Episódios de PAPO COM TUBARÃO

Os erros e acertos de quem fez 15 arrematações em 6 meses

02 de maio de 202645min
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Quer aprender como ganhar dinheiro com leilão de imóveis, mesmo começando do zero?
 Neste vídeo, você vai ver um caso real de quem saiu da construção e fez 15 arrematações em apenas 6 meses.
Esse conteúdo mostra na prática como funciona o mercado de leilões, os desafios, erros e como transformar isso em lucro.
 ✅ O que você vai aprender:
  • Como começar no leilão de imóveis sem experiência
  • Os erros que fazem iniciantes perder dinheiro
  • Estratégias para arrematar imóveis abaixo do preço
  • Como reformar e vender com lucro
  • O poder das parcerias (sociedade nos leilões)
  • Como multiplicar seu capital com segurança
 💬 Pergunta pra você:
Você teria coragem de comprar um imóvel em leilão hoje?
 👇 Comenta aqui que eu quero saber!
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Participantes neste episódio2
F

Fernando

HostJornalista
J

Jean

ConvidadoArrematante
Assuntos3
  • Transações imobiliárias suspeitasEstratégias para arrematar imóveis · Erros de iniciantes · Reforma e venda de imóveis · Parcerias em leilões · Multiplicação de capital
  • História de superaçãoTrauma de sócio · Transformação de vida · Confiança e coragem
  • Ações comunitáriasRede de apoio · Amizade entre arrematantes
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Boa noite pessoal, sejam muito bem-vindos a mais um Papo de Tubarão. Hoje vou estar recebendo um convidado mais do que especial aqui. Deixa eu ver a galera chegando aqui. Fábio Marinho já está na área. Deixa eu preparar esse negócio aqui para mim poder interagir com vocês. Vamos lá, fecha aqui.

Perfeito. E aí, galera, como é que vocês estão? O Wagner já está aqui na área. O nosso Eduardo Delícia também. João Dacier. Quem mais aqui? A Maia. Marivaldo. Jocelito. Boa noite, pessoal. A Karina está aqui. Baita assessora. Quem está aqui também? O Rani. Oi, chuchus. É isso aí, gente. Rani é fogo, viu? Terrível esse cara.

Pedro Henrique Miranda, Paulo Braga, nosso tubarão da cúpula está aqui também, Fabiano Barbosa. Então, gente, vai mandando aí o aviãozinho para a galera, chamando o pessoal aqui para eles começarem esse papo aqui, porque hoje é prévia de aula, daqui a pouco tem assunto muito bom. Deixa eu perguntar, para quem já está aqui agora, quem assistiu a Masterclass ontem na nossa comunidade Smart? Quem foi? Vamos lá, quem daqui que já assistiu lá ontem?

Foi privilegiado estar lá num grupo para poder se candidatar lá. Não vou falar candidatar não. O Levi está aqui. O Newton também está aqui na área. Eu fiz a Masterclass na Comunidade Smart. E já divulguei. A gente já tem as datas certas. Ainda não o local. Mas a nossa imersão presencial vai ser agora no mês de junho. Então está pertinho aí. São só 50 dias.

dia 20 e 21 de junho. Vagas extremamente limitadas, por quê? Porque é um evento pequeno, é um evento para poucas pessoas. Então, quem está lá no grupo já se cadastrou para poder fazer depois a definição das vagas. Então é isso, a chance que vocês têm é essa, corre lá. Aí, ô Jean, olha o homem aí. Fala, Fernanda. Boa noite. Boa noite. Tchau, tchau.

Bem, o Jean falou assim, estou 33 horas, já passei perfume, estou preparado aqui hoje. Passei perfume, fui no cabeleireiro, fiz tudo, né? Vamos começar então o nosso bate-papo aqui para mostrar para a galera o que é esse nosso ambiente de tubarão aqui, Jean. Conta um pouquinho para a galera quem é esse Jean aí. Esse Jean era um construtor doido e com muito problema de mão de obra, como todo mundo está tendo no Brasil.

Acabei, problema com o sócio. Aí acabei entrando nos leilões. Aí comecei no DZA com trauma de sócio. O sócio queria colocar torneira de plástico, tanque de plástico, todas essas coisas. Aí eu fiz oito cotizações do DZA sozinho, sem ninguém. Oito cotizações comigo mesmo. Comigo mesmo. Morrendo cheio de trauma de sócio.

Aí, fala você. Não, eu ia dizer que é sensacional. Na verdade, a sua história de vida, eu acho que é um capítulo que daria um livro. É um negócio sensacional. De conquista, de superação, de uma pessoa com determinação. Então você já não é uma pessoa comum. Você é um cara extraordinário.

E aí, você vem falar sobre isso, você trabalhava com construção, ou seja, você já era empreendedor ali do meio, e a gente sabe a dificuldade que é. Todo mundo que está aqui na live hoje, está namorando o leilão, ou é empreendedor, ou tem algum negócio, mas principalmente está focado no imobiliário. E aí você foi para essa parte da construção, você falou, você construiu bastante no litoral. Construí no litoral sul, bastante lá na...

Primeiro eu comecei construindo as coisas para mim, casa para mim, para alugar, e não sei o quê, um monte de coisa.

Aí eu gosto de obra. É a mesma coisa de colocar no parquinho. Eu adoro obra. Essa loucura eu amo. Aí o que acontece? Aí eu fui construir no litoral sul. Mogaguá ali com sócio. Aí fiz um condomínio com quatro casas. Depois fiz outro com oito casas. Depois fiz outro com nove casas.

Mas aí não deu certo, porque a gente colocava um negócio no projeto e no final ele não queria. Colocava o condomínio com piscina, no final ele ia pôr piscina para não gastar. Aí você planejava um valor de venda, tinha que vender barato. Torneira ele queria pôr de plástico, tanque de plástico. Resumindo, uma casa que a gente ia vender por 200 mil, um exemplo, tinha que vender por 130, porque não vendia. Porque estava mal feita. Nem tanto que eu fiz três condomínio.

e não ganhei muito dinheiro, só tive problema. Funcionário, mão de obra, funcionário usando droga, coloca no pau, ganha causa, foi complicado.

Olha só, então o desafio do mercado do empreendedor aí, gente, no Brasil. Porque é basicamente isso. E hoje, a gente aqui já é especialista agora no mercado imobiliário, a gente consegue enxergar as coisas e falar, pô, isso não é possível um negócio desse. Então eu tinha que comprar terreno, ter todo o trabalho de construção, fazer tudo isso, gerar um acabamento para depois ter um produto que ainda não era o adequado ainda para vender. O lucro diminui para caramba, o tempo se vai... E aí

Vai lá pra frente, ou seja, taxa de retorno demora pra caramba pra voltar. E aí, quando é que foi que apareceu pra você que você falou, vou mexer com esse negócio de leilão? Aí eu fui na casa de um amigo meu em Maresias, né, passar um final de semana. Aí estamos lá na praia conversando, batendo um papo. Aí o cara perguntou pra mim, você faz o que? Eu falo, eu sou construtor e tal. Aí ele falou, eu era também, mas agora eu mexo com imóvel de leilão e tal.

Aí eu falei, meu, mas como que funciona isso? Aí ele me explicou assim por cima e fiquei curioso.

Aí comecei a ver o Instagram, conheci a Smart, fui indo, fui indo, até que eu entrei na turma 24. Aí entrei na turma 24 e tal, muito bacana, mas eu com o trauma do sócio, eu não quis cotizar com ninguém.

Vou fazer esse negócio sozinho. E ainda assim, o que é legal de fazer? Porque o que acontece? O universo dos leilões, a gente vai necessariamente levando para o pessoal uma transformação de vida. E a gente vai crescendo, é muito rápido a nossa curva de crescimento dentro das coisas que a gente achava que parecia impossível. E aí você vem, por exemplo, do mercado da construção, cai aqui no meio da comunidade smart para aprender sobre leilão. Aí começa esse negócio de jurídico.

não sei o que lá, não sei o que é aquilo. Como é que foi isso? Você falou, pô, que diabos esse negócio é esse? Eu não sou do ramo do direito. Como é que eu resolvo esse negócio? E você sabe um pouco da minha história, né, Fernando? Eu, meu pai faleceu, eu tinha 13 anos, eu era o filho mais velho e tive que trabalhar com a minha mãe, pra ajudar a minha mãe e pra sustentar meus irmãos. Então, eu passava fome, tive muita dificuldade.

E pra mim estudar foi muito difícil. Então, e não entrava, eu tenho, não entra na minha cabeça. Aí,

Imagina, eu não desejar, cheio de jurídicos, tudo. Imagina, a cabeça ficou desse tamanho. Aí eu falei, meu, eu vou assim mesmo. Aí na época tinha o... Comprar online, compra direta da Caixa, que a Caixa pagava IPTU, pagava condomínio. Eu comprava só essas, porque eu falei, essa daqui não tem como eu errar.

Aí a primeira casa do DZA eu comprei Lá na cidade da minha prima, em Talbaté Aí falei pra ela Meu, dá um pulinho lá pra mim Olha a casa, ah, mas hoje não dá Porque eu tenho que ir na igreja fazer não sei o que Beleza, amanhã não dá Porque eu tenho que ir na igreja, porque vai ter um evento social Não sei do que Aí eu acordei num sábado de manhã, seis horas da manhã Eu falei, eu vou lá Peguei meu carro, fui lá e tal Nossa, casa boa, né, olhei, cortado a luz Eu falei, eu vou ver se eu já entro Pulei o muro E aí

Aí eu pulei o muro, a porta aberta. Eu fiquei com medo, o ferro, a porta aberta. Aí eu comecei a entrar na casa, a casa tava novinha assim por cima. Tinha uma rachadura bem perto da porta, porque a porta não fechava, por isso que a porta tava aberta. Fernando, quando eu cheguei no fundo da casa, a casa tava caindo pra trás. O cara não fez o muro de arrimo e ele fez duas casas germinadas.

Meu, as duas casas estavam caindo. Por causa do solo. Por causa do solo, o solo cedeu. Aí eu falei, o que eu vou fazer da minha vida agora? Se eu não consigo derrubar para vender o terreno, porque você não cai do lado. Aí eu falei, eu vou chamar um pedreiro para ver se eu consigo calçar alguma coisa. Beleza, arrumei um pedreiro lá, o pedreiro foi lá e falou, eu não ponho meus funcionários para trabalhar aqui, nem que você me paga.

Aí eu falei, lascou. Aí foi quando eu falei no grupo do DZL, o pessoal falou, meu, você tem sete dias para devolver. O que eu fiz? Rapidamente devolvi. Sensacional essas histórias, gente. Porque olha só para vocês terem uma noção do que é determinação. Um dos pontos que a gente trabalha demais aqui nos Tubarões e que todo mundo que entra com ou sem experiência, não importa.

O que muda demais aqui dentro é a confiança. Sabe? É como você fica corajoso, né, Jean? E aí vem o que eu estou falando aqui. A extraordinária história de vida do Jean. Então ele acabou de dizer. É uma pessoa que não teve a oportunidade de aprofundar nos estudos. E cai dentro do universo de Lenões. É onde a gente vê gente com graduado, com faculdade, que fala, ah, não entendo isso aí.

não entende porque não quer entender né porque eu sou um cara muito prático e eu levo muito as coisas para questão da lógica e o Jean é exatamente igual eu me assim eu me identifico demais com você porque o que acontece a gente é da lógica não tem não importa o que que é aquilo que que é isso aqui aquilo é isso aqui tá muito claro né então o negócio é barato eu tô comprando barato eu vou vender mais caro eu vou ganhar dinheiro a mas e os problemas não sei que isso eu vou vender

Então a gente vai pra esse ponto Aí você cai na turma 24 do DZA E ainda assim fez oito arrematações sozinho Oito arrematações Sem entender nada do jurídico O que que aconteceu? Você tá falando aqui, vocês tão falando grego aí Eu quero fazer esse negócio Ou o Marismat me deu um puta apoio Porque eles que faziam as documentações Eles que resolvem tudo Então eu me senti Deu mais coragem ainda E eu fui Obrigada

Meu, graças a Deus, no DZR já dobrei meu capital. Falei, pô, já tá bom, né? Foi bom pra mim. Aí um amigo meu, um smartano que tá aí na lá, viu, Pedro? Ele é lá da Bahia e tal. Ele falou, meu, você tem que estar no Tubarão. Eu falei pra ele assim, eu acho que eu vou fazer o DZR de novo, né? Pra mim tentar estudar e tal, né? Aí ele falou, meu, você tem que fazer o Tubarão. Você não tem que fazer o DZR mais. Eu falei, mano, será que é? Ele falou, não, faz e faz. Eu falei, ah, fiquei pensando.

Aí eu fui pra entrar no Tubarão. Aí eu vi o preço do Tubarão, falei, nossa, é caro, né? Mas tá bom, vou parcelar. Não parcela. Eu falei, não, não é possível, é muito caro, eu não vou entrar nisso, não. Mas não, entra, entra. Resumindo, eu entrei. Fernando, no Tubarão, pra mim, foi coisa sensacional. Pra mim, os Tubarão...

É uma família, cara. Tanto que estavam no feriado, uns na minha casa, a gente brincando, pulando na piscina, um enchendo o saco do outro. Não, esse daqui é o time que mais fornece material pra figurinha que a gente tem aqui nos Tubarões. São sensacionais esses caras.

Mas vamos explicar aqui um pouco pra galera. Então, ó, o Jean, ele entrou, ele saiu do ramo da construção, aí ele veio para os leilões e entrou ali com a cara e com a coragem. Falou, vou fazer esse negócio, porque eu sei que vai dar bom. E ainda quando dá ruim, ainda não dá ruim. Pronto, fez. Aí ele tava ali, pô, já dobrei meu capital, fiz oito arrematações.

Mas assim, sou especialista, dá pra mim continuar se eu quiser ganhar mais do que isso, pra onde que eu vou? E outro, eu tô sozinho, tô sendo uma rede de apoio aqui. Aí ele me vem com os tubarões. E aí você saiu, primeiro, você caiu num time ali que já tinha o Fernando, o Patrícia, o Lucas, galerinha ali já fera, mas você não conhecia ninguém, nem eles conheciam ninguém. Começa por aí, todo mundo estranho. Como é que foi pra você essa adaptação ali no Tomates?

No começo, é porque eu procuro sempre fazer amizade, né, Fernando? Eu sou esse cara comunicativo, eu gosto de bater um papo. Então, assim, eu entrei no DSA, nos Tubarão, o pessoal tudo voando. E, meu, você está perdido. Não é uma turma começar nova, todo mundo começando junto. Não, você já entra. Meu, é na prática. Isso, para mim, na prática, foi sensacional, cara. Aí, já, puto que você faz, sou construtor, porque pouca gente quer mexer com obra, né?

Todo mundo quer. Cotizo com sócios, é o Jean que cuida da obra. E eu gosto, entendeu? Isso aí eu não reclamo não, porque eu gosto. Aí, meu, aí já fizemos em 15 dias, fiz a minha primeira arrematação. Aí depois demorei mais um pouquinho pra fazer a segunda.

E agora eu estou com 15. 15 arrematações em 6 meses. Mas assim, daqui a pouco a gente vai falar um pouco sobre essa questão das arrematações. Mas o que eu queria falar, necessariamente, é sobre isso. Então você entrou ali, passou para um time, ou seja, o negócio é intenso, porque a gente faz isso na prática, pessoal, para poder explicar para vocês o que é fazer na prática.

Muita gente está acompanhando na internet, vê aí em outros canais sobre leilões de imóveis e vocês ficam vendo aquilo que está no manual, checklist. Isso aqui é leilão de banco, isso aqui é leilão judicial, isso aqui é não sei o que. Emissão na posse é assim, é assado. Então tudo isso é bibliografia, tudo isso está lá no papel. Mas como é que eu aprendo? Eu tenho que estar fazendo...

Muitas análises. Então, o que a gente tem? Um alto volume de garimpagem. Então, são 10, 15, 30, 40 e 9 que você analisa num dia. E aí, quando você está analisando, não entendi isso, não entendi aquilo. Como é que eu vou participar desse leilão ou não? Não entendi desse jeito. E aí, naturalmente, lá estou eu para poder tirar essas dúvidas e o grupo para se apoiar. Então,

Quando a gente começa a trabalhar junto durante todos os dias, e dá para fazer uma analogia, como tem a CLT? Você trabalha dentro de um escritório, ou num comércio com alguém todos os dias juntos, o que você fica com aquela pessoa? Uma amizade absurda, porque você está lá o tempo inteiro conversando sobre tudo, não só sobre o trabalho. E assim foi ali. O Jean ainda foi além, porque hoje ele é um em carne, o Clíder até falou aqui, meu irmão, meu irmão dos leilões.

Então o que aconteceu foi além. Ele extrapolou os limites do time dele. Ele já flutuou, já conheceu um, já conheceu o outro. Daqui a pouco ele vai falar quantos sócios ele tem aqui. Mas principalmente, junto àquela cumplicidade, aquela amizade que a gente vai formando ali, em tão pouco tempo, que já passa quase todos os feriados com as famílias juntas. Vamos viajar, vamos conversar. Por quê? Porque a gente tem o mesmo propósito, o mesmo ideal, os mesmos objetivos. Então assim...

É muito legal o que aconteceu aqui. E como é que foi, por exemplo, se falasse para você, eu vou entrar nos tubarões para fazer amizade. Nunca, não é por isso, não conseguia, nem imaginar. Quem que esses caras aí?

Além de você ser um outro treinamento, é a prática, né? Não é nada, o DSA é mais estudo, no Tubarão é mais prática. Meu, a família que você forma aqui. Imagina você formando uma família com um monte de amigos que estão aí na live, que eu tô vendo, sócios, meu, ainda ganhando dinheiro. Eu não saio mais do Tubarão não, Fernando, agora você vai ter que me aguentar.

E ainda os grupinhos não sábam, né? E tudo isso é leve. A gente vai brincando, vai zoando um com o outro, vai fazendo brincadeira e vai fazendo as coisas acontecerem. Resultado. A ponto de você falar, depois dos tubarões em seis meses, 15 arrematações. Daqui a pouco a gente entra no mérito de cada um ali, porque cada transformação que esse cara faz também, que pelo amor de Deus. Mas nessas 15 operações, quantos sócios você já tem? De cabeça, Fernando, acho que até perdi as contas, hein?

Eu tenho mais de 15 sócios já. Muito mais. Olha só, é sobre isso. E cada um tem a sua personalidade, cada um tem a sua particularidade, mas as coisas acontecem e fluem. E a ponto de... Essa daqui vale a pena contar. Vamos contar essa história aqui para a galera, porque eu achei muito legal. Eu postei essa semana, para quem não viu. Repostei uma postagem do Jean. Porque pela primeira vez na história, toma-se posse do imóvel...

Onde a ocupante deixa lá uma florzinha e uma garrafa de vinho. Que diabos de encantamento é isso que você fez com ele? Um recado. Tem letinha também, Fernando. Você esqueceu. Meu, e foi muito legal isso daí. Nós chegamos lá pra conversar, né? Pra amizar, pra tomar posse.

Pra dar um prazo, pra pessoa sair e tal. Chegamos lá, a menina começou a dar gargalhada. Cai no chão, perdemos imóvel. Começou a cair no chão. Sabe quando você fica sem rumo, que você fala, meu, como que você tá perdendo um bem e começa a dar risada? Eu nunca vi isso. Aí, beleza. Aí eu falei pro Luciano, falei, Luciano, acho que ela não vai sair. Não, pedi um prazo. Demos um prazo. Demos um prazo de 30 dias, depois ela acha que pediu mais 10 dias, 15 dias. Demos também.

Aí, meu, a gente falou, ela não vai sair. E ela foi, limpou a casa, deixou um vinho, deixou uma flor, deixou um recadinho. Mas agora eu e o Luciano estavam com medo. Tomam o vinho ou não tomam o vinho? Sensacional, gente. Estava doido. Mas vem cá. Teve primeiro aquela transformação que você mostrou que foi uma casa da Bahia, né?

A casa da Bahia que encarou até os batentes. E tiraram tudo, você deixou a casa maravilhosa. Ancou tudo. A casa da Bahia, Fernando, foi uma casa que eu comprei e do lado era a casa do irmão do rapaz que perdeu.

O que acontece? As janelas, encanamento, ia tudo pro lado do irmão. O que o irmão fez? Eu não quero, você pode arrancar tudo isso daqui. Eu tive que mudar telhado, mudar janela, mudar... Eu gastei um absurdo de reforma. Eu gastei 150 mil de reforma. Mas ainda deu lucro. Deu lucro aí de uns 140 mil.

sensacional até quando tá ruim aí e essa é uma uma um medo né uma uma coisa que paralisa muito arrematante que tá começando nos leilões ele só mas isso cara depredar o imóvel e se arrancar isso e se arrancar aquilo hoje a gente já faz aquele corte em cima corte embaixo né deixa eu ver o ponto que sobrou no meio então pouco importa o jeito que vai ficar o imóvel ali Lógico que né quando o imóvel tá bonitinho o cara quebra dói um pouquinho na gente

mas a gente já sabe como se virar e até espera que isso aconteça, não é mais nenhuma surpresa. Então, essa casca que a gente vai criando ajuda demais, principalmente para a gente continuar no dia a dia fazendo isso. Então, aquela casa ficou maravilhosa. E aí, depois disso tudo, todo dia você está postando posse, posse, já está com um monte de obra aí. E eu estou com oito obras ao mesmo tempo. Você imagina que eu estou ficando doida?

Aí o que acontece? Ontem eu não contei pra ninguém. Ontem eu tive uma posse mais rápida. Muito mais rápida. Eu liguei pro cara. Eu arrumei o telefone dele. Consegui falar com ele mais ou menos umas 11 da manhã. E ele me desocupou o imóvel às 6 da tarde. Eu nunca vi isso na vida. Você acredita? O cara esperando você ligar pra saber pra quem que eu deixava a chave. Não, mas ele tinha todas as coisas. Ele arrumou um caminhão, ele alugou uma casa e mudou no mesmo dia.

É diferente da casa estar vazia. Ele mudou, eu não acreditei. Ele falou, não, eu vou mudar hoje. Eu falei, não acredito, como você vai? Pensei comigo, né? Como que você vai arrumar carreto, arrumar a casa e mudar no mesmo dia? E mudou, entregou a chave. E hoje eu já falei, vai pra lá, já mandei o pedreiro pra lá.

Família tá em peso aí, família. Tá todo mundo aí, parabéns, amor. Ela tava lá com a gente, né? A gente fez o X-Pirice, nosso evento presencial lá em BH, em janeiro. Ficamos lá até seis horas da manhã no hotel lá. Viramos a noite. Vai ser muito bom, né? O Gia não deixa ninguém dormir, não. Vamos ficar aqui conversando aqui. Gente, é muito legal isso que a gente faz.

e complementando, né? Não só pegou o Experience ali e começou a replicar isso em todo feriado. Todo feriado tá aí e pronto. O que você prometeu pro cara pra ele sair?

Eu ajudei ele. Resumindo, sabe o que ele falou pra mim? Eu falei, eu te dou uma força. Ele falou, eu tenho quatro filhos, minha esposa tá grávida de novo e eu e ela não trabalha. Eu falei, como que assim? Aí ele falou, não, não tenho pra um dia. Eu falei, meu amigo, ou você sai numa boa, a gente tenta fazer uma negociação, ou eu entro com a emissão na aposta, daqui 40 dias, a viatura encosta com o caminhão, joga suas coisas tudo dentro do carro, do caminhão e você vai saindo.

Acho que não é legal, você não é ladrão, pra sair com polícia, não sei o que. Eu falei, ó, pra mim te ajudar, eu te pago dois meses de aluguel e pago... Você me paga o caminhão também? Eu falei, pago daqui dois meses e já deu tempo de você começar a trabalhar. Falei pra ele. Aí foi aí, foi dois meses de depósito, aluguel de 800 reais, dei 1.600 reais e 200 do caminhão.

Foi embora. Se ele vai trabalhar e não vai pagar o aluguel dele, aí já é com ele. Sensacional essas histórias, né? E assim, dessas 15 que você fez, você já vendeu algumas, Jean? Já, já vendi. Ah, das 15 agora? Não do PZA, né? Das 15 agora eu vendi quatro já.

Já vendeu quatro. Olha só que delícia, gente. Então é sobre, olha, vai rodando muito rápido, né? E é quando a gente fala pro pessoal, e a gente até às vezes publica aqui resultado no Instagram, quem tá fora não acredita. Fala assim, não, isso é brincadeira. Como assim? Arrematou 15 imóveis. Quero ver ter dinheiro pra tudo isso. Então é o imaginário do pessoal que tá fora.

É muito interessante, sabe? Eu acompanho um pouco os comentários ali, eu fico bobo de ver, eu falo, gente, tudo é possível, basta a gente querer, a gente se dedicar, a gente ir, vai para cima. Porque quando a gente fala sobre os tubarões, e essa é uma questão interessante, ah, o que é? É muita intensidade? É. Ah, é assunto mais denso? Ou seja, assunto mais difícil? É.

Mas sai alguém, por quê? Sai alguém sem entender? Até sai. Mas sai alguém sem resultado? Não sai. Por quê? Porque é aquilo que a gente falou. É uma questão de lógica. Então você está muito... Tem aquele memezinho lá, né? Vamos pegar um cara lá. Nós vamos no carro de quem? O amigo fala.

Porque é sobre isso, a gente está todo mundo junto, então tem um suporte, uma rede de apoio para resolver problemas, para suportar e trair. E assim, a gente passa pelas coisas com uma leveza muito grande. Tudo que deveria ser difícil passa a ser fácil, porque a gente não está fazendo sozinho. E não é a questão de que a...

eu não vou fazer. Não, pelo contrário. Eu vou fazer, mas eu vou fazer sendo apoiado. Então isso eu acho que muda totalmente o jogo. Porque a gente ganha dinheiro fazendo o quê? Fazendo isso, né? E fazendo amizade também, né? Porque vira tudo amigo, tudo irmão. Já viaja no feriado junto, aí já fica um folgado. Aí fica fazendo dancinha.

Então, Fernando, vamos falar do... Totalizando aí o total de tudo, desde o Desear até agora, vamos falar 23 arrematações. Dessas 23 arrematações, o menos que eu consegui ganhar menos foi 20%.

Na pior, né? Naquelas que eu ganhei menos. Aquela que foi ruim, mas é aprendizado. No DSA eu fui, eu tô disposto, se eu empatar, tá bom. Se eu perder em uma, na outra eu vou ganhar pra compensar aquela, porque eu sou esse cara, né? Às vezes eu perco em uma, a gente ganha na outra. Eu sou assim, eu vou arriscar. Então, assim, pra mim, cara...

Foi sensacional. E o tubarão, pra mim, foi um divisor de água na minha vida. E quando eu fui entrar nos leilão, aí tinha uns amigos meus que falaram assim, pô, você vai estudar pra comprar coisa de leilão? Tirou mó sarro de mim, sabe, Fernando? Eu fiquei mó mal. Porque sabendo da minha história, como que eu não podia, né, não sabia estudar direito, não é que eu não sabia, né, não pude. Eu só fiz até o primeiro colegial na prática depois, né.

E, meu, como eu fiquei mal. Quando eu fui pro evento em janeiro, agora, que eu peguei aquela plaquinha, por mais que eu tinha entrado no final, meio de outubro, aí eu peguei a plaquinha, porque só tive um mês e pouquinho das minhas rematações, nossa, aquilo pra mim, parecia, valeu milhões pra mim.

Nem dinheiro. A minha história, a trajetória. Na hora, na mesma hora que eu desci daquele palco, eu peguei a foto que eu tirei, fiz um texto e mandei para aqueles dois amigos. Falei assim, obrigado. Sem vocês, eu não estaria aqui.

Por causa do bril, da dedicação. É sobre isso, gente. Aí eu falo, e assim, a gente também tenta, né? Todo mundo que a gente gosta, a gente quer trazer, a gente quer ajudar, a gente quer que cresça junto com a gente. E não é sempre. Eu sei também da sua luta, do seu irmão, que você fala, pô, eu tenho que trazer esse cabeçudo pra esse negócio. Mas assim, a gente passa por isso. E a história, a sua história de vida é linda, né? Então, por causa, porque você vai analisar, é muito legal. A gente tem hoje, dentro da Mentoria dos Tubarões,

grandes grandes mentes né então você tem ali grandes advogados servidores públicos federais tem juiz tem delegado tem tudo quanto é profissão que vocês imaginarem né E aí você vê que o peso tem é pega diferente quando você tem por exemplo Jean falou aqui olha eu estudei até o primeiro colegial

Entrei ali, fui zoado pelos amigos e não sei o que. Só que hoje eu já tripliquei, quadripliquei o meu capital que eu tinha. Hoje eu tenho condição de fazer o que eu quiser. Vou feriar, todo feriado eu vou viajar. Aonde quiser que eu vou fazer, eu dou conforto para a minha família. Eu consigo fazer e consigo fazer com menos tempo possível de trabalho. Porque é gostoso, com o pé nas costas. Não preciso ficar lá vigiando o pedreiro que está cheirando craque lá.

Mas nesse feriado, Fernando, tinha quatro tubarões na minha casa. Tinha quatro notebook, de manhã nós estávamos garimpando os quatro. Eu vi. Eu falei, vamos arrematar um aqui, nós quatro? E olha só, gente, esse daqui também merece um parênteses aqui. Tinha quatro tubarões na casa dele no feriado.

Aí um é de Limeira, o outro é de São Paulo, o outro é do Paraná, lá de Ponta Grossa ou Maringá, o que é? Maringá. Então, olha só, um de cada canto sai, se desloca, pra passar o feriado junto. Vocês têm noção do tamanho do querer desse negócio? Só tem isso. Vou falar a verdade, é sensacional.

Imagina, né? Quatro dias falando de leilão. A gente vive isso aqui, a gente vive 24 horas isso aqui. Isso aqui parece um negócio doido. A gente fica viciado por isso e, meu, e você também é sensacional. É de sábado, é de domingo, se tem alguma dúvida você está respondendo. Meu, parabéns. Parabéns para você também. Sem você, nós não seríamos isso.

É porque eu estou com vocês, eu quero estar com vocês. Não tem jeito. É a mesma coisa. Não tem lado de cá e lado de lá. Nós somos uma coisa só. E, ô, Jean, e sobre isso, por exemplo? Você falou para mim que você já triplicou ou quadriplicou já o patrimônio? Quase quadriplicando já.

quadriplicando, olha só, a gente já multiplicando por quatro os valores investidos. Aí ninguém acredita também. Ah, mas se dá 30%, 50%, a gente pega imóvel alavancado, ou seja, um outro financiado, um outro aqui. Os tubarões acontecem de um jeito que é sensacional, a ponto de que, ó, o Jean falou, de jurídico.

Tem o Carlos, Carlos Admaringá, estava lá com ele no final de semana, brilhante advogado. Ele está na live aí agora. Precisa preocupar com o jurídico? Carlos, se vira aí. Lógico que eu pego no pé, eu falo, todo mundo tem que saber o que está acontecendo aqui, não vamos deixar passar, não. Mas assim, gente, o fato é, o resultado, ele vem, mas ele vem da vontade da gente, não é. E a gente veio bater a mubato muito nessa tecla aqui com os tubarões, né? Eu falo, ó, o programa, ele é individual.

Ele não é coletivo. Não vou entrar aqui porque tem o time ali, não sei do que, e eu vou parar. Não, o seu resultado vem de você. E aí é impossível você pegar alguém que tem uma determinação que nem você, Jean, e não ter esse resultado. Por quê? Porque você está num ambiente certo, você está com todas as ferramentas que você precisa. E aí a vontade e o coração, meu filho, não tem ninguém que segure.

Simples assim. E aí você falou, a gente tava lá no evento onde você recebeu sua placa lá de Tubarão. Tive o privilégio de poder te entregar. E aí o orgulho, o orgulho da patroa lá. Você é louco. Pra mim, Fernando, aquela plaquinha lá, aquilo passou uma história da minha vida, de quando meu pai faleceu, o que eu passei, entendeu? Eu até me emociono, você já sabe que eu já...

Mas graças a Deus, Deus superou. Hoje eu consigo honrar minha família, meus filhos, entendeu? Graças a Deus. Não, é sensacional. Porque é tudo aquilo que a gente sempre sonhou na vida. E é legal. E eu tenho um prazer imenso de poder falar de leilão, de poder falar pro pessoal. Porque eu quero trazer todo mundo que eu gosto, que eu conheço pra esse universo. Aí o pessoal fala, mas isso tá saturado. Nem vou entrar nesse método, daqui a pouco a gente fala. Mas ó...

O leilão é a única coisa que você consegue realmente ter uma transformação de vida. Não só financeiro, para poder dar conforto, para você poder ter tranquilidade de pensar, de decisão. Porque eu acho que liberdade financeira não é você ter um monte de dinheiro. Liberdade financeira é você poder decidir o que você quer. Hoje eu quero trabalhar, hoje eu não quero.

Eu quero fazer isso aqui, eu vou fazer, eu posso fazer. Então, eu acho que a gente ganhar o poder de decisão, de poder não ter que ficar cortando nem o cartão da patroa, não quero saber como você está gravando. Ah, tá mesmo assim, Fernando, não é assim não, Fernando, vamos devagar.

Mas a patroa não gasta não, Fernanda. Ela não gasta. Eu lembro que a gente conversou, né? Que você falei pra você assim, cada imóvel que vender tem que dar uma bolsa pra patroa. Imagina, hein? Só no Tubarão já tinha que ter dado a quatro.

Mas é sobre isso. Eu acho que essa questão com relação ao universo dos leilões é que deixa a gente bem feliz com relação a isso. Porque de um jeito ou de outro, com mais ou com menos, e às vezes as pessoas têm essa questão da ansiedade também. Então, a pessoa entra nos tubarões e fala putz, eu tenho que arrematar, eu tenho que ganhar dinheiro. Aí eu vejo lá, por exemplo, o pessoal que entrou agora faz 15 dias pela imersão.

E arrematou o primeiro ontem, hoje é 15. A Catrinha está aqui, o Léo. Aí eles fazendo lá a narração, o vídeo, comemorando pra caramba. Cara, é legal demais ver aquilo. De ver a realização das coisas. Só arrematou, é só uma arrematação, mas representa muito. Porque aquilo é o start de uma jornada que não tem mais fim, não tem mais volta.

A gente vai fazer isso pelo resto da nossa vida. A gente pode fazer N outras coisas junto, mas o leilão a gente não vai parar mais. Ah, eu não paro.

Eu não paro do leilão, não paro dos tubarão. Eu quero viver essa vida com vocês, com meus amigos. Não o tubarão, né? Smart, né? Vamos falar, coitado dos DZA que estão aí, meus amigos. Tem o meu amigo Pedro, que tá aí na live também. Que virou família. Ele veio, sabe? Já ficou na minha casa também. É um cara sensacional. Tem o Beto, meu amigo. Um cara que me conhece da infância, sabe da minha história. Entrou agora.

no DZR, já já tá no Tubarão comigo. Então, assim, é muito gratificante, né? O que você falou, a gente quer as pessoas que a gente ama junto com a gente, né?

É bem por aí, porque a gente quer crescer, a gente não quer crescer sozinho. Não tem graça. Esse é um ponto interessante. Jean, olha só o que acabei de pensar aqui agora. Passa na cabeça de quem está fora, de quem vive fora, porque quando a gente fala de leilão, a gente fala do quê? Concorrência. Não, vamos disputar quem que é o lance maior, quem que não sei o quê, ou seja, um pisando na cabeça do outro. E aí você cai aqui dentro do ambiente onde tem centenas de arrematantes e aí você cai dentro do ambiente.

Que não tem isso. Cara, leva esse, tá bom, vamos pegar outro lá, amanhã tem outro. E todo mundo querendo o crescimento do outro, de não só nega informação, de ajuda no que pode. É um negócio que se contar, ninguém acredita. Você arremata lá no final, lá do mundo, uma cidade que você nunca nem pensou que existia. Tem um tubarão que conhece um pedreiro lá.

Então, assim, sempre um ajudando o outro. Há um corretor, há um problema jurídico. Meu, é sensacional. Esse mundo é o que eu falei, né, Fernando? É uma família, né, cara? Hoje eu recebi uma mensagem no direct do Instagram. Era um médico. E aí ele falando assim, você trabalha com arrematação em grupo?

Aí eu parei pra pensar, peraí, o que será que ele quer dizer com arrematação em grupo? Aí eu fiquei pensando, cara, eu falei assim, como é que eu respondo? Porque como é que eu explico o que é a nossa arrematação em grupo? Não é uma arrematação em grupo, né? É um negócio que a gente... Não, vários. Cara!

É muito louco isso. É difícil demais de conseguir esclarecer. Tá doido. Tem tanto imóvel no nome dos outros. E tanto imóvel meu que é dos outros também. É muito legal. O que mais que a gente pode falar aqui pra galera, então? Vamos lá. Fugiu, mudou? A gente faz a live aqui sem roteiro, tá, pessoal? A gente vai falando. Parece que é tudo combinado. Não, nada. A gente fica aqui, lutando.

Pois é. Mas e aí, o que mais que a gente fala? Me ajuda aqui, vai, Jânio. Vamos lá. Eu tô com oito obras, né? Tô com oito obras em andamento agora. A cabeça tá meio pirada. Você vê, o pessoal fala que não tem oportunidade. A gente garimpa. Amanhã, o exemplo, é o leilão. Você conversa falando com o Pedro ali.

material daqui, aí você paga a casa de material, paga o caro do vidro, encomenda isso. Às vezes você perde o leilão, você esquece. E o povo fala que não tem oportunidade, mas tem oportunidade. Aqui você fica sem dinheiro fácil. Não tem jeito. É impossível pra gente conseguir pegar tudo que tem. E aí a gente começa a olhar também pra oportunidades diferentes, que não é o que todo mundo vê. Começa a falar sobre isso. O Alipo tá provocando aqui com mansão, não tem jeito ainda.

Aí o que acontece? Essa, por exemplo, hoje eu vi que você postou a foto lá, um vídeo lá, do apartamento que já estava montadinho, todo decorado, pronto para vender. Isso, aquele apartamento, o que acontece? Aquele apartamento, eu mobilii ele todinho, Fernando, tudo. Eu coloquei tudo, até tapete, cheirinho, tudo está para vender. Por quê? Você pega um apartamento novo, aí você vai vender ele novo, com um prédio...

recém-entregado, um ano de entrega, tem muito investidor que tem apartamento lá, construtora tem apartamento lá, então você vai ser só mais um. Então o que acontece? Um exemplo, nesse apartamento, é um apartamento de venda de R$ 400 mil. Um apartamento de R$ 400 mil, eu gastei R$ 32 mil para deixar ele pronto. Eu coloquei R$ 50 mil a mais.

E aí já está quase vendido. Já está quase vendido. Hoje eu estava lá finalizando, colocando as cortinas, os detalhes final, né? Porque eu coloco coxa, coloco travesseiro, tudo, forno, tudo, tudo. Então, assim, é o diferenciado. Se eu for... Então, quer dizer, além de eu ganhar o meu lucro, eu ainda ganhei, ainda acho que foi mais 20, 30 mil dos móveis do trabalho que eu fiz de pôr móvel.

Você consegue maximizar o lucro fazendo isso. Isso aí também é uma coisa legal. A gente tem algumas aulas já na plataforma e de vez em quando a gente vai vendo como é que está as fases de arrematação de todos os tubarões. Vamos falar agora de venda, vamos falar de reforma, vamos falar sobre emissão na posse, de acordo com a fase. E essa questão do diferencial para a venda é uma coisa que pega muita gente às vezes... E aí

imóvel tem baixa liquidez, demora para vender, demora, não vamos dizer que não demora, mas qual que é o seu diferencial? É isso que o Jean falou, eu vou deixar ele diferente de uma forma que o cara bateu o olho e eu levo o contágio sobre o mercado, ou seja, a minha chance de vender muito rápido é muito maior do que a de todos os outros.

Porque, inclusive, a gente usa isso para fazer avaliação na hora que você está comprando. Com esse dinheiro, o cara compra o quê? De quem? Aonde? Então, é isso que eu vou me basear para eu ter uma noção e uma perspectiva com relação ao que a gente faz aqui. Muito bom.

Você tem que ser diferenciado, né? Eu coloco o lustre. O lustre, eu vou lá no busca-busca. Eu compro tudo no busca-busca. E fica lindo. Coisa mais linda. Você viu? Você viu. Ficou lindo. E já tá quase vendido. Então, assim, a gente tem que ter um diferenciado em tudo. Você viu nas casas como eu deixo? Eu sou chato. Eu sou enjoado. Eu gosto dos negócios. Ah, claro. Depende o tanto que a gente tem pra gastar na obra. Quando a gente comprou, nós compramos, tinha... ...

Nós podemos gastar 20 mil de obra. Beleza. Eu vou fazer 20 mil de obra. E com coisa bonita e barata. Entendeu? Vai fazer o diferente, exatamente. Vai aproveitar aquilo. Ó, doutora Cristina perguntando aqui. Como funcionam os tubarões? É um ecossistema? Um curso? É tudo isso. Então, é um ecossistema. A gente tem aqui, mais de hoje, estamos com 300 e poucos tubarões.

mais a comunidade, que a gente tem mais de 10 mil arrematantes ali no DZA. Então, nós somos especializados em leilões de imóveis e principalmente no mercado imobiliário. Então, tudo que você imaginar, que é aula, a gente tem aula hoje, daqui a pouquinho, nós estamos indo para lá para uma aula não gravada hoje, né, gente?

Tem isso também às vezes. Então, temos aulas terça, quarta, quinta. Temos o dia todo, junto, ali a gente monta times, né? Para poder fazer o quê? Análises, garimpagem, arrematação de oportunidades, depois resolve a questão do pós. Ou seja, é o ambiente preciso. O nosso programa é tudo o que você precisa para multiplicar seu capital com segurança. E de brinde, vem os sócios.

Verdade. Como a Fabiana falou, a Bia falou aí. Eu pinto até o condomínio. Em gravata aí mesmo, a Nil está aí também, que é minha sócia. Então, o que acontece? Às vezes eu pinto o condomínio inteiro. Porque você vai falar para o pessoal te ajudar, o pessoal não quer ajudar. Nem numa lata de tinta. Mas, pô, eu vou gastar, vamos falar, 5 mil a mais numa obra? Vou. Mas eu vou vender. Eu tenho que ter um diferenciado para a venda.

É, senão eu vou ficar travado ali com o negócio e não vejo e não ando. Eu não consigo fazer mais nada. Fico com o meu dinheiro preso lá. Não pode. Está certíssimo. Não pode.

E hoje, e tem uma outra situação aí que a gente já falou aqui um pouquinho, mas, por exemplo, a quebra do paradigma, né? Entre você ter saído de sociedades bem ruins, então você já veio para cá, veio para o DZR, fez oito arrematações sozinhas por causa de, tipo, sociedade é muito difícil. A gente não bate, não bate as ideias, chega na hora da decisão como é que decide, como é que não é. E aí, de repente, do nada, poucos meses aí, ó.

Você já comprando imóveis junto com mais 3, 4, 5 pessoas que você nem sequer conhecia. É, tem uns que eu não conheço. Pessoalmente não, só por grupo. Só por grupo. Aí o que acontece? Para quem está do DZA e assistindo, não cotiza sozinho. Isso era o meu trauma, né, Fernando? Porque às vezes o pessoal vai começar a cotizar sozinho. Isso era o meu trauma por causa dos sócios.

Mas cotizando com parceiros, ele tem a experiência dele, eu tenho a minha, a gente vai trocando experiência, a gente vai trocando. Enquanto eu estou cuidando de uma coisa, o sócio está cuidando de outro, vem aí a tinta, cota para mim, cota o material aí, que eu vou cotar o piso em tal lugar. E a gente divide as tarefas, fica mais fácil.

E vamos ir, né, Fernando? É muito legal, porque o que acontece? Eu acho que o grande segredo do sucesso, de fazer essa cotização aqui dentro do programa Subarões, é, primeiro, o propósito entre as pessoas. Então, não importa muito se um pensa de um jeito, outro pensa de outro. Por quê? Porque eles têm o mesmo propósito. Todo mundo sabe qual é o objetivo. Esse imóvel nós compramos para a gente vender com lucro e depois comprar outro.

Então, quando você tem o comprar outro, significa que essa sociedade não é finita. Ela pode ser replicada. E todo mundo aqui dentro tem que buscar ser sempre o melhor sócio que alguém pode ter. Então, a gente coloca isso como propósito. Qual é o meu propósito como tubarão? Ser o melhor sócio que alguém pode ter.

E se eu sou o melhor sócio que alguém pode ter, o que vai acontecer para mim? Sempre vai me chover oportunidades. Sempre as portas vão estar abertas para mim. Por quê? Porque eu sou proativo, porque eu sou interessante. Então, o que acontece? Você vai fazer 15, 20, 30, 40 arrematações. Você vai multiplicar o seu dinheiro em oportunidades que você nem sequer imaginava que existia. Imóvel lá em não sei na onde.

Entendeu? Por quê? Porque a gente tem um propósito que é ser o melhor sócio que alguém pode ter. É isso que a gente fala, tubarões é pra buscar sócios qualificados. E deu muito certo. Deu pra mim, pra mim foi, tirou o meu trauma, né? Essa sociedade nos tubarões tirou o meu trauma. Porque dessas 15 arrematações do tubarão...

que toca a obra e a maioria dos meus sócios não falam nada, só dá ok, eu falo, ó, só aviso, eu vou fazer isso, pode fazer, eu vou fazer aquilo pode fazer e meu, graças a Deus, tá aí, acabou os traumas, nenhuma dessas 15 quiseram colocar a torneira de plástico

Não, toca o terror aí. O Jean cuida da reforma, o outro cuida da posse, o outro cuida do registro, depois o outro cuida da venda. É sobre isso, gente. Divisão de forças, divisão de tarefas, habilidades complementares. É sobre isso. Mas legal. Vamos encerrando por aqui. Vamos preparar para a aula. E Jean, vamos deixar...

Só responder o Leopoldo aí. O Leopoldo sou de São Bernardo do Campo e era construtor no Litoral Sul. Então, sou de São Bernardo. E vamos embora. Agora fala você, Fernando. Desculpe. Não, eu ia pedir pra você deixar suas considerações finais aqui.

Se eu vou ficar falando de consideração, não vai ficar até quinta que vem aqui. Porque aqui, eu tô na live inteira falando aqui. Eu sou, pra mim, é o que eu já te falei, né? Pra mim, ainda mais quando eu comecei na Smart, tiraram o sarro. Aí ficou mais pesado pra mim ainda. E graças a Deus, hoje vendo isso, agradeço muito a Deus, a minha mulher, os meus filhos e a minha família, né?

E, gente, que superação foi pra minha vida. Isso pra mim, e eu pretendo viver isso, tem muitos sócios irmãos aí, Luciano, que eu tô vendo, tem o Clígia, o Carlos, todos, se eu vou ficar falando, eu vou esquecer, então é todos. Pô, lá no evento, lá você é doido. Nós estamos até seis da manhã, né, Fernando? Ainda bem que eu peguei meu voo no final da tarde, você não tinha perdido. Sensacional.

Então tá bom. Gente, quero agradecer aqui a presença de vocês. Até quarta que vem. E, Jean, principalmente o privilégio de estar recebendo você aqui, que tem essa história de vida tão linda. Você já tinha me contado. Quando você entrou, falou, pô, Fernando, eu vou te contar minha história e não sei o quê. E é. É uma assim, você pode se orgulhar muito. É meu testemunho, né, Fernando? É meu testemunho. Tem que contar. Sabe, eu inspiro outras pessoas, né?

Porque mais do que você se orgulhar, a gente se orgulha de você. Muito, muito mesmo pelo fato da gente poder estar convivendo aqui junto. Obrigado a todos. Obrigado, galera. Até mais. Vamos embora, Paula, que hoje a aula está... Hoje ninguém dorme, né, Fernando? Se acabar às 11h, a cabeça fica assim, né? Até mais. Mas a gente te ama. Obrigado a todos aí. Tamo junto. Tchau. Tchau, galera.