Episódios de PAPO COM TUBARÃO

11 arrematações em 7 meses e a realização de um sonho antigo

09 de maio de 202647min
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Leilão de imóveis pode mudar completamente a sua vida, e a história da Patrícia prova isso.
Depois de 2 anos estudando e sem arrematar nada, ela entrou nos Tubarões e fez 11 arrematações em apenas 7 meses.
Neste Papo de Tubarão, você vai conhecer a trajetória da Patrícia: ex-delegada de polícia, advogada, mãe, esposa e investidora que usou os leilões de imóveis para transformar um sonho antigo em plano real: mudar com a família para o Uruguai e construir uma nova fonte de renda.
 ✅ O que você vai aprender neste vídeo:
  • Como Patrícia saiu do medo de arrematar para 11 operações em 7 meses
  • Por que estudar leilão de imóveis sozinho nem sempre é suficiente
  • Como o ambiente certo acelera a tomada de decisão
  • O papel da garimpagem, desocupação, estratégia jurídica e sociedade
  • Como leilões podem gerar renda, liberdade e realização pessoal
  • O caso de alto risco que ela garimpou e tomou posse
  • Como a assessoria em leilões virou um novo braço de renda
 Se você quer entender como comprar imóveis em leilão, construir patrimônio, fazer boas arrematações e ter mais segurança no mercado imobiliário, essa história vai te mostrar o que é possível quando existe método, grupo e execução.
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O que mais te trava hoje: medo de arrematar, falta de dinheiro ou falta de segurança?
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Assuntos7
  • Leilões de imóveis: Ocupados vs. DesocupadosTrajetória de Patrícia em leilões · Medo de arrematar · Estudo e aprendizado em leilões · Importância do ambiente e grupo · Garimpagem de imóveis · Desocupação de imóveis · Estratégia jurídica em leilões · Sociedade e parcerias em leilões · Geração de renda e liberdade · Assessoria em leilões · Arrematação de alto risco · Tomada de posse de imóvel
  • Ressurreição de Sonhos e EsperançaSonho de morar no Uruguai · Sacrifício e adaptação familiar · Transformação pessoal e profissional · Equilíbrio entre vida pessoal e profissional
  • Estratégias de Negócios e InovaçãoPlanejamento e execução de planos · Importância da estratégia jurídica · Análise de risco e recompensa · Tomada de decisão rápida e assertiva · Colaboração e trabalho em equipe
  • Evolução Pessoal e ProfissionalSuperação do medo e insegurança · Aprendizado contínuo e adaptação · Desenvolvimento de habilidades de negociação · Melhora na capacidade de ouvir e ceder · Apetite por risco
  • Amizade e Dinâmica do GrupoSuporte e ajuda mútua · Compartilhamento de conhecimento · Criação de cumplicidade e confiança
  • Oportunidades em Renda FixaAssessoria lucrativa · Multiplicação de capital
  • Casos Especiais de ResgateFraude de venda de mãe para filho · Anulatória pesada e bloqueio na matrícula · Proposta de valor baixo e aceitação · Estratégia para desocupação e posse · Negociação com ocupantes e acordo
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Boa noite, pessoal. Sejam bem-vindos a mais uma live Papo de Tubarão. Hoje com uma tubarão especial. Seja bem-vindo. Boa noite. Boa noite. Nossa, doutora Patrícia. Eu não me arrisco a falar esse sobrenome dela. Mas seja bem-vinda. Bom, deixa eu já começar aqui então, Patrícia. Se apresente para esse povo aqui. Conte quem é essa Patrícia.

Então, Fernanda, boa noite. Boa noite, pessoal. Eu estou aqui suando, viu? Porque eu sou tímida. Eu estou meio nervosa. Eu, na verdade, Fernanda, eu costumo me apresentar como uma protagonista de um conto de fadas. É assim que eu costumo me apresentar para as pessoas. E aí você vai entender o porquê. E esse momento de vida, eu acho que é a coroação dessa história.

E eu entendo que não vou acordar meia-noite sem o sapatinho, tá? Eu tô gripada, me desculpem. Mas eu tô melhor. Por que eu digo isso, Fernando? Essa minha história mais intensa, assim, pra eu retratar dessa forma, como um conto de fadas, ela começou há 15 anos. Eu, muito cedo, muito jovem, me tornei delegada de polícia.

Aos 24 anos eu já era delegada de polícia. E passei no concurso, na verdade, ainda estava na faculdade. E vivi minha vida, tive um filho, casei, etc. Me separei. E aí, 15 anos atrás, eu conheci o amor da minha vida. Um homem especialíssimo, um homem incrível. Só que tinha dois problemas, ele tinha dois problemas. O primeiro deles é que ele era estrangeiro.

ele é uruguaio e o segundo que ele é médico então assim, eu delegada de polícia não podia morar em canto nenhum com aquele homem, eu digo que eu tenho que ficar no Brasil eu tenho um filho e tal e o que é que eu vou fazer com esse amor só que aí ele tomou a iniciativa de vir pro Brasil então ele deixou absolutamente tudo no Uruguai e veio pro Brasil começar do zero however

E aquela incerteza, né? Como é que as coisas vão se dar. E assim, a família é um pouco assustada. Como assim? Você vai deixar tudo que você tem aqui pra ir atrás de uma mulher, né? Não pode. Aí ele disse, não, eu me apaixonei e vou atrás. E começou, literalmente, do zero. Dessa relação, nasceu um filho lindo que nós temos, que tem 14 anos hoje.

E fomos e ele foi lutando. Ele é um médico brilhante. E ele foi, revalidou o título e começou aqui. Só que no fundo, Fernando, eu tinha aquela sensação e aquela vontade de dizer assim, eu quero morar lá na terra dele. Porque eu gosto tanto de ir lá, entendeu? Eu não sei se era para eu ter nascido lá ou ele ter nascido aqui, mas o fato é que a gente nasceu em endereços diferentes.

E em algum momento alguém decidiu abrir mão da sua própria vida para estar com o outro. E eu ficava com aquela sensação de que eu queria realmente morar lá. Mas eu tinha um emprego e eu tinha que seguir minha carreira. Não sabia quando ia acontecer minha aposentadoria, logo depois desse casamento. E com o tempo veio aquela história da reforma previdenciária.

E eu digo assim, pronto, agora ferrou, vou nunca para canto nenhum, vou ficar delegada de polícia até os 65, e já vou estar velha e a coisa não vai acontecer com a Anima. Aí, resultado. Não veio a reforma previdenciária para delegados no estado de Pernambuco, porque eu sou pernaucana, né? E aí foi uma bênção, porque tem três anos que eu me aposentei.

Só que essa aposentadoria, ela foi muito pensada, sabe? Ela foi assim, ela foi planejada. Eu sabia que eu não queria ficar na polícia, não porque eu não gosto da polícia. A polícia me fez, a polícia me deu tudo que eu tenho, que eu tinha até agora. Os leilões complementaram muito o que eu tenho. E eu disse, não, eu tenho um plano. E aí em 2023, quando eu já estava para me aposentar, eu fiz o DZA.

Aí eu fiz o desenhar, conheci o mundo do... Fiquei encantada, né? Eu não sei, né? Eu passava horas e horas estudando aquele negócio. Meu marido dizia, pelo amor de Deus, o que é isso? Não, eu conheci o negócio aqui, peraí, peraí, que isso aqui vai fazer a gente realizar e concretizar o que eu quero. Eu queria voltar para a terra dele, que ele voltasse para lá. Nosso filho é uruguaio também. E eu queria morar lá. Esse era o meu sonho, eu vou fazer acontecer, etc, etc.

Eu me aposentei e voltei a advogar, né? Eu tinha OAB, quando eu entrei na polícia eu já tinha OAB. Ficou suspensa porque era uma incompatibilidade. Eu tinha um cargo de dedicação exclusivo. E então eu disse assim, é nesse negócio aqui que eu vou realizar esse sonho de ir lá. Só que eu saio da polícia e começo assim ainda com aquela dificuldade de ser um arrematante, né? Porque na minha cabeça tinha aquela situação assim de... No... No... No... No... No... No... No... No... No...

Eu preciso ter muito dinheiro para ser um arrematante, né? E eu tinha umas coisas para resolver. Eu disse, não, eu vou advogar. E comecei a advogar, mas esse sonho, ele ficou aqui guardado. E eu disse, eu vou ter condições de planejar isso, né? Por enquanto, Fernanda, era só um desejo, sabe? Não eram planos, era um desejo. E aí, quando foi em 2025, chegou a minha hora. Chegou a minha hora de realmente ser um arrematante, né?

E eu tentei sozinha, viu? Tentei sozinha e eu, claro, eu sabia que eu não sabia de tudo, mas eu já tinha aprendido muito, né?

Tinha aprendido no DZR, tinha aprendido com você, mas chegou o momento de eu dizer assim, olha, é insustentável, eu não quero mais ficar aqui realmente. Eu quero acelerar essa minha ida. Eu quero agora fazer planos. Quer dizer assim, não é ser só um sonho, né? Eu quero planejar, eu quero executar esse planejamento. Eu vou botar no papel. Botar no papel. E eu disse, em um ano eu vou embora.

Foi embora, aí sentei com ele e ele disse, tá segura, porque aí agora o pobre vai ter que começar de novo, a zero, né? O pobre tá sempre abrindo mão da vida dele por causa de mim. Ou seja, ele veio pra cá, deixou tudo. Aqui ele consolidou uma carreira médica e agora o coitadinho vai ter que deixar tudo e voltar pra lá. Mas assim, é tudo muito bem planejado, tá? É muito bem conversado, não tem ninguém feliz, tá todo mundo feliz.

E aí eu comecei e ele me via assim um pouco preocupada, né? O que é que tu tem? Rapaz, eu não tô arrematando. Eu tô trabalhando todo dia, eu garimpo, eu vou. E eu não tô arrematando. Aí eu sempre tive esse desejo, né, Fernando? Eu já tinha conversado com o pessoal da assessoria e tal. E aí?

Eu disse, eu vou fazer contato. Vou lá, fazer contato. Me digam como é e tal, não sei o quê. Aí eu estava muito tentada. Aí eu cheguei em casa. Chegou em casa à noite, eu disse, eu quero conversar contigo. O que foi? Eu acho que eu só vou performar para poder, isso que a gente colocou aqui no papel, acontecer quando eu entrar nos tuvaramos. Você está segura? Assim, a gente tem uma relação muito de confiança, né? Ele confia muito, inclusive o dinheiro dele, coitado, na minha mão. E aí...

Eu disse, eu estou, Gabi, eu estou segura. Ele disse, então vá-se embora. E aí, Fernando, foi... Aí foi o que é hoje, né? Os planos estão seguindo a risca. Em dezembro, nós estamos... Vamos de carro, viu? Digo isso, vamos de carro. Menino, marido, cachorro. Vai todo mundo de carro, por uruguai. Vamos de carro. E em dezembro, eu estou indo embora, né? Viver essa minha vida. E aí, esse é esse ponto. Tinha que dar um suporte financeiro, porque a renda dele, que ele...

que ele tem aqui hoje, que não é pequena, ela vai ter que ser substituída. E como eu substituí com essa minha atividade de leilões e de assessoria que agora está começando. Então, eu falo demais de deixar, porque assim, eu quando estou nervosa, eu não falo nada, eu falo muito. Mas aí agora eu estou tão nervosa que estou falando demais. Eu adoro. A minha melhor convidada que tem é aquela que não me deixa falar, porque eu vou falar para você, para mim é difícil. Você é master. Não é difícil não ser master.

O que é muito legal disso que você está contando? Gente, você ter alguém que se sacrifica por nós. Porque é isso, a gente mudar, né? Porque a gente fala o seguinte, o Gabriel já era um médico consolidado lá no Uruguai e ele muda a vida dele para cá por uma paixão, por um amor, né? Fala, vou construir minha família aqui com a Patrícia e a Patrícia é ancorada ali na polícia. E sabe o que é legal? E aí a gente vem falar sobre isso.

Sacrificou lá daquela vez, agora não é mais um sacrifício, agora ele vai receber os benefícios de voltar para a terra dele. que ele vai falar assim, ah,

Eu já estou constituído aqui, mas eu gosto de ir lá. Eu vou para lá, pronto, perfeito. E é graças a Deus que os leilões dão essa possibilidade para a gente. Estava falando hoje mesmo com o Clígia, na hora do almoço aqui, e ele estava falando que a gente realiza sonhos, que às vezes para a gente, se não fosse pelos leilões, a gente teria mais dificuldade. A gente falava, pô, isso aqui vai fazer falta para mim.

Então ele fez a festa de 15 anos da filha dele e falou, é só mais uma arrematação. Então a gente começa a contar desse jeito. E eu acho legal porque vem com uma história, a gente tem uma história, e a Patrícia eu lembro dela. A gente se conheceu pessoalmente no X-Pinice de 2024, aqui em São Paulo. Ela saiu lá do Pernambuco e veio para cá.

Você já era recente ainda no DZR, estava ali entendendo o mercado de leilão e a gente se conheceu lá presencialmente. E a Patrícia, ela marca demais. Por quê? Porque ela é uma mulher de fibra. Ela traça o negócio ali e os sócios dela do grupo já sabem disso. Ela traça o negócio ali e fala que ela me convence do contrário. E aí eu falei, quando ela chegou nos Tubarões, eu dei a Boas Vindas e falei, eu estou muito feliz que você está aqui.

E agora eu tenho um desafio absurdo, que é fazer você pisar fora da faixa. Verdade. Verdade. Porque, gente, o que acontece? A Patrícia é uma pessoa de extrema inteligência. Ela é uma pessoa magnífica. E aí, naturalmente, você vem com a nossa cautela. Porque a gente do jurídico, que já está metido com a questão do judiciário, o AB e um monte de coisa...

Você vai vendo a questão da legalidade. E para quem é advogado, tem uma dificuldade absurda nos leilões porque fica restrito à tese. Fica olhando aquilo, não sei o quê. E aí passou esse tempo, né, Patrícia? Queria que você falasse um pouquinho para mim. Como é que foi da data que você falou eu vou fazer esse leilão? 2020, final de 2023, lá que você entrou. Até agora, final de 2025, foram dois anos que você estudava, mas não arrematou nada. Não. Absolutamente nada, Fernando. E eu tinha medo, né?

Porque assim, é até surpreendente dizer que eu tinha medo, porque durante 25 anos eu sustentei uma arma na cintura, mas eu tinha medo, né? Porque eu dizia assim, primeiro é o meu patrimônio, é o patrimônio da minha família, o que é que eu vou fazer com isso, e se der errado, aquela coisa toda, né?

confiava muito, porque eu sempre ouvia muito, assim, os três do DZA, né, que eu chamo os três, a tríade, né, do DZA, passava muita segurança, gostava muito de ouvir também o Pierre, porque o Pierre tem essa veia um pouco mais do jurídico, tudo, quero que me atraia e que eu acho que é o que eu consigo, eu ainda, depois vou falar que eu melhorei, tá, porque eu não sou só jurídico, não, tenha calma, tenha calma.

Então, eu disse assim, mas eu me sinto segura, na hora que eu entrei nos tubarões, primeiro que você é uma referência, você ajuda a gente. Então, era essa... Às vezes, o que você pensa, eu dizia, eu acho que vou fazer isso, mas a tua palavra vinha e garantia, dava aquela chancela, aquela coisa assim, eu dizia, então estou fazendo certo.

Isso vai dando confiança a gente. E eu sempre fui uma pessoa de muitas convicções, né? Até porque, assim, eu digo a você, quando você trabalha na polícia, você botar uma arma na cintura e sair com alguém, pessoas desconhecidas, para cumprir o mandato de prisão, você precisa estar muito seguro do que você está fazendo com a sua vida e com as dos outros, né? Então eu sempre fui uma pessoa de convicção. Eu sabia que quando eu ia fazer, eu sabia o que eu estava fazendo, né? E eu não queria errar.

nos tubarões, nos leilões. Eu queria fazer isso também, porque a confiança que Gabriel também depositou em mim, eu não podia errar. Então, quando eu decidi entrar, eu disse assim, esse ambiente é o que vai me permitir ter segurança. Eu acho que esse foi o ponto, sabe, Fernando? E, de fato, foi assim.

Aí eu conheci pessoas fantásticas, né? Eu conheci pessoas que, nossa, eu hoje estou inserida no que eu chamo de sociedade, com sócios que eu não quero largar mais, porque a gente se completa. A Gabriela até diz assim, vocês se completam, porque um tem isso, um tem aquilo. E o ensinamento, Fernanda, porque hoje eu consigo estimar o custo de uma obra.

Entende? A gente tem um outro Fernando nesse time aí, que é o segundo homem da Patrícia aí. Ele tá aqui na live. Ele é especialista nisso. Então, ele já foi contaminando a Patrícia aí. Porque eu não vou ser aquela, nunca vou ser aquela de tomar a frente da obra, de dizer, eu vou fazer a gestão, mas eu consigo opinar. Ontem a gente tava reunido sobre uma reforma que a gente vai começar. Eu consigo dar minha opinião com however...

com fundamento, né? Aquela bobageada toda que qualquer pessoa pode falar. Eu, quando estou fazendo as minhas garimpagens e principalmente agora na assessoria, que a gente depois acho que vai falar sobre isso, eu também já sei estimar o custo de uma obra. Então, quando eu vou para um tubarão da cúpula, olha, o meu card aqui está estimando essa obra dessa outra forma. Eu sou...

incompetente na parte de tecnologia, mas tem um sócio meu, Lucas, que começa a me ensinar as coisas e eu não sei mexer, sei fazer medição, sei isso e aquilo. Então, assim, a gente ganha com as habilidades dos outros, a gente fortalece as habilidades próprias e, ao final, a gente vai realizando sonhos. Eu acho que, basicamente, a minha experiência e hoje, a Patrícia de hoje, ela é uma Patrícia melhor, sabe? E é uma Patrícia, eu vou te dizer, Fernando, que eu...

Eu tenho conversado. Todas as minhas conversas eu vou citar meu marido, porque ele é meu amigo, meu melhor amigo. E assim, é com ele, é ele que tem acompanhado tudo que eu tenho vivido. E eu digo assim a ele, eu estou num processo de melhoria como pessoa. E por que como pessoa? Porque, veja, você disse que eu sou muito cheia de convicções. Eu sou cheia de opiniões, Fernanda. Eu tenho tanta opinião sobre tudo.

E eu, no mundo corporativo, no mundo de negócios, é diferente. Você tem que saber posicionar a sua opinião, sabe? Não pode ser como você, delegado de polícia, você bate o pé e diz não, meu amigo, você está preso. Você está preso, porque quem lhe prendeu fui eu. Ah, o juiz, prova no juiz, eu estava preso. No ambiente de negócios, a gente aprende a ceder, a gente aprende a escutar, a gente aprende a...

desconsiderar certas coisas, né? Então a Patrícia de hoje, apesar de manter a opinião, porque isso eu não vou deixar de ter nunca, ela escuta mais.

ela escuta melhor, sabe? Até porque o objetivo, quando eu estou num grupo, eu quero ter a certeza de que os objetivos de todos são iguais. Então, se eu sei que o meu parceiro, que o meu colega está dando aquela opinião, é porque ele quer o mesmo que eu, ele quer destruir o negócio. Ele quer construir. Então, a Patrícia de hoje é essa Patrícia, que além de saber opinar, sabe ouvir.

É sensacional, porque isso vai de encontro, principalmente com uma coisa que acontece aqui nos Tubarões, que eu acho assim... Eu não consigo explicar realmente. A gente junta, para o pessoal entender aqui um pouquinho, quando você entra no programa dos Tubarões, a gente separa um time de trabalho. Então, quem os últimos que estão entrando, a gente faz ali... Você cai num time com mais 10, 12 pessoas, o da Patrícia, que era o time 6 lá da ambientação, acho que tinha uns 14, com pessoas que você não conhece.

Você é totalmente estranho para aquelas pessoas. E ali você começa a trabalhar, ter uma rotina diária e criar essa cumplicidade. É uma palavra que eu gosto bastante. A ponto dela falou que o Lucas me ajuda com a tecnologia. O Fernando já está me transformando aqui numa empreiteira nata. E ela vai passando também o que ela sabe do jurídico. Então é uma troca muito grande.

E como é que foi pra você, de repente, se deparar ali naquele time, que depois vocês não quiseram se largar mais, mas vocês se pararam naquele time ali, de repente, você com um monte de gente estranha, com as suas opiniões, e assim, o negócio funcionou desse jeito. Como é que foi isso? Eu não consigo explicar.

Então, a gente muda o jogo, porque assim, a gente tem que ceder as regras. E é essa flexibilidade que a gente vai desenvolvendo dentro dos tubarões que faz a gente ter sucesso. Quando você dizia assim, gente, vou mudar vocês de grupo. Eu sei que é todo mundo privado. Ah, não, de jeito nenhum. Você roubou o Carol da gente, né? Essa Carol tá aqui. Carol é maravilhosa.

desculpa gente você roubou o Carol da gente e a gente meio que não gostou muito mas Carol também tinha planos aí, outros planos e a gente apoiou não, vai Carol, você tem o seu rumo, o seu caminho e aí quando você muda a gente Fernando, a gente entende o porquê sabe?

as coisas que a gente precisa conhecer e as pessoas que a gente precisa se relacionar. Foi muito bacana porque também a gente foi pro Experience, né? E aí esse grupo novo, eu conheci gente no Experience, Luciano, Diego e tantos outros, que Augusto, que tá aqui, que é de Recife, conheci lá, Rafael. E o Wilson, que roubou seu sapato.

O Wilson, coitada, meu Deus, eu não vou falar, porque assim, a gente tá em público, né? De repente o Wilson mete aí um BO contra mim, mas o Wilson, uma figuraça, Jean com a esposa, assim, carozinha. Aí fui conhecendo outras pessoas também, né? E dizendo, meu Deus, aquilo ali que a gente tava vivendo naquele grupo 6, é nada, aquilo é um grãozinho de areia, tem muito mais pra usufruir desse ambiente.

Eu sou um pouco tímida, não participo das aulas, mas assim, estou sempre lá. Agora eu começo a falar mais um pouquinho, mas pode ter certeza que eu estou só vendo muito do que é dito ali, sabe? E isso faz a diferença. Até os casos, as situações que reportam nos grupos servem demais para a gente... Aí a gente vai no privado e faz assim, olha aquele caso da gente, olha como é parecido com aquilo ali, tá vendo? Então assim, é aprendizado o tempo todo, sabe? É isso.

sensacional. E assim, vamos falar, você entrou em setembro, então a gente está aí com sete meses de tubarão. E nesses sete meses, você fez quantas arrematações? Eu fiz onze. Eu fiz onze. Eu vou mostrar minha plaquinha aqui, peraí. Olha que placa linda, gente.

Minha plaquinha, fiz 11. No início, algumas são garimpagens minhas, né, Fernando? Então, assim, não são muitas, mas garimpagens, porque tinha isso também, tá? Eu não era uma boa garimpadora. Então, eu tava no meio de gente que garimpava muito, que garimpa muito. Lucas.

Fernando, Tiago, né? Que garimpou coisas também naquela época. E eu garimpei algumas, mas assim, os meninos eram... E eu botava assim, meu Deus, pra aprender a garimpar esse negócio aqui pra trazer boas oportunidades. E a gente tem, eu quero falar depois numa situação muito interessante, que a arrematação do maior risco que a gente assumiu, fui eu que garimpei, né? E hoje tá dando bem. Não sei se vai continuar bem, mas ela tá indo bem. E tomou posto essa semana.

Tomamos posse essa semana. Daqui a pouco a gente fala dela. Então, assim, era... Quando foi acontecendo a coisa, na primeira semana que eu entrei, eu entrei numa cotização. E foi... Era Carolzinha, foi Carolzinha que cedeu pra mim, né? Eu tinha acabado de entrar, eu acho que eu entrei.

numa terça ou numa segunda, na quarta eu tava arrematando o negócio lá. E eu disse, mas eu falei, peraí, deixa eu me situar. Por sinal, essa casa foi vendida hoje, viu? Quer dizer isso? Não, peraí. Vou até dar um pause aqui agora. Dois anos ela estudando leilão, aí ela não arrematou nada. Ela entrou nos tubarões na terça, na quarta, você já era dona de um imóvel. Era dona de um imóvel. Vendido sete meses depois. Era. Oh, meu Deus do céu.

Era. E aí eu me surpreendi, né? Fiquei aquela casa feia. Aí eu disse assim, meu Deus. E arremataram isso. Aí foi. Aí, Carol, eu disse, olha, se der pra mim, se quiser. Carol disse, não, eu abro mão. Abro mão. Entra aí, Patrícia, não sei o quê. Eu disse, vou começar com esse pessoal aí. E deu super certo. A casa foi vendida à vista. Um pop à vista, tá? Quero dizer isso. Roy de 40%.

Em sete meses. É legal falar isso, porque a galera tudo fica. Ah, pagou quanto, vendeu quanto. Quanto que é o ROI? Eu não gosto dessa métrica. Eu gosto, mas essa métrica é diferente, é muito parecida comigo também. Mas o pessoal adora esse negócio. Ah, 40% em sete meses, tá bom? É só assim, né? Não, e foi a vista. Um negócio assim, um trabalho. E aí começou outra coisa, Fernanda, que eu vou te dizer.

Veio de mim um outro ponto, porque eu dizia assim, bom, negociar a ocupação, eu vou me plantificar logo, porque eu quero sentir se eu vou conseguir ajudar o grupo nisso aí.

porque aí eu tinha a habilidade das ações de emissão, eu digo, já tem um advogado no grupo, a gente não vai pagar, mas eu quero testar essa coisa. Por quê? Porque em 2000, no ano 2000, lá vem eu com a minha história de polícia, é Gabriel e polícia, Gabriel e polícia é a presença da minha vida, e meus filhos, né, claro. E aí o que acontece? Em 2000 teve uma situação, não sei se vocês lembram, que foi um assalto no ônibus que terminou morto, um assaltante e tal, e aquele comoveu o Brasil todo.

E a Secretaria Nacional de Segurança Pública fez um curso no Rio Grande do Sul de gerenciamento de crise. E eu fui indicada para fazer, porque eu era do grupo de operações especiais nessa época. Então eu fui indicada para fazer esse curso. E eu fiz e fui instrutora da Academia de Polícia de Gerenciamento de Crise.

E é só que chegou um ponto, depois que eu fui evoluindo na carreira e assumindo outras responsabilidades, eu terminei a minha carreira como gerente geral de programas e projetos especiais, ou seja, eu executava recursos federal com equipe fantástica que eu tinha. Eu tenho essa habilidade também de trabalhar em grupo, porque eu trabalhei em grupo sempre, né?

E na última fase da minha carreira era grupo que performava muito e com recursos financeiros. Então, era gente muito competente, mas de todas as vertentes.

E aí, eu tinha essa coisa do gerenciamento em crise, da negociação, que era uma aula que eu fazia. Mas aqui ficou para trás, né? Eu disse assim, eu vou assumir esses negócios aqui. Eu quero voltar com essa coisa. E hoje eu adoro fazer, tá? Vou conversar com o ocupante agora. Agora eu vou conversar com o ocupante. Vou conversar com o ocupante. O bicho vai ter que sair dessa casa. Aí, o que acontece? No início, aquela incerteza, né? Aí, nosso capitão, que é Marton...

que é uma pessoa que eu adoro, adoro. Depois que eu faço, Marta também está fazendo muito parte da minha vida agora. É a única que gosta do Marta, ninguém mais gosta dele. Marta é maravilhoso, Marta é maravilhoso. Aí Marta ia dando aquelas dicas e tal, faça isso, faça aquilo. Bom, o cara demorou a sair, acho que a gente levou um bypass, cara, a gente demorou quatro meses pra trecer, meu filho. Quatro meses pra trecer, mas vamos sair sem ação e tal, não sei o que, foi dessa casa aí.

E aí nas outras eu fiquei, não, deixa que eu faço, deixa que eu faço. Algumas a gente conseguiu que a pessoa saísse. Essa que foi mais difícil que eu garimpei, que a gente assumiu ontem. Eu também fiz a negociação. Então esse foi outro lado meu que veio assim à tona e que eu adoro. Então nessa parte de negociação eu gosto muito de fazer para tirar o ocupante.

Bom, é isso daí que você está falando, Patrícia. Eu acho que é uma coisa que as pessoas não percebem. Quando o pessoal escuta falar sobre leilão aí fora, é sempre aquilo que eu falei. Ah, mas eu consigo ganhar quanto? Eu pago quanto vendo por quanto? Não sei o quê. Mas, gente, quando a gente se sente realizado pelas tarefas feitas, porque uma arrematação, leilão, não é só comprar e vender. Você tem ali o ponto, a garimpagem. A Patrícia falou, eu não garimpava, não conseguia.

Agora ela já garimpa. Essa que ela vai falar agora é a garimpagem dela. Aí depois negocia registro. A gente passa... Aquela nota devolutiva deu até uma aula. Gente, a gente passa por coisas nesse mercado que quem falar que leilão é fácil, e eu falo...

dureza. Mas assim, a gente passa por muitas coisas, muitas fases. Então a Patrícia foi lá, a gente dobrou um registrador de imóveis com uma petição linda da Patrícia, fazendo o que? A gente converge, aí depois vem negociação com o ocupante, depois reforma, depois venda, como agora, vendeu um pop à vista.

Então, tudo isso, o que isso traz para a gente? Muito mais do que dinheiro. Uma realização pessoal que a gente é capaz, que a gente está vivo, né? Que a gente faz bem aquilo que a gente se dispõe a fazer. Eu acho que isso é uma coisa que ninguém considera. É simples. Você tocou nesse ponto, sabe? Meu marido olha para mim e faz assim, eu acho que é uma investição realizada.

E eu me sinto realizada, né? Eu me sinto realizada como pessoa. Como eu te disse, que eu me sinto evoluindo, me sinto uma pessoa melhor. Eu me sinto realizada como profissional. Eu me sinto realizada como mãe agora, porque assim, eu tenho tempo. Eu tenho dois filhos, né? Um de 23, que é um anjo. E tenho outra preciosidade também de 14. Fui mãe já aos 38, uma gravidez desse meu marido. Assim, uma gravidez linda, que foi a oportunidade que ele me deu de ser mãe de novo já aos 38 anos.

E eu hoje posso acompanhar meu filho adolescente. O outro filho que eu tenho, que mora em Brasília, já está estudando, é um menino brilhante que está estudando para ser diplomata. Meu orgulho também. Eu não tive tempo, sabe, Fernanda? E aquilo ali me matava como pessoa. Eu lembro uma vez que eu era delegada de roubos e furtos e tem aquelas operações de madrugada, aquelas ORQs, aquelas operações especializadas, que a gente recebe uma pastinha.

quando está saindo o expediente, recebe a notícia quando está saindo o expediente, assim, pega sua equipe e aparece lá três horas da manhã em tal lugar.

Você não sabe pra que vai, né? E aí dá uma pastinha pra você, você tem que saber quem é que você vai prender. Pronto, tá ali, vai cumprir aquele mandato de prisão. E nesse dia, eu me arrumando, né, botando minha roupa e tal, ele acordou. Aí acordou e disse assim, você vai pra onde? E eu disse, eu vou trabalhar. Ele falou, só tem você de polícia nesse mundo? E aquele matou, sabe? Porque eu disse assim, poxa, eu tô saindo de madrugada da minha casa, eu não sei se eu volto.

Não sei se eu volto e estou deixando meu filhinho Aquele menino que era Eu só tinha ele, eu era separada do pai dele Eu era pai e mãe dele Eu não posso estar fazendo isso na minha vida, sabe? Mas eu continuava Porque era o meu emprego, né? Hoje eu não tenho isso, hoje eu posso Meu filho de 14 anos, eu cheguei aqui a pouco Porque eu fui buscá-lo Num grupo, eu estava estudando com os amigos Então eu tive a oportunidade de ir lá e vá No however however No however No however

Eu tive a oportunidade de trazer. Eu fiscalizo o celular. Eu sei onde ele está, o que ele está fazendo, com o que ele está falando. Eu estou conversando, estou vendo. Então, assim, isso também é maravilhoso. Hoje eu sou uma pessoa realizada. E não tem preço ser realizado. Quem consegue hoje, nesse mundo louco que a gente vive, estar realizado, estar bem consigo mesmo.

estar bem com sua família, né? E estar realizando as coisas que quer fazer. É tudo maravilhoso. Para mim, por isso que eu digo a você, por isso que eu comecei aqui dizendo a você, Fernando, eu sou o protagonista de um conto de fadas. Sensacional, Patrícia. Sabe por quê? Você está falando aí até...

Mas 14 anos ele tem. É a fase que, tipo assim, agora os leilões me proporcionaram tempo para mim poder estar perto dele. Então eu tenho certeza que ele não vai gostar de leilão. Porque essa fase... Vou lhe contar depois que ele vai gostar de leilão. Ele tem que gostar. Porque ele está querendo mesada para comprar figurinha do Roda Copa. Eu disse, vai ter que me ajudar.

Essa idade, o meu tem 15, mas pra sair com a gente você tem que obrigar, é dureza, ô moleque, viu? Mas é assim, é sensacional mesmo a gente poder ter, pra passar por isso, né? E você teve o primeiro que agora vai ser diplomata, o Clíger. O Clíger tá com o Gabriel aqui dentro de Tubarões, o Gabriel tem 18 anos.

O Gabriel está estudando, estuda de tarde, está fazendo lá administração, e é o nosso tubarão novato aqui, é o nosso caçulinha. Está dentro do time, 18 anos ali conversando com o pessoal engenheiro, advogado, não sei o quê. Assim, ele falou, já é. E aí o fez com ele lá uma métrica de investimento, estava falando, quanto que eu já estou te devendo aí? Ah, ele ganha por garimpagem, ele ganha por arrematação, ele ganha por venda. Está aí, você tipo assim, já sabe, imagine nós.

se nós tivéssemos a oportunidade de entender esse mercado, esse negócio de leilão há 20 anos atrás, quando a gente tinha saído. Nossa senhora! Ele estava feito, né? É sensacional quando você coloca essa situação, porque eu acho que passa com relação a essa questão da nossa realização pessoal. Eu hoje posso encher a boca para dizer que eu faço aquilo que eu amo. Eu adoro fazer. O pessoal fala, ah, Fernando, você está 24 horas no ano presente. Eu brigo em casa às vezes porque eu estou lá respondendo. Eu adoro fazer isso.

A gente faz o que a gente ama. E o dinheiro, o resultado, ele é consequência. Ele vem naturalmente, porque é aquilo que a gente estava falando aqui. Tudo que a gente se dispõe a fazer, a gente faz bem feito. A gente faz com excelência. Isso realiza qualquer coisa. É sensacional. E detalhe, tá, gente? Vou abrir aqui agora um parênteses.

Por quê? Porque ela está falando isso. Ah, faz sete, de sete meses para cá, carreira meteórica dentro dos tubarões, foram onze arrematações. Ah, é um número muito expressivo, mas não é qualquer arrematação. Porque quando a gente fica ouvindo aí por fora, o pessoal vai lá, arremata popzinho ali, não sei o que aqui, faz aquele arroz com feijão. Patrícia pegou essa garimpagem na unha.

Eu lembro desse caso, teve várias pessoas que descartaram. Patrícia foi lá e pegou. Caso cabeludo de fraude de venda de mãe para o filho, anulatória pesada, bloqueio na matrícula. Ela, vou pegar esse negócio. Foi lá com o time e pegou. Tomou posse ontem.

Basta de um negócio. Conta um pouquinho dessa história aí. Vou começar a origem dessa garimpagem, porque nos tubarões também tem uma coisa muito bacana, que é o acesso a essa lista de propostas que o Renan passa sempre para a gente. Então eu estava assistindo uma... Estava na garimpagem que ele faz todo dia de manhã, né? É aquela coisa para criar o hábito e tal. Aí ele disse assim, vou passar uma lista aí de imóveis que boiaram, né? Então aí que...

vocês podem fazer proposta que o comitente está aí com vontade de aceitar a proposta, está com vontade, né? Então construam a proposta de vocês. E aí eu peguei essa lista do que eu fui, saí aqui dissecando a lista, de repente eu vi aquele imóvel ali, eu disse, caramba, isso é bom. Aí eu disse, São Bernardo do Campos, vai estudar, vai ver, realmente é um imóvel interessante. Quando eu fui ver a matrícula, Fernando.

Aí tem uma anulatória nela, né? Aí eu fui ler anulatório. Rapaz, o negócio aqui é na base.

Era uma ação que era para anular, cumprir e vender originária daquele imóvel. Não era nem aquela alienação financiária. Então eu digo assim, rapaz, o negócio aqui pode ser feio. Aí eu comecei a pensar, pensar, e ouvir, botei assim. E o pessoal, olha, tem a chance de perder, né? Não sei o quê. Mas sabe o negócio? Aí eu falei com o Fernando, aí eu fui, Fernando, tu tem coragem, Fernando? Oxe!

Bora, bora. Eu disse, vou mandar uma proposta. Vê, vice. A gente estava avaliando aquele imóvel em 600 mil, mais uns 650 mil, e eu fiz uma proposta de 200 mil. Fiz 200 mil, e aí demorei, e aí, Fernando, cadê? O pessoal, não, não sei o quê, Fernando, bora, eu vou contigo. Aí não aceitaram. Aí eu voltei para o grupo e disse assim, recusaram a proposta de 200 mil.

Aí Matz disse assim, e se a gente mandar? Eu vou mandar 250. Eu disse, manda que eu topo. Eu vou nele. Aí Luiz disse, eu vou também. Aí Célia disse, eu vou também.

Vocês têm coragem mesmo? Olhem porque esse imóvel aí vai demorar. Porque essa anulatória aí, ela é cabeluda. E se der errado, vai... Aí a gente, na proposta, fez o quê? Não, vamos... O comitê vai ter que garantir a evicção, né? Ele tem que ser expresso na garantia da evicção.

A gente fez a proposta, daqui a pouco vem a notícia, 250 a 6. Aí foi aquela confusão toda e vai, não vai, vai, não vai? Vai, todo mundo, vamos, eu vou. Os parceiros, né? Parceiros realmente de fé, porque não deixaram a gente na mão. Aí disse, eu vou.

Aí, Fernando, a estratégia, né? Primeiro a gente tem que saber qual a estratégia para tratar esse imóvel, porque o ROI é muito alto. Ou seja, assim, é um lucro que a gente vai ter grande nesse imóvel. Quanto maior o risco, né, Fernanda? É maior o lucro. Então a gente aprende também isso. Ou seja, eu hoje sou uma pessoa que eu tenho apetite para o risco, tá? Eu não ando mais na faixa, não. Se você ficar na faixa, eu saí da faixa.

Mas depois eu tenho que voltar. Depois eu vou contar de novo. Essa história de voltar para a faixa.

Eu saí da faixa E aí o que acontece Eu disse a estratégia é a seguinte Quando a gente registrar esse imóvel Vai ter que ser o mais rápido possível Ninguém fala nada, ninguém negocia Vamos embora entrar com ação de emissão Aí foi assim A gente registrou rapidamente Quando entrou com ação de emissão Caiu numa vara muito rápida E o juiz No however however

100%. Deu de cara, deu o que a gente pediu, deu inclusive aquelas duas folhas de rosto, uma pra citação e intimação, outra pra... Desocupação direta. A citação e intimação e a outra pra emissão, né? O juiz, fantástico. Quando eu falei com a justiça, ele disse, qual é o juiz, doutora? Porque saiu esse negócio aqui, né? Eu disse, é doutor, fulano de tal. Ele disse, ah, é uma mãe. É uma mãe, porque o cara também, a petição foi boa.

tratada, inclusive, contigo, pedindo as orientações e tal. E a coisa foi bem eficiente. Quando a gente... Diga, agora é hora de... E eu acompanhando o processo lá, tá? O da origem, que ainda tá lá. E aí, de repente, o oficial, quando faz em cima, o advogado do sujeito faz contato comigo. Doutora, ele quer fazer um acordo com a senhora. Eu disse, vamos lá, né? Ver qual é o acordo e tal.

É, o acordo é para sair, a senhora veja aí, redija aí, eu vou redigir o acordo. Só que aí, quando o oficial foi, me contou que a fulana que dizia que a casa foi vendida irregularmente, morava com ele. Eles estavam simulando uma historinha lá, sabe? Aí eu disse assim, oficial de justiça, por favor, coloque na sua certidão que a fulaninha mora na casa também, né? Porque a gente agora vai atrapá-la no outro...

No outro processo, aí de fato ele colocou, a gente pediu, o Fernando disse, não, pede agora a substituição do polo, não é passivo, pede, e outra, pede a anulação do acordo, pede o consentimento para o cancelamento da anulatória na matrícula.

Quando a gente falou isso, eles arrepiaram. Arrepiaram, não, não quero não. Não, ela também não pode assinar não o acordo. E o Fernando disse, não assina. Não assina e vai. Não assinaram quando foi ontem. Ele ligou para mim. Doutor, olha, eles querem entregar a casa. Agora a senhora diz, estação, entrega aqui. Eles entregam a chave. Aí o Fernando, aí o Fernando, não. Não precisa assinar nada, nem pegar chave nenhuma. Entra na casa. Ontem a gente entrou.

Agora teve um movimento do processo hoje, porque eles foram intimados a se pronunciar sobre os documentos que entraram lá, que o juiz já tinha determinado a juntada, e aí agora está esperando, ela se manifestou, a advogada dela, dizendo que pede a continuidade do processo e o deferimento do pedido de anulação. Estamos esperando aí ver o que o juiz vai deferir, mas eu acho que a gente vai levar essa, e aí vai levar com muito dinheiro na mesa.

Já tomou posse, gente. E aí, detalhe, olha só a sacada. Porque o que a gente faz, eu acho que aqui nos Tubarões, eu não consigo, sabe, não desconheço de qualquer outro lugar que alguém pense numa estratégia dessa. Porque isso a gente faz o tempo inteiro. Por exemplo, né, Patrícia, falar para o oficial de justiça, certificar...

que a mulher que está lá brigando, tentando anular a primeira venda, antes da alienação, ela morava no imóvel que eles estavam acumulados. Ou seja, era tudo uma simulação, a ação que bloqueia a matrícula, que a verba alienar matrícula é o que me impede de vender a casa hoje. Então isso resolve o meu problema, eu não tenho mais preocupação. E aí quem que está dizendo que isso aconteceu? Um oficial de justiça.

Com fé pública. Então, a sacada, né, Patrícia? Traçar uma estratégia dessa. Então, não é simples assim, sabe, gente? Não é somente mais um curso de leilão, somente ganhar dinheiro. Não, é muito além. A gente começa... É a prática, né, Fernanda? É o dia-a-dia da gente, né? O dia-a-dia que está sempre... Sempre vai existir, gente. Uma coisa é a seguinte. Nunca uma arrematação vai ser igual a outra.

E nunca vai ser sem problema. Alguma coisinha vai ter para você resolver. Você vai ter que resolver uma desocupação, você vai ter que resolver uma depredação, você vai ter que resolver um juiz que dá e depois retira a sua liminar. Então você vai ter que sempre estar promovendo soluções no seu negócio. E aí estar promovendo soluções no seu negócio é acompanhado de gente habilitada, experiente.

Não tem preço, entendeu? A probabilidade de erro é muito pequena. Pode acontecer, mas eu nunca vi, nunca presenciei algo fatal. Sempre a coisa que a gente arruma a saída, menino. Pode dar dor de cabeça mais até arrumar. A gente atorna.

até conseguir. E a gente sempre fala, muita gente fala sobre o jurídico, o jurídico. Gente, o processo pra gente, o jurídico, ele é meio pra gente conseguir o nosso fim. Eu não quero ficar lá, eu não quero nem uma sentença favorável depois da emissão na posse. Pelo contrário, esses dias eu até briguei aqui com o Tiago, falei, meu, não deixa sentenciar, eu não quero sentença. Se sentenciar...

Cabe apelação, efeito suspensivo? Não, segura esse trem aí. E é detalhes que a gente vai pegando pelo nosso dia a dia. E aí tem um outro ponto que agora já está... Nossa, o tempo voou, Patrícia do céu.

É porque eu falo demais antes disso, né? Mas assim, tem um outro fator que a gente melhora cada vez mais. Por quê? Porque nos tubarões é isso que a Patrícia falou. Em sete meses fez 11 arrematações. E aí, o que acontece com o dinheiro? Acaba rápido. Agora a gente foi lá e fez o quê? Gente, vamos resolver a vida dos nossos tubarões aqui? Todo tubarão é especialista em garimpagem, em desocupação, em reforma, em venda. Ou seja...

No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No No

especialista no mercado imobiliário. E aí, como eu sei tanto e meu dinheiro é finito, acabou? Embora a gente fale que aqui a gente tem o dinheiro infinito, mas não é bem assim, tá, gente? A gente faz mais do que tem. A gente multiplica os pães aqui, mas para nesse sentido aí. É o Peixoto que estava aqui na live que inventou essa de dinheiro infinito.

E aí, o que acontece? Nós vincamos agora o segundo braço, que é da querida Marcela, acho que ela está aqui na live também, assessoria lucrativa. Então, Tubarão agora migrou. Tubarão acabou meu dinheiro, vou fazer assessoria, vou lá imprimir dinheiro. E a Patrícia, pum, caiu para lá, né, Patrícia? Como é que está sendo essa experiência? Isso aí foi culpa também do experience.

Ah, mas aí eu vou ter que voltar em 2023. O que é que acontece? Em 2023, quando eu entro no DZA, eu vou ser rápida, porque eu acho que está em cima da hora, né, Fernando? Não, mas... Em 2023, quando eu entro no DZA, eu vejo aquela jovem advogada e ela falava, né? Eu não sei se era a turma da Marcela minha ou se ela tinha entrado antes, mas eu sei que nós convivemos no DZA, assim.

Não que ela fosse minha amiga ou que eu tivesse proximidade com ela, mas eu estava no mesmo ambiente do DZR que ela. E aquela moça me parecia fantástica, sabe? Eu comecei a admirá-la. Porque ela é uma advogada porreta. Pense numa advogada, viu?

E eu dizia sempre assim, que menina segura, ela sabe do que está falando, ela conhece muito. E passei a admirar a Marcela. Marcela, quando aparecia, eu sempre parava para ouvir, porque ela sempre teve muito que acrescentar. E quando eu vou para o DZA, pronto, sair de 2023, vou para 2025, este ano, no DZA.

vi lá um standzinho que tinha esse produto da Marcela, já me interessei de imediato porque eu disse assim, é coisa da Marcela, é coisa séria porque Marcela nunca iria eu fiquei interessada, eu ouvia falar assessoria, mas eu nunca tinha associado Marcela e quando eu vi, eu disse eu vou conhecer então quando

A proposta era super interessante, né? Você assessora. Eu já tinha feito algumas assessorias, Fernando, antes de entrar nos tubarões, mas eu não gostava muito, tá? Porque, assim, cliente é cor complicada, né? Não é fácil assessorar, é arrematar para os outros, arrematar para a gente ter uma coisa, arrematar para os outros é outra coisa. Mas a proposta era bem interessante porque tem um tubarão da cúpula que é aquele que faz a interface com...

O cliente, né? Então eu disse, opa, dessa... Eu gosto de ocupante, mas de cliente, né? Essa aí eu já escapulei. E aí eu disse assim, sabe uma coisa? Vou entrar nesse negócio, porque o meu dinheiro está acabando.

E eu quero ter dinheiro, tanto para aumentar o meu lastro financeiro, quanto mais dinheiro melhor, para ajudar que eu arremate mais quando eu estiver sem dinheiro, e também para ajudar nas minhas reformas, que a reforma vai levando dinheiro. E aí eu disse, entrei. Mas menino, no início, o Fernando me tirou da faixa do pedestre.

Aí eu vou, entro, caio de paraquedas lá na assessoria da Marcela, tenho que andar na faixa de pedestre de novo. Então eu disse assim, barata tonta, como é que eu vou fazer agora, que eu não sou mais aquela Patrícia, da faixa de pedestre, né, Fernando? Eu sou a Patrícia agora que anda aí de zigue-zague no meio dos carros, cheia de assumindo risco, análise expressa, tudo como é esse negócio.

Aí eu disse, não, vou agora seguir regras, porque eu sou boa em seguir regras, sabe? Essa é uma qualidade minha também. Eu gosto de seguir regras. Se me der uma regra, eu vou seguir. E aí eu disse, vou começar esse negócio. Mas menino, eu comecei suando frio, né? Porque eu digo, demora demais, menino. Lá nos tubaros a gente faz rápido demais. Eu analiso o negócio uma hora, depois eu já arrematei. Como é esse negócio de eu ter que fazer com 10 dias? Mas aí a segurança... E aí a segurança...

do cliente e tudo, então se prima muito por isso. E aí agora eu tenho um casca de bala que é Marton, né? Porque Marton começou a traçar umas estratégias comigo e que a gente em um dia já está aí com uns negócios engatilhados, ou seja é...

Também lá dentro a gente encontra parcerias e parceiros que te ensinam a fazer, mesmo que seja com regras diferentes, negócios diferentes no mesmo ambiente, sabe como é? E que todos vão te dar dinheiro. Então, para mim, no próximo ano é muito importante também continuar na assessoria.

porque vocês lembram lá atrás que eu disse que meu marido vai ficar sem renda, né? Vai ficar sem renda lá no Uruguai pra começar do zero. Então a gente também vai suprir, assim, aumentar essa renda aí com assessoria. E é lá que eu tô agora andando na faixa. Eu ando na faixa, eu saio da faixa, eu ando na faixa, eu saio da faixa. E assim é a minha vida.

Sensacional, gente. É sobre isso, porque a assessoria, ela dá ali para a gente uma renda recorrente. Por quê? Porque ali você já tem o investidor, aí tem os subarões da cúpula, o Marton está lá, o Marton já arrematou, já é sócio da Patrícia. Então, o que acontece? Garimpou, desenvolveu um negócio interessante, você vai lá, já tem o Smartano lá como investidor qualificado, linkou, todo mundo ganha dinheiro, gente. Muito dinheiro. E detalhe.

Os tubarões, quando caem na assessoria, vão com o pé nas costas. Tem que voltar a pisar na faixa? Tem. É chato, a gente desacostuma. Mas é imprimir dinheiro. É imprimir dinheiro que a gente faz ali. E aí, o que aconteceu? Ganhei dinheiro de novo? Estou nos tubarões, arremato de novo. Porque o que a gente vive, vivencia aqui nos tubarões, é uma mudança mesmo de metodologia. Eu vou fazer isso aqui. Eu vou entender o que é.

E aí, com as ferramentas, eu uso onde eu precisar. E aí, quando cai ali processoria, a gente está muito na frente de qualquer outro. Muito na frente. Porque o que a gente faz aqui é fora de sério. Mas, assim, bom, 10 minutos para a nossa aula. Vamos finalizando aqui. Então, Patrícia, quero agradecer imensamente a sua presença hoje, você ter aceitado o meu convite. E quero deixar aí as considerações finais para a galera.

Ah, gente, eu acho que assim, todo mundo tem que sonhar e todo mundo tem que executar sonhos, sabe? Sonhar, abrir o olho de manhã e não fazer nada para concretizar isso não é viver, não. Eu acho que vocês têm que sonhar. Ah, olha, tudo na vida tem custo, tá? Às vezes a gente diz assim, ah, eu gastei com isso, não.

Eu usei pra trilhar o meu caminho. Eu acho que foi isso que eu fiz. E se você sente vontade de fazer, faça também. Se desafie, vá adiante que você vai conseguir. Todo mundo consegue. E assim, nos tubarões a gente tem essa...

Essa ajuda que é infinita. Essa sim é infinita. O dinheiro é finito, mas a ajuda é infinita. É o suporte que a gente dá aqui. O que a gente faz aqui nos Tubarões é pro resto da vida, gente. Não tem jeito mais de você parar de fazer. Depois é aquele negócio, não dá mais pra desver. Depois que você viu isso aqui, não tem mais jeito. É muito legal. Eu adoro isso daqui, amo demais. Patrícia, muito obrigado pela presença. Pessoal, obrigado pela audiência. Agora a gente vai pra aula dos Tubarões.

É, não posso perder, né? Vou estar lá. Tchau, Fernando. Obrigada, pessoal. Meus amigos, meus sócios, meu marido, meus filhos, todo mundo. Ei, Gabriel! Está bem na fita, hein? O pobrezinho vai ficar no plantão. Um beijo, amor. Tchau, tchau.

11 arrematações em 7 meses e a realização de um sonho antigo | Castnews Index — Castnews Index