Episódios de Papo de Assessoria - Marcela Carillo

Como Começar na Assessoria de Leilões Sem Largar o Trabalho

04 de maio de 20261h
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Assessoria de leilões de imóveis pode virar uma nova fonte de renda mesmo para quem trabalha o dia inteiro.
Neste episódio, a Tati conta como saiu do zero, conciliando trabalho, filhos e estudos, e já faturou com assessorias no mercado de leilões.
 ✅ O que você vai aprender:
  • Como começar na assessoria de leilões mesmo sem experiência
  • Como garimpar imóveis com mais assertividade
  • Por que não desistir após leilões suspensos ou oportunidades perdidas
  • Como a análise de mercado protege o investidor
  • O papel dos tubarões e do ecossistema na segurança da operação
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Assuntos8
  • Assessoria de leilõesComo começar na assessoria de leilões sem experiência · Conciliar trabalho e estudos com assessoria · Garimpar imóveis com assertividade · Análise de mercado para proteção do investidor · O papel do ecossistema na segurança da operação
  • O papel do ecossistema SmartSuporte dos tubarões assessores · Ferramentas de gestão (Smart App) · Segurança e confiança para investidores · Divisão de tarefas e comissões
  • Leilões Judiciais vs. ExtrajudiciaisInsegurança com leilões judiciais · Complexidade dos leilões judiciais · Diferenças entre leilões judiciais e extrajudiciais · Gestão de risco em leilões judiciais
  • Precificação de imóveis em leilãoComparar imóveis de padrões diferentes · Análise de mercado para precificação · Conservadorismo na precificação · Evitar deixar dinheiro na mesa · Precificação como gestão de risco
  • Questões legais e processuaisMedo e insegurança com a análise jurídica · Não é necessário ser advogado · Habilidade treinável de gestão de risco · Estratégias de análise de processos · Identificar acordos e cancelamentos
  • Resiliência no mercado de leilõesLidar com leilões suspensos ou cancelados · Superar frustrações e perdas · Aprender com cada oportunidade · Não desistir diante de desafios
  • Rotina de Guilherme BenchimolIdentificar leiloeiros menores · Verificar viabilidade financeira inicial · Análise de mercado local · Uso de ferramentas de gestão (Smart App) · Criação de funil de oportunidades
  • Realização de lucros em açõesExpectativas de retorno financeiro · Comparação com renda fixa
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Boa noite, galera! Vamos entrando para mais um papo de assessor, mais uma terça-feira, e essa terça-feira aqui foi espetacular dentro do nosso ecossistema de assessores. Saíram várias assessorias dentro do nosso ecossistema, tanto assessorias usando o nosso Lead Bank, nosso ecossistema como um todo, como assessorias também privadas, dos próprios assessores que tem alguns clientes deles.

E arrebentando, a galera tá dando muito resultado, conseguindo ter resultados maravilhosos. E hoje eu trouxe uma convidada muito especial, a Tati daqui a pouco ela tá chegando por aqui e ela vai trazer pra vocês o insight de alguém que tava fora desse ecossistema de assessores, nem enxergava isso como uma profissão, trabalhar com assessoria de leilões de imóveis. Então vai escrevendo aqui no chat.

Quem é que também estava nessa posição, que nem a Tati, que não trabalhava com assessoria e tem muita vontade? Escreve eu aqui no chat pra gente saber como é que está o nível da galera aqui, quem é que já faz assessoria, quem não faz assessoria. Vamos compartilhando essa live com todo mundo, aquela pessoa que quer entrar no mercado de assessoria, quer começar a ganhar dinheiro com conhecimento. A Tati vai compartilhar como é que foi a experiência dela, como é que foi a guinada dela dentro aqui do nosso ecossistema.

E a trajetória dela é muito bacana, porque ela é mineirinha, ela veio devagarinho e aos pouquinhos ela foi tendo resultados. E ela tá numa crescente muito interessante e é muito legal ver como que ela tá evoluindo. Cada dia que passa, ela evolui mais, ela é muito dedicada. É isso aí, Dri, ela é maravilhosa mesmo, ela é super dedicada.

super aplicada, tira dúvidas com a gente, usa muito o pessoal da Cúpula, porque estar em contato com os nossos tubarões assessores ajuda eles, motivam eles a crescerem, porque eles vendem feedback, trazem resultados. Então a Tati veio aí...

com muita vontade, muito desejo, e é uma das últimas conversas que eu tive com ela. Ela falou, Marcela, eu ainda não pensei numa transição de carreira definitiva, mas eu já tô vendo que vai dar pra fazer. Porque quando ela entrou aqui dentro do nosso ecossistema, ela sempre falou sobre isso, e ela quer trazer esse resultado. Ela é super curiosa, super dedicada, e ela tá conciliando jornada de trabalho. Então, acho que muitos de vocês que estão aqui querem também fazer isso e têm dificuldades, então eu vou trazer a Tati e vocês vão ver como vai ser legal. Eu vou aceitar...

Pra gente começar nosso bate-papo, vai ser bem legal, bem interessante. Tudo bem, Tati? Tudo bom, Marcela? Tudo jóia contigo. Também tudo bom. É desse jeito mesmo. A Adriana fala que eu moro na roça. Então, que eu gosto muito cedo, mas eu também acordo cedo, sabe? Então, tem dia que a gente tá conversando.

Uma hora da manhã e falando de assessoria, falando de imóvel, falando de card, é assim. É que tem que ter sofrimento e não tem resultado, né? A gente tem que ralar, né? Tem, tem. E como, né? Não, o que é legal te trazer aqui, Tati? A gente conversa bastante no privado e eu sei como é que foi a sua evolução, como é que foi a sua entrada aqui no nosso ecossistema de assessores. Então, acho que é bem legal a sua história, que acho que vai condizer com muitas pessoas, né?

Como é que você veio parar aqui no mundo de leilões? Como é que você começou a fazer assessoria? Conta um pouquinho da Tati. Antes da Tati entrar no mercado de leilões, o que você fazia?

Eu faço. Eu sou bancária e eu trabalho o dia inteiro. Meu horário são oito horas de trabalho e é assim. A minha dedicação é pós-horário de trabalho e pós as atribuições de mãe. Ah, quem é essa? Então, é. Eu comecei nos leilões através da Adriana.

que começou fazendo curso e ela vai e ela puxa a família inteira, né? Então, estamos eu e ela fica falando pra minha outra irmã, que também tá no caminho e fala pra filha dela, pro marido dela e todo mundo fica bem envolvido, né? Então, a gente sai semana, é feriado e ela tá lá se dedicando e fica puxando a gente. Você também tem que entrar. Você também tem que entrar.

Então, eu comecei na turma do DZR. Eu sou da turma 23. E depois, quando apareceu a assessoria, eu gostei bastante, sabe? Porque eu acho que você faz seu tempo ali, você tem...

Tem ali um tempo para você estudar, você faz o curso. Então, eu acho que isso aí, você se dedicar, estudar, fazer no seu tempo, na sua hora ali, eu acho que é muito legal, sabe? E é o que eu falo para minha outra irmã, eu falo assim, né? Para a Ana Cristina, eu falo assim, é muito gostoso, né? Quando você está lá garimpando e você vê o resultado, porque cada um é um aprendizado.

Então, é então é muito legal, sabe? Não sou pelo retorno financeiro. Você, bancária, né? A Adri também é. Vocês entraram no mundo dos leilões porque é o próprio, que é o caminho que muita gente faz.

Mas olha só, a dificuldade que vocês enfrentam, porque quem concilia a jornada, como você, as suas irmãs e várias pessoas dentro do nosso ecossistema de assessores, e as pessoas que estão aqui assistindo a live, conciliam atividades, a gente sabe a dedicação que é e o empenho que tem que ser.

Nesse começo aqui que você fez, quando você entrou lá no DZR, na turma 23, para quem não sabe o que é o DZR, DZR é dentro aqui do nosso grupo Smart, o que a gente tem é o nosso curso base aqui. Então, quem quer entrar no mercado de leilões, quer começar a investir com seu capital próprio, ele é o curso básico ali para você ter conhecimento básico assim, né? Porque eu estou cortando a barra, porque ele é profundo, é super intenso.

acelera pra caramba os nossos resultados e requer muito investimento nosso de capital, de horas de bunda na cadeira sentando pra poder e você se dedicou pra isso, porque a Adriana fica um furacão, né? ela fugiu do mundo e o Desirear ele te dá uma base muito boa pra você fazer assessoria, né? porque ainda mais também já arrematando lá o vento

no curso, né, a gente já, eu já arrematei junto com a Adriana e com a minha irmã também, e aí você já tem uma noção, então é bom, você já tem essa base e isso te dá uma sensibilidade pra você, pra essa assessoria, né, isso é bem importante. E é a mesma cores, a assessoria é a mesma coisa o Dzear quando o Dzear fala, né, das suas horas de dedicação.

O que importa é o quanto você vai se dedicar. Então, no começo, eu começava a fazer mais ou menos oito horas da noite. Eu ia até dez, onze horas, porque eu estava dentro do meu limite, né? Para estudar, fazer um curso, acompanhar. Então, era assim. Agora, não.

Agora, como está mais interessante, te exige mais, às vezes fica até 11, até meia-noite, até uma hora, às vezes eu acordo cedo e despacho, eu fico para a escola e volto, faço alguma coisa, no período de 7 às 8 horas, para eu começar a me aprontar para trabalhar. Então é assim.

no pouquinho de tempo que você tem, às vezes na hora que eu chego aqui e faço alguma coisa que eu tenho que consultar, que no trabalho não dá. Então, cada minuto que você tem de dedicação, eu acho que te dá um retorno considerável.

Com certeza, com certeza. Isso muda o jogo, né? Esse seu empenho, essa sua organização de tempo, porque se você quer conciliar tarefas, tem que ser muito organizado para saber estabelecer prioridades, porque você tem a capacidade, você é mãe, você tem sua família, você tem que fazer seus pessoais. E aí, tem a projeção de novas receitas através do mercado de assessoria, sem contar suas arrematações próprias. Então, assim, você concilia várias atividades em conjunto.

E a Tati, conta aqui pra galera, assim, quando você começou aqui no mercado de leilões, quais foram as suas principais dores? Acho que pode ter alguém aqui assistindo que você fala, pô, tá bom, a Tati já é bancária, já tem algum conhecimento, mas quais que eram as suas principais dores? Porque o fato de você trabalhar no banco não significa que você entende como é que funciona ali na sua fiduciária, porque você não ficava ali na parte de cobrança, você trabalha em outra função ali, né? Você não ficava na parte de cobrança.

Até que, assim, alienação fiduciária não é difícil para mim, não, porque no meu segmento eu mexo com pessoas jurídicas, então eu tenho um certo conhecimento em relação a isso, de analisar uma matrícula, porque o meu trabalho é eliminar essas oportunidades. Então, desde o começo, o que mais me...

me machuca é a questão dos leilões judiciais. Essa, pra mim. Porque você vai tendo a análise de mercado, a gente tem uma certa noção, né? Então, é isso aí. E você vem criando uma... Na sua cabeça, né? Você vem criando, então...

uma memória ali de cálculo e você vai tendo noção. Então, agora, o judicial, o leilão judicial, para mim, eu ainda fico insegura, né? Olha para você ver. Outro dia eu peguei uma matrícula e...

Limpinha, limpinha. Mais bonito. Eu falei, nossa, tá fácil demais. E aí, na hora que eu baixei o processo, aí eu peguei de cima para baixo, baixo para cima. Eu não vi. Na hora que eu fui lá ver, tinha uma doação no meio do processo da matrícula.

Sabe, esse negócio aqui não vai estar bom não, né? E na matrícula não tinha nada. Mas no processo tinha. Aí eu falei, ah, não. Tinha uma escritura de doação no processo, mas que não estava registrada na matrícula do imóvel. Não estava. Não estava. Então, aí eu acho que isso é para os fortes, sabe? Para chegar nesse nível, eu vou chegar lá. Mas aí eu acho que ainda vai demorar um pouquinho.

Aí eu prefiro descartar ir para um mais ou menos, apesar que eu já vi em outras coisas e falei, ah, isso aqui está difícil. Aí eu troco ideias às vezes com a Lili, com a Adriana, o João também às vezes troco algumas ideias com ele, sabe?

Então, tem algumas coisas, mas que é a questão da expertise que eu estou pelejando para chegar lá. E olha só que legal, né? Então, a maioria das suas arrematações próprias e assessoria foram todas leilões extrajudiciais. Os judiciais, você tem receio, né? Por conta da complexidade. Tem leilões judiciais que são mais mamão com açúcar, né? Tem, tem. Tem, tem.

E às vezes, assim, teve um imóvel que eu peguei assim, aí era trabalhista. E não, sai fora de trabalhista. Sai fora, tá tão bonitinho, né? E uma coisa que eu lembro também do Renan falar é que você não pode ter amor ao imóvel, né? Não. Não pode ter amor ao imóvel.

E eu aprendi saburas pendas. Apesar que, às vezes, eu ainda fico sabendo. Não é possível, porque isso não vai dar certo. Então, por exemplo, outro dia eu vi um imóvel, uma casa, um condomínio, na praia.

Aquele era pra mim. Eu fiquei vigiando esse imóvel. Conversei com corretora, quase que eu fiquei amiga da corretora, de tanto que ela falou bem desse imóvel e do condomínio. Nossa, foi muito bom. Aí eu tô... E é assim, eu fiz, era bem antecipado. A Maia aprovou o card e tal. Tô vigiando. A hora que eu vi o leilão assustado. Eu liguei pro leiloeiro e falei assim, aqui.

Foi assustado mesmo esse móvel? Só que tinha aqui na mão já. É, aí ele falou assim, olha, ainda não apareceu pra nós não, mas se você quiser dar o lance... Não, sabe, eu fiquei vigiando, então... Ah, não, são algumas coisas que a gente sabe que tá errado, mas por mais que saiba que tá errado, você vê que você precisa mesmo ter foco pra você não perder tempo, né?

Com certeza. Olha, eu acho que esse é o grande desafio de quem quer trabalhar no mercado de leilões de imóveis, principalmente com assessoria. Porque às vezes a gente fica gastando energia, colocando toda a nossa disponibilidade de tempo em um único imóvel, que depois pode vir a ser suspenso, né?

Essa grande importância da gente ter essa maleabilidade, esse jogo de cintura. Eu acho que os leis judiciais, eles requerem um pouquinho mais de experiência, um pouquinho mais de conhecimento técnico, mas ele é perfeitamente factível. A gente tem o Ronaldo, que eu já fiz live com ele hoje, inclusive o Pierre fez live com ele hoje de manhã, no perfil da Smart, foi uma live muito legal.

E ele não é advogado e majoritariamente as arrematações dele, tanto pessoais quanto as arrematações de assessoria, são todas leilões judiciais. Ele começou agora a olhar os assuntos judiciais, é o caminho contrário. Ele mesmo não sendo advogado, ele sempre olhava os judiciais, né? Então é muito curioso.

a trajetória de cada um dentro do mundo dos leilões, dentro do mercado de assessoria, para a atuação. Porque tem mercado para os dois lados. Então, assim, apesar de você ter um certo receio, você não deixa de olhar. Você está olhando, de novo. Não, eu estou olhando. Eu estou olhando, sabe? Cada um, né?

pesado, né? Cada um. Então, você entende ali como que você busca o processo, como você olha. Eu fiz até um glossáriozinho dos termos jurídicos pra ver se eu vou prendendo, similando, bater no olho de saber o que que é. Então, mas e à medida que você vai fazendo, passando ali...

Não tem nada igual, né, também. Nada igual. Não tem nenhum padrão, nada. Tudo que você... Qualquer imposto, você vai analisar ali, tem coisas diferentes que você ainda não viu. É muito interessante. Então, é um aprendizado a cada dia, a cada hora que você olha ali. Então, outro dia a gente estava olhando um imóvel e ali, eu comparando, eu coloquei o card pra discussão e tal. Aí o João falou assim,

Tati, você está comparando banana com laranja. E você não pode comparar banana com laranja.

Mas, aí eu entendi o que ele queria falar, mas eu também falei com ele assim, foi exatamente uma dúvida que um investidor teve quando ele arrematou um imóvel. Ele falou assim, que na cabeça dele, eu olho assim também, se eu estou vendendo um imóvel por X,

Eu tenho que comparar com um padrão um pouquinho maior para saber se aquele cliente ali vai comprar, vai preferir o imóvel que eu estou vendendo para ter mais facilidade de venda do que aquele outro. Por que ele vai deixar de comprar por um pouquinho mais alto do que o meu? Então, às vezes, a gente tem que comparar a laranja com a banana, né? Mas, assim, tudo tem que ter um equilíbrio, né? Eu entendi o que o João falou, mas eu também penso dessa forma, sabe? Eu não vou olhar o mesmo padrão porque...

Por que o cliente vai comprar um imóvel idêntico ao meu ou vai preferir o meu? Porque quando eu penso na assessoria, eu penso como se eu estivesse arrematando aquele imóvel. Ele tem que ser muito bom. Eu não quero que o cliente, que o investidor, fique com uma batata quente na mão. Porque tem que ser como se fosse para a gente, como se a gente estivesse arrematando. Exatamente.

E o rigor que a gente faz para o cliente, a premissa é maravilhosa, tem que ser isso mesmo. A gente tem que olhar como se fosse para a gente e ter um rigor muito importante para garantir o lucro para o investidor. O que eu acho que é uma coisa que eu acho que, só para a gente deixar claro essa sua análise, eu concordo com o que você quis dizer, então eu vou traduzir para o pessoal, porque eu não sei se o pessoal entendeu o que você disse do laranja com laranja e banana com banana. Eu peguei o que você quis dizer e o que a gente tem que saber é

Quando a gente está precificando um imóvel, o que a Tati está trazendo é que o João deu o feedback para a Tati. Não pode comparar um imóvel de um padrão diferente na hora de precificar um imóvel. E a provocação da Tati é, eu entendi, na hora da precificação a gente tem que olhar imóveis no mesmo padrão. Mas quando a gente está falando...

com aquele capital que eu estou ofertando meu imóvel, 400, 500 mil, seja o valor que eu estou oferecendo, a venda do imóvel. O que que este cliente pode comprar com esse mesmo dinheiro? Quais são os imóveis que ele pode comprar? O que que tem de comparativo aqui que ele pode comprar? Às vezes até num bairro melhor do que o nosso. Às vezes ele com 450 mil ele compra um imóvel melhor do que o nosso. Então na hora da gente entender a precificação ali na venda, o que que a taxa está trazendo de provocação é, eu vou olhar o que que com esse dinheiro o cara consegue comprar naquela cidade, no bairro vizinho, num bairro melhor.

para eu poder saber se o meu de fato é competitivo. É isso que você está falando, né Tati? É exatamente isso, exatamente isso. Porque se fosse eu comprando, eu iria fazer uma pesquisa assim. Então, eu acho que a gente tem que oferecer mais facilidade para o investidor na hora dele adquirir aquele imóvel, para ele ter certeza de que ele vai ter um retorno muito bom. E outra coisa também que eu...

Eu acho que eu sou mais conservadora nas análises, sabe? Nas precificações. E eu acho que a Lili também é. Porque a Lili é mais conservadora e eu prefiro ser assim do que eu usar. Não, isso aqui vale tanto. Na hora que você vai ver, não é aquilo. Então, eu prefiro. Mas aí, quando eu sou também muito conservadora...

O João chegou a falar comigo assim, você deixa dinheiro, você tira o dinheiro da mesa. Entendeu? Então, aí vai muito da experiência, da expertise, do tubarão que já está ali.

já tem aquele moral, já tem mais conhecimento do mercado para falar com a gente assim, não, você pode chegar um pouco mais, vamos ver. Também já chegou com imóvel assim que a Lili falou assim, isso aqui não vale.

Porque não vale o que você precificou. Então, aí também você vai dando aquela equilibrada nas suas análises. Exato. E isso que você está trazendo, você perguntou duas dicas excelentes aí para a galera. Essa questão do conservadorismo, ela começou falando, não sei se vocês pegaram, a Tati falou assim, a gente precisa cuidar do dinheiro do investidor e tal. E aí o João Henrique falou para a Tati.

Não pode ser conservador em todo lugar. Porque se for conservador em 100% dessa análise, você vai sair do jogo. O que significa isso? Se a gente é conservador no preço de venda, conservador no valor de reforma, conservador em todas as despesas que vão ter na operação, a gente sai do jogo. Então, o que o Pati está falando aqui?

Olha que feedback maravilhoso. A Catar já trouxe vários insights para vocês, gente. A live era justamente para isso. E ela é maravilhosa, né? A generosidade que ela está entregando, como é que ela faz precificação e como é que ela cuida do dinheiro do investidor. Porque é exatamente esse mindset que a gente cuida muito aqui, né?

Ela tá com três tubarões ali, que são meus sócios em várias operações. São maravilhosos, conheço todos eles super bem. E eles são exatamente assim, eles dominam a operação, eles sabem o que eles estão fazendo. E, de fato, tem operações que a gente vai chegar e falar assim, ó, Tito, aqui não vale, isso que você precificou tá errado, aqui não tem liquidez. Esse modo, se estivesse no bairro vizinho, pegaria tanto. Enfim, a gente vai trazendo os insights.

para ajudar vocês na correção do imóvel. Só que a Tati já percebeu que ela tem um perfil extremamente conservador e isso pode tirar ela do jogo, porque ela vai estar sendo conservadora em todas as linhas da operação e isso tira do jogo. A gente sim tem que ser conservador, mas é o conservador de forma mais assertiva, para que a gente tenha margem para a operação e garanta uma proteção para o investidor no resultado final da operação, né Tati? Isso mesmo, é isso mesmo.

Teve uma situação que, no imóvel que eu estava precificando, e aí o João falou assim, não, isso aí vale muito mais, ele está subavaliado. E nós vamos arrematar. E foi exatamente nós conseguimos arrematar porque o pessoal não chegou. Porque ele estava subavaliado. Então, eu falei assim, não, isso aí nessa região de São Paulo isso aí vai dar certo.

Então, é o seu mercado. Aí, quando já teve o outro imóvel nesse bairro, já isso aqui eu já aprendi, que esse bairro aqui já pega um valor maior. Então, aí você vai fazendo aquela memória ali e vai conseguindo ter essa noção. Então, isso também é muito interessante. Exato. E, Otara, antes da gente falar dos setores que você já fez aqui, para a galera se familiarizar, a Elisa escreveu aqui no chat que ela está com muita dificuldade de garimpar.

conta um pouquinho pra gente como é que funciona a sua rotina de garimpagem e como é que você faz pra fazer as garimpagens que você percebeu que é mais assertiva porque eu sei que você começou de um jeito você reage a sua rota, mudou e toda hora a gente tá mudando a forma como a gente garimpa e a forma que a gente olha pros imóveis

Mas como é que você conseguiu encontrar um jeito que atualmente você fala, bom, quando eu faço desse jeito, quando eu garimpo os imóveis, eu consigo ter mais assertividade quando eu faço desse jeito? Você já chegou em algum racional? Você percebeu já fazendo uma coisa com repetidas vezes que acabou tendo mais resultados na garimpagem?

Nossa, estou batendo muita cabeça, viu? Nossa. É assim, né? Separa um card lá. Bonitinho e tal. Aí começa a fazer tudo. Aquele planilhamento lá também, ele dá o maior trabalho, né? Fazer o planilhamento. Eu faço todo o planilhamento e tal. Aí separa o card.

Aí faz quase o processo inteiro. Aí na hora que eu baixo o processo, eu vou lá na última página, tá lá o processo assustado. Nossa senhora, sabe isso aí, tem hora que eu falo assim, gente, eu tenho que... É de morrer, né? É de morrer.

É de morrer. Aí, às vezes, você separa um card também, bonitinho, um imóvel. Separou o imóvel, aí você coloca ali, não dá tempo de você fazer tudo no mesmo dia, e no dia seguinte você fala, vou trabalhar nesse imóvel. Faz a mesma coisa. Aí tá, você entra no site do leiloeiro, sustado. Cancelar.

Nossa senhora, então assim, são coisas que eu, agora eu estou fazendo, a primeira coisa que eu faço, confira-se no site, porque eu não sei se eu estou separando muitos imóveis, assim, mais problemáticos, né? Está tendo muita sustação o cancelamento de leilão, né? Está tendo muito.

Então, a hora que eu vou no site, eu já separo, sabe? Então, por exemplo, eu separei o processo, o leiloeiro lá, o caixa está lá, aí a primeira coisa que eu faço é eu pego aquele endereço e jogo no mercado para saber como que aquele bairro ali tem os imóveis e vale aquilo mesmo. Quando eu olho aqui...

Tá lá no imóvel de 300 mil que eu vejo parecido lá de 180 mil, eu já descarto. Então, é a primeira coisa que eu faço, assim, eu pego umas duas, três amostras só para saber se aquilo ali está mais ou menos. Porque, às vezes, o valor de avaliação, ele também está super avaliado, né? Então, na hora que você vai colocar todo o planilhamento ali, tudo que você vê, o valor de liquidez ali não dá.

E uma coisa também que eu tenho procurado fazer é olhar os leiloeiros menores, né? Os pequenos leiloeiros, porque ali tem muitas oportunidades boas, né? Aqueles sites...

dos maiores leiloeiros, eles são bem mais disputados, né? Com certeza. É, então é assim, aí eu faço esse planilhamento que eu acho super importante e às vezes eu também pego, sabe, continuo pegando um pouco de imóvel do nível um pouquinho acima.

Eu costumo pegar no mesmo padrão, na mesma coisa, mas eu dou sempre uma comparada para saber. E aí eu coloco esse valor de médio de mercado e olho a questão também, depois vou a questão judicial, faço todas as análises do processo.

Então, normalmente é dessa forma. Legal demais. Então, já deu duas dicas aqui. A primeira é que você garimpa nos leiloeiros menores. Muita gente fala de grandes leiloeiros, são os primeiros nomes que vem à cabeça e a pessoa que quer falar, a concorrência explode muito mais.

A Tati já trouxe aqui um insight muito legal de que ela vai para os leiloeiros menores. E o segundo insight que ela trouxe, que eu acho que talvez isso que traga um pouco mais de assertividade na hora que ela vai precificar os imóveis, ela já dá uma conferida, porque ela ainda não tem experiência e memória de preço suficiente para bater o olho e falar que aqui tem dinheiro. Ela vai lá, dá uma olhadinha nos anúncios, vê se tem amostra.

Então, é como se ela estivesse justificando para ela mesmo o porquê que aquela garimpagem...

vai entrar no funil dela ou não. Então ela faz esse double check ali rapidinho, ela bate o olho, vê se tem viabilidade financeira. Se tiver, ela viu que tem uma margem. Tem anúncios de 350, 380 mil reais, saindo por 100 mil reais, ela vai correr e jogar no funil dela, porque tem margem para trabalhar na oportunidade. É óbvio que tem que olhar com cuidado, verificar se está olhando laranja com laranja. É, é, é.

identificar tudo isso, e aí ela joga pro funil dela. E, Tati, eu considero assim, sua rotina pesada, aí que você trabalha, tem filhos, enfim, como é que funciona o seu funil? Qual é o tamanho do seu funil? Quantas oportunidades mais ou menos por semana você joga pro seu funil e mais ou menos, você analisa que assim, às vezes você joga 10, 15 imóveis no seu funil, naquela semana você tá com uma rotina pesada de trabalho, acontece alguma coisa.

com os filhos, a gente não consegue analisar esses 15 que colocou. Mas como é que está sendo a sua rotina, né? Porque de dezembro pra cá, você conseguiu fazer várias acertorias, né? Você já tem... Na verdade, a gente teve quatro acertorias e aqui uma foi cancelada. Na verdade, são três acertorias. É, o banco não aceitou. É, mas assim, Marcela, eu tenho aqui esse esse...

como é que fala? Essa possibilidade de a gente colocar os cards pelo Smart lá. A leseição do Smart App, né? É. Nossa, mas foi bom demais. Foi bom demais isso aí. Então, isso ali, eu tenho ali hoje, eu acho que eu tenho ali.

que no meu estoque ali, eu acho que eu estou com 15 imóveis. 15 imóveis ali, mas tem até, acho que do dia 30 de junho, sabe? Então, eu seleciono assim. Aí, agora eu estou trabalhando pelos prazos que estão acontecendo aí, né? Os mais próximos. Eu queria me antecipar mais, mas eu não tenho conseguido. Por exemplo, eu tenho card lá que podia 30.

mas eu ainda não consegui finalizar. E a gente vai daqui dois dias. Dois dias. Daqui dois dias. Aí eu deixo a Lili, a Adriana, o João Dores. Tem tarde para tal dia. Normalmente eu falo com a Adriana. Tem um imóvel bonitinho ali. Então é assim. Aí tem dia que está assim.

Consigo jogar ali com aquele aplicativo ali. Nossa, ficou muito bom. Aí com aquele aplicativo, tem um dia que eu outro dia, eu joguei, acho que uns 20. Eu passei o final de semana e eu joguei uns 20. Mas aí depois você vai selecionando, a hora que você vai vendo ali e tal. Mas normalmente eu tenho uns 15 ali.

É bastante coisa. Olha só que legal, né, gente? Escreve aqui no chat quem sabe o que é o Smart App. Smart App é uma ferramenta, que é o que a Tati está dizendo, né? É uma ferramenta que a gente tem aqui dentro do nosso ecossistema Smart que ele é completo, tem tudo. A gente consegue fazer monitoramento de imóvel, a gente consegue criar o nosso funil de oportunidades. O que é funil? Você separa todos os imóveis que você entende que tem viabilidade financeira que podem ser potenciais imóveis que você apresentar para o seu cliente em assessoria e a gente tem uma extensão que você clica lá no botão o seu cliente. o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente, o seu cliente,

E ele automaticamente monta o card com as principais ferramentas que a gente tem. Então, ele facilita demais o trabalho do assessor. Dentro da nossa ferramenta de gestão, a gente tem um relatório de viabilidade financeira para a gente já apresentar o relatório financeiro à jurídica para o cliente, colocando todos os pontos, assinatura de contrato direto do aplicativo, a própria gestão financeira. É um documento totalmente hábil para uma ferramenta profissional, de fato. É, isso é muito bom.

É muito bom. E o que é muito legal é que é isso que a gente fala para a Adri, está colocando aqui, é difícil trabalhar sem o Smart Chef hoje. É super difícil, gente, porque é isso que a Tati está falando, de conseguir subir 15 imóveis por semana para ela analisar. Gente, é muito bom isso, porque é otimido o tempo que antigamente ela tinha que separar esses links, montar os casos, subir os documentos, dava muito trabalho. Economiza no mínimo, no mínimo, brincando para quem é rápido, 15, 20 minutos por casa. É, é.

Nossa, foi assim foi o achado foi a melhor coisa Não, isso é bom demais e assim, o seu funil tendo 15 oportunidades por semana que você analisa

Se disso virar duas, três participações de leilão, você maximizou os seus resultados para você conseguir fazer. Toda semana você consegue analisar tudo, é o que você acabou de falar. Não, tanto é que tem imóvel que ela garimpou, se ela está aqui, faltam dois dias para o leilão, ela sabe que é um imóvel, mas ela não conseguiu fazer a análise por conta da dificuldade que a gente tem, né? Aham, aham, é. E aqui, Marcela, às vezes, né?

Teve um imóvel que a gente tentou arrematar e acabou que não deu certo e tal. E os investidores ficaram muito decepcionados, sabe? Porque não deu certo. E aí é assim. Quando não dá certo, você faz o card ali, se dedica e tal. Ou você se dedicou e o Tubarão chega e fala assim, né? Não, isso aqui não está bom, não.

Aí você fala, poxa vida, né? Me dediquei tanto. Ou então você vai lá e na arrematação, fizeram cobrir o seu lance várias vezes, você ficou longe lá atrás e fala assim, nossa, eu tinha certeza que ia dar certo. Aí tem hora que você fala assim, ah, perdi meu tempo ali, né? Mas nunca é perda de tempo, né? Nunca é perda de tempo. Porque...

Você fala assim, eu tinha certeza que isso ia dar certo. Mas você não pode desanimar. Porque com certeza alguma coisa você aprendeu com aquele CART que você fez. Com certeza. O Leonardo Silveira está perguntando aqui, Tati. Responde para ele o que você acha da sua opinião depois eu complemento. O quinto andar é confiável para análise de mercadológica? Você usa as análises que tem nos sites para você explicar? O quinto andar eu não uso.

Não, né? Não, não uso o Quintandar. Porque eu acho que as informações ali são muito doidas, né? Assim, não tem informação... São valores muito diferentes de um anúncio para o outro e tem um monte de corretor no meio, não tem informação certa de condomínio, joga um preço de aluguel altíssimo. Então, eu não uso o Quintandar. Eu uso muitos outros.

Eu sei que tem, o Zap Imóveis também tem lá informação de alguns imóveis. Quando a gente fala de apartamento é mais fácil, porque lá no quinto andar eles colocam os valores de venda que eles já tiveram naquele condomínio. Então, talvez assim, ele já vendeu um apartamento lá e ele coloca o novo valor de venda que foi efetivado. Mas a gente sabe, assim como as planilhas de TBI, que muitas cidades liberam, a gente sabe que as planilhas ali é o número declarado, que as partes declaram.

Às vezes pode ter tido alguma transação ali, independente, que aí pode ter uma variação de preço. Então, o que a gente faz aqui com aquelas informações? Aquilo lá é um noiteador, aquilo não é um validador. A variação é o que a Tati falou. Eu pego um misto de informações e uso como referência. Se tem informação que pode adaptar...

equivocada. Às vezes a informação que tem de uma cota condominal é de dois anos atrás, porque nunca mais vendeu um imóvel lá e aí a cota é da quantidade. Então a gente tem que ir atrás das informações atualizadas. É, isso é. E uma coisa que você falou, eu acho assim também, no meu caso, por mais que eu...

que eu forme minha memória de preço dos imóveis, das cidades, dos bairros ali, eu faço o planilhamento de todos os cards que coloco para o leilão. Apesar de ser o que é o mais...

chatinho, né? Vamos dizer assim. É mais demorado e tal, né? Para você fazer ali. Então, eu coloco tudo. Porque eu acho que para o investidor, ele tem uma segurança dele fazer um comparativo ali. Então, eu acho importante colocar ali, sabe? Fazer aquele planilhamento real.

E hoje em dia, também quando você faz ali, quando você está buscando, está muito fácil, né? Porque você chama o corretor no WhatsApp, eles respondem sábado, domingo, de noite. Então, eu tenho conversado com vários corretores. Então, aí eu sempre falo assim, né?

Ah, eu gostei desse imóvel aí, mas eu vi que está muito caro esse preço. Aí eu falo assim, né? Ele falou assim, não, mas a região é boa. Aí eu chamo outro, sabe? Então, isso aí é para eu descartar para ver se vai dar certo ou não, se eu posso manter aquele padrão. Aí depois, se dá dando certo, aí eu...

E efetivamente eu busco, eu procuro ligar, conversar com corretores e falar assim, olha, eu estou muito interessada nesse imóvel e tal, mas eu queria saber se eu chego nesse preço mesmo e tal, e tal, e tal. Então é assim, a gente vai aprendendo, né? Com cada movimento que você faz ali de análise de cada imóvel.

Não, é excelente, isso é muito bom. E, Tati, vamos falar um pouquinho das suas assessorias que você fez aqui dentro do nosso ecossistema, né? Você fez três, foram quatro, mais uma distratou, então a gente está com três assessorias que você fez aqui dentro do nosso ecossistema. Conta um pouquinho de cada uma delas, como é que foi uma modalidade de assessoria, como é que foi apresentar para o investidor, o quanto que você conseguiu projetar ali.

para os investidores de lucro no final da operação, como é que foi a dinâmica com a cúpula dos tubarões, nossos tubarões acessores, a apresentação de oportunidade, o que te gerou insegurança, o que te gerou segurança de você estar dentro do nosso ecossistema de acessores, para a galera que está assistindo entender um pouquinho do que é essa sua experiência aqui dentro do nosso ecossistema de acessores.

É que eu te confesso que eu fico muitíssimo confortável tendo os três como os tubarões ali, sabe? Para me assessorar. Então, eu fico realmente muito confortável. Com você tem feras, né, Adriana? É. Com os três cultores. Exatamente. Exatamente.

Quando a gente começou, eu falei assim, estou doida para ser adotada, né? Então, foi isso que eu queria. Então, quando você entra e tem um suporte assim, você se sente mais seguro, né? Com certeza. Porque os três têm muita experiência.

já sabe, então às vezes pergunto algumas coisas que eu tenho que correr para saber responder, né? Então, quando foi a apresentação, a Lili, ela é muito ativa, então ela tem muito contato, ela já conhece todos os investidores, então ela tem essa entrada, assim, para fazer essas apresentações, mas eu me sinto segura de conhecer o imóvel que está ali, né? Porque o Ife, o Ife

de falar a questão do que é o processo, por que ele está ali, né, se é extrajudicial, por que está ali, por que se trata o processo, como é que aquele bairro, porque até a questão de você, um deles foi um imóvel lá de São Paulo, que o João comentou, isso aqui vale muito, então, aí de você falar que tinha um imóvel do lado.

Então, isso tudo te dá muita segurança na hora de você apresentar. Não só com o apoio deles, mas te fazer estudar mesmo aquele imóvel, aquele card, na hora que chegar para você apresentar, você se sentir tranquila e segura, como se fosse você que estivesse arrematando aquele imóvel. Então, essa segurança, esse conhecimento que você quer repassar para o investidor, para que...

ele saiba que ele está entrando num processo legal, numa reabilitação que vai dar um retorno para ele. Se você estivesse fazendo sozinha, sem estar dentro do nosso ecossistema de assessores, você teria coragem de apresentar imóveis quando você começou? Agora você já está com experiência, talvez agora você já se sinta segura de fazer. Mas quando você começou, o que você acha? De jeito nenhum.

De jeito nenhum. Não tem nem comparação. Sabe? Não tem nem comparação de você pensar nisso, né? Por mais que você tenha essa segurança, né? Falar assim, não, eu sei, eu sei. Não, o suporte ali que você tem, os tubarões ali na sua retaguarda, isso aí te dá uma tranquilidade muito grande, sabe? E eu vejo também exatamente o inverso ali também.

Os investidores, eles têm essa total segurança e confiança porque os tubarões estão ali. Exatamente. É diferente. Então, se eu apresentasse para os mesmos investidores, com certeza o resultado não seria o mesmo. Porque eles sabem que esses tubarões, eles estão apresentando uma coisa plausível, né? Uma coisa segura.

É bem analisada Com certeza, é muito jogo E isso de segurança Traz chancela para você E principalmente te prepara Para as próximas oportunidades que você vai analisar Porque você está vendo eles falando da cidade Vendo as dúvidas dos investidores Estamos com as próximas análises Você começou a live aqui falando de

o mindset, uma pergunta que o investidor fez ali sobre precificação. Por que não vai comparar com o outro? Como é que ele pode comprar com esse imóvel? Então, tudo isso gera experiência das suas próximas análises. Quando você for analisar, vai vir isso na sua cabeça. O que ele compra com R$400 mil nessa cidade? E aí você vai atrás da informação para saber a saída do seu imóvel. Exatamente isso. Isso é muito legal.

Como foi das nossas historias que você fez aí, só para a galera entender como é que foi o racional, como é que você garimpou essa oportunidade? Fala qualquer uma, como a gente não combinou com o que você ia falar, fala qualquer uma. Eu te falava de São Paulo que eu dei ali, eu falei, foi essa que o João falou, nossa, o preço ficou baixo. Aí eu olhei e falei assim, gente,

Eu não compraria esse imóvel. Era um apartamento ou casa? Um sobrado. Um sobrado. Um sobrado. Aí o João falou assim, tipo de imóvel que São Paulo gosta. Nossa, mas isso aqui tá bom, essa região não compra isso e tal. Então, na minha concepção, eu teria descartado, sabe, esse imóvel, porque eu olhei assim, nem que eu não acho que feio, sabe? Você lembra o bairro? Tati, você lembra o bairro?

Maria Alta, como que é? Alta Maria? Maria Alta

Vila Maria Alta. Vila Maria. Vila Maria. Essa mesmo, sabe? Aí, na hora que você olha na rua ali, você vai pelo street ali, só tem sobrado desse jeito. Então, aí o João falou assim, isso aqui o povo valoriza demais, esse tipo de imóvel. Entendeu? Então, é o negócio de você não comprar pra você.

Não é? Você não pode se envolver emocionalmente. Não, não pode. Não pode. Então, como que você... Aí você aprende que você tem que olhar para os imóveis de outra forma. Não só desses de São Paulo. Você tem que olhar tudo de outra forma. A Cátia está falando, eu dei lance nesse imóvel. Você teve concorrência nesse imóvel? Foi a Cátia, você descobriu quem concorreu. Teve concorrência nesse imóvel.

Teve concorrência. Foi bem apertadinho, sabe? E esse imóvel vocês arremataram por quanto? Você lembra? 327. Em torno disso. 327. Ou 400 e pouco. Ah, esqueci. Esqueci. Mas a precificação dele era uns 820 mil.

ali é um lugar muito bom porque ali é perto da Vila Guilherme, da Uni9 é um lugar muito interessante ali a Cate está falando que teve muita concorrência nesse imóvel foi um imóvel extremamente concorrido para arrematação e assessoria, então acho que a casa do lado é igualzinha a casa do lado é igualzinha e ela estava com uma placa de vente nela

Tava alguma placa de bem? Tava, na casa do lado. E aí eu conversei com o corredor e ela estava sendo anunciada por 880 mil. E essa assessoria foi a assessoria tradicional. Começou a mandar uma pergunta aqui no balãozinho de chat. Tradicional. Foi tradicional. Então, se foi arrematado por 350 mil, a comissão é 35 mil reais, que aqui é 10% sobre o valor da comissão. Essa assessoria foi um baita rói para esse investidor que se arrematou por 350 mil, colocando todos os custos. Se vender, foi 680 mil que você falou?

Não, estava lá 820 mil que a gente presteu. Olha a casa, 900 mil de preço de venda. Baixa arrematação. Caraca, baixa arrematação. Foi muito boa. Esse investidor aqui está felizão da vida, porque ele pegou um imóvel, ainda que tenha o custo da assessoria, ele pegou o imóvel num preço muito bom.

A casa era mais antiga ou mais nova? Mais antiga. A gente colocou uma reforma também nela, sabe? Assim, pra ficar legal. Aí logo depois eu vi um também no mesmo bairro, mesmo tipo de sobrado, só que aí ela já tava com um preço mínimo de arrematação bem alto, mais de 500 mil. Aí eu falei assim, ah, o povo vai dar muito pequeno. Mas aí eu já, opa, esse aqui deve ser bom. Mas não deu.

Isso acontece, né? E esse tipo de casinha aqui em São Paulo são casinhas muito interessantes. São sobrados muito requisitados, são sobrados ainda mais nesses bairros que tradicionalmente são casas, que tem bairros que majoritariamente as pessoas querem morar em apartamentos mesmo. Mas tem bairros muito tradicionais em perfis de casas sobrados. E ali na zona norte, zona leste, tem bastante bairro que tem umas casas muito boas, bairros muito bons, que o pessoal procura esse perfil de imóvel, né? Então, com bastante liquidez e bastante procura.

A Débora está perguntando aqui para você qual foi o seu maior desafio como assessora. Eu não canso de falar, Marcela, mas eu tenho que falar. Meu desafio é o judicial. Meu desafio é esse, é esse, é o judicial. Porque quando você vai lá, não é esse o judicial, né? Aquela de banca é tudo de bom, né? É. Então... Então...

é aquilo ali, né? Então, agora, o judicial é esse aí, que...

Que pega, né? É, pega. É que ele pega porque ele envolve um pouco mais de complexidade, mas depois que você aprende o jogo, você sabe trabalhar com gestão de risco, porque muitas pessoas têm receio e medo disso, né? Mas depois que acerta ali a mão e entender qual que é o racional do judicial, tanto faz para você, não vai ter uma diferença, ah, é judicial ou extrajudicial. O que a gente sempre conversa muito aqui dentro do nosso ecossistema de assessores é...

O que a gente tem que proteger para o investidor? Aqui a gente entrega o investidor na mão do nosso assessor. O assessor tem que trabalhar junto com o nosso tubarão da CUP, com os nossos tubarões de assessores, que trazem a segurança, foi o que a Tati falou, né? A gente tem um investidor que confia nessas pessoas, que estão ali apresentando oportunidade para eles. Só que qual que é o requisito básico que a gente faz?

que a gente entregue para eles oportunidades reais, vão ter ganhos reais assim como esse que a Tati acabou de falar que vai vender por R$ 850, R$ 900 mil, olha o ROI dele, se ele gastar R$ 450 mil, R$ 460 mil nessa operação, ainda assim ele tem um baita lucro nessa operação, é um resultado sensacional ali para ele, e aí eles dividem ali a comissão, alguém perguntou aqui no chat também, a Débora eu acho, pergunta assim, a Denise, Denise Tavares, você assessorou sozinho ou com outros colegas?

Sozinha. Sozinha, né? É. Ela fez a assessoria só ela, ela garimpou imóvel, ela precificou imóvel e ela chamou o tubarão. Então ela dividiu a comissão dela com o tubarão. No caso aqui, o João Henrique, que estava assessorando junto ali com ela nesse imóvel, elas dividiram. 50% da comissão ficou para a Tati, 50% ficou para os tubarões da cúpula que fizeram a operação com a Tati. É divisão de tarefa e divisão de comissão. Ela não fez com nenhum outro...

mentorado, né, porque eles poderiam trabalhar em conjuntos, muitos deles trabalham em conjunto, a Tati faz tudo sozinha aqui, sozinha entre atos, porque ela tá com os tubarões da cúpula assessores, eles dividem mindset, dividem as análises, eles dividem tudo, né, é super importante isso.

E esse desafio, o seu principal desafio, que é o judicial, o que eu acho que é legal de saber? Conforme você for evoluindo, você já começou a analisar e garimpar imóveis judiciais. Isso é que você está trazendo para o pessoal analisar contigo. Isso é que a gente vai sentir segura nos judiciais. Você vai conseguir arrematar esse mito, esse bloqueio que você se coloca por conta do desafio.

vai quebrar, porque você vai entender que independente do perfil de imóvel, se é judicial, se é trajudicial, isso você vai conseguir ter resultado. Então é muito legal a gente conseguir entender isso e aos poucos a gente vai evoluindo nas suas análises. A gente está te perguntando aqui, análise jurídica, você tem dicas? Meu maior medo. É.

Anine, eu vou até deixar a Tati responder porque eu acho que o jurídico é gestão de risco mas deixa a Tati responder a dica é enfrentar seu medo a dica é essa você tem coragem, né coragem, porque e você não

assim, tem nada igual, nada, num processo, ah, tá lá, né, aqueles termos jurídicos, aquela coisa ali, né, você pensa assim, não, aprendi o que é isso, mas a hora que você vê, o negócio parece, sai do contexto do processo, então, você entender aquilo ali,

Eu sou assim, eu pego o processo, eu começo a olhar ele lá de baixo, que eu aprendi agora. Boa, é. Eu tô olhando de baixo pra cima, aí depois eu vou buscando, vou entendendo o que tá acontecendo. Aí eu vou vendo as decisões mais importantes. Porque tem...

Lá, 3 mil páginas de processo. Então, observando, tem muito extrato, muito relatório e tal, mas aí as decisões judiciais, você vai analisando assim e vai dando para você selecionar. Mas eu pego de baixo para cima e vou entendendo, tentando entender do que se trata o processo.

Exatamente. E esse é o caminho, viu, Aline, que a Tati está falando. É você enfrentar mesmo, porque a análise jurídica é gestão de risco, é uma habilidade altamente ternada. O que você não pode errar em hipótese nenhuma é a precificação. Porque se a Tati arremata o imóvel por R$ 350 mil e fala que vende por R$ 900, mas ele vende por R$ 400,

O cliente vai perder dinheiro? É isso que a gente não pode errar. A parte jurídica, ela gera insegurança porque você ainda tem muitos recebidos, já ouviu um monte de gente falar que precisa ser advogado para prestar assessoria em leilões de imóveis. Cara, você não precisa ser advogado. O advogado não sabe precificar. O que a gente precisa de advogado não tem como abrir mão.

é a parte de entrar nos autos. Então, quem tem a procuração para entrar no processo, quem tem a legitimidade para fazer, somente advogados. Mas para analisar essas decisões, verificar quais são os riscos jurídicos, isso é habilidade altamente treinável. A gente vê muitas pessoas, grandes empresários, que não são advogados e entendem de direito como ninguém, porque eles são do business, eles sabem fazer a operação. E aqui é uma habilidade altamente treinável e que vocês vão aprender. Assim como a Tati já desenvolveu...

várias conhecimentos, ela fez aqui um manualzinho com termos jurídicos, técnicos, pra ela se familiarizar, ela vai ter até estratégia de análise. Ela não vai ficar olhando a curiosidade de saber o que muita gente aqui gosta, acha que o processo é novela, né? Acha que é ficar olhando lá o processo pra ver o que aconteceu, a briga, quem falou o que de quem, e o que importa pra gente.

é a gestão de risco. Qual é o risco desse processo? Então, olha lá no final, porque vai que eles fizeram acordo e esse processo vai sair, que é o que a Tati falou, pô, gera uma baita frustração. Você lê 3 mil páginas, aí na última página eles fizeram acordo e o processo sai assim. Exatamente isso, é. Isso gera a gente que vai.

Eu tive um caso também que eu achei um imóvel, eu achei ele ótimo. Aí, na hora que eu vi, tinha uma proposta, aí o processo, quando você baixa, é daquele dia, né? Então, ali tinha um processo, uma proposta de acordo. Mas aí não tinha decisão de juiz, nem nada. Eu falei assim, com certeza vai ter. Então, já descartei, porque tinha uma proposta de acordo lá no final, mas ele estava bonitinho no site, com a data marcada.

não tem nada esse ano, mas com esse acordo eu falei assim, ah, já sei que não vai dar certo, porque vai cancelar quando eu estiver lá no final, né?

E isso é uma sacada que a gente tem que ter, porque é onde a gente vai colocar a nossa energia. Eu acho que o grande desafio de assessor, a Tati falou do leilão, das questões jurídicas, do leilão judicial, mas acho que tem um desafio também, que é a resiliência, porque isso você encara com muita notoriedade, de pô, o leilão foi retirado, pô, eu participei, estourou, pô, eu tive que fazer de novo, pô, eu coloquei no meu funil e não analisei.

e tudo isso te gerou frustração mas é que você olha o copo meio cheio, você não olha o copo meio vazio você olha o copo meio cheio e você passa por um traço de frustração que eu acho que é uma grande dificuldade de quem quer entrar no mercado de assessoria porque tem uma certa frustração em alguns momentos e não é só de assessoria, no mercado no geral, a nossa vida no dia a dia a gente lida muito mais com o não do que com o sim o sim

Tem que saber fazer do limão uma limonada. Então, o dia de uma situação difícil, o que a gente faz com aquilo? E você lida muito bem com isso, né, Tati? Você olha os resultados e fala, bom, se não deu errado, não deu certo, não era pra ser, vou mudar a vida. Desistir é que não pode, né? Assim, ah, ou embirrar, né? Não adianta. Então, você tem que falar assim, nossa!

Que dó, que dó que eu fiquei, mas fazer o que? Tem que seguir. Faz parte, né? Faz parte de jogo. Outro dia eu fiz um tão bonitinho aí, Adriana. Mas em 16 meses dá 25% de ROI. Não tá bom?

Com três meses, estava lá acho que 34, depois com 16, eu... Não, precisa melhorar. Estava todo bonitinho, sabe, o card. Não colocou para o investidor.

Tá, então vai melhorar, né? É que é difícil você defender para o investidor em 16 meses 25% só porque na renda fixa ele vai conseguir mais do que isso, né? Então a gente tem que só olhar esses números, que é esse racional que a Adri fez ali rapidinho, ela pô, você vai esperar ir mais para 16 meses, você vai dar um resultado maior, não dá para esperar.

Em 16 meses, nós estamos com 25% para ele. E se a gente acaba vendendo em 24? Vai dar quanto? Vai dar 18? Está errado isso aqui, né? Mas eu estou pensando na baixa da Selic, sabe? Que vai dar um... É, isso aí. Melhora para a gente, quando mais baixa a Selic tiver, mais forte. Melhor o nosso resultado. Exatamente.

E, Tati, conta um pouquinho aqui para a galera, para a gente já partir para o fechamento. Acho que foi muito legal o seu trajetório, sua evolução. O quanto você cresceu, porque você analisou muitos imóveis até você conseguir ter sua primeira assessoria. Já foram quatro, apesar de um ter sido descartado. Eu sei que você está num volume bem intenso, que você continua fazendo muitas análises, trazendo muitos imóveis aqui para os investidores, que a gente vê a sua...

a sua dinâmica, o pessoal sempre fala de como você atua aqui. Que conselho você daria para quem está tendo dificuldade, para quem está travado, para quem quer começar no mercado de assessoria e ainda não conseguiu ter resultado?

Não pode desistir. Não pode. Porque uma hora dá certo. Você fica lá, tem lá 15 imóveis. Aí você vai falar assim, não, ao menos não dá. E pode ser que não vai dar. Então, não pode desistir, mas você tem que tirar proveito de tudo que você está fazendo. De toda análise que você está fazendo ali.

Então, quando você pega um imóvel ali, em tal cidade que você nunca viu, ou então uma cidade que você já olhou, então você vai começar criando aquela memória, aquilo ali, e você já vai ter facilidade no primeiro que você está olhando, ou no segundo, então vai ser melhor ainda. Você não pode desistir. E assim, você esperar, falar assim, ah, mas esse imóvel aqui...

Ele me deu um ROI de 35%. Então, eu vou pegar só acima de 35%. Não, você pode ter oportunidades boas ali de 30%, 32%. Porque eu acho que é um resultado bom. Porque, eu não sei se o pessoal comenta, mas eu acho que está ficando cada vez mais justo ali os valores. Não é, Marcela? Está ficando bem justinha ali. Você está vendo descontos com 50% lá.

Está cada vez mais difícil, né? É, está ficando cada vez mais difícil. Então, isso aí de você não desistir, olhar direitinho, fazer uma pesquisa de mercado para você não errar no preço. Então, isso aí eu acho que é bem importante de você ir aprendendo a fazer esses ajustes.

E a questão de você colocar ali, na hora de colocar a calculadora ali, o que eu posso mexer? Eu vejo muita apresentação quando a Lili fala, ela fala assim, né? Gente, nesse cálculo aqui do imposto de renda, a gente ainda tem uma margenzinha para ganhar aqui.

Então, eu acho que isso é uma surpresa positiva, que quando o investidor está fazendo aquele cálculo, ele está colocando um preço a mais, mas eu acho que ele vai ter um retorno melhor. Então, isso tudo, no final, na ponta do lápis, eu acho que isso aí é importante a gente colocar, a gente pensar e sempre pensar se esse imóvel fosse para você.

Se você arremetaria, se era esse o trabalho que você faria para você mesmo, para você não ter erro. E para você já criando essa confiança e você transmitir essa confiança não só para os subarões que você está trabalhando com eles, mas também para o investidor. Então eu acho que isso aí é importante de você sempre ter em mente isso, de você dar o seu melhor na hora de fazer essa análise. Como se fosse assim, eu compraria esse móvel.

Exato, isso é muito bacana E a Elisa está perguntando Quanto tempo garimpando você conseguiu arrematar? Elisa, a Tati Ela é da turma 2 do nosso ecossistema de assessores Então em dezembro que ela teve Autorização para começar a fazer A participação de leilão Então foi de dezembro para cá Ela fez 4 assessorias, praticamente seria uma por mês Ali Ela não demorou muito para sair a primeira, né Tati? Não, não Foi até bem rápido Ela foi

Foi treinando antes e depois ela já entrou jogando o jogo. É, e tem que praticar, né? Não adianta você ficar lá fazendo curso e tal, mas você tem que praticar para você bater cabeça e aprender, né? Ô Tati, última pergunta que eu estou fazendo, antes da gente encerrar, porque está muito boa a live, eu ficaria duas horas conversando com você. Mas pensando assim, em nichos, né? Pelo que eu vi aqui no perfil dos seus imóveis, vocês arrematarem a setoria...

Eu acho que a gente está considerando aqui uma questão importante de nicho. Você pega mais imóveis de médio padrão, né? Você não olha muito popular os seus imóveis que você apresenta para a assessoria, em regra, estão médio padrão, né? Mais médio padrão. Médio padrão. Ó, a Adriana está pedindo para você falar aqui, conta quanto já ganhou em assessoria. Boa pergunta. Eu acho que foi uns 18 mil.

Não, você fez... Ó, uma só assessoria aqui, essa que a gente conversou aqui, de 35, seria 12,500. Tem mais duas assessorias? Então foi mais. Foi mais. Então foi mais. Nem ela sabe, ó. Rodrigo, nem ela sabe aqui, ó. Eu tava no popular, você pega pra você. Os de médio padrão, você pega pros investidores. E ela tá ganhando tanto dinheiro que ela não sabe nem quanto que ela ganhou, gente. Ai, eu não tô sabendo, não, Marcelo. Vou fazer uma auditoria pra ela aqui. Do jeito que vem, vai.

Aqui ela está respondendo demais, mas eu entendo que a gente não combinou falar sobre isso, mas só fazendo uma conta aqui de cabeça, se fosse 20 mil em cada uma das outras assessorias, você já tinha quase 42 mil reais em cada uma das três assessorias que você fez. Porque as três foram tradicionais, né? Foram tradicionais, é. Só sei que eu já paguei investimento, Marcelo.

Já pagou o investimento da mentoria, né? Já, já. Já pagou e já está lucrando com esse investimento. Ela já fez três setores. Ela nem sabe quanto que ela ganhou, mas ela já ganhou mais que isso, porque eu fiz uma conta de cabeça aqui. É, tipo isso. Vamos ter a conta. É, eu fiz a conta de cabeça, porque, assim, se a gente considerar...

que é a primeira que a gente conversou, foi 12.500 mais ou menos, né? Na verdade foi mais, né? Porque foi 350 mil mais ou menos, você falou, daria 35 mil reais, daria 17 mil reais só numa assessoria. Aí você tem que considerar que as outras duas foram 20 mil no mínimo, cada uma, eu não sei os números, a gente teria que ver, a gente estaria falando de mais 20 mil, então daria aí quase 40 mil reais nessa assessoria. É, eu acho que é isso mesmo.

Mas não é assim. O dinheiro é um detalhe. O dinheiro é um detalhe. Porque a minha visão é de futuro. É isso aí, Tati. Agora, nesse momento, eu tenho a visão de futuro. É isso mesmo. A Adriana estava só em uma. Ela já tinha 16 mil reais. Eu vou ajudar ela. Ela é bancária. Ela entende de contas, entende de números. Eu vou ajudar ela só a se organizar com a planilha financeira dela. É, boa, boa.

Isso é maravilhoso. Tati, quero muito te agradecer sua disponibilidade, sua generosidade, sua alegria que eu compartei aqui. Acho que é de família, né? Porque eu amo falar com vocês. É muito gostoso o papo, porque a gente poderia ficar muito tempo. Você compartilhou muita coisa rica, muita gente estava com bastante dúvida. Acho que é bem legal essa troca, essa energia que você tem. E parabéns, continue se dedicando. Obrigada, Tati.

É, não, eu que agradeço a oportunidade de ter o suporte de vocês, é muito bom, dá toda a segurança pra gente, sabe? Eu só tenho a agradecer mesmo, tanto aprendizado, até o pessoal lá dos tubarões, né? Então, tem muito suporte, amar e uma gracinha. Então, eu só tenho a agradecer mesmo, viu? Obrigada, viu, Tati? Obrigada, pessoal. Boa noite pra vocês e até dessa tarde também. Tchau, Tati. Obrigada. Um abraço. Tchau.