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Mente em Foco: Como a Neuromodulação Muda o Jogo da Saúde Mental com Dr. Alex Rocha - PODPEOPLE #283

03 de março de 20262h2min
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Neste episódio, Dr. Alex Rocha compartilha como neuromodulação e neurofeedback estão revolucionando o tratamento de TDAH, depressão e ansiedade, proporcionando resultados rápidos e eficazes. Ele explica também o uso de EMT (Estimulação Magnética Transcraniana) e TDCS (Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua) no tratamento de Parkinson, AVC e outros transtornos neurológicos.Essas técnicas, quando associadas à psicoterapia, têm mostrado resultados incríveis no tratamento de diversos problemas de saúde mental. Se você está em busca de soluções inovadoras para melhorar o bem-estar emocional, este episódio é imperdível!

Assuntos15
  • Neuromodulação e tratamentosDefinição e funcionamento de técnicas neuromoduladoras · Mapeamento cerebral através do sistema 10-20 · Ondas cerebrais (alfa, beta, teta, gama) e suas funções · Treinamento vs tratamento com neuromodulação · Reorganização da atividade elétrica cerebral
  • Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)Funcionamento da máquina e evolução tecnológica · Aplicação em depressão profunda e pensamentos suicidas · Tratamento de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) · Redução de medicamentos e melhora da libido · Protocolos específicos para diferentes transtornos · Determinação do limiar motor e potência de estimulação
  • Protocolos Clínicos e Avaliação de PacientesTriagem inicial de pacientes · Exames complementares (imagem, sangue) · Escalas de avaliação de sintomas · Histórico medicamentoso e médico · Farmacogenômica para escolha de medicamentos · Monitoramento da resposta terapêutica · Comunicação com médicos parceiros
  • Mapeamento Cerebral e Áreas CerebraisSistema 10-20 de localização cerebral · Função de F3 (córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo) · Função de F4 (córtex pré-frontal dorsolateral direito) · Área motora e limiar motor · Área SMI para Transtorno Obsessivo-Compulsivo · Individualização da localização por tamanho de cabeça
  • Tratamento TDAHExperiência pessoal do Dr. Alex com TDAH adulto · Combinação de medicação e neurofeedback · Redução de estimulantes psicoativos · Mapeamento cerebral e ondas lentas frontais · Organização e foco como resultados · Livro sobre Neurofeedback, Terapia Cognitivo-Comportamental e TDAH
  • Tratamento TOCEstimulação de F4 para reduzir compulsões · Pensamentos obsessivos e negativos · Redução de medicação em pacientes com TOC · Casos de TOC perinatal · Melhora da qualidade de vida e relacionamentos
  • Casos Clínicos e Resultados PráticosPaciente com depressão e histórico de isolamento · Caso de TOC perinatal com medo de prejudicar filho · Paciente idoso com aposentadoria e depressão · Caso com Parkinson e tremores · Paciente em estado de crise suicida · Histórias de transformação e recuperação
  • Integração de Psicoterapia com NeuromodulaçãoTerapia ocorrendo em tempo real durante estimulação · Identificação de mudanças comportamentais durante sessão · Ajuste de protocolo baseado em resposta terapêutica · Rol do terapeuta em monitorar respostas · Conversação terapêutica durante estimulação · Diferentes abordagens conforme tipo de transtorno
  • Abordagem Interdisciplinar em Saúde MentalPsicanálise e neurociência integradas · Integração de Psicoterapia com Neuromodulação · Comunicação médico-paciente e pergunta ativa · Ajustes de medicação em tempo real · Respeito pelas limitações de cada técnica · Tecnologia vs atendimento pessoal
  • Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (TDCS)Mobilidade e portabilidade do equipamento · Aplicação em pacientes graves ou acamados · Protocolo PRIME para TDAH · Combinação com estimulação magnética · Atendimento domiciliar com TDCS
  • Tratamento DepressaoEstimulação de F3 para aumentar energia cognitiva · Depressão como comorbidade em outros transtornos · Pacientes com esquecimento e perda de memória · Diferenciação entre depressão e Alzheimer/demência · Embotamento emocional e recuperação de motivação · Casos de luto e perda
  • Medo e AnsiedadeEstimulação de F4 para reduzir ansiedade · Síndrome do pânico aguda · Estresse pós-traumático · Redução de adrenalina e regulação do sistema nervoso · Ansiedade geral e ansiedade específica
  • Terapia Dialetica ComportamentalRegulação emocional como foco principal · Desenvolvimento de habilidades emocionais · Validação da dor do paciente · Trabalho com Borderline e TDAH · Ensino de estratégias de coping · Aceitação e mudança comportamental
  • Terapia Cognitivo-ComportamentalIntegração com técnicas neuromoduladoras · Trabalho em tempo real durante tratamento · Identificação de pensamentos negativos · Modificação de padrões comportamentais · Acompanhamento durante neuromodulação
  • Transtorno BorderlineRegulação emocional como característica fundamental · Instabilidade emocional e relacionamentos · Combinação de neuromodulação e terapia dialética · Impossibilidade em relacionamentos próximos · Impulsividade e controle emocional · Desenvolvimento de habilidades emocionais
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Nosso convidado de hoje é psicólogo clínico e especialista em técnicas neuromoduladoras, como a estimulação magnética transcraniana, TDCS e neurofeedback. Um profissional que une ciência, tecnologia e empatia no cuidado com a saúde mental. Com vocês, o psicólogo especialista em neuromodulação, Dr. Alex Rocha. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do Pod People.

para ver e ouvir gente. Gente que faz, gente que acontece, gente que inspira. E se eu dissesse para vocês que existe tecnologia que pode ajudar a reorganizar os padrões cerebrais e auxiliar muito no tratamento de alguns transtornos mentais? Pois é. Para falar sobre isso, a gente vai receber hoje Dr. Alex Rocha, psicoterapeuta e especialista em técnicas neuromoduladoras. Tudo bom, meu querido? Tudo bem, Bia.

Prazer de novo estar aqui e dessa forma agora sendo entrevistado do outro lado. Uma coisa que eu queria deixar claro agora para todo mundo, gente, que todo mundo pergunta por que o Alex saiu, por que o Alex saiu? Deixa eu explicar para vocês, gente. A gente tinha uma clínica, né? Eu tinha uma clínica de anos com protocolo que eu desenvolvi, com técnicas, com tudo, inclusive as técnicas moduladoras que o Alex vai falar hoje. E aí eu parei de atender, eu saí para deixar o legado, para que vocês possam ter acesso

a tudo que a gente desenvolveu durante todos esses anos, o Alex assumiu a direção clínica e a direção psicológica da clínica AB. Então, eu não estou lá, mas estou muito bem representada por esse amigo que ajudou a desenvolver todo esse trabalho. Então, não dá para fazer as duas coisas. Ele tentou, nós tentamos, mas não deu. Então, a gente achou melhor, e ele, e para o bem de vocês, que o Alex possa tocar a clínica

acesso ao melhor protocolo de psiquiatria e psicologia que existe. Com certeza. Com muito carinho, com muito respeito e muita dedicação. Obrigada, meu querido. Você falou tudo, Bia. E eu acho que para a gente começar, realmente é iniciar com saúde mental. Com certeza. E a gente precisa ter saúde mental para cuidar do outro. Então a gente está fazendo duas coisas e é um desgaste. Duas não, três, né? Três, exatamente. Porque tem a clínica, tem palestra, tem desenvolvimento de conteúdo.

Quero deixar aqui, é arroba Alex Psicólogo, tá, gente? Então, assim, e coordenar todo mundo. E aí chega um momento que a gente também precisa parar. E eu acho que é o nosso papel e a gente saber fazer escolhas na vida da gente. Exatamente, porque, assim, autocuidado, né? Exato. Tanto que eu tive que parar de atender para começar aqui. Então, são escolhas. Mas, olha, a gente continua se amando profundamente, trocando informações,

Toda vez que ele quer, ele tem acesso direto. Já entrei em consulta via áudio para responder perguntas de um paciente que ele estava atendendo. E é assim que funciona, tá bom? Então, vamos lá, meu querido. Eu queria... Hoje eu tenho que falar aqui como se eu não te conhecesse profundamente. Para as pessoas que não te conhecem poderem te conhecer. Tenho o prazer de te conhecer. Eu queria que você contasse um pouquinho por que a escolha da psicologia, e mais ainda,

você optou por fazer uma coisa revolucionária, que é associar a psicoterapia às técnicas neuromoduladoras. Você vai falar isso? Depois nós vamos detalhar técnica por técnica. Então, eu acho que foi perfeito isso que você colocou. A psicologia, ela entra na minha vida há 20 anos atrás, quando eu me formo e vejo que o meu caminho era outro, não era... Eu fiz engenharia, larguei. É inacreditável.

Depois eu fiz enfermagem. Quando faltava um período para acabar, eu larguei, até por questões mesmo pessoais. E aí eu estava meio perdido. Até que, como eu tinha a parte da engenharia e tinha feito escola técnica, eu comecei a atuar em obras e ajudei a trazer o ProSanear para o Rio de Janeiro, trabalhar com saneamento básico nas comunidades. E aí um supervisor meu chegou e veio conversar um dia comigo. Da engenharia. Exato.

Ele veio e falou, Alex, você já pensou em fazer alguma coisa, um serviço social, psicologia? Porque você perde muito tempo entrando na comunidade, querendo saber a história, querendo ajudar. E o seu papel é mais produtivo aqui agora. Eu preciso de números. De números. E aí eu parei e pensei, eu falei assim, é o que eu sempre quis na minha vida, a área da saúde. E aí eu chego em casa e falo, olha, chega, não quero. Eu quero dar continuidade.

Busquei a enfermagem. Não levei até o fim. E aí, pelas circunstâncias da vida, me apareceu a porta de eu ir trabalhar no governo do Estado. Trabalhando exatamente com essa parte de psicologia e serviço social. E isso virou minha chave. E aí foi quando eu encontrei a psicologia. E a psicologia funcionou por 10 anos maravilhosamente bem. E a gente já estava trabalhando juntos, de uma certa forma. Em organizações.

E aí eu trabalhei em instituição, trabalhei em escola. E aí foi quando eu tive a oportunidade de entrar no ramo das palestras, quando eu conheci você. E aí eu volto para a clínica. E quando eu volto para a clínica, eu percebo que faltava alguma coisa a mais. Então eu ainda atuei por uns dois anos já trabalhando com você. Mas esse questionamento... Dentro da psicoterapia. Dentro da psicoterapia. Que foi uma das coisas mais difíceis eu encontrar um bom psicoterapeuta. É.

Aí ela pode falar melhor do que eu, porque você tinha um paciente Asperges, né? Não, era um paciente, ele tinha altas habilidades, né? Ele era do ITA, é um cara genial, né? E aí ele falou, eu quero um terapeuta homem e bom. Eu falei, por quê? Ele falou, eu já testei oito terapeutas, ninguém me convence que é bom o suficiente para eu poder, eu tenho uma lógica, né? Porque como ele tinha superdotação, ele falava, eu preciso de lógica,

Eu não funciono com excesso de subjetividade. Aí eu fui, fui e liguei para um colega. Falei, fulano, você tem algum terapeuta bom que possa ter essa visão mais do funcionamento cerebral? Ele falou, tenho, tenho. Aí me deu o telefone, eu liguei para você. Você foi de pronta, entendeu? Falei, olha, eu queria te passar um paciente, papapá, papapá. Dei todo o histórico dele. Ele foi, marcou.

depois, ele falou, até que enfim você me arruma um terapeuta que sabe o que fala, que faz a gente entender por que que eu tô fazendo terapia, o que que eu tenho que fazer pra mudar meus ciclos. Então, assim, adorei o Alexi Rocha. Ele teve uma coisa que eu achei especial, porque ele sempre teve uma rigidez, assim, muito habilidoso, mas as coisas dele muito certinhas. E o bem mais precioso dele era o filho dele. É verdade. E aí, eu me assustei com três meses, ele falou assim,

eu gostaria que você olhasse pelo meu filho. Eu já até conversei com a Bia, ela falou, fique à vontade. E aí eu comecei a atender o bem mais precioso dele. Que também é super dotado. Exatamente. E aí deu super certo. É verdade. E dali eu acho que a gente foi trabalhar, fomos fazer uma palestra juntos. Isso, nos encontramos no evento. No meu TDAH, eu falava com a Bia, mas eu não associava que era a Bia do livro que eu ganhei na faculdade. E nem que tinha te telefonado. Exatamente, não associava. Eu não falei, falei,

na Beatriz. Você, ai, que bom. Quem te indicou? Fulano. E a gente conversava. Normal. E é muito engraçado, né? Às vezes as pessoas não conseguem entender as conexões, o porquê que a gente se une. Eu acho que tem muito isso. E aí, eu dei a palestra primeiro que você. Eu fui falar sobre TDAH para pais e educadores. E eu acho que você ia falar sobre bullying. Isso. E aí, eu entrei, dei a palestra, vi que você chegou, ficou sentadinho e falei assim, gente, é aquela palestrante. Eu sou quietinha.

Discreta ali. E aí, eu falei, gente, é aquela moça. Ela tá aqui me assistindo. E ela sorria. E aí, uma coisa que eu percebi ali, o seu TDAH, né? Naquela época, a gente trabalhava com pendrive. E eu acho que a pessoa da produção veio, pediu o seu pendrive. E aí, você começou a mexer na bolsa. Onde tava, onde tava? Aí, eu falava. E eu prestava atenção. Falei, meu Deus, coitado. E eu dando a palestra, pensando, perdeu, e agora? Perdeu o pendrive. Aí, daqui a pouco, ela achou.

Desço, ela vem com aquele sorriso largo assim. Eu falei, gente, ela tá vindo me falar, será que ela me conhece? E aí, sorte, que ela falou assim, nossa, meus pacientes não gostam tanto de você e eu. Aí você associou. Não, porque eu sabia quem era você, né? Porque assim, quando eu te encaminhei, aí eu fui, estudei, não, tem uma formação bacana, blá, blá, blá. Então, na palestra, eu tava, vou falar com ele hoje, eu tenho que agradecer pelo trabalho que ele tá fazendo com meus pacientes. É. E aí, assim,

começou a trabalhar junto. E eu acho que com dois anos as técnicas já aconteciam na sua clínica. E aí eu falei assim, Bia, você já pensou? Porque sempre houve esse meu questionamento. Eu acho que uma das coisas... O que a gente pode fazer a mais? Exatamente. Uma das coisas que... Eu acho que todo mundo tem defeitos, mas uma das minhas qualidades é querer o saber sempre mais. E tem uma fala que eu gosto, quem tem fome tem pressa. Quem tem dor precisa rápido. Exatamente.

que só a terapia me trazia um sofrimento. A terapia é maravilhosa, mas tem horas que a gente precisa de algo mais para poder desbloquear e trazer o paciente para o nosso lado, para a guerra que a gente está fazendo contra o transtorno, contra as limitações. E aí você me deu a ideia, eu falei, Bia, eu quero voltar a estudar, porque está faltando alguma coisa. E aí você abriu um caminho, que eu digo que foi o melhor,

melhor caminho da minha vida, que foi a neurociência. Então, eu acho que para todos os profissionais de psicologia, eu acho que quando você acabar a faculdade, você entrar nesse mundo de conhecer mais profundamente... O funcionamento cerebral. O funcionamento cerebral. E isso abriu, assim, um campo para mim perfeito. E aí chegou um momento de eu decidir o que eu queria fazer como pesquisa. E aí foi quando eu entrei com o neurofeedback.

assim, a porta, pra eu entender principalmente o sistema 10-20. Pra quem não sabe o que é o sistema 10-20, é como se a gente mapeasse o nosso cérebro. Você vai pegar um terreno e aí a gente vai pegando pedacinho, pedacinho, aqui eu quero a minha piscina, aqui eu quero a minha cozinha, aqui eu quero o meu banheiro. Tom, tem como a gente pegar a imagem aí do sistema 10-20, pro pessoal poder entender direitinho, pro Alex explicar?

Ah, ótimo, gente. Então vamos lá, esse é o terreno da casa? Isso, esse é o terreno da casa, é como se a gente pegasse ali aquele terreno,

e aí a gente mapeasse todo um terreno. Só tem que esse terreno é o cérebro da gente. Exatamente. Então, didaticamente, é como se a gente separasse ali cozinha, sala, onde eu quero a piscina. Só que dentro do nosso cérebro, cada letrinha dessa daí tem uma função. Então, fica muito importante quando a gente trabalha essa questão de neuromodulação. Então, a neuromodulação, ela entra na minha vida através do neurofeedback. Começa. Foi a abertura.

E isso daqui parece assim bobeira, mas isso me mostrou que quando eu comecei, depois do neurofeedback, atuar, escrever, aí entre as outras técnicas neuromoduladoras, porque eu falei, gente, se eu consigo dominar esse mapa cerebral, eu vou conseguir através de outras técnicas que você já tinha na clínica. E aí eu fui só me aperfeiçoando, buscando, e veio o segundo momento,

que foi unir a terapia juntamente com a técnica, que é uma cereja do bolo. É interessante isso, Alex, porque eu conheci as técnicas e eu sempre pensei, se um dia a gente pode, um psicólogo, que faça as técnicas e simultaneamente a psicoterapia, você potencializa muito a terapia acontecer enquanto você trata. E aí eu cheguei para você e falei, você topa.

Topei. E a gente tem isso de bom. Na prática. Eu preciso da prática. Eu não posso ficar somente na teoria. Exatamente. E às vezes me perguntam, você não quer continuar estudando? Sempre eu quero continuar estudando, Bia. Mas coisas que você possa objetivamente aplicar. E ver a resposta. E aí, assim, uma das coisas que foi um divisor de águas foi quando eu conheci, não é Merchan, mas eu conheci o Ricardo Galhardino. Sim, sim. Com a neuromodulação em foco.

Você que tinha pesquisado já e você falou, eu acho que você tem esse perfil aqui. Que é onde eu consigo juntar as duas coisas. O meu cérebro precisa funcionar. Eu vou pegar a teoria, mas eu preciso colocar isso na prática. Tanto é que assim, a tecnologia me ajuda muito. Mas eu preciso ler e escrever para conseguir assimilar tudo isso. E aí, lá no Neuromodulação em Foco, você faz a teoria e depois você tem que mergulhar. Eu lembro que você passou um tempo lá

Você falava sempre de noite, estava um frio. Muito. Que você falou, está um frio aqui em São Paulo. E foi maravilhoso, porque aí você pega e você vê aquilo acontecer. Você vê o resultado. Exatamente. E aí eu fiz, depois eu fiz toda a preparação. Você também precisa fazer primeiros socorros, estudar, fazer provas para isso. Então, eu acho que isso também é importante a gente dizer. Você trouxe os equipamentos, tem que ter aqui na Clínica Oxigênio, tem que ter a caixinha.

De protocolo, de se acontece alguma coisa, apesar de ser tudo muito seguro, mas a gente tem todo um preparo. Não é fazer por fazer, né? Isso. E isso é até bom a gente estar falando, Bia, porque faz todo um diferencial. Porque hoje, com a inteligência artificial, a gente escuta, ela nos auxilia. Mas o que faz a diferença é você ter esse conhecimento seu. E aí você pode aperfeiçoar. E o que me preocupa muito é isso. Porque o profissional quer, tem sede, às vezes, de querer aplicar uma técnica.

mas tem todos esses riscos. Por isso que eu acho importante você fazer etapa por etapa. É, o processo. As pessoas não lembram que as coisas têm um processo. As pessoas não têm paciência para o processo. E tem uma coisa, nenhuma inteligência artificial pode programar a máquina, dependendo. Mas é o profissional que tem que ver se aquele protocolo está rodando, se está respondendo bem. Se não está respondendo bem, às vezes você tem que mudar. É aquilo que a gente fala. O paciente não lê o livro, nem o protocolo.

E é uma coisa, a inteligência artificial é um robô. Então ele foi programado para aquilo. Se no meio do caminho houve, ele não consegue. E qual é o nosso diferencial lá na clínica? Porque a prática clínica faz, muitas vezes, eu decorrer da neuromodulação com a terapia, na própria fala do paciente, eu sentir se ele está euforizando, se ele está deprimindo mais. Quantas vezes o paciente chega por uma questão de ansiedade aguda,

E no meio do tratamento eu já viro e vou para a área de depressão. Eu me lembro uma vez que você tinha um paciente que você estava tratando de depressão, mas muito aquela depressão inibitória, sem falar, sem nada. Bem botado. Bem botado. Aí ele começou a melhorar bastante, todo mundo animado. E aí um dia ele chegou numa ansiedade, numa coisa que tinha acontecido.

Uma euforia. Mas tinha acontecido alguma coisa. E aí você falou, olha, eu estava fazendo F3, mas hoje eu vou para F4. Eu falei, vai. Vai para F4 porque aconteceu alguma coisa. Até a gente descobrir. E aí quando você mudou o protocolo e a terapia se fez em tempo real, aí a gente descobriu o que é. É um paciente que assim, ele dos 13 anos aos 18, ele praticamente assim não viveu. Ele viveu dentro de um quarto.

E aí, de repente, com 10, eu acho que em uma semana, assim, ele começou a reagir. Ele era de fora. E ele acordou e começou. Eu quero ir à praia. Eu quero tomar um banho de mar. E aí, a família me ligou. Eu acho que está acontecendo alguma coisa. Eu acho que mudou alguma coisa aqui. E eu falei, não. Na hora da sessão, eu vou estar avaliando. E aí, no primeiro momento, eu fui até dividir com você. Eu falei assim, será que ele euforizou? Mas eu precisava escutar. E isso é o diferencial.

quando você entende. Naquela escuta dele, ele falou assim, eu passei quase 10 anos da minha vida dentro de um quarto escuro. E, de repente, eu acordar e ver o sol de frente para o mar me deu vontade. Então, não é euforia. Na verdade, eu senti desejo de querer sentir algo que eu não sentia antes. Então, isso para mim foi um marco, sabe? E aí você tem que entender. Por isso que o programa existe.

É só apertar um botão e fazer isso? Não, não é. Você tem que entender. E aí você tem, no caso dele ali, não foi uma euforia. Foi ele realmente um despertar para a mente dele. Um desejo de viver. Mas tem caso, um paciente bipolar, a gente precisa sempre estar atento. Tem muito cuidado. Mesmo esse paciente estando num quadro depressivo que tenha chegado ali para a gente tratar isso, eu sempre prefiro escolher por F4. E não F3. E não F3. Que são essas regiões.

Mas eu vou, entendeu? Porque aí eu conheço esse paciente. Eu sei o terreno que eu estou entrando para trabalhar. Exatamente. Gente, volta ali para mim, Tom, o sistema, o mapeamento ali. Esse F3, que a gente está falando do F4, está vendo? Tem um F3 aqui, um F4 aqui. São regiões do cérebro que, de acordo com o transtorno, a gente ou estimula aquela área ou inibe. Também tem isso.

pro leigo entender, F3, eu lembro de uma fala, eu acho que você vai até gostar e visitar aí o seu tempo. Quando você falava de F3 pra mim, você falava assim, pensa na carne mais nobre que a gente tem pra comer. O nosso filé mignon, por exemplo. É, o filé mignon. Então, o F3, no cérebro, ele tem o papel de toda a nossa função cognitiva. Exatamente. Falar, andar, o nosso pensamento. Motivar. Motivar, estudar,

guardar. Então, pensar em F3, imagina que F3 é a nossa bateria do nosso carro. E quando a bateria resolve parar, é uma peça tão pequena, mas ela tem uma... Ela para totalmente o carro. E aí, no nosso tempo, né? Porque hoje eu não sei como que está com as tecnologias, mas no nosso tempo, os nossos carros eram muito mecânicos. Então, a gente utilizava uma famosa fala da chupeta. A gente pegava um outro carro...

E dava chupeta. E aquilo fazia. Então, trabalhar o F3, estimular essa área, é como se a gente voltasse a dar valor, energia, para esses neurotransmissores que estavam ali meio... Para todas as áreas. Para todas as áreas. Então, essa área, especificamente, Bia, a gente atua para estimular esse cérebro. Ah, esse paciente quer ter DH. Ah, ele não consegue ter foco, ele não tem memória. Ah, o paciente que está muito deprimido.

Eu acho assim, um paciente deprimido, muitas das famílias pensam, ah, um paciente com 70, que sempre foi ativo, sempre teve uma memória muito boa, e de repente ele deprimiu, mas não numa depressão profunda, mas ele começou a ter lápis de memória, ele começou a esquecer. E aí ele passa, muitas vezes, como assim, será que está entrando no Alzheimer? Será que ele está demenciando? E antes de qualquer coisa, a gente precisa entender a história dele.

pego. Eu peguei um paciente agora há pouco de... Ele se aposentou. E quando ele se aposentou, isso foi um marco. Primeiro, gerou um caos na família que ele quis comandar a casa que ele nunca comandou. Segundo, ele começou a ter lápisos de memória. E todo mundo achou. Alzheimer chegou, ele começou a... E aí, quando ele foi pra mim, ele foi pela depressão. Por esse esquecimento que a família levou. E aí, na hora, eu enxerguei. Isso daqui não é Alzheimer. Isso daqui não é demência. É desuso, né? É desuso. Exatamente.

Desuso, ele usava tanto cérebro. E ele deprimiu. O quadro dele era uma depressão. E na época, eu acho que agora, foi em dezembro, eu liguei para você, a gente resolveu junto com os médicos lá da clínica, medicamos e começamos a estimulação. Exatamente. Estabilizou. Então não tinha, porque muitas vezes a depressão, ela leva a gente a esse quadro tão embotado que mexe com a nossa memória, com o nosso cognitivo. Concentração, atentação. Então a gente tua muito nisso aí.

uma área onde a gente atua muito para ansiedades, compulsões, estresse pós-traumático. Por quê? Porque a gente tem que reduzir muito a atividade cerebral. Sabe, o que está faltando em F3 está em excesso em F4. Então, assim, mais ou menos, para o pessoal entender, F3 sobe e F4 tira o excesso de estresse, de ansiedade, de medo.

Não é isso? Isso. E aí, tem uma outra áreazinha, que aqui não está mostrando tão perfeitamente, mas ela fica entre FZ e CZ, que a gente dá como SMA. Sim, a motora. A nossa área motora. E essa área é a nossa cereja do bolo, principalmente para paciente com toque, Bia. Dos pensamentos obsessivos. Obsessivos. Exatamente. Aí, olha o que a ciência, ela nos ajuda,

Que era suplementar. Entre FC e CZ. FZ e CZ. É como se a gente fosse aqui assim, mais ou menos. E aí, olha o diferencial que às vezes o robô é muito importante, mas a sua prática clínica é que faz o diferencial. Um paciente depressivo, muitas vezes, ele também tem excesso de pensamento negativo. Com certeza. E isso a gente identifica muito com a terapia. Eu me lembro, não sei se você se lembra,

nós fomos precursores no tratamento de estimulação magnética transcraniana para TOC. Exatamente. Tanto que, quando a gente ligava para colegas, não tem essa experiência. E, de repente, a gente teve uma experiência de 40 casos de pessoas que tomavam muita medicação. Muita, porque o TOC, infelizmente, é muito difícil. E muita medicação. Mesmo assim, não faz o efeito sequer. E eu me lembro que a gente ficou muito feliz.

Tanto que você foi chamado num congresso para falar dessa experiência. Eu acho tão bacana porque com a nossa parceria com a Neuromodulação em Foco, no sentido de eu aprender, logo no iniciozinho, porque depois disso eu fui fazendo e fui cada vez mais me aperfeiçoando. Não, terapia cognitiva comportamental só. Também. Só que isso me dava uma angústia. Uma limitação. E aí eu comecei. Bia, vamos lá. Vamos tentar.

Vamos tentar. Vamos pela lógica. E aí, eu trabalho sempre pra depressão. Eu trabalho nunca o protocolo só de depressão. Eu trabalho suplementar motor. Então, eu utilizo F3 estimulando. E suplementar. E suplementar motor inibindo. Então, é a hora que eu percebo o paciente equilibrar. Você equilibra a ação com pensamentos. Porque ele começa a chegar pra mim e ele começa a falar assim, a minha mente tá calma. Isso. E eu tô com mais energia. Porque o que leva ele à depressão? O excesso de pensamento.

Negativos. Exatamente. Quando a gente entra no toque, muito paciente vem fazendo o quê? Ele traz para a gente essa questão do pensamento e uma exaustão. Então, quando eu trabalho o toque, eu também trabalho esse excesso de pensamento. E quando eu reduzo isso, eu venho e tiro ele desse embotamento que ele estava. Aí eu trabalho um pouco de F3 com calma. E porque a maioria do toque, a depressão vem com morbidade. Exato.

É difícil você não pegar um toque já com algum nível de depressão associado a esse tempo grande de pensamentos negativos e dessa prisão, né? Porque o toque é uma prisão. E eu gosto de dizer também que, assim, a nossa mente, ela está lá na frente. Mas é importante, né? A comorbidade da depressão é exatamente isso que a Bia explicou. Mas... Ah, mas o toque, toda vez que vocês falam e veem vídeo da gente, ah, o toque, ele está dentro do guarda-chuva ali da ansiedade.

Sim, ele vem de uma ansiedade aguda. Mas esse excesso de pensamento dele esgota. Ele chega muito cansado. Ele chega sem produção nenhuma. Então, a gente desacelera esse pensamento até a ritualização e joga para a F3. No primeiro momento, eu faço até um combinado de suplementar motor com F4. Isso, isso. E aí, depois, eu venho com a cereja do bolo. Um pouquinho F3, dependendo. Isso, exatamente.

isso, a gente não tá falando que isso você eliminou a terapia. Não, a terapia tá acontecendo. Exatamente, em tempo real. Porque enquanto esse paciente tá ali, você tá falando com ele. E dependendo do que você tá trabalhando, você tá fazendo um jogo cognitivo com ele. Quando é uma questão de depressão. Quando é um paciente muito ansioso, você tá dando abertura pra fala. Quais são os seus gatilhos? E da Líbia, muitas vezes eu chego no final. Lembra que a gente fazia? Fechamento de tudo, eu trazia a MDF.

que é uma técnica para trauma. E aí eu ia e finalizava isso. Que tinha que ser escolhida a dedos, né? Porque não é qualquer paciente que está pronto para focar em situações traumáticas. A gente sempre discutia muito isso. Acho que esse paciente não tem ainda estrutura de personalidade. Sempre, às vezes, me pergunto, você fala muito da neuromodulação e às vezes você deixa.

e a minha base. A terapia pra mim, ela é fundamental. Mas eu tenho um respeito, Bia, um respeito muito grande da dor do meu paciente. E tem horas que a gente precisa ser humilde, de entender assim, esse é o meu saber, eu sei que ele precisa disso, mas ele não tá pronto pra eu mexer nessa ferida. Então, ele fica ali na máquina, muitas vezes, um paciente depressivo, ele fica 3, 4 dias ainda sem querer falar. E eu me lembro que a gente fazia

isso, assim, manhã, tarde e noite. A gente fazia várias sessões por dia. Chegamos a fazer alguns pacientes graves. Cinco por dia. O que evitou internações. Certamente evitou um quadro que ia se arrastar em internação um bom tempo. E isso é bacana a gente dizer. Porque, assim, a ferramenta a gente tem. Voltando ao robô. Então, quando a gente faz cinco num paciente, às vezes a gente reduz a potência

a gente reduz o tempo de máquina, mas a gente leva ele a uma qualidade do tratamento. Entendeu? Então, nesses casos, assim, às vezes eu reduzo a potência, reduzo o tempo, mas faço mais vezes naquele dia. Porque ali eu também já vou vendo o humor dele mudando. Outra coisa fundamental são as escalas que a gente usa. Para verificar. Exato. Porque uma coisa eu estou falando aqui com você. Escalas, gente, são testes, checklist, de perguntas.

Tristeza, de zero a dez. Medo, pensamento. E aí, aquilo ali no final de uma semana de tratamento, você mostra, olha como você chegou. Isso foi uma fala sua. E olha o que você respondeu aqui. Exatamente. Além dele estar demonstrando em comportamento. Não, eu sou apaixonada por essa integração entre psiquiatria, neurociência, psicologia.

e técnicas, tecnologia de técnicas neuromoduladoras. Eu realmente sou apaixonada. Então, assim, fechando isso, porque senão eu fico aqui o tempo todo, esse foi o motivo pelo qual eu despertei para a neuromodulação, porque eu vi evidências na minha prática clínica. E depois disso, esse paciente não para, ele continua comigo. Se ele é de outro estado, ele segue comigo em terapia ou com a Fabiola. E vem de tempos em tempos, faz aquele reforço que a gente orienta.

interessante, só para eu finalizar essa parte, Bia, que como a neurociência vai evoluindo, a potência das máquinas. Eu trouxe aí imagens que depois a gente vai mostrar da nossa maquininha nova, mas de onde a gente começou. Então, assim, era muito interessante o quanto esse paciente iniciava e a gente falava assim, não, daqui a um ano, porque o protocolo, antigamente, a gente tinha muito medo das coisas. Então, assim, daqui a um ano você volta.

me destruía muito, assim, porque quando esse paciente voltava, ele voltava acabado, como ele chegou da primeira vez. E eu ia pra sua sala e ele voltou. E aí você falou, calma. Vamos observar o padrão. Exato. Com esse tempo e com as mudanças da própria tecnologia e com o nosso saber de prática, eu fui reduzindo esse tempo. Que eu falava de esmame. Cada paciente, a gente falava, olha, você volta daqui a quatro meses. Olha, você é um caso pra voltar daqui a três.

Olha, você pode voltar de 6 a 6 meses. Então, isso dava uma coisa porque o paciente não adoecia de novo, né? É, e eu fui percebendo que uma das mágicas na neuromodulação como um todo, que daqui a pouco a gente vai falar de cada uma, é que cada uma serve para um paciente. E o mais interessante é que alguns pacientes reagem na hora. Eu não gosto. Quanto tempo você vai fazer e você vai para a sua casa? É melhor falar em número de sessões, né? Exato. A gente sabe ali que a resposta,

concreta, vem entre 10 e 15 para iniciar. Aí a pessoa fala, mas quanto tempo? Depende. Você pode fazer 10 em 3 dias. Você pode fazer 15 em 10 dias. E tem cada paciente que responde de uma forma. Porque além da questão toda neural, ele também tem uma questão comportamental. Ele pode ter ali... Eu peguei uma paciente que ela veio de um trauma muito grande. A perda de uma filha que se suicidou.

Na frente dela. Além da dor de uma perda de uma filha, a depressão, o luto, tudo isso. Então, quando ela chegou, ela chegou muito embotada. Então, eu já tinha certeza, e você também sinalizou, ela não vai conseguir num protocolo de 20 sessões sair. Então, ali foi o respirar. Foi tirar ela do CT. Ela estava afogada, né? Você tirou ela de dentro da água. E aí, mais um tempo a gente foi trabalhando. Hoje está numa vida tranquila. Dentro do que é possível. Dentro de uma pessoa.

que perdeu um filho. Eu falo, a gente não é Deus e jamais quero, nunca, porque Deus pra mim é uma... Ele tem um valor muito significativo. Não, a gente não compete com ele. Mas ele é o meu maior. Acredito que até ele abre a minha mente pra eu ter esse talento e esse meu hiperfoco pra isso, que eu gosto muito. Mas a gente tem que entender que cada um tem uma história. E a gente vai até um limite, mas, por exemplo, você não pode apagar a dor da perda de um filho, mas você pode tirar essa pessoa

do afogamento e abrir novos caminhos de possibilidade de vida sem apagar aquela história. Eu não tenho problema nenhum de falar sobre isso. Porque tudo na nossa clínica a gente experimentou. Exatamente. Tudo. Primeiro a gente experimentava na gente. E eu tive o privilégio de passar quase 15 anos já trabalhando com isso, indo ali trabalhar somente para uma questão do meu TDAH, que foi maravilhoso.

Mas eu não tenho problema nenhum de dizer. E isso foi o que me manteve vivo. Quando eu não tenho... Eu sempre falei do valor que a minha mãe tinha. E o que isso me segurou foi a neuromodulação. Com certeza. Eu não parei um dia de trabalhar. Então, assim, a minha motivação foi aquilo. Não, eu me lembro que eu ligava você. Estou aqui fazendo neurofeedback em mim. Estou aqui fazendo TDCS. Às vezes eu pedia os médicos ou a Fabiola. Alguém que vinha ali me ajudava. Mas aquilo ali foi fundamental.

para eu estar de pé. Com certeza. Entendeu? E foi o exemplo perfeito que você trouxe aqui. O luto, o tempo, é o senhor de tudo. Mas isso me fez manter a minha bateria em pé e eu passar por isso melhor. Não desabar e poder continuar exercendo seu ofício. Fazendo aquilo que eu mais amo. E com precisão e com qualidade. Então, assim, não é somente a gente ver em um paciente. A gente experimenta na gente também. Então, é algo que eu gosto muito. Exatamente. Vamos agora, que eu acho que fica bacana,

falar de cada técnica, né? Sim. Vamos falar de cada técnica. Você começou com o neurofeedback. Então, bota aí na questão o livro do neurofeedback, né? Superando o TDAH, neurofeedback e terapia cognitivo-comportamental na melhoria dos sintomas do déficit de atenção e hiperatividade. Eu acho muito interessante, tive o prazer de fazer o prefácio, que foi uma honra, porque é a primeira vez que você

uma técnica junto com a terapia. E isso não foi da minha cabeça. E hoje, até antes de começar isso, eu quero, esse ano, estar nos meus projetos para esse ano, fazer uma nova edição, trazendo um pouco mais do que eu conheci. Esse livro a gente lançou... Mais experiência. Mais experiência. Esse livro é um livro de 2019, foi antes da pandemia, e eu vi o quanto isso evoluiu. Verdade.

no período pós-pandemia, o quanto a gente ajudou. Porque, assim, o meu foco nele era um grande questionamento que eu tinha enquanto pessoa. Porque eu descubro o meu TDAH já na fase adulta. E quando eu tenho o TDAH na faculdade, quando eu descubro na faculdade, e a introdução medicamentosa na minha vida. E eu tenho um segundo momento que nesse livro eu falo após conhecer a doutora Ana Beatriz e os protocolos dela, que foi um diferencial.

Porque ali eu trabalhava com você e você tinha todo o respeito. Ele não me perguntou, então eu vou deixando. Até que um momento eu cheguei para você e falei, eu estou exausto. E você falou, o que você faz isso? E aí eu trouxe a minha experiência de faculdade e de professores que me trouxeram. E aí eu faço todo o nosso protocolo, faço exames. Pela neuroimagem, que é a cintilografia de perfusão cerebral, você traz nas minhas imagens, você foi,

descrevendo tudo. E você deixa isso, esse legado, pra mim e pra todos que trabalham na clínica, da gente saber ler ali, além disso. Não adianta pedir, se a gente não sabe ler. E só essa imagem, você já definia coisas ali do tipo, o seu padrão medicamentoso não é, não funciona. E aí, eu reduzo, eu saio dos psicoestimulantes, é quando eu vou mergulhar na pesquisa, realmente,

do neurofeedback. E aí, assim, no meu caso, um pequeno ansitec, a buspirona, ela já me traz para um eixo. Porque a minha ansiedade é muito maior. É o psicoestimulante em você, especificamente, aumentava a ansiedade. E quando entrou o neurofeedback, o interessante é que para você ter a formação, além de você estar ali fazendo neurociência, esse curso é um curso à parte. E aonde eu fiz é uma plataforma internacional.

Que faz todo um diferencial. E aí, pra você ter o diploma internacional, você tem que fazer em você. E depois em mais três pessoas. Eu me lembro você procurando na clínica. Você quer fazer? E aí o mais triste é que eu via as pessoas evoluindo e eu não evoluía. E isso é o que a gente falou no primeiro bloco. Que a neuromodulação atua de acordo com cada paciente. Então tem paciente que faz o tratamento e você vai ver a resposta depois.

Tem paciente que enquanto está ali, você já vê respostas. Então, no meu caso, eu vi pacientes evoluindo. Os meus três pacientes evoluindo. E eu falei, meu Deus, o que eu faço em mim que não está dando certo? E um certo dia, foi muito interessante, que não existia esse livro ainda. Você me ajudou no livro Mentes Queimam Demais. Você me convidou para eu falar sobre o que eu já estava estudando de neuromodulação. E aí, foi um carnaval. Eu não esqueço disso. Foi.

dentro de casa. O bloco rolando, ela mora num bairro que tinha, morava num bairro, mora, não sei. Morava? É, num bairro que o carnaval é fogo. Até pra chegar à casa dela, eu tive que chegar três dias antes, porque o carro não passa. E você me fez assim a pergunta, me explica o neurofeedback na atuação pra um paciente borderline. Ela tava escrevendo... Que era pra ajudar na ansiedade.

Na ansiedade e a impulsividade. E ali eu expliquei, ela falou assim, fenomenal, agora bota no papel. Aí eu falei, esse é o meu grande problema no meu TDAH. Eu falo bem, mas na hora de escrever eu não consigo. Ela falou, então testa aí que eu estou acabando esse capítulo aqui e você faz. Eu lembro como se fosse hoje assim, eu fiquei ali escrevendo e ela vai escrevendo e vai jogando os papéis no chão. E eu falei, não, eu não posso fazer isso porque no meu TDAH eu vou perder tudo, né?

do lado. E aí ela falou, tô com fome, vamos pedir um bolinho de bacalhau pra gente sair pra comer. E aí eu fui ler o que eu escrevi pra ela. E na hora que eu fui lendo pra ela, foi assim, a sensação de um cego que passou a enxergar. Eu vi, até hoje eu me emociono com isso. É como se o meu cérebro teve uma organização. Então esse foi o primeiro ponto que eu vi o neurofeedback trazer um efeito maravilhoso na minha vida.

Neurofeedback, ele é muito, me corrija se eu estiver enganada, ele é padrão ouro para atenção, concentração e redução de ansiedade. É isso? Esse é o papel principal. Lembra 2019? É uma reorganização da atividade elétrica do cérebro. Até para a gente explicar um pouco. Exatamente. Neurofeedback, a gente trabalha com ondas cerebrais. As outras técnicas vocês vão entender daqui a pouco.

mas eles são ondas cerebrais. A gente está falando de alfa, beta, ondas lentas, ondas rápidas. Beta, gama. Beta, gama. E cada onda dessa tem uma função. Principalmente para o TDAH, a área frontal da gente, a gente percebe até na parte do eletrocefalograma, que é o mapeamento cerebral, e quando a gente olha também a cintilografia. A gente vai observar ali a questão das ondas.

Então, o que na maior parte dos TDAHs com hiperatividade é que ele tem muita onda lenta no frontal. E ele falta muita onda beta, que são ondas de execução. Por isso que às vezes a gente acha que ele está perdido em tempo e espaço e tal, aquela coisa. Porque ele tem essa dificuldade. E todo mundo coloca, quem não entende, o TDAH é hiperativo. Então, ele deve ter um cérebro muito hiperativo.

perfeitamente. Adoro a questão sine qua non. Sine qua non. Quando você explica que a hiperatividade não é motora. É mental. Sim, mental. Então, nem sempre... Que leva a exaustão. Que leva a exaustão. E pode levar à ansiedade. A ansiedade vai dar um excesso até de onda beta rápida. Perfeito. Mas aí já é... Não é boa. Porque a pessoa... Mas tem beta rápida. E aí, a grande mágica que eu falo

o neurofeedback, é porque são os eletrodos, então você está fazendo o mapeamento cerebral em tempo real naquele paciente. E você está vendo aquilo. Alguns pacientes, algumas pessoas utilizam, ah, isso é um tratamento. Nós que somos profissionais, a gente costuma dizer que é um treinamento. É uma técnica complementar. Que auxilia com a medicação, que auxilia e traz, não tem efeito colateral, não traz dor. Mas por que que é um treinamento?

forma que a gente começa, enquanto eu estou agora no raciocínio de neurocientista. Que a gente sempre tem que fazer uma pergunta por que a gente está fazendo aquilo. Então, se a gente tem o biofeedback, que é uma estimulação, é a gente potencializar músculos para aquele profissional do tênis, jogador de futebol, que a gente teve muito. Atletas. Atletas. Trazer a performance dele. Motor e muscular. Aí a neurociência

a pesquisa. Se a gente consegue, com biofeedback, regular o fisiológico, por que a gente não consegue através da mente também? E aí é quando a gente passa a trabalhar estimulando o cérebro. O neurofeedback. O neurofeedback. Aí ele vem do biofeedback. E aí, o que acontece? Você tem uma resposta em tempo real. Cada modulação tem um tempo. O neurofeedback não é... Você não faz musculação hoje e você fica com um músculo maravilhoso. Amanhã.

maravilhoso. Você vai fazendo isso com o tempo. Se você começa hoje a musculação, você sente aquela dorzinha no dia seguinte e você, cada vez que vai fazendo, você vai melhorando. A mesma coisa é o neurofeedback. Você sai da primeira sessão, você percebe coisas assim, meio até assim. O que está acontecendo de diferente? Mas, aos poucos, por isso que a gente faz duas vezes por semana, num período de três meses. É como se você tivesse que descansar. É uma ginástica. Exato.

E aí você vai. E qual o papel disso? Se a gente está aqui com uma onda e a gente precisa baixar, eu estou trazendo bem leigamente, a gente precisa baixar essa onda, a gente tem um computador que fica na frente do profissional, né? Os eletrodos dentro de um amplificadorzinho que passa a informação do seu cérebro para o computador, para eu estar olhando essas ondas. No mesmo tempo, esse paciente está assistindo um filme, ou ele está jogando um joguinho,

No meu tempo, era o joguinho do Pac-Man, né? Que o fantasminha vinha, tinha que fugir comendo as pecinhas. Pra criança, ele batia. Pra criança, é ótimo. Na hora de treinar. Ele gosta ali de treinar. E aí, como que isso funciona? Se esse cérebro não tá produtivo, não tá com as ondas corretas naquela área específica do sistema 10-20 que a gente explicou lá, que os eletrodos a gente não coloca, a gente coloca ele todo pra meapear.

nas áreas específicas que a gente precisa cuidar. Então, nessa área específica, o joguinho, ele vai estar ali, ou agilizando, ou ele vai ficar lentificado. E o nosso papel é, se esse cérebro está lentificado, dar combustível para ele, para aquele bonequinho correndo. E aí, um TDAH, uma pessoa, eu vou trazer um exemplo assim, você está na sala de aula, aí o professor está falando, e de repente, deu aquele apagão, e você volta, o professor está lá na frente,

E você não entende assim, gente, é como se eu dormisse na aula e voltei. Você fica meio picotado. E o neurofeedback, a grande lúdica que a gente percebe, e traz esse feedback pro paciente, que ele tá com um fone de ouvido e ele tá com uma tela aberta. Sendo que nessa tela, essa tela aqui, ela tá clara. Mas quando eu desfoco, ela começa, parece que dá um cortozinho. Ela vai escurecendo. E ele vai vendo que ele tá desfocando.

E aí ele desfoca e aí ele foca. Quando ele foca, o bonequinho começa a correr mais. Então, quanto mais ele foca, mais produtivo esse cérebro está sendo. Então, ele mesmo pode ir acompanhando. Ele mesmo vai acompanhando a evolução dele, se ele está indo bem. E vai começando a ter aquele autocontrole de foco. E é tão interessante, o TDAH, na maior parte do tempo, ele começa o dia meio lentificado. Então, esse paciente chegar numa manhã, você vê que o bonequinho dele vai indo. E quando você vai trabalhando, ele vai...

recuperando. Subindo. E naturalmente, quando você tira ele do protocolo, ele fala assim, nossa, eu tô me sentindo um pouco mais disposto, que é o efeito dos psicos estimulantes que às vezes faz. Tanto é que a gente... Mas aí é um efeito natural. O efeito natural. Dele. É como se fosse uma produção de dopamina dele, natural, porque ele tá focando. E aí ele vai sentindo aquele prazer, tipo, eu foquei. Aí a motivação vai vindo. Exato. Com o resultado. E o que a gente faz com isso, Bia?

você trouxe. Eu fui para ali. Eu não podia fazer certos usos de medicamento. Então, faltava um pouco desse estímulo ali. E com o neurofeedback, é como se isso fosse acontecendo. Passa-se um tempo, a gente começa a ver todo esse efeito. Então, trazendo. Não só para ler e escrever como isso melhorou comigo, como a minha mesa, a minha forma de trabalhar, a organização. Então, eu tenho hoje a Fabiola,

Viola, que é psicóloga com a gente, mas ela trabalhava comigo já há muito tempo. Exatamente. E ela sempre administrou, por ser um pouco mais obsessiva... Organizada. Ela é a mais organizada de todos nós. Exatamente. E ela falou assim, algo mudou em você. Porque as minhas contas ficaram mais organizadas. A sua mesa. A minha mesa foi ficando mais organizada. Então, são coisas maravilhosas que você vai percebendo. Não é uma coisa assim, virou uma chave, apertou, desligou. Entendeu? Mas o neurofeedback é exatamente isso.

ondas celebrais. Pra resumir essa parte, eu digo que a gente pega no mapeamento, é como se a gente pegasse um prédio pegando fogo, tá? O bombeiro chega e vai apagar aquele fogo. Mas a gente tem que entender a origem, que aí é a hora que vem o perito. Da onde veio esse fogo? A gente apagou, mas da onde veio esse fogo? E aí o neurofeedback é maravilhoso, porque um tempo depois você faz essa reavaliação e você vê nitidamente o mapeamento cerebral desse paciente.

Aquelas imagens mais quentes ou mais frias, tudo ali harmonizado. E você consegue perceber de onde está sendo o vazamento do gás. Ou o circuito elétrico que está com defeito. Exatamente. E aí você vai ali e só atua naquilo e você traz. Então, hoje, na minha experiência, de tempos em tempos, esse paciente volta só para dar uma regulada nisso. Então, ele é muito para isso, para o TDAH, para a ansiedade,

geral. Dificuldade no sono. Ah, é do sono, verdade. Porque uma das coisas que a gente avalia quando a gente vai pedir uma polisonografia. É ver a qualidade desse sono. E a gente vê por onde? Vê por ondas também. Esse é o primeiro. Neurofeedback. Vamos pro segundo. Qual que você quer falar em segundo? É MT. É MT. Vamos lá. Vira aí pra gente, Tom Tom. Olha lá, máquina. Aqui era a nossa primeira mão.

A máquina amarelinha aqui, a mais antiga, é essa aqui e hoje é a máquina nova. Eu estou tão emocionado aqui que eu estou vivendo a minha história com a Bia. Exatamente. Então, quando eu chego, eu chego com aquela máquina amarelinha ali. Isso. E olha como que a neurociência vem cada vez mais e a tecnologia junto. Olha que legal, né? Aquela toquinha que o Alex cita, essa toquinha branca, ele faz toda uma medida com fita métrica.

O sistema 10-20 ali. Exatamente. Para achar o sistema 10-20 e localizar o F3, o suplementar, o F4. Então, assim, essa toquinha não é para... Exatamente. Por causa do cabelo, não é nada disso. Isso é porque a gente precisa. Porque, assim, cada pessoa tem um tamanho de cabeça, gente. Então, o F3 seu é diferente do F3 meu. Eu não posso perder meu lado brincalhão, né? É, então, por favor. Então, assim, eu estou olhando essa imagem,

Essa imagem aí, ela tem aí mais ou menos uns seis anos, mais ou menos. Cinco, seis anos? Eu acho que eu tô muito melhor hoje. Olha o quanto a neuromodulação também me ajudou, né? Eu estou mais magro, eu tô cuidando mais de mim. É verdade, o autocuidado. Assim, o autocuidado. Mas tirando a brincadeira, tudo isso aí, você tá vendo, é uma bobina branca. E naquela época, essa bobina, ela tinha uma refrigeração.

Por isso, ela era maior, porque eu precisava dessa parte de baixo para refrigerar essa bobina. Eu lembro. Era uma máquina que fazia até muito barulho. Muito barulho. E isso, às vezes, o paciente assusta, já acha que é um eletrochoque, mas não tem nada disso. Nada a ver. Não tem nada a ver. A gente está estimulando. E depois eu vou voltar nessa imagem, mas é só para entender. Então, a gente teve uma evolução. Hoje, está vendo esse computador ali? Acoplado. Acoplado. Isso é uma máquina, eu digo,

que eu saio de um Fusca e entrei numa BMW. Foi o presente que eu ganhei ano passado e é muito bacana. Se você perceber a bobina de lá pra bobina daqui, olha o diferencial. Eu tinha uma máquina imensa ali embaixo só pra refrigerar. Um refrigerador. Hoje, a minha bobina, ela é refrigerada. Exatamente. Por ela própria. Ali é o meu, digamos, o meu refrigerador. Outra coisa que cansava muito o profissional

Eu tinha que ficar segurando mesmo com o bracinho ali. Esse braço mecânico metálico ali, né? Porque a bobina é pesada. É pesada. No sentido do profissional ter que ficar segurando. E para eu saber a potência, vocês estão vendo aqui, aqui ficou perfeito. 30%. Isso daí é o que a gente está achando de linear motor. O linear motor é a área motora que a gente vai pegar o estímulo para a gente perceber o quanto a gente tem que ativar.

estimulação magnética transcraniana, a gente precisa pegar essa área, ver... Para localizar. Para localizar. Dentro desse valor que esse paciente deu, a área motora... Reage. Reage no lado oposto, né? Então, se eu estou pegando aqui no meu lado esquerdo, ele vai puxar essa mãozinha aqui. Aí você pegou o limiar motor. Eu vou pegando, eu vou reduzindo lentamente e eu peguei o motor, a área motora desse paciente.

Digamos que, no caso, ele está com 30%. Então, eu jogo esse 30% e a máquina joga 100% disso, ou para inibir ou para estimular. Naquela época, eu tinha que apertar vários botões. Hoje, com esse computador, Bia, e olha essa bobina, ela tem ali dois botõezinhos. Antigamente, eu tinha que ir clicando e ir mexendo na máquina. Eu perdi um pouco da posição. Hoje, a minha bobina, com aquele botãozinho, é como se fosse um gamezinho ali,

Para mim, eu vou diminuindo. Eu não peso na cabeça do paciente. De jeito nenhum. Nem o outro pesava. É, nem pesava também o outro. Pesava mais no profissional que estava ali segurando. E aí, a gente pega. Com essa informação, hoje a gente tem, nessa máquina, Bia, sofre para tudo. Aumentou muito. Então, a gente tem tratamento para dependente químico, principalmente cocaína. E olha que coisa louca, né? Hoje, o protocolo para cocaína, a gente atua exatamente

em F3, estimulando, pegando também um pouco de área motora. Que interessante, né? Em F3, a gente sempre trabalhou para o lado de compulsão. É porque você traz ali os protocolos computadorizados, acabam trazendo a experiência de várias pessoas ao redor do mundo e dá ali, olha, funcionou melhor esse protocolo para esse tipo de questão. Você indicaria a estimulação magnética transcraniana para que casos ela seria ouro?

Para mim, ouro. Depressão, principalmente aquela depressão maior, o paciente botado, que a gente já conversou um pouco aqui, a gente vê uma melhora rapidamente desse paciente. Melhora rapidamente não quer dizer que ele vai sair do quadro da depressão, mas aquele que está muito embotado, não está tomando banho, não quer saber nada, com o tempo, ele volta a respirar, ele já pede assim, nossa, você já vai percebendo na fala dele,

fazer minha unha, ele ainda não tem força, mas ele já começa a pensar num desejo. Tem aquele paciente que realmente estabiliza. Então, pra depressão, pra mim, é o melhor. E evita tanta internação. Exatamente. Paciente com reação suicida. É, ideação, né? É, ideação. Ideação suicida, com certeza. E a gente, pum, sabe? Melhora muito. Outro ponto, ansiedade aguda, paciente com pânico, né? E naturalmente, pra mim, é cereja do bolo. Não existe

tratamento melhor. Podem até... E toque também, né? É isso que eu vou falar. O toque, pra mim, é o melhor. Porque, por exemplo, depressão, você pode utilizar outras neuromodulações, a medicação, né? Mas, assim, pra mim, hoje, pela minha prática clínica, só a terapia pro toque não ajudaria. Entendeu? O preciso da estimulação. O toque é muito complexo. Muito complexo. E aí você vê, você não tem cura, tá? É, é importante. É importante. Mas você

reduz de 90% daquele sofrimento dele para 30%. Então, só trazer uma calmaria. Isso, para quem tem toque, é respirar. Porque você vai chegando a um tempo com esse paciente de tanta medicação que você tira a vida desse paciente. De efeito colateral. E você não consegue entregar uma melhora real. Parece que ele nunca vai mudar. E você escuta mesmo o paciente,

não é melhor. Porque chega um momento que é tão cansativo, Bia. Não. Sabe? Eu sempre falei, né? E são pensamentos assim. Porque todo mundo associa o toque à limpeza, à uma organização. O pensamento é absurdo. É uma prisão. Eu peguei um paciente. É uma prisão mental. Ele teve um filhinho na época que ele chegou. Isso tem uns dois anos atrás. Ele chegou pra mim em consulta ainda, falando que a única coisa que ele queria era poder beijar o filho.

Eu perguntei quantos anos esse filho tinha. E ele falou, só tem três meses. E eu falei, sabe assim, rapidamente, como ele nunca beijou esse filho? E ele foi e falou, porque desde quando ele nasceu, o meu toque aguçou. E eu não posso chegar perto dele, porque se eu chegar perto dele, eu posso fazer mal a ele. Um pensamento intrusivo, negativo e horrível. E eu não pude nem esperar. Eu liguei para você, dividi e você já estava saindo assim. E você falou para mim,

Alex, a gente não pode esperar os exames. A gente precisa... Começar logo. Logo. E a gente começou a estimulação. Em uma semana, ele chorava, mas ele chorava de alegria. Ele conseguiu beijar o filho pela primeira festa. E isso traz uma emoção pra mim. Porque, assim, eu não posso perder isso em mim, sabe? Não, em ninguém, né? Eu preciso ter essa sensibilidade. Porque é isso que me motiva. Não, se colocar na posição. O toque é muito complexo. Realmente, assim, não tem como... Pra mim, ela é minha cereja do bolo pra tudo.

Para depressão, para ansiedade graves e para TOC. E hoje eu tenho trabalhado estresse pós-traumático. Também. É uma mágica, Bia. É uma mágica. Porque você pode ter na história terapêutica dele um abuso, um problema de ter visto uma pessoa ser assassinada, enfim. Sim. Mas a ansiedade está ali. Mas hoje com protocolo específico para estresse pós-traumático.

ali, ó, pá, pá, pá. Terapia com a estimulação magnética. Com a estimulação magnética no protocolo de estresse pós-traumático. De estresse pós-traumático. E cada vez vai aumentar, né? E cada vez vai aumentar mais. E a violência que a gente vive nos grandes centros brasileiros, estresse pós-traumático começa a virar uma coisa muito comum. E, às vezes, o paciente, eu não conheço tanto, porque nem sempre o paciente é meu, ele, às vezes,

vem de fora pra mim. E é lógico que no nosso protocolo eu não abro mão que, ah, mas o meu médico encaminhou vocês e tal. Ele precisa passar pelo algum médico da nossa clínica pra fazer uma reavaliação. Pra gente ter o protocolo, pra saber até se a gente tá errando, onde é mais fácil pra acertar, que às vezes não é questão de não errar, mas quem tem dor tem pressa. Então ele precisa, a gente precisa ser o mais

mais preciso para que a melhora ocorra. Sabe por quê? A gente tem que entender, Bia, que toda neuromodulação, ela traz uma resposta. Aí eu volto, porque as máquinas são importantes, mas a gente precisa fazer a manobra. É igual os robôs agora que estão sendo utilizados para cirurgias, cirurgia bariátrica. Mas se aquilo... Gente, a gente está lidando com o corpo, a gente está lidando com veias, a gente está, sabe? De repente a lâmina passa sem querer

cortada e começa uma hemorragia. A máquina não faz uma manobra correndo. Quem vai ter que atuar ali correndo é o cirurgião. Eu acho pra colher informações muito importante, mas a prática é a prática. E eu falo, né? Porque tem gente que acha que é comprar as máquinas. Tem clínicas que botam várias máquinas e jogam os pacientes lá dentro. E por que eu voltei a esse assunto? Eu tô achando assim que o meu TDAH e daqui a pouco eu vou falar de uma maquininha que tem me ajudado assim perfeitamente. Mas eu tô assim com uma

coerência, eu tô conseguindo ir lá na frente e voltar nas coisas. Uma das coisas que isso é do nosso tempo em parceria, que a gente continua sempre, né? Mas você lembra de casos que a gente pegou, que a gente começou muito bem, mas o efeito medicamentoso começou a atrapalhar e você fazia uma mudança rapidamente na medicação. Então, é por isso que, pra mim, é importante eu ter contato com o médico. Com certeza. Entendeu?

Não, não existe. Esse médico vai continuar sendo. Eu tenho uma pessoa muito querida que ele deixa mesmo. E ele nos conheceu através até aqui do Pod People, que é o Júlio. Mas ele continua com um médico maravilhoso. Com certeza. E ele é exemplar. Eu digo que parceria. É parceria. A gente não nega parceria com ninguém. Mas a gente quer fazer nosso trabalho direitinho, com mais precisão. Então, ele passou, você avaliou e falou que está tudo certinho.

momento que eu precisei. E aí sim, eu entrei e dividi diretamente com esse parceiro, que foi ótimo, que até hoje tá mandando pra gente. Mas a gente precisa disso. Por isso que às vezes as pessoas, poxa, mas o meu médico eu vou ter... Precisa. Porque essa parte medicamentosa, quem cuida são os nossos médicos na clínica. E ele vai ter uma fala direta com o colega. E assim, tem que mexer, vamos mexer agora. Não é pra daqui a um mês quando voltar no médico.

Isso é importante. Quando a gente fala isso, não é porque a medicação do outro está errada, mas a gente está vendo ali em tempo real, a não ser que o médico seja aquele médico parceiro que a gente fala, estamos vendo isso, tem como dar uma mexida, eu sugiro isso e isso, aquilo, que foi o caso desse colega. Exatamente. Então, ele topou. Parceria sempre, Bia. Exatamente. E uma das coisas que você deixou no seu legado, e eu levo enquanto diretor clínico,

essência sua e minha. Se não tiver, não vai estar lá. E eu peço, e eu cobro mesmo dos pacientes que venham me dar esse feedback. Porque, primeira coisa, no nosso lema, é humildade. E na área de saúde, você precisa ser humilde. Você tem que reconhecer que cada um tem o seu papel. É como Jung falava, na hora de tratar alguém, você está tocando uma alma humana. Você é uma alma humana tocando outra alma humana. Você pode usar todas as técnicas,

todas as teorias, mas na hora que você vai tocar alguém, o outro é uma alma tocando outra alma. Só para fazer um casamento agora. Muito boa. Depressão. Estimulação magnética transcranial. Exato. Depressão, toque, tá? Ansiedades, características de dificuldade de sono. Mas assim, é a base. Só que, na nossa prática clínica, a gente tem todo um protocolo quando esse paciente passa. Então ele faz exames, o médico,

vem, muitas vezes ainda troca com você, e a gente coloca um dossiê pra esse paciente, com três a quatro tipos de tratamentos específicos. E escolhem juntos. E escolhem juntos. Muitas vezes, a gente associa pra um paciente TDAH, muitas vezes a gente inicia com a estimulação, e depois a gente joga pro neurofeedback. É verdade. E isso... Faz uma diferença. Aqui a gente bateu o bolo, e o bolo ficou todo formadinho. Depois você vai só... E vem só com glacê. Exatamente. Fazer a decoração.

Neurofeedback e estimulação magnética. Medicação tem o seu valor. E por que a gente precisa ter um médico olhando por isso? Porque dependendo, a medicação muitas vezes pode fazer superdose. E aí você tem que reduzir. O cérebro fica mais propenso a responder. Principalmente neurofeedback. Se ele está em psicoestimulante ou qualquer medicação, ele vai continuar. Mas chega um momento que você mesmo percebe.

Menos dose. Que menos dose. Isso que eu sempre falei. E isso eu acho que... Menor dose, melhor efeito. Exatamente. Nunca é ir aumentando dose. Vamos usar o mínimo, porque numa hora de sufoco, você pode precisar fazer um aumento momentâneo. Você percebe, Bia, que na minha fala, eu já fui no neurofeedback, eu estou na estimulação e eu estou fazendo os casamentos? Sim. Porque para mim isso é fundamental. E todas as duas, a terapia precisa estar acontecendo. Com certeza.

dentro da própria... Ele está fazendo terapia comigo. A próxima, que é a TDCS. TDCS. Que é essa pequena maquininha. Essa pequenininha aqui. Aqui é a estimulação magnética. Aquela ali, gente, vocês estão vendo que mudou a toca. Ali é uma faixa, né? E os fiozinhos. Aqui é uma bobina. Então ele vai falar agora da TDCS. Essa imagem aqui, por que ficou tudo junto? Daqui a pouquinho eu falo.

TDCS... Eu estou até com a maquininha ali na mão. Ali, ó. Ah, eu estou segurando aqui. Aqui eu botei para tirar a foto e aqui eu estou segurando. Qual o diferencial da TDCS? Você vê que mesmo com a tecnologia, a MT é uma máquina muito grande. Então você não tem como... Você tem que estar dentro do consultório, com protocolo, com todos os recursos. A TDCS tem funções muito iguais,

características diferentes para atuar como neuromodulação. Ansiedade, depressão, TDAH, Parkinson. Parkinson, achei fantástico aquele caso que vocês estão acompanhando. Eu vou falar sobre ele. Parkinson, é... E pós-AVC? Pós-AVC, maravilhoso. Isquêmico. Isquêmico, porque você pode estar ali junto com a reabilitação. Com a parte motora. Com a parte motora, né? Então, assim, o TDAH, tudo,

Você pode ali. Por que eu gosto tanto dela? Porque eu posso me locomover, Bia. Então, hoje, dentro dos nossos projetos e protocolos, eu comecei a ter ideias porque aqui eu estou no tratamento clínico e no intervalo eu estou ali com um amigo que é neurologista, a gente aplicando um no outro. E aquela troca que a gente tem. Daniel é perfeito, Daniel é do Belém.

A gente vai fazer agora um congresso internacional onde a gente vai falar um pouco sobre isso. Eu percebi que numa paciente especial, e eu posso dizer, porque ela mostra o tempo todo, foi a primeira vez que eu tiro a máquina de dentro do consultório. Porque ela estava tão mal que não podia chegar. Exatamente. E aí eu comecei a fazer nela em casa. Alguém da equipe ia... Isso. Ou eu, ou alguém da minha equipe, ela vai até a casa desse paciente.

Fazia esse trabalho. E vai ali e a gente faz dentro do histórico daquele paciente. Então, por exemplo, eu posso ativar um cérebro como eu posso inibir. Eu posso, com essa máquina, fazer coisas que, por exemplo, eu vim de uma viagem agora, internacional, que eu fui cuidar de um paciente que viajou e passou mal. Me lembro. E eu tive que viajar correndo para cuidar dele. E no caso dele, ele estava com uma depressão. As vésperas do Natal, se eu não me engano. Exato.

com ele. Eu fui segurando ele o máximo. Quando chegou dia 26, a família entrou em contato comigo. Tem como você vir. Você falou, você dá uma orientação na medicação. Isso eu acho fantástico, porque a minha vida, assim, eu amo o que eu faço. E foi uma virada de chave. Eu virei o ano trabalhando. Eu cheguei nos Estados Unidos. Você é a nossa cara, né? É bem assim. Carnaval, Réveillon. Que mágico, né? Eu nunca imaginei isso.

nos Estados Unidos, dia 31, por volta de duas horas da tarde, o paciente que eu peguei... Estava péssimo. Péssimo. Eu falei, meu Deus, ele não vai conseguir nem ceiar com a família. Cabeça! Tá na hora de lavar. Mamãe e papai que estão ouvindo aí o seu podcast. A promoção Gotinhas Johnson's Baby chegou! Compre 50 reais em produtos participantes e ganhe a sua pelúcia surpresa. São seis gotinhas fofas pra chuchu. Esfrega, esfrega, vai fazendo massagem. Gostou?

Consulte o regulamento em www.promo.johnsonsbaby.com.br Rotina puxada, né? No meio de tantos compromissos, também é preciso se comprometer com você. Chegou Nestlé Vital, a nova linha de suplementos para o bem-estar adulto, com opções para apoiar o seu dia e a sua noite. Vital é ter foco sustentado ao longo do dia e também ter uma boa noite de sono para começar o dia bem. Qual você escolhe? Um ritual matinal?

Ou um ritual noturno? Clique no banner e conheça. Porque se cuidar é vital. Eu já cheguei trabalhando. Eu lembro. E aí eles falaram, olha, a gente vai deixar você num hotel muito próximo aqui. E aí eu fiz. Enquanto ele estava fazendo a TDCS ali comigo, eu fiz uma reunião com a família toda em conjunto, junto com ele. Então eu fui pegando o histórico, a percepção de coisas, o que a família foi percebendo, a barba sem fazer.

o embotamento de... Os dois últimos anos ali, né? Exato. Os gatilhos que abriram. Então, aquilo tudo ali me ajudou. E ele em movimento ali na casa comigo. Então, você percebe que é uma máquina que ela me traz mobilidade. Ela me traz... Isso é fantástico, né? Porque você... Pacientes que estão sem condições, às vezes idosos, que tem parques ou AVC... E tem pacientes que, dependendo da vida dele, não pode realmente sair do local onde ele está, né? E aí, eu lembro que

por volta de umas 19 horas, assim. Eu fui ao hotel, até liguei pra você pra desejar feliz ano novo. Porque aqui já tava quase chegando. Já tava quase na virada. E voltei pra cear com eles. Ele já estava... Menos mal. Menos mal. Menos mal, me lembro. E aí, o que que aquilo me fez? Eu falei, querido, você é uma pessoa do esporte. E eu tô numa fase que eu tô me preparando pro meu carnaval. Você vai levantar. Lógico que cada paciente... Não me lembro, vocês caminhando no condomínio.

Amanhecemos o dia já fazendo caminhada. Levamos os filhos juntos. Solzinho pegando. A carinha dele em três dias era outra. E essa máquina me facilita nisso. O que ela também me traz? O paciente idoso. Que às vezes a locomoção. A locomoção mais difícil. Tirar ele de casa. Novamente, é importante ter o profissional que sabe qual a utilidade. Sabe fazer o protocolo. E orienta quem vai.

é aplicar a técnica de forma efetiva, fiscalizando, retornando. Como é que ele estava hoje? Aconteceu alguma coisa na casa? Não aconteceu? Claro que sem se intrometer em nada. Porque você vê o ambiente também. Isso para mim é muito importante. E vê como é que a pessoa se locomove no ambiente. Outro ponto interessante. Depois eu quero voltar nessa, mas eu quero trazer Parkinson. Aqui, pode passar. Eu acho que é essa aqui. Pronto, aqui eu já consigo falar um pouquinho.

Isso aqui é lá no consultório. Isso aqui é lá no consultório. O Gu, que me ajuda muito. Que fazia o protocolo, né? Dessa senhora. Gu, ele fez especialização em neurofeedback e naturalmente depois ele abriu aí. Essa paciente é uma paciente com Parkinson, tá? E ela chegou praticamente sem andar. E muitos tremores. E é lógico que o pessoal da fisioterapia, eu acompanhava,

muito curioso. É, porque não é pra abandonar a fisioterapia. O ideal é juntar a fisioterapia com a TDCS. Enquanto eu tô lá estudando, eu fui observando que, assim, o movimento com a TDCS faz coisas que a MT não consegue. Colocar esse paciente pra andar. Não dá pra cada máquina. Outra máquina é muito grande. Então, assim, nos primeiros dias, o equilíbrio dela, a marcha, né? Marcha que eu tô falando. Sim, o andar. O andar. Ela vai cair

indo para um lado, dependendo. Então, tudo isso eu vou observando. É o lado mais esquerdo, é o lado direito. Então, a gente trabalha em C3. Olha lá o sistema 10-20, a área motora. Então, eu vou pegando. Poxa, o lado dela esquerdo é o que está caindo um pouco mais. Então, eu vou para o lado direito, entendeu? Porque, lembre-se, voltando lá, o cérebro da gente espelha... Da parte motora é o contrário. Exatamente. Então, tudo isso vai me trazendo.

eu vou levando, andando, segurando, né? Aos poucos, eu já vou observando que esse paciente, ele já está andando segurando a máquina sozinha e só está com o meu suporte do lado ali. Então, é um desmame e é uma alegria tão grande. Não, foi engraçadíssima uma vez que eu fui pegar alguma coisa lá, que entregaram lá, né? Na clínica, achando que eu ainda estava lá. E aí eu fui pegar, aí eu passo pelo corredor, estava ela andando para lá,

e para cá, para lá e para cá com o Gustavo. Eu falei, o que está acontecendo? E isso é tão interessante, Bia, porque assim, o corredor da gente lá na clínica, não sei se você lembra, é muito advogado, é área de informática, tem um ou outro dentista e a gente lá no meio deles todos no comportamento humano. É verdade. Nossa sala tem uma área de varanda para o paciente ficar com todo o cuidado e tal. E aí agora, com essa coisa da gente andar e subir escadinha com o paciente,

descer, menino, isso traz uma alegria, os advogados falam, doutor, você trouxe vida pra gente, porque eu lembro dela, assim, andando na cadeira de rodas, chegando, e todo mundo participa, e aí ela se comunica. E eu me lembro que teve uma vez que ela não estava nada bem, aí todo mundo, gente, o que foi? Eu falei, gente, idoso piora brutalmente com infecção, procura infecção urinária, procura infecção respiratória, e aí foi que descobriu que era infecção

urinária. Então a gente tem que ter esse cuidado, essa visão. Depois disso, agora há pouco tempo, ela deu uma caída de novo. E aí todo mundo, ai meu Deus, piorou o Pax. Aí eu lembro daquilo, falei assim, vamos levá-la imediamente. Imediatamente, emergência, e vamos ver se tem infecção urinária, se tem infecção respiratória. Isso a gente sempre bateu. Idoso não piora do nada. Se vem direitinho, vai buscar a infecção. E o que eu digo,

dessa paciente que deu direito de imagem, ela adora tirar foto com a gente. É verdade, é verdade. Eu fui dar uma palestra no Frei Luiz, no Centro Espírita, pra arrecadar doações, e ela tava lá. Ela pediu o Gustavo, e o Gustavo deu um suporte pra ela chegar. Ela veio ficar comigo. E andando sem nada, né? Sim, eu conhecia de você já ter me dito, mas pude conhecê-la pessoalmente. E aí, assim, no caso dela, ela chegou bem grave.

Mas, se você, o neurologista, seu médico, consegue ter a percepção que você está entrando, iniciando um Parkinson, e você começar esse trabalho, você passa de uma forma muito melhor. Da qualidade de vida. Quando você tem o conhecimento e a história de vida desse paciente. Então, no primeiro momento, a gente se prendeu ao que o médico trouxe como relatório,

Junto com o protocolo, eu fiz a história de vida dela. Eu peguei a história. E aí a gente vê, juntamente ao nosso protocolo e com a história de vida, que ela tinha uma característica de bipolaridade por causa do histórico mesmo. E aí eu volto e pergunto à família, porque ela realmente não ia... Sim, claro, para confirmar. E aí a família diz, não, ela faz um tratamento. Nisso me abriu uma chave de pedir uma avaliação.

Neurológica. Neurológica mais profunda de um colega nosso que a gente gosta muito. Maravilhoso. Doutor Marcelo Augusto. E aí eu peço. A família é super bacana quando tem confiança na gente. E aí foi fazer. E o doutor Marcelo percebeu que a medicação para bipolaridade, ela estava em excesso. Aí estava dando sintomas que simulavam o Parkinson e pioravam. Exatamente. Que você vai entender mais do que eu. É o Parkinsonismo. Isso. Existe uma medicação específica. Várias.

dizer aqui, e que ela pode fazer isso em doses maiores. Então, tirou, trouxe um alinhamento de novo. Então, por isso que às vezes eu vou lá e volto em algumas coisas, porque esse é um exemplo. Por isso esse cuidado, entendeu? De uma equipe interdisciplinar. Perfeito. E aí, lembra que eu voltei falando da máquina e eu tô aqui com o Daniel? Se puder voltar naquela imagem lá atrás. Da estimulação? Isso. Olha o que a gente pegou. A gente pega essa imagem aí porque a gente fez um protocolo

que a gente deu o nome de protocolo primer para TDAH. O que acontece? O TDAH, muitas vezes, ele chega no consultório com uma característica ou de depressão ou de ansiedade. E aí, quando a gente vai conhecendo esse paciente, vai trabalhando, você percebe e percebe assim. O grande questão é que ele é um TDAH. E aí ele está flutuando ali. Ele chega na exaustão, chega na ansiedade ou na impulsividade. Ele traz aquela característica ali de um sintoma que é o que predomina ali naquele momento.

Mas aí é onde vem a origem do fogo. E aí a gente criou o protocolo PRIME, que é o quê? Primeiro, TDCS. É como se o terreno baldio está ali sujo e eu quero construir uma linda casa. Então ele vem, eu vou, reduzo e limpo o terreno com a TDCS. E na mesma hora que eu acabo, eu já entro na estimulação magnética.

potencializando o F3. Então, eu faço um... Um efeito... Um efeito rápido. Dobrado triplo, né? E se vocês perceberem, além da brincadeira que eu utilizei, nossa, hoje eu tô bem melhor, eu tava exausto, porque a gente começa às sete da manhã e acaba às dez da noite, por uma semana inteira de estudo e estudo de caso. Porque quando você acaba com o paciente, você entra no estudo de caso pro dia seguinte. Então, esse é o todo diferencial que a gente também tem na clínica.

Porque esse paciente, ele vem pra mim, mas ele não abandona o médico. Porque todos os dias eu me comunico com o médico que tá cuidando dele. Então a gente vai vendo. E eu tava exausto. Por quê? Bate as minhas dificuldades, mais o meu cansaço, a saudade do Rio de Janeiro que eu tava, o frio que tava. Então eu tava acabado. Eu lembro. E ali, gente, deu um salto, um salto assim, porque eu fiz primeiro a TDCS.

E depois a estimulação. E depois a estimulação. Então, por que eu estou unindo sempre e trazendo? Porque isso daqui, a técnica prime que eu vou utilizar agora no Congresso Internacional, falando, é exatamente... Uma potencializando a outra. Uma potencializando a outra. Então, sabe, por isso esse caminhar. E eu estou sempre estudando, buscando mais, porque a gente potencializa e ajuda cada vez mais rápido esse paciente. Perfeito.

Sabe? E essa máquina, eu vou para tudo que é lugar. Eu consigo botar um paciente,

para subir em um trio elétrico, como ele descer do trio elétrico, ele já descansar para o dia seguinte. É verdade. E tem mais uma que a gente tem agora na clínica, que não está aí, que é o estimulador do nervo vago, que para a ansiedade é fundamental, para a exaustão, é para desativar o simpático, que é a nossa adrenalina, que chegou agora na clínica. Exato, chegou agora. A função do nervo vago, ela trabalha,

em questões de regulação emocional. Regulação emocional, é essa a palavra. Parece que não, mas cada areazinha tem uma função e tem o seu casamento perfeito. É verdade. Então, eu vou estar agora, para apresentar ela, eu também trago a terapia. Todas elas têm um auxílio muito grande para a terapia. Isso é super importante. A função do nervo vago, a gente atua intestino cérebro, parte cardiorrespiratória. Regula tudo.

faz uma regulação. Sabe a síndrome do pânico, ou aquele estresse agudo que você está vivendo, ou aquela desregulação emocional, você brigou com o namorado, você está impulsivo, você quer fazer besteira, você quer controlar para você não falar. Aquela coisa reativa. Reativa. A neuromodulação para o nervo vago é perfeita, porque ela atua exatamente nessa regulação. É como se a gente utilizasse alguma medicação

Um exemplo. Só que tem que ir na medicação. Exatamente. É ativar a nossa medicação endógena, que é o nervo válido. Você chegar numa emergência de um hospital com aquela característica que você não sabe se a pessoa está tendo um AVC ou é uma questão neurovegetativa, que está tudo muito ligado ao nervo válido. Desregulado, como se fosse o sistema autônomo. E aí você começa a perceber a história que, assim, descarta AVC, isso daqui é uma característica que esse paciente está desenvolvendo. Uma crise reativa.

aguda e aí entra a medicação e aquela medicação vem, vai relaxando e aí esse paciente começa a falar e aí ele vai falar, não, acabei de brigar eu já venho de um estresse, do trabalho, daquilo aí você vai percebendo assim tá tudo bem e aí é a hora que quando tem a psicologia hospitalar eu entrava ia ali, conversava e pronto, tudo ajustava com essa maquininha aqui que é a de neuromodulação pro nervo vago, ela é como se fosse um

olá, olha como que ela é bonitinha. Sim, pra acessar o nervo vago pelo... Isso. A gente pega o batimento aqui, coloca. Ela tem um aplicativo que fica no celular. E a gente atua. Agora, qual a função dela? É trazer essa regulação. Então... Imediata, né? Imediata. O profissional que tá atuando com ela em tempo real, já começa a botar uma musiquinha calma de relaxamento. Voltar a ensinar esse paciente a respirar. Parece que você deu um dos...

remedinhos ali, famosos. Sem ser remédio. Sem ser remédio. E você ensina a autorregulação. Porque em tempo real você vai fazendo ele respirar, vai dando aguinha pra ele. Isso daqui funciona. É um protocolo em seis minutos. É a novidade hoje, Daphne. É a novidade. Bia, isso daqui. Que legal. Esse eu não experimentei. Eu usando isso aqui com a terapia dialética. Um paciente border. Eu digo que não só o paciente border. Sim, mas o border naquela reatividade. Na reatividade dele. Que ele sofre horrores.

E não consegue racionalizar. Ele fica... A gente diz cego de raiva, mas é burro de raiva. É burro porque a gente, quando está sem controle, sem regulação emocional, a gente não toma atitudes inteligentes. A verdade é essa. Então, as outras modulações têm um tempo e ela vai ali para regular os neurotransmissores, as ondas. Mas esse daqui é algo...

rápido, pra que esse paciente regula na emoção dele. E ele possa se valer de uma abordagem terapêutica. Exatamente. Psicoterapia. Porque ele, naquela coisa, ele pode ficar dois dias naquele estado transtornado, desregulado, que tudo que bate, volta. Quer ver uma coisa que eu tenho usado com ela? O paciente chega pra eu fazer a avaliação na clínica dele. E é lógico que, às vezes, dentro daquela depressão, daquela ansiedade que ele tá, ele traz junto

trauma, um gatilho. E aí ele quer falar da linha do tempo dele. E quando aquilo abre, ele começa a chorar. Você percebe que ele tá. E lá a gente trabalha, a gente vai monitorando. Rapidamente eu já vejo batimento acelerando, aquela coisa. Eu falo, vamos beber uma água e eu vou utilizar uma técnica com você pra gente dar continuidade. Pra pessoa poder sair daquela ansiedade. E eu tô validando tudo isso que você tá sentindo. Porque uma das coisas que a terapia dialética traz,

é você não desvalidar a dor desse paciente. É você reconhecer. É só ele ensinar como ele lidar com aquilo. Então, antes de qualquer coisa, eu coloco, faço ele respirar um pouquinho, seis minutinhos. Ele falou, o que você fez? Eu falei, agora eu vou te ensinar. Mas antes, eu quero continuar a sua história. Exatamente. E aí, eu consegui trazer isso pra você de uma forma tranquila. Falei, exato. Porque ninguém vai a primeira vez a um psiquiatra, a um psicólogo,

super feliz da vida, que a vida está maravilhosa. Então, as pessoas chegam com uma ansiedade, chegam com uma insegurança, um medo. E eu acho que isso é fundamental. Essa ideia foi maravilhosa. E aí, o que eu vejo? Cada uma com o seu casamento. Você perceber que todas eu fiz um casamento entre elas. E todas com as aplicações muito... Todas essas, elas entram na terapia. Tanto TCC, quanto dialética. A TCC, é lógico,

Toda neuromodulação é igual a você fazer uma cirurgia bariátrica e você continuar dono da churrascaria. Você tem a técnica, mas você precisa aprender a lidar com o seu dia a dia. Com os gatilhos. Que aí é o papel perfeito da terapia. No caso da terapia dialética com a neuromodulação do nervo vago, eu vou usar um exemplo que eu fiquei ontem pensando como eu vou dizer isso. Porque a gente entende do que a gente está falando. Qual o papel do nervo vago? Por que ele desregula?

Porque ele é aquele que atua quando a gente vai fazer a prova e começa aquela ansiedade aguda vindo a dor de barriga. Ele é o contrário do... Eu sempre falo assim, imagina a adrenalina. Tem uma coisa que é o contrário da adrenalina. Porque o nervo vago, ele vai ligar... Ele traz a calma. Ele traz a calma. A gente desliga o interruptor ali, que está levando ali... Aquele circuito do estresse. Na amígdala. Exato. Amígdala, liberação

de noradrenalina, subrarenal, cortisol, adrenalina, é como se ele desliga esse alarme. Que é o que faz você entrar na crise, é o que faz você não ir fazer a prova. Ou faz você também não conseguir ver o todo e persistir em ciclos que estão dando errado. Então, essa é a minha nova novidadezinha que a gente tem lá na clínica. Que legal. E por que eu falo que ela é um casamento, e aí eu vou explicar um pouquinho,

da TCC, da terapia dialética.

mas por que eu faço um casamento? Ontem eu fui dormir, eu preciso, eu preciso, eu preciso. Hoje no meu banho, porque é sempre no banho, me veio assim. Você vai explicar da seguinte forma. Ninguém ensina alguém a nadar no mar agitado. É verdade, perfeito. Então... Esse aparelhinho é você começar a deixar a água calma para a pessoa aprender a nadar. E a terapia dialética é como se fosse uma escola de habilidades

emocionais. E aí eu venho com a técnica. Eu vou te acalmar. Você entendeu. Isso daqui é só desregulação. A gente já entende o que está acontecendo com você. E eu valido. E eu entendo. A terapia dialética, ela vem como uma escola mesmo. A te ajudar a lidar com suas emoções. Ajudar a família a entender que aquela emoção é válida. Agora, o que eu vou fazer com essa emoção? Com aquela emoção. É um aprendizado. Que a Fabiola tem feito.

Essa dobradinha de vocês dois, da tecnologia, Fabiola, com a terapia dialética. E aí, o que acontece? Sensacional. Antes de começar a sessão, eu jogo o paciente. Depois eu entrego para a Fabiola. Perfeito. Vamos para o repórter Pipinho? É muita coisa boa, né? Você sabe, né? Pipinho agora está em 3D. Pipinho agora está em 3D. Não é caminhando para ser um boneco real, mas por enquanto está em 3D. Aqui na tela.

Bem carioca. Nunca vai deixar de ser carioca. A gente tem esse vício. A gente tem a comunidade, ser humano sustentável, e eles têm direito a mandar as perguntas. Será que eu estou apto? Não, vamos lá. E o que eles gostariam de fazer aqui. Primeira, em quanto tempo o neurofeedback costuma trazer resultados em casos de TDAH e ansiedade? O neurofeedback foi aquele primeiro.

é muito importante a gente entender que nada é uma mágica que a gente melhora de um dia para o outro. Mas o importante do protocolo do neurofeedback, eu não vejo resultado em menos de três meses. Ah, por uma questão financeira ou por uma questão de falta de tempo, eu só consigo ir uma vez por semana. A gente vai entender que vai demorar um pouquinho mais, mas a gente vai conseguir ter essa resposta. E essa

lembre-se das escalinhas que eu uso, essas escalas de 15 em 15 dias. Na questão do neurofeedback, eu estou medindo. Mas o ideal é duas vezes por semana. Exatamente. É uma ginástica, né? É uma ginástica cerebral. Então, é duas vezes. Ninguém faz musculação uma vez por semana, vai ficar fortão. Agora, com um mês, você já percebe o seu corpo definindo. A mesma coisa, com um mês, você já vai ver respostas. E o mais interessante, que nós temos um protocolo,

Até para eu fazer o mapeamento cerebral desse paciente. Se ele está agitado demais, eu não vou conseguir. E aí eu tenho um protocolo. Vamos fazer o seguinte. Hoje eu vou colocar que a gente faz onda teta. Levar ele a um relaxamento. Então, eu faço duas a três sessões de relaxamento a essa mente. Você acredita que na quarta sessão eu consigo fazer o mapeamento? Depende do nível. Exato.

E aí, sim, eu faço o mapeamento, pego o histórico do que ele entende, porque a gente tem a tecnologia, o questionário, a queixa desse paciente, medicamento, tudo entra nesse questionário. E a gente pega as ondas, a gente casa isso e a gente traz o mapeamento. Então, assim, não vejo resposta... O ideal. O ideal. Três meses, duas vezes. Três meses, duas vezes na semana. Próxima, Tom. A estimulação magnética transcraniana pode ajudar em pensamentos obsessivos

e compulsivos? E você falou maravilhosamente bem. Essa pessoa aí da comunidade, provavelmente, ela deve ter características de toque. Ou conhece alguém. Eu posso dizer que pode ajudar e muito. Eu digo que, assim, apaga o incêndio imediato, acalma a minha sede. E a mim, que estou escutando, eu já vejo assim, vamos começar imediato. Porque a gente vê respostas imediatas.

enquanto homem, você poder reduzir medicamentos, você ter qualidade de vida, você poder namorar, você poder voltar a viver com sua família e uma vida. Você falou uma coisa que, na realidade, o grande efeito colateral dos remédios para toque é a baixa de libido e, dependendo da dose, é até a impossibilidade de ejaculação. Exatamente. Então, tem isso também. Então, assim, é uma resposta imediata

Digo que remédio nunca vai parar, mas a gente pode reduzir dose. E falo mais. Quem tem a possibilidade e mora aqui, eu dou continuidade uma vez por semana quando ele pode. O paciente que mora fora... A manutenção. É, a manutenção. Eu dou continuidade a ele. O paciente que mora fora, eu digo que de dois a três meses ele tem que voltar. Não tem como. Pra toque. Exatamente. Sabe? E é uma resposta. Eu tenho um paciente que está com a gente há cinco anos. Ainda era do seu tempo. Eu lembro.

não deixa de ir. Ele faz sessão de estimulação uma vez por semana e vai para o neurofeedback uma vez por semana. E ele, assim, está com uma qualidade de vida. E vive, né? Crossfit, namorando. E vive, né? A Fabiola veio dizer para mim que ele veio... Ele está fazendo terapia agora com a Fabiola também. E aí ele veio conversar com a Fabiola e a Fabiola trouxe para mim que ele agora chegou na fase assim, agora eu estou me sentindo hábito para voltar para a noitada e querer pegar e voltar a namorar. Olha que maravilha.

Ele está com a gente em torno de 4 anos. Mas ele chegou e não tinha vida. Ele renasceu a 4 anos. Próxima, Tom. Como funciona a triagem inicial de quem busca a neuromodulação na clínica? Eu acho que eu já até falei um pouquinho sobre isso. Mas, primeiro, esse paciente vai chegar via WhatsApp ou e-mail da clínica. E é certo que a gente pede um pouco do histórico dessa família.

dessa pessoa. E mesmo assim, às vezes, vem um pouco fantasioso e a gente sabe que tem alguma coisa além, uma caixinha surpresa atrás. Mas pelo menos a gente tem um pouco do histórico desse paciente. Dali, a gente já percebe o perfil do melhor paciente, do melhor profissional para atendê-lo. Porque a gente atua com três profissionais hoje na área da psiquiatria. Cada um, eu acho que a gente tem que ser... Tem suas características e pode desenvolver melhor

Então, ali. Mas, no caso aqui, é a neuromodulação. Essa pessoa veio direto. Então, eu preciso saber se essa pessoa está usando o medicamento, há quanto tempo, o histórico dela. Dali, não tem como. Eu preciso desse protocolo da clínica, que são exames de imagem, exames de sangue e passar pelo profissional. Depois, com esses exames e com a queixa desse paciente, a gente estuda todo o protocolo dele e vê o melhor tratamento modulador para ele,

além da medicação. Se ele já não faz acompanhamento médico há muito tempo, e muitas vezes vem por causa até do pod people aqui, ah, mas eu fui por causa disso. Ok, então ele está parado? Então a gente orienta, as meninas são treinadas para isso, orienta que ele passe por esse profissional. Ou se ele, ah, mas eu gosto do Alex, que eu já acompanho o Alex. A gente faz uma triagem por mim. E depois passa pelo médico. Exatamente. E tem a coisa da hierarquia. Quando o paciente está muito grave,

ele vai fazer o protocolo. Primeiro a neuromodulação. Primeiro a gente começa. E depois vai fazendo para que a gente saiba exatamente como a gente vai proceder com a manutenção. Até pegando em cima dessa e da outra, o paciente toque, às vezes ele está tão grave que ele está quase psicotizando. Ele está quase não, ele está psicotizando. Então eu não posso. Volto quem tem fome e tem pressa. Eu tenho que começar imediato. E aí depois eu volto atrás. Que essa é a filosofia que eu trago da terapia. Exatamente.

A terapia cognitiva e a terapia dialética, ela traz isso. Você pode tratar aquele citome imediato, mas você tem que voltar para entender a origem do incêndio. Apaga o incêndio e depois você refaz a fiação. Isso, exatamente. Próxima, Tom. O que é feito quando um paciente chega em estado de depressão profunda? Nossa, perfeito. Primeiro, a gente precisa entender como está a situação de vida desse paciente.

que dê tempo, mexer na medicação, porque muitas vezes ele já chega com muitas medicações. Outra coisa que a gente não falou aqui, mas é um protocolo muito importante que a gente não abre mão, são os farmacos genéticos que a gente trabalha. Exatamente. Para não ficar perdendo tempo com medicação. Porque muito hoje, Bia, o paciente que chega na clínica pelo seu histórico, ele está arrasado, ele já está cansado de uso de medicamento,

ele já está de descredibilidade com a saúde mental total. E, muitas vezes, vem dessa troca-troca de medicamento. Esse exame, especificamente, ele nos ajuda a ir direto. E vai ver que, às vezes, ele não responde a nada. A gente já teve momentos assim que a gente teve que usar outra medicação para outra coisa, para fazer efeito naquela. Mas eu acho que profunda. Eu acho que a gente rompe a emergência. Eu começo com a estimulação. A gente não espera. E, paralelo a isso,

esse paciente, enquanto está ali já na estimulação, ele vai fazendo os exames. Mesmo o paciente que vem de fora, a gente pede os laboratórios. Ele, enquanto está na máquina, a gente já está colhendo um pouco da saliva, um pouquinho do sangue dele ali. E eu já estou ganhando tempo para a gente já mexer na medicação um pouco à frente. Mas, imediatamente, um paciente de depressão profunda, não tem como. Ainda mais com ideação suicida.

A gente tem que ter essa inteligência. Essa inteligência, essa habilidade. Próxima, Tom.

Quais são os sinais mais comuns de impulsividade em quem tem TDAH nos relacionamentos? Ai, gente, eu digo que assim, o TDAH, eu não romantizo ele. Mas é uma das coisas que tem no curso da Bia. Falar o que não deve. Falar o que não deve. É que a gente é muito impulsivo. E não só o TDAH, mas o próprio... Eu digo hoje que a dialética é uma terapia que pega muito bem também para o TDAH.

Porque ela te ajuda a entender você. E se autorregular. É você fazer uma faculdade de habilidade emocional. Porque o que afeta ali é a desregulação emocional. No caso do TDAH, se ele está num nível de pressão emocional ou psicológica forte, ele desregula. Se ele tem características de impulsividade, a primeira defesa é o ataque, então ele vem.

E às vezes ataca a pessoa errada. Exato. E quem é? São os amores. São os afetos mais íntimos. Muitas vezes a gente não vai desregular com o chefe. A gente vai desregular com a mãe, com o namorado, com a namorada. E aí eu gosto de dizer que o TDAH, namorar um TDAH, é você viver num parque de diversão. Não romantizando. Mas, no fundo, quando você vai a um parque de diversão, você quer emoção, você quer alegria. E o fechamento de tudo é legal.

Quando você vai na montanha... Tem um processo. Tem um processo. A montanha russa, ela te leva a várias emoções rapidamente. Mas o trem fantasma leva você a momentos muito obscuros. Muito obscuros. E quando você é não tratado, você vive relacionamentos saindo e voltando. Eu hoje te digo, a dialética e a estimulação para o TDAH e para o border... Porque você faz um casamento perfeito.

Entendeu? Próxima, Tonton. O que a neuromodulação pode oferecer de concreto para quem convive com o transtorno de personalidade borderline? Já falamos, mas vamos lá. Bem, o border tem características de impulsividade, desregulação emocional. São características fundamentais. Que é a instabilidade. São as instabilidades de humor. Muitas vezes eu falo sobre regulação emocional. Eu gosto, estou até pensando em preparar algum conteúdo

mais profundo, não só a Bia para o profissional, mas o leigo conseguir entender. Eu digo que trabalhar regulação emocional, a gente começa desde a barriga da nossa mãe. Mas eu acho que, aí estou falando eu, estou achando, eu acho que você poderia montar um curso, ou uma vivência, ou até uma consultoria, uma mentoria para profissionais

de saúde que querem entrar nesse mundo, mas com profundidade, com a experiência que você tem. Eu, se você quiser, estou à disposição. Eu te agradeço e já faço um convite para você fazer. Para ser sua parceira nisso, falar a parte que eu posso, né? Porque, assim, tanta gente me para na rua falando assim, ah, eu estou fazendo psicologia por você, eu vou fazer psiquiatria por você. E eu sempre falo, você vai fazer psicologia?

Então, pense na psicologia, mas pense nas técnicas neuromoduladoras. Você será um profissional diferenciado. E eu acho que o Border tem isso. Ainda fala assim, vai lá no direct do Alex. Isso. Eu recebo e a pessoa vem e pergunta mesmo. Então, eu acho que é uma dívida que a gente tem com profissionais, principalmente com os psicólogos, que podem ter uma ferramenta, tanto da cognitivo-comportamental,

da dialética e das técnicas neuromoduladoras, porque a gente sabe a diferença que faz. Uma das coisas sem confete é que eu já tinha minha história e eu já percebia que o conhecimento liberta e salva. Mas depois que nós fizemos a nossa parceria, que permanece sempre com muitas trocas, tanto no online quanto eu seguindo o seu propósito lá na clínica, o conhecimento salvo eu nunca retive.

E eu percebo realmente isso, que a gente precisa, a primeira coisa de um paciente, ele precisa entender a sua história, ele precisa entender o que ele sente. Eu não posso simplesmente só chegar e colocar numa técnica ou fazer uma terapia, ele precisa entender. E eu acho que os livros nos ajudam muito, eu acho que hoje a internet nos ajuda muito. Mas a prática, porque graças a Deus a gente tem uma prática que raras pessoas têm no país.

E a neuromodulação, o que é importante para essa questão do borde, é como se a gente traz um freio. É aquilo que eu falei. Um carro que está desgovernado. Um carro que está desgovernado. Eu primeiro preciso... E sofrendo, né? A neuromodulação é o freio. Depois a gente entra com as técnicas. E a dialética. E a dialética. Que aí esse carro fluido de freio fica perfeito. Se alinha, né? Aí pega a estrada e vai-se embora. Próxima.

ainda é restrita a estudos. Não, não. Hoje em dia, ela é, graças a Deus, por muito tempo ela tinha essa característica, mas hoje ela é reconhecida. Exatamente. E, por exemplo, até esse equipamento é reconhecido pela Unvisa. Eu acho muito bacana, porque assim, a tecnologia está vindo para somar. Ela não substitui, mas ela soma. Eu digo assim que eu sou uma pessoa resiliente e segurando na sua mão

a gente nunca abandonou. Muitas vezes a gente teve críticas de colegas. Mas, assim, hoje, graças a Deus, os congressos estão abrindo e estão mostrando a referência disso. É lógico que a gente tem uma luta aí muito grande, porque a gente tem que investir e lutar contra indústrias. E a neuromodulação fica muito silenciada ainda. Mas, pelo menos, nos congressos hoje já está aberto. Não, e o paciente, quando ele...

Se submete a técnica com precisão, com acompanhamento, ele sabe o que ela faz. Não precisa ninguém dizer o contrário. Não precisa. Próxima, Tom Tom. A combinação entre neuromodulação e terapia funciona para todos os perfis de pacientes? Muito boa essa pergunta. Isso daí vai de caso a caso. Eu acho que são duas técnicas muito importantes e cada uma tem o seu momento. Como a gente falou aqui.

quadro, né? Exatamente. Qual é a terapia mais adequada para cada um, né? Por isso que eu gosto de fazer essa avaliação do paciente. Com certeza. E muitas vezes, em algum momento, é o que eu já falei aqui hoje, ele vai segurar a terapia por um tempo e entrar primeiro com uma estimulação. E quando a gente vê a característica fisiológica e comportamental desse paciente, que a gente possa unir as duas imediatamente, é lógico que é o casamento perfeito. Mas nem sempre esse paciente está preparado. Muitas

vê na neuromodulação aquelas histórias dos filmes como algo que é eletrochoque e não tem nada a ver. Então, muitas vezes, você vai acolher esse paciente, regular suas emoções, e aí ele tomou confiança em você, ele acredita em você, e aí ele passa. Então, o caso da dona Beth foi um caso que a gente primeiro acolheu a história, a família não conhecia isso, já estava assustada com tudo, primeiro acolheu. Segundo,

teve confiança no que a gente fez. Quando a gente apresentou um colega que realmente soube cuidar e trazer a resposta, ela falou, eles têm razão no que eles estão falando. E aí a gente apresenta a técnica. É, porque eu falei, em cima de fatos não tem discussão. Quando o paciente chega e fala, eu estou melhor. Você não precisa dizer. Tudo bem que a gente ainda tem a questão da aplicação das escalas que mostram. Até porque aquilo valida. Se a gente quiser abrir aquele material para pesquisa, as escalas estão lá.

um parâmetro de medida, mas o paciente sabe o que faz. A gente sabe o que faz dentro. A TDCS é algo que... O nosso projeto, que eu acho que é algo nosso ali na clínica, de você fazer a neuromodulação em home care, é maravilhoso. Muito legal. E vocês estão se preparando pra isso, né? Próxima. Como a pessoa percebe no dia a dia que o tratamento está funcionando? A gente acabou de dizer, né? Ele mesmo,

traz na sua escala. Eu digo que a escala é preenchida por você. Eu não posso mentir. Tá com a sua letra ali. Foi você que fez aquilo. E você, de repente, ao decorrer do tratamento, você tá fazendo, você vai percebendo. E eu gosto de datar. Sim. Porque eu vou mostrar. Olha aqui, ó. Você chegou aqui com uma semana, com duas semanas. Com duas semanas, três semanas. Você tá indo embora. Olha aqui, do mês passado pra esse mês. Então, isso valida muito. Então, é uma forma dele mesmo perceber. Além de características

Por exemplo, na dialética, a família vai trazendo respostas. O comportamento dele é outro. Ele desregulou, mas ele alinhou por ele próprio. Ele foi para o quarto, respirou, fez as orientações, se reconectou com as emoções dele. Ele entendeu como lidar e voltou para a sala. Desculpa, vocês não merecem isso. Isso é... Nossa, não dá nem para explicar. Só acontecendo. Próximo.

sem iniciar um protocolo de neuromodulação. Qual cuidado é essencial? Se informar um profissional, não é isso? Eu acho que é sim. Saber com quem você vai fazer. A gente tem hoje aí, eu vou pegar nossa amiga que tem nos ajudado muito, mas a gente entender. Eu vou pegar esse exemplo. Ela vai substituir um psicólogo? Nunca. Porque aonde ela foi projetada, principalmente, ele prepara ela para a razão, mas não.

para a emoção. E os maiores transtornos trazem as maiores desregulações emocionais. Então, assim, a mesma coisa com a IA é a gente tomar cuidado com pessoas que são curiosas e acham que ganhar dinheiro e ter sucesso de vida é pegar alguma coisinha de dois dias de curso. Eu tenho uma história, Bia. E sair aplicando em todo mundo. Eu tenho dez anos de estudo. Não, não é só isso.

Por isso que eu gosto muito quando existe qualquer dúvida, o que eu falo? Passa primeiro pelo Alex. Ele vai fazer tudo e ele vai distribuir. Porque você entende. Sabe por que no primeiro momento eu liguei para você do curso e falei assim, Bi, eles estão querendo que eu faça um curso de um mês de primeiros socorros. E eu estudei, estudei. E eu vou te falar, é prática mesmo, tá? Não, sim, mas é isso que eu estou falando.

para salvar uma pessoa. Mas tem uma coisa, Alex, que é um diferencial. Você tem muito conhecimento de medicina, você tem muito conhecimento de psiquiatria. Medicamento. Porque enquanto a gente trabalhou, todo caso a gente chegava e falava, o que você acha? E isso entra. A experiência é soberana. Eu acho que a faculdade nos traz a abertura de um caminho. Mas, por exemplo, eu tive, quando eu comecei a trabalhar com você, eu fui fazer um curso de psicofarmacologia para exatamente entender.

Mas você precisa ter um entendimento. E mais do que isso, eu acho que eu já trago na minha veia essa coisa, a enfermagem, o cuidado. Então, a saúde é a vontade. E a vontade de querer entender. Isso é fundamental. Quando o psicólogo tem essa bagagem, essa prática, essa troca, ele é insubstituível. Você, sabe, você chegar dentro de um hospital e você pode estar até fazendo a terapia ali com ele, quantas vezes eu vou e faço até estimulação no hospital,

o paciente começa uma ânsia de vômito ali. Eu pegar e saber conduzir com aquilo. Exatamente. Você faz uma diferença, você é humano, você é acolhedor, e aquela pessoa se sente segura com você. Com certeza. Próximo, Tom Tom. Ah, chegamos no nosso momento Pipinho. Gente, ele já mudou de novo. Ele agora é aquela parte que a gente joga um tênizinho, né? Sabe o que eu tô adorando nessas imagens? É que eu não sei se ela parece tão plena,

na TV. Na tela? Na tela. Porque ele está de frente. Ele fala aí como uma gestalt terapia. Ele está aqui, só que no fundo, na cor lilás, gente, tem a imagenzinha de cada pessoa que a gente entrevistou. Tem até pessoas do meu tempo. Você notou? É perfeito. É perfeito. Exatamente. Figura e fundo aí. Exatamente. Então, vamos lá. Agora chegou aquele momento que é brincadeira. É relaxar agora. Agora é relaxar.

Então, eu faço uma pergunta e você responde com o que vem à cabeça. Não é nada teórico, sério. Primeiro, um lugar. Minha casa com meus cachorros. Dois, uma lembrança feliz. Viajar com minha mãe. Três, felicidade em uma palavra. Estar com pessoas que eu amo. Quatro, defina a neuromodulação em uma palavra. Felicidade. Cinco, uma personalidade inspiradora. Ana Beatriz Barbosa.

Não, não vale. Vamos ver outra. Porque aí pode ser que eu me inspire também. Uma personalidade... Inspiradora. Inspiradora para mim. O professor Ricardo, da Neuromodulação. Perfeito. O que é amor para você? É respeito, cumplicidade e confiança mútua. Sete. Um erro que te ensinou? A impulsividade, às vezes, na fala. Ensinou muito hoje. Hoje eu penso. Somos dois, somos dois. Te compreendo. Pode completar, desculpa.

que isso me ajudou muito a lidar com as dificuldades que eu passei nesses últimos dois anos. A impulsividade. Mas, ao mesmo tempo, te trouxe... Me trouxe a liberdade. Consequências. Trouxe consequências muito boas de eu perceber. As respostas vêm com muito mais tranquilidade. Hoje eu paro, hoje eu penso. E eu ajo com muito cuidado. E além de você aprender que nem tudo a gente fala, algumas coisas você tem que guardar para você. Isso é sabedoria?

É sabedoria. Só o tempo faz. O tempo com conhecimento e autoconhecimento. Oito. O que você faria se soubesse que o meteoro vai atingir a Terra amanhã? Eu reunia os grandes amores que passaram nesses 50 anos para estar comigo. E uma festa. Até o meteoro acabar. Exatamente. Nove. Qual superpoder você gostaria de ter e por quê? Eu não me acho, mas eu acho que o dom da cura.

da outra ser feliz. E dez, um pensamento ou uma ideia que você gostaria de deixar? Um pensamento ou uma ideia que você gostaria de deixar para as pessoas? Que as pessoas respeitassem mais os animais. Hoje eu estou muito triste. Eu também. Sabemos por quê. Eu fiz até um vídeo sobre isso e levei um tempo para fazer porque eu não conseguia fazer porque eu chorava. Mas eu entendi. Eu digo que a neuromodulação e os meus animais me salvaram.

Perfeito. Meu amor, muito obrigada. Obrigada pela parceria. Obrigada pela sua troca. Obrigada pelo aprendizado que você me dá. Eu já te falei isso uma vez. Você olhou pra mim com a cara. Você me ensina muita coisa. Ensina pela vida. E agora também pela tecnologia. A gente tem uns presentes aqui pra você. Olha só. Nosso episódio hoje foi patrocinado pela SANA de palestras. A empresa da qual você faz parte.

e que a gente está prometendo uma coisa para profissionais que querem adentrar na vivência do efeito e da prática das técnicas. E a gente também tem aqui o parceiro Axon, que gosta muito de você. Eu amo. Que tem aqui, por favor, são três. E também agora, por favor, abre aqui. A gente tem essa garrafa exclusiva da Axon.

Não dá pra você, Bia. Desde quando eu comecei a tomar o Axon, ele é o meu pré-treino, que hoje, agora, eu sou uma pessoa fitness. Graças a Deus. Mas mais do que isso, ele é minha mola pra iniciar o meu dia. Pra começar o dia. Eu começo muito bem. Sempre de manhã. Eu sempre falo pras pessoas. Eu uso também. Isso daqui é um... Ficou bonito? Gostou? Ficou linda. Então a gente coloca o pozinho aqui e... É, esse aí que tá, você tira essa coisinha,

se você quiser fazer um chazinho para botar o eu posso fazer como chá pode quando eu usar o axon eu

parte. Exatamente. Perfeito. E vem junto com esse kit? Vem junto com o kit. É tudo seu. Muito obrigado. Gente, eu vou ter por três meses aí. Porque eu tomo bastante. Vamos lá. Não, olha, não é porque você já fez parte da casa, mas você ganha a nossa eco bag. Pode deixar tudo do ladinho, que o Gu arruma tudo pra você. E aí a gente sempre vem. Vocês sabiam que eu sempre doei, sempre falei da bolsinha, mas eu não tinha. E nem isso.

Eu nunca peguei mesmo. É agora. Imagina. O caderno mudou, né? Mudou. Tá novo. Isso. Bem 3D, igual a ele, né? É. E tem uma coisa. A gente vive de anotações, né? Exato. As ideias vêm, né? Como a minha ideia hoje no banheiro. Então, que deixe na sua cabeceira. E mais uma canequinha aqui. Você tem a nossa dessa. Tem. E essa aí. Meu querido. Maravilhoso. Obrigado. Agora é aquela hora que você olha para aquela câmera.

ali, não olha pra mim, seja mal educado. Queridos, mais uma vez, eu quero agradecer toda a equipe do Pod People hoje vindo como convidado. Pra mim, eu vivi várias emoções dos nossos quase 18 anos de amizade e de casamento de ofício que permanece até hoje. Mas eu tô vindo aqui pra dizer que quem ainda não me segue você pode me achar lá no Instagram Alexipsicólogo. Como você

Também ali você vai ter informações sobre neuromodulação, sobre tratamentos, como eu sou no dia a dia como terapeuta, como neuromodulador e também informações sobre a clínica, onde eu hoje sou o gestor, que estou à frente. Então lá você vai encontrar informações sobre telefone, e-mail, como se conectar com a gente.

Muito mais. Uma coisa que aconteceu aqui também, que é um projeto novo, vindo dessa mente aí, como da doutora Ana, da gente pensar. E esse ano, se Deus quiser, vai estar saindo um curso para profissionais de saúde e, quem sabe, até acrescentando um pouquinho mais para pais, familiares e até o próprio paciente entender como lidar com a sua regulação, como lidar com a neuromodulação, vivendo uma prática do dia a dia desses quase 18 anos que a gente teve juntos.

Perfeito. Muito obrigada. Queridos, nós estamos encerrando mais episódios do Podpipo e hoje foi para lá de especial com meu amigo, irmão e excelente profissional, Alexi Rocha. Se você não conhece ele, você vai começar agora a seguir ele imediatamente lá no Instagram, arroba Alexi Psicólogo. Lá você pode tirar todas as dúvidas e se você quiser fazer parte dessa mentoria, desse curso para profissionais de saúde que querem fazer mais e melhor para os seus pacientes,

aliando ciência com tecnologia, empatia, dedicação, você faz o seguinte, começa, vai lá e diz assim, eu quero. Porque aí a gente vai fazer uma listinha de espera para a gente poder pensar direitinho nisso para todos os profissionais de saúde mental e, quem sabe, familiares também. Aqui no Podpipo, a gente acredita que somente o conhecimento e o autoconhecimento pode transformar o mundo. Se você não é inscrito, se inscreve aqui no canal,

agora. E compartilha essa conversa com muita gente que precisa aprender coisas interessantes para a gente diminuir a dor e realmente, efetivamente, ajudar as pessoas. Muito obrigada e até o próximo Pod People.