Episódios de Papo de Assessoria - Marcela Carillo

Assessoria em Leilões: A Nova Renda dos Corretores

08 de maio de 202659min
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Assessoria em leilões de imóveis pode ser uma nova fonte de renda para corretores e profissionais do mercado imobiliário.
Neste vídeo, Haroldo conta como saiu da corretagem tradicional e começou a atuar como assessor em leilões, ampliando suas oportunidades para imóveis no Brasil inteiro.
 ✅ O que você vai aprender neste vídeo:
  • Por que a corretagem tradicional limita o corretor geograficamente
  • Como a assessoria em leilões abre um funil maior de oportunidades
  • A diferença entre vender imóveis e assessorar investidores
  • Como funciona a análise de lucratividade e segurança em leilões
  • Casos reais de assessorias em Pelotas, Rondonópolis e outras cidades
  • Como o assessor pode operar sem sair de casa
  • Por que o ecossistema e a mentoria aceleram os resultados
 Haroldo mostra, na prática, como transformou conhecimento imobiliário em uma nova atuação profissional no mercado de leilões de imóveis.
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Assuntos4
  • Assessoria de leilõesTransição de corretor para assessor · Oportunidades geográficas · Diferença entre corretagem tradicional e assessoria · Análise de lucratividade e segurança em leilões · Operação remota (sem sair de casa) · Ecossistema e mentoria · Haroldo
  • Trajetória profissional de Ingrid CoutinhoExperiência em vendas e café · Corretagem de imóveis (alto padrão) · Trabalho em incorporadora (Cirela) · Busca por segunda renda · Curso de leilão de imóveis (Smart/DZA) · Migração para assessoria full-time
  • Mercado ImobiliárioLimitações geográficas do corretor · Funil de oportunidades · Dificuldades na corretagem tradicional · Mercado de alto padrão · Lançamentos imobiliários · Análise de valorização e especulação
  • Análise e Segurança em LeilõesGarimpagem de imóveis · Análise financeira · Análise jurídica · Segurança para o investidor · Leilões extrajudiciais vs. judiciais · Ações de nulidade e emissão na posse · Cálculo de lucratividade (ROI) · Precificação de imóveis · Teto de valor e mercado local
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Boa noite, pessoal! Vamos entrando, mais uma terça-feira chegou, as semanas têm passado voando, né? Vamos entrando, vamos compartilhando a live aqui pra quem tiver disponível pra assistir, entender como é que funciona o nosso mercado de assessoria, o que a gente consegue entregar de resultados pra gente, pros nossos investidores, o que é operar no mercado de assessoria de leilões de imóveis. Vai compartilhando essa live.

com todo mundo que quer entrar nesse mercado, principalmente se tiverem amigos corretores. O meu convidado de hoje, ele é corretor aqui na cidade de São Paulo e ele fez a migração aqui para a carreira de assessor de leilões de imóveis. Vai ser muito conteúdo. A gente vai trazer bastante informação legal para vocês, mudança de mindset, o que o mercado de leilão de imóveis agrega demasiadamente para o assessor, porque o assessor...

Ele tem um funil de oportunidades gigantescos. O corretor já é limitado dentro da área dele. Então vamos compartilhando essa live com todo mundo que quer entrar nesse mercado enquanto a gente espera que o Haroldo poder entrar, conseguir conectar aqui com a gente pra gente poder começar a fazer esse bate-papo. Vai ser bem legal, vai ser bem interessante.

Porque é muito legal a gente ver uma pessoa que já estava no mercado imobiliário, mas que não tinha o conhecimento do mercado de leilhões. E o que isso agrega na bagagem dele, no conhecimento dele, e principalmente no posicionamento dele como assessor, como uma pessoa que vai viabilizar negócios e oportunidades no Brasil inteiro. Porque uma coisa muito importante da gente lembrar é que o assessor, ele opera no Brasil inteiro, onde tiver oportunidade, onde ele encontrar oportunidade.

ele consegue apresentar para o cliente, diferente do corretor. O corretor tem limitação geográfica, ele tem que operacionalizar naquela cidade, naquele estado em que ele atua, para ele poder trabalhar aqui no mercado. O Haroldo já está entrando aqui. Tudo bem, Haroldo? Boa noite, Marcela. Boa noite a todos.

É uma honra estar aqui numa live com a maior assessora do Brasil e a minha mentora. Esse curso maravilhoso da Smart. Eu fico agradecido de poder falar um pouquinho da minha trajetória e falar bastante do nosso ecossistema. É isso, é bem legal. E o Haroldo, para quem não sabe, ele é meu vizinho, né? Eu moro no prédio que ele morou a vida inteira. Olha só que coincidências do destino. Exatamente. São muito confiante.

Acho que moramos a uns 500 metros de distância, né? Exatamente, somos vizinhos. E a gente nunca se viu aqui no bairro, né? Isso fica mais curioso. Bom demais. Bom dia, eu estava falando para o pessoal, né? Que você sempre atua no mercado imobiliário, que você é corretor de imóveis, né? Você continua atuando como corretor de imóveis, mas o foco hoje está basicamente no mercado de leilões de imóveis, que seria uma janela de oportunidades.

Então eu queria pedir para você, já que a gente está começando a live, para a gente entender primeiro o aro do corretor. Como é que funcionava você ali na corretagem? Quais eram as suas dificuldades, os seus desafios? E o que te chamou a atenção no mercado de leilões de imóveis para você começar a atuar nesse mercado? Porque a gente vê muito corretor fazendo essa transição, parando de olhar só para o mercado imobiliário, só para uma corretagem tradicional.

Aquela questão de compra e venda no mercado tradicional e olhando para outras frentes de negócio, como o caso de leilão de imóveis. Porque o mercado imobiliário é gigantesco, né? Exatamente, exatamente. O que acontece? Eu tenho aí uma trajetória de uns 40 anos na área de vendas. Não queria entregar a minha idade. 17 anos como corretor de café. Eu tive um negócio próprio. Tinha escritório...

Aqui em São Paulo, em Santos e em Londrina, o norte do Paraná sempre foi muito forte em café também.

E isso já foi uma vantagem, que são três cidades que eu conheço bem. Com certeza. E o que acontece? Em 2000, eu comecei a trabalhar como corretor de imóveis, consultor imobiliário. Naquela época que a gente é chamado de calça branca. Verdade. A gente não sabe nada e, por algum motivo, a gente vai aprender lá. E aí, acabei ficando 25 anos como corretor.

Então, foi mais ou menos um ano naquilo que a gente chama área de terceiros, uma imobiliária muito forte de bairro. Então, como eu comecei com alto padrão, eu acabei ficando todo esse tempo em alto padrão. Em 2002, uma amiga, inclusive, que vendeu o apartamento aqui no Chacra para mim, ela falou assim, não, não, não, você está no lugar errado, você precisa ir para lançamento.

E aí eu acabei indo para a maior incorporadora do Brasil, que é até hoje, né? E fiquei 12 anos lá. Então, a minha escola, na realidade, foi a Cirela, e não a Lopes como ré de muita gente, né? Ah, com certeza. E eu acabei, nesse tempo todo, aprendendo bastante coisa. O que acontece? A gente tinha o produto.

e fui aprender como buscar um investidor ou buscar o comprador. Exatamente, o comprador. Então, o foco era mais de um lado, não precisava captar imóveis ali, porque a gente já tinha o produto bom.

E com isso, fui me desenvolvendo, desenvolvendo algumas técnicas, né? Inclusive de negociação, fiz muitos cursos. Felizmente, essas empresas que eu passei, grandes incorporadoras, davam muitos cursos, né? E a gente ia aprendendo muito, muito e tal.

Mas, assim, tudo tem altos e baixos, né? Então, na hora, assim, daquela escassez, a gente começa a pensar assim, puxa, podia ter uma segunda renda, né? Podia ter uma segunda renda. Isso ficou na minha cabeça há muito tempo. A questão de uns três anos atrás, eu fiz um curso de leilão de imóveis, né?

Não vou dizer qual que era, porque muito meia boca. Assim, nunca tinha ouvido falar da Smart, né? E, de repente, em março do ano passado, começou a aparecer nos meus feeds. Eu falei, nossa, isso parece uma coisa bem diferente, né? Está ao meu alcance e tal. Então, eu entrei no curso do DZA, né? Para quem é de fora aí, o DZA é do Zera Arrematação, o curso principal da Smart, né?

E lá no curso, a gente entra achando que é uma coisa e descobre que existe um universo fantástico. Com certeza. Então, a gente tem ali várias mentorias e uma delas é de assessoria em leinões de imóveis. Porque o que acontece? A gente, como arrematante, tem uma hora que o capital está alocado. Mas você adquiriu muito conhecimento.

Então, o que acontece? O que nós vamos fazer nesse momento? Poxa, vamos assessorar. Eu tenho uma carteira fantástica de investidores e aí descobri que a Smart tem um lead bank fantástico. Eu nunca vi um lead bank desse tamanho.

Olha, por falar que já foram vários milhões de reais a gente estava apurando aqui dentro do nosso ecossistema. Para quem não sabe, Lead Bank é o nosso banco de clientes que a gente tem e a gente fornece aqui para os nossos mentorados poderem fazer assessoria porque é isso que o nosso querido Argo estava trazendo para vocês. O que o corretor tem que fazer? O corretor tem que fazer um produto.

Ele tinha aquele produto para vender. E aí ele tinha que encontrar um cliente para aquele produto específico. Então assim, ele estava lá no mercado de alto padrão. O mercado de alto padrão é mais deixado ainda. A boca do funil é mais estreita ainda porque não tem tantas pessoas. Quando a gente fala de imóveis populares, a boca do funil é bem larga. Tem muito cliente. Exatamente. Tem muita gente para você captar. Quanto maior é o padrão, quanto mais alto o padrão é o imóvel, menor o número de pessoas potenciais para comprar aquele imóvel.

Então, ele desenvolveu uma experiência, uma expertise, inclusive a conversa, gente, com investidor, com compradores, para perfis de imóveis também são diferentes. A nossa conversa também tem que ser diferenciada. Muitas coisas que o público do alto padrão olha, né? O público de classe média e imóveis populares nem sabe daquilo que está falando. Então, assim, às vezes, se você não tiver alguém que assinou aquele projeto famoso, ninguém compra o produto, né? Principalmente lançamento.

e aí, o que acontece? Eu falei, poxa, aí é a oportunidade de ser a minha segunda renda, né? E, assim, eu estava numa empresa aí, tinha uma certa flexibilidade, mas não estava atendendo, e o conhecimento foi entrando, entrando, entrando, impressionante o tamanho do que a gente tem de conhecimento dentro da mentoria.

E, então, eu comecei a pensar, a pensar, falei, poxa, eu preciso tirar proveito disso, desse conhecimento, né? Eu, inclusive, já tem alguns meses que o meu capital está alocado, então, eu falei, agora está na hora mesmo, né? Então, no final do ano, agora de 2025, eu ia mudar de empresa, eu estava há 12 anos numa construtora, ia mudar de empresa.

E eu falei, espera aí, para tudo. Deixa eu pensar uma coisa aqui. Se eu vou para uma outra empresa que ainda é maior, certo? Que eu estou. E, assim, já está tomando um certo tempo, de repente não vai funcionar. Não vai funcionar.

Eu vou parar um pouco com corretagem e vou entrar full time. Full time na assessoria. E aí eu fui realmente procurar aprender mais ainda e fui... Como é que fala?

Investir no conhecimento e para ter os resultados esperados para poder maximizar as receitas que você está esperando. Exatamente. Como eu tive um primeiro resultado, eu falei, caramba, o que acontece?

Se eu me dedicar, de repente, duas, três assessorias por mês, já vai valer muito mais do que vinha acontecendo antes. Então, realmente, foi uma migração total. Agora eu estou, já desde janeiro, totalmente full time, como assessor profissional de imóveis, e aí, junto com esse ecossistema fantástico. Olha só que demais. E, Haroldo, conta um pouquinho.

Quando você... Porque assim, o mercado tradicional é totalmente diferente a questão de vida, principalmente a questão de lançamento. Quando a gente fala de lançamento, a gente não precisa se preocupar com aquele monte de certidão, do dirigência, aquele contrato, que já é um contrato de adesão, o cliente já vai sabendo que ele vai pagar a comissão de corretagem, ele já sabe...

como é que funcionam as operações, ele sabe que ele tem que esperar o imóvel, o produto ser entregue, enfim, é mais discussão ali para ele entender se cabem as parcelas iniciais lá no bolso dele, então aquela operação inicial até o imóvel ser entregue, depois a questão do financiamento, para aprovação do financiamento.

É um outro tipo de negociação. Quando você começou a estudar sobre leilões de imóveis, quais foram as suas maiores dificuldades? Porque muita gente acha que só porque você é corretor, você domina 100% do mercado imobiliário. E não é bem assim, né? Eu queria entender quais são as principais dificuldades que você enfrentou na parte de entrar no mercado de leilões de imóveis.

Então, muita gente que é de fora acha que o assessor ou é um corretor ou é um advogado. Sim. Eles associam com isso. E, na verdade, para todas as profissões que o assessor pode estar vindo de qualquer outra profissão quando ele faz uma migração. Necessariamente não precisa ser um corretor.

Porque, na realidade, o trabalho é muito diferente. Eu fui aprender o que era garimpagem, eu fui entender melhor uma análise financeira, uma análise jurídica, eu fui entender o que é dar segurança para um investidor. Porque antes, a segurança que eu dava para o investidor era a saúde financeira da minha construtora. Exato. Agora, o que é dar uma segurança para o investidor entrar num leilão de mortes?

E isso foi fantástico, porque, embora seja muito diferente, houve uma identificação minha muito grande. E exatamente nesse aspecto que você falou, de entender essa diferença, que no caso do corretor, talvez lá no final da operação, que seja a gestão da venda,

a saída da operação é que lembra um pouco o que foi o meu trabalho. É, isso é verdade. E aí não só eu me identifiquei, como ficou um pouco mais fácil também de explicar para o investidor essa diferença.

Porque o investidor é o mesmo, né? Exato. O investidor é o mesmo. Eu acho que a grande diferença do assessor para o Aroldo corretor é que quando você estava lá na construtora vendendo lançamento, você tinha que comprovar a saúde financeira que aquela incorporadora não vai quebrar no meio da operação, porque esse é um risco de quem compra lançamento, da incorporadora não entregar o produto.

E aí você tinha essa saúde financeira ali tranquila, que você conseguia vender ali para o seu cliente. E você tinha que falar que aquele produto era adequado para a necessidade daquele cliente. Porque ele tem uma oferta de outros imóveis, tanto imóveis usados, quanto imóveis de lançamento. Que aí tem que verificar.

E a grande dificuldade também, acho que do corretor, é que às vezes a pessoa tem interesse em comprar naquele bairro, naquela região, mas ela não tem condições de comprar. Principalmente aqui em São Paulo. O Haroldo, para quem não sabe, ele é de São Paulo capital. E a gente sabe que empreendimentos em São Paulo são caríssimos, o novo. Mas dependendo da localização, o metro quadrado e lançamento é super caro.

Então, a pessoa chega lá no balcão e fala, pô, eu quero comprar, que é um estande de vendas, quero comprar esse vendimento. Quando ela vai ver o preço do metro quadrado, ela fala, eu vou ter que ficar no usado, porque ela quer comprar naquele bairro, naquela região. Então, a grande dificuldade do corretor é que, às vezes, a pessoa pode até ser um público para aquele imóvel. Só que ela, naquele momento da vida dela, ela não tem condições de, pô, precisar um milhão de financiamento. Não tem um defeito para isso, né?

Essa foi a grande surpresa que eu tive, porque mesmo de três anos para cá, que eu comecei a ter alguma intimidade com leilões de imóveis, eu...

O que acontece? Ficava dentro do universo de São Paulo e ainda por cima entre a zona sul e a zona oeste. E assim, dois grandes amigos que eu tenho, que fazem arrematações e tal, eles gostam de fazer em São Paulo. Um que eu sentei, conversei bastante, ainda não tinha acesso, a minha turma, que é a turma 2, ainda não tinha acesso ao Lead Bank.

Eu falei, olha, você precisa entender que fora de São Paulo existe um tesouro esperando a gente, né? Vamos fazer, não sei o quê. Ele falou, eu vou pensar, eu vou pensar, de repente ele me liga no dia, mas o Leilão não é hoje. Eu falei, caramba, por que você não me avisou antes? Ele já tinha feito o card e tal, mas assim, sem o respaldo do tubarão, que depois você pode explicar como funciona aqui no ecossistema, o que é o tubarão. Mas...

o que acontece? Ele entrou ali e falou, fica tranquilo que o meu advogado já analisou. Você tem razão, está tudo certinho. Era um imóvel em franca, né? E mesmo assim, não sei se você se lembra, eu tinha errado na precificação.

Eu lembro que era errado na precificação, porque a gente conversou sobre isso. Exatamente, exatamente. E aí, o que acontece? Por sorte, o leilão era na parte da tarde, eu corri de manhã, fiz um double check ali com corretores e tal, nós entramos e o negócio começou a subir e aí ele falou assim, eu vou dar mais um. Eu falei, olha, deixa eu te falar uma coisa. Tem uma coisa que pelo menos eu já aprendi.

Não dê mais um passo aí. Aí chegou no limite do ROI que a gente precisa. Quer dizer, um lance a mais vai ganhar, vai ganhar, mas amanhã vai ter outro leilão, depois vai ter outro leilão. São muitos leilões. Quantos assessores nós somos hoje aqui? 200 assessores entre os Tubarões e da Mentoria. Então, se a gente tiver 2 mil ainda, vai ter espaço para todo mundo, porque são muitos leilões e tem leilões bônus.

Agora, qual é a grande vantagem do assessor? O que a gente aprende? A separar realmente aquilo que é de melhor. Exatamente. E você trouxe vários insights muito legais, porque o papel do assessor é exatamente esse. A gente tem que colocar o limite para o nosso cliente, falar, olha, até aqui você não vai. Essa casa lá, quando você se apresentou, no lance inicial até tinha uma margenzinha, ela não dava muitos lances, né?

Mas é que muita gente acabou superestimando ali o valor de venda. A casa era muito bonita mesmo, era uma casa muito boa, metragem boa. O problema dela era a localização, né? Se ela tivesse em outra localização, ela... Eu vinha de lançamentos, né? Quer dizer, lançamentos sempre em bairros excelentes em São Paulo. Imagina, eu vou me meter numa outra cidade, numa cidade que eu adoro, que é Franca, do lado ali de Ribeirão, que é onde eu nasci. E eu conheço bem também. E assim...

Eu ainda não tinha essa técnica de traquejo de comparar com bairros, a gente usava a planilha e comparava em termos de metro quadrado. Até aí tudo bem, estava certo. Só que os bairros têm um teto de valor, né? E esse é o grande detalhe ali.

E serviu, mais uma vez, como uma lição, como um aprendizado maravilhoso. Porque aqui a gente aprende na prática. Exato, mão na massa. E sabe o que eu acho legal? Porque quando a gente vai analisar casas de rua, o que a gente tem que pensar? Eu cheguei a falar isso pra você.

Com esse mesmo dinheiro que você precificou, o que a pessoa compra na cidade de Franca? Então, vamos olhar lá. Ele vai vender para quem? Por quanto? E em quanto tempo? A gente tem que responder essas três perguntas. E aí, se você pegar aquele mesmo valor, vamos falar, eu coloquei 1 milhão e 200. O que a pessoa compra com 1 milhão e 200 na cidade de Franca? Aí, a pergunta que a gente tem que fazer é que tem que olhar o mercado como um todo.

Então, a gente sai um pouco do bairro, especificamente, porque quando a gente planilha, olha oferta, conversa com o corredor, a gente está só...

nichado ali. Mas quando a gente vai olhar o que a pessoa, o comprador daquele imóvel, potencial imóvel, pode comprar na cidade, é um comparativo. É diferente de falar que nem em São Paulo, você falou. É muito real isso mesmo. Geralmente quem mora na Zona Sul vai continuar morando na Zona Sul. Dificilmente essa pessoa vai sair da Zona Sul e vai pra Zona Leste de São Paulo.

Pode acontecer? Pode. Mas a migração é um pouco difícil de acontecer. Geralmente as pessoas vão migrando dentro da microzona dela ou algumas pessoas vão mudando mesmo de acordo com as necessidades pessoais. Mas a grande maioria é essa. A pessoa dificulta me dizer vou comprar um outro apartamento que eu morava sozinha.

Agora eu casei e tenho filhos. Quero apartamento maior. Geralmente ela continua naquela região dela. Ela não vai sair para uma outra região, porque a cidade é muito grande. Então, a escola das crianças e tudo mais. Então, a gente como corretor no mercado imobiliário, a gente vai ficar meio que regionalizado. Na assessoria, você conseguiu ampliar o seu leque. Então, você já foi para a cidade do interior. Eu sei que você não está só no interior.

Ele está no Brasil inteiro. Agora ele está no Brasil inteiro. Ele não tem mais... Ele não tem mais...

O Haroldo já aprendeu a regra Lucro não tem certo Mas isso que é muito legal porque a gente vê a evolução Apesar de você ter um baita conhecimento Do mercado imobiliário A gente sabe que é diferente Você tinha noção do que? Do método quadrado de lançamento O que era?

Era um misto ali de especulação imobiliária, porque o lançamento também faz um pouco de especulação imobiliária. Ele também puxa valorizações como criação de parques, pontes. Tem várias coisas que acontecem que acabam valorizando a região. Então, por isso que a gente fala numa especulação imobiliária e que costuma valorizar mesmo. Mas pode ser que alguns empreendimentos que a gente já viu, alguns na Vila Olímpia, por exemplo, o Mestre Quadrado, caríssimo no lançamento.

aconteceu a venda, não vendeu para aquele metro quadrado mesmo. Passou os três anos da entrega do empreendimento, caiu o preço porque ninguém comprava. Então, tem algumas especulações imobiliárias, quando a gente fala de lançamento, que o corretor acaba sofrendo ali na ponta. Talvez o investidor que comprou o empreendimento lá na Vila Olímpica, que a gente sabe que aconteceu alguns empreendimentos de metro quadrado altíssimos, aquele estúdio minúsculo, o cara está perdendo dinheiro agora.

Vai falar aquele corretor que me empurrou, mas na verdade é aposta. Quem compra lançamento também tem que saber que está comprando uma especulação e que costuma dar valor mesmo. A gente que está no mercado... Exatamente.

Mas é muito bom, isso é muito bom. Eu lembro dessa casa de Fran, que foi muito legal que o Haroldo me contou do cliente, e foi até uma coisa muito interessante, porque a gente, quando a gente atua na assessoria, a gente sabe que o cliente, ele tem um time de maturação, né? Então, o Haroldo estava trabalhando com o cliente dele externo, o cliente foi confirmar a informação, porque o Haroldo não é advogado, e ele quis confirmar alguma informação técnica.

Mas esse caso não tinha nada mesmo. Eu lembro da operação, não tinha nada demais. A alienação fiduciária, a única coisa é que não tinha também uma ação, pelo menos ainda, né? Poderia ter essa surpresa depois. Mas tudo que a gente já está esperando.

E se eu não me engano, o mutuário, ele era um corretor também da cidade de Franca, se eu não estou enganado, eu acho que era isso. Ele era um corretor na cidade de Franca. Acho que era isso mesmo. É, acho que era isso, né? Sabe o que acontece? Hoje a gente faz, no mínimo, uma análise por dia, né? A garimpagem eu faço todos os dias, das oito às nove.

Então, a gente começa a confundir um pouco algumas coisas, né? Mas ficou tão marcado que eu acho que era isso mesmo. Era um corretor de imóveis da região lá e deu um passo maior que a perna, ou ele quis fazer um empréstimo ali e usou dinheiro para alguma outra coisa.

E olha só, o aprendizado que gerou para você, foi o imóvel que você participou do leilão, depois a gente conversou um pouquinho da operação, eu te falei ali da questão da precificação, a gente trocou uma ideia, inclusive se eu não estou enganado, porque minha memória costuma ser boa, mas se eu não estou enganada, essa operação aí, esse cara era um corretor de imóveis e ele também colocou o valor de avaliação desse imóvel muito acima do que valia mesmo.

Acho que você já tinha até pegado essa informação ali para ele levantar dinheiro. Então ele fez uma alinação fiduciária para levantar dinheiro, era uma casa novinha.

não lembro quantos anos, mas era uma casa novinha, num bairro mais afastado, e que tinha potencial de valorizar, mas quando vai valorizar, a gente não sabe. Pode ser que valorize quando não valorize.

Exatamente. Eu lembrava da operação, a operação foi... Na realidade, né, Marcela, cada caso é um novo aprendizado para nós, não existe uma coisa que se repete ali. E isso é apaixonante, simplesmente. Com certeza. O nosso negócio. Agora já chamo de negócio, já estou dentro. E é um negócio mesmo, porque muita gente vai falar, eu quero complementar a renda. Muita gente entra no mercado de assessoria para complementar a renda mesmo.

Foi meio que a sua cabeça, quando você entrou no mercado de leilões de imóveis, foi complementar a renda. Você queria fazer operações para você e aí você começou a fazer operações para você. Para quê? Para crescer seu patrimônio, aumentar a renda. E aí você viu que seu capital, você alucou ele rapidamente, com o seu capital próprio ali, a gente faz operações. Isso daí, para o DZA já estava...

Já estava colocado, né? Mas assim, aí eu fiquei conhecendo a mentoria, né? E entrei, entrei. Entrei na segunda turma, que era a que vinha em seguida, né? Foi muito bom. E está sendo bom, né? Mas assim, dessa primeira assessoria de Franca, para todas que eu já fiz até agora, é impressionante o conhecimento que a gente adquiriu.

É um curso realmente muito completo. Se alguém aqui da live está querendo ter mais conhecimento, inclusive pode até me consultar depois, mas é o melhor curso do Brasil, simplesmente. Eu nem sei se tem outro. Mas é muito completo, muito conteúdo.

eu nunca tive condições de ver quantas horas aula prática e teórica a gente teve lá, acho que não dá nem pra calcular né Marcia? a gente nem grava, as galimpagens a gente sempre troca algum papo bate-papo ali antes de começar, depois que acaba a sexta-feira a gente faz bem dinâmica aquilo nem é gravado, então aquilo lá são conteúdos que acabam gerando e vai gerando muito conhecimento, porque eu acho que isso que você falou, de estar num ecossistema Música

como o nosso aqui da Smart, a gente tem vários mentores e vários mentorados.

que, cara, é surreal, o conhecimento está disseminado. Então, a gente troca muita informação, é muito conhecimento, os bate-papos, os debates, é super rico o conteúdo dentro de grupo de WhatsApp, mas, assim, principalmente, a mão na massa. Então, você estava lá numa operação, que você estava fazendo para o seu cliente, você vem aqui, chama a gente, a gente bate um papo, eu vi essa casa também, vi o imóvel. Hoje mesmo, um mentorado me mandou, ah, eu estou com um imóvel aqui em Minas Gerais, eu até sabia, ele falou, a data do leilão, eu falei, é tal imóvel e tal apartamento. Espera aí que eu estou falando, que eu estou falando.

A gente já sabe as operações que vão acontecer e a gente acaba conhecendo tudo isso. Então é muito legal da gente ver o quanto que o ecossistema se ajuda a se impor. E principalmente, né, Haroldo, quando a gente fala de assessoria, é o cuidado com o nosso investidor. Eu acho que é um ponto importante. Eu queria que você trouxesse uma das operações que você fez, só para a galera entender. A gente liberou para a turma do Haroldo, o Lead Bank, só em dezembro, se não me engano. Foi isso, né, Haroldo? Eu sou mesmo. Só em dezembro.

E aí que ele começou a ter acesso aos nossos clientes. Só para vocês entenderem o nosso ecossistema. A gente tem o Haroldo como outros assessores que a gente tem aqui dentro da nossa base, que a gente faz todo um treinamento. A gente coloca eles ali para entender qual é o mindset, para proteger o patrimônio ali do cliente. Como é que faz as análises? Como é que identifica oportunidade? Como é que faz gestão de ritos de cada uma das operações?

como é que calcula custo-benefício de operações. Ou seja, vários detalhes para cuidar do investidor. Para quando a gente fizer uma recomendação, falar, olha, isso aqui é uma oportunidade interessante. Para o cliente ter todos os elementos necessários para ele tomar a decisão, se ele quer entrar nessa oportunidade ou não. Porque a tomada de decisão vai ser sempre do investidor, né, Haroldo? É sempre ele para decidir.

E o Haroldo passou por esse treinamento, que a gente chama de uma ambientação, e aí depois disso a gente liberou para eles fazerem as oportunidades apresentar juntamente com a nossa cúpula dos tubarões. São os nossos tubarões assessores, que prestam assessoria também, e eles analisam junto com o Haroldo. Então, por exemplo, alguma insegurança de alguma cidade, algum estado.

que o Haroldo nunca tivesse olhado, analisado, porque ele tinha conhecimento do mercado local, aqui da cidade de São Paulo. Ele domina super bem, ele consegue entender metro quadrado, ele estava lá no alto padrão, agora ele olha imóveis de médio padrão, imóveis populares também, que abriu o leque dele de possibilidades, e ele começou a operacionalizar. Mas ele tem um cuidado ali dentro do nosso treinamento para proteger o capital do investidor. Então, conta um pouquinho...

que você fez, porque ele fez quatro arrematações em assessoria aqui dentro do nosso ecossistema? Primeiro eu queria fazer uma observação que, assim, ao entrar na assessoria, eu aprendi e, assim, cada consultor, cada assessor vai usar a sua estratégia, né?

Mas assim, eu estava um pouco diferente no DSA, evidentemente. Por quê? Porque era só eu. Eu poderia até cotizar, mas era o meu que estava ali, certo? Aí é diferente, né? Agora a gente tem uma responsabilidade muito grande, isso eu aprendi, graças a Deus, bem rápido, que é trazer essa segurança para o investidor. Exato. Então, primeira coisa, a gente tem que buscar ali aqueles leilões de lucratividade e aqueles leilões seguros.

Isso não significa que pode ter alguns gravames na matrícula, pode ter algumas ações, mas a gente já sabe bem como lidar com isso, né? Isso que é bom. E, assim, eu achei que ia ser uma coisa só, né? Mas, realmente, dá para escrever um livro cada assessoria que a gente faz aí, porque é muito interessante. Eu gostaria de fazer um registro aqui, fazer uma pausa, não sei se tem algum tubarão...

nos assistindo aqui, o Tubarão é aqueles que tem mais de 100 arrematações, alguns até mais de 200, e trabalham com assessoria também, por isso que eles dão um ótimo respaldo para a gente, já tem ali uma memória de preço bem mais consolidada que a nossa.

E, assim, são pessoas incríveis, viu, Marcelo? E você faz parte disso, porque você também é uma tubarina da cúpula, né? Mas o que acontece? Você tem uma paciência com a gente, que eu vou te falar.

A gente aprende muito com eles, inclusive e principalmente na hora do puxão de orelha. Como esse caso de Franca, tudo bem, era ali o primeiro, mas depois a gente tem que redobrar os cuidados. Se ali a gente está precisando aperfeiçoar um lado ou outro ali...

eles têm toda a paciência e aquela forma que eles têm de dar aquele puxão de orelha na gente, é ao mesmo tempo um aprendizado, é fantástico, eles têm um carinho muito grande por nós e a gente acaba tendo por eles. E assim, todos os assessores, a gente acaba sendo uma família aqui na Smart, aqui na mentoria. Então, você tem uma dúvida, você joga no grupo ou você pergunta ali para o tubarão, vai ter no...

no privado ali, olha, aquele caso ali e tal, que a gente tá, papapá. E aí eles vão falar, não, tem que fazer assim, assim, assim. Por quê? A gente já passou por algumas coisas, mas eles passaram muito mais, então o aprendizado é muito grande. E assim, é uma coisa contínua, todo dia a gente tá aprendendo.

evidentemente que uma coisa que marca bastante foi a primeira assessoria que nós fizemos lá em Pelotas Olha só o Rio Grande do Sul, gente

E, assim, inclusive, o pessoal aqui de casa fala assim, nossa, mas você vai ter que ir para Pelotas? Não, eu não vou sair de casa para você ter uma ideia. E isso é uma coisa, assim, que o pessoal que está analisando se vai entrar ou não para a assessoria, talvez não esteja entendendo, né? Depois você explica melhor aí. Mas, realmente, é uma coisa que marca muito. Foi a primeira. Fiquei muito feliz e incentivou para fazer as outras, né?

E assim, um volume de comissão fantástico também já nesse período, né? Sim. Com quatro assessorias aí. E a gente vai ganhando experiência, acho que assim, que o que é mais satisfatório é o conhecimento mesmo.

Isso com certeza. Eu acho que a primeira assessoria é sempre um marco, assim como a primeira arrematação que a gente faz com o nosso capital próprio. Porque até você chegar na sua primeira assessoria, até você chegar na sua primeira arrematação, foram várias participações de leilão.

Foram várias análises até você ajustar a rota, até você conseguir ter os resultados. Então, cara, a pessoa que está querendo entrar no mercado, ela tem que saber que resiliência faz parte e, principalmente, respeitar o seu tempo e o seu timing de processo de desenvolvimento de conhecimento.

Porque não é que o Valônia acordou um dia e falou Ah, eu ganhei o seu Pelotas. Ah, maravilhoso. Vamos arrematar lá e apresentar para um cliente assessoria. Não foi assim, né? Foram várias análises. Eu nunca imaginava que eu ia fazer uma análise de Pelotas. Então... Já fiz três de Pelotas. Olha só, o corretor de São Paulo, no capital, indo fazer operações sem sair de casa, porque acho que essa era uma grande dificuldade. Muita dúvida que...

Tanto quem quer entrar no mercado de leilões de imóveis para trabalhar com assessoria, como quem quer ser investidor, também não tem essa dificuldade de compreender como é que a gente faz tudo à distância. Aqui dentro do sistema Smart, a gente tem parceiros em vários locais.

Então, a gente tem pessoas potenciais para ajudar a gente. E como eu disse, eu já disse um pouquinho atrás, que a gente tem o conhecimento disseminado aqui dentro do ecossistema. Então, dentro da Smart, a gente tem o conhecimento totalmente disseminado. As pessoas trocam informações, a gente troca conhecimento. Então, às vezes, a gente está analisando o imóvel que alguém já analisou, que alguém já tem alguma informação.

Tem gente que tem vídeo do imóvel, tem gente que tem o anúncio do corredor, e a gente tem muita informação que ajuda a gente a construir. E, principalmente, quando eu descarto um imóvel e o Arudo está batendo um papo comigo sobre aquele imóvel, a gente troca ideias, e aquilo gera um conhecimento gigantesco que ele aplicou em outras análises. Ainda que não seja na cidade de Pelotas, ele aplicou em outra análise. Mas conta para a galera como é que foram essas garimpagens, porque...

Eu acho que essa primeira assessoria que você fez, de Pelotas, você fez muitas análises. Eu lembro o volume de cartas que você trazia. A gente conversava muito. Você me mandou vários imóveis. O Haroldo começou olhando São Paulo e ele mandou vários imóveis aqui perto da gente, onde a gente mora. Nosso quintal. Nosso quintal a gente tem que dominar. Porque é seguro. Eu estou aqui na mesma segurança.

E aí a primeira setoria dele foi em Pelotas e eu até fiquei surpresa. Falei, olha só, né? De tanta gente conversar e falar, meu, abre o leque. Você está focando só aqui no quintal. Aqui sobe, aqui vai estourar o preço. Então a gente começou a fazer toda essa análise, esse cuidado aqui com o Haroldo para ele abrir o leque dele e a primeira foi em Pelotas. Então conta como é que você garimpou esse móvel.

Como é que você diagnosticou que ali tinha valor? Como é que existia a questão jurídica? Como é que foi a apresentação para o cliente? Conta todos os detalhes aqui para a galera entender como é que funciona uma operação, tanto para o assessor quanto para o nosso investidor. O Júlio César Gomes está perguntando aqui. Boa noite, pessoal. Por favor, me envia um assessor. Júlio, me chama no privado que eu vou te mandar o link para o grupo de oportunidades. Tá, Júlio?

Me chama no privado, no direct, que eu vou te mandar o link e você vai receber um monte de oportunidade e a gente vai entender qual é o seu capital, qual é o seu perfil que você tem para que você comece a trabalhar no mercado de leilões de imóveis. A gente vai te apresentar as oportunidades de acordo com o seu perfil financeiro. A gente roda oportunidades diárias ali, sempre tem oportunidades e ontem mesmo foram quatro arrematações aqui dentro do nosso ecossistema de assessores.

Então, é muita arrematação, muito investidor, ganhando dinheiro e a gente também ganhando dinheiro. Todo dia.

Todo dia. Conta um pouquinho. O Conselho me falta diariamente, né, Marcelo? Só a Caixa Econômica Federal são 35 mil leilões no momento. Pois é, só isso, né? Então, o curioso é o seguinte...

Na hora da garimpagem, o investidor, ele já nem sabe quem é, nem apareceu, nem está existindo ainda, não é verdade? É o início ali do trabalho, por isso que ele tem que ser diário. Às vezes até de domingo eu faço, mas religiosamente, de segunda a sábado, das 8 às 9, eu estou garimpando.

a gente acaba desenvolvendo pessoalmente algumas técnicas. Por exemplo, o dia que eu estou garimpando leilão pop, eu só fico no pop. O dia que eu estou no alto padrão, eu só fico no alto padrão. Você dirige nichos, né? Eu dirige nichos, exatamente. Agora, a cidade é uma caixinha de surpresa, né? Porque o que a gente está buscando na realidade...

Em primeiro lugar, a lucratividade. Então, a gente vai ver a localização desse imóvel, que está ali em leilão. A gente vai ver o que tem em volta, o que está valendo ali em volta os outros imóveis. E a gente tem que proporcionar ali uma liquidez para o investidor. Então, a gente já está ali de olho, durante a garimpagem, a gente já está quase de olho no próximo passo, que é a análise financeira.

O que acontece? A segunda coisa, a gente precisa buscar a segurança para o nosso investidor. Então, ainda antes de chamar o investidor, a gente já sabe que ali determinada imóvel, por exemplo, lá no caso de Pelotas, tinha lucratividade. Então, agora eu preciso ver a análise jurídica. Tem alguma ameaça? E a gente sabe lidar ali já, assim... Por isso que eu digo, não precisa ser da área.

Mas se uma hora a gente precisar, a gente tem todo o respaldo jurídico dentro do ecossistema. Isso que é sensacional. Mas assim, a gente como assessor tem um aprendizado para já separar ali o que vai para o nosso funil, que é o que vai para a análise depois e o que não vai.

Então, no início, acho que eu fazia, acho que o primeiro dia que fiz garimpar, acho que eu fiz dois ou três imóveis. Hoje, assim, em uma hora, provavelmente, eu passo por mais de 200 imóveis. Eu nem conto mais. E se eu passo disso também, é porque onde eu estou garimpando não está muito legal.

Porque alguma coisinha a gente já tem que conferir ali para poder jogar para o funil. E aí o resto do dia eu estou ou trabalhando nas assessorias que já estão em andamento ou trabalhando nas análises desses imóveis que a gente separou para o funil. Então, a segurança.

e a lucratividade, aí chegou a hora de ter o double check do tubarão e a gente chamar o investidor, que tem uma coisa fantástica aqui, que acontece muita cotização.

E isso é sensacional. Porque a gente acha que pode atrapalhar e, na verdade, ajuda muito. Ajuda mesmo. E deixa eu te perguntar uma coisa aqui dessa operação de Pelotas. Era leilão extrajudicial ou judicial? Era extrajudicial. Então, era o leilão extrajudicial, eram os leilões obrigatórios, primeiro e segunda praça, ou já tinha acontecido primeiro e segunda praça? Já tinha na matrícula a verbação dos leilões negativos? Como é que estava essa operação, você lembra?

Essa operação específica de pelotas... Isso. Quanto que era o valor de lance? Esse foi o leilão único, então já era o terceiro leilão. Já era o terceiro leilão. Inclusive, eu tinha separado aqui no card, a gente tem um card espetacular da Smart, que deixa tudo à mostra para a gente analisar, para a gente consultar ali se precisar.

E assim, eu até separei aqui o leilão inicial, os leilões obrigatórios, primeiro e segundo, e o banco era o Santander. Então, a gente identificou que realmente tinha uma boa lucratividade aqui. E qual era o valor da gente venda dele no leilão? O lance inicial? No leilão, ele subiu um pouquinho, e foi arrematado por 222 mil.

Ele iniciou por 152 mil. Foi exatamente dia 15 de dezembro, quando a gente teve acesso ao Lidl. Ele foi a leilão por 150 mil, foi arrematado por 222 mil. Quando você precificou esse imóvel, você bateu o olho lá na garimpagem, pô, esse imóvel é por 150 mil reais. É uma casa de rua? Você lembra mais ou menos? Casa de rua, sobrado. Sobrado é uma casa de rua.

E nesse momento a gente já está na fase de desocupação. O que acontece? Como a ex-mutuária entrou com uma ação de nulidade, ela não quis fazer acordo para sair. Então nós tivemos, nesse caso específico, de entrar com uma ação de missão na posse. E está correndo tudo bem. Já registrou e não deu.

Oi? Já registrou na matriz? Está registrado já em nome dos investidores. Ah, legal, legal. Foi rápido até, né? Como nesse caso é um leilão tradicional, uma modalidade tradicional de assessoria.

só está faltando mesmo a desocupação e está correndo ali o prazo de 60 dias. Não agravaram nada, então, por enquanto, está correndo. A grande surpresa foi o terceiro assessorio que a gente fez. O que que acontece? Eu pensei assim, esse negócio de memória de preço ficou na minha cabeça.

Então eu falei Eu vou começar a analisar Sucessivamente alguns leilões Em determinadas cidades E por exemplo, Rondonópolis é uma cidade Que eu me identifiquei bem Então eu analiso muito Até o João brinca comigo O Haroldo gosta de Rondonópolis Ele também gosta Eu não sei se ele está ali Também gosta

E esse daí, o que acontece? Uma grande surpresa para os investidores que a gente proporcionou, porque o imóvel estava desocupado, já tomaram posse um pouquinho antes do registro, agora está saindo o registro, ou seja, a assessoria está encerrando, e também com as imagens iniciais ali da casa, se descobriu que a reforma...

vai ser muito menor, vai se restringir praticamente a pintura, uma arrumada ali no telhado e tal. Então o investidor teve um bom lucro ali no valor designado para desocupação e no valor designado para reforma antes de sair da operação, que é a venda. Então o que acontece? O assessor também aprendeu a ser mais conservador, mesmo tendo às vezes as imagens do imóvel antes do leilão.

Porque a gente tem que surpreender o investidor dessa forma, uma lucratividade ainda maior, e não aquele vexame, às vezes, de de repente estar errando em alguma coisa. Pode errar? Pode errar. Mas a lucratividade vai continuar sendo grande.

Não, e isso é muito legal, né? Porque olha só, você numa operação de Pelotas, vocês fizeram uma operação na assessoria tradicional. O Daniel Heyman está perguntando aqui, Marcelo, o assessor vai até que ponto do processo com o cliente? O Haroldo trouxe para a gente aqui, tá? Daniel, duas operações. Então, uma que foi a assessoria tradicional, que foi essa de Pelotas. Essa de Pelotas, ele definiu com o investidor que seria a assessoria tradicional, o que significa que o assessor, o Haroldo aqui, junto com o nosso assessor Tubarão,

eles vão com esse investidor até o registro da matrícula em nome do nosso cliente e a posse do imóvel. Então, ele disse aqui que essa operação de Pelotas, o investidor gastou R$ 220 mil para lance desse imóvel, tem todos os custos da operação.

ele já pagou 5% do valor da assessoria no ato da arrematação, então ele pagou ali mais ou menos R$11 mil no momento da arrematação e os outros R$11 mil, para completar os 10% da assessoria do corredor, o investidor só vai pagar lá depois que o Haroldo e o assessor da cúpula entregarem para esse investidor o imóvel registrado, que já está registrado, e agora só falta a desocupação. E por que ainda não aconteceu a desocupação?

Porque a mutuária, a ex-mutuária, ela entrou com uma ação pós-leilão, porque não tinha risco jurídico nenhum, pelo que o Haroldo contou aqui para a gente, e a ação foi movida depois. Então, a ação foi movida depois, eles tiveram que entrar com uma ação de emissão na posse, porque ela se negou a negociar, e, gente, isso é super comum, tá? Não é porque a operação enroscou. Nada assustador. É, nada assustador. Porque a gente está monitorando ali, né?

Então, o assessor, ele... Por que a importância... Eu fico mais tranquilo, Marcela, quando eu já tenho uma ação...

Porque a gente sabe que vai pedir ali uma nulidade que não vai existir. Porque imagina esses bancos desses portos que vão cometer um erro. É impossível. Exatamente, exatamente. E assim, geralmente quando a gente vai fazer negociação de desocupação e a pessoa tem uma ação em andamento, costuma ser um problema. A gente tem várias estratégias de desocupação, de negociação, para conversar com o outro lado. A gente usa a chancela da taxa de ocupação. Escuta aqui, vai perder.

1% sobre o valor da avaliação aqui por mês. Vai ficar caro para você. A gente tem várias estratégias, mas às vezes isso não combina, porque o mutuário ali não quer negociar porque o advogado falou que ia ganhar ação. Então, ele quer defender a posse dele.

não quer negociar com a gente de qualquer jeito. O que a gente tem que fazer? É obrigatório entrar com a ação de emissão na posse. Então, essa é a assessoria tradicional. Quem vai tocar a reforma e a venda desse imóvel vai ser o investidor. Então, o investidor vai contratar por 10% sobre o valor da arrematação. Aqui no nosso ecossistema de assessores, a gente tem um mínimo de 20 mil reais. Então, você vai pegar uma operação que o lance inicial é 90 mil reais, arrematou por 90 mil reais, não tem problema. A comissão vai ser...

de 20 mil reais. Então, a gente tem esse teto aqui, porque a operação tem que ser boa para o investidor e para nós assessores. Tem que ser bom para todo mundo. Senão, a gente trabalha de graça e a balança não fecha, a conta não fecha. O assessor vai trabalhar demais e vai ganhar... E o mercado é forte.

Exatamente. E já no Caixa Forte, para você entender, como é que funciona? A gente vai com o investidor até a venda do imóvel. Então foi isso que o Haroldo trouxe. Essa de Rondonópolis era uma operação inicialmente que a gente ia com o investidor ali fazer uma baita reforma. Talvez tivesse algum risco de desocupação, uma ação que tomasse um pouquinho mais de tempo de operação. Mas os assessores foram contratados para ir até a venda do imóvel.

Quando eles conseguiram arrematar, saíram vencedores dessa arrematação, pegaram a documentação, foram fazer a desocupação, viram que o imóvel estava desocupado, o que economizou ali. Se eles colocaram 15 mil para a desocupação na viabilidade, eu não lembro se essa casa era mais de médio padrão ou alto padrão, eu não lembro. Médio padrão. Médio padrão? De Rondonópolis, médio padrão, embora tivesse 200 metros quadrados.

Era um bairro mais de classe média, vamos dizer assim. Então, pelo menos 10 mil reais eles colocaram ali na viabilidade para desocupação, porque tem custos processuais, tem honorários advocatícios.

tem valores ali para negociar com o nosso ocupante. Então, eles com certeza colocaram, pelo menos na viabilidade financeira, uns 10 mil reais. Então, já teve uma economia de 10 mil reais. Uma casa de 200 metros quadrados, eles devem ter colocado, dependendo da idade dessa casa, se ela era antiga ou nova, pelo menos uns 50 mil reais, 30, 40 mil reais ali, dependendo do ano dessa casa. Então, ele está falando de uma economia que esses investidores acabaram tendo na operação de mais ou menos uns 60 mil reais logo de largada. Mas por quê?

Porque a gente está com assessores que têm expertise, que têm conhecimento, que manobraram tudo ali, identificaram que não tinha que fazer grandes mudanças, era uma pinturinha na casa para deixar a casa, e limpar, deixar a casa bonitinha, para que quem fosse comprar se sentisse o desejo de entrar na casa. E nessa operação, nessas duas operações, quanto que deixou de lucro, mais ou menos, para o investidor? Em termos de percentual de ROI, a de Pelotas, você tem esses números aí, Flávio? A de Pelotas, em torno de... Música

A de Pelotas está aberta, aqui eu já te falo. A de Pelotas, 38%. E a de Vondonópolis vai dar mais de 50%, com certeza. Tem uma de Indaiatuba que a expectativa é 42%. Tinha uma fantástica em Maringá que houve um destrato ali do banco, o banco deu para trás, fez um papelão, essas coisas acontecem também.

Mas, como você falou, além da disciplina aqui, de continuar sempre fazendo as análises, sempre fazendo a garimpagem, a gente tem essa resiliência. A gente sabe que não tem problema porque existem outros leilões excelentes também. Sim, com certeza. Então, são coisas que estão aí para acontecer mesmo, para a gente aprender mais ainda. Mas teria ajudado muito mais ainda.

Com certeza. E essa casa de Rondonópolis ela já está vendo. Então, se já fizeram a pintura, já estava desocupada, ela já está vendo essa casa de Rondonópolis. Está indo agora essa semana o registro, a pré-notação, e aí eles talvez façam uma pinturinha ali na parte externa, e eu falei assim, olha, enquanto está fazendo a pintura, põe uma plaquinha ali no portão.

Porque é uma rua que tem muita passagem. Olha lá, só assim, olha, vendo e o seu número ali, aquele símbolo do WhatsApp, né? Sim. Porque provavelmente vai ser um código de outra cidade, que investidor é de outra cidade, o que é fantástico, né, Marcela? Que eu estou em São Paulo, o Tubarão está em outra cidade, o investidor em outra cidade, mas o imóvel arrematado está em outro ainda.

É multifaceta, é multicultural, está em vários cantos e vários resultados. Mas isso eu acho muito interessante. Culturas diferentes mesmo. A prefeitura, a gente lida com coisas diferentes, os cartórios. Enfim, a gente vai tendo as experiências ali fantásticas.

E até o perfil de reforma que você vai fazer, a forma de vender o imóvel é diferente. Essa questão da plaquinha de colocar ali para quem está andando na rua, quem está circulando, tanto o pedestre quanto o veículo, transporte público, as pessoas passam, veem o anúncio, entram em contato. É uma possibilidade muito grande do proprietário conseguir fazer essa venda e até para a gente atrair corretores locais, porque eles vêm e querem captar.

aquele imóvel, porque se você não coloca uma placa de vende-se, se você não atuar ativamente ligando para as imobiliárias, para chamar essas imobiliárias para fazer parceria, elas venderem o nosso imóvel, elas não vão saber que aquele imóvel está no mercado. Marcela, eu vou te falar uma coisa. Nesse caso aí de Rondonópolis, a gente já tem os esmartanos para tomar conta, a gente já tem os corretores para trabalhar e evidentemente que a gente vai cobrar, a gente vai ficar em cima e tal, porque o...

O interesse ali é liquidez, então, quanto antes, né, entrar numa negociação melhor. Mas essa ideia de plaquinha a gente tem visto aqui no ecossistema que tem ido certo em muitos lugares.

E depois, se eles quiserem chamar corretores, aí tira fora a plaquinha, né? Exatamente, exatamente. E isso é muito importante da gente fazer, porque cada mercado funciona de um jeito. A gente sabe que às vezes você coloca uma faixa, dependendo do perfil, você vende um projeto. Então, uma casa de alto padrão já faz um projeto ali, já mostra para você vender o projeto. A pessoa compra aquela ideia, aquele sonho.

para concretizar aquele imóvel. Então é muito legal. Cada região é de um jeito, cada corretor funciona de um jeito. A própria reforma, tem que ter churrasqueira, tem que ter piscina, tem que ter infraestrutura de ar-condicionado. Então, essas cidades muito quentes, cara, se não tiver infraestrutura de ar, se não tiver ar-condicionado no...

no imóvel, seu imóvel perde a liquidez, porque a galera vai procurar algum imóvel que já está prontinho, lá está com a estrutura de aero-condicionado para entrar, para morar. Então, é muito importante a gente ver as questões locais e regionais para aplicar e otimizar a nossa venda. É uma coisa apaixonante, é isso mesmo. Isso é muito bom. E essa assessoria de Rondonópolis é caixa forte. Mais ou menos, você lembra quanto que é a comissão estimada de vocês?

Não dá para lembrar, é muita operação, né? É, provavelmente ali a comissão total vai estar em torno de uns 50 mil. Uma boa operação, um bom resultado. Isso é muito bom, é muito boa essas operações do caixa forte, porque o caixa forte a gente vai até a venda. Diferente da tradicional, que a gente recebe 5% no ato da arrematação, e o outro 5% quando a gente conclui ali a posse e o registro.

No Cachá Forte, a gente é parceiro mesmo do investidor. Eu apostei nessa oportunidade, eu só vou receber lá no final da operação. E isso ajuda. Eu estava até conversando com um investidor hoje, que ele estava me perguntando, quando a gente participou de um leilão, e ele me perguntando do Cachá Forte, porque ele quer fazer algumas assessorias aqui na cidade de São Paulo, porque ele é de São Paulo, e ele quer tocar no tradicional.

Por quê? Porque ele quer ter experiência de fazer a reforma, para ele aprender como é que faz. Ele quer fazer a venda, porque está no quintal de casa dele.

Mas nas oportunidades fora de São Paulo, ele quer caixar forte. Por quê? Ele tem esse medo de poder fazer a operação sem sair de casa. Sem ver o imóvel. E a gente traz esse conforto e essa segurança para ele. Então, isso é muito legal quando a gente fala no mercado de assessoria, que a gente estando dentro de um ecossistema como o nosso de assessores, a gente consegue se ajudar. Porque foi o que você acabou de falar, né, Haroldo? Pô, a gente já tem esbarcando lá na cidade.

Então, eles que cuidaram da posse, eles já estão indicando o prestador de serviço, ou até eles estão acompanhando a obra. Porque acho que uma das grandes dificuldades que a gente tem de reforma à distância é quem vai ser meus olhos naquela obra? Exatamente. Porque vai falar, reformei o banheiro, cadê? Trocou o revestimento, não tem revestimento no banheiro. Quem vai me dizer que não tem? A mulher faz um vídeo ali e como é que eu vou saber se tem ou não revestimento? Tem essa importância da gente poder...

Saber o que tem lá e o que não tem, né? Exatamente. Então, eu estava vendo aqui, antes de ter essas surpresas agradáveis, já estava previsto um resultado de 90 mil reais. De lucro. De lucro. Então, com certeza vai passar de 100 mil reais aí, você mesmo fez a conta.

É, exatamente. Para a gente ter uma ideia. Vai passar bonito, porque a gente fez uma conta por cima ali e vai aumentar bastante o resultado da operação. Sei lá, com todas as despesas, estava mais ou menos 90 mil, a gente colocando mais 60 mil na operação, a gente está falando de mais ou menos 150 mil. Então, de 50 mil de comissão, viram 70 e poucos mil reais. É óbvio que depende do preço de venda, depende de várias coisas que, às vezes, vocês vão ter que olhar ali na operação para entender o resultado.

Tem a possibilidade até de fazer um negócio mais rápido, com lucro um pouquinho menor,

Mas está tudo válido. O importante é partir um para outro e pronto. Exatamente. E o nosso papel de assessor é justamente orientar. Porque é isso que o Haroldo falou. A gente pode vender mais barato e já sair da operação. Cara, isso é uma ansiedade que muito investidor tem. De, ah, eu quero concretizar. O investidor, quando chega nessa fase, ele quer sair logo. Ele fica nervoso. Ele fala, já tem novidade? Tem novidade? Todo dia pergunta se tem novidade.

E a gente é um pouquinho diferente, né? Porque no DZA a gente aprende até o seguinte, olha, se eu...

se o dinheiro é meu, eu tenho possibilidade aí de ganhar, vamos dizer, 100 mil reais a mais, mas tem que esperar mais dois meses, eu espero, porque a decisão é minha, né? Exato. Mas o assessor investidor gosta tanto que ele já quer partir para outra, então ele quer a grana rapidinho ali e vamos embora. Isso é verdade. E mais um papel importante nosso que a gente tem que ter, né, Arudo? É de mostrar para o investidor que a gente tem que ter calma.

Porque quando a gente tem muita sede, você vai deixar o dinheiro na mesa. Pô, você vai vender 100 mil mais barato? Não vale a pena, você está deixando o dinheiro na mesa. Segura a ansiedade, né? Eu acho que quando a operação... Talvez no nosso negócio de assessoria seja o maior desafio, né?

Mas não deixa de ser apaixonante também. Exato. Estamos aqui exatamente para isso. A gente tem que controlar a nossa ansiedade e a ansiedade do investidor. Então, vier um pouquinho ali de uma responsabilidade nossa de cuidar do investidor, até para maximizar o resultado dele. Por isso que eu acho que é interessante para alguns investidores que não conhecem o mercado, que não sabem trabalhar no mercado, contratarem a assessoria Caixa Forte.

Porque a gente entende o mercado, a gente sabe que tem que esperar um pouquinho.

Algumas operações, é importante ter sangue frio, saber que tem que esperar que vai vender. Não vai vender em uma semana, mas vai vender em dois, três meses, em cinco meses, em seis meses, mas vai vender pelo preço que a gente estimou. Então tem que saber aguentar ali. O mercado imobiliário é um mercado resiliente, mas ele é resiliente e altamente lucrativo para quem tem paciência de esperar o mercado. Para quem quer aposta...

Vai jogar nas bets aí da vida que aí você vai estar apostando mesmo. Porque aqui o mercado requer resiliência e principalmente paciência. E nós assessores temos que trabalhar com esse mindset, porque o investidor da primeira operação, ele não sabe disso. Ele vai saber ao longo do caminho, porque ele também está aprendendo. Exatamente.

Mas a gente já sabe também que tem investidor que já está na terceira, quarta operação. Adoro. E até gosta, né? Eu estava brincando com o Maicon, que eu fiz live com ele. Aí eu falei dele, daqui a pouco eu vou estar com ciúmes. Porque a cliente falou, nossa, o Maicon é demais. Não deixa o seu esposo a ler isso aí, não. Ela vai ficar braço. Você também não deixa ninguém ler suas conversas. Porque quando a gente trabalha bem e entrega oportunidade boa para os investidores, isso faz com que o investidor queira fazer exatamente isso que você falou, Haroldo.

ele vai vender aquela operação e já fala, Haroldo, me arruma mais um, né? Cadê mais uma oportunidade? Porque é isso, a construção do patrimônio dele, o crescimento do patrimônio dele, ele encontrou a alternativa para viabilizar isso. Exatamente. Haroldo, eu queria te agradecer, sua gentileza de que eu tenha acompanhado. Mais uma vez, eu que tenho que agradecer a oportunidade. Eu falei um pouquinho de mim, nem esperava, mas, assim, o recado que eu deixo final para quem está pensando...

se entra ou não na assessoria, pode vir, mas também se quiser conversar comigo antes, não tem problema, mas, assim, o curso é fantástico e, realmente, o aprendizado o conteúdo é maravilhoso. Pode vir que, assim, não tem como dar errado, vai dar certo. Vai dar certo com toda certeza. E, assim, se por acaso tiver algum investidor aí, também pode contratar a nossa assessoria que...

que vai ter toda a segurança possível e muita lucratividade, com certeza. Exatamente, gente. Aqui é espaço para a gente falar sobre a assessoria, sobre o mercado altamente lucrativo. O Haroldo aqui trouxe para vocês os insights de quem já estava no mercado imobiliário, mas estava muito nichado, muito específico, muito restrito a determinadas oportunidades. A minha irmã está assistindo aqui, olha. Mandou parabéns. Obrigada. Como é que chama sua irmã?

Luciana. Ô, Luciana, obrigado por ter assistido aqui a live e ouvido o seu irmão falar e eu que não paro de falar também. Bom demais, bom demais. Muito obrigada, viu, Haroldo? Boa noite, pessoal. Até terça-feira que vem, mais uma live para a gente bater um papo de assessoria e trazer aqui mais insights para quem quer atuar nesse mercado, para quem quer investir nesse mercado de leilões que é altamente lucrativo. Obrigada, Haroldo. Obrigada, pessoal. Tchau, tchau. Obrigado. Tchau, tchau.