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Uma Jornada Tropical com a Stuffed Schmoojee da Imprint Beer Co.

05 de maio de 20267min
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Neste episódio, nos aventuramos no universo das cervejas sour com um destaque especial para a Stuffed Schmoojee, uma criação da Imprint Beer Co. que promete deixar os amantes do estilo Smoothie/Pastry encantados. Falamos sobre a incrível colaboração com a Claim 52 Brewing, que ajudou a dar vida a essa cerveja única com suas dicas de confeitaria de Oregon. Com uma impressionante nota de 4,26 e um teor alcoólico de 6%, essa cerveja traz uma explosão de sabores tropicais, combinando morangos, framboesas e um leve toque de mangas, tudo isso envolto em tortas de coco. Fique ligado para descobrir como essa explosão de frutas tropicais transformou a Stuffed Schmoojee em uma das favoritas entre os apreciadores de cervejas artesanais.
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Beer Review

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Hair Beer Brasil

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Assuntos2
  • Cerveja Stuffed SchmoojeeEstilo Sour-Smoothie-Pastry · Colaboração com Claim 52 Brewing · Ingredientes: morango, framboesa, manga, torta de coco · Teor alcoólico e IBU · Processo de produção: purê, válvulas, centrífuga · Avaliação e engajamento dos consumidores
  • Inovação em CervejariasFusão de confeitaria e fermentação · Colaboração entre cervejarias e outras áreas · Quebra de paradigmas no mercado artesanal
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Imagina assar uma torta de coco inteira, tipo com crosta e tudo, e simplesmente jogar isso direto num tanque industrial de cerveja.

Uhum, parece uma loucura total, né? É, parece a receita perfeita para um desastre que vai destruir um maquinário caríssimo. Mas bom, na nossa análise de hoje, a gente vai destrichar como essa ideia bizarra resultou numa das bebidas mais bem avaliadas do mercado atual. Com certeza. E hoje nós estamos com os dados técnicos e as notas de produção de uma cerveja muito específica, que é a Stuffed Shmoogee da Inprint Beer Co.

Sim, e logo de cara eu já vi que o estilo oficial dela é classificado como Soar-Smoothie-Pastry. O que por si só já quebra qualquer expectativa tradicional, sabe? Porque uma Pastry Sour é basicamente uma cerveja azeda, mas com uma textura de vitamina e um perfil bem voltado para a confeitaria.

Caramba, textura de vitamina. Então a fervura do malte e a adição do lúpulo ficam meio que em segundo plano nessa história toda? Totalmente em segundo plano. Para construir a base dessa bebida, eles usam frutas vermelhas tropicais, mais especificamente morangos e framboesas, com um toque bem sutil de manga. Pode crer.

E o teor alcoólico fica ali na casa dos 6%, o que não ofusca muito aquele sabor doce. E o índice de amargor, o famoso IBU, ele nem sequer é medido pelos produtores.

Nossa, nem medem o amargor. Mas olha, o que realmente justifica o termo pastry ou confeitaria é aquela adição literal das tortas de coco assadas direto na receita, certo? Sim, tortas de coco reais. E eu fiquei impressionada com isso. Olha, eu também fiquei muito surpreso. Porque jogar tortas inteiras na cerveja levanta um alerta vermelho gigante pra mim. Tipo, como a gordura do coco não destrói completamente a retenção de espuma da bebida.

É, uma ótima pergunta. E, mecanicamente falando, a cross e o recheio não entupiriam todas as válvulas da cervejaria. Deve ser um caos. E seria um pesadelo logístico mesmo se eles usassem o equipamento padrão. Para fazer isso funcionar, a torta e as frutas são transformadas num purê extremamente denso antes de entrarem nos fermentadores cônicos. Ah, entendi. Então, eles trituram tudo antes de jogá-la dentro.

Isso, e esses tanques precisam ser equipados com válvulas de extração superdimensionadas, sabe? Justamente para não entupirem com os resíduos sólidos todos. Faz sentido. Então a levedura precisa trabalhar numa mistura que deve ter a consistência de cimento fresco em vez daquele líquido ralo de uma cerveja normal.

Nossa, cimento fresco é uma ótima analogia. O líquido fica tão espesso com os açúcares não fermentáveis das frutas e os carboidratos da torta que a levedura tem bastante dificuldade de processar tudo. E como eles evitam que grandes pedaços de crosta, sei lá, parem na lata de quem vai beber depois? Então, eles usam uma centrísoga industrial que separa os sólidos maiores, mas mantém a textura densa, que é justamente o lado smoothie da bebida que a gente comentou.

Ah, claro, a textura de vitamina. Exato. E sobre a sua dúvida da gordura do coco, ela realmente prejudica a espuma tradicional. Mas nesse estilo específico, o público não busca aquele colarinho branco clássico, sabe? Buscam a textura cremosa. Cara, se dominar essa mecânica toda de válvulas gigantes e centrífugas com purê de torta é tão complexo assim, como a imprint chegou nessa fórmula? Eles assumiram esse risco de tentativa e erro sozinhos?

Não, não assumiram sozinhos. E essa é a parte mais legal. A receita é fruto de uma colaboração com a Clean 52 Brewing, que é uma cervejaria lá do estado do Oregon.

Ah, então rolou uma ajuda de fora. Sim, as notas oficiais revelam que a Claim 52 sugeriu essa combinação exata de morango, frambuesa, manga e coco. E o mais revelador, eles enviaram dicas de panificação literais para imprinte. Sério? Dicas de panificação por correspondência entre cervejeiros?

Pois é, dicas reais para eles conseguirem executar a torta perfeita que suportasse a infusão lá no tanque. Olha, isso prova que a produção artesanal moderna cruzou uma fronteira meio invisível aí. Porque os profissionais não estão mais apenas discutindo temperaturas de fervura da água, né? Com certeza não.

Eles estão debatendo o tempo de forno da crosta de uma torta para garantir a melhor extração de sabor dentro de um fermentador. É muita doideira. E como a galera recebeu essa invenção? A resposta a essa fusão de alta gastronomia com fermentação é muito impressionante. Nos dados que a gente analisou, a Stuffed Shmooj sustenta uma nota de 4,26.

Nossa, 4,26 no cenário super competitivo de cerveja artesanal é um absurdo de alto. Muito alto. Passar da marca de 4 já é um feito notável hoje em dia, porque os consumidores são muito críticos.

E essa nota vem de 958 avaliações diretas. Caramba, quase mil avaliações? E o engrajamento é comprovado. São 1.082 registros oficiais de consumo, com 1.034 usuários únicos atestando a qualidade do negócio. O que significa que não é tipo um grupo pequeno de amigos da cervejaria inflando a nota de propósito.

Não, de jeito nenhum. É uma base muito sólida de mais de mil pessoas diferentes que compraram a lata, beberam e acharam a experiência simplesmente fantástica. O que nos mostra é que a colaboração aberta e essa troca de conhecimentos de áreas totalmente diferentes, como a confeitaria e a química da fermentação, conseguem transformar uma bebida numa experiência sensorial super aclamada.

É a inovação mecânica e criativa caminhando de mãos dadas mesmo. E, bom, isso nos deixa com uma pulga atrás da orelha sobre o futuro desse mercado para quem está acompanhando a gente. Totalmente. É uma quebra de paradigmas. Se hoje nós temos profissionais aplicando dicas literais de panificação para assar tortas que vão direto para centrífugas e tanques de aço para criar uma vitamina alcoólica, qual seria o verdadeiro limite entre a alquimia tradicional de bebidas e a confeitaria moderna?

Pois é, as linhas estão cada vez mais difíceis de enxergar. Exato. Onde termina exatamente o trabalho do padeiro e começo do cervejeiro. Fica aí essa reflexão para todo mundo que ouve a nossa análise hoje. Até o próximo mergulho.

E assim chegamos ao final de mais um episódio do Beer Review, um podcast da Hair Beer Brasil. Aqui, exploramos o universo das cervejas artesanais, com histórias, curiosidades e experiências que tornam cada gole especial. Beer Review, Hair Beer Brasil. Se você curtiu, siga o podcast na sua plataforma preferida para não perder nenhum episódio. Compartilhe com amigos que amam descobrir novos sabores e histórias.

Beba menos, mas beba melhor. Até o próximo episódio e... Saúde!

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