, né? Muitos erros, porque eu sou presepeiro mesmo, né? Mas com muitos erros e alguns acertos, eu usei o livro da Rita Lobo pra me orientar. E eu consegui, a minha filha comia bem, se alimentava bem, comia de tudo. Que era um desafio. É, saudável, comia assim. Tinha uma organização de prato muito boa. Tinha uma base de prato colorida e tudo. E foi eu, eu falei, poxa, eu vou falar aqui do livro da Rita Lobo.
Vou falar do livro da Rita Lobo de alimentação. Você começou com essa coisa de nutrição mesmo, né? O Pátio que nutre começou como alimentação. Alimentação, introdução alimentar. Aproveitando tua filha ali, a dificuldade. Bati o olho e falei, vou falar sobre isso. Até porque era um laboratório pra quê? Pra eu aprender a gravar. Pra eu enfrentar um dos meus maiores medos, que era botar a cara na tela, né? Na tela, né? Se expor. Se expor. Medo de julgamento, várias situações assim.
E aí, o que que acontece? Só que eu falei, poxa, Rita Lobo, vou citar e veio aquele medo, pô, vou começar a citar ela aqui, será que depois, assim, como é que vai fazer? Mas a minha ideia era aprender. Aí eu achei um guia do governo, é o guia de alimentação brasileiro, é, guia de alimentação brasileiro pra crianças menores de dois anos de idade.
Aí eu peguei e comecei a falar o guia de uma forma diferente. Fazia uma certa blindagem ali, tipo assim, no contexto da legenda, eu blindava. Algumas pessoas começaram a engajar. Aquele negócio você tem 100, 200 seguidores. Eu falava, procura um profissional de saúde. Fiz todo ali um. Poxa, eu tive uma formação pra isso. Olha, sou um pai, tô compartilhando um guia gratuito. Tá aqui o guia. Baseado, né? Isso, baseado. O conhecimento é esse e tudo. Só que aí eu ia falando de introdução alimentar, as dicas que estavam no guia.
Chegava um momento que tava ali meio que acabando o assunto, eu bati o olho em amamentação. Eu falei, e agora, né? Nunca amamentei, não sou da área. Na verdade, eu era meio que o Darth Vader da introdução alimentar, né? Que eu vendi lanchonete, era coxinha, era salgadinha, era só bobagem. Você tá se redimindo. Tô meio que redimindo ali. Eu tô... O império contra-ataca. Meio que o Darth Vader da alimentação falando isso, mas como é que eu falo de amamentação?
Mas aí eu notei uma coisa, eu sou meio ligado a padrões. Eu tento, todas as vezes que eu estou em alguns lugares, tento olhar padrões e tudo, eu vi alguns padrões na literatura da...
do guia do governo, que eu vi que, tipo assim, valorizar é importante, a amamentação, né, é muito interessante, mas chega um momento ali que o guia não acolhe tão pouco a que não amamenta e eu comecei a falar de amamentação, ó, o guia indica isso, não sei o que, nem falava um dica, olha, seu bebê, não sei o que, alguns vídeos viralizaram pela forma de, que eu estava expondo ali, é, que eu estava expondo, alguns viralizaram.
algumas mães mandavam um contato pra mim, eu falava, olha, sou um pai, eu tinha até uma resposta, já tenho uma resposta padrão, segue o guia, mas procuro um profissional da saúde, é importante pra você ver, pra você verificar, sempre mantive esse tom de cuidado. Esse tom de ética e respeito. Isso, justamente.
E aí, o que aconteceu? Falando de amamentação, um fato especial, né? No sentido que fez o perfil crescer bastante, chegar num número interessante. E assim, conectar com muitas pessoas foi o acolhimento, né? Isso até através de um puxão de orelha que eu levei de uma mãe que eu falei, eu fiz um vídeo ali e ela mandou no privado. Foi muito gentil. Eu falei, olha, Marcelo, não é assim. Sobre conexão materna, amamentação, eu não amamentei tudo, aí eu vi.
E eu comecei a falar, olha, não é só a amamentação que gera conexão, e isso gerou uma conexão maior, o perfil chegou a crescer um pouco mais. Mas aí, voltando, chegando no digital, chegou um momento que eu falei, poxa, ou eu vou fazer uma nutrição, nutricionismo, ou eu vou fazer e ir para essa área, mas não é a área que faz meu coração cantar. Meu coração cantar faz planejamento, o contexto do marketing digital me interessa.
O contexto de planejamento é algo que me interessa muito. E aí eu comecei a perceber que o digital está na vida dos nossos filhos. Para eles é a vida. Para a gente é novidade. E para uma faixa etária entre os 19 aos 35 anos é empolgação, é oportunidade. Para a gente é tudo novo.
pelo menos assim, responde por mim pelo menos a minha geração, a gente era analógico foi apresentado ao mundo digital a gente no início, o que é isso e hoje a gente é um ser bi, né eu digo que eu sou bi, eu sou de e eu sou analógico, é biana, né
Diana, que é de digital e Ana de analógico, entendeu? Então, assim, é uma mudança drástica. Mas as crianças que estão nascendo hoje, elas são nativas no mundo digital, né? É, e que é um grande risco, né? Um grande risco, porque... Porque nunca foi testado isso, né? Ninguém sabe o que vai dar. E muito acelerado.
E aí o Pais que Nutrem foi seguindo para essa vertente de, não vou dizer somente proteção, porque se eu fosse colocar conteúdos, olha esse aplicativo, isso, aquilo, é tão rápido. Muda rápido. É tão rápido.
E aí eu, dentro do Pais que Nutrem, eu criei o Semente Conexão, né? Que a ideia da semente é da gente tentar utilizar do digital dos pais que têm uma dificuldade, criar oportunidade para a vida deles, né? De perder ali um pouco desse pavor do digital em inúmeras oportunidades que existem, né?
para poder na própria carreira ter uma possibilidade de algo melhor, mas se conectar, poder ser uma referência para os filhos, poder passar algo para os filhos, falar, o filho olhar, ao invés da referência ser uma pessoa de fora desconhecida, se der a sorte cai em você, cai em outras pessoas que são do bem, mas, poxa, o mal não descansa. Não, nada, e é rápido. É, o mal não descansa. Se o mal não descansa, por que a gente tem que descansar?
E aí eu peguei, o País que Nutrem tem sempre uma mentalidade que eu chamo, mentalidade de overflows, que é sobre transbordar, né? Que a gente ter objetivos, mas tentar transbordar na vida das pessoas. Muita gente fala, mas se você não chegar no objetivo, você não vai conseguir transbordar. Mas eu falo, poxa, mas se você botou um objetivo de um copo cheio, mas se tiver um copo um pouquinho abaixo e chegou, aquele copo já transbordou?
Talvez você não conseguiu aquele objetivo ainda, mas outros objetivos se criaram. É como se você estivesse elevando o nível da água para transbordar. Para transbordar. E isso impacta na vida das pessoas, que eu acho que tem muito a ver com... Por exemplo, eu tenho... Tento tomar o cuidado de ser mais positivo, de tentar utilizar menos o gatilho do medo. Até é um gatilho utilizado no marketing digital, né? Muito. E assim, não vou dizer que não uso, porque...
às vezes a gente tem que acorda aí, existe, né? Mas a gente tem que usar medos legítimos e não criar medos urgências ocultas para que a pessoa entre em desespero então a gente tem que ter um bom senso e eu acho que o universo digital carece de bom senso
Eu acho que é tudo muito novo, os forasteiros estão chegando e eu acho que levou muito tempo para que pessoas mais ponderadas e mais com uma visão geral, você vê, um economista tem uma visão geral, tem que ter uma visão geral.
possa assumir essa responsabilidade de ir para o fronte. Eu acho que os forasteiros foram para o fronte como eles iam para qualquer coisa. Mas muita gente boa, muita gente boa, ficou, não, isso não é para mim, não é para mim. É a praça pública hoje, de discussão, eu fico pensando que se os filósofos... As ágoras, né? É a ágoras, exatamente. Se os filósofos tivessem uma rede social, a gente hoje estaria...
Bem servido. Levantar de manhã e deixar eu ver o que Nietzsche está falando, deixar eu ver o que Platão está falando, deixar eu ver o que Epiteto está falando. Ia ser maravilhoso. Os estoicos. Eu estou sentindo muita falta de professores ocuparem a Ágora.
Professores mesmo. Eu acho que professores hoje têm uma vivência tão difícil, mas que precisa ser compartilhada, que precisa ser reforçada. Mas só te interrompendo e me desculpa, tá? Será que não é o que eu tinha? Preconceito? Talvez eles tenham preconceito nesse meio? Talvez, talvez. Eu acho que sim, porque às vezes é a experiência em sala de aula. Só eles que têm.
A gente fica falando, eu vejo burocratas falando, ah, porque professor, porque a sala de aula tem que fazer isso, tem que fazer aquilo. Tá, e quem tá lá? Eu quero ouvir quem tá lá. Eu sempre digo que, pra mim, a medicina, a psicologia, tem uma grande dívida com os professores. Muito fácil fazer um atestadinho, tá, mandar pra lá. Eu quero ver, compartilhar e falar, qual é a tua necessidade dentro da sala de aula? Como é que o meu trabalho pode te ajudar? Mas as referências são eles, não somos nós.
né
Mas vamos lá, eu acho que você tomou essa decisão de vou culpar minha faixa de praia, como fala aqui no Rio, é a faixa de praia, né? Dividida... Botar minha barraca ali, né? É, dividido por tipo de comportamento. Então, você vai pro posto não sei o que, o pessoal é mais família. Vai pro posto não sei o que, o pessoal do frescobol. Vai pro posto não sei o que, o pessoal do futebol. Então, é a faixa de praia que a gente brinca aqui, né? Ir pra faixa de praia.
E quando você notou que a coisa estava funcionando, Marcelo?
Então, eu tenho hoje, por exemplo, notado, primeiro que eu criei alguns tipos de estratégia, né? Eu faço questão do meu perfil, assim, é um cuidado que eu tento ter, né? De sempre estar ali um sorriso. Começar, se você rodar meu feed ali, você vai ver, você vai tentar. Primeira mensagem, até porque é pra mim, às vezes eu sou bem carrancudo, entendeu? Não pareço, mas eu sempre falo, poxa, deixa eu tentar ser positivo, deixa eu tentar colocar positividade aqui.
E eu notei quando eu observei que existem duas gerações se conectando muito. Sempre o materno se conectou muito com a minha mensagem, tá? Até por esse aprendizado que eu adquiri. Essas, não tem como eu saber, porque eu não tenho, não vivi, tipo assim, eu posso dizer da minha esposa, a maternidade dela. E que eu, depois que eu aprendi um pouco mais, eu, poxa vida, o tanto que eu errei. Tá? Mas não vou também me... Tchau.
Ficar carregando isso. É daqui pra frente. É daqui pra frente. Vamos olhar pra frente, né? Retrovisor, a gente olha do carro. Exatamente. Mas eu vi que ali existe um... Eu tenho me comunicado com dois contextos diferentes. Um contexto que tem entendido que, poxa, é uma pessoa mais velha que tá até nos defendendo, que existe ali a nossa necessidade digital, que são as pessoas mais novas, né? Eu tenho notado isso dentro do perfil. E muitos contextos falando que... É, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é... E aí
que eu tô trazendo uma visão diferente, por exemplo, vou dar um exemplo básico, ontem no YouTube, ontem, anteontem, eu li lá, rapaz, falou, falou, falou, falou, mas não entendi, não falou nada, aí eu geralmente, eu faço o vídeo curtinho ali, e explico mais na legenda, né, e realmente assim, às vezes o vídeo curto, eu explico pra algumas pessoas, mas pra outras não explico, e não é culpa delas, é culpa minha, e eu só mandei, é rapaz, realmente, eu tô, eu tenho que ver aqui como que eu melhoro, porque eu queria falar sobre isso, isso, isso.
Quando chega um comentário que talvez não seja agradável pra mim nesse sentido que a pessoa chega, eu tento pegar isso por um outro lado e falar poxa, onde eu posso melhorar? Eu tento, que é desafiador, porque lá dentro tem uma fala ah, não entendeu? Porque às vezes o comentário chega com uma criticazinha, chega com isso, não falou nada. Eu acho que é o...
tom, né? Porque tem gente que fala assim, olha, doutora, eu não entendi muito bem, fiquei com uma dúvida. Nossa, legal. Agora tem outro que chega assim, quer saber de uma coisa? Eu não entendi nada, é uma farsa, é uma coisa. Ou então só crítica, né? Então...
Depende, depende da pessoa, né? Mas de qualquer maneira, tem que virar aprendizado. É, a minha primeira leitura, quando chega uma mensagem assim, a minha primeira leitura é combater a parte interna minha que fala, tipo assim, é questão de ego mesmo, tá? Eu tento combater isso e falar, não, peraí.
Ainda não me xingou completamente. Deixa eu tentar reverter isso aqui de alguma forma, de alguma forma positiva. E funciona, muitas vezes. Na maioria das vezes. É, no Facebook, tá? O Facebook mandou uma mensagem pra mim, que era um professor, olha, se escrever errado, não sei o que, é um absurdo. Eu estar nas redes sociais escreveu uma coisa errada. Eu escrevi errado, sim. Eu falei, puxa vida, me desculpa, eu escrevi errado aqui, mas vou tentar melhorar na próxima e tudo. Só simplesmente, cara.
eu vim tacando pedra no você e você falou isso, tô te seguindo e pode ter um soldado aqui aliado a você. E funciona, gente. Humaniza, né? E faz essa troca, né? De crítica ali pode me beneficiar, né? De ser melhor. Isso é fundamental pra quem vai pro digital. Não botar nada como pessoal. Não é contra você. Ela falou lá do erro.
Mas é um desafio, né? É um desafio, mas não é pessoal. E às vezes a pessoa vai fazer uma crítica que ela não está no dia bom também. E, sabe, não é contra você. Raramente é contra você. É contra alguma ideia, é contra algum posicionamento seu. É alguma realidade que eu desconheço, né? Exatamente. É correto. Não tem problema nenhum.
E quando você foi desenvolvendo o tema, né, o mundo digital, quais foram os maiores desafios? Porque você começou com a alimentação, depois você foi para o negócio digital mesmo. O que as pessoas estão precisando saber do universo digital, principalmente para lidar com seus filhos? Olha, eu acredito que deixar muito, assim, o que as pessoas realmente precisam fazer em relação aos filhos, mas eu acredito que, e também é um erro que...
Aqui é uma crença minha, tá? Quando a gente deixa... Vou dar um exemplo, tá? Vou dar um exemplo aqui de um bebê. Você vai fazer a alimentação do seu bebê? O que você faz? Você experimenta o alimento pra ver se ele tá com a temperatura certa, pra ver se tá no tempero certo ali, sem o sal, todas essas características que o bebê... Se tá na textura certa, se a textura tá adequada, aquela textura da banana amassada, viu? Aprendi, hein?
É mesmo? Aquela textura da banana amassada. Se o conteúdo faz sentido, eu tô vendo que tá tendo umas balinhas aqui, mas aqui, ó. Aqui é o vegetal. Não, isso é pra tentação. É pra tentação. Isso é pra ver quanto resiste se é impulsivo, se não é impulsivo. Se tá conectado à infância. Pois é.
Mas aqui, ó, se é o vegetal, se é a carne, se tá coloridinho e a pessoa vai ali. Então ela tem ali um... Sabia antes que você fazia aquela papinha toda misturada e tal, todos os nutrientes ali hoje, você tem um conhecimento e fala, olha, se ele experimentar esse sabor aqui, esse sabor... E vai a introdução alimentar que acontece, acontece numa faixa etária. E aí na hora de eu fazer essa transição, eu falei, poxa, se a gente faz isso com o bebê...
A criança vai criando, tomando independência, até chegar um momento que ela pode alimentar. Igual, por exemplo, minha filha hoje, eu já tento dar autonomia pra ela escolher. Eu já falo, olha, dentro de escolher seu lanche, o que você quer levar, isso não tá legal. Dentro das possibilidades saudáveis. Isso, mas não, mas eu deixo as guloseimas também, tudo, olha. Sim, mas no equilíbrio, numa balança. Numa balança e tudo. É claro que às vezes tem momento que eu falo, não rola, né? Não vai ter chance, não vai acontecer.
Mas a gente vai liberando, vai acontecendo. E na televisão, vou botar a televisão, mas nas telas também existe isso. Existe o quê? Qual que é a faixa etária que está? Até dois anos de idade pode ter? Não, não é recomendado, mas poxa, uma ligação do vovô e da vovó à distância, será que o bebê não pode ter? Porque se eu vier lá botar o celular à distância, então até os dois anos de idade não deve, eu até prefiro falar a palavra não deve, eu falo não pode, mas eu vou falar não deve.
não deve oferecer telas. Mas, um contato com um familiar, um vovô, um vovô, na distância certa, só pra ver ali. Poxa, não é possível. A primeira tela que minha filha viu, primeira de verdade, até porque na época não tinha tanto a ligação, a ligação foi pós-pandemia, foi o Concerto de Paris, de 2019. Eu colocava o conselho, não sei se você já viu o Concerto de Paris, que tem juros.
Eu vou mandar pra sua produção. Assiste o 2019. E ela assistiu. Foi a primeira tela que ela colocou. Eu tenho vontade, um sonho. Eu me expôs e ela ir no concerto de Paris, que é ali debaixo da Toi Eiffel, né? E esse concerto a gente botou pra ela, uns amigos meus. Deixa a criança ter infância, só ficar vendo concerto de Paris e tudo. Não, mas boa música. É, boa música. Dispõe boa infância e boa vida adulta. Sim, sim. E eu aprendi muito sobre ela ali, né? Sobre a música. Eu gosto de algumas situações mais ecléticas aí.
Hoje o desafio é o K-pop, que eu falo com a minha filha, ela ama, mas eu falo com ela aqui. Eu acho que são guerreiras do K-pop, nada contra, mas tem hora que a música tá um pouco violenta, tá com muito forte. Vamos botar uma coisa mais, princesa sofrida. É, não é o momento. Mas enfim, voltando, né.
E aí, nesse contexto de digital, eu fui ali tentando entender e falar, poxa, é só soltar? E às vezes a gente solta. Um casal que está num restaurante, marido, mulher, com filho de 3, 4, 5 anos de idade, tem um momento para eles, um momento de casal, não tem espaço criança, os ambientes, eu falo muito dessa questão de ambiente que é propenso para a criança, que a criança é bem-vinda ou não é.
Mas existem situações que aconteceram. Aconteceram que é uma festa de adultos e a criança foi. Vai deixar com quem? Vai ter que ir. Libera ali um pouquinho mais a tela. Dá uma olhadinha no que está vindo. Explica o porquê não. Tinha algumas influências que minha filha assistia bastante.
Aí eu sempre gostei, vi ali na idade de 3 pra 4 anos de idade. Eu vi ali, assisti aquela influência, mas na hora que eu vi ali um viés que não tava batendo, porque a influência já estava numa outra idade, numa outra faixa etária que não era o conteúdo, aí eu cheguei e falei, olha, a gente não tá achando legal por causa disso. Ela não tá alinhada com a sua faixa etária, talvez vai te antecipar demais, sem necessidade. E aí eu sempre levanto a mão, eu vou buscar ajuda.
diretoras de escola que foram assim, tiveram paciência, eu falo que minha esposa é a mais paciência de todas, mas todos que lidam com a minha filha ali, tem um pouquinho de paciência comigo, eu sou aquela pessoa que toda hora levanta a mão, né? Foram me ajudando, me orientando, eu tenho assim, uma gratidão tremenda, que na hora que eu vejo obstáculos, eu tento pelo menos assim, parar e...
transformar a minha verdade em pelo menos uma dúvida. Agora, tem algumas coisas que eu acredito que são assim, e pode mudar, tá? Sim, claro. Não estão ali escritos na pedra. Nenhuma verdade absoluta. Mas algumas situações que eu falo, olha, isso não faz sentido. E aí voltando, conectando com tudo aquilo que você disse em relação à dúvida, né? Quando que se fez essa transição, a transição tá.
por que não fazer um acompanhamento, uma conexão, um conhecimento, um conhecimento do ambiente digital e até mesmo das armadilhas do digital, que são as contextualizações, como a gente falou, urgências ocultas necessárias, conteúdos necessários, conteúdos inadequados, por que não ver e enxergar isso aí? E quando tiver uma situação como isso, ao invés de simplesmente proibir e explicar, olha, vamos migrar para este aqui.
Por exemplo... Navegar em outras ondas, né? Exatamente, desenho blue. Eu queria depois até pedir aqui pra audiência, pra você assistir um desenho chamado Hilda e depois comentar sobre... Hilda? É, já ouviu falar? Não. Não? Não. Eu queria que, sinceramente, eu vou te lembrar. Vou ver, vou ver. É, eu assim, eu fiquei, eu sou encantado com esse desenho. Ele não tem muitas questões visuais e eu acho dele de uma profundidade, assim...
Eu queria uma análise. Está disponível aonde? Netflix. E assim, queria uma análise, se você pudesse, depois me mandar um áudio e falar, Marcelo, olha, esse desenho, você está errando porque ele tem isso e isso. Não, não, eu vou ver. Mas eu preciso de alguém para poder me... Eu vou ver, não tem o menor problema. E assim, talvez cheguei na pessoa exata relativa ao cérebro humano, né? Tudo aquilo que tem, que envolve, né? Que tem, que quer o bem dos nossos filhos, que quer o bem de uma nova, quer passar o bastão da forma certa, né? Exatamente. Enfim.
Aí falei, falei, não sei se eu consegui responder. Mas eu entendi, entendi. Tom, vamos para aquelas imagens que a gente tem aqui, que a gente tem frases do Marcelo. Eu achei muito interessante essa pergunta que você fez. Qual atividade tira seus filhos da tela?
Isso é fundamental a gente saber. Porque tem gente que fala assim, mas eu não sei, porque ele não faz outra coisa. Tentou outra coisa? Falecer recursos. Exatamente. Você tem que abrir o cardápio. Porque, em princípio, crianças são muito propensas a novidades. Qualquer uma. E se encantam facilmente. A criança faz de um celular um carrinho. Se você falar que é um carro ou uma nave.
Então eu achei isso muito legal. Qual foi a resposta dos teus seguidores quando você puxou essa questão? Eles sabiam? Então, tem diversas respostas. Por quê? O que eu faço nesses vídeos? Geralmente eu pego dentro da própria meta, utilizo os vídeos lá dentro, eu faço a estratégia que a televisão faz, tá? Até uma estratégia de crescimento, como eu lido com marketing digital, eu chamo de tráfego grátis.
Mas aí o que acontece? Eu pego esses... Tráfico orgânico. Não, mas eu chamo de tráfico... De grátis, tá. É, não é orgânico. Aí tipo assim, eu quis me diferenciar um pouquinho. Entendi. Por quê? Eu falei, poxa, a Globo faz, o SBT já faz há anos. Por que que eu sou tão grande que eu tenho que ter só meu conteúdo próprio? Por que que eu não posso pegar o que o mundo tá falando e conectar com o universo que tá acontecendo, tá? Então existem dois tipos de público nesse tipo de perfil. Aquele que conecta com...
a frase e o texto que tá lá, tá? O texto, geralmente eu narro esse texto e vou ajustando ele, que no comentário na legenda tem um texto, né? E tem as pessoas que conectam com isso e tem as pessoas que conectam simplesmente com o vídeo, que estão ali rolando o feed e nada contra, é o entretenimento e vai seguindo. São públicos diferentes.
geralmente assim, o grande desafio é talvez questão de recursos recursos é o que? às vezes a pessoa vê o que está na tela e acha que é um mundo muito artificial mas existe hoje assim uma pegada muito forte que o o digital artificial as redes sociais artificiais, elas estão perdendo muita força
Tanto é que a humanização de perfis tem acontecido com mais facilidade. As pessoas têm humanizado. Eu, no meu perfil, por exemplo, eu comecei lendo teleprompter. Você pega os primeiros vídeos lá atrás, eu conto teleprompter. Hoje eu penso na ideia, penso no gancho, penso no que eu for falar, tento gravar uma, duas, três vezes ali e sai o que tiver que sair. Eu tento conectar. Eu vejo, ah, não, deu pra falar a ideia. Tanto é que eu recebo críticas depois que eu não falei nada com nada. Mas é essa coisa de você interagir como se estivesse conversando, realmente, né?
Mas a ideia é o que? Às vezes faltam recursos, né? Porque é cada realidade, né? Quando a gente posta alguma situação... Vou dar um exemplo, né? Alguns atores... Eu já escutei essa crítica algumas vezes. Alguns CEOs falando que não deixam os filhos com o celular. Tem um ator famoso, um que fez... Deixa eu ver aqui. Fez o Aquaman. Ele deu uma entrevista falando que o filho não pode ter acesso. Mas o cara contrata o Circo Solé na casa dele, né?
o cara coloca o ciclo solar na casa dele e fica fácil você não pode ser tão rigoroso por falta de recursos o ponto que eu falo é que é o mundo deles eu não defendo que libere eu não defendo que tenha que ter acesso a rede social, eu sou muito franco com isso eu acho que vai de cada família vai de cada pai
aceitando as recomendações, mas entender também, olha, é uma boa oportunidade para você que é mãe, você que é pai, o digital, mas equilíbrio. Equilíbrio é o quê? Como que você consegue equilíbrio? Bom senso, né? É, como que você consegue equilíbrio? Você viu aí, e viu um vídeo como esse, e viu, olha, não tem essa bicicleta, não tem essa corrida, isso é só lá nos Estados Unidos que tem esse jogo? Não, mas pera aí, o que dá para você fazer em casa?
Que jogo que você joga em casa? A gente jogava Banco Imobiliário, jogava War, tem tantos jogos tão legais. Uno, que hora que você pega um Uno ali e joga, você fica cheio de carta na mão e os filhos vão aprender ali o desafio de ganhar, de perder. A frustração, se autorregular diante da frustração. Exatamente, você colocar alguns tipos de contexto. Ah, mas não tem isso. Eu, por exemplo, com a minha filha, como eu lido muito com digital, lido muito com telas, lido muito com televisão.
Eu já tenho uma métrica minha que eu não vou com o celular pro quarto. Meu quarto eu não coloco, a não ser quando... A minha esposa tá fora, a minha filha tá fora. Ah, vou no aniversário, eu não fui. E eu vou dormir, eles vão chegar um pouquinho mais tarde. Aí eu já coloco ali. Mas o celular, ele fica na minha área de trabalho ou na cozinha. Os dois ambientes que eu uso ali. Fora isso, sofá eu prefiro não ir.
E aí eu tento outros contextos. Até peco um pouquinho em algum contexto que eu trabalho demais nesse sentido. Então eu mesmo tenho que me autorregular. Você tem que se autorregular, senão seria, né? Me coloco nesse desafio aí também. Próximo, Antônio.
O mundo dos nossos filhos é diferente daquele em que fomos criados, e isso muda tudo. Era o que a gente estava falando do Diana, digital e analógico. É muito diferente. E a gente tem que saber entender isso, porque, por exemplo, um filho seu nunca vai saber o que era atender um telefone fixo. Não vai saber o que era a BIP.
Não foi nem... Tinha o bip, né? Que você tocava o bip, você tinha que parar na rua, no orelhão, pegar uma ficha, para ir para uma central telefônica para saber qual era o recado que tinha. Para depois ligar para o paciente. Depois veio o PEID.
que era o teletrim, que é o recado vinha, já foi uma evolução, o recado vinha escrito, mas você ainda tinha que parar para poder ligar. Então, assim, são mundos muito diferentes, a gente tinha...
O mundo analógico te dá a possibilidade do tempo de aprender o processo. Então você tinha que fazer isso, tinha que fazer aquilo. Não adiantava você tocar o bip e você não saber para quem ligar. Você tinha que ligar para saber o recado, para tirar o recado, para depois... O time. Então você aprendia de uma forma porque você estava no processo. E com o tempo daquilo se absorver.
Quem nasceu na era digital, o tempo é... Muito acelerado. Tanto que, por exemplo, quando começou o WhatsApp, eu me lembro que eu ainda estava atendendo, tinha pacientes que mandavam WhatsApp. Eu estava atendendo, eu não atendia telefone enquanto eu estava atendendo. Se fosse uma coisa urgente, a secretária ia me interfonar, falar, olha, atende esse telefone. Tem que estar feio. Né?
porque eu acho que era respeitoso. É o tempo daquela pessoa, você tem que se concentrar naquela pessoa. E eu me lembro que, quando começou, as pessoas botavam assim, por que você não está respondendo? Porque eu estava atendendo.
Quantas vezes isso foi tão grave entre os médicos que o CRM, Conselho Regional de Medicina, passou a circular, dizendo assim, não pode ser substituído o recado de WhatsApp por consulta médica. Porque as pessoas falavam assim, eu estou com febre, o que eu tomo? Eu estou com não sei o que lá, o que eu faço?
sabe? Então, tudo se tornou imediato, tudo se tornou urgente, os processos foram reduzidos a um tal ponto que o aprendizado está comprometido, o aprendizado da tolerância, da paciência, né? Então, isso é uma coisa que realmente a gente vê muito. Por isso que eles têm muito mais dificuldade de lidar com frustração.
A gente tinha frustrações inerentes do nosso tempo. Você tinha que... Ah, não tinha Uber. Você tinha que pegar o ônibus.
Táxi era uma coisa de rico. Esperar no ponte de ônibus. Esperar no ponte de ônibus. Ou você é do Rio ou... Sou do Rio. Ou você é do Rio. Pelo menos assim, eu sou de Belo Horizonte, né? Tinha telefone e era um luxo, né? Não, era coisa de rico. Mas quando eu ia no interior, era um posto telefônico. Era um posto. Um posto telefônico. Não, uma vez eu fui pra Visconde de Mauá, que é um lugar, uma graça ali entre Rio e São Paulo. Depois de Resende, uma graça.
E aí, a gente tinha que, primeira viagem, assim, com namoradinho de faculdade, aí meu pai, minha mãe, ó, quando chegar, avisa que chegou. Aí nós chegamos, era um negócio cheio de cachoeira, fomos pro posto telefônico, mas a gente chegou, o posto telefônico só funcionava de 9 às 16, e a gente chegou 17.
Aí no dia seguinte abre o posto, a gente vai lá, mãe, minha filha, não deu noite? Falei, mãe, posto telefônico aqui funciona muito pouco. Aí ela fala, tá bom, então vou esperar a notícia entre 9 e 16. Então assim, são coisas que a gente hoje olha para essa geração nova.
É inimaginável pra eles. E pra eles não é... Não é possível. Não só não é possível, mas eles não viveram outra época. Então, colocar essa carga, esse peso, eu acho que talvez não é o ponto certo de equilíbrio. Não, e talvez a gente tenha que fazer alguma parte analógica no universo digital deles, porque eu acho que existe um equilíbrio nisso. Mas eles não podem exercer alguma coisa que eles não viveram. Não aprenderam.
Eu não sei se você vai concordar, mas nenhum extremo é saudável, né? Exatamente. Então eu acho que tem um equilíbrio. Por exemplo, eu até hoje escrevo no papel e com caneta. Sério? Mas os livros... Sério. Manuscrito? Manuscrito. Mas os livros que estão... Os livros. Porque tá pra vir um... Os livros. Dá de 7 a 9 biques. Papel e caneta. Papel e caneta. Eu adoro. Meu raciocínio com papel e caneta é outro. Não dói a mão, não?
Olha, tem vezes que teve um livro que eu acabei e eu tava com ler. Foi o único. Nunca mais, assim. Aquele eu abusei um pouquinho porque eu tinha um espaço muito curto. Mas fugindo do assunto aqui, quantas horas por dia que você, assim... Em média? No extremo, não. Mas em média. Um escritor que quiser fazer... Seis. Seis horas escrevendo. Mas para também ou vai? Seis direto.
é mesmo? 6 direto, como é que você consegue? 6 a 7 aquilo eu levanto naquele dia eu levanto 6 horas tomo um banho, tomo um café celular desligado eu falo, aviso meus parentes se aconteceu alguma coisa grave, liga pra portaria
E o porteiro vai bater na porta. Entendi. É foco ali. E eu gosto... Eu levanto às cinco e meia quando estou escrevendo. Porque eu gosto daquele ar. Da aragem de manhã. Me dá uma sensação de frescor. E aí eu vou, começo. Quando é meio dia eu paro. Faço uma refeição mais curtinha. E quando é três horas... ...eis...
Paro total. E aí vou andar de bicicleta, vou caminhar. Quando eu volto, eu planejo o que vai ser feito no dia seguinte. Em geral, em continuidade. Eu aprendi com você. É. E aí vou deitar cedo. Tanto que eu tenho amigos que quando falam assim, vou escrever. Ih, caramba. Tchau. No Natal a gente se vê. Feliz Ano Novo. Porque assim, eu fico... É.
E não fico vendo televisão, não fico vendo nada. É imersão, porque senão vem notícias que vão entrando ali, aí derivam outros pensamentos, e você tem que estar ali, você tem que estar inteira. Fazer um livro não é uma coisa fácil, é solitário.
É muito solitário. Depois que você apronta alguma coisa, aí tem aqueles amigos que você fala, lê essa parte aqui, vê se está legal. Aí sim, mas a produção é muito solitária. É muito íntimo. Muito íntimo. E eu vejo, por exemplo, hoje, essa coisa da garotada que usa inteligência artificial para tudo, eu detecto fácil. Porque vem um texto, eu falo assim, não cabe na boca, isso não foi feito por humano.
Sabe aquele texto que vem com detalhe e repete, repete, parágrafos imensos que você fala assim? Não respira. Quem fez esse texto não respira. Eu uso narrando. Eu uso a A narrando. Eu narro para ela e depois vou ajustando a minha ideia. Ah, sim. Aí é diferente. Eu vou falar, isso aqui não está e tudo, mas eu narro para ganhar tempo mesmo. Não, e você tem que duvidar da inteligência artificial. Não, demais. Porque tem uma hora que ela cruza os dados lá com outras inteligências artificiais.
E você fala, que isso? Mas, tá parecendo a receita de bolo no meio do trabalho de faculdade. Não, outro dia, aquele desembargador lá em Minas, que liberou a menina de 12 anos com o rapaz, um homem de 35 anos que teve que voltar atrás, graças a Deus, na decisão. Quando foram ver a defesa que ele fez no processo, no final acabava assim, você quer que eu melhore o texto?
Aí eu falei, meu Deus, quando o destino das pessoas, né? Quando uma justiça decide a sua vida botando na inteligência artificial, a gente está muito desamparado. É, é um desafio. A gente está muito desamparado. Então, eu acho que isso tudo vai ser corrigido. E eu, de vez em quando, testo algumas inteligências artificiais que eu fico perguntando. Aí ela fica me agradando.
Me dá uma irritação, porque me lembra de puxar saco. Puxar saco, um dia vai puxar o seu tapete. Pode ter certeza disso. E aí eu vou levando ela à loucura. E ela vai falando assim, não, mas ok, mas eu posso melhorar. Eu falei, tá, melhor. Daqui a pouco, seja mais pragmático, mais objetivo.
Não, continua extenso. Eu só quero que você me diga sim ou não. Chegou uma hora que eu fiquei umas duas horas fazendo a mesma pergunta e criticando as respostas. Chegou uma hora que ela falou assim.
É, realmente eu não posso te ajudar. Eu falei, adorei. Pronto, agora você foi sincero. Agora você começa a ser humana. Agora você começa a ser humana. Então, eu acho que a gente tem que entender esse contexto. E o que eu fico mais preocupada é que a geração nova olhe as pesquisas de inteligência artificial e toma como se aquilo fosse um mestre falando. Não questiona. Então, o pensamento crítico está acabando.
crítico do tipo, será que isso faz sentido? Porque eu tenho uma coisa, qualquer coisa que você me der para ler, eu vou falar faz sentido, mas será que é verdade? Sim. E se passar pelo não faz o menor sentido, primeiro eu vou ver a fonte, porque senão eu não perco tempo nem para ler.
Porque tem coisas que não fazem sentido. Sabe uma coisa assim? Sem pé nem cabeça, não tem uma linha. Usa chá de pata de morcego pra curar, não sei o que lá. Não faz sentido. Como assim, né? Não, não existe. Então, assim, esse crivo do senso, a gente tá perdendo. Essa garotada tá perdendo. Porque as pessoas vêm me perguntar coisas, eu falei, onde é que você viu isso? Isso não faz o menor sentido. Não, mas você não entende disso? Eu falei, não, eu entendo de lógica. Isso não faz sentido. Mas vamos lá. Vamos buscar a fonte.
Porque tem coisas que fogem da lógica, né? A única coisa que pode fugir da lógica é a física quântica.
não tem a menor lógica interstellar se você disser que você entende tudo, não entendeu nada fiz o que é um coisa, você disser que entendeu tudo não entendeu nada porque o bicho é complicado é muito difícil, não é fácil essas interpretações fáceis que fazem não são legítimas mas, mesmo assim
Você olha aquilo, bom, se acontece, pode ser que existam muitas outras coisas que não fazem sentido se isso aqui é verdade. Mas é muito específico, um raciocínio muito específico, que não é a lógica geral. Eu acredito que existe um remédio, assim, agora, sendo bem aluno aqui, existe um remédio universal que é a leitura.
Leitura de livro, papel mesmo, assim, leitura... Leitura nunca faz mal, tá aí, é um remédio pra essa... desacelerar um pouquinho, que é... Ah, vou conseguir meditar. Não, não tem paciência, vai meditar, vai meditar, mas se você conseguir ele parar, ler, ver, prestar atenção, é igual...
escutar em um x e meio, dois x, não vou dizer que eu não faço, que às vezes eu escuto algumas coisas em dois x, mas no meu WhatsApp eu faço questão de deixar, tentar um x, alguma coisa assim, a não ser que seja uma situação assim, deixa eu escutar isso rapidinho pra eu pegar a mensagem central, porque eu tô correndo aqui. Não, é uma urgência, você tem que ouvir aquilo, né? Mas eu tento ali um x, agora a leitura eu acho que é uma, não sei se é fato, né, cientificamente é ou não é, que dá pra desacelerar, dá pra nos ajudar, é uma... Tchau!
Porque a leitura faz um processo, né? Você começa a ver uma ideia, entender de onde veio, começar a processar até chegar a uma conclusão. O que acontece é que hoje a coisa vem em um minuto, vem a informação, vem o desenvolvimento da informação e vem a conclusão, que nem sempre é certa. Entendi. Então, querido, vamos para o repórter Pipinho?
que aí o pessoal reporta Pipinho. A gente tem uma comunidade chamada Ser Humano Sustentável que essas pessoas, por fazerem parte dessa comunidade, têm acesso a muita informação, a muitos dos meus cursos, palestras.
E eles têm direito a saber do convidado com antecedência. E eles mandam perguntas, tá? Que são perguntas que eles gostariam de fazer se a gente pudesse estar aqui com eles ao vivo. Então, em geral, de 6 a 10, né? Vamos ver aí. E a gente pode começar, tá? Topa? Claro. Então vamos lá.
Primeira, qual o maior erro que os pais cometem ao introduzir telas na rotina das crianças?
Olha, eu vou responder por mim, por tudo que eu tenho pesquisado, tenho entendido, é a ausência de um acompanhamento, a simplesmente passar, entregar completamente, tá? Tentar entender a faixa etária, tentar entender o conteúdo, principalmente o conteúdo. Gente, passou um pouquinho de tempo, mas o conteúdo está alinhado. Ah, não, se recomenda de 4 a 6 anos, no máximo 30 minutos ou 1 hora. Ah, não, deu 1 hora e 20, mas o conteúdo é bom.
isso que vai, é o meu ponto de vista assim, é não é isso que vai atrapalhar agora
Não, eu deixo só 30 minutos, mas de um conteúdo... Mas se for de um conteúdo horroroso... É, aquilo que faz sentido é sobre ser positivo. Isso é lógica, né? É uma lógica. Se eu aumento, eu posso aumentar o tempo se o conteúdo for bom. É difícil a gente falar porque existem inúmeras realidades. E eu balizar, colocar as pessoas na minha régua...
vou dar um exemplo, tá? Nordeste brasileiro, eu desconheço, eu sou de Minas, mais fechadinho e tal, eu desconheço pessoas mais felizes e acolhedoras, sem querer desmerecer qualquer região, eu não sou agora, fui com um carinho muito grande, mas é uma generosidade, é um acolhimento muito grande, você até comentou isso, sobre isso, né, eu gravei e na hora que eu falei, poxa, eu tenho que comentar isso com ela que eu concordo.
E lá existem algumas características musicais, alguns temas musicais que talvez sejam culturais. O próprio Rio de Janeiro tem uma característica de fala diferente. Então eu como mineiro não posso pegar a minha régua e medir dentro da minha régua a régua das pessoas. Mas o que eu imagino daquilo que faz sentido para você, do sentido para o próximo, daquilo que...
tem uma conexão legal, é interessante a gente ver o conteúdo que faz sentido para os filhos daquilo que a gente quer passar. E talvez reavaliar algumas coisas, tipo assim, olha, de dez coisas, duas estão me incomodando, não precisa trocar tudo, a vida não precisa mudar tão rápido. Mas os pais têm que ver esse conteúdo, né? Porque eu vejo que as crianças começam a frequentar lá o conteúdo e os pais...
Estou sabendo que ele está vendo lá na Paula e não sei o que. É o algoritmo que escolhe. Sim, mas é isso que eu estou falando. Mas o pai não sabe do que se trata. Então tem que perder um pouquinho de tempo para ver. Ganhar tempo, na verdade. Ganhar tempo. Acompanhar e ver. E detalhe, se conectar com o conteúdo. Exatamente. Ter uma conexão com aquele conteúdo. Não é, deixa eu ver se está bom e não ver. Poxa, é um desenho animado. Deixa eu ver quem é o personagem principal. Do que ele fala. Gosto de ter aquele desenho, Hilda.
tentar entender, você se conectar com o mundo do filho ou da filha, né? E falar o contexto, né? Numa refeição falar, e o fulano, a personagem lá como é que ele tá? Porque aí tua filha vai dizer, não, mudou, agora ele tem um amigo que é meio esquisito. Se conectou, gente. É tentar, tá, gente? Assim, a gente tem que fazer um esforço pra se conectar, gostar daqueles meios. Porque como é que a gente vai querer que nossos filhos gostem das coisas que a gente gosta? Se a gente não gosta, não tem conexão nenhuma. Aí você é deles, é da época deles, é da geração deles.
A gente tem que ser ponte, né? Ponte. Não muro. A gente tem que ser ponte, não muro. Exatamente. Próxima, Tom. Existe idade ideal para dar o primeiro celular ao filho?
Então, existem recomendações, né, pelo que eu vejo. Na minha opinião, vai ser a realidade de cada um justamente porque. Vamos dar um exemplo que é uma família que tem... Criar uma situação aqui, tá? Hipotética. Família de pais separados. Como que tem um contato do pai pra mãe? Então, como é que você pega essa idade ou não, tá? Os pais não estão juntos, mas como que consegue esse contato?
Pra pegar ali e falar uma data certa, uma idade certa, eu acredito que de nove pra lá, ou seja, pode começar a ponderar. Com supervisão. Não, supervisão é... Sempre. Eu tô falando de entregar o celular, não é entregar todas as funcionalidades do celular. Uma coisa é o aparelho. Entendi. O aparelho você pode simplesmente entregar o celular e falar, esse aqui é um meio de comunicação, tem só o WhatsApp bloqueado pra isso e com supervisão.
A partir daí que entra, não sei se você já percebeu como o celular fica ligado o tempo todo, ele tem uma resistência completamente diferente de outros equipamentos que a gente conheceu. Porque ali dentro tem uma fonte de renda. Então assim...
O celular. Ele é um shopping, né? É. Na realidade, o celular é um shopping embutido, né? Antigamente, os produtos eram resistentes. O casino, o shopping. Os produtos eram resistentes. Pode ter uma universidade também. É um ponto assim. Os produtos eram resistentes. Aí, depois, passou um tempo com o consumo natural. Os produtos começaram a ficar frágeis, né? Substituir, capitalizar. Aí, de repente, veio o celular que dura. Fica ligado três, quatro anos sem desligar. Não acaba a bateria. Acaba, acaba. Mas a pessoa consegue manter. E ele não estraga.
É porque quem desenvolveu ele viu, falou, olha, quanto mais tempo ele ligado, o que está dentro é o que dá o dinheiro. Exato. Não é o aparelho em si. Um iPhone, um eu, por exemplo, fica às vezes sem desligar, tomada sem desligar, dois anos e roda 100%. Sim.
Mas é isso, é assim, é entender e ver, assim, o conteúdo que está no celular. Tentar, olha, é nove anos de idade, é um conteúdo de comunicação, simplesmente para poder entrar em contato. Olha, você vai para o inglês, você vai para uma aula, você vai... Aqui, ó, aqui você chama, aqui você consegue me chamar. Agora, aí vem o outro desafio, né? As crianças, elas são rompendoras, né? Elas são... Eu tive uma experiência de amigos que bloquearam várias coisas no celular.
Bom senso, tá ótimo. Pré-adolescente, o filho. E aí um dia, belo dia, viajaram, ah tá. Quando chegam, chegaram antes de avisar, ele tava na TV, porque a TV é smart, né? Então ele tava usando tudo que ele queria na TV. As pessoas têm que lembrar que a smart TV é smart TV, é smartphone. Então também tem que fazer isso na TV, porque senão...
assim, até conectando com o que você falou, não sei se você sabia, em 2024, o YouTube mesmo, que eu acho assim que tem conteúdos fantásticos, ele superou o acesso do app, né, nos devices móveis, que são celulares, tablets, hoje é mais assistido YouTube em televisão do que no próprio, sabia? Sim, sim, eu soube disso. Eu fiquei sabendo dessa curiosidade. Eu soube disso na TV.
É na TV. Exatamente. É uma mudança de comportamento de usuário que, tipo assim, eu escolho o meu conteúdo, eu vejo. E que bom, assim, de todas que tem aí, o YouTube tem muita situação, muita coisa boa. Tem muita coisa boa. Muita coisa boa. Exatamente. Muita coisa boa. Muita coisa boa e que tende a se aprofundar mais. Tem muita coisa ruim? Tem. Mas tem menos. Como tudo na vida. Exatamente.
Vai ter sempre o lado bom e o lado não tão bom assim. A faixa de praia, né? A faixa de praia. Tem que saber qual é a faixa de praia que a gente está querendo compartilhar. Qual caixinha JBS vai estar do lado. Exato. Que som a gente quer fazer. Porque tem gente que tem muito som, mas tem pouco... Tem muito barulho e pouco som. Exatamente.
E tem, né? Tem. Ou então muito sonho e pouco papo. Próxima, Tom. Como ensinar discernimento digital sem demonizar a tecnologia? Começa lá atrás. Acho que o principal ponto, eu não sei se vai ter uma pergunta ligada a isso, mas talvez eu vou colocar. Pode falar. Eu vou colocar aqui e a gente recapitula. Eu tenho pensado muito, tá? Eu acho que a melhor resposta vem de um influencer norte-americano chamado Gary V.
que uma mãe perguntou para ele como proteger uma filha adolescente, ele falou que é uma questão, um desafio para ele, e a melhor resposta que eu já escutei até hoje é dele, que está relativo à autoestima. Proteja a autoestima dos seus filhos. Aí, por que eu conecto em relação ao demonizar a tecnologia? Gente...
Não tem como hoje a gente viver sem tecnologia. Você mesmo falou em um dos seus episódios, ninguém vai voltar a andar a cavalo. Não vai. E aí o que acontece?
A tecnologia está ali, vamos tentar explorar o melhor dela. Vai vir situações complicadas, mas vamos tentar pegar da tecnologia, se é para entretenimento, porque sim, a tecnologia pode ser usada para entretenimento com segurança, justamente a entretenimento que vicia, que gera alguma situação. Não, mas, ah não, é contra o entretenimento, eu gosto de ver ali umas vídeo cacetadas do Faustão, eu gosto de ver ali uns 5 minutinhos e tudo, às vezes eu ponho uns vídeos ali que são...
É, pra rir, a gente precisa sorrir. A gente precisa sorrir. Se é pra entretenimento, a gente pega e fala, olha, tá aqui um conteúdo, mas conversar. Entender, entender o personagem, entender o que que tá acontecendo, explicar a força do algoritmo, ver de que forma você consegue às vezes acompanhar sem ter que bloquear, sem ter que chegar e falar, deixa eu ver aqui, deixa eu ver, olha, por aqui...
Existem situações que você consegue descobrir qual é o conteúdo que está chegando. Pensando assim numa rede social como o Instagram, você consegue ali detectar de certa forma, falar, olha, não está fazendo muito sentido isso aqui. Porque vai chegar. Ah, sim. Vai chegar. Mas é conversar. É o diálogo. O diálogo para... Eu acho que é importante os pais buscarem ser referência. Porque os pais passaram por uma jornada de vida que os mais jovens não passaram. Eu não vou falar nem de crianças...
na faixa etária de pré-adolescência, criança, pré-adolescência, adolescência não. Quem tem 21, 22 anos, eles estão com uma energia muito grande, mas não tem o... Quem comentou isso comigo, uma amiga, soft skill, né? É, soft skill. Soft skill. Exatamente. Que são aquelas habilidades que vão dizer... Que você adquire com o tempo, com a vivência. A maior escola minha foi um balcão de uma lanchonete. Exatamente. Foi um balcão. E tem processos que você só faz vivendo.
Só tropeçando, né? Só. Não tem como. Uma coisa, assim, que eu acho que fica um pouco mais, que a gente tem que destacar, são plataformas que têm possibilidades piores, né? Eu outro dia fui para uma sala de jogos, dessa garotada que joga mesmo profissionalmente, e entrei lá, num sábado de madrugada.
Aí foi muito engraçado que eu comecei, porque o cara tá jogando, estão competindo, tem uma galera, assim, de 10, 20, 30 mil pessoas conversando. Falei, gente, que coisa interessante. Aí, daqui a pouco, alguém falou, não, o fulano tá hiperfocado, não sei o que lá. Eu falei, gente, você sabe me dizer se ele tem TDAH, né? Aí, daqui a pouco, o pessoal, e, cara, é você mesmo? Aí eu falei, como assim? É você, Ana Beatriz? Eu falei, sou.
Não, tá de sacanagem. Eu falei, não, tô aqui. Encarneou só assim. Aí começou, gente, a mulher tá aqui, tá, tá, tá, vamos maneirar. Eu falei, não, gente, eu tô aqui pra aprender, né? E eu achei tão legal, porque aí eles foram fazendo perguntas sobre o TDAH, eu fui respondendo e o cara lá jogando. Aí depois o cara, no dia seguinte, ah, eu soube que você tava lá, não sei o quê. Eu falei, pô, você ganhou, né? Eu apostei que você ia ganhar.
Aí ele, como você falou? Falei, não, pelo teu foco, pela tua dedicação. Falei, esse cara vai ganhar nada, abala ele aqui em volta. E aí brincando, eu falei, pô, tem coisa legal também, né? Eu, de repente, estava num ambiente que eu nunca pensaria estar. Nunca, sabe?
Aí, falei, tá, legal. Mas, ao mesmo tempo, eu entrei numa coisa bacana. Que tinha ali muita gente conversando porque não queria ficar sozinho. Falei, gente, tem uma multidão de solitários acompanhando um jogo que não estão nem vendo. Mas pra trocar.
Comunidade, né? Comunidade. E aí eu falei, que coisa interessante a gente tem que aprender. Ao mesmo tempo, fiquei assustada com comunidade do Discord que propõe coisas absurdas do tipo banalização da maldade, desafios que não são desafios, são como criar um cruel, uma pessoa cruel, uma pessoa violenta sem qualquer empatia e...
não preparada para uma vida social. Então, é importante que os pais entendam isso, porque não é proibir. Onde está a parte legal dessa rede? Onde está a parte que não é legal dessa rede?
porque isso vai acontecer sempre. É uma dúvida aqui, baseada no que você falou. Saber discernir, diferenciar o que é imaturidade, também é importante? Com certeza. Porque a imaturidade vem com uma ingenuidade. Mas, em geral, a crueldade não tem nada de ingenuidade.
A crueldade, ela se faz de amigo, ganha confiança, geralmente em adolescentes ou crianças vulneráveis, e ela rapidamente transforma aquele vínculo feito em provas. Me prove que você é meu amigo. Se corte. Entendi. Seja cruel com seu gato. Isso é uma loucura. Isso está acontecendo muito, mas não é pouco.
Não é pouco. É um grande desafio. É um grande desafio. Então, eu acho que a gente tem que fazer mais do que informar, conectar autoridades, conectar pessoas que possam ensinar isso aos pais. Eu acho que daqui a pouco a gente vai ter que fazer um summit mesmo.
disso, onde você tem educadores, policiais policiais que estão habituados a esses a ver, principalmente da polícia civil, da investigação do que vê conectando isso tudo porque o crime é organizado e a sociedade está um pouquinho desorganizada, ainda mais que cada um não, mas isso não é da minha área, isso não é da minha área
É um desafio. É de todos, né? É um desafio muito grande. É, mas é de todos. É. Todo mundo vai viver. É necessário, né? É necessário. É necessário e urgente, porque foi o que você falou. O crime é organizado e rápido. Então, não adianta a gente... Eles não descansam? Não descansam. Não adianta a gente ficar falando, eu ainda acho, tenho certeza que nós somos maioria. Mas ser maioria não basta. Também acredito que sim. Não basta. Também acredito que sim.
Mas são tantos desafios assim que às vezes a maioria, alguns se abstêm ou tem medo. Exatamente. Mas o medo, quanto mais a gente se afasta, mais ele cresce. Um dia ele é um muro intransponível. Que nem o mito da caverna. O mito da caverna. Aquilo vai crescendo, vai crescendo. Se eu não vou lá fora ver... E quando volta as pessoas não acreditam. Não acredito. Exatamente.
Próxima, Tom O que observar para identificar mais influências nas redes sociais? Centro é a marca número um do mundo e especialista em multibenefícios Ajuda a recuperar energia e apoia o metabolismo Estudos clínicos mostram que preserva memória e cognição Além de contribuir para cabelo, pele e unhas Centro, você de bem a melhor
Olha, basicamente dentro daquele contexto que você está... A resposta não é uma resposta reta, não é uma régua. A gente vai meio que voltar, mas assim, daquele contexto que você... Ah, você pega 10 situações que é seu ambiente. Você vê que seu ambiente tem dessas 10 situações, duas situações ali que você gostaria de enaltecer, e fala, mas eu queria chegar mais nisso. E duas que você gostaria de...
tirar da sua vida. Nem todo mundo consegue tirar. Às vezes tem gente que tem mais que duas, mais que três, mas você pega aquele modelo de mundo que você tem, aquela característica que você tem, que é pro bem, que é pra somar, que é pra construir aquilo que te faz bem internamente. E fala, poxa, esse conteúdo tá passando essa mensagem? Eu dei um exemplo aqui, tá? Exemplo do desenho das guerreiras do K-pop.
é um desenho que a minha esposa vê lá e tudo, tem uma mensagem guerreiras lutando, poxa, eu vi Rambo eu vi Mestre dos Magos, eu vi um tanto de coisa, eu vi cada desenho que me deu na cabeça, até postei outro dia um do Tom e Gé, eu vi o Tom e Gé maravilhoso, chorei
chorei com aquela sua postagem do Tom J. Tom J. foi legal, não foi? Maravilhoso, mandei pra opção de amigo, todo mundo tipo assim, ai, deu uma saudade aqui, eu fiz uma sessão nostalgia com aquela postagem do Tom J. Que bom.
peguei de um vídeo, peguei e falei, ó, fiz o que todas as emissoras falaram, ó, tem tanta gente genial, vão trazer pra cá com a mensagem, mas aí eu tentei conectar, né, sempre tento conectar as frases, mas aí eu cresci vendo isso, eu cresci vendo Ratinho, assim, Gugu, nada de errado, curti, vivi, só que eu tive uma orientação, quando eu errava, meu pai chegava, ele bem firme, falava Marcelo, isso não é certo.
isso não é certo já eu errei claro, todos nós cometi erros na vida mas não eram vou dar um exemplo aqui é como se ele saísse da rota as vezes mas tinha alguém que falava assim, não, você saiu aqui mas tá errado você tá no acostamento, você tem que voltar pra pista, né um exemplo que é clássico disso, teve uma época que eu mudei e morei sozinho e tinha uma rua que era, eu não sei se o seu termo usado nó cego então eu tenho que falar então eu tenho que falar eu tenho que falar
é nó cego, você dirige você pega um pedacinho da contramão pra não dar uma volta um trechinho de nó cego e eu sempre quando eu ia na casa de um grande amigo meu, uma pessoa muito querida eu pegava esse nó cego, mas eu ia lá eventualmente ia lá assim, uma vez a cada dois meses uma vez num ano ia pegar pra sala, passava lá e dava esse nó cego então assim, não me sentia mal eu mudei pra uma região que eu tinha que fazer esse mesmo nó cego que era perto da casa dos pais deles Tchau
E aí, quando eu comecei a fazer um dia, dois... Começou a me incomodar. Começou a me incomodar. Sabe que é trem? Tipo assim, começou a dar uma coceira ali. Eu falei, Marcelo, você não é disso. Você não é. Não é? Tipo assim, a gente... Quando eu faço conteúdo nas redes sociais, eu gosto de tentar falar o tempo todo. E eu, assim, tenho até um desafio que eu estou tentando escrever um livro. Por isso que eu te fiz essa pergunta, né? Que eu faço... O meu objetivo é para me lembrar também que eu não estou... Eu não cheguei. Não estou no troféu. Eu não tenho... Não tenho...
eu tô como um aluno, tá? Eu te vejo, assim, é uma grande inspiração ver que você foi num ambiente completamente diferente do seu, de game, e se sentar como aluna lá e tentar entender um contexto, uma pessoa tão renomada, tão inteligente, tão capaz, e falar, poxa, eu tô aqui como aluna pra entender essa geração. Sim, eu queria entender como é que sábado, meia-noite, você tem, teve uma, essa especificamente, eram 28 mil pessoas. Olha aí.
Falei, gente, isso é um fenômeno que eu tenho que estar por fora disso aqui. Como é que funciona isso? Como que funciona esse mundo? E é sobre isso mesmo. Não joguei nada. Eu fui lá olhar como é que é. Porque aí meu filho chegou pra mim e disse, não, porque é 20 mil. Eu falei, você tá brincando? Não, mãe, tu faz sério? 20 mil? Eu falei, não, meu filho, que é isso? Mil pessoal? É possível? É possível. Tá bom, toma um link. Vai lá.
Aí ele, ué, não saiu ainda não? Falei, não, tô aqui conversando. Tô aqui. Aí ele, você guarda um dedo de prosa em qualquer canto. É mesmo? Pois é, porque assim, porque eu tava ali. E qual foi o maior aprendizado? Assim, tô invertendo aqui a situação, mas eu tô... O maior aprendizado é que as pessoas buscam pertencimento. Pertencimento. Em qualquer lugar do mundo. A essência humana é pertencer a um grupo.
Está no nosso DNA. Não sobrevive. Não sobrevive. Os mamíferos precisam de pertencimento. Se eu for excluído da minha comunidade, da minha caverna, onde eu vou dormir à noite, eu não vou sobreviver à noite e o predador vai me pegar. Ela precisa de proteção.
Ela precisa de pertencimento. Aquele macaquinho, o Pumsh, lá no Japão, que foi rejeitado pela mãe, porque teve um parto difícil, primípara, primeiro a gravidez, rejeitou. Todo bando rejeitou.
todo. Aí o cuidador lá pegou um macaco de pelúcia e botou. Aí ele andava com aquele macaco de pelúcia pra cima e pra baixo. Agora, já tá começando a se impor e se adaptar. Mas assim, o pertencimento tá no DNA humano. Pro bem e pro mal.
E eu vi que aquela galera do game, diferente de outras comunidades que só estão ali para fomentar coisas, muita gente vulnerável, mas muita gente que está ali, um fazendo companhia para o outro.
Sabe? Foi uma grata surpresa. E essas pessoas têm habilidades fantásticas. Eu sonho. Quem é do game, eu fico... Eu sou da época do Atari, né? Eu sou da época do tele... Telejogo? Telejogo. A rodava a bolinha ali e fica... Isso, mudava pro tênis, pro não sei o que. Não, eram seis jogos ali, cinco e...
e deu o cartucho do Atari ali você tinha que comprar e viciar nele porque não tinha opção não, era só no Natal mas eu achei assim tão interessante, eu vou querer até trazer um deles aqui ou alguns deles aqui claro que eu vou pedir ajuda do meu filho porque ele entende muito mais disso porque ele vai perguntar coisas que eu não sei eu vou falar do comportamento humano mas me foi uma grata surpresa
E aí eu entendi, 20 mil pessoas, 28 mil pessoas num sábado de madrugada, elas queriam pertencer. Sim. E elas queriam falar. E quando eu fui ver, eu estava...
por que o TDAH isso? Elas existem. Elas estavam perguntando. E estão usando o meio que tem. O meio que tem. É que às vezes, o gosto dos filhos, o gosto, aquela intenção dos filhos, a gente e eu me coloco como aprendiz nisso, a gente esquece, tem hora e fala, não, é o nosso gosto.
Foi muito bonito. Foi uma experiência bem bacana. Você imagina, quando eu botei 28 mil pessoas, era um estádio cheio. Sim. Isso é quase um jogo de futebol. Exatamente. Não estou falando de um Maracanã cheio, mas é muita gente que estava ali.
Eu brinco, né, que eu torço por América, eu falo, não, mas... Ah, você é América? É, eu sou atlético, mas eu brinco. Eu sou atlético, mas eu sou galo, mas eu brinco que eu sou América, pra ficar no meio termo ali. Eu sou América e tudo. Aí quando junta quatro americanos... Diplomacia, diplomacia, exatamente. Porque ou é atlético ou é cruzeiro, mas quem é americano. Os americanos vão brigar com amigos aí, mas... É uma torcida completa de um estádio cheio. Exatamente. Cortado. Dá mais ou menos isso. Então, as pessoas buscam pertencimento.
Nas próprias redes, né? E talvez seja isso, talvez os pais não estão entendendo que tipo de pertencimento seus filhos estão buscando. E eu acho que a gente tem que ver isso. Entender ele para poder tentar colocar dentro do meio dos pais e falar, olha, não é simplesmente falar, olha, eu entendo, deixa eu entender, deixa eu ver como que eu entendo isso aí, até para olhar para o pai, para a mãe, porque a criança cresce admirando, né? Quando um filho, um adolescente, resolve pertencer a um grupo bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay
que pratica crueldade com animais, crueldade com outras pessoas, alguma coisa está muito errada. Mas está muito errado. Porque o ser humano busca grupos de acolhimento.
e não de manipulação, de crueldade, de provas. Eu digo para os adolescentes, se te pedir prova de amizade, não é amigo. Os valores, né? Não, não é amigo. Qualquer coisa na internet, nas redes, que fala assim, vamos fazer uma prova de amizade, corta. Nada, não existe. Sua amizade passa por acolhimento. Se você tem que provar, querido, isso não é amigo.
Isso é outra coisa. Isso é manipulador querendo te usar. Então, é importante a gente botar esses conceitos, porque às vezes tem filme de Hollywood, faz uma coisa bonitinha. Ah, vamos ser amigo. Aí pega. Isso não existe. Não é necessário. Não é necessário. Amizade é... Vamos uma prova de amizade? Vamos dar um mergulho no mar? Vamos ver o pôr do sol? Fazer uma coisa boa.
Óbvio. Você tem que sair da minha zona de humanidade pra provar isso na amizade. E assim, não sei se você vai concordar, pensando aqui agora, refletindo aqui agora, que tá relacionado à autoestima, né? Quando você tem uma boa autoestima, não precisa de dar prova nenhuma, não. Se quiser a minha amizade, tá aí. Se não quiser, é isso que eu tenho. Exatamente.
vão achar a autoestima de forma distorcida. Próxima, Tom. Como transformar a tecnologia em aliado da produtividade familiar?
você entendeu a pergunta? o que seria produtividade familiar? talvez assim, os afazeres da família o que a família tem pra fazer acho que sim de um vínculo melhor do que a família faz junto né
Eu entendi isso, não sei, o que você entendeu? A gente tentar, pelo menos eu entendi produtividade familiar pensando nos afazeres da casa, da produtividade e nos pontos de conexão. Vamos pensar nas tarefas e no ponto de conexão. Vamos pensar nisso. Primeiro, ver se tem algum tipo de ferramenta tecnológica que ajuda isso. Por exemplo...
Ah, não, eu tenho a ferramenta aqui pra... Eu preciso organizar, de certa forma, a rotina da situação da casa, das coisas. E eu tenho uma mente um pouco... Falando eu, né? Mas simplificando. Eu tenho também. Mas um pouco bagunçada ali. Um mapa mental. E de que forma dá pra fazer um papel? Dá. Mas existem, sim, ferramentas que podem ser um mapa mental, que pode ajudar a tecnologia. E dependendo da idade, ah, não, vamos colocar aqui um... É o trelo. É uma ferramenta pra falar quais são as tarefas. Foi concluído? Foi concluído isso durante esse tempo. E compartilhar.
com a família. E compartilhar com a família, se tem acesso. Ah, mas a criança muito novinha, de que forma ela consegue? Não, peraí, existem tecnologias que são tecnologias de timer. Às vezes a criança está tão focada, hiperfoca ali num desenho, olha, quando a Alexa tocar o timer lá, acabou. A Alexa tocou, tem o timer. Hora de ir pro banho, hora de fazer o lanche. Isso, vamos definir algumas regras aí, porque a sociedade tem as regras, a convivência tem as regras. E a disciplina tem uma coisa tão interessante, é...
ela descansa o cérebro, né? Porque tudo que dá prazer, mas também se for muito, leva a exaustão. Isso pra tudo, pra tudo. Se você gosta de jogar, mas você joga tanto, chega uma hora que a mesma coisa que deu prazer vai dar... Vai dar pane. Abrir e fechar ciclos. Você fechou o ciclo ali...
Num primeiro momento você não sente, mas depois você vai falar, esse ciclo está fechado, aquilo não está te consumindo mais. E é um desafio muito grande se você não utiliza algumas ferramentas. Dá para fazer no papel? Dá. Dá para fazer no lápis? Dá. É o ideal começar no papel? É o ideal. Mas chega um momento que a tecnologia está aí pensando na... Olha, meu filho está com 12, 13 anos, pensando na carreira, saber lidar com o mapa mental, saber lidar com o trelo, utilizar isso de forma eficiente, utilizar a inteligência artificial para fazer 80, mas não esquecer do 20.
São situações que... São modelos que estão acontecendo... Podem te pautar. É, sobre produtividade e de produtividade com senso crítico, igual você falou. É, porque assim, é aquela coisa do bom senso sempre, né? Com senso crítico. O que dá pra prazer também pode ser o mesmo motivo que faz você pifar. Então, é o equilíbrio. É o bom senso. Não tem como.
E talvez marcar esse bom senso seja uma maneira de ajudar. Provavelmente. Um outro que eu lembrei aqui é aquele anel que está tendo sobre saúde, né? Ah, sim. Que pode estar, eu não tenho conhecimento profundo, mas pode ajudar muito. Questões de sono. Acho que você fala bastante da importância do sono, né? O sono é o...
Mas é mesmo. Sono? É. O sono, meu querido, é um luxo. Você hoje ter um bom sono, você está ostentando mais do que uma Ferrari. O que é um bom sono? Um bom sono é um sono de qualidade, reparador. E não é quantidade. É aquele que você... O cérebro, ele começa a ser ativado para baixar com a luminosidade. Você deita, faz todas as etapas. Porque o sono tem várias etapas.
Por exemplo, daqui a uma semana, eu acho, tenho quase certeza, eu vou fazer uma polisonografia. Todo mundo tem que fazer uma polisonografia. Você sabe como você dorme? Você sabe se você faz todas as etapas do sono? Não.
Tem que fazer. É um estudo do sono. Tá marcada, a minha tá marcada. Hoje eu até gostava. Como que chama? Repete só por aí. Polisonografia noturno. Você dorme, vai pra clínica, dorme e você tá todo monitorado. Ali você vai ver se você sonha, se você não sonha, se você oxigena bem seu cérebro conforme você tá dormindo.
Se você tem sono profundo, quanto de você tem de sono profundo, quanto você tem de sono superficial, tudo tem um parâmetro. É mesmo. Só uma pergunta assim, pessoal, né? São vários ciclos que você tem de várias etapas. Então você tem quatro etapas que vão rodando a noite toda. Vão fazendo um looping. Seria isso. Vão trocando, né? E quem sonha muito? É meu caso. Quem sonha muito? Em geral, é bom sinal.
na hora que lançaram aquele metaverso eu falei, não preciso disso não, eu sonho pra danar lançaram metaverso é cinematográfico com detalhes o sonho dentro do sonho aí eu detecto que eu estou no sonho aí tem que ver se não é excesso de ansiedade preocupação, se você está sonhando com o que tem que fazer no dia seguinte com o que vai
Porque assim, eu tenho uma regra que de noite, no início da noite, eu faço a listinha do que eu tenho que fazer no dia seguinte. E entrego. Eu não sou aquela que vou pra cama e fico, como é que é? Amanhã não posso esquecer isso. Aí ferrou. Acabou.
Porque senão você passa a noite inteira... Eu não vou mentir que tem situações, tem situações que me levam a ter uma preocupação a mais. Você bota aqui, eu adoro um bloquinho, uma coisinha assim, que eu faço uns oito por ano. E vou jogando fora depois com tudo cumprido. Eu boto lá, amanhã, em ordem de prioridade. Eu levanto...
É, eu tenho que confessar. Eu chego a deixar a roupa separada. Já pra resolver, né? Não quero ter problema. Meu sono é sagrado. Mas não tem situações que... Por exemplo, de ontem pra hoje, eu tive um sono que não foi tão... Ah, eu ia pegar o bolseiro e tudo. Mas aí é uma ansiedade normal. É natural, né? Não, uma coisa fora da sua rotina. Fora da rotina, entendi. O cérebro libera ali um pouquinho de estresse, um cortisol. Aham.
Sem problema. Eu gosto todo dia você viver assim. Eu durmo, mas assim, eu sonho, mas... Mas o sono é importantíssimo. Nada funciona se eu não dormo bem. Nada, nada. Eu queria ter o hábito de ler antes de dormir. Eu tenho o hábito de ver algum tipo de filme, uma série curtinha, mas geralmente eu vejo Indiana Jones de novo, porque eu posso parar a hora que eu quiser. Entendi. Você não fica... Isso, você não liga o teu cérebro naquela conexão. Naquela conexão. Eu vejo e detalhe, eu tento buscar algo que seja...
uma ação, igual por exemplo, tava vendo, revendo a série do Alexandre o Grande, mas eu não vejo todos os dias, eu vi um pedacinho dela, que eu gostei demais, mas aí ontem eu já fui ver uma comédia tipo Brooklyn Nine-Nine, ou então uma coisa bem assim, besterol mesmo, pra poder... Em geral, é bom uma coisa que relaxa. Isso. Porque senão, se você vai pra uma coisa de mistério, teu cérebro fica ligado em querer saber o que que vem por ali. Nossa. Se é uma coisa muito violenta, teu cérebro dorme com aquela energia. Então, é...
Para relaxar. Eu busco estilo Indiana Jones que tem uma parte engraçada e uma parte... E o senhor já conhece. Então ele não... Próxima, Tom. Ferramentas digitais podem preparar crianças para o mercado de trabalho? Sim. Foi na resposta anterior, né? A gente tem ferramentas digitais que podem sim, e são usadas por mercados corporativos, são usadas... Na verdade, está cada vez mais amigável, né? Cada vez mais intuitivo. Então, assim...
tá mais fácil e eu vou dizer aqui um arriscando, tá? Tá mais fácil os nossos filhos desenvolverem ferramentas mais amigáveis pra nos prepararem pro mercado de trabalho do que a gente querer preparar eles. Com certeza. Porque a gente que tá sendo, eu que falo das oportunidades falo, gente, não dá pra pegar uma oportunidade ali, você acha uma coisinha boa no digital que talvez dá pra salvar e dá pra ter uma renda extra, enfim, não tô aqui são contextos, né? Sim. Ou você passa uma mensagem bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay
né? Então, assim, isso é possível. Sim. E cada vez mais, né? Cada vez mais. E a gente tem que entender que ferramentas são essas. Quais ferramentas, qual é o gosto. Tem criança que vai querer, tem criança que não vai querer, tem criança que não gosta de mexer com isso, não. Programação. Mas hoje já se dá pra programar sem ser programador. Já se consegue, já tem ferramentas amigáveis que criam ali uma programação sem ser. É claro que não tem um nível de um grande programador, um sênior, né? Que consegue. Mas dá pra poder pessoa ali, olha, eu gostei disso.
Eu quero me aprofundar, testar primeiro. Eu acho assim, muito da nossa idade não teve oportunidade de testar, e aí vieram algumas decepções, né? Futuramente, de testar aquilo que gostaram. Eu nas ciências econômicas gosto do lado financeiro, gosto disso, mas é sobre comportamento humano. Não segui, mas hoje eu vejo o tanto que conectou com que tudo aquilo que eu faço... Nenhum conhecimento é em vão, né? Quando você vê... Tchau.
saber qualquer coisa é bom. Você falou que o conhecimento é uma forma de amar, né? É. É frase sua. É. Eu acho que compartilhar o conhecimento é uma forma de amor mesmo. E você não se fechar para nada, porque às vezes você ouve uma coisa de uma pessoa, fala, coisa interessante. Eu tenho dificuldade para isso, sincero. Eu não. Eu tenho facilidade, assim, para...
ouvir, se está dentro de uma lógica existencial minha, eu falo, interessante esse ponto de vista. Eu tenho que aprender mais isso, isso assim, eu me coloco ali como um ponto de atenção meu, às vezes deixar de ser tão cabeça dura. Não, eu gosto muito de falar, você já viu não sei o que lá? Dá uma olhadinha aqui.
me é confortável isso assim, sabe? Uma coisa que me bateu bem, compartilhar com alguém, indicar. Eu gosto disso. Por isso que é bom sentar na mesa com pessoas que são tão na frente, que a gente tenta se espelhar, né? E eu, assim, tem muitas coisas que eu ainda tenho que transformar em pontos ao invés de muros. Ainda sou meio... Então, enfim.
Coisa de mineiro? Não sei, não sei, não sei. Se bem que mineiro é muito acolhedor. Nossa, BH é a minha segunda casa. É mesmo? Nossa, ano passado eu tive...
Cinco eventos em BH. Então, cinco meses eu estive lá. Mas você vai bate e volta? Vou bate e volta. Mas quando você vai com um tempinho, onde você gosta de ir? O que você gosta de fazer? Eu adoro andar em Minas e a restaurantes que indicam. É sempre um bom papo. Você vai em qualquer loja.
Você é muita conservadora? Sou. Sou. E vou te dizer, BH, as pessoas me tratam com carinho. Tem um lugar que eu não entro. Não acredito, Bia, venha cá. Nossa. Aí, tipo, eu falei, não, agora não vai dar que eu tô garrada. Tô garrada.
Aí ele fala, tá filhando mineira. Aí eu falo até assim, gente, quero o título de cidadã. Entendeu? Eu quero o título de cidadã aqui. De BH. Mas eu adoro tirar dente. Adoro. Adoro tirar dente. Marquinhos teve lá agora, né? Teve.
dica toda, né? Vai em bichinho, vai não sei o que, vai no restaurante lá em bichinho, que é de fogão a lenha. Aí, bom, bom, doutora, adorei a comida. Falei, comida boa, você senta e come mesa de madeira e banco de madeira. Aqueles...
Aquelas panelas no forno a lenha. É de chorar. Não, a gente não pode ser nunca jantar. Tem que ser almoço em pequenas quantidades. Porque senão você passa mal. Mas é uma delícia. Adoro uma couve. Adoro couve. Couvezinha. Com alho, sem alho. Com alho. É fogadina, feijoada. Não, pode ser em qualquer lugar. Eu adoro couve. Adoro bolinho de couve.
Feijão com couve. Que lá vocês têm. Não, mas Rio de Janeiro, que bolinha é aqui, né? Não, não, BH tem muito. Ah, não. Que isso, tem muito. Olha, você tá saindo pouco. Tô saindo pouco. Eu vou pedir as dicas, você vai me passar. Os salgadinhos de BH, que é um espetáculo. Tô saindo pouco. É, tá? Muito bom. Próxima. Então, como lidar com a pressão social para expor os filhos nas redes? Isso é muito... Obrigado.
Então, expor os filhos na rede e não expor. Eu acho que é interessante a gente fatiar em duas partes, a pressão social e expor os filhos na rede.
O que é expor os filhos na rede? Ah, eu tenho uma rede fechada e os parentes querem que postam alguma coisa ou eu quero mostrar alguma coisa do meu filho com uma rede fechada ou uma rede aberta. Então, separar ali o perfil do usuário, né? Ah, não, eu tenho uma rede social justamente para dar notícias do meu filho para os parentes distantes, como que está e tudo. Eu me sinto bem compartilhando isso. É desafiador porque eu comentei lá atrás, eu entrei nas redes sociais sem gostar de redes sociais, sem gostar dessa questão de exposição.
Agora, sobre expor os filhos na rede. A minha rede é aberta. Eu já cheguei a fazer vídeos com minha filha, até cheguei, depois eu tirei. Hoje, quando eu posto ela, ou eu coloco em algum tipo de relance que ela não aparece tanto, ou então eu coloco um emojizinho com um óculos, isso para uma escolha pessoal minha, sem querer de maneira nenhuma dizer como as pessoas... Que é certo ou errado. É certo ou errado. É como eu me sinto mais confortável.
como eu me sinto faz sentido, tanto é que quando eu criei a rede social, eu tenho a foto minha e dela ali, meio meio embaçada, nem foi com essa ideia muita gente falou, não, você tem que botar uma foto que eu separeço direito, mas essa foto aqui não é sobre mim é sobre o estado são dois sorrisos
e que mostra isso e aquilo, mas a exposição dos filhos, se tem uma pressão pra expor, e você não gosta você não é obrigado a expor, aceder a pressão é, aceder a expor, não, vou expor a rede social, agora se tem uma pressão pra não expor e você tem vontade, você tem que entender, olha, a exposição, existe uma linha até de cuidado que a exposição é exagerada, seu filho não tem é é é
Ainda não pode decidir, ainda não tem... Será que ele vai ficar feliz com essa exposição depois? Então você tem que tomar só um certo a cautela sem, assim... Eu tento passar um pouco despercebido nisso, porque entra o efeito muito de julgamento por algo que talvez é natural. Algo que simplesmente é, olha, estou postando aqui, estou fazendo, é minha vida. Agora, tentar entender que...
Se sua rede é aberta ou até mesmo fechada, podem existir situações que podem ser colocadas contra você. Tem um vídeo que eu postei, inclusive, que foi... Ele passou por muita gente que é em relação ao pai que postava... Todo mundo cumprimentando a filha no shopping. Não sei se você viu esse vídeo. Não, não, não vi. É uma família, é um vídeo de uma campanha de fora, não vou lembrar aqui o nome do país.
e os pais estavam andando com a filha no shopping e um cumprimentava, ah, como é que foi o jogo de futebol? Ah, como é que tá? Falando o nome da filha. A campanha é pra pôr, olha...
cuidado pra não expor demais, toma cuidado pra, tipo assim, proteja um tem um pouco de cautela aí, não vamos colocar demais, só que aí também vai de cada família, de cada contexto, tá? É ter consciência daqueles riscos que podem acontecer. Eu acho assim que, primeiro não se faz nada sob pressão. Isso. Isso é um pra mim, assim.
Me pressionou, já não tá legal. É que nem amizade. Não é saudável, né? Não me pede nenhuma prova de amizade, nenhuma pressão. Ah, você não faz isso? Ok, não faço. Né? Agora, eu acho que dentro dessa exposição de crianças, eu acho que essa coisa de você botar a criança em tudo que você tá fazendo, é muito ruim. É. Porque a gente sabe que criança e bicho chama atenção.
mamífero adora um filhote adora, e a gente tá o tempo todo, às vezes a criança tá de saco cheio, você vê criança em vídeo, não quero respeita uma coisa é a criança chegar mãe, queria gravar um videozinho
espontaneamente, mas uma criança o tempo todo, porque tem crianças que querem. E aí você vê ali como é que você pode preservar sempre do lado, vendo que tipo de gente está curtindo, quem não está curtindo, que infelizmente os perigos são grandes. Agora, você expor por pressão? Não.
Tipo assim, vou fazer porque não sei quem está fazendo. Então está errado. Já não é nem a criança. Está errado você estar com essa dúvida. Porque tem uma coisa que não é orgânico, não é fisiológico. Entendi. A gente viver sob pressão não é fisiológico, é viver em estresse e querer algo que não é seu, é do outro. Ah, mas o outro faz. Tá, deixa o outro fazer.
Por isso que você não é o outro. A gente tem oito bilhões de versões de seres humanos hoje na Terra, entendeu? Então, não precisa ser igual a ninguém, né? Mas eu acho que a gente tem que começar. Porque eu vejo gente, assim, expondo namorado novo com a criança. A criança chamando namorado novo. E não sabe se é pai, se é padrasto. Nem sabe. Vários contextos, né? Contextos que eu acho que tem que ser um pouco mais preservado.
além de misturar sem a mente, né? com certeza, a criança fica confusa o que é família, o que não é família ok, ela pode interagir com o namorado novo ou com a namorada nova de pais separados mas espera né, dá uma
Uma consistência nessa nova relação. Amadurecer. A criança saber direitinho o que é cada coisa. Porque é bem difícil, né? Posso te contar um caso? Pode. Nesse meio que conecta um pouquinho?
Eu não vou contar nem o santo e vou mudar o milagre aqui pra não identificar as pessoas, porque você tem uma audiência muito grande. Certo, certo, faça isso. Eu e minha esposa estavam chegando no lugar que a gente frequenta, né? A minha esposa encontrou uma amiga dela, amiga assim, conhecida. E a conhecida dela, assim, que eu não conhecia, né? Eu não sabia quem era. Conhecida só da minha esposa e ela começou a cumprimentar a minha filha, né? Aí não que ela começou a cumprimentar a minha filha.
A minha filha é mais restrita. E eu sempre falei com ela, bom dia, boa tarde, se quiser. Se quiser, se não quiser, eu explico, relaxa. Agora, as pessoas que você convive sempre, é bom dia, boa tarde, mas você não precisa da liberdade também não. Sim. Aí, essa moça, ela começou a falar com a minha esposa, né? E isso...
Minha filha foi pra lá, minha esposa ali. Ah, tem que dar educação pra ela. Ela não cumprimenta, que não sei o que. Ah, que não sei o que. Você tem que corrigir isso nela. Começou a falar. Na terceira vez que ela falou, ela falou, mas ela não te conhece. Eu entrei no meio do assunto. Ela não te conhece. Não, mas aqui é todo mundo conhecendo. Todo mundo não. Eu não te conheço. Ela vai te conhecer?
Sabe o que você vai? Quem é você? Minha esposa regalou o olho, ela regalou o olho e assim, nessa hora... Eu entendi o que você tá falando, até porque essa criança excessivamente educada que ri pra todo mundo, ela é empresa muito fácil. Não, eu... Eu respeito quando a criança... Uma coisa tipo assim, olha, vamos lá na casa da vovó, dá um beijinho na vovó, dá um abraço na vovó, você vai educando, né? Agora...
ri pra todo mundo na rua, você tá criando uma vulnerabilidade, uma criança que acha que tem que agradar todo mundo. Pensa comigo, não falo pra estranhos, cumprimenta. Não falo pra estranhos, acabou. Eu já fico confuso. Eu já não tenho capacidade, é meio binário ali. É um ou zero. Eu quando atendi a criança, eu me lembro que a criança entrava, a mãe falava, dá um beijo na doutora Ana. Falei, não dá não.
Quero não. Depois, se você quiser, você me dá um beijo. A mãe ficava assim, aí a criança ficava. Olhava pra cá, aí daqui a pouco rodava, saía do lado, rodava, vinha. Aí eu falava, tudo bem com você?
Aí, voltava lá, falei, olha, tem ali aquele quadro que você pode desenhar, tá aqui as canetinhas, tá aqui não sei o que lá, tô falando aqui com a mamãe, mas você pode ouvir, se você quiser ir lá fora fazer xixi, só pedir a secretária, tudo que a gente tá falando aqui é porque sua mãe gosta de você e a gente tá aqui tentando ver como a gente vai fazer pra você ficar melhor em tudo nessa vida. Falava isso.
Quem disse que a criança queria sair? Aí ficava desenhando, daqui a pouco a mãe tava não, porque é assim ele. Não é assim não. Eu falei, então vem aqui, explica aqui como é que é pra gente. No final, eu nunca vi uma criança, até Teia, até do espectro, que no final não chegasse, abraçasse. Porque eu vi, eu deixei ele livre, não precisa, sabe? Não precisa gostar de mim, não precisa me respeitar.
Ela tem que ver quem eu sou. O que eu estou falando com a mãe? Porque tinha gente que atendia os pais, depois a criança. Imagina, a criança entrava assim.
Por que essa gente se juntou pra falar de mim e eu não tô presente? Então eu deixava junto. Cabeça! Tá na hora de lavar. Mamãe e papai que estão ouvindo aí o seu podcast. A promoção Gotinhas Johnson's Baby chegou. Compre 50 reais em produtos participantes e ganhe a sua pelúcia surpresa. São seis gotinhas fofas pra chuchu. Esfrega, esfrega, vai fazendo massagem gostoso.
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E você sempre teve essa habilidade de acolhimento? Ou foi algo que desenvolveu sempre? Não, sempre não foi técnica. Eu me botei como tipo assim, se eu fosse criança, eu gostaria de ser ouvida. E eu fui muito ouvida como criança. Por avó, por avô, por tios. Foi muito. Eu tinha uma madrinha que, ela todo domingo que eu passava o dia na casa dela, era muito legal, porque tinha primos, né? Era tacarela.
Não tanto, não tanto. Eu era uma criança muito observadora, muito observadora. Você desculpa o jeito que eu tô perguntando, perdão, tá? Eu não me senti à vontade aqui. Eu era muito observadora, eu gostava de coisas agitadas, andar de bicicleta, eu tinha um primo que soltava pipa, eu não conseguia, claro, né? Eu achava lindo, como é que ele botava um avião no ar? Pra mim era um avião, entendeu?
Essa tia sempre ia à missa. Todo domingo, no início, era muito ruim, porque eu queria ficar brincando. Eu não conseguia ficar parada. Eu tenho que ter DH impulsivo e imperativo. Eu ficava... Coisa mais lindinha. E ela ficava zangada, mas o meu padrinho, marido dela, chegava, vamos lá filhinha, vamos lá fora, comer uma pipoca. Aí como meu padrinho fazia isso, eu falava assim, da outra vez eu vou tentar ficar um pouquinho mais.
Porque ele é tão bonzinho comigo. Aí teve uma vez que essa minha madrinha... Você tem que assistir a missa. Eu falei, tem que não, tia. Eu tô me esforçando pra ficar um pouquinho por causa do tio Newton. Porque ele é bonzinho. Ele entende que eu não consigo ficar. Eu não consigo decorar a missa toda. Porque ela... Eu tive seis anos. Se pra adulto obrigação já não é bom, imagina pra criança, né?
exatamente, eu me lembro que aí eu comecei a decorar umas partezinhas da missa, aí meu tio, nossa tá bacana, hoje a gente vai pegar a pipoca dupla sabe uma coisa assim? Aquilo foi tão mágico eu era respeitada assim minha avó materna nossa, ela chegava quando eu falava não gostei de fulano, então minha filha
Mantém a distância e observa. 14, eu era a mais nova. A mais nova. Eu era a mais nova. Então ela dizia, se seu coração disse não, observa. Não tem problema não, depois você pede desculpa. Se tudo der errado, você fala desculpa. Eu achei que você era uma pessoa e você é outra. Seu coração disse não, observa. É não, mantém a distância. Mantém a distância e observa. Então eu sou uma pessoa que peço desculpa com maior facilidade.
Assim, se eu fiz um pré-julgamento, eu sou a primeira, a pessoa nem sabe. Depois de um tempo eu falava, me perdoe. Eu tinha um pré-julgamento errado. Uma concepção errada, estou aqui. E as concepções mudam também, né? As pessoas mudam. Não, a convivência. Mas eu não posso ter uma ideia pré-concebida de cara. Leva-se um tempo, é o processo. Digerir. Digerir. Então eu achava isso muito legal. Isso você fez com a sua filha, respeito, né?
Sim. Porque não é uma birra. Porque tem crianças que são mais dadas, são crianças que são mais retraídas, entendeu? Não, eu falo com ela. Comentar por quê? Agora, a gente vai. Ah, eu levo na natação toda vez. Dá boa tarde pra ti, pra ti, pra ti. Vou lá, falo baixo no ouvido. Não esquece da boa tarde. Não esquece da boa tarde. Exatamente. Pra saber entrar e sair dos ambientes. Mas daí você não precisa ser íntimo. A intimidade vem com o tempo. Tento evitar falar na frente. Tipo assim, olha...
tenta dar bom dia hoje, tudo, aí vai, aí vai seguindo, porque ela escolhe o tempo dela, o tempo da autonomia ali. Exatamente. Vamos acertos meus. E tem criança, por exemplo, eu tenho quatro sobrinhos netos, maravilhosos, todos. A primeira, que foi a Giovana...
Ela, no início, não ia com ninguém. Só com a minha sobrinha e com a minha irmã. Mais nada. Tudo ela olhava e chorava. É mesmo? Aí eu chegava pra visitar. Pessoal, fala com a sua tia. Eu falei, não precisa não, deixa. Aí teve uma vez que eu tive uma folga. Eu liguei pra babá e falei, Tia Fona, tá aí? Tá. Só eu e ela. Falei, tá bom, eu vou aí.
Mas não avisa, não. Quando eu cheguei, ela era pequenininha, devia ter uns dois anos. Estava vendo não sei o que no YouTube. Eu sentei no sofá, ela olhou para mim como que diz assim, o que você está fazendo no meu território? Como assim, né? Aí eu fiquei ali, aí ela...
Saiu, foi pra outro ambiente. Eu fiquei, deixa eu ver o que ela tá vendo aqui. Daqui a pouco ela vinha, olhava na porta assim. Olha, levou umas quatro horas até ela sentar no sofá. Depois eu falei, gente, tô com fome. Vamos comer uma coisinha, fazer não sei o que lá. Falei, você topa fazer um bolinho comigo? A gente vai fazer aqui, vai botar no forno, vai crescer. Ela olhou pra mim. Só sei que a partir daquele dia... Me chamou pra participar.
Dali, a gente fez um bolinho daqueles de cremogema, sabe? Aquele bolinho bem... Tomei cafezinho, ela ficou na felicidade de ter feito. Falei, agora você põe o açúcar, agora pega o ovinho. Que legal. Acabou. Hoje a gente é coladíssima, mas nunca me incomodou dela ser mais retraída. Falei, gente, é o temperamento dela. A gente tem que respeitar. Sim.
Você não chega no universo da criança, tipo assim, oh, chegou a titia. Isso é ego, né? Você quer aplauso, você quer colo, quer, né? Não precisa. Eu acho que talvez as pessoas, inclusive eu, mas assim, no sentido, a gente quer que as outras pessoas tenham o mesmo temperamento que a gente, tenham a mesma característica que a gente.
E esquece que as pessoas são diferentes. São diferentes. Então tem os quatro macrotemperamentos. Você tem que ter o base da educação. Isso que você está falando. Não esquece quando chegar, bom dia. Não é de ir embora, até logo. Se a pessoa não responder, não tem problema. Você fez a sua parte. Está bom. Até hoje, às vezes, entro no elevador, dou bom dia para as pessoas. Tem gente que não responde. E está tudo bem, porque está bem comigo.
Tem uma história que minha esposa me contou uma vez, que eram dois amigos, né? Eles se encontraram depois de muito tempo. Aquela conversa, nossa, o que você está fazendo e tudo. Eles já estavam... Muitos anos encontraram, né? E, ah, não, eu vou ali buscar jornal. Ah, eu vou com você para a gente botar conversa em dia. Estão conversando, estão conversando. Aí foram buscar jornal, né? E chegou na banca o moço que vende jornal.
Super grosso. Não deu bom dia, entregou e tá aqui, pegou o dinheiro, guardou lá e tudo. Aí o amigo chegou e falou, tô aqui, você busca jornal aí toda vez? Ele falou, não, todo dia eu venho cá buscar o jornal. Aquele diário que tinha antes de comprar jornal, né? É, antes, né? Ah, venho buscar jornal, mas, poxa, o cara se tratou super mal e tudo. Ele falou, ah, não, mas eu compro aqui que é mais perto, faço a lógica. Ah, não, mas eu não ia vir aqui, não, o cara me tratava... Por que você não tratou ele, Ana? É ele que vai me definir.
Eu sou quem eu sou. Minha esposa contou esse caso pra mim e toda vez eu conto esse mesmo caso pra ela. Sim, porque assim, se o outro te mudou, o erro tá com você. Sim. Né? A gente pode evoluir, mas não é outra pessoa que vai defender. Exatamente. É o nosso processo. É o nosso processo. É o processo. Que legal. Eu acho tão interessante que eu tenho uma funcionária em casa que ela é muito simples, assim, e de vez em quando ela tá lá, né? Aí conta uma história, ela sempre fala assim. Tudo um processo, né, doutora?
Eu acho isso lindo. Eu não sei o que significa. Para mim, significa tudo. É o processo. O processo da vida. E ela fala isso. E eu tinha um paciente que falava, está dentro dos procedimentos. Ele entendeu coisa que muita gente não entende. Exatamente. A vida é um processo. Próximo, Tom. Carnaval e grandes eventos são ambientes seguros para a criança? Não.
enfaticamente não, é aglomeração de pessoas, é, sempre onde existe uma aglomeração de pessoas, o risco é muito maior, é, e também, assim, vamos pensar nas crianças, né, o carnaval, dá pra curtir o carnaval? O bloquinho tá lá, você fica a distância aqui, bloquinho lá, vamos ver que música que o bloquinho tá tocando, ah, poxa, essa aqui não tá adequada não, vamos ver, mas aí, não vou entrar também demais, né, porque é um, mas..."
Cultural ali, da região, tudo, mas tá à distância. Mas você tá no meio da confusão. Primeiro, o ponto de visão da criança não é adequado. A altura. Excesso de estímulo. É, excesso de estímulo, altura, posição... Geralmente é de dia, sol, calor, num país. Não, sem contar a posição estratégica da criança. Olha a altura dela em relação às outras pessoas. Assim, não tá ali num contexto... Aquilo é o universo, né? Poxa, tá completamente... Você não consegue ver... Pra você ver a floresta, você tem que sair de pé das árvores.
Eu tô colocando no contexto do carnaval, você tá ali dentro, tipo assim, quer ver, quer um bloquinho, você tem esse... Você tá com criança, vai pro ambiente, avalia também estrutura, estrutura é o quê? Banheiro, água, hidratação. Água, hidratação. E a gente não pensa só em carnaval, vou pensar em grandes parques.
É super importante. Existe uma tecnologia hoje que é a tecnologia de tag. Que você vai numa situação, tem umas tags, assim, não precisa ser original. Você coloca uma tag ali que vai, olha, isso aqui me dá localização. Mas eu sou daqueles que, tipo assim, tem que ficar ali, olha. E se você sair de perto...
alguém que não seja sua esposa, não seja a mãe, que não esteja, pega e fala, olha, olha aí que eu vou ali no banheiro, mas não tira o olho. Aí você conversa com o filho ou com a filha, olha, está com você, o que fizer, passa o comando diretamente. Não é aquele negócio de mudar um pouquinho, mas no ponto de segurança. Ah, não, está na piscina ali, mas ele está olhando. Não.
Às vezes tá olhando o filho e tá aqui. Exatamente. Então assim, você vai sair, você tirou o olho, tirou um pouquinho, olha, tá vendo aí? Só vou ali em cima, eu lembro que eu ia pra um sítio muito, tinha um amigo meu que tinha uma filha na mesma idade, a gente sempre, ah não, vou ali, ó, fica de olho aí. Aí ele...
Aí na hora que eu voltava, ok, ok. Agora? Sim, tipo assim, tava todo mundo junto, eu tava de olho na minha filha, não sei o que, antes eu tinha que sair e me ausentar, sempre me ia na minha esposa, mas se ela não tava, olha aí pra mim rapidinho que eu vou ali. Aí, tipo assim, e conversava com a minha filha, vai eu te olhar aí, tudo, respeita, ia lá rapidinho, voltava e via que tava assim, a segurança em primeiro lugar, no meu ponto de vista. Isso é uma coisa, tem um perfil no Instagram da Kira Grace, você conhece? Kira Grace, não conheço.
segue, a Kira faz um trabalho maravilhoso de preparar as crianças pra quando se perde, o que fazer o que não fazer, como se defender ela é maravilhosa ela teve aqui é muito legal porque dá dicas importantíssimas Kira Grace, é muito, muito legal
Isso vale até para responder isso. Se se perde, como é a postura. E é legal que os filhos, a Kira é casada com o Malvino Salvador, e eles treinam os filhos nisso. Então as crianças participam direitinho, do tipo, o que você faz numa situação assim? Não cumprimenta. Eu devo ter visto a contagem dela. Mas eu não consegui associar o nome. Segue, porque é muito legal. Muito legal mesmo.
Super parceira da gente nessas questões da gente de proteger as crianças da segurança. Próxima, Tom. Como fortalecer o diálogo entre pais e filhos sobre consumo digital? Presença. Presença e interesse. Intencionalidade.
Talvez a palavra certa para ter presença e para ter interesse é o pai ser intencional, a mãe ser intencional. Olha, eu tenho que entender isso. Deixa eu ver que intencionalidade tem. Aí você vai descobrir a intencionalidade do conteúdo, você vai descobrir a intencionalidade que tem todo o contexto para você chegar e começar a conversar. Você dá abertura. Você deu um exemplo aqui no episódio. No episódio, não, na conversa anterior. Você foi lá, encontrou, assistiu, conversou, teve intencionalidade e aí a conexão aconteceu.
É, porque quando é de verdade, você conecta com pessoas de verdade até nas suas vulnerabilidades e fragilidades. Isso também é uma verdade. Próxima, Tom. Se você pudesse dar um conselho prático para reduzir a lacuna digital em casa, qual seria? Conselho prático do dia a dia.
deixar de ser como eu era, evitar ter muito preconceito antes de entender. Sim, existem riscos, sim, os riscos talvez são maiores que os benefícios hoje, mas dá pra virar o jogo. Dá, tipo assim, não é fácil, mas dá pra virar o jogo, dá pra gente buscar mais benefícios do que risco. E detalhe, às vezes uma frase que eu falo é, assim, não é sobre mudar o mundo bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay bay
É pra minha filha. É sobre mudar a minha filha pro mundo. Eu acho que faz muito sentido se isso se alastrar. Não é o mundo que eu quero ter pra minha filha. A frase certa seria isso. É o mundo que eu quero ter pra minha filha. É a filha que eu quero que esteja no mundo.
E acaba que se todo mundo fizer isso, muda o mundo. Exatamente. Não dá pra começar mudando o mundo. É muito mais fácil. Vamos mudar o quintalzinho de casa, né? Mudar. Primeiro mudar na agência a teoria do avião, né? Bota o cinto no C primeiro. Primeiro a máscara. Vamos lá, vamos ver o que você tem. Daquelas 10 situações que você mapeou, tem duas que você não quer mesmo. Que aquilo ali é um vício que você quer cortar da sua vida. Corta uma. Ou então corta metade de uma. Vai o passinho ali.
E aquela que você quer melhorar, talvez atividade física que você faz uma vez por semana e olha lá na segunda-feira, então tá, vai ser duas. Atividade física, além da leitura, talvez é um dos grandes, Bernardino que falou... Dormir bem. É, dormir bem. Leitura. Atividade física. O esporte.
Mas atividade física de saúde, não de performance, nem de exibicionismo. Então, sim, sim. Senão também faz mal, se for assim. Porque é tanta restrição, tanta coisa, que dá mais estresse para a pessoa estar dentro daquele controle. Mas aí entrou em outro nível, né? É, exatamente. Então é o bom senso. Eu hoje faço caminhada todos os dias, assim, com salva exceções, todos os dias eu faço a caminhada para buscar pão. E Belo Horizonte e Morro, né?
Todos os dias de domingo a domingo. E às vezes eu posso na chuva, vou caminhar, mas aquilo ali me faz tão bem. É como escovar bem. Faz mesmo. E a caminhada e bicicleta, não sei, dá uma oxigenação no cérebro que eu acho que melhora muito o raciocínio. Faço 30, 40 minutos ali, sempre ouvindo um podcast, alguma coisa. Vou andando, às vezes conversando só um pouquinho. Uma ideia liga a outra. Você observa, né? Você observa.
Você consegue observar as coisas, os detalhes. Você se vê de fora. Eu digo que a minha consciência é um drone que me acompanha e me observa o tempo todo. Você gosta de caminhar? Gosto, gosto de caminhar. Você faz bastante prática esportiva, né? Dos dois. Asa Delta? É, asa... Não, parapente. É parapente? Não tem mais saúde para asa Delta, não. Asa Delta é mais punk. Mas sério? É mais punk. Mas parapente? Parapente é muito mais suave.
a Delta é até uns 35 depois vai de parapente que é mais suave, é bem mais suave mas vai com gente séria, né? não é com gente que você nunca viu na vida vamos levar o Marquinhos pra fazer um parapente? ih, coitado, não vai ele fica apavorado quando eu vou ele acha que eu vou morrer, né? vamos levar ele? não, não, não faz isso não, ele infarta eu tô brincando que ele dizia que foi no Beto Carreira e não foi em brinquedo ele infarta antes da hora não, não, não
Próxima. Então, ah, chegamos agora no nosso momento Pipim. Agora é jogar tênis. Tá vendo? Nosso personagem aqui, o Pipim, tá com tênizinho, com a raquete. Agora é brincadeira, é livre associação. O que eu falar, o que vier na sua cabeça, você responde. Não tem nenhuma lógica. Entendi. Eu sou uma pessoa que tenta pensar um pouquinho antes, não sei se eu dou conta. Tem problema.
Não, mas aí o que vem? Porque é livre associação. Aí você tem que libertar os freios. Vou tentar. Tá, vai tentar. E também tem uma coisa. Se não der, passa. Tá bom. Passei. Tá? Um. Um lugar. Gramado. É mesmo? Muito legal. Muito legal. Dois. Uma lembrança feliz. Minha família. Três. Felicidade em uma palavra.
Minha família de novo. Não tem problema, pode repetir. Quatro, paternidade em uma palavra. Desafios. Cinco, uma personalidade inspiradora. Barack Obama. Seis, o que é nutrir para você? Nutrir vai além da alimentação.
É sobre muito mais, né? Sete. Um erro que te ensinou. Ego. Aprendeu um pouco, né? A gente está aprendendo o tempo inteiro. É um processo, como diz a minha Beth. É um processo. É um processo. Doutora, é um processo. Acho tão filosófico que ela olha, olha. É um processo. Tem todo um processo. É um processo. Ela tem todo um processo.
Oito. O que você faria hoje se tivesse um meteoro a caminho da Terra? Que vai acabar com a Terra. Pra todo mundo. O que eu faria hoje se tivesse um meteoro? É, se o mundo fosse acabar amanhã, por exemplo. Ah, amanhã.
Tá aí. Minha esposa, minha filha, abraçá-los bem, tá junto. Eu vi um desenho do Homer Simpsons, eu interrompei no programa, né, que aconteceu isso, o Homer, se acontecer amanhã ele ficou chorando na calçada. Não, por quê? Porque ficou até o... Se o mundo acabasse amanhã, o que você ia fazer? Ele ficou lá lamureando, mas eu, assim, tá com minha família, tá com as pessoas que eu...
Que eu quero estar junto. Fazia feito um cafofinho, né? Todo mundo ali. Se vai acabar, vai acabar pra todo mundo. Vamos ficar aqui fazendo o que a gente gosta. Tentar ver. Eu iria ficar fazendo com as pessoas que eu amo. Grudadinho ali. Como se fosse um final de semana feliz. Como tantos outros. Ponto. Nove. Qual super poder você gostaria de ter? E por quê?
Qual superpoder eu gostaria de ter e por quê? Tá, é uma pergunta interessante. Pode ser qualquer um. Defina superpoder. Um poder extraordinário que os humanos não têm. Por exemplo, ser invisível é um superpoder, que não é possível. Superpoder é superpoder. Entendi, entendi. Lembre de super...
não precisa... É Marvel mesmo. O outro vê... Fica invisível. Então, superpoder, superpoder. Que não é dos humanos. Tá aí uma pergunta que eu não consigo responder. É num debate pronto. Nunca pensei em um superpoder. Não tem problema. Quer pensar um pouquinho ou quer passar? Fica à vontade. Sem pressão.
E...
Estar mais presente. Não sei se você puder, mas não é um poder. Talvez um superpoder dentro, você está falando, seria viajar no tempo. Boa. Tem muita gente, porque você está presente em qualquer lugar, ou teletransporte, que se falava tanto. Você está presente em vários lugares. Isso é bem comum, tem gente que fala, eu queria poder viajar no tempo, para poder, no exato momento que meu filho está não sei aonde, poder ir lá e voltar.
Não seria. Não seria. Não seria. Eu não consigo, não tem assim, é algo que eu vou ter que refletir. Não é resposta de bate-pronto. Não tem problema, a gente passa. E 10, uma frase ou um pensamento que você gostaria de deixar para as pessoas?
Vale repetir? Claro. Nutrir vai além da alimentação. É. Perfeito. De certa forma, é a frase e o pensamento. Meu querido, muito obrigada, muito obrigada mesmo. Agora chegou aquela hora que você ganha uns presentinhos. Primeiro, Felicidade, que foi um livro que eu escrevi durante a pandemia.
Porque eu falei, não, dessa vez não vou escrever sobre transtorno, porque a gente precisa ter esperança, esperançar. A gente precisa praticar o verbo esperançar. Naquela época a gente precisava. Eu acho que precisamos sempre, mas naquela época eu acho que precisamos demais. E aqui é um tempo para mim, que foi o último livro, que são com frases, que eu sempre acordo espontaneamente entre...
cinco e meia e seis e quinze. Não precisa de despertador. E sempre eu fico ali aquela hora entre acordando e acordada. Sempre vem uma frase ou alguma coisa. E eu sempre tenho meus caderninhos. Se é uma frase que eu falo, vale a pena eu pegar a caneta.
E botar. E aí eu transformei, eu fui ver, tinha mais de 600 frases, eu separei 365 pra gente tirar um momentinho do dia. Até eu mesmo abro de vez em quando por dia e falo hoje eu escreveria outra coisa aqui. Por isso que embaixo de cada frase tem um espaçozinho pra você botar o que foi pra você.
O que foi para você? E essa conexão que eu tenho de pegar a caneta e escrever, porque eu acho que o cérebro da gente precisa disso. Dessa questão de você trazer o pensamento aqui e materializar na escrita. Eu acho a escrita uma coisa revolucionária, assim, na história da humanidade, né?
E aqui é uma oportunidade pra mim, só te interrompendo rapidinho, né? Mas aqui, é um desafio pra mim, a leitura, né? A consistência, né? Um desafio, olha... A consistência é porque você vai numerando... Numerando... Não sei se é na ordem, a sequência, quantos você fez. Já fez. Se eu conseguir manter a consistência aqui... Exatamente. Então trabalha, é uma opção de coisinhas. Isso é uma oportunidade pra mim. É.
Ao mesmo tempo. Tempo pra mim. Um tempo pra mim, que eu acho que a gente merece. Mas não acabou. Aqui você ganha a nossa eco bag do Pod People, do Pipinho. Com o nosso lema, né? Faça, aconteça e inspire. Aí aqui, como eu sou...
Um caderno para você anotar suas ideias, tá? Praticar escrita. E aqui uma canequinha para você lembrar da gente.
Talvez a filha ou a mulher vai querer a canequinha, mas para você beber seu cafezinho, sua aguinha, enquanto está trabalhando e poder lembrar da gente. Pode ir botando tudo para o lado, que as crianças são educadíssimas e irão recolher tudo. Mas não acabou.
Hoje o nosso episódio foi patrocinado pela Axon, que é um suplemento desenvolvido por médicos para dar mais disposição física e mental sem ansiedade. Então você ganha aqui, ó. Nossa, mas eu estou até... Ó, ó.
Só sempre pela manhã, tá? Porque você não vai botar à disposição à noite para dormir. Então, aqui são três caixinhas e ainda vai uma garrafinha de vidro linda que está aqui, ali, que você pode misturar, sacudir, isso aqui.
Olha que legal, que bacana. Então, nas suas caminhadas, tá? Se quiser levar aguinha também. Já fica? É. Eu gosto de botar no meu suco verde, mas também às vezes eu bato ele sozinho com gelo. Já coloca, já. É bem gostoso.
Fica bem gostoso. Que bacana. Tá? A gente vai deixar aqui que as crianças vão educadamente separar para você. E agora chegou aquele momento que você vai ser mal educado, não vai olhar para mim. Vai olhar para aquela câmera ali e dar todos os seus recados. Todos os meus recados.
O que você quiser. Então, o recado que eu queria passar é primeiro agradecer todo esse carinho que eu tive desde a minha recepção, né? Assim, foi um acolhimento, eu estava tanto quanto ansioso, né? Um acolhimento desde a vinda do aeroporto até aqui, o episódio...
A doutora Ana, ela teve um carinho, um acolhimento, uma oportunidade muito grande. E é uma fala que não é minha, tá? É uma fala dela, é sobre o próximo passar o bastão. Ou seja, se você faz algo, seja para o seu filho, seja para alguém próximo, seja para quem está ao seu redor.
Tente fazer algo para o seu desenvolvimento e para o desenvolvimento dessa pessoa. Tenha certeza que sua vida vai mudar muito e para melhor. É isso.
Quer deixar? Quem quer te encontrar? Ah, quem quer me encontrar? Quer bater uma prosa? Quer fazer uma pergunta? Pois é. Arroba Pais que Nutrem, tá? Pais que Nutrem, ele tá no Instagram, tá no Facebook, tá no TikTok, tá no YouTube, tá no LinkedIn, tá no... é Threads, né? Que fala, tá no Threads, enfim. Eu tento ali transbordar em todas as redes sociais.
gostaria muito da sua opinião do que você acha, do que você achou do episódio comentar aqui, eu vou tentar acompanhar ali o tempo todo pra poder criar um movimento um pouco mais forte, não só pros nossos filhos, mas pra todos ao nosso redor é sobre positividade, sobre transbordar o que faz sentido e tentar não se julgar tanto praquilo que transbordou errado ali, a gente vai corrigindo
Vai andando de bicicleta e trocando pneu. Vai, dando um jeitinho, vai acertando. Tá bom, meu querido. Queridos, nós estamos finalizando mais um episódio do Pod People e hoje foi com esse cara maravilhoso, Marcelo Soares. Se você não conhece, sugiro que você comece a conhecer agora. Arroba Pais que Nutrem. E aí você vai lá, tira suas dúvidas e quem sabe você tem um conteúdo que vai ser útil não só para os seus filhos, mas para a gente melhorar um pouquinho do universo ao nosso redor.
Aqui na comunidade Podpeople, a gente acredita que somente o conhecimento e o autoconhecimento podem, de fato, mudar a realidade. Se você não é inscrito no canal, se inscreva. E se você gostou desse papo, compartilhe. As pessoas merecem ter conteúdo e conteúdo que constrói, porque isso faz o legado da vida. Muito obrigada e até o próximo Podpeople.
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